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Martifer Interim / Quarterly Report 2010

May 20, 2010

1938_10-q_2010-05-20_5831f74e-4cc2-42ed-baed-4cdbcad6a32a.pdf

Interim / Quarterly Report

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RELATÓRIO DE GESTÃO E INFORMAÇÃO CONSOLIDADA INTERCALAR

1º TRIMESTRE DE 2010

DESTAQUES

PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS

RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO INTERCALAR

  • ANÁLISE ECONÓMICO-FINANCEIRA
  • ANÁLISE POR SEGMENTO
  • COMPORTAMENTO DAS ACÇÕES

INFORMAÇÃO FINANCEIRA CONSOLIDADA INTERCALAR

DESTAQUES

+ FOCUS

  • Redução do interesse económico na Prio Energy e Prio Foods para 49%
  • Maior visibilidade do negócio da Martifer Solar
  • Crescente internacionalização da área de Construção Metálica, que apresenta uma carteira de encomendas de 280 milhões de euros

+ EFICIÊNCIA OPERACIONAL

  • EBITDA de 12,2 milhões de euros
  • Margem EBITDA de 11,9% em 2010, +2,9p.p. face ao período homólogo de 2009, apesar do decréscimo dos proveitos operacionais consolidados de 29,6% para 102,5 milhões de euros

+ RENTABILIDADE

  • Resultados Líquidos consolidados atribuíveis ao Grupo de 2,5 milhões de euros (+2,4 milhões de euros que no período homólogo)
  • As associadas Prio Energy e Prio Foods contribuíram com resultados líquidos de 0,2 milhões de euros e -1,2 milhões de euros, respectivamente

+ CONSOLIDAÇÃO FINANCEIRA

  • Estabilidade da Dívida Líquida = 454,8 milhões de euros, +2,3% relativamente a Dezembro 2009
  • CAPEX de 8,9 milhões de euros versus 44,9 milhões de euros no período homólogo de 2009
Valores Reportados - não auditados 1ºTrim. 1ºTrim.
€M - IFRS 2010 Marg. 2009 Marg. Var. %
Proveitos Operacionais 102,5 145,5 -29,6%
EBITDA 12,2 11,9% 13,1 9,0% -7,0%
EBIT -8,7 -8,5% 7,8 5,4% s.s.
Resultado Financeiro 12,1 -6,7 s.s.
Resultado antes de impostos 3,4 1,1 >100%
Impostos 1,3 -0,1 s.s.
Resultado da unidade detida para venda - -0,7 s.s.
Resultado Líquido Consolidado 2,1 2,0% 0,4 0,3% >100%
Atribuível:
a interesses minoritários -0,4 0,3 s.s.
ao Grupo 2,5 0,1 >100%
Valores Ajustados 1ºTrim. 1ºTrim.
€M - IFRS 2010 Marg. 2009 Marg. Var. %
Proveitos Operacionais 102,5 145,5 -29,6%
EBITDA 12,2 11,9% 13,1 9,0% -7,0%
EBIT 4,1 4,0% 7,8 5,4% -47,7%
Resultado Financeiro -1,0 -6,7 s.s.
Resultado antes de impostos 3,1 1,1 >100%
Impostos 1,3 -0,1 s.s.
Resultado da unidade detida para venda - -0,7
Resultado Líquido Consolidado 1,8 1,8% 0,4 0,3% >100%
Atribuível:
a interesses minoritários 0,9 0,3 >100%
ao Grupo 0,9 0,1 >100%

Nota: Os resultados apresentados correspondem a valores reportados não auditados. Para permitir uma melhor avaliação dos resultados foram feitos ajustamentos por eventos não recorrentes. No 1º Trimestre de 2010 os ajustamentos foram de 12,8 milhões de euros relativos a perdas por imparidade e 13,1 milhões de euros referentes à mais-valia com a venda das participações da Prio Energy e Prio Foods.

Os valores relativos ao primeiro trimestre de 2009 foram reclassificados de forma a destacar os resultados da unidade operacional detida para venda.

FEVEREIRO 2010

Martifer Renewables vende à Galp 15% da Ventinveste

A Martifer Renewables vendeu, ao grupo Galp Energia, 50% do capital da sociedade Parque Eólico da Penha da Gardunha, Lda, a qual detém 30% do capital social da Ventinveste, S.A. ("Ventinveste"). O valor da transacção foi de aproximadamente 5 milhões de euros.

O Parque Eólico da Penha da Gardunha, Lda. foi adquirido pela Martifer Renewables ao Grupo Babcock & Brown em Junho de 2009. A venda de metade do capital social desta sociedade reequilibrará as participações da Martifer SGPS e do grupo Galp Energia na Ventinveste. Após esta operação os accionistas da Ventinveste são o grupo Galp Energia com 49%, a Martifer SGPS com 46,6%, a REpower com 2,4% e a Efacec com 2%.

MARÇO 2010

Martifer procedeu à alienação de 11% na Prio Foods e Prio Energy

Martifer SGPS, S.A. procedeu à alienação de 11% da sua participação nas subsidiárias PRIO SGPS, S.A. ("Prio Foods") e PRIO Advanced Fuels SGPS, S.A. ("Prio Energy") à companhia Severis SGPS, S.A., pelo valor de 13,75 milhões de euros, procedendo desta forma à redução do interesse económico no negócio de Agricultura & Biocombustíveis.

Através desta operação, a Martifer SGPS, S.A. reduz a sua participação de 60% para 49% do capital social daquelas empresas e respectivas subsidiárias.

EVENTOS SUBSEQUENTES

ABRIL 2010

Martifer aprova em AG distribuição de dividendos no valor de 10 milhões de euros

No dia 7 de Abril de 2010, foi aprovada em Assembleia Geral de Accionistas, a distribuição de dividendos aos accionistas sobre o resultado líquido do exercício de 2009 no montante de 10 milhões de euros, sendo o respectivo valor por acção de Euro 0,10. O pagamento destes dividendos foi efectuado no dia 5 de Maio de 2010.

Martifer informa sobre aumento de capital na Martifer Solar

A Martifer SGPS, SA, no seguimento do actual foco estratégico do Grupo nos sectores da construção metálica e das energias renováveis (eólico e solar) aprovou, por unanimidade, um aumento de capital da sua subsidiária Martifer Solar no montante de 35 milhões de euros, passando o capital social para 50 milhões de euros.

Este aumento de capital, a realizar gradualmente nos próximos dois anos, pretende responder às necessidades de investimento da empresa e será proporcionalmente subscrito pelos seus accionistas. O objectivo desta operação é fortalecer a estrutura de capital da Martifer Solar, de forma a dotar a empresa de todas as condições para que possa beneficiar da actual conjuntura de crescimento no sector Solar.

ANÁLISE ECONÓMICO-FINANCEIRA

Demonstração de Resultados

€M 1ºTrim10
Ajustado
1ºTrim09
Ajustado
Var. % 1ºTrim10
Reportado
1ºTrim09
Reportado
Var. %
Proveitos operacionais 102,5 145,5 -29,6% 102,5 145,5 -29,6%
Resultado bruto 45,3 42,5 6,4% 45,3 42,5 6,4%
Resultados operacionais antes de amortizações e provisões e
perdas de imparidade (EBITDA)
12,2 13,1 -7,0% 12,2 13,1 -7,0%
Margem EBITDA 11,9% 9,0% 2,9 pp 11,9% 9,0% 2,9 pp
Amortizações 6,5 5,1 27,9% 6,5 5,1 27,9%
Provisões e perdas de imparidade 1,6 0,2 >100% 14,4 0,2 >100%
Resultados antes de impostos e encargos financeiros (EBIT) 4,1 7,8 -47,7% -8,7 7,8 s.s.
Margem EBIT 4,0% 5,4% -1,4 pp -8,5% 5,4% s.s.
Resultados financeiros -1,0 -6,7 s.s. 12,1 -6,7 s.s.
Resultados antes de impostos 3,1 1,1 >100% 3,4 1,1 >100%
Impostos 1,3 -0,1 s.s. 1,3 -0,1 s.s.
Resultado da unidade detida para venda - -0,7 - -0,7
Resultado líquido do exercício 1,8 0,4 >100% 2,1 0,4 >100%
Atribuível a Minoritários 0,9 0,3 >100% -0,4 0,3 s.s.
Atribuível ao Grupo 0,9 0,1 >100% 2,5 0,1 >100%
por acção 0,009 0,001 0,025 0,001
para venda.
Proveitos Operacionais
No primeiro trimestre de 2010, os Proveitos Operacionais decresceram 29,6% para os 102,5 milhões de euros numa
base comparável, essencialmente devido à diminuição dos Proveitos Operacionais nos segmentos dos Equipamentos
para Energia (-74,1%) e de Construção Metálica (-13,8%).
A redução dos Proveitos Operacionais no primeiro trimestre de 2010, face ao período homólogo, no segmento dos
Equipamentos para Energia (-44,2 milhões de euros), deveu-se principalmente ao impacto do abrandamento
económico e das condições adversas no mercado financeiro, que reduziram a procura de equipamentos e sistemas
do sector eólico e também de turnkey projects em toda a Europa, conforme antecipado aquando da apresentação
dos Resultados Anuais de 2009, no passado mês de Fevereiro.
Na área de Construção Metálica, o decréscimo de 9,5 milhões de euros justifica-se fundamentalmente pelo
adiamento pontual verificado no arranque de algumas obras mais complexas, devido a indefinições técnicas e de
projecto, condições climatéricas, para além da descida dos preços do aço e do alumínio no mercado internacional.
A carteira actual de contratos assinados permite-nos, contudo, continuar confiantes na recuperação da actividade
nos próximos trimestres do corrente ano.

Proveitos Operacionais

O segmento Solar registou um aumento de Proveitos de 75,4% para 25,1 milhões de euros, aproveitando a actual conjuntura favorável do sector solar fotovoltaico. Por outro lado, a área de RE Developer, apresentou um crescimento dos Proveitos Operacionais de 20,9%, devido à entrada em velocidade de cruzeiro dos parques em operação.

1ºTrim 2010 1ºTrim 2009
Proveitos Operacionais € M Peso €M Peso Var. %
Martifer Consolidado 102,5 145,5 -29,6%
Construção Metálica 59,1 57,7% 68,6 47,2% -13,8%
Equipamentos para Energia 15,4 15,0% 59,6 41,0% -74,1%
Solar 25,1 24,5% 14,3 9,8% 75,4%
RE Developer 5,5 5,3% 4,5 3,1% 20,9%
Holding, Elim. e Ajust. -2,6 -2,5% -1,6 -1,1% 67,5%

Em termos de peso das áreas de negócio nos Proveitos Operacionais consolidados, no 1º trimestre de 2010, concretizou-se o cenário que tínhamos previsto, com as áreas de Construção Metálica (57,7%) e Solar (24,5%) a representarem 82,2% dos Proveitos consolidados. O negócio Solar assumiu-se como segunda área core da Martifer, justificando o aumento de capital anunciado para potenciar a actual carteira de projectos angariados.

EBITDA e Resultado Líquido

Os Resultados obtidos neste trimestre vêm ao encontro do objectivo assumido pela Martifer na procura de maior eficiência operacional. Com efeito, as margens consolidadas registaram um aumento significativo, de 2,9 p.p., resultado da introdução de medidas para uma maior rendibilidade operacional. Por esse motivo, o EBITDA consolidado alcançou o valor de 12,2 milhões de euros (o que representa um decréscimo de apenas 7% face ao período homólogo), num trimestre em que os Proveitos Operacionais reduziram 29,6%.

O aumento do EBITDA no 1º Trimestre deste ano, nas áreas Solar e RE Developer, quase compensou a queda do EBITDA da área de Equipamentos para Energia, que acabou por sentir os impactos negativos do sector eólico e do atraso na construção dos parques eólicos do projecto Ventinveste.

1ºTrim 2010 1ºTrim 2009
EBITDA € M Marg. €M Marg. Var. %
Martifer Consolidado 12,2 11,9% 13,1 9,0% -7,0%
Construção Metálica 6,1 10,3% 7,5 10,9% -18,5%
Equipamentos para Energia 0,8 4,9% 5,1 8,6% -85,3%
Solar 2,5 10,1% 0,6 7,4% >100%
RE Developer 2,0 37,4% 0,8 18,3% >100%
Holding, Elim. e Ajust. 0,7 - -1,0 - s.s.

Os resultados antes de encargos financeiros e impostos (EBIT) ascenderam a -8,7 milhões de euros, o que compara com 7,8 milhões de euros no ano anterior. No entanto, para que os dois valores sejam efectivamente comparáveis, torna-se necessário ajustar dois efeitos que totalizam 14,1 milhões de euros: 12,8 milhões de euros em provisões e perdas de imparidade e 1,2 milhões de euros de provisões decorrentes da aplicação do método de equivalência patrimonial à Prio Foods. Excluindo estes dois efeitos, e portanto numa base já comparável, os resultados antes de encargos financeiros e impostos (EBIT) foram de 5,3 milhões de euros no 1º. Trimestre de 2010.

Os Resultados Financeiros de 12,1 milhões de euros reportados incluem também dois efeitos: 13,1 milhões de euros de mais-valia na venda de 11% das participações na Prio Energy e na Prio Foods e 0,2 milhões de euros de resultados positivos decorrentes da aplicação do método de equivalência patrimonial à Prio Energy.

O contributo agregado negativo decorrente da aplicação do método de equivalência patrimonial às associadas Prio Energy e Prio Foods foi de cerca de -1 milhão de euros.

Os Encargos Financeiros líquidos ajustados por eventos não recorrentes evoluíram favoravelmente para 1,0 milhões de euros no 1º Trimestre de 2010, o que compara com 6,7 milhões de euros no período homólogo, e que corresponde a uma melhoria de 5,7 milhões de euros. Esta melhoria deveu-se não só a um valor de juros inferior, resultante da redução do nível de endividamento e das taxas de juro, como também ao registo de diferenças cambiais positivas.

Os Encargos líquidos com juros foram de 3,7 milhões de euros, o que compara positivamente com 5,5 milhões de euros no 1º Trimestre de 2009.

As diferenças de câmbio líquidas foram favoráveis, atingindo 3,4 milhões de euros, principalmente devido à valorização do Kwanza (Angola), Zloty (Polónia) e do Novo Leu (Roménia) face ao Euro, que compara com uma perda cambial líquida, de 0,2 milhões de euros, no 1º Trimestre de 2009.

Investimento

O valor do Investimento em activos tangíveis e intangíveis, no 1º Trimestre de 2010, ascendeu a 8,9 milhões de euros, tendo sido o valor canalizado essencialmente para a construção da nova fábrica de torres no Texas, EUA e para o desenvolvimento dos activos do segmento RE Developer na Roménia, Polónia e Brasil.

O breakdown do investimento realizado no 1º Trimestre de 2010 por área de negócio foi de 1,9 milhões de euros na Construção Metálica, 2,1 milhões de euros nos Equipamentos para Energia, 4,6 milhões de euros na área de RE Developer e 0,2 milhões de euros na Solar.

A 31 de Março de 2010, o Grupo detinha 17.700.000 acções da EDP – Energias de Portugal, SA. À cotação dessa data, esta posição valia 52,1 milhões de euros, representando uma menos-valia potencial (face à cotação de 31 de Dezembro de 2009) no valor de 2.920.500 euros, que foi registada directamente na conta "Reservas de justo valor – Investimentos financeiros disponíveis para venda" nos Capitais Próprios.

Situação Financeira

€M Mar-10 Dez-09 Variação
Activos Fixos (incluíndo Goodwill) 515,9 494,0 4,4%
Outros activos não correntes 154,4 75,2 >100%
Activos financeiros disponíveis para venda 52,2 55,0 -5,1%
Activos da unidade operacional detida para venda - 361,2 -
Existências e devedores correntes 447,9 412,5 8,6%
Disponibilidades e equivalentes 54,5 24,8 >100%
Activo Total 1.224,9 1.422,7 -13,9%
Capital Próprio 401,9 387,1 3,8%
Interesses minoritários 17,9 19,0 -5,9%
Interesses minoritários associados a activos para venda - 32,0 -
Total do Capital Próprio 419,8 438,0 -4,2%
Outros passivos não correntes 51,9 24,6 >100%
Dívida e leasings não correntes 187,3 198,4 -5,6%
Passivos associados a activos para venda - 250,3 -
Outros passivos correntes 245,7 241,4 1,8%
Dívida e leasings correntes 320,3 270,0 18,6%
Passivo Total 805,1 984,7 -18,2%

O activo total a 31 de Março de 2010 ascendeu a 1.224,9 milhões de euros, enquanto o activo não corrente ascendeu a 722,5 milhões de euros, face a, respectivamente, 1.422,7 milhões de euros e 624,2 milhões de euros em Dezembro de 2009.

