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Litho Formas Portuguesa — Annual Report 2004
Apr 7, 2005
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Annual Report
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Relatório & Contas
2004
Litho Formas Portuguesa – Impressos Continuos e Múltiplos, S.A.,Sociedade Aberta Sede: Rua D. Nuno Álvares Pereira – Vale Figueira – 2695-748 S. João da Talha Contribuinte nº 500 166 773 Capital Social: 2.500.000 Euros Matriculada na Conservatória de Loures sob o nº 1.848 www.lithoformas.pt

Índice
| 1. | Composição dos Órgãos Sociais3 |
|---|---|
| 2. | Participações no Capital Social4 |
| 3. | Relatório da Administração5/8 |
| 4. | Balanço9/10 |
| 5. | Demonstração de Resultados por Natureza Analítica11 |
| 6. | Demonstração de Resultados por Funções12 |
| 7. | Demonstração de Fluxos de Caixa13 |
| 8. | Anexo às Demonstrações Financeiras14/24 |
| 9. | Relatório sobre o Governo das Sociedades25/30 |
| 10. | Relatório e Parecer do Conselho Fiscal31 |
| 11. | Certificação Legal de Contas32/33 |
| 12. | Aprovação da Aplicação de Resultados34 |

1. Composição dos Órgãos Sociais
Mesa da Assembleia Geral
| Presidente: | Benjamim Mendes |
|---|---|
| Secretária: | Carla Sofia Jesus Baptista |
Conselho de Administração
| Klaus Ludwig Hellmut Saalfeld |
|---|
| João Manuel Martins Cabral |
| Nuno Guilherme Trindade Lourenço Pinheiro |
| Christoph Riess |
| Luis Filipe Ramos Gonçalves Pereira |
Conselho Fiscal
| Presidente: | Sousa & Santos Associados, SROC, efectivo(registada no Registo de Auditores da CMVM sob nº9005)Representada por José de Sousa Santos (ROC nº 152) |
|---|---|
| Paulo Jorge Macedo Gamboa, Roc nº1068, suplente | |
| Vogal: | Wolfgang Kemper |
| Vogal: | Colette Marie Louise Antoinette Ghislaine Schmitz |

2. Participações no Capital Social
2.1. Participações dos membros do Conselho de Administração no Capital da empresa (nos termos do nº5 do artigo nº 447 C.S.C.)
Membros do Conselho de Administração titulares de acções a 31/12/2004:
| João Manuel Cordeiro Martins Cabral | 5.000 |
|---|---|
| Nuno Guilherme Trindade Lourenço Pinheiro | 1.500 |
| Luis Filipe Ramos Gonçalves Pereira | 52.500 |
2.2. Participações Qualificadas (artigo 20 do C.V.M)
| Guisela Saalfeld | 97.640 | 20% |
|---|---|---|
| Julia Suzanne Katherina Saalfeld | 135.000 | 28% |
| Luís Filipe Ramos Gonçalves Pereira | 52.500 | 11% |
| Raquel de Castro Roque Lourenço Pinheiro | 50.000 | 10% |

3. Relatório do Conselho de Administração
Exmos Senhores Accionistas,
De acordo com os preceitos legais e com o previsto nos estatutos submetemos à apreciação de Vas. Exas., o Relatório, o Balanço, a Demonstração de Resultados e respectivos anexos relativos ao Exercício de 2004 .
Introdução
Portugal foi ao longo do ano de 2004 marcado por um conjunto de ocorrências que não permitiram a criação de um clima económico favorável à actividade das Empresas, mantendo-se a tendência recessiva verificada no ano anterior. Se por via do Euro2004 houve um clima de optimismo, indicíador de uma inversão dessa tendência, com possibilidades de crescimento económico positivo, a mudança de Governo em Julho 2004 e o anúncio da dissolução da Assembleia da República em Novembro 2004, criaram mais uma vez um clima de expectativa e apreensão nos agentes económicos.
Actividade Comercial
Em 2004 as vendas foram equivalentes ás verificadas em 2003, tendo atingido globalmente o valor de 7,1 milhões de euros.
Verificou-se contudo uma alteração no comportamento das diferentes linhas de produtos que compõem a oferta da Litho Formas Portuguesa. Os formulários, sendo a linha de produtos mais tradicional da empresa, recuperou ligeiramente do decréscimo verificado em 2003, com mais 4% de vendas que no referido ano. Este facto é resultado de um incremento nas exportações, que incidiram sobretudo nestes produtos e que atingiram cerca de 836 mil euros, mais 72% que em 2003.
Igualmente com crescimento, muito por força do Contrato de fornecimento de ingressos para o EURO 2004, conforme já mencionado no nosso relatório semestral, a Impressão Digital conseguiu um valor de vendas no seu primeiro ano de 484 mil euros dos quais 21% são já resultado de encomendas e contratos novos. Esta linha de produtos é uma das apostas estratégicas no sentido da diversificação da oferta da empresa, estando a actividade no início do presente ano a corresponder aos objectivos traçados.
As Etiquetas autoadesivas é outra das linhas de produto onde a empresa tem um consolidado volume de negócio, atingindo-se um volume equivalente ao do ano anterior o qual tinha registado, nesse mesmo ano, um crescimento superior a 5%.

Performance negativa teve o Offset Comercial, reflectindo as dificuldades que se registaram essencialmente no mercado publicitário pós Euro2004. Os produtos oriundos desta linha, sofrem sempre de grande instabilidade. Contudo existe para o actual exercício uma grande expectativa graças às possibilidades de "cross selling" geradas pela Impressão Digital.
Resumindo, e apesar da empresa não considerar a existência de segmentos diferenciados diremos, de uma forma generalizada, que a actividade produtiva vendeu em conjunto mais 4,1% que em 2003, enquanto que a revenda de Mercadorias ficou aquém do valor verificado no ano anterior em 34%.
Relativamente aos Mercados, a principal incidência do esforço comercial centra-se nos grandes clientes quer em Portugal, quer em Espanha onde se conseguiu manter um importante crescimento. Igualmente se consolidou a relação existente com um distribuidor em França e se fizeram vendas pontuais para a Holanda o que permitiu que as vendas de Exportação atingissem os 836 mil Euros, contra 487 mil Euros do ano passado, representando 12% do total das Vendas, que foi de 7,103 milhões de Euros.
Actividade Produtiva
No seguimento da estratégia da empresa de acrescentar valor aos seus produtos, houve um esforço significativo de integrar nestes características que levassem á utilização das diversas competências de produção da empresa. Esta será claramente uma vantagem competitiva da empresa e foi nesse sentido que foram orientados os investimentos em meios de produção no ano de 2004. No total a empresa investiu 289 mil euros sendo parte importante deste valor utilizado na instalação de unidades de acabamento que permitam a flexibilidade necessária à produção de diversos produtos digitais.
Relativamente ao custo das vendas, verificou-se novamente um aumento da incorporação de matérias primas como factor de custo, o qual anulou os esforços de redução de custo efectuados ao nível da transformação, penalizando a margem. Os fornecimentos de serviços externos aumentaram 11,4%, devido essencialmente a um aumento significativo dos custos de transporte, gerado não só por um aumento ao longo do ano do preço dos fretes, mas também pelo aumento significativo das exportações que têm naturalmente um custo transporte superior.
Os custos com o pessoal são ligeiramente superiores a 2004, mais 1%, mas reflectem custos de reestruturação que serão explicados mais à frente. Na prática verificou-se um aumento de produtividade já que se verificou um aumento de facturação, um aumento da tonelagem transformada com uma redução de efectivos no sector produtivo.
Apesar dos investimentos realizados o custo com a depreciação cifrou-se em 452 mil Euros, 97 mil euros inferior ao valor verificado em 2004.
Recursos Humanos e Organização
O primeiro semestre da empresa decorreu de acordo com as previsões, pelo que decidiu a Administração proceder em Junho, a aumentos salariais baseados no mérito reconhecido através da avaliação de desempenho de cada funcionário, não tendo o valor médio ultrapassado os 3%.

