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Novabase SGPS — Interim / Quarterly Report 2004
Sep 30, 2004
1943_ir_2004-09-30_80d43af1-5176-43f2-a2d5-dfec3dda8253.pdf
Interim / Quarterly Report
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Relatório de Gestão e Contas – 1º Semestre de 2004
Novabase adopta normas internacionais IFRS/IAS
NOVABASE SGPS, S.A.Sociedade Aberta - Código BVL: NBA.IN Contribuinte nº 502.280.182 Capital Social: 14.203.353,50 euros Sede: Av. Engº Duarte Pacheco, Amoreiras, 15F 1099-078 Lisboa
Volume de Negócios: 74.5 M€ (64.7 M€ no 1º semestre de 2003)
EBITDA: 9.0 M€
(2.0 M€ no 1º semestre de 2003)
Resultados Líquidos: 3.5 M€ (-1.4 M€ no 1º semestre de 2003)
(Todos os valores em IFRS/IAS)
1. Indicadores Chave
1.1. Volume de Negócios
As Vendas e Prestação de Serviços Consolidados no 1º semestre de 2004 (1H04) atingiram os 74.5 M€ (milhões de euros), valor que corresponde a um incremento de 15.1% face aos 64.7 M€ apresentados no período homólogo em 2003. Para este resultado contribui a consolidação, apenas no 2º trimestre de 2004, de 100% da TechnoTrend BV.
Volume de Negócios (IFRS)

Novabase SGPS, S.A. Sociedade Aberta Código Euronext: NBA.AM Contribuinte nº 502.280.182 Matriculada CRCLx. N.º1495 Capital Social: 14.203.353.50 euros
1.2. Cash Flow Operacional (EBITDA)
O Cash Flow Operacional (EBITDA) atingiu neste período 9.0 M€, valor que representa um acréscimo muito significativo quando comparado com os 2.0 M€ registados no 1H03.
A margem percentual EBITDA no 1H04 cifrou-se em 12.1%, valor que compara com 3.0% obtidos no 1H03.


Os Resultados Operacionais (EBIT) atingiram os 5.6 M€, o que traduz uma subida expressiva face aos – 1.4 M€ registados no 1H03.
1.3. Resultados Líquidos
Os Resultados Líquidos Consolidados, já deduzidos de interesses minoritários, atingiram 3.5 M€, tendo também crescido de uma forma expressiva face ao valor de -1.4 M€ registado no 1H03.
Resultados Líquidos Consolidados (IFRS)

Usando as normas POC, os Resultados Líquidos Consolidados atingiram neste período 1.8 M€, correspondendo a um acréscimo expressivo face a igual período de 2003, onde se cifraram em 0.8 M€.
Resultados Líquidos Consolidados (POC)

2. Resumo da Actividade
Apesar dos indícios de alguma retoma não terem ainda impacto no sector das TI, a actividade da Novabase no decurso destes primeiros seis meses de 2004 pode considerarse muito positiva. Para além da melhoria geral e expressiva de todos os principais indicadores económico-financeiros da sociedade (volume de negócios, Ebitda, EBIT, EBT, resultado líquido), importa destacar o seguinte:
Na divisão de Consulting, após 4 trimestres consecutivos de decréscimo de actividade face ao período homólogo do ano anterior, assistimos neste 2º trimestre de 2004 a um retomar de crescimento (+ 8% face ao 2Q03), o que acreditamos significa um virar de ciclo nesta área de actividade. Este crescimento é realizado não sacrificando as margens deste negócio, antes melhorando-as de forma significativa. Este resultado decorre do grande trabalho de optimização desenvolvido nesta área, que se expressa desde logo num acréscimo das taxas de alocação de consultores.
Variação Volume Negócios Y-o-Y Novabase Consulting

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Novabase
Na divisão de Engineering Solutions, o destaque vai para a concretização da participação na TechnoTrend, o que permite encarar a internacionalização desta área com muito optimismo. Até hoje comprovou-se a excelência da nossa oferta mas havia-se tornado imperativo colocar no terreno uma estratégia de internacionalização desta área uma vez que em Portugal tínhamos já conquistado uma quota de mercado extremamente elevada.
Em termos de repartição do volume de negócios por divisão destaca-se o crescente peso da divisão de Engineering Solutions que passa a representar 67.3% do volume total no 1H04, quando no período homólogo representava 59.7%. Este novo aumento de peso da Divisão de Engenharia deve-se essencialmente à consolidação da TechnoTrend na área de TV Digital.

Segue-se um resumo dos principais factores a destacar neste período em cada uma das divisões da Novabase.
2.1. Divisão "Novabase Consulting"
O 1º semestre deste ano continuou a ser caracterizado por uma estabilização do investimento em TI na maioria das empresas Portuguesas, na sequência do que já havia ocorrido na 2ª metade de 2003. Ainda assim, pela primeira vez desde 2001, o final do 1º semestre foi acompanhado de algum interesse acrescido por parte dos clientes nos serviços de TI, no que pode ser um prenúncio de uma retoma mais próxima.
A divisão gerou um Volume de Negócios de 23 M€ no semestre, valor em linha com o obtido em idêntico período de 2003 (23.3 M€).
Apesar da intensa pressão sobre os preços, a margem EBITDA fixou-se em 15.7% no período, acima do típico para qualquer negócio de consultoria em TI, mesmo em períodos normais. Esta boa performance, num contexto de tamanha pressão de preços só foi
possível pelo foco contínuo na excelência operacional e no controlo de custos materializados na manutenção de elevadas taxas de utilização e no contínuo emagrecimento da estrutura de suporte.
A actividade desta divisão nos 3 segmentos de mercado mais importantes caracterizou-se da seguinte forma:
- Governo: apesar das restrições orçamentais e da incerteza associada à mudança do Governo, a Novabase conseguiu manter a sua posição de líder no fornecimento de soluções avançadas de TI para a Administração Pública Central e Local. Neste segmento de mercado há a destacar a continuação da colaboração estreita da Novabase com vários Ministérios, como são os casos da Segurança Social (com a adjudicação de vários projectos, incluindo um projecto "core" na área da Acção Social) e da Justiça.
- Telecomunicações: as áreas de Suporte à Decisão e de CRM no âmbito da telefonia fixa, móvel e do negócio multimédia continuaram a ser apostas ganhadoras no mercado. O 1H04 foi marcado pela adjudicação de vários projectos na área de "business intelligence" sendo de destacar a contratação da implementação de um grande data warehouse para um operador da rede fixa. De referir ainda a adjudicação de projectos na área de contact centers IP utilizando tecnologia de ponta desenvolvida de raiz pela Novabase.
- Serviços Financeiros: A Novabase conseguiu manter num contexto de contenção da procura as suas relações de parceria estratégica com vários clientes de referência deste sector, recebendo novas encomendas e conseguindo defender as suas margens. Registaram-se várias adjudicações de projectos em áreas tais como a implementação das normas IFRS, os portais e a gestão de conteúdos, o e-learning, a segurança e a gestão documental em instituições financeiras incluindo algumas com as quais até agora a Novabase não possuía relações. É de notar ainda a adjudicação de contratos de Business Process Outsourcing (BPO) nas áreas de arquivo e de gestão documental.
Importa ainda referir que a Novabase ganhou e iniciou a execução ainda neste período de um contrato de outsourcing completo – envolvendo projecto e manutenção – para a implementação e gestão de uma solução integrada de marketing relacional para a área do turismo.
No final do 1H04 o número médio de consultores nesta divisão foi de 659.
2.2. Divisão "Novabase Engineering Solutions"
O Volume de Negócios da Divisão "Novabase Engineering Solutions" foi de 50.1 M€, representando 67.3% do Volume de Negócios global da Novabase e um crescimento face ao período homólogo de 29.6%.
Estes proveitos consistiram no fornecimento de equipamento para televisão (cabo, satélite e terrestre) e de serviços de integração de sistemas associados (num total de proveitos de 21.5 M€ que se comparam com proveitos de 13.2 M€ no 1H03), assim como no fornecimento de equipamento e serviços nas áreas do Ticketing, Telecomunicações, Infraestruturas e Integração de Sistemas (num total de proveitos de 28.6 M€ que se comparam com proveitos de 25.5 M€ no período homólogo).
Em termos de EBITDA, esta Divisão gerou um valor de 5 M€ (que representa 9.9% das vendas) o que traduz um crescimento face ao valor obtido no 1H03 (3.7 M€) superior a 33.7%.
Foram desenvolvidas neste período diversas actividades, com vista ao desenvolvimento dos negócios desta divisão, das quais importa destacar as seguintes:
- Na área de Ticketing & Transport Solutions, foram obtidos e executados, durante o 1H04, diversos contratos de fornecimento de soluções para a instalação de pontos de venda e de sofisticados sistemas de Ticketing e Validação de bilhetes Electrónicos sem contacto e Convencionais, que representam investimentos estruturantes para a melhoria da rentabilidade dos principais operadores de transportes nacionais e de empresas gestoras de recintos desportivos de grande dimensão. Neste contexto a Novabase obteve também contratos de forma a apoiar os seus clientes na manutenção destas soluções durante todo o seu ciclo de vida.
- Na área de Entreprise Computing Solutions, o posicionamento claro da Novabase junto dos seus parceiros estratégicos HP e Microsoft, permitiu implementar um número crescente de projectos de roll-out, migração e manutenção de infraestruras computacionais de grande dimensão.
- Na área de Telecom & Networking Solutions o alinhamento estratégico, investimento e especialização em plataformas de comunicações da Cisco e equipamentos complementares, associada às soluções e capacidade de serviços profissionais da Novabase para optimização de recursos em redes IP foram determinantes na escolha da Novabase para a implementação dos projectos de importancia crucial para melhoria da eficiência do negócio dos principais operadores de telecomunicações, instituições financeiras, administração pública e mercado de empresas em geral.
- Na área de Interactive Digital TV Solutions a aposta em inovação no desenho de soluções para TV Digital permitiu a obtenção de novos contratos ou renovação de contratos já existentes de fornecimento de descodificadores de satélite para serviços de distribuição de TV digital por Satélite, Cabo e Terrestre. Em especial destaque estão os contratos obtidos na sequência da associação com a TechnoTrend AG. Logrou-se, assim, a diversificação para novos mercados com novos produtos, nomeadamente para os mercados inglês, alemão na àrea do Digital Terrestre, para os mercados espanhol e brasileiro na área do Digital Cable, assim como contratos para fornecimento de equipamentos IPTV. Espera-se que os primeiros proveitos destes novos contratos venham a ter impacto significativo já no final deste ano e no início do próximo ano.
Do ponto de vista organizacional, o 1H04 foi caracterizado pela negociação e integração a partir do 2Q04 da TechnoTrend na divisão Novabase Engineering Solutions.
Durante este período foram finalizados os planos estratégicos de reorganização de negócio das várias áreas da associação entre TechnoTrend e Novabase IDTV com o objectivo de poder beneficiar durante os próximos trimestres dos primeiros impactos positivos ao nível das sinergias comerciais e operacionais com um impacto esperado quer no crescimento do volume de negócios quer na produtividade.
No final do 1H04 o número médio de consultores nesta divisão foi de 314.
2.3. Novabase Capital
O Volume de Negócios da Novabase Capital no 1H04 foi de 1.3 M€. No 1H03 obteve-se nesta rubrica um valor de 2.8 M€ valor que incluía o negócio da formação, associado às
empresas Flag e Deltafor, que como oportunamente foi divulgado foi alienado já no decurso do 1Q04. A rentabilidade (EBITDA) desta divisão neste período foi de 0.4 MEur, valor ligeiramente acima do obtido no período homólogo de 2003.
As actividades desenvolvidas pela Novabase Capital estiveram associadas a 3 grandes grupos de intervenção:
- Desenvolvimento do portfolio, continuando a reforçar medidas para potenciar o crescimento rentável de negócio das empresas participadas.
- Oportunidades de Corporate Venture Capital, analisando projectos e transacções que possam acrescentar valor segundo as directrizes estratégicas do Grupo.
- Actividades de M&A para as empresas do Grupo, apoiando a consolidação das Divisões no mercado local e explorando possibilidades de investimento internacional de criação de valor.
No final do 1H04 o número médio de consultores nesta divisão foi de 32.
3. Análise Económico-Financeira
Ainda que obrigatória apenas a partir de 2005, a apresentação de demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Contabilidade (NIC's IFRS/IAS) para empresas cotadas em Bolsa, o Conselho de Administração da Novabase entendeu preparar antecipadamente a transição e divulga, desde Junho de 2002, as contas IFRS/IAS e a respectiva reconciliação de resultados líquidos pro-forma consolidados e dos capitais próprios pro-forma consolidados apurados por referência aos Princípios Contabilísticos geralmente aceites em Portugal e às Normas Internacionais de Contabilidade.
Antecipando uma vez mais a data de 2005, e com o objectivo de transmitir informação mais completa e internacionalmente aceite sobre as contas da empresa, decidiu agora o Conselho de Administração, após consulta à CMVM, fazer a derrogação das normas POC e passar a divulgar, a partir deste 2º trimestre as suas contas em termos das Normas Internacionais de Contabilidade (NIC's IFRS/IAS).
O Volume de Negócios nos 6 primeiros meses de 2004 atingiu os 74.5 M€, o que reflecte um crescimento de 15.1% face ao mesmo período do ano anterior.

Comparativamente ao ano transacto:
- A divisão Novabase Consulting decresceu 1.2% face a 2003, de 23.3 para 23.0 M€.
- A divisão Novabase Engineering Solutions cresceu 29.6% face a 2003, de 38.7 para 50.1 M€.
- A Novabase Capital decresceu 51.7% face a 2003, de 2.8 para 1.3 M€, devido a alteração de perímetro (alienação no 1Q04 do negócio da formação).
O EBITDA atingiu os 9.0 M€, o que reflecte um acréscimo expressivo face a igual período de 2003 (2.0 M€).

Em percentagem do Volume de Negócios, o EBITDA, neste período, representa uma margem total de 12.1%. A desagregação desta margem por divisão de negócios, nos 6 primeiros meses de 2004 é analisada como se segue:
- A divisão Novabase Consulting em Portugal é responsável por uma margem EBITDA de 3.6 M€, corresponde a 16.6% do Volume de Negócios. Ao considerar-se em conjunto com o Brasil, o qual representa uma margem negativa de -1.7%, a margem EBITDA global da Novabase Consulting reduz-se para 15.7%.
- A divisão Novabase Engineering Solutions apresenta um EBITDA de 5.0 M€ a que corresponde uma margem de 9.9%.
- A divisão Novabase Capital apresenta um EBITDA de 0.4 M€ a que corresponde uma margem de 32.9%.
- O Número Médio de Colaboradores que, no fim do primeiro semestre de 2003 se situava nos 1.061, cresceu 2.4% para 1.086.
Número Médio de Colaboradores

Os Resultados Operacionais (EBIT) atingiram os 5.6 M€, o que reflecte um acréscimo muito expressivo face aos -1.4 M€ registados no 1H03.
Os Resultados Financeiros foram de -1.0 M€, que comparam com -0.6 M€ do período homólogo.
Os Resultados Antes de Impostos (EBT) no 1H04, no valor de 4.6 M€, reflectem um acréscimo significativo face ao período homólogo (-2.1 M€).
Os Resultados Líquidos Consolidados, depois de interesses minoritários são, neste período, de 3.5 M€, representando um acréscimo expressivo face a 2003 (-1.4 M€).
Os Earnings per Share (lucros por acção) registaram também um grande acréscimo, passando de -0.050 para 0.124 euros por acção, naturalmente em linha com o acréscimo dos Resultados Líquidos.

Em Junho de 2004, a Novabase apresentava uma Posição Líquida Global de Tesouraria positiva de 12.2 M€, reflectindo um acréscimo de 12.4% face aos 10.8 M€ registados no 1H03.
No final de Junho de 2004, os Clientes e Acréscimos de Proveitos cifraram-se em 56.4 M€, valor que compara com os 40.4 M€ do período homólogo de 2003.
As Existências passaram de 10.3 para 12.1 M€, do 1H03 para igual período em 2004, respectivamente. O peso das existências sobre as vendas de produtos em 2004 baixou de 33.3% para 30.1% no período.
4. Reconciliações dos Resultados Líquidos e dos Capitais Próprios da Novabase, preparados de acordo com as Normas POC
A informação divulgada, para fins informativos, inclui os principais ajustamentos identificados como de maior impacto à luz das Normas POC.
Em resumo, a reconciliação com os Resultados Consolidados – POC:
| 30 Junho 2004 | ||||
|---|---|---|---|---|
| 2004 | 2003 | |||
| Euros '000 | Euros '000 | Var. % | ||
| Resultados Líquidos Consolidados - IFRS | 3,506 | (1,426) | -345.9% | |
| Ajustamentos para IFRS : | ||||
| 1. Despesas de instalação e constituição | (182) | (74) | ||
| 2. Despesas com campanhas publicitárias | (298) | 1,783 | ||
| 3. Despesas em projectos de investigação e desenvolvimento | (1,198) | 2,731 | ||
| 4. Bonus / gratificações a colaboradores | 90 | 95 | ||
| 5. Impostos diferidos | 387 | (1,422) | ||
| 6. Goodwill / trespasses sobre negócios | (960) | (936) | ||
| 7. Justo valor de activos financeiros | 454 | - | Em | |
| Resultados Líquidos Consolidados - POC | 1,799 | 751 | 139.5% |
resumo, a reconciliação com os Capitais Próprios Consolidados – POC:
| 30 Junho 2004 | |||
|---|---|---|---|
| 2004 | 2003 | ||
| Euros '000 | Euros '000 | Var. % | |
| Capitais Próprios Consolidados - IFRS | 70,969 | 65,809 | 7.8% |
| Ajustamentos para IFRS : | |||
| 1. Despesas de instalação e constituição | 673 | 404 | |
| 2. Despesas com campanhas publicitárias | 1,363 | 1,795 | |
| 3. Despesas em projectos de investigação e desenvolvimento | 1,745 | 3,827 | |
| 4. Bonus / gratificações a colaboradores | 89 | 300 | |
| 5. Impostos diferidos | (1,040) | (2,039) | |
| 6. Justo valor dos títulos de investimento | (174) | 25 | |
| 7. Goodwill / trespasses sobre negócios | (2,848) | (936) | |
| 8. Justo valor de activos financeiros | 454 | - | |
| Capitais Próprios Consolidados - POC | 71,231 | 69,185 | 3.0% |
5. Comportamento Bolsista
No 1H04 manteve-se um quadro de alguma instabilidade nos mercados. Já se mostraram sinais de uma ainda ligeira retoma económica embora ainda não suficientes para estimular de forma decisiva a confiança dos agentes e dos mercados de capitais. Estes sinais não são ainda evidentes no sector das TI. Nos primeiros três meses é visível no gráfico uma valorização, que para a acção Novabase chegou mesmo a atingir os 30%, e nos restantes três meses a grande maioria dos ganhos obtidos foram anulados.
A acção Novabase terminou mesmo o semestre a desvalorizar cerca de 5%, motivada em parte pela sua saída do índice PSI20, enquanto o índice EuroStoxx Technology se valorizou cerca 3% e o índice PSI20 se valorizou cerca de 8%. Em termos de volatilidade, a acção Novabase mostrou uma volatilidade superior à dos índices EuroStoxx Technology e PSI20.
Novabase e o Mercado

Ao comparar a cotação da Novabase com as de outras empresas do sector de TI na Europa, observamos comportamentos díspares. A performance da acção Novabase no final do semestre ficou na média da performance das outras TI.
Novabase e outras TMT