Os Capitais Próprios passaram de 438,0 milhões de euros no final de 2009 para 419,8 milhões de euros este trimestre.

A Dívida Líquida consolidada do Grupo manteve-se estável no 1º. Trimestre de 2010, ascendendo a 454,8 milhões de euros. Face ao valor registado no final de 2009, houve um ligeiro acréscimo (2,3%), explicado essencialmente pelo investimento realizado no período.

€M Construção
Metálica
Equip. para
Energia
Solar RE
Developer
Holding Martifer
Consolidado
Dívida Financeira alocada
a áreas operacionais
44,7 58,5 53,9 45,4 80,7 283,2
Dívida Financeira alocada
a áreas não operacionais
77,0 50,0 127,0
Dívida Líquida sem Recurso 44,6 44,6
Total Dívida Líquida 121,7 58,5 53,9 140,0 80,7 454,8
PPC utilizado pela Holding
e alocado às Áreas
de Negócio
25,0 7,0 45,5 -77,5
EBITDA 35,7 6,8 14,5 5,6 3,3 65,8
(Dívida Financeira alocada
a áreas operacionais + PPC
Holding) / EBITDA
2,0 x 9,6 x 3,7 x 16,3 x - 4,3 x

Nota: O valor de EBITDA tido em conta para o cálculo dos rácios financeiros foi a soma do valor dos últimos 3 trimestres de 2009 com o valor do 1º Trimestre de 2010.

ANÁLISE POR SEGMENTO

Construção Metálica

A carteira de encomendas, no final do 1º Trimestre de 2010, somava 280 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 3,7% relativamente tanto à carteira do período homólogo como à de Dezembro de 2009. O peso das obras em carteira na Península Ibérica diminuiu de 67% para os 52%, comparativamente com o mesmo período do ano anterior. Das últimas obras acumuladas em carteira, destacamos uma fábrica para a Alstom na Alemanha e o maior centro comercial no Norte de África, mais precisamente em Casablanca, Marrocos.

Projecto Localização Valor Total Ano Início Ano Conclusão
Fábrica Artenius PTA Sines, Portugal Euro 22,4 Mn 2008 2010
Central do Pego Abrantes, Portugal Euro 7 Mn 2009 2010
Galp Petrogal - reconversão refinaria Sines, Portugal Euro 16,7 Mn 2009 2010
Museu dos Coches Lisboa, Portugal Euro 6,0 Mn 2010 2010
Champalimaud Center for the Unknown Lisboa, Portugal Euro 7,2 Mn 2009 2010
Ponte da Ulla Corunha, Espanha Euro 20,8 Mn 2009 2010
Sede da Repsol Madrid, Espanha Euro 18,1 Mn 2009 2010
Viaducto de Los Tramposos Valladolid, Espanha Euro 7,4 Mn 2009 2010
Dublin Airport, Terminal 2 Dublin, Irlanda Euro 61,0 Mn 2008 2010
Baltic Arena Gdansk, Polónia Euro 11,0 Mn 2010 2010
Universidade Gregório Semedo Luanda, Angola Euro 6,2 Mn 2009 2010
Ponte de Basarab Bucareste, Roménia Euro 5,1 Mn 2009 2010
Fábrica da Renault Tanger, Marrocos Euro 25,3 Mn 2009 2011
Canberra Airport Terminal Camberra, Austrália AUD 10,3 Mn 2009 2011
Alstom - Manneim 9 Mannheim, Alemanha Euro 16,5 Mn 2010 2011
Morroco Mall Casablanca, Marrocos Euro 5,1Mn 2010 2011

OBRAS EM DESTAQUE

BREAKDOWN DA CARTEIRA DE ENCOMENDAS – TOTAL: €280M

RESULTADOS

No 1º Trimestre de 2010, os Proveitos da Construção Metálica decresceram cerca de 14% face ao período homólogo, para 59,1 milhões de euros. O valor dos proveitos foi influenciado negativamente pelo atraso na execução de algumas obras por necessidade de adequação dos respectivos projectos às necessidades dos promotores e pela evolução do preço das matérias face aos preços do ano passado que, no entanto, têm registado nos últimos meses uma inversão de tendência que terá os seus reflexos no segundo trimestre.

O EBITDA atingiu 6,1 milhões de euros, o que corresponde a uma margem de 10,3%, situando-se 0,6 p.p. abaixo da margem verificada no 1º Trimestre de 2009. Com o aumento de actividade esperada para os próximos trimestres, é também expectável uma recuperação na margem operacional acumulada.

Os Encargos Financeiros Líquidos registaram uma melhoria significativa no 1º Trimestre de 2010, principalmente devido às diferenças cambiais positivas, de 2,2 milhões de euros face ao ano anterior.

O Resultado Líquido do exercício ascendeu a 4,2 milhões de euros. Destes, 1,1 milhões de euros é atribuível a minoritários, na sua grande parte Martifer Angola e Martifer Alumínios. Em particular, o nicho de mercado dos alumínios continua a mostrar rendibilidades interessantes, que justificam a contínua procura da Martifer Construções em reforçar o seu posicionamento nesta área.

A Dívida Financeira da Construção Metálica ascendeu em 31 de Março de 2010 a 146,7 milhões de euros: Dívida Líquida de 121,7 milhões de euros registada nas demonstrações financeiras da área de negócio e 25 milhões de euros de Papel Comercial utilizado na Holding. Face ao final de 2009, verificou-se um acréscimo de 6,9 milhões de euros, essencialmente relacionado com investimento em fundo de maneio na aquisição de materiais para o reforço da actividade prevista nos trimestres seguintes. Do total da dívida de 146,7 milhões de euros, 77 milhões estão alocados a projectos na área do Retail, pelo que a dívida alocada a áreas operacionais é de 69,7 milhões de euros.

Construção Metálica 1ºTrim 1ºTrim Var. %

M
2010 2009
Proveitos operacionais 59,1 68,6 -13,8%
EBITDA 6,1 7,5 -18,5%
Margem EBITDA 10,3% 10,9% -0.6 pp
EBIT 4,1 6,0 -30,7%
Margem EBIT 7,0% 8,7% -1.7 pp
Encargos financeiros líquidos -0,6 1,2 s.s.
Impostos 0,5 -0,3 s.s.
Resultado líquido do exercício 4,2 5,1 -16,8%
Atribuível a interesses minoritários 1,1 0,9 22,6%
Atribuível ao Grupo 3,1 4,2 -25,6%

O Investimento realizado no 1º Trimestre de 2010 foi de 1,9 milhões de euros, o que evidencia uma queda face ao período homólogo no qual foram investidos 4,1 milhões de euros, na sua maioria aplicados nas novas fábricas em Angola.

Equipamentos para Energia

RESULTADOS

Os Proveitos Operacionais no final do 1º Trimestre de 2010 somaram 15,4 milhões de euros, registando um decréscimo de 74% face ao período homólogo. É uma redução que tínhamos antecipado, e que se deveu principalmente ao impacto do abrandamento económico e das condições adversas no mercado financeiro, que reduziram a procura de equipamentos e sistemas do sector eólico e também de turnkey projects em toda a Europa.

Como consequência desta redução abrupta de actividade, a margem EBITDA no 1º Trimestre de 2010 foi de 4,9%, menos 3,7 p.p. que no ano anterior, relacionada, como já o dissemos, com as fortes pressões externas devido à queda generalizada do sector, não acompanhada por uma redução dos custos de estrutura na mesma proporção.

Os Encargos Financeiros Líquidos registaram um valor de 0,6 milhões de euros, menos 58,5% que no mesmo período de 2009, principalmente influenciados por ganhos cambiais.

O Investimento total realizado no 1º Trimestre de 2010 foi de 2,1 milhões de euros, principalmente na nova fábrica de torres nos EUA, que estará concluída no 1º semestre de 2010. O projecto foi acolhido pelas entidades locais que aprovaram um pacote de incentivos para o projecto, incluindo subsídios, apoios à formação profissional e incentivos fiscais.

A Dívida Financeira da área de Equipamentos para Energia ascendeu, em 31 de Março de 2010, a 65,5 milhões de euros: Dívida Líquida de 58,5 milhões de euros registada nas demonstrações financeiras da área de negócio e 7 milhões de euros de Papel Comercial utilizado na Holding. Face ao final de 2009, verificou-se um decréscimo de 3,7 milhões de euros no total da Dívida Líquida mais Papel Comercial.

Equipamentos para Energia 1ºTrim 1ºTrim Var. %

M
2010 2009
Proveitos operacionais 15,4 59,6 -74,1%
EBITDA 0,8 5,1 -85,3%
Margem EBITDA 4,9% 8,6% -3.7 pp
EBIT -0,2 4,1 s.s.
Margem EBIT -1,1% 7,0% -8.1 pp
Encargos financeiros líquidos 0,6 1,4 -58,5%
Impostos -0,1 0,7 s.s.
Resultado líquido do exercício -0,7 2,1 s.s.
Atribuível a interesses minoritários 0,0 -0,1 s.s.
Atribuível ao Grupo -0,6 2,2 s.s.

Solar

RESULTADOS

No 1º Trimestre de 2010 os Proveitos Operacionais da Solar cresceram 75,4%, relativamente ao período homólogo, e atingiram 25.1 milhões de euros, reflexo da crescente actividade no sector solar fotovoltaico desde o 2º trimestre do ano passado. Itália, Cabo Verde e Espanha foram os principais países a contribuir para os Proveitos Operacionais no 1º Trimestre de 2010.

O EBITDA apresentou uma subida de 348% para 2,5 milhões de euros, com a margem EBITDA a atingir os 10,1%.

O Investimento realizado no 1º Trimestre de 2010 foi de 0,2 milhões de euros, o que compara com 1,0 milhão de euros no período homólogo de 2009.

A Dívida Financeira Líquida no final do 1º Trimestre de 2010 situou-se nos 53,9 milhões de euros, o que reflecte um acréscimo de 7,5 milhões de euros face ao final de 2009. Esta variação é explicada essencialmente pelo investimento em Fundo de Maneio relativo ao desenvolvimento dos vários projectos.

Actualmente a carteira de encomendas da Solar (contratos de construção chave-na-mão assinados e projectos financiados) é de 128 milhões de euros, equivalente a aproximadamente 42 MW de capacidade a instalar.

Solar 1ºTrim 1ºTrim Var. %

M
2010 2009
Proveitos operacionais 25,1 14,3 75,4%
EBITDA 2,5 0,6 >100%
Margem EBITDA 10,1% 7,4% 2,7 pp
EBIT 2,0 0,2 >100%
Margem EBIT 8,1% 1,2% 6,9 pp
Encargos financeiros líquidos 0,6 0,7 -20,9%
Impostos 0,9 0,0 >100%
Resultado líquido do exercício 0,6 -0,6 s.s.
Atribuível a interesses minoritários -0,4 -0,3 -30,7%
Atribuível ao Grupo 0,9 -0,3 s.s.

RE Developer

RESULTADOS

Os Proveitos Operacionais aumentaram 20,9% para os 5,5 milhões de euros no 1º Trimestre de 2010, provenientes da Alemanha (2,1 milhões de euros), Brasil (1,0 milhão de euros), Espanha (0,7 milhões de euros), Polónia (0,6 milhões de euros) e Portugal (1,0 milhão de euros).

O EBITDA no 1º Trimestre de 2010 atingiu os 2,0 milhões de euros, o que corresponde a uma margem EBITDA de 37,4%, mais 19,2 p.p. que no período homólogo. Apesar de ter registado melhorias significativas devido à diminuição de custos de estrutura e melhoria dos load factors no período, a margem ainda continua afectada por custos de originação e desenvolvimento de projectos em pipeline (custos com due dilligence, consultoria, prospecção e outros).

A média da margem EBITDA dos parques em operação foi de aproximadamente 80%, o que significa uma melhoria relativamente à média do final do ano de 2009 (70%), reflectindo a melhoria progressiva das margens dos parques que entraram em operação durante o ano de 2009.

No 1º Trimestre de 2010, esta área de negócio reconheceu 12,8 milhões de euros de perdas por imparidade não recorrentes, na sequência da incorporação, nas perspectivas futuras dos projectos, do comportamento recente dos mercados e do sector financeiro, em particular nos projectos dos EUA (4,8 milhões de euros) e Polónia (8,0 milhões de euros). Com efeito, é nossa convicção que a turbulência a que actualmente assistimos nos mercados em geral justifica uma análise ainda mais regular e cuidada sobre os seus impactos na rendibilidade dos projectos existentes em pipeline.

O Investimento total realizado durante o 1º Trimestre de 2010 atingiu os 4,6 milhões de euros com o desenvolvimento de projectos eólicos no Brasil, Polónia, Roménia e Portugal.

A Dívida Financeira Líquida foi de 140 milhões de euros, dos quais 44,6 milhões de euros referentes a Dívida em Project Finance, 13 milhões de euros referentes a Leasings associados aos projectos e 50 milhões associados à participação na EDP. A esta dívida deverão também ser adicionados 45,5 milhões de euros de papel comercial utilizado na Holding e afecto à área de negócio, totalizando o valor de 185,5 milhões de euros.

O Resultado Líquido ajustado de efeitos não recorrentes ascendeu a -1,8 milhões de euros.

RE Developer 1ºTrim 1ºTrim Var. %

M
2010 2009
Proveitos operacionais 5,5 4,5 20,9%
EBITDA 2,0 0,8 >100%
Margem EBITDA 37,4% 18,3% 19,2 pp
EBIT -13,7 -1,3 <100%
Margem EBIT - - s.s.
Encargos financeiros líquidos 1,1 2,2 -52,4%
Impostos -0,1 -0,5 -82,6%
Resultado líquido do exercício -14,7 -3,0 <100%
Atribuível a interesses minoritários -1,4 0,1 s.s.
Atribuível ao Grupo -13,2 -3,1 <100%
Resultado líquido do exercício excluindo eventos não recorrentes -1,8 -3,0 40,9%

Nota: Em 2010, os valores referentes a eventos não recorrentes são 12,8 milhões de euros de imparidades nos EUA e Polónia.

COMPORTAMENTO DAS ACÇÕES

Fonte: Reuters

A cotação das acções da Martifer terminou o 1º trimestre de 2010 com o preço de €2,85, o que representou uma queda de 15,68% face à cotação de €3,38 com que terminou o ano de 2009. No mesmo período, o PSI-20, índice principal do mercado Euronext Lisbon, caiu 3,7%.

Durante o período em análise, os mercados mundiais em geral tiveram um comportamento positivo, por exemplo, índice Dow Jones Industrial +4.60%, S&P +5,22% e Nasdaq +5.75%. No entanto, outros mercados como Grécia, Espanha e Portugal tiveram performances negativas devido aos receios de aumentos do défice e revisão em baixa do rating dos países. Perante este cenário, a performance bolsista das small caps ficou mais afectada relativamente ao índice geral e a acção da Martifer ficou penalizada perante esta conjuntura.

No final do 1º Trimestre de 2010, a capitalização de mercado da Martifer situou-se em 285 milhões de euros.

