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Litho Formas Portuguesa — Annual Report 2003
May 12, 2004
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Annual Report
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LITHO FORMAS PORTUGUESA
Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A.- Sociedade Aberta Sede: Rua D. Nuno Álvares Pereira - Vale de Figueira - 2685 Sacavém Mat. na Conservatória Registo Comercial de Loures sob o nº 1848 - Contribuinte nº 500166773
RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Exmos Senhores Accionistas,
De acordo com os preceitos legais e com o previsto nos estatutos submetemos à apreciação de Vas. Exas., o Relatório, o Balanço, a Demonstração de Resultados e respectivos anexos relativos ao Exercício de 2003, assim como as contas consolidadas referentes ao universo de empresas liderado pela Litho Formas Portuguesa.
Introdução
O ano de 2003 foi marcado por uma profunda recessão económica em toda a União Europeia , agravada por um claro mal estar dos agentes económicos em Portugal, que se reflectiu numa generalizada quebra na procura dos principais produtos de consumo bem como em toda a linha de serviços, e que afectaram as estratégias de crescimento na maioria dos sectores, com reflexos óbvios no negócio principal da Litho Formas, como tentaremos clarificar nos comentários que se seguem.
Actividade Comercial
Em 2003 as vendas da empresa foram no seu conjunto 6,3% inferiores às verificadas no ano de 2002 e cerca de 14% inferiores à nossa previsão apresentada na Assembleia Geral de 2002.
Analisando o Product Mix da empresa verifica-se que foi nos Formulários que mais foi sentida a redução de procura, com quebra significativa em produtos como os Formulários Multivias, devido sobretudo a uma forte migração dos pequenos utilizadores para novos sistemas de informação, que têm os seus "outputs" desenhados para impressos em formato A4, folha simples. Igualmente se assiste de forma continuada a uma redução do suporte físico em papel em importantes transações diárias, por transferência para suporte digital, das quais um exemplo significativo é o depósito bancário, que num passado recente ainda representava um relevante consumo de impressos. Também o cheque bancário reduziu o seu volume após o crescimento ditado pela entrada em circulação do Euro.
Esta tendência já anteriormente mencionada noutros relatórios apresentados aos senhores accionistas, levou a empresa a redireccionar o seu esforço para outros Mercados aproveitando todas as oportunidades válidas para diversificar. Os produtos relacionados com o Offset Comercial conseguiram mesmo vender mais 26% que no Ano anterior.
Ainda com a mesma intenção de diversificar a empresa investiu numa nova competência de Produção, ao nível da Impressão Digital, tendo com sucesso, celebrado um importante contrato com a Sociedade Euro2004, cujo benefício principal se fará sentir no presente exercício.
Outro produto que merece referência neste contexto são as Etiquetas que conseguiram crescer 5,2% este Ano mantendo-se a quota de mercado da Empresa.
Resumindo, e apesar da empresa não considerar a existência de segmentos diferenciados diremos, de uma forma generalizada, que a actividade produtiva vendeu em conjunto menos 8% que em 2002, enquanto que a revenda de Mercadorias conseguiu uma melhoria relativamente a 2002 de 7,5%.
Relativamente aos Mercados, a principal incidência do esforço comercial centra-se nos grandes clientes quer em Portugal, quer em Espanha onde se conseguiu manter uma posição importante, pelo que as vendas de Exportação atingiram os 487 mil Euros, contra 430 mil Euros no ano anterior, representando 6,8% do total das Vendas, que foi de 7,164 milhões de Euros.
Actividade Produtiva
Ao nível dos meios de produção, o ano de 2003 ficou marcado por uma melhor utilização dos equipamentos de Offset Comercial, e de produção de etiquetas. No caso dos equipamentos vocacionados para a produção de papel em contínuo procedeu-se a uma racionalização de meios por forma a aumentar-se a produtividade. Igualmente merece destaque a produção de produtos que integram as diferentes competências tecnológicas, fazendo valer a diversidade de soluções existentes na nossa empresa.
Foi aliás neste sentido que o esforço de investimento foi orientado tendo-se adquirido uma significativa capacidade de Personalização e envelopagem com o objectivo de criar competências claras na produção de soluções aplicáveis ao Marketing Relacional.
Relativamente ao custo das vendas, houve uma melhoria com a redução da incorporação da matéria prima, derivada da alteração de mix atrás mencionada, tendo os fornecimentos de serviços externos aumentado 10,2% por via do recurso a algumas subcontratações de operações necessárias à abrangência da nossa oferta.
Os custos com o pessoal reduziram 9,4% relativamente a 2003, como resposta à redução de volume mencionado, redução esta não suficiente para compensar contudo a quebra de vendas.
Apesar dos investimentos realizados o custo com a depreciação cifrou-se em 548 mil Euros, ligeiramente inferior ao valor verificado em 2003.
Recursos Humanos e Organização
A performance da empresa no último semestre de 2002 e a manutenção da situação depressiva no Mercado durante todo o Ano de 2003, levaram a Administração a congelar os salários não se tendo procedido a aumentos salariais gerais durante o exercício.
Igualmente se reduziram algumas funções o que fez com que o exercício encerrasse com 112 funcionários, menos 16 que em 2002.
Consequentemente as despesas com pessoal baixaram para 2.088 mil Euros, menos 215 mil Euros que em 2002.
Quanto à organização fizeram-se alguns ajustes funcionais a nível do Organigrama, tendo-se igualmente criado uma nova estrutura funcional para suportar os investimentos feitos em Impressão digital.
Investimentos
Em 2003 a Litho Formas Portuguesa procedeu a um importante investimento na área da Impressão Digital, que a posiciona claramente no Mercado com uma nova competência, vocacionada para as mais exigentes aplicações de Marketing.
No total foram investidos em 2003, 380 mil Euros, tendo-se recorrido principalmente a financiamento bancário na modalidade de Leasing.
Evolução dos Resultados
Apesar da melhoria verificada nos resultados Operacionais comparativamente ao exercício anterior, eles continuam a não ser satisfatórios obrigando a Administração a iniciar o Exercício de 2004 com um plano de reestruturação agressivo, o qual já levou à redução nesta altura de mais 6 colaboradores. Estão em estudo e fase de decisão medidas que permitam ajustar a empresa à realidade actual do Mercado, e que a breve trecho permitam de forma consistente operar com resultados positivos.
Assim o resultado operacional foi negativo em cerca de 290 mil Euros, ficando o resultado líquido em 264 mil Euros negativos contra 541 mil Euros negativos em 2002.
Os resultados financeiros são negativos no valor de 200 mil Euros, e podem ser apreciados no quadro 45.
Este valor tem de ser analisado em conjunto com os resultados extraordinários, que foram positivos em 226 mil Euros , conforme se lê no quadro 46.
A explicação destes valores está relacionada com transacções efectuadas na Carteira de Títulos da Empresa (quadro 17). Efectivamente no exercício de 2002 a quebra generalizada dos Mercados Bolsistas obrigou a Litho Formas Portuguesa a criar uma provisão de 200 mil Euros, provisão essa que foi totalmente recuperada este ano como resultado extraordinário.
Ao transaccionar neste exercício Títulos abaixo do seu valor contabilistico, tiveram de ser reconhecidas perdas financeiras , que contribuíram significativamente para o resultado financeiro, totalizando neste particular 186 mil Euros, como se espelha no já mencionado quadro 45. Parte deste valor foi incorporado no Balanço já que a Carteira de Títulos passou para 1,197 milhões de Euros contra 1,120 milhões de Euros em 2002.
Entretanto a Carteira de Títulos recuperou significativamente, sendo o seu valor de Mercado em 31 de Dezembro, 27% superior ao valor contabilizado, com um valor Bruto de 1,522 Milhões de Euros. A criteriosa escolha de investimentos financeiros da Empresa tem sido uma preocupação constante da Administração, podendo nesta altura informar-se os senhores accionistas de que o valor de Mercado da Carteira no final de Janeiro do presente ano era de 1,687 Milhões de Euros.
O Cash Flow do Exercício foi de 312.741 Euros , ligeiramente melhor que em 2002, e representando 4,36% das vendas.
A rentabilidade dos Capitais Próprios foi negativa em 9,2%.
A Autonomia Financeira está nos 40% e a liquidez geral apresenta um racio de 1,34.
Conclusões
Apesar do resultado líquido ter sido substancialmente melhor que o verificado em 2002, existe um sentimento claro de insatisfação que nos leva a lançar no presente exercício um conjunto de medidas para decididamente inverterem a tendência negativa que se tem verificado. Desde1999, altura em que a actual equipa de Gestão foi nomeada, houve uma tendência de recuperação que culminou com resultados operacionais positivos no segundo semestre de 2001 e no primeiro semestre de 2002, infelizmente o mesmo Exercício que coincidiu com o auge da crise económica que se prolongou por todo o Ano de 2003, e a qual não mostra sinais consistentes de ter terminado.
O orçamento aprovado para o ano de 2004, prevê um resultado operacional positivo de 16 mil Euros, para uma previsão de vendas 7,58 milhões de Euros.
Agradecimentos
A Administração reafirma expressamente o seu agradecimento pela colaboração e dedicação demonstrada por todos os funcionários e releva com especial carinho a confiança demonstrada por todos os clientes e fornecedores .
Igualmente aqui cabe uma palavra de agradecimento ao Conselho Fiscal, pela colaboração prestada ao longo do exercício.
Proposta de aplicação de resultados
Propõe-se que o resultado negativo líquido do Exercício de 2003, no valor de 264.024 Euros, seja levado à conta de Resultados Transitados.