Conforme já mencionado no relatório semestral foi feito um esforço de reorganização da empresa com uma redução de efectivos, cifrando-se o número total de colaboradores da empresa no final de 2004 em 107 pessoas, apesar de se ter criado um novo departamento de produção com a Admissão de pessoal específico. Os custos incorporados na rubrica "Custos pessoal" relativos a reestruturação ascenderam a 84 mil euros.
O resultado do conjunto destas acções foi um aumento de 1% nos custos totais com Pessoal.
Investimentos
Em 2004 a Litho Formas Portuguesa continuou a investir na área da Impressão Digital consolidando a estratégia traçada anteriormente, focando o seu esforço na busca de flexibilidade de soluções de acabamento, as quais absorveram parte significativa do total de investimentos que atingiram os 289 mil euros.
Evolução dos Resultados
Contrariamente à nossa perspectiva, a qual foi adiantada no relatório semestral proporcionado aos Senhores Accionistas em Agosto último, verificou-se no último trimestre uma redução significativa do volume de negócio, o qual ficou em termos de vendas para o 4º trimestre, 300 mil euros abaixo do previsto, não permitindo a rentabilizar a operação e anulando completamente todos os esforços feitos na reestruturação e criando um resultado operacional negativo do exercício de 438 mil euros. Contratos entretanto celebrados e um realinhamento da força comercial da empresa, permitem-nos encarar esta fase como ocasional já que o volume de negócios no inicio deste ano está alinhado com o orçamento aprovado pelo Conselho de Administração em Novembro 2004
A consistente estratégia de investimento financeiro desenvolvida pela empresa, permitiu em 2004, um excelente resultado financeiro, o qual atingiu os 609 mil euros positivos. A carteira de títulos negociáveis da empresa era a 31 de Dezembro de 2004 a que se apresenta no quadro 17 dos anexos a este relatório, mostrando o Balanço o valor líquido de provisões de acordo com os preceitos contabilisticos vigentes, num total de 1,9 milhões de euros. O valor de mercado era a 31 de Dezembro 2004 igual a 2,036 milhões de euros.
Os resultados extraordinários são positivos e no valor de 131 mil euros constituídos principalmente por ganhos em existências provenientes de prémios anuais de quantidade obtidos dos fornecedores de matéria prima.
O resultado líquido do exercício foi de 298 mil euros, positivo, por força da excelente performance dos activos financeiros.
O Cash Flow do Exercício (Meios Libertos Brutos) foi de 750 mil Euros .
A rentabilidade dos Capitais Próprios foi de 11,4%.
A Autonomia Financeira está nos 45,1% e a liquidez geral apresenta um racio de 1,6.

Conclusões
A indústria gráfica enfrenta um grave problema de excesso de capacidade instalada e depende claramente da saúde e confiança dos agentes económicos, e reconhecidamente, não têm sido melhores as condições verificadas nos últimos exercícios. Tem sido feito um esforço de adaptação contínuo da empresa a estas condições quer através da busca de novos produtos e novos mercados, quer ao nível da redução de custos e reorganização de recursos. O desaparecimento de algumas empresas neste sector, com dimensão diversa, poderão reequilibrar a oferta e repor a rentabilidade do sector a um nível satisfatório para os accionistas. É com base neste pressuposto e com a certeza de se estarem a tomar internamente medidas conducentes ao retorno da empresa a níveis de operacionalidade desejáveis que projectamos um futuro melhor e nesse sentido procedemos à elaboração do orçamento para 2005.
O orçamento aprovado para o ano de 2005, prevê um resultado operacional positivo de 136 mil Euros, para uma previsão de vendas 7,6 milhões de Euros.
Agradecimentos
A Administração reafirma expressamente o seu agradecimento pela colaboração e dedicação demonstrada por todos os funcionários e releva com especial carinho a confiança demonstrada por todos os clientes e fornecedores .
Igualmente aqui cabe uma palavra de agradecimento ao Conselho Fiscal, pela colaboração prestada ao longo do exercício.
Proposta de aplicação de resultados
No exercício de 2004 a Litho Formas Portuguesa obteve um resultado depois de impostos de 298.431 euros.
O Conselho de Administração propõe que o resultado seja aplicado do seguinte modo:
Para Reserva Legal 14.922 euros
Para Resultados Transitados 283.509 euros
Vale de Figueira, 28 de Fevereiro de 2005
O Conselho de Administração
______________________ ___________________________ _______________________
(Vogal) (Presidente) (Vogal)
Engº João Manuel C Martins Cabral Klaus Ludwig H. Saalfeld Nuno Guilherme T. Lourenço Pinheiro

4. Balanço
| CÓDIGO DE CONTAS | 2004 | 2003 | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| CE (1) | POC | ACTIVO BRUTO | AMORTIZAÇÕESE PROVISÕESACUMULADAS | ACTIVO LÍQUIDO | ACTIVO LÍQUIDO | ||
| ACTIVO | |||||||
| C | IMOBILIZADO | ||||||
| I | Imobilizações incorpóreas | ||||||
| 1 | 431 | Despesas de instalação | 67.306 | 67.306 | |||
| 1 | 432 | Despesas de investigação e desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | |||
| 2 | 433 | Propriedade industrial e outros direitos | 30.703 | 30.703 | |||
| 3 | 434 | Trespasses | 2.993 | 2.993 | 2.993 | ||
| Subtotal | 162.977 | 159.984 | 2.993 | 2.993 | |||
| II | Imobilizações corpóreas | ||||||
| 1 | 421 | Terrenos e recursos naturais | 112.031 | 112.031 | 112.031 | ||
| 1 | 422 | Edifícios e outras construções | 1.753.286 | 1.241.946 | 511.340 | 579.278 | |
| 2 | 423 | Equipamento básico | 9.790.259 | 8.883.335 | 906.924 | 990.774 | |
| 2 | 424 | Equipamento de transporte | 418.194 | 406.221 | 11.973 | 24.970 | |
| 3 | 425 | Ferramentas e utensílios | 135.249 | 93.100 | 42.148 | 44.709 | |
| 3 | 426 | Equipamento administrativo | 565.545 | 519.934 | 45.611 | 55.164 | |
| 3 | 427 | Taras e vasilhame | 5.457 | 5.405 | 52 | 52 | |
| 3 | 429 | Outras imobilizações corpóreas | 166.520 | 124.304 | 42.216 | 41.269 | |
| 4 | 441/6 | Imobilizações em curso | 0 | 0 | 0 | 36.645 | |
| 4 | 448 | Adiantamentos por conta de imobilizações corpóreas | 0 | 0 | 0 | 60.200 | |
| Subtotal | 12.946.539 | 11.274.245 | 1.672.294 | 1.945.091 | |||
| III | Investimentos financeiros | ||||||
| 1 | 4111 | Partes de capital em empresas do grupo | 474 | 474 | |||
| 5 | 4113+414+415 | Títulos e outras aplicações financeiras | 8.209 | 8.209 | 8.209 | ||
| Subtotal | 8.683 | 474 | 8.209 | 8.209 | |||
| D | CIRCULANTE | ||||||
| I | Existências | ||||||
| 1 | 36 | Matérias-primas, subsidiárias e de consumo | 542.566 | 542.566 | 554.153 | ||
| 2 | 35 | Produtos e trabalhos em curso | 126.235 | 126.235 | 155.079 | ||
| 3 | 33 | Produtos acabados e intermédios | 55.194 | 55.194 | 43.141 | ||
| 3 | 32 | Mercadorias | 22.634 | 22.634 | 49.773 | ||
| Subtotal | 746.629 | 0 | 746.629 | 802.146 | |||
| II | Dívidas de terceiros - curto prazo (b) | ||||||
| 1 | 211 | Clientes, c/c | 1.814.690 | 1.814.690 | 2.100.721 | ||
| 1 | 212 | Clientes, títulos a receber | 6.900 | ||||
| 1 | 218 | Clientes cobrança duvidosa | 322.128 | 313.970 | 8.158 | 44.357 | |
| 3 | 253+254 | Empresas do grupo | 282.787 | 227.075 | 55.712 | 281.285 | |
| 4 | 24 | Estado e outros entes públicos | 36.973 | 36.973 | 21.058 | ||
| 4 | 262+/6+/7+/8+221 | Outros devedores | 7 | 7 | 14.753 | ||
| Subtotal | 2.456.584 | 541.045 | 1.915.539 | 2.469.074 | |||
| III | Títulos negociáveis | ||||||
| 3 | 1513+1523+153/9 | Outros títulos negociáveis | 1.994.753 | 94.473 | 1.900.280 | 1.197.106 | |
| Subtotal | 1.994.753 | 94.473 | 1.900.280 | 1.197.106 | |||
| IV | 12+13+14 | Depósitos bancários e caixaDepósitos bancários | 145.266 | 145.266 | 82.035 | ||
| 11 | Caixa | 812 | 812 | 273 | |||
| Subtotal | 146.077 | 0 | 146.077 | 82.308 | |||
| ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | |||||||
| E | 271 | Acréscimos de proveitos | 30.311 | 30.311 | 18.145 | ||
| 272 | Custos diferidos | 15.814 | 15.814 | 15.882 | |||
| 276 | Imposto diferido activo | ||||||
| 46.125 | 0 | 46.125 | 34.027 | ||||
| Total de amortizações | 11.434.230 | ||||||
| Total de provisões | 635.992 | ||||||
| Total do Activo | 18.508.368 | 12.070.222 | 6.438.146 | 6.540.954 | |||