Oliveira de Frades, 20 de Maio de 2010

O Conselho de Administração,

Carlos Manuel Marques Martins (Presidente)

Jorge Alberto Marques Martins (Vice-Presidente)

Luis Filipe Cardoso da Silva (Vogal do Conselho de Administração) Arnaldo José Nunes da Costa Figueiredo (Vogal do Conselho de Administração)

Mário Jorge Henriques Couto (Vogal do Conselho de Administração) Luís Valadares Tavares (Vogal do Conselho de Administração)

Jorge Bento Ribeiro Barbosa Farinha (Vogal do Conselho de Administração)

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS SEPARADAS PARA OS TRIMESTRES FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2010 E 2009

Notas 1º Trimestre
2010 – IFRS
(não auditado)
1º Trimestre
2009 – IFRS
(não auditado)
Vendas e prestações de serviços 3 e 4 102.543.426 110.002.971
Outros proveitos 5 (75.725) 35.454.733
Custo das mercadorias e dos subcontratos (57.214.431) (102.941.140)
Resultado bruto 45.253.270 42.516.564
Fornecimentos e serviços externos (15.331.484) (15.758.814)
Custos com o pessoal (18.436.378) (17.016.216)
Outros proveitos / (custos) operacionais 6 669.107 3.328.956
4 12.154.515 13.070.490
Amortizações 4, 12 e 13 (6.506.078) (5.087.746)
Provisões e perdas de imparidade 7 (14.387.407) (172.400)
Resultado operacional 4 (8.738.970) 7.810.344
Proveitos financeiros 8 19.975.524 10.861.457
Custos financeiros 8 (8.109.426) (17.580.570)
Ganhos / (perdas) em empresas associadas 9 223.702 12.281
Imposto sobre o rendimento (1.265.947) 60.003
Resultado depois de impostos 4 2.084.883 1.163.515
Resultado da unidade operacional detida para venda - (727.896)
Atribuível:
a interesses minoritários - (340.294)
ao Grupo - (387.602)
Resultado consolidado líquido do período 2.084.883 435.620
Atribuível:
a interesses minoritários (426.048) 329.994
ao Grupo 2.510.931 105.626
Resultado consolidado líquido por acção
básico 10 0,0251 0,0011
das unidades operacionais em continuação 0,0251 0,0049
da unidade operacional detida para venda - (0,0039)
diluído 10 0,0251 0,0011
das unidades operacionais em continuação 0,0251 0,0049
da unidade operacional detida para venda - (0,0039)

As quantias relativas ao primeiro trimestre de 2009 foram reclassificadas por forma a destacar os resultados da unidade operacional detida para venda, conforme disposto no parágrafo 34 da IFRS 5.

DEMONSTRAÇÕES DO RENDIMENTO INTEGRAL CONSOLIDADO PARA OS TRIMESTRES FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2010 E 2009

1º Trimestre
2010 - IFRS
(não auditado)
1º Trimestre
2009 - IFRS
(não auditado)
Resultado líquido consolidado do período 2.084.883 435.620
Justo valor de instrumentos financeiros derivados, líquido de imposto (720.530) (1.884.391)
Justo valor de investimentos financeiros disponíveis para venda, líquido de imposto
Diferenças cambiais decorrentes de: (i) transposição de demonstrações financeiras expressas
em moeda estrangeira; (ii) investimento líquido nas subsidiárias; e (iii) actualização cambial de
(2.920.500) (1.451.400)
diferenças de consolidação 11.829.559 (14.094.236)
Resultados consolidados reconhecidos directamente no capital próprio 8.188.529 (17.430.027)
Rendimento integral consolidado do período 10.273.412 (16.994.407)
Atribuível:
a interesses minoritários 748.454 (2.128.418)
ao Grupo 9.524.958 (14.865.989)

DEMONSTRAÇÕES DA POSIÇÃO FINANCEIRA CONSOLIDADA EM 31 DE MARÇO DE 2010 E EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009

Notas 31 Março 2010
IFRS
(não auditado)
31 Dezembro 2009
IFRS
(auditado)
Activo
Não corrente
Diferenças de consolidação 11 59.526.640 40.495.583
Activos intangíveis 12 51.803.338 55.315.241
Activos fixos tangíveis 13 404.628.156 398.191.844
Propriedades de investimento 57.013.000 57.013.000
Investimentos financeiros em equivalência patrimonial 14 5.274.547 90.469
Investimentos financeiros disponíveis para venda 15 52.181.146 55.046.568
Clientes e outros devedores 83.469.293 9.841.286
Activos por impostos diferidos 8.632.260
722.528.381
8.249.453
624.243.444
Corrente
Inventários 16 48.032.620 51.171.469
Clientes 210.995.562 203.047.084
Outros devedores 38.274.086 26.773.327
Estado e outros entes públicos 36.575.183 45.353.151
Outros activos correntes 17 113.962.577 86.074.198
Caixa e seus equivalentes 54.543.198 24.844.210
Activos da unidade operacional detida para venda - 361.190.780
502.383.225 798.454.219
Total do Activo 4 1.224.911.606 1.422.697.663
Capital Próprio
Capital 18 50.000.000 50.000.000
Reservas 349.281.009 229.365.149
Resultado consolidado líquido do período 2.510.931 107.705.244
Capital próprio atribuível ao Grupo 401.891.940 387.070.394
Interesses minoritários 17.873.185 18.999.457
Interesses minoritários associados a activos da unidade operacional detida
para venda - 31.958.178
Total do Capital Próprio 419.765.125 438.028.029
Passivo
Não corrente
Empréstimos 19 107.831.388 171.259.217
Credores por locações financeiras 79.451.578 27.174.571
Credores diversos 8.989.423 7.146.910
Provisões 20 32.797.737 7.515.356
Passivos por impostos diferidos 10.074.149 9.859.456
239.144.275 222.955.511
Corrente
Empréstimos 19 309.474.746 261.946.120
Credores por locações financeiras 10.824.369 8.102.374
Fornecedores 160.575.821 162.194.213
Credores diversos 22.215.390 25.527.973
Estado e outros entes públicos
Outros passivos correntes
21 11.983.482
49.128.814
13.923.945
38.831.813
Derivados 1.799.584 908.058
Passivos associados a activos da unidade operacional detida para venda - 250.279.627
566.002.206 761.714.123
Total do Passivo 4 805.146.481 984.669.634
Total do Capital Próprio e do Passivo 1.224.911.606 1.422.697.663

DEMONSTRAÇÕES DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO PARA OS TRIMESTRES FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2010 E 2009

Reservas de justo valor
Capital Prémios de
emissão
Reavaliação
de
imobilizado
Investimentos
disponíveis para
venda
Derivados Reservas de
conversão
cambiais
Reservas
relativas a
opções
sobre acções
Outras
reservas
Resultado
líquido
Capital
próprio
atribuível a
accionistas
maioritários
Capital
próprio
atribuível a
accionistas
minoritários
Total do
Capital
Próprio
Saldo em 1 de Janeiro de 2009 50.000.000 186.500.000 17.549.418 2.841.818 (1.705.601) (22.974.300) - 33.663.383 7.439.955 273.314.673 60.375.467 333.690.140
Aplicação do resultado líquido consolidado de
2008
- - - - - - - 7.439.955 (7.439.955) - - -
Rendimento integral consolidado do período:
Resultado líquido consolidado - - - - - - - - 105.626 105.626 329.994 435.620
Diferenças cambiais decorrentes de: (i)
transposição de demonstrações financeiras
expressas em moeda estrangeira; e (ii)
investimento líquido nas subsidiárias
- - - - - (12.750.278) - - - (12.750.278) (2.030.245) (14.780.523)
Actualização das diferenças de
consolidação expressas em moeda
estrangeira
- - - - - 613.684 - - - 613.684 72.603 686.287
Outras variações no capital próprio das
empresas participadas
- - - (1.451.400) (1.383.621) - - - - (2.835.021) (500.770) (3.335.791)
Sub-total - - - (1.451.400) (1.383.621) (12.136.594) - - 105.626 (14.865.989) (2.128.418) (16.994.407)
Outras variações no capital próprio das
empresas participadas
- - - - - - - 310.028 - 310.028 (793.618) (483.590)
Alterações no perímetro de consolidação - - - - - - - - - - (3.531.194) (3.531.194)
Saldo em 31 de Março de 2009 50.000.000 186.500.000 17.549.418 1.390.418 (3.089.222) (35.110.894) - 41.413.366 105.626 258.758.712 53.922.237 312.680.948
Saldo em 1 de Janeiro de 2010 50.000.000 186.500.000 17.549.418 8.261.660 (2.889.017) (21.479.368) 17.347 41.405.109 107.705.245 387.070.394 50.957.635 438.028.029
Aplicação do resultado líquido consolidado de
2009
Rendimento integral consolidado do período:
Resultado líquido consolidado - - - - - - - - 2.510.931 2.510.931 (426.048) 2.084.883
Diferenças cambiais decorrentes de: (i)
transposição de demonstrações financeiras
expressas em moeda estrangeira; e (ii)
investimento líquido nas subsidiárias
- - - - - 9.845.046 - - - 9.845.046 1.062.634 10.907.680
Actualização das diferenças de
consolidação expressas em moeda
estrangeira
- - - - - 756.628 - - - 756.628 165.251 921.879
Outras variações no capital próprio das
empresas participadas
- - - (2.920.500) (667.147) - - - (3.587.647) (53.383) (3.641.030)
Sub-total - - - (2.920.500) (667.147) 10.601.674 - - 2.510.931 9.524.958 748.454 10.273.412
Distribuição de dividendos - - - - - - - - - - - -
Opções sobre acções – valor dos serviços
prestados
- - - - - - 26.021 - - 26.021 - 26.021
Outras variações no capital próprio das
empresas participadas
- - - - 2.152.658 3.525.700 - (407.791) - 5.270.567 (374.965) 4.895.602
Alterações no perímetro de consolidação - - - - - - - - - - (33.457.940) (33.457.940)
Saldo em 31 de Março de 2010 50.000.000 186.500.000 17.549.418 5.341.160 (1.403.506) (7.351.994) 43.368 148.702.563 2.510.931 401.891.940 17.873.185 419.765.125

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA CONSOLIDADOS PARA OS TRIMESTRES FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2010 E 2009

1º Trimestre
2010 - IFRS
(não auditado)
1º Trimestre
2009 - IFRS
(não auditado)
ACTIVIDADES OPERACIONAIS
Recebimentos de clientes 147.554.302 177.530.696
Pagamentos a fornecedores (142.694.571) (154.389.128)
Pagamentos ao pessoal (15.401.670) (19.055.102)
Fluxos gerados pelas operações (10.541.939) 4.086.466
Pagamento de imposto sobre o rendimento (1.580.325) 2.584.328
Outros recebimentos /(pagamentos) de actividades operacionais 9.290.030 3.692.371
Outros fluxos gerados 7.709.705 6.276.699
Fluxos das actividades operacionais (1) (2.832.233) 10.363.165
ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO
Recebimentos provenientes de:
Investimentos financeiros 15.183.162 -
Activos fixos tangíveis 293.260 685.505
Activos intangíveis 4.859 24.133
Juros e proveitos similares 6.780 1.283.836
15.569.479 1.993.474
Pagamentos respeitantes a:
Investimentos financeiros (5.214.462) (2.091.984)
Activos fixos tangíveis
Activos intangíveis
(2.747.192)
(1.180.096)
(60.961.912)
(5.734.218)
Outros (375.434) -
(9.517.184) (68.788.113)
Fluxos das actividades de investimento (2) 6.052.294 (66.794.640)
ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO
Recebimentos provenientes de:
Empréstimos obtidos 212.236.522 200.832.887
Aumentos de capital, prest. suplem., prémios de emissão 1.640.967 -
Subsídios e doações - 147.652
Outros 117.303 -
213.994.792 50.980.539
Pagamentos respeitantes a:
Empréstimos obtidos (167.955.615) (151.185.486)
Amortizações de contratos de locação financeira (9.261.002) (2.997.362)
Juros e custos similares (4.567.085) (9.341.088)
Outros (724.396) -
Fluxos das actividades de financiamento (3) (182.508.099)
31.486.693
(13.523.936)
37.456.603
Variação de caixa e seus equivalentes (4) = (1) + (2) + (3) 34.706.754 (18.974.872)
Variação de perímetro e outras variações (6.696.192) (31.945)
Efeito das diferenças de câmbio 1.688.426 94.353
Caixa e seus equivalentes no início do período 24.844.210 84.275.825
Caixa e seus equivalentes no fim do período 54.543.198 65.363.361

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

NOTA INTRODUTÓRIA

A Martifer, SGPS, S.A., com sede na Zona Industrial, Apartado 17, Oliveira de Frades – Portugal ("Martifer SGPS" ou "Empresa"), e empresas participadas ("Grupo"), têm como actividade principal a construção de infraestruturas metálicas, a produção de equipamentos para energia, eólica e solar e, ainda, a promoção, desenvolvimento e gestão de projectos de geração eléctrica a partir de fontes de energia renovável (Nota 4).

A Martifer SGPS foi constituída em 29 de Outubro de 2004, tendo o seu capital social sido realizado através da entrega da totalidade das acções, avaliadas a valores de mercado, que os accionistas do Grupo detinham na Martifer – Construções, S.A., participada constituída em 1990 e que nessa altura era a Empresa-mãe do actual Grupo Martifer.

A partir de Junho de 2007 e após a realização com sucesso de uma Oferta Pública de Subscrição, o Grupo passou a ter as suas acções cotadas na Euronext Lisboa.

Em 31 de Março de 2010, o Grupo desenvolve a sua actividade em Portugal, Espanha, Polónia, Eslováquia, Alemanha, Roménia, República Checa, Angola, Brasil, Suécia, Ucrânia, Grécia, Estados Unidos da América, Austrália, Irlanda, Itália, Bélgica, Bulgária, França, Tailândia, Marrocos, África do Sul e Reino Unido.

Todos os montantes apresentados nestas notas explicativas são apresentados em Euro (com arredondamentos às unidades), salvo se expressamente referido em contrário.

As notas que se seguem foram seleccionadas de forma a contribuir para a compreensão das alterações mais significativas da posição financeira consolidada do Grupo e do seu desempenho face à última data de reporte anual com referência a 31 de Dezembro de 2009.

Estas demonstrações financeiras não são auditadas.

1. POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS

BASES DE APRESENTAÇÃO

As demonstrações financeiras anexas respeitam às demonstrações financeiras consolidadas das empresas do Grupo Martifer e foram preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro ("IFRS"), tal como adoptadas pela União Europeia, em vigor para o exercício económico iniciado em 1 de Janeiro de 2010. Estas correspondem às Normas Internacionais de Relato Financeiro, emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB") e interpretações emitidas pelo International Financial Reporting Interpretations Committee ("IFRIC") ou pelo anterior Standing Interpretations Committee ("SIC"), que tenham sido adoptadas na União Europeia.

As demonstrações financeiras consolidadas intercalares, para o trimestre findo em 31 de Março de 2010, foram preparadas de acordo com o previsto na IAS 34 – "Relato financeiro intercalar", tal como adoptada pela União Europeia.

Para além dos efeitos resultantes da aplicação de novas IAS/IFRS no período, as políticas contabilísticas não se alteraram face àquelas publicadas na preparação das demonstrações financeiras de 2009, preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiros (IFRS) aprovadas pela União Europeia.

As demonstrações financeiras consolidadas anexas foram preparadas a partir dos livros e registos contabilísticos da Empresa, das suas subsidiárias e dos empreendimentos conjuntos onde participa (Nota 2), no pressuposto da continuidade das operações e tomando por base o custo histórico, excepto para a reavaliação de certos activos não correntes e de certos instrumentos financeiros, que se encontram registados pelo justo valor.

Novas IASs/IFRSs implemementadas no período

Com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 2010, o Grupo aplicou as alterações à IAS 27 – "Demonstrações financeiras consolidadas e separadas" e à IFRS 3 – "Concentrações de actividades empresariais".

As alterações à IAS 27 e à IFRS 3 fizeram-se notar na contabilização da perda de controlo nas subsidiárias dos Grupos Prio Foods e Prio Energy, a qual originou um ganho de Euro 13.062.857 (Nota 8).