Vale de Figueira, 13 de Março de 2004
Eng. João Manuel C. Martins Cabral Vogal
O Conselho de Administração
Eng. Klaus Safeeld Presidente
Eng. Nuno Lourenço Pinheiro Vogal
| CÓDIGO DE CONTAS | 2003 | 2002 | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| AMORTIZAÇÕES | ||||||
| CE (1) | POC | ACTIVO BRUTO | E PROVISÕES | ACTIVO LÍQUIDO | ACTIVO LÍQUIDO | |
| ACUMULADAS | ||||||
| ACTIVO | ||||||
| C | IMOBILIZADO | |||||
| I | Imobilizações incorpóreas | |||||
| 1 | 431 | Despesas de instalação | 67.306 | 67.306 | ||
| 1 | 432 | Despesas de investigação e desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | ||
| 2 | 433 | Propriedade industrial e outros direitos | 30.703 | 30.703 | ||
| 3 | 434 | Trespasses | 2.993 | 2.993 | 2.993 | |
| Subtotal | 162.977 | 159.984 | 2.993 | 2.993 | ||
| II | Imobilizações corpóreas | |||||
| 1 | 421 | Terrenos e recursos naturais | 112.031 | 112.031 | 112.031 | |
| 1 | 422 | Edifícios e outras construções | 1.753.2869.646.889 | 1.174.0088.656.114 | 579.278990.774 | 647.2161.112.845 |
| 22 | 423424 | Equipamento básicoEquipamento de transporte | 426.424 | 401.454 | 24.970 | 55.096 |
| 3 | 425 | Ferramentas e utensílios | 135.249 | 90.540 | 44.709 | 36.726 |
| 3 | 426 | Equipamento administrativo | 547.313 | 492.149 | 55.164 | 149.979 |
| 3 | 427 | Taras e vasilhame | 5.457 | 5.405 | 52 | 52 |
| 3 | 429 | Outras imobilizações corpóreas | 164.723 | 123.453 | 41.269 | 0 |
| 4 | 441/6 | Imobilizações em curso | 36.645 | 36.645 | 0 | |
| 4 | 448 | Adiantamentos por conta de imobilizações corpóreas | 60.200 | 60.200 | ||
| Subtotal | 12.888.215 | 10.943.123 | 1.945.091 | 2.113.945 | ||
| III | Investimentos financeiros | |||||
| 1 | 4111 | Partes de capital em empresas do grupo | 72.557 | 72.557 | ||
| 5 | 4113+414+415 | Títulos e outras aplicações financeiras | 8.209 | 8.209 | 8.209 | |
| Subtotal | 80.766 | 72.557 | 8.209 | 8.209 | ||
| D | CIRCULANTE | |||||
| I | Existências | |||||
| 1 | 36 | Matérias-primas, subsidiárias e de consumo | 554.153 | 554.153 | 699.084 | |
| 2 | 35 | Produtos e trabalhos em curso | 155.079 | 155.079 | 145.961 | |
| 33 | 3332 | Produtos acabados e intermédiosMercadorias | 43.14149.773 | 43.14149.773 | 62.07076.865 | |
| Subtotal | 802.146 | 0 | 802.146 | 983.980 | ||
| II | Dívidas de terceiros - curto prazo (b) | |||||
| 1 | 211 | Clientes, c/c | 2.100.721 | 2.100.721 | 1.789.005 | |
| 1 | 212 | Clientes, títulos a receber | 6.900 | 6.900 | 4.737 | |
| 1 | 218 | Clientes cobrança duvidosa | 375.444 | 331.088 | 44.357 | 2.561 |
| 3 | 253+254 | Empresas do grupo | 281.285 | 281.285 | 280.061 | |
| 4 | 24 | Estado e outros entes públicos | 21.058 | 21.058 | 667 | |
| 4 | 262+/6+/7+/8+221 | Outros devedores | 14.753 | 14.753 | 90.516 | |
| Subtotal | 2.800.161 | 331.088 | 2.469.073 | 2.167.547 | ||
| III | Títulos negociáveis | |||||
| 3 | 1513+1523+153/9 | Outros títulos negociáveis | 1.197.106 | 1.197.106 | 1.120.600 | |
| Subtotal | 1.197.106 | 0 | 1.197.106 | 1.120.600 | ||
| IV | Depósitos bancários e caixa | |||||
| 12+13+14 | Depósitos bancários | 82.035 | 82.035 | 50.247 | ||
| 11 | Caixa | 273 | 273 | 766 | ||
| Subtotal | 82.308 | 82.308 | 51.013 | |||
| ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | ||||||
| E | 271 | Acréscimos de proveitos | 18.145 | 18.145 | 24.386 | |
| 272 | Custos diferidos | 15.882 | 15.882 | 17.414 | ||
| 276 | Imposto diferido activo | |||||
| 34.027 | 34.027 | 41.800 | ||||
| Total de amortizações | 11.103.108 | |||||
| Total de provisões | 403.645 | |||||
| Total do Activo | 18.047.706 | 11.506.752 | 6.540.953 | 6.490.087 | ||
Balanço das Contas Individuais em 31 de Dezembro de 2003
| CÓDIGO DE CONTAS | EXERCÍCIOS | |||
|---|---|---|---|---|
| CE (1) | POC | 2003 | 2002 | |
| CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO | ||||
| A | CAPITAL PRÓPRIO | |||
| I | 51 | Capital | 2.500.000 | 2.500.000 |
| 52 | Acções próprias | |||
| 521 | Valor nominal | (60.505) | (60.505) | |
| 522 | Prémios e descontos | 11.932 | 11.932 | |
| III | 55 | Ajustamento de partes de capital em filiadas e assoc. | 37.550 | 37.550 |
| 56 | Reservas de reavaliação | 152.362 | 166.742 | |
| IV | 57 | Reservas: | ||
| 1/2 | 571 | Reservas legais | 236.956 | 236.956 |
| 4 | 574 | Reservas livres | 1.363.343 | 1.363.343 |
| 4 | 579 | Reservas especiais | 134.087 | 134.087 |
| V | 59 | Resultados Transitados | (1.503.325) | (976.697) |
| Subtotal | 2.872.400 | 3.413.408 | ||
| VI | 88 | Resultado líquido do exercicio | (264.024) | (541.009) |
| Total do capital próprio | 2.608.376 | 2.872.399 | ||
| PASSIVO | ||||
| B | Provisões para riscos e encargos | |||
| 3 | 293/8 | Outras provisões para riscos e encargos | 227.075 | 227.075 |
| 227.075 | 227.075 | |||
| C | DÍVIDAS A TERCEIROS - Médio e longo prazo | |||
| 2 | 231+12 | Dívidas a instituições de crédito | ||
| 4 | 2611 | Fornecedores de Imobilizado, c/c | 378.748 | |
| 8 | 239 | Outros empréstimos obtidos | ||
| 378.748 | ||||
| C | DÍVIDAS A TERCEIROS - Curto prazo | |||
| 1 | 231+12 | Dívidas a instituições de crédito | 1.092.882 | 780.067 |
| 4 | 221 | Fornecedores, c/c | 1.352.619 | 1.348.295 |
| 8 | 251+255 | Outros accionistas (sócios) | 8.290 | 8.290 |
| 8 | 2611 | Fornecedores de Imobilizado, c/c | 333.592 | 683.572 |
| 8 | 24 | Estado e outros entes públicos | 227.976 | 188.011 |
| 8 | 262+263+264 | Outros credores | 14.312 | |
| 3.015.358 | 3.022.547 | |||
| D | ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | |||
| 273 | Acréscimos de custos | 254.818 | 286.380 | |
| 274 | Proveitos diferidos | 37.747 | 56.329 | |
| 276 | Impostos diferidos passivos | 18.831 | 25.357 | |
| 311.396 | 368.066 | |||
| Total do passivo | 3.932.577 | 3.617.688 | ||
| Total do capital próprio e do passivo | 6.540.953 | 6.490.087 | ||
| CÓDIGO DE CONTAS | EXERCÍCIO | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| CE (1) | POC | 2003 | 2002 | |||
| A | CUSTOS E PERDAS | |||||
| 2. a) | 61 | Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas : | ||||
| Mercadorias | 696.441 | 619.286 | ||||
| Matérias | 2.960.400 | 3.656.841 | 3.468.546 | 4.087.832 | ||
| 2. b) | 62 | Fornecimentos e serviços externos | 1.139.179 | 1.028.119 | ||
| 3 | Custos com o pessoal : | |||||
| 3. a) | 641 + 642 | Remunerações | 1.674.600 | 1.828.715 | ||
| 3. b) | Encargos Sociais : | |||||
| 643 + 644 | Pensões | |||||
| 645 / 8 / 9 | Outros | 413.794 | 2.088.394 | 475.073 | 2.303.788 | |
| 4. a) | 66 | Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo | 548.377 | 601.014 | ||
| 4. b) | 67 | Provisões | 548.377 | 6.990 | 608.004 | |
| 5 | 63 | Impostos | 11.962 | 9.000 | ||
| 5 | 65 | Outros custos e perdas operacionais | 5.295 | 17.257 | 3.001 | 12.001 |
| (A) | 7.450.048 | 8.039.744 | ||||
| 6 | 682 | Perdas em empresas do grupo e associadas | 270 | |||
| 6 | 683 + 684 | Amort. e provisões de aplicações e investimentos financeiros | 199.793 | |||
| 7 | (2) | Juros e custos similares : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | 268.670 | 268.670 | 97.523 | 297.586 | ||
| (C) | 7.718.718 | 8.337.330 | ||||
| 10 | 69 | Custos e perdas extraordinários | 38.650 | 53.684 | ||
| (E) | 7.757.368 | 8.391.014 | ||||
| 8 + 11 | 86 | Imposto sobre o rendimento do exercício | 59 | 3.821 | ||
| (G) | 7.757.426 | 8.394.835 | ||||
| 13 | 88 | Resultado líquido do exercício | -264.024 | -541.009 | ||
| 7.493.403 | 7.853.826 | |||||
| B | PROVEITOS E GANHOS | |||||
| 1 | 71 | Vendas : | ||||
| Mercadorias | 915.354 | 851.256 | ||||
| Produtos | 6.248.882 | 6.798.478 | ||||
| 1 | 72 | Prestações de serviços | 219 | 7.164.454 | 7.649.734 | |
| 2 | (3) | Variação da produção | (9.811) | 9.188 | ||
| 3 | 75 | Trabalhos para a própria empresa | 0 | |||
| 4 | 73 | Proveitos suplementares | 5.500 | |||
| 4 | 74 | Subsídios à exploração | 0 | |||
| 4 | 76 | Outros proveitos e ganhos operacionais | 0 | (4.311) | 9.188 | |
| (B) | 7.160.143 | 7.658.922 | ||||
| 5 | 782 | Ganhos em empresas do grupo e associadas | 0 | |||
| 5 | 784 | Rendimentos de participação de capital | 30.700 | 82.581 | ||
| 6 | (4) | Rendimentos de títulos negociáveis e de outras apl financeiras : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | 0 | |||||
| Outros | 0 | |||||
| 7 | (5) | Outros juros e proveitos similares : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | 0 | |||||
| Outros | 37.490 | 68.190 | 37.252 | 119.833 | ||
| (D) | 7.228.333 | 7.778.755 | ||||
| 9 | 79 | Proveitos e ganhos extraordinários | 265.069 | 75.071 | ||
| (F) | 7.493.403 | 7.853.826 | ||||
| Resumo | ||||||
| Resultados operacionais :(B) - (A) = | (289.905) | (380.822) | ||||
| Resultados financeiros :(D-B) - (C-A) = | (200.480) | (177.753) | ||||
| Resultados correntes :(D) - (C) = | (490.385) | (558.575) | ||||
| Resultados Antes de impostos :(F) - (E) = | (263.965) | (537.188) | ||||
| Resultados do exercício :(F) - (G) = | (264.024) | (541.009) |
Demonstração de Resultados das Contas Individuais em 31 de Dezembro de 2003
(*) N = valores do presente exercício; N-1 = valores do exercício anterior
(1) Em conformidade com o art.º 24º da 4º Directiva da CE.
(2) 681 + 685 + 686 + 687 + 688
(3) Diferença algébrica entre as existências finais e iniciais de «Produtos acabados e intermédios» (C/33), «Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos» (C/34) e
«Produtos e trabalhos em curso» (C/35), tomando ainda em consideração o movimento registado em «Regularizações de existências» (C/34)
(4) 7812 + 7815 + 7816 + 783
(5) 7811 + 7813 + 7814 + 785 + 786 + 787 + 788
Demonstração de Resultados por Funções das Contas Individuais em 31 Dezembro de 2003
| 2003 | 2002 | |
|---|---|---|
| Vendas e prestações de serviços | 7.164.454 | 7.649.734 |
| Custo das vendas e das prestações de serviços | (5.960.118) | (6.404.563) |
| Resultados brutos | 1.204.337 | 1.245.171 |
| Outros proveitos e ganhos operacionais | 5.500 | |
| Custos de distribuição | (817.762) | (886.016) |
| Custos administrativos | (659.506) | (703.804) |
| Outros custos e perdas operacionais | (6.356) | (6.677) |
| Resultados operacionais | (273.788) | (351.326) |
| Custo líquido do financiamento | (74.018) | (71.893) |
| Ganhos (perdas) em filiais e associadas | 0 | (270) |
| Ganhos (perdas) em outros investimentos | 76.340 | (115.905) |
| Ganhos (perdas) em imobilizações | 7.500 | 2.205 |
| Resultados correntes | (263.965) | (537.188) |
| Imposto sobre os resultados correntes | 59 | 3.821 |
| Resultados correntes após impostos | (264.024) | (541.009) |
| Resultados extraordinários | ||
| Imposto sobre os resultados extraordinários | ||
| Resultados líquidos | (264.024) | (541.009) |
| Resultados por acção | (0,54) | (1,11) |
ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DAS CONTAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2003
-
- As demonstrações financeiras foram preparadas em harmonia com os princípios contabilísticos definidos no Plano Oficial de Contabilidade e das Directrizes Contabilísticas da Comissão de Normalização Contabilística. Assim, foram preparados segundo a convenção dos custos históricos, modificada pela reavaliação das imobilizações corpóreas e na base da continuidade das operações, em conformidade com os princípios contabilísticos de prudência, especialização dos exercícios, consistência, substância sobre a forma e materialidade.
-
- Não aplicável
-
- Critérios valorimétricos adoptados:
- a) Imobilizações incorpóreas estão valorizadas ao custo de aquisição, líquidas de amortizações acumuladas.
- b) Imobilizações corpóreas:
Estão apresentadas pelos valores de aquisição. Para parte dos edifícios e outras construções (Nota 13), excluindo os respectivos terrenos, são apresentados valores resultantes das reavaliações efectuadas, líquidos das reintegrações acumuladas.
As reintegrações são efectuadas pelos métodos das quotas constantes e/ou degressivas, a taxas calculadas de forma a que o valor dos imobilizados seja reintegrado durante a sua vida útil estimada.
As taxas utilizadas são as máximas admitidas para efeitos fiscais.
Os activos imobilizados adquiridos mediante contrato de locação financeira bem como as correspondentes responsabilidades são contabilizados pelo método financeiro. De acordo com este método, o custo do activo é registado no imobilizado corpóreo e a correspondente responsabilidade registada no passivo. Os juros incluídos no valor das rendas e a amortização do activo, calculada conforme acima referido, são registados como custos na demonstração de resultados do período a que respeitam.
- c) Os investimentos financeiros em empresas do grupo e associadas estão valorizados de acordo com o método da equivalência patrimonial sendo ainda provisionado os capitais próprios negativos da afiliada, na rubrica Provisões para Riscos e Encargos.
- d) Os títulos e outras aplicações financeiras estão expressos a custos históricos.
- e) Existências:
As existências de matérias primas, subsidiárias e de consumo estão valorizadas ao custo médio de aquisição.
Os produtos e trabalhos em curso estão valorizados ao custo médio de aquisição das matérias primas e ao custo da mão de obra directa estimada.
Os produtos acabados estão valorizados ao custo de produção que inclui matérias primas, mão de obra e apropriados gastos gerais de fabrico.
f) Títulos Negociáveis:
Os títulos (Nota 17) estão expressos pelos respectivos custos históricos excepto os recebidos como dividendos em espécie que estão valorizados pelo justo valor à data da sua distribuição. À data do balanço o total líquido de menos e mais valias potenciais é provisionado se for negativo.
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- As transacções em moeda estrangeira são contabilizadas aos câmbios das datas das operações, não sendo significativos os saldos em moeda estrangeira com câmbio variável no final do ano.
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- Não aplicável.