| CÓDIGO DE CONTAS | EXERCÍCIOS | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| CE (1) | POC | 2004 | 2003 | ||
| CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO | |||||
| A | CAPITAL PRÓPRIO | ||||
| I | 51 | Capital | 2.500.000 | 2.500.000 | |
| 52 | Acções próprias | ||||
| 521 | Valor nominal | (60.505) | (60.505) | ||
| 522 | Prémios e descontos | 11.932 | 11.932 | ||
| III | 55 | Ajustamento de partes de capital em filiadas e assoc. | 37.550 | 37.550 | |
| 56 | Reservas de reavaliação | 130.596 | 152.362 | ||
| IV | 57 | Reservas: | |||
| 1/2 | 571 | Reservas legais | 236.956 | 236.956 | |
| 4 | 574 | Reservas livres | 1.363.343 | 1.363.343 | |
| 4 | 579 | Reservas especiais | 134.087 | 134.087 | |
| V | 59 | Resultados Transitados | (1.745.583) | (1.503.325) | |
| Subtotal | 2.608.376 | 2.872.400 | |||
| VI | 88 | Resultado líquido do exercicio | 298.431 | (264.024) | |
| Total do capital próprio | 2.906.807 | 2.608.376 | |||
| PASSIVO | |||||
| B | Provisões para riscos e encargos | ||||
| 3 | 293/8 | Outras provisões para riscos e encargos | 0 | 227.075 | |
| 0 | 227.075 | ||||
| C | DÍVIDAS A TERCEIROS - Médio e longo prazo | ||||
| 2 | 231+12 | Dívidas a instituições de crédito | |||
| 8 | 239 | Outros empréstimos obtidos | |||
| 8 | 261 | Fornecedores de Imobilizado, c/c | 243.610 | 378.748 | |
| 243.610 | 378.748 | ||||
| C | DÍVIDAS A TERCEIROS - Curto prazo | ||||
| 1 | 231+12 | Dívidas a instituições de crédito | 1.186.777 | 1.092.882 | |
| 4 | 221 | Fornecedores, c/c | 1.320.131 | 1.352.619 | |
| 8 | 251+255 | Outros accionistas (sócios) | 8.290 | 8.290 | |
| 8 | 2611 | Fornecedores de Imobilizado, c/c | 243.095 | 333.592 | |
| 8 | 24 | Estado e outros entes públicos | 172.364 | 227.976 | |
| 8 | 262+263+264 | Outros credores | 4.656 | ||
| 2.935.313 | 3.015.359 | ||||
| D | ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | ||||
| 273 | Acréscimos de custos | 285.023 | 254.818 | ||
| 274 | Proveitos diferidos | 51.252 | 37.747 | ||
| 276 | Impostos diferidos passivos | 16.141 | 18.831 | ||
| 352.416 | 311.396 | ||||
| Total do passivo | 3.531.339 | 3.932.578 | |||
| Total do capital próprio e do passivo | 6.438.146 | 6.540.954 | |||

5. Demonstração de Resultados por Natureza Analítica
| CÓDIGO DE CONTAS | EXERCÍCIOS | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| CE (1) | POC | 2004 | 2003 | |||
| A | CUSTOS E PERDAS | |||||
| 2. a) | 61 | Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas : | ||||
| Mercadorias | 478.973 | 696.441 | ||||
| Matérias | 3.208.080 | 3.687.053 | 2.960.400 | 3.656.841 | ||
| 2. b) | 62 | Fornecimentos e serviços externos | 1.269.012 | 1.139.179 | ||
| 3 | Custos com o pessoal : | |||||
| 3. a) | 641 + 642 | Remunerações | 1.652.127 | 1.674.600 | ||
| 3. b) | Encargos Sociais : | |||||
| 643 + 644 | Pensões | |||||
| 645 / 8 / 9 | Outros | 457.556 | 2.109.684 | 413.794 | 2.088.394 | |
| 4. a) | 66 | Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo | 451.194 | 548.377 | ||
| 4. b) | 67 | Provisões | 451.194 | 548.377 | ||
| 5 | 63 | Impostos | 13.253 | 11.962 | ||
| 5 | 65 | Outros custos e perdas operacionais | 5.739 | 18.991 | 5.295 | 17.257 |
| (A) | 7.535.934 | 7.450.048 | ||||
| 6 | 682 | Perdas em empresas do grupo e associadas | ||||
| 6 | 683 + 684 | Amort. e provisões de aplicações e investimentos financeiros | 22.390 | |||
| 7 | (2) | Juros e custos similares : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | 158.984 | 181.374 | 268.670 | 268.670 | ||
| (C) | 7.717.307 | 7.718.718 | ||||
| 10 | 69 | Custos e perdas extraordinários | 20.656 | 38.650 | ||
| (E) | 7.737.964 | 7.757.368 | ||||
| 8 + 11 | 86 | Imposto sobre o rendimento do exercício | 3.419 | 59 | ||
| (G) | 7.741.383 | 7.757.427 | ||||
| 13 | 88 | Resultado líquido do exercício | 298.431 | (264.024) | ||
| 8.039.814 | 7.493.403 | |||||
| B | PROVEITOS E GANHOS | |||||
| 1 | 71 | Vendas : | ||||
| Mercadorias | 601.873 | 915.354 | ||||
| Produtos | 6.500.992 | 6.248.882 | ||||
| 1 | 72 | Prestações de serviços | 7.102.864 | 219 | 7.164.455 | |
| 2 | (3) | Variação da produção | (16.791) | (9.811) | ||
| 3 | 75 | Trabalhos para a própria empresa | ||||
| 4 | 73 | Proveitos suplementares | 12.000 | 5.500 | ||
| 4 | 74 | Subsídios à exploração | ||||
| 4 | 76 | Outros proveitos e ganhos operacionais | (4.791) | (4.311) | ||
| (B) | 7.098.073 | 7.160.144 | ||||
| 5 | 782 | Ganhos em empresas do grupo e associadas | ||||
| 5 | 784 | Rendimentos de participação de capital | 38.243 | 30.700 | ||
| 6 | (4) | Rendimentos de títulos negociáveis e de outras apl financeiras : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | ||||||
| 7 | (5) | Outros juros e proveitos similares : | ||||
| Relativos a empresas do grupo | ||||||
| Outros | 751.682 | 789.925 | 37.490 | 68.190 | ||
| (D) | 7.887.998 | 7.228.334 | ||||
| 9 | 79 | Proveitos e ganhos extraordinários | 151.816 | 265.069 | ||
| (F) | 8.039.814 | 7.493.403 | ||||
| Resumo | ||||||
| Resultados operacionais :(B) - (A) = | (437.860) | (289.904) | ||||
| Resultados financeiros :(D-B) - (C-A) = | 608.551 | (200.480) | ||||
| Resultados correntes :(D) - (C) = | 170.691 | (490.384) | ||||
| Resultados Antes de impostos :(F) - (E) = | 301.850 | (263.965) | ||||
| Resultados do exercício :(F) - (G) = | 298.431 | (264.024) | ||||
(*) N = valores do presente exercício; N-1 = valores do exercício anterior
(1) Em conformidade com o art.º 24º da 4º Directiva da CE.
(2) 681 + 685 + 686 + 687 + 688
(3) Diferença algébrica entre as existências finais e iniciais de «Produtos acabados e intermédios» (C/33), «Subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos» (C/34) e
«Produtos e trabalhos em curso» (C/35), tomando ainda em consideração o movimento registado em «Regularizações de existências» (C/34) (4) 7812 + 7815 + 7816 + 783
(5) 7811 + 7813 + 7814 + 785 + 786 + 787 + 788

6. Demonstração de Resultados por Funções
| 2004 | 2003 | |
|---|---|---|
| Vendas e prestações de serviços | 7.102.864 | 7.164.454 |
| Custo das vendase das prestações de serviços | (6.055.940) | (5.960.118) |
| Resultados brutos | 1.046.924 | 1.204.337 |
| Outros proveitos e ganhos operacionais | 141.761 | 5.500 |
| Custos de distribuição | (824.400) | (817.762) |
| Custos administrativos | (656.916) | (659.506) |
| Outros custos eperdas operacionais | (6.356) | |
| Resultados operacionais | (292.631) | (273.788) |
| Custo líquido do financiamento | (99.226) | (74.018) |
| Ganhos (perdas) em filiais eassociadas | 0 | 0 |
| Ganhos (perdas) em outros investimentos | 690.257 | 76.340 |
| Ganhos (perdas) em imobilizações | 3.450 | 7.500 |
| Resultados correntes | 301.850 | (263.965) |
| Imposto sobre os resultados correntes | 3.419 | 59 |
| Resultados correntes após impostos | 298.431 | (264.024) |
| Resultados extraordinários | ||
| Imposto sobre os resultados extraordinários | ||
| Resultados líquidos | 298.431 | (264.024) |
| Resultados por acção | 0,61 | (0,54) |

