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TIM S.A. Earnings Release 2026

May 6, 2026

53202_rns_2026-05-05_d92f65be-4db8-47d1-86eb-e48cfb4901fa.pdf

Earnings Release

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TIM

DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS

1º TRIZOZ6

TIMB TIMS
LISTED B3 LISTED NM
NYSE ISE B3

1T26

RELEASE

DE RESULTADOS

TIM

A jornada de 2026 inicia com avanços consistentes no primeiro trimestre

RECEITA DE SERVIÇOS

6,5% A/A

(1T26)

Crescimento impulsionado pelas avanços no Móvel e na Ultrafibra

RECEITA SERVIÇO MÓVEL

5,6% A/A

(1T26)

Sólido desempenho do pós-pago e ritmo estável de desaceleração do pré-pago

RECEITA DO PÓS-PAGO

7,5% A/A

(1T26)

Evolução consistente de receita acompanhada do crescimento da base de clientes

EBITDA-AL

7,8% A/A

(1T26)

Forte crescimento com expansão de margem: 37,1% (+0,5 p.p. A/A)

FLUXO DE CAIXA OP.

16,8% A/A

(1T26)

Geração de caixa, com aumento de Margem: 17,2% (+1,5 p.p. A/A)

REMUNERAÇÃO ACIONISTA

R$ 390 Mi

Anunciados como Juros sobre Capital Próprio até março de 2026

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Aquisição da V8.Tech: Juntos, somos mais do que a soma das nossas partes.

V8.TECH EM POUCAS PALAVRAS:

  • 10 anos de história, com mais de 240 clientes e aproximadamente 300 colaboradores
  • Saluções convergentes para a TIM em IoT e IA aplicadas aos segmentos de negócios
  • R$ 40 mi de receita líquida em fev e mar/26

V8 + TIM: MULTIPLICANDO O POTENCIAL

Escala, capilaridade e capacidade de expandir o escopo de atuação em contas nas quais a V8.Tech já opera

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Relacionamentos consolidados em contas estratégicas, profundo conhecimento técnico e rapidez na execução

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Nova parceria financeira com PicPay: Expansão do ecossistema digital

  • Parceria com o PicPay amplia o ecossistema digital da TIM e marca o retorno aos serviços financeiros
  • Acesso a uma base de 67 milhões de contas e a um dos maiores bancos digitais do país
  • Criação de novas avenidas de receita via cross-selling e fidelização
  • Oferta integrada de serviços financeiros com jornadas 100% digitais. Benefícios ao cliente atrelados à fidelização (cashback, vouchers e marketplace)

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Execução do programa de IA: primeiras entregas já se traduzem em benefícios iniciais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE, ACESSO A DADOS E JORNADA DIGITAL

  • Implantação de agentes de IA ao longo do ciclo de vida de desenvolvimento de software para aumentar a produtividade, otimizar o Capex e acelerar o time-to-market: +22% de ganhos de produtividade
  • Evolução da camada de dados dos canais digitais para uma arquitetura em nuvem preparada para IA (Bigtable), otimizando a experiência digital: +60% de eficiência nos custos de licença

ACELERANDO A IA E AMPLIANDO GANHOS

  • Parcerias: expansão com Microsoft e Google acelera adoção de IA
  • Escalar Agentic-AI: base para novos modelos operacionais
  • Aplicação de AI FinOps

  • EBITDA e Lucro Líquido normalizados conforme itens apontados em suas respectivas seções. EBITDA-AL excluindo o impacto das multas do descomissionamento dos sites. Fluxo de Caixa Operacional ("FCO") representa o EBITDA-AL (-) Capex.


1T26

RELEASE

DE RESULTADOS

TIM

DESTAQUES FINANCEIROS E OPERACIONAIS

Descrição 1T26 1T25 %A/A 4T25 %T/T
FINANCEIRO (R$ milhões)
Receita Líquida 6.806 6.394 6,5% 6.920 -1,6%
Receita de Serviços 6.644 6.240 6,5% 6.665 -0,3%
Serviço Móvel 6.253 5.922 5,6% 6.305 -0,8%
Serviço Fixo 391 319 22,8% 359 8,9%
Custos Normalizados* da Operação (3.519) (3.310) 6,3% (3.248) 8,3%
EBITDA Normalizada* 3.287 3.084 6,6% 3.672 -10,5%
Margem EBITDA Normalizada* 48,3% 48,2% 0,1p.p. 53,1% -4,8p.p.
EBITDA-AL Normalizado* 2.523 2.340 7,8% 2.921 -13,6%
Margem EBITDA-AL Normalizada* 37,1% 36,6% 0,5p.p. 42,2% -5,1p.p.
Lucro Líquido Normalizado* 821 810 1,3% 1.349 -39,1%
Capex (1.354) (1.339) 1,1% (1.347) 0,5%
FCO (EBITDA-AL Normalizado* - Capex) 1.169 1.001 16,8% 1.574 -25,7%
OPERACIONAL ('000)
Base Móvel de Clientes 61.986 62.039 -0,1% 61.974 0,02%
Pré-pago 28.871 31.269 -7,7% 29.226 -1,2%
Pós-pago 33.116 30.770 7,6% 32.748 1,1%
Base de Clientes TIM Ultrafibra 880 790 11,4% 850 3,6%
  • EBITDA normalizada por efeitos não recorrentes nos Custos e Despesas Operacionais (+R$ 6,0 milhões no 1T26 e +R$ 19,0 milhões no 1T25). Lucro Líquido normalizado por efeitos não recorrentes no EBITDA e no IR/CS (-R$ 2,0 milhões no 1T26 e -R$ 6,5 milhões no 1T25). EBITDA-AL excluindo o impacto das multas do descomissionamento dos sites.

RELAÇÕES COM INVESTIDORES

CONFERÊNCIA DE RESULTADOS

6 de maio de 2026, às:
10h (BRT) / 9h (US EST)
Videoconferência (Zoom): Clique aqui

CONTATOS

E-mail: [email protected]
Website: ri.tim.com.br


TIM S.A.

