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Mota-Engil — Interim / Quarterly Report 2004
Sep 23, 2004
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Interim / Quarterly Report
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MOTA-ENGIL, S.G.P.S., S.A. RELATÓRIO E CONTAS CONSOLIDADAS - PRIMEIRO SEMESTRE DE 2004

RELATÓRIO CONSOLIDADO DE GESTÃO
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004

Proveitos Operacionais
554 ME
"Desenvolvendo a nossa actividade principal na área da construção, queremos consolidar-nos como o maior grupo português deste sector, com uma significativa taxa de diversificação para as áreas de serviços, logística, concessões de infra-estruturas de transportes e uma larga presença em mercados internacionais, tendo sempre como objectivo a rentabilidade do GRUPO e a criação de riqueza para o accionista."
| 2003 | 2004 | taxa decrescimentoanual | |
|---|---|---|---|
| Proveitos Operacionais | 447.957 | 554.249 | 23,73% |
| EBITDA | 52.523 | 55.467 | 5,60% |
| EBIT | 23.731 | 25.677 | 8,20% |
| NOPAT | 17.401 | 17.687 | 1,64% |
| R.Financeiros | -14.611 | -11.435 | -21,74% |
| R.Líquido | 5.635 | 7.863 | 39,53% |
MOTA-ENGIL, S.G.P.S., S.A.
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
Carteira de Encomendas
1.892 ME

"Numa conjuntura em profunda mutação assumimos uma atitude disponível para identificar as mudanças tentando que se transformem em oportunidades de crescimento sustentado para o GRUPO."
| 2001 | 2002 | 2003 | 2004 | |
|---|---|---|---|---|
| Construção Nacional | 1.280 | 1.323 | 1.679 | 1.380 |
| Construção Internacional | 197 | 229 | 178 | 283 |
| Serviços | 301 | 293 | 263 | 229 |
| Total | 1.778 | 1.845 | 2.120 | 1.892 |
valores em milhares de euros
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004

"Internamente, apostamos no desenvolvimento das capacidades dos nossos colaboradores num ambiente de permanente desafio ..."
"Criado "Prémio Mota-Engil Engenharia" no âmbito do acordo com a Faculdade de Engenharia da UP"
"Mota-Engil participa na Jobshop do Instituto Superior Técnico subordinada ao tema "A um passo do Futuro""
"Martifer patrocinou as conferências de marketing, direccionadas para o mercado ibérico realizadas na Universidade da Beira Interior"
"Mota-Engil presente no I Fórum Construção, uma parceria Diário Económico/ANEOP"
"Mota-Engil patrocinou debate sobre TGV na Faculdade de Engenharia da UP subordinado ao tema "Pontes ferroviárias em vias de alta velocidade""
"O Grupo Mota-Engil foi um dos patrocinadores do I Fórum África"
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
"A missão do GRUPO MOTA-ENGIL será sempre a total satisfação de clientes e accionistas, tendo como princípios básicos assegurar a máxima qualidade nas melhores condições de segurança com total respeito pelo ambiente..."
"Suma distinguida com 1º lugar do Prémio Nacional de Inovação Ambiental"


"Serurb empilhou 200 toneladas de resíduos na Praça de Matosinhos no âmbito de campanha de sensibilização para a separação de resíduos domésticos"
"Mota-Engil Engenharia distinguida por "Boas Práticas" pelo IDICT no âmbito do prémio "Prevenir Mais Viver Melhor no Trabalho""

"Centros Industriais do Grupo Mota-Engil com certificação ambiental (NP EN ISO 14001:1999)"
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
Exmos. Senhores Accionistas,
De acordo com a legislação em vigor apresentamos o Relatório Consolidado de Gestão, conjuntamente com as contas relativas ao primeiro semestre de 2004.
1. Enquadramento global
Durante os primeiros meses de 2004 a actividade da economia mundial foi afectada por factores contraditórios que apenas permitiram registar sinais tímidos de retoma nas principais economias do globo. O principal desses factores foi com certeza a tendência altista do preço do petróleo.
Em Portugal, confirmando as expectativas explicitadas no relatório consolidado de gestão referente ao exercício de 2003, os sinais de retoma mantiveram-se abaixo do requerido pela globalidade da economia e pelo sector de construção em particular. A manutenção da política de restrição orçamental e a indefinição quanto às medidas concretas nas áreas do ambiente e do investimento público (nomeadamente no que ao programa de parcerias público-privadas diz respeito) dificultou a verdadeira retoma, que se espera venha a ser concretizada essencialmente pela influência das exportações (cujo crescimento será por sua vez consequência da retoma nos nossos principais parceiros económicos).
1.1. Mercado interno
1.1.1. Enquadramento macro-económico
Segundo o Banco de Portugal (in Boletim Económico de Junho de 2004), a economia portuguesa deverá crescer em 2004 entre 0,75% e 1,75% (taxa de variação do PIB) face a uma redução de 1,2% em 2003.
No entanto, na mesma publicação, o Banco de Portugal mantem expectativas de redução do Consumo Público e de lenta retoma do investimento (taxa de variação da Formação Bruta de Capital Fixo entre -0,25% e 2,75% face a -9,5% em 2003).
1.1.2. Conjuntura no sector de construção
A retoma parece ainda mais difícil no sector de construção tal como se pode concluir pelos mais recentes dados divulgados pela ANEOP (in Síntese de Conjuntura do Mercado de Obras Públicas de Julho de 2004).
Assim, segundo esta fonte, apesar de ao nível dos indicadores de promoções e adjudicações se notarem crescimentos com algum significado, os indicadores de trabalhos reais, nomeadamente o Valor do Trabalhos Realizados (VTR´s), mantêm variações homólogas negativas. Também os indicadores de confiança espelham esta tendência (-41% em Junho face a -45% em Janeiro).
A difícil situação do sector poderá igualmente ser analisada pela evolução dos preços das matérias primas. Particularmente relevante e com impacto
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
negativo salienta-se a excepcional subida do preço do aço para construção, 70 % de Janeiro a Maio, e já no final do semestre a subida do preço do barril do petróleo, cujo reflexo no sector, e na economia em geral, não está ainda convenientemente assimilado.
A estrutura empresarial do sector encontra-se por isso extremamente fragilizada. Este contexto veio ainda mais afectado pela instabilidade pontual criada com a alteração do governo e consequente atraso na definição, que já tardava, das políticas referentes ao investimento público em infraestruturas e aos grandes projectos já anunciados (TGV, novo aeroporto de Lisboa, e parcerias público-privadas nas áreas do ambiente, saúde e infraestruturas entre outras).
1.2. Mercados externos
1.2.1. Enquadramento macro-económico
A Nova Europa: 15 + 10 = 25 !
Do ponto de vista do enquadramento dos mercados externos em que as empresas do GRUPO desenvolvem actividade, a maior atenção deve ser dada para a concretização do alargamento da UE aos países da Europa Central ocorrida durante o semestre em análise. E o GRUPO MOTA-ENGIL associou-se da melhor forma a este facto pelo alargamento da sua carteira de negócios com a adjudicação de importantes obras na Hungria e na Polónia.
1.2.2. Conjuntura nos principais mercados
Angola
Reflexo da estabilização social e política, a economia Angolana tem vindo a registar crescimentos acentuados (medidos pela taxa de variação do PIB que se estima ser superior a 13% em 2004). Esta evolução regista-se não só pela influência do sector petrolífero mas também pelos indíces de crescimento dos restantes sectores, nomeadamente pela influência directa do investimento estrangeiro.
Aguarda-se no entanto a definição de uma política de investimento público, bem como a concretização da anunciada política de incentivos fiscais e financeiros à actividade económica. Espera-se ainda a resolução definitiva do dossier da dívida às empresas portuguesas.
Europa central e de leste
As economias dos países da Europa Central e de Leste registaram, nos primeiros meses de 2004, crescimentos que demonstram uma retoma das respectivas economias face aos níveis mais moderados verificados em 2003.
Assim, a informação mais recente sobre a taxa de variação do PIB na Hungria (1º trimestre de 2004 de acordo com o Banco Nacional da Hungria) aponta para um valor aproximado de 4,2%, que se eleva para 11,2% quando analisada a evolução da produção do sector de construção.
Já na Polónia os dados disponíveis parecem indicar uma dificuldade superior no início da
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
retoma, embora a previsão para a taxa de crecimento anual do PIB se mantenha em 5%. Mantem-se no entanto a expectativa de forte crescimento no sector de construção (adiado nos últimos anos pelos atrasos na concretização do investimento público nos principais projectos de infraestruturas).
Na República Checa, a taxa de crescimento do PIB para o primeiro trimestre (3,1% de acordo com o Banco Central do país) revela que a retoma que se vinha registando nos últimos meses de 2003 se manterá em 2004, sendo que os dados sobre o sector de construção são ainda mais evidentes quanto ao crescimento potencial (produção global do sector com variação superior a 20% até Maio).
2. Projecto de implementação das Normas Internacionais de Relato Financeiro
Com o objectivo de preparar as empresas do GRUPO para a necessidade de adoptar as Normas Internacionais de Relato Financeiro, foi constituída em 2003 uma Equipa de Projecto de Implementação das Normas IFRS/IAS que estabeleceu um cronograma de trabalhos abrangendo as seguintes áreas:
-
Formação;
-
Diagnóstico;
-
Recolha de informação;
-
Auditoria;
-
Sistemas de informação;
-
Implementação.
As fases de formação, de diagnóstico e de recolha e tratamento da informação foram praticamente concluídas estando o processo final de auditoria e validação em curso.
De acordo com o trabalho desenvolvido pela equipa de projecto, os principais impactos nos indicadores de relato financeiro decorrerão da adopção de políticas contabilísticas para os activos do GRUPO permitindo uma clarificação e explicitação do seu valor real. Assim, a avaliação de activos como os imóveis para uso próprio, propriedades de investimento, investimentos financeiros e recursos naturais para exploração, terá um impacto positivo no Activo Consolidado e consequentemente nos Capitais Próprios do GRUPO. Em contrapartida estimam-se impactos negativos nas rubricas de acréscimos e diferimentos (incluindo impostos diferidos) e portanto também nos capitais próprios.
Globalmente, embora os trabalhos de avaliação externa de alguns dos activos ainda não estejam concluídos e validados, estima-se um impacto positivo nos capitais próprios do GRUPO.
As contas apresentadas em anexo a este Relatório de Gestão foram elaboradas de acordo com o normativo POC, mas em função do trabalho desenvolvido pela Equipa de Projecto, o GRUPO estará em condições de publicar as contas de 2005 de acordo com o novo normativo
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
e de prestar todas as informações obrigatórias nos terceiro e quarto trimestres de 2004.
3. Análise da actividade
3.1. Construção
MOTA-ENGIL ENGENHARIA
Apesar da conjuntura de mercado adversa, a área da construção, através da MOTA-ENGIL ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO, registou um comportamento positivo no mercado interno.
Nas quatro Concessões Rodoviárias em que estamos envolvidos, mantiveram-se as dificuldades que têm sido assinaladas às autoridades competentes nas matérias que a estas compete resolver, salientando-se no entanto a entrega no prazo previsto no segundo semestre de 2004 da Concessão da Costa da Prata, objectivo possível devido ao enorme esforço de mobilização implementado pelas construtoras envolvidas. Ainda no âmbito dos projectos das SCUT, é nossa convicção que as propostas que os consórcios liderados pela MOTA-ENGIL, apresentaram para as Concessões, Douro Litoral e Grande Lisboa nos dão a confiança de poderem vir a ser consideradas para o processo negocial previsto no concurso pelo IEP.
Para além do esforço referido no cumprimento dos prazos nas obras para as quatro concessionárias de auto-estradas, a actividade principal foi ainda complementada com volumes de produção significativos noutras obras de infraestruturas (nomeadamente aeroportuárias e ferroviárias) e na construção de edifícios. Adicionalmente também a produção dos centros autónomos (obras de reabilitação, fundações, geotecnia, pré-esforço e pedreiras) atingiu níveis de destaque (28,3 milhões de Euros).
Em termos consolidados registou-se um crescimento dos proveitos de cerca de 5% relativamente ao objectivo estabelecido para o período. Apesar da conjuntura e deste crescimento a MOTA-ENGIL ENGENHARIA mantem uma Carteira de Encomendas consistente para o próximo biénio, perspectivando-se a redução controlada do volume de negócios para 2005.
MARTIFER
Na área industrial a MARTIFER e suas participadas mantêm um crescimento contínuo. No período em análise destacam-se a criação da MARTIFER – ENERGIA, a qual construiu uma fábrica para a produção de torres eólicas, bem como a entrada em funcionamento da fábrica de estruturas metálicas na Polónia, através da MARTIFER – POLSKA.
Em termos consolidados, a MARTIFER registou um crescimento dos proveitos em 38% relativamente ao período homólogo do exercício anterior, dos quais destacamos o mercado Espanhol, o qual deverá representar em 2004 cerca de 15 M€..
A consolidação das actividades em Espanha e na Europa de Leste, bem como o fornecimento de equipamentos para a energia eólica, irão permitir
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um crescimento continuado das actividades desta área.
Associadas nacionais
No que diz respeito às associadas de construção nacionais, e apesar da conjuntura desfavorável já referida, nomeadamente na área das autarquias, onde parte dessas empresas têm o seu mercado principal, a actividade pode ser considerada globalmente satisfatória, naturalmente com comportamentos diferentes das várias empresas. Pela positiva, devemos citar a TRACEVIA, que tem desenvolvido o fornecimento do sistema telemático às SCUT da Costa de Prata e Beira Interior com pleno sucesso até à data; pela negativa, a MAPREL, com um desempenho bastante afastado do seu orçamento anual, resultado de um nível de actividade inferior ao previsto e à existência de custos adicionais decorrentes do aumento do preço do aço.
Associadas internacionais
Angola
A Sucursal de Angola atingiu, no primeiro semestre de 2004, um volume de Proveitos Operacionais superior a 17,9 milhões de Euros.
O Investimento realizado neste semestre atingiu 3,2 milhões de Euros, com o decurso das obras do Edíficio Habitacional de Cabinda, nomeadamente com a realização do Condomínio Social da MOTA-ENGIL ENGENHARIA, que estará concluído ainda este ano. Em 2004, foram ainda iniciados alguns grandes projectos, designadamente a obra das Torres Atlântico e as infraestruturas da Sociedade Mineira do Luó. Foi aberta uma frente de trabalho na área do Huambo com a obra do Edifício do BNA.
Presentemente, a Sucursal possui uma carteira de 122 milhões de Euros, sendo 25 milhões a executar no segundo semestre de 2004.
No que respeita às associadas que desenvolvem actividade neste país destaca-se a performance da PREFAL que em relação ao período homólogo do ano transacto obteve um aumento de 29 % na produção de produtos pré-fabricados e de 6 % no fornecimento de betão pronto. Na actividade comercial, as vendas líquidas totais aumentaram 34% comparativamente ao primeiro semestre de 2003.
A ICER encerrou o primeiro semestre de 2004 com um Volume de Negócios a atingir os 1,8 milhões de Euros e um Resultado Líquido de 376 mil Euros, representando um forte crescimento face aos menos de 60 mil Euros do período homólogo.
A PAVITERRA obteve no primeiro semestre de 2004 um Volume de Proveitos Operacionais superior a 7,1 milhões de Euros, com um resultado líquido de 110 mil Euros. O Investimento atingiu 2,5 milhões de Euros no decurso do semestre, na sequência da renovação do seu parque de máquinas.
Europa central e de leste
Na sequência da política traçada para a melhoria das vias de comunicação rodoviária e infraestruturas ambientais foram abertos diversos concursos públicos na Polónia, República Checa
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e Hungria. Entre outros realçam-se várias secções de auto-estradas, tratamento de águas residuais, abastecimentos de água e aterros sanitários Com efeito, foram adjudicas à MOTA-ENGIL no primeiro semestre de 2004 vários projectos de envergadura, nomeadamente três troços de auto-estradas na Polónia cujo valor de construção ultrapassa os 100 milhões de Euros e a construção da Circular de Debrecen, na Hungria, uma empreitada no valor de 88 milhões de Euros.
Na Polónia, a MOTA-ENGIL iniciou um processo de fusão das suas duas participadas da área da construção - a KPRD e a PBM - com o objectivo de criar a futura MOTA-ENGIL POLSKA, uma empresa que irá passar a actuar em todos os segmentos da construção, e não só na área de construção de estradas e pontes, como tem ocorrido até agora. O processo deverá estar concluído no final do ano.
Refira-se ainda que a KPRD atingiu nos primeiros seis meses do ano um volume de trabalhos da ordem dos 9,1 milhões de Euros e que a PBM LUBARTÓW registou neste período um Volume de Negócios e Resultados Líquidos bastante superiores aos esperados respectivamente de 7,1 milhões de Euros e de 54 mil Euros.
Com a adjudicação dos projectos referidos a Carteira de Encomendas ascende a cerca de 150 milhões de Euros, prevendo-se aumentar a facturação para 100 milhões de Euros em 2005.
Na República Checa, o total de proveitos da SEFIMOTA, A.S. no 1º semestre de 2004 foi de 10,7 milhões de Euros e o Resultado Liquído de 100 mil Euros, reflectindo um crescimento relativamente ao ano passado de 0,3 % a nível dos proveitos e de 55,6% a nível dos resultados. A Carteira de Encomendas ascendia no final do semestre a 25,5 milhões de Euros.
Ainda na República Checa destaque ainda para a M-INVEST,SRO que teve no primeiro semestre um Resultado Líquido de 318,9 mil Euros, contra 163,5 mil Euros em idêntico período no ano passado.
No final deste primeiro semestre iniciou-se a construção do maior projecto até agora desenvolvido pela M-INVEST, o Empreendimento Bohdalec constituído por 244 fogos. Nos primeiros dois meses de construção foram já vendidos 50 apartamentos.
Referência ainda ao facto de a SEFIMOTA, ter iniciado os estudos de mercado com o objectivo de entrar no mercado da Eslováquia, tendo concluído a primeira fase do processo com a constituição da MOTA-ENGIL ESLOVÁQUIA (detida em 80% pela própria SEFIMOTA, sendo os restantes 20% de um sócio local). Já com escritórios em Bratislava, espera-se ainda até ao final do corrente ano o início da actividade da nova empresa, através da angariação de um primeiro contrato.
Na Hungria, a MOTA-HUNGARIA atingiu um Volume de Negócios no primeiro semestre de 8,1 milhões de Euros (correspondentes a execução da carteira de obras conseguida no final do ano transacto) com Resultado negativo de 478 mil
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Euros. Este resultado reflecte o facto de o início das obras ter coincidido com o início do ano e somente agora se estar a atingir o ritmo normal de progresso. Adicionalmente a nova obra no valor de 88 milhões de Euros só foi consignada em Julho. Dentro desta realidade é de esperar que no decurso do segundo semestre se retomem os valores orçamentados.
Outros mercados
A associada MK CONTRACTORS LLC, com sede em Miami e detida em 50,5% pelo GRUPO MOTA-ENGIL atingiu um Volume de Negócios de cerca de 11,5 milhões de Euros. De salientar, a adjudicação em 2004 dos Condomínios habitacionais Grove Garden e ONYX – no valor respectivamente de 9,7 e 18,7 milhões de Euros.
A TRANSLEI, associada com sede em Lima (Perú), apresentou em Junho de 2004 um Volume de Negócios de 8,6 milhões de Euros e um Resultado Líquido negativo em 395 mil Euros. Em 2004 foram adjudicadas obras no valor de cerca de 5 milhões de Euros, destacando-se a barragem de Carachugo no valor de 1 milhão de Euros cujo cliente é Mineira Yanacocha. A TRANSLEI realizou para este cliente diversos trabalhos (obras, trabalhos por administração directa e aluguer de equipamentos) na província de Cajamarca, no Norte do Perú. A Mineira de Yanacocha é a maior produtora de ouro da América Latina e a terceira à escala mundial.
A associada moçambicana EMOCIL atingiu nos primeiros seis meses de 2004 um Volume de Negócios de 1,1 milhões de Euros e resultado líquido negativo de 130 mil Euros. Está em curso e com conclusão prevista para finais de 2004 o Condomínio Ponta Vermelha.
No Benin, a execução do projecto de reabilitação e reforço do pavimento no Lote nº2 Dassa-Savé-Parakou-Beroubouay, decorreu durante os primeiros meses de 2004 a um ritmo a todos os títulos excepcional. Neste período, o volume de trabalhos efectuado atingiu os 11 milhões de Euros. O sucesso atingido neste projecto vem reforçar as competências de MOTA-ENGIL na execução de trabalhos em condições de dificuldade extrema. Os últimos trabalhos deverão estar concluídos até ao final de 2004.
A totalidade da área de negócio de construção, registou, durante os primeiros seis meses do ano, uma contribuição para o total de Proveitos Operacionais do GRUPO de 519,6 milhões de Euros que permitiram alcançar contribuições para o EBITDA de 52,2 milhões de Euros e para o EBIT de 26,7 milhões de Euros.
3.2. Ambiente e serviços
A actividade desenvolvida pela MOTA-ENGIL AMBIENTE E SERVIÇOS (MEAS) e suas participadas nesta área de negócios do GRUPO durante o período em apreciação caracterizou-se pela manutenção de uma continuada expectativa no que concerne ao Ambiente tendo-se assistido à publicação de uma resolução do Conselho de Ministros traçando algumas directivas quanto ao futuro da participação das empresas privadas nos
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domínios da água, saneamento e resíduos sólidos. Contudo, face às duas mudanças no titular da pasta do Ambiente, aguarda-se uma clarificação dessa resolução.
Àgua e saneamento
Apesar dessas contrariedades, foi possível desenvolver algumas iniciativas nos domínios das Concessões de Água e Saneamento mediante a participação da INDÁQUA em dois importantes concursos de Concessão Municipal.
Resíduos sólidos
No domínio dos resíduos sólidos continuamos a encontrar os maiores obstáculos ao desenvolvimento desta área de negócio onde as empresas privadas foram convidadas a investir apresentando candidaturas à obtenção de licenças para construção e exploração de aterros de resíduos industriais banais.
Infelizmente, a construção de aterros licenciados no início de 2002 continua a sofrer situações de continuado bloqueio administrativo encetado pelas Câmaras de Figueira da Foz e do Seixal a quem competiria estar na linha da frente na luta por um ambiente melhor. Esperamos, convictamente que a nova equipa da Ministério do Ambiente assuma no terreno a politica ambiental traçada pelo Governo em exercício de funções.
No domínio de actividade de recolha e limpeza de resíduos sólidos urbanos as empresas que desenvolvem essas actividades estão a sofrer uma profunda e continuada erosão da sua capacidade financeira por força de situações de incumprimento contratual por parte dos Municípios.
Outras concessões de serviços públicos
No domínio das Concessões de serviço público continuamos as negociações com a Administração do Porto de Setúbal e obtivemos a carta de intenção de adjudicação dos 2 contratos de concessão do Terminal Multiusos do Porto de Setúbal tendo, entretanto, sido assinados esses contratos a favor das sociedades constituídas para o efeito, a SADOPORT-TERMINAL MARÍTIMO DO SADO, S.A. e TERSADO - TERMINAIS PORTUÁRIOS DO SADO, S.A. nas quais o GRUPO detém participações de 25%.
Em associação com Clece (Grupo ACS/Dragados) e Ibéria participamos no processo de privatização de 50,1% da empresa SPdH, Sociedade Portuguesa de Handling, detida pela TAP e Portugália. Infelizmente, razões de opção estratégica do vendedor acabaram por determinar outro vencedor.
No âmbito de uma parceria publico-privada o GRUPO participou, durante este período, no 1.º concurso público de Hospitais PPP – o Hospital de Loures. O Contrato de Gestão tem por objecto a realização de prestações de cuidados de saúde, (promotoras, preventivas ou terapêuticas) no âmbito do Serviços Nacional de Saúde no Hospital de Loures, bem como a gestão do Edifício Hospitalar, ou seja, a sua concepção, projecto, construção, financiamento, conservação e manutenção.
