Skip to main content

AI assistant

Sign in to chat with this filing

The assistant answers questions, extracts KPIs, and summarises risk factors directly from the filing text.

TIM S.A. Annual Report 2025

Apr 27, 2026

53202_rns_2026-04-27_f2285084-fb87-4882-90bf-f9ff196096a9.pdf

Annual Report

Open in viewer

Opens in your device viewer

COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DOS
ESTADOS UNIDOS
Washington, D.C. 20549

FORMULÁRIO 20-F

(Marca Um)

☐ DECLARAÇÃO DE REGISTRO CONFORME A SEÇÃO 12(b) OU 12(g) DA LEI DE BOLSA DE VALORES MOBILIÁRIOS DE 1934

OU

☑ RELATÓRIO ANUAL CONFORME A SEÇÃO 13 OU 15(d) DA LEI DE BOLSAS DE VALORES DE 1934
Para o ano fiscal encerrado em 31 de dezembro de 2025

OU

☐ RELATÓRIO DE TRANSIÇÃO CONFORME A SEÇÃO 13 OU 15(d) DA LEI DE BOLSAS DE VALORES DE 1934

OU

☐ RELATÓRIO DE EMPRESA DE FACHADA CONFORME A SEÇÃO 13 OU 15(d) DA LEI DE BOLSAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DE 1934

Número do arquivo da comissão: 001-39570

TIM S.A.
(Nome exato do Registrante conforme especificado em sua carta)

TIM, Inc.
(Tradução do nome do Registrante para o inglês)
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
(Jurisdição de incorporação ou organização)
Avenida João Cabral de Melo Neto, 850 – Torre Sul – 12º andar
22775-057, Rio de Janeiro, RJ, Brasil
(Endereço dos principais escritórios executivos)
Vicente de Moraes Ferreira
Responsável de Relações com Investidores
TIM S.A.
Avenida João Cabral de Melo Neto, 850 – Torre Sul – 12º andar
22775-057, Rio de Janeiro, RJ,
Brasil Tel: 55 21 4109-4167
[email protected]
(Nome, Telefone, E-mail e/ou Fax Número e Endereço da Pessoa de Contato da Empresa)

Valores mobiliários registrados ou a serem registrados conforme a Seção 12(b) da Lei:

Título de cada classe Símbolo(s) de Nome de cada bolsa na qual está registrado
Ações ordinárias, sem valor nominal* Bolsa de Valores de Nova York
Ações Depositárias Americanas, conforme evidenciado pelos Comprovantes de Depósito Americanos, cada uma representando cinco Ações Ordinárias TIMB Bolsa de Valores de Nova York
  • Não para negociação, mas apenas em conexão com a listagem das Ações Depositárias Americanas na Bolsa de Valores de Nova York
    Valores mobiliários registrados ou a serem registrados conforme a Seção 12(g) da Lei:

Nenhum
Valores mobiliários para os quais existe obrigação de reporte conforme a Seção 15(d) da Lei:

Nenhum
Indique o número de ações em circulação de cada uma das classes de capital ou ações ordinárias do emissor até o fechamento do período coberto pelo relatório anual.

Título da Classe Número de Ações em Circulação
Ações ordinárias, sem valor nominal 2.392.125.889

Indique com um visto de verificação se o registrante é um emissor conhecido e experiente, conforme definido na Regra 405 da Lei de Valores Mobiliários.

Sim Não ☐

Se este relatório for anual ou de transição, indique com um visto de verificação se o registrante não é obrigado a apresentar relatórios conforme a Seção 13 ou 15(d) da Lei de Troca de Valores Mobiliários de 1934.

Sim Não ☐

Nota – Marcar a caixa acima não isentará nenhum registrante obrigado a apresentar relatórios conforme as Seções 13 ou 15(d) da Lei de Troca de Valores Mobiliários de 1934 de suas obrigações sob essas Seções.

Indique com marca de verificação se o registrante (1) registrou todos os relatórios exigidos pela Seção 13 ou 15(d) da Lei de Troca de Valores Mobiliários de 1934 durante os 12 meses anteriores (ou por um período mais curto que o registrante foi obrigado a apresentar tais relatórios), e (2) esteve sujeito a tais exigências de entrega nos últimos 90 dias.

Sim Não ☐

Indique com marca de verificação se o registrante enviou eletronicamente todos os Arquivos de Dados Interativos necessários conforme a Regra 405 do Regulamento S-T durante os 12 meses anteriores (ou por um período mais curto que o registrante tenha sido obrigado a enviar tais arquivos).

Sim Não ☐

Indique com marca se o registrante é um grande declarante acelerado, um declarante acelerado, um não acelerado ou uma empresa emergente em crescimento. Veja as definições de "grande solicitante acelerado", "agente acelerado" e "empresa emergente em crescimento" na Regra 12b-2 da Lei de Troca.

Declarante Acelerado Grande Declarante Acelerado Declarante não acelerado ☐
Empresa emergente em crescimento ☐

Se uma empresa emergente em crescimento preparar suas demonstrações financeiras de acordo com os U.S. GAAP, indique com um visto de verificação se o registrante optou por não usar o período de transição estendido para cumprir quaisquer novas ou revisadas normas contábeis financeiras† previstas conforme a Seção 13(a) da Exchange Act.


† O termo "nova ou revisada norma de contabilidade financeira" refere-se a qualquer atualização emitida pelo Conselho de Normas de Contabilidade Financeira em sua Codificação de Normas Contábeis após 5 de abril de 2012.

Indique com marca de verificação se o registrante apresentou um relatório e atestação da avaliação de sua administração sobre a eficácia do controle interno sobre relatórios financeiros sob a Seção 404(b) da Lei Sarbanes-Oxley (15 U.S.C. 7262(b)) pela empresa de contabilidade pública registrada que preparou ou emitiu seu relatório de auditoria. ☐

Se os valores mobiliários forem registrados conforme a Seção 12(b) da Lei, indique com um visto de verificação se as demonstrações financeiras do registrante incluídas no registro refletem a correção de um erro em demonstrações financeiras previamente emitidas.

Indique com marca de verificação se alguma dessas correções de erro são reafirmações que exigiram uma análise de recuperação da compensação baseada em incentivos recebida por qualquer um dos executivos do registrante durante o período de recuperação relevante, conforme o § 240.10D-1(b). ☐

Indique com marca de verificação qual base contábil o registrante usou para preparar as demonstrações financeiras incluídas neste protocolo:

☐ GAAP DOS EUA
☑ Normas Internacionais de Relatórios Financeiros conforme emitidas pelo Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade
☐ Outros

Se "Outros" foi marcado em resposta à pergunta anterior, indique com marca qual item da demonstração financeira o registrante optou por seguir.

☐ Item 17 Item 18 ☐

Se for um relatório anual, indique com marca de verificação se o registrante é uma empresa de fachada (conforme definido na Regra 12b-2 da Lei de Trocas).

Sim Não ☐ ☐


ÍNDICE

Page

Apresentação de Informações Financeiras e Outras ... ii
Informações Prospectivas ... iv

PARTE I ... 1
Item 1. Identidade dos Diretores, Alta Gestão e Conselheiros ... 1
Item 2. Estatísticas de Oferta e Cronograma Esperado ... 1
Item 3. Informações principais ... 1
Item 4. Informações sobre a Companhia ... 31
Item 4A. Comentários não resolvidos da equipe ... 96
Item 5. Revisão Operacional e Financeira e Perspectivas ... 96
Item 6. Diretores, Alta Gestão e Funcionários ... 121
Item 7. Transações com Grandes Acionistas e Partes Relacionadas ... 132
Item 8. Informações Financeiras ... 133
Item 9. A Oferta e o Listagem ... 139
Item 10. Informações Adicionais ... 145
Item 11. Divulgações Quantitativas e Qualitativas sobre o Risco de Mercado ... 161
Item 12. Descrição de Valores Mobiliários Diferentes de Valores Mobiliários de Ações ... 161

PARTE II ... 164
Item 13. Inadimplências, atrasos de dividendos e inadimplências ... 164
Item 14. Modificações Materiais nos Direitos dos Detentores de Valores Mobiliários e Uso dos Rendimentos ... 164
Item 15. Controles e Procedimentos ... 164
Item 16. [Reservado] ... 165
Item 16A. Especialista Financeiro do Comitê de Auditoria ... 165
Item 16B. Código de Ética ... 165
Item 16C. Honorários e Serviços do Contador Principal ... 166
Item 16D. Isenções dos Padrões de Listagem para Comitês de Auditoria ... 167
Item 16E. Compras de Valores Mobiliários pelo Emissor e Compradores Afiliados ... 167
Item 16F. Mudança no Contador Certificador do Registrante ... 168
Item 16G. Governança Corporativa ... 168
Item 16H. Divulgação de Segurança em Minas ... 169
Item 16I. Divulgação sobre jurisdições estrangeiras que impedem inspeções ... 169
Item 16J. Políticas de Uso de Informação Privilegiada ... 169
Item 16K. Cibersegurança ... 170

PARTE III ... 172
Item 17. Demonstrações financeiras ... 172
Item 18. Demonstrações financeiras ... 172
Item 19. Índice de Exposições ... 172

GLOSSÁRIO TÉCNICO ... 173


ii

Apresentação de Informações Financeiras e Outras

Neste relatório anual, a TIM S.A. (anteriormente conhecida como Intelig Telecomunicações Ltda.), uma sociedade anônima de capital aberto organizada sob as leis da República Federativa do Brasil, é referida como "TIM" ou "Empresa". As referências a "nós", "nós" e "nosso" são à TIM juntamente com, quando o contexto assim exigir e conforme explicado mais detalhadamente abaixo, à Cozani RJ Infraestrutura e Rede de Telecomunicações S.A. ("SPE Cozani" ou "Cozani"), que foi incorporada à Empresa em 1º de abril de 2023, à TIM Participações S.A. ("TIM Participações"), nossa antiga holding, que foi incorporada à Empresa em setembro de 2020, TIM Celular S.A. ("TIM Celular"), que foi incorporada à Empresa em outubro de 2018, TIM Sul S.A. ("TIM Sul") e TIM Nordeste Telecomunicações S.A. ("TIM Nordeste"), ambas incorporadas à Companhia em maio de 2005. Coletivamente, essas transações são referidas aqui como a ("Reorganização").

As referências neste relatório anual às "ações ordinárias" são às ações ordinárias da TIM. Referências às "Ações Depositárias Americanas" ou "ADSs" referem-se às Ações Depositárias Americanas da TIM, cada uma representando cinco ações ordinárias. Os ADSs são evidenciados pelos "American Depositary Receipts", ou "ADRs", que são listados na Bolsa de Valores de Nova York, ou "NYSE", sob o símbolo "TIMB".

Dados de participação de mercado

Calculamos a participação de mercado com base em dados fornecidos pela Agência Nacional de Telecomunicações do Brasil ("ANATEL"). Calculamos dados de penetração com base em informações fornecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ("IBGE").

Apresentação das Informações Financeiras

Mantemos nossos livros e registros em reais. As demonstrações financeiras incluídas neste relatório anual foram preparadas de acordo com as Normas Contábeis IFRS emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) ("demonstrações financeiras"). Como complemento aos princípios das IFRS, a Companhia também aplica práticas contábeis estabelecidas sob a lei societária brasileira e as regras emitidas pela Comissão de Valores Mobiliários do Brasil ("CVM"), para a Bolsa de Valores do Brasil e a ANATEL para cumprir os requisitos regulatórios.

A preparação das demonstrações financeiras de acordo com as IFRS requer o uso de determinadas estimativas contábeis críticas. Também exige que a administração exerça seu julgamento no processo de aplicação de nossas políticas contábeis. Aquelas áreas que envolvem um grau maior de julgamento ou complexidade, ou áreas onde suposições e estimativas são significativas para as demonstrações financeiras, são divulgadas na Nota 3 de nossas demonstrações financeiras.

Todas as referências aqui ao "real", "reais" ou "R$" são ao real brasileiro, a moeda oficial do Brasil. Todas as referências a "dólares americanos", "dólares" ou "dólares americanos" são a dólares americanos.

Apenas para conveniência do leitor, traduzimos alguns valores incluídos em outros lugares deste relatório anual de reais para dólares americanos usando a taxa de câmbio de venda comercial conforme reportada pelo Banco Central do Brasil ("Banco Central do Brasil"), em 31 de dezembro de 2025, de R$5,5024 para US$1,00. Essas traduções não devem ser consideradas representações de que tais valores foram, poderiam ter sido ou poderiam ser convertidos em dólares americanos a essa ou qualquer outra taxa de câmbio. Tais traduções não devem ser interpretadas como representações de que os valores reais representam, foram ou poderiam ser convertidos em dólares americanos a partir dessa ou qualquer outra data. Veja "Item 5. Visão Política e Econômica Brasileira — A. Resultados Operacionais — Visão Geral Política e Econômica do Brasil" para informações sobre taxas de câmbio da moeda brasileira.

Certos números incluídos neste relatório anual foram sujeitos a ajustes de arredondamento. Assim, os números mostrados como totais em certas tabelas podem não ser uma agregação aritmética dos valores que os precedem.


O "Glossário Técnico" ao final deste relatório anual fornece definições de certos termos técnicos usados neste relatório anual e nos documentos incorporados a este relatório anual por referência.

Nota Especial sobre Medidas Financeiras Não-GAAP

Este relatório anual apresenta certas medidas financeiras não GAAP, que não são reconhecidas pelas IFRS, especificamente Dívida Líquida, Dívida Líquida Ajustada, EBITDA e EBITDA Ajustado. Uma medida financeira não-GAAP é geralmente definida como aquela que pretende medir o desempenho financeiro, mas exclui ou inclui valores que não seriam ajustados na medida mais comparável dos GAAP ou IFRS. Medidas financeiras não-GAAP não possuem significados padronizados e podem não ser diretamente comparáveis a medidas de título semelhante adotadas por outras empresas. Essas medidas financeiras não-GAAP são usadas pela nossa gestão para fins de tomada de decisão, avaliação de nosso desempenho financeiro e operacional, posição financeira, liquidez e para tomar decisões estratégicas sobre a alocação de capital. Também acreditamos que a divulgação de nossas medidas financeiras não GAAP fornece informações suplementares úteis para investidores, analistas financeiros e outras partes interessadas em sua análise do nosso desempenho operacional; em particular, acreditamos que o uso do EBITDA Ajustado como medida não GAAP é útil para a gestão, investidores e outros usuários de nossas informações financeiras na avaliação da lucratividade operacional com base de custo mais variável, pois exclui a depreciação e Despesas de amortização relacionadas principalmente a despesas de capital e renda/despesas não recorrentes.

Investidores potenciais não devem confiar em informações não reconhecidas pelas IFRS como substitutos das medidas IFRS de lucros, posição financeira, fluxos de caixa ou lucro (prejuízo) ao tomar uma decisão de investimento.

Utilizamos Dívida Líquida, Dívida Líquida Ajustada, EBITDA e EBITDA Ajustado, coletivamente, para avaliar nossas operações contínuas e para fins de planejamento financeiro interno e previsão. Acreditamos que medidas financeiras não GAAP, quando consideradas coletivamente, podem ser úteis para os investidores porque proporcionam consistência e comparabilidade com o desempenho financeiro passado e facilitam comparações período a período dos resultados das operações.

Dívida líquida

Calculamos a Dívida Líquida como o total de empréstimos e derivativos mais passivos de arrendamento menos ativos de arrendamento, caixas e equivalentes de caixa e FIC (Fundo de Investimento). Para uma conciliação da Dívida Líquida com a medida IFRS mais diretamente comparável, veja "Item 5. Análise da Administração sobre o Desempenho Operacional e Financeiro e Perspectivas—Reconciliação de Medidas Financeiras Não GAAP—Reconciliação da Dívida Líquida e Dívida Líquida Ajustada."

Dívida Líquida Ajustada

Calculamos a Dívida Líquida Ajustada como Dívida Líquida mais certos derivativos assinados para opções de assinatura de ações e o financiamento feito para a aquisição de licenças 5G. Para uma reconciliação da Dívida Líquida Ajustada com a medida IFRS mais diretamente comparável, veja "-Reconciliação de Medidas Financeiras Não GAAP - Reconciliação da Dívida Líquida e Dívida Líquida Ajustada."

EBITDA e EBITDA Ajustado

Calculamos o EBITDA como lucro líquido do ano, mais renda financeira líquida (despesa), imposto de renda e custos e despesas de contribuição social e depreciação e amortização. Para uma conciliação do EBITDA com a medida IFRS mais diretamente comparável, veja "Item 5. Análise da Administração sobre o Desempenho Operacional e Financeiro e Perspectivas — Reconciliação de Medidas Financeiras Não-GAAP — Reconciliação do EBITDA e EBITDA Ajustado."

Calculamos o EBITDA ajustado como EBITDA ajustado por (i) patrimônio líquido nos lucros e (ii) Renda/Despesa não recorrente. Para uma reconciliação do EBITDA Ajustado com a medida IFRS mais diretamente comparável, veja "Análise da Administração sobre o Desempenho Operacional e Financeiro e Perspectivas—Reconciliação de Medidas Financeiras Não GAAP—Reconciliação do EBITDA e EBITDA Ajustado."

iii


iv

INFORMAÇÕES PROSPECTIVAS

Este relatório anual contém declarações relacionadas aos nossos planos, previsões, expectativas sobre eventos futuros, estratégias e projeções, que são declarações prospectivas e envolvem riscos e incertezas e, portanto, não garantem resultados futuros. Declarações prospectivas valem apenas na data em que foram feitas, e não assumimos nenhuma obrigação de atualizar publicamente ou revisar quaisquer declarações prospectivas após enviarmos este relatório anual devido a novas informações, eventos futuros e outros fatores. Nós e nossos representantes também podemos fazer declarações prospectivas em comunicados à imprensa e declarações orais. Declarações que não são de fatos históricos, incluindo declarações sobre as crenças e expectativas da nossa administração, são declarações prospectivas. Palavras como "antecipar", "acreditar", "estimar", "esperar", "prever", "pretender", "planejar", "prever", "projetar" e "alvo" e palavras semelhantes têm como objetivo identificar declarações prospectivas, que necessariamente envolvem riscos e incertezas conhecidos e desconhecidos. Nossos resultados e desempenho reais podem diferir substancialmente dos esperados em nossas declarações prospectivas. Essas declarações aparecem em vários lugares deste relatório anual, principalmente no "Item 4. Informações sobre a Empresa" e "Item 5. Análise da Administração sobre o Desempenho Operacional e Financeiro e Perspectivas", e incluem, mas não se limitam a, declarações sobre nossa intenção, crença ou expectativas atuais em relação a:

  • condições econômicas, políticas, sociais e empresariais gerais no Brasil e no exterior, incluindo o impacto do atual ambiente econômico internacional e as condições macroeconômicas no Brasil, como (i) desenvolvimentos e a percepção de riscos relacionados à administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e às políticas que seu governo possa adotar ou mudar durante seu mandato, incluindo a incerteza em relação à implementação do imposto e reformas econômicas mais amplas e as tensões políticas contínuas em meio a um eleitorado polarizado, especialmente com a aproximação das eleições gerais brasileiras de 2026, (ii) os desenvolvimentos e a percepção de riscos relacionados à administração do presidente Donald Trump nos Estados Unidos e às políticas que seu governo pode adotar ou mudar durante seu mandato, particularmente no cenário da política externa, incluindo possíveis mudanças nas políticas fiscais e tarifas (como as recentes tarifas impostas a certos produtos brasileiros), regulação financeira, relações comerciais, política externa e regime de sanções, que podem impactar as condições do mercado global, os fluxos de capitais transfronteiriços e o ambiente regulatório, bem como tensionar as relações entre Estados Unidos e Brasil, qualquer um desses fatores pode afetar negativamente as perspectivas de crescimento da economia brasileira como um todo;

  • o efeito adverso da instabilidade geopolítica global, guerra e outros conflitos armados, incluindo os conflitos em andamento entre Rússia e Ucrânia, no Oriente Médio, particularmente, mais recentemente, o conflito militar envolvendo Irã, EUA e Israel, e Venezuela após a destituição de Nicolás Maduro em janeiro de 2026;

  • condições, tamanho e tendências da indústria brasileira de telecomunicações;

  • características dos produtos e serviços das redes concorrentes;

  • previsões estimadas de demanda;

  • epidemias de saúde reais ou ameaçadas, pandemias, surtos ou outras crises de saúde pública podem ter um impacto negativo em nossos negócios;

  • o tamanho da nossa base de assinantes, especialmente qualquer aumento nos assinantes pós-pagos;

  • desenvolvimento de fontes adicionais de receita;

  • estratégia para marketing e expansão operacional;

  • alcançar e manter a satisfação do cliente;

  • desenvolvimento de atividades com maior margem de lucro, obtenção de margens mais altas e controle de aquisição de clientes e outros custos; e


  • Previsões de Gastos de Capital, Necessidades de Financiamento e Recursos de Financiamento.

Como as declarações prospectivas estão sujeitas a riscos e incertezas, nossos resultados reais e desempenho podem diferir significativamente daqueles previstos nessas declarações, e os eventos ou circunstâncias previstos podem não ocorrer. Os riscos e incertezas incluem, mas não se limitam a:

  • nossa capacidade de implementar com sucesso nossa estratégia de negócios;
  • crescente concorrência de outros provedores e serviços da indústria de telecomunicações, especialmente concorrentes globais e locais Over The Top ("OTT"), fornecendo serviços de comunicação como Voz sobre Protocolo de Internet ("VoIP"), chamadas e mensagens;
  • a tendência de consolidação no mercado brasileiro de telecomunicações;
  • nossa capacidade de responder a novas tecnologias de telecomunicações que são recebidas favoravelmente pelo mercado;
  • nossa capacidade de operar eficientemente nossos sistemas e controles sujeitos a falhas ou riscos de cibersegurança;
  • nossa capacidade de expandir nossos serviços mantendo a qualidade dos serviços oferecidos e uma experiência positiva do cliente;
  • nossa capacidade de operar de forma eficiente e de refinanciar nossa dívida conforme ela vence, especialmente considerando as condições políticas e econômicas no Brasil e as incertezas nos mercados de crédito e de capitais;
  • desempenho de provedores de serviços terceirizados e fornecedores-chave dos quais dependemos, assim como risco de crédito em relação aos nossos clientes;
  • política governamental e mudanças no ambiente regulatório ou no arcabouço legal no Brasil, particularmente como grupo econômico classificado como detentor de poder de mercado significativo em alguns mercados sujeitos a regulação aumentada;
  • nossa dependência de autorizações concedidas e renovadas pelo governo brasileiro;
  • o efeito das condições econômicas e políticas, como inflação e flutuações de taxa de câmbio;
  • os crescentes requisitos e novas regulamentações e padrões relacionados à divulgação de Ambiental, Social e Governança ("ESG") podem gerar obrigações e despesas ainda não identificadas; e
  • outros fatores identificados ou discutidos sob "Item 3. Informações-Chave — D. Fatores de Risco" e em outros pontos deste relatório anual.

v


1

PARTE I

Item 1. Identidade dos Diretores, Alta Gestão e Conselheiros

Não aplicável.

Item 2. Estatísticas de Oferta e Cronograma Esperado

Não aplicável.

Item 3. Informações principais

A. [Reservado]

B. Capitalização e Endividamento

Não aplicável.

C. Razões para a Oferta e Uso dos Lucros

Não aplicável.

D. Fatores de Risco

Resumo dos Fatores de Risco

Esta seção pretende ser um resumo das discussões mais detalhadas contidas em outras partes deste relatório anual. Os riscos descritos abaixo não são os únicos que enfrentamos. Nosso negócio, resultados das operações ou condição financeira podem ser prejudicados se algum desses riscos se materializar e, como resultado, o preço de negociação de nossas ações e nossos ADSs podem cair.

Resumo dos Riscos Relacionados ao Nosso Negócio

  • Podemos não conseguir implementar nossa estratégia de negócios com sucesso.
  • Parcerias futuras ou joint ventures que firmamos podem não trazer os resultados financeiros esperados e prejudicar nossa imagem e custos financeiros.
  • Quaisquer aquisições ou investimentos em outras empresas, produtos ou tecnologias podem exigir atenção significativa da administração, atrapalhar nossos negócios, diluir o valor para os acionistas e afetar negativamente nossos resultados operacionais.
  • Enfrentamos diversos riscos relacionados a epidemias, pandemias e surtos de saúde, que podem ter efeitos adversos materiais sobre nosso negócio, condição financeira, resultados das operações e fluxos de caixa.
  • Podem ser exigidas perdas por impairment do ágio (goodwill) em relação a negócios adquiridos.
  • Enfrentamos uma concorrência crescente de outros provedores e serviços, o que pode afetar negativamente nossos resultados operacionais.
  • Talvez não consigamos responder à tendência de consolidação no mercado brasileiro de telecomunicações.
  • Podemos enfrentar dificuldades para responder às novas tecnologias de telecomunicações.

  • Nossas operações dependem da nossa capacidade de operar eficientemente nossos sistemas e controles que podem falhar e afetar nosso negócio e nossa reputação.
  • Nosso negócio depende da nossa capacidade de expandir nossos serviços mantendo a qualidade dos serviços oferecidos e uma experiência positiva do cliente.
  • Enfrentamos vários riscos de cibersegurança que, se não forem adequadamente abordados, podem ter um efeito negativo em nossos negócios.
  • Dependemos de data centers operados por terceiros e plataformas de computação em nuvem de terceiros, e qualquer interrupção na operação dessas instalações, plataformas ou acesso à Internet afetaria negativamente nosso negócio.
  • Certos contratos de dívida contêm cláusulas financeiras e qualquer inadimplência sob tais contratos pode ter um efeito adverso material sobre nossa condição financeira e fluxos de caixa.
  • Devido à natureza do nosso negócio, somos expostos a inúmeros processos judiciais, processos administrativos, reclamações de consumidores e processos fiscais.
  • Qualquer modificação ou rescisão da nossa capacidade de usar o nome comercial "TIM" pode afetar negativamente nossos resultados comerciais e operacionais.
  • Estamos sujeitos a risco de crédito em relação aos nossos clientes.
  • Podemos estar sujeitos a responsabilidade relacionada à terceirização de certas funções para provedores terceirizados.
  • Dependemos de fornecedores-chave, certos insumos e relações contratuais com outros provedores de telecomunicações que são críticos para nossa capacidade de fornecer serviços de telecomunicações aos nossos clientes ou que podem ter um efeito adverso material em nossas operações.
  • Nossas operações podem ser suspensas ou interrompidas em decorrência de desastres naturais ou causados pelo homem, ou outros eventos inesperados, como aqueles relacionados às mudanças climáticas.
  • Usamos previsões de demanda para fazer investimentos, porém essas previsões podem, em última análise, ser imprecisas devido à volatilidade econômica e resultar em receitas menores do que o esperado.
  • Nossos processos de governança e conformidade podem falhar em evitar penalidades regulatórias e danos à reputação.
  • O uso inadequado de nossas redes pode afetar negativamente nossos custos e resultados operacionais.
  • Podemos não conseguir implementar nossos planos para expandir e aprimorar nossas redes existentes no Brasil de forma oportuna ou sem custos inesperados, o que pode dificultar ou impedir a implementação bem-sucedida do nosso plano de negócios e afetar negativamente os resultados das operações.

Resumo dos Riscos Relacionados à Indústria Brasileira de Telecomunicações

  • Estamos sujeitos a uma regulamentação mais rigorosa como resultado de sermos classificados como um grupo econômico com poder de mercado significativo em certos mercados pela ANATEL.
  • Como provedor de telecomunicações e empresa de capital aberto no Brasil, estamos sujeitos a extensas obrigações legais e regulatórias na execução de nossas atividades, o que pode limitar nossa flexibilidade para responder às condições de mercado, concorrência e mudanças em nossa estrutura de custos ou mesmo gerar riscos de descumprimento dessas obrigações.

  • O governo brasileiro, em certas circunstâncias, pode rescindir nossas autorizações ou podemos não receber renovações delas.
  • Riscos reais ou percebidos à saúde ou outros problemas relacionados à tecnologia de telecomunicações móveis podem levar a litígios ou à diminuição do uso de comunicações móveis, o que pode prejudicar a nós e à indústria móvel como um todo.

Resumo dos Riscos Relacionados ao Brasil

  • Riscos relacionados às condições econômicas e políticas brasileiras podem afetar negativamente nossos negócios.
  • O governo brasileiro exerceu influência significativa sobre a economia brasileira e continua a fazê-lo. Esse envolvimento pode ter um efeito negativo em nossas atividades, em nossos negócios e nos preços de mercado de nossas ações e ADSs.
  • Mudanças nas leis tributárias brasileiras podem ter um impacto negativo nos impostos aplicáveis ao nosso negócio e nos nossos preços.
  • A inflação, e as medidas governamentais para conter a inflação, podem afetar negativamente a economia brasileira e o mercado de capitais, nossos negócios e operações, e os preços de mercado de nossas ações ordinárias ou ADSs.
  • Os movimentos cambiais e as flutuações das taxas de juros podem ter um efeito negativo sobre nossos negócios e os preços de mercado de nossas ações ou dos ADSs.
  • Os efeitos da economia doméstica fraca podem reduzir as compras de nossos produtos e serviços e afetar negativamente nossos resultados operacionais, fluxos de caixa e condição financeira.
  • Podemos ser impactados pela volatilidade nos mercados financeiros globais.
  • Desenvolvimentos e a percepção de risco em outros países podem afetar negativamente a economia brasileira e o preço de mercado dos títulos dos emissores brasileiros.

Resumo dos Riscos Relacionados às nossas Ações Ordinárias e aos ADSs

  • Nosso acionista controlador tem poder sobre a direção do nosso negócio.
  • Os detentores de nossos ADSs não têm direito a comparecer às assembleias de acionistas e só podem votar através do depositário.
  • Detentores de nossos ADSs ou ações ordinárias nos Estados Unidos podem não ter direito a participar de futuras ofertas de direitos preventivos.
  • Dividendos em dinheiro, juros sobre o patrimônio líquido dos acionistas e outras distribuições em dinheiro, bem como decisões que busquem fazer cumprir nossas obrigações em relação às nossas ações ou ADSs no Brasil, só serão pagos em reais.
  • Detentores de ADSs ou ações ordinárias podem estar sujeitos ao imposto de renda brasileiro sobre ganhos de capital resultantes da venda de ADSs ou ações ordinárias.
  • A troca de ADSs por ações ordinárias corre o risco de perda de certas remessas em moeda estrangeira e vantagens fiscais brasileiras.

3


4

Riscos relacionados ao nosso negócio

Podemos não conseguir implementar nossa estratégia de negócios com sucesso.

Nosso negócio será prejudicado se não conseguirmos implementar com sucesso nossos objetivos estratégicos, e fatores além do nosso controle podem nos impedir de fazê-lo.

Nossa estratégia de negócios é focada em fortalecer a geração de fluxo de caixa para apoiar oportunidades de crescimento e retornos para os acionistas, e é baseada em três pilares centrais de negócios: (i) Móvel focado nos clientes, desenvolvendo nossos três pilares: a. rede, b. serviço e c. oferta; (ii) B2B, expandindo-se seletivamente ao aproveitar a conectividade, com a IoT como ponto de entrada para soluções e serviços digitais de maior valor; e (iii) (iii) Banda larga, buscando crescimento lucrativo com uma abordagem de entrada no mercado mais eficiente e flexível. Esses pilares são apoiados por facilitadores transversais, incluindo Eficiência, com disciplina rigorosa no controle de custos e alocação de capital; Inteligência Artificial, aplicada em todas as operações para aprimorar a experiência do cliente, produtividade e tomada de decisões orientada por dados; e ESG, integrado às decisões empresariais e à governança para apoiar a criação de valor a longo prazo.

Esse foco estratégico exige capacidades de execução sustentadas, decisões de investimento contínuas e coordenação eficaz entre múltiplas áreas, podendo ser afetado negativamente pela dinâmica do mercado, pressões competitivas, mudanças tecnológicas e restrições operacionais.

A execução da nossa estratégia depende da nossa capacidade de sustentar o desempenho do nosso negócio móvel, expandir soluções B2B além da conectividade tradicional e expandir operações de banda larga fixa sob modelos comerciais e de infraestrutura em evolução. Alcançar esses objetivos exige, entre outros fatores, a monetização eficaz da nossa base de clientes, o desenvolvimento e comercialização bem-sucedidos de novos produtos e serviços, e a capacidade de adaptar abordagens de entrada no mercado enquanto se mantém a disciplina financeira. Qualquer incapacidade de executar essas iniciativas conforme planejado, ou de responder efetivamente a mudanças na demanda dos clientes, comportamento competitivo ou condições regulatórias, pode afetar negativamente nossas receitas, margens e geração de fluxo de caixa.

Além disso, nossa estratégia depende cada vez mais da evolução contínua da infraestrutura de rede, capacidades digitais e processos organizacionais. Embora a implantação de tecnologias avançadas como o 5G tenha avançado além das etapas iniciais de implantação, o aumento contínuo do tráfego de dados, a introdução de novas funcionalidades de rede e a expansão de iniciativas digitais, baseadas em dados e em inteligência artificial exigem investimentos contínuos, prontidão operacional e aceitação no mercado. Ao mesmo tempo, a integração de metas de eficiência, iniciativas de inteligência artificial e considerações ESG nas decisões de negócios adiciona ainda mais complexidade à execução e à governança. A falha em gerenciar efetivamente esses desafios tecnológicos, operacionais e organizacionais pode limitar os benefícios esperados de nossa estratégia e afetar negativamente nosso desempenho operacional e a criação de valor a longo prazo. Riscos adicionais relacionados a aspectos específicos da nossa execução estratégica são discutidos em detalhes abaixo.

Nossa capacidade de implementar nossa estratégia é influenciada por muitos fatores parcial ou totalmente fora do nosso controle, incluindo:

  • um aumento no número de concorrentes devido à entrada de novos participantes do mercado e/ou à melhoria da força financeira dos players existentes no setor de telecomunicações, o que poderia reduzir nossa participação de mercado;
  • aumento da concorrência das operadoras de redes virtuais móveis que oferecem serviços de telecomunicações aos clientes ao alugar capacidade de rede de provedores tradicionais, sem sua própria infraestrutura de rede;
  • aumento da concorrência em nossos principais mercados que poderia nos forçar a reduzir os preços que cobramos por nossos serviços para competir de forma eficaz;

  • nossa capacidade de fortalecer nossa posição competitiva no mercado brasileiro de telecomunicações móveis;
  • aumento da concorrência de provedores OTT globais e locais que oferecem conteúdo e serviços usando a internet, incluindo chamadas de voz e mensagens, sem possuir infraestrutura de rede;
  • aumento da concorrência em nossos principais mercados, o que poderia reduzir os preços que cobramos por nossos serviços e poderia ter um efeito adverso não intencional em nossos resultados;
  • nossa capacidade de operar e expandir eficientemente nosso negócio de banda larga junto com nosso negócio original como MNO;
  • podemos não ter sucesso em migrar nossos clientes antigos de banda larga Fiber to the Curb ("FTTC") para a tecnologia FTTH de maneira eficiente e dentro do prazo planejado, inclusive devido a questões técnicas ou competitivas;
  • de acordo com nossa estratégia fixa de banda larga de ativos leves, podemos não conseguir alcançar nosso plano de implementação de cobertura FTTH, pois dependemos da capacidade da infraestrutura de rede disponível para nós, e se a infraestrutura de rede não for implantada como esperado atualmente, nosso plano de implantação será afetado;
  • nossa capacidade de capturar com sucesso o valor econômico de investimentos e parcerias em IoT, especialmente em ambientes B2B, incluindo nossa capacidade de transição de programas piloto para o desenvolvimento de produtos e serviços que possam gerar lucro em larga escala;
  • nossa capacidade de encontrar e parcerias com provedores de IoT, dado o mercado fragmentado de IoT e o número limitado de provedores estabelecidos, além da complexidade de integrar soluções multi-fornecedor, incluindo riscos à privacidade de dados;
  • nossa capacidade de selecionar os parceiros de negócios certos para executar nossa estratégia;
  • nossa capacidade de desenvolver e introduzir tecnologias novas e inovadoras que sejam bem recebidas pelo mercado e que nos permitam oferecer serviços de valor agregado que incentivem o uso de nossa rede;
  • falhas nos controles e na tecnologia de sistemas, que podem afetar negativamente nossas receitas e reputação;
  • a introdução de tecnologias transformadoras que podem ser difíceis para acompanharmos e que podem causar quedas significativas em nossa receita;
  • a crescente demanda por capacidade de rede e, portanto, nossa capacidade de gerenciar o crescimento contínuo do tráfego de dados móveis, o que, por sua vez, exige mais investimentos em infraestrutura ou a aquisição de frequências de rádio adicionais para manter a qualidade da rede, especialmente em grandes cidades, onde a densidade populacional é maior e os custos de expansão da rede são consideravelmente altos;
  • o desenvolvimento e expansão da internet via satélite NGSO (órbita de satélites não geoestacionários), que pode oferecer oportunidades significativas de mercado e de produtos no setor de telecomunicações ao oferecer cobertura ampla e ampla em alta velocidade, ao mesmo tempo em que interrompe o negócio dos provedores existentes;
  • nossa capacidade de operar de forma eficiente e de pagar ou refinanciar nossa dívida conforme ela vence, especialmente à luz das condições políticas e econômicas no Brasil e das incertezas nos mercados de crédito e capitais;
  • nossa capacidade de escalar nossa estrutura da forma mais eficiente;

5


  • nossa capacidade de atrair e reter pessoal qualificado;
  • desempenho de provedores de serviços terceirizados e fornecedores-chave dos quais dependemos, como quaisquer dificuldades que possamos encontrar em nossos processos de fornecimento e compras, incluindo como resultado da insolvência ou fraqueza financeira de nossos fornecedores;
  • política governamental e mudanças no ambiente regulatório ou no arcabouço legal no Brasil;
  • o efeito das flutuações da taxa de câmbio e da inflação;
  • o resultado de litígios, disputas e investigações em que estamos envolvidos ou podemos nos envolver;
  • os custos que podemos incorrer devido a eventos inesperados, inclusive em situações em que nosso seguro não é suficiente para cobrir tais custos;
  • eventos adversos em grande escala que podem causar efeitos negativos, exigindo um longo período de recuperação, ou que podem impactar permanentemente o ambiente socioeconômico, como desastres naturais, instabilidade política ou pandemias;
  • a possibilidade real de aumento de impostos pelos governos estaduais e pelo Governo Federal brasileiro para equilibrar seus déficits financeiros ou para responder às mudanças climáticas e na geração de energia; e
  • nossa capacidade de manter disciplina rigorosa na alocação de capital e recursos.

Como resultado dessas incertezas, não há garantia de que nossos objetivos estratégicos possam ser alcançados de forma eficaz da maneira e dentro do prazo descritos.

Parcerias futuras ou joint ventures que formos podem não trazer os resultados financeiros esperados e prejudicar nossa imagem, bem como custos financeiros

Podemos estabelecer relacionamentos com outros negócios para expandir nossa plataforma, o que pode envolver licenças preferenciais ou exclusivas, canais adicionais de distribuição, preços com desconto ou investimentos em outras empresas. Negociar essas transações pode ser demorado, difícil e caro, e nossa capacidade de concluir essas transações pode estar sujeita a aprovações de terceiros, como aprovações regulatórias governamentais, que estão além do nosso controle. Consequentemente, não podemos garantir que essas transações, uma vez realizadas e anunciadas, serão concluídas.

Além disso, nossas parcerias estabelecidas estão sujeitas a riscos comuns de litígio e não podemos garantir que essas parcerias ou futuras não se envolvam em nenhum tipo de disputa. Também podemos precisar litigar para proteger nossos interesses, preservar nossos direitos de propriedade intelectual e obter informações relacionadas a produtos ou tecnologias desenvolvidos em associação com nossos parceiros, especialmente quando o parceiro relevante investe nesses produtos e tecnologias. Isso pode dificultar pesquisas e desenvolvimentos futuros, além de desacelerar a comercialização de novas tecnologias. Além disso, se as patentes forem excessivamente amplas ou não claramente definidas, isso pode levar a disputas legais e ser caro de fazer valer. É importante que pesquisadores e empresas considerem cuidadosamente os riscos e benefícios potenciais antes de solicitar patentes relacionadas a parcerias de pesquisa tecnológica.

Quaisquer aquisições ou investimentos em outras empresas, produtos ou tecnologias podem exigir atenção significativa da gestão, atrapalhar nossos negócios, diluir o valor dos acionistas e afetar negativamente nossos resultados operacionais.

Nossa estratégia de negócios incluiu, e pode incluir no futuro, a aquisição de outros produtos, tecnologias ou negócios complementares. Avaliamos e esperamos no futuro avaliar potenciais aquisições estratégicas e parcerias ou joint ventures com empresas, serviços ou tecnologias complementares. No entanto, não podemos garantir que quaisquer benefícios se concretizem, e podemos sofrer prejuízos em relação aos fundos usados e aos custos de oportunidade relacionados a tais transações.

6


7

Aquisições ou investimentos podem resultar em dificuldades operacionais e despesas imprevistas, e podemos não alcançar os benefícios previstos de certas aquisições, parcerias e joint ventures devido a vários fatores, incluindo:

  • incapacidade de integrar ou se beneficiar de negócios, serviços, clientes ou tecnologias que adquirimos ou com os quais formamos uma parceria ou joint venture de forma lucrativa;
  • custos ou passivos não previstos associados à aquisição;
  • incapacidade de financiar quaisquer negócios, serviços ou tecnologias que adquirimos ou com os quais formamos uma parceria ou joint venture;
  • dificuldade na integração dos sistemas contábeis, operações e pessoal do negócio adquirido;
  • dificuldades e despesas adicionais associadas ao suporte a produtos legados e à infraestrutura de hospedagem do negócio adquirido;
  • desviar o tempo e recursos da gestão de outras preocupações centrais do negócio;
  • efeitos adversos para nossos relacionamentos comerciais existentes com parceiros e clientes como resultado da aquisição;
  • a possível perda de funcionários-chave; e
  • Uso de recursos necessários em outras áreas do nosso negócio.

Além disso, podemos não ter sucesso em identificar alvos de aquisição, parceria e joint venture, ou nossos concorrentes podem estar dispostos ou capazes de pagar mais do que nós por aquisições, o que pode nos fazer perder certas aquisições que, de outra forma, desejariamos concluir.

Além disso, na medida em que pagarmos o preço de compra de qualquer aquisição em dinheiro, isso reduziria nossas reservas de caixa e, na medida em que o preço de compra for pago com nossas ações ordinárias, isso poderia ser dilutivo para nossos acionistas. Na medida em que pagamos o preço de compra com os recursos provenientes da dívida, isso aumentaria nosso nível de endividamento e poderia afetar negativamente nossa liquidez e restringir nossas operações.

Além disso, mesmo que qualquer transação desse tipo seja concluída, podemos não conseguir integrar com sucesso a nova operação, negócio ou parceria prevista sob ela ou realizar os benefícios e sinergias esperados de forma oportuna e eficaz devido a dificuldades em negociar ou alinhar os interesses com potenciais parceiros ou contrapartes.

Enfrentamos diversos riscos relacionados a epidemias, pandemias e surtos de saúde, que podem ter efeitos adversos materiais sobre nosso negócio, condição financeira, resultados das operações e fluxos de caixa.

Enfrentamos vários riscos relacionados a crises de saúde, como epidemias, pandemias ou surtos. Esses eventos podem desencadear mudanças no comportamento do consumidor relacionadas a doenças, mortes, medo e quedas do mercado.

Além disso, restrições destinadas a retardar a propagação de uma epidemia de saúde, pandemia ou surto, como quarentenas, ações obrigatórias pelo governo, ordens de ficar em casa e outras restrições, podem levar a: (i) redução na demanda por nossos serviços, (ii) dificultar nossa capacidade de fornecer serviços, (iii) interromper as cadeias de suprimentos; (iv) reduzir o comércio internacional e a atividade empresarial; e (v) criar volatilidade nos mercados de capitais globais e brasileiros e ter impacto negativo na economia local.

Se uma parte significativa da força de trabalho não conseguir trabalhar de forma eficaz devido a uma crise de saúde, como em epidemias, pandemias e outros surtos, incluindo por doença, quarentena, fechamento de instalações, acordos de trabalho remoto ineficazes ou falhas ou limites tecnológicos, nossas operações podem ser


significativamente prejudicadas. A disponibilidade, desempenho, manutenção, condição, reparo e nossa capacidade de configurar ou instalar novas conexões podem ser afetados pelos efeitos do aumento do absenteísmo na força de trabalho de campo, ou pela imposição de restrições causadas por epidemias, pandemias e surtos de saúde, dificultando o movimento e o acesso de nossas equipes de manutenção de campo às estações de equipamentos. A cadeia de suprimentos de produtos tecnológicos e seus componentes subjacentes (como peças de reposição, equipamentos de transmissão e comutação, eletrodomésticos e modems) podem ser impactados por qualquer atraso nos processos de fabricação dos fornecedores em seus países de origem.

Como resultado de epidemias de saúde, pandemias e surtos de doenças, nosso negócio pode ser afetado negativamente de várias formas e por períodos prolongados ou imprevisíveis, incluindo impactos negativos na economia global, quedas do mercado e aumento da volatilidade do mercado, o que também pode prejudicar nossa capacidade de refinanciar o endividamento ou acessar capital em condições favoráveis.

Na medida em que qualquer crise de saúde, epidemia, pandemia ou surto afete negativamente nossos resultados empresariais e financeiros, isso também pode ter o efeito de aumentar muitos dos outros riscos descritos nesta seção "Fatores de Risco", como aqueles relacionados à nossa capacidade de implementar com sucesso nossa estratégia de negócios (veja "—Podemos não conseguir implementar com sucesso nossa estratégia de negócios") e o risco de crédito de nossos clientes (veja "—Estamos sujeitos ao risco de crédito em relação para nossos clientes"), nossa dependência de fornecedores-chave e relações contratuais com outros provedores de telecomunicações ("—Dependemos de fornecedores-chave, certos insumos e relações contratuais com outros provedores de telecomunicações que são críticos para nossa capacidade de fornecer serviços de telecomunicações aos nossos clientes") a influência do governo brasileiro sobre a economia brasileira (ver "—Riscos Relacionados ao Brasil—Riscos relacionados às condições econômicas e políticas brasileiras podem afetar negativamente nossos negócios") e a volatilidade nos mercados financeiros globais e domésticos. Veja "—Riscos Relacionados ao Brasil—Podemos ser impactados pela volatilidade nos mercados financeiros globais" e "—Riscos Relacionados ao Brasil—Desenvolvimentos e a percepção de risco em outros países podem afetar negativamente a economia brasileira e o preço de mercado dos títulos dos emissores brasileiros."

Poderá ser necessário reduzir o valor do ágio em relação aos negócios adquiridos.

Já realizamos aquisições de negócios no passado e podemos fazer outras aquisições no futuro. É possível que o ágio (goodwill) que foi atribuído, ou pode ser atribuído, a essas empresas precise ser reavaliado caso nossas suposições de avaliação sejam reavaliadas devido a qualquer deterioração na lucratividade subjacente, qualidade dos ativos e outros aspectos relevantes dos negócios. De acordo com a norma contábil IFRS relevante, o teste de deterioração em relação à ágio (goodwill) é realizado anualmente, ou com mais frequência se houver indicadores de impairment presentes, e consiste em uma comparação do valor contabilístico da unidade geradora de caixa com seu valor recuperável. Não há garantias de que não precisaremos rebaixar o valor atribuído à ágio (goodwill) no futuro, o que afetaria negativamente nossos resultados e ativos líquidos.

Enfrentamos uma concorrência crescente de outros provedores e serviços, o que pode afetar negativamente nossos resultados operacionais.

Enfrentamos concorrência em todo o Brasil de muitos provedores do mercado de serviços de comunicação pessoal ("PCS"). Competimos com provedores de telecomunicações móveis, serviços VoIP e serviços de telecomunicações fixas – incluindo agrupar voz e dados aos clientes em uma única oferta. Devido a essa concorrência crescente, podemos incorrer em custos mais altos de publicidade e comerciais enquanto tentamos manter ou expandir nossa participação de mercado. Além de nós, os seguintes principais concorrentes também possuem autorizações para fornecer cobertura nacional à PCS: Claro S.A., sob a marca "Claro", e Telefônica Brasil S.A., sob a marca "Vivo." Além disso, todos os provedores de PCS com cobertura nacional oferecem tecnologia de terceira geração, ou 3G, quarta geração, ou 4G, e quinta geração, ou 5G. Após a aquisição de certos ativos móveis da Oi Mobile e a aquisição dos ativos móveis remanescentes da empresa pela Vivo e Claro, acreditamos que a probabilidade de novas consolidações no mercado brasileiro de telecomunicações móveis entre os principais concorrentes é remota. No entanto, embora improvável, um dos três maiores operadores pode adquirir outras empresas de telecomunicações. Se novas consolidações impulsionadas por nossos principais concorrentes ocorrerem, essas consolidações podem favorecer sua vantagem estratégica com maior poder de mercado e acesso a maiores recursos financeiros, enfraquecendo assim nossa posição no mercado. Além da concorrência dos principais

8


9

participantes do mercado (Vivo e Claro) e de players regionais estabelecidos (Algar Telecom e Sercomtel), há novos entrantes no mercado móvel brasileiro, como Brisanet, Unifique e Ligga (que lançou serviços 5G na segunda metade de 2023) e novos Operadores de Rede Virtual Móvel ("MVNO"), como o Nubank (que lançou serviços de telecomunicações no final de 2024 e que estão gradualmente sendo disponibilizados para sua base de clientes). O que pode aproveitar pontos fortes e relacionamentos com clientes de outros mercados para aumentar a concorrência no mercado PCS. O movimento de novos participantes é recente, e a tendência de novos ingressos pode continuar nos próximos anos.

Novos participantes regionais podem intensificar ainda mais a competição, potencialmente desestabilizando a dinâmica de mercado existente e quebrando o equilíbrio racional entre oferta e demanda. Sua entrada pode gerar pressão sobre preços, levando ao aumento dos custos de aquisição de clientes e a potencial erosão da margem para os provedores atuais. Como resultado, empresas estabelecidas podem ser forçadas a se adaptar rapidamente, seja reduzindo preços, aprimorando serviços ou estabelecendo parcerias estratégicas para manter sua posição competitiva. Esse aumento da concorrência também pode impactar o equilíbrio geral do mercado, à medida que o equilíbrio entre oferta e demanda se torna mais volátil e difícil de prever.

Também esperamos enfrentar maior concorrência de outros serviços fora da indústria de telecomunicações. Mudanças tecnológicas, como o desenvolvimento, implementação e melhoria das redes móveis 4G e 5G, podem criar novas fontes de receita, mas também dificultar os serviços tradicionais, introduzindo fontes adicionais de concorrência, como já ocorre com serviços como chamadas Voice over LTE ("VoLTE"), mensagens e SMS. Esses aplicativos de comunicação OTT geralmente são gratuitos (ou seja, sem taxa de assinatura), acessíveis por smartphones e geralmente permitem que seus usuários tenham acesso a serviços de mensagens e voz potencialmente ilimitados pela internet, superando os serviços tradicionais e mais lucrativos de voz e mensagens. Como resultado, o tráfego de voz está migrando para dados e ofertas de quase todos os concorrentes começaram a incluir voz ilimitada, acelerando assim a comoditização. Esses e outros fatores, incluindo a assimetria regulatória e tributária, são responsáveis pelo aumento da pressão competitiva que enfrentamos no mercado móvel.

Provedores de serviços OTT também aproveitam infraestruturas existentes e geralmente não operam modelos de negócios intensivos em capital associados a operadoras tradicionais de redes móveis como a nossa. Os avanços tecnológicos levaram a melhorias significativas nos serviços oferecidos por aplicações OTT – especialmente na qualidade da fala entregue por aplicativos de comunicação de dados, fortalecendo seu posicionamento e relevância como concorrentes. Além disso, provedores com forte capacidade de marca e fortalezas financeiras voltaram sua atenção para a oferta de serviços de aplicação OTT. A longo prazo, se serviços móveis não tradicionais de voz e dados ou serviços similares continuarem a crescer em popularidade, como se espera, e se nós e outras operadoras de redes móveis não conseguirmos enfrentar essa concorrência, isso pode contribuir para quedas adicionais na receita média mensal móvel por usuário ("ARPU") e margens menores em muitos de nossos produtos e serviços, isso terá um efeito adverso material sobre nosso negócio, resultados operacionais, situação financeira e perspectivas.

Provedores de serviços OTT detêm a maior parte do conteúdo, os meios para criá-lo e o canal de distribuição. Junto com esses recursos, eles se dedicam a criar novas formas para seus clientes interagirem e consumirem conteúdo. Como resultado, pode ser desafiador para operadores de rede, como nós, projetar serviços de valor agregado que sejam benéficos para nossos clientes. Além da tecnologia, podemos enfrentar outros obstáculos para oferecer serviços de valor agregado, como a regulação.

Além disso, considerando nosso negócio de banda larga fixa, observamos alta concorrência de players menores que buscam atrair clientes para a fibra óptica, resultando em aumento das taxas de abandono para players tradicionais como nós e em erosão de margem no negócio FTTH.

Além disso, esperamos que os direitos de espectro de 3,5 GHz adquiridos pelos provedores regionais possam lhes proporcionar a oportunidade de se tornarem operadores de rede móvel.

Esperamos que novos produtos e tecnologias sejam desenvolvidos com frequência e que aqueles já estabelecidos estejam em evolução contínua, implicando uma variedade de consequências potenciais para nós. Esses novos resultados podem, no melhor cenário, reduzir o preço dos nossos serviços ao oferecer alternativas de menor custo ou, no pior cenário, tornar nossos produtos e serviços obsoletos, exigindo investimentos significativos em novas tecnologias. Se tais mudanças ocorrerem, nossos principais concorrentes no futuro podem ser novos


participants no mercado sem o ônus de uma infraestrutura antiga instalada. O volume de investimento necessário para modernizar nossas instalações e manter a competitividade efetivamente pode ser significativo.

A concorrência crescente pode aumentar nossa taxa de abandono e continuar afetando negativamente nossa participação de mercado e margens. Nossa capacidade de competir com sucesso dependerá da eficácia de nossos esforços de marketing e da nossa capacidade de antecipar e nos adaptar de forma oportuna aos desenvolvimentos do setor, incluindo as mudanças tecnológicas e novos serviços que podem ser introduzidos, mudanças nas preferências dos consumidores, tendências demográficas, condições econômicas e estratégias de preços de desconto dos concorrentes. É difícil prever qual dos muitos fatores possíveis será importante para manter nossa posição competitiva ou quais gastos serão necessários para desenvolver e fornecer novas tecnologias, produtos ou serviços aos nossos clientes. Se não conseguirmos competir com sucesso, nosso negócio, condição financeira e resultados das operações serão significativamente afetados negativamente.

Talvez não consigamos responder à tendência de consolidação no mercado brasileiro de telecomunicações.

O mercado brasileiro de telecomunicações tem passado por vários movimentos de consolidação desde sua privatização em 1998. Para informações detalhadas sobre as transações que realizamos, veja "Item 4. Informações sobre a Companhia — A. História e Desenvolvimento da Companhia — Contexto Histórico."

Mais recentemente, o ambiente econômico e regulatório enfrentado pelas empresas de telecomunicações no Brasil pode ser entendido como tendo desempenhado um papel importante no incentivo a uma tendência de consolidação de mercado.

Em 2018, por meio de uma nova resolução, a ANATEL reduziu uma das principais barreiras regulatórias à consolidação no mercado móvel. A Resolução nº 703/2018 alterou a regulamentação do limite de espectro ao aumentar a quantidade de largura de banda de espectro que um operador pode manter, dependendo da faixa de frequência e das medidas antitruste aplicáveis. Em 5 de novembro de 2020, a Resolução nº 736/2020 da ANATEL alterou a Resolução nº 703/2018 estabelecendo novos limites máximos para o espectro das licenças SMP. Essas mudanças, juntamente com a dificuldade financeira de dois grandes participantes do mercado móvel, Nextel e Oi Group, levaram a uma nova onda de atividades de fusões e aquisições. No entanto, acreditamos que, após a venda de seus ativos móveis pela Oi Móvel, é improvável que novas consolidações ocorram no mercado brasileiro de telecomunicações em um futuro próximo.

No mercado de banda larga fixa, os movimentos de consolidação foram particularmente concentrados nos primeiros anos desta década (2020–2024), impulsionados principalmente por transações entre operadoras maiores e pequenos provedores regionais de serviços de internet, bem como por transações derivadas voltadas para separar operações integradas em empresas focadas no cliente e empresas focadas em infraestrutura de rede. Em 2025, entretanto, esse cenário mudou, com a diminuição do volume de atividade de M&A, revelando um crescimento orgânico subjacente mais baixo no setor. Essa mudança destacou um ambiente de mercado mais seletivo e competitivo. Olhando para o futuro, desenvolvimentos potenciais podem incluir a retomada de ações corporativas estratégicas e atividades de fusões e aquisições, incluindo transações nas quais grandes operadores nacionais poderiam adquirir provedores locais de serviços de internet. Tais transações, que foram identificadas como uma possível via para maior consolidação de mercado, podem acelerar a transição para redes baseadas em fibra óptica (FTTH) e gerar eficiências operacionais e de infraestrutura para os players consolidados. Essas dinâmicas podem intensificar a concorrência em nosso mercado e afetar negativamente nossa posição competitiva, oportunidades de crescimento e desempenho operacional. Também podemos considerar participar de atividades de M&A em resposta a mudanças no ambiente competitivo, como fizemos por meio da nossa participação na aquisição dos ativos da Oi Móvel, o que poderia desviar a atenção da gestão e os recursos de outros aspectos do nosso negócio.

Nesse sentido, aquisições potenciais têm riscos inerentes, como aumento dos requisitos de alavancagem e serviço da dívida, combinação de culturas e instalações da empresa, exposição potencial à responsabilidade do sucessor e a necessidade de captar capital adicional, o que pode não ser possível naquele momento. Qualquer um desses e outros fatores pode afetar negativamente nossa capacidade de alcançar os fluxos de caixa previstos nas operações adquiridas ou de realizar outros benefícios previstos das aquisições, o que pode afetar negativamente nossa reputação ou operações.

10


11

Podemos enfrentar dificuldades para responder às novas tecnologias de telecomunicações.

O mercado brasileiro de telecomunicações sem fio está passando por mudanças tecnológicas significativas, evidenciadas pelos seguintes fatores:

  • melhorias contínuas na capacidade e qualidade da tecnologia digital disponível no Brasil;
  • períodos de tempo mais curtos entre a introdução de novas tecnologias de telecomunicações e as atualizações ou substituições subsequentes;
  • o desenvolvimento de interfaces do usuário (UI) e da experiência do usuário ("UX"), tecnologia, além do desenvolvimento de aplicações responsáveis por coletar informações sobre UX associadas a informações de rede e dispositivos, e que serão usadas como uma das entradas para as atividades de planejamento, otimização e solução de problemas da rede;
  • o desenvolvimento de soluções em nuvem para fornecer plataforma como serviço ("PaaS"), software como serviço ("SaaS") ou infraestrutura como serviço ("IaaS"), a fim de reduzir custos;
  • a implantação do Voice over NR (VoNR), que aumenta a qualidade das chamadas de voz e permite que as empresas traficem voz como dados através de suas redes 5G;
  • a implementação dos acordos de compartilhamento da Rede de Acesso por Rádio ("RAN") entre a TIM e outras empresas (veja "Item 4. Informações sobre a Empresa—B. Visão Geral do Negócio—Compartilhamento de Site e Outros Acordos");
  • a aquisição da frequência de 100 MHz nacionalmente na banda de 3,5 GHz, além dos blocos de 40 MHz na faixa de 2,3 GHz nas regiões Sul e Sudeste do Brasil (excluindo São Paulo), e a implementação das obrigações de cobertura associadas a essas frequências (ver "Item 4. Informações sobre a Empresa — História e Desenvolvimento da Empresa — Contexto Histórico — Leilão 5G em 2021");
  • a implantação do 5G SA, que exige níveis sem precedentes de automação em uma rede de ponta a ponta para atender às necessidades de novos serviços e aplicações. A rede 5G SA precisa ser flexível, programável e distribuível, para que possa oferecer a flexibilidade necessária para reduzir o tempo de lançamento no mercado e proporcionar os maiores ganhos de desempenho e eficiência. Como resultado do desenvolvimento do 5G SA, produtos e serviços fornecidos por diferentes provedores podem ser mais diferenciados entre concorrentes, já que o 5G SA possibilita melhor a oferta de serviços personalizados;
  • a ampla implementação da tecnologia Embedded Subscriber Identity Module ("eSIM"), que é um pequeno microchip embutido nos telefones como alternativa ao chip físico convencional, e que permitirá que nossos clientes migrem para outros provedores mais rapidamente, aumentando assim a concorrência;
  • um aumento da concorrência no mercado em relação à ultra banda larga fixa residencial, exigindo que operadores (incluindo antigos provedores de internet fixa que prestavam serviços usando tecnologias de cobre e coaxiais) acelerassem investimentos em implantações de capilaridade de fibra. Esse fator se torna mais significativo ao considerar as dimensões continentais do país, novas oportunidades de mercado e a necessidade de fornecer serviços comparáveis em capacidade e qualidade para locais distantes dos grandes centros, impulsionando assim investimentos em backbone de propriedade intelectual e datacenters. Além disso, as pressões competitivas no mercado residencial de ultra banda larga fixa podem se intensificar ainda mais devido à expansão de tecnologias alternativas de acesso, incluindo o acesso sem fio fixo ("FWA") e a banda larga via satélite. Desenvolvimentos recentes em FWA baseados em 5G permitiram que as operadoras oferecessem mais rapidamente serviços de banda larga fixa em áreas sem cobertura de fibra, apoiados pela autorização nacional de serviços 5G independentes e pela aceleração da implantação de redes em diversos municípios do Brasil, embora ainda permaneçam restrições de adoção, como custos de equipamentos e limitações de limite de dados. Ao mesmo tempo, sistemas de satélites em órbita baixa terrestre ("LEO") estão crescendo rapidamente, com aprovações regulatórias permitindo que constelações de satélites em grande escala operem no Brasil e expandam a cobertura para regiões remotas e carentes,

oferecendo assim alternativas competitivas às redes terrestres. Esses avanços tecnológicos podem ampliar a escolha do consumidor, alterar dinâmicas competitivas e afetar negativamente nossa capacidade de manter participação de mercado, justificar investimentos em capilaridade de fibra e sustentar nosso desempenho operacional.;

  • a expansão da tecnologia da Internet das Coisas ("IoT") em todas as suas formas e aplicações, exigindo a criação de novas plataformas que possibilitassem sua operação em novas áreas da cadeia de valor. Estamos fortalecendo o ecossistema IoT com novas parcerias, usando a conectividade como um facilitador para aumentar a produtividade e expandir a monetização de nossa base de clientes. Em 31 de dezembro de 2025, tínhamos 5.167 cidades habilitadas para a Internet das Coisas de banda estreita ("NB-IoT"), uma tecnologia de longo alcance e baixo consumo recomendada para a aplicação da IoT em maior escala; e
  • a aceleração do uso de inteligência artificial ("IA") e aprendizado de máquina, para usar recursos de forma mais eficiente, reduzir gastos e aumentar a agilidade.

Talvez não consigamos acompanhar essas mudanças tecnológicas, que podem afetar nossa capacidade de competir de forma eficaz, e o investimento necessário para adotar essas novas tecnologias será significativo, ambos os quais podem ter um efeito adverso material sobre nossos negócios, condição financeira e resultados das operações.

Além disso, avanços tecnológicos emergentes podem ter um impacto significativo na indústria de telecomunicações. Nosso sucesso futuro depende da nossa capacidade de nos adaptar a essas mudanças tecnológicas.

Nossas operações dependem da nossa capacidade de operar eficientemente nossos sistemas e controles que podem falhar e afetar nosso negócio e nossa reputação.

Nosso sucesso depende em grande parte do desempenho contínuo e ininterrupto de nossos controles, sistemas de tecnologia de rede e de certos hardwares. Nossa infraestrutura técnica (incluindo nossa infraestrutura de rede e sistemas de tecnologia da informação, ou TI, para serviços de telecomunicações móveis) é vulnerável a danos ou interrupções causadas por falhas em tecnologia da informação e telecomunicações, perda de energia, enchentes, tempestades de vento, incêndios, terrorismo, irregularidades intencionais, erro humano e eventos semelhantes. Um aumento inesperado no volume em nossa rede e sistemas pode causar falhas, como em períodos de demanda aumentada ou circunstâncias inesperadas que podem reduzir nossa capacidade de atender à infraestrutura, como em uma crise de saúde. Nossos controles dependem, não exclusivamente, desses sistemas tecnológicos e também estão sujeitos a interrupções e falhas. Problemas inesperados com nossos controles, ou em nossas instalações, falhas no sistema, falhas de hardware ou software, vírus de computador ou ataques de hackers podem afetar a qualidade dos nossos serviços e causar interrupções no serviço. Qualquer uma dessas ocorrências pode resultar em redução do tráfego de usuários e da receita, além de prejudicar nossos níveis de satisfação do cliente, nossa reputação e conformidade com certas obrigações regulatórias.

Nossa cadeia de suprimentos para insumos tecnológicos (como peças de reposição, equipamentos de transmissão e comutação, aparelhos e modems) pode ser impactada por qualquer atraso no processo de fabricação dos fornecedores em seus países de origem, inclusive em caso de crise de saúde ou conflitos militares que possam impactar a logística e a cadeia global de suprimentos.

Nossas operações e reputação podem ser materialmente afetadas negativamente por ameaças à cibersegurança ou por nossa falha em cumprir as leis de proteção de dados, principalmente a Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil, ou "LGPD"), que entrou em vigor em 18 de setembro de 2020. No entanto, as disposições de sanções administrativas da LGPD só passaram a ser aplicáveis a partir de 1º de agosto de 2021, conforme a Lei nº 14.010/2020. Qualquer processo ou ação e danos relacionados podem prejudicar nossa reputação, nos forçar a incorrer em despesas significativas, desviar a atenção da administração, aumentar nossos custos de funcionamento ou resultar na imposição de penalidades financeiras.

Além disso, em 26 de agosto de 2020, o Poder Executivo Federal brasileiro emitiu o Decreto nº 10.474/2020, que aprovou o arcabouço regulatório e a estrutura de governança da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, a

12


autoridade responsável por regular e supervisionar a aplicação da LGPD, bem como por impor sanções em caso de descumprimento das regras e obrigações legais aplicáveis. O Decreto nº 10.474/2020 entrou em vigor em 6 de novembro de 2020. A ANPD está atualmente totalmente operacional e tem regulado e fiscalizado ativamente a LGPD.

Em 15 de setembro de 2025, a Medida Provisória nº 1.317 reclassificou a ANPD como órgão regulador federal, ampliou suas prerrogativas, instituiu a Carreira de Regulação e Fiscalização de Proteção de Dados (Carreira de Regulação e Fiscalização de Proteção de Dados) e reorganizou certas posições dentro do poder executivo federal, entre outras medidas. Assim, a ANPD é responsável por desenvolver diretrizes para a Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e Privacidade, bem como por monitorar a conformidade com a LGPD e investigar e aplicar sanções em caso de violações de proteção de dados, inclusive conforme a Resolução CD/ANPD nº 1, datada de 28 de outubro de 2021.

Além disso, o ANPD pode emitir regulamentos e procedimentos relacionados à proteção de dados pessoais e privacidade, sendo responsável por avaliar o impacto das atividades de processamento de dados pessoais em cenários que possam ser considerados de alto risco para os princípios de proteção de dados pessoais. Como resultado das regulamentações e ações de fiscalização do ANPD, podemos ser obrigados a modificar nossas práticas comerciais e implementar medidas adicionais para adaptar nossas atividades de processamento de dados pessoais, o que pode afetar negativamente nosso negócio, a situação financeira ou os resultados das operações. Não podemos garantir que nossos esforços de conformidade com a LGPD serão considerados apropriados ou suficientes pelas autoridades regulatórias ou pelos tribunais.

Realizamos avaliações contínuas para identificar quaisquer problemas relacionados à conformidade com a LGPD e, com base nos resultados identificados, implementamos controles para alcançar a total conformidade com os requisitos da LGPD. No entanto, deficiências na adoção total de medidas de segurança de dados, implementação de requisitos de processamento e retenção de dados pessoais e reporte de medidas de dados dentro de um prazo obrigatório restrito podem levar a disputas com as autoridades de proteção de dados, multas ou prejuízo à nossa reputação.

Nos sistemas que operamos diariamente, aumentamos gradualmente o uso de ferramentas que utilizam ou se beneficiam da IA de alguma forma. Devido ao estágio inicial de adoção, junto com muitas oportunidades potenciais e contribuições positivas, a IA apresenta diversos riscos e desafios. Embora nos esforcemos para implementar a IA de forma responsável e abordar questões éticas e legais, não há garantia de que resultados negativos não surjam. No estágio atual dessa tecnologia, o uso de IA pode levar a problemas como conteúdo prejudicial, imprecisões, preconceitos, infrações de propriedade intelectual, difamação, violações de privacidade e vulnerabilidades em cibersegurança. Esses problemas podem resultar em ações legais e prejuízos financeiros. No entanto, considerando que nosso uso de IA ainda é direcionado às nossas operações internas e adotado apenas após testes de consistência, quaisquer impactos negativos potenciais devem ser limitados.

Sistemas sofisticados de informação e processamento são vitais para nosso crescimento e para nossa capacidade de monitorar custos, emitir faturas mensais, processar pedidos de clientes, oferecer atendimento ao cliente e alcançar eficiências operacionais. Não podemos garantir que seremos capazes de operar e atualizar com sucesso nossos sistemas de informação e processamento ou que eles continuarão funcionando como esperado sem qualquer falha. Uma falha grave em nossos sistemas de contabilidade, informação e processamento pode prejudicar nossa capacidade de coletar pagamentos dos clientes e responder satisfatoriamente às necessidades do cliente, o que pode afetar negativamente nosso negócio, a condição financeira e os resultados das operações.

Nosso negócio depende da nossa capacidade de expandir nossos serviços mantendo a qualidade dos serviços oferecidos e uma experiência positiva do cliente.

Nosso negócio como provedor de serviços de telecomunicações depende da nossa capacidade de manter e expandir nossa rede de serviços de telecomunicações. Acreditamos que nosso crescimento esperado exigirá, entre outros aspectos:

  • desenvolvimento contínuo de nossos sistemas de controle e operacionais e administrativos;

13


  • alocar nosso capital de forma eficiente;
  • aumento das atividades de marketing;
  • melhorar nossa compreensão dos desejos e necessidades dos clientes;
  • atenção contínua à qualidade do serviço;
  • uma experiência positiva para o cliente;
  • atrair, treinar e reter profissionais qualificados de gestão, técnicos, relações com clientes e vendas;
  • aumento da capacidade de rede por meio do novo espectro que adquirimos recentemente e/ou mais investimentos em ativos de rede como tecnologias 4G e 5G;
  • aumentando a eficiência da rede por meio de projetos de infraestrutura, como a implementação dos acordos de compartilhamento da RAN entre a TIM e outras empresas (ver "Item 4. Informações sobre a Empresa—B. Visão Geral do Negócio—Compartilhamento de Site e Outros Acordos"), mantendo a experiência do cliente;
  • investir em novas tecnologias que possam possibilitar eficiências, como IA; e
  • expansão da nossa pegada de fibra óptica, não apenas como principal ativo para nosso backhaul 5G, mas também como novas rotas de longa distância para resiliência e desempenho da backbone.

Acreditamos que essas exigências colocarão uma demanda significativa sobre nossos recursos gerenciais, operacionais e financeiros. A falha em gerenciar com sucesso nosso crescimento esperado pode reduzir a qualidade dos nossos serviços e resultar em uma experiência inadequada do cliente, com efeitos adversos em nossos negócios, condição financeira e resultados operacionais.

Nossas operações também dependem da nossa capacidade de manter e proteger nossa rede. Danos à nossa rede e aos sistemas de backup podem resultar em atrasos ou interrupções no serviço e limitar nossa capacidade de fornecer aos clientes um serviço confiável através da rede. A ocorrência de um evento que danifica nossa rede pode afetar negativamente nosso negócio, a condição financeira e os resultados das operações.

Enfrentamos vários riscos de cibersegurança que, se não forem adequadamente abordados, podem ter um efeito negativo em nossos negócios.

Enfrentamos uma série de riscos de cibersegurança que podem resultar em interrupções nos negócios, perdas financeiras ou danos reputacionais. Esses riscos incluem, entre outros, o comprometimento intencional ou acidental de nossas redes e sistemas por terceiros com quem compartilhamos dados, falhas de equipamentos e o acesso não autorizado, divulgação ou perda de informações sensíveis, incluindo dados de clientes, funcionários ou proprietários, por atores internos ou externos. Também somos vulneráveis a ataques cibernéticos que podem degradar nossos sistemas, interromper serviços, comprometer nossas plataformas de tecnologia da informação ou introduzir malwares, como vírus de computador, em nossa infraestrutura.

Ataques cibernéticos direcionados a empresas aumentaram em frequência, sofisticação e potencial gravidade nos últimos anos. Os responsáveis por tais ataques não se limitam a grupos ou indivíduos específicos e podem incluir funcionários, provedores de serviços terceirizados ou atores que operam em jurisdições onde os esforços das forças de segurança para combater ataques cibernéticos são limitados ou ineficazes. À medida que as ameaças cibernéticas continuam a evoluir, podemos ser obrigados a fazer investimentos contínuos e significativos para aprimorar nossas medidas, tecnologias e processos de cibersegurança, e podemos incorrer em custos substanciais para investigar, remediar e responder a vulnerabilidades ou incidentes.

Um incidente material de cibersegurança, mesmo que temporário, pode prejudicar nossa capacidade de operar nossas redes e sistemas e pode resultar em despesas significativas e/ou perda de participação de mercado para outros

14


provedores de comunicação. Os custos associados a um grande ataque cibernético podem incluir despesas para reter clientes e parceiros comerciais, aumento dos gastos com resposta imediata e medidas de remediação de cibersegurança, dependência de recursos alternativos, perda de receitas devido a interrupções de serviço e despesas com litígios, regulamentações ou aplicações de fiscalização. Se não prevenirmos, detectarmos ou respondermos adequadamente aos riscos de cibersegurança, nossas redes operacionais e sistemas de informação podem ser comprometidos, o que pode ter um efeito adverso material sobre nossos negócios, condição financeira, resultados das operações e reputação.

Para mitigar esses riscos, mantemos um framework de governança em cibersegurança projetado para identificar, avaliar e gerenciar riscos de cibersegurança, alinhado com padrões de mercado reconhecidos e melhores práticas, incluindo o Framework de Cibersegurança do NIST, os Controles Críticos de Segurança CIS e a ISO/IEC 27001, para os quais obtivemos certificação em novembro de 2022 e mantivemos revalidações em 2023, 2024 e 2025. No entanto, nenhum framework ou ambiente de controle de cibersegurança pode eliminar todos os riscos, e nossas salvaguardas podem ser insuficientes para prevenir ou mitigar todos os incidentes de cibersegurança. Para mais informações sobre nosso framework de gestão de riscos em cibersegurança, veja "Item 16K. Cibersegurança."

Dependemos de data centers operados por terceiros e plataformas de computação em nuvem de terceiros, e qualquer interrupção na operação dessas instalações, plataformas ou acesso à Internet afetaria negativamente nosso negócio.

Nosso negócio exige disponibilidade contínua e operação ininterrupta de sistemas e serviços internos e externos. Adotamos novas soluções de infraestrutura tecnológica, que trazem consigo algum risco para a continuidade dos negócios. Com a adoção da tecnologia de computação em nuvem, sistemas-chave de TI estão sendo migrados para a nuvem pública. Apesar da computação em nuvem reduzir alguns riscos, como atrasos no fornecimento de equipamentos por fornecedores (como peças de reposição, servidores, etc.), a adoção da computação em nuvem significa que o controle e as responsabilidades pelo funcionamento adequado dos sistemas são compartilhados entre nós e terceiros. Em todos os casos, os terceiros serão responsáveis pela infraestrutura física, conectividade, fornecimento de energia, resfriamento e todas as capacidades relacionadas à disponibilidade de infraestrutura. Dependendo do tipo de serviço em nuvem envolvido para qualquer sistema específico (por exemplo, para IaaS, PaaS, SaaS), outras capacidades serão responsabilidade do terceirizado, de acordo com os princípios do Modelo de Responsabilidade Compartilhada definidos pela Cloud Security Alliance e incorporados em nossos contratos com os provedores terceiros.

Esses provedores terceirizados podem enfrentar interrupções de conectividade, quedas e outros problemas de desempenho, que podem ser causados por diversos fatores, incluindo mudanças na infraestrutura, erros humanos ou de software, vírus, ataques de segurança, fraudes, picos no uso dos clientes e problemas de negação de serviço. Assim, nosso sucesso também depende diretamente da continuidade da oferta de capacidade computacional e da disponibilidade de conectividade entre os datacenters do provedor de computação em nuvem, incluindo a conectividade com nossos datacenters e redes internas. Uma falha intermitente ou completa falta de conectividade ou disponibilidade do sistema pode causar instabilidade no serviço, interrupção ou inacessibilidade dos nossos sistemas internos, e pode afetar negativamente nossas receitas, reputação e resultados operacionais.

Ter dados hospedados em uma nuvem pública também representa um risco para nossa capacidade de cumprir princípios ou leis de proteção de dados (como a LGPD). Assim, nosso sucesso depende da nossa capacidade de certificar que os provedores de nuvem estão adotando as melhores práticas de segurança, bem como de cumprir os termos das leis de proteção de dados de acordo com os termos contratualmente acordados.

Certos contratos de dívida contêm cláusulas financeiras e qualquer inadimplência sob tais contratos pode ter um efeito adverso material sobre nossa condição financeira e fluxos de caixa.

Certos de nossos acordos de dívida existentes contêm restrições e cláusulas e exigem a manutenção ou satisfação de razões e testes financeiros especificados. Veja "Item 5. Análise da Administração sobre o Desempenho Operacional e Financeiro e Perspectivas." A capacidade de atingir essas proporções financeiras e testes pode ser afetada por eventos fora do nosso controle, e não podemos garantir que cumpriremos esses testes. O descumprimento ou descumprimento de qualquer um desses acordos, razões financeiras ou testes financeiros pode resultar em um caso de inadimplência sob esses acordos.

15


Nossa capacidade de cumprir essas proporções financeiras e testes pode ser afetada por eventos fora do nosso controle, e não podemos garantir que atenderemos a esses requisitos. O não cumprimento ou descumprimento de qualquer um desses requisitos pode ter um efeito adverso material em nossa condição financeira e fluxos de caixa.

Se não conseguirmos cumprir essas obrigações de serviço da dívida, ou cumprir essas cláusulas de dívida, podemos ser obrigados a reestruturar ou refinanciar esse endividamento, buscar capital adicional ou vender ativos.

Devido à natureza do nosso negócio, somos expostos a inúmeros processos judiciais, processos administrativos, reclamações de consumidores e processos fiscais.

Nosso negócio nos expõe a uma variedade de processos judiciais e outros processos movidos por ou em nome de consumidores no curso normal de negócios como provedor de telecomunicações móveis no Brasil. Estamos sujeitos a diversas ações civis públicas e ações coletivas movidas contra provedores de telecomunicações móveis no Brasil, principalmente relacionadas à qualidade da rede, cláusulas contratuais, práticas de cobrança e uso de terrenos para instalar nossos sites de rede. Essas ações incluem reivindicações contestando certos aspectos da estrutura de honorários de nossos planos pré-pagos, híbridos (preço fixo faturado mensalmente), ou os chamados planos de controle e planos pós-pagos, que são comuns na indústria brasileira de telecomunicações.

Além disso, estamos envolvidos em processos legais relacionados a questões regulatórias, incluindo processos decorrentes de multas impostas por autoridades reguladoras. Nosso portfólio de litígios também inclui reivindicações envolvendo infraestrutura e provedores de serviços de telecomunicações, disputas imobiliárias, bem como supostas violações de confidencialidade.

Além disso, autoridades fiscais federais, estaduais e municipais questionaram alguns procedimentos fiscais que adotamos e levantaram questões sobre o cálculo da base para certas contribuições setoriais específicas (FUST e FUNTTEL, conforme cada uma está definida no "Item 4. Informações sobre a Empresa—B. Visão Geral do Negócio—Impostos sobre Bens e Serviços de Telecomunicações"). Em 31 de dezembro de 2025, estávamos sujeitos a 3.332 processos judiciais fiscais e procedimentos administrativos relacionados a impostos, com um valor agregado de R$ 25.346 milhões classificados como "perda provável" e "perda possível" por nossos consultores jurídicos. Além disso, há processos fiscais decorrentes da aquisição do antigo negócio da Intelig (atualmente TIM S.A.) pela antiga empresa-mãe do grupo TIM Participações, relacionados ao preço de compra.