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EVENTOS RECENTES E SUBSEQUENTES

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Remuneração aos Acionistas

No dia 18 de março de 2026, o Conselho de Administração da TIM S.A. aprovou a distribuição de Juros sobre Capital Próprio nos montantes de R$ 390 milhões. Para mais detalhes, acesse o site de Relações com Investidores da TIM S.A.: Arquivamentos

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Aquisição da Totalidade das Ações da I-Systems

No dia 11 de fevereiro de 2026, a TIM S.A. comunicou ao mercado que celebrou, nesta data, um Share Purchase Agreement, com a IHS Fiber Brasil - Cessão de Infraestruturas Ltda. ("IHS Brasil"), que regula os termos e condições para aquisição, pela Companhia, da totalidade das ações de emissão da I-Systems ("I-Systems") atualmente detidas pela IHS Brasil, correspondentes a 51% do capital social total da I-Systems. Após a conclusão da operação, a TIM S.A., que já possuía 49% das ações da I-Systems, passará a deter a totalidade das ações. A conclusão da transação está sujeita a aprovações societárias e de órgãos responsáveis. Para mais detalhes, acesse o site de Relações com Investidores da TIM S.A.: Arquivamentos

Este documento é de propriedade da TIM S.A. Todos os direitos reservados ©

Release de Resultados 1T26


TIM S.A.

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DESTAQUES FINANCEIROS

RECEITA LÍQUIDA OPERACIONAL

Descrição 1T26 1T25 %A/A 4T25 %T/T
R$ milhões
Receita Líquida Total 6.806 6.394 6,5% 6.920 -1,6%
Receita de Serviços 6.644 6.240 6,5% 6.665 -0,3%
Serviço Móvel 6.253 5.922 5,6% 6.305 -0,8%
Gerada pelo Cliente 5.819 5.542 5,0% 5.897 -1,3%
Interconexão 110 84 31,5% 82 33,8%
Plataforma de Clientes 26 22 20,9% 48 -45,2%
Outras Receitas 298 274 8,8% 279 7,0%
Serviço Fixo 391 319 22,8% 359 8,9%
dos quais TIM Ultrafibra 243 218 11,4% 238 2,0%
Receita de Produtos 162 153 5,4% 255 -36,7%

Receita Líquida Total ("RL"): R$ 6.806 milhões no 1T26 (+6,5% A/A)

A Receita Líquida Total registrou mais um crescimento consistente, apoiada pelo avanço nas principais frentes, com evolução nas receitas de Serviços e de Produtos.

Receita de Serviços (+6,5% A/A no 1T26)

O avanço foi apoiado por mais um resultado sólido do pós-pago e pela aceleração do desempenho positivo da Ultrafibra.

Receita de Produtos (+5,4% A/A no 1T26)

A performance positiva foi impulsionada pelo expressivo crescimento nas vendas de aparelhos e acessórios, refletindo a forte demanda do mercado neste trimestre. Além disso, diferentemente do 1T25, quando enfrentamos uma falha eventual de abastecimento, neste período conseguimos assegurar melhor disponibilidade de produtos, o que também contribuiu para o resultado alcançado.

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Release de Resultados 1T26


TIM S.A.

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SEGMENTO MÓVEL:

Receita de Serviço Móvel ("RSM") (+5,6% A/A no 1T26) | ARPU Móvel (R$ 33,7; +5,8% A/A)

O desempenho da RSM refletiu mais uma vez a consistência do pós-pago, que segue como principal motor de crescimento do segmento. Esse resultado levou o ARPU a mais uma evolução robusta, destacando o foco na geração de valor apoiado na estratégia de proporcionar aos clientes o 'Melhor serviço, rede e oferta'.

Receita Gerada pelo Cliente ("RGC") (+5,0% A/A no 1T26)

RGC corresponde à RSM após a exclusão das receitas de interconexão, plataforma de clientes e outras. O desempenho foi positivamente influenciado por duas linhas de receita: clientes TIM (pós e pré-pagos) e clientes 'não-TIM', sobretudo serviços de roaming internacional, que normalmente apresentam impacto favorável no primeiro trimestre.

Receita de Interconexão (+31,5% A/A no 1T26)

Esse crescimento é explicado, principalmente, pelo fechamento de acordos com outras operadoras.

Receita de Plataforma de Clientes (+20,9% A/A no 1T26)

O aumento foi impulsionado por resultados positivos em nossas principais frentes de publicidade móvel, segurança digital e saúde.

Outras Receitas (+8,8% A/A no 1T26)

O crescimento reflete contribuição de receitas de contratos de compartilhamento de infraestrutura.

A seguir, o desempenho por perfil de cliente móvel:

PÓS-PAGO

Receita (+7,5% A/A no 1T26) | ARPU ex-M2M (R$ 55,1; +1,6% A/A)

O resultado do pós-pago evidencia a monetização da base de clientes, explicada pelos reajustes de preços aplicados às ofertas e por um processo consistente de migração para planos de maior valor ao longo do trimestre. Essa dinâmica, aliada ao crescimento da base de clientes (+7,6% A/A) e a um patamar de churn controlado, contribuiu para o desempenho positivo do segmento.

PRÉ-PAGO

Receita (-6,5% A/A no 1T26) | ARPU (R$ 14,1; +1,6% A/A)

O pré-pago manteve a trajetória de estabilização observada desde o 3T25, mesmo em um contexto marcado por fatores sazonais típicos do primeiro trimestre, como o Carnaval, e pelo movimento contínuo de migração de clientes para os planos Controle.

TIM S.A.

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SEGMENTO FIXO

Receita de Serviço Fixo ("RSF") (+22,8% A/A no 1T26)

A performance da RSF teve como principal motor a receita da Ultrafibra, que vem se recuperando nos últimos dois trimestres. Adicionalmente, com a conclusão da aquisição da totalidade do capital social da V8 Consulting S.A. ("V8" ou "V8.Tech"), a receita proveniente desse ativo passou a ser consolidada no segmento fixo, atuando como um segundo impulsionador do desempenho.

TIM ULTRAFIBRA

Receita (+11,4% A/A no 1T26) | ARPU FTTH (R$ 93,8; +3,2% A/A)

A TIM Ultrafibra registrou crescimento por mais um trimestre, como resultado do aprimoramento dos serviços de banda larga e dos canais de atendimento e vendas. Isso se refletiu em 36 mil adições líquidas do FTTH no 1T26, levando a base total a 880 mil clientes (sendo praticamente 100% composta por FTTH). Esse avanço foi acompanhado por uma melhora no perfil da base, com foco em clientes premium – 92% da base já operando em velocidades de 400 Mbps ou superiores.

