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Sonae SGPS — Interim / Quarterly Report 2003
Oct 2, 2003
1901_ir_2003-10-02_2bddd3d3-f638-4c04-959a-0deb50afe6c7.pdf
Interim / Quarterly Report
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SONAE INDÚSTRIA SGPS SA
Sociedade Aberta
Relatório do Conselho de Administração 1º Semestre de 2003
Lugar do Espido, Via Norte, Maia Matriculada na C.R.C. da Maia sob o nº. 1067 Capital Social de 500 000 000 euros Pessoa Colectiva nº. 500 204 128
31 de Julho de 2003

Senhores Accionistas:
Em cumprimento da Lei e dos Estatutos da sociedade vimos apresentar a V. Exas. o Relatório e Contas referentes ao primeiro semestre de 2003.
O relatório e as demonstrações financeiras que aqui apresentamos referem-se exclusivamente à actividade individual da sociedade, sendo os aspectos relativos à actividade das participadas tratados em relatório próprio.
1. Envolvente Económica
A Sonae Indústria, SGPS, SA, desenvolve a sua actividade através de subsidiárias localizadas na Europa Ocidental, América do Norte, Brasil e África do Sul, espaços económicos onde durante o primeiro semestre de 2003 se verificaram, de forma generalizada, condições macroeconómicas adversas, caracterizadas principalmente por tendências recessivas ou de fraco crescimento económico, procura interna débil e aumento das taxas de desemprego.
Ao longo dos últimos meses do primeiro e início do segundo semestres, tem-se registado consistentemente uma evolução positiva dos indicadores de clima económico e de sentimento dos consumidores, embora com ritmos diferentes nas várias zonas económicas: nos Estados Unidos, de forma mais vigorosa, sendo opinião cada vez mais unânime que a recuperação económica se encontra já em curso, principalmente em virtude da relativamente rápida e bem sucedida intervenção militar no Iraque, de políticas monetárias expansivas e políticas fiscais de estímulo ao investimento e ao consumo, sendo previsto uma taxa crescimento anual do PIB de 2,5%1 . Na União Europa, verificam-se condições bastante distintas nas principais economias: evolução positiva dos mesmos indicadores mais nítida no Reino Unido, moderada na França e Alemanha e ausência de recuperação em Itália. Consequentemente, perspectiva -se timidamente o início de uma retoma da actividade económica na União Europeia, onde as principais economias apresentaram desempenhos negativos e bastante aquém dos verificados na América do Norte ao longo do primeiro semestre, estando previsto uma taxa de crescimento anual do PIB de 2,1%1 .para o Reino Unido e de 1,05%1 .para a Zona Euro.
Em relação a Portugal, a actividade económica tem, desde 2002, acompanhado pari passu a tendência internacional, embora de forma mais acentuada, principalmente em resultado das

políticas internas de consolidação orçamental, com forte impacto negativo ao nível da procura interna. Consequentemente, o PIB contraiu-se ao longo do segundo semestre de 2002 e primeiro semestre de 2003. Em relação ao segundo semestre do corrente exercício, está prevista uma ligeira recuperação da actividade económica, a continuar de forma mais nítida em 2004, sendo prevista uma taxa de crescimento do PIB para 2003 de 0,3%1 .
Fontes 1 OECD Economic Outlook, nº. 73, June 2003, www.oecd.org;
2. ACTIVIDADES DA SOCIEDADE GESTORA
No âmbito de um conceito de exercício indirecto da actividade económica, a sociedade, para além da gestão da sua carteira de participações financeiras, tem centrado a sua actividade na definição das linhas de orientação estratégica e gestão financeira global, com enfoque na gestão das necessidades de financiamento e acompanhamento dos negócios das suas subsidiárias.
Terminado o ciclo de grandes investimentos restruturantes da capacidade produtiva das suas subsidiárias, a sociedade tem prosseguido com uma racionalização da sua carteira de participações, tendo em conta a tendência estratégica de centralização no seu negócio principal.
Neste âmbito, há a destacar as seguintes operações realizadas no período pela sociedade e suas subsidiárias:
- a) Alienação da participação na Imoplamac, SA por 620 000 euros, à data de 1 de Janeiro de 2003;
- b) Alienação da participação na NAB, SA por 231 210 euros, à data de 30 de Junho de 2003;
- c) Alienação da participação na Imocapital, SGPS, SA à Socelpac, SGPS, S. A., por 119 750 000 euros, à data de 28 de Maio de 2003;
- d) Aumento de capital da Socelpac, SGPS, SA no montante de 119 950 000 euros, à data de 28 de Maio de 2003;
- e) Aumento de capital da Sonae UK, Ltd., no montante de 38 000 000 GBP, à data de 1 de Janeiro de 2003;
- f) Aumento de capital da Tafisa UK, Ltd., no montante de 38 000 000 GBP, à data de 1 de Janeiro de 2003;

- g) Redução de capital da Tafiber Tableros de Fibras Ibéricas, S. L., no montante de 18 578 484 euros, seguido de aumento de capital, no montante de 21 000 000 euros, à data de 30 de Junho de 2003;
- h) Redução de capital da Taiber Tableros Aglomerados Ibéricos, S. L., no montante de 17 155 613 euros seguido de aumento de capital, no montante de 12 000 110 euros, à data de 30 de Junho de 2003;
- i) Redução de capital da Portucel Embalagem Empresa Produtora de Embalagem de Cartão, S. A., no montante de 20 000 000 euros, à data de 13 de Março de 2003;
- j) Redução de capital da Portucel Viana Empresa Produtora de Papéis Industriais, S. A., no montante de 100 000 000 euros, à data de 16 de Janeiro de 2003;
- k) Aquisição, pela Tableros de Fibras, S. A. de 6 400 acções representativas do seu capital social, por 22 597 euros, elevando desta forma para 3,7% o número de acções próprias detidas por esta sociedade;
- l) Liquidação da Resoflex Lda. à data de 30 de Junho de 2003;
3. ACÇÕES PRÓPRIAS
No decorrer do primeiro semestre de 2003 a sociedade não adquiriu ou alienou acções próprias. A 30 de Junho de 2003 a empresa não detinha quaisquer acções próprias.