Um resultado adverso ou qualquer acordo entre essas ou outras ações judiciais podem resultar em prejuízos e custos para nós, com efeito negativo em nossas práticas comerciais e resultados operacionais. Para algumas dessas ações, não fomos obrigados e não estabelecemos nenhuma cláusula em nossa declaração de situação financeira ou estabelecemos cláusulas apenas para parte dos valores em disputa, com base em nossos julgamentos ou opiniões de nosso advogado sobre a probabilidade de vencer essas ações. Além disso, nossa alta administração pode ser obrigada a dedicar um tempo substancial a esses processos, que poderia dedicar ao nosso negócio. Veja a Nota 23 em nossas demonstrações financeiras.

Qualquer modificação ou rescisão da nossa capacidade de usar o nome comercial "TIM" pode afetar negativamente nossos resultados comerciais e operacionais.

A Telecom Italia S.p.A., ou Telecom Italia, como Licenciadora, e TIM S.A. e Instituto TIM como Licenciados, firmaram um acordo de licença de marca, ou Acordo de Licença de Marca, no qual a Telecom Italia concedeu aos Licenciados uma licença não exclusiva e não transferível para várias marcas (incluindo a marca TIM) para: (i) promover e prestar os serviços dos Licenciados, incluindo serviços co-branded; (ii) usar as marcas registradas como nomes de domínio de sites pertencentes aos Licenciados, dedicados à promoção e/ou prestação dos serviços dos Licenciados; (iii) utilizar a marca registrada TIM em eventos, campanhas, parcerias comerciais, projetos de patrocínio e outras atividades para promover os serviços dos Licenciados; e (iv) usar "TIM" como parte dos nomes corporativos dos Licenciados. O Contrato de Licença de Marca é limitado ao Brasil e válido até 31 de dezembro de 2026, salvo encerramento antecipado. Atualmente estamos em conversas com a Telecom Italia sobre a renovação do Acordo de Licença de Marca Registrada. A Telecom Italia, que detém os direitos sobre o nome comercial "TIM", pode nos impedir de usar a marca registrada TIM por meio da rescisão do Contrato de Licença de Marca. A perda de uso da marca registrada "TIM" pode ter um efeito adverso material nos resultados comerciais e operacionais.

16


17

Estamos sujeitos a risco de crédito em relação aos nossos clientes.

Nossas operações dependem em grande parte da capacidade dos nossos clientes de pagar pelos nossos serviços. De acordo com as regulamentações da ANATEL, podemos tomar certas medidas, como suspensão do serviço e emissão de avisos de cobrança, para reduzir as inadimplências dos clientes. Se não conseguirmos tomar medidas para limitar a inadimplência de pagamentos por parte de nossos assinantes ou que nos permitam aceitar novos assinantes com base no histórico de crédito, continuaremos sujeitos a valores não cobráveis pendentes, o que pode afetar negativamente nossos resultados operacionais. Veja "Item 5. Análise da Administração sobre o Desempenho Operacional e Financeiro e Perspectivas."

Podemos estar sujeitos a responsabilidade relacionada à terceirização de certas funções para provedores terceirizados.

Podemos estar expostos a responsabilidades contingentes devido à terceirização de certas funções para provedores de serviços terceirizados. Tais responsabilidades potenciais podem envolver reivindicações de provedores terceirizados que alegam ser tratados como funcionários diretos, bem como reivindicações por responsabilidade secundária decorrentes de lesão no trabalho, paridade salarial e reclamações de pagamento de horas extras. Nossa condição financeira e os resultados da operação podem ser prejudicados se uma parte significativa dessas responsabilidades for decidida contra nós.

O Supremo Tribunal do Brasil declarou legal a terceirização das principais atividades de qualquer empresa, o que indica um provável desfecho favorável em relação ao assunto. De qualquer forma, independentemente da decisão da Suprema Corte, também seremos solidariamente responsáveis com o prestador de serviços em relação a qualquer violação das obrigações trabalhistas relacionadas aos trabalhadores terceirizados.

Se a contratação de serviços de terceiros for considerada envolvendo as principais atividades da empresa, pode ser caracterizada como um emprego direto, o que aumentaria significativamente nossos custos e, como resultado, poderíamos estar sujeitos a processos administrativos pelas autoridades trabalhistas competentes e ser obrigados a pagar multas aos prestadores de serviços terceirizados.

Dependemos de fornecedores-chave, certos insumos e relações contratuais com outros provedores de telecomunicações que são críticos para nossa capacidade de fornecer serviços de telecomunicações aos nossos clientes ou que podem ter um efeito adverso material em nossas operações.

Dependemos de diversos fornecedores para fornecer equipamentos de rede, aparelhos móveis e acessórios necessários para o nosso negócio. Esses fornecedores podem, entre outras coisas, atrasar os prazos de entrega, aumentar seus preços, limitar as quantidades que estão dispostos ou podem nos fornecer ou sofrer interrupções em suas próprias cadeias de suprimentos. Se esses fornecedores não puderem ou não quiserem nos fornecer equipamentos ou suprimentos regularmente, poderemos enfrentar dificuldades para realizar nossas operações, o que pode afetar negativamente nossos resultados e limitar nossa capacidade de executar nossos acordos.

Aspectos geopolíticos, sanitários, financeiros e de sanções, entre outros, podem causar a interrupção do fornecimento de materiais e serviços. A exclusividade ou dependência do fornecedor aumenta a exposição ao risco. A interrupção pode impactar não apenas a aquisição de novos materiais e serviços, mas também a manutenção dos equipamentos e operações existentes.

Dependemos de certos provedores e parceiros de telecomunicações, por meio de acordos contratuais, para fornecer infraestrutura chave e outros serviços. A rescisão, não renovação e/ou interrupção na negociação desses contratos podem ter um efeito adverso material sobre nosso negócio.

A ANATEL permite tais acordos entre provedores de telecomunicações para evitar duplicação desnecessária de redes e infraestruturas, além de reduzir custos e ampliar o alcance dos serviços de telecomunicações no Brasil.

Alguns exemplos (não exaustivos) desses acordos incluem:

  • SWAP Acordos (troca de capacidade ou ativos de rede entre operadores);

  • Indefeasible Direitos de Uso (IRU);
  • Arrendamento de circuitos (por exemplo, EILD, IP Peering, IP Transit e largura/capacidade de satélite);
  • Co-Locais lida com outros operadores e empresas de torres;
  • Direitos de uso com empresas privadas e autoridades públicas;
  • Interconexão e co-crédito; e
  • RAN Compartilhamento acordos entre a TIM e outras empresas.

Para informações detalhadas sobre esses contratos, veja "Item 4. Informações sobre a Empresa—B. Visão Geral do Negócio—Compartilhamento de Sites e Outros Acordos."

Além disso, as constantes mudanças na indústria de telecomunicações, como o crescimento da banda larga, podem resultar em um fornecimento limitado de equipamentos essenciais para a prestação de serviços. As restrições ao número de fabricantes impostas pelo governo brasileiro para certos insumos representam certos riscos, incluindo suscetibilidade a flutuações cambiais e a imposição de tarifas alfandegárias ou outras para esses insumos importados. Os insumos produzidos internamente estão disponíveis de um número limitado de fornecedores nacionais e, consequentemente, dependemos fortemente da capacidade deles de prever com precisão a demanda interna e gerenciar o estoque.

A necessidade de contratar muitos fornecedores-chave exige acordos complexos, análise detalhada e oportuna dos documentos contratuais e um processo de gestão integrado e completo.

O impacto positivo potencial das redes 5G em múltiplas indústrias, especificamente na otimização do uso de energia; computação em nuvem; banda larga ultrarrápida; IoT; inovação, incluindo carros autônomos, transporte; agronegócio; educação; saúde; e equipamentos de fábrica. Os recursos necessários para que uma empresa se beneficie da cadeia de suprimentos da rede 5G são baseados em software, e nossa cadeia de suprimentos é cada vez mais baseada em computação em nuvem e software.

Discussões sobre a segurança dos dados dos equipamentos fornecidos por fornecedores chineses podem ter efeitos colaterais em todo o setor global de tecnologia da informação e comunicação ("TIC"), afetando significativamente nossa cadeia de suprimentos, implantação e custos de infraestrutura, impactando o futuro de toda a indústria.

Nossas operações podem ser suspensas ou interrompidas em decorrência de desastres naturais ou causados pelo homem, ou outros eventos inesperados, como aqueles relacionados às mudanças climáticas.

Nossas operações podem ser suspensas ou interrompidas por um período indeterminado em caso de eventos adversos, incluindo como resultado de escassez de energia, danos às nossas bases de transmissão, desastres naturais, mudanças climáticas ou outros eventos ambientais, ou desastres naturais ou causados pelo homem, incluindo incêndio, explosão, vandalismo ou roubo de equipamentos, tempestades, conflitos geopolíticos, distúrbios civis, crises de saúde ou qualquer outro evento de dano inesperado. Tais impactos podem apresentar impactos geográficos desproporcionais, que podem variar de impactos a um único endereço para toda uma cidade ou região. Esses eventos são consistentes com os riscos físicos relacionados ao clima identificados por meio dos nossos processos de gestão de riscos empresariais e divulgados em nossa resposta CDP Climate Change 2025. Se não conseguirmos mitigar ou prevenir tais danos em caso de desastre natural ou causado pelo homem e quaisquer outros eventos inesperados, a suspensão ou interrupção de nossas operações pode ter um efeito adverso material na continuidade de nossas operações, nos resultados financeiros e no cumprimento das regulamentações.

Para evitar ou reduzir períodos indeterminados de suspensão ou interrupção das operações causados por danos às nossas bases de transmissão, desastres naturais ou quaisquer outros eventos inesperados, implementamos políticas e procedimentos internos voltados para mapear continuamente vulnerabilidades sistêmicas, a fim de melhorar o

18


processo seletivo de projetos-chave, com o objetivo de expandir a robustez da infraestrutura técnica da rede e torná-la gradualmente mais resiliente, conforme descrito em nossa divulgação CDP sobre Mudanças Climáticas 2025.

Usamos previsões de demanda para fazer investimentos, porém essas previsões podem, em última análise, ser imprecisas devido à volatilidade econômica e resultar em receitas menores do que o esperado.

Fazemos certos investimentos, como a aquisição de materiais e o desenvolvimento da nossa infraestrutura de rede, com base em nossas previsões sobre a demanda que os clientes terão por nossos serviços em data futura. No entanto, quaisquer mudanças significativas no cenário econômico brasileiro podem afetar essa demanda e, portanto, nossas previsões podem se mostrar imprecisas. Por exemplo, restrições de crédito à população devido ao aumento das taxas de desemprego podem afetar a decisão de adquirir novos produtos ou serviços. Como resultado, é possível que possamos fazer investimentos maiores baseados em previsões de demanda do que o necessário diante da demanda real no momento relevante, o que pode afetar diretamente nosso fluxo de caixa. Melhorias inesperadas nas condições econômicas podem ter o efeito oposto e, ao mesmo tempo, representar riscos.

A gestão do nosso caixa e dos nossos investimentos financeiros também está sujeita às condições econômicas do país. Podemos fazer alocações financeiras em que os resultados das operações não são os esperados, gerando menor lucratividade ou custos.

Nossos processos de governança e conformidade podem falhar em evitar penalidades regulatórias e danos à reputação.

Operamos em um ambiente global, pois temos acordos com empresas de todo o mundo. Temos processos estruturados de governança e conformidade, que incluem a revisão do controle interno sobre relatórios financeiros. No entanto, esses processos podem não prevenir futuras violações de todas as normas legais, contábeis ou de governança corporativa aplicáveis. Podemos estar sujeitos a violações do nosso Código de Ética, políticas anticorrupção e protocolos de conduta empresarial, além de casos de comportamento fraudulento, práticas corruptas e desonestidade por parte de nossos funcionários, contratados ou outros agentes. Nosso descumprimento das leis aplicáveis e outros padrões pode nos sujeitar a multas, perda de licenças de operação e danos à reputação.

O uso inadequado de nossas redes pode afetar negativamente nossos custos e resultados operacionais.

Podemos incorrer em custos associados ao uso não autorizado e fraudulento de nossas redes, incluindo custos administrativos e de capital relacionados à detecção, monitoramento e redução da incidência de fraudes. A fraude também afeta os custos de interconexão e pagamentos a outras operadoras por roaming fraudulento não faturável. O uso indevido da nossa rede também pode aumentar nossos custos de venda caso precisemos aumentar nossa provisão para contas duvidosas para refletir os valores; não acreditamos que podemos cobrar por chamadas feitas de forma inadequada. Qualquer aumento no uso inadequado da nossa rede no futuro pode afetar negativamente nossos custos e resultados operacionais.

Podemos não conseguir implementar nossos planos para expandir e aprimorar nossas redes existentes no Brasil de forma oportuna ou sem custos inesperados, o que pode dificultar ou impedir a implementação bem-sucedida do nosso plano de negócios e afetar negativamente os resultados das operações.

Nossa capacidade de alcançar nossos objetivos estratégicos depende em grande parte da implementação bem-sucedida, oportuna e econômica de nossos planos para expandir e aprimorar nossas redes no Brasil. Fatores que podem afetar essa implementação incluem:

  • nossa capacidade de gerar fluxo de caixa ou obter financiamento futuro necessário para implementar nossos projetos;
  • atrasos na entrega de equipamentos de telecomunicações e capacidade de banda larga por nossos fornecedores;
  • a falha dos equipamentos de telecomunicações fornecidos por nossos fornecedores em cumprir as capacidades esperadas;

19


  • atrasos na obtenção das licenças necessárias para realizar obras de construção e outras atividades necessárias para implementar e atualizar nossa rede;
  • atrasos resultantes da falha de fornecedores terceiros ou contratados em cumprir suas obrigações de forma oportuna e econômica; e
  • preços de leilão mais altos do que o esperado devido à concorrência entre licitantes e/ou à política nacional.

Embora acreditemos que nossas estimativas de custos e cronograma de implementação sejam razoáveis, não podemos garantir que os custos reais ou o tempo necessário para concluir a implementação desses projetos não excedam substancialmente nossas estimativas atuais. Qualquer estouro significativo de custos ou atraso pode dificultar ou impedir a implementação bem-sucedida do nosso plano de negócios e resultar em receitas e lucro líquido abaixo do esperado. Empregamos ferramentas e procedimentos de controle estruturados para cumprir prazos e evitar impactos em nossos negócios e resultados operacionais.

Riscos relacionados à indústria brasileira de telecomunicações

Estamos sujeitos a uma regulação mais rigorosa como resultado de sermos classificados como um grupo econômico com poder de mercado significativo em certos mercados pela ANATEL

Em setembro de 2025, a ANATEL publicou a Resolução nº 783/2025, que revisou o Plano Geral de Metas de Competição (ou “PGMG”, originalmente aprovado em 2012 e posteriormente revisado em 2018 e 2025). Sob a Resolução nº 783/2025, fomos classificados como tendo poder de mercado significativo apenas nos mercados de redes móveis e roaming. Veja "Item 4. Informações sobre a Empresa—B. Visão Geral do Negócio—Regulamentação da Indústria Brasileira de Telecomunicações—Poder de Mercado Significativo."

Como resultado dessa classificação, estamos sujeitos a uma supervisão regulatória aumentada e obrigações regulatórias específicas. Por exemplo, a PGMC exige que ofereçamos serviços de roaming a tarifas reguladas para certos provedores de serviços móveis. O cumprimento do PGMC e de outras obrigações regulatórias aplicáveis pode afetar negativamente nosso negócio, a situação financeira e os resultados das operações.

Nossas autorizações de uso de radiofrequência para as faixas de 800 MHz, 900 MHz, 1.800 MHz e 2.100 MHz usadas para fornecer serviços móveis pessoais (ou "SMP") começaram a expirar em setembro de 2007 e são renováveis por mais 15 anos. Tais renovações exigem pagamentos, feitos a cada dois anos, correspondentes a 2% da nossa receita líquida do ano anterior, por meio de investimentos em planos de serviços básicos e alternativos destinados a expandir a penetração das telecomunicações no Brasil. A ANATEL adotou a posição de que a base de receita usada para calcular esse pagamento de 2% deve incluir receitas provenientes da interconexão, bem como de instalações e serviços adicionais.

Como resultado, atualmente estamos contestando o cálculo desses pagamentos de renovação de autorização por radiofrequência por meio de processos administrativos e judiciais. Embora certos procedimentos administrativos ainda estejam pendentes, a ANATEL negou nossos recursos e emitiu o Precedente nº 13, estabelecendo que as receitas da interconexão e instalações e serviços adicionais devem ser incluídas no cálculo dos valores devidos para renovações de licenças de espectro. Processos judiciais relacionados a este assunto também estão em andamento.

Em dezembro de 2018, de acordo com as Sentenças nº 706 e nº 707, a ANATEL aprovou uma nova metodologia para a segregação das receitas relacionadas à radiofrequência. A aplicação dessa metodologia permite a segregação das receitas associadas a poder de mercado significativo com base na proporção do espectro de radiofrequência mantida em relação ao espectro total disponível, medida em MHz, e aborda parcialmente a disputa sobre os valores a serem pagos em conexão com o processo inicial de renovação. Após o término do segundo período de renovação dos direitos de uso de radiofrequência, podem surgir disputas administrativas e judiciais adicionais sobre a metodologia de cálculo aplicável e os prazos, especialmente à luz da Lei nº 13.879, promulgada em 3 de outubro de 2019. O Tribunal de Contas da União (ou "TCU") decidiu que tais processos de renovação podem estar sujeitos a novos procedimentos de licitação pública. Enquanto isso, a ANATEL concedeu a nós e a outros participantes do mercado extensões temporárias dos direitos de uso de radiofrequência, aguardando uma decisão final sobre o quadro de renovação aplicável.

20


Além disso, a ANATEL está atualmente revisando o Regulamento de Uso do Espectro (ou "RUE"), que, juntamente com o PGMC revisado, pode intensificar ainda mais a concorrência no mercado de telecomunicações móveis e aumentar nossas obrigações regulatórias.

Como provedor de telecomunicações e empresa de capital aberto no Brasil, estamos sujeitos a extensas obrigações legais e regulatórias na execução de nossas atividades, o que pode limitar nossa flexibilidade para responder às condições de mercado, concorrência e mudanças em nossa estrutura de custos ou com as quais possamos não cumprir o cumprimento.

Nosso negócio está sujeito a extensas regulamentações governamentais, incluindo quaisquer mudanças que possam ocorrer durante o período de nossa autorização para fornecer serviços de telecomunicações. A ANATEL, que é o principal regulador da indústria de telecomunicações no Brasil, regula, entre outros: (i) políticas e regulamentações do setor; (ii) licenciamento; (iii) tarifas e tarifas para serviços de telecomunicações; (iv) competição; (v) alocação de recursos em telecomunicações; (vi) padrões de serviço; (vii) padrões técnicos; (viii) padrões de qualidade; (ix) direitos do consumidor; (x) arranjos de interconexão e liquidação; (xi) obrigações de cobertura; e (xii) espectro.

Além das regras estabelecidas pela ANATEL, estamos sujeitos ao cumprimento de várias obrigações legais e regulatórias, incluindo, mas não se limitando a, obrigações decorrentes das seguintes: (i) autorizações PCS sob as quais operamos nosso negócio de telecomunicações celulares; (ii) autorizações fixas (local, nacional de longa distância, internacional de longa distância e serviço multimídia) sob as quais operamos nosso negócio de telecomunicações; (iii) autorização limitada de serviços privados sob a qual operamos uma rede privada formada por comunicação por rádio ponto a ponto (radio enlaces); (iv) o Código de Defesa do Consumidor; (v) a Lei Geral de Telecomunicações (alterada pela Lei nº 13.879/2019); (vi) a Lei de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018, conforme alterada); e (vii) a Lei Brasileira da Concorrência (Lei nº 12.529/2011).

Também estamos sujeitos às leis nacionais e internacionais de combate à corrupção aplicáveis. Acreditamos que estamos atualmente em conformidade material com nossas obrigações decorrentes de cada uma das leis, regulamentos e autorizações mencionados acima.

O Brasil é um mercado móvel altamente competitivo, com três empresas operando redes com cobertura nacional, além de outros players regionais e MVNOs." Quaisquer acordos potenciais envolvendo esses participantes provavelmente serão cuidadosamente analisados pela CADE e ANATEL, estado a estado.

Por meio do leilão de espectro 5G, a ANATEL leiloou licenças. Além de os licitantes do leilão serem obrigados a oferecer um determinado preço, a condição do leilão exige que o licenciado sucessor se comprometa com certos investimentos mínimos. Podem existir riscos associados a cumprir tais compromissos ou a não cumprir um compromisso de investimento.

Nos últimos anos, a ANATEL iniciou certos processos administrativos contra nós e outros provedores de telecomunicações brasileiros para investigar supostas não conformidades relacionadas a metas de qualidade e outras obrigações regulatórias. Em resposta ao início desses processos ANATEL, nós, assim como outras empresas de telecomunicações ativas no mercado brasileiro, optamos por negociar e firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (ou "TAC"). O TAC tinha como objetivo remediar as causas subjacentes dos processos administrativos em andamento, estabelecendo compromissos para ajustar a conduta e um acordo relativo a investimentos gerais em projetos futuros. O TAC foi aprovado pela ANATEL em 22 de agosto de 2019, e em 19 de junho de 2020, nosso Conselho de Diretores aprovou a execução do TAC. Em 18 de outubro de 2022, a primeira emenda foi assinada após a renegociação do capítulo X, seção I, que incluía o ajuste das obrigações relacionadas a certos indicadores de qualidade. Veja "Item 4. Informações sobre a Empresa—B. Visão Geral do Negócio—Regulamentação da Indústria Brasileira de Telecomunicações—Regulamentação PCS."

Em 20 de outubro de 2023, a Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) publicou a Resolução nº 193, que prevê a preparação e divulgação de relatórios de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade, com base na norma internacional emitida pelo Conselho Internacional de Padrões de Sustentabilidade (ou "ISSB"). O CVM destaca no documento que a decisão considerou as recomendações da Organização Internacional das Comissões de

21


Valores Mobiliários (ou "IOSCO"), com base na conclusão de que esses padrões fornecem uma estrutura global eficaz e proporcional de informações voltada para investidores, ajudando os mercados financeiros globais a avaliar os riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade.

A resolução estabelece, de forma voluntária, a opção para empresas de capital aberto, fundos de investimento e empresas de securitização prepararem e divulgarem informações financeiras relacionadas à sustentabilidade, com base na norma internacional emitida pelo ISSB, a partir dos anos fiscais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2024. Além disso, estabelece para empresas de capital aberto a obrigação de preparar e divulgar informações financeiras relacionadas à sustentabilidade, com base nos padrões do ISSB, a partir dos anos fiscais iniciados em ou após 1º de janeiro de 2026. Com essa resolução, o Brasil tornou-se um dos países pioneiros na adoção dos padrões ISSB. O cumprimento dessas regulamentações pode causar mudanças em nossa estrutura de custos e/ou podemos não conseguir cumprir tais resoluções, cada uma das quais pode nos afetar negativamente.

Não podemos garantir que seremos capazes de cumprir totalmente cada uma das leis, regulamentos e autorizações aplicáveis ou que poderemos cumprir futuras mudanças nas leis e regulamentos a que estamos sujeitos. Além disso, o cumprimento dessa regulamentação extensa, as condições impostas por nossa autorização para fornecer serviços de telecomunicações e outras ações governamentais podem limitar nossa flexibilidade na resposta às condições de mercado, à concorrência e às mudanças em nossa estrutura de custos. Esses desenvolvimentos regulatórios ou nossa falha em cumpri-los podem ter um efeito adverso material sobre nossos negócios, condição financeira e resultados das operações.

O governo brasileiro, em certas circunstâncias, pode rescindir nossas autorizações ou podemos não receber renovações delas.

Operamos nosso negócio sob autorizações concedidas pelo governo brasileiro. Como resultado, somos obrigados a manter padrões mínimos de qualidade e serviço, incluindo metas para taxas de conclusão de chamadas, cobertura geográfica e acessibilidade por voz, acessibilidade de dados, queda de voz, queda de dados, taxa de transferência de dados, taxas de reclamações de usuários e taxas de conclusão para nosso call center. Nossa capacidade de atender a esses padrões, assim como a de outros, pode ser afetada por fatores fora do nosso controle. Não podemos garantir que, daqui para frente, seremos capazes de cumprir todos os requisitos impostos pela ANATEL ou pelo governo brasileiro. Nosso descumprimento desses requisitos pode resultar na imposição de multas ou outras ações governamentais, incluindo restrições às nossas vendas e, em situações extremas, a rescisão de nossas autorizações em caso de não conformidade material.

Qualquer revogação parcial ou total de nossas autorizações ou não receber a renovação dessas autorizações quando elas expirarem teria um efeito adverso material sobre nossa situação financeira e os resultados das operações.

Essas regulamentações podem ter um efeito negativo em nossos resultados financeiros, dado o dinâmico das nossas receitas e custos relacionados às taxas de interconexão. Além disso, a ANATEL pode permitir preços mais favoráveis para operadores sem poder de mercado significativo.

Riscos reais ou percebidos à saúde ou outros problemas relacionados à tecnologia de telecomunicações móveis podem levar a litígios ou à diminuição do uso de comunicações móveis, o que pode prejudicar a nós e à indústria móvel como um todo.

Os efeitos e quaisquer danos causados pela exposição a campos eletromagnéticos foram e ainda são objeto de avaliação cuidadosa pela comunidade científica internacional, mas até agora não há evidências científicas de efeitos prejudiciais à saúde. Não podemos descartar que a exposição a campos eletromagnéticos ou outras emissões originadas de aparelhos sem fio não seja identificada como um risco à saúde no futuro.

Essas preocupações podem ter um efeito negativo na indústria de comunicações sem fio e, possivelmente, expor provedores de telefonia móvel, inclusive nós, a litígios.

Além disso, embora a legislação brasileira já imponha limites rigorosos em relação aos equipamentos de transmissão, essas preocupações podem levar os reguladores a impor restrições maiores à construção de torres de

22


estação base ou outras infraestruturas, o que pode dificultar a conclusão da construção da rede e a disponibilidade comercial de novos serviços, além de exigir investimentos adicionais. A expansão da nossa rede pode ser afetada por esses riscos percebidos caso enfrentemos dificuldades para encontrar novos locais, o que, por sua vez, pode atrasar a expansão e afetar a qualidade dos nossos serviços.

A Resolução ANATEL nº 700/2018 estabelece limites de emissão e exposição para campos com frequências entre 8,3 kHz e 300 GHz, e a Lei ANATEL nº 17.865/2023 e a Lei nº 11.934/2009 estabelecem limites relacionados às emissões magnéticas e eletromagnéticas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde e exigem que os operadores mantenham um registro das medições dos níveis das emissões magnéticas e eletromagnéticas de cada estação transmissora.

Em 2021, entrou em vigor a Lei nº 14.173/2021, que alterou a Lei nº 11.934/2009, revogando a obrigatoriedade de compartilhamento de torres com menos de 500 metros entre elas. A retirada dessa obrigação foi considerada essencial para a implementação do 5G no Brasil, permitindo o esperado aumento de densidade da nova tecnologia. Além disso, em 2022 entrou em vigor a Lei nº 14.424/2022, que permitiu que operadores fossem autorizados a instalar antenas, mesmo que a autoridade competente não respondesse dentro de um período de 60 dias. Em 2024, a Suprema Corte do Brasil restabeleceu os efeitos da regulamentação que exige que as empresas de telecomunicações compartilhem torres de transmissão no contexto da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ou "ADI") 7708, que ainda está em andamento.

Qualquer uma dessas ou quaisquer outras regulamentações adicionais podem afetar negativamente nosso negócio, nossa situação financeira e os resultados das operações. As autoridades governamentais poderiam revisar a regulamentação de aparelhos e estações base sem fio como resultado dessas preocupações de saúde, ou empresas de telefonia móvel, incluindo nós, poderiam ser responsabilizadas por custos ou danos associados a essas preocupações, o que poderia afetar negativamente nosso negócio, condição financeira e resultados operacionais. Não podemos garantir que pesquisas e estudos médicos adicionais refutarão uma ligação entre a tecnologia móvel em questão e essas preocupações de saúde.

Riscos relacionados ao Brasil

Riscos relacionados às condições econômicas e políticas brasileiras podem afetar negativamente nossos negócios.

As condições políticas no Brasil podem afetar a confiança dos investidores e do público em geral, bem como o desenvolvimento da economia. Crises políticas afetaram e continuam afetando a confiança dos investidores e do público em geral, resultando historicamente em desaceleração econômica e maior volatilidade nos preços dos títulos oferecidos por empresas com operações significativas no Brasil. A recente instabilidade econômica no Brasil contribuiu para a queda da confiança no mercado brasileiro, bem como para o agravamento do ambiente político.

Por exemplo, as eleições presidenciais ocorreram em outubro de 2022, com Luiz Inácio Lula da Silva derrotando Jair Messias Bolsonaro, em uma das disputas presidenciais mais acirradas da história. O retorno do presidente Lula aprofundou a polarização política.

Após a reeleição de Lula, protestos em grande escala eclodiram, culminando nos ataques de 8 de janeiro de 2023 ao Congresso, à Suprema Corte e ao Palácio Presidencial do Brasil. O Supremo Tribunal Eleitoral, liderado pelo juiz Alexandre de Moraes, posteriormente proibiu o ex-presidente Jair Bolsonaro de exercer cargos públicos até 2030 por abuso de poder político durante as eleições de 2022. Em fevereiro de 2025, a Procuradoria-Geral do Brasil apresentou acusações contra Bolsonaro na Suprema Corte. Em setembro de 2025, a Suprema Corte considerou Bolsonaro culpado de cinco acusações criminais, incluindo participação em organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado de Direito democrático, tentativa de golpe, dano qualificado e deterioração de propriedade patrimonial protegida, e o condenou a 27 anos e três meses de prisão. Em 22 de novembro de 2025, Bolsonaro foi preso pela polícia federal brasileira alegando tentativa de adulteração de seu monitor eletrônico no tornozelo, considerando-o um risco de fuga.

Enquanto isso, o papel crescente do judiciário brasileiro em questões políticas atraiu atenção internacional — especialmente quando o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, acusou os tribunais brasileiros de atacarem

23


injustamente Bolsonaro e criticou o juiz de Moraes, após o que sanções dos EUA foram impostas ao juiz de Moraes sob a Lei Global Magnitsky. Esses eventos, junto com confrontos institucionais como a proibição temporária da plataforma de mídia social X em 2024, levantaram preocupações sobre a previsibilidade regulatória, diminuição do apetite de investidores estrangeiros e aumento da incerteza em vista da eleição presidencial brasileira que será realizada em 2026. Os resultados desses processos e dos desenvolvimentos políticos relacionados permanecem imprevisíveis e podem afetar negativamente a economia brasileira, nossos negócios e o mercado de nossos valores mobiliários.

A incerteza em torno da eleição presidencial brasileira de 2026 pode aumentar a volatilidade política e econômica. Espera-se que o ambiente eleitoral permaneça altamente polarizado, com visibilidade limitada sobre o campo final de candidatos, alinhamentos de coalizão e a direção política da próxima administração. Processos judiciais envolvendo figuras políticas proeminentes, restrições à elegibilidade política e o papel ativo do judiciário na supervisão eleitoral podem aumentar ainda mais a incerteza em torno do processo eleitoral. A incerteza relacionada às eleições pode atrasar ou interromper esforços de consolidação fiscal, reformas regulatórias e iniciativas de privatização, além de aumentar a volatilidade do mercado, flutuações cambiais, prêmios de risco e reduzir fluxos de investimento estrangeiro. Qualquer resultado eleitoral contestado ou agitação pós-eleitoral pode agravar ainda mais as tensões políticas e afetar negativamente a atividade econômica, a economia brasileira, nossos negócios e o preço de mercado de nossos títulos.

Além disso, o Brasil está passando por um processo abrangente de reforma tributária destinado a simplificar o sistema tributário e melhorar a eficiência, mas que também implicará mudanças significativas nas bases tributárias, alíquotas, mecanismos de crédito e modelos de cobrança (incluindo a adoção do "pagamento dividido"), que podem afetar os preços relativos, a lucratividade entre setores e regiões, e a alocação de investimentos. Para nós, a implementação do IBS e CBS pode exigir adaptações substanciais em nossos sistemas, processos e contratos de faturamento e empresas, incluindo a revisão das estruturas da cadeia de suprimentos, estratégias de precificação e gestão de créditos fiscais, e pode resultar em custos de transição e incerteza quanto à carga tributária líquida sobre nossos serviços. Veja "Item 3 Informações-chave – D. Fatores de Risco – Riscos Relacionados ao Brasil Mudanças nas leis tributárias brasileiras podem ter impacto negativo nos impostos aplicáveis ao nosso negócio e sobre nossos preços."

A aprovação das iniciativas econômicas relevantes pelo Congresso Nacional do Brasil demonstra que o Governo Federal brasileiro, apesar de não contar com uma maioria parlamentar estável, conseguiu construir consenso multipartidário caso a caso para avançar elementos-chave de sua agenda econômica, incluindo a regulamentação da reforma tributária e as medidas fiscais. No entanto, essa dinâmica legislativa exige negociações contínuas e construção de coalizões, e desenvolvimentos políticos, mudanças nas prioridades legislativas ou executivas, ou desacordos sobre regras fiscais, gastos públicos, regulamentação ou política industrial podem afetar a continuidade das políticas, a confiança do mercado e as condições de investimento. Além disso, mudanças na composição das autoridades econômicas, incluindo a liderança do Banco Central do Brasil, podem influenciar as expectativas de política monetária, percepções de independência institucional e variáveis macroeconômicas como inflação, taxas de juros e volatilidade das taxas de câmbio.

Em última análise, não podemos prever o escopo, a natureza e o impacto de quaisquer mudanças políticas ou reformas (ou reviravoltas) que possam ser implementadas pela administração presidencial brasileira, especialmente o escopo, viabilidade e eficácia das tão aguardadas reformas tributárias, que poderiam resultar em mais instabilidade política e econômica e impactar negativamente o arcabouço regulatório em que operamos, o que, por sua vez, poderia afetar negativamente nossos negócios, situação financeira e resultados operacionais. Da mesma forma, não podemos prever como as ações da administração presidencial brasileira podem impactar a estabilidade geral, as perspectivas de crescimento e a saúde econômica e política do país.

As condições globais também podem afetar a estabilidade econômica e financeira do Brasil. Por exemplo, em 30 de julho de 2025, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma Ordem Executiva impondo uma tarifa adicional de 40% sobre importações do Brasil, elevando a taxa total para 50%, com efeito a partir de 6 de agosto de 2025. Embora certas categorias de produtos (como suco de laranja, aeronaves civis, petróleo, veículos e peças, fertilizantes e produtos energéticos) tenham sido excluídas, muitas exportações brasileiras para os EUA passaram a estar sujeitas a uma das tarifas mais altas do mundo. A administração dos EUA também revogou os vistos de vários

24


membros da Suprema Corte Federal do Brasil e do Procurador-Geral, citando preocupações sobre supostas violações de direitos humanos e restrições à liberdade de expressão.

Em 13 de agosto de 2025, o governo brasileiro anunciou um pacote de contramedidas de emergência no total de aproximadamente R$30,0 bilhões, incluindo linhas de crédito subsidiadas para exportadores, expansão de programas de reembolso e suspensão de impostos, reformas nos mecanismos de garantia de exportação, aquisição federal direta de bens afetados e apresentação de reclamações à Organização Mundial do Comércio.

Em novembro de 2025, após negociações entre os dois governos, os Estados Unidos revogaram as tarifas adicionais sobre certos produtos agrícolas brasileiros e restabeleceram os níveis tarifários anteriores. Em 20 de fevereiro de 2026, a Suprema Corte dos EUA determinou que várias tarifas implementadas pelo governo Trump eram inconstitucionais. Em resposta a essa decisão, o presidente Trump anunciou a implementação imediata de uma tarifa geral de 15% sob a seção 122 da Lei de Tarifas. Essas tarifas expiram após 150 dias, a menos que sejam prorrogadas pelo Congresso. Permanecem incertezas quanto à trajetória geral da política comercial entre EUA e Brasil, ao potencial para futuras ações comerciais e ao impacto de considerações geopolíticas mais amplas nas relações bilaterais. Como resultado, a volatilidade em indústrias dependentes do comércio e fluxos de capitais transfronteiriços pode continuar, e medidas renovadas podem ser restabelecidas com aviso limitado.

Qualquer escalada da disputa pode levar a novas tarifas, restrições comerciais ou outras barreiras não tarifárias, afetando negativamente a economia brasileira, o valor do real brasileiro, a confiança dos investidores e os fluxos de capitais transfronteiriços. Além disso, as tensões diplomáticas entre os dois países podem prejudicar a cooperação bilateral em outras áreas, o que pode afetar indiretamente nossas operações.

O governo brasileiro exerceu influência significativa sobre a economia brasileira e continua a fazê-lo. Esse envolvimento pode ter um efeito negativo em nossas atividades, em nossos negócios e nos preços de mercado de nossas ações e ADSs.

No passado recente, o governo brasileiro frequentemente interveio na economia brasileira e, ocasionalmente, fez mudanças drásticas na política econômica. Para influenciar o rumo da economia brasileira, controlar a inflação e implementar outras políticas, o governo brasileiro tomou diversas medidas, incluindo o uso de controles de salários e preços, desvalorizações cambiais, controles de capitais, limites às importações e congelamento de contas bancárias. Não temos controle e não podemos prever quais medidas ou políticas o governo brasileiro poderá adotar ou adotar no futuro. Nosso negócio, condição financeira, receitas, resultados operacionais, perspectivas e o preço de negociação de nossos valores mobiliários podem ser prejudicados por mudanças nas políticas e regulamentações governamentais, bem como por outros fatores, tais como: (i) taxas de câmbio flutuantes; (ii) inflação; (iii) taxas de juros; (iv) políticas fiscais e monetárias; (v) mudanças nos regimes tributários; (vi) liquidez nos mercados domésticos de capitais e crédito; (vii) instabilidade econômica, política e social; (viii) reduções nos salários ou níveis de renda; (ix) aumento das taxas de desemprego; (x) políticas tributárias (incluindo as atualmente em análise pelo Congresso Brasileiro); (xi) controles cambiais e restrições às remessas no exterior; e (xii) outros desenvolvimentos políticos, diplomáticos, sociais ou econômicos no Brasil ou que afetam o Brasil.

A incerteza em relação a mudanças feitas pelo governo brasileiro nas políticas ou padrões que afetam esses ou outros fatores pode contribuir para a incerteza econômica no Brasil e aumentar a volatilidade do mercado de capitais brasileiro e dos títulos emitidos no exterior por empresas brasileiras.

Além disso, interrupções nos mercados de crédito e outros mercados financeiros, e a deterioração do ambiente econômico brasileiro e/ou global podem, entre outros efeitos: (1) ter um impacto negativo na demanda, o que pode reduzir vendas, receita operacional e fluxo de caixa; (2) diminuir o consumo de nossos produtos; (3) restringir a disponibilidade de financiamento para nossas operações ou investimentos, ou para o refinanciamento de nossa dívida no futuro; (4) fazer com que os credores modifiquem suas políticas de risco de crédito e restrinjam nossa capacidade de negociar quaisquer termos de nossa dívida no futuro; (5) causar a deterioração da situação financeira de nossos clientes ou fornecedores; ou (6) diminuir o valor dos nossos investimentos.

25


26

Mudanças nas leis tributárias brasileiras podem ter um impacto negativo nos impostos aplicáveis ao nosso negócio e nos nossos preços.

Nosso negócio é substancialmente afetado pelo regime tributário no Brasil sobre bens e serviços de telecomunicações, conforme detalhado no "Item 4. Informações sobre a Empresa—B. Visão Geral do Negócio—Impostos sobre Bens e Serviços de Telecomunicações."

Nos últimos anos, houve várias mudanças nas leis tributárias brasileiras e em sua interpretação, o que criou incerteza para nosso negócio sobre como calcula e cumpre os encargos fiscais relevantes. Novas mudanças nas regulamentações tributárias, como uma possível reforma tributária previamente anunciada pelo Governo Federal do Brasil, podem impactar nossos ativos e passivos financeiros, bem como nossos preços, o que pode ter um efeito adverso material sobre nossos negócios, condição financeira e resultados das operações.

Em 2025, o Governo Federal do Brasil enfrentou um déficit primário de aproximadamente R$55 bilhões, equivalente a 0,43% do produto interno bruto ("PIB"). Apesar do déficit, a meta fiscal para o ano foi formalmente alcançada. No entanto, as despesas do Governo Federal brasileiro superaram suas receitas totais. De forma semelhante à meta estabelecida para 2025, o orçamento de 2026 estabeleceu uma meta zero para o déficit primário, sinalizando um esforço para aumentar a receita tributária ou reduzir gastos. O consenso do mercado financeiro indica a preferência do Governo Federal pelo aumento de impostos, e desenvolvimentos recentes podem corroborar essa visão. Algumas mudanças fiscais recentes podem ter impactos adversos nos impostos aplicáveis ao nosso negócio e em nossos preços.

Para limitar a capacidade dos governos estaduais de realizar tributação agressiva, a Constituição Federal do Brasil prescreve que o imposto estadual sobre vendas ("ICMS") pode ser variável, de acordo com a essencialidade dos bens e serviços. Assim, os bens e serviços mais essenciais geralmente devem ter taxas mais baixas do que bens e serviços de luxo.

Assim, em dezembro de 2021, a Suprema Corte do Brasil também decidiu que os serviços de telecomunicações devem ser tributados na alíquota geral do ICMS prevista na legislação de cada estado. No caso principal, os contribuintes exigiram o reconhecimento da inconstitucionalidade da alíquota de 25% cobrada sobre o fornecimento de serviços de comunicação no Estado de Santa Catarina, onde a taxa geral é de 17%. O Supremo Tribunal do Brasil decidiu que os serviços de comunicação devem ser tributados na alíquota geral e suavizou os efeitos dessa decisão sobre o Estado, garantindo que ela só entre em vigor em 2024.

Apesar dessa decisão, o Congresso Federal promulgou, em junho de 2022, a Lei Complementar nº 194/2022, que determina que comunicações e outras atividades, como combustíveis, gás natural, eletricidade e transporte público, são bens e serviços essenciais e, consequentemente, limitou o ICMS cobrado nessas transações à alíquota mínima de imposto de cada Estado, que na época variava de 17% a 18%. Portanto, a imposição de tarifas ICMS superiores às tarifas gerais de cada Estado para bens e serviços foi proibida por lei a partir de junho de 2022.

Devido a essa redução, os estados tiveram uma queda significativa na arrecadação de impostos até o final de 2022, aproximadamente R$33,5 bilhões. Para abordar e prevenir a prejuízo esperado, um estudo da COMSEFAZ, um conselho de secretários estaduais de finanças, recomendou que os governos estaduais aumentem sua taxa geral de ICMS em 4% a partir de 2023. Como resultado, desde junho de 2022, a taxa média do ICMS subiu de aproximadamente 18,5% para aproximadamente 19,5%.

Também em 2022, foi promulgada a Lei Complementar nº 190/2022 para regular o ICMS cobrado sobre operações interestaduais com consumidores finais ou não contribuintes do ICMS. Nas vendas interestaduais para consumidores finais, o ICMS deve ser dividido entre o estado de origem e o estado de destino, da seguinte forma: (a) até o estado de origem, o ICMS é calculado com a taxa interestadual (4%, 7% ou 12%); e (b) ao estado de destino, o ICMS é calculado com base na diferença entre as tarifas interestaduais usadas na transação e a taxa aplicável às transações internas no estado de destino (geralmente de 17% a 21%), também conhecida como ICMS DIFAL.

De acordo com essa lei, o DIFAL do ICMS deve ser determinado com base em cálculos duplos. Para nós, isso deve impactar principalmente nossas aquisições de ativos fixos e, embora deva representar um aumento no cash-out,


o imposto adicional deve ser recuperado principalmente como uma entrada de crédito mensal ao longo dos quatro anos seguintes.

Em relação a outros impostos, houve algumas mudanças relevantes em relação ao imposto federal especial ("IPI"). Em fevereiro de 2022, o governo brasileiro emitiu um decreto reduzindo em média 25% o imposto para vários produtos vendidos no Brasil. Em abril, um novo decreto foi promulgado, aumentando a redução do IPI para 35%, exceto para produtos produzidos na Zona Livre de Impostos de Manaus ("ZFM"). Em 2023, essas medidas foram mantidas.

A outra mudança relevante em 2022 refere-se ao programa de integração social ("PIS") e à contribuição para financiamento da seguridade social ("COFINS"). Em dezembro de 2022, a Receita Federal do Brasil publicou a Instrução Normativa nº 2.121/2022 ("IN nº 2.121/2022"), regulando as contribuições sociais do PIS e COFINS. Em essência, a IN nº 2.121/2022 – que substituiu a IN nº 1.911/19 – consolidou as novas diretrizes sobre verificação, inspeção, coleta e administração das contribuições para: (i) PIS/PASEP; (ii) COFINS; (iii) PIS/PASEP-Importação; e (iv) COFINS-Importação.

Além disso, em 30 de dezembro de 2022, o Decreto nº 11.322/22 reduziu pela metade as taxas PIS/COFINS cobradas sobre a renda financeira obtida por empresas sujeitas ao regime não cumulativo. As taxas mudaram de 0,65% e 4% para 0,33% e 2%, respectivamente. De acordo com o Decreto, a redução entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2023. No entanto, em 2 de janeiro, foi revogado pelo recém-inaugurado Governo, restabelecendo as taxas de PIS e COFINS cobradas sobre a renda financeira aos seus valores originais.

Do ponto de vista fiscal federal, no final de 2022, foram promulgadas novas legislações tributárias relevantes, incluindo a Medida Provisória nº 1.152 ("MP nº 1.152/2022"), que alterou a legislação sobre imposto de renda das empresas ("IRPJ") e contribuição social sobre lucro líquido ("CSLL"), estabelecendo novas regras de preços de transferência. A MP nº 1.152/2022 visa alinhar as regras do Brasil com os padrões internacionais e os resultados de um processo voltado para adaptar os padrões brasileiros aos recomendados pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para isso, houve uma alteração ao princípio da distância de braço e mudanças nas regras de preços de transferência que antes eram exclusivas do Brasil. Essa Medida Provisória foi convertida na Lei nº 14.596, datada de 14 de junho de 2023. Essa nova lei incorporou expressamente o princípio da distância no sistema jurídico brasileiro. Além disso, o novo regulamento reformula o sistema atual, abandonando o cálculo de margem fixa do Benchmark em favor de testes de comparabilidade, que se aproximam melhor do princípio do "comprimento de braço" incorporado ao sistema jurídico brasileiro com a nova lei mencionada acima. Esse princípio estabelece que o cálculo do Benchmark deve considerar as relações entre partes independentes em transações comparáveis. Esse novo regime deve ser cumprido obrigatoriamente a partir de 2024, ou voluntariamente a partir de 2023, para os contribuintes que desejam antecipar os efeitos da nova lei. O regulamento da lei será emitido pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil na forma de uma Instrução Normativa que será atualizada periodicamente para refletir as necessidades de orientação prática adicional e considerações de esclarecimento. A primeira instrução normativa foi publicada em 29 de setembro de 2023, a Instrução Normativa nº 2.161/23.

Em 20 de dezembro de 2023, o Congresso brasileiro aprovou a reforma do imposto sobre o consumo, resultando na promulgação da Emenda Constitucional nº 132/2023, que reformulou completamente a tributação sobre o consumo. Um dos principais objetivos dessa reforma tributária é simplificar a legislação tributária aplicável ao consumo no Brasil, substituindo os impostos indiretos atuais (ou seja, ICMS, ISS, PIS e COFINS) por um imposto sobre o valor agregado duplo ("duplo IVA"), composto por uma contribuição federal sobre bens e serviços ("CBS") e um imposto subnacional sobre bens e serviços ("IBS"). Também cria um novo imposto especial ("IS") a ser aplicado sobre bens e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como bebidas alcoólicas e cigarros. O imposto IS substituirá parcialmente o IPI. O CBS substituirá as atuais contribuições sociais federais (PIS e COFINS), enquanto o IBS substituirá tanto o ICMS quanto o imposto municipal sobre serviços ("ISS"). Em resumo, o IVA duplo terá um imposto amplo e completo não acumulativo sobre bens e serviços, será cobrado no destino e terá algumas alíquotas e exceções. Até 2027, todos os impostos anteriores e o CBS serão aplicados simultaneamente. Em 2027, o PIS/COFINS deixará de existir e será definitivamente substituído pela CBS, que terá sua taxa padrão. O IPI será fixado em zero para a grande maioria dos produtos nacionais e importados em 2027. O IS também entrará em vigor em 2027. De 2029 a 2032, as alíquotas do IBS serão aumentadas proporcionalmente ano a ano, enquanto as taxas do ICMS e do ISS serão gradualmente reduzidas, assim como os benefícios fiscais

27


concedidos durante esse período. Em 2033, o IBS será totalmente implementado, enquanto o ICMS e o ISS serão abolidos. Regulamentos adicionais do IBS, CBS e IS foram promulgados em 16 de janeiro de 2025 por meio da Lei Suplementar nº 214. No entanto, as alíquotas de impostos ainda não foram definidas. Portanto, não podemos antecipar com precisão o impacto da reforma do imposto sobre o consumo em nossas operações até a data deste relatório anual no Formulário 20-F. No entanto, os efeitos sobre os resultados das operações podem ser significativos e podem ter consequências negativas que afetem materialmente os resultados reportados.

Como resultado, espera-se que 2026 funcione como um ano de transição, e a partir de 2027 seremos obrigados a operar integralmente sob o novo modelo tributário, o que pode implicar (i) maior complexidade operacional resultante da coexistência de diferentes regimes tributários, (ii) o risco de aumento e/ou maior volatilidade da nossa carga tributária indireta e possíveis efeitos de retransmissão sobre a precificação durante a migração para o IBS, Regimes CBS e IS, (iii) risco de execução durante o período de transição 2026–2027, e (iv) riscos de fluxo de caixa decorrentes do desenho de créditos fiscais, incluindo créditos intensivos em CAPEX, prazos de reembolso ou compensação, e os mecanismos operacionais do novo modelo, como os acordos de pagamento dividido previstos na Lei Complementar nº 214/2025.

Outra mudança relevante do ponto de vista da lei tributária federal foi que o poder executivo modificou completamente o atual sistema de isenção de subsídios para investimentos no país com a revogação do artigo 30 da Lei nº 12.973/14, bem como das disposições da Lei nº 10.637/02 e da Lei nº 10.833/03, em 30 de agosto de 2023, por meio da Medida Provisória nº 1.185.

Como resultado, tais receitas de subsídios são normalmente tributadas pelo IRPJ, CSLL, COFINS e PIS. Por outro lado, o novo sistema jurídico permite que a apropriação de créditos fiscais seja usada para compensar as dívidas do contribuinte junto ao serviço federal de receita do Brasil ("RFB") ou reembolsada em dinheiro. A aplicação desse mecanismo depende da autorização prévia da Receita Federal (FEI), que será concedida após investimentos realizados na empresa que se pretende qualificar para receber o incentivo fiscal.

O projeto para converter a Medida Provisória nº 1.185 em lei foi aprovado pelo Congresso brasileiro em 15 de dezembro de 2023, com a Lei nº 14.789, que inaugura um novo sistema de tratamento tributário para subsídios em nível federal.

É importante destacar que o projeto de lei aprovado inovou em relação ao projeto originalmente proposto ao mudar o tratamento legal dado à tributação dos juros sobre o capital próprio ("JSCP"). O projeto tornou o instituto mais restritivo ao prever, por exemplo, que variações positivas no patrimônio líquido resultantes de atos corporativos entre partes dependentes, que não envolvem o fluxo efetivo de ativos para a entidade legal, não serão consideradas, conforme divulgado detalhadamente no "Item 10. Informações adicionais—E. Tributação—Considerações Fiscais Brasileiras—Distribuições de Juros sobre o Capital." Essas mudanças podem representar uma possível redução no limite de dedutibilidade para a base do CIT.

Em 28 de dezembro de 2023, foi emitida a Medida Provisória nº 1.202 e, entre outras disposições, visa estabelecer um novo arcabouço legal limitando a compensação de créditos resultantes de uma decisão judicial final com valor igual ou superior a R$10 milhões. O projeto de lei para converter a Medida Provisória nº 1.202 em lei foi aprovado pelo Congresso Nacional em 27 de dezembro de 2023. Essa aprovação resultou na Lei nº 14.784, que preservou o conteúdo original da Medida Provisória nº 1.202. Essa medida visa aumentar a arrecadação de impostos restringindo o uso de créditos nas decisões judiciais finais para compensar impostos.

Em conformidade com o arcabouço tributário internacional da OCDE/G20, o Brasil promulgou a Lei nº 15.079 em 27 de dezembro de 2024, introduzindo as regras mínimas globais de imposto do Pilar Dois. Essa legislação tem como objetivo combater a erosão da base e o deslocamento de lucros (BEPS), garantindo que os lucros dos grandes grupos multinacionais ("MNE") estejam sujeitos a uma alíquota mínima efetiva de 15%, independentemente de onde tais lucros sejam gerados.

A lei entrou em vigor em 1º de janeiro de 2025 e se aplica a grupos de MNE com receitas anuais consolidadas de pelo menos EUR 750 milhões em pelo menos dois dos quatro anos fiscais anteriores. Exige o cálculo da alíquota efetiva do imposto Global Anti-Base Erosion (GloBE) em base à jurisdição, com um imposto adicional sendo pago na medida em que a alíquota efetiva em qualquer jurisdição caia abaixo de 15%.

28


29

Para implementar esse quadro, o Brasil introduziu um Imposto Mínimo Qualificado de Complemento Doméstico (QDMTT), estruturado como um sobreimposto sobre a CSLL. Esse mecanismo tem como objetivo garantir que qualquer imposto adicional atribuível aos lucros gerados por entidades brasileiras seja arrecadado internamente.

Além disso, a Lei Complementar nº 224, promulgada em 26 de dezembro de 2025, estabeleceu uma redução sistemática e linear dos incentivos e benefícios fiscais federais, com efeito a partir de 1º de janeiro de 2026. Essa redução se aplica cumulativamente em impostos federais, incluindo PIS E COFINS, IRPJ, CSLL, imposto de importação ("II"), IPI e contribuições para a seguridade social do empregador. A redução é implementada por meio de uma metodologia padronizada que ajusta cada benefício com base em sua natureza legal específica.

Sob esse enquadramento, os incentivos e benefícios fiscais são geralmente ajustados da seguinte forma: (i) isenções e benefícios de alíquota zero estão sujeitos a uma alíquota correspondente a 10% da alíquota padrão de imposto; (ii) benefícios de taxa reduzida são ajustados para a soma de 90% da taxa reduzida e 10% da taxa padrão; (iii) as reduções da base tributária são limitadas a 90% da redução prevista pela legislação aplicável; (iv) créditos financeiros ou fiscais, incluindo créditos presumidos ou nocionais, são limitados a 90% do valor original do crédito, com a parte restante cancelada; (v) as reduções no imposto devido são limitadas a 90% do valor aplicável; (vi) regimes especiais ou preferenciais opcionais baseados na receita bruta estão sujeitos a um aumento de 10% na taxa bruta aplicável; e (vii) regimes de base tributária presumida estão sujeitos a um aumento de 10% nas percentagens de presunção.

A legislação prevê uma lista exaustiva de benefícios fiscais excluídos desse quadro de redução, incluindo imunidades fiscais constitucionais, benefícios de alíquota zero aplicáveis a produtos incluídos na Cesta Nacional de Alimentos Básicos e benefícios disponíveis para micro e pequenas empresas sob o regime Simples Nacional.

Além disso, a lei estabelece um limite agregado para a concessão, expansão ou renovação de incentivos e benefícios fiscais igual a 2% do PIB do Brasil e, em geral, limita sua duração a no máximo cinco anos.

Esse novo arcabouço pode aumentar a carga tributária geral e criar incerteza para os contribuintes, inclusive para nós, o que pode afetar negativamente nosso negócio, nossa condição financeira e os resultados das operações.

A inflação, e as medidas governamentais para conter a inflação, podem afetar negativamente a economia brasileira e o mercado de capitais, nossos negócios e operações, e os preços de mercado de nossas ações ordinárias ou ADSs.

No passado recente, o Brasil tem apresentado altas taxas de inflação e as medidas do governo para conter a inflação tiveram efeitos negativos significativos na economia brasileira. As ações tomadas para absorver os efeitos da pandemia de COVID-19 aumentaram a volatilidade do mercado, ampliaram os riscos existentes e, apesar da consequente contração da atividade econômica, a economia brasileira continuou sofrendo com pressões inflacionárias durante 2024. A preocupação atual e contínua sobre a capacidade do governo de implementar o orçamento público, especialmente no que diz respeito ao controle de despesas e ao aumento da receita, afeta a expectativa de inflação, o que, por sua vez, resulta no aumento das taxas de juros. O limite superior da meta de inflação foi ultrapassado em 2024 e o ciclo de aperto monetário aplicado (aumento das taxas básicas de juros) busca garantir que o cenário não se repita em 2025. Portanto, são esperados ajustes na política monetária em breve, baseados em um esforço fiscal concreto e positivo. Qualquer incerteza quanto às futuras medidas fiscais do governo que possam ser tomadas para reduzir a inflação pode afetar a confiança dos investidores e do mercado em geral e, consequentemente, afetar nossos resultados operacionais e financeiros, além de aumentar a volatilidade nos mercados de capitais brasileiros.

Os movimentos cambiais e as flutuações das taxas de juros podem ter um efeito negativo sobre nossos negócios e os preços de mercado de nossas ações ou dos ADSs.

A valorização do real em relação ao dólar americano pode levar à deterioração da conta corrente do país e da balança de pagamentos, bem como a uma diminuição do crescimento impulsionado pelas exportações. Qualquer valorização desse tipo poderia reduzir a competitividade das exportações brasileiras e afetar negativamente as vendas líquidas e os fluxos de caixa provenientes das exportações. A desvalorização do real em relação ao dólar


30

americano pode criar pressões inflacionárias adicionais no Brasil ao aumentar o preço dos produtos importados, o que pode resultar na adoção de políticas governamentais deflacionárias. A forte depreciação do real em relação ao dólar americano pode gerar inflação e medidas governamentais para combater possíveis surtos inflacionários, incluindo o aumento das taxas de juros, que reduz o poder de compra dos consumidores e eleva o custo no mercado de crédito. Desvalorizações do real reduziriam o valor em dólares dos EUA das distribuições e dividendos de nossas ações ordinárias e ADSs, além de diminuir o valor de mercado desses títulos. Quaisquer efeitos macroeconômicos desse tipo podem afetar negativamente nossas receitas operacionais líquidas e nosso desempenho financeiro geral.

Adquirimos equipamentos e aparelhos de fornecedores globais, cujos preços são denominados em dólares americanos. A depreciação do real em relação ao dólar americano pode resultar em um aumento relativo no preço de nossos equipamentos e aparelhos. Assim, estamos expostos ao risco cambial, decorrente da necessidade de realizar gastos substanciais em dólares, especialmente para componentes, equipamentos e aparelhos importados, que temos capacidade limitada de proteger. Veja "Item 5. Análise da Administração sobre o Desempenho Operacional e Financeiro e Perspectivas."

Em 31 de dezembro de 2025, não tínhamos exposição a dívidas denominadas em moedas estrangeiras. Todo o nosso endividamento pendente foi indexado à inflação (ou seja, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ("IPCA") e totalmente protegido por swaps de taxa de juros vinculados às taxas de juros do Brasil. Veja "Item 11. Divulgações Quantitativas e Qualitativas sobre o Risco de Mercado."

Os efeitos da economia doméstica fraca podem reduzir as compras de nossos produtos e serviços e afetar negativamente nossos resultados operacionais, fluxos de caixa e condição financeira.

A economia brasileira tem apresentado recentemente uma combinação de crescimento moderado do PIB e atividade de serviços resiliente, ao lado de episódios de aumento da inflação, política monetária mais rígida e volatilidade das taxas de câmbio. Embora a demanda interna tenha se recuperado do período pandêmico, pressões inflacionárias e incerteza em relação à consolidação fiscal contribuíram para o aumento das taxas de juros de política monetária e uma postura mais cautelosa do Banco Central do Brasil.

As condições macroeconômicas afetam diretamente nosso negócio, já que certos de nossos ativos e passivos estão indexados à inflação e a demanda por serviços de telecomunicações depende da renda real dos clientes e do acesso ao crédito. A inflação aumentou durante 2024 e permaneceu acima da meta oficial durante parte de 2025, levando o Banco Central a aumentar as taxas de juros e manter a política monetária restritiva, mesmo com a queda do desemprego e a expansão da atividade econômica. A inflação mais alta corrompou o poder de compra das famílias, especialmente entre os segmentos de baixa renda, enquanto taxas de juros mais altas elevam o peso do serviço da dívida e apertam as condições de crédito, levando consumidores e empresas a reduzir ou adiar gastos discricionários. Nessas condições, os clientes podem rebaixar para planos de preço mais baixo, reduzir o uso de serviços de valor agregado ou atrasar atualizações de dispositivos, e a descumprimento e o churn podem aumentar, o que pode afetar negativamente nossas receitas, margens e fluxos de caixa.

Embora os indicadores do mercado de trabalho e os programas de apoio governamental tenham ajudado a sustentar o consumo, pesquisas mostram que os consumidores brasileiros continuam preocupados com a inflação, as taxas de juros e o endividamento, o que afeta a confiança e as intenções de consumo. Uma deterioração das condições do mercado de trabalho, crescimento salarial mais lento, redução das transferências governamentais ou um aperto no crédito ao consumidor e corporativo podem pesar ainda mais na demanda por serviços de telecomunicações, especialmente entre segmentos de clientes mais sensíveis ao preço. Além disso, uma inflação real brasileira mais fraca e persistente podem aumentar nossos gastos operacionais e de capital, incluindo equipamentos de rede, energia, leasing e aparelhos e dispositivos importados, e não há garantia de que conseguiremos repassar totalmente esses aumentos de custo aos clientes sem afetar negativamente a demanda e nossa posição competitiva.

Desenvolvimentos macroeconômicos adversos — como crescimento econômico abaixo do esperado, inflação mais alta ou mais volátil, aumentos adicionais nas taxas de juros, deterioração das condições de crédito ou choques negativos no emprego e na renda — podem, portanto, levar à perda de clientes, redução dos gastos dos clientes existentes, maiores despesas com dívidas incobráveis e atrasos nos investimentos planejados em infraestrutura. Qualquer um desses fatores pode ter um efeito adverso material sobre nosso negócio, condição financeira, resultados das operações e fluxos de caixa, além de dificultar o alcance das metas de crescimento.


31

Podemos ser impactados pela volatilidade nos mercados financeiros globais.

Nosso negócio e o preço de mercado e a liquidez de nossos títulos são influenciados pelas condições financeiras e econômicas globais, incluindo ciclos de taxas de juros, apetite pelo risco em mercados emergentes, fluxos de capital e desenvolvimentos geopolíticos. Nos últimos anos, os mercados financeiros globais têm passado por períodos de volatilidade elevada, impulsionados pelo rápido aperto monetário em economias avançadas, preocupações com a sustentabilidade da dívida soberana, episódios de estresse no setor bancário e tensões geopolíticas crescentes, incluindo conflitos contínuos na Europa e no Oriente Médio. Embora o crescimento global deva continuar, espera-se que continue modesto e desigual, e o Fundo Monetário Internacional e outras instituições destacam que os riscos para a perspectiva continuam inclinados para baixa, incluindo tensões comerciais renovadas, mudanças abruptas nas condições financeiras e choques geopolíticos.

Qualquer potencial crise sanitária e de saúde, assim como as consequências de curto, médio e longo prazo das políticas financeiras, monetárias e outras implementadas em resposta a ela, podem ser uma fonte de incerteza para a atividade econômica global. Durante o auge da pandemia de COVID-19, governos e bancos centrais ao redor do mundo tomaram medidas sem precedentes para tentar conter a propagação da doença, ao mesmo tempo em que buscavam proteger as economias locais e a confiança dos consumidores. Os efeitos da política financeira e monetária implementada durante a pandemia estão afetando a economia global; por exemplo, crises fiscais pós-pandemia pressionaram as principais economias e governos ao redor do mundo, inclusive o Brasil, enfrentam o desafio de equilibrar suas contas em meio a tensões políticas e econômicas. Condições financeiras globais mais rígidas e mudanças no sentimento dos investidores em relação a ativos mais arriscados podem ter impacto direto em mercados emergentes como o Brasil. Episódios de aversão ao risco levaram a saídas de capitais dos mercados financeiros brasileiros, desvalorização da taxa cambial e maiores spreads soberanos e corporativos, enquanto períodos de melhora do sentimento facilitaram novos fluxos. Movimentos acentuados nas taxas globais de juros, mudanças nas expectativas em relação à política monetária nos Estados Unidos e em outras grandes economias, ou o aumento da incerteza relacionada à política comercial e eventos geopolíticos podem reduzir o apetite dos investidores estrangeiros por ativos brasileiros, incluindo títulos emitidos por empresas brasileiras de telecomunicações. Esses desenvolvimentos podem afetar negativamente o preço de mercado e a liquidez de nossos títulos e nossa capacidade de acessar os mercados internacionais de capitais em termos aceitáveis ou mesmo de qualquer forma.

Riscos geopolíticos — incluindo a guerra em andamento entre Rússia e Ucrânia, no Oriente Médio, particularmente, mais recentemente, o conflito militar envolvendo Irã, EUA e Israel, e na Venezuela após a destituição de Nicolas Maduro em janeiro de 2026, e a reconfiguração mais ampla dos fluxos globais de comércio e investimentos — continuam a representar ameaças à estabilidade financeira e à confiança dos investidores. Tais eventos podem desencadear volatilidade nos preços das commodities, taxas de câmbio e nos mercados globais de ações e crédito, além de interrupções nas cadeias de suprimentos e nos mercados de energia, o que, por sua vez, pode afetar a inflação, as taxas de juros e o crescimento global. Além disso, disputas comerciais, regimes de sanções e mudanças nas políticas de investimento transfronteiriço podem alterar a disponibilidade e o custo de financiamento para empresas que atuam em mercados emergentes, incluindo o Brasil.

Para o setor de telecomunicações, períodos prolongados de volatilidade do mercado global e condições financeiras mais apertadas podem ter várias consequências adversas. Taxas de juros globais e domésticas mais altas e spreads de crédito mais amplos podem aumentar nosso custo de empréstimos, afetar a avaliação de nossa carteira de dívidas e derivativos, além de reduzir a atratividade do refinanciamento ou da prorrogação de vencimentos. A deterioração das condições financeiras globais ou regionais também pode levar credores e investidores a reduzirem a exposição a mercados emergentes ou a setores que consideram mais arriscados, restringindo assim nosso acesso a empréstimos, mercados de capitais e outras fontes de financiamento necessárias para financiar investimentos em rede, pagamentos de espectro e projetos estratégicos. Além disso, uma deterioração sustentada das condições globais que se estenda para o Brasil pode afetar o crescimento econômico, a confiança do consumidor e a estabilidade cambial, o que pode reduzir a demanda por nossos serviços e aumentar nossos custos operacionais e de capital.

Qualquer um desses fatores — volatilidade dos mercados financeiros globais, condições de financiamento internacional mais rígidas, deterioração do sentimento dos investidores em relação aos mercados emergentes ou desenvolvimentos geopolíticos e macroeconômicos adversos — pode impactar negativamente nossos custos de


investimento, acesso a capital, planos de investimento e o preço e liquidez de mercado de nossos títulos, além de ter um efeito adverso material sobre nossos negócios, condição financeira e resultados das operações.

Desenvolvimentos e a percepção de risco em outros países podem afetar negativamente a economia brasileira e o preço de mercado dos títulos dos emissores brasileiros.

O valor de mercado dos títulos dos emissores brasileiros é influenciado não apenas pelas condições internas, mas também pelos desenvolvimentos econômicos, financeiros e políticos em outros países, especialmente as economias dos Estados Unidos e da Europa, bem como em outros mercados latino-americanos e emergentes. Mesmo quando as condições econômicas nesses países diferem das do Brasil, mudanças no apetite global pelo risco e as reações dos investidores a eventos externos podem levar à realocação de portfólio que afeta ativos brasileiros, incluindo títulos emitidos por empresas brasileiras de telecomunicações. Crises ou episódios de estresse em outros mercados emergentes podem reduzir o interesse dos investidores em títulos de mercados emergentes de forma mais ampla, o que pode impactar negativamente o preço e a liquidez de nossos títulos, restringir nosso acesso aos mercados internacionais de capitais e afetar nossa capacidade de financiar nossas operações em termos favoráveis ou até mesmo de forma adequada.

Ajustes na política monetária em economias avançadas, especialmente nos Estados Unidos, historicamente geraram efeitos de impacto para mercados emergentes por meio de taxas de juros, taxas de câmbio e fluxos de capital. Períodos de aperto mais rápido do que o esperado ou mudanças nas expectativas sobre a trajetória das taxas de juros dos EUA têm sido associados a rendimentos globais mais altos, aumento da volatilidade e saídas de capital de mercados emergentes, incluindo o Brasil, levando à depreciação da moeda local e a spreads mais amplos entre soberanas e empresas. O Brasil é geralmente considerado um dos mercados emergentes mais sensíveis aos choques da política monetária dos EUA, refletindo sua integração financeira e características macroeconômicas. Além disso, mudanças nas políticas fiscais e regulatórias nos Estados Unidos e em outras grandes economias, assim como mudanças nas políticas comerciais e industriais, podem alterar os fluxos globais de capital e os prêmios de risco para mercados emergentes. A postura política da atual administração dos EUA, incluindo possíveis mudanças nas prioridades de comércio, indústria ou regulação financeira durante o mandato do presidente Donald Trump a partir de 2025, pode aumentar a incerteza sobre o crescimento global e as condições financeiras e, consequentemente, sobre as perspectivas para o Brasil.

Tensões e conflitos geopolíticos também contribuem para a volatilidade e a reprocificação de riscos nos mercados financeiros globais. Os conflitos em andamento entre Rússia e Ucrânia, no Oriente Médio, particularmente, mais recentemente, o conflito militar envolvendo Irã, EUA e Israel, e na Venezuela após a deposição de Nicolás Maduro em janeiro de 2026, aumentaram o risco geopolítico, elevaram certos preços de commodities e contribuíram para episódios de volatilidade elevada nos mercados de ações, títulos, câmbio e energia. Estudos publicados em periódicos científicos, como o International Journal of Food and Agricultural Economics, mostram que o conflito aumentou significativamente os transbordamentos de volatilidade entre os principais mercados financeiros e commodities energéticas, reforçando preocupações com a estabilidade financeira e afetando o sentimento dos investidores. De forma mais ampla, a combinação de sanções relacionadas à guerra, interrupções na cadeia de suprimentos, preços mais altos da energia e incerteza sobre a duração e escalada dos conflitos aumentou as pressões inflacionárias e endureceu as condições financeiras globalmente.

Qualquer deterioração das condições financeiras globais ou aumento da aversão ao risco global — seja impulsionada pela política monetária dos EUA, eventos geopolíticos, conflitos regionais, estresse no setor financeiro em economias avançadas ou crises em outros mercados emergentes — pode levar a saídas de capital do Brasil, desvalorização da taxa de câmbio, maior inflação e taxas de juros, e condições de financiamento mais rígidas. Esses desenvolvimentos podem reduzir o apetite dos investidores por títulos brasileiros, incluindo nossos títulos, aumentar nossos custos de financiamento, limitar nosso acesso aos mercados de capitais domésticos e internacionais e afetar negativamente o preço de negociação e a liquidez de nossas ações e outros títulos. Como resultado, desenvolvimentos adversos e mudanças na percepção de risco em outros países e regiões podem ter um efeito adverso material sobre a economia brasileira e sobre nossos negócios, condição financeira, resultados das operações e o preço de mercado e a liquidez de nossos títulos.

32


33

Riscos relacionados às nossas ações ordinárias e aos ADSs

Nosso acionista controlador tem poder sobre a direção do nosso negócio.

A Telecom Italia, por meio de sua participação na TIM Brasil Serviços e Participações S.A., nosso acionista majoritário, tem a capacidade de determinar ações que exijam aprovação dos acionistas, incluindo a eleição da maioria de nossos diretores e, sujeito à legislação brasileira, o pagamento de dividendos e outras distribuições. O principal acionista da Telecom Italia é a Poste Italiani S.p.A., que consegue exercer influência significativa sobre a Telecom Italia. A Telecom Italia pode buscar aquisições, vendas de ativos, joint ventures ou acordos de financiamento, ou pode perseguir outros objetivos que entrem em conflito com os interesses de outros acionistas e que possam afetar negativamente nossos negócios, condição financeira e resultados das operações.

Os detentores de nossos ADSs não têm direito a comparecer às assembleias de acionistas e só podem votar através do depositário.

De acordo com a legislação brasileira, apenas acionistas registrados como tais em nossos livros corporativos podem participar das assembleias de acionistas. Todas as ações ordinárias subjacentes aos nossos ADSs estão registradas em nome do depositário. Portanto, um detentor de ADSs não tem direito a participar das assembleias de acionistas. Os detentores de nossos ADSs podem exercer seus direitos de voto limitados em relação às nossas ações ordinárias representadas pelos ADSs somente de acordo com o acordo de depósito relativo ao ADS. Existem limitações práticas na capacidade dos portadores de ADS de exercer seus direitos de voto devido às etapas adicionais envolvidas na comunicação com os portadores de ADS. Por exemplo, somos obrigados a publicar um aviso das assembleias gerais de nossos acionistas em determinados jornais no Brasil. Os detentores de nossas ações podem exercer seu direito de voto em uma assembleia geral de acionistas participando da assembleia presencialmente ou votando por procuração. Por outro lado, os detentores dos nossos ADSs receberão notificação de uma assembleia geral de acionistas por correspondência do depositário de ADR, após nossa notificação ao depositário de ADR solicitando que o depositário de ADR o faça. Para exercer seus direitos de voto, os detentores de ADS devem instruir o depositário de ADR em tempo hábil. Esse processo de votação levará mais tempo para os detentores da ADS do que para os detentores diretos de nossas ações.

Não podemos garantir que os detentores receberão os materiais de voto a tempo para que esses detentores possam instruir o depositário a votar nas ações subjacentes aos respectivos ADSs. Além disso, o depositário e seus agentes não são responsáveis por não cumprirem as instruções de voto do titular ou pela forma como cumpriram suas instruções de voto. Isso significa que os detentores podem não poder exercer seu direito de voto e podem não ter recurso se nossas ações detidas por esses detentores não forem votadas conforme solicitado.

Detentores de nossos ADSs ou ações ordinárias nos Estados Unidos podem não ter direito a participar de futuras ofertas de direitos preventivos.

Pela legislação brasileira, se emitirmos novas ações em dinheiro como parte de um aumento de capital, geralmente devemos conceder aos nossos acionistas o direito de comprar um número suficiente de ações para manter sua porcentagem de participação existente. Os direitos de compra de ações nessas circunstâncias são conhecidos como direitos preemptivos. Não podemos legalmente permitir que os detentores de nossos ADSs ou ações ordinárias nos Estados Unidos exercam quaisquer direitos preventivos em qualquer aumento futuro de capital, a menos que apresentemos uma declaração de registro à SEC sobre essa emissão futura de ações ou a oferta se qualifique para uma isenção dos requisitos de registro da Lei de Valores Mobiliários. No momento de qualquer aumento futuro de capital, avaliaremos os custos e potenciais responsabilidades associados ao protocolo de uma declaração de registro à SEC e quaisquer outros fatores que consideremos importantes para determinar se devemos apresentar tal declaração de registro. Não podemos garantir aos detentores de nossos ADSs ou ações ordinárias nos Estados Unidos que apresentaremos uma declaração de registro à SEC para permitir que participem de uma oferta de direitos preventivos. Como resultado, a participação acionária desses detentores em nós pode ser diluída proporcionalmente.


34

Dividendos em dinheiro, juros sobre o patrimônio líquido dos acionistas e outras distribuições em dinheiro, bem como decisões que busquem fazer cumprir nossas obrigações em relação às nossas ações ou ADSs no Brasil, só serão pagos em reais.

Pagamos quaisquer dividendos em dinheiro, juros sobre o patrimônio líquido dos acionistas e quaisquer outras distribuições em dinheiro relacionadas às nossas ações ordinárias na Reais. Assim, as flutuações da taxa de câmbio afetam os valores em dólares americanos recebidos pelos detentores de ADSs na conversão, pelo depositário, de dividendos e outras distribuições em moeda brasileira sobre nossas ações ordinárias representadas por ADSs. Além disso, as flutuações das taxas de câmbio também podem afetar nossos resultados operacionais equivalentes em dólares. Veja "Item 5. Análise da Administração sobre o Desempenho Operacional e Financeiro e Perspectivas."

Se forem movidos processos judiciais no Brasil para fazer cumprir nossas obrigações em relação às nossas ações ou ADSs, não seremos obrigados a cumprir nossas obrigações em uma moeda que não seja o Reais. Sob limitações do controle cambial brasileiro, uma obrigação no Brasil de pagar valores denominados em uma moeda diferente do Real só pode ser cumprida em moeda brasileira na taxa de câmbio, conforme determinada pelo Banco Central, em vigor na data em que a sentença é obtida, e tais valores são então ajustados para refletir as variações da taxa de câmbio até a data de pagamento efetivo. A bolsa vigente na época não pode conceder a investidores não brasileiros compensação integral por qualquer reivindicação decorrente ou relacionada às nossas obrigações com nossas ações ou os ADSs. Veja "A. Dados Financeiros Selecionados—Taxas de Câmbio" para informações sobre as taxas de câmbio do real brasileiro.

Detentores de ADSs ou ações ordinárias podem estar sujeitos ao imposto de renda brasileiro sobre ganhos de capital resultantes da venda de ADSs ou ações ordinárias.

De acordo com o artigo 26 da Lei nº 10.833 de 29 de dezembro de 2003, ganhos de capital realizados na disposição de bens localizados no Brasil por residentes não brasileiros, sejam para outros não residentes e feitos fora ou dentro do Brasil, estão sujeitos a tributação no Brasil. Desde 1º de janeiro de 2017, a alíquota do imposto sobre ganhos de capital acumulados por indivíduos não residentes no Brasil pode variar entre 15% e 22,5%, dependendo do valor do ganho de capital. Em última análise, uma alíquota de 25% pode ser aplicada se o ganho de capital for realizado por investidores localizados em Jurisdições de Baixo ou Nulo Imposto (ou seja, um país que não impõe imposto de renda ou que impõe imposto a uma alíquota máxima inferior a 17%). Embora acreditemos que os ADSs não se enquadrarão na definição de bens localizados no Brasil para fins da Lei nº 10.833/2003, considerando seu escopo geral e pouco claro e a ausência de qualquer orientação judicial a respeito, não conseguimos prever se tal interpretação prevalecerá, em última instância, nos tribunais brasileiros. Veja "Item 10. Informações Adicionais — E. Tributação — Considerações Fiscais Brasileiras."

Ganhos realizados por detentores não brasileiros nas disposições de ações ordinárias no Brasil ou em transações com residentes brasileiros podem ser isentos do imposto de renda brasileiro ou tributados a uma alíquota que pode variar entre 15% e 25%, dependendo das circunstâncias. Os ganhos realizados por meio de transações em bolsas de valores brasileiras estão isentos do imposto de renda brasileiro, desde que as transações sejam realizadas de acordo com a Resolução CMN 4.373 do Conselho Monetário Nacional (CMN) (que substituiu a Resolução CMN 2.689) e que o investidor estrangeiro não esteja localizado em jurisdições de baixo ou nulo tributo. Ganhos obtidos por meio de transações com residentes brasileiros ou não executados nas bolsas brasileiras estão sujeitos a imposto com uma alíquota (1) que pode variar entre 15% e 22,5%, dependendo do valor do ganho de capital se os investidores estiverem localizados em jurisdições fiscais regulares, ou (2) de 25% se o ganho de capital for realizado por investidores localizados em jurisdições de baixa ou nula tributação.

Em dezembro de 2024, a Resolução CMN 4.373 foi substituída pela Resolução nº 13, emitida conjuntamente pelo CVM e pelo Banco Central, que entrou em vigor em 2025. Com base em nosso entendimento, espera-se que o tratamento tributário mencionado permaneça inalterado. No entanto, os detentores não brasileiros devem consultar seus próprios consultores fiscais sobre as implicações desse assunto.

Por favor, consulte o "Item 10. Informações adicionais—E. Tributação—Considerações Fiscais Brasileiras—Tributação dos Ganhos."


35

A troca de ADSs por ações ordinárias corre o risco de perda de certas remessas em moeda estrangeira e vantagens fiscais brasileiras.

Os ADSs se beneficiam do certificado de registro de capital estrangeiro, que permite ao J.P. Morgan Chase Bank, N.A. ("J.P. Morgan"), como depositário, converter dividendos e outras distribuições relativas a ações ordinárias em moeda estrangeira, e remeter os recursos para o exterior. Detentores de ADSs que trocarem seus ADSs por ações ordinárias terão então o direito de confiar no certificado de registro de capital estrangeiro do depositário por cinco dias úteis a partir da data da troca. A partir de então, não poderão remeter moedas não brasileiras no exterior, a menos que obtenham seu próprio certificado de registro de capital estrangeiro, ou a menos que se qualifiquem sob a Resolução CMN 4.373, que permite a certos investidores comprar e vender ações em bolsas brasileiras sem obter certificados de registro separados.