CUSTOS E DESPESAS OPERACIONAIS

Descrição 1T26 1T25 %A/A 4T25 %T/T
R$ milhões
Custos Reportados da Operação (3.525) (3.329) 5,9% (3.275) 7,6%
Custos Normalizados* da Operação (3.519) (3.310) 6,3% (3.248) 8,3%
Pessoal (383) (358) 6,9% (360) 6,3%
Comercialização (936) (963) -2,8% (906) 3,3%
Rede e Interconexão (1.496) (1.322) 13,2% (1.146) 30,5%
Gerais e Administrativos (221) (211) 4,9% (209) 5,7%
Custo de Mercadorias Vendidas (CMV) (225) (209) 7,6% (363) -38,1%
Provisão para Devedores Duvidosos (225) (182) 23,8% (201) 12,2%
Outras receitas (despesas) operacionais (33) (66) -49,9% (63) -47,5%
Custos Normalizados* da Operação Ex-CMV (3.294) (3.101) 6,2% (2.885) 14,2%
  • Custos da Operação normalizados por: custos com serviços de consultoria para projetos estratégicos (+R$ 6,0 milhões no 1T26), e custos com serviços jurídicos no âmbito do encerramento da disputa com o antigo parceiro de serviços financeiros (+R$ 19,0 milhões no 1T25).

TIM S.A.

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Custos e Despesas Operacionais: R$ 3.519 milhões no 1T26 (+6,3% A/A; 51,7% da RL)

O resultado dos Custos e Despesas Operacionais Normalizados foi influenciado principalmente por maiores pressões nas linhas de rede e interconexão, além do incremento de custos atrelados a V8.Tech.

Pessoal: (+6,9% A/A no 1T26; 5,6% da RL)

O crescimento é explicado, principalmente, pelos reajustes anuais de salários e benefícios, além do aumento de outros encargos relacionados aos colaboradores.

Comercialização (-2,8% A/A no 1T26; 13,8% da RL)

A queda é explicada por: (i) apesar do início do novo patrocínio do Big Brother Brasil, as despesas com publicidade foram menores na comparação anual, refletindo uma alocação mais equilibrada das campanhas ao longo do período; e (ii) menores gastos associados à gestão operacional de clientes, incluindo atividades de atendimento, cobrança e pagamentos, viabilizados pelo processo contínuo de digitalização.

Rede e Interconexão (+13,2% A/A no 1T26; 22,0% da RL)

O aumento reflete: (i) maiores custos de tráfego em serviços de roaming internacional, parcialmente impactado por efeito sazonal; (ii) crescimento de gastos com provedores de conteúdo digital; e (iii) maiores despesas em contratos de compartilhamento de infraestrutura.

Gerais e Administrativas ("G&A")¹ (+4,9% A/A no 1T26; 3,3% da RL)

O aumento decorre de custos adicionais relacionados à contratação de serviços especializados de fornecedores terceiros.

Custo de Mercadorias Vendidas ("CMV") (+7,6% A/A no 1T26; 3,3% da RL)

O crescimento acompanha o aumento da receita de produtos, impulsionado pela maior venda de aparelhos e acessórios.

Provisões para Devedores Duvidosos ("PDD") (+23,8% A/A no 1T26; 3,3% da RL) | % Receita Bruta Total (2,1%; +0,2 p.p. A/A)

O aumento é explicado, principalmente, pela maior exposição da base de clientes à inadimplência, em função do consistente crescimento do pós-pago, que atualmente representa 53% da base total. Como resultado, o indicador de PDD sobre a Receita Bruta Total atingiu 2,1%.

Outras Despesas (Receitas) Operacionais (-49,9% A/A no 1T26; 0,5% da RL)

A redução é explicada pela combinação de três fatores: efeitos favoráveis da renegociação contratual com a American Towers do Brasil – Cessão de Infraestrutura S.A. ("ATC"), limitados pelo maior volume de provisões para contingências e pelo aumento de despesas com as taxas FUST/FUNTTEL.

¹ A linha de G&A teve impacto não recorrente de R$ 6,0 milhões no 1T26, referente a custos com serviços de consultoria para projetos estratégicos, e de R$ 19,0 milhões no 1T25, relativos a serviços jurídicos no âmbito do encerramento da disputa com o antigo parceiro de serviços financeiros.

DO EBITDA AO LUCRO LÍQUIDO

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EBITDA²: R$ 3.287 milhões no 1T26 (+6,6% A/A) | Margem: 48,3% (+0,1 p.p. A/A)

O EBITDA ("Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciação, Amortização e Equivalência Patrimonial") Normalizado apresentou crescimento consistente, sustentado pela expansão da receita e pelo controle das despesas operacionais, resultando em manutenção da margem.

EBITDA-AL³: R$ 2.523 milhões no 1T26 (+7,8% A/A) | Margem-AL: 37,1% (+0,5 p.p. A/A)

EBITDA-AL ("After Lease") Normalizado corresponde ao EBITDA Normalizado após a incorporação dos efeitos dos arrendamentos ("leases"). O indicador apresentou crescimento no trimestre, sustentado pela expansão do resultado operacional e pelo controle dos impactos dos leases.

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EBITDA-AL (1T26)
(R$ Mi; %A/A)

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DEPRECIÇÃO E AMORTIZAÇÃO ("D&A")

Descrição 1T26 1T25 % A/A 4T25 % T/T
R$ milhões
Depreciação (1.234) (1.266) -2,6% (1.273) -3,1%
dos quais Depreciação de Arrendamentos (443) (415) 6,7% (428) 3,5%
Amortização (505) (479) 5,3% (504) 0,1%
D&A Total (1.739) (1.746) -0,4% (1.777) -2,2%

D&A (-0,4% A/A no 1T26)

O resultado reflete o efeito combinado de: (i) menor depreciação de infraestrutura e equipamentos de telecomunicação; (ii) maior depreciação de direitos de uso de arrendamentos; e (iii) maior amortização de softwares.

RESULTADO FINANCEIRO

Resultado Financeiro (-11,5% A/A no 1T26)

A melhora decorre de (i) efeito favorável no comparativo anual relativo ao ajuste de valor do ativo firmado no acordo com o antigo parceiro de serviços financeiros no 1T25; (ii) efeito positivo da marcação a mercado dos contratos de derivativos; e (iii) maior rendimento das aplicações financeiras; ainda que (iv) parcialmente impactada pelo aumento dos juros sobre arrendamentos.

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Imposto de Renda e Contribuição Social ("IR/CS")⁴

O IR/CS Normalizado somou -R$ 170 milhões no 1T26 (alíquota efetiva de -17,1%), vs. R$ 97 milhões no 1T25 (alíquota efetiva de 13,7%). A variação é explicada principalmente pelo aumento do Lucro Antes dos Impostos ("EBT") no 1T26, aliado a uma menor deliberação de Juros sobre Capital Próprio em comparação ao 1T25 (R$ 390 milhões vs. R$ 690 milhões, respectivamente).

Lucro Líquido⁵: R$ 821 milhões no 1T26 (+1,3% A/A)

O desempenho do Lucro Líquido Normalizado elevou o Lucro por Ação (LPA) Normalizado para R$ 0,34 no 1T26 frente a R$ 0,33 no 1T25.