7. Demonstração de Fluxos de Caixa
| 2004 | 2003 | |
|---|---|---|
| ACTIVIDADES OPERACIONAIS | ||
| Recebimentos de clientes | 8.471.406 | 7.777.163 |
| Pagamento a fornecedores | (3.890.724) | (3.589.662) |
| Pagamentos ao pessoal | (1.771.499) | (1.853.837) |
| Fluxo gerado pelas operações | 2.809.182 | 2.333.663 |
| Pag./Receb. do imposto s/ rendimento | (913.632) | (230.137) |
| Outros receb./pagam. relat.à activ.oper. | (1.297.380) | (1.834.103) |
| Fluxos gerados antes das rubricas extraordinárias | 598.170 | 269.423 |
| Receb. relacionados com rubricas extraordinárias | 20.247 | 5.842 |
| Pagam. relacionados com rubricas extraordinárias | (150.397) | (94.597) |
| Fluxos das actividades operacionais [1] | 468.020 | 180.669 |
| ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO | ||
| Recebimentos provenientes de: | ||
| Investimentos financeiros | 3.394.895 | 1.210.032 |
| Imobilizações corpóreas | 17.857 | 4.000 |
| Juros e proveitos similares | 1.914 | 318 |
| Emprestimos concedidos | 171.527 | |
| Outros não específicos | 26.962 | 0 |
| Subtotal | 3.613.154 | 1.214.350 |
| Pagamentos respeitantes a: | ||
| Investimentos financeiros | (3.407.813) | (1.210.383) |
| Imobilizações corpóreas | (244.482) | (126.764) |
| Outros não específicos | (6.374) | 0 |
| Subtotal | (3.658.669) | (1.337.147) |
| Fluxos das actividades de investimento [2] | (45.514) | (122.796) |
| ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO | ||
| Recebimento provenientes de: | ||
| Empréstimos obtidos | 850.962 | 575.000 |
| Outros não específicos | 0 | 136 |
| Subtotal | 850.962 | 575.136 |
| Pagamentos respeitantes a: | ||
| Empréstimos obtidos | (850.000) | (405.000) |
| Amortização de contratos de locação financeira | (331.275) | (236.208) |
| Juros e custos similares | (121.356) | (103.320) |
| Subtotal | (1.302.631) | (744.528) |
| Fluxos das actividades de financiamento [3] | (451.670) | (169.392) |
| Variação de caixa e seus equivalentes [4]=[1]+[2]+[3] | (29.164) | (111.520) |
| Efeito das diferenças de câmbio | ||
| Caixa e seus equivalentes no início do periodo | (511.535) | (400.015) |
| Caixa e seus equivalentes no fim do periodo | (540.699) | (511.535) |
Anexo á Demonstração dos Fluxos de Caixa
| Numerário | 812 | 273 |
|---|---|---|
| Depósitos à ordem | 145.266 | 82.035 |
| Descobertos Bancários | (686.777) | (593.843) |
| Disponibilidades | (540.699) | (511.535) |

8. Anexo às Demonstrações Financeiras
-
- As demonstrações financeiras foram preparadas em harmonia com os princípios contabilísticos definidos no Plano Oficial de Contabilidade e das Directrizes Contabilísticas da Comissão de Normalização Contabilística. Assim, foram preparados segundo a convenção dos custos históricos, modificada pela reavaliação das imobilizações corpóreas e na base da continuidade das operações, em conformidade com os princípios contabilísticos de prudência, especialização dos exercícios, consistência, substância sobre a forma e materialidade.
-
- Não aplicável
-
- Critérios valorimétricos adoptados:
- a) Imobilizações incorpóreas estão valorizadas ao custo de aquisição, líquidas de amortizações acumuladas.
- b) Imobilizações corpóreas:
Estão apresentadas pelos valores de aquisição. Para parte dos edifícios e outras construções (Nota 13), excluindo os respectivos terrenos, são apresentados valores resultantes das reavaliações efectuadas, líquidos das reintegrações acumuladas.
As reintegrações são efectuadas pelos métodos das quotas constantes e/ou degressivas, a taxas calculadas de forma a que o valor dos imobilizados seja reintegrado durante a sua vida útil estimada.
As taxas utilizadas são as máximas admitidas para efeitos fiscais.
Os activos imobilizados adquiridos mediante contrato de locação financeira bem como as correspondentes responsabilidades são contabilizados pelo método financeiro. De acordo com este método, o custo do activo é registado no imobilizado corpóreo e a correspondente responsabilidade registada no passivo. Os juros incluídos no valor das rendas e a amortização do activo, calculada conforme acima referido, são registados como custos na demonstração de resultados do período a que respeitam.
- c) Os investimentos financeiros são contabilizados pelo método do custo histórico deduzido da respectiva provisão quando aplicável.
- d) Existências:
As existências de matérias primas, subsidiárias e de consumo estão valorizadas ao custo médio de aquisição.
Os Produtos e trabalhos em curso estão valorizados ao custo médio de aquisição das matérias primas e ao custo da mão de obra directa estimada.
Os produtos acabados estão valorizados ao custo de produção que inclui matérias primas, mão de obra e apropriados gastos gerais de fabrico.
e) Titulos Negociáveis:
Os Títulos (Nota 17) estão expressos pelos respectivos custos históricos excepto os recebidos como dividendos em espécie que estão valorizados pelo justo valor à data da sua distribuição. À data do balanço as menos valias potenciais são provisionadas.

-
- As transacções em moeda estrangeira são contabilizadas aos câmbios das datas das operações, não sendo significativos os saldos em moeda estrangeira com câmbio variável no final do ano.
-
- Não aplicável.
-
- De acordo com a legislação fiscal em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por partes das autoridades fiscais durante um período de quatro anos para os exercícios subsequentes a 1998 (sendo de seis anos no caso de serem utilizados prejuízos reportáveis) e dez anos no caso da Segurança Social (cinco anos a partir do ano de 2000, inclusive). Deste modo, as declarações fiscais da sociedade dos anos de 1998 a 2003, encontram-se sujeitas a revisão.
O Conselho de Administração entende que eventuais correcções resultantes de revisões/inspecções por parte das autoridades fiscais àquelas declarações de impostos não terão um efeito significativo nas demonstrações financeiras em 31 de Dezembro de 2004.
De acordo com a legislação fiscal portuguesa, os prejuízos fiscais são reportáveis durante um período de seis anos após a sua ocorrência e susceptíveis de dedução a lucros fiscais gerados durante esse período. Desta forma, a 31 de Dezembro de 2004, a empresa tem aproximadamente 888.767 euros de prejuízos fiscais reportáveis a que corresponde, cerca de 244.728 euros de imposto diferido activo.
A empresa apresenta ainda nas suas contas, provisões não dedutíveis fiscalmente, no montante total de 94.473 euros a que corresponde cerca de 25.980 euros de imposto diferido activo.
Por outro lado, decorrente das reavaliações do imobilizado corpóreo, existem impostos diferidos passivos no montante de 16.141 euros.
No apuramento da matéria colectável referente ao exercício de 2004, foram deduzidos prejuízos fiscais de 1998 no valor de 356.577 euros. Caso estes prejuízos tivessem sido reconhecido como imposto diferido activo em exercícios anteriores, a reversão ocorrida no exercício traduzir-se-ia num aumento no gasto de imposto do exercício registado na demonstração dos resultados no valor de 98.057 euros. Contudo, tendo em conta as situações excepcionais que levaram à existência de lucros tributáveis em 2004, a Litho Formas, continua a não conseguir estimar com razoável segurança a possibilidade de existirem lucros fiscais no futuro, pelo que não foram reconhecidos quaisquer valores de imposto diferido activo nas demonstrações financeiras.
A movimentação dos impostos diferidos apresentam-se nos seguintes mapas:
| Descrição | Total | Operações na D.R. | Movimentação noutras Rubricas de CapitalPróprio | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Reavaliação | Outras | ||||||||
| 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | ||
| I - Imposto do exercício | 3.419 | 58 | 58 | 58 | |||||
| II - Gastos (proveitos) de impostos do exercício reconhecidos neste exercício e anteriormente reconhecidoscomo impostos diferidos provenientes de: | |||||||||
| 1-Imposto diferido relativo à realização da reserva de reavaliação | (218.847) | (6.526) | (218.847) | (6.526) | |||||
| (218.847) | (6.526) | (218.847) | (6.526) | ||||||
| III - Gastos (proveitos) de impostos não reconhecidos anteriormente como Impostos diferidos provenientesde: | |||||||||
| 0 | 0 | ||||||||
| IV - Imposto diferido (II +/- III) | (218.847) | (6.526) | (218.847) | (6.526) | |||||
| V Imposto corrente (I+/-IV) | 222.266 | 6.584 | 218.905 | 6.584 |
- Reconciliação do imposto do exercício e do imposto corrente:

