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Litho Formas Portuguesa Interim / Quarterly Report 2004

Sep 23, 2004

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Interim / Quarterly Report

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LITHO FORMAS PORTUGUESA

Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A.- Sociedade Aberta Sede: Rua D. Nuno Álvares Pereira - Vale de Figueira – 2695-748 s. João da Talha Mat. na Conservatória Registo Comercial de Loures sob o nº 1848 - Contribuinte nº 500166773

RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Exmos Senhores Accionistas,

De acordo com os preceitos legais e com o previsto nos estatutos submetemos à apreciação de Vas. Exas., o Relatório, o Balanço, a Demonstração de Resultados e respectivos anexos relativos ao 1º Semestre do Ano de 2004, assim como as contas consolidadas referentes ao universo de empresas liderado pela Litho Formas Portuguesa.

Introdução

A situação económica no nosso País não sofreu uma evolução positiva relativamente ao a 2003 neste período, continuando a verificar-se um clima recessivo que naturalmente obriga os agentes económicos a tomarem atitudes conservadoras quanto ao investimento o que implicitamente afecta todas as industrias de suporte como é o caso da indústria gráfica. Consciente deste facto a Administração voltou a encetar um plano de reformulação da actividade do qual daremos conta neste relatório.

Actividade Comercial

O primeiro semestre de 2004 foi marcado pela introdução a nível da oferta da Litho Formas Portuguesa de um conjunto de soluções baseadas em Impressão Digital, das quais a mais relevante foi sem dúvida a Produção de Bilhetes para o Campeonato Europeu de Futebol EURO2004. Já tínhamos referido no nosso Relatório relativo ao Exercício de 2003, a realização de importantes investimentos na área de impressão Digital, uma especialidade de importância crescente onde a nossa Empresa revela já nesta altura competências que a diferenciarão das suas congéneres no Mercado. O reforço da estratégia comercial nesta área é um dos nossos objectivos actuais.

Assim o valor de vendas neste período atingiu os €4 milhões o que significa mais 11,6% que o valor registado no 1º semestre de 2003.

De todos os grupos que constituem a oferta da Empresa, só se verificou uma redução de vendas no Offset Comercial, em parte devido ao facto de no ano anterior se ter verificado a ocorrência de uma encomenda não recorrente. Os formulários de computador que são o negócio principal da Litho Formas Portuguesa mantiveram-se ao nível do ano anterior, ainda que se continue a verificar uma

redução importante destes produtos no Mercado. A razão da manutenção das vendas deve-se principalmente ao facto de alguns concorrentes de pequena dimensão estarem a abandonar este mercado, dedicando-se a outros segmentos da indústria gráfica.

As Etiquetas cresceram igualmente acima do crescimento de mercado o que revela estar a ser bem sucedido o esforço de penetração decidido pela Empresa.

Quanto aos mercados de destino, é importante mencionar o crescimento das vendas quer para França, quer para Espanha. Esperamos atingir o final do ano com uma taxa de crescimento significativa na Exportação.

Custo das vendas

O custo das vendas foi afectado com uma ocorrência não Operacional, em cerca de €83 mil, devida a custos com pessoal e que fazem parte do plano de reestruturação da empresa com vista à redução dos custos de operação, tendo neste semestre sido reduzido o numero de funcionários, de 112 para 106, isto apesar de se ter criado um novo departamento de produção. Por este motivo o custo global com pessoal foi 2,0% superior ao verificado em igual período do ano anterior.

O preço da matéria prima manteve-se estável no semestre, tendo contudo o seu peso relativo no custo das vendas aumentado, por via da pressão do mercado e consequente redução de margens.

Igualmente os fornecimentos e serviços terceiros sofreram um aumento de 24,5% por motivo de um conjunto de custos envolvendo prestações de serviço no âmbito do projecto EURO2004, tendo-se verificado ainda, um aumento importante com o custo de transportes devido ao aumento do petróleo e do peso das exportações nas vendas da empresa.

Apesar dos investimentos realizados, o custo com a depreciação cifrou-se em €225 mil , ligeiramente inferior ao valor verificado em 2003.

Investimentos

Neste semestre foram feitos investimentos importantes na área dos acabamentos e impressão digital.

No total foram investidos neste semestre, €285 mil , tendo-se recorrido principalmente a financiamento bancário na modalidade de Leasing.

Evolução dos Resultados

A Administração iniciou o Exercício de 2004 com um plano de reestruturação agressivo, o qual já levou à redução nesta altura de mais 6 colaboradores. De facto este plano prevê a reformulação da área comercial e reduções nalgumas funções de suporte, medidas que permitirão ajustar a empresa à realidade actual do Mercado, e que a breve trecho permitam de forma consistente operar com resultados positivos.

Assim o resultado operacional foi negativo em cerca de €69 mil , estando incluídos neste montante os já mencionados custos de rescisão com diversos funcionários, no valor de €83 mil, o que equivale a um cumprimento rigoroso do Orçamento, o qual apontava, excluindo a reestruturação, para um resultado operacional positivo de cerca de € 14 mil.

Os resultados financeiros são positivos no valor de €11 mil , e podem ser apreciados no quadro 45. Resultam na sua totalidade de ganhos obtidos com a transacção de títulos constantes no Portfolio da Litho Formas Portuguesa, o qual pode ser consultado no quadro 17 dos anexos, e onde se pode detalhadamente observar esta importante rubrica do activo da empresa.

Os resultados extraordinários, foram positivos em cerca de €36 mil , conforme se lê no quadro 46.

Consequentemente o resultado líquido é negativo em €24.078.

O Cash Flow no período foi de € 207 mil, melhor que em igual período de 2003, representando 5,15% das vendas.

Conclusões

Apesar do resultado líquido ter sido ainda negativo, é para nós satisfatório que esteja alinhado com a orçamento e plano de reestruturação aprovado. O resultado do mês de Julho foi novamente em linha com o previsto pelo que mantemos as nossas previsões já adiantadas no Relatório do Exercício de 2003, que aponta para um resultado operacional positivo perto do ponto de equilibrio, para um volume de vendas de cerca de 7,5 milhões de Euros.

Vale de Figueira, 30 de Agosto de 2004

O Conselho de Administração

Eng. Klaus Safeeld Presidente

Eng. Nuno Lourenço Pinheiro

Eng. João Manuel C. Martins Cabral Vogal

Balanço das Contas Individuais do 1º semestre de 2004

CÓDIGO DE CONTAS 2004 2003
AMORTIZAÇÕES
CE (1) POC ACTIVO BRUTO E PROVISÕES ACTIVO LÍQUIDO ACTIVO LÍQUIDO
ACTIVO ACUMULADAS
C IMOBILIZADO
I Imobilizações incorpóreas
1 431 Despesas de instalação 67.306 67.306
1 432 Despesas de investigação e desenvolvimento 61.976 61.976
2 433 Propriedade industrial e outros direitos 30.703 30.703
3 434 Trespasses 2.993 2.993 2.993
Subtotal 162.977 159.984 2.993 2.993
II Imobilizações corpóreas
1 421 Terrenos e recursos naturais 112.031 112.031 112.031
1 422 Edifícios e outras construções 1.753.286 1.207.977 545.308 613.247
2 423 Equipamento básico 9.887.583 8.809.618 1.077.966 946.835
2 424 Equipamento de transporte 418.194 400.751 17.442 40.033
33 425426 Ferramentas e utensíliosEquipamento administrativo 135.249563.247 91.937505.673 43.31157.573 37.51880.317
3 427 Taras e vasilhame 5.457 5.405 52 52
3 429 Outras imobilizações corpóreas 164.723 123.579 41.143 40.513
4 441/6 Imobilizações em curso 0 0 0 0
4 448 Adiantamentos por conta de imobilizações corpóreas 0 0 0 0
Subtotal 13.039.768 11.144.941 1.894.827 1.870.544
III Investimentos financeiros
1 4111 Partes de capital em empresas do grupo 72.557 72.557
5 4113+414+415 Títulos e outras aplicações financeiras 8.209 8.209 8.209
Subtotal 80.766 72.557 8.209 8.209
D CIRCULANTE
I Existências
1 36 Matérias-primas, subsidiárias e de consumo 554.508 554.508 653.311
23 3533 Produtos e trabalhos em cursoProdutos acabados e intermédios 148.05066.118 148.05066.118 200.51846.040
3 32 Mercadorias 49.044 49.044 61.838
Subtotal 817.720 0 817.720 961.706
II Dívidas de terceiros - curto prazo (b)
1 211 Clientes, c/c 2.057.753 2.057.753 1.794.232
1 212 Clientes, títulos a receber 0 9.033
1 218 Clientes cobrança duvidosa 340.864 316.716 24.148 47.589
3 253+254 Empresas do grupo 282.787 282.787 281.285
4 24 Estado e outros entes públicos 29.279 29.279 8.042
4 262+/6+/7+/8+221 Outros devedores 14.982 14.982 18.163
Subtotal 2.725.664 316.716 2.408.948 2.158.344
III Títulos negociáveis
3 1513+1523+153/9 Outros títulos negociáveis 1.290.079 6.580 1.283.499 1.197.083
Subtotal 1.290.079 6.580 1.283.499 1.197.083
IV Depósitos bancários e caixa
12+13+14 Depósitos bancários 86.365 86.365 65.400
11 Caixa 1.276 1.276 1.977
Subtotal 87.641 0 87.641 67.377
ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS
272 Custos diferidos 3.794 3.794 3.994
3.794 0 3.794 3.994
Total de amortizações 11.304.926
Total de provisões 395.85318.208.410 11.700.779 6.507.631 6.270.252
Total do Activo