Se os detentores de ADSs não se qualificarem sob a Resolução CMN 4.373, geralmente estarão sujeitos a um tratamento fiscal menos favorável nas distribuições em relação às nossas ações ordinárias. Não há garantia de que o certificado de registro do depositário ou qualquer certificado de registro de capital estrangeiro obtido por titulares de ADSs não será afetado por futuras mudanças legislativas ou regulatórias, ou que restrições legais brasileiras adicionais aplicáveis ao investimento nos ADSs não possam ser impostas no futuro.

Como mencionado anteriormente, vale ressaltar que a Resolução CMN 4.373 foi substituída pela Resolução nº 13, emitida conjuntamente pela CVM e pelo Banco Central do Brasil, em dezembro de 2024. De acordo com nossa interpretação da Resolução nº 13, se os detentores de ADSs não se qualificarem sob a Resolução nº 13 ou residirem em uma jurisdição de baixo ou nulo tributo, eles estarão sujeitos a um tratamento fiscal menos favorável nas distribuições em relação às nossas ações ordinárias.

A legislação brasileira permite que o governo brasileiro imponha restrições temporárias, sempre que houver um desequilíbrio significativo na balança de pagamentos do Brasil ou uma possibilidade significativa de que tal desequilíbrio exista, sobre a remessa a investidores estrangeiros dos recursos de seus investimentos no Brasil, bem como sobre a conversão do real em moedas estrangeiras. O governo brasileiro pode, no futuro, restringir empresas de pagar valores denominados em moeda estrangeira ou exigir que tal pagamento seja feito em reais.

Se restrições semelhantes forem introduzidas no futuro, provavelmente terão um efeito negativo no preço de mercado das nossas ações e dos ADSs. Tais restrições podem dificultar ou impedir que os detentores de nossas ações ou o custodiante de nossas ações no Brasil, J.P. Morgan, remetam dividendos no exterior.

Uma política mais restritiva também poderia aumentar o custo de manutenção e, assim, reduzir nossa capacidade de pagar nossas obrigações de dívida denominadas em moeda estrangeira e outras obrigações. Se não efetuarmos pagamentos sob qualquer uma dessas obrigações, estaremos em inadimplência, o que pode reduzir nossa liquidez, bem como o preço de mercado de nossas ações ordinárias, ações e ADSs.

Item 4. Informações sobre a Companhia

A. História e Desenvolvimento da Empresa

Informações Básicas

TIM S.A., anteriormente conhecida como Intelig Telecomunicações Ltda., uma empresa pública organizada sob as leis da República Federativa do Brasil, incorporada na República Federativa do Brasil por um período indeterminado em 9 de março de 1998.


Nossa sede está localizada na Avenida João Cabral de Melo Neto, 850 – Torre Sul – 12º andar, 22775-055, Rio de Janeiro, Brasil, e nosso telefone é +55 21 4109 4167.

Nosso agente de serviços de processo nos Estados Unidos é a Puglisi & Associates, localizada na 850 Library Avenue, Suite 204, Newark, Delaware 19711.

A SEC mantém um site na Internet que contém relatórios, declarações de procuração e informações e outras informações sobre emissores que apresentam eletronicamente à SEC no http://sec.gov. O endereço do nosso site é http://www.tim.com.br. As informações contidas em nosso site ou que podem ser acessadas por meio dele não fazem parte deste relatório anual.

Contexto histórico

Privatização e resumo

Em julho de 1998, como parte da privatização da Telebrás, monopólio estatal brasileiro de telecomunicações, o Governo Federal brasileiro vendeu praticamente todas as suas ações emitidas pelas 12 holdings nas quais a Telebrás havia sido inicialmente fragmentada, incluindo suas ações da Tele Sudeste Celular Participações S.A. ("TSU") e da Tele Nordeste Celular Participações S.A. ("TND"). Após uma série de aquisições, reorganizações corporativas e mudanças de nome, TSU e TND se fundiram para formar a TIM Participações S.A. ("TIM Participações") em 2004.

Continuamos a expandir e reestruturar nossas operações por meio de uma série de reorganizações corporativas, fusões, aquisições e mudanças de nome conforme descrito abaixo, e a maior parte do nosso capital social atualmente é detida, direta e indiretamente, pela Telecom Italia (que começou a operar no Brasil em 1998 como Telecom Italia Mobile) por meio de sua subsidiária integral, a TIM Brasil, formada em 2002 como holding das empresas operacionais da Telecom Italia no Brasil. Por sua vez, os maiores acionistas da Telecom Italia são a Poste Italiane S.p.A. (sucessora da Cassa Depositi e Prestiti) e a BlackRock, que conseguem exercer influência significativa sobre a Telecom Italia. Em 2019, a Telecom Italia retirou todos os seus títulos listados nos EUA e foi desregistrada da SEC, após apresentar o Formulário 15F em 9 de julho de 2019. Em 17 de fevereiro de 2023, a TIM Brasil obteve o registro pela CVM como uma empresa de capital aberto na categoria B. Veja "—C. Estrutura Organizacional" para uma descrição da nossa estrutura corporativa atual.

Aquisição da Intelig

Em 2009, adquirimos 100% do capital social da Intelig da Holdco Participações Ltda. Como resultado, a Intelig tornou-se nossa subsidiária integral. A aquisição da Intelig (antes de ser renomeada para TIM S.A. em setembro de 2017, como resultado da Reorganização) trouxe vantagens materiais por meio de sinergias significativas com sua rede, como sua rede metropolitana de fibra óptica e sua grande espinha dorsal, que nos permitiram acelerar o desenvolvimento da nossa rede 3G e gerar economias significativas de custos operacionais.

Fusão da TIM Celular

Em 2011, a TIM Celular (que posteriormente foi incorporada aos EUA como resultado da Reorganização) firmou um acordo com a Companhia Brasiliana de Energia e a AES Elpa (Grupo AES no Brasil) para a compra de todas as participações acionárias da AES Elpa na Eletropaulo Telecomunicações e 98,3% da participação da AES RJ ("AES Atimus Acquisition"). Em conexão com a aquisição, a Eletropaulo Telecomunicações mudou seu nome corporativo para TIM Fiber SP Ltda. ("TIM Fiber SP"), e a AES RJ mudou seu nome corporativo para TIM Fiber RJ S.A. ("TIM Fiber RJ"). Ambas as entidades eram coletivamente conhecidas como TIM Fiber. De acordo com a reorganização corporativa da TIM Fiber, a TIM Fiber RJ e a TIM Fiber SP foram incorporadas à TIM Celular em 2012, que era a antiga entidade que possuía e operava a rede de fibra óptica nas áreas metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro (e que, como discutido abaixo, foi incorporada à Empresa em outubro de 2018 como resultado da Reorganização). O objetivo dessa reorganização foi simplificar nossa estrutura organizacional e melhorar a eficiência administrativa, operacional e financeira das empresas sob nosso controle.

36


37

Reorganização Corporativa do TIM

Em 25 de julho de 2017, o Conselho de Administração da TIM Participações aprovou uma reorganização corporativa de suas então subsidiárias, TIM Celular e da Companhia (anteriormente conhecida como Intelig). Em 6 de setembro de 2017, como primeira fase dessa reorganização corporativa, a Intelig alterou seus estatutos para transformar a empresa de uma sociedade de responsabilidade limitada para uma sociedade de responsabilidade limitada não listada, e para mudar seu nome corporativo para TIM S.A.

Como discutido em mais detalhes abaixo (veja "—C. Estrutura Organizacional"), em outubro de 2018, a segunda fase dessa reorganização corporativa resultou na fusão da TIM Celular na Empresa. Essa fusão fez parte da Reorganização e alcançou seu objetivo de capturar sinergias operacionais e financeiras, por meio da implementação de uma estrutura operacional mais eficiente, bem como de sistemas contábeis e de controle interno.

Fusão e sucessão da NYSE e da B3

Em 29 de julho de 2020, os acionistas da TIM Participações (nossa antiga holding) e nossos acionistas aprovaram, por maioria de votos, a fusão da TIM Participações em nós, conforme os termos do Protocolo e Justificação de Incorporação. Em 29 de julho de 2020, os conselhos de administração de cada uma das empresas aprovaram a assinatura de um Acordo de Fusão (protocolo de incorporação). A fusão da TIM Participações conosco, anteriormente uma subsidiária integral da TIM Participações, tornou-se efetiva em 28 de setembro de 2020 (a "Fusão"). Consequentemente, a TIM Participações, nossa antiga holding, foi incorporada a nós como resultado da fusão. As ações ordinárias da TIM Participações estavam listadas no segmento Novo Mercado da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (a "B3") (a bolsa de São Paulo) desde 2011. Em 28 de setembro de 2020, devido à Fusão, a TIM Participações deixou de existir como entidade separada, e nós, TIM S.A., continuamos como a empresa sobrevivente na Fusão, sucedendo todos os direitos e obrigações da TIM Participações conforme a lei societária brasileira e nos tornamos o registrante sucessor conforme a Regra 12g-3(a) da Lei de Troca. Em 28 de setembro de 2020, a B3 aprovou a listagem da empresa resultante da fusão e a admissão à negociação de suas ações no Novo Mercado. Para sermos listados no Novo Mercado, somos obrigados a cumprir rigorosos requisitos de governança corporativa e divulgação, e não temos permissão para emitir ações preferenciais, bônus de participação ou qualquer tipo de ação que tenha direitos de voto restritos. Em 28 de setembro de 2020, protocolamos um formulário 6-K conforme a Regra 12g-3(a) promulgada pela Lei de Câmbio para reportar essa sucessão de acordo com a Regra 12g-3(f) promulgada sob a Lei de Troca. De acordo com a Regra 12g-3(a) da Lei de Câmbio, nossas ações ordinárias e nossos ADSs, como ações ordinárias e ADSs do emissor sucessor, foram considerados registrados sob a Seção 12(b) da Exchange Act. As ações ordinárias e os ADSs da TIM Participações continuaram sendo negociados até 13 de outubro de 2020, quando nossas ações ordinárias e ADSs começaram a ser negociadas na B3 e na NYSE, respectivamente. Veja "Item 9. A Oferta e o Anúncio — A. Detalhes da Oferta e do Anúncio."

Aquisição conjunta do negócio móvel do Grupo Oi

Em 10 de março de 2020, divulgamos ao mercado que, em conjunto com a Telefônica Brasil S.A. ("Vivo"), expressamos ao consultor financeiro do Grupo Oi, Bank of America Merrill Lynch ("BofA"), nosso interesse em uma possível aquisição conjunta total ou parcial do negócio de UPI mobile do Grupo Ei. Em 18 de julho de 2020, nós, junto com a Vivo e a Claro S.A. ("Claro"), apresentamos uma oferta vinculativa ao Grupo Oi para a aquisição de todos os ativos móveis do Grupo Oi ou do Negócio UPI Mobile. A oferta foi revisada em 27 de julho de 2020 e 7 de setembro de 2020, e esta última foi aceita pelo Grupo Oi em 14 de dezembro de 2020. Em 14 de dezembro de 2020, nós, junto com Claro e Vivo, fomos declarados vencedores do processo competitivo de venda dos ativos da operação de telefonia móvel (Serviço Móvel Pessoal) do Grupo Oi. Em fevereiro de 2022, a transação recebeu aprovação regulatória da CADE e da ANATEL. O fechamento da transação ocorreu em 20 de abril de 2022.

Como resultado do encerramento da transação, passamos a ser detentores de 100% do capital social da SPE Cozani, uma empresa que detém parte da unidade de ativos, direitos e obrigações da Oi Móvel. O preço de 100% das ações da SPE Cozani, após todos os ajustes previstos no Contrato de Compra de Ações ("SPA"), foi de R$6,98 bilhões. De acordo com o SPA, do Preço de Fechamento Ajustado: (i) R$634,33 milhões foram retidos por nós, principalmente para cobrir quaisquer ajustes adicionais de preço que possam precisar ser feitos e que possam ser identificados nos 120 dias após o fechamento; (ii) R$2,06 bilhões foram transferidos diretamente para o BNDES –


Banco Nacional para o Desenvolvimento Econômico e Social, conforme uma disposição contratual; e (iii) o restante de R$4,29 bilhões foi pago diretamente ao Vendedor.

Com a aquisição concluída, nosso negócio deu um passo significativo em nível nacional, permitindo-nos competir ainda mais eficazmente com nossos principais concorrentes em termos de infraestrutura e ampla representação geográfica de nossa base de clientes.

Após o fechamento da aquisição, em 3 de outubro de 2022, nós, Claro e Vivo iniciamos um procedimento de arbitragem perante a Câmara de Arbitragem do Mercado ("CAM/B3") contra o Grupo Oi para contestar o ajuste de preço pós-fechamento da transação. Em 3 de outubro de 2023, a disputa foi resolvida devido à nossa formação de acordo com o Grupo Oi, Vivo e Claro.

Em 4 de outubro de 2023, a Empresa anunciou que a CAM/B3 aprovou um acordo relativo ao ajuste pós-fechamento firmado entre a Companhia, Telefônica Brasil S.A., Claro S.A. e Oi S.A. – Em Recuperação Judicial, resolvendo a controvérsia e o procedimento arbitral relacionado ao ajuste de preços pós-fechamento. O preço final da parte dos Ativos Móveis UPI atribuída à Empresa, considerando o ajuste pós-fechamento negociado no acordo, foi de R$6,68 bilhões, valor que foi pago integralmente.

Como resultado da resolução, todas as questões e disputas pendentes entre a Empresa e a Oi relacionadas à aquisição da UPI Mobile Assets foram encerradas.

Parceria com o C6 Bank no Brasil

De 2020 ao início de 2025, mantivemos uma parceria estratégica com o Banco C6 S.A. ("C6 Bank"), focada em iniciativas relacionadas ao cliente. Como parte dessa parceria, obtivemos direitos para adquirir uma participação indireta minoritária no C6 Bank, que foram parcialmente exercidos em 2022, com direitos adquiridos adicionais em aberto posteriormente. Em 2024, surgiram disputas entre nós e o C6 Bank relacionadas à sociedade, que passou a passar a processos de arbitragem. Em 2025, nós e o C6 Bank firmamos um acordo abrangente que previa a rescisão da parceria, a resolução de todas as disputas pendentes e o encerramento dos processos de arbitragem em andamento.

O acordo estabelece os termos relativos à rescisão da parceria com o C6 Bank, além da transferência de todas as ações e warrants em circulação do C6 Bank que detemos de volta para o C6 Bank, no valor total de R$520 milhões antes de impostos. Em 14 de março de 2025, a Autoridade Monetária das Ilhas Cayman ("CIMA") aprovou a transferência das ações do C6 Bank para nós.

Após essa aprovação, em 20 de março de 2025, nós e o C6 Bank concluímos a transação e todas as ações em circulação e warrants de subscrição emitidos pela Carbon Holding Finance S.A. (uma entidade que detém indiretamente participação no C6 Bank) detidos por nós foram transferidos para uma entidade do C6 Group, conforme estipulado no acordo. Consequentemente, a parceria entre as empresas foi formalmente encerrada, assim como todas as disputas relacionadas, levando ao encerramento dos quatro processos arbitrais.

Acordo de compartilhamento entre TIM e Vivo

Desde 2020, após a aprovação das autoridades competentes (CADE e ANATEL), o acordo de compartilhamento estabelecido entre nós e a Vivo visa aumentar a eficiência dos custos da rede e as sinergias que podem nos ajudar a continuar oferecendo ofertas e serviços inovadores e padronizados, bem como sinergias e eficiências na alocação de investimentos e custos operacionais, por meio das seguintes iniciativas:

  • Single Grade: compartilhamento de redes 3G / 4G em cidades com menos de 30 mil habitantes, utilizando a arquitetura MOCN (Rede Núcleo de Múltiplos Operadores), para manter a infraestrutura de apenas um dos operadores nessas cidades, permitindo que sites completamente redundantes sejam desativados. Em maio de 2021, cada parte ampliou sua cobertura 3G e 4G em mais de 300 cidades, com um total de 422 locais compartilhados em cada lado. De 2021 a 2025, adicionamos mais cidades dentro do acordo de rede única que oferece presença 3G e 4G. Em maio de 320 cidades, um dos operadores desconectou as redes 3G e 4G (resultando em 75% do perímetro do acordo sendo implantado); e

38


  • Desligamento 2G: compartilhamento nacional da rede 2G usando tecnologia GWCN, permitindo que ambas as operadoras desliguem parte (aproximadamente 50%) de sua rede com a mesma tecnologia, economizando assim nos custos de energia e manutenção. Após o período de compartilhamento, os operadores poderão desligar completamente suas redes 2G restantes. Durante 2021, o GWCN foi implementado, enquanto os KPIs de qualidade foram monitorados. Como resultado do acordo de compartilhamento, compartilhamos sua rede 2G em 785 cidades até 31 de dezembro de 2025, incluindo cidades importantes como Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza, Brasília, Belém e Recife. No mesmo período, a Vivo compartilhava sua rede 2G em 1.063 cidades, incluindo Belo Horizonte, Salvador, Manaus, Porto Alegre e Campinas. Em 31 de dezembro de 2025, aproximadamente 80% do perímetro do acordo havia sido implantado.

Em 2025, a expansão do acordo original foi aprovada pelo CADE, com salvaguardas para preservar a concorrência e mecanismos de monitoramento estabelecidos em coordenação com a ANATEL, cuja aprovação está pendente.

Parceria de carros conectados TIM e Stellantis

Desde 2020, nós e a Stellantis estabelecemos uma parceria para oferecer soluções de conectividade embutidas em veículos das marcas Fiat, Jeep e RAM no Brasil. Como parte da estratégia global de desenvolvimento de ecossistemas para serviços conectados e para aprimorar a experiência digital dos clientes, a Stellantis é lançada no país desde o primeiro semestre de 2021 com base em eSIM, com qualidade de cobertura LTE e nossa rede IoT. Como resultado, todos os veículos Stellantis desde então têm acesso ao Wi-Fi nativo embordado do eSIM e à comunicação ativa e em tempo real com o usuário, a Stellantis e a rede de concessionárias. Além desses recursos, essa tecnologia foca na segurança, permitindo a identificação remota de possíveis falhas de veículos, com a possibilidade de diagnósticos mais ágeis e precisos.

Em 2021, uma Prova de Conceito ("PoC") foi lançada na fábrica da Stellantis em Goiana/PE, utilizando conectividade 5G para investigar os benefícios dessa tecnologia e possibilitar o uso de novas aplicações em larga escala, desde o uso da IA até o processamento automatizado de imagens. O PoC evoluiu em 2022 para uma nova fase que permitirá um Edge 5G SA Private Core e um ambiente Edge Cloud, alcançando maior capacidade de computação, maior escalabilidade e permitindo que a aplicação atue em um ambiente de maior taxa de transferência e baixa latência.

Durante 2023, a Stellantis anunciou uma parceria ampliada conosco para a picape Rampage, o primeiro projeto de RAM concebido e desenvolvido no Brasil. Já integrados em mais de 200.000 veículos Jeep e Fiat, nossa presença se estende aos modelos de fabricantes americanos, oferecendo internet 4G para a plataforma RAM Connect. Essa tecnologia oferece aos consumidores acesso a uma ampla variedade de serviços e entretenimento embarcados nos veículos.

Também em 2023, nos juntamos ao Projeto Conecta 2030, que é um esforço colaborativo com parceiros como Stellantis e IPFacens (Instituto de Pesquisa do Centro Universitário Facens). Em meio a esse projeto, a IPFacens recebeu uma doação de R$3 milhões do governo brasileiro, dedicada a aprimorar a segurança de pedestres e ciclistas por meio de tecnologia de ponta e conectividade 5G. Esse projeto permaneceu em andamento até 2024.

Em 2024, fortalecemos nossa parceria com a Stellantis ao garantir um novo acordo para a implementação da solução de carros conectados na Peugeot, com início previsto para 2025. Além disso, expandimos os serviços de conectividade ao estender as capacidades corporativas de Wi-Fi para as marcas RAM e Jeep. No final de 2024, alcançamos um marco de mais de 330.000 carros conectados no Brasil.

Em 2025, nossa parceria com a Stellantis continuou a se fortalecer, apoiando a expansão dos serviços de veículos conectados e a inovação industrial. Durante o ano, a Stellantis expandiu sua base instalada para mais de 400.000 veículos conectados no Brasil, todos apoiados por nossa infraestrutura de conectividade, possibilitando o crescimento contínuo e a escalabilidade dos serviços digitais oferecidos aos motoristas.

39


40

Formação e venda de participação acionária da I-Systems (anteriormente FiberCo)

Em 10 de dezembro de 2020, nosso Conselho de Administração aprovou a formação da FiberCo, em preparação para uma possível futura segregação de ativos e fornecimento de serviços de infraestrutura de fibra. Esse processo foi um dos passos intermediários na transformação dos nossos serviços de banda larga, e tinha como objetivo criar um veículo de infraestrutura de fibra aberta que nos permitisse atrair um parceiro estratégico como acionista da FiberCo. Esperávamos que a FiberCo atuasse no mercado atacadista e oferecesse serviços de conectividade de fibra para a última milha e uma rede de transporte, para todos os operadores do mercado, tendo a nós como clientes âncora. Esperávamos que a FiberCo nos permitisse alcançar o crescimento esperado no mercado brasileiro de fibras nos próximos anos, aproveitando a rede aberta e utilizando um modelo operacional focado. Essa transação teve como objetivo acelerar o crescimento do nosso negócio residencial de banda larga e desbloquear valor adicional da infraestrutura existente. Assim, em 3 de março de 2021, firmamos um acordo de exclusividade com a IHS Brasil Participações Ltda. ("IHS"), uma grande e diversificada fornecedora de infraestrutura de telecomunicações, para negociar os termos e condições para a aquisição de uma participação acionária na FiberCo pela IHS. A operação foi aprovada pelo CADE em 16 de junho de 2021 e pela ANATEL em 11 de novembro de 2021.

Em 16 de novembro de 2021, após autorizações regulatórias da ANATEL e da CADE, a IHS Fiber Brasil – Cessão de Infraestruturas Ltda. ("IHS Fiber") adquiriu de nós uma participação acionária majoritária na FiberCo. Após o evento, a IHS Fiber mudou o nome de FiberCo para I-Systems. Após essa transação, a IHS Fiber deteve 51% do capital social da I-Systems, com os 49% restantes sob nossa responsabilidade.

Em novembro de 2021, firmamos um acordo com a I-Systems para a prestação de serviços técnicos e administrativos (TAS) por nossa parte à I-Systems por um prazo inicial de 18 meses. Como esse prazo original se mostrou insuficiente para que a I-Systems completasse a integração necessária das atividades, entramos em um adendo em 2023 estendendo o prazo do acordo até o final de 2023. Como resultado dessa extensão, que abrangeu um período adicional de sete meses, o valor agregado a pagar em conexão com o TAS totalizou R$78,7 milhões. Em 30 de abril de 2024, firmamos um acordo com a I-Systems para encerrar a provisão do TAS, conforme o qual a I-Systems pagou todos os valores devidos pelos serviços prestados.

Desde 2021, a I-Systems também nos fornece certos serviços de infraestrutura de fibra, permitindo que possamos oferecer serviços de banda larga residencial e outras ofertas para nossos clientes.

Em 11 de fevereiro de 2026, firmamos um acordo de compra de ações com a IHS Fiber para adquirir 51% de participação na I-Systems por um valor total de R$950 milhões, a pagar na data de fechamento da transação. A conclusão desta transação depende do cumprimento de certas condições de precedente costumeiros, bem como de quaisquer aprovações corporativas necessárias, conforme aplicável. Em março de 2026, a Anatel e a CADE aprovaram a transação.

Parceria entre a TIM e a Cartão de Todos (Saúde)

Em agosto de 2023, iniciamos a operação comercial da parceria com o Grupo Cartão de TODOS. A operação começou em alguns estados do Brasil e se expandiu ao longo de 2023, alcançando 5 estados brasileiros no final de 2023. Quatro tipos de pacotes foram oferecidos aos nossos clientes, em formato familiar e individual, oferecendo serviços de telemedicina, descontos em consultas médicas com especialistas, descontos em exames e medicamentos.

Em maio de 2024, a jornada de assinatura foi redesenhada para focar na landing page da parceria, em vez do aplicativo móvel. Ao mesmo tempo, simplificamos o portfólio de produtos para priorizar a oferta do Cartão de TODOS, refletindo sua proposta de valor mais forte. Como parte dessa evolução, oferecemos aos clientes benefícios exclusivos, incluindo três meses de taxas de assinatura gratuitas e isenção total da taxa de ativação, resultando em uma economia média de aproximadamente R$124 por cliente.

Em 2025, demos mais um passo adiante para fortalecer a parceria. Expandimos o modelo de serviço — que antes era apenas digital — para incluir suporte presencial nas unidades físicas do Cartão de TODOS por meio da rede de franquias. Essa mudança traz mais autonomia, proximidade e conveniência para nossos clientes.


41

Parceria entre a TIM e o Grupo FS

Em linha com nossa estratégia de plataforma para clientes, após várias outras parcerias estratégicas, em maio de 2022, firmamos uma nova parceria estratégica com a FS Security para estabelecer uma nova empresa, a EXA Serviços de Tecnologia, dedicada a soluções de segurança digital e entretenimento para consumidores finais, além de disponibilizá-la como modelo white label para outros operadores. Essa parceria foi aprovada pela CADE, sem restrições, em 29 de julho de 2022.

A parceria nos permite lançar produtos digitais em e-books (e-books digitais, audiolivros e minilivros) e serviços educacionais diretamente para nossos clientes em seus planos, por meio do aplicativo Aya Ensinah. Esses produtos e serviços fornecem acesso a resumos digitais de materiais relacionados a uma ampla variedade de disciplinas do ensino médio e fundamental, além de serviços de segurança como armazenamento em nuvem, VPN, antivírus, entre outros.

No final de 2024, a FS Security e nós concluímos a renegociação de certos termos da parceria e, como resultado, adquirimos os direitos de subscrever uma participação de 27% na EXA Serviços de Tecnologia, que pode ser exercida em até 24 meses. O arroz exercise p é R$1 para todas as ações. Podemos exercê-lo a qualquer momento e a seu único critério, dentro de 24 meses.

Em 2025, ampliamos nossas ofertas digitais lançando o Aya Equilibrah, que oferece conteúdo focado em bem-estar físico, mental e social, e o Aya Idiomas, que oferece conteúdo para aprendizado de idiomas, incluindo estudos de gramática e pronúncia, materiais educacionais e prática via WhatsApp. Além disso, passamos a oferecer produtos de seguro para dispositivos exclusivamente para clientes controlados e pós-pagos que compram dispositivos em nossas lojas de varejo, incluindo opções de cobertura para (i) proteção total, (ii) quebra e danos, e (iii) furto e roubo.

TIM Ads: Publicidade Móvel

Desde 2020, investimos em nossa plataforma de publicidade digital, TIM Ads, como parte da nossa estratégia de monetização de dados e inovação tecnológica. Essa iniciativa conecta marcas e consumidores por meio de soluções baseadas em dados e tecnologia, garantindo total conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil (LGPD).

Em 2025, o TIM Ads alcançou mais de 34 milhões de usuários ativos que consentiram em receber comunicações publicitárias e aproveitaram mais de 1.000 atributos para segmentação por meio da solução de inteligência TIM Insights. A plataforma oferece uma abordagem de funil completo, abrangendo geração de leads, aumento de tráfego e campanhas direcionadas tanto em canais internos quanto externos. Em 2025, ampliando nossos pontos de contato com o público, lançamos o RCS no iOS em parceria com o Google. Além disso, a TIM Ads garante ao anunciante a segurança da marca, evitando interações fraudulentas e promovendo engajamento genuíno.

Em 31 de dezembro de 2025, o TIM Ads já havia sido adotado por mais de 550 empresas em 40 setores, estabelecendo-se como uma vantagem competitiva para nós e nossos parceiros comerciais.

TIM Data: Monetização de Dados e Soluções de API

Desde 2020, temos fortalecido nossa estratégia de monetização de dados por meio da plataforma TIM Data, oferecendo soluções inovadoras baseadas em API para atender às demandas de um mercado digital em crescimento. Com mais de 60 milhões de clientes em todo o Brasil e um banco de dados com mais de 1.000 atributos de dados, a TIM Data possibilita a criação de soluções personalizadas em tempo real para uma ampla gama de setores, incluindo bancos, comércio eletrônico, seguros e aplicações de serviços.

As soluções da TIM Data incluem ferramentas para verificação de identidade (KYC), análise de crédito personalizada, validação de localização, autenticação do cliente e prevenção de fraudes usando informações de cartão SIM e dispositivos, além do histórico do número de celular na operadora. Por meio da iniciativa Open Gateway, alinhada aos padrões globais da GSMA, a TIM Data promove a padronização e integração de APIs


totalmente seguras que cumprem a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) do Brasil. Essa abordagem fortalece o ecossistema digital ao permitir interações seguras, jornadas do usuário simplificadas e ofertas hiperpersonalizadas, impulsionando o engajamento e a fidelidade do cliente.

Leilão 5G em 2021

Em novembro de 2021, foi realizado o leilão do 5G. No leilão, adquirimos 11 lotes, com um valor total oferecido de R$1,05 bilhão, em três faixas de frequência: 3,5 GHz, 2,3 GHz e 26 GHz. As faixas adquiridas têm um conjunto de obrigações que devem ser cumpridas com contribuições financeiras ou a construção de infraestrutura móvel e de rede fixa. Como resultado, temos direitos sobre a capacidade de espectro que consideramos necessária para acompanhar nossa jornada de crescimento no mercado de telefonia móvel em todo o país, além de nos preparar para as demandas dos clientes e a capacidade de explorar novas aplicações de uso e desenvolver soluções inovadoras que exigem conectividade e capacidade de alta velocidade.

Os principais compromissos associados a cada banda são os seguintes:

  • 2,3 GHz: cobertura 4G em aproximadamente 1.000 localidades (nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, sem contar o estado de São Paulo);
  • 3,5 GHz: cobertura 5G em todos os municípios com população igual ou superior a 30.000 habitantes até 2029, além de obrigações de backhaul de fibra em 138 municípios, além de contribuições adicionais para uma nova entidade (EAF) para realizar os seguintes projetos: limpeza de 3,5 GHz, implantação de fibra na Amazônia e construção de uma rede privada para uso exclusivo do Governo Federal brasileiro; e
  • 26 GHz: contribuições para uma nova entidade (EACE) para realizar projetos de escolas de conectividade.

Eventos Importantes

Expansão 4G e 5G

Em março de 2022, alcançamos um marco significativo na indústria brasileira de telecomunicações ao concluir o núcleo da nossa rede 5G SA. Após essa conquista, ampliamos em 2022 nossa cobertura 5G SA para incluir todas as 26 capitais e o Distrito Federal (Brasília), alinhando-nos com o cronograma de Leilões 5G da ANATEL.

No final de 2023, implantamos com sucesso nosso núcleo de rede 5G SA em mais de 200 cidades. Notavelmente, em nove cidades — Brasília, Rio de Janeiro, Recife, São Paulo, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte e Goiânia — alcançamos 100% de cobertura de bairro com 5G SA até o final de 2023. Além disso, em 2023, nos tornamos a primeira e única operadora de telecomunicações que cobre todos os municípios do Brasil com nossa rede 4G.

Em 31 de dezembro de 2025, nossa rede 4G cobria todas as 5.570 cidades brasileiras. Além da camada de acesso, aumentamos o backhaul óptico (FTTS – Fiber To The Site) por meio de novas implantações ou parcerias estratégicas com operadores neutros (como a V-Tal), adicionando mais de 2.400 locais conectados à fibra no final de 2025.

Em 2024, ampliamos a cobertura 5G, alcançando 607 cidades em todo o Brasil, permitindo o crescimento do tráfego por meio de uma rede mais rápida e eficiente. Como resultado, a TIM foi reconhecida pela OpenSignal com o primeiro prêmio 5G Consistente de Qualidade.

Em 2025, continuamos acelerando nossa expansão nacional do 5G e alcançamos mais de 1.000 cidades no Brasil, garantindo cobertura em todas as capitais dos estados e em todos os municípios com mais de 500.000 habitantes. Esse marco reflete nosso compromisso em fornecer conectividade móvel de alto desempenho para os centros urbanos mais populosos e economicamente relevantes do país, ao mesmo tempo em que avançamos na modernização da nossa infraestrutura de rede.

Planejamento Estratégico


O Plano Estratégico da TIM estabelece a direção estratégica da Empresa para os próximos anos, vinculando sua visão de longo prazo à tomada de decisões do dia a dia com foco no crescimento sustentável, eficiência operacional, experiência do cliente e criação de valor.

Embora estruturado como um plano trienal, ele é revisado anualmente para garantir alinhamento contínuo com tendências de mercado em evolução, desenvolvimentos tecnológicos, comportamento dos clientes e dinâmicas competitivas. Além disso, o plano está sujeito a monitoramento contínuo ao longo do ano para acompanhar a execução das iniciativas estratégicas e seus resultados.

Nos últimos anos, o TIM avançou em várias iniciativas estruturadas que fortaleceram sua posição competitiva e apoiam o plano estratégico atual. A mais notável delas foi a evolução consistente de sua Rede, que consolidou a TIM como um referente de qualidade no Brasil, com cobertura mais ampla, presença em mais cidades e expansão acelerada do 5G, garantindo uma experiência superior para milhões de clientes.

Outro desenvolvimento decisivo foi a aceleração dos serviços B2B e a criação de novas vias de crescimento — como IoT, soluções digitais e conectividade avançada — que posicionam a TIM como uma empresa cada vez mais movida por tecnologia, dados e soluções que vão além da conectividade tradicional.

Em fevereiro de 2026, a Empresa anunciou seu Plano Estratégico 2026–2028, baseado em seis pilares que equilibram crescimento, lucratividade, eficiência, transformação tecnológica e sustentabilidade. Esses pilares orientam escolhas estratégicas e servem como pontos de referência para decisões e prioridades em toda a organização:

  1. Mobile: Abordagem Customerfirst como motor de lucratividade;
  2. Banda larga: Crescimento sustentável com opcionalidade para o futuro
  3. B2B: Acelerando em uma nova trajetória de crescimento
  4. Transformação de IA- entre organizações
  5. Eficiência como motor-chave de criação de valor
  6. ESG: Base da estratégia e incorporada em toda a empresa

Em resumo, o Plano prevê crescimento real da receita de serviços acima da inflação, apoiado pela sustentabilidade contínua do segmento móvel, pelo crescimento renovado da banda larga e pelo fortalecimento das soluções B2B, com ênfase especial em ofertas de maior valor. Espera-se que a expansão do EBITDA e da margem seja impulsionada pela disciplina de custos, digitalização e ganhos de eficiência gerados por meio da Inteligência Artificial.

Além disso, a alocação eficiente de capital — focada na qualidade da rede e evolução tecnológica — deve contribuir para o crescimento do Fluxo de Caixa Operacional. Como resultado, a empresa pretende continuar acelerando sua estratégia de remuneração aos acionistas.

Divisão Reversa e Divisão Subsequente

Em 24 de fevereiro de 2025, nosso Conselho de Administração aprovou uma divisão reversa e subsequente divisão das nossas ações ordinárias, na proporção de 100:1 seguida de 1:100, sem afetar nosso capital social, número de ações ou ADRs. A operação visa aumentar a liquidez das ações, reduzir despesas administrativas e aprimorar a gestão dos acionistas. Os acionistas tiveram um período de 30 dias para ajustar suas posições, após o qual ações fracionárias foram vendidas em leilão, com os recursos distribuídos proporcionalmente. A divisão reversa e a subsequente divisão foram aprovadas na assembleia dos acionistas realizada em 27 de março de 2025.

O período de ajuste começou em 2 de junho de 2025 e terminou em 7 de julho de 2025. Após o término do período de ajuste, um leilão de 22.059.698 ações fracionadas foi realizado em 14 de julho de 2025, resultando em receitas agregadas de R$455,7 milhões, distribuídas proporcionalmente aos detentores dessas ações fracionárias.

Programa de Recompra de Ações

43


Em 12 de fevereiro de 2025, nosso Conselho de Administração aprovou um programa de recompra de ações para até 67.210.173 de nossas ações ordinárias, representando aproximadamente 2,78% das ações ordinárias em circulação, para serem mantidas em tesouraria e posteriormente canceladas, sem redução do nosso capital social. Acreditamos que esse programa de recompra de ações pode aumentar o valor para os acionistas por meio do uso eficiente dos recursos de caixa disponíveis e da melhor alocação de capital.

Além disso, uma parte das ações recompradas pelo programa de recompra pode ser destinada a apoiar a remuneração baseada em ações sob nosso Plano de Incentivos de Longo Prazo ("LTI"). As ações alocadas ao LTI representam menos de 8% do total de ações autorizadas a serem recompradas (aproximadamente cinco milhões de ações). Nossa administração mantém a discricionariedade para determinar o momento e a execução das recompras de ações dentro do prazo do programa e pode realizar uma ou mais transações.

Em 31 de dezembro de 2025, aproximadamente 74,79% do programa de recompra de ações havia sido executado, com 33,5 milhões de ações ordinárias recompradas, por uma contraprestação agregada de aproximadamente R$747,88 milhões. Dos 33,5 milhões de ações ordinárias recompradas no programa, 28.678.509 foram canceladas.

Contribuição de Capital - Fundo de Investimento 5G

Como divulgado anteriormente, estabelecemos um fundo de capital de risco em parceria com a Upload Ventures Growth, LP ("Upload"), com o objetivo de apoiar empresas em estágio inicial com potencial de crescimento na América Latina. O veículo tem como alvo startups e scaleups com modelos de negócios validados e planos claros de expansão, que também podem se beneficiar do acesso à nossa infraestrutura industrial e tecnológica para acelerar a escalabilidade. Em 2025, o Fundo entregou ganhos de R$ 78 milhões para a Empresa, com desempenho apoiado pelas três empresas atuais do portfólio. Os investidos do fundo incluem a Topsort, uma plataforma de tecnologia para varejo; Simetrik, provedora de infraestrutura de reconciliação financeira; e Tractian, uma empresa de soluções industriais de manutenção preditiva.

O Fundo possui uma gestão independente, onde a Upload é a Sócia Geral responsável pela captação de recursos, seleção e monitoramento contínuo das empresas do portfólio

Desenvolvimentos Recentes

Acordo Estratégico com a American Tower do Brasil

Em 2 de março de 2026, a Empresa assinou um novo acordo estratégico com a American Tower do Brasil ("ATC"), redefinindo os termos de sua parceria de infraestrutura. O acordo consolida todos os contratos existentes em um único arcabouço que cobre aproximadamente 9.000 torres — cerca de 30% do nosso parque de infraestrutura — com um prazo unificado que se estende até 2034.

A iniciativa representa um passo relevante na relação de longo prazo entre o ATC e nós, reforçando nosso compromisso contínuo com a eficiência operacional, a simplificação da governança e a evolução sustentável da rede. O acordo faz parte do nosso plano de eficiência do contrato de locação e apoia o alcance dos objetivos e metas que compõem nosso plano estratégico.

Aquisição de V8.Tech

Em 26 de novembro de 2025, firmamos um contrato de compra de ações para a aquisição de 100% do capital social da V8 Consulting S.A. ("V8.Tech") por um preço inicial de R$140 milhões. Esse valor pode ser aumentado por pagamentos adicionais de earn-out de até R$140 milhões, condicionados ao cumprimento de certas condições ao longo de seis anos. V8.Tech é uma empresa de tecnologia especializada em integração de soluções digitais, serviços em nuvem e serviços gerenciados, com forte ênfase em transformação digital, computação em nuvem e inteligência artificial.

44


Em 30 de janeiro de 2026, após o cumprimento de todas as condições precedentes, incluindo o recebimento da aprovação da CADE, a transação foi concluída.

Aquisição da I-Systems

Em 11 de fevereiro de 2026, firmamos um acordo de compra de ações com a IHS Fiber para adquirir 51% de participação na I-Systems por um valor total de R$950 milhões, a pagar na data de fechamento da transação. A conclusão desta transação depende do cumprimento de certas condições costumeiras anteriores, bem como de quaisquer aprovações corporativas necessárias, conforme aplicável. Em março de 2026, a Anatel e a CADE aprovaram a transação. Após a conclusão dessa transação, manteremos 100% do capital social da I-Systems.

B. Visão Geral do Negócio

Características do Mercado

O setor de telecomunicações no Brasil é marcado por um alto grau de concorrência e pela regulamentação eficaz da Agência Nacional de Telecomunicações, ou ANATEL, que tem como objetivo declarado "promover o desenvolvimento das telecomunicações no Brasil, a fim de lhe proporcionar uma infraestrutura de telecomunicações moderna e eficiente, capaz de oferecer à sociedade serviços adequados e diversificados a preços justos em todo o país."

Após 2023, com o acalmamento da pandemia de COVID-19, o setor de telecomunicações apresentou um alívio no desempenho. O setor manteve uma trajetória de crescimento em termos de consumo de dados e, por isso, os operadores foram obrigados a adaptar suas redes e enfrentar o desafio de entregar uma infraestrutura cada vez mais robusta em um ambiente que exige maior racionalidade nos investimentos, incluindo em projetos como densificação de sites, refarming de frequências e agregação de portadoras em duas ou três frequências. Além disso, continuamos avançando no compartilhamento de iniciativas focadas em 4G e redes de transporte, apesar de acelerar a implantação da nossa cobertura 5G para otimizar a descarga de tráfego. Essa evolução da rede permitiu uma melhor experiência de uso, tanto em termos de desempenho – com velocidades maiores de download e upload e menor latência – quanto em cobertura interna e maior penetração.

Ao longo de sua história, o setor de telecomunicações brasileiro sempre foi impactado por uma concorrência feroz, evidenciada pela presença de ofertas de marketing agressivas, incluindo conteúdos adicionais oferecidos aos clientes e forte concorrência de preços. No entanto, nos últimos anos, observamos que essa concorrência começou a focar mais em qualidade e serviço.

Após a conclusão da aquisição dos ativos móveis da Oi Mobile em 2023, o mercado brasileiro de telecomunicações passou a ser operado por três grandes empresas, possibilitando, em nossa visão, uma concorrência mais saudável e favorável em benefício dos consumidores brasileiros.

Também em 2023, concluímos a fusão da Cozani, a empresa de propósito especial adquirida da Oi S.A., simplificando nossa estrutura corporativa e resultando em uma otimização dos custos operacionais e na alocação eficiente dos investimentos devido à integração dos ativos fundidos, melhorando a cobertura e a qualidade dos serviços prestados aos nossos clientes.

Desde a introdução da tecnologia 5G no Brasil em 2022, temos ampliado consistentemente nossa presença 5G, seguindo a estratégia focada na densificação da antena para garantir cobertura de ponta a ponta. No final de 2025, ultrapassamos a marca de 1.000 cidades cobertas com conexão de alta velocidade, alcançando 100% de cobertura 5G em praticamente todos os bairros populosos das 26 capitais do Brasil e do Distrito Federal (Brasília).

Desenvolvimentos no mercado móvel

A tabela a seguir mostra os dados do mercado móvel brasileiro durante os períodos apresentados.

45


Em 31 de dezembro,
2025 2024 2023
Base de assinantes de telefonia móvel brasileira (milhão)^{(1)} 270.4 263.4 256.4
Linhas pré-pagas (milhões) 94.5 102.2 107.5
Linhas pós-pagas (milhões) 175.9 161.2 148.9
Penetração total estimada (%)^{(2)} 126.7 123.9 126.1

(1) Fonte: ANATEL.
(2) Com base em informações publicadas pela ANATEL.

O mercado móvel brasileiro registrou um aumento de 2,7% na base de assinantes em relação ao ano anterior ("YoY"), mantendo a tendência de crescimento observada no último ano. Em 2025, o número de usuários pós-pagos atingiu 175,9 milhões. Desde 2021, a base de clientes pré-pagos deixou de ser a maior parte do mercado e continuou a diminuir em relação aos clientes pós-pagos. Em 31 de dezembro de 2025, os clientes pré-pagos representavam 35,0% da base total de assinantes, uma queda em relação aos 38,8% de 31 de dezembro de 2024. A redução no número total de usuários pré-pagos se deve principalmente à aceleração de usuários consolidando múltiplos chips SIM em um único SIM, à alta penetração do serviço móvel e à rápida substituição da voz pelo uso de dados, resultando em uma diminuição do chamado "efeito comunidade", onde os consumidores valorizam mais um sistema de telecomunicações à medida que mais usuários o adotam. O pós-pago, no entanto, teve um aumento de 9,1% durante 2025, atingindo 65,0% da base total de assinantes em 31 de dezembro de 2025, em comparação com 61,2% em 31 de dezembro de 2024, impulsionado pelos esforços das operadoras para monetizar sua base de clientes, oferecendo mais dados, conteúdo e serviços digitais, e pela migração de clientes dos planos pré-pagos para os de controle. e desde planos de entrada até planos pós-pagos.

Concorrentes móveis

TIM é a marca sob a qual comercializamos nossos serviços de telecomunicações móveis, oferecendo tecnologias 5G NSA/SA, NB-IoT, 4G, 3G e GSM. Atualmente, possuímos licenças móveis para cada uma das dez áreas móveis do Brasil reconhecidas pela ANATEL, tornando-nos uma operadora móvel no Brasil que oferece cobertura nacional completa de 4G. Em duas de nossas dez áreas, somos o provedor de legado da Telebrá. Veja "A. História e Desenvolvimento da Empresa—Contexto Histórico." Além de nós, em 31 de dezembro de 2025 havia outros dois grandes participantes no mercado móvel brasileiro que oferecem cobertura nacional em todas as áreas sem fio da ANATEL: Vivo e Claro, já que a Oi foi adquirida pela Claro, Vivo e por nós em abril de 2022. Veja "A. História e Desenvolvimento da Empresa—Contexto Histórico." Atualmente, estamos à frente dos concorrentes na implementação de novas tecnologias: nossa rede 4G cobre 100% dos municípios do Brasil, inclusive via VoLTE. Estamos à frente de outros operadores em número de municípios cobertos pela tecnologia 5G, abrangendo mais de 1.000 cidades brasileiras com nossa rede de quinta geração (em 31 de dezembro de 2025), levando o 5G a quase 70% da população urbana do Brasil e consolidando nossa posição em tecnologia 5G mais rápida e de menor latência.

A indústria brasileira de telecomunicações móveis é altamente competitiva. Além da concorrência dos operadores tradicionais com poder de mercado significativo e de players regionais já estabelecidos, novos participantes podem causar impacto tanto em termos de perda de participação de mercado quanto de redução na receita do setor, ao alterar a racionalidade do mercado de precificação e novas propostas de valor. Quaisquer efeitos adversos em nossos resultados e participação de mercado causados por pressões competitivas dependerão de uma variedade de fatores que não podem ser avaliados com precisão e estão fora do nosso controle. Entre esses fatores estão o tamanho, experiência, estratégias e capacidades de negócios dos nossos concorrentes, as condições de mercado vigentes e as regulamentações aplicáveis.

Outras Competições

Também competimos com provedores de telefonia fixa, dos quais os provedores tradicionais no Brasil (Oi, Vivo e Embratel Participações S.A. (de propriedade da América Movil), além da Algar Telecom, uma empresa regional incumbente), e alguns outros players relevantes (GVT, adquirida pela Vivo, e Net Serviços de Comunicação S.A., propriedade da América Movil), oferecem pacotes que incluem voz (tanto fixa quanto móvel).


Serviços de banda larga e TV paga em ofertas agrupadas. No entanto, os provedores de linha fixa são obrigados a oferecer seus serviços a provedores móveis não afiliados na mesma base que são oferecidos a provedores afiliados. Nossa aquisição da Intelig (atualmente conhecida como TIM S.A.) e da AES Atimus (posteriormente TIM Fiber, que foi incorporada à TIM Celular em 2012, e a TIM Celular foi incorporada à empresa em 2018) ampliou nossa participação no setor de telecomunicações fixas.

Em novembro de 2018, a ANATEL emitiu a Resolução nº 703/2018, que estabeleceu novos limites máximos para a quantidade de largura de banda do espectro que um único provedor de serviços de telecomunicações de interesse coletivo, juntamente com suas afiliadas, subsidiárias ou entidades controladoras, pode deter principalmente ao operar dentro do mesmo município. Esse arcabouço regulatório tem como objetivo promover a concorrência e garantir o uso eficiente do espectro. O texto consolidado da Resolução nº 703/2018 foi atualizado pela ANATEL em fevereiro de 2025, sem alterações nos limites de espectro aplicáveis.

Em agosto de 2025, a ANATEL iniciou a Tomada de Subsídios nº 5/2025, como parte de sua Agenda Regulatória 2025–2026, para reavaliar os limites de espectro estabelecidos pela Resolução nº 703/2018, à luz dos desenvolvimentos do mercado após o leilão 5G e recentes mudanças estruturais no setor de telecomunicações móveis. Esse processo de revisão pode resultar em futuras alterações ao quadro do limite de espectro, o que pode afetar nossa estratégia de espectro e obrigações regulatórias.

No mercado de banda larga fixa, os movimentos de consolidação foram particularmente concentrados nos primeiros anos desta década (2020–2024), impulsionados principalmente por transações entre operadoras maiores e pequenos provedores regionais de serviços de internet, bem como por transações derivadas voltadas para separar operações integradas em empresas focadas no cliente e empresas focadas em infraestrutura de rede. Em 2025, entretanto, esse cenário mudou, com a diminuição do volume de atividade de M&A, revelando um crescimento orgânico subjacente mais baixo no setor. Essa mudança destacou um ambiente de mercado mais seletivo e competitivo. Olhando para o futuro, desenvolvimentos potenciais podem incluir a retomada de ações corporativas estratégicas e atividades de fusões e aquisições, incluindo transações nas quais grandes operadores nacionais poderiam adquirir provedores locais de serviços de internet. Tais transações, que foram identificadas como uma possível via para maior consolidação de mercado, podem acelerar a transição para redes baseadas em fibra óptica (FTTH) e gerar eficiências operacionais e de infraestrutura para os players consolidados.

Nosso Negócio

Somos uma empresa de telecomunicações que oferece serviços móveis de voz e dados, acesso à Internet banda larga, serviços de valor agregado e outros serviços e produtos de telecomunicações. Para uma divisão da nossa receita total por categoria de atividade, veja "Item 5. Análise da Administração sobre o Desempenho Operacional e Financeiro e Perspectivas — Resultados das Operações para o Ano Encerrado em 31 de dezembro de 2025, em comparação com o Ano Encerrado em 31 de dezembro de 2024."

Acreditamos que somos bem reconhecidos no mercado por nossa marca forte, "TIM", e por termos reputação como uma empresa inovadora e disruptiva, capaz de estabelecer novos padrões de consumo para o mercado. Nossa abordagem proativa nos permite estar em uma posição de liderança na transformação do modelo de negócios das telecomunicações. A mudança nos perfis dos consumidores e o surgimento de novas tecnologias promovem uma ruptura na indústria de telecomunicações baseada no consumo de dados digitais, conteúdos e serviços.

Somos caracterizados por nossas ofertas pioneiras e inovadoras, entre um portfólio completo para indivíduos, bem como soluções corporativas para pequenas, médias e grandes empresas. Além dos serviços tradicionais de voz e dados, oferecemos um serviço de ultrabanda larga fixa, TIM UltraFibra (anteriormente TIM Live), e estamos nos preparando para oferecer soluções IoT além da conectividade, construindo uma nova fonte de receita para o futuro, com casos de uso em iluminação inteligente, agricultura de precisão e construção de soluções baseadas em 5G em operações autônomas e vigilância por vídeo & análise, Enquanto também buscava novas oportunidades em outros setores como logística e indústria 4.0.

Também oferecemos uma variedade de conteúdos e serviços digitais em nosso portfólio de pacotes, com o objetivo de aumentar a funcionalidade diária dos dispositivos móveis dos nossos clientes. A capacidade de gerenciar

47


um portfólio completo e variado nos dá a oportunidade de oferecer pacotes personalizados aos nossos clientes e oferecer ofertas que agrupam serviços, como voz e dados, para clientes em determinadas regiões.

Para expandir nossas capacidades na entrega de soluções abrangentes de transformação digital e apoiar nossa estratégia de longo prazo focada no mercado B2B, concluímos a aquisição de 100% do capital social da V8.Tech em janeiro de 2026. A integração dos serviços digitais e em nuvem da V8.Tech em nosso portfólio deve aprimorar nossa capacidade de oferecer soluções tecnológicas de ponta a ponta, apoiadas por equipes especializadas com expertise técnica em serviços digitais e baseados em nuvem.

Em 2025, continuamos a avançar nossa estratégia de inovação em todos os perfis de consumidores (pré-pago, controle e pós-pago), com foco na entrega de produtos e serviços diferenciados. Durante o ano, expandimos a funcionalidade do nosso pacote personalizável para o cliente de controle, permitindo que os clientes selecionem, sem custo adicional, entre certos serviços de streaming de terceiros, com flexibilidade para alterar sua seleção ao longo do tempo. No segundo semestre de 2025, também ampliamos nossa oferta comercial de dispositivos conectados ao firmar novos acordos com fabricantes de dispositivos, incluindo nos tornarmos o primeiro operador de telecomunicações no Brasil a integrar o PlayStation 5 em suas ofertas comerciais. Essas iniciativas fazem parte de nossa estratégia mais ampla para diferenciar nossas propostas comerciais e fortalecer nossa proposta de valor aos clientes.

Nossa estratégia para parcerias é focada em aumentar a lealdade e gerar valor incremental para nós mesmos. Assim, nosso portfólio de parcerias é baseado em conteúdo e segurança (YouTube Premium, Disney+, Apple One, Deezer, HBO Max, Prime Video e EXA), educação (Descomplica), saúde (Cartão de Todos), varejo (Zé Delivery) e energia (Eletrobras e Thoppen).

Em julho de 2019, nós e a Vivo também firmamos um memorando de entendimento (o "Vivo MoU") para negociar (i) o compartilhamento de uma rede 2G de rede única; (ii) estabelecimento de novos acordos de compartilhamento de infraestrutura para a rede 4G em 700Mhz, direcionados a cidades com menos de 30.000 habitantes, que no futuro possam ser expandidos para cidades maiores; (iii) outras oportunidades de compartilhamento de redes em outras frequências e tecnologias; e (iv) outras oportunidades de eficiência e redução de custos em operações e manutenção de rede. Acreditamos que a implementação dos conceitos estabelecidos no Vivo MoU resultará em sinergias e eficiências que podem nos ajudar a continuar oferecendo ofertas e serviços inovadores e de definição de padronização, além de sinergias e eficiências na alocação de investimentos e custos operacionais. Em 2025, a expansão do acordo original foi aprovada pelo CADE, com salvaguardas para preservar a concorrência e mecanismos de monitoramento estabelecidos em coordenação com a ANATEL, cuja aprovação está pendente. O arranjo atualizado permite o compartilhamento de redes de acesso rádio ("RAN") em até 2.049 municípios para serviços 2G e em até 265 municípios para redes unificadas 3G/4G sob um modelo de rede única, com implementação prevista em um período de 30 meses. Essas medidas têm como objetivo aumentar a eficiência e a cobertura da rede, garantindo o cumprimento dos requisitos de concorrência e regulatórios aplicáveis.

Acreditamos que nossa infraestrutura de rede robusta, nossa abordagem inovadora, nosso reconhecimento de marca e nossa ampla rede de vendas nos posicionam bem para aproveitar oportunidades na indústria de telecomunicações no Brasil e atender às demandas em constante mudança do mercado de telecomunicações móveis. Acreditamos que nossos principais pontos fortes incluem:

Serviços de alta qualidade

Nos últimos anos, melhorias na cobertura nacional e na qualidade do serviço levaram a ANATEL a ajustar sua abordagem regulatória. Enquanto a supervisão regulatória antes era focada na qualidade do serviço em escala estadual mais ampla, a ANATEL tem adotado cada vez mais uma estrutura mais detalhada, enfatizando áreas geográficas menores. Em resposta, aprimoramos nosso monitoramento interno dos indicadores de qualidade e desempenho no nível municipal para apoiar uma supervisão mais rigorosa da experiência do cliente. Após o processo de consulta pública, continuamos a monitorar municípios classificados pela ANATEL como "críticos" e, recentemente, após a publicação dos primeiros rótulos de qualidade sob a Resolução nº 717/2019, iniciamos uma nova discussão com a ANATEL para suspender os rótulos enquanto aguardamos a revisão das métricas, considerando algumas inconsistências identificadas em nossos resultados em comparação com outros indicadores de desempenho, como o Opensignal. Veja "—Regulamentação de Gestão da Qualidade." Além disso, um plano de ação

48


49

está atualmente em discussão para acelerar melhorias de desempenho e fortalecer ainda mais os resultados da empresa, seguindo nosso Plano Estratégico.

Notavelmente, mantivemos bons resultados em indicadores relacionados a dados 3G/4G, impulsionados pela rápida expansão da nossa rede 4G. Segundo a ANATEL, somos o principal provedor de telecomunicações em termos de número de cidades cobertas.

Nossa tecnologia LTE também demonstrou forte desempenho e a inclusão da rede NR no uso de dados, ampla cobertura e disponibilidade. Esses resultados são importantes devido à forte demanda dos nossos clientes por essa tecnologia. No final de 2025, aproximadamente 97,6% do nosso tráfego de dados era realizado pelas redes 4G e 5G, com um aumento de 1,1% em comparação ao ano anterior.

Acreditamos que as estatísticas acima refletem nosso compromisso com a infraestrutura de qualidade e nosso foco na experiência do cliente. No entanto, reconhecemos que existem algumas estatísticas e/ou medidas de qualidade que utilizam metodologias diferentes, e que podem apresentar resultados distintos daqueles mencionados acima.

Os resultados de nossas iniciativas de transformação digital continuam a se expandir. A estratégia que adotamos há vários anos de buscar evolução digital e desenvolvimento constante da rede, visando garantir soluções inovadoras, qualidade e disponibilidade de serviços, oferecer uma experiência superior ao cliente e fortalecer nossa posição no mercado, mostrou-se muito eficaz. Acreditamos que a transformação digital dos nossos serviços deve ocorrer em várias frentes, desde a venda e ativação da linha até o pós-venda e o chamado "autocuidado", ou seja, os portais digitais de serviços que permitem aos clientes gerenciar perfis e assinaturas, faturamento, cobrança e pagamento.

Mesmo em um ano desafiador, os resultados positivos dos nossos canais digitais e a excelência dos serviços oferecidos aos nossos clientes confirmam que tomamos as decisões de negócios corretas, demonstramos nossa capacidade de nos adaptar a situações adversas e reforçamos nosso propósito de "evoluir juntos, com coragem, transformar a tecnologia em liberdade."

Acreditamos que nosso serviço ultra-banda larga também é geralmente visto como referência de qualidade no setor, impulsionado pelo nosso compromisso em garantir uma experiência positiva ao cliente. A qualidade do serviço da nossa oferta TIM UltraFibra produziu resultados positivos, sendo repetidamente reconhecida por prêmios (por exemplo, melhor banda larga fixa do país pela terceira vez, conforme concedido na sexta edição do Canaltech 2023 Awards)

Também buscamos uma posição forte no mercado de clientes de alto valor como um HUB de conteúdo, oferecendo uma variedade de planos para uso individual e familiar, pacotes de voz e dados, streaming e outras assinaturas de conteúdo, além de serviços digitais de valor agregado (ou seja, música, leitura digital, streaming de vídeo e jogos), a fim de proporcionar uma experiência personalizada ao cliente.

Acreditamos que também estamos mais aptos a oferecer serviços de alta qualidade graças ao nosso forte relacionamento com nossos fornecedores. Operamos um sistema de gestão de fornecedores de tecnologia da informação para aumentar o compromisso de nossos fornecedores. Como resultado dessa abordagem, beneficiamo-nos de melhorias como (i) melhor responsabilidade dos fornecedores de ponta a ponta em nossos processos de negócios; (ii) melhores condições contratuais e economias devido ao aumento dos volumes por fornecedor; (iii) consolidação e especialização de fornecedores em plataformas/processos específicos, criando oportunidades para investimentos de longo prazo nessas áreas; (iv) contribuição ativa para a transformação e simplificação; e (v) elevar as melhores práticas de Pedido de Orçamento em vez de negociação direta para obter mais economia, além de aumentar o chamado Acordo Global entre nós e a Telecom Italia, com o objetivo de captar mais sinergias e qualidade dos móveis por parte de fornecedores globais.

Esses processos foram organizados e aprimorados por meio de regras detalhadas, como o Conselho de Revisão de Projetos e Investimentos, e a Auditoria Contratual de Produtividade de Pontos de Função. Isso nos permitiu alcançar um excelente nível de governança da tecnologia da informação, exemplificado por uma melhor


contribuição empresarial de cada investimento devido a objetivos e metas compartilhados. Como resultado, melhoramos nossa eficácia e eficiência.

Por fim, continuamos buscando novas fontes internas de dados para melhor compreender a perspectiva e as necessidades dos nossos usuários, incluindo a coleta e análise de informações de aplicações e o investimento na modernização das ferramentas tradicionais de avaliação de qualidade.

Nosso compromisso com a excelência no serviço se reflete em nossas conquistas notáveis. Temos orgulho de ser a primeira operadora de telecomunicações no Brasil a conquistar e manter o Selo de Eficiência Procon-SP por 30 meses consecutivos. Além disso, mantivemos consistentemente o selo RA1000 da Reclame Aqui, que é a maior e mais influente plataforma online do Brasil para reclamações de consumidores, análise de reputação e pesquisa de marcas, alcançando uma taxa de resolução de 91,2%. Essas conquistas ressaltam nossa dedicação contínua à satisfação do cliente

Programa de Inovação Aberta

Nosso Programa de Inovação Aberta foi estabelecido em 2016 como uma iniciativa corporativa estruturada, projetada para apoiar nossas prioridades estratégicas por meio da colaboração com startups, parceiros tecnológicos, instituições acadêmicas e polos de inovação. Desde sua criação, o programa tem se concentrado em identificar, testar e avaliar soluções inovadoras que possam contribuir para a evolução da rede, serviços digitais, soluções B2B, eficiência operacional e melhorias na experiência do cliente.

Com o tempo, desenvolvemos relacionamentos de longo prazo com ecossistemas de inovação já estabelecidos, incluindo hubs, universidades, incubadoras e aceleradoras. Por meio dessas iniciativas, nos envolvemos com mais de 500 startups e firmamos aproximadamente 50 acordos comerciais em diferentes áreas de negócio, sujeitos aos nossos processos internos de governança e aprovação. Também mantemos uma colaboração contínua com a Cubo Itaú, um dos principais polos de inovação da América Latina, onde estabelecemos uma presença sustentada e interação estruturada com startups e parceiros de inovação.

O Programa de Inovação Aberta opera por meio de mecanismos estruturados, incluindo busca de soluções, Dias de Inovação personalizados, desafios de inovação, projetos-piloto e provas de conceito. Essas iniciativas nos permitem avaliar tecnologias emergentes e modelos de negócios em ambientes controlados, apoiando decisões informadas sobre a possível adoção, ao mesmo tempo em que mitigamos riscos operacionais, tecnológicos e de conformidade.

Como parte dessas iniciativas, promovemos Dias de Inovação focados em áreas corporativas específicas, resultando em interações com uma ampla gama de startups. Por meio de programas internos de desafios, concluímos múltiplos projetos de startups em áreas como soluções antifraude não comerciais, suporte de vendas e desenvolvimento de rede. Certas iniciativas resultaram no desenvolvimento e teste de soluções digitais integradas às nossas plataformas tecnológicas, incluindo interfaces de programação de aplicações (APIs), alinhadas com nossa estratégia de negócios.

Todas as iniciativas do Programa de Inovação Aberta estão sujeitas a processos internos de governança, incluindo critérios de seleção pré-definidos, avaliações técnicas e empresariais, e conformidade com políticas corporativas, legais e regulatórias aplicáveis. A participação no programa, assim como a execução de projetos-piloto, hackathons ou provas de conceito, não implica qualquer engajamento comercial automático, investimento financeiro ou compromisso contratual de longo prazo.

O Programa de Inovação Aberta também apoia o monitoramento de tendências tecnológicas e de mercado por meio de processos internos estruturados, contribuindo com insights que podem orientar o planejamento estratégico e as prioridades de inovação. Por meio de iniciativas de busca e experimentação de soluções, o programa nos permite avaliar novas aplicações e tecnologias, incluindo aquelas integradas às nossas plataformas digitais e APIs.

A relevância e maturidade de nossas iniciativas de inovação aberta foram reconhecidas por instituições independentes. Nos últimos anos, recebemos reconhecimentos como o "Selo Dourado" do Cubo Itaú, indicações e

50


rankings da 100 Open Startups, o prêmio Valor Inovação e inclusão entre as 20 empresas mais inovadoras do Brasil pelo MIT Technology Review Brasil, refletindo uma abordagem estruturada e disciplinada à inovação aberta.

O Programa de Inovação Aberta complementa as atividades realizadas pelo TIM Lab. Enquanto o TIM Lab foca em validação técnica, pesquisa e desenvolvimento e avaliação de desempenho de tecnologias em ambientes de teste controlados, o Programa de Inovação Aberta enfatiza a colaboração externa e a inovação orientada para negócios, apoiando a avaliação de soluções com potencial impacto estratégico e operacional.

Uma marca forte

Acreditamos que nossa marca, TIM, desde o início de nossas operações, tem sido reconhecida por liderar desenvolvimentos importantes no mercado brasileiro de telecomunicações e, em consonância com nossa identidade de marca, continuamos a nos posicionar na vanguarda da transformação digital da sociedade. Nosso slogan da marca, "Imagine as possibilidades", convida nossos clientes a enxergar o futuro de forma positiva e demonstra nosso compromisso em estar ao lado deles enquanto enfrentam novos desafios, abrindo um mundo de oportunidades. Para reforçar o posicionamento da nossa marca como uma marca que valoriza nossos clientes e traz vantagens além de apenas gigabytes de dados, em 2024 lançamos uma parceria inovadora com um dos maiores fabricantes de cerveja do mundo, a Ambev, por meio de uma campanha de verão com o slogan 'Get a Top-up', oferecendo descontos exclusivos para os clientes, transformando créditos pré-pagos em descontos no Zé Delivey (um aplicativo de entrega de bebidas). De forma semelhante, a partir da segunda metade de 2024, inovamos enviando cashback via dinheiro para as contas correntes dos usuários, por meio de transferências via PIX (transferência direta financeira), para recargas feitas pelo aplicativo. Desde 2015, somos líderes em cobertura 4G em todo o Brasil, chegando até a conectar o interior do país para ajudar a facilitar a inovação tecnológica no setor agroindustrial – temos aproximadamente 20 milhões de hectares com cobertura 4G. Além disso, fomos pioneiros na ativação de redes 5G no Brasil, com nossos primeiros testes realizados em 2019, e demonstramos nossa preparação para a próxima geração de redes móveis ao lançar o 5G em todas as capitais dos estados brasileiros em 2023. Desde então, mantivemos a frente da concorrência no número de cidades cobertas pelo 5G (mais de 1.000 cidades), reforçando a força da rede com o uso da afirmação "Líder em 5G" na comunicação da marca. Continuamos a fomentar nossos valores e crenças na diversidade na inclusão; em 2024, pelo segundo ano consecutivo, recebemos reconhecimento do Instituto +Diversidade e da Human Rights Campaign, o Selo de Equidade BR – ações assim têm um impacto profundo na cultura corporativa e fazem parte do nosso plano estratégico. Por fim, continuamos fortalecendo nossa associação de marca com a música por meio do patrocínio de vários eventos musicais, incluindo o maior festival da América Latina, Rock no Rio, e também o patrocínio do Festival de Verão Salvador (festival de música tradicional na Bahia), TIM Music Rio (shows gratuitos nas praias do Rio de Janeiro) e TIM Music Noites Cariocas (o evento mais icônico do Rio). adicionando patrocínios de transmissões de TV para comunicar que "Com o TIM 5G, a música não para."

Em janeiro de 2026, nos tornamos patrocinadores oficiais do Big Brother Brasil (BBB), uma das maiores plataformas de entretenimento e audiência televisiva do Brasil. Esse patrocínio representa uma iniciativa estratégica para ampliar nossa presença na mídia nacional e ampliar o engajamento com diferentes perfis de consumidores, especialmente públicos mais jovens e digitalmente engajados.

O patrocínio está alinhado com o posicionamento da nossa marca e oferece uma plataforma para mostrar nossos serviços de conectividade, planos móveis e soluções digitais. Também reflete nossa estratégia mais ampla de investir em iniciativas de alta visibilidade voltadas para fortalecer o reconhecimento da marca e apoiar a diferenciação em um mercado altamente competitivo.

Centro de Tecnologia Avançada e Inovação

O TIM Lab é um ambiente multifuncional dedicado à avaliação de tecnologias, produtos e serviços inovadores. Suas atividades focam na avaliação da eficiência funcional, dos requisitos de desempenho e no desenvolvimento de novos modelos e soluções técnicas em um ambiente controlado. O TIM Lab reúne engenheiros, pesquisadores e especialistas técnicos para realizar avaliações estruturadas e eficazes e funciona como um centro de referência para atividades de pesquisa e desenvolvimento no setor brasileiro de telecomunicações.

51


O TIM Lab desempenha um papel estratégico no apoio a iniciativas de avaliação de serviços e inovação em todas as nossas operações. Seus projetos contribuem para a evolução contínua de nossa rede e atendem às necessidades relevantes de negócios e mercado, incluindo a avaliação de tecnologias de rede de próxima geração, aplicações futuras para a internet, iniciativas com impacto social e ambiental positivo e atividades relacionadas à inovação aberta, tudo sujeito a governança interna, validação técnica e processos de avaliação. Ao longo de 2025, o TIM Lab continuou operando como um ambiente ativo para avaliação e validação tecnológica, apoiando a evolução contínua da rede e iniciativas de inovação alinhadas às nossas prioridades estratégicas.

Em 31 de dezembro de 2025, havíamos participado há mais de cinco anos do Telecom Infra Project ("TIP"), uma iniciativa fundada pela Meta e outros participantes da indústria, com o objetivo de desenvolver novas abordagens para construir e implantar infraestrutura de rede de telecomunicações. O TIM Lab funciona como o primeiro Laboratório Comunitário TIP na América Latina. Além disso, desde 2017, o TIM Lab participa como um dos GSMA Mobile IoT Open Labs, um ambiente colaborativo no qual empresas que desenvolvem soluções baseadas em redes celulares de baixa energia trabalham ao lado de especialistas do setor para testar e validar seus projetos.

No ambiente do TIM Lab, várias tecnologias relevantes para a evolução da rede e nossa estratégia de negócios foram avaliadas e validadas, incluindo:

  • tecnologias móveis, como NB-IoT, 5G New Radio (5G NR) e padrões relacionados;
  • Técnicas de compartilhamento em redes de acesso rádio (RAN);
  • soluções Open-RAN;
  • soluções de rede de transporte, como a Multiplexação por Divisão de Comprimento de Onda de Defesa (DWDM), transporte desagregado Arquiteturas;
  • cenários de teste de expansão de rede larga/fixa e cenários da Multi InfraCo (junto com o VTAL), com foco nos testes de interoperabilidade dos CPEs TIM na rede da InfraCo, além das várias frentes de suporte e testes com os I-Systems;
  • soluções de otimização e automação de rede;
  • Recursos de economia de energia e Soluções de eficiência energética;
  • redes multimídia IP (VoLTE, vídeo sobre LTE, serviços de chamadas WiFi, blocos funcionais completamente organizados e habilitadas por uma plataforma de subsistema multimídia IP);
  • virtualização de funções de rede (NFV);
  • MEC de Computação de Borda Multi-Acesso; e
  • Fatiar a rede 5G.

Durante 2023, permanecendo totalmente operacional durante 2024 e 2025, o TIM Lab migrou para um novo local com um ambiente de teste totalmente renovado, com o objetivo de expandir sua capacidade técnica e apoiar nossas atividades de inovação. As novas instalações foram projetadas para aprimorar as capacidades técnicas, melhorar a eficiência operacional por meio do uso de infraestrutura pertencente ao TIM e fornecer espaços dedicados para a apresentação e avaliação de projetos com potenciais parceiros de negócios e clientes. A nova localização, situada em São Cristóvão, no estado do Rio de Janeiro, possui uma área de aproximadamente 850 metros quadrados e oferece conectividade aprimorada, maior capacidade para apoiar projetos inovadores, integração com ambientes em nuvem e áreas dedicadas para testar tecnologias 5G e aplicações relacionadas.

Como parte da nossa estratégia de transformação digital, lançamos o programa integrado de aprendizagem "Onda Digital" (Onda Digital) em 2023, que foi ainda mais consolidado durante 2024 e 2025. O programa foi

52


projetado para fortalecer as capacidades de mentalidade digital e as habilidades técnicas em toda a organização, apoiando a adoção de novas tecnologias e modelos de trabalho. Em 31 de dezembro de 2025, as seguintes iniciativas educacionais eram particularmente relevantes:

  • Προγραμμα δε Μενταλίδαδε Διγιταλ ε Χυλτυραλ δα TIM: Υμα εστρυτυρα περσοναλιζάδα δε αω αλία| ©ο ε δεσενωδιωμεντο προφεταδα παρα αωαλιαρ ε απριμοραρ α ματυριδάδε διγιταλ δ ε προφισοιοναισ ε λ' δερεσ χομ βασε εμ σεισ ηαβιλιδάδεσ ιντερπεσσοαισ: πενσαμεντο χριατι ωο, χυριοσιδάδε (αγιλιδάδε δε απρενδιζαγεμ), χολαβορα| ©ο (γεστ©ο δε ρελαχιοναμεντο), σε νοο δε ρεσπονσαβιλιδάδε, ρεσολυ| ©ο διγιταλ δε προβλεμασ ε φοχο να εξπερ| νχια δο χλικντ ε. Εσσασ χομπετ| νχιασ φοραμ χομπαράδασ χομ παδρ,| εσ γλοβαισ. Φορναδασ δε απρενδιζαγ εμ περσοναλιζάδασ φοραμ ιμπλεμενταδασ παρα χαδα υμα δασ σεισ ηαβιλιδάδεσ, χομ απρο ξιμαδαμεντε 35% δοσ νοσσασ προφισοιοναισ ματριχυλάδοσ εμ 31 δε δεζεμβρο δε 2025.

  • Academia de Dados TIM: Uma iniciativa estruturada de treinamento focada em fortalecer a geração de valor por meio de análises avançadas, aumentar a eficácia dos casos de uso e apoiar o desenvolvimento de oportunidades de negócio, reforçando assim nossa cultura orientada por dados. Em 31 de dezembro de 2025, 974 profissionais participaram desta academia.

  • Αχαδεμια δε Ιντελιγ| νχια Αρτιφιχιαλ TIM: υμα φορναδα εστρυτυραδα δε απρενδιζαγεμ φοχαδα εμ ιντελιγ| νχια αρτιφιχιαλ, δεσενωδιωιδα δε μανειρα περσοναλιζάδα ε οφερεχενδο χοντε |δ ο μυλτιφορματο παρα γρυποσ προφισοιοναισ εσπεχ| φιχοσ, αλ| μ δε υμ προγραμα φυνδαμεντ αλ δε αλφαβετιζα| ©ο εμ ΙΑ θυε αλχαν| ου απροξιμαδαμεντε 60% δε νοσσασ φυνχιον(ριοσ, ρε πρεσεντανδο χερχα δε 5.700 προφισοιοναισ εμ 31 δε δεζεμβρο δε 2025.

  • Academia Ágil TIM: um programa educacional que oferece treinamento em metodologias ágeis para 460 funcionários, contribuindo para a agilidade organizacional e apoiando a aplicação eficaz de práticas ágeis em nossos projetos.

Forte compromisso com os pilares ESG e a única empresa brasileira de telecomunicações listada no Novo Mercado há mais de 10 anos

Desde 2011, fazemos parte do segmento Novo Mercado da bolsa B3, o que significa que estamos sujeitos aos mais altos padrões de governança corporativa da B3, que incluem o cumprimento de exigências rigorosas não apenas relacionadas à governança corporativa, mas também à divulgação de informações ao mercado. Acreditamos que a listagem no Novo Mercado proporciona maior liquidez e valor para nossas ações, nos permite maior acesso aos mercados internacionais, promove o fortalecimento da nossa imagem corporativa e aumenta a confiança em nós, além de reafirmar o compromisso de longo prazo da Telecom Italia e suas subsidiárias (o "Grupo Telecom Italia") no Brasil. Acreditamos que a listagem no Novo Mercado também alinha os interesses entre nossos acionistas controladores e minoritários em relação aos direitos de voto, direitos de acompanhamento e política de dividendos.

Além disso, pertencemos a um grupo seleto de empresas que compõem o portfólio do Índice de Governança Corporativa e do Índice B3 Tag Along Stock, compostas por empresas comprometidas em adotar melhor proteção contra co-venda para acionistas minoritários, que negociaram ativamente em 30% das sessões de negociação e que não constituem uma penny stock. Estamos, pelo décimo oitavo ano consecutivo, parte do portfólio do Índice de Sustentabilidade Corporativa do B3, um índice composto por empresas com forte compromisso com sustentabilidade e responsabilidade social. Em 2025, também continuamos sendo um dos integrantes dos índices ESG S&P B3 Brasil e S&P Global LargeMidCap ESG. Em janeiro de 2025, fomos selecionados para permanecer no portfólio do Índice de Eficiência de Carbono, ou ICO2, do B3, com o compromisso de medir, divulgar e monitorar nossas emissões de gases de efeito estufa, ou GEE, e fomos selecionados para permanecer no Índice de Grande Lugar para Trabalhar, ou IGPTW, do B3, já que continuamos sendo uma empresa certificada pela GPTW em 2025, Reconhecer-nos como um empregador que cria uma experiência excepcional para o funcionário. A busca constante pelas melhores práticas ambientais, sociais e de governança também garante nossa presença em diversos índices e classificações internacionais, como FTSE4GOOD Mercados Emergentes, FTSE4GOOD América Latina, Líderes ESG do AWCI do MSCI, Líderes ESG de Mercados Emergentes do MSCI, Índice FTSE D&I, entre outros.

53


54

Desde 2023, somos a primeira e única operadora de telecomunicações listada no portfólio IDIVERSA da B3, que reconhece empresas brasileiras comprometidas com a diversidade racial e de gênero. Em 2021, nos tornamos a primeira operadora brasileira a integrar o FTSE Diversity & Inclusion Index (anteriormente Refinitiv D&I Index), ocupando desde a primeira posição global no setor de telecomunicações. O índice mede o desempenho de mais de 15.500 empresas com base em iniciativas de diversidade, inclusão e desenvolvimento de carreira. Em 2025, mantivemos pelo quinto ano consecutivo nossa liderança no setor de telecomunicações e entre todas as empresas brasileiras no Índice FTSE de Diversidade e Inclusão

Como signatárias do Pacto Global desde 2008 e da ONU Mulheres desde 2021, promovemos projetos relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ("ODS") e reconhecemos os direitos à privacidade de dados, internet segura, acesso à informação e liberdade de expressão como essenciais e inegociáveis como parte de nossos esforços para respeitar os Direitos Humanos.

Como parte do nosso compromisso com a sociedade no enfrentamento das mudanças climáticas, realizamos mapeamentos periódicos das fontes de emissões em nossas atividades. Conseguimos fazer isso preparando anualmente um inventário de GEE de acordo com as diretrizes do Protocolo de GEE (que estabelece o padrão global de como medir, gerenciar e reportar as emissões de gases de efeito estufa) e também trabalhando conosco na Itália para estabelecer metas alinhadas com a Iniciativa de Metas Baseadas na Ciência (SBTi), já que as empresas controladas ou relacionadas ao Grupo TIM na Itália ("Grupo TIM") aderiram à iniciativa em julho de 2021 com o desafio de manter o aquecimento global limitado a $1,5^{\circ}\mathrm{C}$, conforme estabelecido no Acordo de Paris. O SBTi tem como objetivo promover a melhor redução e compensação das emissões de GEE em conformidade com a ciência do clima. Desde 2010, reportamos nossas emissões de gases de efeito estufa (GEE) por meio do Projeto de Divulgação de Carbono ("CDP") – o maior banco de dados de informações empresariais primárias sobre mudanças climáticas do mundo – e publicamos seu inventário de emissões de GEE de acordo com o Programa do Protocolo de GEE do Brasil. Desde 2021, o questionário CDP foi integrado pela B3 como parte crucial da metodologia para a seleção dos constituintes do Índice de Sustentabilidade Corporativa. Em 2023, nosso Score de Mudanças Climáticas do CDP melhorou de B para A, e fomos selecionados para integrar a lista A do CDP por três anos consecutivos (2023, 2024 e 2025).

Desde maio de 2022, declaramos publicamente nosso apoio às recomendações da Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD), demonstrando nosso compromisso com melhores informações como base para entender os riscos climáticos em nossa transição para uma economia de baixo carbono. Também alinhamos nossa abordagem aos riscos e oportunidades climáticas com as recomendações do TCFD e as publicamos em um resumo de edição, atualizado anualmente.