2.Decomposição dos Activos e Passivos por impostos diferidos:
| Total | Operações na D.R. | Movimentação noutras Rubricas de CapitalPróprio | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Descrição | Reavaliação | Outras | |||||||
| 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | ||
| Diferenças temporárias que originaram Activos por impostos diferidos | |||||||||
| Total I | |||||||||
| Diferenças temporárias que originaram Passivos por impostos diferidos | |||||||||
| a) 40% da Reserva de Reavaliação de activos imobilizados | 0 | 68.477 | 9.782 | 9.782 | |||||
| Total II | 0 | 68.477 | 9.782 | 9.782 | |||||
| Valores reflectidos no balanço: | |||||||||
| Activos por impostos diferidos (Total I x 27,5%) | |||||||||
| Passivos por impostos diferidos (Total II x 27,5%) | 0 | 18.831 | 2.690 | 2.690 |
Assim, em consistência com o critério que tem vindo a ser adoptado em exercícios anteriores a Litho Formas decidiu não reconhecer qualquer imposto diferido relacionado com as seguintes diferenças temporárias:
| Provisões não aceites fiscalmente | 31-12-2004 | 31-12-2003 |
|---|---|---|
| Para outros riscos e encargos (ver nota 34) | 227.075 | |
| Para investimentos financeiros | 72.556 | |
| Para aplicações financeiras | 94.473 | _______ |
| Total de provisões não aceites | 94.473 | 299.631 |
| Prejuízos fiscais | ||
| de 1998 a utilizar até 2004 | 515.867 | |
| de 1999 a utilizar até 2005 | 135.211 | 135.211 |
| de 2002 a utilizar até 2008 | 302.904 | 302.904 |
| de 2003 a utilizar até 2009 | 450.652 | 450.652 |
| Total de prejuízos fiscais | 888.767 | 1.404.634 |
A partir do momento em que seja possível determinar, com alguma segurança, a probabilidade de recuperação destes prejuízos fiscais e daquelas diferenças temporárias, os subjacentes impostos diferidos activos serão reconhecidos contabilisticamente.
7. O número médio de efectivos ao serviço da empresa foi o seguinte:
| 31-12-2004 | 31-12-2003 | |
|---|---|---|
| Pessoal dirigente | 1 | 1 |
| Pessoal administrativo | 11 | 11 |
| Pessoal comercial | 25 | 26 |
| Pessoal fabril | 70 | 74 |
| 107 | 112 | |

8. Não aplicável
-
- Não aplicável
-
- O movimento ocorrido nas Rubricas de Imobilizado e respectivas amortizações foi o seguinte:
| ACTIVO BRUTO | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumentos | Alienações | Transferências eAbates | Saldo Final |
| Imobilizações incorpóreas: | |||||
| Despesas de Instalação | 67.306 | 67.306 | |||
| Despesas Invest. Desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | |||
| Propriedade industrial e Outras | 30.703 | 30.703 | |||
| Trespasses | 2.993 | 2.993 | |||
| Imobilizações em curso incorpóreas | 0 | ||||
| Subtotal | 162.977 | 0 | 0 | 0 | 162.977 |
| Imobilizações corpóreas: | |||||
| Terrenos e recursos naturais | 112.031 | 112.031 | |||
| Edifícios e outras construções | 1.753.286 | 1.753.286 | |||
| Equipamento básico | 9.646.889 | 268.858 | (125.487) | 9.790.260 | |
| Equipamento de transporte | 426.424 | 0 | (8.230) | 418.194 | |
| Ferramentas e utensílios | 135.249 | 135.249 | |||
| Equipamento administrativo | 547.313 | 18.232 | 565.545 | ||
| Taras e Vasilhames | 5.457 | 5.457 | |||
| Outras imobilizações corpóreas | 164.723 | 1.797 | 166.520 | ||
| Imobilizações em curso corpóreas | 36.645 | (36.645) | 0 | ||
| Adiant. por conta de imob. corpóreas | 60.200 | (60.200) | 0 | ||
| Subtotal | 12.888.215 | 288.887 | (133.717) | (96.845) | 12.946.539 |
| Investimentos financeiros: | |||||
| Partes de capital em emp. do grupo | 72.557 | (72.083) | 474 | ||
| Partes de capital em emp. associadas | 0 | 0 | |||
| Títulos e outras aplicações financeiras | 8.209 | 8.209 | |||
| Subtotal | 80.766 | 0 | 0 | (72.083) | 8.683 |
| Total | 13.131.958 | 288.887 | (133.717) | (168.928) | 13.118.199 |
AMORTIZAÇÕES / PROVISÕES
| Rubricas | Saldo Inicial | Reforço | Regularizações | Saldo Final |
|---|---|---|---|---|
| Imobilizações incorpóreas: | ||||
| Estudos e Projectos Industriais | 67.306 | 67.306 | ||
| Investigação e Desenvolvimento | 61.976 | 61.976 | ||
| Licenças | 30.703 | 30.703 | ||
| Subtotal | 159.984 | 0 | 0 | 159.984 |
| Imobilizações corpóreas: | ||||
| Edifícios e outras construções | 1.174.008 | 67.938 | 1.241.946 | |
| Equipamento básico | 8.656.114 | 341.119 | (113.899) | 8.883.335 |
| Equipamento de transporte | 401.454 | 10.939 | (6.173) | 406.220 |
| Ferramentas e utensílios | 90.540 | 2.561 | 93.100 | |
| Equipamento administrativo | 451.384 | 27.785 | 479.169 | |
| Taras e Vasilhames | 5.405 | 0 | 5.405 | |
| Outras imobilizações corpóreas | 164.218 | 851 | 165.069 | |
| Subtotal | 10.943.123 | 451.194 | (120.072) | 11.274.245 |
| Investimentos financeiros: | ||||
| Partes de capital em emp. grupo | 72.557 | (72.083) | 474 | |
| Títulos e outras aplicações financeiras | 0 | 0 | ||
| Subtotal | 72.557 | 0 | 0 | 474 |
| Total | 11.175.665 | 451.194 | (120.072) | 11.434.703 |

-
- Não Aplicável
-
- As imobilizações corpóreas foram reavaliadas ao abrigo dos seguintes diplomas legais: DL-118-B/86; DL-111/88; DL-49/91; DL-264/92.
A empresa descontinuou a política de reavaliar as imobilizações corpóreas ao abrigo da lei fiscal por considerar negligenciáveis os correspondentes efeitos.
- Mapa das reavaliações
| Rubricas | Custos Históricos | Reavaliações | Valores ContabilisticosReavaliados |
|---|---|---|---|
| (a) | (a) (b) | (b) | |
| Imobilizações corpóreas:Edifícios e outras construções | 258.780 | 146.888 | 405.669 |
REAVALIAÇÕES
(a) – Líquidos de amortizações
(b) – Englobam as sucessivas reavaliações
-
- Todo o imobilizado corpóreo está afecto à actividade da empresa e não existem imobilizações implantadas em propriedade alheia.
-
- Locação financeira
A 31 de Dezembro de 2004, a empresa tinha registado na rubrica de Fornecedores de Imobilizado conta corrente um montante de 486.704 euros, dos quais referem-se à aquisição de quatro máquinas em sistema de leasing financeiro.Uma máquina rotativa de Offset, um "Computer To Plate", uma máquina de impressão digital e uma envelopadora com rebobinador e desbobinador, com o valor contabilístico líquido de 364.460 euros, 84.800 euros, 154.800 euros e157.850 euros, respectivamente.
16. Participações financeiras
| PARTICIPAÇÕES FINANCEIRAS | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Participação | Capitais Próprios31/12/04 | Resultado do Exercício31/12/04 | Provisão | Valor deBalanço | |||
| DO GRUPO: | ||||||||
| ELIEFE, Lda.( Nunca teve actividade e encontra-setotalmente provisionada) | 95% | 499 | (474) | |||||
| Litho Formas & Drescher,Ldaa) | 100% | (227.000) | (143) | (72.083) | ||||
| SubtotalOUTRAS EMPRESASInvestimento em acções em outras empresas | (226.501) | (143) | (72.557) | 0 | ||||
| com participações minoritárias | 8.209 | |||||||
| Subtotal | 8.209 | |||||||
| Total | (226.501) | (143) | (72.557) | 8.209 |