Balanço das Contas Individuais do 1º Semestre de 2004

CÓDIGO DE CONTAS EXERCÍCIOS
CE (1) POC 2004 2003
CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO
A CAPITAL PRÓPRIO
I 51 Capital 2.500.000 2.500.000
52 Acções próprias
521 Valor nominal (60.505) (60.505)
522 Prémios e descontos 11.932 11.932
III 55 Ajustamento de partes de capital em filiadas e assoc. 37.550 37.550
56 Reservas de reavaliação 141.479 159.209
IV 57 Reservas:
1/2 571 Reservas legais 236.956 236.956
4 574 Reservas livres 1.363.343 1.363.343
4 579 Reservas especiais 134.087 134.087
V 59 Resultados Transitados (1.756.466) (1.510.172)
Subtotal 2.608.376 2.872.400
VI 88 Resultado líquido do exercicio (24.078) (30.124)
Total do capital próprio 2.584.298 2.842.276
PASSIVO
B Provisões para riscos e encargos
3 293/8 Outras provisões para riscos e encargos 227.075 227.075
227.075 227.075
C DÍVIDAS A TERCEIROS - Médio e longo prazo
2 231+12 Dívidas a instituições de crédito
8 239 Outros empréstimos obtidos
8 261 Fornecedores de Imobilizado, c/c 318.994 299.715
318.994 299.715
C DÍVIDAS A TERCEIROS - Curto prazo
1 231+12 Dívidas a instituições de crédito 983.179 641.674
4 221 Fornecedores, c/c 1.559.680 1.462.565
8 251+255 Outros accionistas (sócios) 8.290 8.290
8 2611 Fornecedores de Imobilizado, c/c 339.059 240.180
8 24 Estado e outros entes públicos 197.828 189.581
8 262+263+264 Outros credores
3.088.035 2.542.290
D ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS
273 Acréscimos de custos 255.132 299.393
274 Proveitos diferidos 16.610 35.292
276 Impostos diferidos passivos 17.486 24.211
289.229 358.896
Total do passivo 3.923.333 3.427.976
Total do capital próprio e do passivo 6.507.631 6.270.252

Demonstração de Resultados das Contas Individuais do 1º Semestre de 2004

CÓDIGO DE CONTAS EXERCÍCIOS
CE (1) POC 2004 2003
A CUSTOS E PERDAS
2. a) 61 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas :
Mercadorias 296.375 305.433
Matérias 1.815.230 2.111.604 1.555.538 1.860.971
2. b) 62 Fornecimentos e serviços externos 671.897 593.334
3 Custos com o pessoal :
3. a) 641 + 642 Remunerações 655.405 669.878
3. b) Encargos Sociais :
643 + 644 Pensões
645 / 8 / 9 Outros 414.966 1.070.371 379.038 1.048.916
4. a) 66 Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo 224.566 246.195
4. b) 67 Provisões 224.566 246.195
5 63 Impostos 6.374 5.158
5 65 Outros custos e perdas operacionais 5.127 11.502 4.846 10.004
(A) 4.089.940 3.759.421
6 682 Perdas em empresas do grupo e associadas
6 683 + 684 Amort. e provisões de aplicações e investimentos financeiros 6.580
7 (2) Juros e custos similares :
Relativos a empresas do grupo
Outros 64.101 70.681 70.609 70.609
(C) 4.160.621 3.830.030
10 69 Custos e perdas extraordinários 8.918 2.393
(E) 4.169.539 3.832.423
8 + 11 86 Imposto sobre o rendimento do exercício 1.580 1.645
(G) 4.171.120 3.834.068
13 88 Resultado líquido do exercício -24.078 -30.124
4.147.041 3.803.944
B PROVEITOS E GANHOS
1 71 Vendas :
Mercadorias 363.852 396.488
Produtos 3.635.174 3.186.473
1 72 Prestações de serviços 3.999.027 3.582.961
2 (3) Variação da produção 15.948 38.527
3 75 Trabalhos para a própria empresa
4 73 Proveitos suplementares 6.000
4 74 Subsídios à exploração
4 76 Outros proveitos e ganhos operacionais 21.948 38.527
(B) 4.020.975 3.621.488
5 782 Ganhos em empresas do grupo e associadas
5 784 Rendimentos de participação de capital 12.434 26.193
6 (4) Rendimentos de títulos negociáveis e de outras apl financeiras :
Relativos a empresas do grupo
Outros
7 (5) Outros juros e proveitos similares :
Relativos a empresas do grupo
Outros 68.871 81.304 1.746 27.939
(D) 4.102.279 3.649.427
9 79 Proveitos e ganhos extraordinários 44.763 154.516
(F) 4.147.041 3.803.944
Resumo
Resultados operacionais :(B) - (A) = (68.966) (137.932)
Resultados financeiros :(D-B) - (C-A) = 10.623 (42.670)
Resultados correntes :(D) - (C) = (58.343) (180.602)
Resultados Antes de impostos :(F) - (E) = (22.498) (28.479)
Resultados do exercício :(F) - (G) = (24.078) (30.124)

(*) N = valores do presente exercício; N-1 = valores do exercício anterior

(1) Em conformidade com o art.º 24º da 4º Directiva da CE.

(2) 681 + 685 + 686 + 687 + 688

(3) Diferença algébrica entre as existências finais e iniciais de «Produtos acabados e intermédios» (C/33), «Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos» (C/34) e «Produtos e trabalhos em curso» (C/35), tomando ainda em consideração o movimento registado em «Regularizações de existências» (C/34)

(4) 7812 + 7815 + 7816 + 783

(5) 7811 + 7813 + 7814 + 785 + 786 + 787 + 788

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS EM 30 DE JUNHO DE 2004

  1. As demonstrações financeiras foram preparadas em harmonia com os princípios contabilísticos definidos no Plano Oficial de Contabilidade e das Directrizes Contabilísticas da Comissão de Normalização Contabilística. Assim, foram preparados segundo a convenção dos custos históricos, modificada pela reavaliação das imobilizações corpóreas e na base da continuidade das operações, em conformidade com os princípios contabilísticos de prudência, especialização dos exercícios, consistência, substância sobre a forma e materialidade.

2. Não aplicável

3. Critérios valorimétricos adoptados:

  • a) Imobilizações incorpóreas estão valorizadas ao custo de aquisição, líquidas de amortizações acumuladas.
  • b) Imobilizações corpóreas:

Estão apresentadas pelos valores de aquisição. Para parte dos edifícios e outras construções (Nota 13), excluindo os respectivos terrenos, são apresentados valores resultantes das reavaliações efectuadas, líquidos das reintegrações acumuladas.

As reintegrações são efectuadas pelos métodos das quotas constantes e/ou degressivas, a taxas calculadas de forma a que o valor dos imobilizados seja reintegrado durante a sua vida útil estimada.

As taxas utilizadas são as máximas admitidas para efeitos fiscais.

Os activos imobilizados adquiridos mediante contrato de locação financeira bem como as correspondentes responsabilidades são contabilizados pelo método financeiro. De acordo com este método, o custo do activo é registado no imobilizado corpóreo e a correspondente responsabilidade registada no passivo. Os juros incluídos no valor das rendas e a amortização do activo, calculada conforme acima referido, são registados como custos na demonstração de resultados do período a que respeitam.

  • c) Os investimentos financeiros em empresas do grupo e associadas estão valorizados de acordo com o método da equivalência patrimonial sendo ainda provisionado os capitais próprios negativos da afiliada, na rubrica Provisões para Riscos e Encargos.
  • d) Os títulos e outras aplicações financeiras estão expressos a custos históricos.
  • e) Existências:

As existências de matérias primas, subsidiárias e de consumo estão valorizadas ao custo médio de aquisição.

Os produtos e trabalhos em curso estão valorizados ao custo médio de aquisição das matérias primas e ao custo da mão de obra directa estimada.

Os produtos acabados estão valorizados ao custo de produção que inclui matérias primas, mão de obra e apropriados gastos gerais de fabrico.

f) Títulos Negociáveis:

Os títulos (Nota 17) estão expressos pelos respectivos custos históricos excepto os recebidos como dividendos em espécie que estão valorizados pelo justo valor à data da sua distribuição. À data do balanço o total líquido de menos e mais valias potenciais é provisionado se for negativo.

    1. As transacções em moeda estrangeira são contabilizadas aos câmbios das datas das operações, não sendo significativos os saldos em moeda estrangeira com câmbio variável no final do ano.
    1. Não aplicável.
    1. De acordo com a legislação fiscal em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por partes das autoridades fiscais durante um período de quatro anos para os exercícios subsequentes a 1998 (sendo de seis anos no caso de serem utilizados prejuízos reportáveis) e dez anos no caso da Segurança Social (cinco anos a partir do ano de 2000, inclusive). Deste modo, as declarações fiscais da sociedade dos anos de 1997 a 2002, encontramse sujeitas a revisão.