Também identificamos oportunidades para aprimorar nossos níveis de excelência em nosso Sistema de Gestão Ambiental (EMS), abrangendo todas as nossas operações, com base em nossa Política Ambiental. Isso inclui compromissos como proteção do meio ambiente, atendimento ao cliente, aos requisitos e normas legais da organização e melhoria contínua do desempenho em processos e controles, tendo obtido a certificação ambiental ISO14001 para Gestão e Operação de Rede nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

Desde 2008, publicamos nosso Relatório de Sustentabilidade, apresentando os principais resultados financeiros e não financeiros, de acordo com a metodologia dos Padrões da Global Reporting Initiative ("GRI"). Desde 2021, chamamos esta publicação de Relatório ESG e reforçamos nosso compromisso com a transparência e a responsabilidade perante nossos stakeholders, organizando o relatório em três pilares: Ambiental, Social e Governança. Desde 2021, o Relatório ESG também apresenta os indicadores do SASB - Conselho de Normas de Contabilidade de Sustentabilidade.

Nossas principais políticas – como Responsabilidade Social Corporativa, Direitos Humanos, Diversidade e Inclusão, Meio Ambiente, Mudanças Climáticas, Relações com Fornecedores, Gestão de Riscos, Anticorrupção e Políticas de Segurança e Saúde Ocupacional – estão publicamente disponíveis para consulta com nossos stakeholders.

Fundado em 2013, o Instituto TIM tem como missão democratizar o acesso à ciência, tecnologia e inovação, a fim de promover o desenvolvimento humano no Brasil. Mais de 700.000 pessoas de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal foram beneficiadas pelos projetos de educação e inclusão do Instituto TIM, alguns dos quais foram premiados internacionalmente (por exemplo, Prêmios Governante – BID 2015).


Nosso plano ESG é atualizado anualmente junto com nosso plano estratégico. Entre as metas estabelecidas para o período 2025-27, uma de nossas metas ambientais é nos tornarmos uma empresa neutra em carbono até 2030 e carbono líquido zero até 2040. Além disso, nos comprometemos a manter uma política de uso de fontes renováveis para 100% do nosso consumo de energia e a aumentar em 110% a eficiência energética do tráfego de dados (em relação ao ano-base de 2019) até 2025. Do ponto de vista social, os principais compromissos são que nossa força de trabalho seja composta por mais de 25% de pessoas negras e mais de 36% de mulheres em cargos de liderança até 2025, alcançar 32 milhões de hectares conectados e manter nosso nível de engajamento dos funcionários de pelo menos 82% até 2025. Alguns desses objetivos foram incluídos em nossos programas de remuneração MBO e LTI, como o percentual de engajamento dos funcionários, energia renovável, mulheres em cargos de liderança, ecoeficiência, reciclagem de resíduos sólidos, pessoas negras em cargos de liderança e reutilização ou reciclagem de resíduos sólidos. Obtivemos a ISO 37001 (sistemas de gestão antisuborno) e, em 2022, também obtivemos a ISO 27001 (gestão de segurança da informação). Ambas as certificações são componentes-chave do nosso pilar de Governança Corporativa, que visa manter as melhores práticas e padrões em transparência e anticorrupção, cibersegurança e proteção de dados, além de nosso posicionamento em índices e classificações ESG.

Em 2025, fizemos progressos significativos em seu programa de retomada para resíduos eletrônicos pós-consumo, com um aumento de 880,7% em relação a 2024 em termos da quantidade de resíduos eletrônicos capturados, com uma taxa de reciclagem de 98,02%, reinserindo assim os produtos relevantes na cadeia de transformação para outros produtos e contribuindo para a redução da extração de novas matérias-primas, estimulando assim a economia circular. Existem mais de 440 pontos de coleta, distribuídos nacionalmente em nossas lojas e prédios.

Além disso, para garantir uma cadeia de suprimentos que cumpra sua missão, realizamos a qualificação das empresas que participam do processo de licitação para serviços considerados críticos do ponto de vista socioambiental, com base na avaliação de riscos diretos ou indiretos associados a aspectos sociais, ambientais, de saúde e segurança. Em 2025, 354 fornecedores foram avaliados, e aqueles que não foram autorizados a continuar o processo de contratação conosco.

Também fomos reconhecidos com o Prêmio de Acessibilidade ANATEL 2024 por oferecer ambientes e serviços inclusivos para pessoas com deficiência. Fortalecemos nossa posição contra o racismo ao participar e participar da iniciativa Procon SP Racial, realizada em parceria com a Universidade Zumbi dos Palmares, promovendo os "10 Princípios para Combater o Racismo."

Para reduzir desigualdades, estabelecemos parcerias com aplicativos como SOMOS+ e Mulheres Positivas, oferecendo treinamentos e oportunidades de emprego para pessoas transgênero, mulheres e profissionais com 45 anos ou mais. Além disso, colaborações com organizações como Gerando Falcões, Gerando Valkírias e As Maras apoiaram o treinamento de profissionais de vendas em tecnologia, práticas de economia circular e inclusão digital. Esses esforços incluíram a disponibilização de kits 5G para a comunidade Marte em São Paulo, além de oportunidades para participantes ingressarem no TIM ao final dos programas.

Executivos altamente qualificados e experientes e apoio dos acionistas controladores.

Contamos com uma equipe de executivos altamente qualificados, amplamente reconhecidos no setor e com ampla experiência nos mercados de telecomunicações na Europa e em países emergentes. Nossa política de remuneração executiva busca alinhar os interesses de nossos executivos com os dos acionistas, por meio de planos de remuneração variáveis e incentivos baseados em ações que recompensam o bom desempenho e o cumprimento de determinados objetivos.

O apoio dos nossos acionistas controladores em nossas operações é ainda mais demonstrado pelo compartilhamento de conhecimento e melhores práticas e pelo desenvolvimento de novas soluções para networking, marketing e finanças, que são rapidamente implementadas sob uma estratégia de "plug & play", na qual inovações de rede podem ser desenvolvidas pela nossa empresa-mãe primeiro em outras regiões e depois implementadas conosco.

55


56

Forte posição financeira

Com resultados financeiros consistentes nos últimos anos e um EBITDA ajustado sólido, segundo nossa análise interna, acreditamos ter uma forte geração de fluxo de caixa, uma posição financeira sólida e um baixo índice de dívida líquida para EBITDA ajustado. Nesse cenário, entendemos que estamos em uma posição forte para desempenhar um papel significativo em potenciais futuras consolidações no mercado e/ou para ter uma posição competitiva em leilões de frequência importantes nos próximos anos.

Nossa Estratégia

Nosso Plano Estratégico

Nosso plano estratégico 2026–2028 continua a direção estratégica do nosso plano anterior e visa fortalecer ainda mais a marca TIM. Foca no crescimento de longo prazo e na criação de valor, apoiado por expansão de receita, medidas de eficiência de custos, geração robusta de fluxo de caixa livre, alocação disciplinada de capital e reinvestimento em oportunidades de alto crescimento.

Após uma longa e intensa jornada de desenvolvimento e transformação, estamos moldando a próxima geração de TIM com uma estratégia bem definida que também se adapta à dinâmica do mercado. Por esse motivo, nosso plano revisado é estruturado em torno de seis frentes estratégicas:

(a) colocar o cliente móvel em primeiro lugar para impulsionar a lucratividade, garantindo competitividade entre os segmentos por meio de qualidade superior da rede, aprimoramento da experiência do cliente apoiada por IA e-inovação orientada a valor no portfólio;

(b) buscar um crescimento sustentável da banda larga com opcionalidade para o futuro, fortalecendo o desempenho operacional e preservando a flexibilidade para acelerar conforme as condições de mercado evoluem;

(c) acelerar nossa trajetória business-to-business (B2B), expandir nosso portfólio de soluções e ofertas tecnológicas de IoT enquanto avança as capacidades do NetworkasaService e novas iniciativas de monetização de dados;

(d) incorporar inteligência artificial em um nível transformador, posicionando a TIM como uma organização AIFirst por meio da adoção interorganizacional de IA e redesenho de processos, interações com clientes e modelos operacionais;

(e) reforçar a eficiência como motor central da criação de valor, combinando uma disciplina rigorosa de alocação de capital com o desenvolvimento de novas vias de crescimento; e

(f) colocar o ESG como base de nossa estratégia, integrando prioridades ambientais, sociais e de governança em toda a Empresa para fortalecer a resiliência de longo prazo e a geração sustentável de valor.

Aproveitando a evolução da nossa estratégia móvel, continuamos focando em garantir competitividade em todos os segmentos móveis por meio da abordagem "3Bs" — Melhor Rede, Melhor Serviço e Melhor Oferta — enquanto evoluímos nosso modelo de gestão de base para gerar maior valor ao longo da vida do cliente e lucratividade sustentável. Isso inclui iniciativas direcionadas em hiperpersonalização, evolução de portfólio, crosssell e upsell, além de mecanismos aprimorados de retenção e controle de churn, suportados por análises preditivas habilitadas por IA. Além disso, esperamos acelerar a monetização de nossa base de clientes além das telecomunicações essenciais, expandindo um ecossistema de parcerias em áreas como streaming, jogos, fintech, serviços de saúde, seguros e outros setores adjacentes.

Também pretendemos fortalecer nosso desempenho comercial por meio de ofertas de conteúdo diferenciadas, expansão seletiva de canais físicos, fortalecimento de nossas capacidades digitais e de vendas remotas e investimento contínuo na percepção da marca. Combinadas, essas iniciativas apoiam nossa ambição de ampliar a singularidade da nossa proposta de valor móvel, proteger e expandir nossa base de clientes e desbloquear novas vias


de crescimento lucrativo.

Para buscar um crescimento sustentável e lucrativo no mercado de banda larga, estamos evoluindo nossa estratégia para fortalecer nossos fundamentos operacionais, preservando a flexibilidade para oportunidades futuras. Sob nosso plano atualizado, estamos focados em impulsionar o crescimento orgânico e melhorar o desempenho do churn, apoiados por melhorias operacionais, expansão seletiva em bolsões de oportunidade e o uso de tecnologias complementares como acesso sem fio fixo (FWA) e conectividade via satélite para ampliar nosso alcance. Como parte dessa evolução, continuamos expandindo nossa presença, avançando melhorias de ponta a ponta na experiência do cliente. Além disso, mantemos a opcionalidade para movimentos inorgânicos, apoiados por passos recentes como a proposta de aquisição do ISystem e a avaliação contínua de futuras vias de consolidação em um mercado de banda larga fragmentado. Essas iniciativas são projetadas para apoiar um crescimento mais resiliente, melhorar a qualidade do serviço e posicionar a empresa para capturar valor adicional à medida que a dinâmica do mercado evolui.

Para moldar uma nova trajetória de crescimento no mercado B2B, estamos evoluindo de uma abordagem centrada em conectividade para um modelo mais amplo impulsionado por tecnologia, que possibilita digitalização, inteligência e criação de valor baseada em dados em múltiplos setores. Aproveitando nossa conectividade confiável nacional, estamos expandindo soluções de IoT, capacidades de dados em tempo real, automação inteligente e segura, processamento de borda e modelos de IA específicos para a indústria para apoiar a modernização em diversos setores. Tudo isso enquanto abrimos caminho para o futuro, desenvolvendo a próxima onda de capacidades para tornar as operações cada vez mais inteligentes e gerar valor com dados e IA. Isso inclui a evolução de modelos de IA específicos para indústria, arquiteturas de decisão em tempo real, processos autônomos e habilitados por IA, e automação avançada orientada por dados, projetada para desbloquear novas fronteiras de produtividade. A aquisição de V8.Tech acelera essa trajetória ao fortalecer nossa expertise em engenharia digital nativa em nuvem, visão computacional, automação inteligente e aplicações de negócios impulsionadas por IA, apoiando a transição de longo prazo para um cenário empresarial mais inteligente e centrado em dados.

Estamos acelerando a adoção da inteligência artificial em toda a Empresa, posicionando a IA como uma capacidade transformadora e um imperativo estratégico embutido em nosso modelo operacional. Com base em nosso foco inicial em eficiência e agilidade, estamos expandindo o escopo, a escala e a sofisticação dos casos de uso de IA para apoiar a criação de valor de ponta a ponta em redes, operações de clientes e funções de suporte. Sob nosso plano atualizado, a IA se torna um elemento fundamental de como operamos — orientando prioridades, processos de tomada de decisão e execução em toda a organização à medida que avançamos rumo a um modelo AIFirst.

Estamos fortalecendo nosso negócio principal para gerar fluxo de caixa que sustente novas vias de crescimento e aumente a remuneração dos acionistas. Acreditamos que essa combinação única de elementos, com a agenda ESG incorporada em nossa estratégia de negócios, resultará na melhor proposta de valor para a comunidade de investidores. Com o objetivo de gerar alto valor para os acionistas e também financiar nossa melhor proposta de valor para os clientes, focamos na liderança em eficiência. Temos uma das maiores margens de EBITDA do setor em LATAM e continuaremos trabalhando para melhorar nosso fluxo de caixa livre operacional. Nossa agenda Opexeficiency inclui a digitalização e expansão da adoção da IA em toda a Empresa, simplificação organizacional, iniciativas de makeorbuy e medidas contínuas de custo-disciplina. Paralelamente, estamos avançando na otimização de contratos de locação por meio da renegociação de contratos de torres, expansão de iniciativas de compartilhamento de RANsharing e esforços direcionados para otimizar a utilização do espaço das torres. No âmbito do Capex, estamos escalando a implementação da IA no domínio da rede, acelerando a transição para a infraestrutura de próxima geração, incluindo o descarregamento seletivo do 5G, e reforçando as medidas gerais de eficiência da rede. Além disso, estamos melhorando a gestão do capital de giro ao renegociar os termos de pagamento, fortalecer os processos de contas a pagar e aprimorar os controles de estoque.

Alinhamento Estratégico e Evolução Cultural

Para alinhar nossa estratégia de negócios com os interesses de nossos funcionários e garantir culturalmente nosso foco de liderança, em 2023 realizamos um estudo de diagnóstico cultural, baseado em uma metodologia reconhecida internacionalmente. O objetivo deste estudo foi mapear os valores existentes em nossa cultura atual e os
57


valores culturais desejados, identificar oportunidades para sua evolução e fornecer comportamentos apropriados e um ambiente favorável para alcançar os resultados esperados.

Esse estudo gerou um plano de comunicação para nossa equipe focado em garantir a simplificação e entender as prioridades da estratégia, trazendo conscientização e compromisso por meio do lançamento da campanha interna chamada "Identidade 101", baseada em 3 pilares: "Cliente em Primeiro Lugar", "Zero Barreira" e "Você, Protagonista."

Como parte da nossa evolução cultural, os líderes foram novamente levados a se comprometer com um conjunto de valores culturais que guiariam nosso comportamento e processo de tomada de decisões, dia a dia, contribuindo para a conquista dos resultados empresariais. Os valores são: "Surpreenda o Cliente", "Seja o Protagonista", "Supere Barreiras", "Construa Confiança", "Promova a Inclusão" e "Pense Grande."

Valores culturais estavam conectados ao nosso processo de avaliação de desempenho, à pesquisa climática corporativa e também a outras iniciativas de gestão de pessoas.

Proteger o valor da nossa base de clientes pré-pagos e buscar o crescimento do pós-pago, mudando o foco da participação absoluta de mercado para a participação de receita, além de fortalecer nossa base de clientes existente.

Após dois anos de circunstâncias incomuns – incluindo em 2022, quando o mercado apresentou uma série de desconexões de linhas pré-pagas inativas adquiridas por operadoras líderes do negócio móvel da Oi Mobile – desde 2023, o mercado brasileiro de telecomunicações móveis voltou à tendência de redução geral do número de clientes pré-pagos vista até 2020. Esse desempenho é razoável, já que muitos usuários buscaram melhor custo-benefício, migrando para planos de controle (pós-pago) devido à crescente necessidade de acesso à internet. Mantemos nossa estratégia de sermos escolhidos como o único provedor de SIM para o mercado consumidor pré-pago, oferecendo ofertas atraentes e valiosas para os clientes, mantendo nossa reputação de qualidade e inovação. Para o mercado pré-pago para consumidores, nossa prioridade principal é oferecer simplificação para melhorar a experiência do cliente com a contínua evolução dos canais digitais, enquanto para o mercado pós-pago, nosso plano é crescer com base em uma abordagem "Mobile Challenger" impulsionando a migração do pré-pago, aproveitando os benefícios da liderança em cobertura 4G e estabelecendo um relacionamento de longo prazo com o cliente impulsionado por iniciativas de fidelização. Estamos continuamente aprimorando a experiência do canal digital e dos modelos de vendas. No mercado business-to-business, pretendemos aproveitar ofertas e canais de consumidores para ganhar participação de mercado nas pequenas e médias empresas, ou PMEs. Também estamos buscando o desenvolvimento de mercados-alvo como a IoT e o mercado máquina-a-máquina, ou M2M, além da simples conectividade, e avaliando oportunidades de negócios para a aplicação, utilizando a rede 5G. Além disso, estamos aprimorando nossa estratégia de canal de vendas para aumentar não apenas a eficiência, mas também a produtividade das vendas. Nossa estratégia de crescimento está focada principalmente em enfrentar o potencial da Internet móvel no mercado brasileiro, especialmente aumentando a penetração da Internet móvel e do tráfego de dados. Acreditamos que as operadoras móveis estão em uma posição forte para atender à demanda por banda larga no Brasil, com a possibilidade de oferecer planos de preços flexíveis acessíveis à maior parte da população brasileira. A falta de infraestrutura fixa ainda é um problema para o acesso à banda larga fixa, especialmente em áreas suburbanas, tornando a cobertura móvel mais adequada para clientes sem acesso à banda larga. Além de oferecer vantagens de acessibilidade e cobertura, as operadoras móveis atraem a nova demanda cultural por conectividade à Internet o tempo todo e em todos os lugares.

Além disso, nossa estratégia também envolve nos posicionar como parceiros da nossa base de clientes atual, aumentando a fidelidade deles oferecendo produtos exclusivos aos clientes atuais, focando em serviços de valor agregado em nossas ofertas e diferenciando nossos produtos e serviços. Os serviços de valor agregado representam uma parte importante da nossa estratégia, pois já é um mercado relevante e possui altas taxas de crescimento com potencial para aumentar as fontes de receita. Esses serviços geralmente são lançados por meio de uma parceria com um player OTT estabelecido. Acreditamos que as estratégias acima permitirão fortalecer a fidelidade dos clientes sem exigir custos maiores, já que o aumento do tráfego dentro da nossa própria rede não aumenta significativamente nossos custos operacionais. Também estamos investindo em novos canais, para atrair novos clientes e aprimorar a experiência de cada cliente. Estamos constantemente buscando novos clientes por meio de novos esforços de marketing e iniciativas promocionais. Outro fator importante de crescimento deve vir da evolução da nossa

58


estratégia digital, com um papel crescente no crescente ecossistema M2M e IoT, explorando novas oportunidades de receita, incluindo ser mais do que apenas um provedor de conectividade, oferecer uma plataforma (análise, big data, publicidade móvel, etc.) e uma agregação de conteúdo para apoiar o crescimento da receita móvel e de serviços fixos. Capitalizando a substituição de móveis fixos em serviços de voz e tradicionais.

Buscamos aproveitar a oportunidade existente de substituição por dispositivos fixos no tráfego de voz e dados e incentivamos o uso de dispositivos móveis, em vez de linhas fixas, para comunicação de longa distância e Internet. Acreditamos que a principal vantagem das nossas ofertas de produtos é que nossos clientes podem usar nossa rede móvel em crescimento.

Oferecendo acesso à Internet acessível

A tecnologia de redes móveis criou uma oportunidade de negócio para que os CSPs ofereçam serviços de conectividade mais acessíveis aos indivíduos, o que traz benefícios tanto para os clientes quanto para a operadora móvel. Estamos oferecendo aos nossos clientes planos competitivos de uso de dados pré-pagos e pós-pagos por meio de aparelhos sem fio ou outros dispositivos de dados (por exemplo, tablets, wearables, etc.). Acreditamos que nossas atividades em telecomunicações geram um impacto positivo além do nosso negócio. O acesso à telefonia móvel e serviços de internet banda larga permite não apenas comunicação, mas também cria inúmeras oportunidades para pessoas e empresas, funcionando como uma poderosa ferramenta de inovação. Essa transformação também possibilita a inclusão digital por meio da oferta de conectividade para regiões sem acesso a esses recursos, como comunidades isoladas, áreas rurais e áreas de baixa renda. Nosso foco no aumento do uso de dados entre nossos clientes também é influenciado pela nossa capacidade de gerenciar efetivamente as vendas de aparelhos e acessórios, com foco em modelos de smartphones 5G de entrada, oferecendo acesso de qualidade à Internet. Essa abordagem nos permite oferecer nossos serviços a um preço altamente competitivo, oferecer métodos de pagamento convenientes, atender à demanda do mercado e abrir oportunidades de inovação. O resultado dessa estratégia pode ser visto no aumento do número de usuários de dados e na penetração de smartphones, especialmente no 5G. Liderar o crescimento da Internet móvel em nosso setor é um pilar fundamental da nossa estratégia, já que vemos este como o mercado mais importante em termos de crescimento e tamanho no futuro próximo. Nossos esforços de marketing também foram projetados para estimular o uso da Internet e aproveitar nossas redes 4G e 5G, oferecendo planos de Internet pós-pago e pré-pagos adequados e acessíveis.

Construção de uma rede de infraestrutura única no mercado brasileiro e aprimoramento da nossa rede

Estamos comprometidos em desenvolver uma infraestrutura de rede robusta capaz de atender nossa base de clientes e antecipar novas tendências e tecnologias do setor. O desenvolvimento dessa infraestrutura requer tanto investimentos orgânicos (projetos de planejamento e desenvolvimento de infraestrutura para a rede existente) quanto inorgânicos (aquisições). Como parte de nossa estratégia de focar nossos investimentos em infraestrutura, a TIM Participações adquiriu a Intelig (atualmente conhecida como TIM S.A.) em dezembro de 2009, para estabelecer nossa própria rede de fibra óptica e desenvolver projetos de automação. A TIM Participações também adquiriu a empresa anteriormente conhecida como AES Atimus (posteriormente TIM Fiber, que foi incorporada à TIM Celular em 2012, e a TIM Celular foi incorporada a nós em 2018) em 2011 para fortalecer e expandir nossa rede de fibra óptica e, em 2022, adquirimos os ativos móveis da Oi Mobile (junto com a Vivo e a Claro) para melhorar nossa posição no mercado, capturando melhores economias de escala, sinergias e otimização de investimentos, além de nossa eficiência operacional, visando oferecer melhor UX para nossos clientes.

Fornecemos tecnologia 4G em 100% das cidades brasileiras desde o final de 2023, o que posiciona nossa marca como líder de mercado em termos de cobertura 4G.

Em 2024, a TIM lançou um projeto para expandir a cobertura 4G nas rodovias brasileiras e começou a desenvolver parcerias com concessionárias rodoviárias. Em 2025, a empresa ultrapassou 10.000 quilômetros de rodovias cobertas no Brasil. Durante 2025, a TIM aumentou sua capacidade de rede em São Paulo, o maior estado do Brasil, em 40% por meio da modernização mais significativa de rede móvel da história — uma das iniciativas mais abrangentes já realizadas no setor de telecomunicações brasileiro. Esse investimento estratégico fortalece o posicionamento competitivo e o serviço de qualidade da TIM, beneficiando diretamente aproximadamente 10 milhões de clientes e apoiando o crescimento de longo prazo. Garantimos uma posição de destaque na qualidade da rede móvel ao aproveitar nossa capacidade superior de espectro e cobertura avançada de 5G. Fomos repetidamente

59


indicados pela OpenSignal como a empresa de telecomunicações com o melhor Índice de Qualidade de Consistência de Rede do Brasil. Em janeiro de 2026, conquistamos esse prêmio pela quarta vez consecutiva — liderando por mais de quatro pontos percentuais sobre o operador em segundo lugar. Esse reconhecimento também reflete nosso desempenho de destaque tanto nos prêmios geral de Experiência em Vídeo quanto no Prêmio de Experiência ao Vivo. Além disso, aproveitamos o 5G avançado para remodelar nosso posicionamento e percepção de mercado, entregando uma experiência de alto padrão aos nossos clientes com uma estratégia de implementação de 5G que nos colocou à frente de outros operadores em número de municípios cobertos pela tecnologia 5G, cobrindo mais de 1.000 cidades brasileiras com nossa rede de quinta geração, levando o 5G a mais de 70% da população brasileira até o final de 2025, consolidando nossa posição em tecnologia 5G mais rápida e de menor latência.

Desde 2020, temos desenvolvido uma estratégia inovadora de plataforma para clientes que visa monetizar nossa base de clientes. Parcerias estratégicas, juntamente com a Mobile Advertising, geraram receitas de aproximadamente R$162 milhões em 2023, R$219 milhões em 2024 e R$129 milhões em 2025.

Para reforçar nossa estratégia de longo prazo focada no mercado B2B, em janeiro de 2026, concluímos a aquisição de 100% do capital social da V8 Consulting S.A. ("V8.Tech), uma empresa de tecnologia especializada em integração de soluções digitais, serviços em nuvem e serviços gerenciados. A integração das capacidades de serviços em nuvem e digitais da V8.Tech em nosso portfólio deve aumentar nossa capacidade de entregar soluções tecnológicas de ponta a ponta, apoiadas por equipes altamente especializadas reconhecidas por sua expertise e conhecimento técnico no setor. Essa combinação reforça nossa intenção de ampliar nossa proposta de valor em segmentos empresariais de maior crescimento e apoiar clientes corporativos por meio de iniciativas avançadas de digitalização.

Adoção significativa de IA em domínios centrais — incluindo operações de rede e atendimento ao cliente — para reduzir o custo total de posse, em colaboração com parceiros líderes como Google e Microsoft

Estamos acelerando a implementação da IA em nossas áreas focadas em eficiência e agilidade, considerando isso como um tema estratégico. Esperamos que esses esforços tragam resultados significativos, não apenas em desempenho operacional, mas também na melhoria da experiência do cliente. Nossa abordagem é abrangente, impactando áreas como atendimento ao cliente, vendas, campanhas de marketing, autoatendimento e capacidades de autocura, por meio de todos os canais digitais disponíveis em uma abordagem coordenada e integrada única em dados/contexto.

Estratégia de Vendas e Marketing

Nossa estratégia recente de vendas e marketing tem sido caracterizada por:

  • Foque em fortalecer nosso posicionamento junto a clientes de alto valor, oferecendo propostas de serviço integradas que vão além dos planos tradicionais de voz e dados, incluindo acesso a aplicativos digitais selecionados, como serviços de streaming de vídeo, e preços mais competitivos para dispositivos principais. Nossa abordagem nessa linha de negócios é guiada por uma estratégia focada em aumentar o valor para o cliente e ampliar o acesso a dispositivos premium a preços atrativos. Nesse contexto, em 2025, inauguramos nossa loja conceitual, a Flagship Oscar Freire, projetada para reforçar o posicionamento da nossa marca entre clientes de alto valor. A loja oferece um ambiente de varejo interativo que destaca nosso portfólio de serviços e produtos e tem como objetivo aprimorar o engajamento do cliente e a experiência da marca, especialmente entre líderes de opinião e consumidores de alto valor;
  • fortalecer nossa estratégia em relação à migração de clientes para longe do pré-pago, focando em ofertas recorrentes em vez de diárias, aumentando assim o consumo;
  • uma evolução contínua dos nossos planos pós-pagos, dentro dos quais estamos seguindo diversas estratégias, incluindo: (i) uma revisão de nossas ofertas para estimular a venda de planos pós-pagos, com descontos em serviços e aparelhos, de acordo com o compromisso dos clientes; (ii) agregar valor,

60


incluindo serviços de valor agregado como parte de nossos planos, sem custos extras; (iii) criar novos mercados para planos pós-pagos, de acordo com o perfil de uso dos nossos clientes; (iv) criar novas oportunidades para a transição dos clientes pré-pagos e TIM Controle com maior gasto para o pós-pago; (v) criar planos personalizáveis para assinaturas de streaming pelos clientes pós-pagos; e (vi) lançar ofertas dedicadas ao 5G para monetizar nosso investimento em 5G, oferecendo concessões adicionais de dados e conteúdos exclusivos para nossos clientes de alto nível;

  • υμ εσφορ| ο παρα μαντερ νοσσα ποσι| ©ο χομο ινοπαδορεσ αο ρελαν| αρ α TIM Βλαχκ Φ αμ|λια, χομο ο πριμειρο πλανο μ |"πελ νο Βρασιλ χομ παχοτε φλεξ| πελ παρα ασσινατυρα δε στρεαμινγ, ονδε ο χλιεντε ποδε εσχοληερ εντρε σερπι| οσ πρεμιυμ δε στρεαμινγ εμ σευ πλανο . Ο πορτφ |λιο ταμβ| μ ινχλυι ο σεγυιντε εμ τοδοσ οσ πλανοσ φαμιλιαρεσ: γρανδεσ παχοτεσ δ ε δαδοσ παρα χομπαρτιληαμεντο χομ ατ|"σεισ λινηασ, ρολαγεμ δε δαδοσ, ροαμινγ ιντερναχι οναλ (ινχλυινδο παχοτε δε δαδοσ παρα υσο νο χοντινεντε αμεριχανο, σετε διασ δε ΩηατσΑπ π ιλιμιταδο ε 30 μινυτοσ δε ποζ) ε υμα νοπα εξπερ| νχια δε απλιχατιπο χομ μυιτασ φυνχιον αλιδαδεσ νοπασ, χομο χοντρολε πελα Ιντερνετ ε προπισ©ο δε αυτοχυιδαδο, ο θυε περμιτε α ο προπριετ(ριο δο χοντρατο χομπαρτιληαρ α Ιντερνετ χομ ασ ουτρασ λινηασ πελο απλιχατι πο. Αλ| μ δισσο, ο πορτφ |λιο TIM Βλαχκ τραζ βενεφ| χιοσ χομο ρολοπερ δε δαδοσ ε ροαμινγ ιντερναχιοναλ (παχοτε δε δαδοσ παρα υσο νο χοντινεντε αμεριχανο);

  • Parcerias exclusivas e distintas com grandes marcas digitais para aumentar a fidelidade e a monetização. Lançamos acordos exclusivos com Netflix, HBO, YouTube, Disney, Apple e Amazon nos últimos anos. Em 2025, mantivemos uma parceria com a Apple para agrupar suas ofertas de serviços Apple One com uma oferta única para iPhones. Essa estratégia provou ser altamente bem-sucedida, dado o rápido aumento da nossa base de clientes pós-pagos de alto valor;

  • um processo de monetização em relação à nossa base de clientes pós-pagos, aproveitando a ARPU, por meio de uma estratégia "mais por mais" e ofertas de produtos de ponta a ponta que resultam em maior geração de receita;

  • melhorar a retenção e o valor do cliente no pós-pago lançando o Programa TIM Mais (TIM Mais Program), uma iniciativa exclusiva de fidelidade com alto prêmio que oferece recompensas diárias, como ingressos de cinema, vouchers de alimentação e mobilidade, e sorteios, além de acesso a experiências de destaque, incluindo Rock no Rio, Lady Gaga e Fórmula 1; e

  • Φορταλεχενδο ε εξπανδινδο νοσσο σερπι| ο δε ιντερνετ φιξα. Ο TIM ΥλτραΦιβρα οφερεχ ε βανδα υλτρα λαργα δε αλτα θυαλιδαδε, χομ χονεξ©ο δε δαδοσ δε αλτα πελοχιδαδε. Παρα ναπεγαρ πορ νοποσ μερχαδοσ, ν |σ, πορ μειο δε παρχεριασ χομ α Ι-Σψστεμσ ε ουτροσ, αχελ εραμοσ α εξπανσ©ο δα νοσσα πρεσεν| α, α χοβερτυρα δα ρεδε ΦΤΤΗ ε χοντινυαμοσ α χρεσχ ερ, πριοριζανδο α χονσολιδα| ©ο δε χλυστερσ φ( ατιποσ. Ενχερραμοσ 2025 χομ υμ χρεσχιμε ντο δε 54% ανο α ανο νο τοταλ δε λαρεσ απροπαδασ (ΗΠσ) χομ φιβρα, οπερανδο εμ 302 χιδα δεσ, ε χομ υμ ΑΡΠΥ αυμεντανδο 1,9% εμ χομπαρα| ©ο χομ 2024. Α TIM ΥλτραΦιβρα ενχερρο υ 2025 χομ 850 μιλ χονεξ| εσ, αυμεντανδο α βασε ΦΤΤΗ εμ 60 μιλ αχεσσοσ (υμ αυμεντο δε 7, 6% ανο α ανο), μαντενδο συα τραφετ |ρια δε χρεσχιμεντο, χομ α βασε ΦΤΤΗ χομο πρινχιπα λ αλαπανχα. Πλανοσ δε μαιορ παλορ, χομ πελοχιδαδε δε 400 Μβπσ ου μαισ, χοντινυαμ γαν ηανδο μαισ ρελεπ®νχια, αλχαν| ανδο 90% δα βασε τοταλ εμ 31 δε δεζεμβρο δε 2025. Πρετενδ εμοσ χοντινυαρ εξπανδινδο οσ σερπι| οσ TIM ΥλτραΦιβρα πορ μειο δο μοδελο Νευτραλ Νετ ωορκ, εμ παρχερια χομ α Ι-Σψστεμσ ε ζταλ (χοντρατοσ ατυαισ).

No setor corporativo, continuamos trabalhando para aumentar nossa participação de mercado B2B, por meio da melhoria do portfólio de móveis tradicionais e TIC, além do lançamento de novas soluções.

61


A expansão do mercado B2B impulsionará uma onda de produtividade em indústrias-chave no Brasil. Ao capitalizar a expansão da conectividade IoT como base, buscamos aproveitar uma variedade de soluções e serviços. Estabelecendo parcerias estratégicas com líderes em quatro setores essenciais – agricultura, logística, utilidades e indústria – nosso objetivo é liderar e catalisar a transformação digital na indústria brasileira. Nosso compromisso está em promover a inovação e a eficiência em setores vitais para o progresso econômico do país.

Em 2025, nossa estratégia se expandiu além desses quatro setores com a adição do negócio de Internet dos Veículos (IoV). Essa nova vertical fortalece nosso papel no apoio à transformação digital tanto de fabricantes automotivos estabelecidos no Brasil quanto de novos entrantes no mercado, possibilitando a evolução da mobilidade conectada e das plataformas de veículos de próxima geração.

Essa expansão adiciona uma camada estratégica crítica às nossas ambições B2B, fortalecendo nosso papel como parceiro tecnológico abrangente para empresas de todos os tamanhos. Também fortalece nossa capacidade de capturar valor em segmentos de alto crescimento dentro do ecossistema digital em evolução do Brasil, reforçando nosso compromisso em impulsionar inovação, eficiência e modernização nos setores produtivos do país.

Tarifas e Planos de Serviço Móvel

As regulamentações ANATEL exigem que os provedores de telecomunicações móveis ofereçam serviço a todos os indivíduos, independentemente do nível de renda. Recomendamos planos de serviço adequados às necessidades e histórico de crédito de cada cliente potencial, como nossos planos de serviço pré-pagos descritos abaixo. Se um cliente não fizer o pagamento em dia, os serviços podem ser interrompidos. Veja "—Faturamento e Cobrança."

Oferecemos serviços móveis sob uma variedade de planos tarifários para atender às necessidades de diferentes classificações de clientes, incluindo nossos clientes corporativos. Os planos tarifários são pós-pagos, onde o cliente é cobrado mensalmente pelo mês anterior, ou pré-pagos, quando o cliente paga antecipadamente por um volume especificado de uso durante um período determinado.

Nossos planos pós-pagos incluem as seguintes taxas:

  • as taxas mensais de assinatura, que geralmente incluem voz, dados e conteúdos digitais, incluídas na taxa mensal de serviço;
  • taxas de uso, para uso excedente do número especificado de minutos incluído na taxa mensal de assinatura; e
  • Cobranças adicionais, incluindo cobranças por serviços de valor agregado e serviços de dados.

Alguns planos pós-pagos são projetados para assinantes de alto e moderado uso, que normalmente estão dispostos a pagar mensalidades maiores em troca de mais benefícios, como parcerias, roaming e descontos nos preços dos dispositivos. Também oferecemos serviços personalizados para nossos clientes corporativos, que podem incluir tarifas locais de ligação entre funcionários em qualquer lugar do Brasil.

Oferecemos um único plano pré-pago com ofertas promocionais, que não inclui taxas mensais. Clientes pré-pagos podem adquirir um plano de créditos pré-pagos que pode ser usado para chamadas, dados e serviços adicionais, de acordo com as necessidades específicas do cliente. Temos acordos com grandes redes nacionais de lojas, além de parcerias com redes regionais de lojas de varejo, para oferecer recarga online. Os clientes também podem recarregar diretamente de seus aparelhos móveis usando cartões de crédito em nosso aplicativo Meu TIM e no aplicativo bancário

Planos para consumidores

Em 2025, continuamos a aprimorar nosso posicionamento para consumidores de alto valor, oferecendo uma variedade de planos que incluem voz, pacotes de dados, roaming para a América Latina, Europa e Mundo (de acordo com o plano assinado) e acesso gratuito a certos aplicativos, além de serviços digitais de valor agregado (por

62


exemplo, música, leitura digital e streaming de vídeo). A abordagem desse negócio é guiada pela estratégia de agregar valor para a base de clientes e garantir aos usuários uma experiência personalizada premium.

No setor de consumo, nossos principais planos incluem:

Planos Pré-pagos

  • TIM Pré XIP: As ofertas lançadas em 2024 foram projetadas para proporcionar uma experiência completa com simplicidade, adaptando o consumo conforme o equilíbrio e a recarga; aumentando os benefícios (chamadas ilimitadas na rede, chamadas ilimitadas para outros carregadores usando código 41, pacotes de dados adaptáveis e SMS). Ampliamos os benefícios da oferta incluindo o WhatsApp em qualquer valor de recarga e um cashback progressivo via PIX, ao mesmo tempo em que criamos incentivos para a digitalização pelo aplicativo Meu TIM.
  • TIM Beta: Com um visual exclusivo, esse plano focou em clientes jovens e digitais que só podem participar por convite enviado por membros existentes ou por participação em uma jornada e realizando tarefas para conquistar seu próprio convite. Atualmente, o TIM Beta é oferecido apenas como assinatura mensal que inclui Deezer Premium e pacotes exclusivos de dados para YouTube, Netflix, TikTok e Instagram.

Planos Pós-pagos

No pós-pago de maior valor, mantivemos nossa posição no mercado como inovadores e disruptores com nossos novos planos TIM Black Família e TIM Black, aprimorando nosso portfólio ao oferecer grandes pacotes de dados compartilhados com assinaturas mensais de streaming de vídeo.

Os planos TIM Black Família começam em R$209,99 para um plano de entrada com chamadas ilimitadas fora da rede, pacote de dados compartilhados de 80 Gb (para uma linha principal e uma dependente) e 10 Gb de dados para aplicativos OTT como Facebook, Instagram e outros. A oferta principal é de R$304,99 (para uma linha principal e três dependentes) com chamadas ilimitadas fora da rede, pacote de dados compartilhados de 120 Gb, taxa mensal Netflix, HBO GO, YouTube Premium, Disney + ou Paramount incluída, e dados de 10 GB para aplicativos OTT como Facebook, Instagram, data rollover, roaming internacional e outros.

Os planos TIM Black começam em R$119,99 para um plano de entrada com chamadas ilimitadas fora da rede, pacote de dados de 40Gb (para uma linha principal) e dados de 10Gb para aplicativos OTT, como Facebook, Instagram e outros. A oferta principal é fixada em R$149,99 (para uma linha principal) com chamadas ilimitadas fora da rede, pacote de dados de 60 Gb, rolamento de dados e roaming internacional (pacote de dados para uso no continente americano) e outros benefícios como dados de 10 GB para aplicações OTT e serviços de valor agregado como música, e-books e revistas.

Planos de Controle

Nossos planos Control ("TIM Controle") são um híbrido entre nossos planos pré-pagos e pós-pagos, com preço fixo cobrado mensalmente ao cliente, seja via cartão de crédito ou conta digital. Uma vez que os clientes da TIM Controle atingem o limite do plano de dados, a transmissão de dados não está mais disponível e o usuário tem duas opções: (i) recomprar um pacote de dados ou atualizar para um plano tarifário mais alto; ou (ii) aguardar o próximo período de dados começar, que varia conforme o plano, momento em que sua disponibilidade de dados e limite de uso são renovados integralmente. Clientes pós-pagos também podem adquirir um pacote de dados para navegar em velocidade máxima, mas o uso não é bloqueado quando atingem o limite do pacote de dados.

Os planos TIM Controle começam em R$57,99 com chamadas ilimitadas e Internet de 15 Gb. A principal oferta do portfólio TIM Controle (que tem foco comercial) é fixada em R$69,99 com chamadas ilimitadas, 20 Gb de Internet e 5G para aplicações OTT.

Nossos planos de controle oferecem benefícios de parceria premium com as principais marcas de entretenimento do setor de streaming: Amazon, Paramount, Netflix, Disney, etc. Foi uma medida pioneira, e fomos a primeira operadora a oferecer tais benefícios para os clientes de controle.

63


64

Planos Corporativos

A estratégia no mercado móvel e TIC é fortalecer nosso negócio principal evoluindo o portfólio tradicional fixo e móvel, tanto de voz quanto de dados, enquanto capturamos novas oportunidades com novos segmentos de soluções, reforçando nossa posição como um player significativo entre grandes empresas. Continuamos a evoluir nossas soluções de valor agregado para atender às necessidades mais amplas de nossos clientes premium.

Desde 2018, nosso foco no setor de IoT, especialmente no agronegócio, passou a reduzir a lacuna de conectividade no Brasil rural. Em 2020, consolidamos nossa liderança na indústria agroindustrial e expandimos projetos em diversos setores, enfatizando a conectividade como nossa principal força. Nossa estratégia inclui oferecer soluções completas por meio de parcerias, aumentar o valor, gerar receita e fomentar a lealdade. Estamos desenvolvendo um novo modelo de rede que oferece redes privadas 4G e 5G para segmentos industriais como mineração, transporte, saúde, segurança pública e indústria 4.0. Como membro fundador da ConectarAGRO, colaboramos com atores-chave na agricultura, estendendo a conectividade para todas as áreas rurais e transformando vidas.

Em 2022, nossa presença em IoT expandiu-se além do agronegócio, entrando em logística, segurança pública e mineração. Investimos na rede privada 5G e soluções de edge computing com acordos notáveis, incluindo a primeira operação de porto 5G na América Latina, no porto de Santos, São Paulo. Nossa estratégia gira em torno da conectividade, soluções abrangentes e parcerias, entregando valor agregado, receita e fidelidade do cliente.

Em 2023, além da implementação dessas redes, intensificamos os esforços para expandir a conectividade no setor logístico, abrangendo as principais rodovias do sudeste e centro do Brasil. Em uma iniciativa pioneira, estabelecemos parcerias com grandes concessionárias privadas de rodovias (por exemplo, CCR e ECORODOVIAS). Indo além da conectividade, desenvolvemos projetos de iluminação pública em algumas das principais cidades do Brasil, como Curitiba e Porto Alegre.

Em 2024, lançamos as Soluções IoT TIM, que marcam um passo significativo para reforçar nossa expertise e impulsionar a transformação digital das indústrias brasileiras. Posicionados como um dos principais facilitadores de novas oportunidades de negócios por meio da IoT, estamos focados em setores-chave como agronegócio, utilidades, logística e indústria 4.0.

Traduzidas em números, essas iniciativas representam mais de 5.600 km de rodovias cobertas. Mais de 220.000 postes de iluminação funcionais, com mais de 340.000 vendidos em vários municípios. Reforçando nossa liderança no agronegócio, ultrapassamos a marca de 19,7 milhões de hectares cobertos com 4G.

Em 2025, fortalecemos nossa posição como força líder na transformação digital de áreas rurais, rodovias e cidades brasileiras, expandindo a conectividade para regiões anteriormente carentes e possibilitando ganhos significativos em produtividade, eficiência e impacto social. No agronegócio, a cobertura do NBIoT cresceu mais de 25%, enquanto a cobertura 4G para IoT rural atingiu 26,2 milhões de hectares, avançando mais de 32% e reforçando nosso papel na automação e inteligência operacional em todo o setor. Na logística, ampliamos a cobertura para 10.259 quilômetros de rodovias — um aumento de 83% — permitindo soluções avançadas de rastreamento, telemetria e segurança. Do ponto de vista socioambiental, conectamos 2,6 milhões de pessoas em áreas rurais, expandimos o serviço para mais de 53.000 fazendas e registramos um aumento de 38,7% na iluminação pública inteligente, totalizando 472.000 pontos instalados, demonstrando como nossa infraestrutura IoT acelera o desenvolvimento em regiões historicamente pouco atendidas.

Em uma iniciativa sem precedentes, assinamos o Programa de Conectividade Rural com o Governo do Paraná, projetado para acelerar a implantação de redes em áreas remotas por meio de um modelo inovador de financiamento que converte créditos fiscais ICMS em investimento direto em infraestrutura. Fomos os primeiros operadores a aderir ao programa, destinando R$22 milhões para instalar 116 antenas em 83 municípios, ampliando a cobertura para aproximadamente 40.000 pessoas diretamente e mais de 2 milhões indiretamente. Esse modelo reduz barreiras de investimento, acelera benefícios socioeconômicos e reforça nossa posição de liderança na conectividade rural.


65

Serviços de Valor Agregado

Buscamos constantemente aumentar o valor para nossos clientes por meio de ofertas e produtos inovadores. Oferecemos, diretamente ou por meio de acordos com terceiros, serviços de valor agregado em diversas categorias, como educação, música, leitura, jogos, vídeos e redes sociais.

Desde 2022, a empresa ampliou sua proposta de valor por meio de uma série de ofertas inovadoras agrupadas viabilizadas por parcerias estratégicas. Tudo começou introduzindo acesso gratuito ao Amazon Prime Video para clientes pré-pagos, impulsionando um aumento significativo nos gastos entre os usuários do serviço. Com base nessa base, a empresa expandiu seu portfólio incorporando o Apple One em seus planos familiares premium e, posteriormente, enriqueceu suas ofertas ao permitir que os clientes escolhessem benefícios das principais plataformas globais de streaming por meio de uma estrutura flexível e baseada em escolhas.

Em 2025, priorizamos o crescimento da receita por meio da expansão dos serviços de entretenimento independentes. Ao longo do ano, fortalecemos nosso portfólio e aceleramos iniciativas comerciais focadas em atender à crescente demanda por conteúdo digital flexível e de alto valor. Como resultado, a receita dos serviços de streaming de entretenimento independentes cresceu 81% ano a ano, reafirmando nossa capacidade de capturar oportunidades emergentes de mercado e aprimorar nosso ecossistema de serviços digitais.

Canais Digitais

Desde 2022, continuamos a expandir nossos canais digitais e serviços de seguro, que foram relançados em 2018 com um portfólio mais amplo, possibilitando uma abordagem mais abrangente para esse mercado. Durante esse período, introduzimos novos canais digitais de atendimento ao cliente, projetados para aumentar a conveniência e reduzir a dependência das interações tradicionais em call centers. Continuamos a implantar o DialMyApp, uma ferramenta que exibe uma interface visual interativa de resposta por voz ("IVR") nos smartphones dos clientes quando eles entram em contato com nosso call center a partir de dispositivos Android, permitindo que problemas sejam resolvidos diretamente no dispositivo sem precisar navegar pelos menus de voz convencionais. Alcançamos o mais alto nível de engajamento do cliente nessa plataforma entre as operadoras de telecomunicações brasileiras.

Também ampliamos o uso do Rich Communication Services ("RCS"), uma plataforma desenvolvida pelo Google que permite interações com clientes por meio de formatos de mensagens visuais e interativas, com uma estrutura de custos mais eficiente. Fomos a primeira operadora de telecomunicações no Brasil a lançar o atendimento ao cliente via RCS. Paralelamente, iniciamos a internalização dos processos de migração pré-pago e pós-pago sob a supervisão de um conselho dedicado exclusivamente a canais digitais e remotos, criado em 2021.

Em 2023, nossos principais objetivos incluíam aumentar a participação de canais proprietários, avançar na internalização das operações de comércio eletrônico e redesenhar o aplicativo MEU TIM para aprimorar a experiência do cliente, expandir a base de usuários e aprimorar a jornada digital. Em 2024, implementamos a segunda fase dessa transformação, introduzindo novos recursos relacionados à ativação, portabilidade e processos de eSIM, eliminando totalmente a dependência de fornecedores externos. No mesmo ano, concluímos a reestruturação do aplicativo TIM da MEU e concluímos a fase inicial de integração interna dos sistemas e operações de comércio eletrônico. Essa transição contribuiu para um desempenho recorde em vendas digitais e um aumento significativo nos canais de vendas sem assistência.

Nosso foco contínuo tem sido otimizar a jornada do cliente melhorando as taxas de conversão, igualando os serviços digitais entre os canais, oferecendo uma experiência omnicanal mais integrada e reduzindo os custos operacionais associados aos serviços assistidos por humanos. Também avançamos iniciativas para consolidar canais de serviço baseados em texto por meio de uma plataforma unificada de chat e para centralizar ferramentas de comunicação, como WhatsApp e chatbots, em um único aplicativo. Além disso, aprimoramos a personalização em nosso site para facilitar a interação com clientes e rotear leads de forma mais eficaz entre os canais.

Em 2024, começamos a priorizar iniciativas de vendas digitais, como recuperação de carrinhos abandonados e vendas receptivas, voltadas a reengajar clientes que demonstraram interesse em nossos produtos, mas não concluíram a compra. Em 2025, consolidamos ainda mais a expansão dos canais digitais no mercado de Vendas


Móveis B2C, responsável pelas estratégias de comércio eletrônico e vendas remotas, aumentando o uso de inteligência artificial e melhorando a gestão de relacionamento com clientes em áreas como retenção e faturamento. Durante 2025, nossa plataforma de comércio eletrônico trouxe novos recursos focados na aquisição de clientes por meio da portabilidade de números e novas assinaturas, incluindo o uso de portais de ativação de SIM e eSIM para vendas de planos pós-pagos, resultando em aproximadamente 15.000 planos pós-pagos adicionais vendidos por mês.

Atendimento ao Cliente

Para atender nossa base de clientes de quase 62 milhões, alinhamos as operações de serviços terceirizados/terceirizados com as melhores práticas do setor de telecomunicações brasileiro.

Operamos por meio de 23 call centers de entrada, dos quais cinco são parceiros especializados em atendimento ao cliente, focando em atendimento ao cliente de alto valor, processos essenciais e "canais de indicação" críticos.

Em 31 de dezembro de 2025, tínhamos aproximadamente 12.000 pontos de venda premium e revendedores (exclusivos ou multimarca), além de parcerias estabelecidas com grandes redes de varejo. Esse número inclui 166 lojas de propriedade da empresa. Além dessas lojas físicas, nossos clientes têm acesso a serviços pré-pagos por meio de supermercados, bancas de jornal e outros pequenos varejistas, totalizando mais de 160.000 pontos em todo o Brasil.

Desde 2021, a TIM vem aprimorando seus modelos de lojas com o objetivo de oferecer ainda mais serviços aos nossos clientes, combinando experiência e inovação por meio de espaços onde é possível experimentar smartphones, acessórios e dispositivos conectados para casa, além da experiência TIM UltraFibra. Desde então, abrimos lojas nos segmentos "conceito" e "futuro", garantindo nosso plano de modernizar nosso alcance de rede. Como destaque de uma nova segmentação, lançamos um novo modelo de loja. A loja principal da TIM na Oscar Freire, São Paulo, foi projetada para ser um espaço inovador que transforma cada visita em uma experiência única, reunindo tecnologia, música e criatividade em um ambiente moderno e interativo. Com essa nova abordagem de segmentação, o canal começa a gerar maior valor, fortalecendo o relacionamento com os clientes e aumentando a lucratividade entre clientes com maior potencial.

Em 2025, atingimos o marco de 166 lojas pertencentes à empresa e 699 lojas parceiras comerciais. Em 2025, para o mercado corporativo, encerramos o ano com 252 parceiros de negócios atendendo pequenas e médias empresas.

Em 2025, a TIM reafirmou seu compromisso com o ESG implementando iniciativas que promovem inclusão, diversidade e acessibilidade em seus canais de atendimento ao consumidor.

Para ampliar as oportunidades de geração de renda para empreendedores independentes, em 2025 a TIM anunciou oficialmente o relançamento do aplicativo TIM+ Vendas, uma plataforma digital que permite a revenda de chips SIM e recargas de forma simples, segura e totalmente digital. Com uma interface moderna e intuitiva, os usuários podem fazer pedidos online, fazer pagamentos via Pix ou comprovante bancário e receber produtos diretamente em casa. Essa iniciativa reforça a estratégia do TIM de democratizar o acesso às telecomunicações enquanto promove a inclusão financeira e o crescimento econômico.

Realizamos a manutenção do projeto "Caminho Delas", espaços seguros em lojas para mulheres em situação de risco, fornecendo acesso ao serviço de geolocalização via aplicativo Positive Women e garantindo, durante o ano de 2025, o 1º lugar no indicador ASA de Acessibilidade em Lojas da ANATEL. Desde 2020, os canais digitais são um componente central da nossa estratégia de serviço por meio do aplicativo móvel MEU TIM e do portal web MEU TIM. Esses canais suportam funcionalidades de autoatendimento, recargas pré-pagas e a venda adicional de serviços. Além de aprimorar a experiência do cliente por meio de respostas e capacidades de resolução mais rápidas, os canais digitais permitiram reduções de custos em áreas como operações de atendimento ao cliente e comissões de vendas.

Em 2025, avançamos essa estratégia com o lançamento de um novo portal de atendimento ao cliente MEU TIM, que integrou totalmente os ambientes de aplicativos móveis e web em uma única plataforma unificada. Essa integração foi projetada para oferecer uma experiência consistente e fluida ao cliente em todos os canais e resultou

66


em melhorias na usabilidade, continuidade da jornada e resolução de problemas, além de impactar positivamente indicadores-chave de negócio, incluindo engajamento digital, adoção de autoatendimento, eficiência operacional e geração de receita por meio de canais digitais.

Durante 2024 e 2025, também aprimoramos significativamente nossos canais de atendimento ao cliente baseados em texto, modernizando as plataformas e ampliando as capacidades de interação. Essas iniciativas incluíram o aprimoramento e a ampliação do CHAT MEU TIM, disponível tanto em ambientes web quanto móveis, bem como a expansão das interações de serviço pelo WhatsApp, permitindo que os clientes interagissem conosco pelos canais mais adequados às suas preferências e necessidades.

Esses desenvolvimentos foram além da introdução de canais adicionais e focaram em orquestração aprimorada, usabilidade e capacidades de resolução de ponta a ponta. Como resultado, as interações baseadas em texto tornaram-se mais eficazes e resolutivas, contribuindo para maior satisfação do cliente enquanto apoiam objetivos operacionais chave, incluindo maiores taxas de resolução digital, redução da dependência de canais de serviço assistidos e aumento da eficiência operacional.

Desde 2021, trabalhamos para manter nosso pilar fundamental de "experiência do cliente" como foco (veja "— Nossa Estratégia"), criando iniciativas que buscam colocar o cliente como centro da tomada de decisão. A abordagem utilizada para promover essa transformação cultural foi guiada pelo relacionamento entre clientes e funcionários.

Avaliamos e tomamos medidas para aprimorar a experiência e o desenvolvimento profissional de nossos funcionários, com projetos educacionais para promover engajamento e percepção, focados não apenas em competências técnicas, funcionais ou de soft skills, mas também nas novas capacidades necessárias para alcançar metas industriais e empresariais. Esses esforços fortaleceram os laços entre as funções de negócios do funcionário e os produtos e serviços que eles entregam ao cliente. O impacto foi perceptível em nossa pesquisa sobre clima organizacional, um estudo realizado pela consultora Mercer, que analisou várias empresas no Brasil e no mercado global de telecomunicações, na qual o desempenho dos nossos funcionários em relação à "qualidade e foco no cliente" permaneceu consistente e estável em 88% em 2025. A área de negócios que apoiava essas iniciativas foi dividida em três seções: design, execução e monitoramento.

Nossa equipe de design criou uma política com diretrizes de "experiência do cliente". Esse documento definiu os comportamentos e padrões esperados na comunicação e interações com os clientes, delineou um modelo de monitoramento, além de refatorar os ciclos de desenvolvimento de produtos e serviços, para melhor cobrir todos os elementos da experiência do cliente.

A área de execução buscou resolver questões legadas, muitas delas concluídas, o que representava os esforços do plano de governança da experiência do cliente. Essas ações foram agrupadas em quatro pilares estratégicos:

  • Centrado no Cliente: ser orientado ao cliente, entender suas necessidades, o relacionamento e a proposta de valor que o cliente espera ao interagir conosco;
  • Experiência do Usuário: compreender as percepções e reações de nossos clientes, incluindo suas emoções, crenças, preferências, respostas físicas e psicológicas, bem como seus comportamentos antes, durante e depois de usarem nossos produtos, ofertas e serviços;
  • Monitoramento do Cliente: utilizar ferramentas e técnicas como big data e análises preditivas para extrair valor das informações dos clientes e identificar oportunidades de aumento de receita, redução de custos e melhoria da qualidade; e
  • Experiência da equipe: Com o entendimento de que nossos colaboradores são fundamentais para criar ótimas experiências para o cliente, empodere nossos funcionários para que fique claro que somos uma organização voltada para o consumidor.

67


Além disso, continuamos a usar o chamado net promoter score ("NPS") como indicador-chave de desempenho para avaliar a experiência do cliente e a defesa de interesses em trajetórias específicas dos clientes, bem como a percepção geral do cliente sobre nossos serviços.

Também buscamos maximizar a satisfação do cliente por meio de melhorias em nossos processos e sistemas, incluindo o mapeamento da jornada do cliente, onde os funcionários são convidados a assumir a perspectiva do cliente usando mapas de empatia e ferramentas de design thinking. O objetivo de usar esses métodos é reduzir o esforço do cliente, aumentar o sucesso do cliente e garantir emoções positivas em relação à nossa marca.

Nesse contexto, nossa função de ouvidor de justiça expandiu-se além de seu papel original de representar a empresa perante as autoridades oficiais de proteção ao consumidor e lidar com escalonamentos de outros canais de serviço. O ouvidor de justiça agora desempenha um papel estratégico na governança e na condução de iniciativas voltadas para melhorar a experiência do cliente. Reportando-se diretamente ao diretor executivo, o ouvidor de justiça é responsável por realizar pesquisas de mercado, monitorar indicadores de satisfação do cliente e gerar insights para apoiar as melhores práticas.

O ouvidor também reforça nossa cultura de atendimento ao cliente ao operar como um canal independente de responsabilidade e apoiar a melhoria contínua. Por meio de metodologias analíticas, o ouvidor contribui para a prevenção de problemas recorrentes mapeando comportamentos, perfis e principais fatores de contato dos clientes em toda a função do ombudsman e outros canais de segundo nível, incluindo ANATEL, PROCON e autoridades similares. Ao analisar as jornadas dos clientes e os históricos de interação, o ouvidor identifica as causas profundas das reclamações e fornece insights acionáveis, possibilitando a responsabilidade entre as unidades de negócio, apoiando ações corretivas e reduzindo a probabilidade de problemas semelhantes afetarem outros clientes. Essas atividades fortalecem nossa estrutura de governança e contribuem para melhorias em produtos, serviços e na cadeia de atendimento ao cliente.

Feedback dos Clientes

Coletamos o feedback dos nossos clientes por meio de múltiplos mecanismos de pesquisa e feedback, principalmente pesquisas, que nos permitem obter insights mais profundos sobre as jornadas, necessidades e pontos de dor dos clientes. Esses insights apoiam melhorias contínuas em nossos serviços e produtos e contribuem para uma comunicação clara e eficaz com as partes interessadas relevantes.

Nossas principais iniciativas de pesquisa incluem pesquisas de experiência e satisfação do cliente, que monitoram indicadores importantes de desempenho, como o Escore Net Promoter (NPS), em toda nossa base de clientes e, quando aplicável, no mercado de telecomunicações mais amplo. Também realizamos pesquisas de imagem de marca e comunicação, além de estudos focados na atratividade e usabilidade de nossos serviços e produtos, para alinhar melhor nossas ofertas às necessidades e expectativas dos clientes.

Vemos cada interação com o cliente como uma oportunidade de criar valor adicional oferecendo serviços novos ou mais adequados, refinando ofertas personalizadas e melhorando continuamente a experiência do cliente em nossos pontos de contato. Por meio dessa abordagem, buscamos apoiar a satisfação do cliente, a inovação informada e o crescimento sustentável dos negócios.

Linhas de Receita

Nossas receitas de serviços móveis e fixos incluem: (i) taxas mensais de assinatura, (ii) taxas de uso da rede para chamadas móveis locais, (iii) taxas de roaming, (iv) taxas de interconexão, (v) chamadas nacionais e internacionais de longa distância, (vi) serviços de valor agregado e (vii) co-faturamento. Além disso, temos receitas provenientes da venda de produtos (aparelhos móveis e acessórios), (viii) taxa de instalação de soluções IoT (ix), taxas mensais de assinatura de IoT e outras receitas relacionadas à plataforma do cliente.

Taxas mensais de assinatura

Recebemos uma taxa mensal de assinatura em nossos planos móveis pós-pagos, que varia conforme os limites de uso do plano relevante.

68


69

Cobranças de Uso de Rede

A ANATEL definiu que cada Código Nacional (CN) representa uma área de registro residencial. Chamadas dentro da mesma área de registro residencial são consideradas chamadas locais. Cada um de nossos clientes está registrado como usuário de uma das nossas áreas de registro residencial.

  • VC1 (tarifa local): A taxa VC1 é nossa tarifa base por minuto e se aplica a chamadas móveis/fixas ou móveis/móveis feitas por um cliente localizado na área de registro residencial do cliente para uma pessoa registrada na mesma área de registro residencial.
  • VU-M: A VU-M, também conhecida como taxa de interconexão para telefones móveis ou taxa de terminação móvel, é a taxa que outro provedor de serviços de telecomunicações paga pelas empresas móveis pelo uso de sua rede. Veja “—Cargas de Interconexão.”

Conforme determinado pela ANATEL (Lei nº 3246/2023), os valores do VU-M são os seguintes:

Região do GAP* Valores a partir de 25 de fevereiro de 2024 Valores a partir de 25 de fevereiro de 2025 Valores a partir de 25 de fevereiro de 2026
I R$ 0.01472 R$ 0,01503 R$ 0.01499
II R$ 0.01599 R$ 0,01650 R$ 0.01686
III R$ 0.01738 R$ 0,01779 R$ 0.01779

*Plano Geral de Autorização ("GAP") para Serviço Móvel Pessoal

Taxas de Roaming

Recebemos receita de acordo com acordos de roaming que firmamos com outros provedores de serviços de telecomunicações móveis. Quando uma chamada é feita dentro da nossa área de cobertura por um cliente de outro provedor de serviços móveis, esse provedor é cobrado uma taxa de roaming pelo serviço utilizado, seja por voz, mensagens de texto ou dados, nas nossas tarifas aplicáveis. Da mesma forma, quando um de nossos clientes faz uma chamada móvel quando ele está fora da nossa área de cobertura usando a rede de outro provedor de serviço, devemos pagar as cobranças associadas a essa chamada ao provedor de serviço móvel cuja área de cobertura a chamada é originada, à taxa aplicável desse provedor de serviço móvel.

O roaming nacional automático permite que nossos clientes usem seus telefones celulares nas redes de outros provedores de serviços móveis enquanto viajam ou "roaming" nas áreas limitadas do Brasil não cobertas pela nossa rede, complementando nossa cobertura móvel atual. Da mesma forma, oferecemos serviços de telecomunicações móveis para clientes de outros provedores de serviços móveis quando esses clientes fazem ou recebem chamadas enquanto estão em nossa rede. Os provedores de serviços móveis que fazem parte de acordos de roaming devem fornecer serviço aos clientes de roaming na mesma base que tais provedores oferecem serviço aos seus próprios clientes. Todos esses provedores realizam uma reconciliação mensal das cobranças de roaming. Nossos acordos de roaming têm um prazo de um ano e são automaticamente renovados por períodos adicionais de um ano, que são regulados e previamente aprovados pela ANATEL.

O PGMC aprovou em 2025 a inclusão do Roaming EIR (dentro da mesma área de registro até dezembro de 2031). Além disso, foi determinado a impor certas condições, como (i) preços de referência para roaming; e (ii) proibição, por cinco anos, de cobrar por assinaturas de M2M e IoT (até setembro de 2027 para nós).

Taxas de Interconexão

Recebemos receitas de interconexão por quaisquer chamadas originadas na rede de outro provedor de serviço, seja móvel ou fixa, que sejam recebidas por qualquer cliente móvel, nosso ou de outros provedores, enquanto utilizam nossa rede. Cobramos ao provedor de serviço originador uma taxa de interconexão por cada minuto que a ligação deles usa nossa rede. Por outro lado, quando nossos usuários fazem chamadas para números conectados às redes de outras operadoras, devemos pagar a essas operadoras as taxas de interconexão aplicáveis.

Firmamos acordos de interconexão com a maioria dos provedores de serviços de telecomunicações que atuam no Brasil. Esses acordos estabelecem, entre outras coisas, o número de pontos de interconexão, os padrões técnicos


para transmissão e recepção de sinais, e os custos e taxas aplicáveis para serviços de interconexão. Todos os contratos de interconexão devem ser submetidos à ANATEL para aprovação. No entanto, mesmo na ausência de ratificação pela ANATEL, as partes continuam obrigadas a fornecer serviços de interconexão entre si.

As taxas de interconexão que podíamos cobrar de outras empresas de telecomunicações, e que outras empresas de telecomunicações móveis cobravam, foram historicamente ajustadas pela inflação. As regras de transição foram definidas e aplicadas até julho de 2014, conforme estabelecido pela Resolução nº 639/2014. Posteriormente, a ANATEL emitiu a regra para a definição de tarifas de referência para entidades com poder de mercado significativo, baseada em um modelo de custo, para o VU-M, bem como tarifas máximas para o TU-RL. Desde a emissão da Resolução nº 639/2014, as taxas de interconexão vêm diminuindo com base em uma trajetória de planeamento específica, até 2019. A partir de 2020, a ANATEL determinou que os valores do VU-M vão subir ligeiramente novamente. Atualmente, a Lei nº 3246/2023 prevê os valores da VU-M, veja "Regulamentação da Indústria Brasileira de Telecomunicações—Regulamento de Interconexão."

Longa distância

Clientes de telecomunicações no Brasil podem selecionar operadoras de longa distância por chamada usando o código de seleção de operadora (CSP), um mecanismo introduzido em julho de 2003. Ao discar um código de dois dígitos antes de discar números de longa distância, os clientes podem escolher sua operadora preferida. No entanto, a Resolução ANATEL nº 768/2024 introduziu uma grande reestruturação das áreas de chamada local, redefinindo-as para coincidir com cada Código Nacional (código de área ou DDD). Como resultado, todas as chamadas feitas entre municípios que compartilham o mesmo DDD agora são classificadas como chamadas locais, o que reduz significativamente o número de chamadas tratadas como de longa distância e, consequentemente, diminui as situações em que a seleção de CSP é necessária.

Continuamos oferecendo serviços nacionais de longa distância para clientes móveis, e usuários de outros provedores ainda podem escolher nosso serviço por meio do nosso código CSP. O CSP permanece aplicável apenas as chamadas entre diferentes DDDs, restringindo seu escopo operacional.

Sob essa estrutura, o cliente é cobrado diretamente por nós com tarifas VC1 apenas por chamadas feitas e concluídas para um número registrado na área de registro do imóvel desse cliente. No entanto, chamadas de longa distância são cobradas ao cliente pela operadora de longa distância escolhida. Quando nosso cliente escolhe outra operadora de longa distância, essa operadora nos paga uma taxa de VUM por qualquer uso da nossa rede para completar a chamada de longa distância. A reclassificação de muitas chamadas anteriormente de longa distância como chamadas locais reduz o tráfego geral de longa distância, o que pode afetar o volume de receitas de VUM associado à interconexão de longa distância.

VUM é a taxa paga a nós por outro provedor de serviços de telecomunicações pelo uso da nossa rede pelos clientes desse provedor, neste caso em conexão com chamadas de longa distância. Veja "Cargas de Interconexão."

STIR SHAKEN - STIR (Identidade Segura de Telefone Revisitada) e SHAKEN (Tratamento baseado em assinatura de informações assertivas usando toKENs)

A ANATEL intensificou suas ações para combater práticas fraudulentas de chamadas, incluindo falsificação e chamadas automáticas. Nos últimos anos, a ANATEL incentivou a implementação do framework STIR/SHAKEN e, com a publicação do Acórdão nº 201/2025, tornou a autenticação de chamadas obrigatória.

Sob esse quadro, o requisito de autenticação se aplica inicialmente a "grandes chamadores", definidos como entidades que originam mais de 500.000 chamadas por mês, que precisam ativar mecanismos de autenticação de chamadas até fevereiro de 2026. O objetivo dessa medida é mitigar a falsificação e padrões abusivos de chamadas, permitindo a validação confiável dos números de chamada.

Rotas de interconexão entre grandes provedores de serviços já foram configuradas para suportar autenticação STIR/SHAKEN. Passos adicionais de implementação e requisitos operacionais ainda estão em discussão entre os provedores de serviços e a ANATEL.

70


71

Portabilidade numérica

Devido ao grande número de pequenos provedores de serviços, a ANATEL tem trabalhado para expandir a faixa de numeração que identifica a portabilidade dos números e, assim, possibilita novos provedores no mercado brasileiro.

Serviços de Co-Faturamento

A co-faturação ocorre quando faturamos nossos clientes por serviços de longa distância prestados em nome de outro provedor de serviço. A partir de julho de 2003, começamos a fornecer serviços de co-faturamento para outros provedores de serviços de telecomunicações que atuam no Brasil. A taxa para fornecer esse serviço à operadora de longa distância é definida pela ANATEL e a tarifa cobrada ao assinante segue o plano de tarifação da operadora de longa distância.

Outros provedores de serviço também realizam cofaturamento para a TIM quando seus usuários usam o CSP 41 da TIM para realizar chamadas de longa distância, retransferindo a receita dessas chamadas para a TIM.

Taxa de Instalação de Soluções IoT

Recebemos uma taxa única em nossas soluções IoT, que varia conforme a solução contratada, o número de dispositivos IoT conectados e o CAPEX investido por nós na implementação do projeto.

Taxas mensais de assinatura de IoT

Recebemos uma taxa mensal de assinatura em nossas soluções IoT, que varia conforme a solução contratada, o número e o consumo de dados dos dispositivos IoT e outras plataformas.

Vendas de Produtos

Oferecemos um portfólio diversificado de modelos de aparelhos de vários fabricantes para venda por meio de nossa rede de concessionárias, que inclui nossas próprias lojas, franquias exclusivas e concessionárias autorizadas. Estamos focados em oferecer uma variedade de aparelhos, incluindo dispositivos essenciais e smartphones com funcionalidades aprimoradas para serviços de valor agregado, enquanto adotamos uma política de aumento da penetração de smartphones 5G. Nossos aparelhos móveis podem ser usados em conjunto com nossos planos de serviço pré-pago ou pós-pago. Em 2025, continuamos expandindo nossos produtos tecnológicos em nossas próprias lojas de varejo, incluindo consoles de videogame, televisores inteligentes, dispositivos de áudio e outros eletrônicos de consumo, apoiados por uma estratégia de preços mais competitiva.

Faturamento e Cobrança

Nossos sistemas integrados de faturamento e cobrança em toda a empresa são fornecidos por fornecedores terceirizados. Esses sistemas possuem quatro funções principais: (i) registro de clientes, (ii) gestão de informações do cliente, (iii) gestão de contas a receber e (iv) faturamento e cobrança.

Esses sistemas de faturamento nos oferecem flexibilidade significativa no desenvolvimento de planos de serviço e opções de faturamento.

Certos aspectos da cobrança dos clientes no Brasil são regulados pela ANATEL. O novo regulamento de direitos do usuário ("RGC") – Resolução nº 765, publicado em novembro de 2023, estabeleceu novas regras, como a possibilidade de suspensão total do serviço 15 dias após a notificação ao cliente e a suspensão das cobranças durante o período de suspensão. A aplicação dessas novas regras entrou em vigor em setembro de 2025.

No entanto, para evitar inadimplência e descontinuação do serviço, investimos em modelos CRM para identificar clientes com maior propensão a inadimplência precoce e também reforçamos as verificações de histórico de crédito para nossos clientes antes da ativação do serviço.


Em agosto de 2024, lançamos o novo layout da fatura TIM, facilitando a compreensão da fatura e destacando o código QR para pagamento. Em dezembro de 2025, 68,4% dos pagamentos feitos por nossos clientes foram via PIX e alcançamos uma penetração de 99,1% das faturas digitais.

De acordo com as regulamentações da ANATEL, nós e outros provedores de serviços telefônicos reconciliamos periodicamente as taxas de interconexão e roaming devidas entre nós e eles, e resolvemos em base a um sistema líquido. Veja "—Linhas de Receita—Taxas de Interconexão" e "—Linhas de Receita—Taxas de Roaming."

Sazonalidade

Temos experimentado uma tendência de gerar um número significativamente maior de novos clientes e vendas de produtos no quarto trimestre de cada ano em comparação com os outros três trimestres fiscais. Vários fatores contribuem para essa tendência, incluindo o aumento do uso da distribuição no varejo, na qual o volume de vendas aumenta significativamente durante a temporada de compras de fim de ano, o momento dos anúncios e lançamentos de novos produtos e serviços, e o marketing e promoções agressivos no quarto trimestre de cada ano.

Visão Regional

Oferecemos cobertura 4G em 5.570 cidades para 100% da população urbana do Brasil, tornando nossa rede 4G a mais extensa do país.

Por fim, 2022 foi marcado pelo lançamento da tecnologia 5G no Brasil, que busca atender à demanda por velocidades de conexão mais altas. Encerramos 2025 lançando a tecnologia 5G em 1.089 cidades, alcançando mais de 70% da população brasileira, com um número muito maior de antenas do que o exigido pela ANATEL, o que nos permite oferecer uma experiência ainda melhor para nossos clientes.

A tabela a seguir mostra informações sobre telecomunicações móveis brasileiras, nas datas indicadas.

A partir do ano encerrado em 31 de dezembro,
2025 2024 2023
População brasileira (milhões)(1)(2) 213.4 212.5 203.1
Penetração total estimada (%)(3)(4) 126.7% 123.9 126.1
Base de assinantes de telefonia móvel brasileira (milhões) 270.4 263.4 256.4
Crescimento percentual nacional de assinantes (%) 2.7 2.8 1.7

(1) De acordo com as últimas informações divulgadas pelo IBGE a partir da pré-visualização da população dos municípios com base nos dados coletados pelo Censo Demográfico de 2022 (dezembro de 2022), que foi revisada em meados de 2023. Para 2024 e 2025, é uma estimativa do IBGE. https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9109-projecao-da-populacao.html

(2) Os números de 2022 foram baseados em uma estimativa divulgada pelo IBGE e, considerando os dados reais coletados em 2023 e 2024, pareceram mostrar um desvio para cima que pode ter considerado a população maior do que deveria. https://informacoes.anatel.gov.br/paineis/acessos/telefonia-movel

(3) Porcentagem da população total do Brasil que utiliza serviços móveis, equivalendo a uma linha móvel a um assinante (dezembro de 2022).

(4) Com base em informações publicadas pela ANATEL.

Nossa Rede

Nossa rede móvel utiliza tecnologias 5G, 4G, NB-IoT, 3G e 2G e cobre 100% da população urbana brasileira.

Entre 2007 e 2014, adquirimos novas autorizações RF usadas para serviços de telefonia móvel 3G e 4G nas faixas de 2100 MHz, 2500 MHz e 700 MHz. Para avançar para os serviços 4G, em outubro de 2012, adquirimos largura de banda adicional nas subbandas de 2.530-2.540 MHz e 2.650-2.660 MHz, com cobertura nacional. Em setembro de 2014, investimos aproximadamente R$2,85 bilhões para adquirir largura de banda na faixa de 700 MHz, alinhada com nossa estratégia de expandir nosso serviço de banda larga e 4G em todo o Brasil. Começamos a oferecer nossos serviços na faixa de 700 MHz em 2016. Veja "—Regulamentação da Indústria Brasileira de Telecomunicações—Frequências e Contexto do Espectro." Em dezembro de 2015, a ANATEL leiloou frequências de rádio remanescentes nas faixas de 1.800 MHz, 1.900 MHz e 2.500 MHz. Enviamos propostas para os lotes restantes da faixa de 2.500 MHz, nas subbandas de 2.500-2.510 MHz e 2.620-2.630 MHz – conhecidas como P-


Band, que originalmente foram leiloadas em 2012. Esse espectro específico da banda P oferece serviços móveis 4G. Adquirimos os lotes para Recife, no estado de Pernambuco (Região AR 81), e Curitiba, no estado do Paraná (Região AR 41), com base em nossas propostas que totalizaram R$57,5 milhões. Os termos correspondentes de autorização foram assinados em julho de 2016. Durante 2017, vários municípios em todo o Brasil tiveram seus sinais de TV analógica desligados, liberando as larguras de banda nessas regiões para serviços móveis 4G. Em 2018, o cronograma de desligamento da TV analógica foi concluído nas regiões onde é necessário limpar o espectro de 700 MHz para o LTE. Portanto, em setembro de 2019, todos os municípios puderam receber nossa cobertura 4G ampliada pela faixa de 700 MHz. Ao longo de 2024, a entidade criada para garantir a limpeza do espectro, chamada Entidade para a Administração do Processo de Relocação e Digitalização de Canais de TV e RTV, ou EAD, deveria ser encerrada após cumprir suas obrigações. No entanto, em 2024 foi decidido que a EAD desenvolverá novos projetos relacionados à expansão coberta por LTE, atualização da televisão e manutenção de limpeza.

Em novembro de 2021, investimos aproximadamente R$1,1 bilhão para adquirir as faixas de espectro de 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz, alinhados à nossa estratégia de implantação da tecnologia 5G. Veja "—Regulamentação da Indústria Brasileira de Telecomunicações—Contexto de Frequências e Espectro" e "—Regulação da Indústria Brasileira de Telecomunicações—Autorizações e Concessões." Em conexão com a conclusão da Reorganização pela qual o TIM Celular foi incorporado a nós, veja "—Item 4. Informações sobre a Empresa—C. Estrutura Organizacional", possuímos todas as autorizações anteriormente emitidas em nome de outras empresas controladas, direta ou indiretamente, pela TIM Participações.

As autorizações de RF geralmente são válidas por um período inicial de até 20 anos e são renováveis por um período adicional igual desde a revisão da Lei Geral de Telecomunicações em 2021, e nossas autorizações atuais começaram a expirar em setembro de 2022. Por isso, começamos a solicitar renovações para o mesmo período em que as autorizações chegam ao fim de seu prazo original (para detalhes sobre licenças de espectro e datas de expiração, veja "—Regulamentação da Indústria Brasileira de Telecomunicações—Contexto de Frequências e Espectro"). No caso de autorizações que não possam ser renovadas, a legislação atual de telecomunicações estabelece que o espectro seja devolvido ao Governo Federal do Brasil sob a gestão da ANATEL. Por essa razão, revisões na Lei Geral de Telecomunicações tiveram um impacto significativo no setor, gerando um ambiente possivelmente mais propício a investimentos de longo prazo.

Como resultado do nosso investimento em infraestrutura, em março de 2022 anunciamos que havíamos concluído a implementação da rede 5G independente CORE. Isso era necessário para que pudessemos fornecer serviços de quinta geração de acordo com as exigências do governo. A ANATEL aprovou um cronograma revisado para conceder acesso à faixa de espectro de 3,5 GHz a fim de ativar a rede 5G na capital brasileira e no Distrito Federal de Brasília após agosto de 2022, iniciando as operações comerciais da 5G SA em todo o Brasil. Em 2022, iniciamos a implantação e agora temos cobertura 5G em Brasília e nas 26 capitais estaduais, alcançando um total de 1.089 cidades no final de 2025, com foco especial nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Recife, Salvador, Brasília e Fortaleza, onde 100% dos bairros foram cobertos, permitindo o crescimento do tráfego por meio de um novo, Rede de acesso mais rápida e eficiente.

Consideramos a compra de qualquer frequência disponibilizada pela ANATEL para a prestação de serviços móveis uma prioridade, já que ter frequência disponível é fundamental para o nosso negócio. Em 2021, fizemos investimentos de R$3.213 milhões, principalmente em capacidade e cobertura 4G, utilizando principalmente antenas M-MIMO, virtualização de funções centrais, expansão e aprimoramento de capacidade de nossas redes de transporte óptico, resiliência da infraestrutura, manutenção de qualidade e habilitação de programas de fibra até o local e banda larga móvel MBB.

Esses investimentos nos permitiram alcançar, até o final de 2023, o marco de todas as 5.570 cidades brasileiras com cobertura 4G, ou 100% da população urbana do país. Assim, somos líderes em cobertura 4G no Brasil entre os provedores de telecomunicações móveis, tanto pelo número de cidades atendidas quanto pela porcentagem da população coberta.