a) Apesar dos efeitos da consolidação serem considerados materialmente irrelevantes e da Litho Formas & Drescher se encontrar totalmente inactiva desde 2001, em exercícios anteriores a Litho Formas consolidou esta participação pelo método integral.
Adicionalmente, nas contas individuais de exercícios anteriores, tendo em conta que os capitais próprios desta subsidiária se encontravam negativos, a Litho Formas provisionou a totalidade do valor da participação, tendo ainda reconhecido como provisão para riscos e encargos a totalidade dos capitais próprios negativos.
Por outro lado, tendo em conta que a ELIEFE nunca teve qualquer actividade e que se encontra totalmente provisionada, são também materialmente irrelevantes os efeitos da consolidação, razão pela qual esta participação não é objecto de consolidação.
Tendo em conta que no decorrer do exercício de 2004 a Litho Formas & Drescher entrou em processo de liquidação e que os efeitos da consolidação desta participação são materialmente irrelevantes, a Litho Formas não procedeu à consolidação desta participação, razão pela qual não são apresentadas demonstrações financeiras consolidadas referentes ao exercício de 2004.
Adicionalmente, considerando o processo de liquidação e partilha em curso, o qual deverá ser concluído no decorrer de 2005, a participação na Litho Formas & Drescher deixou de ter carácter de permanência, razão pela qual se procedeu à reclassificação desta participação para a conta 1511 - Acções - Empresas do grupo, juntamente com a respectiva provisão, pelo que o valor contabilistico desta participação é nulo (ver notas 17 e 34).
No tocante à provisão para riscos e encargos anteriormente reconhecida, tendo em conta que a totalidade do passivo da Litho Formas & Dresher é constituído por uma dívida à Litho Formas e que não são expectáveis encargos significativos com o processo de liquidação, procedeu-se à reclassificação daquela provisão para Provisões para cobranças duvidosas (ver nota 34).
| Rubricas | Quantidades | Valores doBalanço | Valor Mercado em31-12-2004 |
|---|---|---|---|
| Empresas do Grupo | |||
| Litho Formas & Drescher (ver nota 16) | 72.083 | ||
| Subtotal | 72.083 | ||
| Acções | |||
| Outras Empresas | |||
| ABN AMRO | 5.000 | 93.279 | 97.450 |
| ING GROEP NV | 7.000 | 139.645 | 155.820 |
| SAMSUNG | 500 | 54.900 | 51.650 |
| ANGLO IRISH BANK CORP (EUR) | 11.000 | 168.910 | 196.900 |
| ERSTE | 5.520 | 191.686 | 216.936 |
| HYUNDAY | 10.000 | 105.000 | 98.000 |
| DEPFA | 17.000 | 198.730 | 210.290 |
| PUMA AG | 1.000 | 214.440 | 202.300 |
| HILTON GROUP PLC | 37.511 | 152.494 | 156.950 |
| PERSIMMON PLC | 15.088 | 140.773 | 153.437 |
| LLOYDS TSB GROUP PLC | 4 | 27 | 28 |
| ERSTE BANK DR OES | 80 | 2.786 | 3.073 |
| E.ON.AG DE | 2.300 | 140.415 | 154.238 |
| OMV AV | 1.111 | 230.523 | 246.298 |
| PETROLEO BRASILEIRO | 3.200 | 89.063 | 93.409 |
| Subtotal | 116.314 | 1.922.670 | 2.036.779 |
| Total | 116.314 | 1.994.753 | 2.036.779 |
17. Títulos Negociáveis

-
- Não aplicável
-
- Não aplicável
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- O valor global das dívidas de cobrança duvidosa eram de 541.045 euros.
-
- Não aplicável.
-
- As dívidas do pessoal no fim do semestre eram de 7 euros.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Em 31 de Dezembro não existiam dívidas em situação de mora à Segurança Social.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Garantias Prestadas:
| CTT (para boa execução de encomendas) | 7.345 euros |
|---|---|
| Sarriópapel (cumprimento de obrigações de pagamento) | 150.000 euros |
-
- Não aplicável.
-
- Movimento de provisões ocorrido no exercício.
| PROVISÕES | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumento | Redução | Transferência | Saldo Final | |
| 19 Provisões para aplicações de tesouraria | 0 | 22.390 | 72.083 | 94.473 | ||
| 28 Provisões para cobranças duvidosas | 331.088 | (17.118) | 227.075 | 541.045 | ||
| 29 Provisões para riscos e encargos (ver nota 16) | 227.075 | (227.075) | 0 | |||
| 49 Provisões para investimentos financeiros (ver nota 16) | 72.557 | (72.083) | 474 | |||
| Total | 630.719 | 22.390 | (17.118) | - | 635.992 |

-
- Não aplicável.
-
- O capital da empresa está dividido em 500.000 acções ao valor nominal de 5 euros por acção.
-
- Não aplicável.
-
- Não aplicável.
-
- Reserva de reavaliação
| RESERVA DE REAVALIAÇÃO | ||
|---|---|---|
| -- | ------------------------ | -- |
| Rubricas | Saldo inicial | Aumento | Diminuição | Transferências | Saldo |
|---|---|---|---|---|---|
| 56 Reservas de reavaliação | 152.362 | (21.766) | 130.596 | ||
a) A transferencia refere-se ao reconhecimentos da realização da reserva de reavaliação.
40. Movimentos ocorridos no exercício nas Rubricas de Capitais Próprios
| CAPITAIS PRÓPRIOS | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo Inicial | Aumentos | Diminuições | Transferências | Saldo final |
| Capital | 2.500.000 | 2.500.000 | |||
| Acções próprias | |||||
| Valor Nominal | (60.505) | (60.505) | |||
| Prémios e Descontos | 11.932 | 11.932 | |||
| Ajustamento partes capital em fil. Assoc. | 37.550 | 37.550 | |||
| Reservas de Reavaliação | 152.362 | (21.766) | 130.596 | ||
| Reserva legal | 236.956 | 236.956 | |||
| Reservas livres | 1.363.343 | 1.363.343 | |||
| Reservas especiais | 134.087 | 134.087 | |||
| Resultados Transitados | (1.503.325) | (242.258) | (1.745.583) | ||
| Resultados líquidos do exercício | (264.024) | 298.430 | 264.024 | 298.430 | |
| Capitais próprios | 2.608.377 | 298.430 | 0 | 2.906.805 |
41. Demonstração do custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas como se segue:
| CMVMPC | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Movimentos | Mercadorias | Matérias-Primas Sub.e deConsumo | Total | |||
| Existências iniciais | 49.773 | 554.153 | 603.926 | |||
| Compras | 450.640 | 3.185.149 | 3.635.789 | |||
| Regularizações | 1.195 | 11.343 | 12.538 | |||
| Existências finais | 22.634 | 542.566 | 565.200 | |||
| Custos do exercício | 478.973 | 3.208.080 | 3.687.053 |

42. a) Demonstração da variação da produção como se segue:
| Movimentos | Produtos Acabados eIntermédios | Produtos e Trabalhos emCurso | Total |
|---|---|---|---|
| Existências iniciaisRegularização | 43.141 | 155.079 | 198.220 |
| Existências finais | 55.194 | 126.235 | 181.429 |
| Variação do exercício | 12.053 | (28.844) | (16.791) |
VARIAÇÃO DE PRODUÇÃO
b) Reconciliação da rubrica de resultados extraordinários evidenciada na demonstração dos resultados por natureza, e na demonstração de resultados por funções.
A demonstração de resultados por funções foi preparada em conformidade com o estabelecido pela Directriz Contabilistica nº 20, a qual apresenta um conceito de resultados extraordinários diferente do definido no Plano Oficial de Contabilidade (POC) para preparação da demonstração dos resultados por naturezas. Assim, o valor dos resultados extraordinários (131.159 euros), foi reclassificado para resultados correntes.
| 2004 | 2003 | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Rúbricas | Por naturezas | Reclassificação | Por funções | Por naturezas | Reclassificação | Por funções |
| Resultados Operacionais | (437.860) | 145.229 | (292.631) | (289.905) | 16.117 | (273.788) |
| Resultados Financeiros | 608.551 | (14.070) | 594.481 | (200.480) | 210.303 | 9.823 |
| Resultados Correntes | 170.691 | 131.159 | 301.850 | (490.385) | 226.420 | (263.965) |
| Resultados Extraordinários | 131.159 | (131.159) | - | 226.420 | (226.420) | - |
| Resultado Liquido do Exercício | 298.431 | 298.431 | (264.024) | (264.024) |
- Remuneração dos órgãos sociais:
As remunerações atribuídas aos membros dos Órgãos Sociais da empresa ascenderam a:
| 31-12-2004 | 31-12-2003 | |
|---|---|---|
| Conselho de Administração | 79.482 | 93.345 |
| Conselho Fiscal | 2.000 | 2.000 |