2. EMPRESAS INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO

Em 31 de Março de 2010, as empresas incluídas na consolidação, respectivos métodos de consolidação, bem como as suas sedes sociais e proporção do capital detido, são como se segue:

EMPRESAS CONSOLIDADAS PELO MÉTODO INTEGRAL

Proporção do capital detido
Denominação social Sede social Designação Directamente Indirectamente Total
Martifer SGPS, S.A. Oliveira de Frades Martifer SGPS Mãe
Martifer Inovação e Gestão, S.A. Oliveira de Frades Martifer Inovação 100,00% - 100,00%
Martifer Gestiune Si Servicii, S.R.L. Bucareste Martifer Inovação Roménia 100,00% - 100,00%
Martifer Metallic Constructions SGPS, S.A. Oliveira de Frades Martifer Metallic Constructions 100,00% - 100,00%
Martifer - Construções Metalomecânicas, S.A. Oliveira de Frades Martifer Construções - 100,00% 100,00%
Marifer Mota-Engil Coffey Construction Joint Venture Limited Dublin MMECC - 60,00% 60,00%
Martifer – Construcciones Metálicas España, S.A. Madrid Martifer Espanha - 100,00% 100,00%
Martifer – Construções Metálicas Angola, S.A. Luanda Martifer Angola - 78,75% 78,75%
Martifer Construction Limited Dublin Martifer Irlanda - 100,00% 100,00%
Martifer Polska Sp. Zo.o. Gliwice Martifer Polska - 100,00% 100,00%
Martifer Constructii SRL Bucareste Martifer Constructii - 100,00% 100,00%
Park Logistyczny Biskupice Gliwice Biskupice - 90,00% 90,00%
Martifer Konstrukcje Sp. Z o.o. Gliwice Martifer Konstrukcje - 100,00% 100,00%
Martifer Slovakia S.R.O. Bratislava Martifer Slovakia - 100,00% 100,00%
Sociedade de Madeiras do Vouga, S.A. Albergaria a Velha Madeiras do Vouga - 100,00% 100,00%
Martifer - Gestão de Investimentos, S.A. Oliveira de Frades MGI - 100,00% 100,00%
Nagatel Viseu, Promoção Imobiliária, S.A. Oliveira de Frades Nagatel Viseu - 100,00% 100,00%
Martifer Retail & Warehousing Angola, S.A. Luanda Martifer Retail Angola - 100,00% 100,00%
Martifer - Alumínios, S.A. Oliveira de Frades Martifer Alumínios - 55,00% 55,00%
Martifer - Alumínios, S.A. Madrid Martifer Alumínios Espanha - 55,00% 55,00%
Martifer Alumínios Angola, S.A. Luanda Martifer Alumínios Angola - 50,60% 50,60%
Martifer Recycling S.R.L. Bucareste Martfer Recycling Roménia - 55,00% 55,00%
Martifer Recycling Sp. Zo.o Gliwice Martfer Recycling Polónia - 55,00% 55,00%
Martifer Aluminium Pty, Ltd Sidney Sassall - 55,00% 55,00%
Global Façade Systems Company Limited Banguecoque Global Façade Systems 1) - 26,95% 26,95%
Martifer Aluminium UK Limited Londres Martifer Aluminium UK - 55,00% 55,00%
Martifer Aluminium Limited Dublin Martifer Aluminium Irlanda - 55,00% 55,00%
Martifer Aluminium S.R.L. Bucareste Martifer Aluminium Roménia - 55,00% 55,00%
Martifer II Inox, S.A. Sever do Vouga Martifer II Inox - 75,00% 75,00%
Martinox, S.A. Luanda Martinox Angola - 63,00% 63,00%
MT Construction Maroc, S.A.R.L. Tânger Martifer Marrocos - 100,00% 100,00%
Tavira Gran Plaza, S.A. Oliveira de Frades Tavira Gran Plaza - 100,00% 100,00%
Martifer Beteiligungsverwaltungs GmbH Viena Martifer GmbH 100,00% - 100,00%
M City Gliwice Sp. Zo.o Gliwice M City Gliwice - 100,00% 100,00%
Martifer Energy Systems SGPS, S.A. Oliveira de Frades Martifer Energy Systems 100,00% - 100,00%
Martifer Energia – Equipamentos para Energia, S.A. Oliveira de Frades Martifer Energia - 100,00% 100,00%
Martifer Energia S.R.L. Bucareste Martifer Energia Roménia - 100,00% 100,00%
Martifer Energia Sp. Z.o.o Gliwice Martifer Energia Polónia - 100,00% 100,00%
Martifer Energia LLC Kiev Martifer Energia Ucrânia - 100,00% 100,00%
Martifer Wind Energy Systems LLC San Angelo TX Martifer Wind USA - 100,00% 100,00%
Martifer Energy Systems PTY Cidade do Cabo Martifer Energia África do Sul - 85,00% 85,00%
Navalria – Docas, Construções e Reparações Navais, S.A. Aveiro Navalria - 100,00% 100,00%
Ventinveste Indústria SGPS, S.A. Oliveira de Frades Ventinveste Indústria - 46,60% 46,60%

Proporção do capital detido

Denominação social Sede social Designação Directamente Indirectamente Total
Martifer Solar, S.A. Oliveira de Frades Martifer Solar - 75,00% 75,00%
Martifer Solar Sistemas Solares, S.A. Madrid Martifer Solar Sistemas Solares - 75,00% 75,00%
Solar Parks Construccion Parques Solares ETVE, S.A. Madrid Solar Parks - 75,00% 75,00%
Parque Solar Seseña I, S.L. Madrid Seseña I - 75,00% 75,00%
Parque Solar Seseña II, S.L. Madrid Seseña II - 75,00% 75,00%
Martifer Solar S.R.L. Milão Martifer Solar Itália - 75,00% 75,00%
MTS1 S.R.L. Siracusa MTS1 - 75,00% 75,00%
MTS2 S.R.L. Siracusa MTS2 - 75,00% 75,00%
MTS3 S.R.L. Siracusa MTS3 - 75,00% 75,00%
MTS4 S.R.L. Siracusa MTS4 - 75,00% 75,00%
MTS5 S.R.L. Siracusa MTS5 - 75,00% 75,00%
Martifer Solar Inc. S. Francisco CA Martifer Inc. - 75,00% 75,00%
A & M, Energy Systems Santa Monica CA AEM 1) - 38,25% 38,25%
Martifer Solar Hellas, A.T.E. Atenas PVI 1) - 45,00% 45,00%
Martifer Solar Angola Luanda Martifer Solar Angola - 56,25% 56,25%
Martifer Solar N.V. Deerlijk Martifer Solar Bélgica - 75,00% 75,00%
Martifer Solar S.A.S. Lyon Martifer Solar França - 75,00% 75,00%
Martifer Solar CZ Praga Martifer Solar República Checa - 75,00% 75,00%
Home Energy II, S.A. Oliveira de Frades Home Energy II 1) - 45,00% 45,00%
PVGlass, S.A. Oliveira de Frades PVGlass - 52,50% 52,50%
Martifer Solar Investments, B.V. Amesterdão Martifer Solar Holanda - 75,00% 75,00%
MTS6 S.R.L. Siracusa MTS6 - 75,00% 75,00%
Martifer Renewables SGPS, S.A. Oliveira de Frades Martifer Renewables SGPS 100,00% - 100,00%
Martifer Renewables, S.A. Oliveira de Frades Martifer Renewables SA - 100,00% 100,00%
Martifer Renovables ETVE, S.A.U. Madrid Martifer Renovables - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 1 S.L. Madrid Eurocab 1 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 2 S.L. Madrid Eurocab 2 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 3 S.L. Madrid Eurocab 3 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 4 S.L. Madrid Eurocab 4 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 5 S.L. Madrid Eurocab 5 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 6 S.L. Madrid Eurocab 6 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 7 S.L. Madrid Eurocab 7 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 8 S.L. Madrid Eurocab 8 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 9 S.L. Madrid Eurocab 9 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 10 S.L. Madrid Eurocab 10 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 11 S.L. Madrid Eurocab 11 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 12 S.L. Madrid Eurocab 12 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 13 S.L. Madrid Eurocab 13 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 14 S.L. Madrid Eurocab 14 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 15 S.L. Madrid Eurocab 15 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 16 S.L. Madrid Eurocab 16 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 17 S.L. Madrid Eurocab 17 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 18 S.L. Madrid Eurocab 18 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 19 S.L. Madrid Eurocab 19 - 100,00% 100,00%
Eurocab FV 20 S.L. Madrid Eurocab 20 - 100,00% 100,00%
Martifer Renewables Investments ETVE, S.A. Madrid Eurocab 21 - 100,00% 100,00%
Vesto EAD Varna Vesto - 100,00% 100,00%
DVP1 Limited Varna DVP1 - 100,00% 100,00%
DVP2 Limited Varna DVP2 - 100,00% 100,00%
Martifer Renewables Brasil Participações LTDA Fortaleza Martifer Renewables Brasil - 100,00% 100,00%

Denominação social Sede social Designação Directamente Indirectamente Total Martifer Renováveis - Geração de Energia e Participações S.A. Fortaleza Ventania - 55,00% 55,00% Eólica Faisa, Ltda. Fortaleza Faisa - 55,00% 55,00% Faisa Biomassa – Geração de Energia e Participações, Ltda Fortaleza Faisa Biomassa - 55,00% 55,00% Eólica Embuaca, Ltda. Fortaleza Embuaca - 55,00% 55,00% Eólica Mar e Terra, Ltda. Fortaleza Mar e Terra - 55,00% 55,00% Eólica Bela Vista, Ltda. Fortaleza Bela Vista - 55,00% 55,00% Eólica Cajueiro da Praia, Ltda . Fortaleza Cajueiro - 55,00% 55,00% Eólica Cacimbas, Ltda. Fortaleza Cacimbas - 55,00% 55,00% SBER – Sociedade Brasileira de Energias Renováveis, Ltda. Fortaleza SBER 1) - 41,25% 41,25% Melosa – Geração de Energia e Participações, Ltda. Fortaleza Melosa - 55,00% 55,00% Eólica Paraipaba, Ltda . Fortaleza Paraipaba - 55,00% 55,00% Eólica Chapadão, Ltda. Fortaleza Chapadão - 55,00% 55,00% Rosa dos Ventos - Geração e Comercialização de Energia, S.A Fortaleza Rosa dos Ventos - 52,25% 52,25% Eviva Energy S.R.L. Bucareste Eviva Roménia - 100,00% 100,00% Eviva Nalbant S.R.O. Bucareste Eviva Nalbant - 99,00% 99,00% Eviva Agighiol S.R.L. Bucareste Eviva Agighiol - 99,00% 99,00% Eviva Casimcea S.R.O. Bucareste Eviva Casimcea - 99,00% 99,00% Total Natural, S.R.L. Bucareste Total Natural - 100,00% 100,00% Premium Management Consulting, S.R.L. Bucareste Premium Management - 85,00% 85,00% MW Topolog, S.R.L. Bucareste MW Topolog - 99,00% 99,00% Eviva S.R.O. Bratislava Eviva Eslováquia - 100,00% 100,00% Martifer Renewables, S.A. Gliwice Eviva Polónia - 100,00% 100,00% IWP Sp. Z o.o. Gliwice IWP - 100,00% 100,00% Bukowsko Gliwice Bukowsko - 100,00% 100,00% Eviva Zebowo SP Gliwice Eviva Zebowo - 51,00% 51,00% Eviva Gac SP Gliwice Eviva Gac - 51,00% 51,00% Eviva Drzezewo SP Gliwice Eviva Drzezewo - 51,00% 51,00% Eviva Mepe Atenas Eviva Grécia - 100,00% 100,00% Clean Energy Solutions Norrköping Clean Energy Solutions - 50,10% 50,10% Martifer Renewables Pty, Ltd. Sidney Eviva Austrália - 100,00% 100,00% Eviva Beteiligungsverwaltungs GmbH Viena Eviva GmbH - 100,00% 100,00% Eviva Hidro S.R.L. Bucareste Eviva Hidro 1,00% 99,00% 100,00% Martifer Deutschland GmbH Berlim Martifer Deutschland - 100,00% 100,00% Windpark Bippen GmbH & Co. KG Bremen Bippen KG - 100,00% 100,00% Windpark Holleben GmbH & Co. KG Bremen Holleben KG - 100,00% 100,00% Martifer Renewables Bippen GmbH Berlim Eviva Bippen - 100,00% 100,00% Eviva Rumsko Sp. Z.o.o Slupsk Eviva Rumsko - 51,00% 51,00% Eviva Redecin Sp. Z.o.o Slupsk Eviva Redecin - 51,00% 51,00% Martifer Renewables Electricity LLC San Francisco CA Eviva Electricity - 80,00% 80,00% Martifer Renewables Wind LLC San Diego CA Eviva Spinnaker - 72,00% 72,00% Martifer Renewables Solar Thermal LLC San Diego CA Eviva Solar LLC - 80,00% 80,00% Martifer Renewables Itália, S.R.L. Roma Eviva Itália - 100,00% 100,00% Ginosa Solar Farm S.R.L. Roma Ginosa Solar Farm - 100,00% 100,00% Solar Spritehood S.R.L. Roma Solar Spritehood - 100,00% 100,00% Gesto Energia, S.A. Oliveira de Frades Gesto Energia - 75,00% 75,00% Martifer Renewables II Microprodução, S.A. Vouzela Martifer Renewables II Microprodução - 60,00% 60,00% G.I.G. - Gesto Investimento e Gestão, SGPS, S.A. Oliveira de Frades G.I.G. - 75,00% 75,00% Hidroavelar, Unipessoal Lda. Oliveira de Frades Hidroavelar - 75,00% 75,00% Sociedade Hidroeléctrica do Távora, Unipessoal Lda. Oliveira de Frades Hidroeléctrica do Távora - 75,00% 75,00% Sociedade Geotérmica da Bacia Lusitaniana, Unipessoal Lda. Oliveira de Frades Soc. Geotérmica da Bacia Lusitaniana - 75,00% 75,00% Gesto Itália, S.R.L. Roma Gesto Itália - 75,00% 75,00%

Proporção do capital detido

Proporção do capital detido

Denominação social Sede social Designação Directamente Indirectamente Total
Eviva Energy SGPS, S.A. Oliveira de Frades Enerpetra - 100,00% 100,00%
Wind Farm Odrzechowa Sp. Zo.o Gliwice Wind Odrzechowa - 100,00% 100,00%
Energia Wiatrowa Sp. Zo.o Gliwice Energia Wiatrowa - 100,00% 100,00%
Eviva Gizalki Sp. Zo.o Miastko Eviva Gizalki - 60,00% 60,00%
Wind Farm Bukowsko Sp. Zo.o Gliwice Wind Farm Bukowsko - 100,00% 100,00%
Wind Farm Markowa Sp. Zo.o Gliwice Wind Farm Markowa - 100,00% 100,00%
Wind Farm Lada Sp. Zo.o Gliwice Wind Farm Lada - 100,00% 100,00%
Wind Farm Jawornik Sp. Zo.o Gliwice Wind Farm Jawornik - 100,00% 100,00%
Wind Farm Piersno Sp. Zo.o Gliwice Wind Farm Piersno - 100,00% 100,00%
RDS Farmers Seeds B.V. Amesterdão Renewables Holanda - 100,00% 100,00%

1) A consolidação destas empresas pelo método integral justifica-se na medida em que o Grupo detém participações em escada com controlo a cada nível.

EMPRESAS CONSOLIDADAS PELO MÉTODO PROPORCIONAL

As empresas consolidadas pelo método proporcional, suas sedes sociais e proporção do capital detido, são como se segue:

Proporção do capital detido
Denominação social Sede social Designação Directamente Indirectamente Total
Gebox, S.A. Ílhavo Gebox - 50,00% 50,00%
Promoquatro – Investimentos Imobiliários, Lda. Oliveira de Frades Promoquatro - 50,00% 50,00%
WPT – Wind Power Transmission, S.A. Oliveira de Frades WPT 1) - 33,33% 33,33%
Ventinveste, S.A. Lisboa Ventinveste SA 2) 5,00% 41,60% 46,60%
Ventinveste Eólica, SGPS, S.A. Lisboa Ventinveste Eólica 2) - 46,60% 46,60%
Parque Eólico de Torrinheiras, S.A. Lisboa PE Torrinheiras 2) - 46,60% 46,60%
Parque Eólico do Douro Sul, S.A. Lisboa PE Douro Sul 2) - 46,60% 46,60%
Parque Eólico do Pinhal do Oeste, S.A. Lisboa PE Pinhal do Oeste 2) - 46,60% 46,60%
Parque Eólico de Vale Grande, S.A. Lisboa PE Vale Grande 2) - 46,60% 46,60%
Parque Eólico de Vale do Chão, S.A. Lisboa PE Vale do Chão 2) - 46,60% 46,60%
Parque Eólico do Cabeço Norte, S.A. Lisboa PE Cabeço Norte 2) - 46,60% 46,60%
Parque Eólico da Serra do Oeste, S.A. Lisboa PE Serra do Oeste 2) - 46,60% 46,60%
Parque Eólico do Planalto, S.A. Lisboa PE Planalto 2) - 46,60% 46,60%
Eviva Dunowo, Sp. Z o.o. Gliwice Eviva Dunowo - 50,00% 50,00%
SPEE 3 – Parque Eólico do Baião, S.A. Lisboa SPEE 3 - 50,00% 50,00%
SPEE 2 – Parque Eólico de Vila Franca de Xira, S.A. Oliveira de Frades SPEE 2 - 50,00% 50,00%
Macquarie Capital Wind Fund Pty Limited Sidney Macquarie - 50,00% 50,00%
Silverton Wind Farm Holding Sidney Silverton 1) - 25,00% 25,00%
Repower Portugal – Sistemas Eólicos, S.A. Oliveira de Frades Repower Portugal - 50,00% 50,00%
Ventipower, S.A. Oliveira de Frades Ventipower 2) - 46,60% 46,60%
Martifer – Hirschfeld Energy Systems LLC San Angelo TX Martifer Energy Systems USA - 50,00% 50,00%
M City Bialystok Sp. Zo.o Gliwice M City Bialystok - 50,00% 50,00%
M City Radom Sp. Zo.o Gliwice M City Radom - 50,00% 50,00%
Parque Eólico da Penha da Gardunha, Lda. Oliveira de Frades PE Penha da Gardunha - 50,00% 50,00%

1) A consolidação destas empresas pelo método proporcional justifica-se na medida em que o Grupo detém controlo conjunto sobre as empresas que detêm estas participações, as quais têm depois controlo ou controlo partilhado sobre a empresa participada.