Em 22 de julho de 2020, obtivemos a aprovação da ANATEL e, em 3 de junho de 2020, obtivemos a aprovação da CADE para a assinatura de dois acordos com a Vivo visando compartilhar infraestrutura de redes móveis 2G, 3G e 4G para consideração acordada, aumentando a eficiência de custos da rede por meio das iniciativas Single Grid e 2G Switch-off. Esses dois acordos de compartilhamento reforçam o processo de evolução do mercado brasileiro de

73


telecomunicações em termos de compartilhamento de infraestrutura de rede. Para detalhes, veja "Item 4. Informações sobre a Empresa—A. História e Desenvolvimento da Empresa—Contexto Histórico—Novo acordo de compartilhamento da TIM e Vivo."

Nossa rede sem fio possui funções centralizadas e distribuídas, incluindo principalmente equipamentos de transmissão, consistindo principalmente em mais de 6 mil gNodes 5G, 66 mil eNodeBs em nossa rede 4G, mais de 17 mil NodeBs para a camada 3G e mais de 13 mil BTSs para rede 2G até dezembro de 2023, considerando compartilhamento de sites, instalação e atualização de equipamentos de hardware e software. A rede é conectada principalmente por sistemas de transmissão por fibra óptica e rádios MW distribuídos nacionalmente.

Outra prioridade é desenvolver nossa rede nacional. Em dezembro de 2023, continuamos a aumentar a quantidade de locais conectados por fibra óptica, além de integrar os sites móveis adquiridos com ativos da Oil, alcançando mais de 12.500 locais conectados por fibra óptica. Os resultados são consistentes com os requisitos de qualidade da rede da ANATEL, e com a TIM mantendo seu desempenho sólido em 2022. Como a cobertura nacional e a qualidade do serviço melhoraram substancialmente nos últimos anos, a ANATEL mudou seu foco nos últimos anos. A ANATEL agora concentra seus esforços em áreas geográficas menores, especialmente nas áreas onde o serviço ainda é considerado ruim.

A aquisição da AES Atimus e consequente criação da TIM Fiber (que foi incorporada à TIM Celular em 2012, e a TIM Celular foi incorporada a nós em 2018) melhorou nossa presença em redes de fibra óptica (ou fibra óptica) em mais de 31 cidades, incluindo as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Goiânia, Recife, Manaus, Belo Horizonte e Distrito Federal. Nossa rede de fibra óptica tem capacidade para oferecer um serviço de alta qualidade ultra-banda larga, disponível por meio do nosso serviço TIM UltraFibra, e aumentar a infraestrutura básica a ser aplicada em nossas operações fixas e móveis.

Em 2021, realizamos uma separação e concluímos o fechamento de uma transação com a IHS Fiber Brasil – Cessão de Infraestruturas Ltda., para a aquisição de uma participação acionária majoritária na FiberCo Soluções de Infraestrutura S.A. (posteriormente renomeada I-Systems), uma empresa criada por nós para a segregação de ativos de rede e a prestação de serviços de infraestrutura, com a missão de implantar, operando e mantendo a infraestrutura de última milha para acesso à banda larga, conosco como cliente âncora. A I-Systems iniciou suas operações com aproximadamente 15.000 km de fibra de rede secundária, cobrindo aproximadamente 6,4 milhões de domicílios (residências descartadas), com 3,5 milhões em FTTH e 3,4 milhões em FTTC.

No final de 2025, nossa infraestrutura fixa, incluindo a infraestrutura metropolitana remanescente e os ativos de longa distância, está destacada pelas seguintes características:

  • uma extensa rede de transporte de fibra que inclui uma espinha dorsal nacional, fibra regional para a cidade e uma rede metropolitana com mais de 132.000 km de fibra;
  • 2.000 cidades conectadas por fibra óptica; e
  • Mais de 17.000 torres conectadas por fibra óptica.

Nossas centrais de comutação e plataformas inteligentes de rede nos permitem oferecer um serviço de voz flexível e de alta qualidade a preços extremamente competitivos. Nossa rede de satélites cobre áreas distantes do país e está sendo expandida e renovada para oferecer um serviço privado de alto nível.

De modo geral, as redes dos operadores de telecomunicações tendem a ser projetadas, implantadas e gerenciadas segundo um modelo de arquitetura vertical chamado "de ponta a ponta", onde o hardware e o software são proprietários e dedicados a cada função da rede. Com a crescente demanda por serviços diferenciados, a necessidade de espaço físico, energia e velocidade tornou-se crítica e, consequentemente, os custos de investimento de capital e operacionais das empresas tendem a aumentar.

Essa arquitetura de rede baseada em elementos monolíticos requer um longo tempo para desenvolvimento e implantação, impactando diretamente o tempo de lançamento de novos produtos ou serviços e, consequentemente, reduzindo a geração de novas receitas.

74


O NFV é o novo paradigma arquitetônico que visa abordar a transformação da rede infraestrutural como um passo chave na evolução da implementação de novos sistemas e infraestrutura de rede, ao adotar o conceito de consolidar elementos de hardware comercial padronizado e pronto para uso disponível em ambientes virtuais para uso compartilhado entre várias aplicações, acelerando a capacidade de entregar serviços. Reduzir custos e melhorar a satisfação do cliente. Nosso objetivo é capitalizar os benefícios propostos dessa tecnologia.

Entendemos que o NFV e o compartilhamento de recursos e equipamentos são a forma de estabelecer uma estrutura economicamente mais eficiente, reduzindo investimentos e/ou custos operacionais, ao mesmo tempo em que diminuem o tempo de lançamento de novas ofertas (um fator cada vez mais relevante em um cenário competitivo).

No final de 2025, tínhamos 16 Datacenters de Rede Núcleo (DCC) virtualizadas localizados no Rio de Janeiro (2), São Paulo (2), Fortaleza (2), Salvador (2), Brasília (2), Belo Horizonte (2), Belém (2) e Curitiba (2), além de 19 Datacenters de Rede de Borda virtualizada (DCE) localizados em Campinas, Porto Alegre, Natal, João Pessoa, Florianópolis, Blumenau, Maringá, Londrina, São Luís, Goiânia, Recife, Santos, São José dos Campos, Uberlândia, Varginha, Feira de Santana, Teresina, Manaus e Ponta Grossa. A maioria das nossas funções principais de rede já está rodando de forma virtualizada por meio desses datacenters de rede. A migração de funções adicionais de rede para um data center virtualizado será baseada em um roteiro de funções virtuais de rede, ou VNFs, respeitando a maturidade de cada função de rede.

Semelhante à migração dos sistemas de TI para a infraestrutura de nuvem pública, funções de rede também foram planejadas para serem migradas para a nuvem, respeitando suas particularidades em relação à alta disponibilidade e desempenho. Para garantir esse movimento, a arquitetura NFV teve um papel importante na evolução dessas NFs de um ambiente Virtual (VNF) para um ambiente em nuvem (CNF). Como resultado dessa jornada, pretendemos transferir cargas de trabalho de rede para uma nuvem híbrida (on-premises e nuvem pública) ao longo dos próximos 3 anos. Entendemos que a infraestrutura em nuvem é um segundo passo (logo após a NFV) para estabelecer uma infraestrutura economicamente mais eficiente, não apenas para reduzir investimentos/custos, mas também para acelerar a implantação de projetos e reduzir o tempo de lançamento de novas ofertas.

Com base na eficiência e robustez das tecnologias usadas nas redes NFV e IP, na virtualização de sua rede central, também estamos otimizando os gastos de capital.

Portanto, nosso compromisso com a infraestrutura de qualidade e a melhoria da qualidade nos permite desenvolver projetos como: (i) unificação das funções de uma rede inteligente de sinalização central de rede e banco de dados de rede por meio da consolidação unificada de dados e (ii) a evolução de plataformas de segurança como o controlador de fronteira de sessão, que realiza a interconexão IP com outros operadores. Esperamos que com esses e outros projetos consigamos reduzir nossos gastos operacionais diminuindo linhas alugadas e compartilhamento de infraestrutura, simplificando processos de manutenção e arquitetura/topologia, aumentando a resiliência mesmo em condições de recuperação de desastres e melhorando a experiência do cliente ao aumentar a velocidade com que as chamadas são estabelecidas e os dados são transmitidos, além de aumentar o tempo necessário para disponibilizar os perfis dos clientes em nosso banco de dados.

Em 2014, começamos a mudar nossa plataforma móvel de núcleo de pacotes para um núcleo unificado baseado nos mais avançados padrões de núcleo evoluído de pacotes 3GPP, proporcionando uma gestão coordenada e contínua da mobilidade em um ambiente de acesso HetNet (nós de acesso múltiplo completo para 2G/3G/4G/Femto) para suportar o enorme aumento da demanda por dados no mercado brasileiro de telecomunicações, conforme discutido em outros lugares deste relatório anual sobre o Formulário 20-F. A plataforma evoluída de núcleo de pacotes também está evoluindo para um modelo NFV, baseado no controle do 3GPP e na separação do plano de usuário dos nós EPC. Isso permite a implantação e operação flexíveis da rede, por meio de distribuição ou centralização e a escalabilidade independente entre as funções do plano de controle e do plano do usuário.

Em 2017, começamos a implementar nossa plataforma VoLTE seguindo os padrões 3GPP, oferecendo melhor qualidade de voz e continuidade do serviço 4G, evitando a necessidade de recorrer ao 2G/3G durante chamadas de voz. A plataforma VoLTE foi implementada em um modelo NFV desde seu início, baseada nos nós do 3GPP.

75


Em 2018, implementamos um novo sistema de segurança para acessar nossas novas e antigas plataformas, chamado "Senha Segura". Ele utiliza um protocolo de segurança secure shell, ou SSH, monitora tentativas de acesso não padrão e gera avisos relacionados (IAM-Identity Access Management). Esse processo envolve criptografia de senha e um cofre lógico que só concede recuperação a usuários autorizados, além de conceder e gravar acesso por meio de dispositivos de vídeo e texto. Mais especificamente, ele apresenta: (i) autenticação por senha com validade máxima de 90 dias; (ii) autorização por meio de uma interface de administração de login; e (iii) auditoria (logs) gerada pelo sistema, permitindo a rastreabilidade das ações do usuário do início ao fim de cada operação. O sistema também envia logs para um sistema centralizado como um banco de dados histórico. Além disso, temos um plano para mitigar o risco da rede em escala macro, priorizando nossa infraestrutura crítica de rede com base em um mapa de risco e no Plano de Resiliência da Rede. O Plano de Resiliência da Rede nos permite focar nas principais questões, que por sua vez se tornam a base para elaborar medidas de mitigação de curto, médio e longo prazo para aumentar a robustez da rede.

Em 2022, começamos a implementar nosso 5G SA Core, seguindo os padrões 3GPP, oferecendo serviços 5G SA para nossos clientes, com novas capacidades como redução do tempo RTT – Round Trip Time e serviços IoT críticos. O núcleo 5G foi implementado em um ambiente de nuvem (CNF).

Fontes e Disponibilidade de Matérias-Primas

Nossos negócios e resultados das operações não são significativamente afetados pela disponibilidade e pelos preços das matérias-primas.

Compartilhamento de sites e outros acordos.

Descomissionamento da rede

De tempos em tempos, somos obrigados a desativar nossos equipamentos de rede por diversos motivos, incluindo segurança, conformidade, economia de custos, otimização de recursos, eficiência e outros. Com uma rede tão complexa quanto a nossa, revisamos periodicamente nossos requisitos de rede.

Em 2025, mantivemos o ritmo de transformação iniciado em 2022 em nosso programa de desativação de rede. O modelo de governança da desativação, materializado em novos projetos para gerenciar nossos ativos dentro dos limites orçamentários e por meio de um canal de comunicação eficaz e consistente ("RADAR 4.0"), garantiu a execução da estratégia. Automações e melhorias processuais reduziram substancialmente o número de acordos de nível de serviço (SLAs) relacionados à desativação. Além disso, aumentamos a capacidade de produção por meio de novos contratos de serviços e apoiamos o crescimento das equipes de tributação e contabilidade que contribuíram para o processo de desativação.

Como resultado, conseguimos atender ao forte aumento da demanda gerado por projetos estratégicos como a conclusão da integração da SPE Cozani, o acordo de compartilhamento da Vivo, os compromissos de controle de integridade e outros. Até a data deste relatório anual, temos uma estrutura mais robusta em vigor, pronta para atender à demanda esperada para 2026.

Acordos de Compartilhamento de Locais

Com o objetivo de evitar duplicação desnecessária de redes e infraestrutura, a ANATEL permite que provedores de serviços de telecomunicações utilizem as redes de outros provedores (frequências de longa distância, backhaul e espectro, entre outras) como suporte secundário na prestação de serviços de telecomunicações, com foco na redução de custos e no aumento da penetração dos serviços móveis no Brasil. Portanto, permitimos que outros provedores de serviços de telecomunicações em nossa região utilizassem nossa infraestrutura, e também usamos a infraestrutura de outros provedores, conforme acordos de compartilhamento de sites com esses operadores.

Com base nessa política da ANATEL, em novembro de 2012, a TIM Celular (que foi incorporada a nós em conexão com a Reorganização) formalizou com a Oi um acordo para a cedência recíproca de suas redes LTE (tecnologia 4G) em certas cidades, aprovado pela ANATEL e pela CADE, que é a agência antitruste brasileira e tem a missão de garantir livre concorrência no mercado, não apenas investigando e, em última instância, decidindo sobre a questão competitiva, mas também disseminando uma cultura de livre concorrência.

76


77

Em abril de 2014, a TIM Celular (atualmente TIM S.A.) e a Oi firmaram um acordo para a construção, implementação e cedência recíproca conjunta de partes de suas respectivas infraestruturas de rede GSM (2G) e UMTS (3G) em cidades com menos de 30.000 habitantes, que também foi aprovado pela ANATEL e CADE.

Em julho de 2015, a TIM Celular (atualmente TIM S.A.), Oi e Vivo firmaram um acordo para a cessão recíproca da mídia da rede LTE (4G), semelhante ao acordo entre a TIM Celular (atualmente TIM S.A.) e a Oi em 2012, mas também cobrindo compartilhamento de frequências. Assim como nos acordos anteriores de compartilhamento, a ANATEL e a CADE aprovaram o acordo entre as partes. Após o processo de falência da Oi Móvel, em 2022, nós e a Vivo solicitamos a autorização da CADE para um adendo contratual, a fim de continuar o acordo de compartilhamento sem a Oi. Essa autorização foi concedida pelo CADE em 13 de fevereiro de 2023, e atualmente estamos no processo de finalização e execução da emenda ao acordo.

Também em 2015, a TIM Celular (atualmente TIM S.A.), Vivo, Claro e Oi registraram com a CADE um contrato de compromisso com o objetivo de negociar a contratação conjunta de uma ou mais empresas para realizar a construção, instalação e fornecimento de infraestrutura em ambientes internos (como shoppings) em vários locais do Brasil, aprovação sem restrições pela CADE.

Em novembro de 2015, nossas entidades predecessoras, TIM Celular e Intelig (que posteriormente se fundiram para formar a TIM), e a Vivo registraram um acordo para compartilhar a rede UMTS (3G) sob um modelo de compartilhamento de rede central de múltiplas operações, RAN, que inclui compartilhamento de frequência em certas cidades com base em suas obrigações de cobertura rural, também aprovado sem restrições.

Em março de 2018, devido ao processo de mediação entre nós e a Oi, foi assinado um novo acordo de compartilhamento da RAN, que alterou a modalidade de compartilhamento descrita no acordo de 2012 (evolução tecnológica da RAN multioperadora para a rede de cuidados multioperadora) e incluiu parte das faixas de radiofrequência de 1.800 MHz. A CADE e a ANATEL aprovaram a operação sem quaisquer restrições.

Em 23 de julho de 2019, nós e a Vivo firmamos um memorando de entendimento ("Vivo MoU"), para iniciar negociações sobre: (i) compartilhamento da rede 2G de rede única; (ii) estabelecimento de novos acordos de compartilhamento de infraestrutura para a rede 4G em 700MHz, direcionados a cidades com menos de 30.000 habitantes, que no futuro podem ser expandidos para cidades maiores; (iii) outras oportunidades de compartilhamento de redes em outras frequências e tecnologias; e (iv) outras oportunidades de eficiência e redução de custos em operações e manutenção de rede. A Vivo e nós acreditamos que os potenciais desenvolvimentos a partir dos conceitos estabelecidos no Memorando de Entendimento da Vivo resultariam em serviços aprimorados em ambas as operadoras, além de sinergias e eficiências na alocação de investimentos e custos operacionais.

Em 19 de dezembro de 2019, em conformidade com o Memorando de Entendimento da Vivo com a Vivo, dois novos acordos de compartilhamento foram firmados referentes: (i) a criação de uma rede única em tecnologia 2G; e (ii) um acordo de rede única que resultará na expansão das redes 3G e 4G e na consolidação de redes em pequenas cidades (com menos de 30.000 habitantes). Ambos os acordos foram aprovados sem restrições pelo CADE e pela ANATEL em 2020, reforçando a evolução do mercado brasileiro de telecomunicações em termos de compartilhamento de infraestrutura de rede. Em 2 de setembro de 2024, nós e a Vivo submetemos ao CADE e à ANATEL as emendas a esses acordos de compartilhamento. Em 22 de outubro de 2025, o CADE aprovou o adendo do acordo de compartilhamento assinado em dezembro de 2019; no entanto, tal adendo permanece sujeito à aprovação da ANATEL.

Nossas Obrigações Contratuais Operacionais

Para mais informações sobre nossas obrigações contratuais materiais, veja "Item 10. Informações Adicionais—C. Contratos de Materiais."

Acordos de Roaming

Firmamos acordos de roaming para serviços automáticos de roaming com outras operadoras móveis fora das nossas áreas cobertas. O roaming automático permite que nossos clientes usem seus telefones celulares nas redes de outras operadoras móveis enquanto viajam para o exterior ou fora de nossas áreas de cobertura no Brasil. Da mesma


forma, oferecemos serviços móveis para clientes de outras operadoras móveis quando esses clientes fazem ou recebem chamadas enquanto visitam cidades brasileiras dentro da nossa cobertura. Oferecemos serviços para os clientes que visitam nossa rede com a mesma base de infraestrutura oferecida aos nossos próprios clientes. Todas as operadoras móveis que fazem parte desses acordos devem realizar uma reconciliação mensal das cobranças de roaming com seus parceiros de roaming.

Acordos Nacionais de Roaming

Em 2017, a ANATEL exigiu que a Claro, Oi, Vivo e nós garantissem a oferta de serviços móveis (voz, SMS e dados) em todas as cidades com menos de 30.000 habitantes por meio de acordos de roaming. Considerando que em dezembro de 2023 começamos a ter nossa própria cobertura em 100% do território nacional, foi iniciado um processo para desativar o uso do roaming em outros operadores brasileiros. No entanto, continuamos oferecendo sua cobertura para outros operadores. Em 2023, a ANATEL começou a incentivar a expansão dos acordos para incluir rodovias.

Acordos Internacionais de Roaming

Temos acordos internacionais de roaming disponíveis em 207 países diferentes, com 457 operadores internacionais, que abrangem 595 redes individuais (PMNs). Esses acordos incluem, no mínimo, serviço de voz e podem ser aprimorados com base na tecnologia disponível na rede visitante, podendo incluir voz, SMS e dados (2G, 3G, 4G, 5G NSA e VoLTE). Nossos acordos internacionais de roaming têm se expandido constantemente nos últimos anos. Até o final de 2025, expandimos nossa cobertura de dados 5G NSA para 81 países, abrangendo os principais destinos de viagem para brasileiros. Além disso, oferecemos roaming 4G em 137 países e conexões VoLTE estabelecidas em 48 países.

Em novembro de 2018, o Brasil firmou um acordo de livre comércio com o Chile, que resultou no fim das cobranças de roaming internacional entre os dois países. Em 13 de outubro de 2021, o Decreto Legislativo nº 33/2021, que aprovou o livre comércio com o Chile, foi sancionado pelo Presidente do Senado. Com aprovação, o acordo entraria em vigor em 25 de janeiro de 2022, e o fim das cobranças de roaming era esperado até 25 de janeiro de 2023. Devido a um pedido do Regulador chileno, a implementação do Artigo 11.25 do acordo de livre comércio foi adiada para 25 de julho de 2023, quando entrou em vigor.

Em julho de 2019, o Brasil firmou um acordo de livre comércio com outros países membros do Mercosul, prevendo a eliminação das taxas de roaming internacional. Em 3 de setembro de 2025, foi promulgado o Decreto Legislativo nº 192/25, que aprovou a eliminação das taxas de roaming internacional para usuários finais dentro do Mercosul. Embora o acordo esteja agora em vigor, a eliminação efetiva das cobranças de roaming ainda está sujeita à implementação pela ANATEL.

Regulamentação da Indústria Brasileira de Telecomunicações

Geral

O setor de telecomunicações é regulado pela ANATEL, que foi criada por lei e é administrativamente independente e financeiramente autônoma do Ministério das Comunicações. A ANATEL é responsável por revisar e alterar toda a regulamentação administrativa relativa a serviços, conclusão e direitos dos clientes relacionados às telecomunicações, emitir autorizações formais e realizar inspeções, conforme estabelecido na Lei Geral de Telecomunicações e no Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, ou Decreto ANATEL.

Apesar da liberalização, ocorrida em 1997, o mercado brasileiro de telecomunicações ainda enfrenta posições dominantes persistentes ocupadas por operadores fixos incumbentes. Em particular, o acesso à banda larga é atualmente oferecido por operadores através de sua própria infraestrutura e o respectivo arcabouço regulatório nem sempre se baseia na implementação eficaz das obrigações de acesso por atacado.

Em 1998, um decreto presidencial aprovou o primeiro Plano Geral de Metas de Universalização ("PGMU"), obrigações vinculativas aos serviços de telefonia fixa (Serviço Telefônico Móvel Comutado) ("STFC"), aplicáveis apenas a titulares fixos. A PGMU é revisada a cada 5 anos, e o último plano de universalização, formulado pelo governo, foi publicado em janeiro de 2021, considerando que a concessão de telefonia fixa terminará em 2025. O

78


PGMU V substitui as metas 4G estabelecidas no PGMU IV para a construção de um backhaul nos municípios que não possuem conexão de fibra óptica.

Em 2019, a PLC 79/2016 foi aprovada e convertida na Lei nº 13.879. A Lei entrou em vigor em 4 de outubro, estabelecendo um novo arcabouço regulatório para o setor de telecomunicações no Brasil, permitindo que as concessionárias de telefonia fixa adaptassem seus acordos de um regime de concessão para um regime de autorização. Com base nessa nova regulamentação, em 2024, o processo de migração da Oi Mobile e da Telefónica da concessão para a autorização foi aprovado pela ANATEL. (ver "Item Revisão do Modelo Regulatório Atual para a Prestação de Serviços de Telecomunicações")

Um decreto presidencial emitido em 30 de junho de 2011 estabeleceu um processo de licitação para RFs 4G, um marco importante para o setor de telecomunicações. A licitação ocorreu em 2012 e, para garantir o serviço rural completo até 2018, a ANATEL conectou os blocos 4G na faixa de 2.500 MHz à banda de 450 MHz em regiões geográficas específicas do Brasil. Como resultado, os quatro operadores vencedores dos blocos 4G na faixa de 2.500 MHz vinculados à banda de 450 MHz estão sujeitos a compromissos de cobertura em áreas rurais. Esse decreto presidencial também resultou em duas novas regulamentações para medir padrões de qualidade de banda larga móvel e fixa.

Outro conjunto importante de regras é o Decreto nº 9.612/2018, ou Plano de Conectividade, que estabeleceu uma série de diretrizes para a execução de ajustes de conduta, concessão rigorosa de autorização de espectro e atos regulatórios em geral, incluindo: (i) expansão das redes de transporte de telecomunicações de alta capacidade; (ii) aumento da cobertura das redes de acesso de banda larga móvel; e (iii) ampliar a cobertura da rede fixa de acesso de banda larga em áreas sem acesso à internet disponível por meio desse tipo de infraestrutura. Também estabelece que a rede implementada a partir dos compromissos estará sujeita a compartilhamento desde sua entrada em operação, exceto quando houver concorrência adequada no respectivo mercado relevante. Assim como o Decreto nº 10.480/2020, que regula a Lei das Antenas (Lei nº 13.116/2015), com o objetivo de estimular o desenvolvimento da infraestrutura da rede de telecomunicações.

Governo Federal do Brasil

Em 2021, foram publicadas algumas ordenanças importantes, a saber: (i) Decreto do Ministério das Comunicações nº 2.447/2021, que aprovou nossa emissão de até R$5.753 bilhões em debêntures; (ii) Decreto nº 2.556 do Ministério das Comunicações, que estabeleceu prioridades e metas para o estabelecimento de investimentos determinados pela ANATEL; (iii) Decreto nº 10.748, que estabeleceu a Rede Federal para a Gestão de Incidentes Cibernéticos, regulando a Política Nacional de Segurança da Informação, que visa melhorar e coordenar os órgãos e entidades da administração pública federal na prevenção, tratamento e resposta a incidentes cibernéticos; (iv) Decreto nº 10.887, que previa a organização do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, com o objetivo de garantir maior proteção às relações com o consumidor, aumentar a segurança jurídica e tornar o processo administrativo mais eficiente; e (v) Decreto nº 15 da Autoridade de Proteção de Dados, que estabeleceu o Comitê de Governança, responsável por estabelecer estratégias institucionais e diretrizes estratégicas relacionadas à governança pública.

Além disso, havia alguns decretos relevantes envolvendo 5G. Elas foram: (i) Decreto nº 10.799, que atualizou o Decreto nº 9.612/2018 (políticas públicas de telecomunicações), permitindo que a rede do Governo fosse construída por outras autoridades, não apenas a Telebras; (ii) O Decreto nº 10.800 estabeleceu o Programa Integrado e Sustentável da Amazônia (PAIS). Um de seus objetivos é expandir as redes de telecomunicações para a região amazônica, além de criar um comitê de gestão para monitorá-las, entre outras disposições; e (iii) Decreto do Ministério das Comunicações nº 1.924/21 sobre diretrizes de 5G, principalmente sobre segurança de rede; obrigação de fornecer uma rede governamental exclusiva; backhaul para agronegócio; cobertura de rodovias federais alinhadas ao Ministério da Infraestrutura, entre outras. Para utilizar o Fundo Universal de Serviços de Telecomunicações (FUST), (ou seja, a contribuição anual do setor de telecomunicações), foi introduzida a Lei nº 14.109/2020, autorizando o uso do FUST, inclusive pelo setor privado, para expandir a conectividade em áreas rurais ou urbanas com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), bem como políticas para educação e inovação tecnológica em serviços em áreas rurais.

79


80
Em 2020, foi publicado o Decreto nº 10.480/2020 pelo Governo Federal do Brasil, que regula antenas (Lei nº 13.116/2015) com o objetivo de estimular o desenvolvimento da infraestrutura de rede de telecomunicações. Esse decreto visa fomentar o desenvolvimento da infraestrutura de rede de telecomunicações e representa um passo importante para desvendar problemas históricos no setor que impedem seu desenvolvimento; por exemplo, alguns problemas históricos que o regulamento busca resolver incluem direito de passagem livre em rodovias e ferrovias, silêncio positivo, pequenas celas e escavação única.

Em 15 de junho de 2021, a Medida Provisória nº 1.018/2020 foi transformada na Lei nº 14.173/2021, reduzindo as taxas para estações terrestres via satélite e alterando algumas regras de aplicação do FUST.

A lei reduz a coleta de FUST entre 2022 e 2026 para operadores de telecomunicações que administram programas de universalização aprovados pelo conselho de administração (ainda não aprovados) com seus próprios recursos. O benefício será válido por cinco anos a partir de 1º de janeiro de 2022 e será progressivo: 10% no primeiro ano; 25% no segundo ano; 40% no terceiro ano; e 50% a partir do quarto ano.

Além disso, a nova legislação elimina a obrigação de compartilhar torres a menos de 500 metros umas das outras. A retirada dessa obrigação foi considerada essencial para a implementação do 5G no Brasil, inclusive para permitir o esperado aumento de densidade da nova tecnologia. No entanto, em 2024, a Suprema Corte do Brasil restabeleceu os efeitos da regulamentação que exige que as empresas de telecomunicações compartilhem torres de transmissão no contexto da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7708, que ainda está em andamento.

Em 2022, foi publicado o Decreto nº 10.952/2022, estabelecendo a transferência de R$3,5 bilhões de arrecadação de FUST para conectividade de alunos e professores da educação pública básica e dados fornecidos pelo INEP como critérios para transferência de recursos. O decreto também estipula que os recursos podem ser usados para uma conexão fixa, desde que a eficácia custo-benefício seja comprovada ou que não haja oferta de dados móveis no local onde os estudantes beneficiários residem.

Em março de 2022, foi publicado o Decreto nº 11.004/2022, que define como o Fundo será operacionalizado e prevê como os recursos serão aplicados a qualquer serviço de telecomunicações.

Também em 2022, foi publicado o Decreto nº 11.304/2022, estabelecendo novas regras para o Atendimento ao Cliente (SAC). O novo "Decreto SAC" trouxe regras mais flexíveis quanto ao horário de serviço, provisão de protocolos e serviço digital.

Em 2023, foi publicado o Decreto nº 11.856/2023, estabelecendo a Política Nacional de Cibersegurança (PNCIBER) com diretrizes de cibersegurança no Brasil. Esse decreto também cria o Comitê Nacional de Cibersegurança.

Em 2025, foi publicado o Decreto nº 17.456/25, que prevê a isenção dos requisitos de licenciamento para estações de telecomunicações que fazem parte dos sistemas de comunicação máquina-a-máquina (M2M).

Em 26 de dezembro de 2025, foi promulgada a Lei nº 15.320, estendendo até 31 de dezembro de 2030 os benefícios fiscais aplicáveis às taxas de inspeção para instalação e operação, a Contribuição para a Promoção da Radiodifusão Pública e a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (CONDECINE) cobrada sobre estações de telecomunicações que fazem parte dos sistemas de comunicação máquina a máquina e pequenas estações satélite.

ANATEL

Ao longo dos anos, a ANATEL publicou várias Resoluções que aplicam obrigações ao setor de telecomunicações, entre as quais podemos destacar:

Resoluções publicadas em 2025

(i) Resolução nº 772/2025 (janeiro de 2025): aprovada a Alocação, Designação e Distribuição de Frequências do Brasil (Plano de Destinação, Designação e Distribuição de Faixas de Frequências – PDFF), estabelecendo a alocação, designação e condições específicas de uso aplicáveis às faixas de frequência relevantes;


(ii) Resolução nº 777/2025 (abril de 2025): revogou e alterou resoluções anteriores e aprovou o Regulamento Geral de Serviços de Telecomunicações (RGST);

(iii) Resolução nº 780/2025 (agosto de 2025): alterou o Regulamento de Avaliação de Conformidade e Aprovação de Tipo (Homologação) de Produtos de Telecomunicações, incluindo requisitos aplicáveis a data centers;

(iv) Resolução nº 783/2025 (setembro de 2025): aprovou o PGMC revisado; e

(v) Resolução nº 785/2025 (dezembro de 2025): aprovou o planejamento da ANATEL para futuros processos de licitação (leilões) para autorizações de uso de frequências de rádio associadas ao SMP sob o quadro Prisma.

Principais Consultas Públicas realizadas em 2025

(i) Consulta Pública nº 09/2025: planejamento para processos de licitação de espectro para conceder autorizações para o uso de frequências de rádio associadas ao SMP;

(ii) Consulta Pública nº 30/2025: obrigações de compartilhamento de rede e roaming aplicáveis a rodovias e áreas remotas ou carentes;

(iii) Consulta Pública nº 31/2025: uso de inteligência artificial pela ANATEL para atividades de monitoramento e supervisão;

(iv) Consulta Pública nº 32/2025: revisão do regulamento de cibersegurança aplicável ao setor de telecomunicações (Regulamento de Cibersegurança – R-Ciber); e

(v) Consulta Pública nº 48/2025: Requisitos de avaliação de conformidade aplicáveis a data centers integrados a redes de telecomunicações.

Sistema de Autorregulação de Telecomunicações

Em março de 2020, as operadoras de telecomunicações assinaram o Sistema de Auto-Regulação das Telecomunicações, ou SART, que propõe estabelecer regras e procedimentos comuns que devem ser seguidos por todas as empresas participantes, em relação aos temas mais relevantes na relação entre provedores e clientes, como telemarketing (aprovado em setembro de 2019), ofertas (aprovadas em março de 2020), faturamento (aprovado em fevereiro de 2021) e frequência (aprovada em março de 2020).

Outras Agências

Também monitoramos e participamos de Consultas Públicas realizadas pela agência nacional de energia elétrica do Brasil, a Agência Nacional de Energia Elétrica, ou ANEEL, sobre temas relacionados ao compartilhamento de infraestrutura (poles) e geração distribuída.

Em dezembro de 2025, a ANEEL aprovou o projeto de resolução conjunta sobre o compartilhamento de infraestrutura dos postes de distribuição, que foi encaminhado à Anatel para revisão adicional e deliberação final, pois a publicação conjunta de ambas as agências é necessária para que o novo quadro entre em vigor. Nesse contexto, a questão continua incluída na Agenda Regulatória de 2025 da Anatel, com aprovação final atualmente esperada para o primeiro semestre de 2026.

Também monitoramos e participamos de Consultas Públicas realizadas pelo Ministério das Finanças, sobre os Aspectos Econômicos e Competitivos da Plataforma Digital.

Revisão do Modelo Regulatório Atual para a Prestação de Serviços de Telecomunicações

Em 2019, a PLC 79/2016 foi aprovada e convertida em Lei nº 13.879/2019. A Lei entrou em vigor em 4 de outubro de 2019, estabelecendo um novo arcabouço regulatório para o setor de telecomunicações no Brasil, a grande mudança regulatória em 20 anos.

81


O novo arcabouço de telecomunicações permite que as concessionárias de telefonia fixa adaptem seus acordos de um regime de concessão para um regime de autorização. Essa alteração da concessão para autorização deve ser solicitada pelo concessionário e deve ser aprovada pelo ANATEL. Em troca, os concessionários devem, entre outras condições, assumir compromissos de investimento para expandir os serviços de banda larga fixa, em áreas sem concorrência adequada para esses serviços, a fim de minimizar as lacunas e desigualdades entre as regiões brasileiras. Além disso, também altera as regras sobre autorização de usos de radiofrequência, estabelecendo renovações subsequentes e permite o comércio de radiofrequência entre players (mercado secundário de espectro).

Em junho de 2020, o Governo Federal do Brasil publicou o Decreto nº 10.402/2020, que regula a Lei nº 13.879/2019 e prevê a adaptação do instrumento de concessão à autorização de serviços de telecomunicações e à extensão e transferência de autorização de radiofrequência, concessões de serviços de telecomunicações e direitos de exploração de satélites. Oi, Claro, Telefônica e Algar já assinaram o Acordo de Adaptação Única.

O Decreto nº 10.402/2020 estabelece que a transferência parcial ou total da autorização para uso de frequências de rádio entre provedores de serviços de telecomunicações será realizada mediante pagamento pela ANATEL e deve ser precedida pelo consentimento da ANATEL, além de permitir a manutenção de obrigações associadas às radiofrequências (servindo ao interesse público), a aplicação de restrições de natureza competitiva quando necessário/conveniente e a análise da nossa regularidade fiscal para a qual o A autorização está sendo transferida. Também confirmou que as autorizações atuais estão cobertas pela nova regra para renovações sucessivas.

Autorizações e Concessões

Com a privatização do sistema Telebrás e conforme a Lei Mínima, os provedores de serviços das Bandas A e B receberam concessões sob as regulamentações do Serviço Móvel Celular. Cada concessão era uma concessão específica de autoridade para fornecer serviços de telecomunicações móveis em uma área geográfica definida, sujeita a certos requisitos contidos na lista aplicável de obrigações anexadas a cada concessão.

Nossos predecessores receberam concessões da SMC e, em dezembro de 2002, tais concessões foram convertidas em autorizações PCS, com opção de renovar as autorizações por mais 15 anos. Adquirimos autorizações PCS em conjunto com leilões de largura de banda da ANATEL em 2001 e, posteriormente, adquirimos autorizações e operações adicionais sob as regulamentações PCS também.

Em conexão com a conclusão da Reorganização pela qual o TIM Celular foi incorporado a nós (ver "Item 4. Informações sobre a Empresa — C. Estrutura Organizacional"). Detemos todas as autorizações previamente emitidas em nome de outras empresas controladas, direta ou indiretamente, pela TIM Participações.

Obrigações das Empresas de Telecomunicações

Entre todas as obrigações impostas aos provedores de telecomunicações, a Resolução nº 632/2014 teve o impacto mais significativo. De acordo com essa resolução, a ANATEL aprovou a adoção de um regulamento único para o setor de telecomunicações, o RGC, com regras gerais para atendimento ao cliente, faturamento e ofertas de serviço, aplicáveis a clientes de TV fixa, móvel, banda larga e TV a cabo.

Em novembro de 2023, a ANATEL publicou a Resolução nº 765/2023, que aprovou o novo Regulamento Geral de Direitos do Consumidor (RGC). Essa resolução revogou a Resolução nº 632/2014 e estabeleceu regras gerais atualizadas que regem o atendimento ao cliente, faturamento e ofertas comerciais aplicáveis a serviços de televisão fixa, móvel, banda larga e a cabo.

Em dezembro de 2024, o Conselho de Administração da ANATEL analisou solicitações apresentadas por operadoras de telecomunicações buscando a suspensão de certas obrigações regulatórias e aprovou medidas que introduzem maior flexibilidade em áreas como migração de ofertas, fontes de dados para ajustes, renovações automáticas, faturamento durante suspensão de serviço, assimetria aplicável a pequenos provedores e taxas relacionadas a parceiros. O arcabouço regulatório revisado entrou em vigor em setembro de 2025.

Regulamentação PCS


83
Em setembro de 2000, a ANATEL promulgou regulamentos sobre os serviços de telecomunicações sem fio PCS que são significativamente diferentes daqueles aplicáveis às empresas móveis que operam sob as Bandas A e B.

De acordo com as regras emitidas pela ANATEL, a renovação de uma concessão para fornecer serviços de telecomunicações móveis, bem como a permissão da ANATEL para transferir o controle das empresas de telefonia celular, dependem do acordo desse provedor de serviços móveis para operar sob as regras do PCS. TIM Sul, TIM Nordeste e TIM Maxitel converteram suas concessões de celular em autorizações PCS em dezembro de 2002, e posteriormente as transferiram para a TIM Sul, TIM Nordeste e TIM Maxitel, que agora são TIM S.A. (após a Reorganização e várias fusões interempresas discutidas aqui) sujeitas a obrigações sob as regulamentações PCS. Veja "—Autorizações e Concessões."

Nos últimos anos, a ANATEL iniciou certos processos administrativos contra a TIM Celular (atualmente TIM S.A.) por não conformidade com determinados padrões de qualidade e descumprimento de suas regras e termos de autorização. Fomos multados pela ANATEL em alguns procedimentos e ainda estamos discutindo a penalidade imposta em recursos perante a agência. Como resultado desses processos, a ANATEL aplicou algumas multas que não tiveram efeito adverso material sobre nosso negócio. Em 31 de dezembro de 2025, o valor agregado das multas em discussão em processos administrativos e judiciais em andamento totalizou aproximadamente R$250 milhões, ajustado pela inflação, e foi classificado como uma "possível perda".

Em 22 de agosto de 2019, o conselho de diretores da ANATEL aprovou por unanimidade a assinatura de um acordo regulatório, ou TAC, com a TIM S.A., com vigência nos 4 anos seguintes à sua execução. O acordo prevê multas contra nós no total de R$639 milhões. O compromisso que assumimos, também aprovado pelo nosso Conselho de Administração em 19 de junho de 2020, previa ações para desenvolver nossos serviços sob três perspectivas diferentes: (i) experiência do cliente, qualidade e infraestrutura, por meio de iniciativas para melhorar o processo de licenciamento das estações base e uso eficiente dos recursos, (ii) evolução dos canais digitais de serviço, diminuição das taxas de reclamações e demandas de reparo por usuários, e (iii) reforço das redes de transporte e acesso. Além disso, o acordo também inclui o compromisso de levar banda larga móvel pela rede 4G para 350 cidades com menos de 30 mil habitantes, alcançando assim mais de 3,4 milhões de pessoas, e a aplicação da Gestão de Controles Internos para garantir o cumprimento da proposta encerrada e o compromisso de não impor obstáculos à inspeção. Conforme lançado ao mercado em 16 de junho de 2020, e aprovado anteriormente pela ANATEL em 22 de agosto de 2019, o TAC forneceu a implementação da nova infraestrutura em três anos, com nossa garantia de que essas áreas serão compartilhadas com outros provedores.

Em outubro de 2024, assinamos uma emenda para estender por 90 dias o prazo em conexão com o compromisso de instalação da Fibra do Ano 4 para 19 das 82 cidades, devido ao evento climático adverso que afetou o Estado do Rio Grande do Sul em abril e maio de 2024. A ANATEL certificou formalmente o cumprimento oportuno desse compromisso.

O TIM tem apresentado seu entendimento à ANATEL nos casos em que a Agência apontou sinais de não conformidade com os Procedimentos para Determinar a Não Conformidade de Itens do Agendamento (PADIC) que serão eventualmente instituídos.

Continuamos fazendo o possível para cumprir plenamente nossas obrigações sob o regime PCS ou com futuras mudanças nos regulamentos aos quais estamos sujeitos. Veja "—Obrigações das Empresas de Telecomunicações", "Item 3. Informações-chave — D. Fatores de Risco — Riscos Relacionados ao Nosso Negócio" e "Item 8. Informações Financeiras — A. Demonstrações Consolidadas e Outras Informações Financeiras — Processos Legais."

Poder de Mercado Significativo

Em novembro de 2012, a ANATEL publicou um quadro de competição conhecido como PGMC. Também em novembro de 2012, a ANATEL publicou uma série de regulamentos identificando grupos com poder de mercado significativo nos seguintes mercados relevantes, conforme definido pelo PGMC publicado em 2012: (i) oferta atacadista de infraestrutura de acesso fixo para transmissão de dados por cabo de cobre ou coaxial em taxas iguais ou superiores a 10 Mbps (Lei nº 6.617, de 8 de novembro, 2012); (ii) oferta de atacado de infraestrutura fixa para transporte local e de longa distância para transmissão de dados em tarifas iguais ou superiores a 34 Mbps (Lei nº


6.619, de 8 de novembro de 2012); (iii) infraestrutura passiva para redes de transporte e acesso (Lei nº 6.620, de 8 de novembro de 2012); (iv) encerramento da rede móvel (Lei nº 6.621, de 8 de novembro de 2012); e (v) itinerância nacional (Lei nº 6.622, de 8 de novembro de 2012).

Em julho de 2018, a ANATEL publicou um novo PGMC, que revisou o PGMC publicado em 2012 e criou novos mercados: (i) rede móvel; (ii) tráfego de dados; (iii) troca de tráfego de dados (iv) roaming nacional; e (v) transporte de dados de alta capacidade. De acordo com a proposta do PGMC publicada em 2018, as cidades do Brasil serão classificadas por níveis de concorrência (1 – competitivo, 2 – moderadamente competitivo, 3 – menos competitivo, 4 – não competitivo), e medidas assimétricas serão aplicadas de acordo com a concorrência de mercado. Além disso, também com base na proposta submetida à consulta pública, os mercados atacadistas relevantes serão definidos da seguinte forma:

PGMC 2012 PGMC 2018
Terminação de chamadas móveis por atacado Tráfego de dados
Itinerância nacional Troca de tráfego de dados
Desagregação completa e acesso à infraestrutura fixa bistream ou atacado de rede fixa com menos de 10 Mbps Interconexão móvel no atacado
Linhas alugadas, interconexão classe V, interligação ou, infraestrutura fixa de rede por atacado transportam menos de 34 Mbps Itinerância nacional
Dutos, valas e torres, ou infraestrutura passiva Acesso por atacado à infraestrutura fixa de rede
Linhas arrendadas
* torres reguladas por lei
Interconexão fixa por atacado
Transporte de dados de alta capacidade

Segundo o PGMC publicado em 2018, o TIM foi classificado como tendo poder de mercado significativo nos seguintes mercados: (i) terminação de rede móvel (também chamada de mercado de terminação de rede móvel); (ii) tráfego de dados; (iii) troca de tráfego de dados; (iv) roaming nacional; e (v) transporte de dados de alta capacidade (cinco municípios). As medidas aplicadas a um operador de poder de mercado significativo nesses mercados incluem: (a) a aplicação de tarifas de terminação móvel em um trajeto deslizante baseado em um sistema de teto de preços e a aplicação parcial do sistema bill & keep ("B&K") (com um limite de 50%, ou seja, um operador de energia de mercado não significativo paga apenas se o tráfego encerrado sobre o poder de mercado significativo a rede de operadores representa mais de 50% do tráfego total trocado); e (b) uma obrigação de oferecer o serviço nacional de roaming a operadores que não possuam poder de mercado significativo.

O PGMC publicado em 2018 foi revisado pela Resolução nº 783/2025, emitida pela ANATEL. Segundo o PGMC revisado publicado em 2025, fomos classificados como detentores de poder de mercado significativo apenas nos mercados de terminação de redes móveis e roaming nacional, reduzindo o escopo dos mercados nos quais se aplicam remédios significativos de poder de mercado. As medidas aplicadas a um poder de mercado significativo nesses mercados continuam sendo as mesmas descritas acima. Devido à nossa classificação como detentora de poder de mercado significativo em certos mercados, estamos sujeitos a uma regulamentação mais rigorosa sob o PGMC 2025, o que pode ter um efeito negativo em nossos negócios, condição financeira e resultados operacionais. Especificamente, porque fomos classificados como detentores de poder de mercado significativo no mercado de terminação de redes móveis, as tarifas cobradas por provedores de serviços móveis a outros provedores para encerrar chamadas em suas redes móveis, ou VU-M, são reguladas.

Em 4 de julho de 2014, a ANATEL aprovou, por meio da Resolução nº 639/2014, uma regra para a definição das taxas máximas de referência para entidades com poder de mercado significativo, baseada em um modelo de custos, para VU-M, TU-RL e EILD. De acordo com a regra da ANATEL, as taxas de referência diminuirão com base no caminho de planeamento até que a modelagem de custos conhecida como BU-LRIC seja aplicada (em 2019, para VU-M e TU-RL; e em 2020, para EILD).

84


Em 7 de julho de 2014, a ANATEL publicou as correspondentes Leis n°s 6.210/2014, 6.211/2014 e 6.212/2014, que determinaram as taxas de referência específicas em vigor a partir de fevereiro de 2016. Em 19 de dezembro de 2018, a ANATEL publicou as correspondentes Leis n°s 9.918/2018, 9.919/2018 e 9.920/2018, que determinaram as taxas de referência específicas em vigor a partir de fevereiro de 2020. Antes de entrarem em vigor, a ANATEL começou a revisar essas leis e, em 24 de fevereiro de 2020, publicou as novas Leis n°s 986/2020 e 987/2020. Por fim, a ANATEL publicou o Ato 3.246/2023, no qual editou os valores de referência até 2027 da mudança do modelo top-down para o bottom-up.

Devido à nossa classificação como detentora de poder de mercado significativo no mercado nacional de roaming, também devemos oferecer serviços de roaming para outros provedores móveis sem poder de mercado significativo nas taxas aprovadas pela ANATEL.

Até julho de 2018, os valores de referência de roaming eram previstos na Lei n° 9.157/2018. Após deliberação pelo Conselho da ANATEL, os novos valores agora estão previstos na Lei n° 8.822/2022.

Para mais detalhes, veja "—Linhas de Receita—Taxas de Uso de Rede", "—Linhas de Receita—Taxas de Roaming", "—Linhas de Receita—Taxas de Interconexão" e "—Linhas de Receita—Longa Distância" acima.

Regulamentação de Interconexão

Os operadores de telecomunicações devem publicar uma oferta pública de interconexão sobre condições econômicas e técnicas e estão sujeitos ao "Marco Regulatório Geral de Interconexão" emitido pela ANATEL em 2005.

Em outubro de 2011, a ANATEL estabeleceu um mecanismo para reduzir as taxas de chamadas fixas para celulares, que resulta em um caminho de aproximação para a redução das taxas de interconexão móvel (VU-M) de 2012 a 2018, de acordo com a Resolução n° 600/2012.

Além da redução do VU-M, a ANATEL estabeleceu uma regra B&K entre PCSs de poder de mercado significativo e não significativo de poder de mercado. De janeiro de 2013 até fevereiro de 2015, a B&K foi 80%/20%. Em 12 de fevereiro de 2015, a ANATEL aprovou, por meio da Resolução n° 649/2015, os seguintes novos percentuais de B&K, alterando os percentuais estabelecidos pela Resolução n° 600: 75%/25%, de 2015 até 2016; 65%/35%, de 2016 até 2017; 55%/45%, de 2017 até 2018; e 50%/50%, de 2018 até 2019, que foi objeto de uma ação judicial (em andamento), para suspender seus efeitos. Em julho de 2015, entramos com uma ação judicial buscando anular a Resolução n° 649/2015 e manter as porcentagens originalmente estabelecidas pela Resolução n° 600/2012, que atualmente permanece aguardando decisão final. No entanto, como discutido acima, a PGMC estabeleceu o limite parcial de B&K em 50% (ou seja, um operador de energia de mercado não significativo paga apenas se o tráfego terminado na rede de operador de energia de mercado significativo for superior a 50% do tráfego total trocado). Além disso, a ANATEL determinou o fim dos 20% adicionais existentes sobre o valor da taxa de terminação móvel paga por operadores de poder de mercado significativos a operadores de energia de mercado não significativos.

Relacionado à interconexão fixa, a ANATEL revisou os critérios para precificar o uso de redes fixas em maio de 2012. De acordo com tal regulamento, após 1º de janeiro de 2014, foi implementado um regime completo de B&K (no qual não são devidos pagamentos pelo encerramento do tráfego) para operadores locais de STFC que lidam com outros operadores locais de STFC. Atualmente, portanto, não há pagamentos devidos pelo uso da rede de um operador STFC local por outro operador local de STFC. Com relação à interconexão de operadores STFC com operadoras de longa distância e móveis, entendemos que, em 2012, quando a ANATEL emitiu o PGMC publicado em 2012, a medida assimétrica que permitia que operadores STFC sem poder de mercado significativo cobrassem um TU-RL 20% mais alto do que o TU-RL cobrado pelo operador STFC, com poder de mercado significativo, foi revogada. Em setembro de 2016, entramos com uma ação judicial sobre esse assunto, que ainda está pendente de decisão final.

Em 4 de julho de 2014, a ANATEL aprovou, por meio da Resolução n° 639/2014, uma regra para a definição das taxas máximas de referência para entidades com poder de mercado significativo, baseada em um modelo de custos, para VU-M e TU-RL, e para EILD.

85


86

Regulamentação das Taxas de Atacado

Sob nossas autorizações PCS, podemos definir preços para nossos planos de serviço, sujeito à aprovação da ANATEL, desde que tais valores não excedam um limite ajustado à inflação especificado. Atualmente, a ANATEL utiliza o índice de serviços de telecomunicações (IST), ou IST, um índice específico de inflação de preços que desenvolveu, para avaliar preços e determinar o teto relevante para os preços cobrados na indústria de telecomunicações. Como mencionado acima, em 4 de julho de 2014, a ANATEL aprovou o cálculo das taxas de referência VU-M, TU-RL e EILD com base em um modelo de custo. Esperamos que o ajuste dos nossos preços siga a tendência do mercado, e que o ajuste fique abaixo da taxa anual de inflação baseada no IST.

Portabilidade numérica

Em março de 2007, a ANATEL emitiu um novo regulamento sobre portabilidade numérica no Brasil para telefonia fixa e provedores de PCS. A portabilidade é limitada à migração entre provedores dos mesmos serviços de telecomunicações. Para os provedores de PCS, a portabilidade pode ocorrer quando um cliente muda de provedor de serviços dentro da mesma Área de Registro, bem como quando um cliente altera o plano de serviço da mesma área. A ANATEL concluiu o cronograma nacional de implementação do NP em março de 2009. Em 2023, os provedores implementaram um token para reduzir fraudes de portabilidade. Em julho de 2024, uma solução pré-token também foi implementada.

Serviços de Valor Agregado e Regulação da Internet

Serviços de valor agregado não são considerados, segundo as regulamentações brasileiras de telecomunicações, como serviços de telecomunicações, mas sim como uma atividade que adiciona recursos a um serviço de telecomunicações. Regulamentos exigem que todos os provedores de serviços de telecomunicações concedam acesso à rede a qualquer parte interessada em fornecer serviços de valor agregado, de forma não discriminatória, a menos que tecnicamente seja impossível. Os provedores de serviços de telecomunicações também podem prestar serviços de valor agregado por meio de suas próprias redes. A conexão à Internet, quando oferecida aos usuários de forma única, por partes que não sejam provedoras de serviços de telecomunicações, é considerada pela legislação brasileira um serviço de valor agregado, e seus provedores não são considerados empresas de telecomunicações. As regulamentações atuais permitem que nós ou qualquer outra parte interessada ofereçamos conexão à Internet através da nossa rede. Nesse caso, a conexão com a Internet seria considerada parte do serviço de telecomunicações que permite aos usuários navegar pela Internet.

Em abril de 2014, o Presidente brasileiro aprovou a Lei nº 12.965/2014, conhecida como Marco Civil da Internet, que estabelece os princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. Os principais temas abordados no Internet Framework são: neutralidade da rede; coleta, uso e armazenamento de dados pessoais; confidencialidade das comunicações; liberdade de expressão e o tratamento de conteúdos ilegais, imorais ou ofensivos.

O Decreto Presidencial nº 8.711/2016 foi promulgado pelo Presidente brasileiro em 11 de maio de 2016 e forneceu detalhes adicionais sobre o Arcabouço da Internet em três aspectos principais: (i) esclarecimento do escopo e implementação das regras de neutralidade da rede, (ii) implementação dos direitos e obrigações relacionados à privacidade e proteção de dados relativos aos usuários brasileiros da Internet, e (iii) governança do Marco da Internet, incluindo as autoridades autorizadas a fazer cumprir as legislações. Veja "—Revisão do Modelo Regulatório Atual para a Prestação de Serviços de Telecomunicações."

Privacidade e Proteção de Dados

Em 14 de agosto de 2018, o Governo brasileiro aprovou a LGPD. Essa lei está mais próxima do Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia, ou GDPR, incluindo aplicação extraterritorial significativa e multas consideráveis de até 2% do faturamento global de uma empresa do ano fiscal anterior. A LGPD entrou em vigor em 18 de setembro de 2020. No entanto, as disposições de sanções administrativas da LGPD só passaram a ser aplicáveis a partir de 1º de agosto de 2021, conforme a Lei nº 14.010/2020. Incidentes de cibersegurança e eventos de violação ou vazamento de dados podem nos sujeitar às seguintes penalidades: (1) avisos, com imposição de prazo para adoção de medidas corretivas; (2) uma multa única de até 2% das vendas brutas da empresa ou de um grupo de


87

empresas, ou um valor máximo de R$50.000.000 por infração; (3) uma multa diária, até um valor máximo de R$50.000.000 por violação; (4) divulgação pública da violação; (5) a restrição do acesso aos dados pessoais aos quais a violação se refere, até que medidas corretivas sejam implementadas; (6) exclusão dos dados pessoais aos quais a violação se refere; (7) suspensão parcial dos bancos de dados aos quais a violação se refere por até 12 meses, até que medidas corretivas sejam implementadas; (8) suspensão das atividades de tratamento de dados pessoais às quais a violação se refere por até 12 meses; e (9) proibição parcial ou total de atividades de processamento de dados pessoais. A Agência Nacional de Proteção de Dados do Brasil, assim como outras autoridades competentes, iniciaram certos procedimentos de fiscalização e sanção administrativa, bem como ações judiciais individuais ou coletivas baseadas na violação dos direitos do suspeito e sujeitas a responsabilidade civil.

Implementamos uma estrutura dedicada de governança à privacidade e proteção de dados para adaptar nossos processos e tecnologias às exigências da LGPD. Entre outras medidas, introduzimos cláusulas específicas de proteção de dados em contratos com fornecedores e parceiros comerciais; adotou políticas internas e externas de privacidade abordando, entre outras questões, a retenção e descarte de dados, o exercício dos direitos dos sujeitos aos dados, privacidade por design e por padrão, e resposta e remediação a incidentes; e implementou programas obrigatórios de treinamento para funcionários e para a força de vendas, além de treinamentos personalizados para a alta gerência. Além disso, em 2022, participamos da elaboração do Código de Melhores Práticas para Proteção de Dados no Setor de Telecomunicações, que estabelece protocolos voltados para apoiar a conformidade com a LGPD.

Monitoramos continuamente nosso programa de gestão de privacidade e proteção de dados com o objetivo de manter a conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis. Nesse contexto, em 2020, 2021, 2022 e 2025, recebemos a maior avaliação na pesquisa "Quem Defende Seus Dados?" conduzida pela InternetLab em parceria com a Electronic Frontier Foundation. Esta pesquisa avalia como empresas de internet e tecnologia protegem os dados pessoais dos usuários. Esses resultados refletem nossos esforços e iniciativas contínuas para fortalecer as práticas de proteção de dados e promover a conformidade com a LGPD.

Frequências e Contexto do Espectro

Em conexão com os leilões de autorização do PCS em 2001 e 2002, a ANATEL dividiu o território brasileiro em três regiões separadas, cada uma igual às regiões aplicáveis ao regime público de serviços telefônicos fixos. Os serviços PCS só podiam ser fornecidos nas bandas C, D e E naquela época, inicialmente na faixa de 1800 MHz e, posteriormente, também na faixa de 900 MHz. Adquirimos a faixa D nas regiões II e III e a banda E na região I, completando nossa cobertura nacional ao considerar a cobertura TIM Sul, TIM Nordeste e Maxitel (cada uma acabando sendo incorporada a nós). Em março de 2016, as autorizações para as bandas D e E foram renovadas.

Em dezembro de 2007, adquirimos novas autorizações para a frequência de 1.800 MHz em São Paulo e Rio de Janeiro para melhorar nossa capacidade de RF nessas regiões. No mesmo leilão, a Claro e a Vivo adquiriram autorizações para fornecer serviços PCS em regiões onde historicamente havíamos prestado serviços, mas onde a Claro e a Vivo não o faziam anteriormente, usando as faixas de 1.800 MHz e 1.900 MHz. Isso resultou em aumento da competição nessas regiões. No mesmo leilão, a Oi recebeu autorização para fornecer serviços PCS no estado de São Paulo usando 1.800 MHz (banda M em todo o estado e banda E no interior do estado).

Em dezembro de 2007, adquirimos sub-bandas de frequências 3G (1.900–2.100 MHz), com cobertura nacional; essas autorizações foram concedidas em abril de 2008 e são válidas até 2023. Oi, Claro, Vivo e Algar Telecom também adquiriram subbandas de frequência 3G no mesmo leilão realizado pela ANATEL. Todos os vencedores da autorização estavam sujeitos a compromissos de cobertura e/ou expansão, divididos por município entre os vencedores, em áreas não atendidas.

In December 2010, ANATEL auctioned an empty 3G band of radio spectrum consisting of (10+10) MHz in 2.1 GHz in the whole country (the "H Band" Auction), and other left-over frequencies in the 900 MHz and 1800 MHz bands that had not been assigned in previous auctions. In this auction: we, Vivo, Claro and Nextel (now America Movil) acquired blocks of frequencies.

In December 2011, ANATEL auctioned 16 blocks in the 1,800 MHz band, which were sold to Claro, Oi, CTBC and TIM. As a result of our participation in the auction, we expanded our 2G coverage and increased our presence in


the northern and central-western regions of Brazil, including the states of Paraná, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina and Minas Gerais.

In 2012, ANATEL established a bidding process to comply with Presidential Decree No. 7,512 of June 2011, which set April 2012 as the deadline to auction the 2.5 GHz band, in order to introduce 4G technology in Brazil. ANATEL modeled the auction with two national blocks of (20+20) MHz (W and Z) and two national blocks of (10+10) MHz (V1 and V2). In order to guarantee full rural service by 2018, ANATEL linked the 4G blocks to the 450MHz band in specific geographic regions of Brazil. Then, in 2022, through Act No. 12,827, published on September 13, 2022, the 450 MHz block was extinguished. As indicated in the notice, the winners of the auction committed themselves to the waiver if services were not activated within the established time frame.

We participated in the auction as a group bidding in the name of TIM and Intelig (now known as TIM S.A.). We did not bid for the W block (Amazonas as a rural area), which we viewed as having a high premium if compared to the X block (67%). We successfully acquired the V1 block, which in our view held the best capital expenditure/operating expenditure profile associated with rural services in its selected regions (the States of Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina, and Paraná). The joint bid allowed us to take advantage of the flexibility of the auction rules. These bands brought heavy coverage obligations as its short-range characteristics demands large investments.

In November 2013, ANATEL approved the dedication of a single band, of the 700MHz spectrum, exclusively to mobile services and in September 2014, ANATEL concluded the 700 MHz spectrum auction that granted to us, Vivo, Claro and Algar the operation of the 700 MHz frequency for the 4G mobile technology, to be added to the current LTE service in the 2.5 GHz RF. We bid on Block 2 of that auction, for national coverage of the 700 MHz band, and won the same with a bid of R$1,947 million (a 1% premium over the minimum price of R$1,927 million).

The auction also required the winning bidders to proportionally reimburse the broadcasters for the cleanup of the spectrum previously held and used by them. We spent R$1,199 million to create in March 2015 the EAD with the other winning bidders, to ensure the spectrum cleanup. The price allocated to the cleanup of the spectrum related to unsold blocks was shared proportionately among the winning bidders who bought the other blocks. To offset such additional cost to the winning bidders, the price of the 700 MHz spectrum was discounted using ANATEL's WACC methodology. In September 2019, all Brazilian municipalities can receive TIM's expanded 4G coverage through the 700 MHz band.

In December 2015, ANATEL auctioned remaining radio frequencies in the 1,800 MHz, 1,900 MHz and 2,500 MHz bands. We submitted bids for the left over lots of the 2,500 MHz band, which had originally been auctioned in 2012. This particular band spectrum provides for 4G mobile services. We were the first ranked bidder in the lots for Recife, in the state of Pernambuco, and Curitiba, in the state of Paraná, based on our bids which totaled R$57.5 million. The corresponding authorization terms were executed by ANATEL in July 2016.

In November 2021, TIM acquired 11 lots in the 5G Auction, with a total value offered of R$1.05 billion, in three frequency bands 3.5 GHz, 2.3 GHz and 26 GHz. The acquired bands have a set of obligations that must be met with financial contributions or the construction of mobile and fixed network infrastructure.

Currently, according to Decree No. 10,402/2020, which regulates Law No. 13,879/2019, it is possible to renew licenses for successive periods. However, some conditions are being disputed with ANATEL and judicially, as well as pending validation by the Federal Court of Accounts - TCU (Tribunal de Contas da União), such as value and term of renewal.

The actual scenario of frequencies granted to us by ANATEL is presented on the tables below:

Territory Frequencies
UF 450 MHz 700 MHz 800 MHz 900 MHz 1800 MHz Additional 1800 MHz 1900 MHz (3G) 2100 MHz (3G)
Acre December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038
Alagoas December 2029 December 2028 December r 2032 December 2032 - April 2038 April 2038

Territory
Frequencies

UF 450 MHz 700 MHz 800 MHz 900 MHz 1800 MHz Additional 1800 MHz 1900 MHz (3G) 2100 MHz (3G)
Amapá December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038
Amazonas December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038
Bahia December 2029 August 2027* August 2027* August 2027* - April 2038 April 2038
Ceará December 2029 November 2028* November 2032 December 2032* - April 2038 April 2038
Distrito Federal December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038
Espírito Santo December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038
Goiás December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038
Maranhão December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038
Mato Grosso December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038
Mato Grosso do Sul December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038
Minas Gerais *** December 2029 April 2028* April 2028* April 2028* April 2032 April 2038 April 2038
Pará December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038
Paraíba December 2029 November 2028* December 2032 November 2032* - April 2038 April 2038
Paraná December 2029 November 2028* December 2032* and April 2032 for the cities of Londrina and Tamarana December 2032* and April 2032 for the cities of Londrina and Tamarana April 2032 April 2038 April 2038
Pernambuco December 2029 November 2028* May 2032* December 2032* - April 2038 April 2038
Piauí December 2029 November 2028* March 2032* December 2032* - April 2038 April 2038
Rio de Janeiro December 2029 March 2031* March 2031* - April 2038 April 2038
Rio Grande do Norte December 2029 November 2028* December 2032 December 2032* - April 2038 April 2038
Rio Grande do Sul December 2029 November 2028* city of Pelotas and its surrounding region March 2031* and April 2032 city of Pelotas and its surrounding region March 2031 and December 2032 city of Pelotas and its surrounding region April 2032 April 2038 April 2038

Territory
Frequencies

UF 450 MHz 700 MHz 800 MHz 900 MHz 1800 MHz Additional 1800 MHz 1900 MHz (3G) 2100 MHz (3G)
Rondônia December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038
Roraima December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038
Santa Catarina December 2029 November 2028* September 2032 December 2032* April 2032 April 2038 April 2038
São Paulo December 2029 March 2031* March 2031* Interior – April 2032 April 2038 April 2038
Sergipe December 2029 August 2027* August 2027* August 2027* - April 2038 April 2038
Tocantins December 2029 March 2031* March 2031* April 2032 April 2038 April 2038

Territory
Frequencies

UF 2300 MHz 2500 MHz VI Band (4G) 2500 MHz P Band** (4G) 3500 MHz (5G) 26 GHz (5G) Additional 26 GHz (5G) Additional 26 GHz (5G)
Acre - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Alagoas - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Amapá - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Amazonas - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Bahia - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Ceará Distrito Federal - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Espírito Santo December 2041 October 2027 - December 2041 December 2031 December 2031 December 2041
Goiás - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Maranhão - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Mato Grosso - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Mato Grosso do Sul - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Minas Gerais *** December 2041 October 2027 February 2030* December 2041 December 2031 December 2031 December 2041
Pará - October 2027 December 2041 December 2031 - -
Paraíba - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Paraná December 2041 October 2027 December 2041 December 2031 December 2031 December 2041
Pernambuco - October 2027 July 2031 (city of Recife) December 2041 December 2031 - -
Piauí - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Rio de Janeiro December 2041 October 2027 December 2041 December 2031 December 2031 December 2041

Territory Frequencies
2300 MHz 2500 MHz V1 Band (4G) 2500 MHz P Band** (4G) 3500 MHz (5G) 26 GHz (5G) Additional 26 GHz (5G) Additional 26 GHz (5G)
RIO Grande do Norte - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
RIO Grande do Sul December 2041 October 2027 - December 2041 December 2031 December 2031 December 2041
Rondônia - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Roraima - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Santa Catarina December 2041 October 2027 - December 2041 December 2031 December 2031 December 2041
São Paulo - October 2027 - December 2041 December 2031 December 2031 (except sector 33) December 2041 (except sector 33)
Sergipe - October 2027 - December 2041 December 2031 - -
Tocantins - - December 2029 March 2031* March 2031* March 2031* December 2031
  • Terms already renewed for 15 years.
    ** Only covers complementary areas in the specified states. The Radio frequency Blocks of the Municipalities of the National Code 92, which were part of Lot 208, were returned.
    *** Except for the cities in sector 3 of PGO for 3G and excess radio frequency.

(1) New renewal requests for $850\mathrm{MHz}$ are under discussion with ANATEL and the Federal Court of Accounts (TCU). Any potential denial of the renewal could result in the loss of the right to use the $850\mathrm{MHz}$ band, requiring a structural reconfiguration of the network to preserve voice and data coverage. Such reconfiguration would necessitate significant investments, with corresponding impacts on CAPEX and OPEX, as well as potential adverse effects on service quality.

Industrial Exploration of Dedicated Lines

In December 2010, ANATEL approved a public hearing that considered alterations of the EILD, which established mechanisms for the operation of transmissions circuits up to 34 Mbps to increase transparency between operators and concessionaires. In May 2012, ANATEL approved the new EILD regulations (Regulacao de Exploracao Industrial de Linha Dedicada), or REILD, detailing mechanisms to optimize the operating structure for transmission loop contracts in order to increase contract price transparency and affording equal treatment to independent service providers from concessionaire groups. The REILD was subsequently revoked, as EILD was no longer classified as a relevant market under the PGMC published in 2025. The REILD was subsequently revoked, as EILD was no longer classified as a relevant market under the PGMC published in 2025.

Migration of the Mobile Networks with Analog Technology

Quality Management Regulation

In the fourth quarter of 2017, ANATEL introduced the Quality of Telecommunications Services Regulation (Regulamento de Qualidade dos Serviços de Telecomunicações – “RQUAL”), which was formally approved in December 2019. Under this regulation, telecommunications service providers are assessed against a set of quality and performance indicators and assigned a grade ranging from A to E, covering mobile, fixed-line, broadband and pay television services at both national and municipal levels. Quality measurements are conducted in six-month cycles.

Pursuant to the RQUAL, ANATEL may adopt corrective or preventive measures when deemed necessary, including consumer compensation, the imposition of mandatory action plans or other precautionary measures aimed at improving service quality standards and strengthening consumer protection, such as allowing customers to terminate service agreements without penalty in cases of persistently inadequate service quality.


Between 2019 and 2025, ANATEL conducted a series of technical discussions with telecommunications operators to review measurement criteria, assess methodological refinements and address factors that could affect the reliability of quality indicators. In December 2025, ANATEL published the first quality labels based on performance results for the period from January to June 2025.

Throughout this process, we have participated in discussions aimed at identifying recurring operational or systemic issues that could affect the accuracy or consistency of quality measurements.

Fraud Detection and Prevention

Commercial Fraud Management

Develop strategies to mitigate the fraud risk on customer identification in the processes related to the services provided by us, such as providing (i) digital and biometrics authentication; (ii) analysis of the customer documentation; (iii) continuous improvement on fraud detection strategies using registration and traffic data; (iv) a list of known offenders to prevent fraud; (v) a comprehensive staff training program f; (vi) continuous monitoring and identification of points of sale.

Security operations management develops and implements strategies to mitigate risks across several key areas:

Network Security

Proactive measures to combat theft, vandalism, and damage to our network infrastructure by applying physical and electronic protections. These include equipment tracking, the installation of protective security measures, and the use of virtual and physical surveillance, combined with intelligence analysis.

Incident Investigations

Ensure the investigation of internal and external fraudulent occurrences related to corporate matters, supporting the adoption of mitigation measures, as well as conducting actions for the prevention and combat of internal and external fraudulent practices within the administrative environment.

Personal Security

Combined organizational, technical, and human resources to safeguard and preserve the physical, intellectual, and emotional integrity of employees. Our efforts ensure that security operations are in line with industry standards, compliance with the security operations mission.

Commercial Security

Reduce losses resulting from device theft by installing safes for the secure storage of high-value devices in stores, prioritizing street-front locations, and implementing electronic monitoring systems such as surveillance cameras and motion sensors to enhance security and identify suspicious activities in real-time.

Logistics Security

Provide support in preventing theft and merchandise losses during transportation and storage by conducting risk analysis, monitoring results, and maintaining close interaction with logistics operators.

Taxes on Telecommunications Goods and Services

The telecommunications goods and services offered are subject to a variety of federal, state and local taxes (in addition to taxes on income), the most significant of which are ICMS, ISS, COFINS, PIS, FUST, FUNTTEL, FISTEL, CONDECINE, IRPJ and CSLL, which are described below.

92


  • ICMS. The principal tax applicable to goods and telecommunication services is a state value-added tax (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação) (“ICMS”), which the Brazilian states levy at varying rates on certain revenues arising out of the sale of goods and services, including certain telecommunications services. Currently, the ICMS tax rate for domestic telecommunications services is levied at rates between 17% and 29%. The ICMS tax rate levied on the sale of mobile handsets and other products such as modem and SIM cards averages between 17% and 24%. With respect to the sale of mobile handsets, among other goods, ICMS may be charged in a different tax regime, under which another taxpayer in the distribution chain of the goods (such as, for example, the manufacturer of the goods) is required to anticipate and pay ICMS amounts that would otherwise be due in other steps of the distribution chain. There is also an exception for certain handsets whose manufacturers are granted certain local tax benefits, thereby reducing the rate to as low as 7%.

  • ISS. Since January 2018, the tax incidence over certain (but not all) value-added services has increased with the inclusion of those receivables within the ISS basis of calculation due to Law No. 157/2016, which is a municipality tax with rates varying from 2% to 5%.

  • COFINS. COFINS is a social contribution levied on gross revenues. Since 2000, companies began to pay COFINS tax on their bills at a rate of 3%. In December 2003, through Law No. 10,833, COFINS legislation was further amended, becoming a non-cumulative tax, raising the rate to 7.6% for most transactions. However, telecommunications services revenues, among others, continued subject to a cumulative basis at a rate of 3%. In 2015, Decree No. 8,426 came into effect, which restored COFINS on financial revenues at a rate of 4%, except for some types of financial revenues (for example, revenues from foreign exchange variations of exportation of goods and services, revenues resulting from foreign exchange fluctuations of obligations undertaken by the company, including loans and financing and revenues related to hedging transactions on stock exchange values, and revenues from commodities and futures exchanges or over-the-counter transactions and related to our operational activities). In December 2022, Decree No. 11,322/22 reduced by half the PIS and COFINS rates levied on financial income earned by companies subject to the non-cumulative regime. The COFINS rates changed from 4% to 2%. According to the Decree, the reduction would take effect from January 1, 2023. However, on January 2, 2023, it was revoked by the newly elected Government, reestablishing the PIS and COFINS rates levied on financial income to its original values.

  • PIS. PIS is another social contribution levied at the rate of 0.65%, on gross revenues from telecommunications service activities. In 2002, Law No. 10,637 was enacted, making such contribution non-cumulative and increasing the rate to 1.65% on gross revenues, except in relation to telecommunications services, for which the method continued on a cumulative basis at a rate of 0.65%. In 2015, Decree No. 8,426 came into effect, which restored PIS on financial revenues at a rate of 0.65%, except for some types of financial revenues (for example, revenues from foreign exchange variations of exportation of goods and services, revenues resulting from foreign exchange fluctuations of obligations undertaken by the company, including loans and financing and revenues related to hedging transactions on stock exchange values, and revenues from commodities and futures exchanges or over-the-counter transactions and related to our operational activities). As noted above, in December 2022, Decree No. 11,322/22 reduced by half the PIS and Cofins rates levied on financial income earned by companies subject to the non-cumulative regime. The PIS rates changed from 0.65% to 0.33%. According to the Decree, the reduction would take effect from January 1, 2023. However, on January 2, 2023, it was revoked by the new Government, reestablishing the PIS and Cofins rates levied on financial income to its original values.

  • FUST. In 2000, the Brazilian government created the Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (“FUST”), a fund that is supported by a tax applicable to all telecommunications services. The purpose of the FUST is to stimulate the expansion, use and improvement of the quality of telecommunications networks and services, to reduce regional inequalities and to stimulate the use and development of new connectivity technologies to promote economic and social development. FUST tax is imposed at a 1% rate, levied on gross operating revenues, net of discounts, ICMS, PIS and COFINS, and

93


the cost may not be passed on to clients. Telecommunication companies can draw from the FUST to meet the universal service targets required by ANATEL.

  • In 2005, ANATEL enacted Ordinance No. 7/05 requiring that FUST should be paid on revenues arising from interconnection charges since its effectiveness. A notice was issued deciding that we must adjust values on the FUST calculation basis to include interconnection revenues received from other telecommunications companies. A writ of mandamus was filed against ANATEL to avoid the terms of Ordinance No. 7/05. The first level decision was issued in our favor. Such decision was challenged by ANATEL and the Appeal judgment confirmed the first level decision. ANATEL appealed to High Courts to reverse the Appeal decision.

  • In December 2020, Law No. 14,109 was approved with the purpose of stimulating the use of FUST to expand and improve the quality of telecommunications services, reducing regional inequalities and stimulating the use of new technologies to promote economic and social development. In the case of using FUST’s resources, the law requires the connection of all public schools by 2024 with broadband internet access. The law also provided a 50% reduction in the payment of the mandatory annual contribution of telecommunications operators to the Fund when they execute programs, projects, plans, activities, initiatives, and actions approved by the Fund’s Management Council using their own resources. This requirement remains in force until December 2016, but it may be further renewed.

  • In the first quarter of 2022, the Brazilian Federal Government signed Decree 11,004/2022, which regulates the use of FUST and establishes directions for the use of resources by the Management Board, established in 2022.

  • FUNTTEL. In 2000, the Brazilian government created the Fundo para Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (“FUNTTEL”), a fund that is supported by, among other sources of income, a contribution tax applicable to all telecommunications companies. FUNTTEL is a fund managed by BNDES and FINEP, government research and development agencies. The purpose of FUNTTEL is to promote the development of telecommunications technology in Brazil and to improve competition in the industry by financing research and development in the area of telecommunications technology. FUNTTEL tax is imposed at a rate of 0.5% on gross operating revenues, net of discount, ICMS, PIS and COFINS, and it cost may not be passed on to clients.

  • FISTEL. Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (“FISTEL”), is a fund supported by among other sources a tax applicable to telecommunications services, which was established in 1966 to provide financial resources to the Brazilian government for its regulation and inspection of the sector. Such tax consists of: (1) an installation inspection fee assessed on telecommunications stations upon the issuance of their authorization certificates, as well as every time a new mobile number is activated, and (2) an annual operations inspection fee that is based on the number of authorized stations in operation, as well as the total basis of mobile numbers at the end of the previous calendar year. The amount of the installation inspection fee is a fixed value, depending on the kind of equipment installed in the authorized telecommunication station.

  • Effective in 2001, the installation and inspection fee is assessed based on net activations of mobile numbers (that is, the number of new mobile activations reduced by the number of canceled subscriptions), as well as based on the net additions of radio base stations. The operations inspection fee equals 33% of the total amount of installation inspection fees that would have been paid with respect to existing equipment. The public funds raised from this installation fee are appropriated to either the Brazilian Communication Company (“EBC”), or the Brazilian National Cinema Agency (Agência Nacional do Cinema) (“ANCINE”), in order to benefit Brazilian cinema industry. Also, ANATEL charges the installation inspection fee when there is an extension of the term of validity of the right to use radio frequencies associated with the operation of the personal mobile service. We understand that such collection is unjustified and is challenging this rate in court.

  • On December 2020, Law No. 14,108 was sanctioned and exempts FISTEL for 5 (five) years from the base stations and equipment that integrate the machine-to-machine (M2M) ecosystems and, also, extinguishes

94


the prior licensing. The definition and regulation of M2M communication systems shall be established by ANATEL. The Brazilian government also laid out in the budget law for 2021 a tax exemption forecast of FISTEL value. Additionally, in June 2021, Law No. 14,173 was approved, lowering the FISTEL fees on VSATs from R$201.12 to R$26.83.

  • Law No. 15,320 of December 26, 2025, extended until December 31, 2030, the existing tax exemptions applicable to M2M communication devices and small satellite stations. The measure is effective from January 1, 2026, and will remain in force until December 31, 2030.
  • IRPJ and CSLL. Income tax expense is a combination of two different types of taxes, the IRPJ and the CSLL. The IRPJ is payable at the rate of 15% plus an additional rate of 10% (levied on the part of taxable profits that exceed R$0.02 million per month or R$0.24 million per year). The CSLL is currently assessed at a rate of 9% of adjusted net income.

Regarding dividends, Law No. 12,973 ensured the full and unconditional exemption on payment or credit of profits or dividends earned between 2008 and 2013, previously paid or not. Uncertainty remained, however, in relation to exemption on profits and dividends generated in the calendar year 2014, if higher than the taxable income in the same period in the case of companies that do not opt for early adoption of the new post-RTT tax regime that year. According to the Federal tax authorities the exception is not applicable to the excess amount, or in other words, to the profits and dividends paid more than the taxable income.

On November 27, 2025, Brazil enacted Law No. 15,270, which introduced a material change to the longstanding tax exemption regime applicable to profits and dividends. Under the prior regime, in force since 1996, profits and dividends were generally exempt from taxation. The new law partially reverses this approach by reintroducing taxation on profits and dividends paid to certain beneficiaries.

The applicable tax treatment varies depending on whether the beneficiary is a resident or non-resident of Brazil.

For Brazilian resident individuals, a 10% withholding income tax is imposed on the distribution of profits and dividends by the same legal entity to the same individual when the aggregate amount exceeds R$50,000 in a single month. In such cases, the distributing legal entity is required to withhold the applicable income tax at source.

If the individual’s total income in a given calendar year exceeds R$600,000, profits and dividends received from 2026 onward must be reported under the Annual High-Income Taxation Regime introduced by Law No. 15,270/2025. Any income tax withheld by the distributing entity during the calendar year may be credited against the tax due under this regime.