INVESTIMENTOS E FLUXO DE CAIXA

CAPEX

Descrição 1T26 1T25 % A/A 4T25 % T/T
R$ milhões
Rede 1.044 1.028 1,6% 871 19,8%
TI e Outros 310 311 -0,4% 475 -34,8%
Capex 1.354 1.339 1,1% 1.347 0,5%
Capex/ Receita Líquida 19,9% 20,9% -1,1p.p. 19,5% 0,4p.p.

Capex: R$ 1.354 milhões no 1T26 (+1,1% A/A; 19,9% da RL)

O leve aumento reflete uma alocação de investimentos em infraestrutura de rede superior à do mesmo período do ano anterior, em linha com a expansão da cobertura 5G, que alcançou 1.094 cidades até o final de março de 2026. Cabe ressaltar que o Capex segue a sazonalidade esperada para o período.

⁴ A linha de IR/CS teve efeitos não recorrentes no montante de -R$ 2,0 milhões no 1T26 e -R$ 6,5 milhões no 1T25.

⁵ Lucro Líquido normalizado por efeitos não recorrentes no EBITDA e IR/CS.

FLUXO DE CAIXA

Descrição 1T26 1T25 %A/A 4T25 % T/T
R$ milhões
EBITDA Reportado 3.281 3.065 7,1% 3.645 -10,0%
Capex (1.354) (1.339) 1,1% (1.347) 0,5%
EBITDA Reportado - Capex 1.927 1.726 11,7% 2.299 -16,2%
Δ Capital de Giro e Imposto de Renda (686) (643) 6,7% 574 n.a.
Pagamento de Leases* (788) (788) - (767) 2,8%
dos quais Multas (23) (31) -25,6% (3) 794,2%
Fluxo de Caixa Operacional Livre 453 294 54,0% 2.106 -78,5%
  • Foram reconhecidos incentivos sobre o pagamento de leases em linha com as condições contratuais acordadas, reduzindo o valor desembolsado no período (+R$ 65,8 milhões no 1T26, +R$ 53,7 milhões no 4T25, e +R$ 3,8 milhões no 1T25).

Fluxo de Caixa Operacional ("FCO"): R$ 1.169 milhões no 1T26 (+16,8% A/A) | Margem: 17,2% (+1,5 p.p. A/A).

A evolução do fluxo de caixa operacional é fruto da consistência operacional da Companhia, combinada com uma gestão eficiente da alocação de recursos. O FCO corresponde ao EBITDA-AL Normalizado (-) Capex.

Fluxo de Caixa Operacional Livre ("FCOL"): R$ 453 milhões no 1T26 (+54,0% A/A)

O FCOL reflete a performance operacional positiva, parcialmente afetada por um efeito mais negativo de capital de giro e impostos em relação ao 1T25. Esse efeito decorreu, principalmente, de um aumento na linha de contas a receber de wholesale e de um maior desembolso com impostos, parcialmente mitigados por uma melhor dinâmica de contas a pagar.

POSIÇÃO DE CAIXA

As posições de Caixa e Títulos de Valores Mobiliários totalizaram R$ 5.871 milhões ao final de março de 2026, representando um aumento de 10,2% A/A, resultado da geração de caixa operacional no período.

É válido destacar ainda que o pagamento integral da TFF (Taxa de Fiscalização de Funcionamento), que compõe a taxa Fistel, está suspenso desde 2020. O montante total registrado até 31 de março de 2026 foi de R$ 4,6 bilhões, sendo R$ 3,3 bilhões de principal e R$ 1,2 bilhão de juros moratórios incidentes.

DÍVIDA

PERFIL DA DÍVIDA

Emissões Moeda Taxa de Juros Vencimento Curto Prazo Longo Prazo Total
R$ milhões
Debêntures BRL IPCA + 4,0432% a.a. 06/28 714 1.385 2.099
BNDES Finame BRL IPCA + 4,2283% a.a. 11/31 56 260 316
V8.Tech BRL CDI + 2,42% a CDI + 6,80% 04/26 a 04/28 23 39 62
BNB BRL IPCA + 1,2228% a 1,4945% a.a. 02/28 185 170 355
Dívida Financeira Total 979 1.853 2.832
Licença (5G) BRL Selic 12/40 70 923 993
Dívida Total Antes do Lease 1.049 2.776 3.825
Lease Total BRL IPCA/IGP-M (13,94% a.a.) 07/50 1.609 12.068 13.677
Dívida Total 2.658 14.843 17.502

DÍVIDA LÍQUIDA

Descrição 1T26 4T25 3T25 2T25
R$ milhões
Dívida de Curto Prazo 979 926 955 951
Dívida de Longo Prazo 1.853 1.853 1.900 1.955
Dívida Financeira Total 2.832 2.779 2.855 2.906
Caixa e Equivalentes de Caixa + TVM (5.871) (5.885) (6.529) (5.474)
Derivativos Líquidos-ex C6 (311) (283) (195) (214)
Dívida Financeira Líquida (3.350) (3.389) (3.868) (2.781)
Licença (5G) 993 971 1.015 989
Dívida Líquida AL (2.357) (2.418) (2.853) (1.792)
Lease Total 13.677 13.531 13.264 13.075
Dívida Líquida Total 11.320 11.112 10.411 11.283
Dívida Líquida AL/EBITDA AL Normalizado* -0,22x -0,23x -0,28x -0,18x
Dívida Líquida Total/EBITDA Normalizado 0,82x 0,82x 0,79x 0,87x

*EBITDA 12M "opós o pagamento de leases", desconsiderando o pagamento de principal e juros relacionados a leasings financeiras.

DÍVIDA LP POR VENCIMENTO

Ano Pro-Forma Incluindo IFRS 9, 15 e 16
R$ milhões
2027 968 2.126
2028 864 2.581
2029 126 1.719
2030 126 1.414
Após 2030 692 7.004
Dívida Total 2.776 14.843

A Dívida Total pós-hedge (incluindo os derivativos líquidos no valor de R$ 311 milhões) totalizou R$ 17.191 milhões ao final de março de 2026, um aumento de R$ 814 milhões vs. 1T25. A elevação da dívida resulta da combinação entre o aumento dos leases e a redução parcial da dívida financeira total. Adicionalmente, no 1T26 houve a consolidação da dívida financeira relativa à V8.Tech.