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Outros serviços
A MANVIA, empresa do GRUPO dedicada à manutenção industrial, vem-se debatendo com algumas dificuldades na angariação de novos contratos de prestação de serviços de manutenção, situação em parte justificada pelo clima de recessão vigente onde os investimentos na manutenção são objecto redução.
A VIBEIRAS, entretanto, vem desenvolvendo a actividade de construção e manutenção de infraestruturas de jardins, relvados em campos de futebol com assinalável sucesso.
A nossa participada SOL-S E SOL-SUNI, TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO, SA, vem seguindo ao longo de semestre o programa de reajustamento de recursos iniciado em 2003 apresentando resultados em linha com as previsões.
A ENVIROIL, enquanto unidade recicladora de óleos usados, continua a adquirir o óleo usado, que é na realidade um resíduo, a preços de combustível, penalizando fortemente a sua viabilidade. Acompanhamos activamente a criação do novo Sistema Integrado de Gestão dos Óleos Usados, que estamos certos, irá contribuir decisivamente para alteração da situação.
No âmbito do desenvolvimento de negócios inovadores a MEAS possui uma participação de 35% na JARDIMAIA,LDA., sociedade constituída no final de 2003 e destinada ao comércio de flores, plantas e outros artigos de jardinagem bem como ao comércio de animais de estimação. Esta sociedade é detentora da marca francesa "Jardiland" e irá operar com essa designação. O investimento a realizar pela JARDIMAIA no primeiro centro em Portugal situa-se no Concelho da Maia e corresponde a um total de cerca de 5 milhões de Euros. Espera-se a abertura ao público durante o ultimo trimestre deste exercício.
Em termos de resultados globais, a MOTA-ENGIL AMBIENTE E SERVIÇOS, S.G.P.S., sub-holding para a área de ambiente e serviços, e as suas participadas, contribuiram para o total de Proveitos Operacionais do GRUPO com cerca de 31,9 milhões de Euros, enquanto as contribuições para o EBITDA e o EBIT ascenderam a 8,8 e a 5,2 milhões de Euros, respectivamente.
3.3. Imobiliário e turismo
Imobiliário
Tendo-se verificado a manutenção da crise do sector durante o período de análise, sem qualquer sinal que possa evidenciar uma retoma sustentada, a actividade das empresas que operam neste sector foi assim fortemente afectada.
Acresce ainda a esta conjuntura o atraso no licenciamento de empreendimentos, essencialmente localizados na cidade do Porto, cujo desenvolvimento poderia ter equilibrado a actividade desta área de negócio.
Assim, foi adoptada a política seguida no exercício precedente, quanto à alocação de
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recursos, concentrando-os preferencialmente no desenvolvimento e valorização dos projectos imobiliários em carteira.
Turismo
Neste sector, não obstante ter-se mantido o efeito negativo provocado pela conjuntura económica, nacional e internacional, foi possível assegurar desempenhos equivalentes aos verificados no ano anterior.
Esperamos que os investimentos efectuados nos dois últimos anos, designadamente em beneficiações e acções promocionais, comecem a produzir os seus efeitos a curto prazo.
Globalmente, a perfomance desta área de negócio pode-se resumir referindo uma contribuição para o total de Proveitos Operacionais do GRUPO de aproximadamente 2,3 milhões de Euros, nível que ficou abaixo do orçado e que não permitiu ir além de uma contribuição negativa de 365 mil Euros para os Resultados Operacionais Consolidados.
3.4. Concessões de transportes
Portugal
Concessões existentes
Durante o 1º semestre de 2004, decorreram a bom ritmo os trabalhos de construção nas quatro concessões rodoviárias em que o GRUPO participa. Merece especial destaque a Costa de Prata, em que os grandes esforços desenvolvidos devem permitir que cerca de 55 km de autoestrada sejam abertos ao tráfego ao longo do 2º semestre de 2004.
Prosseguem as negociações com o Estado relativas ao reequilíbrio financeiro das Concessões Norte e Costa de Prata. Estes procedimentos, solicitados pelas Concessionárias, visam repor a situação em que estas estariam se não tivessem ocorrido sucessivos atrasos imputáveis ao Concedente que condicionaram o normal desenvolvimento dos trabalhos em períodos anteriores.
Novas concessões
Os Consórcios LusoLisboa e LusoPorto, liderados pela MOTA-ENGIL, apresentaram propostas aos dois concursos para atribuição das concessões rodoviárias com portagem real lançados pelo Governo Português durante o 1º semestre de 2004 - Grande Lisboa e Douro Litoral.
Internacional
Grécia
Na Grécia o Consórcio Odopoesis, liderado pelo GRUPO MOTA-ENGIL, em conjunto com o Grupo Acciona (Espanha), e composto ainda pelo Banco Espírito Santo e pelos construtores locais Michaniki e Themeliodomi, prosseguiu com os trabalhos de preparação da proposta para a concessão do projecto Maliakos-Kleidi, cuja data de entrega tem sido sucessivamente adiada pelo Estado Grego em decorrência da grande concentração de esforços das autoridades responsáveis por transportes e infra-estruturas
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daquele país na finalização dos preparativos para os Jogos Olímpicos de Atenas.
Pelas mesmas razões, foi adiado o lançamento dos concursos internacional para a atribuição da concessão dos projectos Corinto-Tripoli-Kalamata/Lefktron-Sparti e Atenas (Elefsina)- Corinth-Patra, para os quais o Consórcio Odopoesis está pré-qualificado.
República da Irlanda
Na sequência da fase de negociações com o Concedente e da apresentação da proposta final ("BAFO" ou "Best And Final Offer") para o concurso internacional para a concessão do projecto N8 Rathcormac to Fermoy Bypass, o consórcio Togher Toll, liderado pelo GRUPO MOTA-ENGIL, em conjunto com o grupo Acciona (Espanha) e a Mowlem (Inglaterra), e composto ainda pelo Banco Espírito Santo e pelos construtores locais Coffey e Priority, foi preterido pelas autoridades irlandesas, tendo o consórcio anglo-alemão com o qual concorreu directamente na fase derradeira do concurso internacional sido declarado adjudicatário do projecto.
Conforme o planeamento do Governo Irlandês, novos concursos para concessões de autoestradas serão lançados no segundo semestre de 2004 e início de 2005. O GRUPO está a prepararse para concorrer aos novos projectos anunciados, em que o conhecimento do mercado e a experiência entretanto adquiridos deverão representar grande valia.
O desenvolvimento das actividades concessionadas é uma actividade estratégica e de longo prazo que impõe, no imediato, significativos investimentos. Assim, o GRUPO MOTA-ENGIL investiu nas concessões de que a MOTA-ENGIL CONCESSÕES DE TRANSPORTES, SGPS, SA, é accionista ao longo do 1º semestre de 2004 cerca de 12 milhões de Euros, perfazendo um total de 46 milhões de Euros já investidos nas sociedades concessionárias participadas.
4. Análise das contas consolidadas
Não tendo sido significativas as variações de perímetro, face ao primeiro semestre de 2003, a performance do GRUPO MOTA-ENGIL é aqui analisada, por comparação com esse período, e atendendo ao enquadramento e à análise da actividade em cada área, feita nos capítulos precedentes.
Os Proveitos Operacionais Consolidados da MOTA-ENGIL, SGPS, SA nos primeiros seis meses de 2004 ascenderam a 554.248.818 Euros, o que, face aos 447.956.558 Euros de 2002, representa um crescimento de 23,7%.
Também ao nível dos Resultados Operacionais, verificou-se um aumento 8,2% (de 23.730.675 Euros para 25.677.145 Euros). Este valor traduz, portanto, uma margem EBIT de 4,6% sobre os Proveitos Operacionais.
O Cash-Flow Operacional foi de 55.467.643 Euros, mais 2.944.367 Euros do que no primeiro semestre de 2003, tendo a margem EBITDA
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
sobre os Proveitos Operacionais atingido 10% em 2004.
Os Resultados Financeiros, atingiram o valor negativo de 11.434.959 Euros, até Junho de 2004, menos 3.175.891 milhões de Euros do que no período homólogo do ano anterior.
Em função desta evolução das performances operacional e financeira, o Resultado Líquido Consolidado do primeiro semestre de 2004 foi de 7.863.169 Euros, em alta face aos 5.635.392 Euros registados em 2003.
A performance económica descrita conduziu a um Gearing Líquido (Endividamento Líquido/Capital Próprio + Endividamento Líquido) de 66,7%.
O GRUPO investiu, em termos consolidados, 33 milhões de Euros, dos quais 19,6 milhões de Euros em imobilizado técnico e 13,4 milhões de Euros em imobilizado financeiro (dos quais, como se referiu acima, cerca de 12 milhões para financiar as Concessões Rodoviárias).
Em Junho de 2004 o GRUPO MOTA-ENGIL dispunha de uma Carteira de Encomendas de 1,9 mil milhões de Euros, dos quais mais de 700 milhões de Euros para realizar ainda em 2004.
5. Informações obrigatórias
Durante o primeiro semestre do ano a sociedade comunicou em 5 de Janeiro a conclusão do processo de reorganização do GRUPO, em 29 de Janeiro informou a extinção do acordo para a promoção conjunta de grandes projectos nacionais com os grupos TD e Somague e registou a adjudicação de várias obras na Europa Central na "semana do alargamento Europeu" em comunicado de 12 de Maio.
A Assembleia Geral de Accionistas reuniu em 30 de Março tendo aprovado os Relatórios e Contas referentes ao período findo em 31 de Dezembro de 2003.
Na mesma Assembleia Geral foi aprovada a proposta de distribuição de resultados que contemplava um dividendo de 5,5 cêntimos por acção, que foi entretanto pago durante o mês de Abril.
De acordo com o disposto nos artigos 447º e 448º do Código das Sociedades Comerciais são os seguintes os números de valores mobiliários emitidos pela MOTA-ENGIL, SGPS, SA e por sociedades com as quais esta se encontra em relação de domínio ou de grupo, detidos no período de 1 de Janeiro de 2004 a 30 de Junho de 2004, por titulares de orgãos sociais:
(Nota: O capital da MOTA-ENGIL, SGPS, SA ascende a 204.635.695 Euros, estando representado por 204.635.695 acções ao portador com o valor nominal de 1 Euro cada.
O capital da MOTA-ENGIL, SGPS, SA é detido em 33,55% pela MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, em 19,37% pela VALLIS, SGPS, SA e 19,37% pela ALGOSI-GESTÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, SGPS, SA.
A MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA detêm 51% DA VALLIS, SGPS, SA e 51% da
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
ALGOSI-GESTÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, SGPS, SA.
O capital da MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA é detido em 70% pela SOMOTA, SGPS, SA.
O capital da SOMOTA, SGPS, SA é detido em 58,84% pela FM-SOCIEDADE DE CONTROLO, SGPS, SA.)
matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto sob o nº 3.586/950920, pessoa colectiva nº 503.488.860 era detida em 30 de Junho de 2004 pelos Administradores da MOTA-ENGIL, SGPS, SA, Engº António Manuel Queirós Vasconcelos da Mota, Drª Maria Manuela Queirós Vasconcelos Mota, Drª Maria Teresa Queirós Vasconcelos Mota e Engª Maria Paula Queirós Vasconcelos Mota respectivamente nas
| Detendo em 2004.06.30 acções de | ||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| MOTA-ENGIL,SGPS, SA | ALGOSI, SGPS, SAVALLIS, SGPS, SAMGP, SGPS, SA | SOMOTA, SGPS, SA | FM, SGPS, SA | |||||||||||||
| Qt.Inicial | Movimento | Qt.Final | % | Qt. | % | Qt. | % | Qt. | % | Qt.I | Mov. | Qt.F | % | Qt. | % | |
| ANTÓNIO MANUEL QUEIRÓS VASCONCELOS DA MOTA(ENG.), CÔNJUGE | 2.585.780 | 0 | 2.585.780 | 1,3 | 1.666 16,7 | 3.332 16,7 | 330.000 | 5,5 | 45.534 | 0 | 45.534 | 4,6 | 19.110 | 38,2 | ||
| MARIA MANUELA QUEIRÓS VASCONCELOS MOTA (DRª) ECÔNJUGE | 2.025.005 | 0 | 2.025.005 | 1,0 | 1.078 10,8 | 2.156 10,8 | 240.000 | 4,0 | 35.424 | 0 | 35.424 | 3,5 | 10.290 | 20,6 | ||
| MARIA TERESA QUEIRÓS VASCONCELOS MOTA (DRª) ECÔNJUGE | 2.100.000 | 0 | 2.100.000 | 1,0 | 1.078 10,8 | 2.156 10,8 | 240.000 | 4,0 | 35.424 | 0 | 35.424 | 3,5 | 10.290 | 20,6 | ||
| MARIA PAULA QUEIRÓS VASCONCELOS MOTA (ENGª) ECÔNJUGE | 2.276.215 | 0 | 2.276.215 | 1,1 | 1.078 10,8 | 2.156 10,8 | 240.000 | 4,0 | 35.424 | 0 | 35.424 | 3,5 | 10.290 | 20,6 | ||
| ANTÓNIO JORGE CAMPOS ALMEIDA (ENGº) E CÔNJUGE | 258.475 | 0 | 258.475 | 0,1 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 |
| ARNALDO JOSÉ NUNES DA COSTA FIGUEIREDO (ENGº) ECÔNJUGE | 91.410 | 0 | 91.410 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 18 | 0 | 18 | 0,0 | 0 | 0,0 |
| MANUEL MARIA COELHO DE SOUSA RIBEIRO (ENGº) ECÔNJUGE | 89.130 | 0 | 89.130 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 |
| CARLOS MANUEL MARQUES MARTINS (ENGº) E CÔNJUGE | 24.230 | 0 | 24.230 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 |
| ISMAEL ANTUNES HERNANDEZ GASPAR (ENGº) ECÔNJUGE | 49.110 | 0 | 49.110 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 |
| MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA | 68.617.423 | 40.190 68.657.613 33,6 | 5.100 51,0 | 10.200 51,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | ||||
| ALGOSI - GESTÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, SGPS,SA | 39.635.345 | 0 39.635.345 19,4 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | ||
| VALLIS - SGPS, SA | 39.635.305 | 0 39.635.305 19,4 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | ||
| SOMOTA, SGPS, SA | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 4.200.000 | 70,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | |
| FM, SGPS, SA | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 588.249 | 112 | 588.361 | 58,8 | 0 | 0,0 |
Os restantes membros dos Orgãos Sociais não são titulares dos valores mobiliários em causa.
De acordo com o disposto na alínea e do número 1 do artigo 6º do regulamento 24/2000 da CMVM é a seguinte a lista dos titulares de participações qualificadas, com indicação do número de acções detidas e percentagem de direitos de voto correspondentes, calculada nos termos do artigo 20º do Código dos Valores Mobiliários, em 30 de Junho de 2004.
-
A F.M. - SOCIEDADE DE CONTROLO, SGPS, SA, com sede na Rua do Rego Lameiro, nº 38, no Porto, com o capital social de Euros 250.000,00, percentagens de, para o primeiro de 38,2% e 20, 6% para cada uma das três restantes, no total de 99,96%.
-
Os quatro acima referidos Administradores da MOTA-ENGIL, SGPS, SA, Engº António Manuel Queirós Vasconcelos da Mota, Drª Maria Manuela Queirós Vasconcelos Mota, Drª Maria Teresa Queirós Vasconcelos Mota e Engª Maria Paula Queirós Vasconcelos Mota detinham em 30 de Junho de 2004 no capital da sociedade SOMOTA, SGPS, SA, Sociedade Aberta, com sede
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
na Casa da Calçada, Amarante, com o capital social de Euros 5.000.000,00 matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Amarante sob o nº 969/960424, pessoa colectiva nº 503.634.514 respectivamente nas percentagens de, para o primeiro de 4,6% e 3,5% para cada uma das três restantes, enquanto que a F.M. - Sociedade de Controlo, SGPS, SA , S.A. detinha 58,84% do mesmo capital pelo que a SOMOTA é detida no total de 74,03%.
-
- A MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, com sede na Rua do Rego Lameiro, nº 38, no Porto, com o capital social de Euros 30.000.000,00, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto sob o nº 50.875/931115, pessoa colectiva nº 503.101.524 era detida em 30 de Junho de 2004 pelos Administradores da MOTA-ENGIL, SGPS, SA, Engº António Manuel Queirós Vasconcelos da Mota, Drª Maria Manuela Queirós Vasconcelos Mota, Drª Maria Teresa Queirós Vasconcelos Mota e Engª Maria Paula Queirós Vasconcelos Mota respectivamente nas percentagens de, para o primeiro de 5,5% e 4,0% para cada uma das três restantes, enquanto que a SOMOTA a detém na percentagem de 70,0% pelo que a MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES é detida em 87,50% pelos referidos.
-
- A MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, com sede na Rua do Rego Lameiro, Nº 38, no Porto, com o capital social de Euros 30.000.000,00, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto sob o nº 50.875/931115, pessoa colectiva nº 503 101 524,
detinha em 30 de Junho de 2004, no capital da MOTA-ENGIL, SGPS, S.A.:
- i) directamente, 68.657.613 acções escriturais, ordinárias, ao portador, com o valor nominal de 1 euro cada, correspondentes a 33,55% do capital, e a que correspondem 35,10% dos direitos de voto;
- ii) indirectamente, através da VALLIS, SGPS, SA, com sede na Rua do Rêgo Lameiro, Nº 38, no Porto, com o capital social de euros 100.000,00, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto sob o nº 9.667/980322, pessoa colectiva nº 504 125 257, sociedade detida em 51% pela MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, 39.635.305 acções escriturais, ordinárias, ao portador, com o valor nominal de 1 euro cada, correspondentes a 19,37% do capital, e a que correspondem 20,26% dos direitos de voto;
- iii) indirectamente, através da ALGOSI GESTÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, SGPS, SA, com sede na Rua do Rêgo Lameiro, Nº38, no Porto, com o capital social de euros 50.000,00 matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto sob o nº 6.655/980522, pessoa colectiva n º 504 170 945, sociedade detida em 51% pela MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, 39.635.345 acções escriturais, ordinárias, ao portador, com o valor nominal de 1 euro cada, correspondentes a 19,37% do capital, e a que correspondem 20,26% dos direitos de voto.
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
- Os membros do Conselho de Administração e do Órgão de Fiscalização da MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA detinham em 30 de Junho de 2004, individualmente, no capital da MOTA-ENGIL, SGPS, S.A., acções escriturais, ordinárias ao portador com o valor nominal de 1 euro cada, cuja totalidade era de 9.089.795, correspondentes a 4,44% do capital, e a que correspondem 4,65% dos direitos de voto, não tendo porém, nenhum membro dos referidos órgãos sociais da MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, individualmente, um número de acções da MOTA-ENGIL, SGPS, SA representativas de 2% ou mais do capital.
Os direitos de voto, mencionados nas alíneas ii) e iii) do n.º 4 e no n.º 5 supra, são imputáveis à MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, nos termos do disposto do artigo 20º do Código dos Valores Mobiliários.
-
- Maria Amália Guedes Queirós Vasconcelos Mota detinha em 30 de Junho de 2004, no capital da MOTA-ENGIL, SGPS, SA, 6.547.345 acções escriturais, ordinárias, ao portador, com o valor nominal de 1 euro cada, correspondentes a 3,20% do capital, e a 3,35% dos direitos de voto.
-
- A Caixagest Gestão de Fundos, SA detinha em 30 de Junho de 2004, no capital da MOTA-ENGIL, SGPS, SA, 4.930.126 acções escriturais, ordinárias, ao portador, com o valor nominal de 1 euro cada, correspondentes a 2,41% do capital e a 2,52% do direitos de voto.
-
- A CGD Pensões Sociedade Gestora de Fundos, SA detinha em 30 de Junho de 2004, no
capital da MOTA-ENGIL, SGPS, SA, 12.739.416 acções escriturais, ordinárias, ao portador, com o valor nominal de 1 euro cada, correspondentes a 6,23% do capital e a 6,51% do direitos de voto.
6. Previsões
Analisada a performance das empresas do GRUPO nos capítulos precedentes podemos concluir que as previsões efectuadas no Relatório Consolidado de Gestão do exercício de 2003 quanto ao nível dos valores expectados para os Proveitos Operacionais se encontram ainda ajustadas, sendo de prever, em face da conjuntura do sector, uma ligeira redução das margens operacionais que se espera no entanto compensada por uma performance financeira acima do verificado no ano anterior, contribuindo para a subida do Resultado Líquido Consolidado.