A cotação média, ponderada pela quantidade, do título Novabase no 1H04 cifrou-se em 6.58 euros por acção. Foram transaccionadas cerca de 2.6 milhões de acções em todas as 127 sessões de bolsa do 1º semestre de 2004, correspondentes a um valor de transacção de 17.0 milhões de euros. O número médio diário de acções transaccionadas fixou-se em cerca de 20.4 mil títulos, correspondentes a um valor médio diário de cerca de 0.13 milhões de euros.
Em termos de liquidez, a rotação no 1H04, representou cerca de 33% do free-float e corresponde a cerca de 9% do capital da Novabase.
A cotação no último dia de bolsa do 1H04, dia 30 de Junho de 2004, fixou-se nos 5.60 euros, o que representa uma valorização de cerca de 5% face aos 5.90 euros com que a Novabase se fixou no final de 2003.
A cotação de fecho máxima ocorrida no 1H04 atingiu os 7.80 euros, enquanto que o valor mínimo de fecho registado fixou-se nos 5.60 euros. A capitalização bolsista no final do 1º semestre de 2004, fixou-se em 150.1 milhões de euros.
| Resumo | 2Q2004 | 1Q2004 | 4Q2003 | 3Q2003 | 2Q2003 |
|---|---|---|---|---|---|
| Cotação mínima (€) | 5.60 | 5.97 | 5.75 | 5.45 | 5.59 |
| Cotação máxima (€) | 6.97 | 7.80 | 5.99 | 6.26 | 6.26 |
| Cotação média ponderadap/ quantidade (€) | 6.31 | 6.93 | 5.87 | 5.83 | 5.85 |
| Nº títulos transaccionados | 1.491.194 | 1.100.168 | 1.829.890 | 656.990 | 588.052 |
| Capitalização bolsista noúltimo dia do período (M€) | 150.1 | 189.3 | 166.7 | 166.4 | 176.3 |
NOVABASE SGPS, S.A.
Sociedade Aberta - Código BVL: NBA.IN
Contribuinte nº 502.280.182
Capital Social: 14.203.353,50 euros
Sede: Av. Engº Duarte Pacheco, Amoreiras, 15F 1099-078 Lisboa
30-Jun-04 Relatório de Gestão Consolidado do Conselho de Administração
Publicidade de Participações dos Membros de Orgãos de Administração (n.º 5 do Art.º 447 CSC)
| Accionistas | nº acções | % | % |
|---|---|---|---|
| capital | direito voto | ||
| José Afonso Oom Ferreira de Sousa | 3.035.291 | 10,69% | 10,70% |
| Pedro Miguel Quinteiro Marques de Carvalho | 3.035.242 | 10,68% | 10,70% |
| Rogério dos Santos Carapuça | 2.287.001 | 8,05% | 8,06% |
| Luís Paulo Cardoso Salvado | 2.169.770 | 7,64% | 7,65% |
| João Nuno da Silva Bento | 2.166.543 | 7,63% | 7,63% |
| Álvaro José da Silva Ferreira | 982.668 | 3,46% | 3,46% |
| João Filipe dos Santos Teixeira Neto | 598.410 | 2,11% | 2,11% |
| João Vasco Tavares da Mota Ranito | 598.410 | 2,11% | 2,11% |
| José Carlos de Almeida Pedro de Jesus | 447.593 | 1,58% | 1,58% |
| Nuno Miguel Isidoro Duarte | 251.770 | 0,89% | 0,89% |
| total | 15.572.698 | 54,82% | 54,88% |
Publicidade de Participações de Accionistas (n.º 4 do Art.º 448 CSC)
| Accionistas | nº acções | % | % |
|---|---|---|---|
| capital | direito voto | ||
| José Afonso Oom Ferreira de Sousa | 3.035.291 | 10,69% | 10,70% |
| Pedro Miguel Quinteiro Marques de Carvalho | 3.035.242 | 10,68% | 10,70% |
| Banco Espírito Santo, SA (*) | 3.227.326 | 11,36% | 11,37% |
| Rogério dos Santos Carapuça | 2.287.001 | 8,05% | 8,06% |
| Luís Paulo Cardoso Salvado | 2.169.770 | 7,64% | 7,65% |
| João Nuno da Silva Bento | 2.166.543 | 7,63% | 7,63% |
| CGD Pensões - Soc.Gestora Fundos Pensões, SA - Grupo CGD | 1.284.193 | 4,52% | 4,53% |
| Caixagest - Grupo CGD | 1.150.870 | 4,05% | 4,06% |
| Paulo Jorge Ferreira Andrez | 982.493 | 3,46% | 3,46% |
| Álvaro José da Silva Ferreira | 982.668 | 3,46% | 3,46% |
| AF Investimentos - Fundos Mobiliários, SA - Grupo BCP | 896.509 | 3,16% | 3,16% |
| Fernando Eduardo Ribeiro Marques | 837.467 | 2,95% | 2,95% |
| João Filipe dos Santos Teixeira Neto | 598.410 | 2,11% | 2,11% |
| João Vasco Tavares da Mota Ranito | 598.410 | 2,11% | 2,11% |
| José Carlos de Almeida Pedro de Jesus | 447.593 | 1,58% | 1,58% |
| Nuno Miguel Isidoro Duarte | 251.770 | 0,89% | 0,89% |
| Manuel Saldanha Fortes Tavares Festas | 100.281 | 0,35% | 0,35% |
| total | 24.051.837 | 84,67% | 84,75% |
ES TECH VENTURES, SGPS, SA, 1.200.395 acções detidas por ESAF - Espírito Santo Fundo de Pensões, S.A. e 130 acções detidas por elementos dos Orgãos Sociais. (*) Bes - participação calculada nos termos do nº1 do artº 20º do CVM, que se decompõe em: 1.792.144 acções detidas por
CONTAS 1º semestre de 2004
NOVABASE S.G.P.S., S.A.
Demonstrações Financeiras