7. RESULTADOS
Relativamente ao primeiro semestre de 2003, a sociedade apresenta:
Resultados operacionais: -405 544 euros;
Resultados financeiros: 4 838 794 euros;
Resultados extraordinários: 119 727 504 euros;
Resultado líquido de 124 160 754 euros.
Maia, 31 de Julho de 2003
O Conselho de Administração
____________________ Belmiro Mendes de Azevedo

Carlos António Rocha Moreira da Silva
____________________________
____________________________
Carlos Francisco de Miranda Guedes Bianchi de Aguiar
____________________________________________
________________________________
________________________________
________________________________
________________________________
________________________________
________________________________
___________________________ Jose Antonio Comesaña Portela
Duarte Paulo Teixeira de Azevedo
José Álvaro Cuervo Garcia
________________________________ José Álvaro Cuervo Garcia
Diogo António Rodrigues da Silveira
Christian Günther Schwarz
Stéfan Colin Collignon
Hans -Georg Brodach
Angel Manuel Garcia Altozano

INFORMAÇÃO DOS ORGÃOS SOCIAIS
Em cumprimento do disposto no nº. 1 da alínea b) do artº. 7 do Regulamento nº. 11/2000 da CMVM, com as alterações introduzidas pelo Regulamento nº. 24/2000 da CMVM, declaramos ter recebido a seguinte informação:
Belmiro Mendes de Azevedo
| Data | Aquisições Quantidade Valor Md. € |
Alienações Quantidade Valor Md. € |
Saldo em 30.06.2003 Quantidade |
|
|---|---|---|---|---|
| Efanor Investimentos, SGPS, SA (1) Imparfin, SGPS, SA (2) Sonae, SGPS, SA Sonae.com, SGPS, SA |
49,999,997 112,500 14,901 75,537 |
Duarte Paulo Teixeira de Azevedo
| Aquisições | Alienações | Saldo em 30.06.2003 |
|||
|---|---|---|---|---|---|
| Data | Quantidade Valor Md. € |
Quantidade | Valor Md. € | Quantidade | |
| Efanor Investimentos, SGPS, SA (1) | 1 | ||||
| Imparfin, SGPS, SA (2) | 112,500 | ||||
| Sonae, SGPS, SA | 277,486 | ||||
| Sonae.com, SGPS, SA | 264,875 | ||||
| Obrigações Sonae Indústria / 98 | 0 | ||||
| Amortização | 03.03.2003 | 2,013,647 | 0.01 | ||
| Obrigações Modelo Continente / 95 | 598,558 |
Carlos Francisco de Miranda Guedes Bianchi de Aguiar
| Aquisições | Alienações | Saldo em 30.06.2003 |
||
|---|---|---|---|---|
| Data | Quantidade Valor Md. € |
Quantidade Valor Md. € |
Quantidade | |
| Sonae, SGPS, SA | 10,620 |

Jose Antonio Comesaña Portela
| Aquisições | Alienações | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Data | Quantidade | Valor Md. € | Quantidade | Valor Md. € | 30.06.2003 Quantidade |
|
| Sonae.com, SGPS, SA | 29,900 | |||||
| Tableros de Fibras, S.A. | 1,216 | |||||
| Aquisições | Alienações | Saldo em 30.06.2003 |
||||
| Quantidade | Valor Md. € | Quantidade | Valor Md. € | Quantidade | ||
| (1) Efanor Investimentos, SGPS, SA Sonae, SGPS, SA Pareuro, BV (3) |
948,101,424 20,000 |
|||||
| (3) Pareuro, BV Sonae, SGPS, SA (2) Imparfin, SGPS, SA |
108,820,695 | |||||
| Sonae, SGPS, SA | 5,193,798 |
PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS
Em cumprimento ao artº. 6º., alínea e) do Regulamento da CMVM nº. 11/2000, com as alterações introduzidas pelo Regulamento nº. 24/2000, indicamos os titulares de participações qualificadas a 30 de Junho de 2003:
| % Direitos | ||
|---|---|---|
| Accionista | Nº. De acções | de voto |
| Sonae, SGPS, S. A. | 95 871 002 | 95,87% |
Sonae Indústria - SGPS, SA
Balanço em 30 de Junho de 2003
| Euros | ||||
|---|---|---|---|---|
| 03.06.30 | 02.06.30 | |||
| Activo | Activo Bruto |
Amortizações e Provisões |
Activo Liquido |
Activo Liquido |
| IMOBILIZADO | ||||
| Imobilizações incorpóreas: | ||||
| Despesas de instalação Despesas investigação e desenvolvimento |
6.163.637 90.928 |
5.947.710 86.128 |
215.927 4.800 |
1.021.438 19.494 |
| Propriedade industrial e outros direitos | ||||
| Trespasses | ||||
| Imobilizações em curso | ||||
| Adiantam. por conta de imobilizações incorpóreas | ||||
| 6.254.565 | 6.033.838 | 220.727 | 1.040.932 | |
| Imobilizações corpóreas: | ||||
| Terrenos e recursos naturais | ||||
| Edificios e outras construções | ||||
| Equipamento básico Equipamento de transporte |
||||
| Ferramentas e utensílios | ||||
| Equipamento administrativo | 112.458 | 100.783 | 11.675 | 18.662 |