Porto, 10 de Setembro de 2004
O Conselho de Administração,
Eng. António Manuel Queirós Vasconcelos da Mota Presidente
Eng. António Jorge Campos de Almeida Vice-Presidente
Relatório Consolidado de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
| Eng. Arnaldo José Nunes da Costa FigueiredoVogal | |
|---|---|
| Eng. Manuel Maria Coelho de Sousa RibeiroVogal | |
| Dra. Maria Manuela Queirós Vasconcelos MotaVogal | |
| Dra. Maria Teresa Queirós Vasconcelos MotaVogal | |
| Engª. Maria Paula Queirós Vasconcelos MotaVogal | |
| Eng. Carlos Manuel Marques MartinsVogal | |
| Dr. Eduardo Jorge de Almeida RochaVogal | |
| Eng. Ismael Antunes Hernandez GasparVogal |
Dr. Luís Manuel Ferreira Parreirão Gonçalves Vogal
www.mota-engil.pt
Direcção de Relações com o Mercado de Capitais João Vermelho Rua Mário Dionísio, nº2 2796-957 Linda-A-Velha
Tel: 21 415 8200 Fax: 21 415 8688
email: [email protected]

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
Balanços Consolidados em 30 de Junho de 2004 e 2003
(Montantes expressos em Euro)
| 2004 | 2003 | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Notas | Activo | Amortizações | Activo | Activo | CAPITAL PRÓPRIO, INTERESSES MINORITÁRIOS E | Notas | |||
| ACTIVO | Explicativas | s bruto | e provisões | líquido | líquido | PASSIVO | Explicativas | 2004 | 2003 |
| IMOBILIZAÇÕES INCORPÓREAS | CAPITAL PRÓPRIO | ||||||||
| Despesas de instalação | 2 | 11.458.070 | (11.097.124) | 360.946 | 695.518 | Capital | 11 | 204.635.695 | 204.635.695 |
| Despesas de investigação e desenvolvimento | 2 | 5.147.211 | (1.921.564) | 3.225.647 | 1.663.209 | Acções próprias - valor nominal | 11 | (9.028.038) | (9.028,209) |
| Propriedade industrial e outros direitos | 2 | 1.815.727 | (1.157.935) | 657.792 | 464,499 | Acções próprias - descontos e prémios | 11 | (3.264.877) | (3.264.859) |
| Trespasses | 2 | 272.214 | (183.399) | 88.815 | 13.165 | Prémios de emissão de acções | 11 | 87.256.034 | 87.256.034 |
| Imobilizações em curso | 2 | 209.789 | - | 209.789 | 931.327 | Diferenças de consolidação | 11 | (53.217.916) | (49.662.470) |
| Diferenças de consolidação | 2 | 32.787.856 | (6.941.517) | 25.846.339 | 31.382.817 | Reservas legais | 11 | 6.753.893 | 5.984.899 |
| 51.690.867 | (21.301.539) | 30.389.328 | 35.150.535 | Reservas livres | 11 | 27.292.490 | 23.936.950 | ||
| IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS | Ajustamentos de conversão cambial | 11 | (43.941.710) | (39.351.232) | |||||
| Terrenos e recursos naturais | 3 | 40.238.344 | (95.550) | 40.142.794 | 34.491.271 | Resultados transitados | 11 | 480.524 | 480.524 |
| Edifícios e outras construções | 3 | 110.080.913 | (33.680.097) | 76.400.816 | 75.588.024 | Resultado consolidado líquido do semestre | 11 | 7.863.169 | 5.635.392 |
| Equipamento básico | 3 | 330.828.521 | (231.762.780) | 99.065.741 | 98.970.899 | Total do capital próprio | 224.829.264 | 226.622.724 | |
| Equipamento de transporte | 3 | 133.724.612 | (101.143.626) | 32.580.986 | 44.799.465 | ||||
| Ferramentas e utensílios | 3 | 9.440.146 | (7.400.740) | 2.039.406 | 2.269.279 | ||||
| Equipamento administrativo | 3 | 29.518.360 | (22.240.603) | 7.277.757 | 8.156.011 | INTERESSES MINORITÁRIOS | 12 | 22.835.300 | 16.922.410 |
| Taras e vasilhame | 3 | 3.725.514 | (2.884.075) | 841.439 | 1.439.950 | ||||
| Outras imobilizações corpóreas | 3 | 2.322.898 | (1.016.965) | 1.305.933 | 964.681 | B. B. B. B. B. B. B. B. B. B. B. B. B. B | |||
| Imobilizações em curso | 3 | 24.267.692 | - | 24.267.692 | 25.215.485 | PASSIVO | 4.0 | 00.040.070 | 45.040.047 |
| Adiantamentos por conta de imobilizações corpóreas | 3 | 4.759.837 | (400.004.400) | 4.759.837 | 4.960.787 | PROVISÕES PARA RISCOS E ENCARGOS | 13 | 20.318.072 | 15.919.017 |
| INVESTIMENTOS FINANCEIROS | 688.906.837 | (400.224.436) | 288.682.401 | 296.855.852 | DÍVIDAS A TERCEIROS - MÉDIO E LONGO PRAZO | ||||
| Partes de capital em empresas do grupo | 4 | 13.486.348 | (5.248) | 13.481.100 | 19.862.427 | Empréstimos por obrigações não convertíveis | 14 | 67.500.000 | 52.467.918 |
| Empréstimos a empresas do grupo | 4 | 2.349.601 | (3.240) | 2.349.601 | 1.198.128 | Dívidas a instituições de crédito | 14 | 94.667.798 | 129.042.342 |
| Partes de capital em empresas associadas | 4 | 5.121.207 | 5.121.207 | 6,777,889 | Empresas associadas | 14 | 525.857 | 2.019.241 | |
| Empréstimos a empresas associadas | 4 | 6.958.673 | 6.958.673 | 8.061.819 | Adiantamentos por conta de vendas | 14 | 17.897.145 | 31.408.809 | |
| Partes de capital em empresas participadas | 4 | 7.584.664 | _ | 7.584.664 | 5.104.076 | Outros empréstimos obtidos | 14 | 76.098.653 | 33.998.165 |
| Empréstimos a empresas participadas | 4 | 1.098.601 | 1.098.601 | 2.386.702 | Fornecedores de imobilizado, conta corrente | 14 | 25.356.750 | 27.906.519 | |
| Títulos e outras aplicações financeiras | 4 | 69.469.959 | (2.130.303) | 67.339.656 | 33.073.875 | Outros credores | 14 | 587.094 | 3.486.431 |
| lmobilizações em curso | 4 | 607.061 | - | 607.061 | 260.452 | 282.633.297 | 280.329.425 | ||
| Adiantamentos por conta de investimentos financeiros | 4 | 1.231.686 | - | 1.231.686 | 675.354 | ||||
| 107.907.800 | (2.135.551) | 105.772.249 | 77.400.722 | DÍVIDAS A TERCEIROS - CURTO PRAZO | |||||
| DÍVIDAS DE TERCEIROS - MÉDIO E LONGO PRAZO PRA | AZO | Empréstimos por obrigações não convertíveis | 15 | 37.425.000 | 67.337.716 | ||||
| Clientes, conta corrente | 5 | 12.857.574 | (251.575) | 12.605.999 | 12.844.950 | Dívidas a instituições de crédito | 15 | 244.733.738 | 265.461.185 |
| Clientes, títulos a receber | 5 | 12.214.261 | - | 12.214.261 | 13.822.798 | Adiantamentos por conta de vendas | 15 | 21.490.120 | 12.957.285 |
| Empresas participadas e participantes | 5 | 48.035.338 | - | 48.035.338 | 38.497.755 | Fornecedores, conta corrente | 15 | 266.107.084 | 207.854.112 |
| Outros devedores | 5 | 2.022.132 | (185.243) | 1.836.889 | 699.222 | Fornecedores, facturas em recepção e conferência | 15 | 884.253 | 3.450.958 |
| 75.129.305 | (436.818) | 74.692.487 | 65.864.725 | Fornecedores, títulos a pagar | 15 | 14.005.682 | 12.995.391 | ||
| CIRCULANTE | Fornecedores de imobilizado, títulos a pagar | 15 | 699 | 699 | |||||
| Existências | Empresas do grupo | 15 | 147.032 | 74.864 | |||||
| Matérias primas, subsidiárias e de consumo | 6 e 20 | 30.531.886 | (200.841) | 30.331.045 | 25.683.008 | Empresas associadas | 15 | 42.254 | 231 |
| Produtos e trabalhos em cursoProdutos acabados | 6 e 206 e 20 | 16.847.419 | (EE 00E) | 16.847.41918.319.572 | 24.625.816 | Outros accionistasAdiantamentos de clientes | 1515 | 35.9376.138.373 | 15.5518.616.866 |
| Produtos acapadosMercadorias | 6 e 20 | 18.375.207 | (55.635) | 18.319.57235.056.861 | 14.038.686 | Adiantamentos de clientesOutros empréstimos obtidos | 15 | 6.138.373607.268 | 14.889.936 |
| MercadonasAdiantamentos por conta de compras | 6 e 20 | 35.176.6223.167.191 | (119.761) | 35.056.861 | 35.694.0263.568.227 | Fornecedores de imobilizado, conta corrente | 15 | 15.703.703 | 21,267,415 |
| Adiantamentos por conta de compras | 6 e 20 | 104.098.325 | (376.237) | 103.722.088 | 103.609.763 | Estado e outros entes públicos | 15 | 24.821.766 | 22.138.444 |
| Dívidas de terceiros - curto prazo | 104.030.323 | (3/0.23/) | 103.722.000 | 103.008.703 | Outros credores | 15 | 20.372.842 | 11.293.206 | |
| Clientes, conta corrente | 7 | 474.332.232 | (5.054.455) | 469.277.777 | 405.069.933 | Odilos tiedoles | 13 | 652.515.751 | 648.353.859 |
| Clientes, titulos a receber | 7 | 21.289.233 | (3.034.433) | 21.289.233 | 18.977.579 | 002.010.701 | 040.333.033 | ||
| Clientes de cobrança duvidosa | 7 | 12.786.256 | (8.429.570) | 4.356.686 | 1.790.542 | ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | |||
| Empresas associadas | 7 | 3.218.923 | (0.120.010) | 3.218.923 | 12.162.203 | Acréscimos de custos | 16 | 41.107.497 | 49.733.282 |
| Empresas participadas e participantes | 7 | 230.976 | _ | 230.976 | 10.115 | Proveitos diferidos | 16 | 59.593.757 | 56.161.165 |
| Adiantamentos a fornecedores | 7 | 7.529.778 | 7.529.778 | 6.316.450 | Passivos por impostos diferidos | 26 | 7.796.894 | 11.543.834 | |
| Estado e outros entes públicos | 7 | 5.483.316 | - | 5.483.316 | 5.032.479 | 108.498.148 | 117.438.281 | ||
| Outros devedores | 7 | 63.711.247 | (2.721.549) | 60.989.698 | 71.602.798 | ||||
| 588.581.961 | (16.205.574) | 572.376.387 | 520.962.099 | ||||||
| Títulos negociáveis | |||||||||
| Outras aplicações de tesouraria | 8 | 1.916.672 | (1.016) | 1.915.656 | 12.596 | ||||
| Depósitos bancários e caixa | |||||||||
| Depósitos bancários | 9 | 20.519.891 | 20.519.891 | 25.403.952 | |||||
| Caixa | 9 | 1.939.171 | 1.939.171 | 1.517.550 | |||||
| 22.459.062 | 22.459.062 | 26.921.502 | |||||||
| ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | |||||||||
| Acréscimos de proveitos | 10 | 61.726.743 | 61.726.743 | 118.180.047 | |||||
| Custos diferidos | 10 | 24.527.347 | 24.527.347 | 30.861.793 | |||||
| Activos por impostos diferidos | 26 | 25.366.084 | 25.366.084 | 29.766.082 | |||||
| T | 111.620.174 | 4400 555 555 | 111.620.174 | 178.807.922 | |||||
| Total de amortizações | (423.568.992) | Total de manadas | 4 000 005 005 | 4 000 010 500 | |||||
| Total de provisões | 4.752.244.622 | (17.112.179) | 4 244 620 622 | 4 205 505 742 | Total do passivo | 1.063.965.268 | 1.062.040.582 | ||
| Total do activo | 1.752.311.003 | (440.681.171) | 1.311.629.832 | 1.305.585.716 | Total do capital próprio e do passivo | 1.311.629.832 | 1.305.585.716 | ||
Demonstração Consolidada dos Resultados por Naturezas para os semestres findos em 30 de Junho de 2004 e 2003
(Montantes expressos em Euro)
| CUSTOS E PERDAS | Notas | 2004 | 2002 | PROVEITOS E GANHOS | Notas | 2004 | 2002 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| COSTOS E FERDAS | Explicativas | 2004 | 2003 | - FROVEITOS E GANHOS | Explicativas | 2004 | 2003 |
| Custo das mercadorias vendidas e das matérias con | sumidas: | ||||||
| Mercadorias | 20 | 4.404.454 | 1.774.880 | Vendas: | |||
| Matérias | 20 | 124.526.993 | 82.162.204 | Mercadorias | 18 | 6.226.549 | 3.324.875 |
| 20 | 128.931.447 | 83.937.084 | Produtos | 18 | 76.873.586 | 68.728.542 | |
| 18 | 83.100.135 | 72.053.417 | |||||
| Fornecimentos e serviços externos | 21 | 261.376.496 | 218.863.998 | Poster # a de consiste | 40 | 445 000 040 | 040 000 057 |
| Ot | Prestação de serviços | 1818 | 445.300.642528.400.777 | 346.990.257419.043.674 | |||
| Custos com o pessoal:Remunerações | 22 | 82.158.626 | 70.541.071 | 18 | 528.400.777 | 419.043.674 | |
| Encargos sociais: | 22 | 02.130.020 | 70.541.071 | Variação da produção | 1.211.325 | 4.206.927 | |
| Pensões | 22 | 394.742 | 336,707 | valiação da produção | 1.211.323 | 4.200.927 | |
| Outros | 22 | 21.872.432 | 18.811.888 | Trabalhos para a própria empresa | 19 | 4.892.426 | 3.201.853 |
| Canos | 22 - | 494.733.743 | 392.490.748 | Traballios para a propila empresa | 13 | 4.032.420 | 3.201.033 |
| 10 1.1 00.1 10 | 002.100.110 | Proveitos suplementares | 13.781.498 | 8.077.873 | |||
| Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo | 2 e 3 | 28.212.453 | 27.716.591 | Translate suprementation | 0.011.010 | ||
| Provisões | 23 | 1.578.045 | 1.076.010 | Subsídios à exploração | 340.716 | 128.338 | |
| - | 524.524.241 | 421.283.349 | , , | ||||
| Outros proveitos e ganhos operacionais | 5.622.076 | 13.297.893 | |||||
| Impostos | 2.498.254 | 2.164.129 | (B) | 554.248.818 | 447.956.558 | ||
| Outros custos e perdas operacionais | _ | 1.549.178 | 778.405 | ||||
| (A) | 528.571.673 | 424.225.883 | Proveitos e ganhos financeiros | 24 | 6.707.620 | 8.117.432 | |
| (D) | 560.956.438 | 456.073.990 | |||||
| Custos e perdas financeiros | 24 | 18.142.579 | 22.728.282 | ||||
| (C) | 546.714.252 | 446.954.165 | Proveitos e ganhos extraordinários | 25 | 6.285.506 | 4.801.926 | |
| Custos e perdas extraordinários | 25 | 7.566.893 | 2.560.545 | ||||
| (E) | 554.281.145 | 449.514.710 | |||||
| Impostos sobre o rendimento do semestre | 26 | 3.126.115 | 4.305.088 | ||||
| (G) | 20 - | 557.407.260 | 453.819.798 | ||||
| (0) | 337.407.200 | 400.018.780 | |||||
| Interesses minoritários | 27 | 1.971.515 | 1.420.726 | ||||
| Resultado consolidado líquido do semestre | 7.863.169 | 5.635.392 | |||||
| Resultado consolidado liquido do semestre | - | 567.241.944 | 460.875.916 | (F) | 567.241.944 | 460.875.916 | |
| = | 307.241.844 | 400.073.310 | (1) | 307.241.344 | 400.073.310 | ||
| Resultado operacional | (B) - (A) | 25.677.145 | 23.730.675 | ||||
| Resultado financeiro | (D - B) - (C - A) | (11.434.959) | (14.610.850) | ||||
| Resultado corrente | (D) - (C) | 14.242.186 | 9.119.825 | ||||
| Res. antes de impostos e i.m. | (F) - (E) | 12.960.799 | 11.361.206 | ||||
| Res. cons. líq. do semestre antes de i.m. | (F) - (G) | 9.834.684 | 7.056.118 | ||||
| Res. cons. líq. do semestre | 7.863.169 | 5.635.392 | |||||
Para ser lido em conjunto com anexo ao balanço e à demonstração dos resultados e notas explicativas correspondentes
| ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS CO | ONSOLIDADOS |
|---|---|
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Indicações obrigatórias constantes do Plano Oficial de Contabilidade:
-
- As informações relativas às empresas incluídas na consolidação pelo método integral são apresentadas na Nota Explicativa 4.
-
- Os motivos da exclusão de empresas do grupo da consolidação pelo método integral são apresentados na Nota Explicativa 4.
-
- As informações relativas a empresas associadas são apresentadas na Nota Explicativa 4.
-
- Os motivos da exclusão de empresas associadas da consolidação pelo método de equivalência patrimonial são apresentados na Nota Explicativa 4.
-
- As informações relativas a empresas consolidadas pelo método proporcional são apresentadas na Nota Explicativa 4.
-
- As informações relativas a empresas participadas em mais de 10% cuja informação não foi apresentada nas notas anteriores são referidas na Nota Explicativa 4.
-
- O número médio de trabalhadores ao serviço, durante o primeiro semestre de 2004, das empresas incluídas na consolidação pelos métodos integral e proporcional, bem como a sua repartição por categorias encontra-se referido na Nota Explicativa 22.
-
- Não existem casos em que a aplicação das normas de consolidação não seja suficiente para que as demonstrações financeiras consolidadas dêem uma imagem verdadeira e apropriada da situação financeira e dos resultados do conjunto das empresas incluídas na consolidação.
-
- Não existe qualquer afastamento da aplicação das normas de consolidação efectuado para se obter a necessária imagem verdadeira e apropriada da situação financeira e dos resultados do conjunto de empresas incluídas na consolidação.
-
- A discriminação das diferenças de consolidação, indicação dos métodos de cálculo adoptados e explicitação das variações significativas ocorridas no período em análise, são apresentados nas Notas Explicativas 2, 11 e 16.
-
- Não existem alterações materialmente relevantes de métodos e procedimentos de consolidação que afectem a comparabilidade dos valores do primeiro semestre de 2004 com os do primeiro semestre de 2003.
-
- Não existem situações, materialmente relevantes, que impliquem a eliminação de resultados decorrentes de operações efectuadas entre empresas do grupo ou associadas.
-
- As demonstrações financeiras consolidadas são elaboradas com referência à mesma data das demonstrações financeiras da empresa-mãe.
-
- Não existem alterações significativas na composição do conjunto das empresas incluídas na consolidação durante o primeiro semestre de 2004.
-
- Os critérios de valorimetria utilizados pelas empresas do grupo foram consistentes entre si e são os descritos na Nota Explicativa 1.
-
- Não existem ajustamentos excepcionais de valor dos activos, feitos exclusivamente para fins fiscais e não eliminados da consolidação.
-
- A justificação da amortização do valor de diferenças de consolidação para além do período de cinco anos é apresentada na Nota Explicativa 2.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
-
- Os critérios de contabilização das participações em empresas associadas são referidos na Nota Explicativa 4.
-
- Não se aplicou o método da equivalência patrimonial pela primeira vez a nenhuma participação no primeiro semestre de 2004.
-
- Não existem elementos do activo ou do passivo de empresas associadas que tenham sido valorizados segundo critérios diferentes dos utilizados na consolidação.
-
- Não existem compromissos financeiros que não figurem no balanço consolidado.
-
- A descrição das responsabilidades por garantias prestadas, desdobradas por natureza é apresentada na Nota Explicativa 17.
-
- As bases de apresentação e principais critérios valorimétricos utilizados são apresentados na Nota Explicativa 1.
-
- O método de conversão utilizado para conversão em Euros dos elementos incluídos nas demonstrações financeiras consolidadas que sejam ou tenham sido originariamente expressos em moeda estrangeira é apresentado na Nota Explicativa 1-c-xvii).
-
- Os valores incluídos em despesas de instalação e em despesas de investigação e desenvolvimento são analisados na Nota Explicativa 2.
-
- Não existem trespasses amortizados para além de um período de cinco anos.
-
- Os movimentos do activo imobilizado constantes do balanço consolidado e nas respectivas amortizações e provisões são apresentados nas Notas Explicativas 2, 3 e 4.
-
- Não existem juros suportados referentes a imobilizado em construção que tenham sido capitalizados no primeiro semestre de 2004.
-
- Não existem ajustamentos do valor dos activos compreendidos na consolidação que tenham sido objecto de amortizações e de provisões extraordinárias, feitas exclusivamente para fins fiscais.
-
- Em 30 de Junho de 2004 não existem diferenças significativas, que não estejam cobertas pelas provisões constituídas pelo Grupo, entre os valores das rubricas do activo circulante, calculados de acordo com os critérios valorimétricos adoptados pelo Grupo e o respectivo valor de mercado.
-
- Não existem elementos do activo circulante que se encontrem registados a um valor inferior ao mais baixo do custo ou do valor de mercado.
-
- Não existem provisões extraordinárias respeitantes a elementos do activo circulante.
-
- As dívidas a terceiros com vencimento a mais de cinco anos são apresentadas na Nota Explicativa 14.
-
- O montante total das dívidas a terceiros cobertas por garantias reais prestadas por empresas incluídas na consolidação, com indicação de natureza e forma é apresentado na Nota Explicativa 17.
-
- Não existem diferenças levadas ao activo, entre as importâncias das dívidas a pagar e as correspondentes dívidas arrecadadas.
-
- A análise do valor líquido consolidado das vendas e das prestações de serviços é apresentada na Nota Explicativa 18.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
-
- Os elementos do activo, passivo e dos capitais próprios foram valorizados segundo critérios de valorimetria uniformes, de acordo com o estipulado no Plano Oficial de Contas, e não foram efectuadas amortizações e provisões extraordinárias com vista a obter vantagens fiscais durante o primeiro semestre de 2004 ou em períodos anteriores.
-
- A diferença entre os impostos imputados à demonstração consolidada dos resultados do período e dos períodos anteriores, e os impostos já pagos e a pagar relativamente a esses mesmos períodos encontra-se descrita na Nota Explicativa 26.
-
- As remunerações atribuídas aos membros dos orgãos sociais que estejam relacionadas com o exercício das respectivas funções, bem como o montante dos compromissos em matéria de pensões de reforma referentes a antigos membros destes orgãos são apresentadas na Notas Explicativas 22 e 1-c-x).
-
- Não existem adiantamentos ou empréstimos concedidos aos membros dos orgãos de administração ou de fiscalização da Empresa-mãe, efectuados por esta última ou por uma empresa filial.
-
- Os diplomas legais em que se baseou a reavaliação de imobilizações corpóreas são apresentados na Nota Explicativa 3.
-
- A análise das reavaliações é apresentada na Nota Explicativa 3.
-
- Não existem contas do balanço e da demonstração dos resultados cujos conteúdos não sejam comparáveis com os de Junho de 2003.
-
- A análise dos resultados financeiros consolidados é apresentada na Nota Explicativa 24.
-
- A análise dos resultados extraordinários consolidados é apresentada na Nota Explicativa 25.
-
- O movimento ocorrido nas provisões é apresentado nas Notas Explicativas 4 a 8 e 13.
-
- A indicação dos bens utilizados no regime de locação financeira é apresentada na Nota Explicativa 14.
-
- Em 30 de Junho de 2004, as responsabilidades financeiras por letras descontadas assumidas pela participada Mota-Engil Engenharia, e não cobertas por seguro de crédito, ascendiam a Euro 128.836. O montante de contas a receber cedidas em "factoring" ascendia a Euro 23.168.425. Nesta mesma data, a rubrica "Dívidas de terceiros – médio e longo prazo" - "Clientes, títulos a receber" incluem, essencialmente, letras aceites pelas empresas participadas sediadas em Angola (Paviterra e ICER), nos montantes de Euro 10.419.453 e Euro 777.481, respectivamente.
-
- Não existem outras informações exigidas por diplomas legais.
-
- Não existem outras informações consideradas relevantes para melhor compreensão da situação financeira e dos resultados do conjunto das empresas incluídas na consolidação, para além das apresentadas nas notas explicativas deste anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados.
NOTAS EXPLICATIVAS
(Faz parte integrante do anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados)
Balanço Consolidado em 30 de Junho de 2004 e 2003
| NotasExplicativas | 2004Euro | 2003Euro | |
|---|---|---|---|
| Activo | |||
| Imobilizações incorpóreasImobilizações corpóreasInvestimentos financeirosDívidas de terceiros de médio e longo prazoExistênciasDívidas de terceiros de curto prazoTítulos negociáveisDisponibilidadesAcréscimos e diferimentos activosActivos por impostos diferidos | 234567891026 | 30.389.328288.682.401105.772.24974.692.487103.722.088572.376.3871.915.65622.459.06286.254.09025.366.0841.311.629.832 | 35.150.535296.855.85277.400.72265.864.725103.609.763520.962.09912.59626.921.502149.041.84029.766.0821.305.585.716 |
| Capital Próprio | |||
| CapitalAcções própriasPrémios de emissãoDiferenças de consolidaçãoAjustamentos de conversão cambialReservas e resultados transitadosResultado consolidado líquido do semestre | 11111111111111 | 204.635.695(12.292.915)87.256.034(53.217.916)(43.941.710)34.526.9077.863.169 | 204.635.695(12.293.068)87.256.034(49.662.470)(39.351.232)30.402.3735.635.392 |
| Total do Capital Próprio | 224.829.264 | 226.622.724 | |
| Interesses MinoritáriosPassivo | 12 | 22.835.300 | 16.922.410 |
| Provisões para outros riscos e encargosDívidas a terceiros de médio e longo prazoDívidas a terceiros de curto prazoAcréscimos e diferimentos passivosPassivos por impostos diferidosTotal do Passivo | 1314151626 | 20.318.072282.633.297652.515.751100.701.2547.796.8941.063.965.2681.311.629.832 | 15.919.017280.329.425648.353.859105.894.44711.543.8341.062.040.5821.305.585.716 |
Para ser lido com o anexo ao balanço e à demonstração dos resultados e correspondentes notas explicativas
Demonstração dos Resultados Consolidados para os semestres findos em 30 de Junho de 2004 e 2003
| NotasExplicativas | 2004Euro | 2003Euro | |
|---|---|---|---|
| Proveitos operacionaisVendas e prestações de serviços | 18 | 528.400.777 | 419.043.674 |
| Variação da produçãoTrabalhos para a própria empresaSubsídios à exploraçãoOutros proveitos e ganhos operacionais | 19 | 1.211.3254.892.426340.71619.403.574 | 4.206.9273.201.853128.33821.375.766 |
| 554.248.818 | 447.956.558 | ||
| Custos operacionaisCusto das mercadorias vendidas e consumidasFornecimentos e serviços externosCustos com pessoalAmortizaçõesProvisõesOutros custos operacionais | 2021222 e 323 | 128.931.447261.376.496104.425.80028.212.4531.578.0454.047.432 | 83.937.084218.863.99889.689.66627.716.5911.076.0102.942.534 |
| Resultado operacional | 25.677.145 | 23.730.675 | |
| Resultado financeiro | 24 | (11.434.959) | (14.610.850) |
| Resultado extraordinário | 25 | (1.281.387) | 2.241.381 |
| Imposto sobre o rendimento do semestre | 26 | 3.126.115 | 4.305.088 |
| Resultado consolidado líquido antes de interesses minoritários | 9.834.684 | 7.056.118 | |
| Interesses minoritários | 27 | 1.971.515 | 1.420.726 |
| Resultado consolidado líquido do semestre | 7.863.169 | 5.635.392 |
Para ser lido com o anexo ao balanço e à demonstração dos resultados e correspondentes notas explicativas
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Nota Introdutória
A Mota – Engil, SGPS, S.A. ("Mota-Engil SGPS" ou "Empresa-mãe"), e empresas participadas ("Grupo"), têm como actividade principal as empreitadas de obras públicas e privadas e actividades com elas conexas.