O Conselho de Administração entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terão um efeito significativo nas demonstrações financeiras em 30 de Junho de 2004.

De acordo com a legislação fiscal portuguesa, os prejuízos fiscais são reportáveis durante um período de seis anos após a sua ocorrência e susceptíveis de dedução a lucros fiscais gerados durante esse período. Desta forma, a 31 de Dezembro de 2003, a empresa tem aproximadamente 1.404.634 euros de prejuízos fiscais reportáveis.

A empresa apresenta nas suas contas provisões não dedutiveis fiscalmente, no montante total de 306.211 euros. A que corresponde cerca de 84.208 euros de imposto diferido activo.

Decorrente das reavaliações do imobilizado corpóreo existem impostos diferidos passivos no montante de 17.486 euros.

A movimentação dos impostos diferidos apresentam-se nos seguintes mapas:

  1. Reconciliação do imposto do exercício e do imposto corrente:
Descrição Total Operações na D.R. Movimentação noutras Rubricas de Capital Próprio
Reavaliação Outras
2004 2003 2004 2003 2004 2003 2004 2003
I - Imposto do exercício 2.925 2.791 2.925 2.791
II - Gastos (proveitos) de impostos do exercício reconhecidos neste exercício eanteriormente reconhecidos como impostos diferidos provenientes de:
1-Imposto diferido relativo à realização da reserva de reavaliação a) (1.345) (1.146) (1.345) (1.146)
(1.345) (1.146) (1.345) (1.146)
III - Gastos (proveitos) de impostos não reconhecidos anteriormente como Impostosdiferidos provenientes de:
IV - Imposto diferido (II +/- III) (1.345) (1.146) (1.345) (1.146)
V Imposto corrente (I+/-IV) 1.580 1.645 1.580 1.645
  1. Decomposição dos activos e passivos por impostos diferidos:
Descrição Total Operações na D.R. Movimentação noutras Rubricas de Capital Próprio
Reavaliação Outras
2004 2003 2004 2003 2004 2003 2004 2003
Diferenças temporárias que originaram Activos por impostos diferidos
Total I
Diferenças temporárias que originaram Passivos por impostos diferidos
a) 40% da Reserva de Reavaliação de activos imobilizadosb) Correcção ao movimento referido em a) relativo a exercícios anteriores 68.477 78.259-1.417 4.891 4.891-1.417 63.586 73.368
Total II 68.477 76.842 4.891 3.474 63.586 73.368
Valores reflectidos no balanço:Activos por impostos diferidos (Total I x 27,5%)
Passivos por impostos diferidos (Total II x 27,5%) (a) 18.831 25.358 1.345 1.146 17.486 24.211

(a) Os valores comparativos estão calculados utilizando a taxa de 33%.

A Litho Formas não consegue estimar com razoável segurança a possibilidade de existirem lucros fiscais no futuro, que possibilitem a utilização dos prejuízos fiscais disponíveis e a recuperação das diferenças temporárias que originam, impostos diferidos activos.

Assim a Litho Formas decidiu não reconhecer qualquer imposto diferido relacionado com as seguintes diferenças temporárias.

30-6-2004 30-6-2003
Provisões não aceites fiscalmente
Para outros riscos e encargos 227.075 227.075
Para investimentos financeiros 72.556 72.556
Para aplicações financeiras 6.580 71.273
Total de provisões não aceites 306.211 370.904
Prejuízos fiscais
de 1997 a utilizar até 2003 285.223
de 1998 a utilizar até 2004 515.867 515.867
de 1999 a utilizar até 2005 135.211 135.211
de 2002 a utilizar até 2008 302.904 302.904
de 2003 a utilizar até 2009 450.652
Total de prejuízos fiscais 1.404.634 1.239.205

A partir do momento em que seja possível determinar com alguma segurança a probabilidade de recuperação destes prejuízos fiscais e daquelas diferenças temporárias, os subjacentes impostos diferidos activos serão reconhecidos contabilisticamente.

  1. O número médio de efectivos ao serviço da empresa foi o seguinte:
30-06-04 30-06-03
Pessoal dirigente 1 1
Pessoal administrativo 10 11
Pessoal comercial 23 27
Pessoal fabril 72 78
106 117
    1. Não aplicável
    1. Não aplicável
    1. O movimento ocorrido nas Rubricas de Imobilizado e respectivas amortizações foi o seguinte:
ACTIVO BRUTO
Rubricas Saldo Inicial Aumentos Alienações Transferências e Abates Saldo Final
Imobilizações incorpóreas:
Despesas de Instalação 67.306 67.306
Despesas Invest. Desenvolvimento 61.976 61.976
Propriedade industrial e Outras 30.703 30.703
Trespasses 2.993 2.993
Imobilizações em curso incorpóreas
Subtotal 162.977 162.977
Imobilizações corpóreas:
Terrenos e recursos naturais 112.031 112.031
Edifícios e outras construções 1.753.286 1.753.286
Equipamento básico 9.646.889 268.858 (28.163) 9.887.583
Equipamento de transporte 426.424 (8.230) 418.194
Ferramentas e utensílios 135.249 135.249
Equipamento administrativo 547.313 15.934 563.247
Taras e Vasilhames 5.457 5.457
Outras imobilizações corpóreas 164.723 164.723
Imobilizações em curso corpóreas 36.645 (36.645)
Adiant. por conta de imob. corpóreas 60.200 (60.200)
Subtotal 12.888.215 284.792 (36.394) (36.645) 13.039.768
Investimentos financeiros:
Partes de capital em emp. do grupo 72.557 72.557
Partes de capital em emp. associadas
Títulos e outras aplicações financeiras 8.209 8.209
Subtotal 80.766 80.766
Total 13.131.958 284.792 (36.394) (36.645) 13.283.511

AMORTIZAÇÕES / PROVISÕES

Rubricas Saldo Inicial Reforço Regularizações Saldo Final
Imobilizações incorpóreas:
Estudos e Projectos Industriais 67.306 67.306
Investigação e Desenvolvimento 61.976 61.976
Licenças 30.703 30.703
Subtotal 159.984 159.984
Imobilizações corpóreas:
Edifícios e outras construções 1.174.008 33.969 1.207.977
Equipamento básico 8.656.114 170.079 (16.576) 8.809.618
Equipamento de transporte 401.454 5.470 (6.173) 400.751
Ferramentas e utensílios 90.540 1.398 91.937
Equipamento administrativo 451.384 13.524 464.908
Taras e Vasilhames 5.405 5.405
Outras imobilizações corpóreas 164.218 126 164.344
Subtotal 10.943.123 224.566 (22.748) 11.144.941
Investimentos financeiros:
Partes de capital em emp. grupo 72.557 72.557
Títulos e outras aplicações financeiras
Subtotal 72.557 72.557
Total 11.175.665 224.566 (22.748) 11.377.482

11. Não Aplicável

  1. As imobilizações corpóreas foram reavaliadas ao abrigo dos seguintes diplomas legais:

DL-118-B/86;

DL-111/88;

DL-49/91;

DL-264/92.

A empresa descontinuou a política de reavaliar as imobilizações corpóreas ao abrigo da lei fiscal por considerar negligenciáveis os correspondentes efeitos.

13. Mapa das reavaliações

REAVALIAÇÕES

RELITATION
Rubricas CustosHistóricos Reavaliações Valores ContabilisticosReavaliados
(a) (a) (b) (b)
Imobilizações corpóreas:
Edifícios e outras construções 279.237 158.965 438.202
  • (a) Líquidos de amortizações
  • (b) Englobam as sucessivas reavaliações
    1. Todo o imobilizado corpóreo está afecto à actividade da empresa e não existem imobilizações implantadas em propriedade alheia.

15. Locação financeira

A 30 de Junho de 2004, a empresa tinha registado na rubrica de Fornecedores de Imobilizado conta corrente um montante de 658.053 euros, dos quais referem-se à aquisição de quatro máquinas, em sistema de leasing financeiro. Uma máquina rotativa de Offset, um "Computer To Plate", uma máquina de impressão digital e uma envelopadora com rebobinador e desbobinador, com valor contabilistico líquido de 425.147 euros, 106.000 euros , 180.600 euros e 169.126 euros, respectivamente.