Where the individual’s total annual income, including profits and dividends and other income, does not exceed R$600,000, any income tax withheld at source on distributed profits and dividends may be refunded, in accordance with the rules set forth in Law No. 15,270/2025. In addition, under the terms of that law, a tax reduction may be available to Brazilian resident individuals subject to the Annual High-Income Taxation Regime if the combined effective tax burden on corporate profits and distributed dividends exceeds the standard corporate income tax rate, which is currently 34% for us.

Dividend distributions to other legal entities domiciled in Brazil remain exempt from income tax.

For non-resident individuals or legal entities, as a general rule, profits and dividends paid or remitted abroad are subject to a 10% withholding income tax, regardless of the amount distributed. Under the terms of Law No. 15,270/2025, a non-resident beneficiary may request a tax credit if the combined effective tax burden on corporate profits and distributed dividends exceeds the standard Brazilian corporate income tax rate of 34%.

The new taxation regime does not apply to profits earned through the 2025 calendar year, provided that the resolution approving the distribution of such dividends is adopted by the competent corporate body by December 31, 2025, and the dividends are paid in accordance with applicable corporate law and regulations issued by the RFB. Accordingly, we approved and paid dividends related to profits earned through the 2025 calendar year in December 2025.

95


Because dividend payments are not tax deductible for the distributing company, Brazilian tax law provides an alternative form of shareholder remuneration known as “interest on equity,” which allows companies to deduct the amount paid to shareholders from taxable net income, subject to statutory limitations.

These distributions may be paid in cash. The interest is calculated in accordance with daily pro rata variation of the Brazilian government’s long-term interest rate (“TJLP”), as determined by the Central Bank from time to time, and cannot exceed the greater of: (1) 50% of the net income (before taxes and already considering the deduction of the own interest amount attributable to stockholders) related to the period in respect of which the payment is made; or (2) 50% of the sum retained profits and profits reserves as of the date of the beginning of the period in respect of which the payment is made.

Any payment of interest to stockholders is subject to withholding income tax at the rate of 15%, increasing to 17.5% as of 2026 according to Complementary Law No. 224 of December 26, 2025 (or, lower rates for some jurisdictions, such as, 12.5%, as provided in certain Double Taxation Treaties), or 25% in the case of a stockholder domiciled in a Low or Nil Tax Jurisdiction. These payments may be qualified, at their net value, as part of any mandatory dividend. As described herein, we paid interest on equity in 2025. Please refer to “Item 5. — Operating and Financial Review and Prospects—Dividend Distribution—Interest on Equity” for detailed information.

Tax losses carried forward are available for offset during any year up to 30.0% of annual taxable income. No time limit is currently imposed on the application of net operating losses on a given tax year to offset future taxable income within the same tax year, nevertheless there is no monetary restatement.

Companies are taxed based on their worldwide income rather than on income produced solely in Brazil. As a result, profits, capital gains and other income obtained abroad by Brazilian entities are added to their net profits for tax purposes. Therefore, profits, capital gains and other income obtained by foreign branches or income obtained from subsidiaries or foreign corporations controlled by a Brazilian entity are computed in the calculation of an entity’s profits, in proportion to its participation in such foreign companies’ capital.

In the end of 2017, the RFB, issued Normative Instruction No. 1,771/2017 in order to determine the tax treatment due to the accounting CPC 47 – Customer Contract Revenue, which tax treatment went into effect in 2018.

IRPJ and CSLL are regulated by Decree No 9,580/2018 and Normative Instruction RFB No. 1,700/2017 in addition to other federal laws and decrees.

ANATEL Administrative Proceedings

Under the terms of its PCS authorization, TIM Celular (now TIM S.A.) implemented mobile personal telecommunications coverage for the assigned area. Under such term of authorization, TIM Celular (now TIM S.A.) is required to operate in accordance with the quality standards established by ANATEL. If it fails to meet the minimum quality standards required, TIM Celular (now TIM S.A.) is subject to Obligation Non-Compliance Determination Procedures, or PADO, and applicable penalties. ANATEL has brought administrative proceedings against the TIM Group, which are currently pending for (1) noncompliance with certain quality service indicators (the quality management regulation, or RGQ, and/or RQUAL); and (2) default of certain other obligations assumed under the Terms of Authorization and pertinent regulations. In its defense before ANATEL, the TIM Group attributed the lack of compliance to items beyond its control and not related to its activities and actions. We cannot predict the outcome of these proceedings at this time but have accrued the amount in our balance sheet as a provision for all those cases in which we estimate our loss to be probable.

Disclosure Pursuant to Section 219 of the Iran Threat Reduction and Syria Human Rights Act

Section 219 of the Iran Threat Reduction and Syria Human Rights Act of 2012 added Section 13(r) to the Exchange Act. Section 13(r) requires an issuer to disclose in its annual or quarterly reports filed with the SEC whether the issuer or any of its affiliates has knowingly engaged in certain activities, transactions or dealings with the Government of Iran, relating to Iran or with designated natural persons or entities involved in terrorism or the proliferation of weapons of mass destruction during the period covered by the annual or quarterly report. Disclosure

96


is required even when the activities were conducted outside the United States by non-U.S. entities and even when such activities were conducted in compliance with applicable law.

In addition, we also disclose our affiliates' activities relating to countries with economic sanctions. We entered into Roaming Agreements for the provision of telecommunication services with mobile networks, from Cuba, Libya, North Korea, Iran, Russia, Sudan, Syria and Ukraine (Crimea occupied territories).

In accordance with our Code of Ethics, we seek to comply with all applicable laws.

Our activities relating to countries with economic sanctions

We are not, to our knowledge, engaged in any activities, transactions or dealings with the Government of Cuba, North Korea, Iran, Russia, Syria and the Ukrainian occupied territories (Crimea, Donetsk, Luhansk, Kherson and Zaporizhzhia), or the Designated Countries.

The activities, transactions or dealings we had in the year ended December 31, 2025 related in any way to Designated Countries are, to our knowledge, roaming agreements for the provision of telecommunication services, which allow our mobile customers to use their mobile devices on a network outside their home network, or Roaming Agreements. In our view, the amounts related to these operations, detailed below, are immaterial to our business. We do not have any agreement with providers from North Korea.

Roaming Agreements with the following local mobile phone operators:

  • MTN Irancell and MCI Iran Telecom, in Iran;
  • Etecsa (also known as Cubacel), in Cuba;
  • Syriatel Mobile Telecom SA and MTN Syria, in Syria;
  • JSC Kyivstar and LLC Lifecell, in Ukraine;
  • Megafon, MTS, VIMPELCOM, in Russia.

The impact on our consolidated statement of income arising from Roaming Agreements with networks of the Designated Countries is detailed as follows:

Year ended December 31, 2025
Revenues Charges
(in reais)
NorthKorea 0 0
Iran 1,663.26 0
Cuba 9,225.28 28.46
Ukraine 135.40 584.71
Russia 168,083.52 170,174.36
Syria 212.29 0
Total 179,319.75 170,787.53

Year ended December 31, 2024
Revenues Charges
(in reais)
North Korea - -
Iran 245,356.21 22,155.51
Cuba 4,075.07 74,339.97
Syria 46,283.17 106,635.55
Total 295,714.45 203.131,03
Year ended December 31, 2023
Revenues Charges
(in reais)
North Korea - -
Ukraine 1,321.00 390.48
Sudan 1,118.81 166.89
Russia 334,733.00 12,761.33
Iran 4,743.50 -
Cuba 140,192.00 48.00
Syria 87.73 -
Total 482,196.04 13,316.70

Telecom Italia activities relating to Designated Countries

The information in this section is based solely on information provided to us by our parent Telecom Italia for the purpose of complying with our obligations under Section 13(r) of the Exchange Act.

Telecom Italia informs us that the activities, transactions or dealings it and its consolidated subsidiaries had in the year ended December 31, 2025 that, to its knowledge, relate to Designated Countries are (1) Roaming Agreements, (2) international telecommunications services agreements with international carriers, which cover delivery of traffic, or International Carrier Agreements, and (3) commercial sale and other agreements, or Commercial Sale and Other Agreements.

Telecom Italia informed us that the only activities that it and its consolidated subsidiaries had in the years ended December 31, 2025 and 2024, that, to its knowledge, relate in any way to the Designated Countries are:

Roaming Agreements

Its Roaming Agreements are with the following local mobile phone operators:

  • North Korea: none;
  • Iran: Mobile Company of Iran (MCI), (Rightel Communication) Rightel Telecommunication Service Company, Irancell (MTN) Telecommunications Services Company, (TKC-KFZO) Telecommunication Kish Company, Taliya Communicational Development Company and Telecommunication Company of Iran (TCI);
  • Cuba:- Empresa de Telecomunicaciones de Cuba - ETECSA (ex Cubacel and ex C Com);

Syria: Syriatel Mobile Telecom SA (Syriatel), MNT Syria (ex Spacetel Syria).

Year ended December 31, 2025
Revenues Charges Receivables Payables
(thousands of euros)
North Korea - - - -
Iran 1 17 564 539
Cuba 1 110 1 (145)*
Syria - - 54 140
Total 2 127 619 534
Year ended December 31, 2024
--- --- --- --- ---
Revenues Charges Receivables Payables
(thousands of euros)
North Korea - - - -
Iran 1 42 563 508
Cuba 29 357 1 (119)*
Syria - 2 53 138
Total 30 401 617 527

(*) Payables are positive due to traffic discounts to be invoiced.

Year ended December 31, 2023
Revenues Charges Receivables Payables
(thousands of euros)
North Korea - - - -
Iran 4 67 571 467
Cuba 1 75 - 76
Syria - 3 54 139
Total 5 145 625 682

The amounts of revenues, charges, receivables and payables are considered de minimis by Telecom Italia's compared to its consolidated revenues, operating expenses, trade receivables and trade payables, respectively.

International Carrier Agreements

Telecom Italia's subsidiary Telecom Italia Sparkle S.p.A., or TI Sparkle, has agreements with Empresa de Telecomunicacion de Cuba SA and Syrian Telecommunication Est. The purpose of these International Carrier Agreements is to allow the uninterrupted exchange of international traffic. Consequently, Telecom Italia intends to continue maintaining these agreements.

Year ended December 31, 2025
Revenues Charges Receivables Payables
(thousands of euros)
North Korea - - - -
Iran - - - -
Cuba 339 829 409 822

Year ended December 31, 2025
Revenues Charges Receivables Payables
(thousands of euros)
Syria - 3 3 8
Total 339 832 412 830
Year ended December 31, 2024
--- --- --- --- ---
Revenues Charges Receivables Payables
(thousands of euros)
North Korea - - - -
Iran - - - -
Cuba 597 1,121 1,102 3,832
Syria - 5 14,180 16,596
Total 597 1,126 15,282 20,428
Year ended December 31, 2023
--- --- --- --- ---
Revenues Charges Receivables Payables
(thousands of euros)
North Korea - - - -
Iran - - - -
Cuba 639 2,577 1,190 4,746
Syria 1 8 13,332 15,609
Total 640 2,585 14,522 20,355

The amounts of revenues, charges, receivables and payables are considered de minimis by Telecom Italia's compared to its consolidated revenues, operating expenses, trade receivables and trade payables, respectively.

Commercial Sale and Other Agreements

TI Sparkle provided until 2023 institutional access to Internet to Syria by means of Seabone IP ports and data transmission capacity through international cable systems located outside the Syrian territory.

TI Sparkle also offers Internet Access services to Telecommunication Infrastructure Company of Iran and Empresa de Telecomunicaciones de Cuba SA and Syryan Telecommunications H.Q. through its international IP backbone system Seabone.

Year ended December 31, 2025
Revenues Charges Receivables Payables
(thousands of euros)
North Korea - - - -
Iran 1,002 0 2,650 690
Cuba 2,530 297 3,650 -
Syria - - 1,130 -
Total 3,532 297 7,430 690

Year ended December 31, 2024
Revenues Charges Receivables Payables
(thousands of euros)
North Korea - - - -
Iran 1,079 63 2,789 690
Cuba 3,547 336 7,410 336
Syria - - 3,697 -
Total 4,626 399 13,896 1,026
Year ended December 31, 2023
--- --- --- --- ---
Revenues Charges Receivables Payables
(thousands of euros)
North Korea - - - -
Iran 1,039 28 2,447 626
Cuba 3,514 - 6,678 -
Syria 1 - 3,476 -
Total 4,554 28 12,601 626

The amounts of revenues, charges, receivables and payables are considered de minimis by Telecom Italia's compared to its consolidated revenues, operating expenses, trade receivables and trade payables, respectively.

C. Organizational Structure

We are part of the Telecom Italia Group, which is engaged in the communications sector and, particularly, the fixed and mobile national and international telecommunications sector. The operating segments of the Telecom Italia Group are organized according to the respective geographical location of the telecommunications business (Domestic—Italy and Brazil). We are currently held, indirectly, by Telecom Italia, which as of December 31, 2025, held 68.19% of our shares. As of March 30, 2026, the largest shareholders of Telecom Italia were Poste Italiane S.p.A. and BlackRock, Inc. According to public filings and press releases by Telecom Italia and its shareholders, Poste Italiane held approximately 27.32% of Telecom Italia's ordinary shares, following (i) the acquisition, in March 2025, of a 15.0% stake in Telecom Italia's ordinary shares from Vivendi SE for a total consideration of approximately €684 million, at a price of €0.2975 per share, and (ii) the subsequent acquisition, on December 11, 2025, of the remaining 2.51% stake in Telecom Italia's ordinary shares held by Vivendi. Vivendi, which had previously been Telecom Italia's largest shareholder, thereby disposed of its remaining ordinary shares in Telecom Italia and ceased to be the company's main investor. BlackRock has also increased its participation in Telecom Italia. In a transaction reported in a regulatory filing dated August 26, BlackRock's aggregate interest in Telecom Italia's ordinary shares rose above the 5% disclosure threshold, reaching approximately 5.1%, up from about 4.98% previously.

In 2019, Telecom Italia delisted all of its U.S. listed securities and deregistered from the SEC, having filed Form 15F on July 9, 2019. Substantially all assets previously held by TIM Participações consisted of our shares (known, until its corporate name change in September 2017, as Intelig, and into which TIM Celular was merged in October 2018 in connection with the Reorganization, as set forth in more detail below) (incorporated in the Federative Republic of Brazil and headquarters located in the State of Rio de Janeiro

On July 25, 2017, the TIM Participações S.A.'s Board of Directors approved the Reorganization, under which TIM Celular was to be merged into us. In connection with the Reorganization, Intelig was transformed by corporate act into a closely held joint stock company, and its corporate name was changed to TIM S.A. On October 31, 2018, the Reorganization was concluded and the merger of TIM Celular into us was completed, transferring all of TIM Celular's operations to TIM S.A., and with us succeeding to all of TIM Celular's assets, rights and liabilities. The Reorganization had the objective of capturing operational and financial synergies, through the implementation of a more efficient process structure, as well as accounting and internal control systems. This final step of the


Reorganization resulted in efficiencies including: (i) tax efficiencies related to the termination of intercompany transactions; (ii) the creation of one company with combined services (fixed and mobile services) potentially resulting in a more efficient and swift response to the market's needs, through the development of new services and integrated offers, and enabling a better strategic positioning and competitiveness as well as a better customer experience; (iii) optimization of resources and systems; and (iv) the recording by TIM Participações of an approximately R$952 million tax credit. The minutes of the Reorganization were filed with and approved by the Board of Trade of the State of São Paulo (Junta Comercial do Estado de São Paulo), in December 2018.

On July 29, 2020, our Board of Directors and the Board of Directors of TIM Participações approved the Merger of TIM Participações into us, which became effective on September 28, 2020. The Merger was part of a reorganization of TIM's corporate group. The business carried out by TIM following the Merger was the same as the business previously carried out by TIM Participações prior to the Merger. Upon the consummation of this transaction and the approval of the listing of our common shares and ADSs on B3 and NYSE, respectively, TIM Participações S.A.'s shareholders received one our shares in exchange for each share of TIM Participações that they held, in accordance with the terms of the Merger Agreement.

On December 10, 2020, our Board of Directors, after reviewing certain studies, approved the establishment of a new company, FiberCo, in preparation for the future segregation of assets and the provision of residential fiber optic infrastructure services.

On December 16, 2020, FiberCo was established as our wholly owned subsidiary, and on November 16, 2021, IHS acquired a 51% equity interest from us in FiberCo. As a result of the transaction, FiberCo ceased to be our wholly owned subsidiary. We now hold 49% of FiberCo's share capital and IHS holds the remaining 51%. With the completion of the acquisition, FiberCo changed its corporate name to I-Systems. For more details on this transaction, see "Item 4. Information on the Company—A. History and Development of the Company—2023 Important Events—Completion of the transaction between IHS and I-System."

On April 20, 2022, we informed our shareholders and the market in general that we had acquired 100% of the capital stock of SPE Cozani, making it a wholly owned subsidiary. The acquisition of this company corresponds to the portion of the assets, rights and obligations of Oi Móvel that we acquired.

On June 28, 2022, the shareholders' ratified, at an extraordinary general meeting, our acquisition of shares representing 100% of the capital stock of SPE Cozani.

On March 30, 2023, our shareholders approved our merger with SPE Cozani (then a wholly owned subsidiary) pursuant to which SPE Cozani would be merged into TIM S.A., subject to certain conditions, including authorization by ANATEL and the closing processes that are required under Brazilian corporate law to consummate the merger of two companies, pursuant to the Protocol and Justification of incorporation.

On March 31, 2023, at a meeting of our Board of Directors, it was confirmed that the outstanding conditions for the merger of SPE Cozani had been met, with an effective date of April 1, 2023, following which date SPE Cozani was merged into us and ceased to exist as a separate legal entity. Pursuant to the merger, we succeeded SPE Cozani in respect of all of its rights and obligations.

The following chart illustrates our current ownership structure as of the date of this annual report on Form 20-F:

102


img-0.jpeg
*Telecom Italia S.p.A. holds 1 (one) share of TIM brasil Serv and Part. S.A.

D. Property, Plant and Equipment

Our principal properties consist of radio frequencies, transmission equipment, switching exchanges and gateway equipment, which connect calls to and from customers and enables data traffic connections, and radio base stations, which comprise certain signal transmission and reception equipment covering a defined area. At our radio base station, we have also installed antennas and certain equipment to connect these antennas with our switching equipment. As of December 31, 2025 (ref. Teleco), more than 15 thousand 5G gNodes, 32 thousand eNodeB, almost 20 thousand NodeB, 18 thousand BTS and more than 132 thousand kilometers in fiber optic networks. We generally lease or buy the sites where our mobile telecommunications network equipment is installed. Over the course of 2025, we had leased approximately 68,357 square meters of real property, all of which was available for office space. We also lease approximately 28,494 square meters of stores operated by us. There are no material encumbrances that may affect our utilization of our property or equipment. All our property and equipment is owned or leased domestically, we do not own or lease any property or equipment outside Brazil.

Item 4A. Unresolved Staff Comments

None.

Item 5. Operating and Financial Review and Prospects

A. Operating Results

The following discussion of our financial condition and operating results should be read in conjunction with our audited financial statements as of December 31, 2025 and 2024, and for each of the three years in the period ended on December 31, 2025 included elsewhere in this annual report that have been prepared in accordance with IFRS Accounting Standards, as issued by IASB.

Brazilian Political and Economic Overview

The macroeconomic environment remained challenging for our operations throughout the last three years. In 2025, Brazil's economy faced significant headwinds: GDP growth moderated amid tighter monetary conditions and subdued domestic demand, contributing to downward revisions of economic forecasts; heightened global policy uncertainty and trade tensions, including the imposition of additional U.S. tariffs on a substantial share of Brazilian exports — which affected key sectors such as coffee, meat, sugar, wood and machinery and reduced export volumes to the United States — created uncertainty for exporters and dampened market confidence; and ongoing fiscal and policy debates over structural reforms and budgetary measures increased economic uncertainty and political friction in Brasília. In addition, rising regional geopolitical tensions — particularly between the United States and Venezuela, which heightened concerns about security and investor risk in Latin America — added further


uncertainty to external demand and market confidence. See "Item 3. Key Information—D. Risk Factors—Risks Relating to Brazil—We may be impacted by volatility in the global financial markets".

Our operations and assets are located in Brazil. Accordingly, our results of operations are substantially affected by macroeconomic conditions in Brazil, including inflation rates, interest rates, Brazilian GDP growth, and employment rates, among other matters.

The following table sets forth data on real GDP growth, unemployment, inflation and interest rates, and the U.S. dollar exchange rate for the indicated periods:

As of and for the year ended December 31,
2025 2024 2023
GDP growth (%)(1) 2.3 3.4 3.2
Unemployment (%)(2) 5.6 6.2 7.8
Inflation (IGP-M) (%)(3) (1.05) 6.5 3.2
Inflation (IPCA) (%)(4) 4.3 4.8 4.6
CDI (%)(5) 14.90 10.9 13.0
SELIC (%)(6) 15.00 12.25 11.75
TJLP (%)(7) 9.07 7.43 6.55
(Depreciation) appreciation of the real against the U.S. dollar (%)(8) 11.4 (21.8) 9.4
Exchange rate (closing) of the real to the U.S. dollar (8) 5.5024 6.1923 4.8413
Average exchange rate the real to the U.S. dollars (8) 5.5855 5.3920 4.9953

(1)Source: IBGE.
(2)Source: IBGE
(3)The General Market Price Index (Índice Geral de Preços do Mercado) ("IGP-M"), as measured by Fundação Getulio Vargas ("FGV"), represents data accumulated over the 12 months in each year ended December 31. Source: FGV.
(4)The National Consumer Price Index (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ("IPCA"), as measured by IBGE, represents data accumulated over the 12 months in each year ended December 31. Source: IBGE.
(5)The DI rate is the end of period interbank deposit rate in Brazil. Source: B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcao.
(6)This is the average adjusted rate of daily financing determined in the Special Settlement and Custody System (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) ("SELIC"), for Brazilian federal securities (end of period). Source: Central Bank.
(7)The long-term interest rate (Taxa de Juros de Longo Prazo) ("TJLP"), represents the interest rate applied by the Brazilian Development Bank (Banco Nacional de Desenvolvimento Economico e Social) ("BNDES"), in long-term financings (end of the period). Source: BNDES.
(8)Source: Central Bank, IPEADATA
Sources: BNDES, Central Bank, Bloomberg, FGV, IBGE and IPEADATA

The economic environment remained challenging for our operations throughout the last three years. The Brazilian GDP, as published by the IBGE, increased by $3.2\%$ , $3.4\%$ and $2.3\%$ in 2023, 2024 and 2025, respectively. Prior to 2020, when the GDP grew $4.1\%$ , Brazil was emerging from a prolonged recession after a period of a slow recovery, with only meager GDP growth in 2019 and 2018. The rate of growth of Brazilian GDP has a direct effect on consumer demand, which we believe affects demand for our products and services and, consequently, our revenue.

In 2025, Brazilian inflation, as measured by the General Market Price Index (Índice Geral de Preços - Mercado), or IGP-M, published by Fundação Getúlio Vargas, or FGV, a private organization, was $-1.05\%$ , compared to $6.5\%$ during 2024 and $3.2\%$ during 2023. In 2025, Brazilian inflation, as measured by the Broad Consumer Price Index (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Ampliado), or IPCA, published by the IBGE, was $4.3\%$ , compared to $4.8\%$ during 2024 and $4.6\%$ during 2023.


During 2025, the real increased against the U.S. dollar by 11.4%, following a depreciation of 21.8% during 2024 and an appreciation of 9.4% during 2023. The appreciation of the real against the U.S. dollar may help to keep inflationary pressures under control in Brazil. In periods of significant inflation, we may not be able to pass through our increased cost of goods to our customers and demand for our products may contract.

The Brazilian Government approved a tax reform that was discussed for 30 years, and also approved a new tax framework, which brought more clarity regarding the fiscal direction. The Tax Reform was enacted on December 20, 2023 by National Congress, but it will need complementary and ordinary laws to be regulated. The transition period of the Tax Reform will begin in 2026 and is expected to come into full effect from 2033.

In Europe, levels of economic activity entered a slower growth trajectory, as the war between Russia and Ukraine and the Israel-Hamas conflict, political tensions within the Eurozone and the effects of the United Kingdom formally leaving the European Union on January 31, 2020, or Brexit, continue (see “Item 3. Key Information—D. Risk Factors—Risks Relating to Brazil—We may be impacted by volatility in the global financial markets”). In the United States, it is unclear the degree to which current political divisions in the country will continue throughout the current four-year presidential term of President Biden, as well as the policies that will be adopted by the current administration and the effects of any such policies, if implemented.

Impact of Inflation on Our Results of Operations

In 2022, Brazil’s economic environment was relatively volatile due to the impacts of the COVID-19 pandemic, geopolitical divisions, and the Brazilian presidential election. Despite this environment, inflation fell in 2022 when compared to the previous year. After a peak in 2021, IPCA fell from a double-digit level to 5.6% by December 2022. Brazil’s official inflation ended 2023 and 2024 at 4.6% and 4.8%, respectively. The rate is measured by the IPCA (Broad National Consumer Price Index).

In a time of high inflation globally, the trajectory of inflation in Brazil is less worrisome when considered in comparison with certain other countries. However, having the ability to manage the impacts caused by inflation is essential in a country as volatile as Brazil. We have been able to manage those impacts in recent years due to: (i) our strong cost efficiency policy in which we implement multiple measures to control spending using digitalization initiatives, contract renegotiation, make-or-buy reviews; (ii) price readjustments to our postpaid clients, where the existing customers have their bills priced-up in a more-for-more strategy and (iii) elimination of low face value recharges, where prepaid clients are directed to higher face value top-ups when they need to recharge their credit.

In 2023, 2024 and 2025, the main lines in our profit and loss impacted directly by inflation were personnel costs, rental costs, and lease costs. Those impacts were mostly offset by the aforementioned cost control measures and price increases.

Critical Accounting Policies

For the critical accounting policies, see our audited financial statements

Results of Operations

The following discussion should be read in conjunction with “Item 3. Key Information” and “Item 4. Information on the Company.” As set forth in greater detail below, our financial condition and results of operations are significantly affected by Brazilian telecommunications regulation, including the regulation of rates. See “Item 4. Information on the Company—B. Business Overview—Regulation of the Brazilian Telecommunications Industry—Wholesale Rates Regulation.” Our financial condition and results of operations have also been, and are expected to continue to be, affected by the political and economic environment in Brazil. See “Item 3. Key Information—D. Risk Factors—Risks Relating to Brazil.”

105


The following table shows certain components of our statement of income for each year in the three-year period ended December 31, 2025, as well as the percentage change from year to year.

Year ended December 31, Percentage change
2025 2024 2023 2025 - 2024 2024 - 2023
(in thousands of reais)
Revenue 26,624,721 25,447,930 23,833,893 4.6 6.8
Cost of services provided and goods sold (12,266,584) (11,893,115) (11,496,437) 3.1 3.5
Gross income 14,358,137 13,554,815 12,337,456 5.9 9.9
Operating income (expenses):
Selling expenses (5,959,682) (5,908,816) (5,742,642) 0.9 2.9
General and administrative expenses (1,734,484) (1,798,005) (1,759,433) (3.5) 2.2
Other income (expenses), net (212,139) (258,781) (28,779) (18.0) 799.2
Share of loss of an associate (107,800) (82,526) (89,304) 30.6 (7.6)
Operating income (expenses) (8,014,105) (8,048,128) (7,620,158) (0.4) 5.6
Profit before financial income and expenses 6,344,032 5,506,687 4,717,298 15.2 16.7
Financial income (expenses):
Financial income 1,629,877 861,759 1,239,753 89.1 (30.5)
Financial expenses (3,350,234) (2,817,346) (2,765,961) 18.9 1.9
Foreign exchange variations (63,664) 71,363 (7,057) N.A. N.A.
Financial income (expenses) (1,784,021) (1,884,224) (1,533,265) (5.3) 22.9
Profit before income tax and social contribution 4,560,011 3,622,463 3,184,033 25.9 13.8
Income tax and social contribution (248,027) (468,582) (346,611) (47.1) 35.2
Profit for the year 4,311,984 3,153,881 2,837,422 36.7 11.2

107

Results of Operations for the Year Ended December 31, 2025 Compared to the Year Ended December 31, 2024

Revenue

Our revenue consisted of:

  • mobile and fixed services: (i) local and long-distance voice, (ii) data and content (value-added services), (iii) interconnection, (iv) revenue from new partnership agreements, described as “Customer Platform” (financial, education, digital security, health and advertising), and (v) other services; and
  • goods sold: telephones, mini-modems, tablets and other equipment.

The composition of our revenue by category of service is set out in Note 27 to our financial statements and discussed below.

Our revenue for the year ended December 31, 2025, was R$26,624,721 thousand, an increase of 4.6% as compared to R$25,447,930 thousand in 2024. This variation was mainly driven by a 5.4% increase in mobile services revenue (“MSR”), supported by solid postpaid performance and a stronger value proposition, reflected in a 4.6% rise in mobile average monthly revenue per user (“ARPU”) (A measure used in the mobile telecommunications industry to evaluate the revenue generated by customers. ARPU is used by our management for decision-making purposes and by our management and investors to assess our operating margin per user and consequently our overall operating performance in a given period) and a low churn rate of 3.0% (“churn”, the rate at which customers disconnect or stop using a company’s service over a given period).

Our management understands that a breakdown of revenue can be helpful in an analysis of our revenue dynamics. The details of our revenue are presented below:

Year ended December 31, Percentage change
2025 2024 2025 – 2024
(in thousands of reais)
Total revenue 26,624,721 25,447,930 4.6
Service revenue 25,855,539 24,587,499 5.2
Service revenue – mobile 24,518,820 23,256,261 5.4
Client generated 22,961,011 21,605,375 6.3
Interconnection 345,495 348,960 (1.0)
Customer platform 128,570 218,690 (41.2)
Others 1,083,745 1,083,236 0.0
Service revenue – fixed 1,336,719 1,331,238 0.4
Goods sold 769,182 860,431 (10.6)

Service Revenue

Service revenue for the year ended December 31, 2025, was R$25,855,539 thousand, an increase of 5.2% compared to R$24,587,499 thousand in the year ended December 31, 2024.

Mobile Service Revenue (“MSR”) increased 5.4%, to R$24,518,820 thousand for the year ended December 31, 2025, from R$23,256,261 thousand for the year ended December 31, 2024, mainly due to an increase in client generated revenue due to consistent performance improvements in postpaid plans. In addition, in 2025, ARPU grew 4.6% in 2025 to an ARPU of R$32.8, with a churn rate of 3.0%, confirming TIM’s commitment to enhance monetization and retain its customer base.


Interconnection revenue decreased by 1.0%, to R$345,495 thousand for the year ended December 31, 2025, from R$348,960 thousand for the year ended December 31, 2024, as a result of lower incoming traffic.

Customer platform revenue decreased by 41.2%, to R$128,570 thousand for the year ended December 31, 2025, from R$218,690 thousand for the year ended December 31, 2024, primarily driven by: (i) a year-over-year comparison negatively affected by revenues recognized in 2024 from the EXA partnership, whose business model is based on activation fees and equity participation and which may be subject to seasonality; and (ii) a year-over-year comparison negatively affected by the conclusion of the strategic financial services partnership in 2025.

Fixed service revenue increased 0.4% to R$1,336,719 thousand in the year ended December 31, 2025, from R$1,331,238 thousand in the year ended December 31, 2024, mainly due to the Company's strategy of carrying out a more selective expansion of TIM Ultrafibra.

Revenue from goods sold decreased 10.6%, to R$769.182 thousand in the year ended on December 31, 2025, from R$860,431 thousand in the year ended on December 31, 2024, mainly due to lower sales volume as the Company focused on higher-value products.

Cost of Services Provided and Goods Sold and Operating Expenses

Cost of services provided and goods sold and operating expenses (comprised of selling, general and administrative expenses) increased 1.8% for the year ended December 31, 2025 as compared to the year ended December 31, 2024.

The following table shows the components of costs of services provided and goods sold and operating expenses (comprised of selling, general and administrative expenses) for each of the years indicated.

Year ended December 31, Percentage change
2025 2024 2025 – 2024
(in thousands of reais)
Personnel (1,483,685) (1,486,278) (0.2)
Outsourced services (3,390,770) (3,570,851) (5.0)
Interconnection and connection means (3,581,352) (3,091,741) 15.8
Depreciation and amortization (7,077,687) (7,026,035) 0.7
Taxes, fees and contributions (1,047,661) (1,092,491) (4.1)
Rentals and reinsurance (797,452) (716,880) 11.2
Cost of goods sold (1,062,370) (1,104,460) (3.8)
Advertising (688,991) (700,637) (1.7)
Losses on doubtful accounts (765,783) (693,122) 10.5
Others (64,999) (117,441) (44.7)
Total (19,960,750) (19,599,936) 1.8

Personnel

Personnel costs and expenses remained broadly stable year-over-year, totaling R$1,483,685 thousand in the year ended December 31, 2025, compared to R$1,486,278 thousand in the year ended December 31, 2024.

Outsourced Services

Outsourced services costs and expenses decreased by 5.0% to R$3,390,770 thousand in the year ended December 31, 2025, as compared to R$3,570,851 thousand in the year ended December 31, 2024, primarily due to reduced customer service costs.

108


109

Interconnection and Connection Means

Our costs for interconnection and connection means increased 15.8%, to R$3,581,352 thousand in the year ended December 31, 2025, from R$3,091,741 thousand in the year ended December 31, 2024. This increase is mainly due to (i) higher expenses related to international roaming services; and (ii) higher expenses related to content providers in service plans

Depreciation and Amortization

Depreciation and amortization costs and expenses increased 0.7%, to R$7,077,687 thousand in the year ended December 31, 2025, from R$7,026,035 thousand in the year ended December 31, 2024. This variation was mainly explained by higher depreciation of transmission equipment and increased amortization of software.

Taxes, Fees and Contributions

Taxes, fees and contributions costs and expenses decreased 4.1%, to R$1,047,661 thousand in the year ended December 31, 2025 from R$1,092,491 thousand in the year ended December 31, 2024. The decrease was supported by the taxes linked to cost of services rendered and goods sold, see “Item 4. Information on the Company—B. Business Overview—Taxes on Telecommunications Goods and Services.”

Rentals and Reinsurance

Rentals and reinsurance costs and expenses increased 11.2%, to R$797,452 thousand in the year ended December 31, 2025, from R$716,880 thousand in the year ended December 31, 2024. This increase is mainly related to higher costs with real estate rental.

Cost of Goods Sold

Our cost of goods sold decreased 3.8%, to R$1,062,370 thousand in the year ended December 31, 2025, from R$1,104,460 thousand in the year ended December 31, 2024. This decrease is consistent with the reduction in goods sold revenue, mainly driven by lower sales volume.

Advertising

Advertising expenses decreased 1.7%, to R$688,991 thousand in the year ended December 31, 2025 from R$700,637 thousand in the year ended December 31, 2024. This decrease was primarily driven by lower marketing expenses compared to 2024, as the prior year included expenses associated with TIM’s official sponsorship of the Rock in Rio event.

Losses on Doubtful Accounts

Losses on doubtful accounts increased 10.5%, to R$765,783 thousand at the year ended December 31, 2025, from R$693,122 thousand in the year ended December 31, 2024. This increase was mainly driven by the expansion of our postpaid customer base, resulting in greater exposure to delinquency.

Others

Others decreased 44.1%, to an expense of R$64,999 thousand in the year ended December 31, 2025, from an expense of R$117,441 thousand in the year ended December 31, 2024. This decrease is mainly explained by a reduction in fines paid compared to the previous year.

Other Income (Expenses), Net

Other income (expenses), net, decreased 18.0%, to an expense of R$212,139 thousand in the year ended December 31, 2025, from an expense of R$258,781 thousand in the year ended December 31, 2024. This decrease is mainly explained by a reduction in civil and regulatory contingency provisions.


Profit for the Year

The following table shows our profit for the year, as well as the percentage change, for each of the periods indicated:

Year ended December 31, Percentage change
2025 2024 2025 – 2024
(in thousands of reais)
Profit before financial income (expenses) and income taxes 6,344,032 5,506,687 15.2
Financial income (expenses) (1,784,021) (1,884,224) (5.3)
Income tax and social contribution (248,027) (468,582) (47.1)
Profit for the year 4,311,984 3,153,881 36.7

Financial Income (Expenses)

Net financial expenses decreased 5.3% in the year ended December 31, 2025, to an expense of R$1,784,021 thousand, from an expense of R$1,884,224 thousand in the year ended December 31, 2024. This decrease is mainly explained by: (i) higher yields from financial investments, supported by a more robust cash position and the increase in the interest rate over the past 12 months;; and (ii) financial revenue from the appreciation of the 5G Fund, an investment fund, created by TIM in partnership with Upload Ventures Growth, LP – an independent venture capital manager –, focused on solutions based on 5G technology

Income Tax and Social Contribution

Income tax and social contribution decreased 47.1% in the year ended December 31, 2025, to R$248,027 thousand, as compared to R$468,582 thousand in the year ended December 31, 2024. This variation is explained by: (i) higher volume of interest on equity recognized in 2025; and (ii) an increase in tax benefits. The effective tax rate also decreased to approximately 5% in 2025 compared to 13% in 2024.

Profit for the Year

As a consequence of the explanations above, our profit for the year ended December 31, 2025 was R$4,311,984 thousand representing an increase of 36.7% from our profit of R$3,153,881 thousand for the year ended December 31, 2024.

Results of Operations for the Year Ended December 31, 2024 Compared to the Year Ended December 31, 2023

For a discussion of our results of operations for the year ended December 31, 2024 compared to the year ended December 31, 2023, please see “Item 5. Operating and Financial Review and Prospects—A. Operating Results—Results of Operations for the Year Ended December 31, 2024 Compared to the Year Ended December 31, 2023” of our annual report on Form 20-F for the year ended December 31, 2024.

Non-GAAP Financial Measures for the Years Ended December 31, 2025, 2024 and 2023


Year ended December 31,
2025 2025 2024 2023
(in thousand of US$) (1) (in thousands of R$)
Net Debt(2) 1,843,052 10,141,213 8,999,341 10,187,261
Adjusted Net Debt(3) 2,019,535 11,112,294 10,512,938 11,642,314
EBITDA(4) 2,439,284 13,421,918 12,532,722 11,834,327
Adjusted EBITDA(5) 2,458,840 13,529,521 12,625,248 11,620,197

(1) Solely for the convenience of the reader, certain Brazilian real amounts have been translated into U.S. dollars at the selling rate of R$5.5024 to US$1.00, as reported by the Central Bank as of December 31, 2025. The U.S. dollar equivalent information presented in this annual report should not be construed as implying that the amounts in reais represent, or could have been or could be converted into, U.S. dollars at this rate or any other rate.
(2) We calculate Net Debt as total loans and derivatives plus lease liabilities minus lease assets, cash and cash equivalents and FIC (Investment Fund). For a reconciliation of Net Debt to the most directly comparable IFRS measure, see “-Reconciliation of Non-GAAP Financial Measures-Reconciliation of Net Debt and Adjusted Net Debt.”
(3) We calculate Adjusted Net Debt as Net Debt plus certain derivatives entered into for share subscription options and the financing entered into for the acquisition of 5G licenses. For a reconciliation of Adjusted Net Debt to the most directly comparable IFRS measure, see “-Reconciliation of Non-GAAP Financial Measures-Reconciliation of Net Debt and Adjusted Net Debt.”
(4) We calculate EBITDA as net profit for the year plus net financial income (expense), income tax and social contribution and depreciation and amortization costs and expenses. For a reconciliation of EBITDA to Adjusted EBITDA, see “-Reconciliation of Non-GAAP Financial Measures-Reconciliation of EBITDA and Adjusted EBITDA.”
(5) We calculate Adjusted EBITDA as EBITDA as adjusted for (i) equity in earnings and (ii) Non-recurring Income/Expenses. For a reconciliation of Adjusted EBITDA to the most directly comparable IFRS measure, see “Operating and Financial Review and Prospects—Reconciliation of Non-GAAP Financial Measures—Reconciliation of EBITDA and Adjusted EBITDA.”

Reconciliation of Non-GAAP Financial Measures

This annual report presents certain non-GAAP financial measures, which are not recognized under IFRS, specifically Net Debt, Adjusted Net Debt, EBITDA and Adjusted EBITDA. These non-GAAP financial measures are used by our management for decision-making purposes and to assess our financial and operating performance, financial position, liquidity and to make strategic decisions regarding the allocation of capital. For additional information on our Non-GAAP measures see “Presentation of Financial and Other Information—Special Note Regarding Non-GAAP Financial Measures.”

Reconciliation of Net Debt and Adjusted Net Debt

Year ended December 31,
2025 2025 2024 2023
(in thousands of US$) (1) (in thousands of R$)
Total loans and derivatives 453,480 2,495,231 2,357,066 3,203,248
(+) Leases - Liabilities(2) 2,501,611 13,764,868 12,575,846 12,256,775
(-) Leases - Assets(3) 42,571 234,246 240,387 236,341
(-) Cash, Cash Equivalents 656,136 3,610,324 3,258,743 3,077,931
(-) FIC (Investment Fund)(4) 413,331 2,274,316 2,434,441 1,958,490
Net Debt(5) 1,843,052 10,141,213 8,999,341 10,187,261
(+) Other Derivatives(6) 522,822 502,453
(+) Financing of 5G Licenses(7) 176,483 971,081 990,775 952,600
Adjusted Net Debt(8) 2,019,535 11,112,294 10,512,938 11,642,314

(1) Solely for the convenience of the reader, certain Brazilian real amounts have been translated into U.S. dollars at the selling rate of R$5.5024 to US$1.00, as reported by the Central Bank as of December 31, 2025. The U.S. dollar equivalent information presented in this annual report should not be construed as implying that the amounts in reais represent, or could have been or could be converted into, U.S. dollars at this rate or any other rate.

(2) Lease – Liabilities corresponds to the Company’s consideration for the right-of-use of the leased asset under the lease agreements under which the Company is the lessee. The amount of each agreement is accounted for at the lease’s commencement at the lower of the fair value of the leased asset and the present value of payments provided for in lease agreement. For more information, see note 17 to the financial statements.

(3) Leases under which the Company, as a lessor, transfers substantially all the risks and rewards of ownership to the other party (lessee) are classified as finance leases. These leases are recorded as a lease receivable at the lower of the fair value of the leased item and/or the present value of the receivables provided for in the agreement. Interest related to the lease is recorded as financial revenue over the contractual term. For more information, see note 17 to the financial statements.

(4) Comprises financial assets measured at fair value through profit or loss. For more information, see note 12 to the financial statements.

(5) We calculate Net Debt as total loans and derivatives plus lease liabilities minus lease assets, cash and cash equivalents and FIC (Investment Fund). For further information on Net Debt, see “Presentation of Financial and Other Information—Special Note Regarding Non-GAAP Financial Measures—Net Debt and Adjusted Net Debt.”

(6) Other derivatives entered into for share subscription options.

(7) In 2021, TIM acquired 5G licenses through the Anatel auction, resulting in the recognition of an intangible asset corresponding to the licenses, as well as the associated obligations that we entered into to pay for such licenses. The payment for the licenses is scheduled to occur over a period ranging from 10 to 20 years, while payments related to the associated obligations were made between 2022 and 2024 (8). We calculate Adjusted Net Debt as Net Debt plus certain derivatives entered into for share subscription options and the financing entered into for the acquisition of 5G licenses. For further information on Adjusted Net Debt, see “Presentation of Financial and Other Information—Special Note Regarding Non-GAAP Financial Measures—Net Debt and Adjusted Net Debt.”

Reconciliation of EBITDA and Adjusted EBITDA

Year ended December 31,
2025 2025 2024 2023
(in thousands of US$) (1) (in thousands of R$)
Net profit for the year 783,655 4,311,984 3,153,881 2,837,422
(+)Finance income (expenses), net 324,225 1,784,021 1,884,224 1,533,265
(+)Income tax and social contribution 45,076 248,027 468,582 346,611
(+)Depreciation and amortization 1,286,290 7,077,687 7,026,035 7,117,029
EBITDA(2) 2,439,248 13,421,719 12,532,722 11,834,327
(+)Equity in Earnings(3) 19,591 107,800 82,526 89,304
Non recurring Income/Expenses(4) (303,435)
Adjusted EBITDA(5) 2,458,840 13,529,521 12,615,248 11,620,197

(1) Solely for the convenience of the reader, certain Brazilian real amounts have been translated into U.S. dollars at the selling rate of R$5.5024 to US$1.00, as reported by the Central Bank as of December 31, 2025. The U.S. dollar equivalent information presented in this annual report should not be construed as implying that the amounts in reais represent, or could have been or could be converted into, U.S. dollars at this rate or any other rate.

(2) We calculate EBITDA as net profit for the year plus net financial income (expense), income tax and social contribution and depreciation and amortization costs and expenses. For further information on EBITDA, “Presentation of Financial and Other Information—Special Note Regarding Non-GAAP Financial Measures—EBITDA and Adjusted EBITDA.”

(3) The adjustment for equity in earnings corresponds to our 49% ownership interest in the loss of I-Systems (formerly Fiber Co), which we account for using the equity accounting method. For more information about the share of loss of such associate, see Note 14 to the financial statements.

(4) The adjustment for non-recurring revenues/expenses in 2023 corresponds to the net profit recorded as a result of the post-closing price adjustment related to our acquisition of certain assets of Oi Móvel.

(5) We calculate Adjusted EBITDA as EBITDA as adjusted for (i) equity in earnings and (ii) non-recurring Revenue/Expense. For further information on Adjusted EBITDA, see “Presentation of Financial and Other Information—Special Note Regarding Non-GAAP Financial Measures—EBITDA and Adjusted EBITDA.”

B. Liquidity and Capital Resources

The main source of our liquidity for net working capital and investment is operating cash flow, complemented by short-term credit lines with local and international banks and long-term financing with national and international development agencies.


The cost of our debts has been significantly reducing in terms of CDI, due to the expiration of certain contracts with higher rates and the disbursement of new credit lines with rates below market cost, despite the adverse macroeconomic scenario in Brazil, particularly the recent increase of Brazil's base interest rate.

In May 2024, we disbursed part of a credit line with Banco do Nordeste do Brasil S.A. in an amount of R$386.9 million and an average post-hedge cost of 56.82% of CDI and a term of two years.

In July 2024, we disbursed part of a credit line with Banco do Nordeste do Brasil S.A in an amount of R$116.4 million and an average post-hedge cost of 56.75% of CDI and a term of two years.

As of December 31, 2025, we have sufficient working capital to service our operating activities and ongoing investments.

Sources of Funds

Year Ended December 31, 2025 Compared to Year Ended December 31, 2024

Operating Activities

Cash flows generated in our operating activities increased by 9.0% in 2025, to R$13,440,069 thousand from R$12,331,543 thousand in 2024. This increase was primarily driven by reductions in trade accounts receivable and recoverable taxes.

Investing Activities

Cash flows used in investing activities decreased to R$3,560,621 thousand in 2025 from R$4,953,872 thousand in 2024, primarily due to redemptions of marketable securities.

Financing Activities

Cash flows used in our financing activities increased to R$9,527,867 thousand in 2025 from R$7,196,859 thousand in 2024, mainly due to an increase in dividends and interest on shareholder's equity paid.

Year Ended December 31, 2024 Compared to Year Ended December 31, 2023

For a discussion of our sources of funds for the year ended December 31, 2024 compared to the year ended December 31, 2023, please see “Item 5. Operating and Financial Review and Prospects—B. Liquidity and Capital Resources—Sources of Funds—Year Ended December 31, 2024 Compared to Year Ended December 31, 2023” of our annual report on Form 20-F for the year ended December 31, 2024.

Financial Contracts

We are party to the financial contracts described below, each to be used for purposes of the development of our business, generally, unless otherwise expressly provided herein. In the case of loans linked to the IPCA we enter into rate swaps to hedge against inflation variations.

As set forth below and as each agreement is described further in the following paragraph, in 2025, we did not obtain any new loans.

The terms of our long-term debt contain cross-default clauses, restrictions on our ability to merge with another entity, restrictions on our ability to prematurely redeem or repay such debt and restrictions on sales and exchanges of assets. They also contain various financial ratio covenants. We are currently not, and do not expect to be, in breach of any covenant of our debt instruments, which breach would be construed an event of default under their terms.

113


As mentioned above, our principal financing agreements are:

  • Credit Agreement, dated March 20, 2019, between Agência Especial de Financiamento Industrial S.A., or FINAME, an entity within the BNDES system, as lender and TIM S.A. as borrower, in the principal amount of R$390 million for exclusive use in the acquisition of new machines, equipment, industrial systems, components and automation and computing goods of national manufacture, accredited by the Computerized Supplier Accreditation (Credenciamento de Fornecedor Informatizado), or CFI, of the BNDES system. The new agreement replaces one of the sub-credits (Credit Line B) of the existing 2018 BNDES Facility with better interest rate and maturity conditions: a fixed interest rate up to 1.44% plus the TLP and maturity up to 10 years. There were no additional costs to sign this loan and was fully disbursed in November 2021. As of December 31, 2025, the total outstanding amount under this credit agreement was R$329.6 million.

  • Credit Agreement, dated as of January 31, 2020, between Banco do Nordeste do Brasil S.A. as lender and TIM S.A., as borrower, in the principal amount of R$752.5 million, secured by a bank guarantee and receivables. The agreement has a total term of eight years, with three years of grace period and five years of amortization period, with the use of proceeds for our capital expenditures plan for the next three years (2020-2022) in the northeastern region of Brazil pursuant to certain standard FINAME requirements, as described in the agreement. The credit line is divided in two tranches: (i) a R$325 million tranche at IPCA plus 1.44% per year or IPCA plus 1.22%, considering a 15% compliance bonus; and (ii) a R$427 million tranche at IPCA plus 1.76% per year or IPCA plus 1.48%, considering a 15% compliance bonus. On May 10, 2022, the disbursement of part of this credit line occurred with an amount of R$249.1 million and an average post-hedge cost of 69.02% of CDI and a term of 5.9 years. In May 2024, the disbursement of part of this credit line occurred with an amount of R$386.9 million and an average post-hedge cost of 56.82% of CDI and a term of 2 years. In July 2024, the disbursement of part of this credit line occurred with an amount of R$116.4 million and an average post-hedge cost of 56,75% of CDI and a term of 2 years. As of December 31, 2025, the total outstanding amount under this credit agreement was R$400.0 million.

  • Deed of Indenture for the Issuance of Simple Unsubordinated Debentures, Not Convertible into Shares, in a Single Series, for Public Placement with Limited Efforts of the Second Issuance of TIM S.A. (“Instrumento Particular de Escritura de Emissão de Debêntures Simples, da Espécie Quirografária com Garantia Adicional Fidejussória, não Conversíveis em Ações, em Série Única, para Distribuição Pública com Esforços Restritos da Segunda Emissão da Tim S.A.”), dated as of June 15, 2021, between TIM S.A., as issuer, Pentágono Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., as fiduciary agent. The total amount of the issuance was R$1.6 billion through the issuance of 1,600,000 debentures each with a nominal value of R$1,000 on the issuance date and in a single series. The debentures are non-convertible and unsubordinated. For all legal purposes, the issuance date is June 15, 2021, and the term of the debentures is of 7 years as from the issuance date, or June 16, 2028, and cost post hedge of CDI + 0.95% per year. As of December 31, 2025, the total outstanding amount under this credit agreement was R$2,049.2 million. This issue is a sustainability-linked title, in reliance on Brazilian Law No. 12,431, and we used the net proceeds of this issuance to finance our capital expenditure for the 2020-23 period.

See Note 20 to our financial statements for a further description of such financing agreements.

The following financial contracts were disclosed in our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on March 31, 2025, all of which have since matured and been repaid or have been prepaid by us:

  • Credit Agreement, dated as of May 2, 2018, between BNDES as lender and TIM Celular (now TIM S.A.) as borrower (the “2018 BNDES Facility”), in the principal amount of R$1,500 million. The agreement, involves three credit lines with equal conditions of interest rates and tenors: (1) Credit Line A, in an amount of R$1,090 million, with a fixed interest rate of 1.95% plus the TJLP and eight years tenor; (2) Credit Line B, in an amount of R$390 million, with a fixed interest rate of 1.95% plus the TJLP and eight years tenor; and (3) Credit Line C, in an amount of R$20 million, with a fixed interest rate of 1.95% plus the TJLP and eight years tenor. Each credit line is to be used for specific purposes as set forth in the Credit Agreement

114


and there were no disbursements between 2019 and 2021. In March 2019, Credit Line B was canceled and replaced by FINAME DIRETO (as defined below at next bullet).

  • Loan Agreement, dated as of December 23, 2015, between Finnish Export Credit as lender, KfW IPEX as facility agent and TIM Celular (which has been merged into us in connection with the Reorganization), as borrower, in the principal amount of U.S.$150 million. The new Loan Agreement is divided in three tranches of up to U.S.$50 million to be disbursed in 2016, 2017 and 2018.

There are no material restrictions on our ability to transfer funds to us in the form of cash dividends, loans or advances.

Uses of Funds

Our principal uses of funds during the three-year period ended December 31, 2025, were payment of dividends to our shareholders, capital expenditures, business combination and loan repayments.

Material Capital Expenditures

Our capital expenditures in 2025, 2024 and 2023 related primarily to: (i) developing our fiber optic network, (ii) deployment and expansion of the capacity of our 3G and 4G networks, (iii) expanding network capacity, geographic coverage and digitalization, (iv) maintenance of our networks and IT systems, (v) of equipment purchases relating to our migration to PCS operations, and (vi) developing new operational and information technology systems.

The following table contains a breakdown of our investments in long-lived assets for the years ended on December 31, 2025, 2024 and 2023:

Capital Expenditures Categories

Year ended December 31,
2025 2024 2023
(in thousands of reais)
Network 3,188,352 3,168,810 3,120,320
Information technology 805,335 893,113 779,833
Licenses 44,327 63,915 56,042
Other 503,556 425,261 548,119
Total capital expenditures(1) 4,541,495 4,550,378 4,504,314

(1) The material capital expenditures discussed in this section are recurring and operational in nature and exclude non-recurring capital expenditures, like expenditures in relation to the acquisition of certain assets from Oi Móvel.

Capital expenditures totaled R$4,541 million in 2025, a slight decrease of 0.2% when compared to R$4,550 million in 2024, thereby reflecting annual stability and remaining consistent with the Company's strategic goals.

See "Item 4. Information on the Company—A. History and Development of the Company—Capital Expenditures."

Dividends

Our dividends are calculated in accordance with our By-laws and Brazilian corporate law. Under our By-laws, we are required to distribute an aggregate amount equal to at least 25% of our adjusted net income to our shareholders, either as dividends or as tax-deductible interest on shareholders' equity, each year ended December 31, if there are funds available for distribution.

For the purposes of the Brazilian corporate law and in accordance with our By-laws, "adjusted net income" is the amount equal to the net profit adjusted to reflect allocations to or from: (1) the legal reserve, and (2) a contingency reserve for probable losses, if applicable.

115


The following table contains a breakdown of the dividends and interest on shareholders' equity paid (net of income taxes) by us to our shareholders during the years ended December 31, 2025, 2024 and 2023:

Dividend Distribution

Year ended December 31,
2025 2024 2023
(in thousands of reais)
Dividends 1,790,000 2,050,000 1,310,000
Interest on shareholders’ equity (net of withholding tax) 2,210,000 1,450,000 1,600,000
Total distributions 4,000,000 3,500,000 2,910,000

Our Board of Directors approved the distribution of an aggregate of R$2,210 million as interest on shareholders' equity surpassing the minimum required by Brazilian Law, with respect to our 2025 results. The amounts of dividends indicated in the table above for 2023 and 2024 were approved at the annual general meeting in 2024 and 2025, respectively. The amount of withholding taxes was R$331,5 million, during 2025. The amounts paid were R$820 million in 2025 and R$1,390 million in 2026 as of the date of this annual report. Additional dividends for the 2025 fiscal year, in the amount of R$1.790 billion, were also approved and paid in 2025.

Moreover, on December 16, 2025, our Board of Directors approved the payment of R$420 million as interest on equity to be paid up to June 30, 2026.

Funding and Treasury Policies

We maintain a general policy of continually monitoring our financial position and treasury activities to ensure solid cost and expenditure control. In accordance with our funding and treasury policy, we will continue to monitor the market to take advantage of suitable instruments to finance our industrial Plan. We expect future financing to balance maturity, cost and TIM's payment capacity.

Leverage

Management tracks the ratio of Net Debt to EBITDA, which we refer to as the financial leverage index, to monitor the sustainability of our debt levels and our ability to take on additional debt. The ratio is a common credit analysis metric in the telecommunications industry and shows approximately how many years it would take to pay back our indebtedness, assuming no new debt is taken on, EBITDA remains constant, and all cash and cash equivalents may be used to repay debt. In addition, we believe that the ability to take on additional debt is a critical factor that affects our success, as indebtedness may be required to make investments necessary to grow our business. We believe that our current financial leverage index, Net Debt to EBITDA, reflects conservative leverage levels and the ability to incur additional debt if needed for extraordinary investment. Investors should be cautious in comparing our financial leverage index to that of other companies that report a similar ratio of debt to EBITDA because EBITDA may be calculated differently from company to company, leading to financial leverage indexes that are not comparable. Accordingly, any such comparison may be misleading.

The following table sets forth our financial leverage index for the reported periods:

2025 2024 2023
(in thousands of reais)
Net Debt (non-GAAP) (unaudited)(1) 10,141,213 8,999,341 10,187,261
EBITDA (non-GAAP) (unaudited)(2) 13,421,719 12,532,722 11,834,327
Financial leverage index (non-GAAP) (unaudited)(3) 0,75 0.72 0.86

(1) We calculate Net Debt as total loans and derivatives plus lease liabilities minus lease assets minus cash and cash equivalents minus FIC (Investment Fund).
(2) We calculate EBITDA as net profit for the year plus net financial income (expense), income tax and social contribution and depreciation and amortization costs and expenses.
(3) We calculate the financial leverage index as Net Debt/EBITDA.

Tabular Disclosure of Contractual Obligations

The following is a summary of our contractual obligations (in present value) as of December 31, 2025:

Payments Due by Period as of December 31, 2025
Less than 1 year 1-3 years 4-5 years More than 5 years Total
(in thousands of reais)
Total borrowings (post-hedge)(1) 642 1,691 111 51 2,495
Leases – IFRS 16(2) 1,508 3,020 2,363 4,747 11,639
Leasing (previous IAS 17 finance leases) 160 289 333 1,109 1,892
Total(3) 2,311 5,000 2,808 5,907 16,026

(1) Considering the balances related to derivative financial instruments as of December 31, 2025.
(2) Leases in which we, as the lessee, substantially hold all the risks and benefits of ownership are capitalized at the beginning of the lease at the lower of the fair value of the leased item and the present value of the payments provided for in the agreement. Interest related to the leases is taken to statement of income as financial expense over the term of the contract.
(3) Other than as set forth herein (see, for example, "Item 4. Information on the Company—B. Business Overview—Our Business"), we have no capital lease obligations, unconditional purchase obligations, or other long-term liabilities reflected on our balance sheet of our financial statements. Interest is not included in long-term debt since it is subject to variable interest.

Contingent Pension Liabilities

Until December 1999, we participated in a multi-employer defined benefit plan, or the Telebrás Pension Plan, that covered the employees of the Telebrás System who retired before the breakup of Telebrás in May 1998 as well as those who continued working for the operating companies after May 1998. We are contingently liable, jointly and severally, with the other New Holding Companies, for the unfunded obligations of the Telebrás Pension Plan concerning all such employees who retired before January 30, 2000. In December 1999, we changed to a defined benefit plan, or the PBS Plan, that covers only those former employees of Telebrás who continued to be employed by us after December 1999. In November 2002, we created a separate defined contribution plan, or the TIMPREV Pension Plan. Migration to this plan was optional for employees linked to the PBS Plan. Migration to the TIMPREV Pension Plan extinguishes the migrating participant's rights under the PBS Plan. SISTEL and TIMPREV.

We and TIM Celular (which merged into TIM S.A. in connection with the Reorganization) have sponsored a privately defined benefit pension plan for a group of Telebrás system's former employees, which is managed by Fundação Sistel de Seguridade Social - SISTEL, as a consequence of the legal provisions applicable to the privatization process of these companies in July 1998.

Given that in 1999 and 2000 the sponsors of the pension plans managed by SISTEL had already negotiated conditions for the creation of individual pension plans for each sponsoring company and the maintenance of joint liability only to the participants already assisted on January 31, 2000, we, like other companies, created in 2022, as a result of the former Telebrás system, the TIMPREV Pension Plan, a defined contribution pension plan meeting the most modern social security standards adopted by private companies, and enabling migration to this plan of the employee groups linked to SISTEL. On November 13, 2002, the Brazilian Secretariat for Supplementary Pension Plans, through official ruling CGAJ/SPC No. 1917, approved the statutes of the new pension plan, or hereafter the Statutes of the TIMPREV Benefits Plan, as a defined contribution plan, which provide for new conditions for granting and maintaining benefits, as well as the rights and obligations of the Plan Managing Entity, the sponsoring companies, participants and the beneficiaries thereof. Under this new plan, the sponsor's regular contribution will correspond to $100\%$ of a participant's basic contribution, and TIMPREV's managing entity will ensure the benefits listed below,


under the terms and conditions agreed upon, with no obligation to grant any other benefits, even if the government-sponsored social security entity starts granting them:

  • Normal retirement pension;
  • Early retirement pension;
  • Disability pension;
  • Deferred proportional benefit; and
  • Death benefit.

However, as not all of our employees have migrated to TIMPREV, the pension and health care plans deriving from the TELEBRÁS system listed below remain in force:

PBS: defined benefits plan of SISTEL, which includes active employees who participated in the plans sponsored by the companies of the former TELEBRÁS system;

PBS Assistidos: a multi-sponsored pension plan for inactive employees;

Convenio de Administração: for managing pension payments to retirees and pensioners of the predecessors of the subsidiary companies; and

PAMEC/Apólice de Ativos: health care plan for pensioners of the predecessors of the subsidiary companies.

As happened with the Termo de Relação Contratual Atípica (“TRCA Plan”), we had understood, until December 31, 2010 that we were responsible for liabilities of PAMEC participants (health care plan) related to us. We have changed its position based on a revised legal construction of its internal and external lawyers. As a result, the liabilities previously recorded were written off.

Under with the rules established by NBC TG 33 (R2) - Benefícios a Empregados (IAS 19 – Employee Benefits) issued by the Federal Accounting Council - CFC and approved by CVM Deliberation 695/2012, after revoked by CVM Resolution 110/2022 (CVM Resolution 110/2022), the plans having a surplus are not recorded by us, as it is impossible to recover these amounts. Furthermore, the amounts of contributions will not be reduced for future sponsors.

On January 29, 2007, and April 9, 2007, through the Brazilian Secretariat for Supplementary Pension Plans- SPC, the Ministry of Social Security approved the transfer of the management of the PBS-Tele CelularSul, TIM PrevSul, PBT-TIM, Convenio de Administração, PBS-Telenordeste Celular and TIM PrevNordeste benefit plans (according to SPC/DETEC/CGAT Communications Nos. 169, 167, 168, 912, 171 and 170, respectively) from SISTEL to HSBC - Fundo de Pensão.

The PBS Assistidos plan continues to be managed by SISTEL. The only exception is Plano PAMEC, which was extinguished, with us remaining responsible for coverage of the respective benefit, now called PAMEC/Apólice de Ativos.

In addition to the plans coming from the TELEBRÁS system, there is also the plan administered by the CESP foundation resulting from the acquisition of AES Atimus.

AES Telecom: Supplementary pension and pension plan’s installment, administered by the CESP Foundation, which is the responsibility of the company, with a view to the acquisition of Eletropaulo Telecomunicações Ltda. (“AES Atimus”), succeeded by TIM Fiber SP LTDA, later merged into TIM Celular which merged into us.

118


Medical care plan Fiber: Provision for maintenance of health plan as post-employment benefit to former employees of AES Atimus (as established in Law No. 9,656/98, articles 30 and 31), which was merged into TIM Celular, which in turn was subsequently merged into us.

In 2025, contributions to the pension plans mentioned above remained stable at R$1.0 million, consistent with the amount contributed in 2024 and slightly lower than the R$1.1 million contributed in 2023.

C. Research and Development

Research and Development

We do not independently develop new telecommunications hardware and depend upon the manufacturers of telecommunications products for the development of new hardware.

Patents and Licenses

We hold no material intellectual property assets. Telecom Italia owns the rights to the "TIM" trade name, which is currently licensed to us. See "Item 3. Key Information—D. Risk Factors—Risks Relating to Our Business—Any modification or termination of our ability to use the "TIM" trade name may adversely affect our business and operating results."

D. Trend Information

Customer Base and Market Share

In the year ended December 31, 2025, our mobile subscriber base decreased by 0.1% to 62.0 million customers, compared to 62.1 million customers in 2024, reflecting a growth by 8.4% in the Postpaid customer base, and a decline by 8.3% in the Prepaid customer base. Related to the composition of our customer base, the Postpaid accounted for 53% of our total subscriber base in the year ended December 31, 2025, compared to 49% in 2024. The prepaid represents 47% of our customer base at the end of 2025, compared to 51% in 2024.

Although no assurances can be given as to the size of our subscriber base and market share in the future, we intend to focus on maintaining and improving our strong position in the mobile and fixed telecommunications market in Brazil. Our strategies for doing so are outlined in more detail in "Item 4. Information on the Company—B. Business Overview—Our Strategy."

Trends in Sales and Prices

We managed to maintain a good level of annual growth in service revenue, and we will continue to monetize our customer base using the strategy of "more for more" and focus on the development of all of our business lines.

Among the initiatives put in place in 2023 that supported this performance, the following stand out the most: (i) the ongoing evolution of the volume-to-value approach, maintaining a high level of ARPU and upselling to our customer base; (ii) expansion of the network, consolidating TIM as having the largest mobile coverage in Brazil with the launch of 5G, which was made available in all of Brazil's state capitals in 2023, and maintaining leadership in 4G; (iii) the solid execution of our ultra-broadband operation, with the rebranding of the service (TIM UltraFibra) and the expansion of fiber; (iv) the continuous advancement of our network and IT infrastructure; (v) the incessant pursuit for cost and investment efficiencies despite the scenario of high inflation in the first half of 2023; and (vi) the ongoing evolution of our customer platform strategy, materialized by partnerships in different verticals such as financial services, digital education, digital security and mobile advertising.

In 2024 we consolidated our existing partnerships and planned for potential future ones. We continued to expand our network and IT infrastructure while pursuing cost and investment efficiencies despite the higher inflation scenario in the second half of 2024.

In 2025, we reaffirmed our partnership strategy and, in our updated strategic plan, outlined a framework to monetize our existing customer base beyond core telecommunications through an expanded, partnership-driven

119


ecosystem. During the year, we continued to expand our network and IT infrastructure while pursuing operating and capital efficiencies, despite the persistently high interest-rate environment in Brazil.

Under our PCS authorizations, we are allowed to set prices for our service plans, subject to approval by ANATEL, provided that such amounts do not exceed a specified inflation adjusted cap. We expect that the adjustment of our prices will follow the market trend. The rates for our service plans, as well as a description of the main features of such plans, are set out in "Item 4. Information on the Company—B. Business Overview—Mobile Service Rates and Plans."

Average Monthly Revenue Per User ("ARPU")

ARPU is a measure used in the mobile telecommunications industry to evaluate the revenue generated by customers. ARPU is used by our management for decision-making purposes and by our management and investors to assess our operating margin per user and consequently our overall operating performance in a given period.

Mobile ARPU (Average Monthly Revenue Per User) was R$32.8 for the year ended December 31, 2025, reflecting an increase of 4.6% as compared to the year ended December 31, 2024, which was R$31.4. This result shows TIM's focus on seeking greater monetization of its customer base in line with its strategy. The ARPU of the Mobile segment, which excludes other mobile revenues and revenue generated by the Customer Platform, increased (i) by 4.3% YoY (2025: R$55.0 x 2024: R$52.7) in the Postpaid ex-M2M, having as its main driver a more rational environment, and decreased (ii) by 2.8% YoY (2025: R$14.4 x 2024: R$14.8) in the Prepaid. The result was supported by: (i) the continued focus on migrating the customer base to higher-value plans; (ii) churn levels under control, which remained practically stable throughout the year and (iii) the annual price adjustments. We understand that the ARPU is a relevant profitability metric that allows comparability with other peers in the telecommunication sector, calculated by dividing mobile services revenues by the average monthly customer base.

Competitive Environment

Brazil's mobile telecommunications market is mature and remains highly competitive, shaped in recent years by the nationwide rollout of 5G and by the sector's structural reconfiguration following the acquisition and integration of Oi Móvel's mobile assets by TIM, Vivo and Claro.

The acquisition of a portion of Oi Móvel's mobile assets reinforced our strategic objective of supporting a more balanced and sustainable competitive market structure. It also enabled improvements in service quality and customer experience, more efficient asset utilization, portfolio optimization, accelerated technological innovation and the capture of operational synergies, while maintaining a disciplined approach to capital allocation and shareholder value creation.

Technological evolution continues to influence competitive dynamics in the Brazilian telecommunications sector. The ongoing adoption of 5G, which has exceeded certain initial regulatory rollout milestones and, based on third-party industry projections, may become the predominant mobile technology over the course of this decade, could introduce additional sources of competition. This evolution may result in changes to market structure and competitive behavior and create opportunities for monetization, service differentiation and innovation. However, the extent and timing of any such opportunities remain subject to market conditions, regulatory developments, competitive responses and customer adoption patterns.

Since the last spectrum auction conducted by ANATEL in November 2021, which awarded licenses across multiple frequency bands for 20-year terms, competition has intensified not only among the three national mobile operators but also through the presence of established regional providers, such as Algar Telecom and Sercomtel, as well as newer entrants that have launched 5G services in recent years, including Brisanet, Unifique and Ligga. These developments have driven increased investment in network infrastructure, expanded coverage and a more dynamic competitive environment.

In addition, the Brazilian mobile market has experienced growing competitive pressure from mobile virtual network operators (MVNOs) and digital-first entrants, which have expanded their offerings and progressively increased their customer bases. Future spectrum auctions, together with the refarming and reorganization of existing

120


spectrum, are expected to support continued network expansion and may further intensify competition, particularly among regional and alternative service providers.

Beyond competition from traditional mobile telecommunications operators, competitive pressure from fixed-line and broadband service providers has increased and may continue to intensify. This trend reflects aggressive commercial strategies aimed at attracting subscribers through price competition and bundled offerings that combine mobile and fixed voice services, broadband and other digital services.

In recent years, the Brazilian fixed broadband market has been characterized by a combination of organic growth and consolidation through strategic acquisitions. Organic growth has been driven primarily by the expansion of fiber-to-the-home networks and increased penetration within existing coverage areas, although overall growth rates have moderated compared to prior periods. At the same time, market fragmentation has continued to support consolidation initiatives. While earlier phases focused on transactions among smaller regional providers seeking scale and operational efficiencies, more recent transactions and discussions have involved larger regional ISPs and national operators, reflecting a more advanced stage of consolidation. In this context, one potential opportunity for fixed broadband providers is to leverage their existing customer bases through bundled offerings that combine broadband services with mobile solutions, including those supported by neutral mobile network infrastructure.

There is also competition from other services outside the telecommunications industry, such as the global and local OTT providers who offer content and services based on the Internet, including voice calls and messaging without paying for network infrastructure. OTT applications have become so important to customers that in many cases they are bundled as free services by mobile operators. OTT communication apps have a business model that demands increased network traffic, but telecommunications companies are the ones required to finance and undertake the network infrastructure investment required to address the increased Internet traffic which comes from OTT applications.

In line with our growth strategy of services beyond connectivity, we look into new markets characterized by their own unique competitive environments. Being an orchestrator of a digital partners ecosystem requires us to develop new capabilities and agility to adapt to new markets.

E. Critical Accounting Estimates

For information about our critical accounting estimates, see our audited financial statements included elsewhere in this annual report.

Item 6. Directors, Senior Management and Employees

A. Directors and Senior Management

Board of Directors

We are administered by a Board of Directors (Conselho de Administração) and a Board of Statutory Officers (Diretoria), as well as overseen by a Fiscal Council (Conselho Fiscal). The Board of Directors has four special advisory committees: the Statutory Audit Committee (Comité de Auditoria Estatutário), the Compensation Committee (Comité de Remuneração), the Control and Risks Committee (Comité de Controle e Riscos) and the Environmental, Social & Governance Committee (Comité de Environmental, Social & Governance), all composed only of members of the Board of Directors. The Statutory Audit Committee is composed of independent members of the Board of Directors.

Directors' duties and responsibilities are determined by Brazilian law, CVM resolutions, B3's Novo Mercado rules, our By-laws (Estatuto Social) and other internal regulations, including our Code of Ethics and our Policy for Disclosure and Use of Information and Trading of Company Securities.

121


The Board of Directors is composed of five (5) to nineteen (19) members, each serving for a two-year term with the possibility of re-election.

All decisions taken by our Board of Directors are recorded in the board's minute books. The Board of Directors shall meet regularly at least six (6) and up to twelve (12) times per year, and whenever called for a extraordinary meeting by its Chairman, by any two Directors or by our Chief Executive Officer. The chairman of the Board of Directors may also invite, at his discretion, any of our key employees to the Board of Directors' meetings, in order to discuss any relevant corporate matter.

As of March 30, 2026, the composition of the Board of Directors was as set forth below, with terms of office valid until the annual shareholders' meeting to be held in 2027:

Name Title Date of Birth Date Appointed
Nicandro Durante* Chairman September 13, 1956 March 27, 2025
Claudio Giovanni Ezio Ongaro Director July 11, 1968 March 27, 2025
Alberto Mario Griselli Director April 24, 1969 March 27, 2025
Denísio Augusto Liberato Delfino Director February 02, 1979 November 3, 2025
Alessandra Michelini Director October 29, 1976 March 27, 2025
Gesner José de Oliveira Filho Director May 17, 1956 March 27, 2025
Flavia Maria Bittencourt Director January 15, 1970 March 27, 2025
Leonardo de Carvalho Capdeville Director September 4, 1969 March 27, 2025
Gigliola Bonino Director May 5, 1966 March 27, 2025
Adrian Calaza Director* March 8, 1967 March 27, 2025

*On February 25, 2026, during a meeting of the Board of Directors, Mr. Nicandro Durante tendered his resignation from the positions he then held at TIM S.A., effective as of March 31, 2026. At the same meeting, the Board of Directors elected Mr. Camillo Greco as a member of the Board of Directors and Mr. Adrian Calaza as Chairman of the Board of Directors, both with effect as of March 31, 2026.

As of March 30, 2026, Mrs. Flavia Maria Bittencourt, Mr. Denisio Augusto Liberato Delfino, Mr. Gesner Filho and Mr. Nicandro Durante* are deemed independent directors according to Brazilian independence standards.

Set forth below are brief biographical descriptions of the members of our Board of Directors:

Nicandro Durante*. Mr. Durante is a Brazilian and Italian citizen, born in September 1956, with a bachelor's degree in Business Administration issued by Pontifical Catholic University (Pontificia Universidade Católica) of São Paulo, Brazil. With almost forty years of experience in the tobacco industry, since 2011 Mr. Durante has served as Chief Executive Officer at British American Tobacco, where he has held several top management positions during the past decades, including Corporate Chief Financial Officer, Regional Director, Executive Director, Chief Operating Officer. Mr. Durante served as an Independent Director until July 2022 and also as Chief Executive Officer until 2023, of Reckitt Benckiser, a leading company in the health and care industry. Mr. Nicandro currently serves as Chairman of our Board of Directors, Compensation Committee and Environmental, Social & Governance Committee since 2019.

Adrian Calaza. Mr. Calaza holds a degree in business administration from the University of Belgrano and holds an MBA in Business Management from the University of CEMA. He has extensive and well-established experience in the telecommunications sector, having held relevant executive and governance positions throughout his career. He currently serves as Chairman of the Board of Directors of TIM S.A., and is a member of the Compensation Committee, the ESG Committee, and the Controls and Risks Committee. Previously, he served as Chief Financial Officer of the Telecom Italia Group from 2022 to 2025, as well as Chief Financial Officer of the ARCOR Group and of TIM Participações S.A. (currently TIM S.A.). Mr. Calaza also served as Chief Financial Officer of Telecom Argentina from 2009 to 2016 and, between 2007 and 2009, held the position of Corporate Administrative Services Manager. Over the course of his career, he has held several executive roles, including Investment and Control Manager at TIM Participações S.A. from 2006 to 2007 and Chief Financial Officer of

122


Telecom América Latina S.A. from 2004 to 2005. He joined the Telecom Italia Group in January 1999, where he held various positions, including Chief Financial Officer of Entel S.A. in Bolivia, a subsidiary of the Telecom Italia Group, from 2000 to 2004, and Corporate Chief Financial Officer of Telecom América Latina S.A. in Brazil.

Claudio Giovanni Ezio Ongaro. Mr. Ongaro is an Italian citizen, born in Milan, Italy, with a University Degree in Electronic Engineering awarded in 1993 by Politecnico di Milano, in Milan, Italy. Mr. Ongaro carried out his career in the telecommunications sector, holding managerial roles both in Italy and abroad, mainly in the United Kingdom, South America, Greece and the Middle East. In particular, he began his career in 1995 in Omnitel Pronto Italia by participating in the founding of the company with roles of increasing responsibility within the network. After an experience in the infrastructure services market, in 2003 he worked in cable & wireless as Group Technical Director of Mobile and, subsequently, as Senior Director of Strategy. In 2007, he joined the Orascom Group, initially in the wireless broadband field and later in the subsidiary Wind Hellas as Chief Strategy Officer and Chief of Fixed Business. From 2010 he worked in Wind Telecomunicazioni as Head of Strategy and M&A and subsequently, following the merger with H3G in 2016, in WindTre as CEO Office Director, responsible for coordinating the company's main strategic projects. He joined TIM Group in 2019. On February 2022, he was appointed Chief Strategy & Business Development Officer at TIM S.p.A.

Alberto Mario Griselli. Mr. Griselli serves as the CEO of TIM since January 2022. He joined TIM in 2019 as Chief Revenues Officer, being responsible for the Company's entire revenue generation. He is also a member of the Board of Directors of TIM SA, Chairman of the Board of Directors of TIM Brasil and a non-executive director at Digicel. Mr. Griselli graduated in Electronic Engineering from La Sapienza University in Rome and holds an MBA from Columbia University, New York. He started his career in management consulting in Italy and subsequently moved to London. He has been working in Latina America and Brazil since 2004. He has more than 25 years of experience in the telecommunications industry and has held relevant roles as Vice President for Latin America at TIMWE, a global provider of solutions for operators, and Managing Director for Brazil and Latin America of Value Partners, a management consulting firm. At the helm of TIM Brasil, he leads a cohesive team of around 10 thousand employees driving the company's high performance in mobile, paving the way to the company's expansion in adjacent markets such as digital services, broadband and B2B solutions, while integrating people, society and environment in the business strategy. Throughout his professional career, Mr. Griselli has worked on crucial aspects of companies' performance and has been leading initiatives ranging from strategic planning and transformation, turnaround and efficiency, new business development and management changes.

Denisio Augusto Liberato Delfino. Mr. Denisio is Brazilian and has extensive experience in the financial market, having served as Chief Executive Officer of BB Asset Management and as director at Previ, the largest pension fund in Brazil. He worked for more than 20 years at Banco do Brasil holding positions in areas such as Corporate Governance, Capital Markets, and Private Banking, in addition to having worked at the Ministry of Finance. He holds a Ph.D. and master's degree in Economics from Fundação Getulio Vargas (FGV) and a Bachelor's degree in Economics from the Federal University of Vicos. Until September 2025, he represented Latin America on the Board of the Principles for Responsible Investment (PRI). He is currently a member of the Board of Directors and Sustainability Committee of Neoenergia and a full member of the Fiscal Council of Gerdau. Recognized by Forbes as one of the 10 Best CEOs in 2024, he has advanced certifications in financial markets and a solid track record in ESG and investments.

Alessandra Michelini. Mrs. Michelini is a distinguished Italian executive with more than 20 years of experience in the telecommunications sector and has built her career predominantly within the TIM Group. As of September 2025, she serves as Chief Executive Officer and Chair of the Board of Telsy, the Group's cybersecurity center of excellence. Alessandra has a strong academic background, holding a degree in Electronic Telecommunications Engineering as well as two master's degrees in Business Administration and in Management. She began her journey at TIM in 2004 in the Technology Department and has since held several high-impact leadership roles, including Chief of Staff to the Chairman and CEO, and Vice President positions in Procurement, Revenue Management, Enterprise Market and more recently Chief of Transformation. She also serves on the Boards of Directors of Polo Strategico Nazionale, TIM Brasil, Olivetti, and TIM Retail. In 2025 Alessandra was included in the Most Powerful Women list, which celebrates the 50 most influential women in the Italian professional and entrepreneurial landscape.