Todos os montantes apresentados nestas notas explicativas são apresentados em Euro, salvo se expressamente referido em contrário.
1. Políticas Contabilísticas
a) Bases de apresentação
As demonstrações financeiras consolidadas em 30 de Junho de 2004 anexas foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, a partir dos livros e registos contabilísticos das empresas que constituem o Grupo (Nota Explicativa 4), mantidos de acordo com princípios de contabilidade geralmente aceites em Portugal.
b) Princípios de consolidação
A consolidação das empresas referidas na Nota Explicativa 4, efectuou-se pelos métodos de integração global e proporcional, conforme aplicável. As transacções e saldos significativos entre as empresas foram eliminados no processo de consolidação e o valor correspondente à participação de terceiros nas empresas consolidadas pelo método de integração global, é apresentado no balanço consolidado anexo, na rubrica "Interesses minoritários" (Nota Explicativa 12). As diferenças de consolidação, decorrentes da diferença entre o valor contabilístico das partes de capital e o valor da respectiva proporção do capital próprio que elas representam, foram registadas no balanço consolidado no capital próprio ou i) se positivo, nas imobilizações incorpóreas, ii) ou se negativo, na rubrica de proveitos diferidos (Notas Explicativas 2, 11 e 16).
Os investimentos financeiros representativos de partes de capital em empresas associadas (Nota Explicativa 4) encontram-se valorizados pelo método da equivalência patrimonial, com excepção dos referidos nessa nota, os quais foram valorizados ao mais baixo do custo de aquisição, ou do valor estimado de realização.
c) Principais critérios valorimétricos
Os principais critérios valorimétricos utilizados na preparação das demonstrações financeiras consolidadas, foram os seguintes:
i) Imobilizações incorpóreas
As imobilizações incorpóreas são constituídas basicamente por despesas com aumentos de capital, investigação e trespasses, sendo amortizadas pelo método das quotas constantes durante um período entre três e seis anos. As diferenças de consolidação são amortizadas durante um período entre cinco e vinte anos, e são registadas em rubricas de custos e perdas financeiras (Notas Explicativas 2 e 24).
ii) Imobilizações corpóreas
As imobilizações corpóreas adquiridas até 31 de Dezembro de 1997 encontram-se registadas ao custo de aquisição, reavaliado de acordo com as disposições legais aplicáveis (Nota Explicativa 3). As imobilizações corpóreas adquiridas após aquela data encontram-se registadas ao custo de aquisição.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
As amortizações são calculadas pelo método de quotas constantes a partir do mês de entrada em funcionamento dos bens, excepto quanto às taxas de amortização aplicadas ao equipamento básico da Mota-Engil Engenharia, as quais estão indexadas à taxa de ocupação verificada no período, mas mantendo-se dentro dos limites legais. As vidas úteis estimadas são as seguintes:
| Anos de vida útil | |
|---|---|
| Edifícios e outras construções | 5 a 50 |
| Equipamento básico | 3 a 10 |
| Equipamento de transporte | 3 a 10 |
| Ferramentas e utensílios | 3 a 6 |
| Equipamento administrativo | 4 a 10 |
| Taras e vasilhame | 3 a 6 |
| Outras imobilizações corpóreas | 3 a 10 |
As despesas incorridas pelo Grupo com grandes reparações de imobilizado são amortizadas num período que varia entre 2 e 5 anos. As despesas de conservação e reparação que não aumentam a vida útil, nem resultem em benfeitorias ou melhorias significativas nos elementos das imobilizações corpóreas, são registadas como custo do exercício em que ocorrem.
iii) Locação financeira
Os activos imobilizados adquiridos segundo contratos de locação financeira, bem como as correspondentes responsabilidades encontram-se reflectidos no balanço consolidado, sendo amortizados de acordo com as vidas úteis estimadas referidas na alínea anterior. A parcela de capital incluída nas rendas pagas relativas aos contratos de locação financeira é registada como redução daquelas responsabilidades, sendo os juros incluídos nessas rendas registados como custo financeiro do exercício a que respeitam.
iv) Investimentos financeiros
Os investimentos financeiros em empresas associadas são registados pelo método da equivalência patrimonial sendo as participações inicialmente contabilizadas pelo custo de aquisição, o qual é acrescido ou reduzido para o valor correspondente à proporção dos capitais próprios dessas empresas, reportados à data de aquisição ou da primeira aplicação do método da equivalência patrimonial.
De acordo com o método da equivalência patrimonial as participações financeiras são ajustadas anualmente pelo valor correspondente à participação dos resultados líquidos das associadas por contrapartida de ganhos ou perdas do exercício. Adicionalmente os dividendos recebidos destas empresas são registados como uma diminuição do valor dos investimentos (Nota Explicativa 4).
Os restantes investimentos financeiros encontram-se registados ao mais baixo do custo de aquisição ou de mercado, e, no caso de empréstimos concedidos, ao valor nominal.
As mais e menos valias apuradas na alienação de participações financeiras encontram-se contabilizadas em resultados financeiros.
v) Existências
As mercadorias, as matérias-primas, subsidiárias e de consumo encontram-se valorizadas ao custo médio de aquisição, o qual é inferior ao respectivo valor de mercado. Os produtos acabados e semiacabados e os produtos e trabalhos em curso encontram-se valorizados ao custo de produção, o qual é inferior ao valor de mercado. Os custos de produção incluem o custo da matéria-prima incorporada, mão-de-obra directa e gastos gerais de fabrico.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
vi) Provisões para créditos de cobrança duvidosa
As provisões para créditos de cobrança duvidosa foram calculadas com base na avaliação global das perdas estimadas pela não cobrança das contas a receber de clientes e outros devedores.
vii) Outras aplicações de tesouraria
As outras aplicações de tesouraria encontram-se registadas ao mais baixo do custo de aquisição, ou valor de mercado.
viii) Especialização de exercícios
As receitas e despesas são registadas de acordo com o princípio de especialização dos exercícios pelo qual estas são reconhecidas à medida em que são geradas, independentemente do momento em que são recebidas ou pagas. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e as correspondentes receitas e despesas são registadas nas rubricas de acréscimos e diferimentos (Notas Explicativas 10 e 16).
ix) Acções próprias
As acções próprias são registadas ao custo de aquisição, sendo as mais ou menos-valias geradas com a sua alienação registadas directamente na rubrica "Reservas livres" (Nota Explicativa 11).
x) Pensões e complemento de pensões
A empresa Mota-Engil Engenharia assumiu em exercícios anteriores o compromisso de conceder a alguns dos seus ex-empregados prestações pecuniárias a título de complemento de pensões de reforma. Em 30 de Junho de 2004 esta participada tem constituído em acréscimos de custos e em provisões para riscos e encargos os montantes de, aproximadamente, Euro 4.100.000 e Euro 1.750.000, respectivamente, que visam dar cobertura às responsabilidades àquela data (Notas Explicativas 13 e 16).
xi) Reconhecimento de custos e proveitos em obras
O Grupo reconhece os resultados das obras, contrato a contrato, de acordo com o método de percentagem de acabamento, o qual é entendido como sendo a relação entre os custos incorridos em cada obra até uma determinada data e a soma destes custos com os custos estimados para completar a obra. As diferenças obtidas entre os valores resultantes da aplicação do grau de acabamento aos proveitos estimados e os valores facturados, são contabilizadas nas rubricas "Acréscimos de proveitos" (Nota Explicativa 10) ou "Proveitos diferidos" (Nota Explicativa 16).
Relativamente aos contratos de prestação de serviços das sucursais no estrangeiro, os proveitos são registados com base nos autos de medição dos trabalhos realizados, sendo as diferenças positivas ou negativas face à facturação efectuada, calculadas contrato a contrato e, apresentadas nas rubricas do balanço "Acréscimos de proveitos" (Nota Explicativa 10) ou "Proveitos diferidos" (Nota Explicativa 16), excepto no caso da Mota-Engil Engenharia em que tal registo é efectuado pelo líquido.
xii) Obras de construção civil e obras públicas de curta duração
Nestes contratos de prestação de serviços o Grupo reconhece os proveitos e custos à medida que se facturam ou incorrem, respectivamente.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
xiii) Reconhecimento de custos e proveitos na actividade imobiliária
As vendas da actividade imobiliária e os correspondentes custos das fracções vendidas são registados no momento em que existe expectativa, pelas condições contratuais, de que os clientes irão consumar a aquisição, isto é, quando o preço da venda está na sua quase totalidade pago, ou em que existe acordo de compra com entidades públicas relativo a planos de realojamento. A margem das vendas é ponderada pela percentagem de acabamento do imóvel, determinada pela relação entre os custos incorridos e os custos totais estimados.
xiv) Trabalhos para a própria empresa
Os trabalhos para a própria empresa correspondem basicamente a obras de construção e beneficiação, executadas pelas próprias empresas, bem como grandes reparações de equipamentos e incluem custos com materiais, mão-de-obra directa e gastos gerais.
xv) Resultados em Agrupamentos Complementares de Empresas
Os resultados nos Agrupamentos Complementares de Empresas (ACE) são reconhecidos ou na proporção em que se participa nesses agrupamentos, ou através de facturação de custos e proveitos com os ACE.
xvi) Sucursais no estrangeiro
Em 30 de Junho de 2004, as demonstrações financeiras das sucursais no estrangeiro, para além da Sucursal de Moçambique da Mota-Engil Engenharia, foram integradas nas demonstrações financeiras consolidadas, tendo sido eliminadas as transacções com elas efectuadas. As diferenças de câmbio originadas na conversão para Euro dessas demonstrações financeiras foram incluídas no capital próprio. A Sucursal de Moçambique da Mota-Engil Engenharia foi integrada ao nível das rubricas de custos e proveitos nas demonstrações financeiras desta empresa, sendo que ao nível das rubricas de balanço, o seu efeito encontra-se concentrado na rubrica de "Outros devedores". Seguidamente apresenta-se um resumo da informação relativa às sucursais no estrangeiro:
| Angola | Moçambique | Polónia | Hungria | RepúblicaCheca | Benim | Chade | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Activos imobilizados | 34.666.870 | 34.536 | 693.142 | - | 50.386 | 20.255 | 193.965 |
| Activos circulantes | 40.446.982 | 1.377.433 | 10.112.406 | 7.443.259 | 337.464 | 9.600.750 | 6.638.191 |
| Acréscimos e diferimentos activos | 23.851.720 | 262.596 | 69.782 | 186.284 | - | 1.602.870 | 7.737.382 |
| Passivos | 56.675.916 | 2.904.156 | 11.585.576 | 8.367.091 | 502.467 | 13.336.658 | 18.270.361 |
xvii) Activos e passivos expressos em moeda estrangeira
Todos os activos e passivos expressos em moeda estrangeira foram convertidos para Euro, utilizando-se as cotações oficiais vigentes em 30 de Junho de 2004. As diferenças de câmbio, favoráveis e desfavoráveis, originadas pelas diferenças entre as taxas de câmbio em vigor na data das transacções e aquelas em vigor na data das cobranças, pagamentos ou à data do balanço, são registadas como proveitos e custos na demonstração dos resultados do exercício.
As diferenças de câmbio favoráveis nas dívidas de médio e longo prazo foram registadas como proveito diferido (Nota Explicativa 16).
As diferenças de câmbio originadas na conversão para Euro de demonstrações financeiras das empresas participadas registadas pelo método de equivalência patrimonial são registadas directamente em capitais próprios.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
As demonstrações financeiras de empresas participadas e sucursais expressas em moeda estrangeira, que não Quanzas Angolanos, foram convertidas para Euro, através da utilização das seguintes taxas de câmbio:
Histórica: para as rubricas do capital próprio, com excepção do resultado do
ano;
Vigente no final do ano: para a totalidade dos activos e passivos, e para a demonstração dos
resultados do ano.
As demonstrações financeiras de empresas participadas expressas em Quanzas Angolanos foram convertidas para Euro, através da utilização das seguintes taxas de câmbio:
Histórica: para as rubricas de imobilizado e do capital próprio, com excepção do
resultado do ano;
Vigente no final do ano: para a totalidade dos activos e passivos monetários;
Média: para a demonstração dos resultados do ano.
As diferenças de câmbio originadas nesta conversão, foram incluídas no capital próprio na rubrica "Ajustamentos de conversão cambial".
xviii) Impostos diferidos
Os impostos diferidos são calculados com base no método da responsabilidade de balanço e referem-se às diferenças temporárias entre os montantes dos activos e passivos para efeitos de reporte contabilístico e os seus respectivos montantes para efeitos de tributação (Nota Explicativa 26).
Os activos e passivos por impostos diferidos são calculados e anualmente avaliados utilizando as taxas de tributação que se espera estarem em vigor à data da reversão das diferenças temporárias.
Os activos por impostos diferidos são registados unicamente quando existem expectativas razoáveis de lucros fiscais futuros suficientes para os utilizar. Na data de cada balanço é efectuada uma reapreciação das diferenças subjacentes aos activos por impostos diferidos no sentido de reconhecer activos por impostos diferidos não registados anteriormente por não terem preenchido as condições para o seu registo e, ou, para reduzir o montante dos impostos diferidos activos registados em função da expectativa actual da sua recuperação futura. (Nota Explicativa 26).
xix) Letras descontadas e contas a receber cedidas em "factoring"
Os saldos de clientes titulados por letras descontadas e não vencidas e as contas a receber cedidas em "factoring" à data de balanço, estão evidenciadas pelo seu valor nominal, como dedução às correspondentes rubricas do activo, sendo os juros registados de acordo com o critério da especialização do exercício (Nota 48 do Anexo ao balanço e à demonstração dos resultados consolidados).
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
2. Imobilizações incorpóreas
Durante o primeiro semestre de 2004, o movimento ocorrido no valor de custo ou reavaliado das imobilizações incorpóreas, bem como nas respectivas amortizações acumuladas foi o seguinte:
| Valor Bruto:Despesas de instalação11.400.40893-57.569Despesas de investigação e desenvolvimento2.970.688314.512-1.862.011Propriedade industrial e outros direitos831.30899.569-884.850 | 11.458.0705.147.2111.815.727272.214 |
|---|---|
| 196.5641.500(13.165)87.315Trespasses | |
| Imobilizações em curso369.128167.166-(326.505) | 209.789 |
| Diferenças de consolidação36.649.026189.313(1.236.487)(2.813.996) | 32.787.856 |
| (1.249.652)(248.756)52.417.122772.153 | 51.690.867 |
| Amortizações Acumuladas: | |
| Despesas de instalação(10.871.221)(170.479)-(55.424) | (11.097.124) |
| Despesas de investigação e desenvolvimento(1.436.621)(357.950)-(126.993) | (1.921.564) |
| Propriedade industrial e outros direitos(387.074)(100.496)-(670.365) | (1.157.935) |
| Trespasses(187.835)-4.436- | (183.399) |
| Diferenças de consolidação(6.271.040)(878.917)-208.440 | (6.941.517) |
| (19.153.791)(1.507.842)4.436(644.342) | (21.301.539) |
| 33.263.331(735.689)(1.245.216)(893.098) | 30.389.328 |
Os valores inscritos na coluna de transferências do valor bruto do imobilizado, incluem os movimentos decorrentes da alteração no perímetro da consolidação e o efeito da variação cambial, nos montantes positivos de Euro 46.062 e de Euro 6.573, respectivamente. Os valores correspondentes no mapa de movimentos das amortizações acumuladas ascendem a Euro 44.298 e Euro 4.708 positivos.
Incluído ainda na coluna de transferências encontra-se o montante bruto de imobilizado de cerca de Euro 1.500.000 relativo a software, os quais foram transferidos da conta de imobilizado corpóreo em curso.
O Grupo tem vindo a registar nas rubricas de "Despesas de instalação", "Despesas de investigação e desenvolvimento" e "Propriedade industrial e outros direitos" as seguintes naturezas de custo que, em 30 de Junho de 2004 e 2003, apresentavam os seguintes saldos:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Despesas de instalação: | ||
| Despesas incorridas com aumentos de capital e organização | 11.458.070 | 11.360.887 |
| Amortizações acumuladas | (11.097.124) | (10.665.369) |
| 360.946 | 695.518 | |
| Despesas de investigação e desenvolvimento: | ||
| Estudos e projectos | 5.147.211 | 2.835.206 |
| Amortizações acumuladas | (1.921.564) | (1.171.997) |
| 3.225.647 | 1.663.209 | |
| Propriedade industrial e outros direitos: | ||
| Direitos e licenciamentos | 1.815.727 | 837.235 |
| Amortizações acumuladas | (1.157.935) | (372.736) |
| 657.792 | 464.499 | |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Os saldos apresentados na rubrica "Diferenças de consolidação", correspondem às diferenças positivas entre o custo de aquisição das partes de capital e a proporção dos respectivos capitais próprios à data de compra, sendo amortizadas no período estimado de recuperação dos investimentos actualmente compreendido entre 5 e 20 anos. Em 30 de Junho de 2004, esta rubrica apresentava a seguinte composição:
| Activobruto | Amortizaçõesacumuladas | Activolíquido | |
|---|---|---|---|
| Armando Duarte | 272.977 | (61.419) | 211.558 |
| Aurimove | 83.242 | (41.621) | 41.621 |
| Correia & Correia | 175.622 | (26.343) | 149.279 |
| Geogranitos | 3.030.068 | (681.766) | 2.348.302 |
| Icil-Icafal | 801.137 | (259.198) | 541.939 |
| KPRD | 4.245.399 | (1.047.876) | 3.197.523 |
| Manvia | 497.747 | (87.106) | 410.641 |
| Maprel | 526.637 | (263.319) | 263.318 |
| Maprel Nelas | 526.700 | (263.350) | 263.350 |
| Martifer | 1.160.816 | (319.224) | 841.592 |
| Metalruda | 2.344.994 | (527.624) | 1.817.370 |
| Mota-Viso | 19.900 | (9.950) | 9.950 |
| Ornamag | 1.865.878 | (393.570) | 1.472.308 |
| PBM | 218.045 | (38.158) | 179.887 |
| Sols e Solsuni | 6.821.760 | (1.631.888) | 5.189.872 |
| Sonauta | 898.979 | (157.321) | 741.658 |
| STL | 2.563.693 | (192.277) | 2.371.416 |
| Suma | 3.404.208 | (603.834) | 2.800.374 |
| Timoz | 541.221 | (121.775) | 419.446 |
| UTIL | 2.599.520 | (194.964) | 2.404.556 |
| Vibeiras | 189.313 | (18.934) | 170.379 |
| 32.787.856 | (6.941.517) | 25.846.339 |
O aumento na rubrica "Diferenças de consolidação", resulta da diferença positiva gerada no primeiro semestre de 2004 entre o custo de aquisição de parte do capital da Vibeiras e a proporção do respectivo capital próprio à data de compra daquela parte de capital.
O abate na rubrica "Diferenças de consolidação" respeita a uma correcção efectuada no cálculo do goodwill da Util, enquanto a coluna das transferências, no montante líquido de Euro 2.605.556, corresponde ao goodwill anteriormente registado na participação na Lusoponte. No primeiro semestre de 2004, foi interrompida a consolidação desta participada na sequência das alterações ocorridas na estrutura accionista da Lusoponte, com consequências ao nível da capacidade de influência na sua gestão por parte do Grupo.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
3. Imobilizações Corpóreas
Durante o primeiro semestre de 2004, o movimento ocorrido no valor de custo ou reavaliado das imobilizações corpóreas, bem como nas respectivas amortizações acumuladas foi o seguinte:
| Saldo inicial | Aumentos | Alienações | Transferências eabates | Saldo final | |
|---|---|---|---|---|---|
| Valor Bruto: | |||||
| Terrenos e recursos naturais | 38.657.477 | 369.972 | - | 1.210.895 | 40.238.344 |
| Edifícios e outras construções | 111.027.601 | 265.884 | (10.874) | (1.201.698) | 110.080.913 |
| Equipamento básico | 320.586.504 | 9.652.190 | (3.726.465) | 4.316.292 | 330.828.521 |
| Equipamento de transporte | 133.657.623 | 1.607.726 | (2.198.788) | 658.051 | 133.724.612 |
| Ferramentas e utensílios | 8.686.451 | 277.759 | (315) | 476.251 | 9.440.146 |
| Equipamento administrativo | 29.247.803 | 867.430 | (204.817) | (392.056) | 29.518.360 |
| Taras e vasilhame | 3.375.096 | 352.711 | (148.375) | 146.082 | 3.725.514 |
| Outras imobilizações corpóreas | 2.522.945 | 51.049 | - | (251.096) | 2.322.898 |
| Imobilizações em curso | 25.445.674 | 4.120.336 | (55.000) | (5.243.318) | 24.267.692 |
| Adiantamentos por conta de imobilizações corpóreas | 3.920.082 | 1.497.061 | (148.614) | (508.692) | 4.759.837 |
| 677.127.256 | 19.062.118 | (6.493.248) | (789.289) | 688.906.837 | |
| Amortizações Acumuladas: | |||||
| Terrenos e recursos naturais | - | (16.911) | - | (78.639) | (95.550) |
| Edifícios e outras construções | (31.062.060) | (2.520.771) | 10.874 | (108.140) | (33.680.097) |
| Equipamento básico | (218.639.721) | (14.900.754) | 2.658.020 | (880.325) | (231.762.780) |
| Equipamento de transporte | (96.144.522) | (7.825.543) | 2.075.587 | 750.852 | (101.143.626) |
| Ferramentas e utensílios | (6.675.544) | (474.677) | 315 | (250.834) | (7.400.740) |
| Equipamento administrativo | (21.554.699) | (1.456.963) | 147.386 | 623.673 | (22.240.603) |
| Taras e vasilhame | (2.593.119) | (290.973) | - | 17 | (2.884.075) |
| Outras imobilizações corpóreas | (1.017.731) | (96.936) | 6.517 | 91.185 | (1.016.965) |
| (377.687.396) | (27.583.528) | 4.898.699 | 147.789 | (400.224.436) | |
| 299.439.860 | (8.521.410) | (1.594.549) | (641.500) | 288.682.401 |
Os valores inscritos na coluna de transferências e abates do valor líquido do imobilizado, incluem os movimentos decorrentes da alteração no perímetro da consolidação e o efeito da variação cambial, nos montantes positivos de Euro 3.809.426 e de Euro 6.940.876, respectivamente. Adicionalmente, esta coluna inclui ainda as transferências para imobilizado incorpóreo e para investimentos financeiros dos montantes de Euro 1.500.000 (Nota Explicativa 2) e Euro 7.747.065 (Nota Explicativa 4), respectivamente.