-
- De acordo com a legislação fiscal em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por partes das autoridades fiscais durante um período de quatro anos para os exercícios subsequentes a 1998 (sendo de seis anos no caso de serem utilizados prejuízos reportáveis) e dez anos no caso da Segurança Social (cinco anos a partir do ano de 2000, inclusive). Deste modo, as declarações fiscais da sociedade dos anos de 1997 a 2002, encontramse sujeitas a revisão.
O Conselho de Administração entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terão um efeito significativo nas demonstrações financeiras em 31 de Dezembro de 2003.
De acordo com a legislação fiscal portuguesa, os prejuízos fiscais são reportáveis durante um período de seis anos após a sua ocorrência e susceptíveis de dedução a lucros fiscais gerados durante esse período. Desta forma, a 31 de Dezembro de 2003, a empresa tem aproximadamente 1.405.785 euros de prejuízos fiscais reportáveis.
A empresa apresenta nas suas contas provisões não dedutiveis fiscalmente, no montante total de 299.631 euros. A que corresponde cerca de 74.908 euros de imposto diferido activo.
Decorrente das reavaliações do imobilizado corpóreo existem impostos diferidos passivos no montante de 18.831 euros.
A movimentação dos impostos diferidos apresentam-se nos seguintes mapas:
- Reconciliação do imposto do exercício e do imposto corrente:
| Total | Operações na D.R. | Movimentação noutras Rubricas de Capital Próprio | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Descrição | Reavaliação | Outras | ||||||
| 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | |
| I - Imposto do exercício | 59 | 3.820 | 59 | 3.820 | ||||
| II - Gastos (proveitos) de impostos do exercício reconhecidos neste exercício e anteriormentereconhecidos como impostos diferidos provenientes de: | ||||||||
| 1-Imposto diferido relativo à realização da reserva de reavaliação | (6.526) | (3.228) | (6.526) | (3.228) | ||||
| (6.526) | (3.228) | (6.526) | (3.228) | |||||
| III - Gastos (proveitos) de impostos não reconhecidos anteriormente como Impostosdiferidos provenientes de: | ||||||||
| IV - Imposto diferido (II +/- III) | (6.526) | (3.228) | (6.526) | (3.228) | ||||
| V Imposto corrente (I+/-IV) | 6.585 | 7.048 | 6.585 | 7.048 |
- Decomposição dos activos e passivos por impostos diferidos:

(a) Os valores comparativos estão calculados utilizando a taxa de 33%.
A Litho Formas não consegue estimar com razoável segurança a possibilidade de existirem lucros fiscais no futuro, que possibilitem a utilização dos prejuízos fiscais disponíveis e a recuperação das diferenças temporárias que originam, impostos diferidos activos.
Assim a Litho Formas decidiu não reconhecer qualquer imposto diferido relacionado com as seguintes diferenças temporárias.
| 31-12-2003 | 31-12-2002 | ||
|---|---|---|---|
| Provisões não aceites fiscalmente | |||
| Para outros riscos e encargos | 227.075 | 227.075 | |
| Para investimentos financeiros | 72.556 | 72.556 | |
| Para aplicações financeiras | 199.793 | ||
| Total de provisões não aceites | 299.631 | 499.424 | |
| Prejuízos fiscais: | |||
| de 1997 a utilizar até 2003 | 285.223 | ||
| de 1998 a utilizar até 2004 | 515.867 | 515.867 | |
| de 1999 a utilizar até 2005 | 135.211 | 135.211 | |
| de 2002 a utilizar até 2008 | 302.904 | 302.904 | |
| de 2003 a utilizar até 2009 | 451.803 | ||
| Total de prejuízos fiscais | 1.405.785 | 1.239.205 |
A partir do momento em que seja possível determinar com alguma segurança a probabilidade de recuperação destes prejuízos fiscais e daquelas diferenças temporárias, os subjacentes impostos diferidos activos serão reconhecidos contabilisticamente.
- O número médio de efectivos ao serviço da empresa foi o seguinte:
| 31-12-03 | 31-12-02 | |
|---|---|---|
| Pessoal dirigente | 1 | 3 |
| Pessoal administrativo | 11 | 12 |
| Pessoal comercial | 26 | 27 |
| Pessoal fabril | 74 | 86 |
| _____112 | _____128 |
8. Não aplicável
-
- Não aplicável
-
- O movimento ocorrido nas Rubricas de Imobilizado e respectivas amortizações foi o seguinte:
| ACTIVO BRUTO | ||||
|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumentos | Alienações | Saldo Final |
| Imobilizações incorpóreas: | ||||
| Despesas de Instalação | 67.306 | 67.306 | ||
| Despesas Invest. Desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | ||
| Propriedade industrial e Outras | 30.703 | 30.703 | ||
| Trespasses | 2.993 | 2.993 | ||
| Imobilizações em curso incorpóreas | ||||
| Subtotal | 162.977 | 162.977 | ||
| Imobilizações corpóreas: | ||||
| Terrenos e recursos naturais | 112.031 | 112.031 | ||
| Edifícios e outras construções | 1.753.286 | 1.753.286 | ||
| Equipamento básico | 9.384.959 | 262.930 | (1.000) | 9.646.889 |
| Equipamento de transporte | 463.414 | (36.990) | 426.424 | |
| Ferramentas e utensílios | 124.705 | 10.544 | 135.249 | |
| Equipamento administrativo | 537.864 | 9.448 | 547.313 | |
| Taras e Vasilhames | 5.457 | 5.457 | ||
| Outras imobilizações corpóreas | 163.966 | 757 | 164.723 | |
| Imobilizações em curso corpóreas | 36.645 | 36.645 | ||
| Adiant. por conta de imob. corpóreas | 60.200 | 60.200 | ||
| Subtotal | 12.545.680 | 380.524 | (37.990) | 12.888.215 |
| Investimentos financeiros: | ||||
| Partes de capital em emp. do grupo | 72.557 | 72.557 | ||
| Partes de capital em emp. associadas | ||||
| Títulos e outras aplicações financeiras | 8.209 | 8.209 | ||
| Subtotal | 80.766 | 80.766 | ||
| Total | 12.789.423 | 380.524 | (37.990) | 13.131.958 |
| Saldo Inicial | Reforço | Regularizações | Saldo Final |
|---|---|---|---|
| 67.306 | 67.306 | ||
| 61.976 | 61.976 | ||
| 30.703 | 30.703 | ||
| 159.984 | 159.984 | ||
| 1.106.070 | 67.938 | 1.174.008 | |
| 8.272.114 | 384.000 | 8.656.114 | |
| 408.318 | 30.126 | (36.990) | 401.454 |
| 87.979 | 2.561 | 90.540 | |
| 387.885 | 63.499 | 451.384 | |
| 5.405 | 5.405 | ||
| 163.966 | 252 | 164.218 | |
| 10.431.737 | 548.377 | (36.990) | 10.943.123 |
| 72.557 | 72.557 | ||
| 72.557 | 72.557 | ||
| 10.664.278 | 548.377 | (36.990) | 11.175.665 |
AMORTIZAÇÕES / PROVISÕES
11. Não Aplicável
-
- As imobilizações corpóreas foram reavaliadas ao abrigo dos seguintes diplomas legais: DL-118-B/86;
- DL-111/88; DL-49/91; DL-264/92.
A empresa descontinuou a política de reavaliar as imobilizações corpóreas ao abrigo da lei fiscal por considerar negligenciáveis os correspondentes efeitos.
13. Mapa das reavaliações
| REAVALIAÇÕES | |||
|---|---|---|---|
| Rubricas | CustosHistóricos | Reavaliações | Valores ContabilisticosReavaliados |
| (a) | (a) (b) | (b) | |
| Imobilizações corpóreas: | |||
| Edifícios e outras construções | 299.882 | 171.192 | 471.075 |
(a) – Líquidos de amortizações
(b) – Englobam as sucessivas reavaliações
- Todo o imobilizado corpóreo está afecto à actividade da empresa e não existem imobilizações implantadas em propriedade alheia.
15. Locação financeira
A 31 de Dezembro de 2003, a empresa tinha registado na rubrica de Fornecedores de Imobilizado conta corrente um montante de 712.340 euros, dos quais 676.376 euros referem-se à aquisição de três máquinas em sistema de leasing financeiro. Uma máquina rotativa de Offset, um "Computer To Plate", e uma máquina de impressão digital, com valor contabililistico líquido de 484.384 euros, 127.200 euros e 206.400 euros, respectivamente.
16. Participações financeiras
| PARTICIPAÇÕES FINANCEIRAS | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Participação | CapitaisPróprios31/12/03 | Resultadodo Exercício31/12/03 | Provisão | Valor deBalanço |
| DO GRUPO: | |||||
| ELIEFE, Lda. | 95% | 499 | (474) | ||
| ( Nunca teve actividade e encontra-se | |||||
| totalmente provisionada) | |||||
| LITHO FORMAS & DRESCHER, LDA. | 100% | (227.200) | (125) | (72.083) | |
| Vale de Figueira - Sacavém | |||||
| Subtotal | (226.701) | (125) | (72.557) | 0 | |
| OUTRAS EMPRESAS | |||||
| Investimento em acções em outras empresas | |||||
| com participações minoritárias | 8.209 | ||||
| Subtotal | 8.209 | ||||
| Total | (226.701) | (125) | (72.557) | 8.209 |
17. Títulos Negociáveis
| TÍTULOS NEGOCIÁVEIS | |||
|---|---|---|---|
| Rubricas | Quantidades | Valores doBalanço | Valor Mercadoem 31-12-2003 |
| ACÇÕES | |||
| ABN AMRO | 2.216 | 16.472 | 41.107 |
| ING GROEP NV | 6.292 | 99.038 | 116.339 |
| HANNOVER | 2.100 | 59.878 | 58.212 |
| SAMSUNG | 1.000 | 56.165 | 82.520 |
| IMPALA PLA. | 1.200 | 77.976 | 80.601 |
| ANGLO IRISH BANK CORP (EUR) | 11.241 | 47.879 | 140.625 |
| ERSTE | 980 | 57.010 | 96.011 |
| HYUNDAY | 10.000 | 78.148 | 75.300 |
| DEPFA | 3.000 | 238.650 | 300.300 |
| ANGLO IRISH BK CORP (GBP) | 1.000 | 6.318 | 12.510 |
| BANK NAC. PARIS | 2.180 | 114.690 | 108.826 |
| AAREAL BANK AG AKTIE | 1.000 | 18.804 | 24.800 |
| PUMA AG | 910 | 98.131 | 127.400 |
| GAZPROM-SPON ADR (EUR) | 3.000 | 49.500 | 61.800 |
| HILTON GROUP PLC | 20.000 | 60.868 | 63.765 |
| GAZPROM-SPON A (USD) | 4.000 | 71.576 | 83.320 |
| PERSIMMON PLC | 6.300 | 46.005 | 47.959 |
| Total | 76.419 | 1.197.107 | 1.521.395 |
Relatório de gestão do exercício de 2003 14/46
-
- Não aplicável
-
- Não aplicável
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- O valor global das dívidas de cobrança duvidosa eram de 375.444 euros.
-
- Não aplicável.
-
- As dívidas do pessoal no fim do exercício eram de 2.540 euros.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Em 31 de Dezembro não existiam dívidas em situação de mora à Segurança Social.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Garantias Prestadas:
Petrogal (cartões GALP Frota) 3.990 euros CTT (para boa execução de encomendas) 5.297 euros Sarriópapel (cumprimento de obrigações de pagamento) 150.000 euros
-
- Não aplicável.
-
- Movimentos de provisões ocorrido no exercício
| PROVISÕES | ||||
|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumento | Redução | Saldo Final |
| Provisões para aplicações de tesouraria | 199.793 | (199.793) | ||
| Provisões para cobranças duvidosas | 305.283 | 28.388 | (2.583) | 331.088 |
| Provisões para riscos e encargos | 227.075 | 227.075 | ||
| Provisões para investimentos financeiros | 72.557 | 72.557 | ||
| Total | 804.708 | 28.388 | (202.376) | 630.720 |
-
- Não aplicável.