16. Participações financeiras

PARTICIPACÕES FINANCEIRAS
TAKTICITAÇUES FINANCEINAS
3000
Rubricas Participação CapitaisPróprios30/06/04 Resultadodo Exercício30/06/04 Provisão Valor deBalanço
DO GRUPO:
ELIEFE, Lda. 95% 499 (474)
( Nunca teve actividade e encontra-se totalmente provisionada)
LITHO FORMAS & DRESCHER, LDA. 100% (227.200) (127) (72.083)
Vale de Figueira - Sacavém
Subtotal (226.701) (127) (72.557) 0
OUTRAS EMPRESAS
Investimento em acções em outras empresas
com participações minoritárias 8.209
Subtotal 8.209
Total (226.701) (127) (72.557) 8.209

17. Títulos Negociáveis

TÍTULOS NEGOCIÁVEIS

Rubricas Quantidades Valores doBalanço Valor Mercadoem 30-06-2004 Diferença Provisão
ACÇÕES
ABN AMRO 5.216 72.482 93.784 21.302,00
ING GROEP NV 7.692 124.924 149.225 24.301,00
HANNOVER 1.400 29.939 38.402 8.463,00
SAMSUNG 1.000 56.165 106.300 50.135,00
ANGLO IRISH BANK CORP (EUR) 12.354 54.197 106.121 51.924,00
ERSTE 980 57.010 129.100 72.090,00
HYUNDAY 10.000 78.148 80.100 1.952,00
DEPFA 30.000 238.650 357.000 118.350,00
PUMA AG 1.000 116.489 208.870 92.381,00
HILTON GROUP PLC 25.000 77.959 100.948 22.989,00
PERSIMMON PLC 13.800 108.656 127.559 18.903,00
LLOYDS TSB GROUP PLC 21.000 132.954 132.434 -520,00 -520
LUKOIL-SPONS ADR 500 47.434 42.750 -4.684,00 -4.684
ERSTE BANK DR OES 20 2.317 2.575 258,00
E.ON.AG DE 800 43.486 47.440 3.954,00
PEACOCK 7.500 24.426 28.401 3.975,00
HUANENG 800 24.846 23.470 -1.376,00 -1.376
Total 139.062 1.290.082 1.774.479 484.397,00 -6.580
    1. Não aplicável
    1. Não aplicável
    1. Não aplicável.
    1. Não aplicável.
    1. Não aplicável.
    1. O valor global das dívidas de cobrança duvidosa eram de 340.864 euros.
    1. Não aplicável.
    1. As dívidas do pessoal no fim do exercício eram de 2.815 euros.
    1. Não aplicável.
    1. Não aplicável.
    1. Em 30 de Junho não existiam dívidas em situação de mora à Segurança Social.
    1. Não aplicável.
    1. Não aplicável.
    1. Não aplicável.
    1. Garantias Prestadas:

Petrogal (cartões GALP Frota) 3.990 euros CTT (para boa execução de encomendas) 8.456 euros

Sarriópapel 150.000 euros

    1. Não aplicável.
    1. Movimentos de provisões ocorrido no exercício
PROVISÕES
Rubricas Saldo Inicial Aumento Redução Saldo Final
Provisões para aplicações de tesouraria 0 6.580 6.580
Provisões para cobranças duvidosas 331.088 (14.371) 316.716
Provisões para riscos e encargos 227.075 227.075
Provisões para investimentos financeiros 72.557 72.557
Total 630.719 6.580 (14.371) 622.928
    1. Não aplicável.
    1. O capital da empresa está dividido em 500.000 acções ao valor nominal de 5 euros por acção.
    1. Não aplicável.
    1. Não aplicável.
    1. Reserva de reavaliação
RESERVA DE REAVALIAÇÃO
Rubricas Saldo inicial Aumento Diminuição Transferências Saldo
Reservas de reavaliação 152.362 (10.883) 141.479

A movimentação registada na rubrica de Reservas de reavaliação refere-se ao reconhecimento da realização da reserva

  1. Movimentos ocorridos no exercício nas Rubricas de Capitais Próprios

CAPITAIS PRÓPRIOS

Rubricas Saldo Inicial Aumentos Diminuições Transferências Saldo final
Capital 2.500.000 2.500.000
Acções próprias
Valor Nominal (60.505) (60.505)
Prémios e Descontos 11.932 11.932
Ajustamento partes capital em fil. Assoc. 37.550 37.550
Reservas de Reavaliação 152.362 (10.883) 141.479
Reserva legal 236.956 236.956
Reservas livres 1.363.343 1.363.343
Reservas especiais 134.087 134.087
Resultados Transitados (1.503.325) (253.141) (1.756.466)
Resultados líquidos do exercício (264.024) (24.078) 264.024 (24.078)
Capitais próprios 2.608.377 (24.078) 0 2.584.298
  1. Demonstração do custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas como se segue:
CMVMPC
-------- --
Movimentos Mercadorias Matérias-Primas Sub.e deConsumo Total
Existências iniciais 49.773 554.153 603.926
Compras 295.389 1.825.426 2.120.815
Regularizações 257 (9.841) (9.584)
Existências finais 49.044 554.508 603.552
Custos do exercício 296.375 1.815.230 2.111.604
  1. Demonstração da variação da produção como se segue:

VARIAÇÃO DE PRODUÇÃO

Movimentos Produtos Acabados eIntermédios Produtos eTrabalhos em Curso Total
Existências iniciais 43.141 155.079 198.220
Regularização
Existências finais 66.118 148.050 214.168
Variação do exercício 22.977 (7.029) 15.948
  1. Remuneração dos órgãos sociais:

As remunerações atribuídas aos membros dos Órgãos Sociais da empresa ascenderam a:

30-06-04 30-06-03
Conselho de Administração 30.000 39.600
Conselho Fiscal 0 1.000
  1. O Valor líquido das vendas e das prestações de serviços distribui-se como se segue:

VENDAS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS

Movimentos Vendas Prestação deServiços Total
Mercado interno 3.588.202 3.588.202
Mercado Externo 410.825 410.825
3.999.027 3.999.027

A Litho Formas não identifica segmentos de negócio ou geográficos relevantes para proceder à sua análise/divulgação individualizada.

Efectivamente, no que respeita a segmentos de negócio, os produtos da Litho Formas são considerados substancialmente idênticos, tanto no que respeita a sua natureza e processos produtivos, como no que respeita a clientes e canais de distribuição.

Por outro lado, no tocante a segmentos geográficos, tal como referido no quadro acima, cerca de 90% do rédito total da empresa advém de vendas no mercado interno, sendo o restante para o mercado externo, fundamentalmente países da União Europeia.

Assim, não se verificam riscos e retornos substancialmente dissemelhantes que justifiquem uma análise/divulgação quer de segmentos de negócio quer de segmentos geográficos.

  1. Demonstrações dos resultados financeiros como se segue:

RESULTADOS FINANCEIROS

CUSTOS E PERDAS EXERCICIOS PROVEITOS E GANHOS EXERCICIOS
2004 2003 2004 2003
681 Juros suportados 32.479 13.750 781 Juros obtidos 1.260 978
682 Perdas Empresas Associadas 0 0 782 Ganhos Empresas Associadas 0 0
684 Provisões para aplicações financeiras 6.580 0 784 Rendim. participação de capital 12.434 26.193
685 Diferenças de câmbio desfavoráveis 82 0 785 Diferenças de câmbio favoráveis 0 0
686 Desconto de pronto pagamento concedidos 0 127 786 Descontos de pronto pagamento obtidos 0 0
687 Perdas em aplicações de tesouraria 23.437 36.453 787 Ganhos em aplicações de tesouraria 67.605 760
688 Outros custos e perdas financeiras 8.103 20.280 788 Outros prov. e ganhos financeiros 6 8
Resultados financeiros 10.623 (42.670)
Total 81.304 27.939 Total 81.304 27.939
  1. Demonstrações dos resultados extraordinários como se segue:

RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS

CUSTOS E PERDAS EXERCICIOS PROVEITOS E GANHOS EXERCICIOS
2004 2003 2004 2003
691 Donativos 1.200 280 791 Restituíção de impostos
692 Dívidas incobráveis 7.622 921 792 Recuperação de dívidas
693 Perdas em existências 793 Ganhos em existências 13.226 3.493
694 Perdas em imobilizações 794 Ganhos em imobilizações 2.700 3.500
695 Multas e penalidades 795 Benefícios de penalidades contratuais
696 Aumento de amortizações e provisões 796 Reduções de amortizações e provisões 14.371 131.103
697 Correcções rel. a exercícios anteriores 235 797 Correcções rel. a exercícios anteriores 1.300 10.020
698 Outros custos e perdas extraordinárias 96 957 798 Outros prov. e ganhos extraordinários 13.165 1.989
Resultados extraordinários 35.845 147.712
Total 44.763 150.105 Total 44.763 150.105
    1. Nada a referir.
  • 48 Nada a referir