O Grupo procedeu em anos anteriores à reavaliação das suas imobilizações corpóreas ao abrigo da legislação aplicável, nomeadamente:
- •Decreto-Lei 219/82, de 2 de Junho
- •Decreto-Lei 399-G/84, de 28 de Dezembro
- •Decreto-Lei 118-B/86, de 27 de Maio
- •Decreto-Lei 111/88, de 2 de Abril
- •Decreto-Lei 49/91, de 25 de Janeiro
- •Decreto-Lei 264/92, de 24 de Novembro
- •Decreto-Lei 31/98, de 11 de Fevereiro.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
O detalhe dos custos históricos de aquisição de imobilizações corpóreas reavaliadas e correspondente reavaliação em 30 de Junho de 2004, líquidos de amortizações, é o seguinte:
| Custoshistóricos | Reavaliação | Valorescontabilísticosreavaliados | |
|---|---|---|---|
| Imobilizações corpóreas | |||
| Terrenos e recursos naturaisEdifícios e outras construçõesEquipamento básico | 28.992.59471.579.06097.153.085 | 11.150.2004.821.7561.912.656 | 40.142.79476.400.81699.065.741 |
| Equipamento de transporte | 32.424.567 | 156.419 | 32.580.986 |
| Ferramentas e utensíliosEquipamento administrativo | 2.035.9597.253.314 | 3.44724.443 | 2.039.4067.277.757 |
| Taras e vasilhameOutras imobilizações corpóreas | 841.4391.287.026 | -18.907 | 841.4391.305.933 |
| 241.567.044 | 18.087.828 | 259.654.872 |
Uma parte (40%) do incremento decorrente das reavaliações não é aceite como custo para efeitos de determinação da matéria colectável em sede de imposto sobre o rendimento de pessoas colectivas (IRC).
Em 30 de Junho de 2004 e 2003 encontravam-se no estrangeiro, nomeadamente em sucursais, as seguintes imobilizações corpóreas propriedade da Mota-Engil Engenharia:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Angola | 31.067.407 | 32.540.281 |
| Benim | 1.133.915 | 1.902.438 |
| Bulgária | 823 | 1.630 |
| Chade | 7.570.478 | 7.823.841 |
| Gana | 65.160 | 163.808 |
| Malawi | 317.556 | 982.607 |
| Moçambique | 101.683 | 399.370 |
| Polónia | 2.125.955 | 3.393.321 |
| República Checa | - | 4.340 |
| 42.382.977 | 47.211.636 |
4. Investimentos Financeiros
Durante o primeiro semestre de 2004, o movimento ocorrido no valor de custo ou reavaliado dos investimentos financeiros, bem como nas respectivas amortizações e provisões acumuladas foi o seguinte:
| Saldo inicial | Aumentos | Alienações | Transferências eabates | Saldo final | |
|---|---|---|---|---|---|
| Valor Bruto: | |||||
| Partes de capital em empresas do grupoEmpréstimos a empresas do grupoPartes de capital em empresas associadasEmpréstimos a empresas associadasPartes de capital em empresas participadasEmpréstimos a empresas participadasTítulos e outras aplicações financeirasImobilizações em cursoAdiantamentos por conta de investimentos financeiros | 12.388.9791.692.7716.820.4476.507.2995.087.6381.934.50250.841.450426.8541.181.746 | 1.000.325699.889-588.788500-10.885.383180.20749.940 | --(7.800)(137.414)-(835.901)(3.939)-- | 97.044(43.059)(1.691.440)-2.496.526-7.747.065-- | 13.486.3482.349.6015.121.2076.958.6737.584.6641.098.60169.469.959607.0611.231.686 |
| 86.881.686 | 13.405.032 | (985.054) | 8.606.136 | 107.907.800 | |
| Amortizações e Provisões Acumuladas: | |||||
| Partes de capital em empresas do grupoTítulos e outras aplicações financeiras | (5.248)(1.902.542) | -(156.457) | -- | -(71.304) | (5.248)(2.130.303) |
| (1.907.790)84.973.896 | (156.457)13.248.575 | -(985.054) | (71.304)8.534.832 | (2.135.551)105.772.249 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Incluído em transferências encontram-se os montantes positivo de Euro 1.358.851 e negativo de Euro 387.287 relativo a alterações no perímetro de consolidação, e à aplicação do método da equivalência patrimonial, respectivamente.
Em 30 de Junho de 2004 e 2003, os saldos das rubricas incluídas em investimentos financeiros, compõem-se como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Partes de capital em empresas do grupo | ||
| CorgimobilCPTP | 105.436- | 105.4368.214.123 |
| EM | 544.115 | - |
| EMSA | 49.109 | 54.225 |
| Engil JCA | 329.207 | 329.207 |
| Engil Tâmega ACE | 199.519 | 199.519 |
| Martifer Energia | 1.000.000 | - |
| Martifer Polska | 936.525 | - |
| MECT | - | 1.000.000 |
| Metroepszolg | 768.225 | 854.231 |
| M-Invest | 1.033.714 | 765.678 |
| Moravian | 152.120 | 108.977 |
| Neklanova | 235.496 | - |
| PBM | 965.165 | 902.330 |
| SGA | 2.297.729 | 2.684.441 |
| Sols e Solsuni | 2.086.830 | 1.795.515 |
| Sonauta | 1.412.839 | 1.543.003 |
| TratofozTuralgo | 669.900248.496 | 669.900248.203 |
| Outras | 451.923 | 392.887 |
| 13.486.348 | 19.867.675 | |
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
| Empréstimos a empresas do grupo | ||
| Corgimobil | 243.334 | 243.334 |
| EM | 500.000 | - |
| Fibreglass (Moçambique)Martifer Energia | 13.904 | 13.906 |
| Matiprel | 650.00042.398 | -42.398 |
| PBM | 899.965 | 852.698 |
| Outras | - | 45.792 |
| 2.349.601 | 1.198.128 | |
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
| Partes de capital em empresas associadas | ||
| Ambilital | 176.862 | 115.636 |
| Asinter | 113.573 | 157.542 |
| Auto-Sueco Angola | 1.654.641 | 1.444.686 |
| CecimeCimertex & Ca | -173.270 | 249.400175.325 |
| Ecodetra | 1.153.202 | 1.153.203 |
| Jardimaia | 175.000 | - |
| Parque Ambiental Nortenho | - | 506.392 |
| Resilei | - | 881.587 |
| Soprocil | - | 290.902 |
| Vortal | 1.494.135 | 1.569.135 |
| Outras | ||
| 180.524 | 234.081 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Empréstimos a empresas associadas | ||
| Aenor | 2.235.157 | 2.668.175 |
| Empresa Agrícola | 860.352 | 860.352 |
| Indáqua | - | 105.000 |
| InterconOperadora Lusoscut BLA | 3.863.164- | 3.992.969435.323 |
| 6.958.673 | 8.061.819 | |
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
| Partes de capital em empresas participadas | ||
| Cerâmica de Boialvo | 319.343 | 319.343 |
| Iberfibran | 375.000 | 375.000 |
| Icil-Icafal | 1.357.204 | 1.479.421 |
| Lusoponte | 4.330.601 | 1.667.401 |
| MTS | 904.400 | 904.400 |
| Outros | 298.116 | 358.511 |
| 7.584.664 | 5.104.076 | |
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
| Empréstimos a empresas participadas | ||
| Lusoponte | 1.098.601 | 1.934.502 |
| MTS | - | 452.200 |
| 1.098.601 | 2.386.702 | |
| Títulos e outras aplicações financeiras | 30.06.04 | 30.06.03 |
| Aenor | 16.728.720 | 4.758.370 |
| Dependências em países africanos | 782.231 | 1.116.340 |
| Investimentos em imóveisIndáqua | 20.932.5571.120.000 | 11.693.720- |
| Lusoponte | 4.828.862 | 4.828.862 |
| Lusoscut BLA | 12.327.166 | 4.006.105 |
| Lusoscut CP | 8.740.896 | 6.515.194 |
| Lusoscut GP | 3.959.392 | 1.688.581 |
| MTS | - | 113.050 |
| Outros investimentos | 50.135 | 50.135 |
| 69.469.959 | 34.770.357 | |
| Adiantamentos por conta de investimentos financeiros | 30.06.04 | 30.06.03 |
| Sadoport | 12.500 | - |
| Parque Ambiental NortenhoTersado | 1.206.68612.500 | 675.354- |
| 1.231.686 | 675.354 | |
O acréscimo verificado na rubrica de "Títulos e outras aplicações financeiras" corresponde basicamente às prestações acessórias concedidas à Aenor, Lusoscut BLA, Lusoscut CP e Lusoscut GP, e à transferência para investimentos em imóveis do montante de Euro 7.747.065, relativo a um imóvel registado na sucursal de Angola que se encontra arrendado, e antes se encontrava registado em imobilizações corpóreas em curso.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Empresas incluídas na consolidação pelo método integral
As empresas incluídas na consolidação pelo método integral, respectivas sedes, proporção do capital detido, actividade, data de constituição e data de aquisição das participações financeiras, são as seguintes:
| Sede | Percentagemefectiva daparticipação | Actividade | Datadeconstituição | Data deaquisição | |
|---|---|---|---|---|---|
| Mota Engil, SGPS, S.A., sociedade aberta | Porto | - | SGPS | Agosto 90 | - |
| Aurimove – Utilidades, Equipamentos e Investimentos Imobiliários, Lda. ("Aurimove")Através da MEIT | Porto | 100,00 | Imobiliária | Dezembro 93 | - |
| Calçadas do Douro - Sociedade Imobiliária, Lda. ("Calçadas do Douro") Através da MEIT | Porto | 100,00100,00 | Imobiliária | - | Setembro 00 |
| Companhia Portuguesa de Trabalhos Portuários e Construções, S.A. ("CPTP")Através da Mota–Engil Engenharia | Lisboa | 100,00 | Construções etrabalhosportuários | - | Julho 02 |
| Edifício Mota - Viso – Soc. Imobiliária, Lda.("Mota Viso")Através da MEIT | Porto | 100,00100,00 | Imobiliária | Junho 94 | - |
| Emocil – Empresa Moçambicana de Construção Imobiliária ("Emocil")Através da Mota–Engil Engenharia | Maputo(Moçambique) | 75,0075,00 | Imobiliária | Julho 94 | - |
| Engil III – Investimentos Internacionais e Construção, S.A. ("Engil III")Através da Mota–Engil Engenharia | Funchal | 100,00100,00 | Gestão departicipaçõesfinanceiras | Agosto 97 | - |
| Engil 4i – SGPS, S.A. ("Engil 4I")Através da Mota–Engil Engenharia | Porto | 100,00100,00 | SGPS | Dezembro 02 | - |
| Ferrovias e Construções, S.A. ("Ferrovias")Através da Mota–Engil Engenharia | Linda-a-Velha | 100,00100,00 | Construção emanutenção decaminhos de | Abril 88 | Setembro 94 |
| Geogranitos – Pedreiras de Amarante, Lda. ("Geogranitos")Através da Mota–Engil Engenharia | Amarante | 100,00100,00 | ferroConstrução eexploração depedreiras | Abril 88 | Março 90Junho 00Dezembro 00 |
| Gerco – Sociedade de Engenharia Electrotécnica, S.A. ("Gerco")Através da Mota–Engil Engenharia | Lisboa | 99,9899,98 | Execução de instalações eléctricas | Junho 84 | Agosto 90Maio 94Setembro 94Março 95Dezembro 95 |
| Herso- Obras Civiles y Ferroviárias, S.A. ("Herso")Através da Engil III | Buenos Aires(Argentina) | 87,8487,84 | Construção emanutenção decaminhos deferro | Julho 92 | Novembro 97Abril 98 |
| Imoengil – Sociedade Imobiliária, S.A. ("Imoengil")Através da Mota–Engil Engenharia | Matosinhos | 100,00100,00 | Imobiliária | Janeiro 34 | Setembro 91Março 93Maio 97 |
| KPRD – Krakowskie Przedsiebiorstwo Robót Drogowych, S.A. ("KPRD")Através da Tabella Holding | Cracóvia(Polónia) | 100,00100,00 | Execução de obras | Fevereiro 53 | Março 99 |
| Largo do Paço – Investimentos Turísticos e Imobiliários, Lda. ("Largo do Paço") | Amarante | 100,00 | Imobiliária | - | Outubro 01 |
| Através da MEIT | 100,00 | ||||
| Manvia - Manutenção e Exploração de Instalações, Lda. ("Manvia")Através da Mota–Engil Ambiente e Serviços | Lisboa | 100,00100,00 | Manutenção eexploração deinstalações | - | Junho 98 |
| Maprel – Empresa de Pavimentos e Materiais Pré-esforçados, Lda("Maprel")Através da Mota–Engil Engenharia | Vila Nova deGaia | 100,00100,00 | Fabrico demateriais pré-esforçados | Janeiro 60 | Fevereiro 87 |
| Maprel - Nelas, Indústria de Pré- Fabricados, S.A. ("Maprel Nelas")Através da MaprelAtravés da Mota–Engil Engenharia | Porto | 98,0097,001,00 | Fabrico demateriais pré-esforçados | Janeiro 01 | - |
| Martifer – Construções Metalomecânicas, S.A. ("Martifer")Através da Mota–Engil Engenharia | Oliveira deFrades | 50,0050,00 | Execução emontagem deestruturasmetálicas | Fevereiro 90 | Junho 98Fevereiro 99 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
| Sede | Percentagemefectiva daparticipação | Actividade | Datadeconstituição | Data deaquisição | |
|---|---|---|---|---|---|
| Martifer - Alumínios ,S.A. ("Martifer Alumínios")Através da Martifer | Oliveira deFrades | 27,5027,50 | Caixilharias | Outubro 90 | Abril 99 |
| Martifer Construcciones Metalicas España, S.A. ("Martifer Espanha")Através da Martifer | Valência(Espanha) | 50,0050,00 | Projecto,execução emontagem deestruturasmetálicas | Novembro 99 | - |
| Martins & Coutinho, Construções em Aço Inox, Lda. ("Martins &Coutinho")Através da Martifer | Oliveira deFrades | 37,5037,50 | Construções emaço inox | Abril 96 | Agosto 98Outubro 98Dezembro 98 |
| Metalruda – Construções Metálicas, S.A. ("Metalruda")Através da Martifer | Arruda dosVinhos | 50,0050,00 | Execução emontagem deestruturasmetálicas | Março 79 | Junho 99 |
| Mil e Sessenta – Sociedade Imobiliária, Lda. ("Mil e Sessenta")Através da MEIT | Porto | 100,00100,00 | Imobiliária | - | Julho 01 |
| Mota-Engil, Ambiente e Serviços, SGPS, S.A. ("Mota-Engil Ambiente eServiços") (a) | Porto | 100,00 | SGPS | Junho 97 | - |
| Mota-Engil Concessões de Transportes, SGPS, S.A. ("MECT") | Lisboa | 100,00 | Concessões detransportes | Janeiro 03 | - |
| Mota-Engil Engenharia e Construção, S.A. ("Mota-Engil Engenharia")(b) | Amarante | 100,00 | Execução deobras e compra e | - | Dezembro 00 |
| MEITS, Mota-Engil Imobiliário e Turismo, S.A. ("MEIT") | Porto | 100,00 | venda de imóveisGestão departicipaçõesfinanceiras | Setembro 01 | - |
| MESP- Mota Engil , Serviços Partilhados, Administrativos e de Gestão,S.A. ("MESP") | Porto | 100,00 | ServiçosAdministrativos | Dezembro 02 | - |
| Motadómus, Lda. ("Motadómus")Através da AurimoveAtravés da MEIT | Porto | 100,0095,005,00 | Imobiliária | Dezembro 96 | Dezembro 00 |
| Mota Hungária, Rt (" Mota Hungária")Através da Mota–Engil Engenharia | Budapeste(Hungria) | 100,00100,00 | Execução deobras públicas | Janeiro 96 | - |
| Mota Internacional – Comércio e Consultadoria Económica, Lda ("MotaInternacional")Através da Mota–Engil Engenharia | Funchal | 100,00100,00 | Gestão departicipaçõesfinanceiras | Setembro 97 | Dezembro 98 |
| Mota Keystone Construction, LLC ("MKC")Através da Mota–Engil Engenharia | Miami(EUA) | 50,5050,50 | Imobiliária | Março 02 | - |
| Nortedómus, Lda. ("Nortedómus")Através da MEIT | Lisboa | 100,00100,00 | Imobiliária | - | Outubro 01 |
| Planinova – Sociedade Imobiliária, S.A. ("Planinova")Através da MEIT | Porto | 100,00100,00 | Imobiliária | Dezembro 00 | - |
| Prefal – Préfabricados de Luanda, Lda. ("Prefal")Através da Mota InternacionalAtravés da Maprel | Luanda(Angola) | 90,0070,0020,00 | Fabrico demateriais préesforçados | Dezembro 93 | - |
| Qualibetão – Comercialização de Betões, Lda. ("Qualibetão")Através da Mota–Engil Engenharia | Porto Alto | 100,00100,00 | Fabrico ecomercializaçãode betão decimento ebetuminoso | Julho 96 | - |
| Rentaco – Equipamentos de Construção, Lda. ("Rentaco")Através da Mota-Engil Engenharia | Porto Alto | 100,00100,00 | Aluguer deequipamentos deconstrução | Setembro 89 | Julho 96 |
| Resilei – Tratamento de Resíduos Industriais, LdaAtravés da STL | Leiria | 30,62530,625 | Tratamento deResíduosIndustriais | - | Junho 03 |
| RTA - Rio Tâmega, Turismo e Recreio, S.A. ("RTA")Através da MEIT | Amarante | 100,00100,00 | Imobiliário eturismo | - | Maio 00 |
| Sedengil – Sociedade Imobiliária, Lda.("Sedengil")Através da Mota–Engil EngenhariaAtravés da Imoengil | Matosinhos | 100,0070,0030,00 | Imobiliária | Outubro 82 | Maio 95Maio 97Agosto 97 |
| Sefimota Stavebni, AS ("Sefimota")Através da Mota–Engil Engenharia | Praga(R. Checa) | 80,0080,00 | Construção civil eobras públicas | Janeiro 97 | - |
| Serurb – Serviços Urbanos, Lda. ("Serurb") | V.N.Famalicão | 61,50 | Recolha deresíduos | Julho 92 | Julho 92 |
| Através da Mota-Engil Ambiente e Serviços | 61,50 | sólidos urbanos |
(a) anteriormente designada por Engil Investimentos, SGPS, S.A.
