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Litho Formas Portuguesa — Interim / Quarterly Report 2004
Sep 23, 2004
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Interim / Quarterly Report
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LITHO FORMAS PORTUGUESA
Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A.- Sociedade Aberta Sede: Rua D. Nuno Álvares Pereira - Vale de Figueira – 2695-748 s. João da Talha Mat. na Conservatória Registo Comercial de Loures sob o nº 1848 - Contribuinte nº 500166773
RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Exmos Senhores Accionistas,
De acordo com os preceitos legais e com o previsto nos estatutos submetemos à apreciação de Vas. Exas., o Relatório, o Balanço, a Demonstração de Resultados e respectivos anexos relativos ao 1º Semestre do Ano de 2004, assim como as contas consolidadas referentes ao universo de empresas liderado pela Litho Formas Portuguesa.
Introdução
A situação económica no nosso País não sofreu uma evolução positiva relativamente ao a 2003 neste período, continuando a verificar-se um clima recessivo que naturalmente obriga os agentes económicos a tomarem atitudes conservadoras quanto ao investimento o que implicitamente afecta todas as industrias de suporte como é o caso da indústria gráfica. Consciente deste facto a Administração voltou a encetar um plano de reformulação da actividade do qual daremos conta neste relatório.
Actividade Comercial
O primeiro semestre de 2004 foi marcado pela introdução a nível da oferta da Litho Formas Portuguesa de um conjunto de soluções baseadas em Impressão Digital, das quais a mais relevante foi sem dúvida a Produção de Bilhetes para o Campeonato Europeu de Futebol EURO2004. Já tínhamos referido no nosso Relatório relativo ao Exercício de 2003, a realização de importantes investimentos na área de impressão Digital, uma especialidade de importância crescente onde a nossa Empresa revela já nesta altura competências que a diferenciarão das suas congéneres no Mercado. O reforço da estratégia comercial nesta área é um dos nossos objectivos actuais.
Assim o valor de vendas neste período atingiu os €4 milhões o que significa mais 11,6% que o valor registado no 1º semestre de 2003.
De todos os grupos que constituem a oferta da Empresa, só se verificou uma redução de vendas no Offset Comercial, em parte devido ao facto de no ano anterior se ter verificado a ocorrência de uma encomenda não recorrente. Os formulários de computador que são o negócio principal da Litho Formas Portuguesa mantiveram-se ao nível do ano anterior, ainda que se continue a verificar uma
redução importante destes produtos no Mercado. A razão da manutenção das vendas deve-se principalmente ao facto de alguns concorrentes de pequena dimensão estarem a abandonar este mercado, dedicando-se a outros segmentos da indústria gráfica.
As Etiquetas cresceram igualmente acima do crescimento de mercado o que revela estar a ser bem sucedido o esforço de penetração decidido pela Empresa.
Quanto aos mercados de destino, é importante mencionar o crescimento das vendas quer para França, quer para Espanha. Esperamos atingir o final do ano com uma taxa de crescimento significativa na Exportação.
Custo das vendas
O custo das vendas foi afectado com uma ocorrência não Operacional, em cerca de €83 mil, devida a custos com pessoal e que fazem parte do plano de reestruturação da empresa com vista à redução dos custos de operação, tendo neste semestre sido reduzido o numero de funcionários, de 112 para 106, isto apesar de se ter criado um novo departamento de produção. Por este motivo o custo global com pessoal foi 2,0% superior ao verificado em igual período do ano anterior.
O preço da matéria prima manteve-se estável no semestre, tendo contudo o seu peso relativo no custo das vendas aumentado, por via da pressão do mercado e consequente redução de margens.
Igualmente os fornecimentos e serviços terceiros sofreram um aumento de 24,5% por motivo de um conjunto de custos envolvendo prestações de serviço no âmbito do projecto EURO2004, tendo-se verificado ainda, um aumento importante com o custo de transportes devido ao aumento do petróleo e do peso das exportações nas vendas da empresa.
Apesar dos investimentos realizados, o custo com a depreciação cifrou-se em €225 mil , ligeiramente inferior ao valor verificado em 2003.
Investimentos
Neste semestre foram feitos investimentos importantes na área dos acabamentos e impressão digital.
No total foram investidos neste semestre, €285 mil , tendo-se recorrido principalmente a financiamento bancário na modalidade de Leasing.
Evolução dos Resultados
A Administração iniciou o Exercício de 2004 com um plano de reestruturação agressivo, o qual já levou à redução nesta altura de mais 6 colaboradores. De facto este plano prevê a reformulação da área comercial e reduções nalgumas funções de suporte, medidas que permitirão ajustar a empresa à realidade actual do Mercado, e que a breve trecho permitam de forma consistente operar com resultados positivos.
Assim o resultado operacional foi negativo em cerca de €69 mil , estando incluídos neste montante os já mencionados custos de rescisão com diversos funcionários, no valor de €83 mil, o que equivale a um cumprimento rigoroso do Orçamento, o qual apontava, excluindo a reestruturação, para um resultado operacional positivo de cerca de € 14 mil.
Os resultados financeiros são positivos no valor de €11 mil , e podem ser apreciados no quadro 45. Resultam na sua totalidade de ganhos obtidos com a transacção de títulos constantes no Portfolio da Litho Formas Portuguesa, o qual pode ser consultado no quadro 17 dos anexos, e onde se pode detalhadamente observar esta importante rubrica do activo da empresa.
Os resultados extraordinários, foram positivos em cerca de €36 mil , conforme se lê no quadro 46.
Consequentemente o resultado líquido é negativo em €24.078.
O Cash Flow no período foi de € 207 mil, melhor que em igual período de 2003, representando 5,15% das vendas.
Conclusões
Apesar do resultado líquido ter sido ainda negativo, é para nós satisfatório que esteja alinhado com a orçamento e plano de reestruturação aprovado. O resultado do mês de Julho foi novamente em linha com o previsto pelo que mantemos as nossas previsões já adiantadas no Relatório do Exercício de 2003, que aponta para um resultado operacional positivo perto do ponto de equilibrio, para um volume de vendas de cerca de 7,5 milhões de Euros.
Vale de Figueira, 30 de Agosto de 2004
O Conselho de Administração
Eng. Klaus Safeeld Presidente
Eng. Nuno Lourenço Pinheiro
Eng. João Manuel C. Martins Cabral Vogal
Balanço das Contas Individuais do 1º semestre de 2004
| CÓDIGO DE CONTAS | 2004 | 2003 | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| AMORTIZAÇÕES | ||||||
| CE (1) | POC | ACTIVO BRUTO | E PROVISÕES | ACTIVO LÍQUIDO | ACTIVO LÍQUIDO | |
| ACTIVO | ACUMULADAS | |||||
| C | IMOBILIZADO | |||||
| I | Imobilizações incorpóreas | |||||
| 1 | 431 | Despesas de instalação | 67.306 | 67.306 | ||
| 1 | 432 | Despesas de investigação e desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | ||
| 2 | 433 | Propriedade industrial e outros direitos | 30.703 | 30.703 | ||
| 3 | 434 | Trespasses | 2.993 | 2.993 | 2.993 | |
| Subtotal | 162.977 | 159.984 | 2.993 | 2.993 | ||
| II | Imobilizações corpóreas | |||||
| 1 | 421 | Terrenos e recursos naturais | 112.031 | 112.031 | 112.031 | |
| 1 | 422 | Edifícios e outras construções | 1.753.286 | 1.207.977 | 545.308 | 613.247 |
| 2 | 423 | Equipamento básico | 9.887.583 | 8.809.618 | 1.077.966 | 946.835 |
| 2 | 424 | Equipamento de transporte | 418.194 | 400.751 | 17.442 | 40.033 |
| 33 | 425426 | Ferramentas e utensíliosEquipamento administrativo | 135.249563.247 | 91.937505.673 | 43.31157.573 | 37.51880.317 |
| 3 | 427 | Taras e vasilhame | 5.457 | 5.405 | 52 | 52 |
| 3 | 429 | Outras imobilizações corpóreas | 164.723 | 123.579 | 41.143 | 40.513 |
| 4 | 441/6 | Imobilizações em curso | 0 | 0 | 0 | 0 |
| 4 | 448 | Adiantamentos por conta de imobilizações corpóreas | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Subtotal | 13.039.768 | 11.144.941 | 1.894.827 | 1.870.544 | ||
| III | Investimentos financeiros | |||||
| 1 | 4111 | Partes de capital em empresas do grupo | 72.557 | 72.557 | ||
| 5 | 4113+414+415 | Títulos e outras aplicações financeiras | 8.209 | 8.209 | 8.209 | |
| Subtotal | 80.766 | 72.557 | 8.209 | 8.209 | ||
| D | CIRCULANTE | |||||
| I | Existências | |||||
| 1 | 36 | Matérias-primas, subsidiárias e de consumo | 554.508 | 554.508 | 653.311 | |
| 23 | 3533 | Produtos e trabalhos em cursoProdutos acabados e intermédios | 148.05066.118 | 148.05066.118 | 200.51846.040 | |
| 3 | 32 | Mercadorias | 49.044 | 49.044 | 61.838 | |
| Subtotal | 817.720 | 0 | 817.720 | 961.706 | ||
| II | Dívidas de terceiros - curto prazo (b) | |||||
| 1 | 211 | Clientes, c/c | 2.057.753 | 2.057.753 | 1.794.232 | |
| 1 | 212 | Clientes, títulos a receber | 0 | 9.033 | ||
| 1 | 218 | Clientes cobrança duvidosa | 340.864 | 316.716 | 24.148 | 47.589 |
| 3 | 253+254 | Empresas do grupo | 282.787 | 282.787 | 281.285 | |
| 4 | 24 | Estado e outros entes públicos | 29.279 | 29.279 | 8.042 | |
| 4 | 262+/6+/7+/8+221 | Outros devedores | 14.982 | 14.982 | 18.163 | |
| Subtotal | 2.725.664 | 316.716 | 2.408.948 | 2.158.344 | ||
| III | Títulos negociáveis | |||||
| 3 | 1513+1523+153/9 | Outros títulos negociáveis | 1.290.079 | 6.580 | 1.283.499 | 1.197.083 |
| Subtotal | 1.290.079 | 6.580 | 1.283.499 | 1.197.083 | ||
| IV | Depósitos bancários e caixa | |||||
| 12+13+14 | Depósitos bancários | 86.365 | 86.365 | 65.400 | ||
| 11 | Caixa | 1.276 | 1.276 | 1.977 | ||