Vale de Figueira, 17 de Agosto de 2004

A Técnica Ofi cial de Contas nº 15630 O Conselho de Administração

Carla Baptista

Eng. João Manuel C. Martins Cabral Vogal

Eng. Klaus Safeeld Presidente

Eng. Nuno Lourenço Pinheiro Vogal

Balanço das Contas Consolidadas do 1º Semestre de 2004

CÓDIGO DE CONTAS 2004 2003
CE (1) POC ACTIVO BRUTO AMORTIZAÇÕESE PROVISÕESACUMULADAS ACTIVO LÍQUIDO ACTIVO LÍQUIDO
ACTIVO
C IMOBILIZADO
I Imobilizações incorpóreas
1 431 Despesas de instalação 67.306 67.306
1 432 Despesas de investigação e desenvolvimento 61.976 61.976
2 433 Propriedade industrial e outros direitos 30.703 30.703
3 434 Trespasses 2.993 2.993 2.993
Subtotal 162.978 159.984 2.993 2.993
II Imobilizações corpóreas
1 421 Terrenos e recursos naturais 112.031 112.031 112.031
1 422 Edifícios e outras construções 1.753.286 1.207.977 545.308 613.247
2 423 Equipamento básico 10.361.955 9.283.989 1.077.966 946.835
2 424 Equipamento de transporte 418.194 400.751 17.442 40.033
3 425 Ferramentas e utensílios 135.513 92.202 43.311 37.518
3 426 Equipamento administrativo 563.247 505.673 57.573 80.317
3 427 Taras e vasilhame 5.457 5.405 52 52
3 429 Outras imobilizações corpóreas 164.723 123.579 41.143 40.513
4 441/6 Imobilizações em curso - - -
4 448 Adiantamentos por conta de imobilizações corpóreas - - -
Subtotal 13.514.403 11.619.577 1.894.827 1.870.544
III Investimentos financeiros
4 4122+3132 Empréstimos a empresas associadas - -
5 4113+414+415 Títulos e outras aplicações financeiras 8.209 8.209 8.209
Subtotal 8.209 0 8.209 8.209
D CIRCULANTE
I Existências
1 36 Matérias-primas, subsidiárias e de consumo 572.316 572.316 671.118
2 35 Produtos e trabalhos em curso 148.050 148.050 200.518
3 33 Produtos acabados e intermédios 97.657 97.657 77.579
3 32 Mercadorias 49.044 49.044 61.838
Subtotal 867.067 867.067 1.011.053
II Dívidas de terceiros - curto prazo (b)
1 211 Clientes, c/c 2.225.120 167.367 2.057.753 1.794.232
1 212 Clientes, títulos a receber - - 9.033
1 218 Clientes cobrança duvidosa 340.864 316.716 24.148 47.589
3 253+254 Empresas do grupo - - -
4 24 Estado e outros entes públicos 34.746 34.746 12.133
4 262+/6+/7+/8+221 Outros devedoresSubtotal 14.9822.615.711 484.084 14.9822.131.628 18.1631.881.151
III Títulos negociáveis
3 1513+1523+153/9 Outros títulos negociáveis 1.290.079 6.580 1.283.499 1.197.083
Subtotal 1.290.079 6.580 1.283.499 1.197.083
IV Depósitos bancários e caixa
12+13+14 Depósitos bancários 86.904 86.904 65.939
11 CaixaSubtotal 1.38488.288 1.38488.288 2.08568.025
E ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS
271 Acréscimos de proveitos - - 3.994
272 Custos diferidos 3.7943.794 3.7943.794 -3.994
Total de amortizações 11.779.561
Total de provisões 490.664
Total do Activo 18.550.530 12.270.224 6.280.305 6.043.052

Balanço de Contas Consolidadas do 1º Semestre de 2004

CÓDIGO DE CONTAS EXERCÍCIOS
CE (1) POC 2004 2003
CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO
A CAPITAL PRÓPRIO
I 51 Capital 2.500.000 2.500.000
52 Acções próprias
521 Valor nominal (60.505) (60.505)
522 Prémios e descontos 11.932 11.932
III 55 Ajustamento de partes de capital em filiadas e assoc.
56 Reservas de reavaliação 141.479 159.209
IV 57 Reservas:
1/2 571 Reservas legais 236.956 236.956
4 574 Reservas livres 1.363.343 1.363.343
4 579 Reservas especiais 134.087 134.087
V 59 Resultados Transitados (1.764.373) (1.540.621)
Subtotal 2.562.919 2.804.402
VI 88 Resultado líquido consolidado do exercício (12.872) (18.916)
Total do capital próprio 2.550.048 2.785.486
Interesses minoritarios
PASSIVO
B Provisões para riscos e encargos
3 293/8 Outras provisões para riscos e encargos -
-
C DÍVIDAS A TERCEIROS - Médio e longo prazo
2 231+12 Dívidas a instituições de crédito - -
8 239 Outros empréstimos obtidos
8 2611 Fornecedores de Imobilizado, c/c 318.994 299.715
318.994 299.715
C DÍVIDAS A TERCEIROS - Curto prazo
1 231+12 Dívidas a instituições de crédito 983.179 641.674
4 221 Fornecedores, c/c 1.559.680 1.462.565
8 251+255 Outros accionistas (sócios) 8.290 8.290
8 2611 Fornecedores de Imobilizado, c/c 339.059 240.180
8 24 Estado e outros entes públicos 197.828 189.581
8 262+263+264 Outros credores -
3.088.035 2.542.290
D ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS
273 Acréscimos de custos 255.132 299.393
274 Proveitos diferidos 50.609 91.958
276 Imposto diferido 17.486 24.211
323.228 415.562
Total do passivo 3.730.257 3.257.567
Total do capital próprio e do passivo 6.280.305 6.043.052

Demonstração Consolidada de Resultados por Natureza do 1º Semestre de 2004

CÓDIGO DE CONTAS EXERCÍCIOS
CE (1) POC 2004 2003
A CUSTOS E PERDAS
2. a) 61 Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas :
Mercadorias 296.375 305.433
Matérias 1.815.230 2.111.604 1.555.538 1.860.971
2. b) 62 Fornecimentos e serviços externos 672.024 593.459
3 Custos com o pessoal :
3. a) 641 + 642 Remunerações 655.405 669.878
3. b) Encargos Sociais :
643 + 644 Pensões
645 / 8 / 9 Outros 414.966 1.070.371 379.038 1.048.916
4. a) 66 Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo 224.566 246.195
4. b) 67 Provisões 224.566 - 246.195
5 63 Impostos 6.374 5.158
5 65 Outros custos e perdas operacionais 5.127 11.502 4.846 10.004
(A) 4.090.067 3.759.546
6 682 Perdas em empresas do grupo e associadas
6 683 + 684 Amort. e provisões de aplicações e investimentos financeiros 6.580
7 (2) Juros e custos similares :
Relativos a empresas do grupo
Outros 64.101 70.681 70.609 70.609
(C) 4.160.748 3.830.155
10 69 Custos e perdas extraordinários 8.918 2.393
(E) 4.169.666 3.832.548
8 + 11 86 Imposto sobre o rendimento do exercício 1.580 1.645
(G) 4.171.246 3.834.193
13 88 Resultado líquido do exercício (12.872) (18.916)
4.158.374 3.815.277
B PROVEITOS E GANHOS
1 71 Vendas :
Mercadorias 363.852 396.488
Produtos 3.635.174 3.186.473
1 72 Prestações de serviços - 3.999.027 - 3.582.961
2 (3) Variação da produção 15.948 38.527
3 75 Trabalhos para a própria empresa
4 73 Proveitos suplementares 6.000 -
4 74 Subsídios à exploração
4 76 Outros proveitos e ganhos operacionais 21.948 38.527
(B) 4.020.975 3.621.488
5 782 Ganhos em empresas do grupo e associadas - -
6 (4) Rendimentos de títulos negociáveis e de outras apl financeiras : 12.434 26.193
Relativos a empresas do grupo
Outros -
7 (5) Outros juros e proveitos similares :
Relativos a empresas do grupo
Outros 80.204 92.637 13.079 39.272
(D) 4.113.612 3.660.760
9 79 Proveitos e ganhos extraordinários 44.763 154.516
(F) 4.158.374 3.815.277
Resumo
Resultados operacionais :(B) - (A) = (69.093) (138.057)
Resultados financeiros :(D-B) - (C-A) = 21.956 (31.337)
Resultados correntes :(D) - (C) = (47.136) (169.394)
Resultados Antes de impostos :(F) - (E) =Resultados do exercício :(F) - (G) = (11.292)(12.872) (17.271)(18.916)

(1) Em conformidade com o art.º 24º da 4º Directiva da CE.

(2) 681 + 685 + 686 + 687 + 688

(3) Diferença algébrica entre as existências finais e iniciais de «Produtos acabados e intermédios» (C/33), «Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos» (C/34) e «Produtos e trabalhos em curso» (C/35), tomando ainda em consideração o movimento registado em «Regularizações de existências» (C/34) (4) 7812 + 7815 + 7816 + 783+784

(5) 7811 + 7813 + 7814 + 785 + 786 + 787 + 788

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRAS CONSOLIDADAS EM 30 DE JUNHO DE 2004

Introdução

A Litho Formas Portuguesa – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A., empresa consolidante, foi constituída em 5 de Dezembro de 1966, tendo como actividade principal a concepção, produção e comercialização de todo o tipo de formulários comerciais.

A Litho Formas & Drescher – Impressos em Contínuo, Lda. foi constituída em 3 de Março de 1989, tendo como objecto a fabricação e comercialização de produtos de papel para utilização em equipamento informático, assim como acessórios para computadores. Presentemente esta empresa encontra-se inactiva.

As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no Plano Oficial de Contabilidade. As notas cuja numeração se encontra ausente deste anexo não são aplicáveis à Empresa ou a sua apresentação não é relevante para a leitura das demonstrações financeiras anexas.

As demonstrações financeiras referentes a 30 de Junho de 2004 foram preparadas em todos os seus aspectos materiais, em conformidade com o Plano Oficial de Contabilidade (POC).

I Informações relativas às empresas incluídas na consolidação e a outras

1. Empresas incluídas na consolidação

Litho Formas & Drescher – Impressos em Contínuo, Lda.