(b) anteriormente designada por MOTA & Companhia, S.A.. No exercício de 2003 incorporou por fusão a actividade de construção da Engil, Sociedade de Construção Civil, S.A., e a Mota-Engil Internacional, Comércio Internacional e Serviços, S.A.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
| Sede | Percentagemefectiva daparticipação | Actividade | Datadeconstituição | Data deaquisição | |
|---|---|---|---|---|---|
| Serurb (Matosinhos) Serviços Urbanos, S.A. ("Serurb Matosinhos")Através da SerurbAtravés da Mota-Engil Ambiente e Serviços | Matosinhos | 61,8960,891.00 | Recolha deresíduossólidos urbanos | Dezembro 00 | - |
| Serurb (Douro) Serviços Urbanos, Lda.("Serurb Douro")Através da SerurbAtravés da Mota-Engil Ambiente e Serviços | Murça | 65,3555,3510,00 | Recolha deresíduossólidos urbanos | Dezembro 00 | - |
| Siltei - Aluguer de Máquinas e Equipamentos, S.A. ("Siltei")Através da Mota–Engil Engenharia | Amarante | 100,00100,00 | Aluguer deequipamento detransporte | Outubro 89 | - |
| Soprocil – Sociedade de Projectos e Construções Civis, S.A. (Soprocil)Através da Mota-Engil Engenharia | Tavira | 65,8865,88 | Construção civi eobras públicas | - | Dezembro 00 |
| STL – Sociedade de Transportes e Limpeza, Lda. ("STL")Através da SumaAtravés da UTIL | Ourém | 61,2530,62530,625 | Recolha etratamento deresíduos | - | Junho 03 |
| Suma – Serviços Urbanos Meio Ambiente, S.A. ("Suma")Através da Mota-Engil Ambiente e ServiçosAtravés da Tracevia | Lisboa | 61,2560,410,84 | Recolha deresíduos sólidosurbanos | Junho 94 | - |
| Tabella Holding, BV ("Tabella")Através da Mota–Engil Engenharia | Amesterdão(Holanda) | 100,00100,00 | Gestão deParticipaçõesfinanceiras | Novembro 98 | - |
| Tecnocarril – Sociedade de Serviços Industriais e Ferroviários, Lda.("Tecnocarril") | Entroncamento | 100,00 | Tratamento demadeira para uso | Janeiro 94 | Setembro 94 |
| Através da Mota–Engil EngenhariaAtravés da Ferrovias | 15,0085,00 | ferroviário | |||
| Tracevia – Sinalização Segurança e Gestão de Tráfego, Lda.("Tracevia") | Sintra | 77,50 | Sinalização egestão de tráfego | Junho 80 | Outubro 84 |
| Através da Mota–Engil Engenharia | 77,50 | ||||
| Transportes Lei, S.A. ("Translei")Através da Engil 4IAtravés da Mota–Engil Engenharia | Lima(Perú) | 100,0055,0045,00 | Industria daconstrução eactividadescomplementares | Setembro 86 | Junho 98Junho 99 |
| UTIL – União de Transportes e Limpeza, Lda. ("UTIL")Através da SumaAtravés da Serurb | Ourém | 61,2561,190,06 | Recolha etratamento deresíduos | - | Junho 03 |
| Vibeiras – Sociedade Comercial de Plantas, S.A. ("Vibeiras")Através da Mota-Engil Ambiente e Serviços | Torres Novas | 77,7877,78 | Espaços verdes | Julho 88 | Outubro 98 |
Empresas do Grupo excluídas da consolidação
Os investimentos financeiros em empresas do Grupo não consolidadas pelo método de consolidação integral (dado não terem actividade ou serem imateriais, individualmente e no seu conjunto, para a apresentação de uma imagem fiel e verdadeira da situação financeira e resultados das operações do Grupo, conforme o estipulado no nº1 do Artigo 4º do Decreto-Lei n.º 238/91, de 2 de Julho), encontram-se registados na rubrica "Partes de capital em empresas do grupo", ao respectivo custo de aquisição, sendo as suas respectivas sedes sociais e proporção do capital detido em 30 de Junho de 2004, as seguintes:
| Designação | País | PercentagemEfectiva daParticipação |
|---|---|---|
| Cogamo-Constructions Gabonaises, Mota, S.A. ("Cogamo") | Gabão | 51,30 |
| Corgimobil - Empresa Imobiliária das Corgas, Lda. ("Corgimobil") | Portugal | 70,42 |
| EM - Edifícios Modernos , Construções, S.A. ("EM") | Portugal | 75,00 |
| EMASA, Lda. ("EMASA") | Angola | 95,00 |
| Engil – Construtora do Tâmega, ACE, S.A. ("Engil Tâmega ACE") | Portugal | 53,00 |
| Engil, S.A. – Bau, GmbH ("Engil Bau") | Alemanha | 100,00 |
| Engil JCA - Construção Civil e Obras Públicas, Lda. ("Engil JCA") | Portugal | 60,00 |
| Fibreglass Sundlete, Lda. ("Fibreglass") | Moçambique | 100,00 |
| Hifer Construccion Conservación e Servicios, S.A. ("Hifer") | Espanha | 50,00 |
| Holdinorte - Sociedade Imobiliária do Norte, Lda. ("Holdinorte") | Portugal | 67,00 |
| M-Invest Bohdalec, A.S. ("Bohdalec") | Polónia | 86,00 |
| M-Invest Jihlavska, A.S. ("Jihlavska") | Polónia | 68,00 |
| Matiprel – Materiais Pré-Esforçados, Lda. ("Matiprel") | Portugal | 70,00 |
| Martifer Energia, S.A. ("Martifer Energia") | Portugal | 50,00 |
| Martifer Polska ("Martifer Polska") | Polónia | 50,00 |
| Mota-Engil Florida Investments Corp.("ME Florida") | EUA | 100,00 |
| Mota-Engil Tecnologias de Informação, S.A. ("METI") | Portugal | 100,00 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
| Designação | País | PercentagemEfectiva daParticipação |
|---|---|---|
| Mota Maurícias, Lda. ("Mota Maurícias") | Maurícias | 100,00 |
| Mota Real Estate, sro ("Mota Real Estate") | Rep. Checa | 100,00 |
| Mota-Engil II, Gestão, Ambiente, Energia e Concessões de Serviços, S.A. ("MEGA") | Portugal | 100,00 |
| Serurb Esposende – Serviços Urbanos, Lda.("Serurb Esposende") | Portugal | 65,80 |
| Tratofoz - Sociedade de Tratamento de Resíduos, S.A. ("Tratofoz") | Portugal | 67,00 |
| Turalgo-Sociedade de Promoção Imobiliária e Turística do Algarve, S.A. ("Turalgo") | Portugal | 51,00 |
Empresas do Grupo e Associadas registadas pelo método da equivalência patrimonial
As empresas do Grupo e associadas incluídas na consolidação pela aplicação do método da equivalência patrimonial, suas respectivas sedes e proporção do capital detido em 30 de Junho de 2004, são as seguintes:
| Designação | País | PercentagemEfectiva daParticipação |
|---|---|---|
| Armando Duarte, Lda. ("Armando Duarte") | Portugal | 100,00 |
| Ambilital – Investimentos Ambientais no Alentejo, EIM. ("Ambilital") | Portugal | 30,13 |
| Asinter – Comércio Internacional, Lda. ("Asinter") | Portugal | 30,00 |
| Auto Sueco Angola, S.A. ("Auto Sueco Angola") | Angola | 25,50 |
| Cimertex Angola – Sociedade de Máquinas e Equipamentos, Lda. ("Cimertex Angola") | Angola | 44,90 |
| Cimertex & Companhia- Comércio Equipamentos e Serviços Técnicos, Lda. ("Cimertex & Companhia") | Portugal | 50,00 |
| Citrup – Centro Integrado de Resíduos, Lda. ("Citrup") | Portugal | 15,37 |
| Dirac – Soluções de Engenharia e Informática, Lda. ("Dirac") | Portugal | 48,00 |
| Empresa Agrícola e Florestal Portuguesa, S.A. ("Empresa Agrícola") | Portugal | 44,70 |
| EMSA – Empreendimentos e Exploração de Estacionamentos, S.A. ("EMSA") | Portugal | 100,00 |
| Fabritubo - Tubos Pressocentrifugados de Betão, Lda. ("Fabritubo") | Portugal | 50,00 |
| Ferrovias Brasil, Lda. ("Ferrovias Brasil") | Brasil | 100,00 |
| Icil – Icafal, S.A. ("Icil-Icafal") | Chile | 17,64 |
| Indáqua – Indústria e Gestão de Águas, S.A. ("Indáqua") | Portugal | 28,00 |
| Indáqua Fafe – Gestão de Águas de Fafe, S.A. ("Indáqua Fafe") | Portugal | 27,96 |
| Indáqua Feira - Indústria de Águas de Santa Maria da Feira, S.A. ("Indáqua Feira") | Portugal | 20,04 |
| Indáqua Santo Tirso – Gestão de Águas de Santo Tirso, S.A. ("Indáqua St. Tirso") | Portugal | 28,00 |
| Inovia, Serviços Ferroviários ACE, S.A. ("Inovia") | Portugal | 33,00 |
| Lusoponte – Concessionária para a Travessia Tejo, S.A. ("Lusoponte") (Nota Explicativa 2) | Portugal | 13,83 |
| Metroepszolg, RT("Metroepszolg") | Hungria | 99,77 |
| Moravian Partner Constructors, sro ("Moravian") | Rep. Checa | 64,00 |
| M-Invest Neklanova, sro ("Neklanova") | Rep. Checa | 94,00 |
| M-Invest, sro ("M-Invest") | Rep. Checa | 86,00 |
| Netmaster – Tecnologias de Informação, Lda. ("Netmaster") | Portugal | 60,00 |
| Ornamag – Mármores e Granitos Ornamentais, S.A. ("Ornamag") | Portugal | 100,00 |
| PBM-Lubartow ("PBM") | Polónia | 100,00 |
| Rima – Resíduos Industriais e Meio Ambiente, S.A. ("Rima") | Portugal | 58,44 |
| SGA – Sociedade do Golfe de Amarante, S.A. ("SGA") | Portugal | 97,00 |
| Solmaster-Tecnologias de Informação, S.A. ("Solmaster") | Portugal | 60,00 |
| Sol-S e Solsuni - Tecnologias de Informação, S.A. ("Sol-S e Solsuni") | Portugal | 60,00 |
| Sol-S Internacional, Tecnologias de Informação S.A. ("Sol-S Internacional") | Portugal | 60,00 |
| Sonauta-Sociedade de Navegação, Lda. ("Sonauta") | Angola | 83,00 |
| Somafel e Ferrovias, ACE ("Somafel – Ferrovias, ACE") | Portugal | 40,00 |
| Timoz – Transformadora Industrial de Mármores de Estremoz, Lda. ("Timoz") | Portugal | 100,00 |
| Edipainel – Utilidades, Equipamentos e Investimentos Imobiliários, Lda. ("Venimove") | Portugal | 100,00 |
As participações nas empresas Armando Duarte, Ornamag e Timoz foram consolidadas em 2001 pelo método da integração global. Dado ser intenção do Conselho de Administração rever o seu posicionamento estratégico nesta área de negócios, estando incluída a possibilidade de alienação, estas empresas foram consolidadas nos semestres findos em 30 de Junho de 2003 e 2004 pelo método da equivalência patrimonial reportado a 31 de Dezembro de 2001, não tendo sido apropriado o resultado líquido negativo destas associadas desde essa data, cujo efeito líquido acumulado ascende a, aproximadamente, Euro 259.000. Incluído em provisões para outros riscos e encargos encontra-se registada uma provisão no montante de Euro 1.170.040 para fazer face aos capitais próprios negativos destas associadas. É convicção do Conselho de Administração da Mota-Engil SGPS que o valor pelo qual estas participações se encontram reflectidas no balanço não é inferior ao seu valor de realização.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
As empresas que constituem o Grupo Sol-S (Sol-S e Solsuni, Solmaster, Netmaster e Dirac) foram incluídas no primeiro semestre de 2002 pelo método de integração global. Face ao processo de reestruturação que ocorreu durante 2002 nestas participadas, que se substanciou na fusão por incorporação da Sol-Shop, Solsuni, Devweb, Infomania e Solsoft na Sol-S, e em virtude de ser intenção do Conselho de Administração rever o seu posicionamento estratégico na área de negócio das novas tecnologias, estas participações financeiras foram consolidadas pelo método da equivalência patrimonial a partir de Dezembro de 2002 inclusivé.
Participações materialmente irrelevantes em empresas associadas
Os investimentos financeiros em empresas associadas cujas participações são materialmente irrelevantes para a obtenção de uma imagem verdadeira e apropriada da situação financeira e dos resultados do conjunto de empresas compreendidas na consolidação, bem como a proporção do capital detido nestas empresas (empresas sem actividade e, ou, sem informação disponível em 30 de Junho de 2004), são como segue:
| Designação | País | Efectiva daParticipação |
|---|---|---|
| Ecodetra – Sociedade de Tratamento e Deposição de Resíduos, S.A. ("Ecodetra") | Portugal | 49,00 |
| Mota Cheong Kong – Construções e Investimentos, Lda. ("Mota Cheong Kong") | China | 40,00 |
| Parquegil- Planeamento e Gestão de Estacionamento, S.A. ("Parquegil") | Portugal | 50,00 |
| Socibil, SARL ("Socibil") | Angola | 30,00 |
| Vortal – Comércio Electrónico, Consultadoria e Multimédia, S.A. ("Vortal") | Portugal | 22,50 |
Estes investimentos financeiros estão registados ao custo de aquisição o qual é inferior ao respectivo valor de mercado.
Empresas consolidadas pelo método proporcional
As empresas consolidadas pelo método de consolidação proporcional, suas respectivas sedes, proporção de capital detido, actividades, datas de constituição e datas de aquisição são como segue:
| Sede | Percentagemefectiva daparticipação | Actividade | Datadeconstituição | Data deaquisição | |
|---|---|---|---|---|---|
| Correia & Correia, Lda.("Correia & Correia")Através da Enviroil | Sertã | 34,00 | Comércio erecolha de óleosusados | Setembro 88 | Fevereiro 00 |
| Empresa de Terraplenagem e Pavimentações – Paviterra, SARL (Angola) ("Paviterra")Através de Mota Internacional | Luanda(Angola) | 49,00 | Execução de obras | Novembro 80 | - |
| Enviroil – Resíduos e Energia, Lda. ("Enviroil")Através da Mota-Engil Ambiente e Serviços | Matosinhos | 42,50 | Comércio erecolha deresíduosindustriais | Novembro 97 | - |
| Icer – Indústria de Cerâmica, Lda. ("Icer")Através da Mota-Engil Engenharia | Luanda(Angola) | 50,00 | Indústriacerâmica | Novembro 91 | - |
| Probigalp Ligantes Betuminosos, S.A. ("Probigalp")Através da Mota-Engil Engenharia | Amarante | 25,00 | Fabrico deprodutosbetuminosos | Abril 98 | - |
| Probisa Portuguesa - Construção e Obras Públicas, S.A. ("Probisa") Através da Mota-Engil Engenharia | Amarante | 50,00 | Construção | Janeiro 86 | - |
Nestas empresas, a gestão é partilhada com os outros accionistas, pelo que se considera ser o método de consolidação proporcional aquele que melhor representa o efeito da actividade destas empresas nas demonstrações financeiras do Grupo.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Participações não inferiores a 10% em empresas não mencionadas anteriormente
As empresas não mencionadas nas notas anteriores, registadas ao custo de aquisição, percentagem de participação, e suas respectivas sedes, são conforme segue:
| Designação | País | PercentagemEfectiva daParticipação |
|---|---|---|
| Aenor – Auto-Estradas do Norte, S.A. ("Aenor") | Portugal | 32,42 |
| Imosines – Sociedade Imobiliária, Lda. ("Imosines") | Portugal | 10,61 |
| Lusoscut – Auto-Estradas da Costa de Prata, S.A. ("Lusoscut CP") | Portugal | 32,79 |
| Lusoscut – Auto-Estradas das Beiras Litoral e Alta, S.A. ("Lusoscut BLA") | Portugal | 32,79 |
| Lusoscut – Auto Estradas do Grande Porto, S.A. ("Lusoscut GP") | Portugal | 32,79 |
| Operanor – Operação e Manutenção de Auto Estradas, S.A. ("Operanor") | Portugal | 32,42 |
| Operadora Lusoscut CP – Operação e Manutenção de Auto Estradas, S.A. ("Operadora Lusoscut CP") | Portugal | 32,79 |
| Operadora Lusoscut BLA – Operação e Manutenção de Auto Estradas, S.A. ("Operadora Lusoscut BLA") | Portugal | 32,79 |
| Operadora Lusoscut GP – Operação e Manutenção de Auto Estradas, S.A. ("Operadora Lusoscut GP") | Portugal | 33,50 |
| Tratoser – Tratamento e Serviços Ambientais, S.A. ("Tratoser") | Portugal | 10,00 |
| Publicultura – Sociedade de Informação e Cultura, S.A. ("Publicultura") | Portugal | 10,00 |
| MTS – Metro, Transportes do Sul, S.A. ("MTS") | Portugal | 18,09 |
Critérios de contabilização das participações em associadas
As empresas incluídas na consolidação que detêm participações financeiras em associadas, adoptam o critério de as valorizar nas suas demonstrações financeiras individuais pelo método da equivalência patrimonial ou ao custo de aquisição, conforme aplicável. Os critérios de valorimetria utilizados para as participações financeiras em empresas associadas não consolidadas são os descritos na Nota Explicativa 1-c-iv), à excepção das participações nas associadas Aenor, Lusoscut CP, Lusoscut BLA, Lusoscut GP, Operanor, Operadora Lusoscut CP, Operadora Lusoscut BLA e Operadora Lusoscut GP que estão registadas ao custo histórico. De facto, atendendo à participação do Grupo nestas empresas, à actividade de concessionárias a que estas se dedicam e ao seu estado de arranque de operações, estas participações estão registadas ao custo de aquisição, que é inferior ao respectivo valor de mercado.
5. Dívidas de Terceiros de Médio e Longo Prazo
Esta rubrica é analisada como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Custo: | ||
| Clientes, conta corrente | 12.857.574 | 13.073.663 |
| Clientes, títulos a receber | 12.214.261 | 13.822.798 |
| Empresas participadas e participantes | 48.035.338 | 38.497.755 |
| Outros devedores | 2.022.132 | 2.301.337 |
| 75.129.305 | 67.695.553 | |
| Provisões para cobranças duvidosas: | ||
| Clientes, conta corrente | (251.575) | (228.713) |
| Empresas participadas e participantes | - | - |
| Outros devedores | (185.243) | (1.602.115) |
| (436.818) | (1.830.828) | |
| 74.692.487 | 65.864.725 |
As dívidas de terceiros de médio e longo prazo incluem o montante de Euro 51.640.266 (2003: Euro 49.348.389) relativo a créditos sobre o estado Angolano e sobre empresas sediadas em Angola.
O aumento ocorrido em "Empresas participadas e participantes" corresponde a suprimentos concedidos a associadas da área do Ambiente e Serviços, consolidadas através do método da equivalência patrimonial.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Provisão para cobranças duvidosas
Os movimentos na provisão para cobranças duvidosas são analisados como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Clientes, conta corrente: | ||
| Saldo inicial | 182.787 | 228.713 |
| Aumento | 34.560 | - |
| Redução e transferências | 34.228 | - |
| Saldo final | 251.575 | 228.713 |
| Outros devedores: | ||
| Saldo inicial | 185.243 | 1.602.115 |
| Aumento | - | - |
| Redução e transferências | - | - |
| Saldo final | 185.243 | 1.602.115 |
| 436.818 | 1.830.828 | |
6. Existências
Esta rubrica é analisada como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Custo: | ||
| Matérias primas, subsidiárias e de consumo | 30.531.886 | 25.837.594 |
| Produtos e trabalhos em curso | 16.847.419 | 24.625.816 |
| Produtos acabados | 18.375.207 | 14.090.057 |
| Mercadorias | 35.176.622 | 35.789.330 |
| Adiantamentos por conta de compras | 3.167.191 | 3.568.227 |
| 104.098.325 | 103.911.024 | |
| Provisões para depreciação de existências: | ||
| Matérias primas, subsidiárias e de consumo | (200.841) | (154.586) |
| Produtos acabados | (55.635) | (51.371) |
| Mercadorias | (119.761) | (95.304) |
| (376.237) | (301.261) | |
| 103.722.088 | 103.609.763 |
Produtos e trabalhos em curso
Em 30 de Junho de 2004 e 2003 o detalhe dos produtos e trabalhos em curso, era como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Aurimove | 2.215.284 | 2.448.834 |
| Calçadas do Douro | 763.767 | 522.241 |
| Mil e Sessenta | 450.479 | 473.873 |
| Mota Viso | 894.031 | 5.185.122 |
| Mota-Engil Engenharia | - | 2.128.331 |
| Planinova | 10.463.970 | 10.264.081 |
| RTA | 62.364 | 62.364 |
| Sedengil | - | 3.540.970 |
| Sefimota | 1.997.524 | - |
| 16.847.419 | 24.625.816 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Provisão para depreciação de existências
Os movimentos na provisão para depreciação de existências são analisados como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Saldo inicial | 345.093 | 266.424 |
| Aumento | 58.563 | 65.303 |
| Redução e transferências | (27.419) | (30.466) |
| Saldo final | 376.237 | 301.261 |
Incluído em Redução e transferências encontra-se o montante positivo de Euro 4.132 relativo a diferenças cambiais.
7. Dívidas de Terceiros de Curto Prazo
Esta rubrica é analisada como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Custo: | ||
| Clientes, conta corrente | 474.332.232 | 408.982.182 |
| Clientes, títulos a receber | 21.289.233 | 18.977.579 |
| Clientes de cobrança duvidosa | 12.786.256 | 11.388.003 |
| Empresas associadas | 3.218.923 | 12.162.203 |
| Empresas participadas e participantes | 230.976 | 10.115 |
| Adiantamentos a fornecedores | 7.529.778 | 6.316.450 |
| Estado e outros entes públicos | 5.483.316 | 5.032.479 |
| Outros devedores | 63.711.247 | 71.721.748 |
| 588.581.961 | 534.590.759 | |
| Provisões para cobranças duvidosas: | ||
| Clientes, conta corrente | (5.054.455) | (3.912.249) |
| Clientes de cobrança duvidosa | (8.429.570) | (9.597.461) |
| Empresas associadas | - | - |
| Outros devedores | (2.721.549) | (118.950) |
| (16.205.574) | (13.628.660) | |
| 572.376.387 | 520.962.099 | |
Estado e outros entes públicos
Em 30 de Junho de 2004 e 2003 os saldos da rubrica "Estado e outros entes públicos" têm a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas | 2.135.436 | 968.651 |
| Imposto sobre o valor acrescentado | 1.185.409 | 3.496.751 |
| Segurança social | 2.584 | 2.073 |
| Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares | 4.313 | - |
| Outros impostos | 22.122 | 72.250 |
| Impostos em outros países | 2.133.452 | 492.754 |
| 5.483.316 | 5.032.479 |
A rubrica "Impostos em outros países" respeita às dívidas activas com as administrações fiscais dos países estrangeiros onde o Grupo desenvolve a sua actividade.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Provisão para cobranças duvidosas
Os movimentos na provisão para cobranças duvidosas são analisados como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Clientes, conta corrente: | ||
| Saldo inicial | 3.893.305 | 3.760.919 |
| Aumento | 279.771 | 205.101 |
| Redução e transferências | 881.379 | (53.771) |
| Saldo final | 5.054.455 | 3.912.249 |
| Clientes de cobrança duvidosa: | ||
| Saldo inicial | 7.794.278 | 9.073.810 |
| Aumento | 881.528 | 708.327 |
| Redução e transferências | (246.236) | (184.676) |
| Saldo final | 8.429.570 | 9.597.461 |
| Empresas associadas: | ||
| Saldo inicial | 594.253 | - |
| Aumento | - | - |
| Redução e transferências | (594.253) | - |
| Saldo final | - | - |
| Outros devedores: | ||
| Saldo inicial | 2.007.068 | 130.753 |
| Aumento | 60.063 | - |
| Redução e transferências | 654.418 | (11.803) |
| Saldo final | 2.721.549 | 118.950 |
| 16.205.574 | 13.628.660 | |
Incluído em Redução e transferências encontram-se o montante positivo de Euro 15.654 relativo a diferenças cambiais.
Incluído em Aumento encontra-se o montante de Euro 60.063 o qual teve como contrapartida a rubrica de Resultados Extraordinários.
8. Títulos Negociáveis
Incluído nesta rubrica encontram-se 80.501 acções da Repower Systems, AG no montante de Euro 1.385.194.
Os movimentos na provisão para aplicações de tesouraria são analisados como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Aplicações de tesouraria: | ||
| Saldo inicial | 2.250 | 708 |
| Aumento | - | 1.336 |
| Redução e transferências | (1.234) | - |
| Saldo final | 1.016 | 2.044 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
9. Disponibilidades
Esta rubrica é analisada como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Depósitos bancários | 20.519.891 | 25.403.952 |
| Caixa | 1.939.171 | 1.517.550 |
| 22.459.062 | 26.921.502 |
10. Acréscimos e Diferimentos Activos
Em 30 de Junho de 2004 e 2003 os saldos desta rubrica apresentavam a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 |
|---|---|
| 52.211.184 | 101.291.283 |
| 6.159.551 | 11.702.392 |
| 1.157.652 | 1.811.199 |
| 2.198.356 | 3.375.173 |
| 61.726.743 | 118.180.047 |
| 9.840.887 | 20.676.578 |
| 2.193.825 | 1.644.473 |
| 6.965.163 | 3.556.522 |
| 5.527.472 | 4.984.220 |
| 24.527.347 | 30.861.793 |
| 86.254.090 | 149.041.840 |
Os acréscimos de proveitos relativos a projectos imobiliários referem-se aos montantes a facturar relativos à construção de vários projectos imobiliários no âmbito dos Planos Especiais de Realojamento – PER, efectuados pela participada Sedengil.
O Grupo adopta o procedimento de diferir custos com propostas de trabalhos, cuja adjudicação à data do balanço não é conhecida mas que se antecipa favorável. Consequentemente, estes custos são na generalidade dos casos incluídos na obra no caso desta ser adjudicada, ou como custos do exercício quando a decisão é desfavorável.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
11. Capital Próprio
Durante o primeiro semestre de 2004 o movimento ocorrido nos saldos da rubricas de capital próprio, foi o seguinte:
| Saldo inicial | Aumentos | Diminuições | Aplicação deresultados | Saldo final | |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital | 204.635.695 | - | - | - | 204.635.695 |
| Acções próprias - valor nominal | (9.028.038) | - | - | - | (9.028.038) |
| Acções próprias - descontos e prémios | (3.264.877) | - | - | - | (3.264.877) |
| Prémios de emissão de acções | 87.256.034 | - | - | - | 87.256.034 |
| Diferenças de consolidação | (49.626.822) | - | (3.591.094) | - | (53.217.916) |
| Reservas legais | 5.984.746 | - | - | 769.147 | 6.753.893 |
| Reservas livres | 23.937.103 | - | - | 3.355.387 | 27.292.490 |
| Ajustamentos de conversão cambial | (48.902.375) | 4.960.665 | - | - | (43.941.710) |
| Resultados transitados | 480.524 | - | - | - | 480.524 |
| Resultado consolidado líquido do semestre | 15.382.944 | 7.863.169 | - | (15.382.944) | 7.863.169 |
| 226.854.934 | 12.823.834 | (3.591.094) | (11.258.410) | 224.829.264 |
Capital
O capital da Mota-Engil SGPS em 30 de Junho de 2004, ascende a Euro 204.635.695, estando representado por 204.635.695 acções ao portador com valor nominal de 1 Euro cada.
Prémios de emissão de acções
A legislação comercial dispõe que os prémios de emissão de acções não podem ser distribuídos aos accionistas, só podendo ser utilizados em aumentos de capital, ou na cobertura de prejuízos depois de utilizadas as reservas e resultados distribuíveis.
Reserva legal
A legislação comercial estabelece que, pelo menos, 5% do resultado líquido anual tem de ser destinado ao reforço da reserva legal até que esta represente pelo menos 20% do capital. Segundo dispõe a legislação comercial, esta reserva não pode ser distribuída aos accionistas apenas podendo ser utilizada em aumentos de capital ou na cobertura de prejuízos, depois de esgotadas todas as outras reservas.
Aplicação de resultados
De acordo com a decisão da Assembleia Geral da Mota-Engil SGPS em reunião realizada em 30 de Março de 2004, o resultado líquido do exercício findo em 31 de Dezembro de 2003, foi aplicado como segue:
| Reserva legal | 769.147 |
|---|---|
| Reservas livres | 2.858.834 |
| Dividendos | 11.254.963 |
| Gratificações por aplicação de resultados | 500.000 |
Os dividendos a distribuir relativos a acções próprias, no montante de Euro 496.553, foram reclassificados para reservas livres.
Ajustamentos de conversão cambial
A variação nesta rubrica resulta da conversão para Euro de demonstrações financeiras de empresas participadas originalmente expressas em moeda estrangeira, de acordo com os critérios descritos na Nota Explicativa 1-c-xvii).