| Subtotal | 87.641 | 0 | 87.641 | 67.377 | ||
| ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | ||||||
| 272 | Custos diferidos | 3.794 | 3.794 | 3.994 | ||
| 3.794 | 0 | 3.794 | 3.994 | |||
| Total de amortizações | 11.304.926 | |||||
| Total de provisões | 395.85318.208.410 | 11.700.779 | 6.507.631 | 6.270.252 | ||
| Total do Activo | ||||||
Balanço das Contas Individuais do 1º Semestre de 2004
| CÓDIGO DE CONTAS | EXERCÍCIOS | |||
|---|---|---|---|---|
| CE (1) | POC | 2004 | 2003 | |
| CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO | ||||
| A | CAPITAL PRÓPRIO | |||
| I | 51 | Capital | 2.500.000 | 2.500.000 |
| 52 | Acções próprias | |||
| 521 | Valor nominal | (60.505) | (60.505) | |
| 522 | Prémios e descontos | 11.932 | 11.932 | |
| III | 55 | Ajustamento de partes de capital em filiadas e assoc. | 37.550 | 37.550 |
| 56 | Reservas de reavaliação | 141.479 | 159.209 | |
| IV | 57 | Reservas: | ||
| 1/2 | 571 | Reservas legais | 236.956 | 236.956 |
| 4 | 574 | Reservas livres | 1.363.343 | 1.363.343 |
| 4 | 579 | Reservas especiais | 134.087 | 134.087 |
| V | 59 | Resultados Transitados | (1.756.466) | (1.510.172) |
| Subtotal | 2.608.376 | 2.872.400 | ||
| VI | 88 | Resultado líquido do exercicio | (24.078) | (30.124) |
| Total do capital próprio | 2.584.298 | 2.842.276 | ||
| PASSIVO | ||||
| B | Provisões para riscos e encargos | |||
| 3 | 293/8 | Outras provisões para riscos e encargos | 227.075 | 227.075 |
| 227.075 | 227.075 | |||
| C | DÍVIDAS A TERCEIROS - Médio e longo prazo | |||
| 2 | 231+12 | Dívidas a instituições de crédito | ||
| 8 | 239 | Outros empréstimos obtidos | ||
| 8 | 261 | Fornecedores de Imobilizado, c/c | 318.994 | 299.715 |
| 318.994 | 299.715 | |||
| C | DÍVIDAS A TERCEIROS - Curto prazo | |||
| 1 | 231+12 | Dívidas a instituições de crédito | 983.179 | 641.674 |
| 4 | 221 | Fornecedores, c/c | 1.559.680 | 1.462.565 |
| 8 | 251+255 | Outros accionistas (sócios) | 8.290 | 8.290 |
| 8 | 2611 | Fornecedores de Imobilizado, c/c | 339.059 | 240.180 |
| 8 | 24 | Estado e outros entes públicos | 197.828 | 189.581 |
| 8 | 262+263+264 | Outros credores | ||
| 3.088.035 | 2.542.290 | |||
| D | ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | |||
| 273 | Acréscimos de custos | 255.132 | 299.393 | |
| 274 | Proveitos diferidos | 16.610 | 35.292 | |
| 276 | Impostos diferidos passivos | 17.486 | 24.211 | |
| 289.229 | 358.896 | |||
| Total do passivo | 3.923.333 | 3.427.976 | ||
| Total do capital próprio e do passivo | 6.507.631 | 6.270.252 | ||
Demonstração de Resultados das Contas Individuais do 1º Semestre de 2004
| CÓDIGO DE CONTAS | EXERCÍCIOS | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| CE (1) | POC | 2004 | 2003 | |||
| A | CUSTOS E PERDAS | |||||
| 2. a) | 61 | Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas : | ||||
| Mercadorias | 296.375 | 305.433 | ||||
| Matérias | 1.815.230 | 2.111.604 | 1.555.538 | 1.860.971 | ||
| 2. b) | 62 | Fornecimentos e serviços externos | 671.897 | 593.334 | ||
| 3 | Custos com o pessoal : | |||||
| 3. a) | 641 + 642 | Remunerações | 655.405 | 669.878 | ||
| 3. b) | Encargos Sociais : | |||||
| 643 + 644 | Pensões | |||||
| 645 / 8 / 9 | Outros | 414.966 | 1.070.371 | 379.038 | 1.048.916 | |
| 4. a) | 66 | Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo | 224.566 | 246.195 | ||
| 4. b) | 67 | Provisões | 224.566 | 246.195 | ||
| 5 | 63 | Impostos | 6.374 | 5.158 | ||
| 5 | 65 | Outros custos e perdas operacionais | 5.127 | 11.502 | 4.846 | 10.004 |
| (A) | 4.089.940 | 3.759.421 | ||||
| 6 | 682 | Perdas em empresas do grupo e associadas | ||||
| 6 | 683 + 684 | Amort. e provisões de aplicações e investimentos financeiros | 6.580 | |||
| 7 | (2) | Juros e custos similares : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | 64.101 | 70.681 | 70.609 | 70.609 | ||
| (C) | 4.160.621 | 3.830.030 | ||||
| 10 | 69 | Custos e perdas extraordinários | 8.918 | 2.393 | ||
| (E) | 4.169.539 | 3.832.423 | ||||
| 8 + 11 | 86 | Imposto sobre o rendimento do exercício | 1.580 | 1.645 | ||
| (G) | 4.171.120 | 3.834.068 | ||||
| 13 | 88 | Resultado líquido do exercício | -24.078 | -30.124 | ||
| 4.147.041 | 3.803.944 | |||||
| B | PROVEITOS E GANHOS | |||||
| 1 | 71 | Vendas : | ||||
| Mercadorias | 363.852 | 396.488 | ||||
| Produtos | 3.635.174 | 3.186.473 | ||||
| 1 | 72 | Prestações de serviços | 3.999.027 | 3.582.961 | ||
| 2 | (3) | Variação da produção | 15.948 | 38.527 | ||
| 3 | 75 | Trabalhos para a própria empresa | ||||
| 4 | 73 | Proveitos suplementares | 6.000 | |||
| 4 | 74 | Subsídios à exploração | ||||
| 4 | 76 | Outros proveitos e ganhos operacionais | 21.948 | 38.527 | ||
| (B) | 4.020.975 | 3.621.488 | ||||
| 5 | 782 | Ganhos em empresas do grupo e associadas | ||||
| 5 | 784 | Rendimentos de participação de capital | 12.434 | 26.193 | ||
| 6 | (4) | Rendimentos de títulos negociáveis e de outras apl financeiras : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | ||||||
| 7 | (5) | Outros juros e proveitos similares : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | 68.871 | 81.304 | 1.746 | 27.939 | ||
| (D) | 4.102.279 | 3.649.427 | ||||
| 9 | 79 | Proveitos e ganhos extraordinários | 44.763 | 154.516 | ||
| (F) | 4.147.041 | 3.803.944 | ||||
| Resumo | ||||||
| Resultados operacionais :(B) - (A) = | (68.966) | (137.932) | ||||
| Resultados financeiros :(D-B) - (C-A) = | 10.623 | (42.670) | ||||
| Resultados correntes :(D) - (C) = | (58.343) | (180.602) | ||||
| Resultados Antes de impostos :(F) - (E) = | (22.498) | (28.479) | ||||
| Resultados do exercício :(F) - (G) = | (24.078) | (30.124) | ||||
(*) N = valores do presente exercício; N-1 = valores do exercício anterior
(1) Em conformidade com o art.º 24º da 4º Directiva da CE.
(2) 681 + 685 + 686 + 687 + 688
(3) Diferença algébrica entre as existências finais e iniciais de «Produtos acabados e intermédios» (C/33), «Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos» (C/34) e «Produtos e trabalhos em curso» (C/35), tomando ainda em consideração o movimento registado em «Regularizações de existências» (C/34)
(4) 7812 + 7815 + 7816 + 783
(5) 7811 + 7813 + 7814 + 785 + 786 + 787 + 788
ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS EM 30 DE JUNHO DE 2004
- As demonstrações financeiras foram preparadas em harmonia com os princípios contabilísticos definidos no Plano Oficial de Contabilidade e das Directrizes Contabilísticas da Comissão de Normalização Contabilística. Assim, foram preparados segundo a convenção dos custos históricos, modificada pela reavaliação das imobilizações corpóreas e na base da continuidade das operações, em conformidade com os princípios contabilísticos de prudência, especialização dos exercícios, consistência, substância sobre a forma e materialidade.
2. Não aplicável
3. Critérios valorimétricos adoptados:
- a) Imobilizações incorpóreas estão valorizadas ao custo de aquisição, líquidas de amortizações acumuladas.
- b) Imobilizações corpóreas:
Estão apresentadas pelos valores de aquisição. Para parte dos edifícios e outras construções (Nota 13), excluindo os respectivos terrenos, são apresentados valores resultantes das reavaliações efectuadas, líquidos das reintegrações acumuladas.
As reintegrações são efectuadas pelos métodos das quotas constantes e/ou degressivas, a taxas calculadas de forma a que o valor dos imobilizados seja reintegrado durante a sua vida útil estimada.
As taxas utilizadas são as máximas admitidas para efeitos fiscais.
Os activos imobilizados adquiridos mediante contrato de locação financeira bem como as correspondentes responsabilidades são contabilizados pelo método financeiro. De acordo com este método, o custo do activo é registado no imobilizado corpóreo e a correspondente responsabilidade registada no passivo. Os juros incluídos no valor das rendas e a amortização do activo, calculada conforme acima referido, são registados como custos na demonstração de resultados do período a que respeitam.
- c) Os investimentos financeiros em empresas do grupo e associadas estão valorizados de acordo com o método da equivalência patrimonial sendo ainda provisionado os capitais próprios negativos da afiliada, na rubrica Provisões para Riscos e Encargos.
- d) Os títulos e outras aplicações financeiras estão expressos a custos históricos.
- e) Existências:
As existências de matérias primas, subsidiárias e de consumo estão valorizadas ao custo médio de aquisição.
Os produtos e trabalhos em curso estão valorizados ao custo médio de aquisição das matérias primas e ao custo da mão de obra directa estimada.
Os produtos acabados estão valorizados ao custo de produção que inclui matérias primas, mão de obra e apropriados gastos gerais de fabrico.
f) Títulos Negociáveis:
Os títulos (Nota 17) estão expressos pelos respectivos custos históricos excepto os recebidos como dividendos em espécie que estão valorizados pelo justo valor à data da sua distribuição. À data do balanço o total líquido de menos e mais valias potenciais é provisionado se for negativo.
-
- As transacções em moeda estrangeira são contabilizadas aos câmbios das datas das operações, não sendo significativos os saldos em moeda estrangeira com câmbio variável no final do ano.
-
- Não aplicável.
-
- De acordo com a legislação fiscal em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por partes das autoridades fiscais durante um período de quatro anos para os exercícios subsequentes a 1998 (sendo de seis anos no caso de serem utilizados prejuízos reportáveis) e dez anos no caso da Segurança Social (cinco anos a partir do ano de 2000, inclusive). Deste modo, as declarações fiscais da sociedade dos anos de 1997 a 2002, encontramse sujeitas a revisão.