2) A consolidação destas empresas pelo método proporcional justifica-se pela existência de acordos parassociais que determinam o controlo partilhado das mesmas.

EMPRESAS INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO PELO MÉTODO DA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL

As empresas consolidadas pelo método da equivalência patrimonial, suas sedes sociais e proporção do capital detido, são como se segue:

Proporção do capital detido
Denominação social Sede social Designação Directamente Indirectamente Total
Proempar Porto Proempar - 24,00% 24,00%
Parque Tecnológico do Tâmega Felgueiras PTT - 19,40% 19,40%
Green Vouga, S.A. Oliveira de Frades GreenVouga - 45,00% 45,00%
Pro Wind LLC Simferopol Pro Wind 1) - 50,00% 50,00%
Ground Investment Corp S.R.L. Bucareste Ground Investment - 25,00% 25,00%
Nova Eco LLC Kiev Nova Eco 1) - 50,10% 50,10%
Liszki Green Park, Sp. Zo.o Gliwice Liszki Green Park - 45,00% 45,00%
Wind Hidro Sun Energy Services, Lda. Vouzela WHS Energy Services - 45,00% 45,00%
Prio SGPS, S.A. Oliveira de Frades Prio SGPS 49,00% - 49,00%
Prio Foods, S.A. Oliveira de Frades Prio Foods - 49,00% 49,00%
Prio Agricultura, S.A. Maputo Prio Agricultura Moçambique - 29,40% 29,40%
Prio Agricultura, S.R.L. Bucareste Prio Agricultura Roménia - 49,00% 49,00%
Prio Agromart S.R.L. Bucareste Prio Agromart - 49,00% 49,00%
Prio Balta S.R.L. Bucareste Prio Balta - 49,00% 49,00%
Prio Facaieni S.R.L. Bucareste Prio Facaieni - 49,00% 49,00%
Prio Ialomita S.R.L. Bucareste Prio Ialomita - 49,00% 49,00%
Prio Rapita S.R.L. Bucareste Prio Rapita - 49,00% 49,00%
Prio Terra Agricola S.R.L. Bucareste Prio Terra Agricola - 49,00% 49,00%
Prio Turism Rural S.R.L Bucareste Prio Turism Rural - 49,00% 49,00%
Agromec Balaciu Bucareste Agromec Balaciu - 42,60% 42,60%
Miharox S.R.L. Bucareste Miharox - 40,47% 40,47%
Zimbrul, S.A. Bucareste Zimbrul - 49,00% 49,00%
Agrozootehnica, S.A. Bucareste Agrozootehnica - 48,98% 48,98%
Prio Agrotrans S.R.L. Bucareste Prio Agrotrans - 49,00% 49,00%
Prio Agriculture, B.V. Delft Prio Holanda - 49,00% 49,00%
Prio Agricultura e Extracção LTDA S. Luís do Maranhão Prio Agricultura e Extracção - 49,00% 49,00%
Prio Extractie S.R.L. Bucareste Prio Extractie - 49,00% 49,00%
Prio Agro Industries, Sp. Z o.o. Gliwice Prio Polónia - 49,00% 49,00%
Prio Biocombustibil S.R.L. Bucareste Prio Biocombustibil - 49,00% 49,00%
Prio Advanced Fuels SGPS, S.A. Oliveira de Frades Prio AF SGPS 49,00% - 49,00%
Prio Biocombustíveis, S.A. Oliveira de Frades Prio Biocombustíveis - 49,00% 49,00%
Prio Energy, S.A. Oliveira de Frades Prio Energy - 49,00% 49,00%
Mondefin Coimbra Mondefin - 49,00% 49,00%
Veiga & Seabra, S.A. Aguada de Baixo Veiga & Seabra - 49,00% 49,00%

1) A consolidação destas empresas pelo método da equivalência patrimonial justifica-se pela perda do controlo económico.

Durante o período findo em 31 de Março de 2010 e durante o exercício de 2009, as alterações ocorridas no perímetro de consolidação foram como segue:

Constituição de empresas:

Durante o primeiro trimestre de 2010: Martifer Gestiune Si Servicil, S.R.L. (Martifer Inovação Roménia) Tavira Gran Plaza S.A. (Tavira Gran Plaza) MTS6 S.R.L. (MTS6) Ginosa Solar Farm S.R.L. (Ginosa Solar Farm) Solar Spritehood S.R.L. (Solar Spritehood)

Em 2009:

Martifer Solar S.A.S. (Martifer Solar França) Parque Solar Seseña I, S.L. (Seseña I) Parque Solar Seseña II, S.L. (Seseña II) MTS1 S.R.L. (MTS1) MTS2 S.R.L. (MTS2) MTS3 S.R.L. (MTS3) MTS4 S.R.L. (MTS4) MTS5 S.R.L. (MTS5) Martifer Recycling, S.R.L. (Martifer Recycling Roménia) Martifer Wind Energy Systems LLC (Martifer Wind USA) Martifer Energy Systems, PTY (Martifer Energia África do Sul) MT Construction Maroc, S.A.R.L. (Martifer Marrocos) Martifer Solar CZ (Martifer Solar República Checa) Martifer Renewables II Microprodução, S.A. (Martifer Renewables II Microprodução) G.I.G. - Gesto Investimento e Gestão, SGPS, S.A. (G.I.G.) Hidroavelar, Unipessoal Lda. (Hidroavelar) Sociedade Hidroeléctrica do Távora, Unipessoal Lda. (Soc. Hidroeléctrica do Távora) Sociedade Geotérmica da Bacia Lusitaniana, Unipessoal Lda. (Soc. Geotérmica da Bacia Lusitaniana) Gesto Itália, S.R.L. (Gesto Itália) Wind Hidro Sun Energy Services, Lda. (WHS Energy Services) Martifer Renewables Brasil Participações LTDA (Martifer Renewables Brasil) Prio Advanced Fuels SGPS, S.A. (Prio AF SGPS) Martifer Solar Investments, B.V. (Martifer Solar Holanda) Martifer Aluminium UK Limited (Martifer Aluminium Reino Unido)

Aquisição de empresas:

Em 2009: Miharox, S.R.L. (Miharox) Premium Management Consulting, S.R.L. (Premium Management) Ground Investment Corp, S.R.L. (Ground Investment) Parque Eólico Penha da Gardunha, S.A. (PE Penha da Gardunha) Prio Agrotrans S.R.L. (Prio Agrotrans) RDS Farmers Seeds B.V. (Renewables Holanda) M City Bialystok Sp. Zo.o (M City Bialystok)

Alteração do método de consolidação:

Durante o primeiro trimestre de 2010:

Parque Eólico da Penha da Gardunha, Lda. (PE Penha da Gardunha) – de integral para proporcional em virtude da alteração na percentagem de participação e respectivo controlo sobre a participada que passou a ser conjunto;

Prio SGPS, S.A. (Prio SGPS)1)

Prio Foods, S.A. (Prio Foods)1)

Prio Agricultura, S.A. (Prio Agricultura Moçambique)1)

Prio Agricultura, S.R.L. (Prio Agricultura Roménia)1)

Prio Agromart S.R.L. (Prio Agromart)1)

Prio Balta S.R.L. (Prio Balta)1)

Prio Facaieni S.R.L. (Prio Facaieni)1)

Prio Ialomita S.R.L. (Prio Ialomita)1)

Prio Rapita S.R.L. (Prio Rapita)1)

Prio Terra Agricola S.R.L. (Prio Terra Agricola)1)

Prio Turism Rural S.R.L. (Prio Turism Rural)1)

Agromec Balaciu (Agromec Balaciu)1)

Miharox S.R.L. (Miharox)1)

Zimbrul, S.A. (Zimbrul)1)

Agrozootehnica, S.A. (Agrozootehnica)1)

Prio Agrotrans S.R.L. (Prio Agrotrans)1)

Prio Agriculture, B.V. (Prio Holanda)1)

Prio Agricultura e Extracção LTDA (Prio Agricultura e Extracção)1)

Prio Extractie S.R.L. (Prio Extractie)1)

Prio Agro Industries, Sp. Z o.o. (Prio Polónia)1)

Prio Biocombustibil S.R.L. (Prio Biocombustibil)1)

Prio Advanced Fuels SGPS, S.A. (Prio AF SGPS)1)

Prio Biocombustíveis, S.A. (Prio Biocombustíveis)1)

Prio Energy, S.A. (Prio Energy)1)

Mondefin (Mondefin)1)

Veiga & Seabra, S.A. (Veiga & Seabra)1)

1) Estas empresas alteraram o método de consolidação de integral para equivalência patrimonial em virtude da alteração na percentagem de participação detida pelo Grupo nestas participadas.

Em 2009:

Repower Portugal – Sistemas Eólicos, S.A. (Repower Portugal) – de integral para proporcional em virtude da alteração do controlo sobre a participada que passou a ser conjunto

Ventipower, S.A. (Ventipower) – de integral para proporcional em virtude da alteração do controlo sobre a participada que passou a ser conjunto

Martifer – Hirschfeld Energy Systems LLC (Martifer Energy Systems USA) – de integral para proporcional em virtude da alteração na percentagem de participação detida pelo Grupo na participada

Nova Eco LLC (Nova Eco LLC) – de integral para equivalência patrimonial em virtude da perda de controlo sobre a participada

Global Façade Systems Company Limited (Global Façade Systems) – de equivalência patrimonial para integral em virtude da alteração na percentagem de participação detida pelo Grupo na participada

M City Radom Sp. Zo.o (M City Radom) – de integral para proporcional em virtude da alteração na percentagem de participação detida pelo Grupo na participada

Liszki Green Park, Sp. Zo.o (Liszki Green Park) - de integral para equivalência patrimonial em virtude da alteração na percentagem de participação detida pelo Grupo na participada

3. VENDAS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS

As vendas e prestações de serviços para os períodos findos em 31 de Março de 2010 e 2009 têm a seguinte composição:

1º Trimestre
2010
1º Trimestre
2009
Vendas de mercadorias 21.727.022 14.998.540
Vendas de produtos 62.538.472 69.494.599
Prestações de serviços 18.277.932 25.509.833
102.543.426 110.002.971

4. SEGMENTOS DE NEGÓCIO

O Grupo serve-se da sua organização interna para efeitos de gestão como base para o seu reporte da informação por segmentos primários.

O Grupo está organizado em duas áreas de negócio principais – Construção Metálica e Energias Renováveis, sendo todas elas coordenadas e apoiadas pela Martifer SGPS. A área de negócio "Construção Metálica" inclui as actividades de construção de estruturas metálicas, fachadas em alumínio e soluções em aço inox. A área de negócio "Energias Renováveis" inclui os segmentos "Equipamentos para Energia", "Solar" e "RE Developer". O segmento "Equipamentos para Energia" inclui a divisão de Energia Eólica que se dedica ao fabrico de componentes bem como à construção de parques eólicos chave na mão, a divisão de Engenharia responsável pela gestão e construção de projectos em regime de chave na mão de unidades industriais de elevada incorporação tecnológica e a divisão Naval que inclui a reparação e construção naval bem como o desenvolvimento e construção do protótipo Flow (energia das ondas). O segmento "Solar" abrange a produção de equipamentos para energia solar, bem como a promoção, licenciamento, operação e manutenção de parques solares. O segmento "RE Developer" (anteriormente designado de "Geração Eléctrica") inclui as actividades de produção, comercialização e distribuição de energia eléctrica de fontes renováveis. Os valores relativos à Martifer SGPS, à Martifer Inovação e Gestão, S.A. (MIG) e à Martifer Gestiune Si Servicii, S.R.L. (MIG RO) estão incluídos na linha "Holding e MIG"s".

Como resultado da adopção da IFRS 8 – Relato por Segmentos não houve, para além da redenominação de alguns segmentos, alteração dos segmentos relatáveis do Grupo dado que o mesmo já era efectuado de acordo com a informação utilizada pela Gestão na análise dos negócios do Grupo. Adicionalmente, as políticas contabilísticas e os critérios valorimétricos utilizados na preparação da informação por segmentos foram os mesmos das demonstrações financeiras anexas (Nota 1).

Em 31 de Março de 2010 e 2009, as vendas e prestações de serviços por segmentos primários podem ser analisadas como se segue:

Vendas para clientes externos Vendas intersegmentos Total
1º Trimestre
2010
1º Trimestre
2009
1º Trimestre
2010
1º Trimestre
2009
1º Trimestre
2010
1º Trimestre
2009
Holding e MIG"s 843.728 121.016 2.067.540 1.267.279 2.911.267 1.388.294
Construção Metálica 57.262.525 63.675.878 20.232.148 31.908.457 77.494.673 95.584.335
Equipamentos para
Energia 15.416.734 33.130.983 3.195.307 24.445.324 18.612.041 57.576.307
Solar 23.562.989 8.561.294 6.024.069 2.257.982 29.587.058 10.819.276
RE Developer 5.457.451 4.513.801 67.657 27.278 5.525.108 4.541.079
102.543.426 110.002.971 31.586.721 59.906.320 134.130.147 169.909.291
Eliminações intersegmentos (30.407.771) (32.139.357)
Trabalhos para a própria empresa (Nota 5) (1.178.949) (27.766.963)
Total das vendas e das prestações de serviços para clientes externos 102.543.426 110.002.971

A variação positiva ocorrida nas vendas e prestações de serviços no segmento Solar, respeita, essencialmente, à crescente actividade no sector solar fotovoltaico que se vem a registar desde o 2º trimestre do ano passado, com particular destaque para os mercados de Itália, Espanha e Cabo Verde.

A variação negativa ocorrida no segmento de Construção Metálica ficou a dever-se ao atraso na execução de algumas obras por necessidade de adequação dos respectivos projectos às necessidades dos promotores e pela evolução do preço das matérias primas face aos preços do ano passado que, no entanto, têm registado

nos últimos meses uma inversão de tendência que terá os seus reflexos no 2º trimestre do ano. Na área de negócio dos Equipamentos para Energia a variação registada é justificada pelo abrandamento económico e pelas condições adversas do mercado financeiro, que reduziram a procura de equipamentos do sector eólico e também dos projectos turnkey, em toda a Europa.

Em 31 de Março de 2010 e 2009, os resultados operacionais antes (EBITDA) e depois de amortizações e provisões e perdas de imparidade (EBIT) e o resultado líquido do exercício (RLE) por segmentos primários podem ser analisados como se segue:

EBITDA EBIT RLE
1º Trimestre
2010
1º Trimestre
2009
1º Trimestre
2010
1º Trimestre
2009
1º Trimestre
2010
1º Trimestre
2009
Holding e MIG"s 703.716 (957.607) (1.031.305) (1.180.664) 12.613.348 (2.352.896)
Construção Metálica
Equipamentos para
6.110.134 7.494.566 4.127.443 5.957.136 4.238.601 5.092.808
Energia 757.712 5.141.084 (175.749) 4.144.900 (657.810) 2.071.667
Solar 2.539.210 566.759 2.030.784 168.663 560.662 (602.681)
RE Developer 2.043.743 825.688 (13.690.143) (1.279.690) (14.669.918) (3.045.383)
12.154.515 13.070.490 (8.738.970) 7.810.344 2.084.883 1.163.515

O activo líquido total e o passivo do Grupo por segmentos primários em 31 de Março de 2010 e em 31 de Dezembro de 2009 podem ser analisados como se segue:

Activo Passivo
31 Março 2010 31 Dezembro 2009 31 Março 2010 31 Dezembro 2009
Holding e MIG"s 537.617.639 513.303.855 135.469.135 93.729.461
Construção Metálica 608.382.323 570.861.886 502.897.925 472.359.926
Equipamentos para Energia 225.574.554 229.272.498 197.103.639 204.009.976
Solar 188.566.348 151.620.064 165.599.705 138.573.011
RE Developer 974.417.941 982.432.226 864.279.526 860.154.458
Agricultura & Biocombustíveis - 596.874.676 - 590.788.986
Eliminações intragrupo (1.309.647.199) (1.621.667.542) (1.060.203.448) (1.374.946.183)
1.224.911.606 1.422.697.663 805.146.481 984.669.634
Atribuível à unidade operacional detida para venda 361.190.780 250.279.627

O investimento (aquisições de activos fixos tangíveis e intangíveis) e as amortizações do Grupo por segmentos primários até 31 de Março de 2010 e de 2009 são como se segue são como se segue:

Investimento Amortizações
31 Março 2010 31 Março 2009 31 Março 2010 31 Março 2009
Holding e MIG"s 70.791 1.862.788 510.620 194.247
Construção Metálica 1.857.406 4.066.312 1.649.799 1.513.854
Equipamentos para Energia 2.136.992 1.807.313 933.461 876.570
Solar 232.783 998.411 508.425 398.096
RE Developer 4.601.943 36.203.927 2.903.773 2.104.979
8.899.916 44.938.752 6.506.078 5.087.746

O decréscimo verificado no investimento em activos intangíveis e tangíveis, face ao período homólogo, justifica-se na medida em que ficaram concluídos grande parte dos investimentos iniciados durante os exercícios de 2008 e 2009, com destaque para a implementação do ERP SAP, construção de parques eólicos no segmento RE Developer e das novas unidades fabris em Angola, no segmento da Construção Metálica.