| Taras e vasilhame | ||||
| Outras imobilizações corpóreas | ||||
| Imobilizações em curso | ||||
| Adiantam. por conta de imobilizações corpóreas | ||||
| 112.458 | 100.783 | 11.675 | 18.662 | |
| Investimentos financeiros: | ||||
| Partes de capital em empresas do grupo | 510.996.391 | 510.996.391 | 405.211.409 | |
| Empréstimos a empresas do grupo | 23.311.069 | 23.311.069 | 361.176.011 | |
| Partes de capital em empresas associadas Empréstimos a empresas associadas |
159.615 | 159.615 | ||
| Títulos e outras aplicações financeiras | 206.789 | 206.789 | 17.922 | |
| Outros empréstimos concedidos | 446.742.240 | 446.742.240 | ||
| Imobilizações em curso | ||||
| Adiant. p/ conta investimentos financeiros | ||||
| 981.416.104 | 981.416.104 | 766.405.342 | ||
| CIRCULANTE | ||||
| Existências: | ||||
| Matérias primas, subsidiárias e de consumo | ||||
| Produtos e trabalhos em curso | ||||
| Subprodutos desperd.resíduos e refugos | ||||
| Produtos acabados e intermédios Mercadorias |
||||
| Adiantamentos p/ conta de compras | ||||
| Dívidas de terceiros - Médio e longo prazo: | ||||
| Clientes c/c | ||||
| Clientes - Títulos a receber Adiantam. a fornecedores |
||||
| Estado e outros entes públicos | ||||
| Outros devedores | 4.842.074 | 4.842.074 | 4.843.688 | |
| 4.842.074 | 4.842.074 | 4.843.688 | ||
| Dívidas de terceiros - Curto prazo: | ||||
| Clientesc/c | ||||
| Clientes - Títulos a receber | ||||
| Clientes de cobrança duvidosa Empresas do grupo |
75.387.504 | 75.387.504 | 201.435.663 | |
| Empresas participadas e participantes | ||||
| Outros accionistas | ||||
| Adiantam. a fornecedores | ||||
| Adiantam. a fornecedores de imobilizado | ||||
| Estado e outros entes públicos | 481.151 | 481.151 | 893.736 | |
| Outros devedores | 25.937.613 | 25.937.613 | 5.599.248 | |
| Subscritores de capital | ||||
| 101.806.268 | 101.806.268 | 207.928.647 | ||
| Títulos negociáveis: | ||||
| Obrigações em empresas associadas | ||||
| Outros títulos negociáveis Outras aplicações de tesouraria |
20.459.200 | 20.459.200 | 15.070.961 | |
| 20.459.200 | 20.459.200 | 15.070.961 | ||
| Depósitos bancários e caixa: Depósitos bancários |
2.784.320 | 2.784.320 | 51.991 | |
| Caixa | 112 | 112 | 421 | |
| 2.784.432 | 2.784.432 | 52.412 | ||
| ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | ||||
| Acréscimos de proveitos | 10.395.695 | 10.395.695 | 15.804.379 | |
| Custos diferidos | 537 | 537 | 177.666 | |
| 10.396.232 | 10.396.232 | 15.982.045 | ||
| Total de amortizações | 6.134.621 | |||
| Total de provisões | ||||
| Total do activo | 1.128.071.333 | 1.121.936.712 | 1.011.342.689 | |
O Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração
| Capital Próprio e Passivo | 03.06.30 | 02.06.30 |
|---|---|---|
| CAPITAL PRÓPRIO | ||
| Capital | 500.000.000 | 500.000.000 |
| Acções próprias - valor nominal Acções próprias - descontos e prémios |
||
| Acções próprias - acções remiveis | ||
| Prestações suplementares | ||
| Prémios de emissão de acções | 135.339.049 | 135.339.049 |
| Ajustamentos de partes de capital em filiais e associadas | ||
| Reservas de reavaliação | ||
| Reservas: Reservas legais |
3.297.117 | 3.297.117 |
| Reservas estatutárias | ||
| Reservas contratuais | ||
| Outras reservas | 50.818.831 | 50.818.832 |
| Resultados transitados | -5.188.172 | 1.947.030 |
| 684.266.825 | 691.402.028 | |
| Resultado líquido do exercício | 124.160.754 | 5.222.515 |
| Total dos capitais próprios | 808.427.579 | 696.624.543 |
| PASSIVO | ||
| Provisões para riscos e encargos: | ||
| Provisões para pensões | ||
| Provisões para impostos | ||
| Outras provisões para riscos e encargos | 2.035.000 | |
| 2.035.000 | ||
| Dívidas a terceiros - Médio e longo prazo: Empréstimos por obrigações: |
||
| Convertíveis | ||
| Não convertíveis | 21.029.170 | |
| Dívidas a instituições de crédito | ||
| Adiantamentos por conta de vendas | ||
| Fornecedores c/c | ||
| Fornecedores - Títulos a pagar | ||
| Fornecedores de imobilizado - Títulos a pagar Empresas do grupo |
214.053.790 | 225.185.723 |
| Empresas participadas e participantes | ||
| Outros accionistas (sócios) | ||
| Adiantamentos de clientes | ||