Sede: Rua D. Nunes Álvares Pereira, Vale de Figueira, Loures Capital detido: 99,93 %

Condições para consolidação: alínea a) do n.º1 do art.º 1º do Decreto-Lei n.º 238/91 de 2 de Julho

7. Número médio de trabalhadores ao serviço, durante o exercício, das empresas incluídas na consolidação

O número médio de empregados ao serviço da Litho Formas, foi o seguinte:

30-06-04 30-06-03
Pessoal dirigente 1 1
Pessoal administrativo 10 11
Pessoal comercial 23 26
Pessoal fabril 72 74
106 112

A Litho Formas & Drescher – Impressos em Contínuo, Lda. não tem trabalhadores ao seu serviço.

III Informações relativas aos procedimentos de consolidação

10. Diferenças de consolidação

A diferença de consolidação decorrente da diferença em 31 de Dezembro de 2001, entre o valor contabilístico das partes de capital e o valor da proporção do capital próprio que elas representam, é registada como segue:

  • se esta diferença for positiva é reconhecida como um incorpóreo;
  • se for negativa é reconhecida como um proveito diferido, conforme as normas da contabilidade nacional. As amortizações/reconhecimento destas diferenças ocorrem num período estimado de vida útil de 5 anos.

As demonstrações financeiras consolidadas reflectem os activos, passivos e resultados da Litho Formas Portuguesa – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A. e da sua subsidiária.

Participações financeiras em subsidiárias

As participações financeiras em empresas subsidiárias que representam 50% ou a maioria do capital ou direitos de voto e em que o Grupo exerce o controlo, são consolidadas pelo método integral. Os saldos e transacções significativas existentes entre empresas do Grupo são eliminados.

Interesses minoritários

Os interesses minoritários correspondem à parte proporcional de terceiros nos capitais próprios e nos resultados líquidos do exercício. Quando negativos, estes interesses são adicionados aos capitais próprios do Grupo.

Com a liquidação da Litho Formas – Comércio de Equipamentos, Lda deixaram de existir interesses minoritários no Grupo.

IV Informações relativas a compromissos

22. Contingências com:

30-06-04 30-06-03
Garantias prestadas 162.446 9.453

As garantias prestadas referem-se essencialmente a boa execução de encomendas.

V Informações relativas a políticas contabilísticas

23. Critérios valorimétricos utilizados:

As contas consolidadas foram preparadas no quadro das disposições em vigor em Portugal e, portanto, de acordo com os princípios contabilísticos e normas de consolidação consignados no Plano Oficial de Contabilidade.

Os principais critérios valorimétricos utilizados na preparação das demonstrações financeiras foram os seguintes:

a) Imobilizações incorpóreas As imobilizações incorpóreas estão valorizadas ao custo de aquisição.

b) Imobilizações corpóreas

As imobilizações corpóreas adquiridas até 31 de Dezembro de 1992 encontram-se registadas ao custo de aquisição, reavaliado de acordo com os Decreto-Lei n.º 118- B/86, 111/88, 49/91 e n.º 264/92. As adquiridas após aquela data encontram-se registadas ao custo de aquisição.

As amortizações e reintegrações são calculadas pelo método das quotas degressivas, para os bens mais antigos. Para os bens mais recentes o método utilizado é o das quotas constantes. Os bens adquiridos até 1989 são amortizados às taxas genéricas máximas permitidas pela Portaria 737/81, enquanto os bens adquiridos após esta data são amortizados às taxas máximas permitidas pelo Decreto Regulamentar 2/90. Estas taxas correspondem aproximadamente à vida útil estimada das imobilizações.

Vida útil
Anos
Edifícios e outras construções 10
Equipamento básico 5 – 10
Equipamento de transporte 4
Ferramentas e utensílios 4 – 8
Equipamento administrativo 4 – 10
Outras imobilizações corpóreas 3 – 10

Os encargos com reparações de carácter recorrente dos bens do activo imobilizado corpóreo são registados como custos dos exercícios em que são incorridos.

Os activos imobilizados adquiridos mediante contrato de locação financeira bem como as correspondentes responsabilidades são contabilizados pelo método financeiro. De acordo com este método, o custo do activo é registado no imobilizado corpóreo e a correspondente responsabilidade registada no passivo. Os juros incluídos no valor das rendas e a amortização

do activo, calculada conforme acima referido, são registados como custos na demonstração de resultados do período a que respeitam.

c) Investimentos financeiros

Os títulos e outras aplicações financeiras estão expressos pelos valores do custo histórico.

d) Existências

As existências de matérias primas, subsidiárias e de consumo estão valorizadas ao custo médio de aquisição.

Em 2001 a empresa alterou o critério de valorização dos Produtos e trabalhos em curso, passando também a incluir nessa valorização o custo estimado da mão de obra directa. Os produtos acabados estão valorizados ao custo de produção que inclui matérias primas, mão de obra e gastos gerais de fabrico.

e) Dívidas de terceiros

A Empresa provisiona as dívidas de terceiros utilizando critérios de razoabilidade económica, os quais são mais rigorosos que os critérios fiscais actualmente em vigor.

f) Acréscimos e diferimentos

A Empresa regista nestas rubricas as despesas e receitas de exercícios futuros e que imputa como custos e proveitos aos resultados dos exercícios pelo valor que lhes corresponde com base no princípio da especialização dos exercícios, compreendendo essencialmente:

  • subsídios recebidos (ver (g) seguinte);
  • remunerações e respectivos encargos devidos ao pessoal pelas férias vencidas no final de cada exercício;
  • periodificação de encargos financeiros, com seguros e com rendas de instalações produtivas.
  • g) Subsídios recebidos para financiamento de imobilizações corpóreas Os subsídios recebidos do Governo a fundo perdido para financiamento de imobilizações corpóreas são registados como proveitos diferidos e reconhecidos em resultados proporcionalmente às amortizações das imobilizações corpóreas

24. Transacções em moeda estrangeira:

subsidiadas.

Todos os activos e passivos expressos em moeda estrangeira foram convertidos para euros utilizando as taxas de câmbio vigentes a 30 de Junho de 2004.

As diferenças de câmbio, favoráveis e desfavoráveis, originadas pelas diferenças entre as taxas de câmbio em vigor nas datas das transacções e as vigentes nas datas das cobranças e pagamentos, ou à data do balanço, são registadas como proveitos ou custos na demonstração dos resultados do exercício.

VI Informações relativas a determinadas rubricas

27. Movimentos no activo imobilizado:

Durante o exercício, os movimentos ocorridos nas rubricas do activo imobilizado constantes do balanço consolidado e nas respectivas amortizações e provisões, foram os seguintes:

ACTIVO BRUTO
Rubricas Saldo Inicial Aumentos Alienações Transferências eAbates Saldo Final
Imobilizações incorpóreas:
Despesas de Instalação 67.306 67.306
Despesas Invest. Desenvolvimento 61.976 61.976
Propriedade industrial e Outras 30.703 30.703
Trespasses 2.993 2.993
Subtotal 162.977 162.977
Imobilizações corpóreas:
Terrenos e recursos naturais 112.031 112.031
Edifícios e outras construções 1.753.286 1.753.286
Equipamento básico 10.121.260 268.858 (28.163) 10.361.955
Equipamento de transporte 426.424 (8.230) 418.194
Ferramentas e utensílios 135.513 135.513
Equipamento administrativo 547.313 15.934 563.247
Taras e Vasilhames 5.457 5.457
Outras imobilizações corpóreas 164.723 164.723
Imobilizações em curso corpóreas 36.645 (36.645) 0
Adiant. por conta de imob. corpóreas 60.200 (60.200) 0
Subtotal 13.362.850 284.792 (36.394) (36.645) 13.514.403
Investimentos financeiros:
Partes de capital em emp. do grupo
Títulos e outras aplicações financeiras 8.209 8.209
Subtotal 8.209 0 8.209
Total 13.534.036 284.792 (36.394) (36.645) 13.685.589
Rubricas Saldo Inicial Reforço Regularizações Saldo Final
Imobilizações incorpóreas:
Estudos e Projectos Industriais 67.306 67.306
Investigação e Desenvolvimento 61.976 61.976
Licenças 30.703 30.703
Subtotal 159.985 159.984
Imobilizações corpóreas:
Edifícios e outras construções 1.174.008 33.969 1.207.977
Equipamento básico 9.130.486 170.079 (16.576) 9.283.989
Equipamento de transporte 401.454 5.470 (6.173) 400.751
Ferramentas e utensílios 90.804 1.398 92.202
Equipamento administrativo 451.384 13.524 464.908
Taras e Vasilhames 5.405 5.405
Outras imobilizações corpóreas 164.218 126 164.344
Subtotal 11.417.759 224.566 (22.748) 11.619.577
Investimentos financeiros:
Partes de capital em emp. grupo
Títulos e outras aplicações financeiras
Subtotal
Total 11.577.744 224.566 (22.748) 11.779.561

36. Vendas e Prestações de Serviços:

As vendas e Prestações de Serviços da Litho Formas são detalhados da seguinte forma:

VENDAS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS

Movimentos Vendas Prestação deServiços Total
Mercado interno 3.588.202 3.588.202
Mercado Externo 410.825 410.825
3.999.027 3.999.027

A Litho Formas não identifica segmentos de negócio ou geográficos relevantes para proceder à sua análise/divulgação individualizada.

Efectivamente, no que respeita a segmentos de negócio, os produtos da Litho Formas são considerados substancialmente idênticos, tanto no que respeita a sua natureza e processos produtivos, como no que respeita a clientes e canais de distribuição.