O investimento registado em 2010 foi canalizado principalmente para a construção da nova fábrica de torres no Texas, EUA, no segmento de Equipamentos para Energia.

5. OUTROS PROVEITOS

Os "Outros proveitos" nos períodos terminados a 31 de Março de 2010 e 2009 podem ser analisados como se segue:

1º Trimestre
2010
1º Trimestre
2009
Variação da produção (1.254.674) 7.687.770
Trabalhos para a própria empresa 1.178.949 27.766.963
(75.725) 35.454.733

A redução verificada na rubrica "Trabalhos para a própria empresa" está relacionada com a finalização da construção das unidades fabris em Angola, no segmento de Construção Metálica, bem como dos parques eólicos no segmento de RE Developer.

O valor da "Variação da produção" no 1º trimestre de 2009 estava influenciado pelo arranque na produção de módulos fotovoltaicos, no segmento Solar. A sua entrada em velocidade cruzeiro justifica a variação ocorrida entre os períodos homólogos.

6. OUTROS PROVEITOS / (CUSTOS) OPERACIONAIS

A variação ocorrida nesta rubrica está, essencialmente, influenciada pela cessação da capitalização de custos de parques eólicos e solares, no segmento RE Developer devido à sua conclusão e consequente entrada em funcionamento.

7. PROVISÕES E PERDAS DE IMPARIDADE

As provisões e as perdas de imparidade dos períodos findos em 31 de Março de 2010 e 2009 são como se segue:

1º Trimestre
2010
1º Trimestre
2009
Perdas de imparidade em diferenças de consolidação (Nota 11) 7.975.609 -
Perdas de imparidade em activos intangíveis (Nota 12) 4.851.537 -
Perdas de imparidade em clientes e outros devedores 237.020 -
Provisões decorrentes da aplicação do método de equivalência patrimonial (Nota 20) 1.273.278 161.536
Outras provisões (Nota 20) 49.963 10.864
14.387.407 172.400

A área de negócio RE Developer reconheceu, durante este trimestre, Euro12.827.146 de perdas de imparidade não recorrentes na sequência da incorporação, nas perspectivas futuras dos projectos, do comportamento recente dos mercados e do sector financeiro.

As provisões decorrentes da aplicação do método de equivalência patrimonial respeitam, essencialmente, à responsabilidade do Grupo Martifer pelos capitais próprios negativos das subsidiárias do Grupo Prio Foods.

8. RESULTADOS FINANCEIROS

Os resultados financeiros dos períodos findos em 31 de Março de 2010 e 2009 podem ser analisados como se segue:

1º Trimestre
2010
1º Trimestre
2009
Proveitos e ganhos financeiros
Empréstimos e contas a receber (incluindo depósitos bancários)
- Juros obtidos 337.592 782.521
Investimentos detidos para venda
- Ganhos na alienação de investimentos 13.062.857 -
Outros proveitos e ganhos financeiros relativos a outros activos financeiros
- Diferenças de câmbio favoráveis 6.060.579 9.890.485
- Descontos de pronto pagamento obtidos 11.110 173.803
- Outros proveitos e ganhos financeiros 503.386 14.648
19.975.524 10.861.457
1º Trimestre 1º Trimestre
2010 2009
Custos e perdas financeiras
Empréstimos e contas a pagar
- Juros suportados em empréstimos bancários e operações de locação financeira 4.141.477 6.598.508
dos quais incluídos nos custos de aquisição de activos em construção
Outros custos e perdas financeiros relativos a outros passivos financeiros
(80.601) (312.173)
- Diferenças de câmbio desfavoráveis 2.705.259 10.073.721
- Descontos de pronto pagamento concedidos 29.707 150.751
- Outros custos e perdas financeiros 1.313.585 1.069.763
8.109.426 17.580.570

Os "Ganhos na alienação de investimentos detidos para venda" respeitam à perda de controlo nas subsidiárias dos Grupos Prio Foods e Prio Energy. Adicionalmente, e de acordo com o parágrafo 41 f) da IAS 27(2008), a parte do ganho atribuível ao investimento retido nas ex subsidiárias ao seu justo valor, à data da perda de controlo, é de Euro 16.026.695.

As rubricas "Diferenças de câmbio favoráveis / (desfavoráveis)" estão relacionadas com a ocorrência de variações cambiais, essencialmente, nas participadas do Grupo localizadas na Roménia, Polónia e Angola, sendo que a sua variação face ao período homólogo relaciona-se com as recentes valorizações das moedas locais face ao Euro.

9. GANHOS / (PERDAS) EM EMPRESAS ASSOCIADAS

Os ganhos e as perdas em empresas associadas nos períodos findos em 31 de Março de 2010 e 2009 podem ser analisados como se segue:

1º Trimestre
2010
1º Trimestre
2009
Grupo Prio Energy 218.940 -
WHS Energy Services 4.761 -
Global Façade Systems - 8.124
Green Vouga - 7.318
Power Blades - (3.160)
223.702 12.281

10. RESULTADOS POR ACÇÃO

A Martifer SGPS emitiu apenas acções ordinárias, pelo que não existem, nomeadamente, direitos especiais de dividendo ou voto.

A Martifer tem apenas um tipo de potenciais acções ordinárias dilutivas: as opções sobre acções. Para efeitos de cálculo do resultado por acção diluído é necessário determinar se estas opções, independentemente de poderem ou não ser exercidas, têm efeito de diluição, o que ocorre quando o preço de exercício da opção é inferior ao preço de mercado das acções.

Na medida em que o preço médio de mercado das acções da Martifer, no período compreendido entre 1 de Janeiro de 2010 e 31 de Março de 2010, se situou no Euro 3,24, inferior ao preço de exercício das opções (Euro 3,84), as mesmas consideram-se não dilutivas porque o seu exercício daria lugar a uma redução do número de acções ordinárias em circulação.

Assim, em 31 de Março de 2010 não existe dissemelhança entre o cálculo dos resultados por acção básicos e o cálculo dos resultados por acção diluídos.

O capital social da Martifer SGPS SA é representado por 100.000.000 de acções ordinárias, totalmente subscritas e realizadas, representativas de um capital social de Euro 50.000.000.

Em 31 de Março de 2010 e 2009, o cálculo do resultado por acção básico e diluído pode ser demonstrado como se segue:

1º Trimestre
2010
1º Trimestre
2009
Resultado líquido do exercício (I) 2.510.931 105.626
Número médio ponderado de acções em circulação (II)
Resultado por acção básico e diluído (I) / (II)
100.000.000
0,0251
100.000.000
0,0011

11. DIFERENÇAS DE CONSOLIDAÇÃO

A informação relevante sobre as aquisições efectuadas pelo Grupo no período findo em 31 de Março de 2010, pode ser resumida como se segue:

Empresa adquirida Actividade Data de
aquisição
% de
participaçã
o adquirida
Custo de
aquisição
Energia Wiatrowa Geração de energia eléctrica Janeiro 10 - 537.471
Ventinveste, S.A. Sociedade gestora de participações sociais Fevereiro 10 5% 462.500
999.971

As aquisições acima referidas foram contabilizadas de acordo com o método da compra e tiveram, maioritariamente, como contrapartida da sua aquisição numerário.

As diferenças de consolidação apuradas nas aquisiões acima referidas, foram alocadas na sua totalidade a "Diferenças de consolidação", por ainda não se encontrar concluído o processo de imputação de justo valor.

O detalhe do exercício de imputação de justo valor aos activos e passivos adquiridos pode ser resumido como se segue:

Valor de balanço
dos activos e
passivos
adquiridos antes
da aquisição
Ajustamentos
de justo valor
Justo valor
Activos líquidos adquiridos:
Activos fixos tangíveis
Activos intangíveis
Inventários
Clientes e outros devedores
Caixa e seus equivalentes
Empréstimos bancários
Fornecedores e credores diversos
324.240
209.167
-
12.114
6.163
(556.008)
(6.164)
-
-
-
-
-
-
-
324.240
209.167
-
12.114
6.163
(556.008)
(6.164)
Outros (539)
(11.025)
-
-
(539)
(11.025)
Diferenças de consolidação geradas nas aquisições
Total do custo de aquisição
Valor de aquisição a liquidar em espécie
1.010.996
999.971
-
Total dos custos de aquisição liquidados em numerário 999.971
Fluxos de caixa resultantes das aquisições:
- Montante de caixa e seus equivalentes pago
- Montante de caixa e seus equivalentes nas empresas adquiridas
999.971
(6.163)
993.808

O movimento ocorrido na rubrica de "Diferenças de consolidação" no período findo em 31 de Março de 2010 e no exercício findo em 31 de Dezembro de 2009 é como se segue:

31 Março 2010 31 Dezembro 2009
Valor bruto
Saldo inicial 67.513.979 70.681.731
Aquisições de subsidiárias 1.010.996 8.978.238
Reduções resultantes do processo de imputação de justo valor
- SPEE 2 - (1.300.000)
- Ventania - (596.193)
Alterações resultantes da perda de controlo nas subsidiárias:
- Parque Eólico da Penha da Gardunha (1.627.073) -
- Grupo Prio Foods 26.700.864 -
Alienação de subsidiárias - (981.156)
Transferência para activos disponíveis para venda - -
Actualização cambial 921.879 3.693.784
Outros - (16.901)
Saldo final 94.520.645 67.513.979
Perdas de imparidade acumuladas
Saldo inicial 27.018.396 2.685.876
Perdas de imparidade do exercício (Nota 7) 7.975.609 24.332.520
Saldo final 34.994.004 27.018.396
Valor líquido no início do exercício 40.495.583 67.995.855
Valor líquido no final do exercício 59.526.640 40.495.583

O detalhe das "Diferenças de consolidação", com referência ao período findo em 31 de Março de 2010 e no exercício findo em 31 de Dezembro de 2009, pode ser analisado como se segue:

31 Março 2010
Valor Bruto Imparidades
acumuladas
Valor líquido Valor líquido
Grupo Prio Foods 26.700.864 - 26.700.864 -
Eviva S.A. 7.329.313 (3.606.487) 3.722.826 7.329.313
Macquarie 16.021.220 (9.237.420) 6.783.800 6.246.877
Martifer Construções 5.448.792 - 5.448.792 5.448.792
Martifer Metallic Constructions 4.127.466 - 4.127.466 4.127.466
Sassall Glass & Joinery 4.310.964 - 4.310.964 3.969.760
Parque Eólico Penha da Gardunha 2.046.312 - 2.046.312 3.673.386
Ventinveste 473.525 - 473.525 -
Energia Wiatrowa 2.395.170 (2.395.170) - 1.857.699
Navalria 1.618.675 - 1.618.675 1.618.675
Martifer Solar 1.493.776 - 1.493.776 1.493.776
Bukowsko 796.974 (796.974) - 796.974
Eviva Rumsko 637.197 - 637.197 637.197
Eviva Drzezewo 634.959 - 634.959 634.959
Eviva Gizalki 602.432 (602.432) - 602.432
IWP 574.545 (574.545) - 574.545
A & M 368.105 - 368.105 344.418
Eviva Redecin 232.945 - 232.945 232.945
Premium Management 207.077 - 207.077 200.267
Home Energy II 154.280 - 154.280 154.280
Sassall Aluminium Pty Ltd 167.477 - 167.477 154.221
Eviva Gac 148.633 - 148.633 148.633
Eviva Zebowo 148.633 - 148.633 148.633
PVI 72.205 - 72.205 72.205
MGI 8.373 - 8.373 8.373
Martifer GmbH 6.026 - 6.026 6.026
RDS Farmers Seeds 6.000 - 6.000 6.000
M City Bialystok 4.733 - 4.733 4.733
Eviva Bippen 3.000 - 3.000 3.000
Clean Energy Solutions 1.595.582 (1.595.582) - -
Eviva Energy SR.L. 9.368.124 (9.368.124) - -
Eviva GmbH 5.587 (5.587) - -
Eviva S.R.O. 1.656.260 (1.656.260) - -
Solar Parks 2.685.876 (2.685.876) - -
Total Natural 509.173 (509.173) - -
Vesto 17.895 (17.895) - -
Pro Wind 61.835 (61.835) - -
Ground Investment 1.630.768 (1.630.768) - -
Silverton 249.875 (249.875) - -
94.520.645 (34.994.004) 59.526.640 40.495.583

12. ACTIVOS INTANGÍVEIS

Esta rubrica é analisada como segue:

31 Março 2010 31 Dezembro 2009
Valor bruto:
Software e outros direitos 48.009.967 46.579.990
Activos intangíveis em curso 10.358.744 13.461.339
Adiantamentos por conta de activos intangíveis 3.948.881 4.785.551
62.317.592 64.826.880
Amortizações acumuladas e imparidades:
Software e outros direitos 10.514.254 9.511.639
Activos intangíveis em curso - -
Adiantamentos por conta de activos intangíveis - -
10.514.254 9.511.639
Valor líquido 51.803.338 55.315.241

A informação relativa aos valores brutos do activo intangível, com referência aos trimestres findos em 31 de Março de 2010 e 2009 pode ser analisada como se segue:

31 Março 2009 Software e
outros direitos
Activos
intangíveis em
curso
Adiantamentos
por conta de
activos
intangíveis
Total
Saldo inicial 44.990.513 12.848.001 1.127.664 58.966.178
Aumentos 45.642 2.940.582 1.487.980 4.474.204
Alienações e abates (24.133) - - (24.133)
Diferenças cambiais (12.665) 357.324 49.478 394.137
Variação de perímetro (9.023) - - (9.023)
Transferências e outros movimentos 838 - 24.667 25.505
44.991.172 16.145.908 2.689.788 63.826.868
31 Março 2010
Saldo inicial 46.579.990 13.461.339 4.785.551 64.826.880
Aumentos 1.389.689 1.025.503 - 2.415.192
Alienações e abates (1.259) - - (1.259)
Diferenças cambiais 41.308 808.658 - 849.966
Variação de perímetro (198) (85.219) (836.670) (922.087)
Perdas de imparidade (nota 7) - (4.851.537) - (4.851.537)
Transferências e outros movimentos 436 - - 436
48.009.967 10.358.744 3.948.881 62.317.592

As perdas de imparidade registadas nos activos intangíveis em curso estão relacionadas com a incorporação nas perspectivas futuras dos projectos em curso, no segmento RE Developer, das recentes alterações de comportamento nos mercados financeiros mundiais.