| Outros empréstimos obtidos | ||
| Fornecedores de imobilizado c/c | ||
| Estado e outros entes públicos Outros credores |
2.127.544 | |
| Subscritores de capital MLP | ||
| 214.053.790 | 248.342.437 | |
| Dívidas a terceiros - Curto prazo: | ||
| Empréstimos por obrigações: | ||
| Convertíveis | ||
| Não convertíveis | ||
| Dívidas a instituições de crédito Adiantamentos por conta de vendas |
14.947.188 | 5.006.196 |
| Fornecedores c/c | 6.121 | 5.066 |
| Fornecedores - Facturas em recepção e conferência | ||
| Fornecedores - Títulos a pagar | ||
| Fornecedores de imobilizado - Títulos a pagar | ||
| Empresas do grupo | 76.255.490 | 49.087.008 |
| Empresas participadas e participantes | ||
| Outros accionistas (sócios) Adiantamentos de clientes |
||
| Outros empréstimos obtidos | ||
| Fornecedores de imobilizado c/c | 4.240 | |
| Estado e outros entes públicos | 165 | 1.788.993 |
| Outros credores | 804.391 | 908.508 |
| 92.017.595 | 56.795.771 | |
| Acrescimos e diferimentos Acréscimos de custos |
7.437.748 | 7.537.534 |
| Proveitos diferidos | 7.404 | |
| 7.437.748 | 7.544.938 | |
| Total do passivo | 313.509.133 | 314.718.146 |
| Total do capital próprio e do passivo | 1.121.936.712 | 1.011.342.689 |
Sonae Indústria - SGPS, SA
Demonstração dos Resultados do 1º. Semestre de 2003
| Euros | ||||
|---|---|---|---|---|
| 03.06.30 | 02.06.30 | |||
| CUSTOS E PERDAS | ||||
| Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas: Mercadorias |
||||
| Matérias-Primas | ||||
| Fornecimentos e serviços externos | 142.389 | 469.321 | ||
| Custos com o pessoal: | ||||
| Remunerações Encargos sociais: |
||||
| Pensões | ||||
| Outros | ||||
| Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo | 208.295 | 599.193 | ||
| Provisões | 208.295 | 599.193 | ||
| Impostos | 54.260 | 12.750 | ||
| Outros custos operacionais | 600 | 54.860 | 1.562 | 14.312 |
| (A) | 405.544 | 1.082.826 | ||
| Amortizações e provisões de aplicações e investimentos financeiros | ||||
| Juros e custos similares: | ||||
| Relativos a empresas do grupo Outros |
7.370.562 280.120 |
7.650.682 | 7.232.144 923.767 |
8.155.911 |
| (C) Perdas relativas a empresas associadas |
8.056.226 | 9.238.737 | ||
| Custos e perdas extraordinárias | 377.224 | 3.487 | ||
| (E) | 8.433.450 | 9.242.224 | ||
| Imposto sobre o rendimento do exercício | 1.785.561 | |||
| (G) Resultado líquido do exercício |
8.433.450 124.160.754 |
11.027.785 5.222.515 |
||
| 132.594.204 | 16.250.300 | |||
| Proveitos e ganhos | ||||
| Vendas: | ||||
| Mercadorias Produtos |
||||
| Prestação de serviços | ||||
| Variação da produção | ||||
| Trabalhos para a própria empresa | ||||
| Proveitos suplementares Subsídios à exploração |
16.321 | |||
| Outros proveitos e ganhos operacionais | 16.321 | |||
| (B) | 16.321 | |||
| Ganhos de participações de capital: | ||||
| Relativos a empresas do grupo Relativos a outras empresas |
||||
| Rendimentos de títulos negociáveis e de outras aplicações financeiras: Relativos a empresas do grupo |
952.485 | 514.105 | ||
| Outros | ||||
| Outros juros e proveitos similares: | ||||
| Relativos a empresas do grupo | 11.449.348 | 14.845.741 | ||
| Outros (D) |
87.643 | 12.489.476 12.489.476 |
441 | 15.360.287 15.376.608 |
| Ganhos relativos a empresas associadas | ||||
| Proveitos e ganhos extraordinários (F) |
120.104.728 132.594.204 |
873.692 16.250.300 |
||
| Resumo: | ||||
| Resultados operacionais: (B) - (A) = | -405.544 | -1.066.505 | ||
| Resultados financeiros: [(D) - (B)] - [(C) - (A)] = | 4.838.794 | 7.204.376 | ||
| Resultados correntes: (D) - (C) = Resultados antes de impostos: (F) - (E) = |
4.433.250 124.160.754 |
6.137.871 7.008.076 |
||
| Resultado líquido do exercício: (F) - (G) = | 124.160.754 | 5.222.515 |
O Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração
SONAE INDÚSTRIA SGPS SA
ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS
EM 30 DE JUNHO DE 2003
(Valores expressos em Euros)
NOTA INTRODUTÓRIA
A informação constante deste anexo segue a estrutura e numeração propostas pelo Plano Oficial de Contabilidade, sendo apenas apresentadas as notas cuja informação é relevante para a leitura das demonstrações financeiras da Sonae Indústria, SGPS, SA.