PARCERIAS ESTRATÉGICAS

Ecosistema Digital

Serviços de Segurança

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Na vertical de Seguros, a parceria estratégica com a EXA apresentou rápida tração comercial desde o início das operações, atingindo, no último trimestre, penetração de aproximadamente 32% sobre a venda de aparelhos. A velocidade de chegada a esse patamar de penetração reforça a elevada aderência da solução de seguros ao momento de compra do cliente, bem como o relevante potencial de monetização incremental da vertical. Esses fatores consolidam os seguros como um componente estratégico, com espaço significativo para expansão.

Serviços de Saúde

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A parceria estratégica com o Cartão de Todos já alcançou mais de 1,4 milhão de clientes TIM registrados na plataforma, com aproximadamente 278 mil famílias possuindo assinaturas, evidenciando forte tração e ampla aderência da oferta à nossa base. Os resultados demonstram um crescimento consistente ao longo do tempo, com evolução contínua da base de assinantes e consolidação do serviço como uma das principais propostas de valor no ecossistema de saúde. Esses indicadores reforçam a assertividade da estratégia adotada, a qualidade do parceiro escolhido e o relevante potencial de conversão e monetização da base TIM por meio de serviços de valor agregado.

Serviços Financeiros

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A TIM firmou uma nova parceria com o PicPay – terceiro maior banco digital do país –, voltada à ampliação da oferta de serviços financeiros e digitais e à geração de benefícios cruzados para as bases das duas companhias. O acordo conecta os ecossistemas da TIM e do PicPay, estimulando engajamento, recorrência e fidelização dos clientes, além de criar novas oportunidades de monetização. A iniciativa reforça a retomada estruturada do pilar de serviços financeiros da TIM.

Já a nossa parceria estratégica com a KSK (Kasinski Consórcio) registra mais de 683 mil clientes TIM cadastrados na plataforma, demonstrando a relevância da TIM como canal de distribuição digital para produtos de consórcio e soluções financeiras. Esses indicadores reforçam o consórcio como um novo modelo de aquisição de aparelhos, além do potencial de crescimento e monetização da vertical à medida que a operação amadurece e os níveis de conversão continuam a evoluir.

BUSINESS-TO-BUSINESS (B2B)

A receita total contratada de B2B IoT totalizou R$ 1,08 bilhão no 1T26, com 36% de contribuição do setor agrícola, 40% das iniciativas de logística e 19% dos projetos voltados para o setor de Utilities.

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Receita Total Contratada R$ 1,08 Bi

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AVANÇO NO B2B COM NOVA PARCERIA E AQUISIÇÃO DA VR.TECH

Publicidade Móvel e Monetização de Dados

No 1T26, a TIM avançou na estratégia de diversificação de receitas, com forte desempenho do TIM Ads e avanços comerciais importantes no Open Gateway. O TIM Ads ampliou sua base de anunciantes e registrou um crescimento acima de 50% no volume de campanhas, impulsionado pela introdução de IA no audience builder e por soluções digitais focadas em performance e mensuração. No âmbito do Open Gateway, a TIM firmou um grande contrato comercial com uma empresa especialista em soluções para comunicação e relacionamento B2B e B2C, alavancando o uso de APIs de rede em casos de antifraude e autenticação e reforçando a monetização das capacidades de rede em linha com a estratégia global da GSMA.

INDICADORES OPERACIONAIS

Descrição 1T26 1T25 %A/A 4T25 %T/T
Base Móvel de Clientes ('000) 61.986 62.039 -0,1% 61.974 0,02%
Pré-Pago 28.871 31.269 -7,7% 29.226 -1,2%
Pós-Pago 33.116 30.770 7,6% 32.748 1,1%
Pós-Pago ex-M2M 25.881 24.513 5,6% 25.694 0,7%
Adições Líquidas Base Móvel ('000) 12 (20) n.a. (645) n.a.
Adições Líquidas Pós-Pago ex-M2M ('000) 188 275 -31,7% 316 -40,5%
ARPU Móvel (R$) 33,7 31,9 5,8% 33,7 0,1%
Pré-Pago 14,1 13,8 1,6% 14,8 -5,1%
Pós-Pago 43,6 43,8 -0,4% 43,3 0,6%
Pós-Pago ex-M2M 55,1 54,3 1,6% 54,8 0,7%
Churn Mensal (%) 2,9% 2,9% - 3,2% -0,4p.p.
Market share 22,7% 23,5% -0,8p.p. 22,9% -0,2p.p.
Pré-Pago 30,9% 31,2% -0,2p.p. 30,9% 0,0p.p.
Pós-Pago 18,4% 18,8% -0,4p.p. 18,6% -0,2p.p.
Pós-Pago ex-M2M 20,7% 21,2% -0,5p.p. 21,0% -0,3p.p.
Base de Clientes TIM Ultrafibra ('000) 880 790 11,4% 850 3,6%
FTTH 876 761 15,1% 840 4,3%
ARPU TIM Ultrafibra (R$) 94,4 93,2 1,3% 95,7 -1,4%

REMUNERAÇÃO AOS ACIONISTAS

Em seu Guidance mais recente (clique aqui), a TIM S.A. planeja distribuir R$ 5,3 – 5,5 bilhões em 2026, refletindo o aumento da remuneração nos últimos anos e, para o longo prazo, projeta uma expansão do retorno aos acionistas em linha com o crescimento do fluxo de caixa.

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Remuneração aos Acionistas (R$ Mi)

Descrição 2023 2024 2025 1T26
Dividend Yield (%) 6,7 10,0 9,3 0,6
Payout (%) 83 87 139 58

MERCADO DE CAPITAIS

As ações da TIM S.A. são negociadas na B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão ("B3"), sob o ticker TIMS3, e seus ADRs são negociados na New York Stock Exchange ("NYSE"), sob o ticker TIMB.

Descrição 1T26 2025 % A/A
Cotação TIMS3 (R$)* 27,46 21,34 28,7%
Cotação TIMB (US$)* 26,49 19,51 35,8%
Quantidade de ações em circulação 2.392.125.889 2.392.125.889 -
Quantidade de ações em tesouraria 3.457.567 3.457.567 -
Lucro por Ação (L.P.A) 0,34 1,82 n.a.
Preço / Lucro (P/E) 80,0 11,8 n.a.
  • Fonte: Site de Relações com Investidores da TIM S.A.: Ações

AMBIENTAL, SOCIAL E GOVERNANÇA

Destaques ESG do 1T26

  • Pelo 18º ano consecutivo, a TIM foi confirmada na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3. O resultado mantém a operadora como a empresa de telecomunicações há mais tempo presente no índice, que reúne as companhias com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança do mercado brasileiro.