A informação relativa aos valores das amortizações acumuladas dos activos intangíveis, com referência aos trimestres findos em 31 de Março de 2010 e 2009 pode ser analisada como se segue:

Software e
outros
direitos
Activos
intangíveis em
curso
Adiantamentos
por conta de
activos
intangíveis
Total
31 Março 2009
Saldo inicial 5.826.514 - - 5.826.514
Aumentos 802.933 - - 802.933
Alienações e abates (6.657) - - (6.657)
Diferenças cambiais (11.533) - - (11.533)
Variação de perímetro (2.621) - - (2.621)
Transferências e outros movimentos (4.453) - - (4.453)
6.604.184 - - 6.604.184
31 Março 2010
Saldo inicial 9.511.639 - - 9.511.639
Aumentos 998.468 - - 998.468
Alienações e abates (1.189) - - (1.189)
Diferenças cambiais 5.412 - - 5.412
Variação de perímetro (77) - - (77)
Transferências e outros movimentos - - - -
10.514.254 - - 10.514.254
Valor líquido:
31 Março 2009 38.386.988 16.145.908 2.689.788 57.222.684
31 Março 2010 37.495.712 10.358.744 3.948.881 51.803.338

13. ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS

Esta rubrica é analisada como segue:

31 Março 2010 31 Dezembro 2009
Valor bruto:
Terrenos e edifícios 139.146.033 129.925.778
Equipamentos 161.967.676 159.500.917
Activos fixos tangíveis em curso 96.333.979 97.441.061
Outros activos fixos tangíveis 94.059.898 92.638.317
491.507.585 479.506.073
Amortizações acumuladas e imparidades:
Terrenos e edifícios 24.174.759 22.979.302
Equipamentos 57.387.113 54.239.347
Activos fixos tangíveis em curso - -
Outros activos fixos tangíveis 5.317.557 4.095.579
86.879.429 81.314.229
Valor líquido 404.628.156 398.191.844

A informação relativa aos valores brutos do activo fixo tangível, com referência aos trimestres findos em 31 de Março de 2010 e 2009 pode ser analisada como se segue:

Activos fixos
Terrenos e
edifícios
Equipamentos tangíveis em
curso
Outras activos
fixos tangíveis
Total
31 Março 2009
Saldo inicial 95.510.504 134.166.436 121.041.577 54.363.349 405.081.865
Aumentos 275.090 2.526.071 36.841.992 821.395 40.464.548
Alienações e abates - (438.084) - (84.706) (522.790)
Diferenças cambiais (1.139.138) 76.312 (4.412.666) (124.385) (5.599.877)
Variação de perímetro - (168.279) (5.461.432) (929.651) (6.559.362)
Transferências e outros movimentos 7.941.945 8.446.684 (3.023.576) (13.398.758) (33.705)
102.588.400 144.609.140 144.985.894 40.647.244 432.830.679
31 Março 2010
Saldo inicial 129.925.778 159.500.917 97.441.061 92.638.317 479.506.073
Aumentos 2.048.627 1.207.864 3.135.067 93.165 6.484.723
Alienações e abates (30.001) (446.796) - (9.502) (486.299)
Diferenças cambiais 933.938 1.623.770 2.898.964 1.338.337 6.795.009
Variação de perímetro (612.592) (216.824) 28.967 (419) (800.868)
Transferências e outros movimentos 6.880.283 298.744 (7.170.080) - 8.948
139.146.033 161.967.676 96.333.979 94.059.898 491.507.585

O decréscimo verificado no investimento em activos tangíveis, face ao período homólogo, justifica-se na medida em que ficaram concluídos grande parte dos investimentos iniciados durante o exercício de 2009, tal como mencionado na nota 4 acima. O investimento registado no 1º trimestre de 2010 foi canalizado principalmente para a construção da nova fábrica de torres no Texas, EUA, no segmento de Equipamentos para Energia.

O valor registado em "Diferenças cambiais" respeita à transposição dos activos tangíveis expressos em moeda diferente do Euro que, com as recentes valorizações das moedas locais face ao Euro, tiveram um impacto positivo aquando da reexpressão desses activos para a moeda de relato.

A informação relativa aos valores das amortizações acumuladas de terrenos e edifícios, equipamentos, activos fixos tangíveis em curso e de outros activos fixos tangíveis, com referência aos trimestres findos em 31 de Março de 2010 e 2009 pode ser analisada como se segue:

Activos fixos
Terrenos e tangíveis em Outras activos
edifícios Equipamentos curso fixos tangíveis Total
31 Março 2009
Saldo inicial 18.815.909 42.323.498 - 1.143.095 62.282.503
Aumentos 949.140 2.979.678 - 355.995 4.284.813
Alienações e abates - (351.218) - (351.218)
Diferenças cambiais (73.119) (278.935) - 919 (351.135)
Variação de perímetro - (75.679) - (22) (75.701)
Transferências e outros movimentos - - - - -
19.691.931 44.597.344 - 1.499.987 65.789.261
31 Março 2010
Saldo inicial 22.979.302 54.239.347 - 4.095.579 81.314.229
Aumentos 1.148.773 3.181.313 - 1.177.525 5.507.610
Alienações e abates - (287.769) - - (287.769)
Diferenças cambiais 69.653 275.134 - 44.488 389.275
Variação de perímetro (22.969) (20.912) - (35) (43.916)
Transferências e outros movimentos - - - - -
24.174.759 57.387.113 - 5.317.557 86.879.429
Valor líquido:
31 Março 2009 82.896.470 100.011.796 144.985.894 39.147.257 367.041.418
31 Março 2010 114.971.274 104.580.563 96.333.979 88.742.341 404.628.156

O crescimento das amortizações do período em equipamentos à data de 31 de Março de 2010 resulta dos investimentos realizados em unidades industriais e em activos de geração eléctrica, nos períodos anteriores.

14. INVESTIMENTOS FINANCEIROS EM EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL

Em 31 de Março de 2010 e em 31 de Dezembro de 2009, a composição dos valores referentes a investimentos financeiros em equivalência patrimonial é como se segue:

31 Março 2010 31 Dezembro 2009
Grupo Prio Energy 5.262.965 -
WHS Energy Services 6.626 1.968
Green Vouga - -
Power Blades - 88.501
Global Façade Systems 4.956 -
5.274.547 90.469

15. INVESTIMENTOS FINANCEIROS DISPONÍVEIS PARA VENDA

Em 31 de Março de 2010 e em 31 de Dezembro de 2009, a composição dos valores referentes a investimentos financeiros disponíveis para venda é como se segue:

31 Março 2010 31 Dezembro 2009
EDP - Energias de Portugal, S.A. 52.091.100 55.011.600
Outros 90.046 34.968
52.181.146 55.046.568

Em 31 de Março de 2010, o Grupo detinha 17.700.000 acções da EDP – Energias de Portugal, S.A., correspondente a 0,48% do capital social dessa sociedade. A variação do justo valor desta participação foi registada na rubrica "Reservas de justo valor – Investimentos financeiros disponíveis para venda" na demonstração do rendimento integral. O justo valor desta participação financeira foi apurado de acordo com a cotação da Euronext a 31 de Março de 2010.

O movimento ocorrido nos períodos findos em 31 de Março de 2010 e em 31 de Dezembro de 2009 na rubrica de "Investimentos financeiros disponíveis para venda" foi como se segue:

31 Março 2010 31 Dezembro 2009
Saldo inicial 55.046.568 48.394.186
Aquisições - -
Alienações - -
Variações de justo valor (2.920.500) 7.310.100
Outras variações 55.078 (657.718)
52.181.146 55.046.568

Os investimentos financeiros disponíveis para venda não têm uma maturidade definida.

16. INVENTÁRIOS

A informação relativa a inventários com referência aos períodos findos em 31 de Março de 2010 e em 31 de Dezembro de 2009, pode ser analisada como se segue:

31 Março 2010 31 Dezembro 2009
Matérias primas, subsidiárias e de consumo 18.768.820 21.017.753
Produtos e trabalhos em curso 3.629.516 6.157.728
Mercadorias 17.039.915 16.954.342
Produtos acabados e intermédios 3.947.979 2.395.056
Adiantamentos por conta de compras 4.646.390 4.646.590
48.032.620 51.171.469

A variação ocorrida no valor dos "Inventários – Matérias-primas, subsidiárias e de consumo" diz, principalmente, respeito à evolução dos preços do aço e do alumínio no mercado internacional e que afectou a sua valorização no segmento de Construção Metálica, apesar de nos últimos meses se registar uma inversão de tendência.

17. OUTROS ACTIVOS CORRENTES

Em 31 de Março de 2010 e em 31 de Dezembro de 2009, a rubrica "Outros activos correntes" pode ser analisada como se segue:

31 Março 2010 31 Dezembro 2009
Acréscimos de proveitos
Trabalhos por facturar (contratos de construção) 103.077.404 76.799.761
Juros a receber 123.728 33.850
Outros acréscimos de proveitos 2.397.820 3.146.472
105.598.953 79.980.083
Custos diferidos
Seguros 1.402.859 824.887
Rendas pagas antecipadamente 1.097.872 970.318
Outras despesas plurianuais pagas antecipadamente 5.862.893 4.298.910
8.363.624 6.094.115
113.962.577 86.074.198

A variação ocorrida na rubrica "Trabalhos por facturar (contratos de construção)" respeita, essencialmente, ao valor dos trabalhos de construção da fábrica de extracção na Roménia que, em resultado da perda de controlo do Grupo na participada Prio Extractie, deixou de ser eliminado no processo de consolidação.

18. CAPITAL SOCIAL E RESERVAS

O capital social da Martifer SGPS, totalmente subscrito e realizado, em 31 de Março de 2010, ascende a Euro 50.000.000 e é representado por 100.000.000 de acções ao portador com um valor nominal de 50 cêntimos cada. Todas as acções têm os mesmos direitos, correspondendo um voto por cada acção.

Em 31 de Março de 2010, o capital social do Grupo é detido em 41,70% pela I"M SGPS, S.A., 37,5% pela Mota-Engil SGPS, S.A. encontrando-se os restantes 20,80% dispersos em Bolsa.

19. EMPRÉSTIMOS

Os montantes relativos a empréstimos, com referência aos períodos findos em 31 de Março de 2010 e em 31 de Dezembro de 2009, são como se segue:

entre 3 e 5 a mais de 5
31 Dezembro 2009 até 1 ano a 2 anos anos anos Total
Dívidas a instituições de crédito:
Empréstimos bancários 58.301.844 21.043.200 45.284.545 29.580.783 154.210.371
Descobertos bancários 29.924.500 - - - 29.924.500
Contas caucionadas 22.647.000 - - - 22.647.000
Outros empréstimos obtidos:
Emissões de papel comercial 128.000.000 - - - 128.000.000
Outros empréstimos 23.072.776 413.056 413.056 74.524.577 98.423.466
261.946.120 21.456.256 45.697.601 104.105.360 433.205.337
entre 3 e 5 a mais de 5
31 Março 2010 até 1 ano a 2 anos anos anos Total
Dívidas a instituições de
crédito:
Empréstimos bancários 62.516.008 23.060.939 44.703.632 28.135.661 158.416.240
Descobertos bancários 43.118.119 - - - 43.118.119
Contas caucionadas
45.288.938 - - - 45.288.938
Outros empréstimos obtidos:
Emissões de papel comercial 131.000.000 - - - 131.000.000
Outros empréstimos 27.551.681 - - 11.931.156 39.482.838

20. PROVISÕES

A informação relativa a provisões, com referência ao período findo em 31 de Março de 2010 pode ser detalhada como se segue:

Saldo inicial Aumento Variações de perímetro,
diferenças cambiais e
transferências
Saldo final
Garantias de qualidade 3.376.088 - - 3.376.088
Processos judiciais em curso 322.294 - - 322.294
Aplicação de equivalência patrimonial 2.859.853 1.273.278 23.943.792 28.076.922
Outras 957.121 49.963 15.348 1.022.432
7.515.356 1.323.240 23.959.140 32.797.737

A perda de controlo nas subsidiárias do Grupo Prio Foods e a sua consequente consolidação pelo método de equivalência patrimonial, originou o reconhecimento inicial de uma provisão no montante de Euro 26.701.697 e respectivo reforço em Euro 1.224.401, durante o trimestre.

21. OUTROS PASSIVOS CORRENTES

A informação relativa aos outros passivos correntes, com referência aos períodos findos em 31 de Março de 2010 e 31 de Dezembro de 2009 é como se segue:

31 Março 2010 31 Dezembro 2009
Acréscimos de custos
Encargos com férias e subsídios de férias 7.367.299 6.073.039
Juros a liquidar 1.324.206 860.774
Produção efectuada por subempreiteiros não facturada 681.627 593.354
Outros acréscimos de custos 6.067.648 6.643.405
15.440.779 14.170.571
Proveitos diferidos
Facturação antecipada (relativa a contratos de construção) 31.673.051 18.668.090
Subsídios ao investimento 1.032.291 1.063.716
Outros proveitos diferidos 982.693 4.929.436
33.688.035 24.661.242
49.128.814 38.831.813

A variação ocorrida na rubrica "Facturação antecipada (relativa a contratos de construção)" resulta, essencialmente, da contratualização das novas obras em Cabo Verde pelo segmento Solar, e ainda pela facturação da Navalria à Douro Azul, por conta da encomenda do navio hotel, no segmento Equipamentos para Energia.

22. PLANOS DE REMUNERAÇÃO COM ACÇÕES

O Grupo Martifer implementou um programa de stock options, nos termos aprovados pela Assembleia Geral, aplicável a alguns colaboradores, com vista a incentivar a criação de valor.

O movimento do plano de stock options é analisado como segue:

Movimento nas
opções
Preço médio de
exercício por
acção
Saldo em 31 de Dezembro de 2009 404.770 3,84
Opções exercídas
Opções atribuídas
-
-
Saldo em 31 de Março de 2010 404.770 3,84

23. TRANSACÇÕES COM PARTES RELACIONADAS

As participadas do Grupo têm relações entre si que se qualificam como transacções com partes relacionadas. Todas estas transacções são efectuadas a preços de mercado.

Nos procedimentos de consolidação estas transacções são eliminadas, uma vez que as demonstrações financeiras consolidadas apresentam informação da detentora e das suas subsidiárias como se de uma única empresa se tratasse.

Para além das transacções correntes, umas relativas a trabalhos de construção civil efectuadas com empresas do Grupo Mota-Engil e outras associadas à gestão dos projectos imobiliários levada a cabo por empresas do Grupo Estia, não existiram no período findo em 31 de Março de 2010 outras transacções significativas mantidas com entidades relacionadas.

Adicionalmente, e para além das empresas incluídas na consolidação (Nota 2), procede-se à apresentação de uma listagem das partes relacionadas do Grupo Martifer:

Aenor – Auto-Estradas do Norte, S.A. ("Aenor") Aenor Douro - Estradas do Douro Interior, S.A. ("ADI") ALMINA, SA Ambigere, S.A. ("Ambigere") Ambilital – Investimentos Ambientais no Alentejo, EIM. ("Ambilital") Aqualevel ("Aqualevel") Áreagolfe - Gestão, Construção e Manutenção de Campos de Golf, S.A. ("Areagolfe") Ascendi - Concessões de Transportes, SGPS, S.A. ("Ascendi SGPS") Ascendi-Serv. Assessoria Gestão Operação, S.A. ("Ascendi SA") Asinter – Comércio Internacional, Lda. ("Asinter") Aurimove – Utilidades, Equip. e Invest. Imobiliários, Lda. ("Aurimove") Auto Sueco Angola, S.A. ("Auto Sueco Angola") BAY 6.3 KFT BAY OFFICE, KFT BAY PARK, KFT BAY TOWER, KFT BAY WELNESS, KFT Beiratir - Terminais da Covilhã, Lda. ("Beiratir") Berd - Projecto Investigação e Engenharia de Pontes, SA ("Berd") Bergamon, A.S. Bicske Plaza Kft. ("Bicske Plaza") Calçadas do Douro - Sociedade Imobiliária, Lda. ("Calçadas do Douro") Carlos Augusto Pinto dos Santos & Filhos S.A. ("CAPSFIL") CHINALOG - Serviços Logísticos e Consultadoria, Lda. ("CHINALOG") Cimertex & Companhia- Comércio Equip. e Ser. Técnicos, Lda. ("Cimertex & Companhia") Cimertex Angola – Sociedade de Máquinas e Equipamentos, Lda. ("Cimertex Angola") Citrave - Centro Integrado de Resíduos de Aveiro, S.A. Citrup – Centro Integrado de Resíduos, Lda. ("Citrup") CITYPROFIT-INV.IMOBILIARIOS E TURISTICOS, LDA Companhia Portuguesa de Trabalhos Portuários e Construções, S.A. ("CPTP") Concesionaria Autopista Perote Xalapa SA DE CV ("COPEXA") Construcciones Crespo, SA ("Crespo") Corgimobil - Empresa Imobiliária das Corgas, Lda. ("Corgimobil") Correia & Correia, Lda. ("Correia & Correia") Cosamo, PTY ("Cosamo") DETALHES URBANOS, SA Dmowskiego Project Development E.A.Moreira - Agentes de Navegação, S.A. ("E.A. Moreira") Ecodetra – Sociedade de Tratamento e Deposição de Resíduos, S.A. ("Ecodetra") Ecolezíria - Empresa Intermunicipal para o Tratamento de Resíduos Sólidos, E. I. M. ("Ecolezíria") Edifício Mota Viso – Soc. Imobiliária, Lda. ("Mota Viso") Edifícios Galiza - Sociedade Imobiliária, Lda ("Ed. Galiza") Edipainel – Utilidades, Equipamentos e Investimentos Imobiliários, Lda. ("Venimove") Ekosrodowisko Spółka z.o.o. ("Ekosrodowisko") EMASA, Lda. ("EMASA") Emocil – Empresa Moçambicana de Construção Imobiliária ("Emocil") Empresa Agrícola e Florestal Portuguesa, S.A. ("Empresa Agrícola") EMSA – Empreendimentos e Exploração de Estacionamentos, S.A. ("EMSA") Engber Kft. Engil – Construtora do Tâmega, ACE, S.A. ("Engil Tâmega ACE") Engil, S.A. – Bau, GmbH ("Engil Bau") Enviroil – Resíduos e Energia, Lda. ("Enviroil") EPDM-EMP.PERFURAÇÃO E DESENVOLVIM. MINEIRO, SA Equimetragem - Operação e manutenção de infra. de transportes, Lda. ("Equimetragem") ESTIA DEVELOPMENT, LDA ESTIA R&W, SRL