44. O valor líquido das vendas e das prestações de serviços distribui-se como se segue:
| Movimentos | Vendas | Prestação deServiços | Total |
|---|---|---|---|
| Mercado Interno | 6.267.090 | 6.267.090 | |
| Mercado Externo | 835.775 | 0 | 835.775 |
| 7.102.865 | 0 | 7.102.865 |
VENDAS E PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS
A Litho Formas não identifica segmentos de negócio ou geográficos relevantes para proceder à sua análise/divulgação individualizada.
Efectivamente, no que respeita a segmentos de negócio, os produtos da Litho Formas são considerados substancialmente idênticos tanto no que respeita a sua natureza e processos produtivos, como no que respeita a clientes e canais de distribuição.
Por outro lado, no tocante a segmentos geográficos, tal como referido no quadro acima, cerca de 88% do rédito total da empresa advém de vendas no mercado interno (2003: 93%), sendo o restante para o mercado externo, fundamentalmente países da união europeia. Adicionalmente a empresa não detém quaisquer investimentos em imobilizações corpóreas, incorpóreas ou outros fora do território nacional.
Assim, não se verificam riscos e retornos substancialmente dissemelhantes que justifiquem uma análise/divulgação quer de segmentos de negócio quer de segmentos geográficos.
- Demonstrações dos resultados financeiros como se segue:
| CUSTOS E PERDAS | EXERCICIOS | PROVEITOS E GANHOS | EXERCICIOS | ||
|---|---|---|---|---|---|
| 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | ||
| 681 Juros suportados | 75.641 | 44.174 | 781 Juros obtidos | 1.658 | 4.234 |
| 682 Perdas Empresas Associadas | 0 | 0 | 782 Ganhos Empresas Associadas | 0 | 0 |
| 684 Provisões para aplicações financeiras | 22.390 | 0 | 784 Rendim. participação de capital | 38.243 | 30.700 |
| 685 Diferenças de câmbio desfavoráveis | 9.279 | 0 | 785 Diferenças de câmbio favoráveis | 26.806 | 571 |
| 686 Desconto de pronto pagamento concedidos | 8 | 3.611 | 786 Descontos de pronto pagamento obtidos | 0 | 31 |
| 687 Perdas em aplicações de tesouraria | 48.794 | 185.916 | 787 Ganhos em aplicações de tesouraria | 723.198 | 31.763 |
| 688 Outros custos e perdas financeiras | 25.263 | 34.969 | 788 Outros prov. e ganhos financeiros | 20 | 890 |
| Resultados financeiros | 608.551 | (200.481) | |||
| Total | 789.925 | 68.189 | Total | 789.925 | 68.189 |
RESULTADOS FINANCEIROS

46. Demonstrações dos resultados extraordinários como se segue:
RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS
| CUSTOS E PERDAS | EXERCICIOS | PROVEITOS E GANHOS | EXERCICIOS | ||
|---|---|---|---|---|---|
| 2004 | 2003 | 2004 | 2003 | ||
| 691 Donativos | 1.200 | 380 | 791 Restituíção de impostos | 0 | 0 |
| 692 Dívidas incobráveis | 19.265 | 8.490 | 792 Recuperação de dívidas | 0 | 0 |
| 693 Perdas em existências | 0 | 0 | 793 Ganhos em existências | 76.691 | 32.593 |
| 694 Perdas em imobilizações | 0 | 0 | 794 Ganhos em imobilizações | 3.450 | 7.500 |
| 695 Multas e penalidades | 0 | 0 | 795 Benefícios de penalidades contratuais | 0 | 0 |
| 696 Aumento de amortizações e provisões | 0 | 28.388 | 796 Reduções de amortizações e provisões | 17.118 | 202.376 |
| 697 Correcções rel. a exercícios anteriores | 0 | 235 | 797 Correcções rel. a exercícios anteriores | 35.896 | 9.663 |
| 698 Outros custos e perdas extraordinárias | 191 | 1.157 | 798 Outros prov. e ganhos extraordinários | 18.661 | 12.937 |
| Resultados extraordinários | 131.159 | 226.419 | |||
| Total | 151.816 | 265.069 | Total | 151.816 | 265.069 |
-
Nada a referir.
-
Nada a referir
São João da Talha 28 de Fevereiro de 2005
A Técnica Oficial de Contas nº 15630
_________________________
Carla Sofia Jesus Baptista
O Conselho de Administração
(Vogal) (Presidente) (Vogal)
______________________ ___________________________ _______________________
Engº João Manuel C Martins Cabral Klaus Ludwig H. Saalfeld Nuno Guilherme T. Lourenço Pinheiro

9. Relatório sobre o governo das sociedades Cotadas
A Litho Formas, S. A. respeita e cumpre com as recomendações da CMVM sobre o governo das sociedades cotadas, sempre que aplicável e de acordo com a sua realidade específica.
I - Divulgação de Informação
- De acordo com os seus estatutos a Sociedade tem um Conselho de Administração composto por 3 a 5 membros os quais são eleitos em Assembleia Geral. A sua composição actual é a seguinte:
Engº Klaus Ludwig Hellmut Saalfeld - Presidente
Engº João Manuel Cordeiro Martins Cabral – Administrador executivo e Director Geral
Engº Nuno Guilherme Trindade Lourenço Pinheiro – Administrador não executivo, responsável pelas relações com o mercado.
Engº Christoph Riess – Administrador não executivo
Dr. Luís Filipe Ramos Gonçalves Pereira – Administrador não executivo
O Conselho de Administração define a estratégia da sociedade, delegando a sua implementação no Administrador Executivo e Director Geral.
A organização operacional da empresa está representada no organigrama seguinte:


Ao Administrador Executivo e Director Geral reportam a Direcção de Produção, responsável pela gestão dos recursos de produção, aquisições e armazenagem de matérias primas, e pelo desenvolvimento e inovação de produtos, a Direcção Financeira responsável por toda a área Administrativa, Financeira e Recursos Humanos, a Direcção Comercial responsável pela política de comercial da empresa e ainda a Direcção de Soluções Gráficas Digitais a qual é responsável por uma linha de negócio especifica vocacionada para os produtos de origem Digital. O Administrador Executivo e Director Geral , tem ainda como responsabilidades directas a Informática de Gestão que desenvolve todas as aplicações analíticas de avaliação do negócio e controlo orçamental, e a Gestão da Qualidade, na qual a Administração está profundamente empenhada.
Têm origem nestas duas últimas áreas funcionais, importantes vectores de sustentabilidade da empresa já que todos os relatórios de acompanhamento do negócio, avaliação de riscos e seus impactes são aqui originados. A Qualidade é hoje em dia um factor de desenvolvimento e credibilidade indiscutível para qualquer organização pelo que o seu acompanhamento pela Administração é natural e intrínseco da Estratégia traçada.
- Não houve, no exercício de 2004, qualquer emissão de acções ou outros valores mobiliários, nem foram distribuídos dividendos do exercício. A movimentação e a cotação das acções ao longo do exercício de 2004 foi a seguinte:
| Títulos Transaccionados em bolsa | 6.040 |
|---|---|
| Preço médio Transaccionado | 0,48 |
| Preço Máximo de Venda | 0.77 |
| Preço Mínimo de venda | 0,16 |
-
- A Litho Formas não distribui dividendos desde 1996. Tal facto, deve-se aos resultados verificados e da constante necessidade de fazer investimentos que absorvem os recursos financeiros da empresa, não libertando meios para o pagamento dos dividendos. Não existem planos formais de distribuição de dividendos em curso, nem estão previstos quaisquer planos a criar no futuro. Contudo a Assembleia Geral é soberana na aprovação das propostas apresentadas pelos accionistas sobre esta matéria.
-
- Não existem planos de atribuição de acções, ou opções de aquisição de acções no exercício em curso.
-
- A empresa dispõe de uma rede de correio electrónico que utiliza nas comunicações internas e externas nomeadamente no contacto com a Euronext e CMVM, estando esta via igualmente em aberto ao público em geral, através do [email protected].

- Não se justifica a existência de um Gabinete de Apoio ao Investidor , porque a empresa no seu relacionamento com o mercado disponibiliza toda a informação através do responsável pelas relações com o mercado, sempre que seja solicitado:
Representante para as Relações do Mercado:
Engº Nuno Guilherme Pinheiro
Vias de acesso:
Presencial – na sede da sociedade, mediante solicitação prévia
Telefónica – 21 9947603
Fax – 21 9947696
Correio – para a sede da empresa
Correio electrónico – [email protected]
Sítio da Internet - www.lithoformas.pt
- A Litho Formas tem um contrato de prestação de serviço, no valor de 10.200 Euros, com uma Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, para a revisão legal de contas, incluindo a Certificação Legal e o Relatório de Auditoria.
II - Exercício de Direito de Voto e Representação de Accionistas
Nos termos dos Artigos 10º e 11º do pacto social e do Artigo 22º do Código dos Valores Mobiliários, são os seguintes os requisitos a que se encontra subordinada a participação e o exercício do direito de voto:
A Assembleia Geral é constituída pelos accionistas com direito a voto e as deliberações, quando tomadas nos termos da lei e dos presentes estatutos, são obrigatórias para todos.
-
- O accionista pode fazer-se representar nas assembleias por um membro do Conselho de Administração ou Direcção da sociedade, pelos seus cônjuges, ascendentes ou descendentes, ou outro accionista com direito a voto.
- 2 Para participar na Assembleia Geral, devem os accionistas ter as acções registadas ou depositadas como propriedade sua, pelo menos , até ao terceiro dia anterior ao da reunião da mesma assembleia.
-
- Por cada 20 acções contar-se-á um voto.