O Conselho de Administração entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terão um efeito significativo nas demonstrações financeiras em 30 de Junho de 2004.
De acordo com a legislação fiscal portuguesa, os prejuízos fiscais são reportáveis durante um período de seis anos após a sua ocorrência e susceptíveis de dedução a lucros fiscais gerados durante esse período. Desta forma, a 31 de Dezembro de 2003, a empresa tem aproximadamente 1.404.634 euros de prejuízos fiscais reportáveis.
A empresa apresenta nas suas contas provisões não dedutiveis fiscalmente, no montante total de 306.211 euros. A que corresponde cerca de 84.208 euros de imposto diferido activo.
Decorrente das reavaliações do imobilizado corpóreo existem impostos diferidos passivos no montante de 17.486 euros.
A movimentação dos impostos diferidos apresentam-se nos seguintes mapas:
- Reconciliação do imposto do exercício e do imposto corrente:
| Descrição | Total | Operações na D.R. | Movimentação noutras Rubricas de Capital Próprio | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Reavaliação | Outras | ||||||||
| 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | ||
| I - Imposto do exercício | 2.925 | 2.791 | 2.925 | 2.791 | |||||
| II - Gastos (proveitos) de impostos do exercício reconhecidos neste exercício eanteriormente reconhecidos como impostos diferidos provenientes de: | |||||||||
| 1-Imposto diferido relativo à realização da reserva de reavaliação a) | (1.345) | (1.146) | (1.345) | (1.146) | |||||
| (1.345) | (1.146) | (1.345) | (1.146) | ||||||
| III - Gastos (proveitos) de impostos não reconhecidos anteriormente como Impostosdiferidos provenientes de: | |||||||||
| IV - Imposto diferido (II +/- III) | (1.345) | (1.146) | (1.345) | (1.146) | |||||
| V Imposto corrente (I+/-IV) | 1.580 | 1.645 | 1.580 | 1.645 |
- Decomposição dos activos e passivos por impostos diferidos:
| Descrição | Total | Operações na D.R. | Movimentação noutras Rubricas de Capital Próprio | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Reavaliação | Outras | ||||||||
| 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | ||
| Diferenças temporárias que originaram Activos por impostos diferidos | |||||||||
| Total I | |||||||||
| Diferenças temporárias que originaram Passivos por impostos diferidos | |||||||||
| a) 40% da Reserva de Reavaliação de activos imobilizadosb) Correcção ao movimento referido em a) relativo a exercícios anteriores | 68.477 | 78.259-1.417 | 4.891 | 4.891-1.417 | 63.586 | 73.368 | |||
| Total II | 68.477 | 76.842 | 4.891 | 3.474 | 63.586 | 73.368 | |||
| Valores reflectidos no balanço:Activos por impostos diferidos (Total I x 27,5%) | |||||||||
| Passivos por impostos diferidos (Total II x 27,5%) (a) | 18.831 | 25.358 | 1.345 | 1.146 | 17.486 | 24.211 |
(a) Os valores comparativos estão calculados utilizando a taxa de 33%.
A Litho Formas não consegue estimar com razoável segurança a possibilidade de existirem lucros fiscais no futuro, que possibilitem a utilização dos prejuízos fiscais disponíveis e a recuperação das diferenças temporárias que originam, impostos diferidos activos.
Assim a Litho Formas decidiu não reconhecer qualquer imposto diferido relacionado com as seguintes diferenças temporárias.
| 30-6-2004 | 30-6-2003 | |
|---|---|---|
| Provisões não aceites fiscalmente | ||
| Para outros riscos e encargos | 227.075 | 227.075 |
| Para investimentos financeiros | 72.556 | 72.556 |
| Para aplicações financeiras | 6.580 | 71.273 |
| Total de provisões não aceites | 306.211 | 370.904 |
| Prejuízos fiscais | ||
| de 1997 a utilizar até 2003 | 285.223 | |
| de 1998 a utilizar até 2004 | 515.867 | 515.867 |
| de 1999 a utilizar até 2005 | 135.211 | 135.211 |
| de 2002 a utilizar até 2008 | 302.904 | 302.904 |
| de 2003 a utilizar até 2009 | 450.652 | |
| Total de prejuízos fiscais | 1.404.634 | 1.239.205 |
A partir do momento em que seja possível determinar com alguma segurança a probabilidade de recuperação destes prejuízos fiscais e daquelas diferenças temporárias, os subjacentes impostos diferidos activos serão reconhecidos contabilisticamente.
- O número médio de efectivos ao serviço da empresa foi o seguinte:
| 30-06-04 | 30-06-03 | |
|---|---|---|
| Pessoal dirigente | 1 | 1 |
| Pessoal administrativo | 10 | 11 |
| Pessoal comercial | 23 | 27 |
| Pessoal fabril | 72 | 78 |
| 106 | 117 |
-
- Não aplicável
-
- Não aplicável
-
- O movimento ocorrido nas Rubricas de Imobilizado e respectivas amortizações foi o seguinte:
| ACTIVO BRUTO | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumentos | Alienações | Transferências e Abates | Saldo Final |
| Imobilizações incorpóreas: | |||||
| Despesas de Instalação | 67.306 | 67.306 | |||
| Despesas Invest. Desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | |||
| Propriedade industrial e Outras | 30.703 | 30.703 | |||
| Trespasses | 2.993 | 2.993 | |||
| Imobilizações em curso incorpóreas | |||||
| Subtotal | 162.977 | 162.977 | |||
| Imobilizações corpóreas: | |||||
| Terrenos e recursos naturais | 112.031 | 112.031 | |||
| Edifícios e outras construções | 1.753.286 | 1.753.286 | |||
| Equipamento básico | 9.646.889 | 268.858 | (28.163) | 9.887.583 | |
| Equipamento de transporte | 426.424 | (8.230) | 418.194 | ||
| Ferramentas e utensílios | 135.249 | 135.249 | |||
| Equipamento administrativo | 547.313 | 15.934 | 563.247 | ||
| Taras e Vasilhames | 5.457 | 5.457 | |||
| Outras imobilizações corpóreas | 164.723 | 164.723 | |||
| Imobilizações em curso corpóreas | 36.645 | (36.645) | |||
| Adiant. por conta de imob. corpóreas | 60.200 | (60.200) | |||
| Subtotal | 12.888.215 | 284.792 | (36.394) | (36.645) | 13.039.768 |
| Investimentos financeiros: | |||||
| Partes de capital em emp. do grupo | 72.557 | 72.557 | |||
| Partes de capital em emp. associadas | |||||
| Títulos e outras aplicações financeiras | 8.209 | 8.209 | |||
| Subtotal | 80.766 | 80.766 | |||
| Total | 13.131.958 | 284.792 | (36.394) | (36.645) | 13.283.511 |
AMORTIZAÇÕES / PROVISÕES
| Rubricas | Saldo Inicial | Reforço | Regularizações | Saldo Final |
|---|---|---|---|---|
| Imobilizações incorpóreas: | ||||
| Estudos e Projectos Industriais | 67.306 | 67.306 | ||
| Investigação e Desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | ||
| Licenças | 30.703 | 30.703 | ||
| Subtotal | 159.984 | 159.984 | ||
| Imobilizações corpóreas: | ||||
| Edifícios e outras construções | 1.174.008 | 33.969 | 1.207.977 | |
| Equipamento básico | 8.656.114 | 170.079 | (16.576) | 8.809.618 |
| Equipamento de transporte | 401.454 | 5.470 | (6.173) | 400.751 |
| Ferramentas e utensílios | 90.540 | 1.398 | 91.937 | |
| Equipamento administrativo | 451.384 | 13.524 | 464.908 | |
| Taras e Vasilhames | 5.405 | 5.405 | ||
| Outras imobilizações corpóreas | 164.218 | 126 | 164.344 | |
| Subtotal | 10.943.123 | 224.566 | (22.748) | 11.144.941 |
| Investimentos financeiros: | ||||
| Partes de capital em emp. grupo | 72.557 | 72.557 | ||
| Títulos e outras aplicações financeiras | ||||
| Subtotal | 72.557 | 72.557 | ||
| Total | 11.175.665 | 224.566 | (22.748) | 11.377.482 |
11. Não Aplicável
- As imobilizações corpóreas foram reavaliadas ao abrigo dos seguintes diplomas legais:
DL-118-B/86;
DL-111/88;
DL-49/91;
DL-264/92.
A empresa descontinuou a política de reavaliar as imobilizações corpóreas ao abrigo da lei fiscal por considerar negligenciáveis os correspondentes efeitos.
13. Mapa das reavaliações
REAVALIAÇÕES
| RELITATION | • | |||
|---|---|---|---|---|
| Rubricas | CustosHistóricos | Reavaliações | Valores ContabilisticosReavaliados | |
| (a) | (a) (b) | (b) | ||
| Imobilizações corpóreas: | ||||
| Edifícios e outras construções | 279.237 | 158.965 | 438.202 |
- (a) Líquidos de amortizações
- (b) Englobam as sucessivas reavaliações
-
- Todo o imobilizado corpóreo está afecto à actividade da empresa e não existem imobilizações implantadas em propriedade alheia.
15. Locação financeira
A 30 de Junho de 2004, a empresa tinha registado na rubrica de Fornecedores de Imobilizado conta corrente um montante de 658.053 euros, dos quais referem-se à aquisição de quatro máquinas, em sistema de leasing financeiro. Uma máquina rotativa de Offset, um "Computer To Plate", uma máquina de impressão digital e uma envelopadora com rebobinador e desbobinador, com valor contabilistico líquido de 425.147 euros, 106.000 euros , 180.600 euros e 169.126 euros, respectivamente.