-
-
| !" | ||
|---|---|---|
| Balanço Consolidado em 30 de Junho de 2004 e 31 de Dezembro de 2003 | 6 | |
| Demonstração dos Resultados Consolidados - 30 de Junho de 2004 e 2003 | 7 | |
| Balanço Individual em 30 de Junho de 2004 e 31 de Dezembro de 2003 | 8 | |
| Demonstração dos Resultados Individuais - 30 de Junho de 2004 e 2003 | 9 | |
| Demonstração dos Fluxos de Caixa Consolidados e Individuais - 30 de Junho de 2004 e 2003 | 10 | |
| Mapa de Alterações aos Capitais Próprios Consolidados | 11 | |
| Mapa de Alterações aos Capitais Próprios Individuais | 12 | |
| Notas às Demonstrações Financeiras - 30 de Junho de 2004: | 13 | |
| Nota 1. | Informação geral | 13 |
| Nota 2. | Políticas contabilísticas | 13 |
| Nota 3. | Política de gestão do risco financeiro | 21 |
| Nota 4. | Estimativas e julgamentos contabilísticos mais relevantes | 22 |
| Nota 5. | Actividade por Segmentos | 22 |
| Nota 6. | Empresas incluídas e excluídas da consolidação | 25 |
| Nota 7. | Imobilizado corpóreo | 27 |
| Nota 8. | Imobilizado incorpóreo | 30 |
| Nota 9. | Investimentos em empresas associadas | 33 |
| Nota 10. | Impostos diferidos activos e passivos | 33 |
| Nota 11. | Existências | 34 |
| Nota 12. | Clientes e outros devedores | 34 |
| Nota 13. | Acréscimos de proveitos | 35 |
| Nota 14. | Outros activos correntes | 35 |
| Nota 15. | Activos detidos para venda | 35 |
| Nota 16. | Caixa e equivalentes a caixa | 36 |
| Nota 17. | Capital Social, prémios de emissão, acções próprias e opções sobre acções | 36 |
| Nota 18. | Reservas e resultados acumulados | 38 |
| Nota 19. | Interesses minoritários | 38 |
| Nota 20. | Empréstimos | 38 |
| Nota 21. | Fornecedores e outros credores | 39 |
| Nota 22. | Proveitos diferidos e outros passivos correntes | 39 |
| Nota 23. | Provisões para riscos e encargos | 40 |
| Nota 24. | Fornecimentos e serviços externos | 40 |
| Nota 25. | Custos com o pessoal | 40 |
| Nota 26. | Outros ganhos e perdas líquidos | 41 |
| Nota 27. | Amortizações | 41 |
| Nota 28. | Custo líquido de financiamento | 41 |
| Nota 29. | Ganho / (perda) em associadas | 41 |
| Nota 30. | Impostos sobre resultados | 42 |
| Nota 31. | Resultados por acção | 42 |
| Nota 32. | Compromissos | 43 |
| Nota 33. | Partes relacionadas | 44 |
| Nota 34. | Eventos após a data de balanço | 44 |
| Nota 35. | Outras Informações | 44 |
| # $%# !" | ||
| Balanço Consolidado Pró-forma - 30 de Junho de 2004 e 31 de Dezembro de 2003 | 47 | |
| Demonstração dos Resultados Consolidados Pró-forma - 30 de Junho de 2004 e 2003 | 48 |
| III. DOCUMENTOS DO AUDITOR REGISTADO NA CMVM E DOS AUDITORES EXTERNOS | 49 |
|---|---|
| Relatório de revisão limitada semestral elaborado por auditor registado na CMVM sobre informação semestralconsolidada | 51 |
| Relatório de revisão limitada semestral elaborado por auditor registado na CMVM sobre informação semestralindividual | 54 |
| • Relatório de revisão limitada dos auditores sobre a informação semestral consolidada | 56 |
| IV. Valores Mobiliários detidos por Órgaos Sociais | 57 |
| Valores Mobiliários emitidos pela Sociedade e por Sociedades com as quais a Novabase SGPS tem relação de domínioou de grupos detidos por titulares de órgãos sociais da Novabase SGPS e das Outras sociedades | 59 |
I. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS para os 6 meses findos em 30 de Junho de 2004
--
| (Valores expressos em milhares de Euros) | |||
|---|---|---|---|
| Imobilizado corpóreo | 7 | 5 822 | 7 660 |
| Imobilizado incorpóreo | 8 | 32 677 | 23 337 |
| Investimentos em empresas associadas | 9 | 1 319 | 834 |
| Impostos diferidos activos | 10 | 7 882 | 7 419 |
| Total de Activos Não Correntes | 47 700 | 39 250 | |
| Existências | 11 | 12 116 | 8 500 |
| Clientes e outros devedores | 12 | 56 016 | 46 591 |
| Acréscimos de proveitos | 13 | 11 465 | 6 020 |
| Outros activos correntes | 14 | 2 416 | 2 211 |
| Activos detidos para venda | 15 | 787 | 696 |
| Caixa e equivalentes a caixa | 16 | 25 328 | 29 903 |
| Total de Activos Correntes | 108 128 | 93 921 | |
| 155 828 | 133 171 | ||
| Capital social | 17 | 14 203 | 14 128 |
| Acções próprias | 17 | (14) | (8) |
| Prémios de emissão | 17 | 35 825 | 35 153 |
| Reservas e resultados acumulados | 18 | 17 449 | 17 394 |
| Resultado líquido consolidado | 18 | 3 506 | (54) |
| Capitais Próprios atribuídos aos accionistas | 70 969 | 66 613 | |
| Interesses minoritários | 19 | 11 113 | 6 087 |
| Capitais Próprios totais | 82 082 | 72 700 | |
| Empréstimos | 20 | 11 213 | 9 500 |
| Provisões para riscos e encargos | 23 | 682 | 463 |
| Impostos diferidos passivos | 10 | 100 | 99 |
| Total de Passivos Não Correntes | 11 995 | 10 062 | |
| Empréstimos | 20 | 4 788 | 3 063 |
| Fornecedores e outros credoresProveitos diferidos e outros passivos correntes | 2122 | 42 95514 008 | 35 71311 633 |
| Total dos Passivos Correntes | 61 751 | 50 409 | |
| Total do Passivo | 73 746 | 60 471 | |
| 155 828 | 133 171 | ||
Para ser lido com as notas anexas às demonstrações financeiras
O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
- - ?!
(Valores expressos em milhares de Euros)
| Vendas | 40 265 | 30 951 | |
| Prestação de serviços | 34 215 | 33 775 | |
| Custo das vendas | (34 029) | (24 142) | |
| Fornecimentos e serviços externos | 24 | (16 038) | (18 429) |
| Custos com o pessoal | 25 | (17 458) | (17 488) |
| Outros ganhos e perdas líquidos | 26 | 2 069 | (2 702) |
| "# | 9 024 | 1 965 | |
| Amortizações | 27 | (3 391) | (3 383) |
| "# | 5 633 | (1 418) | |
| Custo líquido de financiamento | 28 | (1 072) | (635) |
| Ganho / (perda) em associadas | 29 | 58 | (11) |
| $% | 4 619 | (2 064) | |
| Impostos sobre resultados | 30 | (610) | 761 |
| & | 4 009 | (1 303) | |
| Atribuível aos interesses minoritários | 19 | 503 | 123 |
| Atribuível aos accionistas | ' | () | |
| $#+ #, | 31 | (') |
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O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
- -
(Valores expressos em milhares de Euros)
| Imobilizado corpóreo | 7 | 217 | 221 |
| Investimentos em empresas subsidiárias | 6 | 51 311 | 51 584 |
| Impostos diferidos activos | 10 | 48 | - |
| Total de Activos Não Correntes | 51 576 | 51 805 | |
| Clientes e outros devedores | 12 | 22 835 | 19 651 |
| Acréscimos de proveitos | 13 | 4 | 3 |
| Outros activos correntes | 14 | 209 | 43 |
| Activos detidos para venda | 15 | 787 | 696 |
| Caixa e equivalentes a caixa | 16 | 1 981 | 4 315 |
| Total de Activos Correntes | 25 816 | 24 708 | |
| 77 392 | 76 513 | ||
| Capital social | 17 | 14 203 | 14 128 |
| Acções próprias | 17 | (14) | (8) |
| Prémios de emissão | 17 | 35 825 | 35 153 |
| Reservas e resultados acumulados | 18 | 2 386 | 4 240 |
| Resultado líquido | 18 | (34) | (1 887) |
| Total dos Capitais Próprios | 52 366 | 51 626 | |
| Empréstimos | 20 | 8 500 | 8 500 |
| Impostos diferidos passivos | 10 | 100 | 100 |
| Total de Passivos Não Correntes | 8 600 | 8 600 | |
| Empréstimos | 20 | 82 | 21 |
| Fornecedores e outros credores | 21 | 16 344 | 16 262 |
| Proveitos diferidos e outros passivos correntes | 22 | - | 4 |
| Total dos Passivos Correntes | 16 426 | 16 287 | |
| Total do Passivo | 25 026 | 24 887 | |
| 77 392 | 76 513 | ||
O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
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| (Valores expressos em milhares de Euros) | |||
|---|---|---|---|
| Prestação de serviços | 887 | 1 930 | |
| Fornecimentos e serviços externos | 24 | (390) | (228) |
| Custos com o pessoal | 25 | (741) | (746) |
| Outros ganhos e perdas líquidos | 118 | (388) | |
| # ?$ | (126) | 568 | |
| Amortizações | 27 | (10) | (6) |
| # ?$ | (136) | 562 | |
| Custo líquido de financiamento | 28 | 59 | 79 |
| % | (77) | 641 | |
| Impostos sobre resultados | 30 | 43 | (244) |
| &!' | () | *+ | |
| %$,- $,. | 31 | , |
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O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
-?-
(Valores expressos em milhares de Euros)
| Recebimentos de clientes | 66 127 | 76 322 | 608 | |
| Pagamentos a fornecedores | (54 912) | (55 318) | (345) | (103) |
| Pagamentos ao pessoal | (17 079) | (17 965) | (660) | (1 053) |
| Fluxo gerado pelas operações | (5 864) | 3 039 | (1 005) | (548) |
| Recebimentos / (pagamentos) de imposto sobre o rendimento | (559) | (487) | (385) | 180 |
| Outros recebimentos / (pagamentos) operacionais | 1 383 | (3 666) | 716 | (792) |
| 824 | (4 153) | 331 | (612) | |
| Recebimentos: | ||||
| Venda de filiais e associadas | - | - | - | |
| Venda de imobilizações corpóreas | 5 | 485 | - | - |
| Venda de imobilizações incorpóreas | - | - | - | - |
| Subsídios de investimento | - | - | - | - |
| Juros e proveitos similares | 275 | 473 | 23 | 63 |
| Dividendos | - | - | 15 | - |
| 280 | 958 | 38 | 63 | |
| Pagamentos: | ||||
| Aquisição de filiais e associadas | (1 000) | (3 694) | (2 226) | (9 305) |
| Compra de imobilizações corpóreas | (791) | (847) | - | - |
| Compra de imobilizações incorpóreas | (1 223) | (2 697) | - | - |
| (3 014) | (7 238) | (2 226) | (9 305) | |
| Recebimentos: | ||||
| Empréstimos obtidos | 3 036 | 2 500 | - | 4 000 |
| Aumentos de capital e prémios de emissão | 748 | - | 748 | - |
| Venda de acções próprias | 562 | 1 544 | 562 | 1 544 |
| 4 346 | 4 044 | 1 310 | 5 544 | |
| Pagamentos: | ||||
| Empréstimos obtidosJuros e custos similares | -(1 513) | -(1 123) | -(192) | (1 500)(201) |
| Bónus a colaboradores | - | - | - | - |
| Aquisição de acções próprias | (651) | (1 616) | (651) | (1 616) |
| (2 164) | (2 739) | (843) | (3 317) | |
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- ? ?-? -
(Valores expressos em milhares de Euros)
| Resultado líquido | (1 426) | - | - | - | - | - | (1 426) |
| Diferença cambial da consolidaçãoGanhos líq. reconhecidos direct. em CP | 207 | - | - | - | - | - | 207 |
| Ganhos / perdas de justo valor, líqu | 52 | - | - | - | - | 52 | - |
| Outros | (371) | - | - | - | - | - | (371) |
| Ganhos líq. reconhecidos no período | (1 538) | - | - | - | - | 52 | (1 590) |
| Constituição de Reserva legal | - | - | - | - | 473 | - | (473) |
| Compra e venda de acções próprias | (67) | - | - | (5) | - | - | (62) |
| Resultado líquido | 3 506 | - | - | - | - | - | 3 506 |
| Diferença cambial da consolidaçãoGanhos líq. reconhecidos direct. em CP | 178 | - | - | - | - | - | 178 |
| Ganhos / perdas de justo valor, líqu | 90 | - | - | - | - | 90 | - |
| Outros | (76) | - | - | - | - | - | (76) |
| Ganhos líq. reconhecidos no período | 3 698 | - | - | - | - | 90 | 3 608 |
| Aumento de capital | 747 | 75 | 672 | - | - | - | - |
| Constituição de Reserva legal | - | - | - | - | 29 | - | (29) |
| Compra e venda de acções próprias | (89) | - | - | (6) | - | - | (83) |
- ? ?-? -
(Valores expressos em milhares de Euros)
| ! | |||||||
| Resultado líquido | 397 | - | - | - | - | - | 397 |
| Ganhos líq. reconhecidos direct. em CP | |||||||
| Ganhos / perdas de justo valor, líqu | 52 | - | - | - | - | 52 | - |
| Outros | 2 | - | - | - | - | - | 2 |
| Ganhos líq. reconhecidos no período | 451 | - | - | - | - | 52 | 399 |
| Aumento de capital | - | - | - | - | - | - | |
| Constituição de Reserva legal | - | - | - | - | 473 | - | (473) |
| Compra e venda de acções próprias | (67) | - | - | (5) | - | - | (62) |
| Resultado líquido | (34) | - | - | - | - | - | (34) |
| Ganhos líq. reconhecidos direct. em CP | |||||||
| Ganhos / perdas de justo valor, líquOutros | 9026 | -- | -- | -- | -- | 90- | -26 |
| Ganhos líq. reconhecidos no período | 82 | - | - | - | - | 90 | (8) |
| Aumento de capital | 747 | 75 | 672 | - | - | - | - |
| Constituição de Reserva legalCompra e venda de acções próprias | -(89) | -- | -- | -(6) | 29- | -- | (29)(83) |
-
A Novabase, Sociedade Gestora de Participações Sociais, SA (adiante designada por Novabase ou Empresa), criada inicialmente sob a denominação de Novabase – Sistemas de Informação e Base de Dados, Lda., é a Empresa mais antiga do Grupo Novabase, detendo as participações sociais das restantes Empresas do Grupo. Constituída em 11 de Maio de 1989, teve como actividade principal a produção e comercialização de sistemas informáticos até ao final de 1999.
Em 23 de Dezembro de 1999, esta Empresa alterou a sua denominação social e o seu objecto, convertendo-se numa sociedade gestora de participações sociais, tendo como objecto a gestão de participações sociais de outras empresas como forma indirecta de exercício de actividades económicas.
O Grupo Novabase opera em duas áreas de negócio:
-
(i) ? Engloba a área de consultoria, integração de sistemas, outsourcing, recrutamento e cedência de recursos no sector das tecnologoias de informação.
-
(ii)
engloba a área de soluções de engenharia baseadas em hardware próprio e software embarcado, incluindo TV interactiva, bilhética, controlo de acessos e produtos e soluções de telecomunicações.
A , não sendo uma divisão de negócio, é uma estrutura de suporte ao desenvolvimento dos negócios da Novabase. Concentra a função de "Corporate Venture" da Novabase e a área de Fusões e Aquisições capaz de responder às necessidades das restantes divisões.
O Grupo mantém operações na Europa (Portugal, Espanha e Alemanha) e na América do Sul (Brasil).
No corrente período a divisão de Engineering Solutions internacionalizou as suas operações através da aquisição de uma participação na Technotrend AG, que opera na área da TV Interactiva, estando sediada na Alemanha.
A Novabase está cotada na Bolsa de Valores de Lisboa.
Estas demonstrações financeiras foram autorizadas para emissão pelo Conselho de Administração em 24 de Setembro de 2004.
Os principais critérios contabilísticos e valorimétricos aplicados na preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas encontram-se descritos abaixo. Estas políticas contabilísticas são apresentadas de maneira consistente nos períodos reflectidos nestas demonstrações financeiras.
-
Em 2004, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Novabase foram preparadas de acordo com os princípios geralmente aceites em Portugal, no entanto, pela primeira vez, com as derrogações necessárias para estarem em conformidade com as International Financial Reporting Standards - IFRS (Normas Internacionais de Relato Financeiro), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e com as interpretações do International Financial Reporting Interpretation Commitee (IFRIC).
Em 1 de Janeiro de 2003, a a adopção de princípios e políticas contabilisticas de acordo com os IFRS teve um efeito nos capitais próprios consolidados no montante negativo de 2 020 milhares de euros e resultaram de ajustamentos às seguintes rubricas:
| 1. | Despesas de instalação e constituição | (490) |
|---|---|---|
| 2. | Despesas em projectos de investigação e desenvolvimento | (1 096) |
| 3. | Bonus / gratificações a colaboradores | (956) |
| 4. | Impostos diferidos | 599 |
| 5. | Justo valor dos títulos de investimento | (77) |
| (2 020) |
Em 1 de Janeiro de 2003, a a adopção de princípios e políticas contabilisticas de acordo com os IFRS teve um efeito nos capitais próprios individuais no montante negativo de 16 105 milhares de euros e resultaram de ajustamentos às seguintes rubricas:
| 1. | Justo valor dos títulos de investimento | (77) |
|---|---|---|
| 2. | Partes de capital de filiais e associadas | (16 028) |
| (16 105) |
A reconciliação entre o capital próprio em 30 de Junho de 2004, 31 de Dezembro de 2003 e 30 de Junho de 2003 e os resultados do período de 6 meses findo em 30 de Junho de 2004 e findo em 30 de Junho de 2003 e do exercício findo em 31 de Dezembro de 2003, obtidos de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal e os respectivos montantes obtidos de acordo com as IFRS é apresentada a seguir.
As demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Novabase foram preparadas segundo o princípio do custo histórico excepto no que respeita aos activos detidos para venda.
A preparação das demonstrações financeiras em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites requer o uso de estimativas e pressupostos que afectam as quantias reportadas de activos e passivos, assim como as quantias reportadas de proveitos e custos durante o período de relato. Apesar destas estimativas serem baseadas no melhor conhecimento da gestão em relação aos eventos e acções correntes, os resultados actuais podem, em última instância, diferir destas estimativas. As áreas que envolvem um grau maior de julgamento ou complexidade, ou áreas em que pressupostos e estimativas sejam significativas para as demonstrações financeiras são apresentadas na nota 4.
Em 30 de Junho de 2004, o Grupo Novabase antecipou a implementação das IFRS que se seguem aplicáveis às suas operações. As demonstrações financeiras individuais e consolidadas em 2003 foram reexpressas para se apresentarem em conformidade com estes requisitos .
- IAS 1 Apresentação de Demonstrações Financeiras
- IAS 2 Inventários
- IAS 7 Demonstrações de Fluxos de Caixa
- IAS 8 Resultados líquidos do periodo, erros fundamentais e alterações nas políticas contabilísticas
- IAS 10 Acontecimentos após a data de balanço
- IAS 12 Impostos sobre o rendimento
- IAS 14 Relato por segmentos
- IAS 16 Activos fixos tangíveis
- IAS 17 Locações
- IAS 18 Rédito
- IAS 19 Benefícios dos empregados
- IAS 20 Contabilização dos subsídios do governo e divulgação de apoios do governo
- IAS 21 Os efeitos de alterações em taxas de cambio
- IAS 22 Concentrações de actividades empresariais
- IAS 23 Custos de empréstimos obtidos
- IAS 24 Divulgações de partes relacionadas
- IAS 27 Demonstrações financeiras consolidadas e contabilização de investimentos em subsidiárias
- IAS 28 Contabilização de investimentos em associadas
- IAS 32 Instrumentos financeiros: Divulgação e apresentação
- IAS 33 Resultados por acção
- IAS 34 Relato financeiro intercalar
- IAS 36 Imparidade de activos
- IAS 37 Provisões, passivos contingentes e activos contingentes
- IAS 38 Activos Intangíveis
- IAS 39 Instrumentos financeiros: reconhecimento e mensuração
- IFRS 1 Primeira adopção das Normas Internacionais de Relato Financeiro
- IFRS 3 Concentrações empresariais
- IFRS 5 Activos não correntes detidos para venda e operações descontinuadas
Todas as alterações às políticas contabilísticas foram efectuadas de acordo com as regras previstas na Norma Internacional de Relato Financeiro nº 1.
O único normativo não adoptado antecipadamente foi a IFRS 2 - remunerações com base em acções, dado este só ser aplicável, o mais tarde entre o período de transição e 1 de Janeiro de 2005, pelo que o Grupo decidiu diferir a implementação deste normativo.
A nota seguinte deve ser lida em conjunto com as políticas contabilísticas adoptadas pelo grupo Novabase de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro (NIRF).
Os efeitos dos ajustamentos às contas consolidadas são os que se seguem:
| 71 231 | 68 561 | 69 185 | 69 434 | |
| 1.Despesas de instalação e constituição2.Despesas com campanhas publicitárias3. | (673)(1 363) | (854)(1 661) | (404)(1 795) | (490)- |
| Despesas em projectos de investigação e desenvolvimento4.Bonus / gratificações a colaboradores5.Impostos diferidos6.Justo valor dos títulos de investimento | (1 745)(89)1 040174 | (2 654)(178)1 42784 | (3 827)(300)2 039(25) | (1 096)(956)599(77) |
| 7.Goodwill / trespasses sobre negócios8.Justo valor de activos financeiros | 2 848(454) | 1 888- | 936- | -- |
| 70 969 | 66 613 | 65 809 | 67 414 | |
| 1 799 | 580 | 751 | ||
| 1.Despesas de instalação e constituição2.Despesas com campanhas publicitárias3.Despesas em projectos de investigação e desenvolvimento4.Bonus / gratificações a colaboradores5.Impostos diferidos7.Goodwill / trespasses sobre negócios8.Justo valor de activos financeiros | 1822981 198(90)(387)960(454) | (364)(1 661)(1 557)2088521 888- | 74(1 783)(2 731)(95)1 422936- | |
| 3 506 | (54) | (1 426) | ||
| Os efeitos dos ajustamentos às contas individuais são os que se seguem: | ||||
| 71 231 | 68 561 | 69 185 | 69 434 | |
| 1.Despesas de instalação e constituição2.Despesas em projectos de investigação e desenvolvimento3Justo valor dos títulos de investimento4Partes de capital de filiais e associadas | -(21)174(19 018) | (1)(26)84(16 992) | (1)(1)(25)(15 445) | --(77)(16 028) |
| 52 366 | 51 626 | 53 713 | 53 329 | |
| 1 799 | 580 | 751 | ||
| 1.Despesas de instalação e constituição2.Despesas em projectos de investigação e desenvolvimento3Partes de capital de filiais e associadas | 15(1 839) | -(25)(2 442) | (1)(1)(352) | |
| (34) | (1 887) | 397 |
-
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Filiais são todas as entidades (entidades de finalidade especial incluído) sobre as quais o grupo tem poder de controlar as políticas financeiras e operacionais, geralmente acompanhado de uma quota-parte de mais do que 50% dos direitos de voto. A existência e o efeito de direitos de voto potenciais que presentemente são aplicáveis ou convertíveis, são considerados quando se avalia se o Grupo controla uma entidade. As filiais são incluídas na consolidação desde a data em que o controlo é transferido para o grupo. As mesmas são excluídas da consolidaçao na data em que o controlo termina.
É usado o método da compra na contabilização da aquisição de filiais pelo grupo. O custo de aquisição corresponde ao justo valor dos activos entregues, acções emitidas e passivos assumidos à data de aquisição, acrescido dos custos directamente imputáveis à aquisição. Os activos identificáveis adquiridos, passivos e passivos contingentes assumidos numa concentração de actividades empresariais são mensurados inicialmente ao seu justo valor na data de aquisição, independentemente de quaisquer interesses minoritários. O excesso do custo de aquisição sobre o justo valor da quota-parte do grupo nos activos líquidos identificáveis é registado como goodwill. Se o custo da aquisição for inferior ao justo valor dos activos líquidos da filial adquirida, a diferença é reconhecida directamente em resultados do período.
As transacções intragrupo e os saldos e ganhos não realizados em transacções entre empresas do grupo são eliminados. As perdas não realizadas são também eliminadas, a não ser que a transacção forneça evidência de imparidade do activo transferido. Quando considerado necessário, as políticas contabilísticas das filiais são alteradas para garantir a consistência com as políticas adoptadas pelo Grupo.
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As empresas associadas são entidades sobre as quais o Grupo tem uma influência significativa, mas sobre as quais não pode exercer o seu controlo, geralmente acompanhado com uma quota-parte entre 20% e 50% dos direitos de voto. Os investimentos em associadas são contabilizados pelo método da equivalência patrimonial e são inicialmente reconhecidos ao custo. O investimento do Grupo em associadas inclui o goodwill (líquido de perdas por imparidade) apurado na data de aquisição.
A quota-parte do grupo nos proveitos e perdas da sua associada após a aquisição é reconhecida como resultado do período. A sua quotaparte nos movimentos em reservas após aquisição é reconhecida em reservas. Os movimentos cumulativos após aquisição anteriormente descritos são ajustados por contrapartida do valor líquido do investimento em associadas. Quando a quota-parte das perdas de uma associada excede o investimento na associada, o Grupo não reconhece perdas adicionais, excepto se tiver incorrido em responsabilidades adicionais ou tiver efectuado pagamentos em benefício da associada.
Os ganhos não realizados em transacções entre o Grupo e as suas associadas são eliminados até o grau da quota-parte do grupo nas associadas. As perdas não realizadas são também eliminadas, a não ser que a transacção forneça evidência de imparidade do activo transferido. Quando considerado necessário, as políticas contabilísticas de associadas são alteradas para garantir a consistência com as políticas adoptadas pelo Grupo.
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Os investimentos em sociedades com participação inferior a 20% do capital social e em que o Grupo não exerce influência significativa são contabilizados ao custo de aquisição, sendo o proveito desses investimentos reconhecido quando recebido.
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As participações financeiras em filiais e associadas são registadas ao seu valor de aquisição.
Um segmento de negócio é um grupo de activos e operações que estão sujeitos a riscos e retornos diferentes de outros segmentos de negócio. Um segmento geográfico é um ambiente económico particular que está sujeito a riscos e retornos diferentes dos componentes que operam em outros ambientes económicos.
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Os itens incluídos nas demonstrações financeiras de cada empresa do Grupo, são mensurados usando a moeda do principal ambiente económico no qual a empresa funciona (moeda funcional). As demonstrações financeiras consolidadas são apresentadas em Euros, que é a moeda funcional e de apresentação da empresa mãe.
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As transacções em moeda estrangeira são transpostas para a moeda funcional utilizando as taxas de câmbio prevalecentes à data da transação. Os ganhos e as perdas cambiais resultantes da liquidação destas transações e da transposição no fim do ano dos activos e passivos monetários denominados em moeda estrangeira são reconhecidos na demonstração dos resultados.
As diferenças de câmbio em itens não monetários são relatadas na demonstração dos resultados como parte de um ganho ou perda ao seu justo valor. As diferenças de câmbio em itens monetários, como por exemplo, acções classificadas como detidas para venda, são incluídas em reservas nos capitais próprios.
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Os resultados e a posição financeira de todas as entidades do grupo que têm uma moeda funcional diferente da moeda de apresentação, são transpostas para a moeda de apresentação como se segue:
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(i) -&??? &? de balanço são transpostos à taxa de câmbio de fecho em vigor na data do balanço;
-
(ii) & -? ?-? da demonstração dos resultados são transpostos às taxas de câmbio médias ponderadas (excepto se essa média não for uma aproximação razoável do efeito cumulativo das taxas prevalecentes nas datas de transacção, no caso que o rédito e gastos são transpostos às datas de transacção); e
-
(iii) todas as -?$.
reconhecidas são apresentadas como um componente separado de capital próprio.
Na consolidação, as diferenças cambiais provenientes da transposição de investimentos líquidos em entidades estrangeiras e de empréstimos e outros instrumentos cambiais designados como de cobertura de tais investimentos, são registados em capitais próprios. Quando uma entidade estrangeira é vendida, essas diferenças de câmbio são reconhecidas na demonstração dos resultados como parte do ganho ou perda na venda.
Os ajustamentos ao goodwill e ao justo valor de uma aquisição de uma entidade estrangeira são tratados como activos e passivos da entidade estrangeira e são transpostos à taxa de câmbio de fecho à data de relato.