-
- O direito de voto pode ser exercido por correspondência nos termos do Artigo 22º do Código dos Valores Mobiliários;
-
- Só serão considerados os votos por correspondência, desde que recebidos na sede da sociedade, por meio de carta registada com aviso de recepção, dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, com pelo menos três dias de antecedência em relação à data da Assembleia, sem prejuízo da obrigatoriedade da prova da qualidade de accionista.
-
- A declaração de voto deverá ser assinada pelo titular das acções ou pelo seu representante legal, devendo o accionista, se pessoa singular, acompanhar a declaração da cópia autenticada do seu Bilhete de Identidade, se pessoa colectiva deverá a assinatura ser reconhecida notarialmente na qualidade e com poderes para o acto:
-
- Só serão consideradas válidas as declarações de voto de onde conste de forma expressa e inequívoca: (1) a indicação do ponto ou pontos da ordem de trabalhos a que respeita; (2) a proposta concreta a que se destina, com indicação do ou dos proponentes; (3) a indicação precisa e incondicional do sentido de voto para cada proposta, bem como se o mesmo se mantém caso a proposta venha a ser alterada pelo seu proponente;
-
- Não obstante o disposto no ponto número 8, é permitido a um accionista que envie declaração de voto relativamente a certa proposta declarar que vota contra todas as demais propostas no mesmo ponto de ordem de trabalhos, sem outras especificações;
-
- Entender-se-á que os accionistas que enviem declarações de voto por correspondência se abstêm na votação das propostas que não sejam objecto dessas declarações;
-
- Não obstante o disposto no ponto numero 8, pode o accionista condicionar o sentido de voto para certa proposta à aprovação ou rejeição de outra, no âmbito do mesmo ponto da ordem de trabalhos;
-
- Compete ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, ou ao seu substituto, verificar da conformidade das declarações de voto por correspondência, valendo como não emitidos os votos correspondentes às declarações não aceites.
III – Regras Societárias
A Litho Formas Portuguesa não sentiu ainda necessidade de estabelecer regras de conduta ou regulamentos internos, desenvolvendo a sua actividade segundo as regras gerais constantes do código das Sociedades Comerciais, do Código dos Valores Mobiliários, assim como o cumprimento dos Princípios Contabilísticos definidos no Plano Oficial de Contas e das Directrizes Contabilísticas da Comissão de Normalização Contabilística, que pelos deveres que impõe garante o controle de risco na actividade da sociedade.
O Conselho de Administração tem velado pelo rigoroso cumprimento de todos estes normativos assumindo os deveres de lealdade e confidencialidade como um imperativo de conduta , nomeadamente no que toca à prevenção da utilização indevida dos bens societários e de oportunidades de negócio.

IV – Orgão de Administração
1- O Conselho de Administração, conforme foi referido anteriormente é eleito em Assembleia Geral tendo como responsabilidade gerir as actividades da sociedade, respeitando as deliberações da Assembleia Geral e submetendo a sua actividade À supervisão do Conselho Fiscal. Sendo constituído por cinco membros, um Presidente e quatro Vogais, a sua constituição era a seguinte em 1/1/2004:
Engº Klaus Ludwig Hellmut Saalfeld - Presidente do Conselho de Administração
Engº João Manuel Cordeiro Martins Cabral – Administrador executivo e Director Geral, Independente por deter menos de 2% dos votos.
Engº Nuno Lourenço Guilherme Trindade Pinheiro – Administrador não executivo, responsável pelas relações com o mercado.
Engº Christoph Riess – Administrador não executivo.
Sr Klaus Albert Schumann – Administrador não executivo.
Em 25 de Junho de 2004, apresentou renúncia ao cargo o Sr Klaus Schumann tendo o Conselho de Administração decidido cooptar para novo Administrador o Dr Luís Filipe Ramos Gonçalves Pereira, para completar o mandato em curso.
Dos actuais membros do Conselho de Administração desempenham cargos noutras sociedades os seguintes elementos:
Engº Nuno Pinheiro:
- Sócio-Gerente de Litho Formas & Drescher
- Gerente de Salfotécnica, Lda
Engº Christopher Riess:
- Gerente de Deutsche Papier Holding Alemanha
- Gerente de Deutsche ADP Alemanha
- Gerente de Deutsche papier Vertriebs Gmbh Alemanha
- 2 A função de Director Geral desempenhada pelo Administrador Executivo permite que o Conselho de Administração esteja presente na vida operacional da empresa razão pela qual não está nomeada uma Comissão Executiva.

- 3 A Administração reúne periodicamente, havendo um livro de actas onde é registado o conteúdo das mesmas. Durante o Exercício de 2004 o Conselho da Administração reuniu 8 vezes. A cadeia de decisão da empresa respeita os estatutos.
- 4 Não existem comissões de controlo interno.
- 5 A remuneração do Conselho de Administração é fixa, não havendo qualquer pagamento de prémio indexado ao valor de cotação do título.
- 6 No Exercício em causa os Membros do Conselho de Administração não são remunerados, o Administrador Executivo é simultaneamente Director Geral, sendo remunerado como tal. Este montante foi totalmente composto por salário fixo, não tendo sido pago neste exercício qualquer prémio de desempenho.
O Conselho de Administração
(Vogal) (Presidente) (Vogal)
______________________ ___________________________ _______________________
Engº João Manuel C Martins Cabral Klaus Ludwig H. Saalfeld Nuno Guilherme T. Lourenço Pinheiro
LITHO FORMAS PORTUGUESA – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A.
RELATÓRIO E PARECER DO CONSELHO FISCAL RELATIVO AO EXERCÍCIO DE 2004
-
- No desempenho das funções que nos estão legalmente confiadas e em harmonia com o mandato que nos foi atribuído, acompanhámos a actividade da LITHO FORMAS PORTUGUESA – Impressos Contínuos e Múltiplos, S.A. durante o exercício de 2004, nomeadamente em conformidade com o disposto no Código das Sociedades Comerciais, tendo procedido às verificações que julgámos convenientes, nomeadamente no que respeita à escrituração dos livros, registos contabilísticos e documentação de suporte, tendo obtido sempre, quer da Administração quer dos serviços, os esclarecimentos solicitados.
-
- No final do exercício examinámos os documentos de prestação de contas e o Relatório de Gestão do Conselho de Administração que se encontra elaborado em obediência aos requisitos legais e em conformidade com os referidos documentos de prestação de contas, espelhando a situação da Empresa e aludindo às operações de maior significado.
-
- As Demonstrações Financeiras foram examinadas pela Sociedade de Revisores Oficiais de Contas que, em consequência, emitiu a Certificação Legal das Contas e Relatório de Auditoria, documento com o qual concordamos.
-
- Face ao exposto, relevando as conclusões da Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, e não tendo tomado conhecimento de violação da Lei e dos Estatutos, somos do parecer que a Assembleia Geral Anual aprove:
- a) O Relatório de Gestão do Conselho de Administração, bem como as contas por este apresentadas, relativos ao exercício de 2004;
- b) A proposta do Conselho de Administração quanto à aplicação dos resultados.
Lisboa, 15 de Março de 2005
O Conselho Fiscal:
_____________________________________________ SOUSA SANTOS E ASSOCIADOS - SROC (Presidente) Inscrita na CMVM sob o nº 9005 Representada por José de Sousa Santos (ROC n.º 804)
_______________________________
Wolfgang Kemper (Vogal)
________________________________
Colette M. L. A. Schmitz (Vogal)



12. Aprovação de Aplicação de Resultados
(...) "Deliberar sobre o Relatório de Gestão e as Contas do Exercício relativas a 2004;"
"Aberta a sessão e entrando-se no ponto número um da Ordem de Trabalhos o Sr. Engº Nuno Guilherme Lourenço Pinheiro, em representação do Conselho de Administração, remeteu para o teor do relatório de gestão e contas do exercício. Não havendo outras intervenções foi posto à votação o relatório de gestão e as contas do exercício, sendo os mesmos aprovados por unanimidade."
(...)"Deliberar sobre a proposta de aplicação de resultados;"
"Entrou-se em seguida no ponto número dois da Ordem de Trabalhos, tendo sido posta a votação a proposta de aplicação de resultados do Conselho de Administração no sentido de ser levado à conta de Reserva Legal o valor de 14.922 euros (Catorze mil, novecentos e vinte e dois euros) e à conta de Resultados Transitados o valor de 283.509 euros ( duzentos e oitenta e três mil, quinhentos e nove euros). Submetida a votação foi a proposta aprovada por unanimidade."