Por outro lado, no tocante a segmentos geográficos, tal como referido no quadro acima, cerca de 90% do rédito total da empresa advém de vendas no mercado interno, sendo o restante para o mercado externo, fundamentalmente países da União Europeia.

Assim, não se verificam riscos e retornos substancialmente dissemelhantes que justifiquem uma análise/divulgação quer de segmentos de negócio quer de segmentos geográficos.

39. Renumeração dos Orgãos Sociais:

As remunerações atribuídas aos membros dos Órgãos Sociais da empresa ascenderam a:

30-06-2004 30-06-2003
Conselho de Administração 30.000 39.600
Conselho Fiscal 0 1.000

41. Diplomas legais utilizados nas reavaliações:

As imobilizações corpóreas foram reavaliadas ao abrigo dos seguintes diplomas legais: DL-118-B/86;

DL-111/88;

DL-49/91;

DL-264/92.

42. Reavaliações de imobilizações corpóreas:

O detalhe dos custos históricos de aquisição e correspondentes valores da reavaliação das imobilizações corpóreas constantes no activo da Litho Formas é o seguinte:

LIACOES
Rubricas CustosHistóricos(a) Reavaliações (a) (b) Valores ContabilisticosReavaliados(b)
Imobilizações corpóreas: ·
Edifícios e outras construções 279.237 158.965 438.202
  • (a) Líquidos de amortizações
  • (b) Englobam as sucessivas reavaliações

44. Demonstração consolidada dos resultados financeiros, como se segue:

RESULTADOS FINANCEIROS

CUSTOS E PERDAS EXERCICIOS PROVEITOS E GANHOS EXERCICIOS
2004 2003 2004 2003
681 Juros suportados 32.479 13.750 781 Juros obtidos 1.260 978
682 Perdas Empresas Associadas 0 0 782 Ganhos Empresas Associadas 11.333 11.333
684 Provisões para aplicações financeiras 6.580 0 784 Rendim. participação de capital 12.434 26.193
685 Diferenças de câmbio desfavoráveis 82 0 785 Diferenças de câmbio favoráveis 0 0
686 Desconto de pronto pagamento concedidos 0 127 786 Descontos de pronto pagamento obtidos 0 0
687 Perdas em aplicações de tesouraria 23.437 36.452 787 Ganhos em aplicações de tesouraria 67.605 760
688 Outros custos e perdas financeiras 8.103 20.280 788 Outros prov. e ganhos financeiros 6 8
Resultados financeiros 21.956 (31.337)
Total 92.637 39.272 Total 92.637 39.272

45. Demonstração consolidada dos resultados extraordinários, como se segue:

RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS

CUSTOS E PERDAS EXERCICIOS PROVEITOS E GANHOS EXERCICIOS
2004 2003 2004 2003
691 Donativos 1.200 280 791 Restituíção de impostos 0 0
692 Dívidas incobráveis 7.622 921 792 Recuperação de dívidas 0 0
693 Perdas em existências 0 0 793 Ganhos em existências 13.226 3.493
694 Perdas em imobilizações 0 0 794 Ganhos em imobilizações 2.700 3.500
695 Multas e penalidades 0 0 795 Benefícios de penalidades contratuais 0 0
696 Aumento de amortizações e provisões 0 0 796 Reduções de amortizações e provisões 14.371 131.103
697 Correcções rel. a exercícios anteriores 0 235 797 Correcções rel. a exercícios anteriores 1.300 10.020
698 Outros custos e perdas extraordinárias 96 957 798 Outros prov. e ganhos extraordinários 13.165 1.989
Resultados extraordinários 35.845 147.712
Total 44.763 150.105 Total 44.763 150.105

46. Movimentos nas provisões, como se segue:

PROVISÕES

Rubricas Saldo Inicial Aumento Redução Saldo Final
Provisões para aplicações de tesouraria 0 6.580 6.580
Provisões para cobranças duvidosas 331.088 (14.371) 316.716
Provisões para riscos e encargos 227.075 227.075
Provisões para investimentos financeiros 72.557 72.557
Total 630.719 6.580 (14.371) 622.928

47. Locação Financeira

A 30 de Junho de 2004, a empresa tinha registado na rubrica de Fornecedores de Imobilizado conta corrente um montante de 658.053 euros, dos quais referem-se à aquisição de quatro máquinas, em sistema de leasing financeiro. Uma máquina rotativa de Offset, um "Computer To Plate", uma máquina de impressão digital e uma envelopadora com rebobinador e desbobinador, com valor contabilistico líquido de 425.147euros, 106.000 euros, 180.600 euros e 169.125 euros respectivamente.

50. Variação nas contas de capital próprio:

O movimento ocorrido nas contas de capital próprio durante o 1º Semestre de 2004 foi o seguinte:

CAPITAIS PRÓPRIOS
-------------------
Rubricas Saldo Inicial Aumentos Diminuições Transferências Saldo Final
Capital 2.500.000 2.500.000
Acções próprias
Valor Nominal (60.505) (60.505)
Prémios e Descontos 11.932 11.932
Ajustamento partes de capital em fil. associadas 0
Reservas de Reavaliação 152.362 (10.883) 141.479
Reserva legal 236.956 236.956
Reservas livres 1.363.343 1.363.343
Reservas especiais 134.087 134.087
Resultados Transitados (1.533.773) (230.600) (1.764.373)
Resultados líquidos do exercício (241.483) (12.872) 241.483 (12.872)
Capitais próprios 2.562.920 (12.872) 0 2.550.048

50.2 Impostos:

As empresas do Grupo encontram-se sujeitas individualmente a IRC à taxa normal de 30%, que pode ser incrementada pela Derrama até à taxa máxima de 10%, resultando uma taxa de imposto agregada de 33%.

De acordo com a legislação fiscal em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por partes das autoridades fiscais durante um período de quatro anos para os exercícios subsequentes a 1998 (sendo de seis anos no caso de serem utilizados prejuízos

reportáveis) e dez anos no caso da Segurança Social (cinco anos a partir do ano de 2000, inclusive). Deste modo, as declarações fiscais da sociedade dos anos de 1997 a 2002, encontramse sujeitas a revisão. O Conselho de Administração entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terão um efeito significativo nas demonstrações financeiras em 30 de Junho de 2004.

De acordo com a legislação fiscal portuguesa, os prejuízos fiscais são reportáveis durante um período de seis anos após a sua ocorrência e susceptíveis de dedução a lucros fiscais gerados durante esse período. Desta forma, a 31 de Dezembro de 2003, a empresa tem aproximadamente 1.404.634 euros de prejuízos fiscais reportáveis.

A empresa apresenta ainda nas suas contas, provisões não dedutíveis fiscalmente, no montante total de 306.211 euros a que corresponde cerca de 84.208 euros de imposto diferido activo.

Por outro lado, decorrente das reavaliações do imobilizado corpóreo, existem impostos diferidos passivos no montante de 17. 486 euros.

Os principais componentes de gastos (proveitos) de impostos reconhecidos encontram-se divulgados nos quadros seguintes:

  1. Reconciliação do imposto do exercício e do imposto corrente:
Descrição Total Operações na D.R. Movimentação noutras Rubricas de Capital Próprio
Reavaliação Outras
2004 2003 2004 2003 2004 2003 2004 2003
I - Imposto do exercício 2.925 2.791 2.925 2.791
II - Gastos (proveitos) de impostos do exercício reconhecidos neste exercício eanteriormente reconhecidos como impostos diferidos provenientes de:
1-Imposto diferido relativo à realização da reserva de reavaliação a) (1.345) (1.146) (1.345) (1.146)
(1.345) (1.146) (1.345) (1.146)
III - Gastos (proveitos) de impostos não reconhecidos anteriormente como Impostosdiferidos provenientes de:
IV - Imposto diferido (II +/- III) (1.345) (1.146) (1.345) (1.146)
V Imposto corrente (I+/-IV) 1.580 1.645 1.580 1.645
  1. Decomposição dos Activos e Passivos por impostos diferidos por tipo de diferença à data do Balanço:
D escrição Total O perações na D .R . M ovim entação noutras R ubricas de C apital Próprio
R eavaliação O utras
2004 2003 2004 2003 2004 2003 2004 2003
D iferenças tem porárias que originaram A ctivos por im postos diferidos
Total I
D iferenças tem porárias que originaram Passivos por im postos diferidos
a) 40% da R eserva de R eavaliação de activos im obilizadosb) C orrecção ao m ovim ento referido em a) relativo a exercícios anteriores 68.477 78.259-1.417 4.891 4.891-1.417 63.586 73.368
Total II 68.477 76.842 4.891 3.474 63.586 73.368
Valores reflectidos no balanço:
Activos por im postos diferidos (Total I x 27,5% )Passivos por im postos diferidos (Total II x 27,5% ) (a) 18.831 25.358 1.345 1.146 17.486 24.211

(a) O s valores com parativos estão calculados utilizando a taxa de 33% .

Apesar de ter apresentado resultados fiscais positivos em 2000, 2001 e 1º Semestre de 2002, em virtude dos prejuízos apurados no 2º Semestre de 2002 e da deterioração da conjuntura económica nacional e internacional, a Litho Formas não consegue estimar, com razoável segurança, a possibilidade de existirem lucros fiscais no futuro que possibilitem a utilização dos prejuízos fiscais disponíveis e a recuperação das diferenças temporárias que originam impostos diferidos activos.