As imobilizações corpóreas são compostas essencialmente por equipamento básico e administrativo. As imobilizações corpóreas são registadas ao custo de aquisição, líquido de depreciações acumuladas. Considera-se, como custo de aquisição, os custos directamente atributíveis à aquisição dos activos (soma do respectivo preço de compra com os gastos suportados directa ou indirectamente para o colocar no seu estado actual).
Os custos subsequentes são incluídos no valor contabilístico do activo ou são reconhecidos como um activo separadamente, apenas quando seja provável a existência de benefícios económicos futuros associados ao bem e quando o custo puder ser fiavelmente mensurado. Todas as outras despesas de manutenção, conservação e reparação são registadas na demonstração dos resultados durante o período financeiro em que são incorridas.
As depreciações são calculadas pelo método das quotas constantes, durante as suas vidas úteis estimadas como se segue:
| N.º de anos | |
|---|---|
| • Edifícios e outras construções | 20 a 50 |
| • Equipamento básico | 3 a 4 |
| • Ferramentas e utensílios | 4 |
| • Equipamento de transporte | 4 |
| • Equipamento administrativo | 3 a 10 |
O valor residual de um activo e a sua vida útil são revistos e ajustados, caso necessário, na data de relato.
Quando a quantia registada de um activo é superior ao seu valor recuperável, esta é ajustada imediatamente para o seu valor recuperável.
Os ganhos e as perdas nas alienações são determinados pela comparação do valor de venda com o montante líquido registado e são incluídos no resultado do período.
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O goodwill representa o excesso do custo de aquisição sobre o justo valor da quota-parte do Grupo nos activos líquidos identificados da filial/associada na data de aquisição. O Goodwill apurado nas aquisições de filiais é incluído no imobilizado incorpóreo. O Goodwill apurado nas aquisições de associadas é incluído na rubrica de investimentos em empresas associadas.
O Goodwill é sujeito anualmente a um teste de imparidade, estando registado ao seu custo deduzido de perdas cumulativas por imparidade. Os ganhos e as perdas na alienação de uma entidade incluem o valor líquido do goodwill relativo à entidade alienada.
Para efeitos de realização de testes de imparidade o goodwill é associado a unidades geradoras de caixa. As unidades geradoras de caixa representam o investimento do grupo em cada uma das áreas de negócio em que a Novabase opera, a Novabase Consulting e a Novabase Engineering Solutions. Adicionalmente, para efeitos do teste de imparidade do goodwill não afecto a estas duas unidades geradoras de caixa, foram identificadas unidades geradoras de caixa ao nível de cada uma das filiais/associadas adquiridas.
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No âmbito do registo contabilístico português, existe o conceito de trespasse sobre negócios. Trespasses representam os valores pagos pela empresa para adquirir um negócio a outra entidade, ou para adquirir um direito legal com um período de vida definida. Trespasses encontram-se relevados ao custo de aquisição deduzido de amortizações, sempre que o contrato tenha vida útil finita e a custo de aquisição sujeito a testes de imparidade sempre que a vida útil não esteja definida.
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As despesas de investigação, efectuadas na procura de novos conhecimentos técnicos ou científicos ou na busca de soluções alternativas, são reconhecidas em resultados quando incorridas. As despesas de desenvolvimento são reconhecidas como imobilizado incorpóreo, quando,: i) for demonstrável a exequibilidade técnica do produto ou processo em desenvolvimento, ii) o Grupo tiver a intenção e a capacidade de completar o seu desenvolvimento, iii) a viabilidade comercial esteja assegurada e iv) o seu custo possa ser fiavelmente mensurado .
Estes activos encontram-se registados ao custo de aquisição ou de produção. O custo de aquisição ou de produção inclui o custo de aquisição dos activos, acrescidos dos gastos com mão-de-obra directa ou serviços subcontratados para o efeito, bem como a quota-parte de custos fixos imputáveis à produção destes activos.
Estes activos são amortizados pelo método das quotas constantes por períodos que variam entre 3 a 5 anos.
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Estes activos encontram-se registados ao custo de aquisição. A rubrica de propriedade industrial e outros direitos tem uma vida útil definida e é contabilizada ao custo deduzido de amortizações acumuladas. As amortizações são calculadas usando o método das quotas constantes para alocar o custo da propriedade industrial e outros direitos às suas vidas úteis estimadas.
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Tratam-se, essencialmente, de intangíveis relativos a projectos de desenvolvimento de software. Os projectos de desenvolvimento de software são testados pela sua imparidade à data de relato.
Os activos que não têm uma vida útil definida não são sujeitos a amortizações, mas são sujeitos anualmente a testes de imparidade. Os activos que são sujeitos a amortização são revistos anualmente para determinar se houve imparidade, quando eventos ou circunstâncias indicam que o seu valor registado pode não ser recuperável. Uma perda por imparidade é reconhecida pelo excesso do valor contabilístico sobre o seu valor recuperável, que é definido como o mais alto entre o valor líquido de venda (líquido de custos de alienação do activo) e o seu valor de uso. Para efeitos de avaliação de uma imparidade, os activos são alocados ao nível do segmento em que se encontra, dado ser este o nível a que a administração efectua a monitorização do seu investimento.
A Novabase classifica os seus investimentos de acordo com as seguintes categorias: (i) empréstimos e devedores e (ii) activos detidos para venda. A classificação é dependente do propósito para o qual os investimentos foram adquiridos ou efectuados. A administração determina a classificação dos seus investimentos à data de aquisição e reavalia essa classificação à data de relato.
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Os empréstimos e devedores são activos financeiros sem características de derivados com pagamentos fixos ou determináveis, e que não são cotados num mercado activo. Este tipo de investimento surge quando o grupo fornece dinheiro, bens ou serviços directamente a um cliente sem a intenção de negociar esta dívida. Os devedores são incluídos no activo corrente, excepto para saldos com maturidades de mais de 12 meses da data de balanço que são classificados como activos não correntes. Os devedores são incluídos no balanço na categoria de clientes e outros devedores.
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Os activos detidos para venda são activos sem caraterísticas de derivados que ou se enquadram nesta categoria ou não são alocáveis a outra categoria. São incluídos em activos não correntes, a não ser que a gestão tenha uma intenção expressa de deter o investimento durante menos de 12 meses após a data do balanço.
As aquisições e alienações de investimentos são reconhecidas à data da transacção, que é a data em que o Grupo se compromete na aquisição ou alienação do activo. Os investimentos são inicialmente reconhecidos ao justo valor, acrescidos dos custos de transacção. Os investimentos são desreconhecidos quando os direitos para receber os fluxos de caixa dos investimentos expiram ou foram transferidos e o grupo transferiu substancialmente todos os riscos e benefícios de propriedade. Os activos detidos para venda são subsequentemente registados ao seu justo valor.
Os ganhos e as perdas não realizados, provenientes de alterações nos justos valores de activos não monetários classificados como detidos para venda, são reconhecidos no capital próprio. Quando estes activos classificados como detidos para venda são vendidos ou sujeitos a perdas por imparidade, os ajustamentos cumulativos de justo valor são incluídos na demonstração dos resultados como ganhos e perdas em investimentos financeiros.
Os justos valores de investimentos em empresas cotadas são baseados em preços de mercado correntes. Se não existir um mercado activo para um activo financeiro (e para títulos não cotados), o grupo determina o justo valor através da aplicação de técnicas de avaliação. Estas técnicas incluem o uso de transacções comerciais recentes, a referência a outros instrumentos com características semelhantes, a análise de fluxos de caixa descontados e modelos de avaliação de opções modificados para incorporar as características específicas do emitente.
O grupo avalia, em cada data de balanço, se há uma evidência objectiva de que um activo financeiro ou um grupo de activos financeiros sofreram uma perda por imparidade. Se existir uma diminuição no justo valor por um período prolongado dos activos detidos para venda, a perda cumulativa - calculada pela diferença entre o custo de aquisição e o justo valor corrente, menos qualquer perda por imparidade nesse activo financeiro que já foi reconhecida em resultados - é anulada através do capital próprio e reconhecida no resultado do período. As perdas por imparidade em investimentos financeiros que já foram reconhecidas em resultados não são anuladas por via da demonstração de resultados.
As existências de mercadorias, matérias-primas e subsidiárias são registadas ao valor mais baixo entre o custo e o seu valor realizável líquido. O custo é determinado usando o critério de custo unitário, para efeitos de valorização das saídas de armazém.
No caso dos produtos acabados, intermédios e em curso, o custo de produção inclui custos das matérias-primas, custos com pessoal, outros custos directos e despesas gerais de produção relacionadas (baseada na capacidade operacional normal). Os custos de financiamento são excluídos. O valor realizável líquido é o preço da venda estimado de acordo com as actividades normais de negócio, menos as despesas de venda inputáveis.
Os clientes são reconhecidos, inicialmente, ao seu justo valor e são relevados, subsequentemente, ao custo deduzido da provisão para perdas por imparidade. Esta provisão é estabelecida quando existe evidência objectiva de que o Grupo não é capaz de cobrar todos os montantes devidos, de acordo com os termos originalmente estabelecidos para liquidação das dívidas de terceiros. O montante da provisão é a diferença entre o montante registado e o valor recuperável, sendo este o valor presente dos cash-flows esperados, descontados à taxa efectiva. O valor da provisão é reconhecido na demonstração dos resultados do período.
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Esta rubrica inclui caixa, depósitos à ordem em bancos e outros investimentos de curto prazo de alta liquidez com maturidades de três meses e descobertos bancários. Os descobertos bancários são incluídos na rubrica de empréstimos bancários nos passivos correntes no balanço.
As acções ordinárias são classificadas em capital próprio.
Os custos directamente atribuíveis à emissão de novas acções ou opções são apresentados como uma dedução, líquida de impostos, ao valor recebido resultante desta emissão. Os custos directamente imputáveis à emissão de novas acções ou opções, ou para a aquisição de um negócio, são incluídos no custo de aquisição como parte do valor da compra.
Quando a Empresa ou as suas filiais adquirem acções próprias da Empresa mãe, o montante pago é deduzido ao total dos capitais próprios atribuível aos accionistas, e apresentado como acções próprias, até à data em que estas são canceladas, reemitidas ou vendidas. Quando tais acções são subsequentemente vendidas ou reemitidas, o montante recebido é novamente incluído nos capitais próprios atribuíveis aos accionistas.
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Os empréstimos são reconhecidos, inicialmente, ao seu justo valor, líquido dos custos de transacção incorridos. Os empréstimos são, subsequentemente, registados ao custo amortizado; qualquer diferença entre os montantes recebidos (líquidos de custos de transacção) e o valor a pagar são reconhecidos na demonstração dos resultados durante o período dos empréstimos usando o método da taxa efectiva.
Os empréstimos são classificados como passivos correntes, a não ser que o grupo tenha o direito incondicional para diferir a liquidação do passivo por mais de 12 meses após a data do balanço.
Os impostos diferidos são calculados pelo método da responsabilidade de balanço, determinado pelas diferenças temporárias entre os valores contabilísticos dos activos e passivos nas demonstrações financeiras e as respectivas bases de tributação. No entanto, não são calculados impostos diferidos sobre as diferenças de reconhecimento inicial de activos e passivos numa transacção relativa à concentração de actividades empresariais, quando as mesmas não afectam nem o resultado contabilístico nem o resultado fiscal no momento da transacção. Para a determinação do imposto diferido, é utilizada a taxa que deverá estar em vigor no exercício em que as diferenças temporárias serão revertidas.
Os impostos diferidos activos são reconhecidos sempre que seja provável que sejam gerados lucros fiscais futuros contra os quais as diferenças temporárias possam ser utilizadas.
Os impostos diferidos são registados para as diferenças temporárias em investimentos em filiais e associadas, excepto quando a anulação da diferença temporária seja controlada pelo grupo e quando seja provável que a diferença temporária não seja anulada num futuro próximo.
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O Grupo reconhece um passivo e um custo por bónus, baseado numa fórmula que considere o resultado distribuível aos empregados depois de certos ajustamentos.
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Algumas empresas do Grupo têm planos de pensões de acordo com condições e práticas locais dos países onde operam. A filial TechnoTrend AG tem responsabilidade por um plano de benefícios definidos.
Um plano de benefícios definidos é um plano de pensões que define o montante do benefício a ser atribuído, usualmente como uma função de um ou mais factores como idade, anos de serviço e compensação.
O passivo em relação aos planos de pensões de benefícios definidos é o valor presente da responsabilidade dos benefícios à data do balanço deduzido do justo valor dos activos do plano conjuntamente com ajustamentos de ganhos ou perdas actuariais e custos de serviços passados. A responsabilidade de planos de benefícios definidos é calculada anualmente por actuários independentes, usando o método das unidades de crédito projectadas. O valor presente da responsabilidade dos planos de benefícios definidos é determinada pelos exfluxos de caixa futuros usando taxas de juro de obrigações de tesouro que tenham termos de maturidade aproximados aos termos do passivo relacionado.
Os ganhos e as perdas actuariais provenientes de ajustamentos de experiência, alterações nos pressupostos actuariais e alterações aos planos de pensões são debitados ou creditados em resultados durante a vida média remanescente esperada de serviço dos empregados relacionados, usando taxas de juro de obrigações de tesouro que tenham termos de maturidade aproximados aos termos do passivo relacionado.
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São pagos benefícios de reformas antecipadas, quando o vínculo contratual termina antes da data normal de reforma ou quando um empregado aceita redundância voluntária em troca destes benefícios.
O Grupo reconhece benefícios de reforma antecipados, quando existe evidência que demonstra um compromisso para terminar o benefício dos empregados correntes de acordo com um plano formal sem possibilidade de desistência ou que o grupo decidiu prestar benefícios de reforma antecipada como resultado de uma oferta realizada para encorajar redundância voluntária de empregados. Os benefícios a pagar durante mais de 12 meses após a data de balanço são descontados para o seu valor presente.
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De acordo com a legislação vigente, os trabalhadores têm, anualmente, direito a um mês de férias e a um mês de subsídio de férias, direito esse adquirido no ano anterior ao do seu pagamento. Adicionalmente, os trabalhadores têm, anualmente, direito a um mês de subsídio de natal, direito adquirido ao longo do ano e liquidado durante o mês de Dezembro de cada exercício civil. Assim, estas responsabilidades são registadas no período em que os trabalhadores adquirem o respectivo direito, independentemente da data do seu pagamento.
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São constituídas provisões no balanço sempre que: i) o Grupo tem uma obrigação presente, legal ou implícita, resultante de um acontecimento passado; ii) seja provável que uma diminuição, razoavelmente estimável, de recursos incorporando benefícios económicos será exigida para liquidar esta obrigação e; iii) que o seu valor é razoavelmente estimável. Provisões de reestruturação consistem em penalidades de cancelamento de locações e pagamentos derivados de benefícios de reformas antecipadas. Não são reconhecidos provisões para perdas operacionais futuras.
Quando existirem diversas obrigações semelhantes, a exigibilidade de redução da responsabilidade é determinada considerando a categoria das obrigações no conjunto. A provisão é reconhecida mesmo quando existe uma baixa probabilidade do pagamento relativo a cada um dos itens incluídos na mesma categoria de responsabilidade.
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O rédito compreende os montantes facturados na venda de produtos e na prestação de serviços líquidos do Imposto sobre o Valor Acrescentado e descontos, depois de eliminar as vendas intragrupo. O rédito é reconhecido como se segue:
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As vendas de produtos são reconhecidas quando uma entidade do Grupo forneça produtos ao cliente, o cliente aceite os produtos e a cobrança seja razoavelmente garantida.
A venda de software é normalmente efectuada sem direito de retorno, no entanto, caso haja alguma hipótese de devolução o Grupo estima à data de venda um montante para este tipo de retorno.
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Os proveitos com projectos de consultoria em regime de 'time and materials' são reconhecidos na data da prestação dos serviços.
Os proveitos com projectos de consultoria em regime de contrato fechado ('turn key'), são reconhecidos através do método da percentagem de acabamento, com base nos totais de custos incorridos, facturação contratada, e estimativas de custos a incorrer preparadas pelos responsáveis técnicos de cada projecto, para conclusão dos mesmos. Desta forma, as rubricas de devedores e proveitos diferidos são ajustadas de forma a demonstrar o resultado de cada projecto no final do período.
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Os juros recebidos são reconhecidos pelo princípio da especialização do exercício, tendo em consideração o montante em dívida e a taxa efectiva durante o período até à maturidade. Se um credor estiver sujeito a imparidade, o grupo reduz o valor ao seu valor recuperável, (cashflow futuro estimado, descontado à taxa efectiva original do instrumento) e contabiliza o desconto como ganho financeiro.
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Os dividendos são reconhecidos quando existe o direito de os receber.
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Os subsídios do governo são reconhecidos ao seu justo valor, quando existe uma garantia suficiente de que o subsídio venha a ser recebido e de que a Novabase cumpre com todas as condições para o receber.
Os subsídios atribuídos a fundo perdido para o financiamento de projectos de investigação e desenvolvimento estão registados em balanço, na rubrica de proveitos diferidos e são reconhecidos na demonstração dos resultados de cada exercício, proporcionalmente às amortizações das imobilizações subsidiadas.
Os subsídios à exploração destinam-se à cobertura dos custos, incorridos e registados, com o desenvolvimento de acções de formação profissional, sendo os mesmos reconhecidos em resultados à medida em que os custos são incorridos, independentemente do momento de recebimento do subsídio.
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As locações nas quais uma parte significativa dos riscos e benefícios da propriedade é detida pelo locador são classificadas como locações operacionais. Os pagamentos efectuados nas locações operacionais, líquidos de quaisquer incentivos recebidos do locador, são registados na demonstração dos resultados pelo método das quotas constantes durante o período da locação.
Os contratos de locação financeira celebrados em relação a bens do imobilizado corpóreo são registados em contas de imobilizações sempre que o grupo assuma substancialmente todos os benefícios e riscos associados à propriedade dos respectivos bens. As locações financeiras são capitalizadas pelo princípio da locação ao valor mais baixo entre o justo valor do imobilizado corpóreo e o valor actualizado das rendas mínimas. Cada pagamento da locação é alocado entre o passivo e os custos financeiros no sentido de calcular uma taxa constante de remuneração da dívida. As responsabilidades de locações correspondentes, líquidas de custos financeiros, são registadas no passivo (curto e longo prazo). O elemento de juro do custo financeiro é registado na demonstração dos resultados durante o período da locação para produzir uma taxa de juro periódica constante no saldo remanescente do passivo para cada período. As imobilizações corpóreas adquiridas em locações financeiras são depreciadas durante o mais curto entre a vida útil e o termo de locação (4 anos).
Sendo este o primeiro período de relato de acordo com as NIRF, estas demonstrações financeiras foram preparadas de acordo com as politicas contabilistícas relevadas acima.
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As actividades do Grupo Novabase expõem-na a uma variedade de riscos financeiros, incluindo os efeitos de alterações em preços de mercado da dívida e dos capitais próprios, taxas de câmbio e taxas de juro.
A imprevisibilidade dos mercados financeiros é analisada continuamente em consonância com a política de gestão de riscos do Grupo, de forma a minimizar potenciais efeitos adversos na sua performance financeira.
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O Grupo opera internacionalmente e encontra-se exposto a risco cambial resultante da sua exposição ao Real.
Actualmente, a exposição ao risco de flutuação cambial Real/Euro resulta da consolidação da empresa brasileira.
O departamento financeiro é responsável pelo acompanhamento da evolução cambial na moeda referida cima, procurando mitigar o impacto da flutuação cambial nos resultados consolidados.
Adicionalmente, os investimentos nas subsidiárias brasileiras, cujos activos líquidos estão expostos ao risco de transposição cambial, são acompanhados pela análise da evolução do câmbio Real/Euro.
Dada a natureza de longo prazo definida para o investimento nesta subsidiária, o Grupo decidiu não utilizar instrumentos financeiros para fazer a cobertura do risco cambial associado ao valor do investimento. Esta posição é reforçada pela natureza de curto prazo das flutuações cambiais verificadas. No entanto, é dedicado o devido acompanhamento a esta posição de investimento, tendo em consideração a evolução da taxa de câmbio.
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Os fluxos de caixa operacionais e financeiros do grupo são substancialmente independentes da flutuação dos mercados de taxa de juro. O Grupo não possui activos de volume substancial que rendam juros.
O risco de taxa de juro do Grupo resulta de empréstimos a curto e longo prazo. Os empréstimos de taxa variável expoem o Grupo ao risco de fluxo de caixa relativo à taxa de juro. A Administração não considera economicamente necessária a implementação de uma política de gestão de risco de fluxo de caixa relativo à taxa de juro dado que a dívida remunerada do Grupo não é considerada materialmente relevante.
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A política do Grupo Novabase, em termos de risco de contraparte das operações financeiras, rege-se pela análise da capacidade técnica, competitividade, notação de crédito e exposição a cada contraparte, evitando concentrações significativas de risco de crédito.
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O Grupo Novabase efectua uma gestão prudente do risco de liquidez através da manutenção de saldos financeiros suficientes, facilidade na obtenção de fundos através de linhas de crédito adequadas. Dada a dinâmica do negócio do Grupo, a tesouraria tem como objectivo a manutenção da flexibilidade no financiamento de fluxos financeiros, ao assegurar a disponibilidade de linhas de crédito.
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A preparação das demonstrações financeiras requer que a Administração efectue estimativas e que adopte pressupostos que afectam os activos e passivos, e as divulgações de activos e passivos contingentes à data de relato das demonstrações financeiras, bem como os valores reportados do rédito e das despesas incorridos durante o período de relato. Os resultados actuais podem vir a ser diferentes dos estimados.
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O grupo Novabase testa anualmente se o goodwill se encontra em imparidade, de acordo com a política contabilística referida na nota 2. Os valores recuperáveis das unidades geradoras de fluxos de caixa foram calculados de acordo com o seu valor em uso. Estes cálculos requerem o uso de estimativas.
O Grupo Novabase é sujeito à tributação em vários territórios, existindo, portanto, uma componente de julgamento quando se determina o cálculo da provisão para impostos. Existem transações para as quais o impacto fiscal não é certo. O Grupo reconhece passivos para ajustamentos que possam surgir durante uma revisão fiscal, com base na estimativa dos impostos que podem vir a ser pagos.
Quando o impacto fiscal é diferente dos montantes inicialmente registados, estas diferenças terão impacto no custo de imposto de rendimento e em imposto diferido, no período em que este cálculo é efectuado.
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O reconhecimento do rédito pelo Grupo Novabase é feito com recurso a análises e estimativas da gestão no que concerne ao desenvolvimento actual e futuro dos projectos de consultoria, os quais podem vir a ter um desenvolvimento futuro diferente do orçamentado à presente data.
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Em 30 de Junho de 2004, o Grupo, no que diz respeito aos segmentos de negócios, encontra-se organizado da seguinte forma:
- Novabase Consulting
- Engineering Solutions
- Outros
Os resultados por segmentos de negócio no 1º semestre de 2003, são analisados como segue:
| ) | 9 | % | 6&. | |
| Vendas e prestações de serviços | 23 276 | 38 668 | 2 782 | 64 726 |
| Resultados Operacionais | (4 522) | 3 165 | (61) | (1 418) |
| Custo líquido de financiamento | (392) | (356) | 113 | (635) |
| Ganhos / (perdas) em filiais e associadas | - | - | (11) | (11) |
| Resultados antes impostos | (4 914) | 2 809 | 41 | (2 064) |
| Impostos sobre resultados | 928 | (211) | 44 | 761 |
| Resultado do período | (3 986) | 2 598 | 85 | (1 303) |
| %-$(?< | ||||