123


124

Gesner José de Oliveira Filho. Mr. Oliveira is a partner of GO Associados and Professor of Economics at Fundação Getulio Vargas (FGV). In 2020 Mr. Oliveira has been certified as a Member of the Audit Committee (CoAud) by the Brazilian Institute of Corporate Governance (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa – IBGC). His professional experience spans both public and private sector institutions. Mr. Oliveira currently serves as a member of our Board of Directors, as Coordinator of our Statutory Audit Committee, and as member of our Control and Risks Committee and our Environmental, Social & Governance Committee. Mr. Oliveira also serves as member of the Board of Directors of Braskem and Coordinator of the Statutory Compliance and Audit Committee, Chairman of the Board of Directors of Estre Ambiental, as well as a member of the Self-Regulation Council of FEBRABAN. His prior experience includes being a member of the board of directors of Uber, Usiminas, Sabesp, CESP, Nossa Caixa and Varig. Mr. Oliveira served as Chief Executive Officer of SABESP – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (2007-11), one of the largest water companies in the world; Chairman of CADE, the Brazilian federal antitrust authority (1996-2000); Deputy Secretary for Economic Policy (1993-95) and Secretary for Economic Monitoring (1995), both at the Brazilian Ministry of Finance. He holds a Ph.D. in Economics from the University of California (Berkeley), his Master’s degree in Economics from the University of Campinas and Bachelor’s degree from the University of São Paulo. He has worked as a private consultant since the 1990s and published several books and articles in national and international journals. His work has focused on competition policy, macroeconomics, and infrastructure which are related with his experience at CADE, the Ministry of Finance, and SABESP, respectively. He was recently awarded the Jabuti Award for his book Nem Negacionismo, Nem Apocalipse – Economia do meio ambiente: uma perspectiva brasileira.

Flavia Maria Bittencourt. Mrs. Bittencourt holds a B.S. degree in Chemical Engineering from UFRJ, an Executive MBA from Fundação Dom Cabral, and other certificates from London Business School and INSEAD. Mrs. Bittencourt has an extensive professional experience across different roles and industries, including 8 years in banking sector, 10 years in telecommunications sector, and 3 years in Private Equity. Starting in 2013, she was the CEO for Sephora Latin America, and, since September 2021, she is the MD of Adidas Latin America. Until 2019, she was an independent board member of Marisa Lojas S.A. She served as an independent member of the board of directors of BRF S.A. from April 2020 until September 2025 and of Grupo Oncoclinicas from 2021 until 2025. Since May 2025, she has been a member of the board of directors of RD Saúde. Mrs. Bittencourt was an independent member of TIM Participações S.A.’s Board of Directors and Statutory Audit Committee from July 2019 to August 2020. Since 2020, she has been an independent member of our Board of Directors and Statutory Audit Committee.

Leonardo de Carvalho Capdeville. Mr. Capdeville holds a degree in electronic engineering with a specialization in telecommunications. He holds an MBA from Fundação Getúlio Vargas - FGV/RJ, as well as international specialization courses in International Program of Management Development at the Institute for Executive Development - Madrid and Disruptive Innovation at Harvard Business School. He served as a Director at Telefónica – Vivo, between 1998 and 2014, as a Board Member at CpQD – Research and Development Center, between 2017 and 2024, and as Chief Technology and Information Officer (CTIO) at TIM S.A., between 2014 and 2024. He currently holds the position of Chief Technology Officer (CTO) of Telecom Italia S.p.A.

Gigliola Bonino. Mrs. Bonino, Italian citizen, holds a degree in Economics and Business Sciences from Università degli studi di Torino – University of Turin, a qualification to practice as a Chartered Accountant (State Exam). She is also a registered auditor before the Register of Auditors of public register managed by Italian Ministero dell’Economia e delle Finanze. Immediately after graduating, she worked in financial institutions and industrial companies as a financial analyst and industrial controller. She joined the TIM Group in 1990 and in December 2021, she was appointed Head of the Financial Reporting, Accounting & Revenue Assurance of TIM S.p.A. and the TIM Group. Within the Group, she held the position of Head of Financial Statements and Group Consolidated Financial Statements of TIM S.p.A. and, previously, Head of the Consolidation Process in the context of Planning and Control. Between 2019 and 2021 she was Vice-President and Director of TIMFin, contributing to the launch of the start-up. Mrs. Bonino currently serves as Chairman of the Board of Directors of TIM Retail. In the past, she was Director of INWIT S.p.A., Daphne3, the TIM Brasil holding company and Telecom Italia Finance – Luxembourg and has also been an auditor for ASSIDA (association for complementary medical care for executives of Telecom Italia Group companies).

Camillo Greco*. Mr. Camillo Greco holds a degree in Economics from La Sapienza University in Rome in 1997 and completed an Executive MBA at INSEAD in 2005. In 1996, he started his career at JP Morgan, where


over the years he held positions of increasing responsibility in Investment Banking, both in London and Milan, including Global Head Consumer Investment Banking, Head Consumer & Retail EMEA, Co-Senior Country Officer Italy, and Head of the M&A Advisory Team. He joined the Poste Italiane Group in July 2020 as Deputy Chief Financial Officer and Head of Financial Holdings.

Board of Statutory Officers

Pursuant to our By-laws, our Board of Statutory Officers (the members of which we also refer to as our Statutory Officers) is comprised of at least three (3) and no more than twelve (12) members, who may or may not be shareholders.

The title of the members of our Board of Statutory Officers shall be as follows: (1) Chief Executive Officer, (2) Chief Financial Officer, (3) Investor Relations Officer, (4) Regulatory and Institutional Affairs Officer, (5) Legal Officer, and (6) People, Culture & Organization Officer. Each member of our Board of Statutory Officers, who serves two-year terms of office (with re-election permitted), may be elected or dismissed by our Board of Directors at any time and with no cause.

The following are the current members of the Board of Statutory Officers and their respective titles, whose terms of office will remain valid for two years from the date of appointment.

Name Title Date of Birth Date Appointed
Alberto Mario Griselli Chief Executive Officer April 24, 1969 March 28, 2025
Andréa Palma Viegas Marques Chief Financial Officer July 1, 1971 March 28, 2025
Vicente de Moraes Ferreira Investor Relations Officer August 8, 1980 July 30, 2025
Mario Girasole Regulatory and Institutional Affairs Officer June 8, 1968 March 28, 2025
Fabiane Reschke Legal Officer June 5, 1970 March 28, 2025
Maria Antonietta Russo People, Culture & Organization Officer September 19, 1972 March 28, 2025

Brief biographical descriptions of our statutory officers are set forth below.

Alberto Mario Griselli. See “—Board of Directors.”

Andréa Palma Viegas Marques. Ms. Andrea Palma Viegas Marques has a degree in Business Administration from Cândido Mendes University, and a Master Business Administration from Ibmec and to the present date has held the position of Executive Director of Planning and Control at the Company. Ms. Viegas has more than 20 years in the telecommunications sector being, 17 years in the TIM Group, performing different functions in the financial, marketing and technology areas. Throughout her career she has also worked in the Oil & Gas industry, Audit and Human Resources sectors.

Vicente de Moraes Ferreira. Mr. Ferreira holds a degree in electronics and computer engineering from the Federal University of Rio de Janeiro, an MBA from Fundação Getúlio Vargas and an executive master’s degree from ESADE Business School and Georgetown University. He started his career at TIM in IT, went through Esso Brasileira in the areas of Marketing and Sales, returning to TIM in 2006, where he worked in areas such as Marketing, Sales and Commercial Planning. Since 2010, he has been working in the Investor Relations area, becoming an officer and leading this team since 2017. In 2025, he became Vice President of Investor Relations and Strategy, adding to his list of responsibilities the construction and articulation of the Company’s strategic path.

Mario Girasole. Mr. Mario Girasole is the Regulatory and Institutional Affairs Officer of the Company since January 2009 and since 2012, he is also Vice-President for the Press Relations and the ESG departments. He is also member of the Board and Council of national and international entities, including Conexis, GSM Latin America, Italo-Brazilian Chamber of Commerce (ITALCAM) and the Brazilian Institute for Competition Studies (IBRAC). He joined TIM in 1997, for the Regulatory and Pricing area, in Rome. From 2000 to 2003, he headed, in Brussels, the TIM Group relations with the institutions of the European Union, when he was also appointed to the position of Deputy-Chairman of the European mobile sector association (GSM Europe). Starting from 2004, he was Head of

125


Public and Regulatory Affairs at Telecom Italia America Latina. During this period, he worked also as Director of Entel Bolivia and alternate Director of TIM S.A. Mr. Girasole has a PhD in Economics from University of Perugia, a Master's degree in Economics and Management from LUISS University (Rome), an LL.M. in International Business Law (UCL, London) and an MA in Contemporary Economic History (Rome 2). He also has Executive Education in Finance (London Business School and INDEAD) and General Management and Corporate Governance (Harvard School of Government, Columbia Business School and INSEAD). Mr. Girasole was awarded as Knight (2014) and Officer (2018) of the Order of the Star of Italy by the President of the Italian Republic "for promoting friendly relations and co-operation with other countries and ties with Italy." In Brazil, he was awarded with the Peacemaker Medal and the Medal of the Army by the Ministry of Defense (2018) and with the Order of Rio Branco (2023) by the Ministry of Foreign Affairs. Moreover, Mr. Girasole has been granted Honorary Citizenship of city of Rio de Janeiro (2022) and the Tiradentes Medal by the Legislative Assembly of the State of Rio de Janeiro (2025).

Fabiane Reschke. Mrs. Fabiane Reschke, Brazilian citizen born in Veranópolis, Rio Grande do Sul, Brazil, with a university degree in Law issued in 1993 by the Pontifical Catholic University of Rio Grande do Sul. Has over 20 years of experience in managing legal departments, 3 years of experience in the broadcasting industry, 13 years of experience in telecommunications and 8 years of experience in the insurance industry. From 1997 to 2000, lawyer at Grupo RBS de Comunicações. Between 2000 and 2007, Legal Director of Terra Networks Brasil S.A, the Internet access provider of the Telefonica Group. Between 2008 and 2011, Legal Director of Telefonica Brasil S.A and Vivo S.A. Between 2011 and 2013, Legal Director of SulAmérica S.A. From 2013 to 2015, Chief Executive Officer of the Presidency Cabinet of Telefonica S.A, and from 2016 to 2022, Legal and Institutional and Governmental Relations Director of SulAmérica S.A.

Maria Antonietta Russo. Ms. Russo holds a degree in work and organizational psychology from Sapienza Università di Roma and a specialization in work and organizational psychology from Scuola Romana di Psicologia del Lavoro e dell'Organizzazione. Ms. Russo has served in several executive positions at Telecom Italia Group companies, starting her career in the area of people management at TIM Italia. She worked from 2004 to 2007 at TIM Brasil, first in the management area and then as Director of Development and Education. Since 2007 she has held various positions at TIM Italia including, most recently, Head of Development for Group companies from 2010 to 2012, Head of Training from 2012 to 2014, Head of Development and New Capabilities from 2014 to 2016, Head of People Development and Education from 2016 to 2018 and Regional Head of Human Resources from 2018 to 2019.

There are no family relationships among any of our directors and statutory officers, nor any arrangement or understanding with major shareholders, customers or suppliers pursuant to which any director or executive officer was selected.

Statutory Audit Committee

The current composition of the Statutory Audit Committee consists of three independent members of our Board of Directors, elected by our Board of Directors.

The following were the members of our Statutory Audit Committee as of March 30, 2026:

Name Date of Birth Date Appointed
Gesner José de Oliveira Filho (Coordinator)(*) May 17, 1956 March 28, 2025
Flavia Maria Bittencourt January 15, 1970 March 28, 2025
Nicandro Durante September 13, 1956 March 28, 2025

(*) Audit committee financial expert.

Effective as of March 31, 2026, Mr. Denisio Augusto Liberato Delfino will replace Mr. Nicandro Durante as a member of the Statutory Audit Committee.

The Statutory Audit Committee was originally created and its original set of members appointed at TIM Participações S.A.'s shareholders' meeting held on December 12, 2013, in accordance with Rule 10A-3 under Section 301 of the Sarbanes-Oxley Act of 2002, or Sarbanes-Oxley, and CVM Resolution 23/2021. After the merger


of TIM Participações S.A. into the Company, the Statutory Audit Committee of the surviving company was created and approved by the Company at our shareholders' meeting held on July 29, 2020.

The Statutory Audit Committee is composed of at least 3 (three) and at the most 5 (five) independent members of our Board of Directors, all elected by the Board of Directors, who serve two-year terms of office, matching the terms of the members of the Board of Directors. Re-election is permitted up to, for a maximum period of 10 years. Members of the Statutory Audit Committee may be dismissed by our Board of Directors at any time and without cause.

The Statutory Audit Committee's general duties and responsibilities under Brazilian corporate law, our By-laws and its internal rules, include: (i) issuing its opinion on the hiring and dismissal of the independent auditor responsible for the audit services on the financial statements, as well as any other services, whether or not they are audit services; (ii) analyzing the annual work plan, discussing the result of the activities performed, the revisions made and assessing the performance of the independent auditors; (iii) supervising the activities of the independent auditors with the purposes of assessing their independence, the quality and the adequacy of the services provided to the Company, including, to the extent allowed by the legislation, assisting in the solution of any divergences between the management and the independent auditors with respect to the presentation of the financial statements; (iv) supervising the activities performed by the internal audit, analyzing, for such purpose, the annual work plan, discussing the result of the activities performed, the revisions made and assessing the performance of the internal auditors; (v) supervising and analyzing the effectiveness, quality and integrity of the internal control mechanisms, in order to, among other things, monitor compliance with provisions related to: (a) presentation of the financial statements, including the quarterly financial information and other interim statements; and (b) the information and measurements disclosed based on adjusted accounting data and on non-accounting data, which add elements that are not provided for in the structure of the usual reports of the financial statements; (vi) to have tools for receiving and treatment of information about non-compliance with legal and regulatory provisions applicable to the Company, in addition to internal regulations and codes, including provision for specific procedures to protect the provider and confidentiality of information; (vii) evaluating whistleblower reports, anonymous or otherwise, related to any accounting, any impact on Sox (Sarbanes-Oxley Act) controls, internal controls or audit matters, received by the Company, as well as suggesting the measures that may be taken; (viii) examining, assessing and issuing its opinion, previously, on whether the agreements to be executed between the Company or its controlled companies, on one side, and the controlling shareholder or its controlled companies, affiliated or under the same control or the controlling companies of the latter, or parties related to the Company, on the other side, comply with the standards normally adopted in the market in transactions of the same nature between independent parts, based on the material submitted by the Company's management, and the Statutory Audit Committee may request additional clarifications or opinions of independent third parties, whenever it deems necessary; (ix) preparing summarized annual report, to be presented together with the financial statements, containing the description of: (a) its activities, the results and conclusions reached and the recommendations made; and (b) any situations in which there are significant divergences among the Company's management, the independent auditors and the Statutory Audit Committee with respect to the Company's financial statements; (x) assessing and monitoring the risk exposures of the Company, being authorized to request detailed information on policies and procedures related to: (a) the compensation of the management; (b) the use of the Company's assets; and (c) the expenses incurred on behalf of the Company; (xi) evaluating, monitoring and recommending to the Management the correction or improvement of the Company's internal policies, including the policy of transactions with related parties; and (xii) evaluating the quarterly information, interim statements and financial statements.

Fiscal Council

The current composition of the Fiscal Council consists of two pairs elected by our controlling shareholder and one pair elected by the minority shareholders, each pair consisting of one full member and one alternate member. The following are the current full members of our Fiscal Council, whose terms of office will be valid until the annual shareholders' meeting to be held in 2026:

Name Date of Birth Date Appointed
Walmir Urbano Kesseli (Chairman) August 28, 1959 March 27, 2025
Heloisa Belotti Bedicks August 25, 1960 March 27, 2025
Elias de Matos Brito July 28, 1965 March 27, 2025

The annual shareholders' meeting to be held on March 31, 2026 will elect the members of the Fiscal Council for a term of office to last until the annual shareholders' meeting to be held in 2027.

Under Brazilian corporate law, our By-laws and the internal rules of the Fiscal Council, the Fiscal Council's general duties and responsibilities include monitoring the actions of management and verifying its compliance with legal 659 duties and appropriate statutes; providing opinions regarding management's annual report, business plans and budgets; and performing reviews of, and opinions regarding our financial statements. All members serve independently from the Company in their capacities on the Fiscal Council.

Other Committees

We have other non-statutory committees including a Compensation Committee, a Control and Risks Committee and an Environmental, Social & Governance Committee.

Compensation Committee

The Compensation Committee was established by the TIM Participações S.A.'s Board of Directors on September 30, 2008, and, after the merger into us, by its shareholders' meeting on July 29, 2020, to: (1) prepare proposals for our Board of Directors regarding allotment of the overall annual remuneration approved by general shareholders' meeting; (2) provide our Board of Directors with proposals concerning the remuneration of our statutory officers; (3) evaluate the compensation criteria of our statutory officers; (4) monitor the performance of the decisions taken by management and our policies relating to senior executive compensation; and (5) analyze other matters concerning the compensation of our members, as delegated by the Board of Directors.

The members of our Compensation Committee are appointed and dismissed by our Board of Directors. The Compensation Committee shall be composed of at least 3 (three) and at the most 5 (five) members, all elected by the Board of Directors.

As of March 30, 2026, the following were the members of our Compensation Committee:

Name Date of Birth Date Appointed
Nicandro Durante(Chairman) September 13, 1956 March 28, 2025
Claudio Giovanni Ezio Ongaro July 11, 1968 March 28, 2025
Alessandra Michelini October 29, 1976 March 28, 2025

Effective as of March 31, 2026, Mr. Adrian Calaza will replace Mr. Nicandro Durante as Chairman of the Compensation Committee.

Control and Risks Committee

The Control and Risks Committee was established by the TIM Participações S.A.'s Board of Directors on September 30, 2008, and, after the merger into us, by its shareholders' meeting on July 29, 2020, tasked with the following responsibilities: (i) recommending internal control measures to be adopted by the Board of Directors establishing the specific authority of the Board of Statutory Officers and the limits of such specific authority, subject to the provisions of the By-laws, as well as deciding on the assignment of new functions to the Directors; (ii) monitoring the Company's compliance with our corporate governance policy and periodically updating the same; (iii) without prejudice to the competence of the Board of Directors, recommending procedures for better supervision of the management of the Directors; (iv) acknowledging the internal audit work plan reviewed by the Company's Statutory Audit Committee in accordance with the Company's By-laws; (v) approving the Risk & Compliance department's work plan and monitoring compliance with the same; (vi) reviewing and evaluating periodic reports issued in accordance with the internal control and risk management system by the internal audit department and the compliance department and, in connection with the same, requesting that the internal audit department review specific operational areas or that the compliance department develop new procedures; (vii) requesting information from the Board of Statutory Officers regarding specific processes or issues of the Company and/or its subsidiaries,


whenever it deems appropriate; (viii) supervising and monitoring issues related to the social responsibility of the Company, aiming at the sustainable development of the Company and/or its subsidiaries, and monitoring the Company's compliance with the principles established in our Code of Ethics and Conduct; and (ix) analyzing any other matters related to the internal control of the Company as are delegated by the Board of Directors.

The members of our Control and Risks Committee are appointed and dismissed by our Board of Directors. The Control and Risks Committee shall be composed of at least 3 (three) and at the most (5) five members, all elected by the Board of Directors.

As of March 30, 2026, the following were the members of our Control and Risks committee:

Name Date of Birth Date Appointed
Denísio Augusto Liberato Delfino (Chairman) February 02, 1979 November 3, 2025
Gesner José de Oliveira Filho May 17, 1956 March 28, 2025
Adrian Calaza March 8, 1967 March 28, 2025
Gigliola Bonino May 5, 1966 March 28, 2025
Claudio Giovanni Ezio Ongaro July 11, 1968 March 28, 2025

Environmental, Social & Governance Committee

The Environmental, Social & Governance Committee was established by our Board of Directors on December 10, 2020, to: (i) evaluate the plan and general strategy of the Company's ESG plan ("ESG Plan") that will consolidate the ESG action plans, projects, proposals and initiatives, and how they may be organized and integrated into the internal processes and organizational structures for implementation of the ESG Plan by the Company, in line with the best practices of the market and the legislation in force; (ii) review the goals and indicators panel of the Company's ESG Plan, and recommend its approval by the Board of Directors; (iii) to follow up and routinely monitor the execution of the ESG Plan and its indicators; (iv) in the course of the monitoring described in item (c) above, inform the Board of Directors and the Statutory Audit Committee ("CAE") and the Control and Risks Committee ("CCR"), as the case may be, of situations involving ESG topics and approaches with potential impact on the Company's image, reputation and equity; (v) request to the Company's management, through its Chief Executive Officer, for any risk analysis or opportunities in the ESG area, whenever deemed necessary and appropriate for the effort of preventive performance or for the proper management of environmental, social and governance issues; (vi) recommend to the Board of Directors the approval of corporative norms and procedures related to ESG issues, as well as the adoption of actions for their disclosure and for monitoring their compliance; (vii) review the ESG reports, institutional communications and initiatives with public repercussion regarding the environmental, social and governance issues, and to recommend and suggest changes and possible improvements to the Board of Directors; (viii) recommend adherence or continuity in national or international "Protocols", "Principles", "Agreements", "Pacts", "Initiatives" and "Treaties", directly or indirectly related to ESG; (ix) recommend to the Board of Directors, whenever deemed necessary, development or improvement programs to the management's members, executives or employees, in order to provide training and disseminate knowledge in the ESG area; and (xi) recommend the adoption of actions to strengthen the ESG culture in the Company.

The members of our Environmental, Social & Governance Committee are appointed and dismissed by our Board of Directors. The Environmental, Social & Governance Committee shall be composed of at least 3 (three) and at the most 5 (five) members, all elected by the Board of Directors.

As of March 30, 2026, the following were the members of our Environmental, Social & Governance Committee:

Name Date of Birth Date Appointed
Nicandro Durante (Chairman) September 13, 1956 March 28, 2025
Claudio Giovanni Ezio Ongaro July 11, 1968 March 28, 2025
Alberto Mario Griselli April 24, 1969 March 28, 2025
Gesner José de Oliveira Filho May 17, 1956 March 28, 2025
Gigliola Bonino May 5, 1966 March 28, 2025

Effective as of March 31, 2026, Mr. Adrian Calaza will replace Mr. Nicandro Durante as Chairman of the Environmental, Social & Governance Committee.

B. Compensation

At the Board of Directors Meeting held on February 25, 2026, the Company’s directors voted in favor of a total annual compensation in the aggregate amount of approximately R$56,084 thousand, of which: R$47,498 thousand are allocated to our statutory officers, R$3,024 thousand are allocated to members of our committees, approximately R$702 thousand are allocated to our fiscal council members and approximately R$4,860 thousand are allocated as compensation to our Board of Directors during 2026. The aforementioned compensation was approved in the annual shareholders meeting held on March 27, 2025. The statutory officers’ and directors’ compensation is composed of fixed remuneration, benefits, bonuses, short-term incentive and participation in long-term incentive plans. Accordingly, we did not set aside or accrue any amounts to provide pension, retirement or similar benefits to our officers and directors during 2025. The aggregate compensation to our statutory officers in the year ended December 31, 2025, including fixed remuneration, benefits, bonuses, short-term incentive and long-term incentive plans, was approximately R$42.2 million considering INSS (approximately R$39.9 million without INSS).

Our statutory officers and other managers are eligible to receive a short-term incentive (Management by Objectives, or MBO) bonuses. The general criteria for the MBO bonus are approved by our Board of Directors and provide that eligible statutory officers and other managers may receive an amount calculated based on the organizational roles and certain pre-established performance targets.

Some key officers are also eligible to participate in a long-term incentive plan. The 2021-2023 and the 2024-2026 programs have a duration of three years. The general criteria for the program are approved by our Board of Directors and provide that eligible participants may receive shares in part through the achievement of long-term strategic goals (or so-called performance shares) and in part by remaining employed with us until the completion of the vesting period (or so-called restricted shares).

For the year ended on December 31, 2025, each member of our Board of Directors received annual compensation on average of R$1,1 million considering INSS (R$0,9 million without INSS) and each member of our Fiscal Council received annual compensation of R$0,2 million considering INSS (R$0,2 million without INSS), paid pro rata according to each member’s time of service on such body.

C. Board practices

See “—A. Directors and Senior Management” and “—B. Compensation.”

D. Our Employees

On December 31, 2025, we had 8,706 full-time employees. We do not employ a significant number of temporary employees. The following tables show a breakdown of our employees as of December 31, 2025, 2024 and 2023.

As of December 31,
2025 2024 2023
Network & Information Technology 1,808 2,025 2,128
Sales and marketing 3,801 3,843 3,840
Customer care 1,845 1,898 1,896
Support and other 1,252 1,361 1,411
Total number of employees 8,706 9,127 9,275

During the year ended December 31, 2025, we implemented significant changes to our organizational structure. These measures included a company-wide workforce streamlining across all departments, as part of a redesign


aimed at improving efficiency, accelerating digitalization and reducing hierarchical layers. We also restructured our network operations by outsourcing network monitoring activities to a strategic partner, which enhanced operational efficiency and supported the advancement of our digital capabilities.

Our employees are represented by state-level unions affiliated with the National Federation of Telecommunications Workers, the Interstate Federation of Telecommunications Services Researchers and Workers and the FREE Federation. We negotiate collective bargaining agreements and profit-sharing programs with these federations and unions on an annual basis. Management considers our labor relations to be satisfactory, and we did not experience any work stoppages during 2025.

Employee Benefit Pension Plans

We and our former subsidiaries have defined benefit and defined contribution plans in place.

In general, defined benefit plans establish a specific retirement benefit amount that an employee will receive upon retirement, usually dependent on one or more factors such as age, length of service and compensation. The defined benefit obligation, recognized in the balance sheet, is calculated annually by independent actuaries. The present value of defined benefit obligation is determined by discounting estimated future cash outflows, using interest rates consistent with market yields, which are denominated in the currency in which benefits will be paid and which have maturities close to those of the respective pension plan liabilities. The actuarial gains and losses resulting from changes in actuarial assumptions are recorded within shareholders' equity as other comprehensive income, as incurred.

Regarding defined contribution plans, the value of the complementary benefit is established only at the time of granting, based on the accumulated balance resulting from the contributions to the plan and the profitability of the investments during the contributory phase. We contribute to private pension insurance plans on a mandatory, contractual, or voluntary basis. The contributions are recognized as employee benefit expenses when due.

Due to corporate reorganizations, we assumed responsibility for all of our former subsidiaries' pension plans.

The oldest pension plans, closed to new members, are managed by Icatu Fundo Multipatrocinado. Funcesp, currently Vivest, manages a defined benefit pension plan of AES Atimus, merged in 2011, later called TIM Fiber and now TIM S.A. The Icatu Fundo Multipatrocinado, a pension fund management company in Brazil, has managed since 2013 (after a two-year evaluation process of multiemployer pension fund management companies) five different plans: (i) Defined Benefit Plan – PBS Tele Celular Sul; (ii) Defined Benefit Plan – PBS Tele Nordeste Celular; (iii) Defined Contribution Plan – TIMPREV Nordeste; (iv) Defined Contribution Plan – TIMPREV Sul; and (v) Defined Contribution Plan – Intelig Gente.

For new employees, we now offer the supplementary defined contribution plan managed by Icatu Seguros. Until September 2023, this benefit was offered by Itaú Vida e Previdência S.A.

Share-Based Compensation Plan

We operate share-based compensation plans, which consists of performance shares and/or restricted shares, under which we receive the services of certain employees in consideration for equity granted. The fair value of the employee's services is recognized as an expense, with a compensating entry to capital reserves, and are determined by reference to the fair value of the shares granted. Non-market-related vesting conditions are included in the assumptions underlying the number of shares which will vest. The total expense amount is recognized during the period over which the rights vest, when specific vesting conditions should be fulfilled. On the balance sheet date, the entity reviews its estimates regarding the number of shares which will vest, based on the non-market-related vesting conditions. It recognizes the effect of this review of initial estimates, if any, in the statement of income, with a corresponding adjustment to the capital reserve.

Amounts paid to employees, net of any directly attributable transaction costs, are credited to capital reserve and share issuance premium reserve, if applicable, when options are exercised or shares are granted.

131


Under the Dodd-Frank Act requirement, that was recently implemented by SEC, all listed companies are required to adopt a "clawback policy" mandating the recovery of "excess" incentive-based compensation (i.e., compensation based on the company's financial reporting measures) that was "erroneously" paid.

E. Share Ownership

As of December 31, 2025, our board members, fiscal council members and statutory officers, owned, in the aggregate, 802,438 common shares, which represented $0.03\%$ of our common shares outstanding. Accordingly, each of our directors or statutory officers beneficially owns less than one percent of outstanding common shares.

Some key officers are also eligible to participate in a long-term incentive plan (share-based incentives plans) for which compensation is based on performance targets for our share price, as further described in “—B. Compensation” and “—D. Our Employees—Share-Based Compensation Plan.”

F. Disclosure of a registrant's action to recover erroneously awarded compensation.

To implement Section 954 of the Dodd-Frank Wall Street Reform and Consumer Protection Act of 2010 ("Dodd-Frank Act"), which added Section 10D to the Securities Exchange Act of 1934 ("Exchange Act"), companies with securities registered with the Securities and Exchange Commission and listed on the New York Stock Exchange are required to develop and implement a policy providing for the recovery, in the event of a required accounting restatement, of incentive-based compensation received by current or former executive officers where that compensation is based on erroneously reported financial information, or a clawback policy. Our clawback policy has been filed as an exhibit to this annual report on Form 20-F.

As of the date of this annual report, no recovery analysis or actions were triggered under our clawback policy to recover erroneously awarded compensation.

Item 7. Major Shareholders and Related Party Transactions

A. Major Shareholders

The following table sets forth information relating to the ownership of common shares by TIM Brasil and our officers and directors, as of December 31, 2025. We are not aware of any other shareholder that beneficially owns more than $5\%$ of our common shares.

Name of owner Common Shares Owned Percentage of Outstanding Common Shares
TIM Brasil Serviços e Participações S.A. 1,631,246,000 68.19%
All our officers and directors as a group* 802,438 0.03%
Total 1,632,048,438 68.22%
  • Represents less than 1%.

Since TIM Brasil owns $68.19\%$ of our outstanding common shares, it has the ability to control the election of our Board of Directors and to determine the direction of our strategic and corporate policies. The common shares held by TIM Brasil have the same voting rights as the common shares held by other holders and TIM Brasil has no special voting rights beyond those ordinarily accompanying the ownership of our common shares.

As of December 31, 2025, there were 95,004,293 common shares represented by ADSs. As of such date, the number of common shares represented by ADSs represented $3.97\%$ of our total capital.

TIM Brasil is a publicly-held category B company, wholly owned Brazilian subsidiary of Telecom Italia Finance S.A., which in turn is a wholly owned Dutch subsidiary of Telecom Italia S.p.A., or Telecom Italia. Telecom Italia is a corporation organized under the laws of the Republic of Italy. In turn, the largest shareholder of Telecom Italia is Poste Italiane S.p.A. (27.32%), both of which are able to exercise significant influence over Telecom Italia. See "Item 4. Information on the Company—C. Organizational Structure."


Telecom Italia and its subsidiaries (the “Telecom Italia Group”), operate mainly in Europe, the Mediterranean Basin and South America. The Telecom Italia Group is engaged principally in the communications sector and, particularly, the fixed and mobile national and international telecommunications sector. The group is focused currently on digitalization and accordingly is investing in the development of its ultra-broadband network and new technologies.

Significant Changes in Percentage Ownership of Principal Shareholders

None.

Shareholders’ Agreements

None.

B. Related Party Transactions

As of December 31, 2025, we did not owe to our affiliates any amounts arising out of outstanding intercompany loans. We had assets and liabilities in amounts of R$91,064 million and R$962,475 million, respectively, as of December 31, 2025, with companies of the Telecom Italia Group (see Note 34 of our financial statements).

Guarantees of Obligations of our Subsidiaries

For more information on our guarantees of obligations of our subsidiaries, see “Item 5. Operating and Financial Review and Prospects—B. Liquidity and Capital Resources—Sources of Funds—Financial Contracts.”

Agreement between Telecom Italia and TIM S.A.

At the extraordinary shareholders’ meeting to be held on March 31, 2026, our shareholders will deliberate on the extension of the Cooperation and Support Agreement, originally executed on May 30, 2007, with Telecom Italia, which is currently set to expire on April 30, 2026, for an additional 12-month period until April 30, 2027. The purpose of this agreement was to enable us, to benefit from Telecom Italia’s internationally recognized expertise, built throughout years of operation in more mature and developed markets. The cooperation and support activities to be performed by the parties will be focused on adding value to our operations through:

  • Benefiting from Telecom Italia’s experience and industrial capacity as one of the major players in the European market;
  • Applying the systems/services/processes/best practices that were largely used in the Italian market and may be easily customized for the Brazilian market through limited investments and mitigated implementation risks; or
  • An increase in efficacy by adopting in-house solutions that have been widely tested and used.

The extended term of the agreement provides for a total price cap of €2,278,456 (two million, two hundred and seventy-eight thousand, four hundred and fifty-six Euros). The price cap represents the maximum consideration to be paid by us for all the services and support rendered by Telecom Italia during 2026 and 2027 under the agreement, if approved by the extraordinary shareholders’ meeting.

C. Interests of Experts and Counsel

Not applicable.

Item 8. Financial Information

A. Consolidated Statements and Other Financial Information

See “Item 18. Financial Statements.”


134

Legal Proceedings

We are subject to judicial and administrative proceedings, including civil, criminal, labor, environmental, tax and regulatory claims covering a wide range of matters arising in the ordinary course of business. We have adopted a policy of analyzing each such proceeding and making a judgment as to whether a loss is probable, possible or remote. We make provisions for legal proceedings to which we are a party to when we determine that losses are probable and can be reasonably estimated. For civil (non-consumer), labor, tax and regulatory proceedings in which the risk of loss has been classified as possible, no provision is made, and these proceedings are not expected to have a material adverse effect on our business or financial situation. Our judgment is always based on the opinion of our legal advisors and in-house lawyers. For consumer claims, we make an additional provision taking into consideration the claims for which the risk of loss is classified as probable and, also, a part of the total amount of the consumer claims that has been classified as possible, according to the opinion of our legal advisors and in-house counsel. Accrual balances are adjusted to account for changes in circumstances for ongoing matters and the creation of additional accruals for new matters. Although we believe that the current level of accruals is adequate, changes in the future could impact these determinations.

In this annual report on Form 20-F, we disclose in detail those legal proceedings which we and our legal advisors have determined to be material, along with overall summaries and the aggregate value of our legal proceedings where risk of loss is probable. See Note 23 to our financial statements.

Consumer Lawsuits

As of December 31, 2025, we were party to consumer lawsuits at the judicial and administrative levels for which an amount of R$133,178 thousand (R$148,429 thousand as of December 31, 2024) was accounted. These lawsuits generally relate to questions regarding alleged improper billing, contract cancellation, quality of services and undue restriction.

PROCON and Other Consumer Actions

We are involved in judicial and administrative proceedings brought by the Brazilian Consumer Protection Agency (which is composed, among other entities, by Procons – Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor), and various state public prosecutor’s offices for which amount of R$119,954 thousand as of December 31, 2025 (R$321,156 thousand as of December 31, 2024) was accounted. These proceedings arise from consumer complaints related to alleged: (i) failures in the provision of network services; (ii) issues related to quality care; (iii) contractual violations; and (iv) misleading advertising.

Former Trade Partners

We are a defendant in lawsuits filed by certain former commercial partners for alleged breach of contract. The amount involved in such lawsuits was R$41,146 thousand as of December 31, 2025 (R$51,519 thousand as of December 31, 2024).

Social, Environmental, and Infrastructure

As of December 31, 2025, we were party to lawsuits with various actors arising from issues of environmental licensing and installation/operation licensing, actions directed at network infrastructure and environmental issues. We have accounted for in connection with such lawsuits an amount of R$47,564 thousand as of December 31, 2025 (R$1,574 thousand as of December 31, 2024).

Legal Claims due to Regulatory matters

TIM are involved in legal proceedings relating to regulatory matters, including claims arising from fines imposed by regulatory authorities. We have accounted for in connection with such claims an amount of R$74,388 thousand as of December 31, 2025 (R$51,914 thousand as of December 31, 2024


135

Other

We are also party to other civil claims brought by several third parties mentioned above, in respect of, among others: (i) renewal of lease agreements; (ii) equity subscription of shares; (iii) compensation claims; (iv) alleged breach of contract; and (v) debt actions. We have accounted for in connection with such civil claims an amount of R$50,496 thousand as of December 31, 2025 (R$21,019 thousand as of December 31, 2024).

Labor Claims

A significant percentage of our labor claims relate to claims filed by current or former employees of service providers who, in accordance with Brazilian labor legislation, allege that we are responsible for labor-related obligations not satisfied by the service provider companies. We had 1,347 labor claims with a probable risk of loss as of December 31, 2025, (1,545 as of December 31, 2024). The amount involved in such labor claims with probable risk of loss was R$161,133 thousand as of December 31, 2025 (R$184,343 thousand as of December 31, 2024).

There are a series of labor claims, brought by former employees of Docas economic group (Gazeta Mercantil, JB do Brasil, etc). These plaintiffs have filed claims requesting the inclusion of Holdco Participações Ltda (the former controlling shareholder of Intelig) or TIM Participações as defendants, requesting the payment of the court decision by TIM, due to alleged formation of an economic group.

Social Security Claims

We are currently subject to 27 social security claims, with a probable loss amount of R$35,783 thousand as of December 31, 2025 (compared to R$24,755 thousand as of December 31, 2024). The majority of these claims relate to legal uncertainty with respect to the tax basis that should be used for the calculation of our social security on payroll.

There are social security claims for payment of federal social security debts of the Docas Economic Group, requesting the inclusion and financial liability of Holdco Participações Ltda (the former controlling shareholder of Intelig), TIM Participações or TIM S.A., due to the alleged formation of an economic group.

Antitrust Claims

In 2023, an Administrative Inquiry was conducted against TIM, Vivo and Claro to investigate alleged refusals to contract and sham litigation towards the company BASE (as described below).

BASE is a provider of value-added services (VAS), winner of the bidding notices aimed at providing connectivity to serve public schools, however the concept of connectivity is more comprehensive, corresponding to telecommunications services and SVA.

However, discussions involving telecommunications providers and BASE revolve around regulatory issues, considering BASE's inability to provide telecommunications services due to the fact that it does not hold a telecommunications license, a practice prohibited by Brazilian regulations. The proceedings at ANATEL have been concluded but are still ongoing at CADE.

Tax Claims

Federal Taxes

The total amount of federal tax claims assessed against the Company with a possible risk of loss (except for claims involving regulatory taxes, such as FUST/FUNTTEL/FISTEL, which are described below) was R$4,991,390 thousand as of December 31, 2025 (R$5,084,626 thousand as of December 31, 2024).

The total amount of federal taxes assessed against the Company with a probable risk of loss (except for claims involving regulatory taxes, such as FUST/FUNTTEL/FISTEL, which are described below) was R$307,323 thousand as of December 31, 2025 (R$257,191 thousand as of December 31, 2024).


The most relevant claims assessed are:

  • Tax carryforward losses and CSLL, negative basis compensation disallowance; challenge to the goodwill expenses deduction; disallowance of withholding tax compensation due to an alleged lack of documental support; lack of payment of tax carryforward loss/CSLL due on a monthly estimate basis; fine for failure to present digital files; failure to comply with requirements and procedures related to regional tax incentives from Superintendence for the Development of the Northeast (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste) (“Sudene”). The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$1,225,208 thousand as of December 31, 2025 (R$1,836,078 thousand as of December 31, 2024).

  • Alleged improper credits that resulted in tax carryforward losses and CSLL negative basis compensation disallowance. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$289,676 thousand as of December 31, 2025 (R$259,073 thousand as of December 31, 2024).

  • CSLL on exchange variation resulting from swap operations accounted for on a cash basis. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was successfully resolved in December 31, 2025 (R$81,398 thousand as of December 31, 2024).

  • Withholding tax collection on income of residents abroad, including those remitted as international roaming and payment to unidentified beneficiaries, as well as the payment of CIDE on royalties remittances abroad, including international roaming. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$232,657 thousand as of December 31, 2025 (R$289,098 thousand as of December 31, 2024).

  • Alleged failure to calculate and collect corporate income tax, PIS/COFINS and CSLL due to total or partial disregard, by the Brazilian Internal Revenue Service (Receita Federal do Brasil), of the compensations proceeded and from tax carryforward loss negative balance calculated on previous years. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$351,801 thousand as of December 31, 2025 (R$331,962 thousand as of December 31, 2024).

  • Disallowance of PIS/COFINS credits on inputs – expenses and costs that, according to the Company's assessment, were intrinsically related to its operational activities. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$349,532 thousand as of December 31, 2025 (R$310,737 thousand as of December 31, 2024).

  • Disallowance of PIS and COFINS credits arising from the exclusion of ICMS from the PIS and COFINS tax basis, potentially resulting in an amount due given the offsetting transactions carried out. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$1,825,929 thousand as of December 31, 2025 (R$1,599,761 thousand as of December 31, 2024).

  • Operating profit: challenge by the RFB regarding the alleged improper use of the 75% IRPJ tax reduction benefit related to Sudene, due to questions about the filing of the supporting reports. The amount in controversy, classified as possible contingency, was R$ 355,624 thousand as of December 31, 2025 (with no corresponding balance as of December 31, 2024).

State Taxes

The total amount of state tax claims assessed against us with a possible risk of loss was R$12,960,732 thousand as of December 31, 2025 (R$11,106,211 thousand as of December 31, 2024). The total amount of state tax claims assessed against us with a probable risk of loss was R$453,376 thousand as of December 31, 2025 (R$374,183 thousand as of December 31, 2024).

The most relevant claims assessed are:


  • Alleged incorrect deduction of unconditional discounts offered to customers in the ICMS basis of calculation, as well as penalties for alleged noncompliance with an accessory obligation. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$534,669 thousand as of December 31, 2025 (R$1,422,103 thousand as of December 31, 2024).

  • Use of tax benefit (Program for the Economic, Integrated and Sustainable Development of the Federal District – PRO-DF) granted by the state tax authority, which was later declared unconstitutional by the Brazilian Supreme Court. Additionally, the Company was assessed due to alleged undue credit of ICMS resulting from interstate purchase of goods with tax benefit granted in the state of origin. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$536,534 thousand as of December 31, 2025 (R$490,283 thousand as of December 31, 2024).

  • ICMS credits reversal and credits arising from the acquisition of fixed assets. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$715,792 thousand as of December 31, 2025 (R$830,234 thousand as of December 31, 2024).

  • ICMS credit entries and debt reversals, identification and documentation support of amounts and information included in clients' bills, such as the tax rate and credits granted, as well as credits arising from ICMS substitution or nontaxable operations. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$4,872,070 thousand as of December 31, 2025 (R$4,511,091 thousand as of December 31, 2024).

  • Appropriation of ICMS credits originated from operational energy consumption and acquisition. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$83,607 thousand as of December 31, 2025 (R$77,999 thousand as of December 31, 2024).

  • Alleged conflict between the information filed in the accessory obligations and the tax collection as well as the charge of specific penalty for noncompliance with those obligations. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$1,258,266 thousand as of December 31, 2025 (R$1,122,373 thousand as of December 31, 2024).

  • Alleged non-payment of ICMS due to the loss of reversed debits related to prepaid service, as well as alleged undue ICMS credit on goods alleged to have benefited from reduction in the calculation basis. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$2,248,803 thousand as of December 31, 2025 (R$1,041,955 thousand as of December 31, 2024).

  • ICMS credits entries regarding the tax treatment of handsets loan operations. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$237,426 thousand as of December 31, 2025 (R$165,459 thousand as of December 31, 2024).

  • Charge of ICMS related to subscription services excluded from taxation due to its classification as non-telecommunication services. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$261,438 thousand as of December 31, 2025 (R$241,433 thousand as of December 31, 2024).

Municipal Taxes

The total amount of municipal tax claims assessed against the Company with a possible risk of loss was R$1,988,271 thousand as of December 31, 2025 (R$1,876,629 thousand as of December 31, 2024). The total amount of municipal tax claims assessed against the Company with a probable risk of loss was R$11,862 thousand as of December 31, 2025 (R$10,216 thousand as of December 31, 2024).

The most relevant claims assessed are:


  • Charge of ISS tax and penalties due to the supposed lack of collection over the Company’s revenue accounts. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$1,673,534 thousand as of December 31, 2025 (R$1,558,393 thousand as of December 31, 2024).

  • Alleged lack of ISS collection regarding import services or services performed in other municipalities. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$106,438 thousand as of December 31, 2025 (R$98,781 thousand as of December 31, 2024).

  • Constitutionality of the collection of the Inspection Fee for Operation (Taxa de Fiscalização de Funcionamento – TFF) by municipal authorities of different locations. The amount in controversy, classified as a possible contingency, was R$154,989 thousand as of December 31, 2025 (R$170,074 thousand as of December 31, 2024).

Regulatory taxes

The total amount of FUST, FUNTTEL, TFI, FISTEL and EBC tax claims assessed against the Company with a possible risk of loss was R$4,509,635 thousand as of December 31, 2025 (R$4,171,940 thousand as of December 31, 2024).

The total amount of FUST, FUNTTEL, TFI, FISTEL and EBC tax claims assessed against the Company with a probable risk of loss was R$123,485 thousand as of December 31, 2025 (R$117,994 thousand as of December 31, 2024).

The main discussion involves the collection of FUST and FUNTTEL followed by a discussion of the issuance by ANATEL of Ordinance No. 07/2005, specifically aiming at the collection of these contributions on interconnection revenues earned by telecommunications services providers from the date upon which Law No. 9,998/2000 came into force.

Material Proceedings with Adverse Director, Management or Affiliate

None.

Dividend Policy

Under our By-laws and our Results Allocation Policy, we are required to distribute an aggregate amount equal to at least 25% of our adjusted net income to our shareholders, either as dividends or as tax-deductible interest on shareholders’ equity. We may also make additional distributions to the extent of available distributable profits and reserves. The Company is also subject to mandatory distribution requirements and, to the extent of distributable profits and reserves, is accordingly required to pay dividends to us. All of the aforementioned distributions may be made as dividends or as tax-deductible interest on shareholders’ equity.

Brazilian corporations may make payments to shareholders characterized as interest on shareholders’ equity (juros sobre capital próprio) as an alternative form of making dividend distributions to the shareholders, according to Law No. 9,249/1995. The rate of interest may not be higher than the Brazilian Federal Government’s long-term interest rate as determined by BNDES from time to time. As previously mentioned, dividends will be subject to income tax in Brazil as of January 1, 2026, following the enactment of Law No. 15,270 on November 27, 2025, which introduced a material change to a long-standing tax exemption regime applicable to profits and dividends. Under the prior regime, in force since 1996, profits and dividends were broadly exempt from taxation. The new law reverses this approach, effective as of the 2026 calendar year, by reintroducing the taxation of profits and dividends for certain beneficiaries, including, as a general rule, non-resident individuals and legal entities.

Interest on shareholders’ equity paid to shareholders is deductible from the corporation’s net income for tax purposes and the distributions are subject to withholding tax.

For the purposes of Brazilian corporate law, and in accordance with our By-laws, adjusted net income is an amount equal to net profit adjusted to reflect allocations to and from:

138


  • the legal reserve; and
  • contingency reserves.

We are required to maintain a legal reserve to which we must allocate 5% of net income for each fiscal year until the amount for such reserve equals 20% of our capital. However, we are not required to make any allocations to our legal reserve in respect of any fiscal year in which our legal reserve, together with our other capital reserves, exceeds 30% of our capital. Losses, if any, may be charged against the legal reserve.

Brazilian corporate law also provides for two discretionary allocations of net income that are subject to approval by the shareholders at the annual meeting. First, a percentage of net income may be allocated to a contingency reserve for anticipated losses that are deemed probable in future years. Any amount so allocated in a prior year must be either reversed in the fiscal year in which the loss was anticipated if such loss does not in fact occur or written off in the event that the anticipated loss occurs. Second, if the mandatory distributable amount exceeds the sum of realized net income in a given year, such excess may be allocated to unrealized revenue reserve. Under Brazilian corporate law, realized net income is defined as the amount of net income that exceeds the net positive result of equity adjustments and profits or revenues from operations with financial results after the end of the next succeeding fiscal year.

Under Brazilian corporate law, any company may, as a term in its By-laws, create a discretionary reserve that authorizes the allocation of a percentage of a company's net income to the discretionary reserve and must also indicate the purpose, criteria for allocation and a maximum amount of the reserve. Our By-laws authorize the allocation of the net income balance not allocated to the payment of the mandatory minimum dividend to a supplementary reserve for the expansion of corporate business, not to exceed 80% of the capital.

We may also allocate a portion of our net income for discretionary appropriations for plant expansion and other capital investment projects, the amount of which would be based on a capital budget previously presented by our management and approved by shareholders. Under Brazilian corporate law, capital budgets covering more than one year must be reviewed at each annual shareholders' meeting. After completion of the relevant capital projects, we may retain the appropriation until the shareholders vote to transfer all or a portion of the reserve to capital realized.

The amounts available for distribution may be further increased by a decrease in the contingency reserve for anticipated losses anticipated in prior years but not realized. The amounts available for distribution are determined on the basis of financial statements prepared in accordance with IFRS, as issued by IASB.

The legal reserve is subject to approval by the shareholders voting at the annual meeting and may be transferred to capital but is not available for the payment of dividends in subsequent years. Our calculation of net income and allocations to reserves for any fiscal year are determined on the basis of financial statements prepared in accordance with CVM rules and Brazilian corporate law.

Under Brazilian corporate law, a company is permitted to suspend the mandatory dividend in respect of common shares not entitled to a fixed or minimum dividend if:

  • its management (board of directors and board of statutory officers) and fiscal council report to the shareholders' meeting that the distribution would be incompatible with the financial circumstances of that company; and
  • the shareholders ratify this conclusion at the shareholders' meeting.

In this case,

  • the management must forward to CVM within five days of the shareholders' meeting an explanation justifying the information transmitted at the meeting; and
  • the profits which were not distributed are to be recorded as a special reserve and, if not absorbed by losses in subsequent fiscal years, are to be paid as dividends as soon as the financial situation permits.

139


For the purposes of Brazilian corporate law, 25% of the net income after income tax and social contribution for such fiscal year, net of any accumulated losses from prior fiscal years and any amounts allocated to warrants and employees' and management's participation in a company's profits, shall be distributed as dividends.

Payment of Dividends

We are required by law and by our By-laws to hold an annual shareholders' meeting by April 30 of each year, at which, among other things, an annual dividend may be declared by decision of our shareholders on the recommendation of our statutory officers, as approved by our Board of Directors. The payment of annual dividends is based on the financial statements prepared for the fiscal year ending December 31. Under Brazilian corporate law, dividends are required to be paid within 60 days following the date the dividend is declared to shareholders of record on such declaration date, unless a shareholders' resolution sets forth another date of payment, which in any event shall occur prior to the end of the fiscal year in which such dividend was declared.

A shareholder has a three-year period from the dividend payment date to claim dividends in respect of its shares, after which we have no liability for such payment. Because our shares are issued in book-entry form, dividends with respect to any share are credited to the account holding such share. We are not required to adjust the amount of paid-in capital for inflation. Annual dividends may be paid to shareholders on a pro rata basis according to the date when the subscription price is paid to us.

B. Significant Changes

None.

Item 9. The Offer and Listing

A. Offer and Listing Details

Our common shares are listed on the Novo Mercado segment of the B3, under the symbol "TIMS3," and our ADSs are listed on the NYSE, under the symbol "TIMB" as a result of the consummation of the Merger and the approval of the listing of our shares on the Novo Mercado segment of the B3 and our succession as successor issuer to TIM Participações under Rule 12g-3(a) promulgated under the Exchange Act. Prior to October 2020, the common shares of TIM Participações S.A. were listed under the symbol "TIMP3" and its ADSs listed on the NYSE under the symbol "TSU."

The table below sets forth, for the indicated periods, the high and low closing prices of our ADSs on the NYSE, in U.S. dollars, and our common shares on the B3, in reais. On December 31, 2025, the last reported sales price of our common shares on the B3 was R$21.34 and on December 31, 2025, the last reported sales price of our ADSs on the NYSE was U.S.$19.45. As of December 31, 2025, the U.S. dollar-real exchange rate, using the selling rate as reported by the Central Bank, was R$5.5018 per U.S.$1.00

NYSE B3
High Low High Low
(in U.S.$ per ADS) (in reais per common share)
Year ended
December 31, 2023 18.94 10.20 18.58 10.75
December 31, 2024 13.13 11.59 15.84 14.36
December 31, 2025 22.79 11.37 24.30 13.76
Year ended December 31, 2023
First quarter 12.94 10.20 13.29 10.75
Second quarter 15.75 11.91 15.25 12.11
Third quarter 16.01 14.04 15.55 13.69
Fourth quarter 18.94 14.33 18.58 14.74
Year ended December 31, 2024

NYSE B3
High Low High Low
First quarter 17.86 16.39 17.74 15.93
Second quarter 17.66 13.94 18.01 15.03
Third quarter 16.90 13.70 18.45 15.27
Fourth quarter 16.87 11.59 18.41 14.36
Year ended December 31, 2025
First quarter 15.59 11.37 17.91 13.76
Second quarter 18.99 12.97 20.83 15.47
Third quarter 21.22 16.78 22.54 18.76
Fourth quarter 22.79 19.24 24.30 21.34
Month ended
January 31, 2025 13.33 11.37 15.78 13.76
February 28, 2025 15.14 13.33 17.47 15.43
March 31, 2025 15.59 13.81 17.91 15.95
April 30, 2025 15.65 12.97 17.79 15.47
May 31, 2025 16.66 15.25 18.92 17.47
June 30, 2025 18.99 16.27 20.83 18.43
July 31, 2025 19.51 16.78 21.35 18.76
August 31, 2025 20.41 17.76 21.95 19.70
September 30, 2025 21.22 19.73 22.54 21.35
October 31, 2025 22.53 19.70 24.08 21.58
November 30, 2025 22.79 21.42 24.30 23.26
December 31, 2025 21.91 19.24 23.41 21.34
January 31, 2026 24.16 19.91 25.24 21.61
February 27, 2026 27.50 23.45 28.35 24.66
March 27, 2026 26.53 24.62 27.28 25.97

At an extraordinary shareholders meeting held on August 31, 2020, our shareholder approved, among other things: (1) the Merger, in accordance with the Merger Agreement, executed on July 29, 2020, upon which the shareholders of TIM Participações became entitled to receive 2,420,447,019 new common shares issued by us, applying, as substitution ratio the attribution of one common share issued by us for one common share issued by TIM Participações; (2) our adherence to the Novo Mercado listing at B3, and (3) amendments to our By-laws. See "Item 4. Information on the Company—A. History and Development of the Company."

In order to join the Novo Mercado, we entered into a Novo Mercado Participation Agreement with the B3. Through this agreement, which became effective on September 28, 2020, we are required to comply with heightened requirements relating to corporate governance and disclosure of information to the market. Additionally, as of such date, our shares started trading on the Novo Mercado segment of the B3. Pursuant to the Novo Mercado Regulations, we are not permitted to issue preferred shares, participation bonuses or any kind of shares with restricted voting rights.

At an extraordinary shareholders meeting held on June 22, 2011, TIM Participações S.A.'s shareholders approved, among other things: (1) the conversion of all of TIM Participações S.A.'s preferred shares into common shares, at a ratio of 0.8406 common shares for each preferred share; (2) TIM Participações S.A.'s adherence to the Novo Mercado rules and the transfer of trading of the shares issued by it to the Novo Mercado; and (3) amendments to TIM Participações S.A.'s By-laws.

In order to join the Novo Mercado, TIM Participações entered into a Novo Mercado Participation Agreement with the B3. Through this agreement, which became effective on July 27, 2011, TIM Participações was required to comply with heightened requirements relating to corporate governance and the disclosure of information to the market. Additionally, as of such date, TIM Participações S.A.'s shares started trading on the Novo Mercado segment of the B3. Pursuant to the Novo Mercado Regulations, TIM Participações was not permitted to issue preferred shares, participation bonuses or any kind of shares with restricted voting rights.


Prior to August 2, 2011, TIM had common shares and preferred shares listed on the B3 under the symbols “TCSL3” and “TCSL4,” respectively. Our ADSs listed on the NYSE each represented 10 preferred shares. As part of our migration to the Novo Mercado listing segment of the B3, our preferred shares ceased to trade on August 2, 2011. On August 4, 2011, our ADSs representing preferred shares ceased to trade on the NYSE. From August 3, 2011, we only had common shares traded on the Novo Mercado listing segment of the B3, by using the symbol “TIMP3” and as from August 5, 2011, our ADSs representing five common shares instead of ten preferred shares commenced trading on the NYSE.

Starting on October 13, 2020, TIM common shares began trading on the B3 under the symbol “TIMS3.” Starting on October 16, 2020, our ADSs began trading on the regular basis on the NYSE, each representing five common shares, under the symbol “TIMB.”

B. Plan of Distribution

Not applicable.

C. Markets

Our common shares are listed on the Novo Mercado segment of the B3 under the symbol “TIMS3” and our ADSs are listed on the NYSE, under the symbol “TIMB.” For additional detail, see “—A. Offer and Listing Details.”

Trading on the Brazilian Stock Exchanges

B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão

The B3 is the only Brazilian Stock Exchange on which equity and debt securities issued by Brazilian companies are traded.

Trading on the B3 is conducted every business day, from 10:00 a.m. to 5:00 p.m., on an electronic trading system called “PUMA.” Trading is also conducted between 6:00 p.m. and 7:30 p.m., in an after-market system. The “after-market” trading is the scheduled after the close of principal trading sessions, when investors may send purchase and sell orders and make trades through the home broker system. This after-market trading is subject to regulatory limits on price volatility of securities traded by investors operating on the Internet.

When shareholders trade shares or units on the B3, the trade is settled in two business days after the trade date, without adjustments to the purchase price. The seller is ordinarily required to deliver the shares or units to the exchange on the second business day following the trade date. Delivery of and payment for shares or units are made through the facilities of Central Depositária of B3 clearing house.

In order to maintain control over the fluctuation of the B3 index, B3 has adopted a “circuit breaker” system pursuant to which trading sessions may be suspended for a period of 30 minutes or one hour whenever the B3 index falls below 10% or 15%, respectively, in relation to the closing index levels of the previous trading session. The B3 also implemented a 15% limit, up or down, on price fluctuations in shares traded on the spot market. The minimum and maximum price is based on a reference price for each asset, which will be the previous session’s closing quote, when considering the asset at the beginning of the day before the first trade, or the price of the day’s first trade. The asset’s reference price will be altered during the session if there is an auction sparked by the intraday limit being breached. In this case the reference price will become whatever results from the auction.

Although the Brazilian equity market is Latin America’s largest in terms of market capitalization, it is smaller and less liquid than the major U.S. and European securities markets. Moreover, B3 is less liquid than the NYSE and other major exchanges in the world. Although any of the outstanding shares of a listed company may trade on a Brazilian stock exchange, in most cases fewer than half of the listed shares are actually available for trading by the public, the remainder being held by small groups of controlling persons, governmental entities or one principal shareholder. Trading on Brazilian stock exchanges by non-residents of Brazil is subject to registration procedures.

142


Trading on Brazilian stock exchanges by a holder not deemed to be domiciled in Brazil, for Brazilian tax and regulatory purposes (a “non-Brazilian holder”), is subject to certain limitations under Brazilian foreign investment legislation. With limited exceptions, non-Brazilian holders may only trade on Brazilian stock exchanges in accordance with the requirements of Resolution CMN 4,373 (that replaced Resolution CMN 2,689). Resolution CMN 4,373 (that replaced Resolution CMN 2,689) requires that securities held by non-Brazilian holders be maintained in the custody of, or in deposit accounts with, financial institutions and be registered with a clearinghouse duly authorized by the Central Bank and the CVM. In addition, Resolution CMN 4,373 (that replaced Resolution CMN 2,689) requires non-Brazilian holders to restrict their securities trading to transactions on Brazilian stock exchanges or qualified over-the-counter markets. With limited exceptions, non-Brazilian holders may not transfer the ownership of investments made under Resolution CMN 4,373 (that replaced Resolution CMN 2,689) to other non-Brazilian holders through a private transaction. See “Item 10. Additional Information—E. Taxation—Brazilian Tax Considerations” for a description of certain tax benefits extended to non-Brazilian holders who qualify under Resolution CMN 4,373 (that replaced Resolution CMN 2,689).

Differentiated Levels of Corporate Governance and the Novo Mercado

In order to increase the transparency of the Brazilian capital markets and protect minority shareholders’ rights, the B3 has implemented certain new initiatives, including:

  • a classification system referred to as “Differentiated Levels of Corporate Governance” applicable to the companies already listed on the B3; and
  • a new separate listing segment for qualifying issuers referred to as the Novo Mercado.

The Differentiated Levels of Corporate Governance, Basic Levels, Level 1 and Level 2, are applicable to listed companies that voluntarily comply with special disclosure and corporate governance practices established by the B3. The companies may be classified into different levels, depending on their degree of adherence to the B3’s practices of disclosure and corporate governance.

The Novo Mercado is a separate listing segment for the trading of shares issued by companies that voluntarily adopt certain additional corporate governance practices and disclosure requirements which are more demanding than those required by the current law in Brazil. Companies may qualify to have their shares traded in the Novo Mercado, if, in addition to complying with the Level 2 corporate governance practices referred to above, their capital stock consists only of voting common shares.

Below we highlight some of corporate governance practices required by the Novo Mercado listing segment of the B3. These are fully implemented by us:

  • only common shares, with voting rights;
  • 100% tag along, with the same conditions for all shareholders in transfer of control;
  • establishment and maintenance of Internal Audit Department, Compliance Department and Audit Committee (statutory or non-statutory);
  • public offer required in case of delisting from Novo Mercado;
  • at least two or 20% of board members must be independent (whichever is greater);
  • listed companies’ commitment to maintain a free float of at least 20% or 15%, in case of an average daily trading volume above R$20 million;
  • structuring and release of the evaluation process of the board of directors, its committees and the executive board;

143


  • elaboration and release of the following policies (i) compensation; (ii) appointment of members of the board of directors, its advisory committees and statutory board; (iii) risk management; (iv) transaction with related parties; and (v) securities trading, with minimum content (except for the remuneration policy); and
  • simultaneous release, in English and Portuguese, of material facts, information on earnings and press releases of results.

On May 20, 2011, the Board of Directors of TIM Participações recommended to the extraordinary general shareholders' meeting of the Company its migration to the Novo Mercado listing segment of the B3 (at that time, the BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros), which took place on June 22, 2011. With this migration TIM Participações moved to the highest level of corporate governance.

On August 31, 2020, the Extraordinary Shareholders' Meeting of TIM Participações, our sole and controlling shareholder before the consummation of the Merger, approved our migration to the Novo Mercado listing segment of the B3, which took place on September 28, 2020. As a result, we continue to be listed on the Novo Mercado, the highest level of corporate governance.

B3 Market Arbitration Panel

Pursuant to Law No. 9,307/96, a Market Arbitration Panel, or the Panel, has been established by B3. The Panel was established to settle certain types of disputes, including disputes relating to corporate governance, securities issues, financial regulatory issues and other capital market matters, with respect to B3 listed companies that have undertaken to voluntarily comply with Level 2 and Novo Mercado levels of corporate governance and disclosure. The Panel will provide a forum for dispute resolution involving, among others, the B3, the applicable listed company and the shareholders, directors and management of the applicable listed company.

Regulation of Brazilian Securities Markets

The Brazilian securities markets are principally governed by Law No. 6,385, of December 7, 1976, and Brazilian corporate law, each as amended and supplemented, and by regulations issued by the CVM, which has authority over stock exchanges and the securities markets in general; the National Monetary Council; and the Central Bank, which has, among other powers, licensing authority over brokerage firms and regulates foreign investment and foreign exchange transactions.

These laws and regulations, among others, provide for licensing and oversight of brokerage firms, governance of the Brazilian stock exchanges, disclosure requirements applicable to issuers of traded securities, restrictions on price manipulation and protection of minority shareholders. They also provide for restrictions on insider trading. Accordingly, any trades or transfers of our equity securities by our officers and directors, our controlling shareholders or any of the officers and directors of our controlling shareholders must comply with the regulations issued by the CVM.

Under Brazilian corporate law, a corporation is either publicly-held (companhia aberta), as we are, or closely held (companhia fechada). All publicly-held companies are registered with the CVM and are subject to reporting requirements. We have the option to ask that trading in securities on the B3 be suspended in anticipation of a material announcement. Trading may also be suspended on the initiative of the B3 or the CVM, based on or due to, among other reasons, a belief that a company has provided inadequate information regarding a material event or has provided inadequate responses to inquiries by the CVM or the B3.

The Brazilian over-the-counter market consists of direct trades between individuals in which a financial institution registered with the CVM serves as intermediary. No special application, other than registration with the CVM, is necessary for securities of a public company to be traded in this market. The CVM requires that it be given notice of all trades carried out in the Brazilian over-the-counter market by the respective intermediaries.

Trading on the B3 by non-residents of Brazil is subject to limitations under Brazilian foreign investment and tax legislation. The Brazilian custodian for our common shares on behalf of the depositary for the ADSs, has obtained registration from the Central Bank to remit U.S. dollars abroad for payments of dividends, any other cash

144


distributions, or upon the disposition of the shares and sales proceeds thereto. In the event that a holder of ADSs exchanges common shares for ADSs, the holder will be entitled to continue to rely on the custodian’s registration for five business days after the exchange. Thereafter, the holder may not be able to obtain and remit U.S. dollars abroad upon the disposition of our common shares or upon distributions relating to our common shares, unless the holder obtains a new registration. See “Item 10. Additional Information—B. Memorandum and Articles of Association.”

Brazilian regulations also require that any person or group of persons representing the same interest that has directly or indirectly acquired an interest corresponding to 5% of a type or class of shares of a publicly traded company must provide such publicly traded company with information on such acquisition and its purpose, and such company must transmit this information to the CVM. If this acquisition causes a change in the corporate control or in the administrative structure of the company, as well as when such acquisition triggers the obligation of making a public offering in accordance with CVM Resolution 44/21, then the acquiring entity shall disclose this information to the applicable stock exchanges and the appropriate Brazilian newspapers. Regulations also require disclosure of any subsequent increase or decrease of 5% or more in ownership of common shares, including warrants and debentures convertible into common shares in the same terms above.

Trading on the New York Stock Exchange (“NYSE”)

We are a “controlled company” and a “foreign private issuer” within the meaning of the NYSE corporate governance standards. Under the NYSE rules, a controlled company is exempt from certain NYSE corporate governance requirements. In addition, a foreign private issuer may elect to comply with the practice of its home country and not to comply with certain NYSE corporate governance requirements, including the requirements that (1) a majority of the board of directors consist of independent directors, (2) a nominating and corporate governance committee be established that is composed entirely of independent directors and has a written charter addressing the committee’s purpose and responsibilities, (3) a compensation committee be established that is composed entirely of independent directors and has a written charter addressing the committee’s purpose and responsibilities and (4) an annual performance evaluation of the nominating and corporate governance and compensation committees be undertaken. Although we have similar practices, they do not entirely conform to the NYSE requirements, therefore, we currently use these exemptions and intend to continue using them.

Code of Business Conduct and Ethics

Although adoption of a code of ethics is not required by Brazilian Corporate Law, we implemented not only a code of ethics regulating the conduct of our managers in connection with the registration and control of financial and accounting information and their access to privileged and nonpublic information and data to comply with the requirements of Sarbanes-Oxley and NYSE rules, but also trainings and e-learnings to guarantee the understanding by the leadership. The current version was approved by our Board of Directors at the meeting held on December 6, 2023. See “Item 16B. Code of Ethics.”

D. Selling Shareholders

Not applicable.

E. Dilution

Not applicable.

F. Expenses of the issue

Not applicable.

Item 10. Additional Information

A. Share Capital

Not applicable.

145


B. Memorandum and Articles of Association

The following summarizes certain material provisions of TIM’s By-laws and the Brazilian corporate law, the main bodies of regulation governing us. Copies of TIM’s By-laws have been filed as exhibits to this annual report on Form 20-F. Except as described in this section, TIM’s By-laws do not contain provisions addressing the duties, authority or liabilities of the directors and senior management, which are instead established by Brazilian corporate law.

Registration

TIM’s By-laws have been registered with the Public Registry of the state of Rio de Janeiro under company number (NIRE) 33.300.324.631.

Corporate Purpose

Article 3 of our By-laws provides that our corporate purpose is to:

(1) implement, expand, operate and provide any kind of electronic communications services and their contents, under the applicable legislation; (2) build, manage, implement, execute, operate and provide maintenance services, or commercialize infrastructure for private or third-parties use; (3) commercialize goods, provide services, develop activities and practice any acts and/or legal transactions, direct or indirectly, or which are complementary, related or bounded to the services or activities stated in the corporate purpose; and (4) hold interest in the capital of other business or non-business companies.

Without prejudice to the development of new services or activities, we may, among other activities:

(1) commercialize, rent, lend, provide installation and/or maintenance services to the necessary or useful goods related to the services provision stated in the corporate purpose, such as, handsets, electronic devices, computers and others, its accessories and replacement parts; (2) promote, import and export necessary goods and services related to the execution of the activities stated in the corporate purpose; (3) provide administrative, consulting, advisory and planning services; (4) provide services and/or develop activities related to the IoT, AI and others; (5) provide services regarding information technology and internet, such as, licensing services or assignment of right of use computer programs, technical support services, including installation, configuration, development and maintenance of programs, of computing systems and database, and processing of data services; (6) provide services of information security, of monitoring and of georeferencing; (7) provide marketing and advertising campaign support and marketing services of its own or third parties, including, the activities of preparing and sending offers, advertising materials and publicity to clients, through any physical or virtual medium; (8) provide commercial representation and insurance representative services; (9) provide services to financial institutions, including correspondent banking, under the applicable legislation, such as, but not restricted to: (i) receipt and forwarding of proposals for the opening of deposit and savings accounts held by the contracting institution; (ii) receipt and forwarding of proposals for credit and leasing operations granted to the contracting institution, as well as other monitoring services; and (iii) receipt and forwarding of proposals for the supply of credit cards under the responsibility of contracting institution; (10) buy, sell or disclose, through any kind of electronic communication, digital goods or assets, such as, e-books, audiobooks, journals and others; (11) promote charging and data management services; (12) generate and sell electricity in wholesale and retail markets, in compliance with the regulations of the National Electric Energy Agency (ANEEL); (13) engage in any other activities related or akin to the previous items.

Company Management

According to our By-laws, our Board of Directors is comprised of at least five and at most 19 permanent members. The following is a description of some of the provisions of our By-laws concerning the Board of Directors:

  • the Board of Directors has the power to decide on the execution of agreements by the Company or by its controlled companies relating to loans, financing or other transactions involving indebtedness to the

146


Company or its controlled companies, whose total value is higher than R$500 million, as set forth in Article 22, Item XIII;

  • the Board of Directors has the power to divide the total global remuneration amount established by the Shareholders’ Meeting among the Directors and Officers of the Company, as the case may be; and
  • the Board of Directors has the power to authorize the Company, as well as its controlled companies and affiliates, to enter into, amend or terminate shareholders’ agreements.

There are no provisions in the By-laws with respect to:

  • a director’s power to vote on a proposal in which such director is materially interested;
  • a director’s power to vote compensation to him or herself in the absence of an independent quorum;
  • borrowing powers exercisable by the directors;
  • age limits for retirement of directors;
  • required shareholding for director qualification; or
  • disclosure of share ownership.

The statutory officers are the Company’s representative and executive body, and each one of them shall act within his/her respective scope of authority. Following is a description of some of the provisions of our By-laws concerning the Board of Statutory Officers:

  • the power to decide on the participation of the Company or its controlled companies in any association and, once it does not require the merger or acquisition of a company, in any joint venture, consortium or any similar structure;
  • the power to decide on the appointment of the Company and its controlled companies’ representatives in other companies or associations in which they participate; and
  • the power to decide on the execution of agreements by the Company or by its controlled companies of loans, financing or other transactions implying indebtedness to the Company or its controlled companies, whose total value is equal to or lower than R$500 million, provided that certain provisions of the By-laws are observed.

Rights Relating to Our Shares

Dividend Rights

Under our By-laws, we are required to distribute an aggregate amount equal to at least 25% of our adjusted net income to our shareholders, either as dividends or as tax-deductible interest on shareholders’ equity. We may also make additional distributions to the extent of available distributable profits and reserves.

Brazilian corporations may make payments to shareholders characterized as interest on shareholders’ equity (juros sobre capital próprio) as an alternative form of making dividend distributions to the shareholders. The interest rate may not be higher than the Brazilian Federal Government’s long-term interest rate as determined by BNDES from time to time. As previously mentioned, dividends will be subject to income tax in Brazil as of January 1, 2026, following the enactment of Law No. 15,270 on November 27, 2025, which introduced a material change to a long-standing tax exemption regime applicable to profits and dividends. Under the prior regime, in force since 1996, profits and dividends were broadly exempt from taxation. The new law reverses this approach, effective as of the 2026 calendar year, by reintroducing the taxation of profits and dividends for certain beneficiaries, including, as a general rule, non-resident individuals and legal entities. Interest on shareholders’ equity paid to shareholders is deductible from the corporation’s net income for tax purposes and the distributions are subject to withholding tax.

147


For the purposes of Brazilian corporate law, and in accordance with our By-laws, adjusted net income is an amount equal to net profit adjusted to reflect allocations to and from:

  • the legal reserve; and
  • contingency reserves.

We are required to maintain a legal reserve, to which we must allocate 5% of net income for each fiscal year until the amount for such reserve equals 20% of our capital. However, we are not required to make any allocations to our legal reserve in respect of any fiscal year in which our legal reserve, together with our other capital reserves, exceeds 30% of our capital. Losses, if any, may be charged against the legal reserve.

Brazilian corporate law also provides for two discretionary allocations of net income that are subject to approval by the shareholders at the annual meeting. First, a percentage of net income may be allocated to a contingency reserve for anticipated losses that are deemed probable in future years. Any amount so allocated in a prior year must be either reversed in the fiscal year in which the loss was anticipated if such loss does not in fact occur, or written off in the event that the anticipated loss occurs. Second, if the mandatory distributable amount exceeds the sum of realized net income in a given year, such excess may be allocated to unrealized revenue reserve. Under Brazilian corporate law, realized net income is defined as the amount of net income that exceeds the net positive result of equity adjustments and profits or revenues from operations with financial results after the end of the next succeeding fiscal year.

Under Brazilian corporate law, any company may, as a term in its By-laws, create a discretionary reserve that authorizes the allocation of a percentage of a company's net income to the discretionary reserve and must also indicate the purpose, criteria for allocation and a maximum amount of the reserve. The Company's By-laws authorize the allocation of the net income balance not allocated to the payment of the mandatory minimum dividend to a supplementary reserve for the expansion of corporate business, not to exceed 80% of the capital.

We may also allocate a portion of our net income for discretionary appropriations for plant expansion and other capital investment projects, the amount of which would be based on a capital budget previously presented by our management and approved by shareholders. Under Brazilian corporate law, capital budgets covering more than one year must be reviewed at each annual shareholders' meeting. After completion of the relevant capital projects, we may retain the appropriation until the shareholders vote to transfer all or a portion of the reserve to capital realized.

The amounts available for distribution may be further increased by a decrease in the contingency reserve for anticipated losses anticipated in prior years but not realized. The amounts available for distribution are determined on the basis of financial statements prepared in accordance with IFRS.

The legal reserve is subject to approval by the shareholders voting at the annual meeting and may be transferred to capital but is not available for the payment of dividends in subsequent years. Our calculation of net income and allocations to reserves for any fiscal year are determined on the basis of financial statements prepared in accordance with CVM rules and IFRS.

Under Brazilian corporate law, a company is permitted to suspend the mandatory dividend in respect of common shares not entitled to a fixed or minimum dividend if:

  • its management (Board of Directors and Board of Statutory Officers) and Fiscal Council report to the shareholders' meeting that the distribution would be incompatible with the financial circumstances of that company; and
  • the shareholders ratify this conclusion at the shareholders' meeting.

In this case,

  • the management must forward to CVM within five days of the shareholders' meeting an explanation justifying the information transmitted at the meeting; and

148


  • the profits which were not distributed are to be recorded as a special reserve and, if not absorbed by losses in subsequent fiscal years, are to be paid as dividends as soon as the financial situation permits.

For the purposes of Brazilian corporate law, 25% of the net income after income tax and social contribution for such fiscal year, net of any accumulated losses from prior fiscal years and any amounts allocated to warrants and employees' and management's participation in a company's profits, shall be distributed as dividends.

Payment of Dividends

We are required by law and by our By-laws to hold an annual shareholders' meeting by April 30 of each year, at which, among other things, an annual dividend may be declared by decision of our shareholders on the recommendation of our statutory officers, as approved by our Board of Directors.

The payment of annual dividends is based on the financial statements prepared for the fiscal year ending December 31. Under Brazilian corporate law, dividends are required to be paid within 60 days following the date the dividend is declared to shareholders of record on such declaration date, unless a shareholders' resolution sets forth another date of payment, which in any event shall occur prior to the end of the fiscal year in which such dividend was declared.

A shareholder has a three-year period from the dividend payment date to claim dividends in respect of its shares, after which we have no liability for such payment. Because our shares are issued in book-entry form, dividends with respect to any share are credited to the account holding such share. We are not required to adjust the amount of paid-in capital for inflation. Annual dividends may be paid to shareholders on a pro rata basis according to the date when the subscription price is paid to us.

Voting Rights

Each common share entitles the holder to one vote at meetings of shareholders.

Rights to share in any surplus in the event of liquidation

We may be liquidated in the cases provided by law, or upon the decision of shareholders at a shareholders' meeting, which shall determine the method of liquidation, elect the liquidator and install the fiscal council for the liquidation period, electing its members and determining their respective remuneration.

Meeting of Shareholders

According to Brazilian law and CVM's regulations, shareholders must be previously notified through a notice published three times in Brazilian official gazettes in order for an annual or extraordinary shareholders' meeting to be held. The notification must occur at least 21 days prior to the meeting scheduled date. If the meeting so noticed is not held for any reason on first notice, a second notification must be published at least eight days before the second meeting date.

On the first notice, meetings may be held only if shareholders holding at least one-fourth of voting shares are represented. Extraordinary meetings for the amendment of the By-laws may be held on the first notice only if shareholders holding at least two-thirds of the voting capital are represented. On a second call, the meetings are held regardless of quorum.

Pursuant to our By-laws and Brazilian corporate law, shareholders at our annual shareholders' meeting, which is required to be held within the first four months following the end of the fiscal year, will convene to:

  • take the management accounts; examine, discuss and vote on the financial statements;
  • decide on the uses to which the net income of the fiscal year should be put and on the distribution of dividends; and
  • elect the members of the Fiscal Council and, when applicable, the members of the Board of Directors.

149


An extraordinary shareholders' meeting shall be convened whenever our interests so require.

Pursuant to our By-laws and Brazilian corporate law, the following actions, among others, are exclusive powers of the shareholders' meeting:

  • to amend the By-laws;
  • to decide on the appraisal of assets given by shareholders to pay up capital stock;
  • to decide on the our transformation, merger, takeover and split-up; its dissolution and liquidation; to appoint and remove liquidators and appreciate their accounts;
  • to suspend the rights of shareholders not in compliance with their duties imposed by-law, the By-laws or the Novo Mercado Listing Rules;
  • to elect and remove, at any time, the members of the Board of Directors and the Fiscal Council;
  • to determine the global or individual remuneration of the Board of Directors, Board of Statutory Officers and the Fiscal Council;
  • to annually take the accounts of the management and decide on the submitted financial statements;
  • to decide where we shall file a civil liability lawsuit against the management for losses in our assets as provided by law;
  • to resolve in compliance with all provisions of any law, the By-laws or the Novo Mercado rules about capital stock increase by means of subscription of new shares, and on the issuance of any other bonds or securities, whether in Brazil or abroad and whenever the limit of the authorized capital has been attained;
  • to decide on the withdrawal from the register of publicly-held companies before the CVM;
  • to decide on our delisting from the Novo Mercado listing segment;
  • to choose a company to prepare an opinion concerning the appraisal of our shares in the event of cancellation or delisting; and
  • to previously approve the execution of loan agreements, management agreements and technical support services agreements, between us or our controlled companies, on the one side, and our controlling shareholder or its controlled companies, affiliated or under the same control or the controlling companies of the latter, or parties related to us, on the other side, after prior assessment of the Statutory Audit Committee to the effect that the terms and conditions of the agreement in question are in compliance with standards normally adopted in the market for transactions of the same nature between independent parties.

Preemptive Rights

Except in the case of a public offering of ordinary shares or convertible debentures, public subscription or a public tender offer (whereby such actions must be authorized by the Board of Directors in accordance with article 22, section II of the By-laws), each of our shareholders has a general preemptive right to subscribe shares in any capital increase, in proportion to its shareholding. A minimum period of 30 days following the publication of notice of the capital increase is allowed for the exercise of the right, and the right is transferable.

Preemptive rights to purchase shares may not be offered to U.S. holders of the ADSs unless a registration statement under the Securities Act is effective with respect to the shares underlying those rights or an exemption from the registration requirements of the Securities Act is available. Consequently, if you are a holder of our ADSs who a U.S. person is or is located in the United States, you may be restricted in your ability to participate in the exercise of preemptive rights.