1. DISPOSIÇÕES DO POC DERROGADAS NO EXERCÍCIO
No sentido de as demonstrações financeiras darem uma imagem verdadeira e apropriada, as disposições do POC derrogadas, assim como os seus efeitos, foram os seguintes:
Nas demonstrações financeiras não foi aplicado o método da equivalência patrimonial previsto pela Directriz Contabilística nº 9/92, por se considerar que, apresentando esta sociedade demonstrações financeiras consolidadas, a aplicação do referido método nas contas individuais continuaria a não traduzir uma imagem apropriada da composição do património e actividades desenvolvidas pelo conjunto da Sociedade com as suas filiais. Adicionalmente, a aplicação deste método, quando a Sociedade apresenta demonstrações financeiras consolidadas, não é obrigatório no normativo internacional.
3. CRITÉRIOS VALORIMÉTRICOS E POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS UTILIZADAS
As Demonstrações Financeiras foram elaboradas em conformidade com os princípios contabilísticos da continuidade das operações, da especialização dos exercícios e do custo histórico, e foram utilizados os seguintes critérios valorimétricos e políticas contabilísticas:
a) Activo imobilizado incorpóreo
O activo imobilizado incorpóreo é apresentado ao custo de aquisição e é amortizado pelo método das quotas constantes durante um período de 3 anos.
b) Activo imobilizado corpóreo
O imobilizado é registado ao custo de aquisição, sendo as amortizações calculadas segundo o método das quotas constantes, com aplicação das taxas mínimas da portaria nº. 737/81 e do decreto regulamentar nº. 2/90.
c) Investimentos financeiros
Os investimentos financeiros encontram-se registados ao custo de aquisição adicionado das despesas de compra ou, no caso dos empréstimos concedidos a empresas interligadas e de outros empréstimos concedidos, ao valor nominal. As perdas permanentes de valor estimadas na realização das participações financeiras e empréstimos, encontram-se registadas na rubrica provisão para investimentos financeiros (Nota 34).
Na venda de participações financeiras é respeitado o critério de relevação por lotes.
d) Títulos negociáveis
Os títulos negociáveis e outras aplicações de tesouraria são registados ao mais baixo do custo de aquisição, incluindo os gastos adicionais de compra mas excluindo eventuais parcelas de rendimentos correspondentes ao tempo decorrido, ou valor de mercado.
e) Dívidas de e a Terceiros
As operações em moeda estrangeira são registadas ao câmbio da data considerada para a operação.
À data do balanço as dívidas resultantes dessas operações (excepto as incluídas nas rubricas de investimentos financeiros), em relação às quais não exista fixação de câmbio, são actualizadas com base no câmbio dessa data, sendo as respectivas diferenças de câmbio, se negativas e/ou positivas de curto prazo, reconhecidas como resultados do exercício e, se positivas de médio e longo prazo, diferidas. Caso existam expectativas razoáveis de que o ganho é reversivel, o mesmo é transferido para resultados no exercício em que se realizam os pagamentos ou recebimentos, totais ou parciais, das dívidas com que estão relacionadas e pela parte correspondente a cada pagamento ou recebimento.
7. NÚMERO MÉDIO DE PESSOAS AO SERVIÇO DA SOCIEDADE
Durante o primeiro semestre de 2003 não existiram pessoas com vínculo laboral à Sociedade.
8. DESPESAS DE INSTALAÇÃO E DESPESAS DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
Não ocorreram variações significativas no saldo da rubrica de Depesas de Instalação durante o período.
10. MOVIMENTOS NAS RUBRICAS DO ACTIVO IMOBILIZADO
Os movimentos ocorridos durante o período, nas rubricas do activo imobilizado constantes do balanço e nas respectivas amortizações e provisões podem ser resumidos como segue:
| Activo Bruto | Euros | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Saldo | Transferências | Saldo | |||
| Rubricas | Inicial | Aumentos | Alienações | e Abates | Final |
| Imobilizações incorpóreas: | |||||
| Despesas de instalação | 6.384.321 | 22.349 | 243.033 | 6.649.703 | |
| Despesas Investigacao e Desenvolvimento | 90.928 | 90.928 | |||
| 6.475.249 | 22.349 | 243.033 | 6.740.631 | ||
| Imobilizações corporeas: | |||||
| Equipamento de transporte | 0 | ||||
| Equipamento administrativo | 111.953 | 505 | 112.458 | ||
| 111.953 | 505 | 112.458 | |||
| Investimentos financeiros: | |||||
| a) Partes de capital em empresas do grupo | 392.211.833 | 119.950.000 | 1.155.484 | -9.958 | 510.996.391 |
| Empréstimos a empresas do grupo | 67.010.013 | 0 | 43.700.032 | 1.088 | 23.311.069 |
| Partes de capital em empresas associadas | 159.615 | 0 | 159.615 | ||
| Empréstimos a empresas associadas | |||||
| Titulos e outras aplicações financeiras | 196.831 | 0 | 9.958 | 206.789 | |
| Outros empréstimos concedidos | 339.988.714 | 108.154.614 | 1.400.000 | -1.088 | 446.742.240 |
| 799.567.006 | 228.104.614 | 46.255.516 | 0 | 981.416.104 |
a) O aumento verificado na rubrica, respeita à subscrição e realização do aumento de capital na Socelpac, SGPS, S. A..
| Amortizações e Provisões | Euros | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Saldo | Transferências | Saldo | |||
| Rubricas | Inicial | Aumentos | Alienações | e Abates | Final |
| Imobilizações incorpóreas: | |||||
| a) Despesas de instalação | 5.964.899 | 203.141 | 220.330 | 6.388.370 | |
| Despesas Investigacao e Desenvolvimento | 83.898 | 2.230 | 86.128 | ||
| 6.048.797 | 205.371 | 220.330 | 6.474.498 | ||
| Imobilizações corporeas: Equipamento de transporte |
|||||
| Equipamento administrativo | 97.657 | 3.126 | 100.783 | ||
| 97.657 | 3.126 | 100.783 | |||
| Investimentos financeiros: | |||||
| Partes de capital em empresas do grupo | |||||
12. DIPLOMAS LEGAIS EM QUE SE BASEOU A REAVALIAÇÃO DE IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS
Em 30 de Junho de 2003 não existiam bens reavaliados no imobilizado da sociedade.
14. IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS E EM CURSO
As imobilizações corpóreas estão afectas à actividade da sociedade.
16. RELAÇÃO DAS EMPRESAS DO GRUPO E ASSOCIADAS
Em 30 de Junho de 2003, a Sociedade detinha as seguintes participações em empresas do grupo e associadas:
| Euros | |||
|---|---|---|---|
| Firma | % de | Capitais | Resultados |
| Participação | Próprios | exercício | |
| 30.06.2003 | 2003 | ||
| Ecociclo - Energia e Ambiente, S. A. | 100 | -264.164 | -12.347 b) |
| Euroresinas - Indústrias Químicas, S. A. | 100 | 4.521.987 | -306.552 |
| Maichave - Acessórios de Casa, S. A. | 100 | -401.443 | -106.309 |
| Maiequipa, Equipamentos, S. A. | 100 | 724.306 | 34.254 |
| Movelpartes - Comp. Para Ind. de Mobil. , S. A. | 100 | 4.228.553 | -204.400 |
| Poliface - Comp. Sist. pª Mobil. e Constr., S. A. | 100 | 4.096.964 | -175.436 |
| R. G. R. - Reciclagem e Gestão de Resíduos, S. A. | 100 | 160.946 | 61.736 |
| Resoflex - Mobil. e Equipam. de Gestão, S. A. | 100 | 401.905 | -456.017 |
| SIR - Sonae Indústria de Revestimentos, S. A. | 99,98 | 27.398.825 | 390.292 |
| Socelpac, SGPS, S. A. | 100 | 119.957.845 | -12.215 |
| Sonae - Serviços de Gestão, S. A. | 100 | 1.976.304 | 99.206 |
| Sonae Indústria - Consultadoria e Gestão, S. A. | 100 | -311.444 | -92.815 |
| Sonae Indústria Brasil, Lda | 100 | 187.209 | 2.765 b) |
| Sonae North America, Ltd | 100 | -603.096 | -601.502 a), b) |
| Sonae Tafibra - Gestão Comercial, S. A. | 100 | 1.490.183 | 161.839 |
| Sonaegest Soc. Gest. Fundos Imobiliários, S. A. | 20 | 1.423.329 | 107.132 a), b) |
| Tafisa - Tableros de Fibras, S. A. | 83,82 | -4.338.289 | -696.141 |
A empresa integra o perímetro de consolidação da Sonae, SGPS, S. A. com sede no lugar de Espido,
Via Norte, Maia.
a) Demonstrações financeiras do exercício de 2001, por indisponibilidade de informação referente ao primeiro semestre de 2003.
b) Sociedade não incluída no perímetro de consolidação social da Sonae Indústria, SGPS, SA, por imaterialidade.
27. OBRIGAÇÕES E OUTROS TÍTULOS SIMILARES EMITIDOS PELA SOCIEDADE
OBRIGAÇÕES SONAE INDÚSTRIA/98
Em Março de 2003, efectuou-se o pagamento de juros referentes ao 10º cupão, bem como se procedeu ao reembolso integral do empréstimo obrigacionista, no montante de 21 029 170 euros.
31. COMPROMISSOS FINANCEIROS NÃO EVIDENCIADOS NO BALANÇO
A Sonae Indústria, S. G. P. S., S. A. é solidariamente responsável com o seu principal accionista, Sonae S.G.P.S., S. A., pelo cumprimento das obrigações decorrentes de um contrato de financiamento junto do Banco Europeu de Investimentos, no montante de 50 000 000 euros, efectuado duarante o exercício de 2001;
Durante o exercício de 2002, a Sonae Indústria S. G. P. S., S. A., conjuntamente com o seu principal accionista, Sonae S. G. P. S., S. A. e com a sua filial Glunz AG, efectuaram um contrato de financiamento junto do Banco Europeu de Investimento, no montante de 119 000 000 euros, o qual estabelece que as três sociedades são solidariamente responsáveis pelo cumprimento das obrigações decorrentes do mesmo.
32. GARANTIAS PRESTADAS
Em 30 de Junho de 2003, a Sociedade tinha assumido responsabilidades por garantias prestadas, como segue:
| 1ª Repartição de finanças da Maia | 364.775 |
|---|---|
| Banco Europeu de Investimento | 169.000.000 |
Não foi criada qualquer provisão para fazer face a eventuais riscos relacionados com os diferendos de natureza fiscal para os quais foram prestadas garantias, por ser entendimento da Administração que da resolução dos referidos diferendos não resultarão quaisquer passivos para a Sociedade.
Euros
36. COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL
Em 30 de Junho de 2003 o capital social está representado por 100 000 000 de acções ordinárias ao portador e escriturais, com o valor nominal de 5 Euros.