| Amortizações | (2 422) | (545) | (416) | (3 383) |
| Imparidade de goodwill | - | - | (300) | (300) |
| Imparidade de clientes | (306) | (33) | - | (339) |
Os resultados por segmentos de negócio no 1º semestre de 2004, são analisados como segue:
| 6&. | #)) | * | ||
|---|---|---|---|---|
| ) | 9 | % | 6&. | |
| Vendas e prestações de serviços | 23 008 | 50 129 | 1 343 | 74 480 |
| Resultados Operacionais | 1 071 | 4 290 | 272 | 5 633 |
| Custo líquido de financiamento | (447) | (348) | (277) | (1 072) |
| Ganhos / (perdas) em filiais e associadas | - | - | 58 | 58 |
| Resultados antes impostos | 624 | 3 942 | 53 | 4 619 |
| Impostos sobre resultados | (128) | (385) | (97) | (610) |
| Resultado do período | 496 | 3 557 | (44) | 4 009 |
| %-$(?< | ||||
| Amortizações | (2 550) | (671) | (170) | (3 391) |
| Imparidade de goodwill | - | - | - | - |
| Imparidade de clientes | 122 | (463) | (8) | (349) |
Os activos e passivos por segmentos de negócio, bem como os investimentos em imobilizado em 31 de Dezembro de 2003, são analisados como segue:
| ) | 9 | % | 6&. | ||
| ActivosAssociadas | 43 740524 | 83 62889 | 4 969221 | 132 337834 | |
| Total do activo | 44 264 | 83 717 | 5 190 | 133 171 | |
| Total do passivo | 18 680 | 40 700 | 1 091 | 60 471 | |
| Investimento em imobilizado | 2 236 | 4 275 | 254 | 6 765 |
Os activos e passivos por segmentos de negócio, bem como os investimentos em imobilizado em 30 de Junho de 2004, são analisados como segue:
| ) | 9 | % | 6&. | |
|---|---|---|---|---|
| Activos | 51 068 | 97 639 | 5 802 | 154 509 |
| Associadas | 524 | 64 | 731 | 1 319 |
| Total do activo | 51 592 | 97 703 | 6 533 | 155 828 |
| Total do passivo | 22 781 | 49 635 | 1 330 | 73 746 |
| Investimento em imobilizado | 664 | 1 270 | 75 | 2 009 |
Os activos segmentais consistem em imobilizado corpóreo, activos intangíveis, existências, clientes e tesouraria operacional e exclui, fundamentalmente imposto diferidos, investimentos em empresas associadas e investimentos detidos para venda.
Os passivos segmentais compreendem os passivos operacionais e excluem itens como impostos e determinados empréstimos empresariais.
Os investimentos em imobilizado compreendem adições em imobilizado corpóreo (Nota 7) e imobilizado incorpóreo (Nota 8), incluíndo adições provenientes de concentrações de actividades empresariais (Nota 6).
" $-?= -;?)$-?)) =
Em 30 de Junho de 2004, o Grupo, no que diz respeito aos segmentos geográficos, encontra-se organizado da seguinte forma:
- Portugal
- Alemanha
- Outros
Os resultados por segmentos geográficos no 1º semestre de 2003, são analisados como segue:
| * | ||||
|---|---|---|---|---|
| ) | 3$> | % | 6&. | |
| Vendas e prestações de serviços | 63 471 | - | 1 255 | 64 726 |
| Resultados Operacionais | (522) | - | (896) | (1 418) |
| Custo líquido de financiamento | (659) | - | 24 | (635) |
| Ganhos / (perdas) em filiais e associadas | (11) | - | - | (11) |
| Resultados antes impostos | (1 192) | - | (872) | (2 064) |
| Impostos sobre resultados | 833 | - | (72) | 761 |
| Resultado do período | (359) | - | (944) | (1 303) |
| %-$(?< | ||||
| Amortizações | (3 562) | - | 179 | (3 383) |
| Imparidade de goodwill | (300) | - | - | (300) |
| Imparidade de clientes | (339) | - | - | (339) |
Os resultados por segmentos geográficos no 1º semestre de 2004, são analisados como segue:
| ) | 3$> | % | 6&. | |
|---|---|---|---|---|
| Vendas e prestações de serviços | 65 572 | 6 886 | 2 022 | 74 480 |
| Resultados Operacionais | 5 820 | 265 | (452) | 5 633 |
| Custo líquido de financiamento | (1 075) | 3 | - | (1 072) |
| Ganhos / (perdas) em filiais e associadas | 58 | - | - | 58 |
| Resultados antes impostos | 4 804 | 269 | (454) | 4 619 |
| Impostos sobre resultados | (430) | (47) | (133) | (610) |
| Resultado do período | 4 374 | 222 | (587) | 4 009 |
| %-$(?< | ||||
| Amortizações | (3 060) | (88) | (243) | (3 391) |
| Imparidade de goodwill | - | - | - | - |
| Imparidade de clientes | (362) | - | 13 | (349) |
Os activos e passivos por segmentos geográficos, bem como os investimentos em imobilizado em 31 de Dezembro de 2003, são analisados como segue:
| ) | 3$> | % | 6&. | |
|---|---|---|---|---|
| Activos | 128 378 | - | 3 959 | 132 337 |
| Associadas | 801 | 33 | - | 834 |
| Total do activo | 129 179 | 33 | 3 959 | 133 171 |
| Total do passivo | 58 662 | - | 1 809 | 60 471 |
| Investimento em imobilizado | 6 563 | - | 202 | 6 765 |
Os activos e passivos por segmentos geográficos, bem como os investimentos em imobilizado em 30 de Junho de 2004, são analisados como segue:
| ) | 3$> | % | 6&. | |
|---|---|---|---|---|
| Activos | 132 210 | 19 060 | 3 239 | 154 509 |
| Associadas | 1 261 | 58 | - | 1 319 |
| Total do activo | 133 471 | 19 118 | 3 239 | 155 828 |
| Total do passivo | 57 410 | 14 334 | 2 002 | 73 746 |
| Investimento em imobilizado | 1 719 | 248 | 42 | 2 009 |
#$ ?? ??
As empresas incluídas na consolidação pelo método integral, à data de 30 de Junho de 2004, eram as seguintes:
| '( | !"# "!$ | !"# "!$)!!! | !"# "!$)!!! | %& | %&* | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Novabase S.G.P.S. | Lisboa - Portugal | 52 366 | (34) | - | - | |
| Novabase Consulting, S.A. | Lisboa - Portugal | 13 043 | (816) | 74.8% | 74.8% | |
| Novabase B. I., S.A. | Lisboa - Portugal | 5 439 | 613 | 93.9% | 93.9% | |
| Novabase Saúde, S.A. | Lisboa - Portugal | (23) | (46) | 100.0% | 100.0% | |
| Novabase Core Fin. Software Sol., S.A. | Lisboa - Portugal | (271) | (353) | 70.0% | 70.0% | |
| NBO Recursos em TI | Lisboa - Portugal | 5 482 | 672 | 98.9% | 98.9% | |
| Novabase A. C. D., S.A. | Lisboa - Portugal | 6 196 | 739 | 94.1% | 94.1% | |
| Novabase Geoinformação, S.A. | Lisboa - Portugal | (18) | (207) | 100.0% | 100.0% | |
| Novabase Consulting SGPS, S.A. | Lisboa - Portugal | 3 073 | (4) | 100.0% | 100.0% | |
| Novabase Brasil(i) | Sº Paulo - Brasil | $R 10 150 000 | 610 | (342) | 80.0% | |
| Novabase Consulting Espanha, S.A.(ii) | Madrid - Espanha | (150) | (170) | 100.0% | ||
| Novabase E. A., S.A. | Lisboa - Portugal | 1 706 | 269 | 86.0% | 86.0% | |
| CelFocus, S.A.(iii) | Lisboa - Portugal | 2 458 | 449 | 47.3% | ||
| Mentor, S.A. | Lisboa - Portugal | (218) | (1) | 100.0% | 100.0% | |
| COLLAB – Sol. I. Com. e Colab., S.A.(iv) | Lisboa - Portugal | 339 | 120 | 54.0% | ||
| SAF, S.A. | Lisboa - Portugal | 461 | 19 | 51.0% | 51.0% | |
| Imersiva(v) | Lisboa - Portugal | 81 | 1 | 93.9% | ||
| Novabase Infraestruturas, SGPS, Lda(vi) | Oeiras - Portugal | 14 931 | (3) | 83.4% | ||
| (vii) Novabase IIS, S.A. | Oeiras - Portugal | 7 456 | 1 334 | 83.4% | ||
| Octal - Engenharia de Sistemas, S.A. | Lisboa - Portugal | 7 474 | (667) | 100.0% | 100.0% | |
| (viii) Novabase Infr. Integracion S. Inf., S. A. | Madrid - Espanha | (30) | (73) | 75.0% | ||
| Techno Trend Holding | Holanda | 46 117 | - | 50.0% | 50.0% | |
| Techno Trend AG(ix) | Alemanha | 5 458 | 222 | 44.2% | 6.6% | |
| Novabase Interactive TV(x) | Lisboa - Portugal | 273 | (3) | 38.3% | 0.8% | |
| Octal TV , S.A.(xi) | Lisboa - Portugal | 5 944 | 471 | 30.7% | ||
| (xii) OnTV, S.A. | Lisboa - Portugal | 860 | (19) | 19.5% | ||
| TVLab, S.A. | Lisboa - Portugal | 659 | 16 | 50.0% | 50.0% | |
| (xiii) Gedotecome, Lda. | Lisboa - Portugal | (68) | (65) | 70.0% | ||
| (xiv) ES IT International Trade & Services | Fribourg / Suiça | 107 | (1) | 99.9% | ||
| Nbase International Investments B.V. | Amsterd. / Holanda | 1 987 | (5) | 100.0% | 100.0% | |
| (xv) Octal 2 Mobile | Lisboa - Portugal | 117 | 67 | 100.0% | ||
| Novabase Capital SGCR, S.A. | Lisboa - Portugal | 3 711 | 196 | 100.0% | 100.0% | |
| Sapi 2 ci, Consultadoria Informática, S.A. Porto - Portugal | 339 | 127 | 50.0% | 50.0% | ||
| (xvi) Sapi 2 pi, Projectos Informáticos, Lda. | Porto - Portugal | 53 | 17 | 50.0% | ||
| (xvii) Manchete, S.A. | Lisboa - Portugal | 105 | 56 | 50.0% | ||
(i) A Novabase Brasil é detida em 80% pela Novabase International Investments. Adicionalmente, a Novabase Consulting detém, a título provisório, uma participação de 19% nesta empresa relevada contabilisticamente na rubrica de outros activos para ser colocada junto do 'management' local.
(ii) Participação financeira detida em 100.0% pela Nbase II B.V..
(iii) Participação financeira detida em 55.0% pela Novabase E. A., S.A..
(iv) Participação financeira detida em 57.5% pela Novabase B. I., S.A..
(v) Participação financeira detida em 100.0% pela Novabase B. I., S.A..
(vi) Participação financeira detida em 83.4% pela Octal.
(vii) Participação financeira detida em 100.0% pela Novabase Infraestruturas, SGPS, Lda.
(viii) Participação financeira detida em 75.0% pela Nbase II B.V.. (ix) Participação financeira detida em 6.6% pela Novabase SGPS e em 75.1% pela Techno Trend Holding.
(x) Participação financeira detida em 0.8% pela Novabase SGPS e em 75.1% pela Techno Trend Holding.
(xi) Participação financeira detida em 80.0% pela Novabase Interactive TV.
(xii) Participação financeira detida em 51.0% pela Novabase Interactive TV.
(xiii) Participação financeira detida em 70.0% pela Octal.
(xiv) Participação financeira detida em 99.9% pela Nbase II B.V..
(xv) Participação financeira detida em 100.0% pela Octal.
(xvi) Participação financeira detida em 100.0% pela SAPi2 ci.
(xvii) Participação financeira detida em 50.0% pela Novabase Capital SGCR, S.A..
A empresa incluída na consolidação pelo método proporcional, à data de 30 de Junho de 2004, era a seguinte:
| !"# "!$ | !"# "!$ | !"# "!$ | %& | %& | ||
| '( | )!!! | )!!! | * | |||
| Mind, S.A. | Lisboa - Portugal | 613 | 1 | 50.0% | 50.00% |
As empresas incluídas na consolidação pelo método de equivalência patrimonial, à data de 30 de Junho de 2004, eram as seguintes:
| '( | !"# "!$ | !"# "!$)!!! | !"# "!$)!!! | %& | %&* | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Dínamo, S.A. | Lisboa - Portugal | 492 | 20 | 40.0% | - | |
| Key Lab | Lisboa - Portugal | 1 064 | 333 | 15.0% | - |
As seguintes empresas, em 30 de Junho de 2004, são relevadas ao custo de aquisição:
| @ | ||||
|---|---|---|---|---|
| * | * | |||
| ATX Software(i) | 19% | 0% | 500 | - |
| WRC | 4% | 0% | 15 | - |
| Tape | 1% | 0% | 4 | - |
| Intelcart | 10% | 0% | 2 | - |
| Plano B (Inactiva) (ii) | 75% | 0% | 9 | - |
| Octal GMBH (Inactiva) (ii) | 50% | 0% | 6 | - |
(i) A Sociedade ATX Software está relevada contabilisticamente ao preço pelo qual poderá ser exercida a opção de venda, no montante de 500 milhares de euros.
A actividade ATX Projectos incluída nesta empresa e que está relacionada com a actividade do Contrato-programa com o Grupo Banco Espírito Santo , foi transferida para a empresa Novabase CFSS (ex-Novabase Porto).
(ii) Estas empresas foram excluídas da consolidação por não serem consideradas materialmente relevantes.
Durante o exercício de 1º semestre de 2004, verificaram-se os seguintes movimentos nas participações financeiras:
+, -"#
Durante o 1º semestre de 2004, foram adquiridas as seguintes participações financeiras:
| %& | 73#A | ||
|---|---|---|---|
| Imersiva | 100.0% | Novabase B. I., S.A. | 898 |
| Mentor, S.A. | 20.0% | Novabase S.G.P.S. | 7 |
| Techno Trend AG | 6.6% | Novabase S.G.P.S. | 2 000 |
| Nbase International Investments B.V. | 14.8% | Novabase S.G.P.S. | 555 |
| Key Lab | 15.0% | Novabase S.G.P.S. | 1 300 |
| Manchete, S.A. | 25.0% | Novabase Capital SGCR, S.A. | 135 |
., -
Durante o 1º semestre de 2004, foram alienadas as seguintes participações financeiras:
| %& | 73#A | ||
|---|---|---|---|
| Novabase Core Fin. Software Sol., S.A. | 30.0% | Novabase S.G.P.S. | - |
| Deltafor, S.A. | 100.0% | Novabase Capital SGCR, S.A. | 800 |
| Flag, S.A. | 100.0% | Deltafor, S.A. | - |
| Flag Beat, Lda. | 100.0% | Deltafor, S.A. | - |
| Octal TV , S.A. | 30.0% | Novabase S.G.P.S. | 127 |
| OnTV, S.A. | 30.0% | Novabase S.G.P.S. | 448 |
/, ?#
Durante o 1º semestre de 2004, foram constituídas as seguintes empresas:
| %& | ||||
|---|---|---|---|---|
| (i) | Techno Trend Holding | 50.0% | Novabase S.G.P.S. |
(i) Empresa constituída pela Novabase S.G.P.S. em Junho de 2004 e detida em 50% por accionistas da Techno Trend AG. Com o objectivo de integrar o negócio da TV Digital das duas empresas, esta holding detém 75.1% das participadas Novabase Interactive TV e Techno Trend AG.
Previamente a esta operação, foram transferidas para a Novabase Interactive TV as participações detidas pelo grupo das participadas Octal TV , S.A. e OnTV, S.A..
B /$. 1
B *C%
Esta rubrica é analisada como segue:
| 3$1(7 | 3$1( | 7 | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 3$ | 3$ | |||||
| Edifícios e outras construções | 1 001 | 533 | 468 | 971 | 512 | 459 |
| Equipamento básico | 8 245 | 5 399 | 2 846 | 9 945 | 5 753 | 4 192 |
| Equipamento de transporte | 4 901 | 3 363 | 1 538 | 4 969 | 3 034 | 1 935 |
| Ferramentas e utensílios | 43 | 39 | 4 | 42 | 37 | 5 |
| Equipamento administrativo | 5 617 | 4 704 | 913 | 5 632 | 4 576 | 1 056 |
| Outras imobilizações corpóreas | 65 | 12 | 53 | 24 | 11 | 13 |
| 19 872 | 14 050 | 5 822 | 21 583 | 13 923 | 7 660 |
Os movimentos da rubrica de imobilizado corpóreo durante 2003, para o Grupo, são analisados como segue:
| 9$ | 3 ? ( | 7( | 9$ | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| ,( | 3. | '-D | $ | |||
| # 0 | ||||||
| Edifícios e outras construções | 994 | 26 | (49) | - | - | 971 |
| Equipamento básico | 7 877 | 1 598 | (924) | 1 394 | - | 9 945 |
| Equipamento de transporte | 3 801 | 250 | (494) | - | 1 412 | 4 969 |
| Ferramentas e utensílios | 125 | - | (86) | - | 3 | 42 |
| Equipamento administrativo | 1 418 | 618 | (241) | (4) | 3 841 | 5 632 |
| Outras imobilizações corpóreas | 12 | 1 | - | - | 11 | 24 |
| 14 227 | 2 493 | (1 794) | 1 390 | 5 267 | 21 583 | |
| - ? -##0 | ||||||
| Edifícios e outras construções | 443 | 70 | (1) | - | - | 512 |
| Equipamento básico | 4 348 | 2 187 | (782) | - | - | 5 753 |
| Equipamento de transporte | 2 320 | 1 074 | (488) | - | 128 | 3 034 |
| Ferramentas e utensílios | 42 | 5 | (11) | - | 1 | 37 |
| Equipamento administrativo | 750 | 560 | - | - | 3 266 | 4 576 |
| Outras imobilizações corpóreas | 6 | 5 | - | - | - | 11 |
| 7 909 | 3 901 | (1 282) | - | 3 395 | 13 923 |
Os movimentos da rubrica de imobilizado corpóreo durante o 1º semestre de 2004, para o Grupo, são analisados como segue:
| 9$ | 3 ? (,( | 3. | '-D | 7($ | 9$ | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| # 0 | ||||||
| Edifícios e outras construções | 971 | 33 | (3) | 1 001 | ||
| Equipamento básico | 9 945 | 544 | (10) | (2 181) | (53) | 8 245 |
| Equipamento de transporte | 4 969 | 12 | (11) | (69) | 4 901 | |
| Ferramentas e utensílios | 42 | 1 | 43 | |||
| Equipamento administrativo | 5 632 | 158 | (173) | 5 617 | ||
| Outras imobilizações corpóreas | 24 | 43 | (2) | 65 | ||
| 21 583 | 791 | (21) | (2 181) | (300) | 19 872 | |
| - ? -##0 | ||||||
| Edifícios e outras construções | 512 | 25 | - | - | (4) | 533 |
| Equipamento básico | 5 753 | 965 | (10) | (767) | (542) | 5 399 |
| Equipamento de transporte | 3 034 | 404 | (6) | - | (69) | 3 363 |
| Ferramentas e utensílios | 37 | 2 | - | - | - | 39 |
| Equipamento administrativo | 4 576 | 175 | - | - | (47) | 4 704 |
| Outras imobilizações corpóreas | 11 | - | - | - | 1 | 12 |
| 13 923 | 1 571 | (16) | (767) | (661) | 14 050 |
As amortizações foram incluídas em 'Amortizações' (nota 27).
A rubrica de Equipamento de transporte, inclui a relevação contabilística dos contratos de locação financeira, como se detalha a seguir:
| Custo | 4 056 | 4 056 | |
|---|---|---|---|
| Amortizações acumuladas | (2 705) | (2 316) | |
| Valor líquido | 1 351 | 1 740 |
Amortizações do exercício
B /6/7/C3
Esta rubrica é analisada como segue:
| 3$1( | 7 | 3$1( | 7 | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 3$ | 3$ | ||||||
| Edifícios e outras construções | 544 | 333 | 211 | 544 | 330 | 214 | |
| Equipamento básico | 46 | 40 | 6 | 46 | 39 | 7 | |
| Equipamento de transporte | 21 | 21 | - | 21 | 21 | - | |
| 611 | 394 | 217 | 611 | 390 | 221 |
Os movimentos da rubrica de imobilizado corpóreo durante 2003, em base individual, são analisados como segue:
| 9$ | 3 ? (,( | 3. | '-D | 9$ | |
|---|---|---|---|---|---|
| # 0 | |||||
| Edifícios e outras construções | 544 | - | - | - | 544 |
| Equipamento básico | 46 | - | - | - | 46 |
| Equipamento de transporte | 21 | - | - | - | 21 |
| 611 | - | - | - | 611 | |
| - ? -##0 | |||||
| Edifícios e outras construções | 322 | 8 | - | - | 330 |
| Equipamento básico | 36 | 3 | - | - | 39 |
| Equipamento de transporte | 21 | - | - | - | 21 |
| 379 | 11 | - | - | 390 |
Os movimentos da rubrica de imobilizado corpóreo durante o 1º semestre de 2004, em base individual, são analisados como segue:
| 9$ | 3 ? ( | 9$ | |||
|---|---|---|---|---|---|
| ,( | 3. | '-D | |||
| # 0 | |||||
| Edifícios e outras construções | 544 | - | - | - | 544 |
| Equipamento básico | 46 | - | - | - | 46 |
| Equipamento de transporte | 21 | - | - | - | 21 |
| 611 | - | - | - | 611 | |
| - ? -##0 | |||||
| Edifícios e outras construções | 330 | 3 | - | - | 333 |
| Equipamento básico | 39 | 1 | - | - | 40 |
| Equipamento de transporte | 21 | - | - | - | 21 |
| 390 | 4 | - | - | 394 |
E /$. 1
E *C%
Esta rubrica é analisada como segue:
| 3$1( | 7 | 3$1( | 7 | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 3$ | 3$ | |||||
| Despesas de invest. e desenvolvimento | 4 188 | 3 249 | 939 | 3 104 | 1 919 | 1 185 |
| Propriedade industrial e outros direitos | 14 009 | 7 012 | 6 997 | 11 876 | 5 793 | 6 083 |
| Trespasses sobre negócios | 10 691 | 2 747 | 7 944 | 5 717 | 626 | 5 091 |
| Imobilizações em curso | 1 847 | - | 1 847 | 1 915 | - | 1 915 |
| Diferenças de consolidação | 14 950 | - | 14 950 | 9 063 | - | 9 063 |
| 45 685 | 13 008 | 32 677 | 31 675 | 8 338 | 23 337 |
Os movimentos da rubrica de imobilizado incorpóreo durante 2003, para o Grupo, são analisados como segue:
| 9$ | 3 ? (,( | /$,3. | '-D | 7($ | 9$ | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| # 0 | ||||||
| Despesas de invest. e desenvolvimento | 5 634 | 237 | (6 074) | 3 307 | 3 104 | |
| Propriedade industrial e outros direitos | 5 844 | 1 253 | 4 779 | 11 876 | ||
| Trespasses sobre negócios | 6 415 | 116 | (814) | 5 717 | ||
| Imobilizações em curso | 4 022 | 2 590 | (4 697) | 1 915 | ||
| Diferenças de consolidação | 9 199 | 76 | (212) | 9 063 | ||
| 31 114 | 4 272 | (7 100) | (1 390) | 4 779 | 31 675 | |
| - ? -##0 | ||||||
| Despesas de invest. e desenvolvimento | 3 043 | 906 | (2 030) | 1 919 | ||
| Propriedade industrial e outros direitos | 229 | 785 | 4 779 | 5 793 | ||
| Trespasses sobre negócios | 481 | 436 | (291) | 626 | ||
| 3 753 | 2 127 | (2 321) | - | 4 779 | 8 338 |
Os movimentos da rubrica de imobilizado incorpóreo durante o 1º semestre de 2004, para o Grupo, são analisados como segue:
| 9$ | 3 ? ( | /$ | 7( | 9$ | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| ,( | ,3. | '-D | $ | |||
| # 0 | ||||||
| Despesas de invest. e desenvolvimento | 3 104 | 746 | 543 | (205) | 4 188 | |
| Propriedade industrial e outros direitos | 11 876 | 2 | (50) | 2 181 | - | 14 009 |
| Trespasses sobre negócios | 5 717 | - | - | - | 4 974 | 10 691 |
| Imobilizações em curso | 1 915 | 475 | (543) | 1 847 | ||
| Diferenças de consolidação | 9 063 | 6 523 | (636) | 14 950 | ||
| 31 675 | 7 746 | (50) | 2 181 | 4 133 | 45 685 | |
| - ? -##0 | ||||||
| Despesas de invest. e desenvolvimento | 1 919 | 1 203 | 127 | 3 249 | ||
| Propriedade industrial e outros direitos | 5 793 | 477 | (25) | 767 | - | 7 012 |
| Trespasses sobre negócios | 626 | 140 | 1 981 | 2 747 | ||
| 8 338 | 1 820 | (25) | 767 | 2 108 | 13 008 |
O valor dos ' ?????. ) ? é discriminado como segue:
| 13$1 | #$ | &$ | 3$1($ | 7 | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| ATX Projectos | 10 anos | NB Consult. | 2 794 | 419 | 2 375 | |
| RH Outsourcing | NBO | 1 678 | 120 | 1 558 | ||
| Gestão Documental | NB ACD | 1 245 | 218 | 1 027 | ||
| (i) | Multimédia | 10 anos | TT AG | 4 974 | 1 990 | 2 984 |
| 10 691 | 2 747 | 7 944 |
(i) Divisão multimédia da eis TechnoTrend Systemtechnik GmbH fundida com aTechnoTrend AG em 2000.
O valor da rubrica de ?- - -? é discriminado como segue:
| 13$1 | #$ | &$ | 3$1($ | 7 | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| (i) | ATX Projectos | 10 anos | NB Consult. | 5 500 | 825 | 4 675 |
| Software de seguros | 10 anos | NB Consult. | 1 000 | 250 | 750 | |
| (ii) | SAP e Meta4 | 5 anos | NB Serviços | 2 181 | 767 | 1 414 |
| Outros | 5 328 | 5 170 | 158 | |||
| 14 009 | 7 012 | 6 997 |
(i) Valor pago ao grupo Espírito Santo a título de aquisição de um contrato de prestação de serviços por um período máximo de 10 anos. Sistemas de informação e de recursos humanos baseados respectivamente na plataforma mySAP e META4Mind, para uso interno da
(ii) divisão Consulting.
Na rubrica ??? &?-) ?&& $-, encontram-se relevados os custos incorridos no âmbito dos projectos, quer para desenvolvimento de programas informáticos, quer projectos de investigação em áreas específicas, por vezes com parcerias estrangeiras. Alguns destes projectos estão a ser comparticipados por fundos europeus no âmbito de programas estratégicos.
Em 30 de Junho de 2004, os principais projectos são os seguintes:
| 3$1( | 7 | |||
|---|---|---|---|---|
| #$ | &$ | $ | ||
| POSI | Mind | 89 | 15 | 74 |
| Template SAP | NB EA | 150 | 104 | 46 |
| Novabase ERM | NB EA | 56 | 9 | 47 |
| TV Interactiva Fase 1 | Octal TV | 167 | 32 | 135 |
| IRDETO na STB MicroDVB | Octal TV | 52 | 10 | 42 |
| Mavb | Octal | 515 | 436 | 79 |
| Billab | Octal | 232 | 123 | 109 |
| Adsl | Octal | 72 | 38 | 34 |
| Uba 2004 | Octal | 56 | 19 | 37 |
| Corporate Audio TV | OnTV | 61 | 12 | 49 |
| Implementação DivX | OnTV | 68 | 15 | 53 |
| Media Center | OnTV | 65 | 13 | 52 |
| Outros | 2 605 | 2 423 | 182 | |
| 4 188 | 3 249 | 939 |
Em 30 de Junho de 2004, os principais projectos em curso eram os seguintes: Na rubrica /$.
1(?$ ? encontram-se relevados diversos projectos essencialmente de Inovação e Desenvolvimento.
| 9$ | 9$ | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| #$6&. | 8 | 3$ | '- | 8> | ||
| #A | #A | #A | #A | |||
| (i) | Industria | Mind, S.A. | 474 | 31 | - | 505 |
| (ii) | Bibliotecas | Mind, S.A. | 171 | 17 | - | 188 |
| Smart Sketch | Mind, S.A. | 46 | 6 | - | 52 | |
| Implementação no Brasil | Novabase Brasil | 543 | - | (543) | - | |
| ValiDoctor - Reeng. dados on line | Novabase B. I., S.A. | 172 | 39 | - | 211 | |
| SAP - Travel Managment | Novabase Serviços, S.A. | 47 | 30 | - | 77 | |
| Colocação porta IP STB TI7110 | Octal TV , S.A. | - | 59 | - | 59 | |
| Placa Transcod | Octal TV , S.A. | - | 47 | - | 47 | |
| Posto central gestão | Octal | 118 | 29 | - | 147 | |
| MAVBMinor | Octal | 82 | 22 | - | 104 | |
| API-Cartão andante | Octal | 59 | 17 | - | 76 | |
| Validador sem contacto | Octal | 89 | 26 | - | 115 | |
| Bilheteira sem contacto | Octal | 37 | 7 | - | 44 | |
| Dispensador bilhetes sem contacto | Octal | 28 | 15 | - | 43 | |
| Outros | 49 | 130 | - | 179 | ||
| 1 915 | 475 | (543) | 1 847 |
Os projectos em curso centram-se no desenvolvimento à medida de produtos e serviços, destinados a diversos tipos de actividades dos quais importa destacar:
- (i) Indústria - Projecto de desenvolvimento à medida de software de design destinado especificamente a ser utilizado pela Industria do Calçado, a um nível internacional.
- (ii) Bibliotecas - software que tem por objectivo satisfazer os requisitos de gestão bibliográfica de uma biblioteca ou serviço de documentação de média ou grande dimensão, genéricos ou especializados, promovendo a cooperação entre as várias instituições, sendo possível o intercâmbio de informação usando a Internet.
Os activos intangíveis capitalizados dizem respeito projectos destinados a mercados em que a empresa decidiu investir de forma estratégica.
E '?-$ )+
O goodwill é alocado às Unidades Geradoras de Fluxos de Caixa identificadas de acordo com os segmentos de negócio.
| Divisão Novabase Consulting | 7 246 | 6 169 |
|---|---|---|
| Divisão Engineering Solutions | 4 640 | 527 |
| Divisão Novabase Capital | 3 064 | 2 367 |
| 14 950 | 9 063 |
Pressupostos do teste de imparidade:
Para efeitos da análise de imparidade dos activos foi aplicado o método dos Cash Flows descontados, utilizando uma taxa de actualização pré-imposto de 14.% num horizonte temporal de 5 anos. Consideraram-se taxas de crescimento muito conservadoras para efeitos de cálculo do cah-flow.
Em resultado da aplicação do método acima descrito, obtém-se um valor recuperável dos activos superior ao valor dos activos contabilísticos, concluindo-se assim não existir imparidade dos activos do grupo alocados às Unidades Geradoras de Fluxos de Caixa.
F /&?-$-?$$
Esta rubrica é analisada como segue:
| 500 | 500 | - | - |
|---|---|---|---|
| 9 | 9 | - | - |
| 15 | 15 | - | - |
| 4 | 4 | - | - |
| - | |||
| - | |||
| - | |||
| - | |||
| - | |||
| - | |||
| - | |||
| 66 | 27 | - | - |
| 1 011 | 834 | - | - |
| - | |||
| 166 | - | - | - |
| - | |||
| - | |||
| 2627-25-1971601423081 319 | 262750-3191---834 | ---------- |
/$?-? -?-&??? &
O Grupo Novabase regista nas suas contas o efeito fiscal decorrente das diferenças temporais que se verificam entre os resultados anuais determinados numa óptica contabilística e numa óptica fiscal, de acordo com o disposto na IAS 12 - Impostos sobre o Rendimento.
Os impostos diferidos somente são compensados quando existe um direito irrevogável para compensação e quando os impostos sobre rendimentos são relativos à mesma entidade fiscal. Os seguintes montantes foram determinados após a sua compensação no balanço:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| /$-& | ||||
| Recuperável dentro de 12 meses | - | - | - | - |
| Recuperável após 12 meses | 7 882 | 7 419 | 48 | - |
| 7 882 | 7 419 | 48 | - | |
| /$-& | ||||
| Absorvido dentro de 12 meses | - | - | - | - |
| Absorvido após 12 meses | 100 | 99 | 100 | 100 |
| 100 | 99 | 100 | 100 |
O movimento bruto nos impostos diferidos activos foi o seguinte:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| 98 | 7 419 | 4 064 | - | - |
| Aquisição de filiais | 194 | 2 559 | - | - |
| Outros | 39 | (41) | - | - |
| Custo registado na demonstração de resultados | 230 | 837 | 48 | - |
| 9- $ | 7 882 | 7 419 | 48 | - |
Para o grupo, o movimento em impostos diferidos -&? antes de compensação dos saldos dentro da mesma jurisdição fiscal no exercício é o seguinte:
| + ,' | (,%&( | -.' | / | 0 | |
|---|---|---|---|---|---|
| Em 1 de Janeiro de 2003 | 1 577 | 523 | 1 503 | 461 | 4 064 |
| Dotações Resultado Líquido | (167) | 985 | 487 | 170 | 1 475 |
| Dotações Capitais Próprios | (41) | - | - | - | (41) |
| Redução de taxa | (505) | (133) | - | - | (638) |
| Variação de Perímetro | 2 559 | - | - | - | 2 559 |
| Em 31 de Dezembro de 2003 | 3 423 | 1 375 | 1 990 | 631 | 7 419 |
| Dotações Resultado Líquido | 836 | 25 | - | (631) | 230 |
| Dotações Capitais Próprios | 39 | - | - | - | 39 |
| Variação de Perímetro | 194 | - | - | - | 194 |
| Em 30 de Junho de 2004 | 4 492 | 1 400 | 1 990 | - | 7 882 |
#? ?-D
Esta rubrica é analisada como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| Mercadorias | 6 593 | 2 586 | - | - |
| Produtos acabados e intermédios | 168 | 1 452 | - | - |
| Produtos e trabalhos em curso | 34 | 34 | - | - |
| Matérias primas, subsidiárias e de consumo | 6 428 | 5 665 | - | - |