150


Right of Redemption

Subject to certain exceptions, the common shares are redeemable by shareholders exercising withdrawal rights in the event that shareholders representing over 50% of the voting shares adopt a resolution at a duly convened shareholders meeting to:

  • reduce the mandatory distribution of dividends;
  • change our corporate purpose;
  • participate in a group of companies;
  • split up, subject to the conditions set forth by Brazilian corporate law; and
  • merge or consolidate ourselves with another company.

The redemption right expires 30 days after publication of the minutes of the relevant shareholders' meeting. The management bodies may call a general meeting to reconsider any action giving rise to redemption rights within 10 days following the expiration of those rights if they determine that the redemption of shares of dissenting shareholders would jeopardize our financial stability.

Brazilian corporate law excludes dissenters' rights in such cases for holders of shares that have a public float rate higher than 50% and that are "liquid." Shares are defined as being "liquid" for these purposes if they are part of the B3 Index or another stock exchange index (as defined by CVM). For as long as our shares are part of any qualifying market index, the right of redemption shall not be extended to our shareholders with respect to decisions regarding our merger or consolidation with another company, or the participation in a group of companies as defined by Brazilian corporate law. Currently, our common shares do not have a public float rate higher than 50%; accordingly, dissenter's withdrawal rights are applicable.

Unless otherwise provided in the By-laws, which is not the case with us, a shareholder exercising rights to redeem shares is entitled to receive the book value of such shares, determined based on the last annual balance sheet approved by the shareholders.

Form and Transfer

Our shares are maintained in book-entry form with a transfer agent, Banco Bradesco S.A., and the transfer of our shares is made in accordance with the applicable provision of the Brazilian corporate law, which provides that a transfer of shares is effected by an entry made by the transfer agent on its books, debiting the share account of the seller and crediting the share account of the purchaser, against presentation of a written order of the seller, or judicial authorization or order, in an appropriate document which remains in the possession of the transfer agent. The common shares underlying our ADS are registered on the transfer agent's records in the name of the Brazilian depository.

Transfers of shares by a foreign investor are made in the same way and executed by such investor's local agent on the investor's behalf except that, if the original investment was registered with the Central Bank under the Brazilian foreign investment in capital markets regulations, the foreign investor should also seek amendment, if necessary, though its local agent, of the certificate of registration to reflect the new ownership.

The B3 reports transactions carried out in its market to its Central Depositoria, which is the exchange's central clearing system. A holder of our shares may choose, at its discretion, to participate in this system. All shares elected to be put into the system will be deposited in custody with the relevant stock exchange, through a Brazilian institution duly authorized to operate by the Central Bank and CVM and having a clearing account with the relevant stock exchange. The fact that such shares are subject to custody with the relevant stock exchange will be reflected in our register of shareholders. Each participating shareholder will, in turn, be registered in our register of beneficial shareholders maintained by the relevant stock exchange and will be treated in the same way as registered shareholders.

151


C. Material Contracts

See “Item 5. Operating and Financial Review and Prospects—B. Liquidity and Capital Resources—Sources of Funds—Financial Contracts” the summary of certain financing agreements to which we have been a party, other than contracts entered into in the ordinary course of business.

D. Exchange Controls

There are no restrictions on the ownership of our common shares by individuals or legal entities domiciled outside Brazil, provided that investors comply with the registration, disclosure and foreign-exchange requirements established by Brazilian regulations issued by the Central Bank of Brazil (BCB), the Brazilian Monetary Council (CMN) and the Brazilian Securities and Exchange Commission (CVM).

The remittance abroad of dividends, interest on equity and proceeds from the sale of shares is permitted under Brazilian foreign-exchange legislation, subject to the investor presenting to the authorized financial institution the documentation necessary to evidence the economic basis of the transaction. The level of documentation required may vary depending on the internal policies of the institution processing the foreign-exchange transaction.

Following Brazil’s recent foreign-exchange regulatory reform, Law No. 14,286/2021 became the main legal framework for foreign exchange operations. As of January 1, 2025, Joint Resolution No. 13/2024 replaced the previous foreign-portfolio investment regime and now governs the flows, stock positions, registration and information obligations applicable to non-residents investing in the Brazilian financial and capital markets, including investments made through depositary receipts. CVM regulations further govern operational and reporting requirements for non-resident investors.

As a general rule, non-resident investors must register with the CVM and appoint a Brazilian financial institution as their legal representative. Non-resident individuals investing their own funds are exempt from these requirements. In addition, investors that participate exclusively through depositary receipts are not required to register with the CVM or appoint a representative in Brazil.

Proceeds from the sale of depositary receipts outside Brazil are not subject to Brazilian foreign-investment controls. Registered foreign investors may buy and sell Brazilian securities, including our common shares, on Brazilian stock exchanges without obtaining separate registration certificates for each transaction.

If the ADS program is cancelled or if ADSs are exchanged for common shares, non-resident investors that are not natural persons must appoint a Brazilian financial institution as their legal representative and register with the CVM before remitting funds abroad. Investors that fail to do so may be unable to convert and remit proceeds outside Brazil. Residents of jurisdictions considered tax havens under Brazilian tax law are subject to less favorable tax treatment.

Under current legislation, the Central Bank may impose temporary restrictions on the remittance of foreign capital abroad in the event of severe or anticipated adverse impacts on Brazil’s balance of payments. A historical example includes the suspension of dividend and capital repatriations between 1989 and 1990. Although no such restrictions are currently in place, there is no assurance that similar measures will not be adopted in the future.

E. Taxation

The following summary contains a description of the principal Brazilian and U.S. federal income tax consequences of the ownership and disposition of the common shares or ADSs, but it does not purport to be a comprehensive description of all the tax considerations that may be relevant to a decision to hold common shares or ADSs. The summary is based upon the tax laws of Brazil and regulations thereunder and on the federal income tax laws of the United States and regulations and other authorities thereunder as of the date hereof, all of which are

152


subject to change. Holders of common shares or ADSs should consult their tax advisers as to the tax consequences of the ownership and disposition of common shares or ADSs in their particular circumstances.

Although there is at present no income tax treaty between Brazil and the United States, the two countries have tax treatment reciprocity, which means that a tax paid in one country might be offset against the income tax due in the other country, or vice-versa, if conditions are met. It is important to mention that the tax authorities of the two countries have had discussions that may culminate in such a treaty in the future. No assurance can be given, however, as to whether or when a treaty will enter into force or how it will affect the U.S. holders of common shares or ADSs.

Brazilian Tax Considerations

The following discussion summarizes the principal Brazilian tax consequences of the ownership and disposition of common shares or ADSs by a non-Brazilian holder. This discussion does not address all the Brazilian tax considerations that may be applicable to any non-Brazilian holder, and each non-Brazilian holder should consult its tax adviser about the Brazilian tax consequences of investing in common shares or ADSs.

Taxation of Dividends

On November 27, 2025, Brazil enacted Law No. 15,270, introducing a material change to a long-standing tax exemption regime applicable to profits and dividends. Under the prior regime, in force since 1996, profits and dividends were broadly exempt from taxation. The new law reverses this approach by reintroducing the taxation of profits and dividends for certain beneficiaries.

The tax charge will vary depending on whether the beneficiary is a resident or non-resident in Brazil.

For residents, a 10% withholding income tax will be due on the distribution of profits and dividends by the same legal entity to the same Brazilian resident individual if the amount exceeds BRL 50,000 in a single month. In such cases, the legal entity must withhold the income tax on this payment.

If the individual’s total income in the calendar year exceeds BRL 600,000, the individual must subject the profits and dividends received from 2026 onwards to an Annual High-Income Taxation Regime provided by Law No. 15,270/2025. The income tax withheld by the legal entity during the calendar year may be credited against the tax due under this regime.

In cases where the taxpayer receives profits and dividends as well as other income totaling less than BRL 600,000, the amount of income tax withheld at source by the company on distributed profits may be refunded to the taxpayer, in accordance with Law No. 15,270. In accordance with the terms and rules set forth in Law No. 15,270/2025, a tax reduction may be granted to an individual resident subject to the Annual High-Income Taxation Regime if the combined effective tax rate on corporate profits and distributed dividends exceed the standard corporate income tax rate (currently for our Company, 34%).

Dividend distributions to other legal entities domiciled in Brazil remain exempt.

For non-resident individuals or legal entities, as a general rule, dividends paid or remitted abroad will be subject to a 10% withholding income tax, regardless of the amount distributed. In accordance with the terms and rules set forth in Law No. 15,270/2025, a tax credit may be requested by a non-resident if the combined effective tax rate on corporate profits and distributed dividends exceed the standard corporate income tax rate (currently, 34%).

The new taxation regime does not apply to profits earned up to the 2025 calendar year, provided that the resolution to distribute these dividends is approved by the company's competent corporate body by December 31, 2025, and paid in accordance with corporate law and the acts issued by the Brazilian Federal Revenue Service (RFB). Accordingly, the Company approved and paid dividends related to profits earned up to the 2025 calendar year in December 2025.

153


154

Taxation of Gains

According to Article 26 of Law No. 10,833 of December 29, 2003, which came into force on February 1, 2004, capital gains realized on the disposition of assets located in Brazil by non-Brazilian residents, whether or not to other non-residents and whether made outside or within Brazil, are subject to taxation in Brazil. Since January 1, 2017, the rate of the income tax on capital gains accrued by non-Brazilian individual residents may vary between 15% and 22.5% depending on the capital gain amount. Ultimately, a 25% rate may be applied if the capital gain is realized by investors located in a Low or Nil Tax Jurisdiction (see below under “—Discussion on Low or Nil Tax Jurisdictions”). Although we believe that the ADSs will not fall within the definition of assets located in Brazil for the purposes of Law No. 10,833, considering the general and unclear scope of Law No. 10,833 and the absence of any judicial guidance in respect thereof, we are unable to predict whether such interpretation will ultimately prevail in the Brazilian courts.

Gains realized by non-Brazilian holders on dispositions of common shares in Brazil or in transactions with Brazilian residents may be exempt from Brazilian income tax or taxed at a rate that may vary between 15% and 25%, depending on the circumstances. This is because the current legislation prescribes specific taxation rules for gains arising from investments in the Brazilian financial and capital markets as opposed to other types of gains.

In this sense, gains realized by non-Brazilian holders through transactions on Brazilian stock exchanges, if carried out in accordance with Resolution CMN 4,373 (that replaced Resolution CMN 2,689), as described below, are exempt from Brazilian income tax or subject to income tax at a rate of 15% if a holder in a Low or Nil Tax Jurisdiction realizes the gain. On the other hand, gains realized through transactions with Brazilian residents or not executed on the Brazilian stock exchanges are subject to tax at a rate that may vary between 15% and 22.5% depending on the capital gain amount, or of 25% if the transactions are made by investors resident in a Low or Nil Tax Jurisdiction. Non-Brazilian holders should consult their tax advisors on the applicable income tax rate.

Non-Brazilian holders of common shares registered under Resolution CMN 4,373 (which includes ADSs) will only be subject to the tax exemption mentioned herein if the investor has:

  • appointed a representative in Brazil with power to take action relating to the investment in common shares;
  • registered as a foreign investor with the CVM; and
  • registered its investment in common shares with the Central Bank.

In addition, Resolution CMN 4,373 also establishes that securities held by foreign investors must be maintained under the custody of, or in deposit accounts with, financial institutions duly authorized by the Central Bank and the CVM.

Securities trading under Resolution CMN 4,373 is restricted to transactions on Brazilian stock exchanges or qualified over-the-counter markets. As stated herein, the preferential treatment afforded under Resolution CMN 4,373 and afforded to investors in ADSs is not available to investors resident or domiciled in Low or Nil Tax Jurisdictions.

There can be no assurance that the current preferential treatment for non-Brazilian holders of common shares under Resolution CMN 4,373 will be maintained.

Gain on the disposition of common shares, subject to the tax treatment described above, is measured by the difference between the amounts in Brazilian currency realized on the sale or exchange and the acquisition cost of the shares sold, measured in Brazilian currency, without any correction for inflation. The acquisition cost of shares must be supported by proven documents.

The deposit of common shares in exchange for the ADSs may be subject to Brazilian income tax if the amount previously registered with the Central Bank as a foreign investment in our common shares is lower than:

  • the average price per common share on the B3 on the day of the deposit; or

  • if no common shares were sold on that day, the average price per common share on the B3 during the fifteen preceding trading sessions.

The difference between the amount previously registered and the average price of the common shares, calculated as set forth above, may be considered by the tax authorities as a capital gain subject to income tax. Unless the common shares were held in accordance with Resolution CMN 4,373, in which case the exchange would be tax-free, the capital gain will be subject to income tax at the following rates: (1) 15%, for gains realized through transactions that were conducted on Brazilian stock exchanges; or (2) from 15% to 22.5% for gains realized through transactions in Brazil that were not conducted on the Brazilian stock exchanges, or 25% if realized by investors located at Low or Nil Tax Jurisdiction.

The cancellation of ADSs in exchange for common shares is not subject to Brazilian income tax if the non-Brazilian holder qualifies under Resolution CMN 4,373 but is subject to the IOF/Exchange tax as described below.

Discussion on Low or Nil Tax Jurisdictions

For purposes of Brazilian law, Low or Nil Tax Jurisdictions are countries and jurisdictions that do not tax income or that have a maximum income tax rate lower than 17%. Since 1998, the Brazilian Internal Revenue Service has issued acts expressly listing the countries/jurisdictions that are to be considered low tax jurisdictions for Brazilian tax purposes. Currently, the tax authorities have deemed approximately 60 countries to be low tax jurisdictions pursuant to Normative Instruction 1,037/2010, article 1. These countries include the Bahamas, the British Virgin Islands, the Cayman Islands and Hong Kong.

Under Brazilian tax legislation, holders domiciled in Low or Nil Tax Jurisdictions are: (1) subject to a higher rate of withholding tax on income and capital gains; (2) not entitled to exemptions for investments in the Brazilian capital markets; (3) subject to automatic application of transfer pricing rules in transactions with Brazilian legal entities that are resident in Brazil; and (4) subject to thin capitalization rules on debt with legal entities that are resident in Brazil.

On June 24, 2008, Law No. 11,727/08 established the concept of "privileged tax regime", which is a tax regime that (1) does not tax income or taxes it at a maximum rate lower than 20%; (2) grants tax benefits to non-resident entities or individuals (a) without the requirement to carry out a substantial economic activity in the country or dependency or (b) contingent to the non-exercise of a substantial economic activity in the country or dependency; (3) does not tax or that taxes the income generated abroad at a maximum rate lower than 20%; or (4) does not provide access to information related to shareholding composition, ownership of assets and rights or economic transactions carried out. However, in 2014, an executive order National Treasury Ordinance No. 488/14 was issued (endorsed by Normative Instruction No. 1,530/14) indicating that, if countries are aligned with the international standards of fiscal transparency, the maximum rate to be considered as a "privileged tax regime" would be 17% and not 20%.

In principle, the best interpretation of Law No. 11,727/08 is that the new concept of privileged tax regime should be solely applied for purposes of transfer pricing rules in export and import transactions. However, due to the recent enactment of this Law, we are unable to ascertain whether or not the privileged tax regime concept will be extended to the concept of Low or Nil Tax Jurisdiction. The provisions of Law No. 11,727/08 that refer to the privileged tax regime came into effect on January 1, 2009. Although we are of the opinion that the concept of privileged tax regime should not affect the tax treatment of a non-resident shareholder described above, we cannot assure you whether subsequent legislation or interpretations by the Brazilian tax authorities regarding the definition of privileged tax regime will extend such concept to the tax treatment of a non-resident shareholder described above.

Prospective purchasers should therefore consult with their tax advisors regarding the consequences of the implementation of Law No. 11,727/08, Normative Instruction No. 1,037/2010 and of any related Brazilian tax laws or regulations concerning Low or Nil Tax Jurisdictions and privileged tax regimes.

Distributions of Interest on Capital

A Brazilian corporation may make payments to its shareholders characterized as interest on the corporation's capital as an alternative form of making dividend distributions. See "Item 8. Financial Information—A Consolidated Statements and Other Financial Information—Dividend Policy." The rate of interest may not be higher than the TJLP,

155


as determined by the Central Bank from time to time. The total amount distributed as interest on capital may not exceed, for tax purposes, the greater of:

  • 50% of net income for the year in respect of which the payment is made, after the deduction of social contribution or net profits and before (1) making any deduction for corporate income taxes paid and (2) taking such distribution into account; or
  • 50% of retained earnings for the year prior to the year in respect of which the payment is made.

Payments of interest on capital are decided by the shareholders on the basis of recommendations by our Board of Directors.

Distributions of interest on capital paid to Brazilian and non-Brazilian holders of common shares, including payments to the depositary in respect of common shares underlying ADSs, are deductible by us for Brazilian tax purposes up to the limit mentioned above. Such payments are subject to withholding income tax at a rate of 15%, increasing to 17.5% as of 2026 (Complementary Law No. 224 of December 26, 2025), or 25% in the case of a stockholder domiciled in a Low or Nil Tax Jurisdiction. These payments may be qualified, at their net value, as part of any mandatory dividend. As described herein we and our subsidiaries have been paying interest on equity since 2017. See “Item 5. — Operating and Financial Review and Prospects—Dividend Distribution—Interest on Equity” for detailed information. No assurance can be given that our Board of Directors will not recommend that future distributions of profits be made as interest on capital instead of as dividends.

Other Brazilian Taxes

There are no Brazilian inheritance, gift or succession taxes applicable to the ownership, transfer or disposition of the common shares or ADSs by a non-Brazilian holder except for gift and inheritance taxes levied by some states in Brazil on gifts made or inheritances bestowed by individuals or entities not resident or domiciled in Brazil or in the relevant state to individuals or entities that are resident or domiciled within such state in Brazil. There is no Brazilian stamp, issue, registration or similar taxes or duties payable by holders of common shares or ADSs.

In 2018, there were two changes related to IOF: (i) the tax rate on foreign exchange transactions was increased to 1.10% (it was 0.38%) pursuant to Decree No. 9,297/2018; and (ii) rules were adopted relating to incidence of IOF in credit transactions of a period longer than one year pursuant to RFB Normative Instruction No. 1,814/2018 (and confirmed by RFB Normative Instruction No. 1,969/2020). In 2022, Decree No. 9.297/2018 was revoked by Decree No. 11,153/2022, although there were no changes in the 1.10% rate mentioned. In addition, as a step aimed to aid Brazil's bid to join the Organization for Economic Co-operation and Development (OECD), the Brazilian Federal Government, through Decrees No. 10,997/2022 and 11,153/2022, compromised to gradually reduce the IOF on foreign exchange transactions. Tax on Foreign Exchange and Financial Transactions.

Tax on foreign exchange transactions (the "IOF/Exchange Tax.")

Brazilian law imposes the IOF/Exchange Tax on the conversion of reais into foreign currency and on the conversion of foreign currency into reais. Currently, the tax rate related to foreign investments in the Brazilian financial and capital markets is zero.

However, it is important to note that the Brazilian Government is permitted to increase such rate at any time up to 25%. However, any increase in rates may only apply to future foreign exchange transactions.

As mentioned previously, the Brazilian Federal Government has adopted some measures to support Brazil's request to become a member of the OECD. One of those measures was to compromise to gradually reduce the IOF/exchange tax to zero by 2029, through Decrees No. 10,997/2022 and 11,153/2022.

Throughout 2025, the Tax on Financial Operations (IOF) legal framework was marked by significant uncertainty due to conflicting measures adopted by the Executive and Legislative branches and subsequent judicial review.

Initially, the Executive Branch issued a series of decrees (including Decrees No. 12,466/2025, 12,467/2025, and 12,499/2025), increasing IOF tax rates and expanding the scope of taxable events, particularly affecting foreign

156


exchange, credit, and insurance transactions. The Brazilian National Congress, considering that the Executive had exceeded its authority, suspended the Executive's decrees through Legislative Decree No. 176/2025

The dispute reached the Brazilian Supreme Federal Court (STF). In a preliminary ruling, the Court upheld the higher IOF rates set by the Executive Branch in broad terms.

In the same ruling, however, STF suspended the imposition of IOF on certain credit transactions that had been newly brought within the tax scope by the Executive decrees — specifically, transactions involving the advance payment to suppliers and other supplier financing arrangements.

As of December 2025, the matter remains pending a final and binding decision by STF.

These modifications introduce direct financial implications for the company. For example, the increased rate on foreign exchange operations for transferring funds abroad elevates the cost of importing services and software licenses.

Tax on transactions involving bonds and securities (the "IOF/Bonds Tax.")

Brazilian law imposes the IOF/Bonds Tax on transactions involving bonds and securities, including those carried out on a Brazilian stock exchange. The rate of IOF/Bonds Tax applicable to transactions involving the deposit of common shares in exchange for ADSs is currently zero, but can be reviewed by the Brazilian government any time.

U.S. Federal Income Tax Considerations

The following discussion is a summary of the U.S. federal income tax considerations generally applicable to the ownership and disposition of common shares or ADSs by U.S. Holders (as defined below) that hold common shares or ADSs as "capital assets" for U.S. federal income tax purposes (generally, property held for investment). This discussion is based on the U.S. Internal Revenue Code of 1986, as amended (the "Code"), U.S. Treasury regulations promulgated thereunder (the "Regulations"), published positions of the Internal Revenue Service (the "IRS"), administrative pronouncements, judicial decisions and other applicable authorities, all as in effect on the date hereof and all of which are subject to change or differing interpretations (possibly with retroactive effect). There can be no assurance that the IRS would not assert, or that a court would not sustain, a position contrary to any of the considerations discussed herein.

As used herein, the term "U.S. Holder" means a beneficial owner of common shares or ADSs that is, for U.S. federal income tax purposes:

  • a citizen or individual resident of the United States;
  • a corporation (or other entity treated as a corporation for U.S. federal income tax purposes) created in or organized under the laws of the United States, any state thereof or the District of Columbia;
  • an estate the income of which is subject to U.S. federal income taxation regardless of its source; or
  • a trust (i) if a court within the United States is able to exercise primary supervision over the administration of the trust and one or more U.S. persons have the authority to control all substantial decisions of the trust or (ii) the trust has validly elected to be treated as a U.S. person for U.S. federal income tax purposes.

This discussion does not address all aspects of U.S. federal income taxation that may be relevant to a particular holder in light of that holder's particular circumstances, or holders that are subject to special tax rules (including, for example, banks or other financial institutions, insurance companies, regulated investment companies, real estate investment trusts, broker-dealers, dealers in securities or foreign currency, traders in securities that elect mark-to-market treatment, tax-exempt organizations (including private foundations), entities or arrangements that are treated as partnerships for U.S. federal income tax purposes (or partners therein), holders who are not U.S. Holders, U.S. expatriates, holders who own (directly, indirectly or constructively) 10% or more of our stock (by vote or value), holders who acquire their common shares pursuant to any employee share option or otherwise as compensation, investors that will hold their common shares as part of a straddle, hedge, conversion, constructive sale or other integrated transaction for U.S. federal income tax purposes or investors who have a functional currency other than the

157


U.S. dollar, all of whom may be subject to tax rules that differ significantly from those discussed below). Moreover, this discussion does not address any U.S. state or local or non-U.S. tax considerations, any U.S. federal estate, gift tax or alternative minimum tax considerations, or the Medicare tax on net investment income.

If a partnership (or other entity or arrangement that is treated as a partnership for U.S. federal income tax purposes) holds common shares or ADSs, the U.S. federal income tax treatment of a partner in such partnership will generally depend on the status of the partner and the activities of the partnership. Partnerships holding common shares or ADSs and partners in such partnerships should consult their tax advisors as to the particular U.S. federal income tax consequences of holding and disposing of the common shares or ADSs.

If a U.S. Holder holds ADSs, such holder should be treated as the holder of the underlying common shares represented by those ADSs for U.S. federal income tax purposes.

Taxation of Distributions

Subject to the discussion below under "Passive Foreign Investment Company Considerations," the gross amount of any distributions paid to a U.S. Holder on common shares or ADSs (including any non-U.S. tax withheld from such distributions) will generally be subject to tax as dividends to the extent paid out of the Company's current or accumulated earnings and profits (as determined under U.S. federal income tax principles). Distributions in excess of the Company's current or accumulated earnings and profits will generally be treated as a non-taxable return of capital to the extent of the U.S. Holder's adjusted tax basis in their common shares or ADSs and thereafter generally treated as capital gain. Because the Company does not determine its earnings and profits under U.S. federal income tax principles, any distributions paid by the Company will generally be reported as dividends to U.S. Holders.

Individual and certain other non-corporate U.S. Holders may be subject to tax at the lower capital gains rate applicable to "qualified dividend income," provided that certain requirements are met, including that (i) the Company is eligible for the benefits of a comprehensive income tax treaty with the United States which the Secretary of Treasury of the United States determines is satisfactory for purposes of this provision and which includes an exchange of information program, or the common shares or ADSs are treated as readily tradable on an established securities market in the United States, (ii) the Company is neither a PFIC nor treated as such with respect to a U.S. Holder for the taxable year in which the dividend is paid and the preceding taxable year, and (iii) certain holding period requirements are met. The ADSs are listed on the New York Stock Exchange so the ADSs are expected to be readily tradable, although there can be no assurance in this regard.

The amount of any dividend income paid in reais will be the U.S. dollar amount calculated by reference to the exchange rate in effect on the date on which the U.S. Holder actually or constructively receives it, regardless of whether the payment is in fact converted into U.S. dollars. If the dividend is converted into U.S. dollars on the date of receipt, a U.S. Holder generally should not be required to recognize foreign currency gain or loss in respect of the dividend income. A U.S. Holder may have foreign currency gain or loss if the dividend is converted into U.S. dollars after the date of receipt.

For foreign tax credit purposes, dividends received on common shares or ADSs will generally be treated as income from sources outside the United States and will generally constitute passive category income. Depending on the individual facts and circumstances, a U.S. Holder may be eligible, subject to various limitations, to claim a foreign tax credit in respect of any non-U.S. tax paid or withheld in respect of such dividends. Alternatively, a U.S. Holder may claim a deduction for U.S. federal income tax purposes in respect of such taxes. The rules governing the U.S. foreign tax credit are complex and their application depends in large part on the U.S. Holder's individual facts and circumstances. Accordingly, U.S. Holders should consult their tax advisors regarding the availability of the U.S. foreign tax credit in light of their particular circumstances.

Sale or Other Disposition of Common Shares or ADSs

Subject to the discussion below under "Passive Foreign Investment Company Considerations," a U.S. Holder will generally recognize gain or loss on the sale or other disposition of common shares or ADSs in an amount equal to the difference between amount realized upon disposition and the U.S. Holder's adjusted tax basis in its common shares or ADSs. Any capital gain or loss will be long-term capital gain or loss if the U.S. Holder's holding period in

158


its common shares or ADSs exceeds one year at the time of disposition. Long-term capital gains of individuals and certain other non-corporate U.S. Holders are generally eligible for a reduced rate of taxation. The deductibility of capital losses is subject to limitations.

For foreign tax credit purposes, any gain or loss recognized by a U.S. Holder on the sale or other disposition of shares or ADSs will generally be treated as U.S.-source gain or loss, which may limit the ability to claim the foreign tax credit in respect of non-U.S. taxes imposed or withheld on the sale or other disposition of common shares or ADSs. The rules governing the U.S. foreign tax credit are complex and their application depends in large part on the U.S. Holder's individual facts and circumstances. Accordingly, U.S. Holders should consult their tax advisors regarding the availability of the U.S. foreign tax credit in light of their particular circumstances.

Passive Foreign Investment Company Considerations

A non-U.S. corporation, such as the Company, will be classified as a passive foreign investment company, or PFIC, for U.S. federal income tax purposes, if, in any taxable year, either (i) 75% or more of its gross income for such year consists of certain types of "passive" income or (ii) 50% or more of the value of its assets (generally determined on the basis of a quarterly average) during such year is attributable to assets that produce or are held for the production of passive income. Passive income generally includes, among other things, dividends, interest, rents, royalties and net gains from the disposition of assets that produce such income. For this purpose, cash is generally categorized as a passive asset and a company's unbooked goodwill and other intangibles are taken into account and may be classified as active or passive depending on the income such assets produce or are held to produce. The Company will be treated as owning a proportionate share of the assets and earning a proportionate share of the income of any other corporation in which it owns, directly or indirectly or constructively, at least 25% (by value) of its stock.

Based upon the Company's income and assets, including goodwill and other unbooked intangibles, the Company believes it was not a PFIC for its most recent taxable year ended December 31, 2025, and does not expect to be a PFIC for the current taxable year or foreseeable future taxable years. Nevertheless, because PFIC status is a factual determination made annually after the close of each taxable year based on the composition of income and assets, no assurance can be provided that the Company will not be considered a PFIC for the current, or any past or future taxable years. While we do not expect to be or become a PFIC in the current or future taxable years, the determination of whether we are or will become a PFIC will depend on our income, assets and activities in each year. Under circumstances where the Company's passive income significantly increases relative to non-passive income, or the Company determines not to deploy significant amounts of cash, the Company's risk of becoming classified as a PFIC may substantially increase.

If the Company is classified as a PFIC for any taxable year during which a U.S. Holder holds common shares or ADSs, and unless the U.S. Holder makes a mark-to-market election (as described below), the U.S. Holder will generally be subject to special tax rules, regardless of whether the Company remains a PFIC, with respect to any (i) excess distribution that the Company makes to the U.S. Holder (which generally means any distribution paid during a taxable year to a U.S. Holder that is greater than 125% of the average annual distributions paid in the three preceding taxable years or, if shorter, the U.S. Holder's holding period for its common shares or ADSs) and (ii) gain realized on the sale or other disposition, including an indirect disposition such as a pledge, of common shares or ADSs. Under the PFIC rules:

  • the excess distribution or gain will be allocated ratably over the U.S. Holder's holding period for the common shares or ADSs;
  • amounts allocated to the current taxable year and any taxable years in the U.S. Holder's holding period prior to the first taxable year in which the Company is classified as a PFIC (each, a "pre-PFIC year"), will be taxable as ordinary income;
  • amounts allocated to each prior taxable year, other than a pre-PFIC year, will be subject to tax at the highest marginal tax rate in effect for individuals or corporations, as appropriate, for that year; and
  • the interest charge generally applicable to underpayments of tax will be imposed on the tax attributable to each prior taxable year, other than a pre-PFIC year.

159


If the Company a PFIC for any taxable year during which a U.S. Holder holds common shares or ADSs and any of its non-U.S. subsidiaries is also a PFIC, such U.S. Holder would be treated as owning a proportionate amount (by value) of the shares of each lower-tier PFIC for purposes of the application of these rules. U.S. Holders should consult their tax advisors regarding the application of the PFIC rules to any of the Company’s subsidiaries.

As an alternative to the foregoing rules, a U.S. Holder of “marketable stock” in a PFIC may make a mark-to-market election with respect to such stock. If a U.S. Holder makes a valid mark-to-market election, the U.S. Holder will include in income each year an amount equal to the excess, if any, of the fair market value of common shares or ADSs as of the close of such U.S. Holder’s taxable year over such U.S. Holder’s adjusted basis in such shares or ADSs. The U.S. Holder is allowed a deduction for the excess, if any, of such U.S. Holder’s adjusted basis in the common shares or ADSs over their fair market value as of the close of the taxable year, but only to the extent of any net mark-to-market gains on the common shares or ADSs included in the U.S. Holder’s income for prior taxable years. Amounts included in the U.S. Holder’s income under a mark-to-market election, as well as gain on the actual sale or other disposition of the common shares or ADSs, will be treated as ordinary income. Ordinary loss treatment also applies to the deductible portion of any mark-to-market loss on the common shares or ADSs, as well as to any loss realized on the actual sale or disposition of the common shares or ADSs, to the extent that the amount of such loss does not exceed the net mark-to-market gains previously included in income with respect to such shares or ADSs. The U.S. Holder’s basis in the common shares will be adjusted to reflect any such income or loss amounts. If a U.S. Holder makes a mark-to-market election, then, in any taxable year for which the Company is classified as a PFIC, tax rules that apply to distributions by corporations that are not PFICs would apply to distributions by the Company (except that the lower applicable capital gains rate for qualified dividend income would not apply). If a U.S. Holder makes a valid mark-to-market election and the Company subsequently ceases to be classified as a PFIC, the U.S. Holder will not be required to take into account the mark-to-market income or loss described above during any period that we are not classified as a PFIC.

The mark-to-market election is available only for “marketable stock,” which is stock that is traded in other than de minimis quantities on at least 15 days during each calendar quarter (“regularly traded”) on a qualified exchange or other market, as defined in the applicable Regulations. For those purposes, the ADSs are treated as listed on a qualified exchange or other market because of their listing on the New York Stock Exchange. The Company anticipates that its ADSs shares should qualify as being regularly traded, but no assurance may be given in this regard.

Because a mark-to-market election can be made only with respect to marketable stock, such election generally will not be available for any lower-tier PFICs that the Company may own. Therefore, if the Company is treated as a PFIC, a U.S. Holder may continue to be subject to the PFIC rules with respect to such U.S. Holder’s indirect interest in any investments held by the Company that are treated as an equity interest in a PFIC for U.S. federal income tax purposes.

The Company does not intend to provide information necessary for U.S. Holders to make a qualified electing fund election, which, if available, would result in tax treatment different from the general tax treatment for PFICs described above.

If a U.S. Holder owns common shares or ADSs during any taxable year that we are a PFIC, the holder must generally file an annual IRS Form 8621 or such other form as is required by the U.S. Treasury Department. U.S. Holders should consult their tax advisors regarding the potential tax consequences to such holder if the Company is or becomes a PFIC, including the possibility of making a mark-to-market election.

Foreign Financial Asset Reporting

A U.S. Holder may be required to report information relating to an interest in common shares or ADSs, generally by filing IRS Form 8938 (Statement of Specified Foreign Financial Assets) with the U.S. Holder’s federal income tax return. A U.S. Holder may also be subject to significant penalties if the U.S. Holder is required to report such information and fails to do so. U.S. Holders should consult their tax advisors regarding information reporting obligations, if any, with respect to ownership and disposition of common shares or ADSs.

160


F. Dividends and Paying Agents

Not applicable.

G. Statement by Experts

Not applicable.

H. Documents on Display

Statements contained in this annual report as to the contents of any contract or other document referred to are not necessarily complete, and each of these statements is qualified in all respects by reference to the full text of such contract or other document filed as an exhibit hereto. Anyone may read and copy this report, including the exhibits hereto, at the SEC’s public reference room in Washington, D.C. Information on the operation of the public reference room is available over the Internet at http://www.sec.gov.

We are subject to the information and periodic reporting requirements of the Exchange Act and, in accordance therewith, will file periodic reports and other information with the SEC. These periodic reports and other information will be available for inspection and copying at the regional offices, public reference facilities of the SEC referred to above. As a foreign private issuer, we are exempt from certain provisions of the Exchange Act prescribing the furnishing and content of proxy statements and periodic reports and Section 16 of the Exchange Act relating to short swing profits reporting and liability.

We will furnish to J.P. Morgan, as depositary, copies of all reports we are required to file with the SEC under the Exchange Act, including our annual reports in English, containing a brief description of our operations and our audited annual financial statements. In addition, we are required under the Deposit Agreement to furnish the depositary with copies of English translations to the extent required under the rules of the SEC of all notices of common shareholders’ meetings and other reports and communications that are generally made available to holders of common shares. Under certain circumstances, the depositary will arrange for the mailing to all ADR holders, at our expense, of these notices, reports and communications.

We also file financial statements and other periodic reports with the CVM. Copies of our annual report on Form 20-F and documents referred to in this annual report and our By-laws will be available for inspection upon request at our offices at 850, João Cabral de Melo Neto, North Tower – 12th floor, 22775-057, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

I. Subsidiary Information

Not applicable.

J. Annual report to security holders.

Not applicable.

Item 11. Quantitative and Qualitative Disclosures About Market Risk

We are exposed to market risk from changes in both foreign currency exchange and interest rates. We are exposed to foreign exchange rate risk mainly because certain of our costs are denominated in currencies (U.S. dollars) other than those in which we earn revenues (primarily reais). Similarly, we are subject to market risk deriving from changes in interest rates, which may affect the cost of our financing. Since 1999, we began entering into hedging agreements, derivative instruments such as foreign exchange forward contracts, foreign currency options, interest rate swaps and forward rate agreements, to manage these market risks, covering payments of principal on our foreign exchange, when existent, denominated indebtedness. We also have entered into arrangements to hedge market risk deriving from changes in interest rates for some of our debt obligations. We do not hold or issue derivative or other financial instruments for trading purposes.

161


162

Interest Rate Risk

On December 31, 2025, the amount of our outstanding debt which accrued interest at the CDI and IPCA floating interest rates totaled R$2,779 million, compared to R$3,036 million for the year ended December 31, 2024. On the same date, we had cash and cash equivalents and marketable securities in the amount of R$5,884 million in instruments accruing interest at the CDI rate, as compared to R$5,693 million on December 31, 2024.

Over a one-year period, before accounting for tax expenses, a hypothetical, instantaneous and unfavorable change of 100 basis points in interest rates applicable to our financial assets and liabilities on December 31, 2025, would have resulted in a variation of R$27.8 million in our interest expenses from financial contracts and a variation of R$58.8 million in our income from financial investments (assuming that this hypothetical 100 basis point movement in interest rates uniformly applied to each "homogenous category" of our financial assets and liabilities and that such movement in interest rates was sustained over the full one-year period).

For further information on our interest rate risks and related sensitivity analysis, see Note 36 to our audited financial statements.

Exchange Rate Risk

As of December 31, 2025, we did not have any outstanding unhedged financial loans denominated in foreign currency and were thus not exposed to exchange rate risk based on our loans. We enter into hedging agreements to hedge our borrowings denominated in foreign currency, when existent, and thus have limited our exchange rate exposure regarding such borrowings.

Our revenues are earned almost entirely in real, and we have no material foreign currency-denominated assets. We acquire our equipment and handsets from global suppliers, the prices of which are primarily denominated in U.S. dollars. Thus, we are exposed to foreign exchange risk arising from our need to make substantial dollar-denominated expenditures, particularly for imported components, equipment and handsets, that we have limited capacity to hedge. In order to hedge part of the exchange rate risk linked to capital expenditures and operating expense, a bandwidth of -/+ 15% is generally negotiated into our agreements in order to minimize effects of exchange rate fluctuations on the acquisition costs of equipment.

As of December 31, 2025, we did not have call options.

For further information on our exchange rate risks and related sensitivity analysis, see Note 36 to our audited financial statements.

Item 12. Description of Securities Other than Equity Securities

A. Debt Securities

Not applicable.

B. Warrants and Rights

Not applicable.

C. Other Securities

Not applicable.

D. Description of American Depositary Receipts in Respect of Common Shares

Our depositary is J.P. Morgan Chase Bank, N.A., with its corporate trust office at which the ADRs will be administered is located at 4 New York Plaza, Floor 6, New York, NY, 10004, United States.


Each ADS represents five common shares, deposited with the custodian and registered in the name of the depositary.

Charges of Depositary

The depositary may charge U.S.$5.00 or less per 100 ADSs (or portion thereof) from each person to whom ADSs are issued, including issuances against deposits of shares, issuances in respect of share distributions, rights and other distributions, issuances pursuant to a stock dividend or stock split declared by the Company or issuances pursuant to a merger, exchange of securities or any other event affecting the ADSs or the deposited securities. It may also charge each person surrendering ADRs for withdrawal or whose ADSs are canceled or reduced for any other reason.

Furthermore, the depositary may also charge any additional fees incurred in connection with such transaction by any governmental authorities or other institutions such as the Brazilian Clearing and Depository Corporation (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia) or the B3, the stock exchange on which the shares are registered for trading.

Altogether, the following fees and charges can be incurred by ADR holders, any party depositing or withdrawing common shares or any party surrendering ADRs or to whom ADRs are issued (including, without limitation, issuance pursuant to a stock dividend or stock split declared by TIM Participações or an exchange of stock regarding the ADRs or deposited securities or a distribution of ADRs pursuant to the deposit agreement), whichever is applicable:

Depositary Actions: Description of Fees Incurred by ADR Holders per Payment:
Depositing or substituting the underlying shares U.S.$5.00 or less per 100 ADSs (or portion thereof)
Receiving or distributing dividends U.S.$0.05 or less per ADS (or portion thereof)
Selling or exercising rights U.S.$5.00 or less per 100 ADSs for all distributions of securities or the net cash proceeds from the sale thereof
Withdrawal of an underlying security U.S.$5.00 or less per 100 ADSs (or portion thereof)
Transferring, splitting, grouping receipts U.S.$1.50 per ADR or ADSs for transfers made, to the extent not prohibited by the rules of any stock exchange or interdealer quotation system upon which the ADSs are traded, including, as necessary, any transfer or registration fees in connection with the deposit or withdrawal of deposited securities
General depositary services An aggregate fee of U.S.$0.05 or less per ADS per calendar year (or portion thereof) for services performed by the depositary in administering the ADRs. As necessary, expenses incurred by the depositary in connection with the conversion of reais into U.S. dollars As necessary, cable, telex and facsimile transmission and delivery charges incurred at the request of persons depositing or delivering common shares, ADRs or any deposited securities As necessary, any fees and expenses incurred by the depositary in

Depositary Actions: Description of Fees Incurred by ADR Holders per Payment:
connection with the delivery of deposited securities or otherwise in connection with the depositary’s or its custodian’s compliance with applicable laws, rules or regulations.

Ongoing Reimbursements by the Depositary

J.P. Morgan, as depositary, has agreed to reimburse certain reasonable Company’s expenses related to the establishment and maintenance of the ADR program. Such reimbursable expenses include legal fees, investor relations servicing, investor related presentations, broker reimbursements, ADR-related advertising and public relations in those jurisdictions in which the ADRs may be listed or otherwise quoted for trading, accountants’ fees in relation to this Form 20-F filing with the SEC and other bona fide Program-related third-party expenses.

During the year ended December 31, 2025, we received from our depositary as gross income U.S.$1,902,000 as reimbursement of expenses related to annual stock exchange listing fees, standard maintenance costs of ADRs, underwriting and legal fees and investor relations activities, from which U.S.$570,060 was withheld for U.S. federal income taxes. See also “Item 10. Additional Information—E. Taxation.”

164


165

PART II

Item 13. Defaults, Dividend Arrearages and Delinquencies

None.

Item 14. Material Modifications to the Rights of Security Holders and Use of Proceeds

None.

Item 15. Controls and Procedures

(a) Disclosure Controls and Procedures

Under the supervision and with the participation of our management, including our Chief Executive Officer and Chief Financial Officer, we have evaluated the effectiveness of the design and operation of our disclosure controls and procedures as of December 31, 2025. There are inherent limitations to the effectiveness of any system of disclosure controls and procedures, including the possibility of human error and the circumvention or overriding of the controls and procedures. Accordingly, even effective controls and procedures can only provide reasonable assurance of achieving their control objectives.

Our Chief Executive Officer and Chief Financial Officer have concluded that as of December 31, 2025, our disclosure controls and procedures were effective to provide reasonable assurance that information required to be disclosed by us in the reports filed or submitted under the Exchange Act is recorded, processed, summarized and reported, within the time periods specified in the applicable rules and forms, and that it is accumulated and communicated to our management, including our chief executive officer and chief financial officer, as appropriate to allow timely decisions regarding required disclosure.

(b) Management's Annual Report on Internal Control over Financial Reporting

Our management is responsible for establishing and maintaining adequate internal control over financial reporting (as defined in Rules 13a-15(f) and 15d-15(f) of the Exchange Act). Our internal control system was designed to provide reasonable assurance regarding the preparation and fair presentation of the published financial statements in accordance with IFRS, as issued by IASB. All internal control systems, no matter how well designed, have inherent limitations and can provide only reasonable assurance that the objectives of the control system are met.

Our management evaluated the internal control over financial reporting under the supervision of our Chief Executive Officer, or CEO, and Chief Financial Officer, or CFO, as of December 31, 2025. Management evaluated the effectiveness of our internal control over financial reporting based on the criteria set forth in the Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission framework of 2013. Our management concluded that as of December 31, 2025, our internal control over financial reporting was effective and had no material weaknesses, based on those criteria.

We are committed to continuing to improve our internal control processes and will continue to diligently review our financial reporting controls and procedures in order to ensure our compliance with the requirements of the Sarbanes-Oxley Act of 2002 and the related rules promulgated by the SEC. Our independent registered public accounting firm during the year ended December 31, 2025, Ernst & Young Auditors Independence S/S Ltda., has issued an attestation report on the effectiveness of our internal controls over financial reporting as of December 31, 2025.


(c) Attestation Report of the Registered Public Accounting Firm

Ernst & Young Auditores Independentes S/S Ltda., the independent registered public accounting firm that has audited our financial statements, has issued an attestation report on the effectiveness of our internal controls over financial reporting as of December 31, 2025. Their attestation report on internal controls over financial reporting is included herein.

(d) Changes in Internal Control over Financial Reporting

We constantly aim to improve the quality of our internal controls over financial reporting. This may result in the modification of certain internal processes and operations, without necessarily affecting related controls. There have not been any changes in our internal control over financial reporting (as such term is defined in Rules 13a-15(f) and 15d-15(f) under the Exchange Act) during the period covered by this annual report that have materially affected or are reasonably likely to materially affect, our internal control over financial reporting.

Item 16. [Reserved]

Item 16A. Audit Committee Financial Expert

Our Statutory Audit Committee, which functions as an audit committee, shall be comprised of at least three and at most five independent members of our Board of Directors, who may or may not be shareholders, elected by the Board of Directors. In 2025, the Statutory Audit Committee has three members. Our Statutory Audit Committee has determined that one of its members, Mr. Gesner José de Oliveira Filho, is an "audit committee financial expert", as this term is defined by the SEC.

Item 16B. Code of Ethics

Code of Ethics

We believe that ethics in conducting business is always important for a company's success. Accordingly, we adopted a Code of Ethics that applies to our Chief Executive Officer, Chief Financial Officer, Principal Accounting Officer and persons performing similar functions, as well as to our other Directors, Statutory Officers, controlling shareholders, members of our boards and committees, all employees and suppliers. Our Code of Ethics is filed as an exhibit to this annual report. It can also be requested, free of charge, by email or telephone at the address set forth in the second paragraph of "Item 4. Information on the Company—A. History and Development of the Company—Basic Information" The Code of Ethics was updated at the Board of Directors' meeting held on December 6, 2023.

Our Code of Ethics addresses most of the principles set forth by the Brazilian Anti-Corruption Law No. 12,846/2013, by the Brazilian Federal Decree No. 11,129/2022, by the Foreign Corrupt Practices Act (FCPA), by the SEC in Section 406 of Sarbanes-Oxley Act, and, pursuant to section 156 of Brazilian Corporate Law No. 6,404/1976, establishes that an officer or a board member is prohibited from taking part in any corporate transaction in which he has an interest that conflicts with the interests of the Company, and is required to disclose to the board the conflict of interest. Any contract can only be entered into under reasonable and fair conditions. Contracts with a related party must be entered into on an arm's-length basis.

The Code of Ethics also requires all adherents to immediately report any situation that is illegal and/or that may have a negative impact on the Company's interests including any violation or incentive for violations of (a) laws or regulations, (b) the provisions of the Code of Ethics or (c) other internal regulation or occasional irregularities or negligence in the maintenance, information and management of accounting reports. The Code of Ethics also requires the maintenance of the related documentation and compliance with obligations related to accounting or internal management reports.

Anti-Corruption Policy

In order to ensure compliance with existing applicable Brazilian and international anti-corruption laws and minimize the risks associated with the same, we have adopted an Anti-Corruption Policy (Politica Anticorrupção).

166


Our Anti-Corruption Policy was approved by our Board of Directors on February 27, 2023, and focuses on internal mitigating controls to be followed to avoid vulnerability to corrupt practices, including our relationship with public officials. In conjunction with the adoption of this Anti-Corruption Policy, we also provide anti-corruption training courses to our managers, directors and employees.

In December 2019, TIM Participações, which was subsequently merged into us in September 2020, was included on the Pró-Ética Company List for the 2018-2019 period by the Brazilian Federal Ministry of Transparency and the Comptroller General of the Federal Government, which promotes ethical business conduct throughout Brazil, granting the inclusion on the Pró-Ética List to companies that demonstrate lawful business practices and operate with the highest level of fairness, transparency and integrity. We were the first Brazilian telecom company nominated Pró-Ética. In November 2023, we were included for the third consecutive time on the Pró-Ética Company List, now for the 2022-2023 period.

In this perspective, our Integrity Program aims to identify processes and controls to mitigate corrupt practices in order to generally promote honest and ethical conduct and deter wrongdoing within the Company. We believe that the provisions of the Integrity Program is aligned with the Brazilian Anti-Corruption Law and international standards on anti-corruption, such as the Foreign Corrupt Practices Act, the Legislative Decree No. 231/01 of Italy and the ISO 37001: Anti-bribery management systems.

Item 16C. Principal Accountant Fees and Services

Audit and Non-Audit Fees

The following table sets forth the fees billed to us by our independent registered public accounting firm during the years ended December 31, 2025, 2024 and 2023, Ernst & Young Auditores Independentes S/S Ltda.:

Year ended December 31,
2025 2024
(in thousands of reais)
Audit fees 10,095 10,073
Audit-related fees 307 297
Tax fees
All other fees
Total fees 10,402 10,370

Audit fees in the above table are the aggregate fees billed by Ernst & Young Auditores Independentes S/S Ltda., in connection with the audit of our annual financial statements and limited reviews of our quarterly financial information for statutory purposes and the assessment required under Section 404 of the Sarbanes-Oxley Act.

In 2025 and 2024, our independent registered public accounting firm provided audit-related services related to the review of the information included on our sustainability report.

Audit Committee Pre-Approval Policies and Procedures

The general authority to pre-approve the engagement of our independent auditors to render non-audit services is under the purview of our Statutory Audit Committee. Accordingly, the Statutory Audit Committee has established pre-approval procedures to control the provision of all audit and non-audit services by our independent registered public accounting firm, or the Pre-Approval Policy. Under the Pre-Approval Policy, the engagement of our independent registered public accounting firm to provide audit and non-audit services must be pre-approved by the Statutory Audit Committee, either in the form of a special approval or through the inclusion of the services in question in a list adopted by the Statutory Audit Committee of pre-approved services. The Pre-Approval Policy is detailed as to the particular services to be provided.


Additionally, the Pre-Approval Policy affirms that the Statutory Audit Committee’s responsibilities under the Securities Exchange Act of 1934 are not delegated to management. All non-audit services provided by the Group’s principal registered public accounting firm were approved by the audit committee, and all such non-audit services to be provided in the future will also require approval from the audit committee.

Item 16D. Exemptions from the Listing Standards for Audit Committees

Not applicable. We have created a Statutory Audit Committee in accordance with Exchange Act Rule 10A-3 and CVM Resolution 23/2021.

For more details, see “Item 6. Directors, Senior Management and Employees—A. Directors and Senior Management—Statutory Audit Committee.”

Item 16E. Purchases of Equity Securities by the Issuer and Affiliated Purchasers

Set forth below, in tabular format, is some disclosure on the repurchases of TIM S.A. shares for the periods indicated.

Year Month Total Number of Shares Purchased Average Price Paid per Share Total Number of Shares Purchased as Part of Publicly Announced Plans or Programs Maximum Number of Shares that May Be Purchased Under Publicly Announced Plans or Programs
2026 March Not Specified
February Not Specified
January Not Specified
2025 December 6,614,267 23,15 6,614,267 Not Specified
November 2,958,400 24,86 2,958,400 Not Specified
October 6,680,000 22,82 6,680,000 Not Specified
September 7,051,200 22,75 7,051,200 Not Specified
August 6,761,500 22,14 6,761,500 Not Specified
July 525,700 20,50 525,700 Not Specified
June - - - Not Specified
May - - - Not Specified
April 2,103,900 16,59 2,103,900 Not Specified
March Not Specified
February 798,800 16,32 798,800 Not Specified
January 0 0 0 Not Specified
2024 December 0 0 0 Not Specified
November 0 0 0 Not Specified
October 0 0 0 Not Specified
September 0 0 0 Not Specified
August 0 0 0 Not Specified
July 0 0 0 Not Specified
June 0 0 0 Not Specified

May 0 0 0 Not Specified
April 2.244.400 17.25 2.244.400 Not Specified
March 350,000 18.11 350,000 Not Specified
February 0 0 0 Not Specified
January 0 0 0 Not Specified
2023 December 0 0 0 Not Specified
November 0 0 0 Not Specified
October 0 0 0 Not Specified
September 0 0 0 Not Specified
August 0 0 0 Not Specified
July 2,078,000 14.53 2,78,000 Not Specified
June 0 0 0 Not Specified
May 0 0 0 Not Specified
April 0 0 0 Not Specified
March 0 0 0 Not Specified
February 0 0 0 Not Specified
January 0 0 0 Not Specified
2022 December 0 0 0 Not Specified
November 0 0 0 Not Specified
October 0 0 0 Not Specified
September 0 0 0 Not Specified
August 0 0 0 Not Specified
July 0 0 0 Not Specified
June 0 0 0 Not Specified
May 1,857,517 13.53 1,857,517 Not Specified
April 0 0 0 Not Specified
March 0 0 0 Not Specified
February 0 0 0 Not Specified
January 0 0 0 Not Specified

Item 16F. Change in Registrant’s Certifying Accountant

None.

Item 16G. Corporate Governance

Principal Differences Between Brazilian and U.S. Corporate Governance Practices

The significant differences between our corporate governance practices and those of the NYSE are as follows:

Independence of Directors and Independence Tests

Our Board of Directors tests the independence of directors before elections are made based on self-declarations. Brazilian corporate law and the CVM establish rules for certain qualification requirements and restrictions,


investiture, compensation, and duties and responsibilities of the companies' executives and directors. We believe these rules provide adequate assurances that our directors are independent and allow us to have directors who would also meet the independence tests established by the NYSE.

Committees

Since we migrated to the B3's Novo Mercado, we are subject to its rules on corporate governance, which include having a statutory or non-statutory audit committee. The Statutory Audit Committee was originally established on December 12, 2013, and in addition to that committee, we have three other such special advisory committees to the Board of Directors: the Control and Risks Committee the Compensation Committee and the Environmental, Social and Governance Committee. The Control and Risks Committee and the Compensation Committee were implemented on September 30, 2008, and the last one was implemented on December 10, 2020. Pursuant to our By-laws, our shareholders elect our directors at a general shareholders' meeting. Our shareholders also establish compensation for our directors and statutory officers.

Audit Committee and Additional Requirements

The Statutory Audit Committee was originally created and its original set of members appointed at the shareholders' meeting held on December 12, 2013, in accordance with Rule 10A-3 under Section 301 of Sarbanes-Oxley and CVM Resolution 23/2021. The Statutory Audit Committee's internal regulations were approved at the Board of Directors meeting held on December 23, 2013. After the merger of TIM Participações S.A. into the Company, the Statutory Audit Committee of the surviving company was created and approved at our shareholders' meeting held on July 29, 2020.

The Statutory Audit Committee is composed of at least three (3) and at the most five (5) independent members of our Board of Directors, and elected by the Board of Directors, who serve two-year terms of office, matching the terms of the members of the Board of Directors. Re-election is permitted up to, for a maximum period of 10 years. Our Board of Directors may dismiss members of the Statutory Audit Committee at any time and without cause.

Shareholder Approval of Equity Compensation Plans

NYSE rules require that shareholders be given the opportunity to vote on all equity compensation plans and material revisions thereto, with limited exceptions. Under the Brazilian corporate law, shareholders must approve all stock option plans. In addition, any issuance of new shares that exceeds our authorized share capital is subject to shareholder approval.

Corporate Governance Guidelines

NYSE rules require that listed companies adopt and disclose corporate governance guidelines. Since we have migrated to the B3's Novo Mercado, we are subject to those rules on corporate governance, which include a disclosure policy, a policy on publicizing acts or relevant facts, which requires the public disclosure of all relevant information pursuant to guidelines set forth by the CVM, as well as an insider trading policy, a policy on securities transactions, which, among other things, establishes blackout periods and requires insiders to inform management of all transactions involving our securities.

Item 16H. Mine Safety Disclosure

Not applicable.

Item 16I. Disclosure Regarding Foreign Jurisdictions that Prevent Inspections

Not applicable.

Item 16J. Insider Trading Policies

170


We have adopted a Policy for Disclosure and Use of Information and Trading of Company Securities (Política de Divulgação e Uso de Informações e de Negociações de Valores Mobiliários), consisting of insider trading policies and procedures governing the purchase, sale, and other dispositions of our securities by our directors, senior management, employees and certain other covered persons, that are reasonably designed to promote compliance with applicable insider trading laws, rules and regulations, and any listing standards applicable to us.

A copy of such policy is included as Exhibit 11.2 to this annual report. Since its effective date, we have not waived compliance with our statement of trading policies.

Item 16K. Cybersecurity

In connection with risk and vulnerability management, we engage third parties with cybersecurity expertise to identify, address, and mitigate cybersecurity risks. With the assistance of these third parties, we conduct penetration testing and assess existing threat actors, addressing identified vulnerabilities, within established mitigation deadlines.

We have implemented a cybersecurity management system based on our Cyber & ICT Security organizational structure ("ICT" referring to information and communication technology), as outlined below. This system involves direct oversight and reporting to our C-level Chief Information Officer (CIO), who, in turn, reports to our CEO. Our ICT risk management activities encompass processes for identifying, addressing, and assessing solutions for cybersecurity risks, monitoring the security of public telecommunications networks, data centers and business networks; managing security incidents with a focus on cyber security threat; and overseeing business continuity and crisis management efforts.

The organizational structure of our Cyber & ICT Security system is detailed below:

img-0.jpeg

Our organizational structure for managing cybersecurity risks comprises the following activities and processes:


  • Identity & ICT Risk Management: Conducts risk analysis of assets, initiatives and projects from an ICT security perspective and governs logical identities, ensuring compliance throughout the identity lifecycle.
  • ICT Risk Management: Evaluates initiatives, projects, products and suppliers from the perspective of ICT security architecture and associated risks.
  • Business Continuity & Cyber Governance: Oversees governance activities related to risk prevention processes that may affect business continuity and supports organizational functions in the implementation of security initiatives. This function also supervises the cybersecurity regulatory framework in close coordination with governance, compliance and corporate security teams.
  • Cyber Intelligence: Identifies emerging cyber threats and risks through continuous research, threat analysis, attack simulations and monitoring, supporting the ongoing improvement of defensive capabilities.
  • Advanced Cyber Defense: Measures the effectiveness and coverage of cybersecurity tools and manages continuous improvement initiatives, including the operation of perimeter defense controls such as firewalls.
  • Cybersecurity Operations Center (CSOC): Monitors and manages cybersecurity risks and events, including vulnerability management and the investigation and response to incidents that may affect system availability, data integrity or confidentiality and the continuity of services.
  • CSOC Monitoring & Response: Responsible for real-time monitoring, investigation and response to cybersecurity incidents affecting enterprise data and services.
  • Identity & Lawful Solutions: Ensures the effective operation of identity, access management and lawful interception solutions, supporting service continuity and compliance with legal and regulatory requirements.
  • Cyber Solutions & Innovation: Defines architectural standards for security solutions, evaluates and tests new cybersecurity technologies and supports the development of value-added security services in coordination with relevant business functions.

Cybersecurity Expertise

Our Cyber & ICT Security team consists of highly qualified professionals with extensive experience in Information Security and the telecommunications sector. The Cyber & ICT Security officer and direct staff have over 20 years of expertise in information technology, corporate security, information security, and business continuity, leveraging prior experience to lead our cybersecurity initiatives and mitigate cyber risks effectively.

Compliance and Cybersecurity Frameworks

Our Cyber & ICT Security processes align with internationally recognized standards, including ISO 27001, which outlines best practices for information security management, as well as CIS8 (Internet Security Center) and NIST (Cyber security Framework), which provide controls to manage and reduce cybersecurity risk. We have established a cybersecurity policy that sets strategic risk control guidelines, defines security responsibilities and establishes requirements for employees, suppliers, and business partners, regarding the secure handling of information, including personal and sensitive data, and related ICT assets. We obtained ISO 27001 certification in 2022 and successfully completed ISO 27001 recertifications in August 2023 and September 2024.

172


173

Vulnerability Management and Threat Mitigation

We maintain a dedicated vulnerability management team responsible for coordinating and prioritizing actions to mitigate identified vulnerabilities. To complement this effort, we engage, external cybersecurity experts to conduct comprehensive penetration tests, assessing the effectiveness of our defenses and identifying areas for improvement. Additionally, we operate a bug bounty program, that incentivizes independent researchers and ethical hackers to report vulnerabilities in our systems, further strengthening our security posture. All identified, vulnerabilities, whether through external partners or the bug bounty program, are assessed and prioritized by our team, which develops and implements mitigation strategies for the most critical issues, ensuring the continuous protection of our ICT assets and resilience against cyber threats.

Incident Management and Regulatory Compliance

We have a structured cyber incident management process, to address security events and incidents, including those that may impact our services. This process includes evaluating and monitoring risks associated with partners and suppliers, with third-party engagement governed by contractual requirements. Additionally, we maintain reporting processes in compliance with ANATEL regulations, which are triggered based on predefined thresholds, considering the highly regulated nature of telecommunications sector.

In 2025, we did not experience any significant cybersecurity incidents that impacted our business strategy, operational results or financial condition, nor did we trigger any ANATEL reporting requirements.

Board Oversight and Strategic Cyber Risk Management

Our Board of Directors reviews cybersecurity risks annually and receives a presentation from our Cyber & ICT Security function, outlining key initiatives, risk control measures, and mitigation strategies. In 2025, the Board was presented with an overview of cybersecurity risks and monitored our progress in addressing key opportunities for improvement.

PART III

Item 17. Financial Statements

We have responded to Item 18 in lieu of this item.

Item 18. Financial Statements

See our audited financial statements beginning at page F-1.

Item 19. Exhibit Index

See our exhibit index found immediately preceding the exhibits filed herewith.


174

TECHNICAL GLOSSARY

The following explanations are not intended as technical definitions, but to assist the general reader to understand certain terms as used in this annual report.

3G: The third generation of mobile telecommunications network technology that comply with the IMT-2000 standard as defined by the International Telecommunications Union.

3GPP (3rd Generation Partnership Project): An entity that unites seven telecommunications standard development organizations to produce reports and specifications.

4G: The fourth generation of mobile telecommunications network technology succeeding 3G, which comply with the IMT-Advanced standard as defined by the International Telecommunications Union.

5G: The fifth generation of wireless communications technologies supporting cellular data networks.

Access Network: The part of a telecommunications network which connects subscribers to their immediate service provider. It is contrasted with the core network, which connects local providers to each other.

Analog: A mode of transmission or switching which is not digital, e.g., the representation of voice, video or other modulated electrical audio signals which are not in digital form.

ARPU (Average Revenue Per User): A measure used in the mobile telecommunications industry to evaluate the revenue generated by customers.

Broadband services: Services characterized by a transmission speed of 2Mbps or more. According to international standards, these services are interactive services, including video telephone/videoconferencing (both point to point and multipoint).

Core Network: The central part of a telecommunication network that connects local providers to each other and provides various services to customers who are connected by the access network.

Channel: One of a number of discrete frequency ranges utilized by a radio base station.

Digital: A mode of representing a physical variable such as speech using digits 0 and 1 only. The digits are transmitted in binary form as a series of pulses. Digital networks allow for higher capacity and higher flexibility through the use of computer-related technology for the transmission and manipulation of telephone calls. Digital systems offer lower noise interference and can incorporate encryption as a protection from external interference.

EPC (Evolved Packet Core): A flat architecture used by network operators that provides a converged voice and data networking framework to connect users on a Long-Term Evolution (LTE) network.

GB: A measure of the unit for digital information, representing one billion bytes.

GHz (Gigahertz): One billion cycles per second.

GSM (Global System Mobile): A standard of digital mobile telecommunications technology.

HetNet: A heterogeneous network is a network connecting computers and other devices with different operating systems and/or protocols.

Interconnection charge: Amount paid per minute charged by network operators for the use of their network by other network operators. Also known as an "access charge."

IP network: A communication network that uses Internet Protocol (IP) to send and receive messages by delivering packets from the source host to the destination host based on the IP addresses in the packet headers.


IoT (Internet of Things): IoT is a system of interrelated computing devices, mechanical and digital machines provided with unique identifiers and the ability to transfer data over a network without requiring human-to-human or human-to-computer interaction.

kHz (Kilohertz): One thousand cycles per second.

LTE (Long-Term Evolution): A wireless broadband technology designed to support roaming Internet access via cell phones and handheld devices.

M2M (Machine to machine): refers to machine-to-machine communication, being able to interconnect network systems, both wired and wireless, to remote devices. In M2M communication, data is transferred and used, in real time, via fixed or mobile networks, from remote equipment/terminals for their monitoring, measurement and control.

Massive-MIMO (Multiple-input multiple-output): A wireless network that allows the transmitting and receiving of more than one data signal simultaneously over the same radio channel.

MBB (Mobile Broadband): Data transmission improvements for mobile broadband users through an expanded high-speed fiber optic network and new functionalities in the core and access networks.

MHz (Megahertz): One million cycles per second.

Mobile Packet Core: Architecture systems for supporting mobile technologies including 2G, 3G and 4G/LTE.

Mobile service: A mobile telecommunications service provided by means of a network of interconnected low powered radio base stations, each of which covers one small geographic cell within the total mobile telecommunications system service area.

MOU (Monthly Average Minutes of Usage): The monthly average number of minutes of use of each mobile phone user.

MVNO (Mobile Virtual Network Operator): is a wireless communications services provider that does not own the wireless network infrastructure over which it provides services to its customers.

NB-IoT (Narrowband Internet of Things): A low power wide area network radio technology standard to enable a wide range of cellular devices and services.

Network: An interconnected collection of elements. In a telephone network, these consist of switches connected to each other and to customer equipment. The transmission equipment may be based on fiber optic or metallic cable or point-to-point connections.

NFV (Network Functions Virtualization): The NFV paradigm allows both fixed and mobile network functions to become software applications, called VNF (Virtual Network Function), which the operator can instantiate on commercial servers, exploiting virtualization technologies, separating the link between hardware and software present in the current network devices.

OTT (Over The Top): Media delivered and communication services provided through the Internet rather than traditional infrastructure.

PaaS, SaaS or IaaS: Platform as a service (PaaS), software as a service (SaaS), or infrastructure as a service (IaaS).

Penetration: The measurement of the take-up of services. At any date, the penetration is calculated by dividing the number of customers by the population to which the service is available and multiplying the quotient by 100.

RAN: A radio access network, or the wireless radio frequency-based portion of a network providing access from a mobile terminal device (transmitter/receiver) to the core, or backbone, network of the radio service provider and ultimately to the public switched telephone network or the Internet or other IP-based network.

175


Refarming: The repurposing of frequency bands that have historically been allocated for 2G mobile services.

RF (Radio Frequency): A rate of oscillation which corresponds to the frequency of radio waves, and the alternating currents which carry radio signals.

Roaming: A function that enables customers to use their mobile telephone on networks of service providers other than the one with which they signed their initial contract.

SCM (Serviço de Comunicação Multimídia): Fixed telecommunications service of collective interest, provided nationally and internationally, in the private regime, which allows the provision of capacity for transmission, emission and reception of multimedia information (data, voice and image), using any means, to subscribers within a service delivery area.

SIM (Subscriber Identity Module) card: An integrated circuit intended to securely store the identity and authenticate users of mobile devices.

SMS (Short Message Services): Two-way short (or text) message services, allowing users to send and receive short messages to and from users of networks of other carriers.

STFC (Serviço Telefônico Fixo Comutado): Provision of fixed telephony services in Brazil. It considers modalities of the Fixed Switched Telephone Service: local service, national long-distance service and international long-distance service.

SMP (Mobile communications): Provision of mobile telecommunications services in Brazil, enabling communication between mobile devices and between mobile devices and other networks (including fixed networks), as well as access to mobile broadband internet.

TAC (Termo de Ajustamento de Conduta): it is an agreement signed between the interested parties with the objective of protecting rights of a transindividual nature.

UMTS (Universal Mobile Telecommunications System): A third-generation mobile communication standard in which data travels at 2 Mbps over a broadband system.

Value-Added Services: Value-added services provide additional functionality to the basic transmission services offered by a telecommunications network.

VoIP (Voice over Internet Protocol): Voice communication services provided over the Internet.

WTTx (Wireless to the x): The use of wireless technologies to provide fiber optic-like connections to end users.

YoY (Year-over-year): Is a method of evaluating two or more measured events to compare the results at one period with those of a comparable period on an annualized basis.

176


SIGNATURES

The registrant hereby certifies that it meets all of the requirements for filing Form 20-F and that it has duly caused and authorized the undersigned to sign this annual report on its behalf.

Dated: March 30, 2026

TIM S.A.

By: /s/ Alberto Mario Griselli
Name: Alberto Mario Griselli
Title: Chief Executive Officer

/s/ Andrea Palmas Viegas Marques
Name: Andrea Palma Viegas Marques
Title: Chief Financial Officer

1


1

EXHIBIT INDEX

1.1 By-laws of TIM S.A. approved at the Annual Shareholder’s Meeting held on March 27, 2025, which is incorporated by reference to our Form 6-K with the Securities and Exchange Commission on March 27, 2025.

2.1 Deposit Agreement, dated as of October 9, 2020, among TIM S.A., J.P. Morgan Chase Bank, N.A., as Depositary, and holders of American Depositary Receipts issued thereunder, which is incorporated by reference to our Form F-6 filed with the Securities and Exchange Commission on October 2, 2020.

2.2 Description of Securities registered under Section 12 of the Exchange Act, which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on April 28, 2023.

4.2 Private Deed for the Second Issue of Simple, Unsecured, and non-Convertible Debentures, in a Single Series, for Public Distribution with Restricted Efforts, of TIM S.A., dated as of June 10, 2021, between TIM S.A., as issuer and Pentágono S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, as fiduciary agent (English translation) which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on April 15, 2022.

4.3 Share Purchase Agreement and Other Covenants, dated as of January 28, 2021, between OI S.A., Telemar Norte Leste S.A. and OI Móvel S.A. which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on April 30, 2021.

4.9 English Language Summary of Credit Agreement, dated as of January 31, 2020, between Banco do Nordeste do Brasil S.A., as lender, and TIM S.A., as borrower, which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on May 1, 2020.

4.12 English Language Summary of Protocol and Justification of the Merger of TIM Celular S.A. by TIM S.A., dated as of October 15, 2018, between TIM Celular S.A. and TIM S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on April 10, 2019.

4.14 English Language Summary of Credit Agreement, dated March 20, 2019, between Agência Especial de Financiamento Industrial S.A. – FINAME, an entity within the BNDES system, as lender and TIM S.A. as borrower, which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on April 10, 2019.

4.16 English Summary of Term of Authorization for Use of Radio frequency Blocks Associated with Personal Mobile Service No. 113/2016/SOR-ANATEL, dated as of July 26, 2016, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Celular S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on April 11, 2017.

4.17 English Summary of Term of Authorization for Use of Radio frequency Blocks Associated with Personal Mobile Service No. 114/2016/SOR-ANATEL, dated as of July 26, 2016, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Celular S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on April 11, 2017.

4.21 English Summary of Term of Authorization for Use of Radio frequency Blocks Associated with Personal Mobile Service No. 144/2014/SOR-ANATEL, dated as of December 5, 2014, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Celular S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on April 15, 2015.


4.22 English Summary of Term of Authorization for Use of Radio frequency Blocks Associated with Personal Mobile Service No. 145/2014/SOR-ANATEL, dated as of December 5, 2014, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Celular S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on April 15, 2015.

4.23 English Summary of Term of Authorization for Use of Radio frequency Blocks Associated with Personal Mobile Service No. 146/2014/SOR-ANATEL, dated as of December 5, 2014, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Celular S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on April 15, 2015.

4.29 English Summary of Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 3, 2013, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Celular S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on April 15, 2014.

4.32 Term of Authorization for provision of PCS service dated March 12, 2001 (English translation), which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on May 14, 2012.

4.33 Term of Authorization for provision of PCS services dated February 26, 2010, authorization (English translation), which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on May 14, 2012.

4.34 Term of Authorization for provision of PCS services dated November 29, 2010 (English translation), which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on May 14, 2012.

4.39 Authorization agreement for TIM Celular S.A. dated May 25, 2007, pursuant to which TIM is authorized to provide landline switched telephone services (STFC) in regions I, II and III, which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 3, 2008.

4.40 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Nordeste S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.41 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Nordeste S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.42 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Nordeste S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.43 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Nordeste S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.44 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Nordeste S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.


4.45 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Nordeste S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.46 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Nordeste S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.47 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Nordeste S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.48 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Celular S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.49 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Celular S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.50 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Celular S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.51 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Celular S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.52 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Celular S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.53 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 29, 2008, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and TIM Celular S.A., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 26, 2009.

4.54 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of November 30, 2005, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and Intelig Telecomunicações Ltda., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 30, 2010.

4.55 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of May 5, 2006, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and Intelig Telecomunicações Ltda., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 30, 2010.

4.56 Term of Authorization for Use of Radio frequencies, dated as of April 2, 2007, between ANATEL (the National Telecommunications Agency) and Intelig Telecomunicações Ltda., which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on June 30, 2010.

6.1 Statement regarding computation of per share earnings, which is incorporated by reference to Note 34 to our financial statements included in this annual report.


8.1 None.

11.1 Code of Ethics (English free translation), adopted December 6, 2023, which is incorporated by reference to our annual report filed on Form 20-F with the Securities and Exchange Commission on April 29, 2024.

11.2 Policy for Disclosing Information to the Market and Trading Securities (Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante e de Negociação de Valores Mobiliários) (English free translation), adopted on December 12, 2022.

12.1* Section 302 Certification of the Chief Executive Officer.

12.2* Section 302 Certification of the Chief Financial Officer.

13.1* Section 906 Certification of the Chief Executive Officer.

13.2* Section 906 Certification of the Chief Financial Officer.

97 Compensation Recoupment Policy (“Clawback” Policy)

101.INS* Inline XBRL Instance Document

101.SCH* Inline XBRL Taxonomy Extension Schema Document

101.CAL* Inline XBRL Taxonomy Extension Calculation Linkbase Document

101.DEF* Inline XBRL Taxonomy Extension Definition Linkbase Document

101.LAB* Inline XBRL Taxonomy Extension Label Linkbase Document

101.PRE* Inline XBRL Taxonomy Extension Presentation Linkbase Document

  • Filed herewith.

Exhibit 12.1

SECTION 302 CERTIFICATION

I, Alberto Mario Griselli, certify that:

  1. I have reviewed this annual report on Form 20-F of TIM S.A.;
  2. Based on my knowledge, this report does not contain any untrue statement of a material fact or omit to state a material fact necessary to make the statements made, in light of the circumstances under which such statements were made, not misleading with respect to the period covered by this report;
  3. Based on my knowledge, the financial statements, and other financial information included in this report, fairly present in all material respects the financial condition, results of operations and cash flows of the company as of, and for, the periods presented in this report;
  4. The company's other certifying officer and I are responsible for establishing and maintaining disclosure controls and procedures (as defined in Exchange Act Rules 13a-15(e) and 15d-15(e)) and internal control over financial reporting (as defined in Exchange Act Rules 13a-15(f) and 15d-15(f)) for the company and have:

a) Designed such disclosure controls and procedures, or caused such disclosure controls and procedures to be designed under our supervision, to ensure that material information relating to the company, including its subsidiaries, is made known to us by others within those entities, particularly during the period in which this report is being prepared;
b) Designed such internal control over financial reporting, or caused such internal control over financial reporting to be designed under our supervision, to provide reasonable assurance regarding the reliability of financial reporting and the preparation of financial statements for external purposes in accordance with generally accepted accounting principles;
c) Evaluated the effectiveness of the company's disclosure controls and procedures and presented in this report our conclusions about the effectiveness of the disclosure controls and procedures, as of the end of the period covered by this report based on such evaluation; and
d) Disclosed in this report any change in the company's internal control over financial reporting that occurred during the period covered by the annual report that has materially affected, or is reasonably likely to materially affect, the company's internal control over financial reporting; and

  1. The company's other certifying officer and I have disclosed, based on our most recent evaluation of internal control over financial reporting, to the company's auditors and the audit committee of the company's Board of Directors (or persons performing the equivalent functions):

a) All significant deficiencies and material weaknesses in the design or operation of internal control over financial reporting which are reasonably likely to adversely affect the company's ability to record, process, summarize and report financial information; and
b) Any fraud, whether or not material, that involves management or other employees who have a significant role in the company's internal control over financial reporting.

Dated: March 30, 2026

By: /s/ Alberto Mario Griselli

Name: Alberto Mario Griselli

Title: Chief Executive Officer


Exhibit 12.2

SECTION 302 CERTIFICATION

I, Andréa Palma Viegas Marques, certify that:

  1. I have reviewed this annual report on Form 20-F of TIM S.A.;
  2. Based on my knowledge, this report does not contain any untrue statement of a material fact or omit to state a material fact necessary to make the statements made, in light of the circumstances under which such statements were made, not misleading with respect to the period covered by this report;
  3. Based on my knowledge, the financial statements, and other financial information included in this report, fairly present in all material respects the financial condition, results of operations and cash flows of the company as of, and for, the periods presented in this report;
  4. The company's other certifying officer and I are responsible for establishing and maintaining disclosure controls and procedures (as defined in Exchange Act Rules 13a-15(e) and 15d-15(e)) and internal control over financial reporting (as defined in Exchange Act Rules 13a-15(f) and 15d-15(f)) for the company and have:

a) Designed such disclosure controls and procedures, or caused such disclosure controls and procedures to be designed under our supervision, to ensure that material information relating to the company, including its consolidated subsidiaries, is made known to us by others within those entities, particularly during the period in which this report is being prepared;
b) Designed such internal control over financial reporting, or caused such internal control over financial reporting to be designed under our supervision, to provide reasonable assurance regarding the reliability of financial reporting and the preparation of financial statements for external purposes in accordance with generally accepted accounting principles;
c) Evaluated the effectiveness of the company's disclosure controls and procedures and presented in this report our conclusions about the effectiveness of the disclosure controls and procedures, as of the end of the period covered by this report based on such evaluation; and
d) Disclosed in this report any change in the company's internal control over financial reporting that occurred during the period covered by the annual report that has materially affected, or is reasonably likely to materially affect, the company's internal control over financial reporting; and

  1. The company's other certifying officer and I have disclosed, based on our most recent evaluation of internal control over financial reporting, to the company's auditors and the audit committee of the company's Board of Directors (or persons performing the equivalent functions):

a) All significant deficiencies and material weaknesses in the design or operation of internal control over financial reporting which are reasonably likely to adversely affect the company's ability to record, process, summarize and report financial information; and
b) Any fraud, whether or not material, that involves management or other employees who have a significant role in the company's internal control over financial reporting.

Dated: March 30, 2026

By: /s/ Andréa Palma Viegas Marques

Name: Andréa Palma Viegas Marques

Title: Chief Financial Officer


Exhibit 13.1

CERTIFICATION PURSUANT TO
18 U.S.C. SECTION 1350,
AS ADOPTED PURSUANT TO
SECTION 906 OF THE SARBANES-OXLEY ACT OF 2002

The certification set forth below is being submitted in connection with the Annual Report on Form 20-F for the year ended December 31, 2025 (the "Report") for the purpose of complying with Rule 13a-14(b) or Rule 15d-14(b) of the Securities Exchange Act of 1934 (the "Exchange Act") and Section 1350 of Chapter 63 of Title 18 of the United States Code, as adopted pursuant to section 906 of the U.S. Sarbanes-Oxley Act of 2002.

I, Alberto Mario Griselli, Chief Executive Officer of TIM S.A., certify that, to the best of my knowledge:

  1. the Report fully complies with the requirements of Section 13(a) or 15(d) of the Exchange Act; and
  2. the information contained in the Report fairly presents, in all material respects, the financial condition and results of operations of TIM S.A.

Dated: March 30, 2026

By: /s/ Alberto Mario Griselli
Name: Alberto Mario Griselli
Title: Chief Executive Officer


Exhibit 13.2

CERTIFICATION PURSUANT TO
18 U.S.C. SECTION 1350,
AS ADOPTED PURSUANT TO
SECTION 906 OF THE SARBANES-OXLEY ACT OF 2002

The certification set forth below is being submitted in connection with the Annual Report on Form 20-F for the year ended December 31, 2025 (the "Report") for the purpose of complying with Rule 13a-14(b) or Rule 15d-14(b) of the Securities Exchange Act of 1934 (the "Exchange Act") and Section 1350 of Chapter 63 of Title 18 of the United States Code, as adopted pursuant to section 906 of the U.S. Sarbanes-Oxley Act of 2002.

I, Andréa Palma Viegas Marques, Chief Financial Officer of TIM S.A., certify that, to the best of my knowledge:

  1. the Report fully complies with the requirements of Section 13(a) or 15(d) of the Exchange Act; and
  2. the information contained in the Report fairly presents, in all material respects, the financial condition and results of operations of TIM S.A.

Dated: March 30, 2026

By: /s/ Andréa Palma Viegas Marques
Name: Andréa Palma Viegas Marques
Title: Chief Financial Officer