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Diferenças de consolidação
O movimento ocorrido na rubrica "Diferenças de consolidação" corresponde a variações patrimoniais ocorridas em algumas das empresas incluídas no perímetro de consolidação, relativas a:
| Gratificações por aplicação de resultados efectuadas pelas participadas | (1.975.010) |
|---|---|
| Correcção à estimativa do goodwill calculado em 2003 relativo à Util | (757.348) |
| Outras variações | (858.736) |
| (3.591.094) |
O saldo desta rubrica corresponde à compensação efectuada entre os valores de aquisição de partes de capital em empresas do Grupo e a proporção dos respectivos capitais próprios à data da sua aquisição, acrescidos ou diminuídos de outras variações nos capitais próprios dessas empresas, que não as relativas a resultados do exercício. Em 30 de Junho de 2004 esta rubrica tem a seguinte composição:
| 30.06.04 | |
|---|---|
| Ferrovias | (3.379.055) |
| Gerco | (307.412) |
| Martifer | (2.444.193) |
| MEIT | (334.107) |
| Mota-Engil Ambiente e Serviços | (27.315) |
| Mota-Engil Engenharia | (44.864.696) |
| Qualibetão | (177.963) |
| Rentaco | (180.289) |
| Sedengil | (3.884) |
| Serurb | (882.600) |
| Sols e Solsuni | (373.123) |
| Suma | (478.216) |
| Tecnocarril | 24.157 |
| Translei | 1.945.275 |
| Vibeiras | (1.734.495) |
| (53.217.916) |
12. Interesses Minoritários no Balanço
Em 30 de Junho de 2004 e 2003 esta rubrica tem a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Emocil | 82.892 | 106.724 |
| Gerco | 156 | 433 |
| Maprel Nelas | (15.440) | (13.151) |
| Martifer e subsidiárias | 10.387.869 | 7.918.248 |
| MKC | 127.452 | 2.018.877 |
| Motadómus | - | 21.312 |
| Prefal | 400.699 | 415.778 |
| Sefimota | 216.153 | 171.889 |
| Serurb e subsidiárias | 1.556.242 | 972.309 |
| Soprocil | 463.041 | - |
| Suma e subsidiárias | 8.749.997 | 4.472.324 |
| Tracevia | 451.253 | 262.764 |
| Vibeiras | 414.988 | 574.903 |
| 22.835.302 | 16.922.410 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
13. Provisões para Outros Riscos e Encargos
O movimento das provisões no período findo em 30 de Junho de 2004 pode ser analisado como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Provisões para outros riscos e encargos | ||
| Saldo inicial | 17.249.465 | 14.973.250 |
| Aumento | 323.623 | 151.073 |
| Redução e transferências | 2.744.984 | 794.694 |
| Saldo final | 20.318.072 | 15.919.017 |
Em 30 de Junho de 2004, a rubrica "Provisões para outros riscos e encargos" reflecte a melhor estimativa de Conselho de Administração para fazer face a: (i) riscos associados com empresas participadas; (ii) riscos associados ao desenvolvimento de operações em curso e na vertente internacional, (iii) para responsabilidades no investimento na Intercon, Construção, ACE, (iv) capitais próprios negativos de algumas associadas que se encontram registadas pelo método da equivalência patrimonial e (v) outros riscos e eventuais contingências não identificados especificamente, relacionados com o desenvolvimento das operações do Grupo.
Incluído em Redução e transferências encontram-se os montantes positivos de Euro 17.999 e de Euro 1.745.107 relativo a diferenças cambiais e a alterações no perímetro de consolidação, respectivamente.
14. Dívidas a Terceiros de Médio e Longo Prazo
Esta rubrica tem o seguinte detalhe:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Empréstimos por obrigações não convertíveis | 67.500.000 | 52.467.918 |
| Dívidas a instituições de crédito | 94.667.798 | 129.042.342 |
| Empresas associadas | 525.857 | 2.019.241 |
| Adiantamentos por conta de vendas | 17.897.145 | 31.408.809 |
| Outros empréstimos obtidos | 76.098.653 | 33.998.165 |
| Fornecedores de imobilizado, conta corrente | 25.356.750 | 27.906.519 |
| Outros credores | 587.094 | 3.486.431 |
| 282.633.297 | 280.329.425 |
Empréstimos por obrigações não convertíveis
Em 28 de Junho de 2002, a Empresa-mãe contraiu um empréstimo por obrigações no valor de Euro 22.500.000, por um prazo de 5 anos, remunerado a uma taxa de juro correspondente à taxa Euribor a 6 meses, adicionada de 1,5 pontos percentuais. Os juros são pagos semestral e postecipadamente, em 28 de Junho e 28 de Dezembro de cada ano, tendo-se vencido o primeiro cupão em 28 de Dezembro de 2002. O reembolso será efectuado ao seu valor nominal, em seis prestações semestrais, a partir da data de pagamento do 5ºcupão. A Empresa-mãe poderá efectuar o reembolso antecipado total ou parcial, neste caso por redução ao valor nominal, das obrigações, a partir do 5º pagamento de cupão. Cada obrigacionista poderá, em qualquer momento e no prazo máximo de doze meses após a data de fecho de cada exercício, solicitar o reembolso antecipado das obrigações de que seja titular caso as demonstrações financeiras consolidadas da Mota Engil SGPS demonstrem o incumprimento de determinados rácios financeiros definidos contratualmente.
Em 9 de Dezembro de 2003, a Empresa-mãe emitiu um empréstimo obrigaccionista no montante de Euro 17.500.000, pelo prazo de 7 anos, remunerando juros semestralmente a uma taxa de juro
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
indexada à Euribor a 6 meses adicionada de 1,75 pontos percentuais, com o reembolso a ser efectuado em dez prestações semestrais, a partir da data de pagamento do 5ºcupão.
Em 29 de Dezembro de 2003, a Empresa-mãe contraiu um novo empréstimo por obrigações no valor de Euro 35.000.000, pelo prazo de 5 anos, remunerando juros semestralmente a uma taxa de juro indexada à Euribor a 6 meses adicionada de 0,75 pontos percentuais, com um único reembolso no final do prazo do empréstimo.
Dívidas a instituições de crédito
O saldo da rubrica de balanço "Dívidas a instituições de crédito" inclui um empréstimo contraído pela Mota Engil SGPS no montante de Euro 25.000.000, reembolsável em seis prestações semestrais, a partir de Junho de 2004 e que vence juros trimestrais a uma taxa indexada à Euribor a 6 meses.
Fornecedores de imobilizado
Em 30 de Junho de 2004, as empresas incluídas na consolidação mantinham responsabilidades como locatárias relativas a rendas vincendas em contratos de locação financeira no montante de Euro 37.902.662, com o seguinte prazo de vencimento:
| Ano de vencimento | Capital | Juros | Total |
|---|---|---|---|
| 1 ano | 10.441.504 | 808.790 | 11.250.294 |
| 2 anos | 13.159.860 | 778.308 | 13.938.168 |
| 3 anos | 7.777.533 | 346.392 | 8.123.925 |
| 4 ou mais anos | 4.410.520 | 179.755 | 4.590.275 |
| 35.789.417 | 2.113.245 | 37.902.662 |
Outros empréstimos obtidos
Em 30 de Junho de 2004, o saldo das rubricas de balanço "Outros empréstimos obtidos" inclui uma emissão de papel comercial efectuada pela subsidiária Mota-Engil Engenharia, no montante, líquido de juros vincendos, de Euro 14.830.376, garantida por um sindicato bancário e que vence juros a taxa variável. Dado que o prazo de vencimento deste programa de emissão de papel comercial é 17 de Dezembro de 2005, o Conselho de Administração entendeu classificar este empréstimo como de médio e longo prazo por ser sua intenção renovar as emissões actualmente existentes. Aquele saldo inclui, ainda, uma emissão de papel comercial no valor, líquido de juros vincendos, de Euro 20.761.246, garantida por um sindicato bancário, que vence juros a taxa variável e cujo prazo de vencimento é 23 de Abril de 2005, bem como, outras três emissões no montante global de Euro 39.124.111, igualmente registadas como de médio e longo prazo, pelos motivos acima apontados.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
15. Dívidas a Terceiros de Curto Prazo
Esta rubrica é analisada como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Empréstimos por obrigações não convertíveis | 37.425.000 | 67.337.716 |
| Dívidas a instituições de crédito | 244.733.738 | 265.461.185 |
| Adiantamentos por conta de vendas | 21.490.120 | 12.957.285 |
| Fornecedores, conta corrente | 266.107.084 | 207.854.112 |
| Fornecedores, facturas em recepção e conferência | 884.253 | 3.450.958 |
| Fornecedores, títulos a pagar | 14.005.682 | 12.995.391 |
| Fornecedores de imobilizado, títulos a pagar | 699 | 699 |
| Empresas do grupo | 147.032 | 74.864 |
| Empresas associadas | 42.254 | 231 |
| Outros accionistas | 35.937 | 15.551 |
| Adiantamentos de clientes | 6.138.373 | 8.616.866 |
| Outros empréstimos obtidos | 607.268 | 14.889.936 |
| Fornecedores de imobilizado, conta corrente | 15.703.703 | 21.267.415 |
| Estado e outros entes públicos | 24.821.766 | 22.138.444 |
| Outros credores | 20.372.842 | 11.293.206 |
| 652.515.751 | 648.353.859 |
Empréstimos por obrigações não convertíveis
Por deliberação da Assembleia Geral de 8 de Março de 1999, o Conselho de Administração da Mota & Companhia foi autorizado a proceder no prazo de cinco anos, a uma ou mais emissões de obrigações, até ao valor global de Euro 29.925.000, subsistindo a autorização que lhe foi concedida anteriormente pela Assembleia Geral. Neste sentido, em Dezembro de 1999, foi efectuada uma emissão de 2.992.500 obrigações cotadas na Euronext Lisboa, de valor nominal de 10 Euro, com reembolso de uma só vez em Dezembro de 2004 (possibilidade de reembolso antecipado a partir de Maio de 2002), e que vence juros semestrais e postecipados a uma taxa indexada à Euribor de 6 meses.
Estado e outros entes públicos
Em 30 de Junho de 2004 e 2003 os saldos da rubrica "Estado e outros entes públicos" têm a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas | 5.602.524 | 7.126.543 |
| Imposto sobre o valor acrescentado | 11.200.880 | 967.353 |
| Segurança social | 3.917.051 | 3.324.658 |
| Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares | 1.434.785 | 8.290.079 |
| Outros impostos | 523.054 | 943.251 |
| Impostos em outros países | 2.143.472 | 1.486.560 |
| 24.821.766 | 22.138.444 |
A rubrica "Impostos em outros países" respeita às dívidas passivas com as administrações fiscais dos países estrangeiros onde o Grupo desenvolve a sua actividade.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
16. Acréscimos e Diferimentos Passivos
Em 30 de Junho de 2004 e 2003 os saldos desta rubrica apresentavam a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Acréscimos de custos | ||
| Encargos com férias e subsídio de férias | 19.655.452 | 19.088.588 |
| Juros a liquidar | 1.573.450 | 2.707.044 |
| Custos pendentes de facturação | 11.461.553 | 4.756.791 |
| Custos a facturar por ACE | - | 14.056.331 |
| Outros acréscimos de custos (Nota Explicativa 1. c) x)) | 8.417.042 | 9.124.528 |
| 41.107.497 | 49.733.282 | |
| Proveitos diferidos | ||
| Obras em curso | 35.496.935 | 37.326.456 |
| Juros pendentes de recebimento | 12.842.830 | 6.573.227 |
| Diferenças de câmbio | 3.067 | 364.493 |
| Subsídios ao investimento | 3.849.188 | 4.009.020 |
| Ganhos em investimentos financeiros | 1.200.120 | 2.000.120 |
| Rendas em imóveis próprios | 30.239 | 29.743 |
| Diferenças de consolidação | 5.415.545 | 5.355.256 |
| Outros proveitos diferidos | 755.833 | 502.850 |
| 59.593.757 | 56.161.165 | |
| 100.701.254 | 105.894.447 |
O montante diferido na conta Ganhos em investimentos financeiros respeita à parcela de mais-valias contingentes geradas na alienação de participações financeiras cuja efectivação e recebimento estão condicionados pela concretização de determinadas condições.
Obras em curso
Em 30 de Junho de 2004 e 2003 o detalhe por empresa do grupo dos proveitos diferidos relativos a obras em curso, era como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Ferrovias | 3.457.349 | 2.590.399 |
| KPRD | 119.783 | 346.202 |
| Manvia | 21.000 | - |
| Martifer | 1.272.901 | 1.010.511 |
| Martifer Alumínios | 1.472.908 | 299.513 |
| Martifer Espanha | - | 26.045 |
| Martins & Coutinho | 560.223 | 443.627 |
| Metalruda | 403.896 | 1.205.887 |
| MKC | 328.563 | 2.765.998 |
| Mota Hungária | - | 350.114 |
| Mota-Engil Engenharia | 26.364.978 | 27.398.144 |
| Serurb | - | 883.512 |
| Serurb Matosinhos | - | 6.504 |
| Tracevia | 1.495.334 | - |
| 35.496.935 | 37.326.456 |
Diferenças de consolidação
Os saldos apresentados nesta rubrica, correspondem às diferenças negativas entre o custo de aquisição das partes de capital e a proporção dos respectivos capitais próprios à data de compra. Em 30 de Junho de 2004, esta rubrica correspondia às participações na RTA, CPTP e na Soprocil, apresentava o valor de Euro 3.408.672, Euro 1.809.560 e Euro 197.313, respectivamente, e encontrava-se a ser amortizado em 10 anos (Nota Explicativa 1).
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
17. Garantias
Garantias Prestadas
Em 30 de Junho de 2004 e 2003, as garantias prestadas pelo Grupo a terceiros referentes a garantias bancárias e a seguros caução prestados a donos de obras cujas empreitadas estão a cargo das diversas empresas do Grupo, discriminadas por moeda eram como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Euros | 566.945.413 | 544.356.945 |
| Dólares dos Estados Unidos | 22.963.556 | 52.087.532 |
| Kwashas do Malawi | 4.063.939 | 4.212.557 |
| Cedis da República do Gana | 3.964.627 | 800.163 |
| Forints Húngaros | 4.262.940 | 1.198.687 |
| Escudos Cabo Verdianos | 147.621 | 161.627 |
| Franco CFA | 5.148.570 | 6.065.693 |
| Zlotys Polacos | 1.294.006 | 2.194.333 |
| Coroas Checas | 3.024.589 | 2.795.378 |
| Meticais Moçambicanos | 333.272 | 12.499 |
| Dinares Tunisinos | - | 4.957.020 |
| Nuevos Soles Peruanos | 2.062.395 | 2.332.694 |
| 614.210.928 | 621.175.128 |
O detalhe por empresas do Grupo é como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 |
|---|---|
| Correia & Correia35.998 | 30.192 |
| CPTP7.692.733 | - |
| Emocil360.683 | 13.527 |
| Enviroil5.742 | 5.742 |
| Ferrovias13.379.685 | 10.613.032 |
| Geogranitos2.515.590 | 2.299.168 |
| Gerco- | 4.877.378 |
| Manvia94.195 | - |
| Maprel3.599.351 | 5.943.339 |
| MECT107.721.903 | - |
| Martifer15.436.390 | 11.428.187 |
| Martifer Alumínios1.127.828 | 571.315 |
| Martins & Coutinho134.251 | 134.251 |
| Metalruda2.208.611 | 2.200.857 |
| Mota Hungária478.602 | 1.701.369 |
| Mota-Engil Engenharia388.592.106 | 512.956.887 |
| Mota-Engil SGPS30.955.833 | 35.000.000 |
| Probigalp23.689 | 18.500 |
| Probisa862.605 | 766.578 |
| RTA848.510 | 848.510 |
| Sedengil241.311 | 1.719.029 |
| Serurb14.009.267 | 13.843.651 |
| STL428.318 | 799.429 |
| Suma5.321.452 | 5.245.911 |
| Tecnocarril2.639 | - |
| Util2.140 | - |
| Tracevia3.226.098 | 1.048.650 |
| Translei5.993.062 | 9.109.626 |
| Vibeiras2.510.028 | - |
| Soprocil6.402.308 | - |
| 614.210.928 | 621.175.128 |
Na referida data, o Grupo tem constituída caução sobre as acções detidas e prestações acessórias efectuadas às empresas participadas Lusoscut CP, Lusoscut BLA, Lusoponte e AENOR, para garantir, a favor das entidades financeiras, os empréstimos contraídos por aquelas participadas, mecanismo que se insere no enquadramento jurídico e financeiro típico de uma estrutura de 'Project Finance'.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Garantias reais
Em 30 de Junho de 2004 as garantias reais prestadas pelo Grupo são como segue:
| Garantia | Montante | |
|---|---|---|
| Translei | Hipoteca e Penhor | 5.014.713 |
| Martifer | Penhor Mercantil | 14.085.359 |
| Maprel | Hipoteca | 3.300.000 |
| 22.400.072 |
Os penhores mercantis incidem sobre equipamentos e foram concedidos como garantia de empréstimos bancários obtidos.
18. Vendas e Prestações de Serviços
As vendas e prestações de serviços dos períodos findos em 30 de Junho de 2004 e 2003 distribuemse da seguinte forma:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Mercado Interno: | ||
| Vendas de mercadorias | 3.418.581 | 3.247.448 |
| Vendas de produtos | 73.646.871 | 64.993.646 |
| Prestações de serviços: | ||
| Obras públicas | 212.057.993 | 137.595.905 |
| Construção civil | 110.250.309 | 53.712.074 |
| Concessões de serviços públicos | 24.037.708 | 29.244.464 |
| Outras | 11.162.072 | 30.999.811 |
| 434.573.534 | 319.793.348 | |
| Mercado externo | ||
| Vendas de mercadorias | 2.807.968 | 77.427 |
| Vendas de produtos | 3.226.715 | 3.734.896 |
| Prestações de serviços: | ||
| Obras públicas | 47.939.964 | 37.280.545 |
| Construção civil | 21.280.326 | 57.370.470 |
| Outras | 18.572.270 | 786.988 |
| 93.827.243 | 99.250.326 | |
| 528.400.777 | 419.043.674 |
19. Trabalhos para a Própria Empresa
Os trabalhos para a própria empresa nos períodos findos em 30 de Junho de 2004 e 2003 têm a seguinte repartição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| CPTP | 583.895 | - |
| Ferrovias | - | 203.030 |
| Geogranitos | - | 21.511 |
| Icer | - | 1.350 |
| KPRD | 15.997 | 38.406 |
| Maprel | 73.035 | - |
| MEIT | 286.698 | - |
| Mota-Engil Engenharia | 3.932.801 | 2.937.556 |
| 4.892.426 | 3.201.853 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Dos trabalhos para a própria empresa da participada Mota-Engil Engenharia, aproximadamente Euro 2.700.000 correspondem a obras de construção de edifícios próprios na sua Sucursal de Angola.
20. Custo das Mercadorias Vendidas e Matérias Consumidas
O custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas no período findo em 30 de Junho de 2004, foi determinado como segue:
| Matérias-primas,subsidiárias e de | |||
|---|---|---|---|
| Mercadorias | consumo | Total | |
| Existências iniciais | 34.805.808 | 29.180.675 | 63.986.483 |
| Compras | 4.775.268 | 125.878.204 | 130.653.472 |
| Existências finais | (35.176.622) | (30.531.886) | (65.708.508) |
| 4.404.454 | 124.526.993 | 128.931.447 |
21. Fornecimentos e Serviços Externos
Incluído nesta rubrica encontra-se o montante de Euro 184.848.232 relativo a Subcontratos.
22. Custos com Pessoal
Esta rubrica é analisada como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Remunerações | 82.158.626 | 70.541.071 |
| Encargos Sociais | ||
| Pensões | 394.742 | 336.707 |
| Outros | 21.872.432 | 18.811.888 |
| 104.425.800 | 89.689.666 |
Número médio de pessoal
Durante o primeiro semestre de 2004, o número médio de pessoal ao serviço do Grupo pode ser analisado como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Administradores | 95 | 125 |
| Empregados | 4.697 | 4.925 |
| Assalariados | 7.813 | 7.343 |
| 12.605 | 12.393 | |
| Empresas nacionais | 8.036 | 7.325 |
| Empresas estrangeiras | 2.241 | 2.514 |
| Sucursais | 2.328 | 2.554 |
| 12.605 | 12.393 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Remunerações atribuídas aos membros dos orgãos sociais
As remunerações atribuídas ao Conselho de Administração da Empresa-mãe no período findo em 30 de Junho de 2004 ascenderam a Euro 993.112 e as atribuídas ao Fiscal Único foram no montante de Euro 10.428.
23. Provisões
As dotações de provisões dos primeiros semestres de 2004 e 2003 são analisadas como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Provisões para dívidas de cobrança duvidosa | ||
| Clientes, conta corrente – médio-longo prazoClientes, conta corrente – curto prazoClientes de cobrança duvidosa | 34.560279.771881.528 | -205.101708.327 |
| Provisões para depreciação de existências | 58.563 | 65.303 |
| Provisões para outros riscos e encargos | 323.623 | 151.073 |
| 1.578.045 | 1.129.804 |
24. Resultados Financeiros
Os resultados financeiros nos períodos findos em 30 de Junho de 2004 e 2003, têm a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Proveitos e ganhos financeiros | ||
| Juros obtidos | 869.051 | 1.456.943 |
| Rendimentos de imóveis | 269.858 | 303.219 |
| Rendimentos de participações de capital | 46.389 | 24.734 |
| Ganhos em empresas do grupo e associadas | 1.006.924 | 2.772.820 |
| Diferenças de câmbio favoráveis | 3.093.202 | 2.758.849 |
| Descontos de pronto pagamentos obtidos | 718.267 | 527.342 |
| Outros proveitos e ganhos financeiros | 703.929 | 273.525 |
| 6.707.620 | 8.117.432 | |
| Custos e perdas financeiras | ||
| Juros suportados | 9.995.280 | 10.741.248 |
| Amortizações de investimentos em imóveis (Nota Explicativa 4) | 156.457 | 137.900 |
| Perdas em empresas do grupo e associadas | 898.011 | 1.212.139 |
| Diferenças de câmbio desfavoráveis | 2.185.516 | 6.184.447 |
| Descontos de pronto pagamento concedidos | 148.659 | 121.176 |
| Amortizações das diferenças de consolidação | 878.917 | 1.004.833 |
| Outros custos e perdas financeiros | 3.879.739 | 3.326.539 |
| 18.142.579 | 22.728.282 | |
| Resultados Financeiros | (11.434.959) | (14.610.850) |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Ganhos em empresas do grupo e associadas
Os ganhos em empresas associadas nos períodos findos em 30 de Junho de 2004 e 2003 têm a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Ambilital | - | 6.866 |
| Asinter | 52.579 | 41.343 |
| Auto Sueco Angola | 444.871 | 277.717 |
| Cimertex & Companhia | 14.680 | 19.215 |
| CPTP | - | 1.512.884 |
| EMSA | 4.534 | 1.583 |
| Icil-Icafal | 101.163 | 79.082 |
| Indáqua Fafe | 23.396 | 9.684 |
| Lusoponte | - | 517.234 |
| M-Invest | 274.226 | 150.409 |
| Moravian | 31.299 | 21.330 |
| Netmaster | 5.972 | - |
| Neklanova | - | 68.659 |
| PBM | 54.204 | 66.814 |
| 1.006.924 | 2.772.820 |
Perdas em empresas do grupo e associadas
As perdas em empresas associadas nos períodos findos em 30 de Junho de 2004 e 2003 têm a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Cimertex Angola | 156.189 | 26.275 |
| Inovia | 6.868 | - |
| Icer | 37.050 | - |
| Indáqua | 104.705 | 113.040 |
| Indáqua Feira | 26.685 | 12.323 |
| Indáqua St. Tirso | 16.596 | 21.452 |
| Metroepszolg | 280.316 | 127.138 |
| Neklanova | 4.419 | - |
| Netmaster | - | 8.651 |
| SGA | 113.356 | 93.305 |
| Sols e Solsuni | 52.173 | 320.783 |
| Sonauta | 95.758 | 355.189 |
| Soprocil | - | 130.721 |
| Venimove | 3.896 | 3.262 |
| 898.011 | 1.212.139 |
Outros custos e perdas financeiros
O saldo desta rubrica inclui basicamente despesas com garantias bancárias.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
25. Resultados Extraordinários
Os resultados extraordinários nos períodos findos em 30 de Junho de 2004 e 2003, têm a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Proveitos e ganhos extraordinários | ||
| Restituição de impostos | 499 | 976 |
| Ganhos em imobilizações e existências | 1.843.962 | 688.842 |
| Benefícios de penalidades contratuais | 71.202 | 15.924 |
| Reduções de amortizações e provisões | 554.334 | 251.063 |
| Correcções relativas a exercícios anteriores | 586.718 | 1.577.039 |
| Outros proveitos e ganhos extraordinários | 3.228.791 | 2.268.082 |
| 6.285.506 | 4.801.926 | |
| Custos e perdas extraordinárias | ||
| Donativos | 278.546 | 142.316 |
| Dívidas incobráveis | 30.050 | 385 |
| Perdas em imobilizações e existências | 1.121.971 | 617.323 |
| Multas e penalidades | 66.731 | 204.847 |
| Aumento das amortizações e provisões (Nota Explicativa 7) | 60.063 | - |
| Correcções relativas a exercícios anteriores | 889.196 | 518.609 |
| Outros custos e perdas extraordinários | 5.120.336 | 1.077.065 |
| 7.566.893 | 2.560.545 | |
| Resultado Extraordinário | (1.281.387) | 2.241.381 |
A rubrica de "Outros custos e ganhos extraordinários", inclui, aproximadamente Euro 3.200.000, relativo a custos anteriormente diferidos referentes ao Projecto de concessão rodoviária na Irlanda.