16. Participações financeiras
| PARTICIPACÕES | FINANCEIRAS |
|---|---|
| TAKTICITAÇUES | FINANCEINAS |
| 3000 | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Participação | CapitaisPróprios30/06/04 | Resultadodo Exercício30/06/04 | Provisão | Valor deBalanço |
| DO GRUPO: | |||||
| ELIEFE, Lda. | 95% | 499 | (474) | ||
| ( Nunca teve actividade e encontra-se totalmente provisionada) | |||||
| LITHO FORMAS & DRESCHER, LDA. | 100% | (227.200) | (127) | (72.083) | |
| Vale de Figueira - Sacavém | |||||
| Subtotal | (226.701) | (127) | (72.557) | 0 | |
| OUTRAS EMPRESAS | |||||
| Investimento em acções em outras empresas | |||||
| com participações minoritárias | 8.209 | ||||
| Subtotal | 8.209 | ||||
| Total | (226.701) | (127) | (72.557) | 8.209 | |
17. Títulos Negociáveis
TÍTULOS NEGOCIÁVEIS
| Rubricas | Quantidades | Valores doBalanço | Valor Mercadoem 30-06-2004 | Diferença | Provisão |
|---|---|---|---|---|---|
| ACÇÕES | |||||
| ABN AMRO | 5.216 | 72.482 | 93.784 | 21.302,00 | |
| ING GROEP NV | 7.692 | 124.924 | 149.225 | 24.301,00 | |
| HANNOVER | 1.400 | 29.939 | 38.402 | 8.463,00 | |
| SAMSUNG | 1.000 | 56.165 | 106.300 | 50.135,00 | |
| ANGLO IRISH BANK CORP (EUR) | 12.354 | 54.197 | 106.121 | 51.924,00 | |
| ERSTE | 980 | 57.010 | 129.100 | 72.090,00 | |
| HYUNDAY | 10.000 | 78.148 | 80.100 | 1.952,00 | |
| DEPFA | 30.000 | 238.650 | 357.000 | 118.350,00 | |
| PUMA AG | 1.000 | 116.489 | 208.870 | 92.381,00 | |
| HILTON GROUP PLC | 25.000 | 77.959 | 100.948 | 22.989,00 | |
| PERSIMMON PLC | 13.800 | 108.656 | 127.559 | 18.903,00 | |
| LLOYDS TSB GROUP PLC | 21.000 | 132.954 | 132.434 | -520,00 | -520 |
| LUKOIL-SPONS ADR | 500 | 47.434 | 42.750 | -4.684,00 | -4.684 |
| ERSTE BANK DR OES | 20 | 2.317 | 2.575 | 258,00 | |
| E.ON.AG DE | 800 | 43.486 | 47.440 | 3.954,00 | |
| PEACOCK | 7.500 | 24.426 | 28.401 | 3.975,00 | |
| HUANENG | 800 | 24.846 | 23.470 | -1.376,00 | -1.376 |
| Total | 139.062 | 1.290.082 | 1.774.479 | 484.397,00 | -6.580 |
-
- Não aplicável
-
- Não aplicável
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- O valor global das dívidas de cobrança duvidosa eram de 340.864 euros.
-
- Não aplicável.
-
- As dívidas do pessoal no fim do exercício eram de 2.815 euros.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Em 30 de Junho não existiam dívidas em situação de mora à Segurança Social.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Garantias Prestadas:
Petrogal (cartões GALP Frota) 3.990 euros CTT (para boa execução de encomendas) 8.456 euros
Sarriópapel 150.000 euros
-
- Não aplicável.
-
- Movimentos de provisões ocorrido no exercício
| PROVISÕES | |
|---|---|
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumento | Redução | Saldo Final |
|---|---|---|---|---|
| Provisões para aplicações de tesouraria | 0 | 6.580 | 6.580 | |
| Provisões para cobranças duvidosas | 331.088 | (14.371) | 316.716 | |
| Provisões para riscos e encargos | 227.075 | 227.075 | ||
| Provisões para investimentos financeiros | 72.557 | 72.557 | ||
| Total | 630.719 | 6.580 | (14.371) | 622.928 |
-
- Não aplicável.
-
- O capital da empresa está dividido em 500.000 acções ao valor nominal de 5 euros por acção.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Reserva de reavaliação
| RESERVA DE REAVALIAÇÃO | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo inicial | Aumento | Diminuição | Transferências | Saldo | ||
| Reservas de reavaliação | 152.362 | (10.883) | 141.479 |
A movimentação registada na rubrica de Reservas de reavaliação refere-se ao reconhecimento da realização da reserva
- Movimentos ocorridos no exercício nas Rubricas de Capitais Próprios
CAPITAIS PRÓPRIOS
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumentos | Diminuições | Transferências | Saldo final |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital | 2.500.000 | 2.500.000 | |||
| Acções próprias | |||||
| Valor Nominal | (60.505) | (60.505) | |||
| Prémios e Descontos | 11.932 | 11.932 | |||
| Ajustamento partes capital em fil. Assoc. | 37.550 | 37.550 | |||
| Reservas de Reavaliação | 152.362 | (10.883) | 141.479 | ||
| Reserva legal | 236.956 | 236.956 | |||
| Reservas livres | 1.363.343 | 1.363.343 | |||
| Reservas especiais | 134.087 | 134.087 | |||
| Resultados Transitados | (1.503.325) | (253.141) | (1.756.466) | ||
| Resultados líquidos do exercício | (264.024) | (24.078) | 264.024 | (24.078) | |
| Capitais próprios | 2.608.377 | (24.078) | 0 | 2.584.298 |
- Demonstração do custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas como se segue:
| CMVMPC | |
|---|---|
| -------- | -- |
| Movimentos | Mercadorias | Matérias-Primas Sub.e deConsumo | Total |
|---|---|---|---|
| Existências iniciais | 49.773 | 554.153 | 603.926 |
| Compras | 295.389 | 1.825.426 | 2.120.815 |
| Regularizações | 257 | (9.841) | (9.584) |
| Existências finais | 49.044 | 554.508 | 603.552 |
| Custos do exercício | 296.375 | 1.815.230 | 2.111.604 |
- Demonstração da variação da produção como se segue:
VARIAÇÃO DE PRODUÇÃO
| Movimentos | Produtos Acabados eIntermédios | Produtos eTrabalhos em Curso | Total | |
|---|---|---|---|---|
| Existências iniciais | 43.141 | 155.079 | 198.220 | |
| Regularização | ||||
| Existências finais | 66.118 | 148.050 | 214.168 | |
| Variação do exercício | 22.977 | (7.029) | 15.948 |
- Remuneração dos órgãos sociais:
As remunerações atribuídas aos membros dos Órgãos Sociais da empresa ascenderam a:
| 30-06-04 | 30-06-03 | |
|---|---|---|
| Conselho de Administração | 30.000 | 39.600 |
| Conselho Fiscal | 0 | 1.000 |
- O Valor líquido das vendas e das prestações de serviços distribui-se como se segue:
VENDAS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS
| Movimentos | Vendas | Prestação deServiços | Total |
|---|---|---|---|
| Mercado interno | 3.588.202 | 3.588.202 | |
| Mercado Externo | 410.825 | 410.825 | |
| 3.999.027 | 3.999.027 |
A Litho Formas não identifica segmentos de negócio ou geográficos relevantes para proceder à sua análise/divulgação individualizada.
Efectivamente, no que respeita a segmentos de negócio, os produtos da Litho Formas são considerados substancialmente idênticos, tanto no que respeita a sua natureza e processos produtivos, como no que respeita a clientes e canais de distribuição.
Por outro lado, no tocante a segmentos geográficos, tal como referido no quadro acima, cerca de 90% do rédito total da empresa advém de vendas no mercado interno, sendo o restante para o mercado externo, fundamentalmente países da União Europeia.
Assim, não se verificam riscos e retornos substancialmente dissemelhantes que justifiquem uma análise/divulgação quer de segmentos de negócio quer de segmentos geográficos.
- Demonstrações dos resultados financeiros como se segue:
RESULTADOS FINANCEIROS
| CUSTOS E PERDAS | EXERCICIOS | PROVEITOS E GANHOS | EXERCICIOS | ||
|---|---|---|---|---|---|
| 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | ||
| 681 Juros suportados | 32.479 | 13.750 | 781 Juros obtidos | 1.260 | 978 |
| 682 Perdas Empresas Associadas | 0 | 0 | 782 Ganhos Empresas Associadas | 0 | 0 |
| 684 Provisões para aplicações financeiras | 6.580 | 0 | 784 Rendim. participação de capital | 12.434 | 26.193 |
| 685 Diferenças de câmbio desfavoráveis | 82 | 0 | 785 Diferenças de câmbio favoráveis | 0 | 0 |
| 686 Desconto de pronto pagamento concedidos | 0 | 127 | 786 Descontos de pronto pagamento obtidos | 0 | 0 |
| 687 Perdas em aplicações de tesouraria | 23.437 | 36.453 | 787 Ganhos em aplicações de tesouraria | 67.605 | 760 |
| 688 Outros custos e perdas financeiras | 8.103 | 20.280 | 788 Outros prov. e ganhos financeiros | 6 | 8 |
| Resultados financeiros | 10.623 | (42.670) | |||
| Total | 81.304 | 27.939 | Total | 81.304 | 27.939 |
- Demonstrações dos resultados extraordinários como se segue:
RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS
| CUSTOS E PERDAS | EXERCICIOS | PROVEITOS E GANHOS | EXERCICIOS | ||
|---|---|---|---|---|---|
| 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | ||
| 691 Donativos | 1.200 | 280 | 791 Restituíção de impostos | ||
| 692 Dívidas incobráveis | 7.622 | 921 | 792 Recuperação de dívidas | ||
| 693 Perdas em existências | 793 Ganhos em existências | 13.226 | 3.493 | ||
| 694 Perdas em imobilizações | 794 Ganhos em imobilizações | 2.700 | 3.500 | ||
| 695 Multas e penalidades | 795 Benefícios de penalidades contratuais | ||||
| 696 Aumento de amortizações e provisões | 796 Reduções de amortizações e provisões | 14.371 | 131.103 | ||
| 697 Correcções rel. a exercícios anteriores | 235 | 797 Correcções rel. a exercícios anteriores | 1.300 | 10.020 | |
| 698 Outros custos e perdas extraordinárias | 96 | 957 | 798 Outros prov. e ganhos extraordinários | 13.165 | 1.989 |
| Resultados extraordinários | 35.845 | 147.712 | |||
| Total | 44.763 | 150.105 | Total | 44.763 | 150.105 |
-
- Nada a referir.