-
- O capital da empresa está dividido em 500.000 acções ao valor nominal de 5 euros por acção.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Reserva de reavaliação
| RESERVA DE REAVALIAÇÃO | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo inicial | Aumento | Diminuição | Transferências | Saldo |
| Reservas de reavaliação | 166.742 | (14.380) | 152.362 |
A movimentação registada na rubrica de Reservas de reavaliação refere-se ao reconhecimento da realização da reserva
- Movimentos ocorridos no exercício nas Rubricas de Capitais Próprios
| CAPITAIS PRÓPRIOS | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumentos | Diminuições | Transferências | Saldo final |
| Capital | 2.500.000 | 2.500.000 | |||
| Acções próprias | |||||
| Valor Nominal | (60.505) | (60.505) | |||
| Prémios e Descontos | 11.932 | 11.932 | |||
| Ajustamento partes capital em fil. Assoc. | 37.550 | 37.550 | |||
| Reservas de Reavaliação | 166.742 | (14.380) | 152.362 | ||
| Reserva legal | 236.956 | 236.956 | |||
| Reservas livres | 1.363.343 | 1.363.343 | |||
| Reservas especiais | 134.087 | 134.087 | |||
| Resultados Transitados | (976.696) | (526.628) | (1.503.325) | ||
| Resultados líquidos do exercício | (541.009) | (264.024) | 541.009 | (264.024) | |
| Capitais próprios | 2.872.401 | (264.024) | 2.608.377 |
- Demonstração do custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas como se segue:
| CMVMPC | |||
|---|---|---|---|
| Movimentos | Mercadorias | Matérias-Primas Sub.e deConsumo | Total |
| Existências iniciais | 76.865 | 699.084 | 775.949 |
| Compras | 669.629 | 2.830.799 | 3.500.428 |
| Regularizações | (280) | (15.330) | (15.610) |
| Existências finais | 49.773 | 554.153 | 603.926 |
| Custos do exercício | 696.441 | 2.960.400 | 3.656.841 |
42. a) Demonstração da variação da produção como se segue:
| Movimentos | Produtos Acabados eIntermédios | Produtos eTrabalhos em Curso | Total |
|---|---|---|---|
| Existências iniciais | 62.070 | 145.961 | 208.031 |
| Regularização | |||
| Existências finais | 43.141 | 155.079 | 198.220 |
| Variação do exercício | (18.929) | 9.118 | (9.811) |
VARIAÇÃO DE PRODUÇÃO
b) Reconciliação da rubrica de resultados extraordinários evidenciada na demonstração dos resultados por natureza, e na demonstração dos resultados por funções.
A demonstração de resultados por funções foi preparada em conformidade com e estabelecido pela Directriz Contabilística nº20, a qual apresenta um conceito de resultados extraordinários diferente do definido no Plano Oficial de Contabilidade (POC) para preparação da demonstração dos resultados por naturezas. Assim, o valor dos resultados extraordinários (226.420 Euros), foi reclassificado para resultados correntes.
| 2003 | 2002 | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Rúbricas | Por naturezas | Reclassificação | Por funções | Por naturezas | Reclassificação | Por funções |
| Resultados Operacionais | (289.905) | 16.117 | (273.788) | (380.822) | 29.496 | (351.326) |
| Resultados Financeiros | (200.480) | 210.303 | 9.823 | (177.753) | (8.109) | (185.862) |
| Resultados Correntes | (490.385) | 226.420 | (263.965) | (558.575) | 21.387 | (537.188) |
| Resultados Extraordinários | 226.420 | (226.420) | - | 21.388 | (21.388) | - |
| Resultado Liquido do Exercício | (264.024) | (264.024) | (541.009) | (541.009) |
43. Remuneração dos órgãos sociais:
As remunerações atribuídas aos membros dos Órgãos Sociais da empresa ascenderam a:
| 31-12-03 | 31-12-02 | |
|---|---|---|
| Conselho de Administração | 93.345 | 118.016 |
| Conselho Fiscal | 2.000 | 15.908 |
44. O Valor líquido das vendas e das prestações de serviços distribui-se como se segue:
| VENDAS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS | |||
|---|---|---|---|
| Movimentos | Vendas | Prestação deServiços | Total |
| Mercado interno | 6.677.475 | 219 | 6.677.693 |
| Mercado Externo | 486.761 | 486.761 | |
| 7.164.236 | 219 | 7.164.454 | |
VENDAS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS
Relatório de gestão do exercício de 2003 17/46
A Litho Formas não identifica segmentos de negócio ou geográficos relevantes para proceder à sua análise/divulgação individualizada.
Efectivamente, no que respeita a segmentos de negócio, os produtos da Litho Formas são considerados substancialmente idênticos, tanto no que respeita a sua natureza e processos produtivos, como no que respeita a clientes e canais de distribuição.
Por outro lado, no tocante a segmentos geográficos, tal como referido no quadro acima, cerca de 93% do rédito total da empresa advém de vendas no mercado interno, sendo o restante para o mercado externo, fundamentalmente países da União Europeia.
Assim, não se verificam riscos e retornos substancialmente dissemelhantes que justifiquem uma análise/divulgação quer de segmentos de negócio quer de segmentos geográficos.
- Demonstrações dos resultados financeiros como se segue:
| CUSTOS E PERDAS | EXERCICIOS | PROVEITOS E GANHOS | EXERCICIOS | ||
|---|---|---|---|---|---|
| 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | ||
| 681 Juros suportados | 44.174 | 33.575 | 781 Juros obtidos | 4.234 | 2.225 |
| 682 Perdas Empresas Associadas | 0 | 270 | 782 Ganhos Empresas Associadas | 0 | 0 |
| 684 Provisões para aplicações financeiras | 0 | 199.793 | 784 Rendim. participação de capital | 30.700 | 82.581 |
| 685 Diferenças de câmbio desfavoráveis | 0 | 816 | 785 Diferenças de câmbio favoráveis | 571 | 100 |
| 686 Desconto de pronto pagamento concedidos | 3.611 | 771 | 786 Descontos de pronto pagamento obtidos | 31 | 11.801 |
| 687 Perdas em aplicações de tesouraria | 185.916 | 21.799 | 787 Ganhos em aplicações de tesouraria | 31.763 | 23.106 |
| 688 Outros custos e perdas financeiras | 34.969 | 40.561 | 788 Outros prov. e ganhos financeiros | 890 | 19 |
| Resultados financeiros | (200.480) | (177.753) | |||
| Total | 68.190 | 119.832 | Total | 68.190 | 119.832 |
RESULTADOS FINANCEIROS
46. Demonstrações dos resultados extraordinários como se segue:
| RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| CUSTOS E PERDAS | EXERCICIOS | PROVEITOS E GANHOS | EXERCICIOS | ||
| 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | ||
| 691 Donativos | 380 | 15.150 | 791 Restituíção de impostos | ||
| 692 Dívidas incobráveis693 Perdas em existências | 8.490 | 27.331 | 792 Recuperação de dívidas793 Ganhos em existências | 32.593 | 50.967 |
| 694 Perdas em imobilizações45794 Ganhos em imobilizações | 7.500 | 2.250 | |||
| 695 Multas e penalidades | 57 | 795 Benefícios de penalidades contratuais | |||
| 696 Aumento de amortizações e provisões | 28.388 | 1.748 | 796 Reduções de amortizações e provisões | 202.376 | 924 |
| 697 Correcções rel. a exercícios anteriores | 235 | 5.572 | 797 Correcções rel. a exercícios anteriores | 9.663 | 295 |
| 698 Outros custos e perdas extraordinárias | 1.157 | 3.780 | 798 Outros prov. e ganhos extraordinários | 12.937 | 20.635 |
| Resultados extraordinários226.42021.388 | |||||
| Total | 265.069 | 75.071 | Total | 265.069 | 75.071 |
- Nada a referir.
48 Nada a referir
Vale de Figueira, 17 de Fevereiro de 2004
A Técnica Ofi cial de Contas nº 15630 O Conselho de Administração
Carla Baptista
Eng. João Manuel C. Martins Cabral Vogal
Eng. Klaus Safeeld
Presidente
Eng. Nuno Lourenço Pinheiro Vogal
Demonstração dos Fluxos de Caixa das Contas Individuais em 31 de Dezembro de 2003
| 2003 | 2002 | |
|---|---|---|
| ACTIVIDADES OPERACIONAISRecebimentos de Clientes | 7.777.163 | 8.830.655 |
| Pagamento a fornecedores | (3.589.662) | (4.347.344) |
| Pagamentos ao pessoal | (1.853.837) | (1.970.042) |
| Fluxo gerado pelas operações | 2.333.663 | 2.513.269 |
| Pag./Receb. do imposto s/ rendimento | (230.137) | (263.403) |
| Outros receb./pagam. relat.à activ.oper. | (1.834.103) | (1.862.631) |
| Fluxos gerados antes das rubricas extraordinárias | 269.423 | 387.236 |
| Receb. relacionados com rubricas extraordinárias | 5.842 | 13.754 |
| Pagam. relacionados com rubricas extraordinárias | (94.597) | (145.703) |
| Fluxos das actividades operacionais [1] | 180.669 | 255.287 |
| ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO | ||
| Recebimentos provenientes de: | ||
| Investimentos financeiros | 1.210.032 | 230.100 |
| Imobilizações corpóreas | 4.000 | 2.250 |
| Juros e proveitos similares | 318 | 170 |
| Outros não específicos | 4.011 | |
| Subtotal | 1.214.350 | 236.531 |
| Pagamentos respeitantes a: | ||
| Investimentos financeiros | (1.210.383) | (605.412) |
| Imobilizações corpóreas | (126.764) | (107.622) |
| Outros não específicos | (15.000) | |
| Subtotal | (1.337.147) | (728.033) |
| Fluxos das actividades de investimento [2] | (122.796) | (491.502) |
| ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO | ||
| Recebimento provenientes de: | ||
| Empréstimos obtidos | 575.000 | 159.688 |
| Outros não específicos | 136 | |
| Subtotal | 575.136 | 159.688 |
| Pagamentos respeitantes a: | ||
| Empréstimos obtidosAmortização de contratos de locação financeira | (405.000)(236.208) | (352.874) |
| Juros e custos similares | (103.320) | (72.737) |
| Subtotal | (744.528) | (425.611) |
| Fluxos das actividades de financiamento [3] | (169.392) | (265.923) |
| Variação de caixa e seus equivalentes [4]=[1]+[2]+[3] | (111.520) | (502.139) |
| Efeito das diferenças de câmbio | ||
| Caixa e seus equivalentes no início do periodo | (400.015) | 102.123 |
| Caixa e seus equivalentes no fim do periodo | (511.535) | (400.015) |
Anexo à Demonstração dos Fluxos de Caixa das Contas Individuais em 31 de Dezembro de 2003
| 2003 | 2002 | |
|---|---|---|
| Numerário | 273 | 766 |
| Depósitos à ordem | 82.035 | 50247 |
| Descobertos Bancários | (593.843) | (451.028) |
| Disponibilidades | (511.535) | (400.015) |
| CÓDIGO DE CONTAS | 2003 | 2002 | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| AMORTIZAÇÕES | ||||||
| CE (1) | POC | ACTIVO BRUTO | E PROVISÕES | ACTIVO LÍQUIDO | ACTIVO LÍQUIDO | |
| ACUMULADAS | ||||||
| ACTIVO | ||||||
| CI | IMOBILIZADOImobilizações incorpóreas | |||||
| 1 | 431 | Despesas de instalação | 67.306 | 67.306 | ||
| 1 | 432 | Despesas de investigação e desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | ||
| 2 | 433 | Propriedade industrial e outros direitos | 30.703 | 30.703 | ||
| 3 | 434 | Trespasses | 2.993 | 2.993 | 2.993 | |
| Subtotal | 162.978 | 159.984 | 2.993 | 2.993 | ||
| II | Imobilizações corpóreas | |||||
| 1 | 421 | Terrenos e recursos naturais | 112.031 | 112.031 | 112.031 | |
| 1 | 422 | Edifícios e outras construções | 1.753.286 | 1.174.008 | 579.278 | 647.216 |
| 2 | 423 | Equipamento básico | 10.121.259 | 9.130.485 | 990.774 | 1.112.845 |
| 2 | 424 | Equipamento de transporte | 426.424135.513 | 401.45490.804 | 24.97044.709 | 55.09636.726 |
| 33 | 425426 | Ferramentas e utensíliosEquipamento administrativo | 547.313 | 492.149 | 55.164 | 149.979 |
| 3 | 427 | Taras e vasilhame | 5.457 | 5.405 | 52 | 52 |
| 3 | 429 | Outras imobilizações corpóreas | 164.722 | 123.453 | 41.269 | |
| 4 | 441/6 | Imobilizações em curso | 36.645 | 36.645 | ||
| 4 | 448 | Adiantamentos por conta de imobilizações corpóreas | 60.200 | 60.200 | ||
| Subtotal | 13.362.850 | 11.417.758 | 1.945.092 | 2.113.945 | ||
| III | Investimentos financeiros | |||||
| 5 | 4113+414+415 | Títulos e outras aplicações financeiras | 8.209 | 8.209 | 8.209 | |
| Subtotal | 8.209 | 8.209 | 8.209 | |||
| DI | CIRCULANTEExistências | |||||
| 1 | 36 | Matérias-primas, subsidiárias e de consumo | 571.961 | 571.961 | 716.891 | |
| 2 | 35 | Produtos e trabalhos em curso | 155.079 | 155.079 | 145.961 | |