ESTIALIVING RESIDENCIA DE AVEIRO, SA ESTIALIVING RESIDENCIA DE VIANA, SA ESTIALIVING, SA Fabritubo - Tubos Pressocentrifugados de Betão, Lda. ("Fabritubo") FERREIROS & ALMEIDA, SA Ferrovias Brasil, Lda. ("Ferrovias Brasil") Ferrovias e Construções, S.A. ("Ferrovias") Gestiponte - Operação e Manutenção das Travessias do Tejo, S.A. Glan Agua, Ltd ("Glanagua") GLOBAL MINING SGPS, SA Grossiman, S.L. ("Grossiman") GT - Investimentos Internacionais SGPS, SA ("GT SGPS") Haçor, Conc. Edifício do hospital da ilha terceira, SA Hifer Construcción Conservación y Servicios, S.A. ("Hifer") Holdinorte - Sociedade Imobiliária do Norte, Lda. ("Holdinorte") Hungária Hotel Kft. Achat (" Hotel Achat Hungria") IBERCARGO Rail, S.A. Iberfibran - Poliestireno Extrudido, S.A. ("Iberfibran") Icer – Indústria de Cerâmica, Lda. ("Icer") IM MINING SGPS, SA IM SERVIÇOS DE GESTÃO, LDA IM SGPS, SA Imosines – Sociedade Imobiliária, Lda. ("Imosines") Indaqua – Indústria e Gestão de Águas, S.A. ("Indaqua") Indaqua Fafe – Gestão de Águas de Fafe, S.A. ("Indaqua Fafe") Indaqua Feira - Indústria de Águas de Santa Maria da Feira, S.A. ("Indaqua Feira") Indaqua Matosinhos - Gestão Águas de Matosinhos, S.A. ("Indaqua Matosinhos") Indaqua Santo Tirso – Gestão de Águas de Santo Tirso, S.A. ("Indaqua St. Tirso") Indaqua Vila do Conde - Gestão de Águas de Vila do Conde, S.A. ("Indaqua Conde") Indimo, Lda ("Indimo") Inovia, Serviços Ferroviários ACE, S.A. ("Inovia") INVESPOR HOLDING, BV InvestAmbiente - Recolha de Resíduos e Gestão de Sistemas de Saneamento Básico, S.A. ("Investambiente") Jasz-Vasut, Kft Jeremiasova Project Development, s.r.o. Kilińskiego Project Development Sp. z o.o. ("Kilin") Kordylewskiego Project Development Sp. z o.o. ("Kord") Kozielska Sp. z o.o. ("Kozielska") Largo do Paço – Investimentos Turísticos e Imobiliários, Lda. ("Largo do Paço") Liscont - Operadores de Contentores, S.A. ("Liscont") Lisprojecto - Consultoria e Soluções Informáticas, S.A. ("Lisprojecto") Logz - Atlantic Hub, S.A. Lokemark - Soluções de Marketing ("Lokemark") LusoLisboa - Auto-Estradas da Grande Lisboa, S.A. ("LusoLisboa") Lusoponte – Concessionária para a Travessia Tejo, S.A. ("Lusoponte") Lusoscut – Auto-Estradas do Grande Porto, S.A. ("Lusoscut GP") Lusoscut – Auto-Estradas da Costa de Prata, S.A. ("Lusoscut CP") Lusoscut – Auto-Estradas das Beiras Litoral e Alta, S.A. ("Lusoscut BLA") MAGNUM CAP - ELECTRICAL POWER STORAGE, LDA Mamaia Investments, SRL Manvia - Manutenção e Exploração de Instalações e Construção, S.A. ("Manvia") Matiprel – Materiais Pré-Esforçados, Lda. ("Matiprel") M-CITY LEGNICA, SP ZOO M-CITY SZCZECIN, SP ZOO ME- Central Europe SA ME- Investitii AV s.r.l. ("ME-Investitii") ME- Kruszywa S.A. ("ME-Kruszywa") ME- Property Investments Sp. z o.o. ME- Real Estate Management MEGAJOULE II - CONSULTORIA EM ENERGIAS RENOVAVEIS, SA MEGAJOULE INOVAÇÃO, LDA MEIC- Mota-Engil Ireland Construction Limited ("MEIC") MESP- Mota Engil , Serviços Partilhados, Administrativos e de Gestão, S.A. ("MESP") Metroepszolg, Zrt ("Metroepszolg") MI2 SP ZOO Mil e Sessenta – Sociedade Imobiliária, Lda. ("Mil e Sessenta") M-Invest Barrandov, a.s. ("Barrandov") M-Invest Bohdalec, A.S. ("Bohdalec") M-Invest Devonska, s.r.o. ("M-Invest Devonska") M-Invest Jihlavska, A.S. ("Jihlavska") M-Invest Portugalia, s.r.o. ("M-Invest Portugalia") M-Invest Slovakia Mierova , s.r.o. ("Mierova") M-Invest Slovakia Trnavska, s.r.o. ("Trnavska") M-Invest Slovakia, s.r.o. ("M-Invest Slovakia") M-Invest, sro ("M-Invest") MKContractors, LLC ("MKC")

ESTIA SGPS, SA

Moravské Pozemní Stavby, s.r.o. ("MPS") Mota Engil, SGPS, S.A., Sociedade Aberta (" Mota-Engil SGPS") Mota Internacional – Comércio e Consultadoria Económica, Lda. ("Mota Internacional") Mota Maurícias, Lda. ("Mota Maurícias") Motadómus - Sociedade Imobiliária, Lda. ("Motadómus") Mota-Engil Betão e Pré-Fabricados, Sociedade Unipessoal, Lda. ("ME Betão e Pré-Fabricados") Mota-Engil Brasil Participações, Ltda. ("Mota-Engil Brasil") Mota-Engil Central Europe SGPS, S.A. ("ME Central Europe") Mota-Engil Concessões de Transportes, SGPS, S.A. ("MECT") Mota-Engil Engenharia e Construção, S.A. ("Mota-Engil Engenharia") Mota-Engil Florida Investments Corp.("Mota-Engil Florida") Mota-Engil II, Gestão, Ambiente, Energia e Concessões de Serviços, S.A. ("MEASII") Mota-Engil Irish Services Ltd ("MEIS") Mota-Engil Magyarország, Rt ("Mota-Engil Magyarország") Mota-Engil Pavimentações, S.A. ("ME-Pavimentações") Mota-Engil Project 1 Kft. ("GOD") Mota-Engil Real Estate Hungary Kft ("Merehun") Mota-Engil Real Estate Portugal, S.A. ("ME Real Estate Portugal") Mota-Engil S.Tomé e Principe ("ME S.Tomé") Mota-Engil Slovakia, a. s. ("ME Eslováquia") Mota-Engil Srodowisko, Sp. z.o.o. ("MES") Mota-Engil, Ambiente e Serviços, SGPS, S.A. ("Mota-Engil Ambiente e Serviços") MTO GMBH MTS – Metro, Transportes do Sul, S.A. ("MTS") Multiterminal - Soc. De Estiva e tráfego, S.A. ("Multiterminal") Nádor Öböl Kft. NANA FUNDULEA PROJECT DEV., BV Norcargas - Cargas e Descargas, Lda. ("Norcargas") Nortedómus, Lda. ("Nortedómus") Nova Beira - Gestão de Resíduos, S.A. ("Nova Beira") Novaflex - Técnicas do Ambiente, S.A. ("Novaflex") OBOL INVEST, KFT OBOL XI, KFT Operadora Douro Interior - Operação e Manutenção Rodoviária, S.A. ("ODI") Operadora GL - Operação e Manutenção de Auto-Estradas, S.A. ("Operadora LusoLisboa") Operadora Lusoscut CP – Operação e Manutenção de Auto-Estradas, S.A. ("Operadora Lusoscut CP") Operadora Lusoscut BLA – Operação e Manutenção de Auto-Estradas, S.A. ("Operadora Lusoscut BLA") Operadora Lusoscut GP – Operação e Manutenção de Auto-Estradas, S.A. ("Operadora Lusoscut GP") Operanor – Operação e Manutenção de Auto-Estradas, S.A. ("Operanor") Operport - Sociedade Portuguesa de Operadores Portuários, Lda. ("Operport") Parquegil - Planeamento e Gestão de Estacionamento, S.A. ("Parquegil") Piastowska Project Development Sp. z o.o. ("Piastowska") Planinova – Sociedade Imobiliária, S.A. ("Planinova") PLAZA CENTER, SA PORTHOLD PROJECT DEV., BV Prefal – Préfabricados de Luanda, Lda. ("Prefal") Probigalp Ligantes Betuminosos, S.A. ("Progalp") Proempar - Promoção e Gestão de Parques Empresariais e Tecnológicos, S.A. ("Proempar") PROMODOIS, SA PROMODOZE, SA PROMOJEDEN, SA PROMOVINTE, SA PTT - Parque Tecnológico do Tâmega ("PTT") QUARTZOLITA-MINAS, GEOTECNIA E CONSTRUÇÕES, SA Real Verde - Técnicas de Ambiente, S.A. ("Real Verde") Realmota, sro ("Realmota") Relevante Função - Gestão e Valorização Resíduos, Lda ("Relevante Função") Rentaco - Equipamentos de Construção, Transportes, Combustíveis e Serviços, Sociedade Unipessoal, Lda. ("Rentaco") Rentaco Angola ("Rentaco Angola") Resiges - Gestão de Resíduos Hospitalares, Lda. ("Resiges") Resilei – Tratamento de Resíduos Industriais, Lda ("Resilei") Rima – Resíduos Industriais e Meio Ambiente, S.A. ("Rima") RO SUD, SRL RTA - Rio Tâmega, Turismo e Recreio, S.A. ("RTA") Sadomar - Ag. de Naveg. e Trânsitos, S.A. ("Sadomar") Sadoport - Terminal Marítimo do Sado, S.A. ("Sadoport") Sampaio Kft. Sealine - Navegação e Afretamentos ("Sealine") Sedengil – Sociedade Imobiliária, Lda. ("Sedengil") Sefimota, A.S. ("Sefimota") SGA – Sociedade de Golfe de Amarante, S.A. ("SGA") SIGA - Serviço Integrado Gestão Ambiental ("Siga") SLPP - Serviços Logísticos de Portos Portugueses, S.A. ("SLPP") Socarpor - Soc. Cargas Port. (Aveiro), S.A. ("Socarpor Aveiro") Socarpor - Soc. Gestora de Participações Sociais (Douro e Leixões), S.A. ("Socarpor SGPSD/L")

Sociedade de Terminais de Moçambique, Lda Sołtysowska Project Development Sp. z o.o. ("Soltysowska") Sonauta-Sociedade de Navegação, Lda. ("Sonauta") SOSEL-CORRECTORES DE SEGUROS, SA Sotagus - Terminal de Contentores de Santa Apolónia, S.A. ("Sotagus") SRI - Gestão de Resíduos, Lda ("SRI") SUMA – Serviços Urbanos Meio Ambiente, S.A. ("SUMA") SUMA (Douro) Serviços Urbanos e Meio Ambiente, Lda. ("SUMA Douro") SUMA (Esposende) Serviços Urbanos, Lda. ("SUMA Esposende") SUMA (Matosinhos) Serviços Urbanos, S.A. ("SUMA Matosinhos") SUMA (Porto) - Serviços Urbanos e Meio Ambiente, S.A. ("SUMA Porto") Tabella Holding, BV ("Tabella") Takargo-Trasporte de Mercadorias, S.A. ("Takargo") TCL - Terminal de Contentores de Leixões, S.A. ("TCL") Tecnocarril – Sociedade de Serviços Industriais e Ferroviários, Lda. ("Tecnocarril") TEN - Tráfego e Estiva do Norte, SA ("TEN") Terminais Portuários Euroandinos Ternor - Sociedade de Exploração de Terminais, S.A. ("Ternor") Tersado - Terminais Portuários do Sado, S.A. ("Tersado") Tertir - Concessões Portuárias, SGPS, S.A. ("Tertir SGPS") Tertir - Terminais de Portugal, S.A. ("Tertir") Tetenyi Project Development Kft ("Tetenyi") Tracevia – Sinalização, Segurança e Gestão de Tráfego, Lda. ("Tracevia") Tracevia Angola ("Tracevia Angola") Transitex - Trânsitos Extremadura, SL ("Transitex Espanha") Transitex Moçambique, Lda (" Transitex Moçambique") Transitiber - Logística e Transporte Internacional, S.A. ("Transitiber") Transitos de Extremadura S.L. Transitex Lietuvos filialas("Transitex Lituânia") Translei, S.A. ("Translei") Transporlixos - Transportes de Lixos, S.A..("Transporlixos") Tratofoz- Sociedade de Tratamento de Resíduos, S.A.("Tratofoz") Tratoser – Tratamento e Serviços Ambientais, S.A. ("Tratoser") Traversofer - Industrie et Services Ferroviaires SARL ("Traversofer") Triu - Técnicas de Resíduos Industriais e Urbanos, S.A. ("Triu") TTRM, Transferência e Triagem de Resíduos da Madeira ACE ("TTRM") Turalgo-Sociedade de Promoção Imobiliária e Turística do Algarve, S.A. ("Turalgo") VBT - Projectos e Obras de Arquitectura Paisagística, Lda ("VBT") Vibeiras – Sociedade Comercial de Plantas, S.A. ("Vibeiras") Vista Energy Environment & Services ("Vista SA") Vista Waste Management, Lda Vortal – Comércio Electrónico, Consultadoria e Multimédia, S.A. ("Vortal") WIDELAND VISION, LDA Wilanow Project Development SP. Z.o.o. ("Wilanow") Wilenska Project Development Sp. z.o.o. ("Wilenska") Zöld-Project 2 Kft. ("GOD 2") Zsombor Utcai Kft. ("Zsombor")

24. JOINT VENTURES

Em 31 de Março de 2010 e em 2009, o contributo das empresas conjuntamente controladas para as demonstrações financeiras consolidadas anexas, antes de eliminações intra-grupo, é como se segue:

31 Março 2010 31 Dezembro 2009
Activos correntes 30.222.535 30.715.268
Activos não correntes 51.906.583 50.400.839
Passivos correntes 19.875.435 29.819.597
Passivos não correntes 51.898.719 44.767.865
1º Trimestre 2010 1º Trimestre 2009
Total de proveitos 4.243.414 14.527.848
Total de custos 3.423.883 14.299.550
Contribuição para o resultado líquido do período 696.719 (761)

25. EVENTOS SUBSEQUENTES

No dia 7 de Abril de 2010, foi aprovada em Assembleia Geral de Accionistas, a distribuição de dividendos aos accionistas sobre o resultado líquido do exercício de 2009 no montante de 10 milhões de euros, sendo o respectivo valor por acção de Euro 0,10. O pagamento destes dividendos foi efectuado no dia 5 de Maio de 2010.

26. APROVAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

Estas demonstrações financeiras foram aprovadas pelo Conselho de Administração em 20 de Maio de 2010.

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Oliveira de Frades, 20 de Maio de 2010

O Técnico Oficial de Contas A Administração

Lourenço Santos Matos Carlos Manuel Marques Martins

__________________________________ Jorge Alberto Marques Martins

__________________________________ Arnaldo José Nunes da Costa Figueiredo

__________________________________ Luís Filipe Cardoso da Silva

__________________________________ Mário Jorge Henriques Couto

__________________________________ Luís Valadares Tavares

__________________________________ Jorge Bento Ribeiro Barbosa Farinha