| 13 223 | 9 737 | - | - | |
| Provisão para depreciação de existências | (1 107) | (1 237) | - | - |
| 12 116 | 8 500 | - | - |
-?- ?&
Esta rúbrica é analisada como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| Clientes conta corrente | 44 210 | 32 907 | 4 969 | 4 315 |
| Clientes - títulos a receber | 432 | 1 101 | - | - |
| Clientes de cobrança duvidosa | 2 996 | 3 248 | 434 | 434 |
| Provisão para cobranças duvidosas | (2 681) | (2 449) | (434) | (434) |
| 44 957 | 34 807 | 4 969 | 4 315 | |
| Adiantamentos a fornecedores | 635 | 1 473 | 28 | 927 |
| Devedores de partes relacionadas | 2 120 | 1 509 | 11 600 | 12 484 |
| Empréstimos a partes relacionadas | - | - | - | - |
| Pessoal | 1 008 | 756 | 102 | 334 |
| Impostos | 1 861 | 1 942 | 13 | - |
| Subsídios a receber do Fundo Social Europeu | 758 | 2 514 | - | - |
| Empresas participadas | 608 | 339 | 456 | 98 |
| Outros | 4 069 | 3 251 | 5 667 | 1 493 |
| 11 059 | 11 784 | 17 866 | 15 336 | |
| 56 016 | 46 591 | 22 835 | 19 651 |
O Grupo reconheceu uma perda de imparidade de clientes de 349 (2003: 1 007), reconhecida na rubrica de provisões do exercício.
3 2? $? & -
Os 3 2? $? & -? são analisados como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| - Juros a receber | 2 | 1 | 2 | 1 |
| - Subsídios | 57 | 1 754 | - | - |
| - Projectos em curso | 9 916 | 3 951 | - | - |
| - Outros acréscimos de proveitos | 1 490 | 314 | 2 | 2 |
| 11 465 | 6 020 | 4 | 3 |
%- ?-&? -
Os ?-? -? são analisados como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| - Manutenção de software | 246 | 273 | - | - |
| - Rendas | 166 | 68 | - | - |
| - Seguros | 239 | 57 | 8 | 25 |
| - Subcontratos | 1 365 | 1 126 | - | - |
| - Outros custos diferidos | 400 | 687 | 201 | 18 |
| 2 416 | 2 211 | 209 | 43 |
*
/ &
Os contratos de manutenção de software são licenciados por terceiros. Para o correcto balanceamento destes serviços, foram especializados custos e proveitos os quais serão reflectidos nos resultados do próximo período.
0 3-&?- &
Os movimentos nesta rubrica são analisados como segue:
| 98 | 696 | 546 | 696 | 536 |
|---|---|---|---|---|
| Aquisições | 1 | - | 1 | - |
| Alienações | - | (10) | - | - |
| Diferenças de justo valor | 90 | 160 | 90 | 160 |
| 9- $ | 787 | 696 | 787 | 696 |
| A rubrica de 3&& é analisada como segue: | ||||
| * | / & | |||
| Títulos negociáveis : | ||||
| - Acções Portugal Telecom | 544 | 489 | 544 | 489 |
| - Acções PT Multimédia | 243 | 207 | 243 | 207 |
| - Outros títulos | - | - | - | - |
| 787 | 696 | 787 | 696 |
? &-? ?
Com referência ao Mapa dos fluxos de caixa, para efeitos de determinação e discriminação dos $-? ? ?? &-?, esta rubrica é analisada como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| - Numerário | 21 | 40 | - | - |
| - Depósitos bancários a curto prazo | 23 571 | 26 227 | 244 | 1 315 |
| - Outras aplicações de tesouraria : | ||||
| - Produtos financeiros em bancos nacionais | 1 736 | 3 636 | 1 737 | 3 000 |
| - Produtos financeiros em bancos estrangeiros | - | - | - | - |
| Caixa e equivalentes a caixa | 25 328 | 29 903 | 1 981 | 4 315 |
| - 'Overdrafts' | (2 053) | (1 036) | (61) | - |
| 23 275 | 28 867 | 1 920 | 4 315 |
B -9 5 2$ ?$ ??5(? ?(??. (
O Capital social de 14 203 354 euros, representado por 28 406 707 de acções de valor nominal de 0.5 euros cada uma, encontra-se integralmente realizado.
| Em Maio de 2004, a Novabase S.G.P.S., S.A. procedeu a um aumento de capital, sendo o seu montante, integralmente subscrito e realizado, de 75 372 euros, através da emissão de 150 743 novas acções ordinárias, com o valor nominal de 0.5 euros cada, subscritas e realizadas ao preço de 4.96--- |
|---|
| -- |
| --- -- -- ?- --ões. |
| 6G$3($ >! | 9 | 2$$ | 3( | ' | |
|---|---|---|---|---|---|
| Em 1 de Janeiro de 2003 | 28 256 | 14 128 | 35 153 | (12) | 49 269 |
| Aquisição de acções próprias | (241) | (241) | |||
| Cedência de acções próprias | 245 | 245 | |||
| Em 31 de Dezembro de 2003 | 28 256 | 14 128 | 35 153 | (8) | 49 273 |
| Aumento de Capital | 151 | 75 | 672 | - | 747 |
| Aquisição de acções próprias | (50) | (50) | |||
| Cedência de acções próprias | 44 | 44 | |||
| Em 30 de Junho de 2004 | 28 407 | 14 203 | 35 825 | (14) | 50 014 |
Em conformidade com a legislação em vigor, por deliberação em Assembleia Geral de 28 de Abril de 2003, a aquisição de acções próprias por parte da Novabase S.G.P.S. é permitida até ao limite máximo de 10% do seu capital social.
Durante o primeiro semestre a empresa adquiriu em bolsa através da NCO Dealer 99 322 acções próprias ao preço líquido médio unitário de 6.53 e alienou 86 073 acções ao preço líquido médio unitário de 6.56 Em 30 de Junho de 2004 a Novabase S.G.P.S. detinha em carteira 28 384 acções próprias, representativas de 0.1% do seu capital social.
%(??. (
Foi aprovado na Assembleia Geral de Accionistas de 19 de Abril de 2003 um novo Plano de Opção de Compra de Acções para o período 2003- 2005, que se segue ao anterior Plano de Opção de Compra de Acções aprovado para o período 2000-2002.
Enquanto no anterior Plano, ambas as componentes se referiam à vinculação e/ou ao desempenho verificado nos anos de 2000, 2001 e 2002, no actual Plano poderão ser atribuídas opções de vinculação e/ou de desempenho relativos aos anos 2003, 2004 e 2005. De forma a aproximar a data de um bom desempenho num determinado exercício e o correspondente prémio, no actual Plano não foi considerado o período de 1 ano de carência, podendo o início do exercício de cada opção ser exercido logo no ano seguinte ao da avaliação do desempenho. O período de exercício das opções passou para 3 anos no novo Plano ao contrário do anterior em que era de 4 anos.
As opções atribuídas no âmbito das respectivas componentes até 31 de Dezembro de cada ano, podem ser exercidas faseadamente em três momentos, ocorrendo o primeiro momento associado à primeira componente anual de desempenho no dia 25 de Maio do ano imediatamente seguinte ao que o desempenho se refere e os restantes em igual dia (ou no dia útil imediatamente seguinte, se esse não o for) nos sucessivos meses de Maio, e em lotes correspondentes a 33% do número de Opções atribuídas.
Este novo Plano de Opção de Compra de Acções abrange todos os trabalhadores e membros do Conselho de Administração da Novabase e das restantes sociedades do grupo (considerando-se para o efeito sociedade do grupo aquela em que a Novabase detenha ou venha a deter, directa ou indirectamente, uma participação dominante no capital ou uma participação inferior a 50% no capital, juntamente com o controlo de gestão).
Em 2002 e em 2003, devido aos comportamentos dos mercados de capitais não foram exercidas quaisquer opções previstas no Plano de Opção de Compra de Acções.
As Acções correspondentes às Opções atribuídas mas ainda não exercidas ao abrigo do Plano de Opção de Compra de Acções anterior (referente ao período de 2000 a 2002) e do presente Plano (referente aos exercícios de 2003 a 2005), não poderão exceder, a qualquer momento, e em relação ao volume total das acções representativas do capital social da Novabase nesse momento, o limite máximo total acumulado de 12.5%.
O Preço de Subscrição e/ou Aquisição das Acções objecto das Opções atribuídas em cada Componente Anual de Desempenho será definido em momento anterior à data de atribuição, devendo corresponder, em regra, ao que resultar da média aritmética dos preços, ponderada pelos respectivos volumes, das transacções das acções da Novabase ocorridas na Euronext Lisbon, nas sessões de Bolsa que tenham lugar entre 1 de Outubro e 31 de Dezembro do ano anterior àquele a que o desempenho respeita.
O Preço de Subscrição e/ou Aquisição das Acções objecto das Opções atribuídas na Componente Base de Vinculação será definido em momento anterior à data de atribuição, devendo corresponder, em regra, ao que resultar da média aritmética dos preços, ponderada pelos respectivos volumes, das transacções das acções da Novabase ocorridas na Euronext Lisbon, nas sessões de Bolsa que tenham lugar entre 1 de Outubro e 31 de Dezembro do ano anterior àquele em que as Opções são atribuídas.
A média aritmética ajustada dos preços das transacções das acções da Novabase ocorridas na Euronext Lisbon, nas sessões de Bolsa que tiveram lugar entre 1 de Outubro e 31 de Dezembro de 2002, é de 4,96 Euros por acção.
Em Maio de 2004 teve lugar a segunda fase de implementação do Plano de Opção de Compra de Acções em vigor, tendo sido exercidas 151 opções de subscrição de acções da Novabase, ao valor unitário de 4.96 correspondentes a 11.9% das opções atribuídas em condições de serem exercidas naquela data.
Os movimentos no número de opções sobre acções vivas são as seguintes:
| $2? | %($ >! | $2? | %($ >! | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Em 1 de Janeiro | 2 099 | 784 | |||
| Atribuído | 4.96 | 818 | 6.01 | 1 315 | |
| Exercido | 4.96 | 151 | - | ||
| Expirado | 250 | - | |||
| No fim do período | 2 516 | 2 099 |
As opções sobre acções em aberto no final do ano têm a seguinte data de termo e os seguintes preços de exercício:
| 3(? $ > | ! | |
|---|---|---|
| ? | ||
| 166 | ||
| 84 | ||
| 23 | ||
| 10.40 | 154 | 154 |
| 783 | ||
| 4.96 | 1 556 | 889 |
| 2 516 | 2 099 | |
| 8.5010.408.508.23 | --23783 |
E ? &? ?-?$
De acordo com a legislação vigente, as empresas que constituem o Grupo Novabase são obrigadas a transferir para a rubrica de reservas legais, no mínimo, 5% do resultado líquido anual, até que a mesma atinja 20% do capital. Esta reserva não poderá ser distribuída aos accionistas, podendo, contudo, ser utilizada para absorver prejuízos.
| &) | %&$ | &-$. | &:& | '%'3 | |
|---|---|---|---|---|---|
| Saldo em 01.01.03 | 752 | 20 014 | (2 544) | (77) | 18 145 |
| Aumento da reserva | 473 | (1 610) | 171 | 161 | (805) |
| Saldo em 31.12.03 | 1 225 | 18 404 | (2 373) | 84 | 17 340 |
| Aumento da reserva | 29 | 3 936 | 14 | (364) | 3 615 |
| Saldo em 30.06.04 | 1 254 | 22 340 | (2 359) | (280) | 20 955 |
No Grupo, está incluída uma subsidiária localizada no Brasil, Novabase Brasil Lta., cujas contas estão expressas na moeda do país, Reais Brasileiros. Em conformidade com a prática contabilística descrita na nota 2 sobre as Políticas Contabilísticas, estas contas foram convertidas na moeda em que se expressam as contas consolidadas gerando uma reserva de diferença cambial.
A Novabase S.G.P.S., S.A., desde a sua constituição, optou por nunca distribuir dividendos aos seus accionistas decidindo manter na Empresa os meios financeiros necessários ao seu desenvolvimento.
F /- ???$ -=
Esta rubrica é analisada como segue:
| * | ||
|---|---|---|
| Saldo em 1 de Janeiro | 6 087 | 5 007 |
| Variações de perímetro de consolidação | 4 523 | 595 |
| Interesses minoritários de resultados | 503 | 485 |
| 11 113 | 6 087 |
#$ 2?-$
Esta rubrica é analisada como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| 6 | ||||
| Dívidas a instituições de crédito | 10 500 | 8 500 | 8 500 | 8 500 |
| Credores de locação financeira | 713 | 1 000 | - | - |
| 11 213 | 9 500 | 8 500 | 8 500 | |
| Dívidas a instituições de crédito | 3 432 | 1 379 | 61 | - |
| Credores de locação financeira | 1 356 | 1 684 | 21 | 21 |
| 4 788 | 3 063 | 82 | 21 | |
| Total dos empréstimos | 16 001 | 12 563 | 8 582 | 8 521 |
Os períodos em que as dívidas a instituições financeiras correntes serão negociadas com diferentes condições são as seguintes:
| * | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| $ | $ | 0 | 0 | ' | |
| #$8> | |||||
| Total dos empréstimos | 3 053 | 379 | - | - | 3 432- |
| #$1$. | |||||
| Total dos empréstimos | 1 035 | 344 | - | - | 1 379 |
A maturidade das dívidas a instituições financeiras não correntes é como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| De 1 a 2 anos | 260 | - | - | - |
| De 2 a 5 anos | 6 840 | 5 100 | 5 100 | 5 100 |
| Mais de 5 anos | 3 400 | 3 400 | 3 400 | 3 400 |
| 10 500 | 8 500 | 8 500 | 8 500 | |
| As taxas de juro efectivas à data do Balanço eram as seguintes: | ||||
| H | H | |||
| Dívidas a instituições de crédito | 3.275% | 3.275% | ||
| Contas bancárias a descoberto | 3.125% | 3.125% | ||
| * | / & | |||
| Credores de locação financeira - Rendas mínimas: | ||||
| Até 1 ano | 1 356 | 1 684 | 21 | 21 |
De 1 a 5 anos 713 1 000 - - Mais de 5 anos - - - -
2 069 2 684 21 21
" ?-
Esta rubrica é analisada como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| Fornecedores | 24 857 | 19 855 | 235 | 148 |
| Acréscimos de custos | 9 058 | 7 689 | 176 | 265 |
| Estado e outros entes públicos | 5 351 | 5 682 | 130 | 322 |
| Outros accionistas | 27 | 40 | 45 | 45 |
| Adiantamentos de clientes | 517 | 1 192 | - | - |
| Outros credores | ||||
| - Colaboradores | 710 | 327 | - | - |
| - Credores por subscrições não liberadas | - | - | 524 | 821 |
| - Cash-pooling intra-grupo | - | - | 13 048 | 14 574 |
| - Valores a entregar de operações de factoring sem recurso | - | - | - | - |
| Aquisição de participações financeiras | 12 | - | - | - |
| Outros credores e operações diversas | 2 423 | 928 | 2 186 | 87 |
| 42 955 | 35 713 | 16 344 | 16 262 |
& -? -?- ??? &? -
Esta rubrica é analisada como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| - Subsídios | 1 166 | 2 303 | - | - |
| - Facturação antecipada | 8 104 | 8 638 | - | - |
| - Outros proveitos diferidos | 4 738 | 692 | - | 4 |
| 14 008 | 11 633 | - | 4 |
& ?(? )
Os movimentos das & ?(? são analisados como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| Saldo em 1 de Janeiro | 463 | - | - | - |
| Registadas em resultados | ||||
| Dotação do exercício | - | 463 | - | - |
| Anulação no exercício | (463) | - | - | - |
| Utilizações | - | - | - | - |
| Resultantes de concentrações de actividades empresariais | - | |||
| Transferências | - | - | - | - |
| Variação de perímetro | 682 | - | - | - |
| 682 | 463 | - | - |
" $- & ??-
A rubrica de " $- & ??- ? é analisada como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| 3 911 | 3 928 | 1 | - | |
| Água, electricidade e combustíveis | 222 | 215 | 4 | 9 |
| Utensílios, material de escritório e documentação técnica | 139 | 193 | 3 | 2 |
| Rendas e alugueres | 1 023 | 1 836 | 81 | 96 |
| Comunicações | 310 | 537 | - | - |
| Seguros | 254 | 317 | 20 | 31 |
| Transportes, deslocações e estadias e desp. de representação | 816 | 793 | 74 | 52 |
| Comissões e honorários | 3 697 | 4 180 | 15 | - |
| Publicidade e propaganda | 1 343 | 423 | - | 5 |
| Trabalhos especializados | 1 697 | 3 788 | 184 | 24 |
| Outros fornecimentos e serviços | 2 626 | 2 219 | 8 | 9 |
| 12 127 | 14 501 | 389 | 228 | |
| 16 038 | 18 429 | 390 | 228 |
0 ?-?$
A rubrica de ?-?$?? é analisada como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| Remuneração dos orgãos sociais | 1 521 | 1 427 | 685 | 599 |
| Remuneração dos colaboradores | 13 021 | 13 207 | - | 82 |
| Encargos sobre remunerações | 2 636 | 2 611 | 52 | 62 |
| Outros custos com o pessoal | 280 | 243 | 4 | 3 |
| 17 458 | 17 488 | 741 | 746 |
O G$ $2 ??, por categoria, é analisado como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| Administração | 35 | 48 | 11 | 11 |
| Direcção | 91 | 94 | - | - |
| Gestores e chefes de projecto | 95 | 101 | - | - |
| Consultores | 793 | 746 | - | - |
| Funcionais e outros | 72 | 72 | - | - |
| 1 086 | 1 061 | 11 | 11 |
%- ?)>
No 1º semestre de 2004, esta rubrica inclui a mais-valia de 2 milhões de euros relativa à alienação de parte da Octal TV, calculada tendo por base uma avaliação preliminar conservadora. No 1º semestre de 2003, diz respeito sobretudo à resolução de contingências em projectos da divisão Novabase Consulting e à reestruturação do quadro de pessoal.
B 3$ -1(
A rubrica de 3$ -1(? é analisada como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| 0 | ||||
| Edifícios e outras construções | 25 | 22 | 3 | 3 |
| Equipamento básico | 1 010 | 1 231 | 2 | 2 |
| Equipamento de transporte | 404 | 428 | - | - |
| Equipamento administrativo | 132 | 290 | - | - |
| 1 571 | 1 971 | 5 | 5 | |
| 0 | ||||
| Despesas de investigação e desenvolvimento | 1 203 | 1 138 | 5 | 1 |
| Direitos contratuais e outros | 477 | 175 | - | - |
| Trespasses sobre negócios | 140 | 813 | - | - |
| Diferenças de consolidação | - | (714) | - | - |
| 1 820 | 1 412 | 5 | 1 | |
| 3 391 | 3 383 | 10 | 6 |
E ?- $-
A análise desta rubrica é a seguinte:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| Juros obtidos | 147 | 346 | 236 | 283 |
| Diferenças de câmbio favoráveis | 147 | 170 | - | - |
| Outros ganhos financeiros | 32 | 6 | 15 | - |
| Juros pagos | ||||
| - empréstimos | (718) | (591) | (169) | (193) |
| - contratos de locação | (154) | - | - | - |
| - factoring | (135) | (196) | - | - |
| - outros | (13) | (5) | - | - |
| Despesas com garantias bancárias | (13) | - | (1) | - |
| Serviços e comissões bancárias | (105) | (61) | (22) | (10) |
| Diferenças de câmbio desfavoráveis | (348) | (267) | - | - |
| Outras perdas financeiras | 88 | (37) | - | (1) |
| (1 072) | (635) | 59 | 79 |
F *>, !$
A análise desta rubrica em 30 de Junho de 2004, era a seguinte:
| @ | *>, | ||
|---|---|---|---|
| ! | |||
| Dínamo, S.A. | 20 | 40.0% | 8 |
| Key Lab | 333 | 15.0% | 50 |
| 58 | |||
| 58 |
/$?-??. ?-
A análise desta rubrica é a seguinte:
| * | / & | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Impostos correntes | 840 | 1 681 | 5 | 219 | ||
| Impostos diferidos relativos às diferenças temporárias | (230) | (2 442) | (48) | 25 | ||
| Impostos diferidos relativos à alteração da taxa de imposto | - | - | - | - | ||
| 610 | (761) | (43) | 244 |
Para o grupo, o imposto sobre o rendimento do exercício difere do valor teórico usando a taxa média de impostos do país da casa-mãe devido ao seguinte:
| * | ||
|---|---|---|
| Resultado antes de impostos | 4 619 | (2 064) |
| Imposto à taxa nominal | 1 270 | (681) |
| Resultados não tributados | (739) | - |
| Benefícios fiscais relativos à criação líquida de postos de trabalho | (484) | (465) |
| Amortizações e provisões não aceites para efeitos fiscais | 99 | 116 |
| Prejuízos em empresas onde não são reconhecidos impostos diferidos | 81 | 94 |
| Despesas não aceites para efeitos fiscais | 93 | 92 |
| Diferencial de taxa de imposto em empresas localizadas no estrangeiro | 217 | 221 |
| Outros | 73 | (138) |
| Imposto sobre lucros | 610 | (761) |
A taxa de impostos média ponderada aplicável é de 27.5% (2003: 33%).
-
4=
O cálculo do resultado básico por acção baseia-se no lucro atribuível aos accionistas ordinários dividido pela média ponderada de acções ordinárias no período, excluindo acções ordinárias compradas pelo Grupo e detidos como acções próprias (Nota 17).
Os resultados por acção são analisados como segue:
| * | / & | |||
|---|---|---|---|---|
| Resultado líquido do exercício atribuível aos accionistas ordinários | 3 505 646 | (1 426 166) | (34 322) | 396 963 |
| Nº médio ponderado de acções ordinárias | 28 281 088 | 28 255 964 | 28 281 088 | 28 255 964 |
| Resultado por Acção - Básico - Euros | 0.12 euros | (0.05) euros | - | 0.01 euros |
O resultado diluído por acção é igual ao resultado básico por acção, devido à inexistência de instrumentos financeiros que venham a originar a diluição do capital social no futuro.
$ $
Os compromissos financeiros que não figuram no balanço referentes a garantias bancárias prestadas a terceiros destinadas a servir de caução aos projectos em curso, são analisados como segue:
| * | / & | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| 4 | |||||
| Novabase S.G.P.S. | BPI | 154 | 154 | 154 | 154 |
| Novabase S.G.P.S. | CGD | 40 | 40 | 40 | 40 |
| Novabase Consulting, S.A. | BPI | 1 083 | 1 376 | 1 083 | 1 376 |
| Novabase Consulting, S.A. | BES | 4 705 | 1 233 | 4 705 | 1 233 |
| Novabase B. I., S.A. | BPI | 105 | 164 | 105 | 164 |
| Novabase B. I., S.A. | BES | 163 | 163 | 163 | 163 |
| Novabase Saúde, S.A. | BCP | - | 4 | - | 4 |
| Novabase A. C. D., S.A. | BPI | 534 | 528 | 534 | 528 |
| NBO Recursos em TI | BPI | 4 | 6 | 4 | 6 |
| Novabase Serviços, S.A. | BPI | - | 3 | - | 3 |
| Novabase Serviços, S.A. | BES | 664 | 664 | 664 | 664 |
| Manchete, S.A. | BPN | 3 | 3 | 3 | 3 |
| SAF, S.A. | BPN | - | 3 | - | 3 |
| Novabase Core Fin. Software Sol., S.A. | BPI | 2 | 2 | 2 | 2 |
| Octal - Engenharia de Sistemas, S.A. | BCP | 680 | 668 | 680 | 668 |
| Octal - Engenharia de Sistemas, S.A. | BES | 2 384 | 2 363 | 2 384 | 2 363 |
| Octal - Engenharia de Sistemas, S.A. | COSEC | 103 | 103 | 103 | 103 |
| Novabase IIS, S.A. | CITIBANK | 48 | 48 | 48 | 48 |
| Novabase IIS, S.A. | ATLANTICO | 10 | 10 | 10 | 10 |
| Novabase IIS, S.A. | BNP PARIBAS | 37 | 37 | 37 | 37 |
| Novabase IIS, S.A. | BES | 817 | 1 122 | 817 | 1 122 |
| Octal / Octal TV / On TV | BES | 78 | - | 78 | - |
| 11 614 | 8 694 | 11 614 | 8 694 |
-
As transacções realizadas com entidades relacionadas são detalhadas como segue:
i) Venda de bens e prestações de serviços
| Grupo BES | 2 730 | 4 383 |
|---|---|---|
| 2 730 | 4 383 |
Nas transações acima identificadas foram praticados os preços de mercado.
ii) Remuneração / Benefícios dos principais elementos da gestão da empresa
| 1 521 | 1 415 |
|---|---|
| - | 12 |
| 1 521 | 1 427 |
Não houve necessidade de provisões em 30 de Junho de 2004 e em 2003 para os empréstimos concedidos a associadas.
O saldo de outros devedores de entidades relacionadas no total de 2 120 milhares de euros (nota 12) contempla essencialmente adiantamentos pontuais efectuados a colaboradores. Deste total, cerca de 670 milhares de euros dizem respeito a adiantamentos efectuados a intervenientes no processo de reestruturação de participações em curso na Divisão Consulting.
iii) Empréstimos de partes relacionadas
| Grupo BES | 8 500 | 8 500 |
|---|
#&-??-.
Cumprindo uma decisão do Conselho de Administração da NB SGPS, com propósito de obter uma maior integração das ofertas e competências da Divisão Consulting o grupo irá proceder a uma reestruturação das participadas da Divisão, concentrando-as numa subholding já existente designada por "Novabase Consulting SGPS".
Esta sub-holding irá adicionalmente concentrar as participações accionistas minoritárias detidas por membros dos órgãos sociais nas empresas participadas, que serão trocadas por participações accionistas na mesma sub-holding. Desta forma espera-se vir a conseguir um efectivo alinhamento de interesses na divisão Consulting, aumentando assim a orientação das responsabilidades organizacionais para o colectivo.
0 %- ?/-$(
Processo judicial interposto contra a Empresa, relacionado com o contrato de arrendamento do anterior edifício sede, no valor de 1.012 milhares de euros. Esta acção foi objecto de decisão favorável à Novabase que já transitou em julgado. O processo já foi à conta, estando a correr prazo para reclamação da conta de custas. Processo judicial instaurado por Drink In – Companhia de Indústria de bebidas e Alimentação, S.A. contra participada da Novabase, através
do qual aquela reclama o pagamento da quantia de aproximadamente 716 milhares de euros a título de alegada multa por atraso na conclusão de projecto de instalação de um sistema informático. Esta acção judicial foi contestada e foi deduzido pedido reconvencional no montante de cerca de 297 milhares de euros respeitante ao preço em dívida das diversas facturas do referido projecto. O pedido de condenação da empresa participada da Novabase apresenta-se destituído de fundamento e representa um caso manifesto de abuso de direito.
Processo judicial interposto contra a empresa e uma das suas participadas, relacionado com uma indemnização pretendida por um excolaborador desta última, no valor de aproximadamente 904 milhares de euros. Esta acção foi contestada, tendo a Novabase apresentado um pedido de condenação em multa e indemnização a título de litigância de má fé. Este processo encontra-se em fase de marcação de audiência de julgamento.
Encontram-se pendentes contra sociedades participadas da Novabase, procedimentos judiciais em sede de Tribunal de Trabalho (7) e em sede de Tribunal Cível (1), iniciados por ex-colaboradores das referidas empresas, ascendendo o valor total das respectivas acções a aproximadamente 330 milhares de euros e encontrando-se a maioria destes procedimentos a aguardar audiência de julgamento/final.
III. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PRÓ-FORMA POC para os 6 meses findos em 30 de Junho de 2004 (Página intencionalmente deixada em branco)
De seguida, são apresentados o balanço consolidado e a demonstração dos resultados consolidados elaborados de acordo com o POC.
--
| Imobilizado corpóreo | 5 822 | 7 660 |
| Imobilizado incorpóreo | 21 570 | 20 928 |
| Diferenças de consolidação | 12 644 | 7 458 |
| Investimentos financeiros | 1 319 | 834 |
| Impostos diferidos activos | 6 842 | 5 992 |
| Total de Activos Não Correntes | 48 197 | 42 872 |
| Existências | 12 116 | 8 499 |
| Clientes | 44 957 | 34 807 |
| Devedores | 11 403 | 14 184 |
| Acréscimos e diferimentos activos | 13 881 | 8 230 |
| Aplicações de tesouraria e títulos | 613 | 4 248 |
| Caixa e disponibilidades em bancos | 25 328 | 26 267 |
| Total de Activos Correntes | 108 298 | 96 235 |
| Total do Activo | 156 495 | 139 107 |
| Capital | 14 203 | 14 128 |
| Acções próprias | (14) | (8) |
| Prémios de emissão | 35 825 | 35 153 |
| Reservas e resultados acumulados | 19 418 | 18 708 |
| Resultado líquido consolidado | 1 799 | 580 |
| Total do Capital Próprio | 71 231 | 68 561 |
| Interesses Minoritários | 11 607 | 6 706 |
| Instituições de crédito | 10 500 | 8 500 |
| Fornecedores de imobilizado | 713 | 1 000 |
| Provisões | 682 | 1 605 |
| Impostos diferidos passivos | 100 | 99 |
| Total de Passivos Não Correntes | 11 995 | 11 204 |
| Instituições de crédito | 3 432 | 1 379 |
| Fornecedores de imobilizado | 1 356 | 1 684 |
| Fornecedores | 24 857 | 22 263 |
| Outros credores | 8 951 | 7 988 |
| Acrescimos e diferimentos passivos | 23 066 | 19 322 |
| Total dos Passivos Correntes | 61 662 | 52 636 |
| Total do Passivo | 73 657 | 63 840 |
| Total de Passivo, Interesses Minoritários e Capital Próprio | 156 495 | 139 107 |
- -
| Vendas | 40 265 | 30 951 |
| Custo das vendas | (34 029) | (24 142) |
| Margem bruta | 6 236 | 6 809 |
| Prestação de serviços | 34 215 | 33 775 |
| Trabalhos p/ própria empresa | 561 | 640 |
| Proveitos suplementares e subsídios | 384 | 1 157 |
| Outros proveitos de exploração | 19 | 165 |
| 35 179 | 35 737 | |
| 41 415 | 42 546 | |
| Fornecimentos e serviços externos | (16 034) | (15 737) |
| Custos com o pessoal | (17 932) | (18 033) |
| Provisões do exercício | - | (339) |
| Outros custos de exploração | (88) | (133) |
| (34 054) | (34 242) | |
| Resultados Operacionais Brutos | 7 361 | 8 304 |
| Amortizações do imobilizado | (3 782) | (3 198) |
| Resultados Operacionais | 3 579 | 5 106 |
| Ganhos / (perdas) financeiras | (759) | (646) |
| Amortização investimentos financeiros | (1 135) | (598) |
| Resultados Correntes | 1 685 | 3 862 |
| Ganhos / (perdas) extraordinárias | 941 | 207 |
| Custos não recorrentes | - | (2 242) |
| Resultados antes de impostos | 2 626 | 1 827 |
| Impostos sobre os lucros | (223) | (661) |
| Resultados depois de impostos | 2 403 | 1 166 |
| Interesses minoritários | (604) | (415) |
| 1 799 | 751 | |
| 0.06 euros | 0.03 euros |
III DOCUMENTOS DO AUDITOR REGISTADO NA CMVM E DOS AUDITORES EXTERNOS
(Página intencionalmente deixada em branco)