| 3 | 33 | Produtos acabados e intermédios | 74.679 | 74.679 | 93.609 | |
| 3 | 32 | Mercadorias | 49.773 | 49.773 | 76.865 | |
| Subtotal | 851.492 | 851.492 | 1.033.326 | |||
| II | Dívidas de terceiros - curto prazo (b) | |||||
| 1 | 211 | Clientes, c/c | 2.268.088 | 167.367 | 2.100.721 | 1.789.005 |
| 11 | 212218 | Clientes, títulos a receberClientes cobrança duvidosa | 6.900375.444 | 331.088 | 6.90044.356 | 4.7372.561 |
| 3 | 253+254 | Empresas do grupo | ||||
| 4 | 24 | Estado e outros entes públicos | 25.150 | 25.150 | 3.660 | |
| 4 262+/6+/7+/8+221 | Outros devedores | 14.753 | 14.753 | 90.516 | ||
| Subtotal | 2.690.335 | 498.455 | 2.191.880 | 1.890.479 | ||
| III | Títulos negociáveis | |||||
| 3 1513+1523+153/9 | Outros títulos negociáveis | 1.197.106 | 1.197.106 | 1.120.600 | ||
| Subtotal | 1.197.106 | 1.197.106 | 1.120.600 | |||
| IV | Depósitos bancários e caixa | |||||
| 12+13+14 | Depósitos bancários | 82.574 | 82.574 | 50.786 | ||
| 11 | Caixa | 381 | 381 | 874 | ||
| Subtotal | 82.955 | 82.955 | 51.660 | |||
| ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | ||||||
| E | 271 | Acréscimos de proveitos | 18.145 | 18.145 | 24.386 | |
| 272 | Custos diferidos | 15.882 | 15.882 | 17.414 | ||
| 34.027 | 34.027 | 41.800 | ||||
| Total de amortizações | 11.577.742 | |||||
| Total de previsõesTotal do Activo | 18.389.952 | 498.45512.076.197 | 6.313.754 | 6.263.012 | ||
Balanço das Contas Consolidadas em 31 de Dezembro de 2003
Balanço de Contas Consolidadas em 31 de Dezembro de 2003
| CÓDIGO DE CONTAS | EXERCÍCIOS | |||
|---|---|---|---|---|
| CE (1) | POC | 2003 | 2002 | |
| CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO | ||||
| A | CAPITAL PRÓPRIO | |||
| I | 51 | Capital | 2.500.000 | 2.500.000 |
| 52 | Acções próprias | |||
| 521 | Valor nominal | (60.505) | (60.505) | |
| 522 | Prémios e descontos | 11.932 | 11.932 | |
| III | 55 | Ajustamento de partes de capital em filiadas e assoc. | ||
| 56 | Reservas de reavaliação | 152.362 | 166.742 | |
| IV | 57 | Reservas: | ||
| 1/2 | 571 | Reservas legais | 236.956 | 236.956 |
| 4 | 574 | Reservas livres | 1.363.343 | 1.363.343 |
| 4 | 579 | Reservas especiais | 134.087 | 134.087 |
| V | 59 | Resultados Transitados | (1.533.774) | (1.030.070) |
| Subtotal | 2.804.401 | 3.322.485 | ||
| VI | 88 | Resultado líquido consolidado do exercício | (241.483) | (518.085) |
| Total do capital próprio | 2.562.918 | 2.804.400 | ||
| Interesses minoritarios | ||||
| PASSIVO | ||||
| B | Provisões para riscos e encargos | |||
| 3 | 293/8 | Outras provisões para riscos e encargos | ||
| C | DÍVIDAS A TERCEIROS - Médio e longo prazo | |||
| 2 | 231+12 | Dívidas a instituições de crédito | ||
| 4 | 2611 | Fornecedores de Imobilizado, c/c | 378.748 | |
| 8 | 239 | Outros empréstimos obtidos | 378.748 | |
| C | DÍVIDAS A TERCEIROS - Curto prazo | |||
| 1 | 231+12 | Dívidas a instituições de crédito | 1.092.882 | 780.067 |
| 4 | 221 | Fornecedores, c/c | 1.352.619 | 1.348.295 |
| 8 | 251+255 | Outros accionistas (sócios) | 8.290 | 8.290 |
| 8 | 2611 | Fornecedores de Imobilizado, c/c | 333.592 | 683.572 |
| 8 | 24 | Estado e outros entes públicos | 227.976 | 188.011 |
| 8 | 262+263+264 | Outros credores | 14.312 | |
| 3.015.359 | 3.022.547 | |||
| D | ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | |||
| 273 | Acréscimos de custos | 254.818 | 286.380 | |
| 274 | Proveitos diferidos | 83.080 | 124.328 | |
| 276 | Imposto diferido | 18.831 | 25.357 | |
| 356.729 | 436.065 | |||
| Total do passivo | 3.750.836 | 3.458.612 | ||
| Total do capital próprio e do passivo | 6.313.754 | 6.263.012 | ||
Demonstração Consolidada de Resultados por Natureza em 31 de Dezembro de 2003
| CÓDIGO DE CONTAS | EXERCÍCIOS | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| CE (1) | POC | 2003 | 2002 | |||
| A | CUSTOS E PERDAS | |||||
| 2. a) | 61 | Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas : | ||||
| Mercadorias | 696.441 | 619.286 | ||||
| Matérias | 2.960.400 | 3.656.841 | 3.468.546 | 4.087.832 | ||
| 2. b) | 62 | Fornecimentos e serviços externos | 1.139.304 | 1.028.695 | ||
| 3 | Custos com o pessoal : | |||||
| 3. a) | 641 + 642 | Remunerações | 1.674.600 | 1.828.715 | ||
| 3. b) | Encargos Sociais : | |||||
| 643 + 644 | Pensões | |||||
| 645 / 8 / 9 | Outros | 413.794 | 2.088.394 | 475.073 | 2.303.788 | |
| 4. a) | 66 | Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo | 548.377 | 602.186 | ||
| 4. b) | 67 | Provisões | 548.377 | 6.990 | 609.176 | |
| 5 | 63 | Impostos | 11.962 | 9.000 | ||
| 5 | 65 | Outros custos e perdas operacionais | 5.295 | 17.257 | 3.001 | 12.001 |
| (A) | 7.450.173 | 8.041.492 | ||||
| 6 | 682 | Perdas em empresas do grupo e associadas | 270 | |||
| 6 | 683 + 684 | Amort. e provisões de aplicações e investimentos financeiros | 199.534 | |||
| 7 | (2) | Juros e custos similares : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | 268.670 | 268.670 | 97.523 | 297.327 | ||
| (C) | 7.718.843 | 8.338.819 | ||||
| 10 | 69 | Custos e perdas extraordinários | 38.650 | 51.936 | ||
| (E) | 7.757.493 | 8.390.755 | ||||
| 8 + 11 | 86 | Imposto sobre o rendimento do exercício(G) | 597.757.552 | 3.8218.394.576 | ||
| 13 | 88 | Resultado líquido do exercício | (241.483) | (518.085) | ||
| 7.516.069 | 7.876.491 | |||||
| B | PROVEITOS E GANHOS | |||||
| 1 | 71 | Vendas : | ||||
| Mercadorias | 915.354 | 851.256 | ||||
| Produtos | 6.248.882 | 6.798.478 | ||||
| 1 | 72 | Prestações de serviços | 219 | 7.164.455 | 7.649.734 | |
| 2 | (3) | Variação da produção | (9.811) | 9.188 | ||
| 3 | 75 | Trabalhos para a própria empresa | ||||
| 4 | 73 | Proveitos suplementares | 5.500 | |||
| 4 | 74 | Subsídios à exploração | ||||
| 4 | 76 | Outros proveitos e ganhos operacionais | (4.311) | 9.188 | ||
| (B) | 7.160.144 | 7.658.922 | ||||
| 5 | 782 | Ganhos em empresas do grupo e associadas | 22.666 | 22.665 | ||
| 6 | (4) | Rendimentos de títulos negociáveis e de outras apl financeiras : | 30.700 | |||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | 82.581 | |||||
| 7 | (5) | Outros juros e proveitos similares : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | 37.490 | 90.856 | 37.252 | 142.498 | ||
| (D) | 7.251.000 | 7.801.420 | ||||
| 9 | 79 | Proveitos e ganhos extraordinários | 265.069 | 75.071 | ||
| (F) | 7.516.069 | 7.876.491 | ||||
| Resumo | ||||||
| Resultados operacionais :(B) - (A) = | (290.029) | (382.570) | ||||
| Resultados financeiros :(D-B) - (C-A) = | (177.814) | (154.829) | ||||
| Resultados correntes :(D) - (C) = | (467.843) | (537.399) | ||||
| Resultados Antes de impostos :(F) - (E) = | (241.424) | (514.264) | ||||
| Resultados do exercício :(F) - (G) = | (241.483) | (518.085) | ||||
(1) Em conformidade com o art.º 24º da 4º Directiva da CE.
(2) 681 + 685 + 686 + 687 + 688
(3) Diferença algébrica entre as existências finais e iniciais de «Produtos acabados e intermédios» (C/33), «Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos» (C/34) e «Produtos e trabalhos em curso» (C/35), tomando ainda em consideração o movimento registado em «Regularizações de existências» (C/34)
(4) 7812 + 7815 + 7816 + 783+784
(5) 7811 + 7813 + 7814 + 785 + 786 + 787 + 788
Demonstração Consolidada de Resultados por Funções em 31 de Dezembro de 2003
| 2003 | 2002 | |
|---|---|---|
| Vendas e prestações de serviços | 7.164.454 | 7.649.734 |
| Custo das vendas e das prestações de serviços | (5.960.118) | (6.404.563) |
| Resultados brutos | 1.204.337 | 1.245.171 |
| Outros proveitos e ganhos operacionais | 5.500 | |
| Custos de distribuição | (817.762) | (886.016) |
| Custos administrativos | (659.506) | (703.804) |
| Outros custos e perdas operacionais | (6.481) | (6.677) |
| Resultados operacionais | (273.913) | (351.326) |
| Custo líquido do financiamento | (74.018) | (71.893) |
| Ganhos (perdas) em filiais e associadas | 22.666 | 22.654 |
| Ganhos (perdas) em outros investimentos | 76.340 | (115.905) |
| Ganhos (perdas) em imobilizações | 7.500 | 2.205 |
| Resultados correntes | (241.424) | (514.264) |
| Imposto sobre os resultados correntes | 59 | 3.821 |
| Resultados correntes após impostos | (241.483) | (518.085) |
| Resultados extraordinários | ||
| Imposto sobre os resultados extraordinários | ||
| Resultados líquidos | (241.483) | (518.085) |
| Resultados por acção | (0,49) | (1,06) |
ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRAS CONSOLIDADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2003
Introdução
A Litho Formas Portuguesa – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A., empresa consolidante, foi constituída em 5 de Dezembro de 1966, tendo como actividade principal a concepção, produção e comercialização de todo o tipo de formulários comerciais.
A Litho Formas & Drescher – Impressos em Contínuo, Lda. foi constituída em 3 de Março de 1989, tendo como objecto a fabricação e comercialização de produtos de papel para utilização em equipamento informático, assim como acessórios para computadores. Presentemente esta empresa encontra-se inactiva.
As notas que se seguem respeitam a numeração sequencial definida no Plano Oficial de Contabilidade. As notas cuja numeração se encontra ausente deste anexo não são aplicáveis à Empresa ou a sua apresentação não é relevante para a leitura das demonstrações financeiras anexas.
As demonstrações financeiras referentes a 31 de Dezembro de 2003 foram preparadas em todos os seus aspectos materiais, em conformidade com o Plano Oficial de Contabilidade (POC).
I Informações relativas às empresas incluídas na consolidação e a outras
1. Empresas incluídas na consolidação
Litho Formas & Drescher – Impressos em Contínuo, Lda.
Sede: Rua D. Nunes Álvares Pereira, Vale de Figueira, Loures Capital detido: 99,93 %
Condições para consolidação: alínea a) do n.º1 do art.º 1º do Decreto-Lei n.º 238/91 de 2 de Julho
7. Número médio de trabalhadores ao serviço, durante o exercício, das empresas incluídas na consolidação
O número médio de empregados ao serviço da Litho Formas, foi o seguinte:
| 31-12-03 | 31-12-02 | |
|---|---|---|
| Pessoal dirigente | 1 | 3 |
| Pessoal administrativo | 11 | 12 |
| Pessoal comercial | 26 | 28 |
| Pessoal fabril | 74 | 85 |
| 112 | 128 | |
A Litho Formas & Drescher – Impressos em Contínuo, Lda. não tem trabalhadores ao seu serviço.
III Informações relativas aos procedimentos de consolidação
10. Diferenças de consolidação
A diferença de consolidação decorrente da diferença em 31 de Dezembro de 2001, entre o valor contabilístico das partes de capital e o valor da proporção do capital próprio que elas representam, é registada como segue:
-
se esta diferença for positiva é reconhecida como um incorpóreo;
-
se for negativa é reconhecida como um proveito diferido, conforme as normas da contabilidade nacional. As amortizações/reconhecimento destas diferenças ocorrem num período estimado de vida útil de 5 anos.
As demonstrações financeiras consolidadas reflectem os activos, passivos e resultados da Litho Formas Portuguesa – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A. e da sua subsidiária.
Participações financeiras em subsidiárias
As participações financeiras em empresas subsidiárias que representam 50% ou a maioria do capital ou direitos de voto e em que o Grupo exerce o controlo, são consolidadas pelo método integral. Os saldos e transacções significativas existentes entre empresas do Grupo são eliminados.
Interesses minoritários
Os interesses minoritários correspondem à parte proporcional de terceiros nos capitais próprios e nos resultados líquidos do exercício. Quando negativos, estes interesses são adicionados aos capitais próprios do Grupo.