- 48 Nada a referir
Vale de Figueira, 17 de Agosto de 2004
A Técnica Ofi cial de Contas nº 15630 O Conselho de Administração
Carla Baptista
Eng. João Manuel C. Martins Cabral Vogal
Eng. Klaus Safeeld Presidente
Eng. Nuno Lourenço Pinheiro Vogal
Balanço das Contas Consolidadas do 1º Semestre de 2004
| CÓDIGO DE CONTAS | 2004 | 2003 | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| CE (1) | POC | ACTIVO BRUTO | AMORTIZAÇÕESE PROVISÕESACUMULADAS | ACTIVO LÍQUIDO | ACTIVO LÍQUIDO | |
| ACTIVO | ||||||
| C | IMOBILIZADO | |||||
| I | Imobilizações incorpóreas | |||||
| 1 | 431 | Despesas de instalação | 67.306 | 67.306 | ||
| 1 | 432 | Despesas de investigação e desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | ||
| 2 | 433 | Propriedade industrial e outros direitos | 30.703 | 30.703 | ||
| 3 | 434 | Trespasses | 2.993 | 2.993 | 2.993 | |
| Subtotal | 162.978 | 159.984 | 2.993 | 2.993 | ||
| II | Imobilizações corpóreas | |||||
| 1 | 421 | Terrenos e recursos naturais | 112.031 | 112.031 | 112.031 | |
| 1 | 422 | Edifícios e outras construções | 1.753.286 | 1.207.977 | 545.308 | 613.247 |
| 2 | 423 | Equipamento básico | 10.361.955 | 9.283.989 | 1.077.966 | 946.835 |
| 2 | 424 | Equipamento de transporte | 418.194 | 400.751 | 17.442 | 40.033 |
| 3 | 425 | Ferramentas e utensílios | 135.513 | 92.202 | 43.311 | 37.518 |
| 3 | 426 | Equipamento administrativo | 563.247 | 505.673 | 57.573 | 80.317 |
| 3 | 427 | Taras e vasilhame | 5.457 | 5.405 | 52 | 52 |
| 3 | 429 | Outras imobilizações corpóreas | 164.723 | 123.579 | 41.143 | 40.513 |
| 4 | 441/6 | Imobilizações em curso | - | - | - | |
| 4 | 448 | Adiantamentos por conta de imobilizações corpóreas | - | - | - | |
| Subtotal | 13.514.403 | 11.619.577 | 1.894.827 | 1.870.544 | ||
| III | Investimentos financeiros | |||||
| 4 | 4122+3132 | Empréstimos a empresas associadas | - | - | ||
| 5 | 4113+414+415 | Títulos e outras aplicações financeiras | 8.209 | 8.209 | 8.209 | |
| Subtotal | 8.209 | 0 | 8.209 | 8.209 | ||
| D | CIRCULANTE | |||||
| I | Existências | |||||
| 1 | 36 | Matérias-primas, subsidiárias e de consumo | 572.316 | 572.316 | 671.118 | |
| 2 | 35 | Produtos e trabalhos em curso | 148.050 | 148.050 | 200.518 | |
| 3 | 33 | Produtos acabados e intermédios | 97.657 | 97.657 | 77.579 | |
| 3 | 32 | Mercadorias | 49.044 | 49.044 | 61.838 | |
| Subtotal | 867.067 | 867.067 | 1.011.053 | |||
| II | Dívidas de terceiros - curto prazo (b) | |||||
| 1 | 211 | Clientes, c/c | 2.225.120 | 167.367 | 2.057.753 | 1.794.232 |
| 1 | 212 | Clientes, títulos a receber | - | - | 9.033 | |
| 1 | 218 | Clientes cobrança duvidosa | 340.864 | 316.716 | 24.148 | 47.589 |
| 3 | 253+254 | Empresas do grupo | - | - | - | |
| 4 | 24 | Estado e outros entes públicos | 34.746 | 34.746 | 12.133 | |
| 4 262+/6+/7+/8+221 | Outros devedoresSubtotal | 14.9822.615.711 | 484.084 | 14.9822.131.628 | 18.1631.881.151 | |
| III | Títulos negociáveis | |||||
| 3 1513+1523+153/9 | Outros títulos negociáveis | 1.290.079 | 6.580 | 1.283.499 | 1.197.083 | |
| Subtotal | 1.290.079 | 6.580 | 1.283.499 | 1.197.083 | ||
| IV | Depósitos bancários e caixa | |||||
| 12+13+14 | Depósitos bancários | 86.904 | 86.904 | 65.939 | ||
| 11 | CaixaSubtotal | 1.38488.288 | 1.38488.288 | 2.08568.025 | ||
| E | ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | |||||
| 271 | Acréscimos de proveitos | - | - | 3.994 | ||
| 272 | Custos diferidos | 3.7943.794 | 3.7943.794 | -3.994 | ||
| Total de amortizações | 11.779.561 | |||||
| Total de provisões | 490.664 | |||||
| Total do Activo | 18.550.530 | 12.270.224 | 6.280.305 | 6.043.052 |
Balanço de Contas Consolidadas do 1º Semestre de 2004
| CÓDIGO DE CONTAS | EXERCÍCIOS | |||
|---|---|---|---|---|
| CE (1) | POC | 2004 | 2003 | |
| CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO | ||||
| A | CAPITAL PRÓPRIO | |||
| I | 51 | Capital | 2.500.000 | 2.500.000 |
| 52 | Acções próprias | |||
| 521 | Valor nominal | (60.505) | (60.505) | |
| 522 | Prémios e descontos | 11.932 | 11.932 | |
| III | 55 | Ajustamento de partes de capital em filiadas e assoc. | ||
| 56 | Reservas de reavaliação | 141.479 | 159.209 | |
| IV | 57 | Reservas: | ||
| 1/2 | 571 | Reservas legais | 236.956 | 236.956 |
| 4 | 574 | Reservas livres | 1.363.343 | 1.363.343 |
| 4 | 579 | Reservas especiais | 134.087 | 134.087 |
| V | 59 | Resultados Transitados | (1.764.373) | (1.540.621) |
| Subtotal | 2.562.919 | 2.804.402 | ||
| VI | 88 | Resultado líquido consolidado do exercício | (12.872) | (18.916) |
| Total do capital próprio | 2.550.048 | 2.785.486 | ||
| Interesses minoritarios | ||||
| PASSIVO | ||||
| B | Provisões para riscos e encargos | |||
| 3 | 293/8 | Outras provisões para riscos e encargos | - | |
| - | ||||
| C | DÍVIDAS A TERCEIROS - Médio e longo prazo | |||
| 2 | 231+12 | Dívidas a instituições de crédito | - | - |
| 8 | 239 | Outros empréstimos obtidos | ||
| 8 | 2611 | Fornecedores de Imobilizado, c/c | 318.994 | 299.715 |
| 318.994 | 299.715 | |||
| C | DÍVIDAS A TERCEIROS - Curto prazo | |||
| 1 | 231+12 | Dívidas a instituições de crédito | 983.179 | 641.674 |
| 4 | 221 | Fornecedores, c/c | 1.559.680 | 1.462.565 |
| 8 | 251+255 | Outros accionistas (sócios) | 8.290 | 8.290 |
| 8 | 2611 | Fornecedores de Imobilizado, c/c | 339.059 | 240.180 |
| 8 | 24 | Estado e outros entes públicos | 197.828 | 189.581 |
| 8 | 262+263+264 | Outros credores | - | |
| 3.088.035 | 2.542.290 | |||
| D | ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | |||
| 273 | Acréscimos de custos | 255.132 | 299.393 | |
| 274 | Proveitos diferidos | 50.609 | 91.958 | |
| 276 | Imposto diferido | 17.486 | 24.211 | |
| 323.228 | 415.562 | |||
| Total do passivo | 3.730.257 | 3.257.567 | ||
| Total do capital próprio e do passivo | 6.280.305 | 6.043.052 | ||
Demonstração Consolidada de Resultados por Natureza do 1º Semestre de 2004
| CÓDIGO DE CONTAS | EXERCÍCIOS | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| CE (1) | POC | 2004 | 2003 | |||
| A | CUSTOS E PERDAS | |||||
| 2. a) | 61 | Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas : | ||||
| Mercadorias | 296.375 | 305.433 | ||||
| Matérias | 1.815.230 | 2.111.604 | 1.555.538 | 1.860.971 | ||
| 2. b) | 62 | Fornecimentos e serviços externos | 672.024 | 593.459 | ||
| 3 | Custos com o pessoal : | |||||
| 3. a) | 641 + 642 | Remunerações | 655.405 | 669.878 | ||
| 3. b) | Encargos Sociais : | |||||
| 643 + 644 | Pensões | |||||
| 645 / 8 / 9 | Outros | 414.966 | 1.070.371 | 379.038 | 1.048.916 | |
| 4. a) | 66 | Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo | 224.566 | 246.195 | ||
| 4. b) | 67 | Provisões | 224.566 | - | 246.195 | |
| 5 | 63 | Impostos | 6.374 | 5.158 | ||
| 5 | 65 | Outros custos e perdas operacionais | 5.127 | 11.502 | 4.846 | 10.004 |
| (A) | 4.090.067 | 3.759.546 | ||||
| 6 | 682 | Perdas em empresas do grupo e associadas | ||||
| 6 | 683 + 684 | Amort. e provisões de aplicações e investimentos financeiros | 6.580 | |||
| 7 | (2) | Juros e custos similares : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | 64.101 | 70.681 | 70.609 | 70.609 | ||
| (C) | 4.160.748 | 3.830.155 | ||||
| 10 | 69 | Custos e perdas extraordinários | 8.918 | 2.393 | ||
| (E) | 4.169.666 | 3.832.548 | ||||
| 8 + 11 | 86 | Imposto sobre o rendimento do exercício | 1.580 | 1.645 | ||
| (G) | 4.171.246 | 3.834.193 | ||||
| 13 | 88 | Resultado líquido do exercício | (12.872) | (18.916) | ||
| 4.158.374 | 3.815.277 | |||||
| B | PROVEITOS E GANHOS | |||||
| 1 | 71 | Vendas : | ||||
| Mercadorias | 363.852 | 396.488 | ||||
| Produtos | 3.635.174 | 3.186.473 | ||||
| 1 | 72 | Prestações de serviços | - | 3.999.027 | - | 3.582.961 |
| 2 | (3) | Variação da produção | 15.948 | 38.527 | ||
| 3 | 75 | Trabalhos para a própria empresa | ||||
| 4 | 73 | Proveitos suplementares | 6.000 | - | ||
| 4 | 74 | Subsídios à exploração | ||||
| 4 | 76 | Outros proveitos e ganhos operacionais | 21.948 | 38.527 | ||
| (B) | 4.020.975 | 3.621.488 | ||||
| 5 | 782 | Ganhos em empresas do grupo e associadas | - | - | ||
| 6 | (4) | Rendimentos de títulos negociáveis e de outras apl financeiras : | 12.434 | 26.193 | ||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | - | |||||
| 7 | (5) | Outros juros e proveitos similares : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | 80.204 | 92.637 | 13.079 | 39.272 | ||
| (D) | 4.113.612 | 3.660.760 | ||||
| 9 | 79 | Proveitos e ganhos extraordinários | 44.763 | 154.516 | ||
| (F) | 4.158.374 | 3.815.277 | ||||
| Resumo | ||||||
| Resultados operacionais :(B) - (A) = | (69.093) | (138.057) | ||||
| Resultados financeiros :(D-B) - (C-A) = | 21.956 | (31.337) | ||||
| Resultados correntes :(D) - (C) = | (47.136) | (169.394) | ||||
| Resultados Antes de impostos :(F) - (E) =Resultados do exercício :(F) - (G) = | (11.292)(12.872) | (17.271)(18.916) |
(1) Em conformidade com o art.º 24º da 4º Directiva da CE.