Belarmino Martins, Eugénio Ferreira & Associados, SROC, Lda. Avenida da Liberdade, 245 - 8º C 1269 - 035 Lisboa Portugal Tel +351 21319 70 00 Fax +351 21316 11 12
Relatório de Revisão Limitada Elaborado por Auditor Registado na CMVM sobre a Informação Semestral Consolidada
Introdução
- 1 Para os efeitos do artigo 246.º do Código dos Valores Mobiliários, apresentamos o nosso Relatório de Revisão Limitada sobre a informação consolidada do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004, da Novabase Sociedade Gestora de Participações Sociais, SA, incluída: no Relatório de Gestão, no Balanço consolidado (que evidencia um total de 155.828 milhares de euros, um total de interesses minoritários de 11.113 milhares de euros e um total de capital próprio de 82.082 milhares de euros, incluindo um resultado líquido de 3.506 milhares de euros) e na Demonstração consolidada dos resultados por naturezas e na Demonstração dos fluxos de caixa do período findo naquela data e nos correspondentes Anexos.
- 2 As quantias das demonstrações financeiras consolidadas, bem como as da informação financeira adicional, são as que constam dos registos contabilísticos posteriormente ajustadas com as quantias, ainda sem registo contabilístico, que foram objecto do nosso trabalho.
Responsabilidades
3 É da responsabilidade do Conselho de Administração: (a) a preparação de informação financeira consolidada que apresente de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do conjunto das empresas incluídas na consolidação e o resultado consolidado das suas operações; (b) a informação financeira histórica, preparada de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal derrogados para ficarem em conformidade com as normas internacionais de relato financeiro e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo CVM; (c) a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados; (d) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado; (e) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados.
Novabase Sociedade Gestora de Participações Sociais, SA
27 de Setembro de 2004
4 A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva, lícita conforme exigido pelo CVM, competindo-nos emitir um relatório profissional e independente baseado no nosso trabalho.
Âmbito
- 5 O trabalho a que procedemos teve como objectivo obter uma segurança moderada quanto a se a informação financeira anteriormente referida não contém distorções materialmente relevantes. O nosso trabalho foi efectuado com base nas Normas Técnicas e Directrizes de Revisão/Auditoria emitidas pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, planeado de acordo com aquele objectivo, e consistiu: (a) principalmente, em indagações e procedimentos analíticos destinados a rever: (i) a fiabilidade das asserções constantes da informação financeira; (ii) a adequação das políticas contabilísticas adoptadas, tendo em conta as circunstâncias e a consistência da sua aplicação; (iii) a aplicação, ou não, do princípio da continuidade; (iv) a apresentação da informação financeira; (v) se a informação financeira consolidada é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita; e (b) em testes substantivos às transacções não usuais de grande significado e àquelas em que tenham sido obtidas informações contraditórias.
- 6 O nosso trabalho abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira consolidada constante do relatório de gestão com os restantes documentos anteriormente referidos.
- 7 Entendemos que o trabalho efectuado proporciona uma base aceitável para a emissão do presente parecer sobre a informação semestral.
Parecer
8 Com base no trabalho efectuado, o qual foi executado tendo em vista a obtenção de uma segurança moderada, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que a informação financeira consolidada do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004 contém distorções materialmente relevantes que afectem a sua conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal, derrogados para ficarem em conformidade com as normas internacionais de relato financeiro, e que não seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
Novabase Sociedade Gestora de Participações Sociais, SA
27 de Setembro de 2004
Ênfase
9 Conforme referido na nota 2 do Anexo às demonstrações financeiras consolidadas, a Empresa antecipou a adopção das normas internacionais de relato financeiro para 1 de Janeiro de 2004. O detalhe dos ajustamentos resultantes da adopção das normas internacionais de relato financeiro, a reconciliação do capital próprio em 30 de Junho de 2004 e do resultado do período de seis meses findo nessa data entre os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal e as normas internacionais de relato financeiro são apresentados na nota 2 do Anexo.
27 de Setembro de 2004
Belarmino Martins, Eugénio Ferreira & Associados, Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. (Inscrita na Comissão de Valores Mobiliários sob o nº 330) representada por:
_________________________________ Abdul Nasser Abdul Sattar, R.O.C.
Belarmino Martins, Eugénio Ferreira & Associados, SROC, Lda. Avenida da Liberdade, 245 - 8º C 1269 - 035 Lisboa Portugal Tel +351 21319 70 00
Fax +351 21316 11 12
Relatório de Revisão Limitada Elaborado por Auditor Registado na CMVM sobre a Informação Semestral
Introdução
- 1 Para os efeitos do artigo 246.º do Código dos Valores Mobiliários, apresentamos o nosso Relatório de Revisão Limitada sobre a informação do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004, da Novabase Sociedade Gestora de Participações Sociais, SA, incluída: no Relatório de Gestão, no Balanço (que evidencia um total de 77.392 milhares de euros e um total de capital próprio de 52.366 milhares de euros, incluindo um resultado líquido negativo de 34 milhares de euros) e na Demonstração dos resultados por naturezas e na Demonstração dos fluxos de caixa do período findo naquela data e no correspondente Anexo.
- 2 As quantias das demonstrações financeiras, bem como as da informação financeira adicional, são as que constam dos registos contabilísticos posteriormente ajustadas com as quantias, ainda sem registo contabilístico, que foram objecto do nosso trabalho.
Responsabilidades
- 3 É da responsabilidade do Conselho de Administração: (a) a informação financeira histórica, preparada de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal derrogados para ficarem em conformidade com as normas internacionais de relato financeiro e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo CVM; (b) a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados; (c) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado; (d) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados.
- 4 A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva, lícita conforme exigido pelo CVM, competindo-nos emitir um relatório profissional e independente baseado no nosso trabalho.
Âmbito
5 O trabalho a que procedemos teve como objectivo obter uma segurança moderada quanto a se a informação financeira anteriormente referida não contém distorções materialmente relevantes. O nosso trabalho foi efectuado com base nas Normas Técnicas e Directrizes de Revisão/Auditoria emitidas pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, planeado de acordo com aquele objectivo, e consistiu: (a) principalmente, em
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indagações e procedimentos analíticos destinados a rever: (i) a fiabilidade das asserções constantes da informação financeira; (ii) a adequação das políticas contabilísticas adoptadas, tendo em conta as circunstâncias e a consistência da sua aplicação; (iii) a aplicação, ou não, do princípio da continuidade; (iv) a apresentação da informação financeira; (v) se a informação financeira é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita; e (b) em testes substantivos às transacções não usuais de grande significado e àquelas em que tenham sido obtidas informações contraditórias.
- 6 O nosso trabalho abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira constante do relatório de gestão com os restantes documentos anteriormente referidos.
- 7 Entendemos que o trabalho efectuado proporciona uma base aceitável para a emissão do presente parecer sobre a informação semestral.
Parecer
8 Com base no trabalho efectuado, o qual foi executado tendo em vista a obtenção de uma segurança moderada, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que a informação financeira do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004 contém distorções materialmente relevantes que afectem a sua conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal, derrogados para ficarem em conformidade com as normas internacionais de relato financeiro, e que não seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
Ênfase
9 Conforme referido na nota 2 do Anexo às demonstrações financeiras, a Empresa antecipou a adopção das normas internacionais de relato financeiro para 1 de Janeiro de 2004. O detalhe dos ajustamentos resultantes da adopção das normas internacionais de relato financeiro, a reconciliação do capital próprio em 30 de Junho de 2004 e do resultado do período de seis meses findo nessa data entre os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal e as normas internacionais de relato financeiro são apresentados na nota 2 do Anexo.
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Belarmino Martins, Eugénio Ferreira & Associados, Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. (Inscrita na Comissão de Valores Mobiliários sob o nº 330) representada por:
_________________________________ Abdul Nasser Abdul Sattar, R.O.C.