  • TIM divulgou seu 22º Relatório ESG, reforçando seu compromisso com a transparência aos seus stakeholders. Entre os principais resultados das metas do seu Plano ESG, a Companhia aumentou em 129% a eficiência energética no tráfego de dados, reciclou ou reaproveitou, 99,7% de resíduos e manteve 100% da energia elétrica adquirida de fontes renováveis (com aquisição de I-RECs). No pilar social, alcançou 36,3% de mulheres e 21,3% de pessoas negras em cargos de liderança, além de atingir 52,6% de mulheres em novas contratações.

  • No final do primeiro trimestre, o Grupo TIM publicou seu Relatório de Sustentabilidade 2025, elaborado conforme as diretrizes da Corporate Sustainability Reporting Directive (CSRD), transpostas para a legislação italiana pelo Decreto Legislativo 125/2024, e em linha com os Padrões ESRS e a Taxonomia Europeia. Como integrante do Grupo, a TIM Brasil contribuiu com informações nas dimensões ambientais, sociais e de governança.

  • No Dia Nacional da Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, celebrado no dia 16 de março de 2026, a TIM anunciou a ativação do 5G na Antártica, ampliando o suporte à pesquisa científica brasileira. Na Estação Antártica Comandante Ferraz, há 27 pesquisas dedicadas ao meio ambiente, sendo 19 voltadas especificamente ao entendimento dessas mudanças. A chegada do 5G ao continente é resultado do acordo firmado no fim de 2025 entre a TIM, a Marinha do Brasil, o Ministério das Comunicações e a Anatel.

  • A TIM e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) formalizaram a assinatura de um Memorando de Entendimento (MOU) para colaboração estratégica no AgForest Lab – novo laboratório dedicado ao desenvolvimento de sistemas agroflorestais escaláveis (SAFs) no bioma amazônico. A iniciativa será implementada em 2026 em um campo experimental da Embrapa na Amazônia Oriental, em Belém (PA). A TIM fornecerá a infraestrutura de conectividade 5G/4G e soluções IoT para monitoramento, rastreabilidade e integração digital no campo.

  • O TIM Smart Lighting foi a tecnologia escolhida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para modernizar o sistema de iluminação pública do seu Campus principal. A solução, desenvolvida pela TIM em parceria com a M2M, será implementada por meio de uma parceria entre a operadora e a universidade. A expectativa é que a iniciativa reduza o consumo de energia em até 70%.

  • Pelo quarto ano consecutivo, a TIM foi reconhecida como líder na categoria Qualidade Consistente no Relatório de Experiência da Rede Móvel da Opensignal, empresa independente de análise de redes

móveis. A operadora conquistou também a primeira colocação na categoria Experiência de Confiabilidade e ofereceu o Melhor Streaming de Vídeo do mercado, reflexo do seu compromisso de investimentos contínuos na sua rede para oferecer uma experiência diferenciada para seus clientes.

  • Com safra recorde – mais de 14 mil toneladas – a Fazenda Conectada Case IH, marca da CNH, transformou seus mais de três mil hectares em um laboratório de inovação e produtividade utilizando a conectividade do 4G da TIM. O uso de tecnologias de ponta, desde o preparo do solo até a colheita, garantiu menor custo de produção e maior rendimento, além de importantes ganhos ambientais. Dados comparativos entre as safras 23/24 e 24/25, mostraram uma redução de 23,6% de toneladas de CO2 e por saca de soja e uma economia de 32% no consumo de combustível.
  • Em linha com o compromisso de aumentar sua eficiência energética, a TIM terminou o 1º trimestre com 136 usinas do projeto Geração Distribuída (GD) em operação. Com predominância de plantas solares (119), além de 12 hidroelétricas, duas de biogás e três de gás natural, a GD é responsável por cerca de 65% da energia utilizada pela Companhia. Além disso, 100% da energia elétrica adquirida pela TIM é oriunda de fontes renováveis (com aquisição de I-RECs).
  • A TIM encerrou o 1º trimestre com 1.890 biosites ativos em sua rede. Essas estruturas, similares a um poste comum, são uma solução para densificação da rede de acesso móvel (antenas/torres) com baixíssimo impacto visual e urbanístico, menor custo e rápida instalação. Há mais de dez anos, TIM leva a tecnologia dos biosites para todas as regiões do Brasil, investindo em modelos cada vez mais modernos e sustentáveis.

Para acessar o informe trimestral de ESG, acesse: Arquivamentos

AVISO LEGAL

As informações financeiras e operacionais consolidadas, divulgadas neste documento, exceto quando indicado de outra forma, são apresentadas segundo as normas internacionais de contabilidade IFRS (International Financial Reporting Standards) e em Reais (R$), em conformidade com a Lei das Sociedades por Ações, Lei 6.404/76. As comparações referem-se ao primeiro trimestre de 2026 ("1T26"), exceto quando indicado de outra forma.

Este documento pode conter declarações de caráter prospectivo. Estas não são declarações de fatos históricos e refletem as crenças e expectativas da administração da Companhia. As palavras “antecipa”, “acredita”, “estima”, “espera”, “prevê”, “planeja”, “prediz”, “projeta”, “visa”, bem como palavras similares, têm como intenção identificar essas declarações, que envolvem, necessariamente, riscos e incertezas conhecidos e desconhecidos, previstos ou não, pela Companhia. Portanto, os resultados operacionais futuros da Companhia poderão diferir das expectativas atuais e os leitores desta divulgação não devem basear suas considerações exclusivamente nas informações aqui fornecidas. Declarações prospectivas refletem apenas as opiniões na data em que são apresentadas e a Companhia não está obrigada a atualizá-las diante de novas informações ou desdobramentos futuros.

RELAÇÕES COM INVESTIDORES

ANEXOS

  • Anexo 1: Balanço Patrimonial
  • Anexo 2: Demonstração de Resultados
  • Anexo 3: Demonstrações de Fluxo de Caixa

As Demonstrações Financeiras completas, incluindo as Notas Explicativas, estão disponíveis no website de Relações com Investidores da TIM S.A.: ri.tim.com.br

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ANEXO 1 – TIM S.A.
Balanço Patrimonial