Com a liquidação da Litho Formas – Comércio de Equipamentos, Lda deixaram de existir interesses minoritários no Grupo.
IV Informações relativas a compromissos
22. Contingências com:
| 31-12-03 | 31-12-02 | |
|---|---|---|
| Garantias prestadas | 159.287 | 9.453 |
As garantias prestadas referem-se essencialmente a boa execução de encomendas.
V Informações relativas a políticas contabilísticas
23. Critérios valorimétricos utilizados:
As contas consolidadas foram preparadas no quadro das disposições em vigor em Portugal e, portanto, de acordo com os princípios contabilísticos e normas de consolidação consignados no Plano Oficial de Contabilidade.
Os principais critérios valorimétricos utilizados na preparação das demonstrações financeiras foram os seguintes:
- a) Imobilizações incorpóreas As imobilizações incorpóreas estão valorizadas ao custo de aquisição.
- b) Imobilizações corpóreas
As imobilizações corpóreas adquiridas até 31 de Dezembro de 1992 encontram-se registadas ao custo de aquisição, reavaliado de acordo com os Decreto-Lei n.º 118- B/86, 111/88, 49/91 e n.º 264/92. As adquiridas após aquela data encontram-se registadas ao custo de aquisição.
As amortizações e reintegrações são calculadas pelo método das quotas degressivas, para os bens mais antigos. Para os bens mais recentes o método utilizado é o das quotas constantes. Os bens adquiridos até 1989 são amortizados às taxas genéricas máximas permitidas pela Portaria 737/81, enquanto os bens adquiridos após esta data são amortizados às taxas máximas permitidas pelo Decreto Regulamentar 2/90. Estas taxas correspondem aproximadamente à vida útil estimada das imobilizações.
| Vida útil | |
|---|---|
| Anos | |
| Edifícios e outras construções | 10 |
| Equipamento básico | 5 – 10 |
| Equipamento de transporte | 4 |
| Ferramentas e utensílios | 4 – 8 |
| Equipamento administrativo | 4 – 10 |
| Outras imobilizações corpóreas | 3 – 10 |
Os encargos com reparações de carácter recorrente dos bens do activo imobilizado corpóreo são registados como custos dos exercícios em que são incorridos.
Os activos imobilizados adquiridos mediante contrato de locação financeira bem como as correspondentes responsabilidades são contabilizados pelo método financeiro. De acordo com este método, o custo do activo é registado no imobilizado corpóreo e a correspondente responsabilidade registada no passivo. Os juros incluídos no valor das rendas e a amortização
do activo, calculada conforme acima referido, são registados como custos na demonstração de resultados do período a que respeitam.
c) Investimentos financeiros
Os títulos e outras aplicações financeiras estão expressos pelos valores do custo histórico.
d) Existências
As existências de matérias primas, subsidiárias e de consumo estão valorizadas ao custo médio de aquisição.
Em 2001 a empresa alterou o critério de valorização dos Produtos e trabalhos em curso, passando também a incluir nessa valorização o custo estimado da mão de obra directa. Os produtos acabados estão valorizados ao custo de produção que inclui matérias primas, mão de obra e gastos gerais de fabrico.
e) Dívidas de terceiros
A Empresa provisiona as dívidas de terceiros utilizando critérios de razoabilidade económica, os quais são mais rigorosos que os critérios fiscais actualmente em vigor.
f) Acréscimos e diferimentos
A Empresa regista nestas rubricas as despesas e receitas de exercícios futuros e que imputa como custos e proveitos aos resultados dos exercícios pelo valor que lhes corresponde com base no princípio da especialização dos exercícios, compreendendo essencialmente:
-
subsídios recebidos (ver (g) seguinte);
-
remunerações e respectivos encargos devidos ao pessoal pelas férias vencidas no final de cada exercício;
-
periodificação de encargos financeiros, com seguros e com rendas de instalações produtivas.
g) Subsídios recebidos para financiamento de imobilizações corpóreas
Os subsídios recebidos do Governo a fundo perdido para financiamento de imobilizações corpóreas são registados como proveitos diferidos e reconhecidos em resultados proporcionalmente às amortizações das imobilizações corpóreas subsidiadas.
24. Transacções em moeda estrangeira:
Todos os activos e passivos expressos em moeda estrangeira foram convertidos para euros utilizando as taxas de câmbio vigentes a 31 de Dezembro de 2003.
As diferenças de câmbio, favoráveis e desfavoráveis, originadas pelas diferenças entre as taxas de câmbio em vigor nas datas das transacções e as vigentes nas datas das cobranças e pagamentos, ou à data do balanço, são registadas como proveitos ou custos na demonstração dos resultados do exercício.
VI Informações relativas a determinadas rubricas
27. Movimentos no activo imobilizado:
Durante o exercício, os movimentos ocorridos nas rubricas do activo imobilizado constantes do balanço consolidado e nas respectivas amortizações e provisões, foram os seguintes:
| ACTIVO BRUTO | ||||
|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumentos | Alienações | Saldo Final |
| Imobilizações incorpóreas: | ||||
| Despesas de Instalação | 67.306 | 67.306 | ||
| Despesas Invest. Desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | ||
| Propriedade industrial e Outras | 30.703 | 30.703 | ||
| Trespasses | 2.993 | 2.993 | ||
| Subtotal | 162.978 | 162.978 | ||
| Imobilizações corpóreas: | ||||
| Terrenos e recursos naturais | 112.031 | 112.031 | ||
| Edifícios e outras construções | 1.753.286 | 1.753.286 | ||
| Equipamento básico | 9.859.330 | 262.930 | (1.000) | 10.121.260 |
| Equipamento de transporte | 463.414 | (36.990) | 426.424 | |
| Ferramentas e utensílios | 124.969 | 10.544 | 135.513 | |
| Equipamento administrativo | 537.864 | 9.448 | 547.313 | |
| Taras e Vasilhames | 5.457 | 5.457 | ||
| Outras imobilizações corpóreas | 163.966 | 757 | 164.723 | |
| Imobilizações em curso corpóreas | 36.645 | 36.645 | ||
| Adiant. por conta de imob. corpóreas | 60.200 | 60.200 | ||
| Subtotal | 13.020.317 | 380.524 | (37.990) | 13.362.850 |
| Investimentos financeiros: | ||||
| Partes de capital em emp. do grupo | ||||
| Títulos e outras aplicações financeiras | 8.209 | 8.209 | ||
| Subtotal | 8.209 | 8.209 | ||
| Total | 13.191.504 | 380.524 | (37.990) | 13.534.037 |
36. Vendas e Prestações de Serviços:
As vendas e Prestações de Serviços da Litho Formas são detalhados da seguinte forma:
| Movimentos | Vendas | Prestação deServiços | Total |
|---|---|---|---|
| Mercado interno | 6.677.475 | 219 | 6.677.693 |
| Mercado Externo | 486.761 | 486.761 | |
| 7.164.236 | 219 | 7.164.454 | |
VENDAS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS
A Litho Formas não identifica segmentos de negócio ou geográficos relevantes para proceder à sua análise/divulgação individualizada.
Efectivamente, no que respeita a segmentos de negócio, os produtos da Litho Formas são AMORTIZAÇÕES / PROVISÕES
| Rubricas | Saldo Inicial | Reforço | Regularizações | Saldo Final | |
|---|---|---|---|---|---|
| Imobilizações incorpóreas: | |||||
| Estudos e Projectos Industriais | 67.306 | 67.306 | |||
| Investigação e Desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | |||
| Licenças | 30.703 | 30.703 | |||
| Subtotal | 159.985 | 159.984 | |||
| Imobilizações corpóreas: | |||||
| Edifícios e outras construções | 1.106.070 | 67.938 | 1.174.008 | ||
| Equipamento básico | 8.746.485 | 384.000 | 9.130.485 | ||
| Equipamento de transporte | 408.318 | 30.126 | (36.990) | 401.454 | |
| Ferramentas e utensílios | 88.243 | 2.561 | 90.804 | ||
| Equipamento administrativo | 387.885 | 63.499 | 451.384 | ||
| Taras e Vasilhames | 5.405 | 5.405 | |||
| Outras imobilizações corpóreas | 163.966 | 252 | 164.218 | ||
| Subtotal | 10.906.372 | 548.377 | (36.990) | 11.417.759 | |
| Investimentos financeiros: | |||||
| Partes de capital em emp. grupo | |||||
| Títulos e outras aplicações financeiras | |||||
| Subtotal | |||||
| Total | 11.066.358 | 548.377 | (36.990) | 11.577.743 |
considerados substancialmente idênticos, tanto no que respeita a sua natureza e processos produtivos, como no que respeita a clientes e canais de distribuição.
Por outro lado, no tocante a segmentos geográficos, tal como referido no quadro acima, cerca de 93% do rédito total da empresa advém de vendas no mercado interno, sendo o restante para o mercado externo, fundamentalmente países da União Europeia.
Assim, não se verificam riscos e retornos substancialmente dissemelhantes que justifiquem uma análise/divulgação quer de segmentos de negócio quer de segmentos geográficos.
39. Renumeração dos Orgãos Sociais:
As remunerações atribuídas aos membros dos Órgãos Sociais da empresa ascenderam a:
| 31-12-03 | 31-12-02 | |
|---|---|---|
| Conselho de Administração | 93.345 | 118.016 |
| Conselho Fiscal | 2.000 | 15.908 |
41. Diplomas legais utilizados nas reavaliações:
As imobilizações corpóreas foram reavaliadas ao abrigo dos seguintes diplomas legais: DL-118-B/86; DL-111/88; DL-49/91; DL-264/92.
42. Reavaliações de imobilizações corpóreas:
O detalhe dos custos históricos de aquisição e correspondentes valores da reavaliação das imobilizações corpóreas constantes no activo da Litho Formas é o seguinte:
| REAVALIAÇÕES | |||
|---|---|---|---|
| Rubricas | CustosHistóricos | Reavaliações | Valores ContabilisticosReavaliados |
| (a) | (a) (b) | (b) | |
| Imobilizações corpóreas: | |||
| Edifícios e outras construções | 299.882 | 171.192 | 471.075 |
(a) – Líquidos de amortizações
(b) – Englobam as sucessivas reavaliações
44. Demonstração consolidada dos resultados financeiros, como se segue:
| CUSTOS E PERDAS | EXERCICIOS | PROVEITOS E GANHOS | EXERCICIOS | ||
|---|---|---|---|---|---|
| 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | ||
| 681 Juros suportados | 44.174 | 33.575 | 781 Juros obtidos | 4.234 | 2.225 |
| 682 Perdas Empresas Associadas | 0 | 270 | 782 Ganhos Empresas Associadas | 22.666 | 22.665 |
| 684 Provisões para aplicações financeiras | 0 | 199.793 | 784 Rendim. participação de capital | 30.700 | 82.581 |
| 685 Diferenças de câmbio desfavoráveis | 0 | 816 | 785 Diferenças de câmbio favoráveis | 571 | 100 |
| 686 Desconto de pronto pagamento concedidos | 3.611 | 771 | 786 Descontos de pronto pagamento obtidos | 31 | 11.801 |
| 687 Perdas em aplicações de tesouraria | 185.916 | 21.799 | 787 Ganhos em aplicações de tesouraria | 31.763 | 23.106 |
| 688 Outros custos e perdas financeiras | 34.969 | 40.561 | 788 Outros prov. e ganhos financeiros | 890 | 19 |
| Resultados financeiros | (177.814) | (155.088) | |||
| Total | 90.856 | 142.497 | Total | 90.856 | 142.497 |
RESULTADOS FINANCEIROS
45. Demonstração consolidada dos resultados extraordinários, como se segue:
| CUSTOS E PERDAS | EXERCICIOS | PROVEITOS E GANHOS | EXERCICIOS | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | |||
| 691 Donativos | 380 | 15.150 | 791 Restituíção de impostos | 0 | 0 | |
| 692 Dívidas incobráveis | 8.490 | 27.332 | 792 Recuperação de dívidas | 0 | 0 | |
| 693 Perdas em existências | 0 | 0 | 793 Ganhos em existências | 32.593 | 50.967 | |
| 694 Perdas em imobilizações | 0 | 45 | 794 Ganhos em imobilizações | 7.500 | 2.250 | |
| 695 Multas e penalidades | 0 | 57 | 795 Benefícios de penalidades contratuais | 0 | 0 | |
| 696 Aumento de amortizações e provisões | 28.388 | 0 | 796 Reduções de amortizações e provisões | 202.376 | 924 | |
| 697 Correcções rel. a exercícios anteriores | 235 | 5.572 | 797 Correcções rel. a exercícios anteriores | 9.663 | 295 | |
| 698 Outros custos e perdas extraordinárias | 1.157 | 3.780 | 798 Outros prov. e ganhos extraordinários | 12.937 | 20.635 | |
| Resultados extraordinários | 226.420 | 23.135 | ||||
| Total | 265.069 | 75.071 | Total | 265.069 | 75.071 |
RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS
46. Movimentos nas provisões, como se segue:
| PROVISÕES | ||||
|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumento | Redução | Saldo Final |
| Provisões para aplicações de tesouraria | 199.793 | (199.793) | ||
| Provisões para cobranças duvidosas | 305.283 | 28.388 | (2.583) | 331.088 |
| Provisões para riscos e encargos | 227.075 | 227.075 | ||
| Provisões para investimentos financeiros | 72.557 | 72.557 | ||
| Total | 804.708 | 28.388 | (202.376) | 630.720 |
47. Locação Financeira
A 31 de Dezembro de 2003, a empresa tinha registado na rubrica de Fornecedores de Imobilizado conta corrente um montante de 712.340 euros, dos quais 676.376 euros referem-se à aquisição de três máquinas em sistema de leasing financeiro. Uma máquina rotativa de Offset, um "Computer To Plate", e uma máquina de impressão digital, com valor contabililistico líquido de 484.384 euros, 127.200 euros e 206.400 euros, respectivamente.