Assim Litho Formas decidiu não reconhecer qualquer imposto diferido relacionado com as seguintes diferenças temporárias:

30-6-2004 30-6-2003
Provisões não aceites fiscalmente
Para outros riscos e encargos 227.075 227.075
Para investimentos financeiros 72.556 72.556
Para aplicações financeiras 6.580 71.273
Total de provisões não aceites 306.211 370.904
Prejuízos fiscais
de 1997 a utilizar até 2003 285.223
de 1998 a utilizar até 2004 515.867 515.867
de 1999 a utilizar até 2005 135.211 135.211
de 2002 a utilizar até 2008 302.904 302.904
de 2003 a utilizar até 2009 450.652
Total de prejuízos fiscais 1.404.634 1.239.205

A partir do momento em que seja possível determinar, com alguma segurança, a probabilidade de recuperação destes prejuízos fiscais e daquelas diferenças temporárias, os subjacentes impostos diferidos activos serão reconhecidos contabilisticamente.

Vale de Figueira, 17 de Agosto de 2004

A Técnica Ofi cial de Contas nº 15630 O Conselho de Administração

Carla Baptista

Eng. João Manuel C. Martins Cabral Vogal

Eng. Klaus Safeeld Presidente

Eng. Nuno Lourenço Pinheiro Vogal

Sociedade de Revisores Oficiais de Contas

Av. Guerra Junqueiro 26 - 1ºEsq 1000-167 LISBOA Tel. 21 847 94 92 Fax. 21 840 32 42 E-Mail [email protected]

RELATÓRIO DE REVISÃO LIMITADA ELABORADO POR AUDITOR REGISTADO NA CMVM SOBRE INFORMAÇÃO SEMESTRAL

Introdução

    1. Para os efeitos do artigo 246.º do Código dos Valores Mobiliários, apresentamos o nosso Relatório de Revisão Limitada sobre a informação do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004, da LITHO FORMAS PORTUGUESA – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A., incluída: no Relatório de Gestão, no Balanço (que evidencia um total de 6.508 milhares de euros e um total de capital próprio de 2.584 milhares de euros, incluindo um resultado líquido negativo de 24 milhares de euros), na Demonstração dos resultados por naturezas do período findo naquela data e no correspondente Anexo.
    1. As quantias das demonstrações financeiras, bem como as da informação financeira adicional, são as que constam dos registos contabilísticos.

Responsabilidades

    1. É da responsabilidade do Conselho de Administração:
    • a) a informação financeira histórica, que seja preparada de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo CVM;
    • b) a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados;
    • c) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado;
    • d) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados; e
    • e) a informação financeira prospectiva, que seja elaborada e apresentada com base em pressupostos e critérios adequados e coerentes e suportada por um sistema da informação apropriado.
    1. A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva, lícita e em conformidade com o exigido pelo CVM, competindo-nos emitir um relatório profissional e independente baseado no nosso trabalho.

Âmbito

    1. O trabalho a que procedemos teve como objectivo obter uma segurança moderada quanto a se a informação financeira anteriormente referida está isenta de distorções materialmente relevantes. O nosso trabalho foi efectuado com base nas Normas Técnicas e Directrizes de Revisão/Auditoria emitidas pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, planeado de acordo com aquele objectivo, e consistiu:
    • a) principalmente, em indagações e procedimentos analíticos destinados a rever:
      • a fiabilidade das asserções constantes da informação financeira;
      • a adequação das políticas contabilísticas adoptadas, tendo em conta as circunstâncias e a consistência da sua aplicação;
      • a aplicação, ou não, do princípio da continuidade;
      • a apresentação da informação financeira;
      • se a informação financeira é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita; e
    • b) em testes substantivos às transacções não usuais de grande significado.
    1. O nosso trabalho abrangeu ainda a verificação:
    • a) da concordância da informação financeira constante do relatório de gestão com os restantes documentos anteriormente referidos; e
    • b) das previsões constantes dos documentos em análise, com o objectivo de obter uma segurança moderada sobre os seus pressupostos, critérios e coerência.
    1. Entendemos que o trabalho efectuado proporciona uma base aceitável para a emissão do presente relatório sobre a informação semestral.

Parecer

    1. Com base no trabalho efectuado, o qual foi executado tendo em vista a obtenção de uma segurança moderada, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que a informação financeira do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004 não esteja isenta de distorções materialmente relevantes que afectem a sua conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que não seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
    1. Com base no trabalho efectuado sobre a evidência que suporta os pressupostos da informação financeira prospectiva dos documentos acima referidos, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que tais pressupostos não proporcionem uma base aceitável para aquela informação e que tal informação não tenha sido preparada de forma consistente.

  1. Devemos contudo advertir que frequentemente os acontecimentos futuros não ocorrem da forma esperada, pelo que os resultados reais poderão vir a ser diferentes dos previstos e as variações poderão ser materialmente relevantes.

Lisboa, 16 de Setembro de 2004

SOUSA SANTOS & ASSOCIADOS

Sociedade de Revisores Oficiais de Contas n.º 152 Auditor registado na CMVM com o n.º 9005 Representada por José de Sousa Santos (ROC n.º 804)

Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Av. Guerra Junqueiro 26 - 1ºEsq 1000-167 LISBOA Tel. 21 847 94 92 Fax. 21 840 32 42 E-Mail [email protected]

RELATÓRIO DE REVISÃO LIMITADA ELABORADO POR AUDITOR REGISTADO NA CMVM SOBRE INFORMAÇÃO SEMESTRAL CONSOLIDADA

Introdução

    1. Para os efeitos do artigo 246.º do Código dos Valores Mobiliários, apresentamos o nosso Relatório de Revisão Limitada sobre a informação consolidada do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004, da LITHO FORMAS PORTUGUESA – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A., incluída: no Relatório de Gestão, no Balanço consolidado (que evidencia um total de 6.280 milhares de euros e um total de capital próprio de 2.550 milhares de euros, incluindo um resultado líquido negativo de 13 milhares de euros), na Demonstração consolidada dos resultados por naturezas do período findo naquela data e no correspondente Anexo.
    1. As quantias das demonstrações financeiras, bem como as da informação financeira adicional, são as que constam dos registos contabilísticos.

Responsabilidades

    1. É da responsabilidade do Conselho de Administração:
    • a) a preparação de informação financeira consolidada que apresente de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do conjunto das empresas incluídas na consolidação e o resultado consolidado das suas operações;
    • b) a informação financeira histórica, que seja preparada de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo CVM;
    • c) a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados;
    • d) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado;
    • e) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados; e
    • f) a informação financeira prospectiva, que seja elaborada e apresentada com base em pressupostos e critérios adequados e coerentes e suportada por um sistema da informação apropriado.

  1. A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva, lícita e em conformidade com o exigido pelo CVM, competindo-nos emitir um relatório profissional e independente baseado no nosso trabalho.

Âmbito

    1. O trabalho a que procedemos teve como objectivo obter uma segurança moderada quanto a se a informação financeira anteriormente referida está isenta de distorções materialmente relevantes. O nosso trabalho foi efectuado com base nas Normas Técnicas e Directrizes de Revisão/Auditoria emitidas pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, planeado de acordo com aquele objectivo, e consistiu:
    • a) principalmente, em indagações e procedimentos analíticos destinados a rever:
      • a fiabilidade das asserções constantes da informação financeira;
      • a adequação das políticas contabilísticas adoptadas, tendo em conta as circunstâncias e a consistência da sua aplicação;
      • a aplicação, ou não, do princípio da continuidade;
      • a apresentação da informação financeira;
      • se a informação financeira é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita; e
    • b) em testes substantivos às transacções não usuais de grande significado.
    1. O nosso trabalho abrangeu ainda a verificação:
    • a) da concordância da informação financeira consolidada constante do relatório de gestão com os restantes documentos anteriormente referidos; e
    • b) das previsões constantes dos documentos em análise, com o objectivo de obter uma segurança moderada sobre os seus pressupostos, critérios e coerência.
    1. Entendemos que o trabalho efectuado proporciona uma base aceitável para a emissão do presente relatório sobre a informação semestral.

Parecer

  1. Com base no trabalho efectuado, o qual foi executado tendo em vista a obtenção de uma segurança moderada, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que a informação financeira consolidada do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004 não esteja isenta de distorções materialmente relevantes que afectem a sua conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que não seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.

    1. Com base no trabalho efectuado sobre a evidência que suporta os pressupostos da informação financeira prospectiva dos documentos acima referidos, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que tais pressupostos não proporcionem uma base aceitável para aquela informação e que tal informação não tenha sido preparada de forma consistente.
    1. Devemos contudo advertir que frequentemente os acontecimentos futuros não ocorrem da forma esperada, pelo que os resultados reais poderão vir a ser diferentes dos previstos e as variações poderão ser materialmente relevantes.

Lisboa, 16 de Setembro de 2004

SOUSA SANTOS & ASSOCIADOS Sociedade de Revisores Oficiais de Contas n.º 152 Auditor registado na CMVM com o n.º 9005 Representada por José de Sousa Santos (ROC n.º 804)