Descrição 1T26 1T25 % A/A 4T25 %T/T
R$ milhões
ATIVO 57.796 56.459 2,4% 56.939 1,5%
CIRCULANTE 14.086 12.963 8,7% 13.464 4,6%
Caixa e equivalentes de caixa 4.022 2.840 41,6% 3.610 11,4%
Títulos e valores mobiliários 1.850 2.487 -25,6% 2.274 -18,7%
Contas a receber de clientes 5.169 5.048 2,4% 4.902 5,5%
Estaques 387 330 17,6% 357 8,5%
Imposto de renda e contribuição social a recuperar 50 78 -35,6% 69 -26,6%
Impostos, taxas e contribuições a recuperar 1.108 848 30,7% 1.139 -2,7%
Despesas antecipadas 746 659 13,2% 329 126,6%
Instrumentos financeiros derivativos 448 397 12,6% 452 -1,0%
Arrendamentos 34 33 5,7% 34 0,9%
Outros ativos 271 243 11,4% 297 -8,8%
NÃO CIRCULANTE 43.710 43.496 4,9% 43.475 0,5%
Realizável a Longo Prazo 4.484 4.277 4,9% 4.451 0,8%
Títulos e valores mobiliários 35 18 90,5% 26 32,4%
Contas a receber de clientes 124 146 -15,0% 137 -9,8%
Imposto de renda e contribuição social a recuperar 273 218 25,5% 258 5,7%
Impostos, taxas e contribuições a recuperar 916 910 0,7% 912 0,5%
Imposto de renda e contribuição social diferidos 1.388 1.338 3,8% 1.356 2,4%
Depósitos judiciais 676 689 -1,8% 677 -0,1%
Despesas antecipadas 341 279 22,3% 340 0,3%
Arrendamentos 196 199 -1,5% 200 -1,9%
Outros ativos financeiros 502 450 11,5% 514 -2,3%
Outros ativos 32 30 7,9% 29 8,9%
Permanente 39.226 39.219 0,02% 39.024 0,5%
Investimento 1.232 1.342 -8,1% 1.260 -2,2%
Imobilizado 23.246 23.059 0,8% 23.171 0,3%
Intangível 14.747 14.819 -0,5% 14.593 1,1%
PASSIVO 57.796 56.459 2,4% 56.939 1,5%
CIRCULANTE 15.381 14.734 4,4% 15.201 1,2%
Fornecedores 5.179 4.533 14,3% 5.139 0,8%
Empréstimos e financiamentos 979 339 189,0% 926 5,8%
Passivo de arrendamento 1.644 1.577 4,2% 1.703 -3,4%
Instrumentos financeiros derivativos 137 245 -44,1% 169 -18,8%
Obrigações trabalhistas 429 411 4,5% 361 18,9%
Imposto de renda e contribuição social a recolher 184 116 58,9% 162 13,7%
Impostos, taxas e contribuições a recolher 5.055 4.080 23,9% 4.856 4,1%
Dividendos e juros sobre capital próprio a pagar 1.116 2.764 -59,6% 1.219 -8,4%
Autorizações a pagar 326 303 7,6% 322 1,2%
Receitas diferidas 245 277 -11,6% 260 -5,8%
Outros passivos e provisões 87 89 -2,8% 86 1,1%
NÃO CIRCULANTE 17.995 17.269 4,2% 17.761 1,3%
Empréstimos e financiamentos 1.853 2.669 -30,6% 1.853 -
Passivo de arrendamento 12.263 11.210 9,4% 12.062 1,7%
Imposto de renda e contribuição social a recolher 26 - n.a. 19 35,6%
Impostos, taxas e contribuições a recolher 33 38 -13,5% 33 -1,0%
Provisão para processos judiciais e administrativos 1.591 1.554 2,4% 1.560 2,0%
Planos de pensão e outros benefícios pós emprego 4 3 29,6% 4 -
Autorizações a pagar 1.188 1.164 2,1% 1.160 2,4%
Receitas diferidas 412 544 -24,2% 506 -18,5%
Obrigações com acionistas 534 24 2125,7% 534 -0,02%
Outros passivos 90 63 41,4% 29 212,8%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 24.420 24.456 -0,1% 23.977 1,8%
Capital social 13.478 13.478 - 13.478 -
Reservas de capital 393 379 3,7% 388 1,3%
Reservas de lucros 10.203 10.019 1,8% 10.193 0,1%
Ajustes de avaliação patrimonial (3) (2) 29,6% (3) -
Ações em tesouraria (79) (16) 376,8% (79) -
Lucro do período 427 598 -28,5% - n.a.

ANEXO 2 – TIM S.A.
Demonstração de Resultados

Descrição 1T26 1T25 %A/A 4T25 %T/T
R$ milhões
Receita Líquida 6.806 6.394 6,5% 6.920 -1,6%
Receita de Serviços 6.644 6.240 6,5% 6.665 -0,3%
Serviço Móvel 6.253 5.922 5,6% 6.305 -0,8%
Gerada pelo Cliente 5.819 5.542 5,0% 5.897 -1,3%
Interconexão 110 84 31,5% 82 33,8%
Plataforma de Clientes 26 22 20,9% 48 -45,2%
Outras Receitas 298 274 8,8% 279 7,0%
Serviço Fixo 391 319 22,8% 359 8,9%
dos quais TIM UltraFibra 243 218 11,4% 238 2,0%
Receita de Produtos 162 153 5,4% 255 -36,7%
Custos da Operação (3.525) (3.329) 5,9% (3.275) 7,6%
EBITDA 3.281 3.065 7,1% 3.645 -10,0%
Margem EBITDA 48,2% 47,9% 0,3p.p. 52,7% -4,5p.p.
Depreciação & Amortização (1.739) (1.746) -0,4% (1.777) -2,2%
Depreciação (1.234) (1.266) -2,6% (1.273) -3,1%
Amortização (505) (479) 5,3% (504) 0,1%
Equivalência Patrimonial (28) (27) 5,4% (30) -5,8%
EBIT 1.515 1.292 17,2% 1.838 -17,6%
Margem EBIT 22,3% 20,2% 2,0p.p. 26,6% -4,3p.p.
Resultado Financeiro Líquido (530) (598) -11,5% (366) 44,6%
Despesas Financeiras (911) (705) 29,2% (866) 5,1%
Receitas Financeiras 381 140 173,4% 496 -23,2%
Variações Cambiais, Líquidas (1) (33) -98,4% 3 n.a.
Lucro Antes dos Impostos 985 694 41,9% 1.472 -33,1%
Imposto de Renda e Cont. Social (168) 104 n.a. (141) 19,2%
Lucro Líquido 817 798 2,4% 1.331 -38,6%
R$ milhões
Receita Líquida 6.806 6.394 6,5% 6.920 -1,6%
Receita de Serviços 6.644 6.240 6,5% 6.665 -0,3%
Serviço Móvel 6.253 5.922 5,6% 6.305 -0,8%
Gerada pelo Cliente 5.819 5.542 5,0% 5.897 -1,3%
Interconexão 110 84 31,5% 82 33,8%
Plataforma de Clientes 26 22 20,9% 48 -45,2%
Outras Receitas 298 274 8,8% 279 7,0%
Serviço Fixo 391 319 22,8% 359 8,9%
dos quais TIM UltraFibra 243 218 11,4% 238 2,0%
Receita de Produtos 162 153 5,4% 255 -36,7%
Custos da Operação (3.519) (3.310) 6,3% (3.248) 8,3%
Pessoal (383) (358) 6,9% (360) 6,3%
Comercialização (936) (963) -2,8% (906) 3,3%
Rede e Interconexão (1.496) (1.322) 13,2% (1.146) 30,5%
Gerais e Administrativos (221) (211) 4,9% (209) 5,7%
Custo de Mercadorias Vendidas (CMV) (225) (209) 7,6% (363) -38,1%
Provisão para devedores duvidosos (225) (182) 23,8% (201) 12,2%
Outras Receitas (Despesas) Operacionais (33) (66) -49,9% (63) -47,5%
EBITDA 3.287 3.084 6,6% 3.672 -10,5%
Margem EBITDA 48,3% 48,2% 0,1p.p. 53,1% -4,8p.p.
Resultado Financeiro Líquido (530) (598) -11,5% (366) 44,6%
Imposto de Renda e Cont. Social (170) 97 n.a. (150) 13,3%
Lucro Líquido 821 810 1,3% 1.349 -39,1%
Total Itens Normalizados (4) (13) -68,6% (18) -77,7%
  • EBITDA normalizada por efeitos não recorrentes nos Custos e Despesas Operacionais (+R$ 6,0 milhões no 1T26 e +R$ 19,0 milhões no 1T25). Lucro Líquido normalizado por efeitos não recorrentes no EBITDA e no IR/C5 (-R$ 2,0 milhões no 1T26 e -R$ 6,5 milhões no 1T25).