50. Variação nas contas de capital próprio:
O movimento ocorrido nas contas de capital próprio durante o exercício de 2003 foi o seguinte:
| CAPITAIS PRÓPRIOS | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumentos | Diminuições | Transferências | Saldo Final |
| Capital | 2.500.000 | 2.500.000 | |||
| Acções próprias | |||||
| Valor Nominal | (60.505) | (60.505) | |||
| Prémios e Descontos | 11.932 | 11.932 | |||
| Ajustamento partes de capital em fil. associadas | 0 | ||||
| Reservas de Reavaliação | 166.742 | (14.380) | 152.362 | ||
| Reserva legal | 236.956 | 236.956 | |||
| Reservas livres | 1.363.343 | 1.363.343 | |||
| Reservas especiais | 134.087 | 134.087 | |||
| Resultados Transitados | (1.030.070) | (503.705) | (1.533.775) | ||
| Resultados líquidos do exercício | (518.085) | (241.483) | 518.085 | (241.483) | |
| Capitais próprios | 2.804.401 | (241.483) | 2.562.918 |
50.2 Impostos:
As empresas do Grupo encontram-se sujeitas individualmente a IRC à taxa normal de 30%, que pode ser incrementada pela Derrama até à taxa máxima de 10%, resultando uma taxa de imposto agregada de 33%.
De acordo com a legislação fiscal em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por partes das autoridades fiscais durante um período de quatro anos para os exercícios subsequentes a 1998 (sendo de seis anos no caso de serem utilizados prejuízos reportáveis) e dez anos no caso da Segurança Social (cinco anos a partir do ano de 2000, inclusive). Deste modo, as declarações fiscais da sociedade dos anos de 1997 a 2002, encontramse sujeitas a revisão. O Conselho de Administração entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terão um efeito significativo nas demonstrações financeiras em 31 de Dezembro de 2003.
De acordo com a legislação fiscal portuguesa, os prejuízos fiscais são reportáveis durante um período de seis anos após a sua ocorrência e susceptíveis de dedução a lucros fiscais gerados durante esse período. Desta forma, a 31 de Dezembro de 2003, a empresa tem aproximadamente 1.405.785 euros de prejuízos fiscais reportáveis.
A empresa apresenta ainda nas suas contas, provisões não dedutíveis fiscalmente, no montante total de 299.631 euros a que corresponde cerca de 74.908 euros de imposto diferido activo.
Por outro lado, decorrente das reavaliações do imobilizado corpóreo, existem impostos diferidos passivos no montante de 18.831 euros.
Os principais componentes de gastos (proveitos) de impostos reconhecidos encontram-se divulgados nos quadros seguintes:
- Reconciliação do imposto do exercício e do imposto corrente:
| Total | Operações na D.R. | Movimentação noutras Rubricas de Capital Próprio | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Descrição | Reavaliação | Outras | |||||||
| 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | ||
| I - Imposto do exercício | 59 | 3.820 | 59 | 3.820 | |||||
| II - Gastos (proveitos) de impostos do exercício reconhecidos neste exercício e anteriormentereconhecidos como impostos diferidos provenientes de: | |||||||||
| 1-Imposto diferido relativo à realização da reserva de reavaliação | (6.526) | (3.228) | (6.526) | (3.228) | |||||
| (6.526) | (3.228) | (6.526) | (3.228) | ||||||
| III - Gastos (proveitos) de impostos não reconhecidos anteriormente como Impostosdiferidos provenientes de: | |||||||||
| IV - Imposto diferido (II +/- III) | (6.526) | (3.228) | (6.526) | (3.228) | |||||
| V Imposto corrente (I+/-IV) | 6.585 | 7.048 | 6.585 | 7.048 |
- Decomposição dos Activos e Passivos por impostos diferidos por tipo de diferença à data do Balanço:
| Total | Operações na D.R. | Movimentação noutras Rubricas de Capital Próprio | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Descrição | Reavaliação | Outras | |||||||
| 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | 2003 | 2002 | ||
| Diferenças temporárias que originaram Activos por impostos diferidos | |||||||||
| Total I | |||||||||
| Diferenças temporárias que originaram Passivos por impostos diferidos | |||||||||
| a) 40% da Reserva de Reavaliação de activos imobilizados | 78.259 | 86.622 | 9.782 | 9.783 | 68.477 | 76.839 | |||
| Total II | 78.259 | 86.622 | 9.782 | 9.783 | 68.477 | 76.839 | |||
| Valores reflectidos no balanço: | |||||||||
| Activos por impostos diferidos (Total I x 27,5%) | |||||||||
| Passivos por impostos diferidos (Total II x 27,5%) (a) | 21.521 | 28.585 | 2.690 | 3.228 | 18.831 | 25.357 |
(a) Os valores comparativos estão calculados utilizando a taxa de 33%.
Apesar de ter apresentado resultados fiscais positivos em 2000, 2001 e 1º Semestre de 2002, em virtude dos prejuízos apurados no 2º Semestre de 2002 e da deterioração da conjuntura económica nacional e internacional, a Litho Formas não consegue estimar, com razoável segurança, a possibilidade de existirem lucros fiscais no futuro que possibilitem a utilização dos prejuízos fiscais disponíveis e a recuperação das diferenças temporárias que originam impostos diferidos activos.
Assim Litho Formas decidiu não reconhecer qualquer imposto diferido relacionado com as seguintes diferenças temporárias:
| 31-12-2003 | 31-12-2002 | ||
|---|---|---|---|
| Provisões não aceites fiscalmente | |||
| Para outros riscos e encargos | 227.075 | 227.075 | |
| Para investimentos financeiros | 72.556 | 72.556 | |
| Para aplicações financeiras | 199.793 | ||
| Total de provisões não aceites | 299.631 | 499.424 | |
| Prejuízos fiscais: | |||
| de 1997 a utilizar até 2003 | 285.223 | ||
| de 1998 a utilizar até 2004 | 515.867 | 515.867 | |
| de 1999 a utilizar até 2005 | 135.211 | 135.211 | |
| de 2002 a utilizar até 2008 | 302.904 | 302.904 | |
| de 2003 a utilizar até 2009 | 451.803 | ||
| Total de prejuízos fiscais | 1.405.785 | 1.239.205 |
A partir do momento em que seja possível determinar, com alguma segurança, a probabilidade de recuperação destes prejuízos fiscais e daquelas diferenças temporárias, os subjacentes impostos diferidos activos serão reconhecidos contabilisticamente.
59. Reconciliação da rubrica de resultados extraordinários evidenciada na demonstração dos resultados por natureza, e na demonstração dos resultados por funções.
A demonstração de resultados por funções foi preparada em conformidade com e estabelecido pela Directriz Contabilística nº20, a qual apresenta um conceito de resultados extraordinários diferente do definido no Plano Oficial de Contabilidade (POC) para preparação da demonstração dos resultados por naturezas. Assim, o valor dos resultados extraordinários (226.420 Euros), foi reclassificado para resultados correntes.
| 2003 | 2002 | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Por naturezas | Reclassificação | Por funções | Por naturezas | Reclassificação | Por funções |
| (290.029) | 16.116 | (273.913) | (382.570) | 31.244 | (351.326) |
| (177.814) | 210.303 | 32.489 | (154.829) | (8.109) | (162.938) |
| (467.843) | 226.419 | (241.424) | (537.399) | 23.135 | (514.264) |
| 226.420 | (226.420) | - | 23.135 | (23.135) | - |
| (241.483) | (241.483) | (518.085) | (518.085) | ||
Vale de Figueira, 27 de Fevereiro de 2004
A Técnica Ofi cial de Contas nº 15630 O Conselho de Administração
Carla Baptista
Eng. João Manuel C. Martins Cabral Vogal
Eng. Klaus Safeeld Presidente
Eng. Nuno Lourenço Pinheiro Vogal
| 2003 | 2002 | |
|---|---|---|
| ACTIVIDADES OPERACIONAIS | ||
| Recebimentos de Clientes | 7.777.163 | 8.795.024 |
| Pagamento a fornecedores | (3.589.662) | (4.347.344) |
| Pagamentos ao pessoal | (1.853.837) | (1.970.042) |
| Fluxo gerado pelas operações | 2.333.663 | 2.477.638 |
| Pag./Receb. do imposto s/ rendimento | (230.137) | (263.403) |
| Outros receb./pagam. relat.à activ.oper. | (1.834.103) | (1.862.631) |
| Fluxos gerados antes das rubricas extraordinárias | 269.423 | 351.604 |
| Receb. relacionados com rubricas extraordinárias | 5.842 | 13.754 |
| Pagam. relacionados com rubricas extraordinárias | (94.597) | (145.703) |
| Fluxos das actividades operacionais [1] | 180.669 | 219.655 |
| ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO | ||
| Recebimentos provenientes de: | ||
| Investimentos financeiros | 1.210.032 | 230.100 |
| Imobilizações corpóreas | 4.000 | 2.250 |
| Juros e proveitos similares | 318 | 170 |
| Outros não específicos | 4.011 | |
| Subtotal | 1.214.350 | 236.531 |
| Pagamentos respeitantes a: | ||
| Investimentos financeiros | (1.210.383) | (605.412) |
| Imobilizações corpóreas | (126.764) | (107.622) |
Demonstração Consolidada dos Fluxos da Caixa em 31 de Dezembro de 2003
| Fluxos das actividades de investimento [2] | (122.796) | (491.503) |
|---|---|---|
| ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO | ||
| Recebimento provenientes de: | ||
| Empréstimos obtidos | 575.000 | 159.668 |
| Outros não específicos | 136 | |
| Subtotal | 575.136 | 159.668 |
| Pagamentos respeitantes a: | ||
| Empréstimos obtidos | (405.000) | (352.874) |
| Amortização de contratos de locação financeira | (236.208) | |
| Juros e custos similares | (103.320) | (72.737) |
| Subtotal | (744.528) | (425.611) |
| Fluxos das actividades de financiamento [3] | (169.392) | (265.943) |
| Variação de caixa e seus equivalentes [4]=[1]+[2]+[3] | (111.520) | (537.791) |
| Efeito das diferenças de câmbio | ||
| Caixa e seus equivalentes no início do periodo | (399.369) | 138.422 |
| Caixa e seus equivalentes no fim do periodo | (510.888) | (399.369) |
Outros não específicos (15.000)
Subtotal (1.337.147) (728.034)
Anexo à Demonstração Consolidada dos Fluxos de Caixa em 31 de Dezembro de 2003
| 2003 | 2002 | |
|---|---|---|
| Numerário | 381 | 873 |
| Depósitos à ordem | 82.574 | 50.786 |
| Descobertos Bancários | (593.843) | (451.028) |
| Disponibilidades | (510.888) | (399.369) |
LITHO FORMAS PORTUGUESA – ImpressosContínuos e Múltiplos, S.A.
RELATÓRIO E PARECER DO CONSELHO FISCAL RELATIVO AO EXERCÍCIO DE 2003
-
- No desempenho das funções que nos estão legalmente confiadas e de harmonia com o mandato que nos foi atribuído, acompanhámos a actividade da LITHO FORMAS PORTUGUESA – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A. durante o exercício de 2003 e procedemos às verificações que julgámos convenientes, nomeadamente no que respeita à escrituração dos livros, registos contabilísticos e documentação de suporte, tendo obtido sempre, quer da Administração quer dos serviços, os esclarecimentos solicitados.
-
- Acompanhámos a actividade da Sociedade durante o exercício, nomeadamente em conformidade com o disposto no Código das Sociedades Comerciais. No final do exercício examinámos os documentos de prestação de contas e o Relatório de Gestão do Conselho de Administração que se encontra elaborado em obediência aos requisitos legais e em conformidade com os referidos documentos de prestação de contas, espelhando a situação da Empresa e aludindo às operações de maior significado.
-
- As Demonstrações Financeiras foram examinadas pela Sociedade de Revisores Oficiais de Contas que, em consequência, emitiu a (i) Certificação Legal das Contas e Relatório de Auditoria, (ii) Certificação Legal e Relatório de Auditoria das Contas Consolidadas e o (iii) Relatório Anual, documentos com os quais concordamos e que são assumidos como parte integrante do presente relatório.
-
- Face ao exposto, relevando as conclusões da Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, e não tendo tomado conhecimento de violação da Lei e dos Estatutos, somos do parecer que a Assembleia Geral Anual aprove:
- a) O Relatório de Gestão do Conselho de Administração, bem como as contas por este apresentadas, relativos ao exercício de 2003;
- b) A proposta do Conselho de Administração quanto à aplicação dos resultados.