(2) 681 + 685 + 686 + 687 + 688
(3) Diferença algébrica entre as existências finais e iniciais de «Produtos acabados e intermédios» (C/33), «Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos» (C/34) e «Produtos e trabalhos em curso» (C/35), tomando ainda em consideração o movimento registado em «Regularizações de existências» (C/34) (4) 7812 + 7815 + 7816 + 783+784
(5) 7811 + 7813 + 7814 + 785 + 786 + 787 + 788
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRAS CONSOLIDADAS EM 30 DE JUNHO DE 2004
Introdução
A Litho Formas Portuguesa – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A., empresa consolidante, foi constituída em 5 de Dezembro de 1966, tendo como actividade principal a concepção, produção e comercialização de todo o tipo de formulários comerciais.
A Litho Formas & Drescher – Impressos em Contínuo, Lda. foi constituída em 3 de Março de 1989, tendo como objecto a fabricação e comercialização de produtos de papel para utilização em equipamento informático, assim como acessórios para computadores. Presentemente esta empresa encontra-se inactiva.
As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no Plano Oficial de Contabilidade. As notas cuja numeração se encontra ausente deste anexo não são aplicáveis à Empresa ou a sua apresentação não é relevante para a leitura das demonstrações financeiras anexas.
As demonstrações financeiras referentes a 30 de Junho de 2004 foram preparadas em todos os seus aspectos materiais, em conformidade com o Plano Oficial de Contabilidade (POC).
I Informações relativas às empresas incluídas na consolidação e a outras
1. Empresas incluídas na consolidação
Litho Formas & Drescher – Impressos em Contínuo, Lda.
Sede: Rua D. Nunes Álvares Pereira, Vale de Figueira, Loures Capital detido: 99,93 %
Condições para consolidação: alínea a) do n.º1 do art.º 1º do Decreto-Lei n.º 238/91 de 2 de Julho
7. Número médio de trabalhadores ao serviço, durante o exercício, das empresas incluídas na consolidação
O número médio de empregados ao serviço da Litho Formas, foi o seguinte:
| 30-06-04 | 30-06-03 | |
|---|---|---|
| Pessoal dirigente | 1 | 1 |
| Pessoal administrativo | 10 | 11 |
| Pessoal comercial | 23 | 26 |
| Pessoal fabril | 72 | 74 |
| 106 | 112 | |
A Litho Formas & Drescher – Impressos em Contínuo, Lda. não tem trabalhadores ao seu serviço.
III Informações relativas aos procedimentos de consolidação
10. Diferenças de consolidação
A diferença de consolidação decorrente da diferença em 31 de Dezembro de 2001, entre o valor contabilístico das partes de capital e o valor da proporção do capital próprio que elas representam, é registada como segue:
- se esta diferença for positiva é reconhecida como um incorpóreo;
- se for negativa é reconhecida como um proveito diferido, conforme as normas da contabilidade nacional. As amortizações/reconhecimento destas diferenças ocorrem num período estimado de vida útil de 5 anos.
As demonstrações financeiras consolidadas reflectem os activos, passivos e resultados da Litho Formas Portuguesa – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A. e da sua subsidiária.
Participações financeiras em subsidiárias
As participações financeiras em empresas subsidiárias que representam 50% ou a maioria do capital ou direitos de voto e em que o Grupo exerce o controlo, são consolidadas pelo método integral. Os saldos e transacções significativas existentes entre empresas do Grupo são eliminados.
Interesses minoritários
Os interesses minoritários correspondem à parte proporcional de terceiros nos capitais próprios e nos resultados líquidos do exercício. Quando negativos, estes interesses são adicionados aos capitais próprios do Grupo.
Com a liquidação da Litho Formas – Comércio de Equipamentos, Lda deixaram de existir interesses minoritários no Grupo.
IV Informações relativas a compromissos
22. Contingências com:
| 30-06-04 | 30-06-03 | |
|---|---|---|
| Garantias prestadas | 162.446 | 9.453 |
As garantias prestadas referem-se essencialmente a boa execução de encomendas.
V Informações relativas a políticas contabilísticas
23. Critérios valorimétricos utilizados:
As contas consolidadas foram preparadas no quadro das disposições em vigor em Portugal e, portanto, de acordo com os princípios contabilísticos e normas de consolidação consignados no Plano Oficial de Contabilidade.
Os principais critérios valorimétricos utilizados na preparação das demonstrações financeiras foram os seguintes:
a) Imobilizações incorpóreas As imobilizações incorpóreas estão valorizadas ao custo de aquisição.
b) Imobilizações corpóreas
As imobilizações corpóreas adquiridas até 31 de Dezembro de 1992 encontram-se registadas ao custo de aquisição, reavaliado de acordo com os Decreto-Lei n.º 118- B/86, 111/88, 49/91 e n.º 264/92. As adquiridas após aquela data encontram-se registadas ao custo de aquisição.
As amortizações e reintegrações são calculadas pelo método das quotas degressivas, para os bens mais antigos. Para os bens mais recentes o método utilizado é o das quotas constantes. Os bens adquiridos até 1989 são amortizados às taxas genéricas máximas permitidas pela Portaria 737/81, enquanto os bens adquiridos após esta data são amortizados às taxas máximas permitidas pelo Decreto Regulamentar 2/90. Estas taxas correspondem aproximadamente à vida útil estimada das imobilizações.
| Vida útil | |
|---|---|
| Anos | |
| Edifícios e outras construções | 10 |
| Equipamento básico | 5 – 10 |
| Equipamento de transporte | 4 |
| Ferramentas e utensílios | 4 – 8 |
| Equipamento administrativo | 4 – 10 |
| Outras imobilizações corpóreas | 3 – 10 |
Os encargos com reparações de carácter recorrente dos bens do activo imobilizado corpóreo são registados como custos dos exercícios em que são incorridos.
Os activos imobilizados adquiridos mediante contrato de locação financeira bem como as correspondentes responsabilidades são contabilizados pelo método financeiro. De acordo com este método, o custo do activo é registado no imobilizado corpóreo e a correspondente responsabilidade registada no passivo. Os juros incluídos no valor das rendas e a amortização
do activo, calculada conforme acima referido, são registados como custos na demonstração de resultados do período a que respeitam.
c) Investimentos financeiros
Os títulos e outras aplicações financeiras estão expressos pelos valores do custo histórico.
d) Existências
As existências de matérias primas, subsidiárias e de consumo estão valorizadas ao custo médio de aquisição.
Em 2001 a empresa alterou o critério de valorização dos Produtos e trabalhos em curso, passando também a incluir nessa valorização o custo estimado da mão de obra directa. Os produtos acabados estão valorizados ao custo de produção que inclui matérias primas, mão de obra e gastos gerais de fabrico.
e) Dívidas de terceiros
A Empresa provisiona as dívidas de terceiros utilizando critérios de razoabilidade económica, os quais são mais rigorosos que os critérios fiscais actualmente em vigor.
f) Acréscimos e diferimentos
A Empresa regista nestas rubricas as despesas e receitas de exercícios futuros e que imputa como custos e proveitos aos resultados dos exercícios pelo valor que lhes corresponde com base no princípio da especialização dos exercícios, compreendendo essencialmente:
- subsídios recebidos (ver (g) seguinte);
- remunerações e respectivos encargos devidos ao pessoal pelas férias vencidas no final de cada exercício;
- periodificação de encargos financeiros, com seguros e com rendas de instalações produtivas.
- g) Subsídios recebidos para financiamento de imobilizações corpóreas Os subsídios recebidos do Governo a fundo perdido para financiamento de imobilizações corpóreas são registados como proveitos diferidos e reconhecidos em resultados proporcionalmente às amortizações das imobilizações corpóreas
24. Transacções em moeda estrangeira:
subsidiadas.
Todos os activos e passivos expressos em moeda estrangeira foram convertidos para euros utilizando as taxas de câmbio vigentes a 30 de Junho de 2004.
As diferenças de câmbio, favoráveis e desfavoráveis, originadas pelas diferenças entre as taxas de câmbio em vigor nas datas das transacções e as vigentes nas datas das cobranças e pagamentos, ou à data do balanço, são registadas como proveitos ou custos na demonstração dos resultados do exercício.
VI Informações relativas a determinadas rubricas
27. Movimentos no activo imobilizado:
Durante o exercício, os movimentos ocorridos nas rubricas do activo imobilizado constantes do balanço consolidado e nas respectivas amortizações e provisões, foram os seguintes:
| ACTIVO BRUTO | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumentos | Alienações | Transferências eAbates | Saldo Final |
| Imobilizações incorpóreas: | |||||
| Despesas de Instalação | 67.306 | 67.306 | |||
| Despesas Invest. Desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | |||
| Propriedade industrial e Outras | 30.703 | 30.703 | |||
| Trespasses | 2.993 | 2.993 | |||
| Subtotal | 162.977 | 162.977 | |||
| Imobilizações corpóreas: | |||||
| Terrenos e recursos naturais | 112.031 | 112.031 | |||
| Edifícios e outras construções | 1.753.286 | 1.753.286 | |||
| Equipamento básico | 10.121.260 | 268.858 | (28.163) | 10.361.955 | |
| Equipamento de transporte | 426.424 | (8.230) | 418.194 | ||
| Ferramentas e utensílios | 135.513 | 135.513 | |||
| Equipamento administrativo | 547.313 | 15.934 | 563.247 | ||
| Taras e Vasilhames | 5.457 | 5.457 | |||
| Outras imobilizações corpóreas | 164.723 | 164.723 | |||
| Imobilizações em curso corpóreas | 36.645 | (36.645) | 0 | ||
| Adiant. por conta de imob. corpóreas | 60.200 | (60.200) | 0 | ||
| Subtotal | 13.362.850 | 284.792 | (36.394) | (36.645) | 13.514.403 |
| Investimentos financeiros: | |||||
| Partes de capital em emp. do grupo | |||||
| Títulos e outras aplicações financeiras | 8.209 | 8.209 | |||
| Subtotal | 8.209 | 0 | 8.209 | ||
| Total | 13.534.036 | 284.792 | (36.394) | (36.645) | 13.685.589 |
| Rubricas | Saldo Inicial | Reforço | Regularizações | Saldo Final | |
|---|---|---|---|---|---|
| Imobilizações incorpóreas: | |||||
| Estudos e Projectos Industriais | 67.306 | 67.306 | |||
| Investigação e Desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | |||
| Licenças | 30.703 | 30.703 | |||
| Subtotal | 159.985 | 159.984 | |||
| Imobilizações corpóreas: | |||||
| Edifícios e outras construções | 1.174.008 | 33.969 | 1.207.977 | ||
| Equipamento básico | 9.130.486 | 170.079 | (16.576) | 9.283.989 | |
| Equipamento de transporte | 401.454 | 5.470 | (6.173) | 400.751 | |
| Ferramentas e utensílios | 90.804 | 1.398 | 92.202 | ||
| Equipamento administrativo | 451.384 | 13.524 | 464.908 | ||
| Taras e Vasilhames | 5.405 | 5.405 | |||
| Outras imobilizações corpóreas | 164.218 | 126 | 164.344 | ||
| Subtotal | 11.417.759 | 224.566 | (22.748) | 11.619.577 | |
| Investimentos financeiros: | |||||
| Partes de capital em emp. grupo | |||||
| Títulos e outras aplicações financeiras | |||||
| Subtotal | |||||
| Total | 11.577.744 | 224.566 | (22.748) | 11.779.561 | |
36. Vendas e Prestações de Serviços:
As vendas e Prestações de Serviços da Litho Formas são detalhados da seguinte forma:
VENDAS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS
| Movimentos | Vendas | Prestação deServiços | Total |
|---|---|---|---|
| Mercado interno | 3.588.202 | 3.588.202 | |
| Mercado Externo | 410.825 | 410.825 | |
| 3.999.027 | 3.999.027 |
A Litho Formas não identifica segmentos de negócio ou geográficos relevantes para proceder à sua análise/divulgação individualizada.