ANEXO 3 – TIM S.A.
Demonstrações de Fluxo de Caixa

Descrição 1T26 1T25 %A/A 4T25 %T/T
R$ milhões
Posição de Caixa Inicial 3.610 3.259 10,8% 3.674 -1,7%
Lucro antes do Imposto de Renda e Contribuição Social* 991 713 39,0% 1.499 -33,9%
Itens não-recurrentes (6) (19) -68,6% (27) n.a.
Depreciação e Amortização 1.739 1.746 -0,4% 1.777 -2,2%
Resultado de equivalência patrimonial 28 27 5,4% 30 -5,8%
Valor residual de ativos imobilizados e intangíveis baixados 2 3 -32,8% 1 74,7%
Juros das obrigações decorrentes de desmobilização de ativos (0,2) 2 n.a. 0,6 n.a.
Provisão para processos administrativos e judiciais 81 64 26,1% 104 -22,2%
Atualização monetária sobre depósitos e processos administrativos e judiciais 47 15 222,3% 74 -36,1%
Juros, variação monetária e cambial sobre empréstimos e outros ajustes financeiros 196 203 -3,7% 95 106,9%
Juros sobre títulos e valores mobiliários (65) (79) -17,8% (102) -36,4%
Juros sobre arrendamento mercantil passivo 471 379 24,0% 427 10,3%
Juros sobre arrendamento mercantil ativo (7) (7) 0,8% (7) -2,2%
Provisão para perdas de crédito esperadas 225 182 23,8% 201 12,2%
Resultado de operações com outros derivativos - 166 - - n.a.
Planos de incentivo a longo prazo 5 6 -20,3% 4 20,4%
Redução (aumento) dos ativos operacionais (743) (377) 96,9% (481) 54,2%
Contas a receber de clientes (440) (108) 305,6% (549) -19,9%
Impostos e contribuições a recuperar 96 135 -29,0% (27) n.a.
Estoques (30) (36) -15,9% (4) 705,5%
Despesas antecipadas (403) (376) 7,2% 82 n.a.
Depósitos judiciais 10 5 115,8% 23 -55,1%
Outros ativos circulantes e não circulantes 24 3 597,3% (8) n.a.
Aumento (redução) dos passivos operacionais (139) (478) -70,9% 739 n.a.
Obrigações trabalhistas 61 58 5,4% 12 420,3%
Fornecedores 64 (439) n.a. 899 -92,9%
Impostos, taxas e contribuições 59 101 -41,9% 109 -46,4%
Autorizações a pagar 8 6 26,9% (69) n.a.
Pagamentos de processos judiciais e administrativos (104) (105) -1,1% (94) 10,6%
Receita diferida (158) (19) 719,1% (7) 2057,2%
Outros exigíveis a curto e longo prazo (68) (79) -14,0% (110) -38,5%
Imposto de renda e contribuição social pagos (158) (49) 220,5% (62) 155,0%
Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais 2.666 2.496 6,8% 4.271 -37,6%
Capex (1.354) (1.339) 1,1% (1.347) 0,5%
Resgates de títulos e valores mobiliários 2.200 2.108 4,4% 2.589 -15,0%
Aplicações de títulos e valores mobiliários (1.719) (2.084) -17,5% (1.908) -9,9%
Aporte de capital Fundo 5G - (85) - - -
Recebimento - Acordo com Banco C6 - 52 n.a. 468 n.a.
Pagamento em aquisição da V8, líquido da caixa adquirido (43) - n.a. - n.a.
Outros 11 16 -31,6% 14 -23,6%
Caixa líquido (aplicados nas) gerado pelas atividades de investimento (905) (1.333) -32,1% (184) 391,6%
Novos empréstimos - - - - -
Amortização de empréstimos (71) (99) -28,7% (78) -9,9%
Juros pagos - Empréstimos (5) (7) -31,1% (47) -89,8%
Pagamento de passivo de arrendamento (374) (402) -6,9% (385) -2,9%
Juros pagos sobre passivo de arrendamento (480) (390) 23,0% (435) 10,2%
Incentivos sobre leases 66 4 1612,3% 54 22,6%
Pagamentos em operações de grupamento/desdobramento de ações (0,1) - n.a. (0,2) -29,1%
Instrumentos financeiros derivativos (8) (5) 72,3% (92) -91,3%
Dividendos e Juros sobre capital próprio pagos (478) (670) -28,6% (2.772) -82,8%
Compra de ações em tesouraria, líquido de alienações - (13) n.a. (392) n.a.
Caixa líquido aplicado nas atividades de financiamentos (1.350) (1.582) -14,7% (4.150) -67,5%
Fluxo de Caixa 411 (418) n.a. (63) n.a.
Posição de Caixa Final 4.022 2.840 41,6% 3.610 11,4%
  • EBT ("Lucro Antes dos Impostos") normalizado por efeitos não recorrentes nos Custos e Despesas Operacionais (+R$ 6,0 milhões no 1T26 e +R$ 19,0 milhões no 1T25).