Lisboa, 15 de Março de 2004
O Conselho Fiscal:
____________________________________________ SOUSA SANTOS E ASSOCIADOS - SROC (Presidente) Inscrita na CMVM sob o nº 9005 Representada por José de Sousa Santos (ROC n.º 804)
_______________________________
Wolfgang Kemper (Vogal)
________________________________ Colette M. L. A. Schmitz (Vogal)

CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS E RELATÓRIO DE AUDITORIA
Introdução
- Nos termos da legislação aplicável, apresentamos a Certificação Legal das Contas e Relatório de Auditoria sobre a informação financeira contida no Relatório de gestão e nas demonstrações financeiras anexas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2003, da LITHO FORMAS PORTUGUESA – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A., as quais compreendem: o Balanço em 31 de Dezembro de 2003 (que evidencia um total de 6.541 milhares de euros e um total de capital próprio de 2.608 milhares de euros, incluindo um resultado líquido negativo de 264 milhares de euros), as Demonstrações dos resultados por naturezas e por funções e a Demonstração dos fluxos de caixa do exercício findo naquela data, e nos correspondentes Anexos.
Responsabilidades
-
- É da responsabilidade do Conselho de Administração:
- a) a preparação de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Empresa, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa;
- b) a informação financeira histórica, que seja preparada de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobiliários;
- c) a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados;
- d) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado;
- e) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados.
-
- A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos de prestação de contas acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobiliários, competindo-nos emitir um relatório profissional e independente baseado no nosso exame.
Âmbito
- O exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objectivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu:
Sousa Santos e Associados - SROC Inscrita na Ordem dos Revisores Oficiais de Contas sob o n.º 152 Inscrita na CMVM sob o nº 9005 Contribuinte n.º 504 046 683 Sede: Av. Guerra Junqueiro 26 - 1ºEsq 1000-167 LISBOA

- a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pela Administração, utilizadas na sua preparação;
- a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adoptadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias;
- a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade;
- a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras; e
- a apreciação se a informação financeira é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
-
- O nosso exame abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira constante do relatório de gestão com os restantes documentos de prestação de contas.
-
- Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião.
Opinião
- Em nossa opinião, as referidas demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira da LITHO FORMAS PORTUGUESA – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A., em 31 de Dezembro de 2003, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa no exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites e a informação nelas constante é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
Lisboa, 15 de Março de 2004
SOUSA SANTOS & ASSOCIADOS Sociedade de Revisores Oficiais de Contas n.º 152 Auditor registado na CMVM com o n.º 9005 Representada por José de Sousa Santos (ROC n.º 804)

CERTIFICAÇÃO LEGAL E RELATÓRIO DE AUDITORIA DAS CONTAS CONSOLIDADAS
Introdução
- Nos termos da legislação aplicável, apresentamos a Certificação Legal das Contas e Relatório de Auditoria sobre a informação financeira contida no Relatório de gestão e nas demonstrações financeiras consolidadas anexas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2003, da LITHO FORMAS PORTUGUESA – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A., as quais compreendem: o Balanço em 31 de Dezembro de 2003 (que evidencia um total de 6.314 milhares de euros e um total de capital próprio de 2.563 milhares de euros, incluindo um resultado líquido negativo de 241 milhares de euros), as Demonstrações consolidadas dos resultados por naturezas e por funções e a Demonstração consolidada dos fluxos de caixa do exercício findo naquela data, e nos correspondentes Anexos.
Responsabilidades
-
- É da responsabilidade de Conselho de Administração:
- a) a preparação de demonstrações financeiras consolidadas que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do conjunto das empresas incluídas na consolidação, o resultado consolidado das suas operações e os fluxos de caixa consolidados;
- b) a informação financeira histórica, que seja preparada de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobiliários;
- c) a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados;
- d) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado;
- e) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a actividade do conjunto das empresas incluídas na consolidação, a sua posição financeira ou resultados.
-
- A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos de prestação de contas acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobiliários, competindo-nos emitir um relatório profissional e independente baseado no nosso exame.
Âmbito
- O exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objectivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras consolidadas estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu:

- a verificação de as demonstrações financeiras das empresas incluídas na consolidação terem sido apropriadamente examinadas e, para os casos significativos em que o não tenham sido, a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações nelas constantes e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação;
- a verificação das operações de consolidação;
- a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adoptadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias;
- a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade;
- a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras; e
- a apreciação se a informação financeira consolidada é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
-
- O nosso exame abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira consolidada constante do relatório de gestão com os restantes documentos de prestação de contas.
-
- Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião.
Opinião
- Em nossa opinião, as referidas demonstrações financeiras consolidadas apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira consolidada da LITHO FORMAS PORTUGUESA – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A., em 31 de Dezembro de 2003, o resultado consolidado das suas operações e os fluxos consolidados de caixa no exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites e a informação nelas constante é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
Lisboa, 15 de Março de 2004
SOUSA SANTOS & ASSOCIADOS Sociedade de Revisores Oficiais de Contas n.º 152 Auditor registado na CMVM com o n.º 9005 Representada por José de Sousa Santos (ROC n.º 804)
ANEXO NOS TERMOS DO Nº 5 DO ARTIGO Nº 447 C.S.C.
Lista dos membros do Conselho de Administração titulares de acções a 31/12/2003:
| João Manuel Martins Cabral | 5.000 |
|---|---|
| Nuno Guilherme Lourenço Pinheiro | 1.500 |
Artigo 20º do Cód.VM:
| Guisela Saalfeld | 97.640 | 20% |
|---|---|---|
| Julia Suzanne Katherina Saalfeld | 135.000 | 28% |
| Luís Filipe Ramos Gonçalves Pereira | 52.500 | 11% |
| Raquel de Castro Roque Lourenço Pinheiro | 50.000 | 10% |
Composição dos Orgãos Sociais
Mesa da Assembleia Geral
| Presidente: | Benjamim Mendes |
|---|---|
| Secretária: | Carla Sofia Baptista |
Conselho de Administração
| Presidente: | Klaus Saalfeld |
|---|---|
| Vogal: | João Manuel Martins Cabral |
| Vogal: | Nuno Guilherme Trindade Pinheiro |
| Vogal: | Christoph Riess |
| Vogal: | Klaus Schumann |
Conselho Fiscal
| Presidente: | Sousa & Santos Associados, SROC, efectivo(registada no Registo de Auditores da CMVM sob nº 9005)Representada por José de Sousa Santos (ROC nº 152) |
|---|---|
| Paulo Jorge Macedo Gamboa, Roc nº 1068, suplente | |
| Vogal: | Wolfgang Kemper |
| Vogal: | Colette Marie Louise Antoinette Ghislaine Schmitz |
Relatório sobre o governo das sociedades Cotadas
A Litho Formas, S. A. respeita e cumpre com as recomendações respeitantes ao Governo das Sociedades Cotadas emitidas pela CMVM, sempre que aplicável e de acordo com a sua realidade específica.
Dando cumprimento ao disposto no artigo 1º do Regulamento da CMVM, apresenta-se de seguida o relatório sobre o governo da sociedade Litho Formas, S.A.:
- I Divulgação de Informação
-
- Organigrama Funcional

- As acções da Litho Formas durante o ano de 2003, registaram os seguintes movimentos.
| Títulos Transaccionados em bolsa | 4.787 |
|---|---|
- Preço médio Transaccionado 1,41
- Preço Máximo de Venda 2,84
- Preço Mínimo de venda 0,95

Não se verificou neste exercício qualquer emissão de acções, ou de outros valores mobiliários.
Igualmente não foi efectuado qualquer pagamento de dividendos.
A Litho Formas não distribui dividendos desde 1996. Tal facto, deve-se aos resultados verificados e da constante necessidade de fazer investimentos que absorvem os recursos financeiros da empresa, não libertando meios para o pagamento dos dividendos. Contudo a Assembleia Geral é soberana na aprovação das propostas apresentadas pelos accionistas sobre esta matéria.
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- Não existem planos formais de distribuição de dividendos em curso, nem estão previstos quaisquer planos a criar no futuro.
-
- Não existem planos de atribuição de acções, ou opções de aquisição de acções no exercício em curso.
-
- A empresa dispõe de uma rede de correio electrónico que utiliza nas comunicações internas e externas nomeadamente no contacto com a BVLP e CMVM, estando esta via igualmente em aberto ao público em geral através do [email protected].
-
- A empresa no seu relacionamento com o mercado disponibiliza informação através do seu responsável pelas relações com o mercado, sempre que seja solicitado, na pessoa do Administrador Eng. Nuno Pinheiro. Continua em estudo um folder com informações sobre o título no site da empresa, ainda em fase de construção.
- II Exercício de Direito de Voto e Representação de Accionistas
Nos termos dos Artigos 10º e 11º do pacto social e do Artigo 22º do Código dos Valores Mobiliários, são os seguintes os requisitos a que se encontra subordinada a participação e o exercício do direito de voto:
A Assembleia Geral é constituída pelos accionistas com direito a voto e as deliberações, quando tomadas nos termos da lei e dos presentes estatutos, são obrigatórias para todos.
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- O accionista pode fazer-se representar nas assembleias por um membro do Conselho de Administração ou Direcção da sociedade, pelos seus cônjuges, ascendentes ou descendentes, ou outro accionista com direito a voto.
- 2 Para participar na Assembleia Geral, devem os accionistas ter as acções registadas ou depositadas como propriedade sua, pelo menos , até ao terceiro dia anterior ao da reunião da mesma assembleia.
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- Por cada 20 acções contar-se-á um voto.
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- O direito de voto pode ser exercido por correspondência nos termos do Artigo 22º do Código dos Valores Mobiliários;
-
- Só serão considerados os votos por correspondência, desde que recebidos na sede da sociedade, por meio de carta registada com aviso de recepção, dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, com pelo menos três dias de antecedência em relação à data da Assembleia, sem prejuízo da obrigatoriedade da prova da qualidade de accionista.
-
- A declaração de voto deverá ser assinada pelo titular das acções ou pelo seu representante legal, devendo o accionista, se pessoa singular, acompanhar a declaração da cópia autenticada do seu Bilhete de Identidade, se pessoa colectiva deverá a assinatura ser reconhecida notarialmente na qualidade e com poderes para o acto:
-
- Só serão consideradas válidas as declarações de voto de onde conste de forma expressa e inequívoca: (1) a indicação do ponto ou pontos da ordem de trabalhos a que respeita; (2) a proposta concreta a que se destina, com indicação do ou dos proponentes; (3) a indicação precisa e incondicional do sentido de voto para cada proposta, bem como se o mesmo se mantém caso a proposta venha a ser alterada pelo seu proponente;
-
- Não obstante o disposto no ponto número 8, é permitido a um accionista que envie declaração de voto relativamente a certa proposta declarar que vota contra todas as demais propostas no mesmo ponto de ordem de trabalhos, sem outras especificações;
-
- Entender-se-á que os accionistas que enviem declarações de voto por correspondência se abstêm na votação das propostas que não sejam objecto dessas declarações;
-
- Não obstante o disposto no ponto numero 8, pode o accionista condicionar o sentido de voto para certa proposta à aprovação ou rejeição de outra, no âmbito do mesmo ponto da ordem de trabalhos;
-
- Compete ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, ou ao seu substituto, verificar da conformidade das declarações de voto por correspondência, valendo como não emitidos os votos correspondentes às declarações não aceites.
EXTRACTO DA ACTA DA ASSEMBLEIA GERAL DO DIA 31 DE MARÇO DE 2004
(...) " Deliberar sobre o Relatório de Gestão e as Contas do Exercício relativas a 2003;"
"Aberta a sessão e entrando-se no ponto número um da Ordem de Trabalhos o Sr. Engº João Cabral, em representação do Conselho de Administração, remeteu para o teor do relatório de gestão e contas do exercício. Não havendo outras intervenções foi posto à votação o relatório de gestão e as contas do exercício, sendo os mesmos aprovados por unanimidade."
(...) "Deliberar sobre a proposta de aplicação de resultados;"
"Entrou-se em seguida no ponto número dois da Ordem de Trabalhos, tendo sido posta a votação a proposta do Conselho de Administração no sentido de ser levado à conta de Resultados Transitados o resultado negativo de 264.024 Euros (duzentos e sessenta e quatro mil e vinte e quatro euros). Submetida a votação foi proposta aprovada por unanimidade."
(...) "Deliberar sobre a conversão das acções em escriturais;"
"Entrou-se no ponto número quatro da Ordem dos Trabalhos, havendo o Conselho de Administração apresentado uma proposta no sentido de as acções representativas do capital social, actualmente tituladas, serem convertidas em acções escriturais, nos termos dos artigos 48º e 50º do Código dos Valores Mobiliários, delegando-se no Conselho de Administração a prática de todos os actos necessários para o efeito, incluindo a fixação do prazo previsto no nº1 daquele artigo 50º. Submetida à votação, foi a proposta por unanimidade."