Efectivamente, no que respeita a segmentos de negócio, os produtos da Litho Formas são considerados substancialmente idênticos, tanto no que respeita a sua natureza e processos produtivos, como no que respeita a clientes e canais de distribuição.
Por outro lado, no tocante a segmentos geográficos, tal como referido no quadro acima, cerca de 90% do rédito total da empresa advém de vendas no mercado interno, sendo o restante para o mercado externo, fundamentalmente países da União Europeia.
Assim, não se verificam riscos e retornos substancialmente dissemelhantes que justifiquem uma análise/divulgação quer de segmentos de negócio quer de segmentos geográficos.
39. Renumeração dos Orgãos Sociais:
As remunerações atribuídas aos membros dos Órgãos Sociais da empresa ascenderam a:
| 30-06-2004 | 30-06-2003 | |
|---|---|---|
| Conselho de Administração | 30.000 | 39.600 |
| Conselho Fiscal | 0 | 1.000 |
41. Diplomas legais utilizados nas reavaliações:
As imobilizações corpóreas foram reavaliadas ao abrigo dos seguintes diplomas legais: DL-118-B/86;
DL-111/88;
DL-49/91;
DL-264/92.
42. Reavaliações de imobilizações corpóreas:
O detalhe dos custos históricos de aquisição e correspondentes valores da reavaliação das imobilizações corpóreas constantes no activo da Litho Formas é o seguinte:
| LIACOES |
|---|
| Rubricas | CustosHistóricos(a) | Reavaliações (a) (b) | Valores ContabilisticosReavaliados(b) | |
|---|---|---|---|---|
| Imobilizações corpóreas: | · | |||
| Edifícios e outras construções | 279.237 | 158.965 | 438.202 |
- (a) Líquidos de amortizações
- (b) Englobam as sucessivas reavaliações
44. Demonstração consolidada dos resultados financeiros, como se segue:
RESULTADOS FINANCEIROS
| CUSTOS E PERDAS | EXERCICIOS | PROVEITOS E GANHOS | EXERCICIOS | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | |||
| 681 Juros suportados | 32.479 | 13.750 | 781 Juros obtidos | 1.260 | 978 | |
| 682 Perdas Empresas Associadas | 0 | 0 | 782 Ganhos Empresas Associadas | 11.333 | 11.333 | |
| 684 Provisões para aplicações financeiras | 6.580 | 0 | 784 Rendim. participação de capital | 12.434 | 26.193 | |
| 685 Diferenças de câmbio desfavoráveis | 82 | 0 | 785 Diferenças de câmbio favoráveis | 0 | 0 | |
| 686 Desconto de pronto pagamento concedidos | 0 | 127 | 786 Descontos de pronto pagamento obtidos | 0 | 0 | |
| 687 Perdas em aplicações de tesouraria | 23.437 | 36.452 | 787 Ganhos em aplicações de tesouraria | 67.605 | 760 | |
| 688 Outros custos e perdas financeiras | 8.103 | 20.280 | 788 Outros prov. e ganhos financeiros | 6 | 8 | |
| Resultados financeiros | 21.956 | (31.337) | ||||
| Total | 92.637 | 39.272 | Total | 92.637 | 39.272 |
45. Demonstração consolidada dos resultados extraordinários, como se segue:
RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS
| CUSTOS E PERDAS | EXERCICIOS | PROVEITOS E GANHOS | EXERCICIOS | ||
|---|---|---|---|---|---|
| 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | ||
| 691 Donativos | 1.200 | 280 | 791 Restituíção de impostos | 0 | 0 |
| 692 Dívidas incobráveis | 7.622 | 921 | 792 Recuperação de dívidas | 0 | 0 |
| 693 Perdas em existências | 0 | 0 | 793 Ganhos em existências | 13.226 | 3.493 |
| 694 Perdas em imobilizações | 0 | 0 | 794 Ganhos em imobilizações | 2.700 | 3.500 |
| 695 Multas e penalidades | 0 | 0 | 795 Benefícios de penalidades contratuais | 0 | 0 |
| 696 Aumento de amortizações e provisões | 0 | 0 | 796 Reduções de amortizações e provisões | 14.371 | 131.103 |
| 697 Correcções rel. a exercícios anteriores | 0 | 235 | 797 Correcções rel. a exercícios anteriores | 1.300 | 10.020 |
| 698 Outros custos e perdas extraordinárias | 96 | 957 | 798 Outros prov. e ganhos extraordinários | 13.165 | 1.989 |
| Resultados extraordinários | 35.845 | 147.712 | |||
| Total | 44.763 | 150.105 | Total | 44.763 | 150.105 |
46. Movimentos nas provisões, como se segue:
PROVISÕES
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumento | Redução | Saldo Final |
|---|---|---|---|---|
| Provisões para aplicações de tesouraria | 0 | 6.580 | 6.580 | |
| Provisões para cobranças duvidosas | 331.088 | (14.371) | 316.716 | |
| Provisões para riscos e encargos | 227.075 | 227.075 | ||
| Provisões para investimentos financeiros | 72.557 | 72.557 | ||
| Total | 630.719 | 6.580 | (14.371) | 622.928 |
47. Locação Financeira
A 30 de Junho de 2004, a empresa tinha registado na rubrica de Fornecedores de Imobilizado conta corrente um montante de 658.053 euros, dos quais referem-se à aquisição de quatro máquinas, em sistema de leasing financeiro. Uma máquina rotativa de Offset, um "Computer To Plate", uma máquina de impressão digital e uma envelopadora com rebobinador e desbobinador, com valor contabilistico líquido de 425.147euros, 106.000 euros, 180.600 euros e 169.125 euros respectivamente.
50. Variação nas contas de capital próprio:
O movimento ocorrido nas contas de capital próprio durante o 1º Semestre de 2004 foi o seguinte:
| CAPITAIS PRÓPRIOS |
|---|
| ------------------- |
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumentos | Diminuições | Transferências | Saldo Final |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital | 2.500.000 | 2.500.000 | |||
| Acções próprias | |||||
| Valor Nominal | (60.505) | (60.505) | |||
| Prémios e Descontos | 11.932 | 11.932 | |||
| Ajustamento partes de capital em fil. associadas | 0 | ||||
| Reservas de Reavaliação | 152.362 | (10.883) | 141.479 | ||
| Reserva legal | 236.956 | 236.956 | |||
| Reservas livres | 1.363.343 | 1.363.343 | |||
| Reservas especiais | 134.087 | 134.087 | |||
| Resultados Transitados | (1.533.773) | (230.600) | (1.764.373) | ||
| Resultados líquidos do exercício | (241.483) | (12.872) | 241.483 | (12.872) | |
| Capitais próprios | 2.562.920 | (12.872) | 0 | 2.550.048 |
50.2 Impostos:
As empresas do Grupo encontram-se sujeitas individualmente a IRC à taxa normal de 30%, que pode ser incrementada pela Derrama até à taxa máxima de 10%, resultando uma taxa de imposto agregada de 33%.
De acordo com a legislação fiscal em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por partes das autoridades fiscais durante um período de quatro anos para os exercícios subsequentes a 1998 (sendo de seis anos no caso de serem utilizados prejuízos
reportáveis) e dez anos no caso da Segurança Social (cinco anos a partir do ano de 2000, inclusive). Deste modo, as declarações fiscais da sociedade dos anos de 1997 a 2002, encontramse sujeitas a revisão. O Conselho de Administração entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terão um efeito significativo nas demonstrações financeiras em 30 de Junho de 2004.
De acordo com a legislação fiscal portuguesa, os prejuízos fiscais são reportáveis durante um período de seis anos após a sua ocorrência e susceptíveis de dedução a lucros fiscais gerados durante esse período. Desta forma, a 31 de Dezembro de 2003, a empresa tem aproximadamente 1.404.634 euros de prejuízos fiscais reportáveis.
A empresa apresenta ainda nas suas contas, provisões não dedutíveis fiscalmente, no montante total de 306.211 euros a que corresponde cerca de 84.208 euros de imposto diferido activo.
Por outro lado, decorrente das reavaliações do imobilizado corpóreo, existem impostos diferidos passivos no montante de 17. 486 euros.
Os principais componentes de gastos (proveitos) de impostos reconhecidos encontram-se divulgados nos quadros seguintes:
- Reconciliação do imposto do exercício e do imposto corrente:
| Descrição | Total | Operações na D.R. | Movimentação noutras Rubricas de Capital Próprio | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Reavaliação | Outras | |||||||
| 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | |
| I - Imposto do exercício | 2.925 | 2.791 | 2.925 | 2.791 | ||||
| II - Gastos (proveitos) de impostos do exercício reconhecidos neste exercício eanteriormente reconhecidos como impostos diferidos provenientes de: | ||||||||
| 1-Imposto diferido relativo à realização da reserva de reavaliação a) | (1.345) | (1.146) | (1.345) | (1.146) | ||||
| (1.345) | (1.146) | (1.345) | (1.146) | |||||
| III - Gastos (proveitos) de impostos não reconhecidos anteriormente como Impostosdiferidos provenientes de: | ||||||||
| IV - Imposto diferido (II +/- III) | (1.345) | (1.146) | (1.345) | (1.146) | ||||
| V Imposto corrente (I+/-IV) | 1.580 | 1.645 | 1.580 | 1.645 |
- Decomposição dos Activos e Passivos por impostos diferidos por tipo de diferença à data do Balanço:
| D escrição | Total | O perações na D .R . | M ovim entação noutras R ubricas de C apital Próprio | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| R eavaliação | O utras | ||||||||
| 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | ||
| D iferenças tem porárias que originaram A ctivos por im postos diferidos | |||||||||
| Total I | |||||||||
| D iferenças tem porárias que originaram Passivos por im postos diferidos | |||||||||
| a) 40% da R eserva de R eavaliação de activos im obilizadosb) C orrecção ao m ovim ento referido em a) relativo a exercícios anteriores | 68.477 | 78.259-1.417 | 4.891 | 4.891-1.417 | 63.586 | 73.368 | |||
| Total II | 68.477 | 76.842 | 4.891 | 3.474 | 63.586 | 73.368 | |||
| Valores reflectidos no balanço: | |||||||||
| Activos por im postos diferidos (Total I x 27,5% )Passivos por im postos diferidos (Total II x 27,5% ) (a) | 18.831 | 25.358 | 1.345 | 1.146 | 17.486 | 24.211 |
(a) O s valores com parativos estão calculados utilizando a taxa de 33% .