37. PARTICIPAÇÃO NO CAPITAL SOCIAL SUPERIOR OU IGUAL A 20%, POR PESSOAS COLECTIVAS
As seguintes pessoas colectivas detêm mais de 20% do capital subscrito em 30 de Junho de 2003:
| % |
|---|
| 95,87 |
40. MOVIMENTOS OCORRIDOS NO EXERCÍCIO NAS RUBRICAS DE CAPITAIS PRÓPRIOS
| Euros | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas | Saldo | Saldo | |||
| Inicial | Aumentos | Diminuições | Transferências | Final | |
| Capital social | 500.000.000 | 500.000.000 | |||
| Acções Próprias: | |||||
| Valor nominal | |||||
| Desconto e prémios | |||||
| Prestações suplementares | |||||
| Prémios de emissão de acções | 135.339.049 | 135.339.049 | |||
| Ajustamento de partes de capital em | |||||
| empresas do grupo e associadas | |||||
| Reservas de reavaliação | |||||
| Reservas | |||||
| - Reservas legais | 3.297.117 | 3.297.117 | |||
| - Reservas estatutárias | |||||
| - Reservas contratuais | |||||
| - Outras reservas | 50.818.831 | 50.818.831 | |||
| Resultados Transitados | 1.947.029 | -7.135.201 | -5.188.172 | ||
| Resultado Líquido | -7.135.201 | 124.160.754 | 7.135.201 | 124.160.754 | |
| 684.266.825 | 124.160.754 | 808.427.579 |
Os movimentos ocorridos nas outras rubricas de capitais próprios durante o 1º. semestre de 2003 foram como segue:
45. DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS FINANCEIROS
| Euros | ||
|---|---|---|
| Custos e perdas | 03.06.30 | 02.06.30 |
| Juros suportados | 7.632.222 | 7.733.104 |
| Amortização de investimentos em imóveis | ||
| Provisões para aplicações financeiras | ||
| Diferenças de câmbio desfavoráveis | 415.253 | |
| Descontos de pronto pagamento concedidos | ||
| Perdas na alienação de aplicações de tesouraria | ||
| Outros custos e perdas financeiras | 18.460 | 7.555 |
| Resultados financeiros | 4.838.794 | 7.204.376 |
| 12.489.476 | 15.360.288 | |
| Proveitos e ganhos | 03.06.30 | 02.06.30 |
| Juros obtidos | 12.408.381 | 15.360.288 |
| Rendimentos de imóveis | ||
| Rendimentos de participações de capital | ||
| Diferenças de câmbio favoráveis | 81.095 | |
| Descontos de pronto pagamento obtidos | ||
| Ganhos na alienação de aplicações de tesouraria | ||
| Outros proveitos e ganhos financeiros | ||
| 12.489.476 | 15.360.288 |
46. DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS
| euros | ||
|---|---|---|
| Custos e perdas | 03.06.30 | 02.06.30 |
| Donativos | ||
| Dívidas incobráveis | ||
| Perdas em existências | ||
| Perdas em imobilizações | 377.021 | |
| Multas e penalidades | 100 | |
| Aumentos de amortizações e provisões | 203 | |
| Correcções relativas a exercícios anteriores | 3.387 | |
| Outros custos e perdas extraordinárias | ||
| Resultados extraordinários | 119.727.504 | 870.205 |
| 120.104.728 | 873.692 | |
| Proveitos e ganhos | 03.06.30 | 02.06.30 |
| Restituição de impostos | ||
| Recuperação de dívidas | ||
| Ganhos em existências | ||
| Ganhos em imobilizações | 119.822.756 | |
| Benefícios de penalidades contratuais | ||
| Reduções de amortizações e provisões | ||
| Reduções de amortizações | ||
| Correcções relativas a exercícios anteriores | 220.330 | 638.232 |
| Outros proveitos e ganhos extraordinários | 61.642 | 235.460 |
| 120.104.728 | 873.692 |
a) Inclui 119 725 000 euros de mais-valia referente à alienação da participação na Imocapital SGPS, SA a uma sociedade do grupo, que teve por base uma avaliação independente.
47. INFORMAÇÕES EXIGIDAS POR DIPLOMAS LEGAIS
Nº 4 do Artº 5º do Decreto-Lei nº 318/94
| Euros | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Créditos de empresas participantes | |||||
| Sociedade | Saldo | Saldo | |||
| Inicial | Aumentos | Diminuições | Transferências | Final | |
| Sonae SGPS, S. A. | 197.883.850 | 16.169.940 | 214.053.790 | ||
| Euros | |||||
| Créditos a empresas participadas | |||||
| Sociedade | Saldo | Saldo | |||
| Inicial | Aumentos | Diminuições | Transferências | Final | |
| Euroresinas, Indústrias Químicas, S. A. | 17.302.701 | 300.000 | 17.002.701 | ||
| Ecociclo - Energia e Ambiente, S. A. | 299.892 | 299.892 | |||
| Imocapital, SGPS, S. A. | 24.625.247 | 24.625.247 | |||
| Indústrias Florestais de Manica - Ifloma, S. A. R. L. | |||||
| Maichave - Consultadoria e Gestão, S. A. | |||||
| Maiequipa, Equipamentos, S. A. | 331.617 | 331.617 | |||
| Movelpartes - Comp. Pª Indústria de Mobiliário, S. A. | 3.691.918 | 440.000 | 3.251.918 | ||
| NAB - Sociedade Imobiliária, S. A. | 12.803.090 | 12.803.090 | |||
| Poliface North America, Inc | |||||
| Poliface, Comp. Sistemas pª Mobiliário Const., S. A. | 444.955 | 444.955 | |||
| Resoflex - Mobiliário e Equipamento de Gestão, S. A. | |||||
| Somit - Soc. de Madeiras Industrial. e Transf., S. A. | |||||
| Somit Imobiliária, S. A. | 1.880.500 | 1.400.000 | 480.500 | ||
| Sonae Indústria de Revestimentos, S. A. | 5.907.739 | 5.087.739 | 820.000 | ||
| Sonae North America, Ltd | 1.088 | 1.088 | |||
| Tafisa - Tableros de Fibras, S. A. | 1.603.838 | 1.603.838 | |||
| Taiber - Tableros Aglomerados Ibérios, S. L. | 338.106.142 | 108.155.614 | 446.261.756 | ||
| 406.998.727 | 108.155.614 | 45.101.031 | 470.053.310 |
48. OUTRAS INFORMAÇÕES
1) EMPRÉSTIMOS DE FINANCIAMENTO CONCEDIDOS E NÃO REMUNERADOS
Durante o primeiro semestre de 2003, os saldos de suprimentos concedidos e não remunerados existentes à data de 31.12.2002, passaram a ser remunerados na totalidade.