PricewaterhouseCoopers
Avenida da Liberdade, 245 - 7º C 1250 - 143 Lisboa Portugal Tel +351 21319 70 00
Aos Fax +351 21316 11 12 Accionistas de Novabase - Sociedade Gestora de Participações Sociais, SA
Relatório de Revisão Limitada
- 1 Efectuámos a revisão limitada às demonstrações financeiras consolidadas da Novabase Sociedade Gestora de Participações Sociais, SA, que compreendem o Balanço consolidado em 30 de Junho de 2004, a Demonstração dos resultados consolidados, a Demonstração de fluxos de caixa e o Mapa de alterações em capitais próprios do período de seis meses findo naquela data e o respectivo Anexo. Estas demonstrações financeiras consolidadas são da responsabilidade do Conselho de Administração da Empresa. A nossa responsabilidade é a de emitir um relatório sobre essas demonstrações financeiras consolidadas baseado na nossa revisão limitada.
- 2 O nosso trabalho foi conduzido nos termos recomendados pelas Normas Internacionais de Auditoria aplicáveis a revisões limitadas. Estas normas exigem que planeemos e executemos a revisão por forma a obtermos segurança moderada sobre se as referidas demonstrações financeiras estão ou não isentas de distorções materialmente relevantes.
- 3 Uma revisão limitada consiste, essencialmente, em indagações ao pessoal da sociedade e revisão analítica das demonstrações financeiras. O seu âmbito é, portanto, substancialmente menor do que um exame efectuado de acordo com as Normas Internacionais de Auditoria, cujo objectivo consiste em expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras. Desta forma, não emitiremos tal opinião.
- 4 Em resultado da nossa revisão nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a crer que as referidas demonstrações financeiras consolidadas não se encontram apresentadas de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal, derrogados para ficarem em conformidade com as normas internacionais de relato financeiro.
- 5 Conforme referido na nota 2 do Anexo às demonstrações financeiras consolidadas, a Empresa antecipou a adopção das normas internacionais de relato financeiro para 1 de Janeiro de 2004. O detalhe dos ajustamentos resultantes da adopção das normas internacionais de relato financeiro, a reconciliação do capital próprio em 30 de Junho de 2004 e do resultado do período de seis meses findo nessa data entre os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal e as normas internacionais de relato financeiro são apresentados na nota 2 do Anexo.
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V Membros do Conselho de Administração e Valores Mobiliários detidos por Órgãos Sociais (Página intencionalmente deixada em branco)
9:56 85/1:1=615 81105( :51 00 (5651 00 58>159/ '( 86 :?@50 058A155>0 '6>(50 105(561>:6 0 6'@5511059/ '( 05>651 00
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|---|---|---|---|---|---|---|
| %& '()** | #+,- | -,"# | " +#",+ | " +#",+ | ."*,$ | |
| José Afonso Oom Ferreira de Sousa | 3 137 936 | 3 137 936 | 11.1% | |||
| Pedro Miguel Quinteiro Marques de Carvalho | 3 137 756 | 3 137 756 | 11.1% | |||
| Rogério dos Santos Carapuça | 2 352 195 | 2 352 195 | 8.3% | |||
| Luís Paulo Cardoso Salvado | 2 239 846 | 2 239 846 | 7.9% | |||
| João Nuno da Silva Bento | 2 239 746 | 2 239 746 | 7.9% | |||
| Álvaro José da Silva Ferreira | 1 010 676 | 1 010 676 | 3.6% | |||
| João Filipe dos Santos Teixeira Neto | 618 621 | 618 621 | 2.2% | |||
| João Vasco Tavares da Mota Ranito | 618 621 | 618 621 | 2.2% | |||
| José Carlos de Almeida Pedro de JesusNuno Miguel Isidoro Duarte | 460 353258 947 | 460 353258 947 | 1.6%0.9% | |||
| /%! 0%!)** | +. | +. | #. | -+. | +. | #*#$ |
| João Pedro Silva | 8 753 | 8 753 | 17 506 | 2.3% | ||
| Pedro Miguel Correia Vala Chagas | 15 769 | 15 769 | 2.1% | |||
| // ! 1!! )** | . | . | .#- | .#- | "," | -*$ |
| Luís Miguel Forjaz de Campos Henriques | 10 000 | 10 000 | 4.0% | |||
| João Rafael Leitão Ivo da Silva | 5 348 | 5 348 | 10 696 | 4.3% | ||
| /! !** | +. | +. | ," | ," | .*$ | |
| Pedro Miguel Correia Vala Chagas | 24 616 | 24 616 | 3.3% | |||
| João Rafael Leitão Ivo da Silva | 35 653 | 35 653 | 4.8% | |||
| Luís Miguel Forjaz de Campos Henriques | 34 328 | 34 328 | 4.6% | |||
| José Paulo Ribeiro Trigo Delgado | 30 000 | 30 000 | 4.0% | |||
| Nuno Carlos Dias Santos FornéasLuís Miguel Mota da Cunha Lobo | 30 00027 503 | 30 00027 503 | 4.0%3.7% | |||
| Jorge Manuel Antunes | 6 862 | 6 862 | 0.9% | |||
| /?2!! 34?! )** | * $ | |||||
| Paulo Jor ge Botelho Xardoné | 15 000 | 15 000 | 15.0% | |||
| Fernando Miguel Figueira Tareco | 15 000 | 15 000 | 15.0% | |||
| /!! )** | . | . | #* $ | |||
| João Nuno da Silva Bento | 15 000 | 15 000 | 10.0% | |||
| Luís Miguel Mota da Cunha Lobo | 6 000 | 6 000 | 4.0% | |||
| /56 ? 1)** | . | *$ | ||||
| Pedro Silva | 113 | 0 | 113 | 1.1% | ||
| 11!?!!?7?% )** | *$ | |||||
| Nuno Miguel Isidoro Duarte | 1 | 1 | 0.1% | |||
| ()** | " | " | #,*,$ | |||
| Paulo Eduardo Simões de Abreu CascaisJorge Humberto Ferreira Moreira | 7 5007 500 | 7 5007 500 | 12.5%12.5% | |||
| Carlos Manuel dos Santos Russo | 7 500 | 7 500 | 12.5% | |||
| José Manuel Gomes de Vasconcelos Diniz | 7 500 | 7 500 | 12.5% | |||
| 8!)** | + | +# | +" | +" | #*"$ | |
| João Carlos Martins Bernardo | 10 980 | 0 | 10 980 | 14.8% | ||
| Rui Pedro Silva Casteleiro | 10 980 | 0 | 10 980 | 14.8% | ||
| Fernando Manuel Hourtiguet de Vasconcelos | 8 800 | 8 800 | 11.9% | |||
| 2 | * $ | |||||
| Paulo Jorge Barros Pires Trigo | 1 | 1 | 0.0% | |||
| Francisco Manuel Martins Pereira do Valle | 1 | 1 | 0.0% | |||
| José Afonso Oom Ferreira de Sousa | 1 | 1 | 0.0% | |||
| 5 9José Carlos de Almeida Pedro de Jesus | . | . | #-24 166 | #--24 166 | 0 | * $0.0% |
| Nuno Miguel Isidoro Duarte | 24 166 | -24 166 | 0 | 0.0% | ||
| 2 | . | . | #. | #. | *.$ | |
| José Maria Dias Miranda | 4 875 | 4 875 | 1.5% | |||
| José Oliveira Santos | 4 875 | 4 875 | 1.5% | |||
| Mário Jacinto S. Oliveira L. Figueira | 24 375 | 24 375 | 7.5% | |||
| 5!9 | . | . | *$ | |||
| Nuno Guimarães | 22 050 | 22 050 | 22.1% | |||
| %& 1!? %9 | +-. | +-. | "+ -# | "+ -# | #*$ | |
| José Carlos de Almeida Pedro de Jesus | 0 | 33 542 | 33 542 | 12.1% | ||
| Nuno Miguel Isidoro Duarte | 0 | 33 542 | 33 542 | 12.1% | ||
| Paulo Sousa | 0 | 1 | 1 | 0.0% | ||
| 5::/; 1!3?< ! | . | . | . | . | .* $ | |
| Álvaro José da Silva FerreiraJoão Nuno da Silva Bento | 7 5007 500 | 7 5007 500 | 12.5%12.5% | |||
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