Apesar de ter apresentado resultados fiscais positivos em 2000, 2001 e 1º Semestre de 2002, em virtude dos prejuízos apurados no 2º Semestre de 2002 e da deterioração da conjuntura económica nacional e internacional, a Litho Formas não consegue estimar, com razoável segurança, a possibilidade de existirem lucros fiscais no futuro que possibilitem a utilização dos prejuízos fiscais disponíveis e a recuperação das diferenças temporárias que originam impostos diferidos activos.
Assim Litho Formas decidiu não reconhecer qualquer imposto diferido relacionado com as seguintes diferenças temporárias:
| 30-6-2004 | 30-6-2003 | |
|---|---|---|
| Provisões não aceites fiscalmente | ||
| Para outros riscos e encargos | 227.075 | 227.075 |
| Para investimentos financeiros | 72.556 | 72.556 |
| Para aplicações financeiras | 6.580 | 71.273 |
| Total de provisões não aceites | 306.211 | 370.904 |
| Prejuízos fiscais | ||
| de 1997 a utilizar até 2003 | 285.223 | |
| de 1998 a utilizar até 2004 | 515.867 | 515.867 |
| de 1999 a utilizar até 2005 | 135.211 | 135.211 |
| de 2002 a utilizar até 2008 | 302.904 | 302.904 |
| de 2003 a utilizar até 2009 | 450.652 | |
| Total de prejuízos fiscais | 1.404.634 | 1.239.205 |
A partir do momento em que seja possível determinar, com alguma segurança, a probabilidade de recuperação destes prejuízos fiscais e daquelas diferenças temporárias, os subjacentes impostos diferidos activos serão reconhecidos contabilisticamente.
Vale de Figueira, 17 de Agosto de 2004
A Técnica Ofi cial de Contas nº 15630 O Conselho de Administração
Carla Baptista
Eng. João Manuel C. Martins Cabral Vogal
Eng. Klaus Safeeld Presidente
Eng. Nuno Lourenço Pinheiro Vogal

Sociedade de Revisores Oficiais de Contas
Av. Guerra Junqueiro 26 - 1ºEsq 1000-167 LISBOA Tel. 21 847 94 92 Fax. 21 840 32 42 E-Mail [email protected]
RELATÓRIO DE REVISÃO LIMITADA ELABORADO POR AUDITOR REGISTADO NA CMVM SOBRE INFORMAÇÃO SEMESTRAL
Introdução
-
- Para os efeitos do artigo 246.º do Código dos Valores Mobiliários, apresentamos o nosso Relatório de Revisão Limitada sobre a informação do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004, da LITHO FORMAS PORTUGUESA – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A., incluída: no Relatório de Gestão, no Balanço (que evidencia um total de 6.508 milhares de euros e um total de capital próprio de 2.584 milhares de euros, incluindo um resultado líquido negativo de 24 milhares de euros), na Demonstração dos resultados por naturezas do período findo naquela data e no correspondente Anexo.
-
- As quantias das demonstrações financeiras, bem como as da informação financeira adicional, são as que constam dos registos contabilísticos.
Responsabilidades
-
- É da responsabilidade do Conselho de Administração:
- a) a informação financeira histórica, que seja preparada de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo CVM;
- b) a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados;
- c) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado;
- d) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados; e
- e) a informação financeira prospectiva, que seja elaborada e apresentada com base em pressupostos e critérios adequados e coerentes e suportada por um sistema da informação apropriado.
-
- A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva, lícita e em conformidade com o exigido pelo CVM, competindo-nos emitir um relatório profissional e independente baseado no nosso trabalho.

Âmbito
-
- O trabalho a que procedemos teve como objectivo obter uma segurança moderada quanto a se a informação financeira anteriormente referida está isenta de distorções materialmente relevantes. O nosso trabalho foi efectuado com base nas Normas Técnicas e Directrizes de Revisão/Auditoria emitidas pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, planeado de acordo com aquele objectivo, e consistiu:
- a) principalmente, em indagações e procedimentos analíticos destinados a rever:
- a fiabilidade das asserções constantes da informação financeira;
- a adequação das políticas contabilísticas adoptadas, tendo em conta as circunstâncias e a consistência da sua aplicação;
- a aplicação, ou não, do princípio da continuidade;
- a apresentação da informação financeira;
- se a informação financeira é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita; e
- b) em testes substantivos às transacções não usuais de grande significado.
-
- O nosso trabalho abrangeu ainda a verificação:
- a) da concordância da informação financeira constante do relatório de gestão com os restantes documentos anteriormente referidos; e
- b) das previsões constantes dos documentos em análise, com o objectivo de obter uma segurança moderada sobre os seus pressupostos, critérios e coerência.
-
- Entendemos que o trabalho efectuado proporciona uma base aceitável para a emissão do presente relatório sobre a informação semestral.
Parecer
-
- Com base no trabalho efectuado, o qual foi executado tendo em vista a obtenção de uma segurança moderada, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que a informação financeira do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004 não esteja isenta de distorções materialmente relevantes que afectem a sua conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que não seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
-
- Com base no trabalho efectuado sobre a evidência que suporta os pressupostos da informação financeira prospectiva dos documentos acima referidos, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que tais pressupostos não proporcionem uma base aceitável para aquela informação e que tal informação não tenha sido preparada de forma consistente.

- Devemos contudo advertir que frequentemente os acontecimentos futuros não ocorrem da forma esperada, pelo que os resultados reais poderão vir a ser diferentes dos previstos e as variações poderão ser materialmente relevantes.
Lisboa, 16 de Setembro de 2004
SOUSA SANTOS & ASSOCIADOS
Sociedade de Revisores Oficiais de Contas n.º 152 Auditor registado na CMVM com o n.º 9005 Representada por José de Sousa Santos (ROC n.º 804)

Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Av. Guerra Junqueiro 26 - 1ºEsq 1000-167 LISBOA Tel. 21 847 94 92 Fax. 21 840 32 42 E-Mail [email protected]
RELATÓRIO DE REVISÃO LIMITADA ELABORADO POR AUDITOR REGISTADO NA CMVM SOBRE INFORMAÇÃO SEMESTRAL CONSOLIDADA
Introdução
-
- Para os efeitos do artigo 246.º do Código dos Valores Mobiliários, apresentamos o nosso Relatório de Revisão Limitada sobre a informação consolidada do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004, da LITHO FORMAS PORTUGUESA – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A., incluída: no Relatório de Gestão, no Balanço consolidado (que evidencia um total de 6.280 milhares de euros e um total de capital próprio de 2.550 milhares de euros, incluindo um resultado líquido negativo de 13 milhares de euros), na Demonstração consolidada dos resultados por naturezas do período findo naquela data e no correspondente Anexo.
-
- As quantias das demonstrações financeiras, bem como as da informação financeira adicional, são as que constam dos registos contabilísticos.
Responsabilidades
-
- É da responsabilidade do Conselho de Administração:
- a) a preparação de informação financeira consolidada que apresente de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do conjunto das empresas incluídas na consolidação e o resultado consolidado das suas operações;
- b) a informação financeira histórica, que seja preparada de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo CVM;
- c) a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados;
- d) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado;
- e) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados; e
- f) a informação financeira prospectiva, que seja elaborada e apresentada com base em pressupostos e critérios adequados e coerentes e suportada por um sistema da informação apropriado.

- A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva, lícita e em conformidade com o exigido pelo CVM, competindo-nos emitir um relatório profissional e independente baseado no nosso trabalho.
Âmbito
-
- O trabalho a que procedemos teve como objectivo obter uma segurança moderada quanto a se a informação financeira anteriormente referida está isenta de distorções materialmente relevantes. O nosso trabalho foi efectuado com base nas Normas Técnicas e Directrizes de Revisão/Auditoria emitidas pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, planeado de acordo com aquele objectivo, e consistiu:
- a) principalmente, em indagações e procedimentos analíticos destinados a rever:
- a fiabilidade das asserções constantes da informação financeira;
- a adequação das políticas contabilísticas adoptadas, tendo em conta as circunstâncias e a consistência da sua aplicação;
- a aplicação, ou não, do princípio da continuidade;
- a apresentação da informação financeira;
- se a informação financeira é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita; e
- b) em testes substantivos às transacções não usuais de grande significado.
-
- O nosso trabalho abrangeu ainda a verificação:
- a) da concordância da informação financeira consolidada constante do relatório de gestão com os restantes documentos anteriormente referidos; e
- b) das previsões constantes dos documentos em análise, com o objectivo de obter uma segurança moderada sobre os seus pressupostos, critérios e coerência.
-
- Entendemos que o trabalho efectuado proporciona uma base aceitável para a emissão do presente relatório sobre a informação semestral.
Parecer
- Com base no trabalho efectuado, o qual foi executado tendo em vista a obtenção de uma segurança moderada, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que a informação financeira consolidada do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004 não esteja isenta de distorções materialmente relevantes que afectem a sua conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que não seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.

-
- Com base no trabalho efectuado sobre a evidência que suporta os pressupostos da informação financeira prospectiva dos documentos acima referidos, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que tais pressupostos não proporcionem uma base aceitável para aquela informação e que tal informação não tenha sido preparada de forma consistente.
-
- Devemos contudo advertir que frequentemente os acontecimentos futuros não ocorrem da forma esperada, pelo que os resultados reais poderão vir a ser diferentes dos previstos e as variações poderão ser materialmente relevantes.
Lisboa, 16 de Setembro de 2004
SOUSA SANTOS & ASSOCIADOS Sociedade de Revisores Oficiais de Contas n.º 152 Auditor registado na CMVM com o n.º 9005 Representada por José de Sousa Santos (ROC n.º 804)