| Euros | ||
|---|---|---|
| 31.12.2002 | 30.06.2003 | |
| - Ecociclo - Energia e Ambiente, S. A. | 173.774 | 0 |
| - Imocapital, SGPS, S. A. | 24.625.247 | 0 |
| - Sonae North America, Ltd | 1.088 | 0 |
O Técnico Oficial de Contas O Conselho de Administração
MAGALHÃES, NEVES & ASSOCIADOS, SROC S.A.
Inscrição na OROC nº 95 Registo na CMVM nº 223 NIPC 502 558 610 Capital Social 50.000 euros Matriculada na CRC de Lisboa sob o nº 12.179
RELATÓRIO DE REVISÃO LIMITADA ELABORADO POR AUDITOR REGISTADO NA CMVM SOBRE INFORMAÇÃO SEMESTRAL PARA CONTAS INDIVIDUAIS
Introdução
-
- Para os efeitos do artigo 246.º do Código dos Valores Mobiliários, apresentamos o nosso Relatório de Revisão Limitada sobre a informação financeira do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2003, da Sonae Indústria, S.G.P.S., S.A., incluída: no Relatório de Gestão, no Balanço (que evidencia um total de 1.121.936.712 Euros e um total de capital próprio de 808.427.579 Euros, incluindo um resultado líquido de 124.160.754 Euros) e na Demonstração dos resultados do período de seis meses findo naquela data e no correspondente Anexo.
-
- As quantias das demonstrações financeiras, bem como as da informação financeira adicional, são as que constam dos registos contabilísticos da Empresa.
Responsabilidades
-
- É da responsabilidade do Conselho de Administração da Empresa: (i) a preparação da informação financeira histórica semestral de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobiliários; (ii) a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados; (iii) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado; e (iv) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados.
-
- A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos acima referidos, designadamente sobre se, para os aspectos materialmente relevantes, é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva, lícita e em conformidade com o exigido pelo Código dos Valores Mobiliários, competindo-nos emitir um relatório de segurança moderada, profissional e independente, sobre essa informação financeira, baseado no nosso trabalho.
Âmbito
-
- O trabalho a que procedemos teve como objectivo obter uma segurança moderada quanto a se a informação financeira anteriormente referida está isenta de distorções materialmente relevantes. O nosso trabalho foi efectuado com base nas Normas Técnicas e Directrizes de Revisão/Auditoria emitidas pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, foi planeado de acordo com aquele objectivo, e consistiu principalmente, em indagações e procedimentos analíticos destinados a rever: (i) a fiabilidade das asserções constantes da informação financeira; (ii) a adequação das políticas contabilísticas adoptadas, tendo em conta as circunstâncias e a consistência da sua aplicação; (iii) a aplicabilidade, ou não, do princípio da continuidade; (iv) a apresentação da informação financeira; e (v) se, para os aspectos materialmente relevantes, a informação financeira é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita em conformidade com o exigido pelo Código dos Valores Mobiliários.
-
- O nosso trabalho abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira constante do relatório de gestão com os restantes documentos anteriormente referidos.
-
- Entendemos que o trabalho efectuado proporciona uma base aceitável para a emissão do presente relatório de revisão limitada sobre a informação financeira semestral.
MAGALHÃES, NEVES & ASSOCIADOS, SROC S.A.
Reserva
- Conforme referido no anexo ao balanço e à demonstração dos resultados, as participações financeiras em empresas do grupo e associadas, encontram-se registadas ao custo de aquisição e não pelo método da equivalência patrimonial conforme requerido pela Directriz Contabilística nº 9. A Empresa irá preparar e apresentar em separado, demonstrações financeiras consolidadas em 30 de Junho de 2003. Embora na Nota 16 do anexo ao balanço e à demonstração dos resultados seja apresentada informação financeira das empresas do grupo e associadas, à data deste relatório, não foi quantificado o efeito nas demonstrações financeiras anexas que resultaria caso tivesse sido utilizado o método da equivalência patrimonial para registar os investimentos financeiros em empresas do grupo e associadas.
Parecer
- Com base no trabalho efectuado, o qual foi executado tendo em vista a obtenção de uma segurança moderada, excepto para os efeitos do assunto descrito no parágrafo 8 acima, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que a informação financeira do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2003 não esteja isenta de distorções materialmente relevantes que afectem a sua conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal e que, nos termos das definições incluídas nas directrizes mencionadas no parágrafo 5 acima, não seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
Porto, 31 de Julho de 2003
MAGALHÃES, NEVES & ASSOCIADOS, SROC, S.A. Representada por Jorge Manuel Araújo de Beja Neves