26. Imposto sobre o Rendimento do Semestre
A decomposição dos activos e passivos por impostos diferidos pode ser analisada da seguinte forma:
As diferenças temporárias a deduzir ao lucro tributável que originaram activos por impostos diferidos são como segue:
| Total | Efeito naDemonstraçãodos Resultados | Efeito emCapital Próprio | |
|---|---|---|---|
| Provisões não aceites fiscalmente | 20.913.334 | 310.714 | (21.224.048) |
| Acréscimos de custos não aceites fiscalmente | 4.221.143 | - | (4.221.143) |
| Prejuízos fiscais | 29.574.594 | (10.523.914) | (19.050.680) |
| Redução de amortizações não considerada fiscalmente | 81.309 | - | (81.309) |
| Outros | 36.967.834 | 1.025 | (36.968.859) |
| 91.758.214 | (10.212.175) | (81.546.039) |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
As diferenças temporárias a deduzir à colecta que originaram activos por impostos diferidos são:
| Total | Efeito naDemonstraçãodos Resultados | Efeito emCapital Próprio | |
|---|---|---|---|
| Crédito de imposto por dupla tributação internacional | 773.394 | (773.394) |
As diferencas temporárias que originaram passivos por impostos diferidos são como seque:
| Total | Efeito naDemonstraçãodos Resultados | Efeito emCapital Próprio | |
|---|---|---|---|
| Reavaliação de activos imobilizados | (8.534.831) | (482.792) | 9.017.623 |
| Resultados negativos em ACE's | (5.466.062) | 1.141 | 5.464.921 |
| Diferimento de tributação de mais valias | (3.583.416) | (520.881) | 4.104.297 |
| Amortizações não aceites fiscalmente | (4.466.353) | (392.380) | 4.858.733 |
| Acréscimo de proveitos não tributados | (3.318.197) | (3.813.944) | 7.132.141 |
| Outros | (1.916.479) | (85.230) | 2.001.709 |
| (27.285.338) | (5.294.086) | 32.579.424 |
Em 30 de Junho de 2004, os activos e passivos por impostos diferidos ascendiam a Euro 25.366.084 e Euro 7.796.894, respectivamente, sendo o efeito na demonstração dos resultados negativo de Euro 3.437.248.
A reconciliação do imposto do exercício e do imposto corrente pode ser analisada como segue:
| Imposto corrente | 6.563.363 |
|---|---|
| Reversão líquida do reporte de prejuízosImpostos diferidos relativos à constituição da reserva de reavaliação de imobilizaçõesImpostos diferidos com origem em diferenças temporáriasEfeito da alteração da taxa de imposto | (2.773.109)(156.806)(465.707)(41.626) |
| Imposto diferido | (3.437.248) |
| Imposto do exercício | 3.126.115 |
| Taxa Média Efectiva | 24,1% |
A Mota-Engil SGPS e as suas empresas participadas nacionais são tributadas individualmente e encontram-se sujeitas a impostos sobre lucros em sede de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas - IRC, à taxa normal de 25%, acrescida de derrama à taxa máxima de 10%, resultando numa taxa de imposto agregada de 27,5%.
De acordo com a legislação nacional em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por parte das autoridades fiscais por um período de quatro anos no que se refere aos exercícios de 2000 a 2003 (dez anos para a Segurança Social até 31 de Dezembro de 2001, cinco anos após essa data) e consequentemente essas declarações fiscais poderão ser sujeitas a revisão. O Conselho de Administração da Empresa-mãe entende que eventuais correcções, resultantes de diferentes interpretações da legislação vigente, por parte das autoridades fiscais, não poderão ter um efeito significativo nas demonstrações financeiras consolidadas anexas.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
27. Interesses Minoritários na Demonstração de Resultados
Em 30 de Junho de 2004 e 2003 esta rubrica tem a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Emocil | (32.578) | (101.420) |
| Gerco | - | (338) |
| Maprel Nelas | - | 587 |
| Martifer e subsidiárias | 1.383.667 | 693.071 |
| MKC | (890.648) | 166.180 |
| Motadomus | - | 1.965 |
| Prefal | 33.135 | 35.565 |
| Sefimota e subsidiárias | 19.951 | 12.824 |
| Serurb | 266.988 | 120.739 |
| Soprocil | (41.166) | - |
| Suma e subsidiárias | 1.030.724 | 526.548 |
| Tracevia | 152.811 | (56.646) |
| Vibeiras | 48.631 | 21.651 |
| 1.971.515 | 1.420.726 |
28. Relato Por Segmentos
O Grupo está organizado em quatro áreas de negócio principais – Construção, Concessões de transportes, Ambiente e Serviços, e Imobiliário e Turismo -, as quais são coordenadas e apoiadas pela Mota-Engil SGPS e pela MESP. O segmento da "Construção" inclui as actividades de construção, obras públicas e estruturas metálicas nos mercados Nacional e Externo. O segmento do "Ambiente e Serviços" engloba as empresas de recolha e tratamento de resíduos urbanos. O segmento do "Imobiliário e Turismo" agrega as empresas de promoção imobiliária e empresas do sector do turismo. A área de "Concessões de transportes" inclui empresas que se encontram em fase de arranque e que não estão a ser consolidadas com excepção da MECT. Por este motivo não se justifica o relato deste segmento. Os valores relativos à MECT, Mota-Engil SGPS e MESP estão incluídos na coluna "Outros".
Os proveitos e custos segmentais são atribuíveis directamente aos segmentos ou imputados numa base razoável quando se tratam de proveitos ou custos conjuntos. O resultado operacional por segmentos de negócio pode ser analisado como segue:
| Construção | Ambiente eServiços | Imobiliário eTurismo | Outros | Consolidado | |
|---|---|---|---|---|---|
| Proveitos operacionais | 519.625.677 | 31.888.294 | 2.273.550 | 461.297 | 554.248.818 |
| Custo das vendasFornecimentos e serviços externosCustos com pessoalOutros custos operacionaisResultado operacional antes de amortizações e provisões(EBITDA) | 126.511.146250.159.99886.639.4144.126.40552.188.714 | 2.105.4478.215.45912.698.171100.1268.769.091 | 314.854976.096943.172109.569(70.141) | -2.024.9434.145.043(288.668)(5.420.021) | 128.931.447261.376.496104.425.8004.047.43255.467.643 |
| AmortizaçõesProvisões | 24.226.4131.254.422 | 3.249.790323.623 | 294.516- | 441.734- | 28.212.4531.578.045 |
| Resultado Operacional (EBIT) | 26.707.879 | 5.195.678 | (364.657) | (5.861.755) | 25.677.145 |
| Resultado financeiro | (11.434.959) | ||||
| Resultado extraordinário | (1.281.387) | ||||
| Imposto sobre lucros | 3.126.115 | ||||
| Result. Líq. antes de Interesses Minoritários | 9.834.684 | ||||
| Interesses Minoritários | 1.971.515 | ||||
| Resultado Líquido | 7.863.169 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Consolidados 30 de Junho de 2004
Os activos segmentais incluem os activos identificáveis como pertencentes aos respectivos segmentos e consistem principalmente em imobilizado incorpóreo, corpóreo e existências e são analisados como segue:
| Construção | Ambiente eServiços | Imobiliário eTurismo | Outros | Consolidado | |
|---|---|---|---|---|---|
| ACTIVO LÍQUIDO | |||||
| Imobilizado incorpóreo | |||||
| Despesas de instalaçãoDespesas de investigação e desenvolvimentoPropriedade industrial e outros direitosTrespassesImobilizações em cursoDiferenças de consolidação | 77.3281.977.702513.659-209.64912.298.24915.076.587 | 73.011120.828144.13388.815-13.496.51913.923.306 | 358---14051.57152.069 | 210.2491.127.117----1.337.366 | 360.9463.225.647657.79288.815209.78925.846.33930.389.328 |
| Imobilizado Corpóreo | |||||
| Terrenos e recursos naturaisEdifícios e outras construçõesEquipamento básicoEquipamento de transporteFerramentas e utensíliosEquipamento administrativoTaras e vasilhameOutras imobilizações corpóreasImobilizações em cursoAdiantamentos por conta de imob. corpóreas | 32.300.94462.433.59092.534.82224.938.8271.608.7725.982.488-1.193.55423.983.3304.666.207249.642.534 | 3.805.1352.272.9895.922.4797.369.317422.240685.077841.439112.379188.208-21.619.263 | 4.036.71511.691.851608.44023.1571.55257.592--96.15493.63016.609.091 | -2.386-249.6856.842552.600----811.513 | 40.142.79476.400.81699.065.74132.580.9862.039.4067.277.757841.4391.305.93324.267.6924.759.837288.682.401 |
| Existências | |||||
| Matérias-primas, subsidiárias e de consumoProdutos e trabalhos em cursoProdutos acabadosMercadoriasAdiantamentos por conta de compras | 29.626.4821.997.52413.784.65725.781.2961.794.90072.984.859 | 493.095-4.673--497.768 | 211.46814.849.8954.530.2429.275.5651.372.29130.239.461 | ------ | 30.331.04516.847.41918.319.57235.056.8613.167.191103.722.088 |
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Edificio Atrium Saldanha Pr. Duque de Saldanha, 1–6º 1050-094 Lisboa Portugal
REGISTADO NA CMVM SOBRE INFORMAÇÃO SEMESTRAL CONSOLIDADA
Introdução
-
- Para os efeitos do artigo 246º do Código dos Valores Mobiliários, apresentamos o nosso Relatório de Revisão Limitada sobre a informação financeira consolidada do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004, da Mota Engil, S.G.P.S., S.A., incluída: no Relatório de Gestão, no Balanço consolidado (que evidencia um total de 1.311.629.832 Euros e um total de capital próprio de 224.829.264 Euros, incluindo um resultado líquido de 7.863.169 Euros) e na Demonstração consolidada dos resultados do período de seis meses findo naquela data e no correspondente Anexo.
-
- As quantias das demonstrações financeiras, bem como as da informação financeira adicional, são as que constam dos registos contabilísticos da Empresa e suas filiais.
Responsabilidades
-
- É da responsabilidade do Conselho de Administração da Empresa: (i) a preparação de informação financeira consolidada que apresente de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do conjunto das empresas incluídas na consolidação e o resultado consolidado das suas operações; (ii) que a informação financeira histórica, seja preparada de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobiliários; (iii) a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados; (iv) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado; e (v) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados.
-
- A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos acima referidos, designadamente sobre se, para os aspectos materialmente relevantes, é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva, lícita e em conformidade com o exigido pelo Código dos Valores Mobiliários, competindo-nos emitir um relatório de segurança moderada, profissional e independente, sobre essa informação financeira, baseado no nosso trabalho.
Âmbito
- O trabalho a que procedemos teve como objectivo obter uma segurança moderada quanto a se a informação financeira anteriormente referida está isenta de distorções materialmente relevantes. Excepto quanto à limitação descrita no parágrafo 8 abaixo, o nosso trabalho foi efectuado com base nas Normas Técnicas e Directrizes de Revisão/Auditoria emitidas pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, foi planeado de acordo com aquele objectivo, e consistiu principalmente, em indagações e procedimentos analíticos destinados a rever: (i) a fiabilidade das asserções constantes da informação financeira; (ii) a adequação das políticas contabilísticas adoptadas, tendo em conta as circunstâncias e a consistência da sua aplicação; (iii) a aplicabilidade, ou não, do princípio da continuidade; (iv) a apresentação da informação financeira; e (v) se, para os aspectos materialmente relevantes, a informação financeira consolidada é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita em conformidade com o exigido pelo Código dos Valores Mobiliários.
Deloitte.
Deloitte & Associados, SROC S.A. Inscrição na OROC nº 43 Registo na CMVM nº 231
-
- O nosso trabalho abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira consolidada constante do relatório de gestão com os restantes documentos anteriormente referidos.
-
- Entendemos que o trabalho efectuado proporciona uma base aceitável para a emissão do presente relatório de revisão limitada sobre a informação financeira semestral.
Reserva
- Conforme referido no Relatório de Gestão consolidado a Empresa através de algumas das suas participadas, realiza operações e detém activos em países africanos, nomeadamente Angola. Estes activos referem-se a imobilizações corpóreas (Nota explicativa 3), investimentos financeiros (Nota do anexo 48 e Nota explicativa 4), activos circulantes das sucursais de Angola (Nota explicativa 1.c) xvi) e, ainda contas a receber a médio e longo prazo, estas no valor de, aproximadamente, 51.640.000 Euros (Nota explicativa 5). Embora a evolução das operações e das transferências de fundos verificadas em 2003 e durante o primeiro semestre de 2004 tenha sido positiva face aos anos anteriores, atendendo ao inerente risco-país, não nos é possível concluir sobre o valor e data de realização daqueles activos, ainda que o trabalho localmente por nós efectuado, com base em suporte documental, inspecção física dos activos, análises dos elementos financeiros das sucursais e dos investimentos sediados em Angola, tenha confirmado os valores envolvidos.
Parecer
- Com base no trabalho efectuado, o qual foi executado tendo em vista a obtenção de uma segurança moderada, excepto quanto aos efeitos dos ajustamentos que poderiam revelar-se necessários, caso não existisse a limitação mencionada no parágrafo 8 acima, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que a informação financeira consolidada do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004 não esteja isenta de distorções materialmente relevantes que afectem a sua conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal e que, nos termos das definições incluídas nas directrizes mencionadas no parágrafo 5 acima, não seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
Porto, 10 de Setembro de 2004
DELOITTE & ASSOCIADOS, SROC S.A.
Representada por Jorge Manuel Araújo de Beja Neves
MOTA-ENGIL, S.G.P.S., S.A. RELATÓRIO E CONTAS - PRIMEIRO SEMESTRE DE 2004

RELATÓRIO DE GESTÃO
Relatório de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
Exmos. Senhores Accionistas
A MOTA-ENGIL, SGPS, SA elaborou também Contas Consolidadas, sobre as quais emitiu pormenorizado relatório e das quais fará plena divulgação, procedendo à sua publicação.
Assim, e dado que nas Contas Individuais, que se juntam, se encontra reflectida a equivalência patrimonial não existindo nenhuns outros factos relevantes, considera-se que o conteúdo da informação a produzir para as contas individuais é idêntico ao produzido para as contas consolidadas.
Informações obrigatórias
Durante o primeiro semestre do ano a sociedade comunicou em 5 de Janeiro a conclusão do processo de reorganização do GRUPO, em 29 de Janeiro informou a extinção do acordo para a promoção conjunta de grandes projectos nacionais com os grupos TD e Somague e registou a adjudicação de várias obras na Europa Central na "semana do alargamento Europeu" em comunicado de 12 de Maio.
A Assembleia Geral de Accionistas reuniu em 30 de Março tendo aprovado os Relatórios e Contas referentes ao período findo em 31 de Dezembro de 2003.
Na mesma Assembleia Geral foi aprovada a proposta de distribuição de resultados que contemplava um dividendo de 5,5 cêntimos por acção, que foi entretanto pago durante o mês de Abril.
De acordo com o disposto nos artigos 447º e 448º do Código das Sociedades Comerciais são os seguintes os números de valores mobiliários emitidos pela MOTA-ENGIL, SGPS, SA e por sociedades com as quais esta se encontra em relação de domínio ou de grupo, detidos no período de 1 de Janeiro de 2004 a 30 de Junho de 2004, por titulares de orgãos sociais:
(Nota: O capital da MOTA-ENGIL, SGPS, SA ascende a 204.635.695 Euros, estando representado por 204.635.695 acções ao portador com o valor nominal de 1 Euro cada.
O capital da MOTA-ENGIL, SGPS, SA é detido em 33,55% pela MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, em 19,37% pela VALLIS, SGPS, SA e 19,37% pela ALGOSI-GESTÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, SGPS, SA.
A MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA detêm 51% DA VALLIS, SGPS, SA e 51% da ALGOSI-GESTÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, SGPS, SA.
O capital da MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA é detido em 70% pela SOMOTA, SGPS, SA.
Relatório de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
O capital da SOMOTA, SGPS, SA é detido em 58,84% pela FM-SOCIEDADE DE CONTROLO, SGPS, SA.)
Queirós Vasconcelos da Mota, Drª Maria Manuela Queirós Vasconcelos Mota, Drª Maria Teresa Queirós Vasconcelos Mota e Engª Maria Paula Queirós Vasconcelos Mota respectivamente nas
| Detendo em 2004.06.30 acções de | ||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| MOTA-ENGIL,SGPS, SA | ALGOSI, SGPS, SA | VALLIS, SGPS, SAMGP, SGPS, SA | SOMOTA, SGPS, SA | FM, SGPS, SA | ||||||||||||
| Qt.Inicial | Movimento | Qt.Final | % | Qt. | % | Qt. | % | Qt. | % | Qt.I | Mov. | Qt.F | % | Qt. | % | |
| ANTÓNIO MANUEL QUEIRÓS VASCONCELOS DA MOTA(ENG.), CÔNJUGE | 2.585.780 | 0 | 2.585.780 | 1,3 | 1.666 16,7 | 3.332 16,7 | 330.000 | 5,5 | 45.534 | 0 | 45.534 | 4,6 | 19.110 | 38,2 | ||
| MARIA MANUELA QUEIRÓS VASCONCELOS MOTA (DRª) ECÔNJUGE | 2.025.005 | 0 | 2.025.005 | 1,0 | 1.078 10,8 | 2.156 10,8 | 240.000 | 4,0 | 35.424 | 0 | 35.424 | 3,5 | 10.290 | 20,6 | ||
| MARIA TERESA QUEIRÓS VASCONCELOS MOTA (DRª) ECÔNJUGE | 2.100.000 | 0 | 2.100.000 | 1,0 | 1.078 10,8 | 2.156 10,8 | 240.000 | 4,0 | 35.424 | 0 | 35.424 | 3,5 | 10.290 | 20,6 | ||
| MARIA PAULA QUEIRÓS VASCONCELOS MOTA (ENGª) ECÔNJUGE | 2.276.215 | 0 | 2.276.215 | 1,1 | 1.078 10,8 | 2.156 10,8 | 240.000 | 4,0 | 35.424 | 0 | 35.424 | 3,5 | 10.290 | 20,6 | ||
| ANTÓNIO JORGE CAMPOS ALMEIDA (ENGº) E CÔNJUGE | 258.475 | 0 | 258.475 | 0,1 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 |
| ARNALDO JOSÉ NUNES DA COSTA FIGUEIREDO (ENGº) ECÔNJUGE | 91.410 | 0 | 91.410 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 18 | 0 | 18 | 0,0 | 0 | 0,0 |
| MANUEL MARIA COELHO DE SOUSA RIBEIRO (ENGº) ECÔNJUGE | 89.130 | 0 | 89.130 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 |
| CARLOS MANUEL MARQUES MARTINS (ENGº) E CÔNJUGE | 24.230 | 0 | 24.230 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 |
| ISMAEL ANTUNES HERNANDEZ GASPAR (ENGº) ECÔNJUGE | 49.110 | 0 | 49.110 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 |
| MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA | 68.617.423 | 40.190 68.657.613 33,6 | 5.100 51,0 | 10.200 51,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | ||||
| ALGOSI - GESTÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, SGPS,SA | 39.635.345 | 0 39.635.345 19,4 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | ||
| VALLIS - SGPS, SA | 39.635.305 | 0 39.635.305 19,4 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | ||
| SOMOTA, SGPS, SA | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 4.200.000 | 70,0 | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | |
| FM, SGPS, SA | 0 | 0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 | 0 | 0,0 588.249 | 112 | 588.361 | 58,8 | 0 | 0,0 |
Os restantes membros dos Orgãos Sociais não são titulares dos valores mobiliários em causa.
De acordo com o disposto na alínea e do número 1 do artigo 6º do regulamento 24/2000 da CMVM é a seguinte a lista dos titulares de participações qualificadas, com indicação do número de acções detidas e percentagem de direitos de voto correspondentes, calculada nos termos do artigo 20º do Código dos Valores Mobiliários, em 30 de Junho de 2004.
-
A F.M. - SOCIEDADE DE CONTROLO, SGPS, SA, com sede na Rua do Rego Lameiro, nº 38, no Porto, com o capital social de Euros 250.000,00, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto sob o nº 3.586/950920, pessoa colectiva nº 503.488.860 era detida em 30 de Junho de 2004 pelos Administradores da MOTA-ENGIL, SGPS, SA, Engº António Manuel percentagens de, para o primeiro de 38,2% e 20, 6% para cada uma das três restantes, no total de 99,96%.
-
Os quatro acima referidos Administradores da MOTA-ENGIL, SGPS, SA, Engº António Manuel Queirós Vasconcelos da Mota, Drª Maria Manuela Queirós Vasconcelos Mota, Drª Maria Teresa Queirós Vasconcelos Mota e Engª Maria Paula Queirós Vasconcelos Mota detinham em 30 de Junho de 2004 no capital da sociedade SOMOTA, SGPS, SA, Sociedade Aberta, com sede na Casa da Calçada, Amarante, com o capital social de Euros 5.000.000,00 matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Amarante sob o nº 969/960424, pessoa colectiva nº 503.634.514 respectivamente nas percentagens de, para o primeiro de 4,6% e 3,5% para cada
Relatório de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
uma das três restantes, enquanto que a F.M. - Sociedade de Controlo, SGPS, SA , S.A. detinha 58,84% do mesmo capital pelo que a SOMOTA é detida no total de 74,03%.
-
- A MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, com sede na Rua do Rego Lameiro, nº 38, no Porto, com o capital social de Euros 30.000.000,00, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto sob o nº 50.875/931115, pessoa colectiva nº 503.101.524 era detida em 30 de Junho de 2004 pelos Administradores da MOTA-ENGIL, SGPS, SA, Engº António Manuel Queirós Vasconcelos da Mota, Drª Maria Manuela Queirós Vasconcelos Mota, Drª Maria Teresa Queirós Vasconcelos Mota e Engª Maria Paula Queirós Vasconcelos Mota respectivamente nas percentagens de, para o primeiro de 5,5% e 4,0% para cada uma das três restantes, enquanto que a SOMOTA a detém na percentagem de 70,0% pelo que a MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES é detida em 87,50% pelos referidos.
-
- A MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, com sede na Rua do Rego Lameiro, Nº 38, no Porto, com o capital social de Euros 30.000.000,00, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto sob o nº 50.875/931115, pessoa colectiva nº 503 101 524, detinha em 30 de Junho de 2004, no capital da MOTA-ENGIL, SGPS, S.A.:
- i) directamente, 68.657.613 acções escriturais, ordinárias, ao portador, com o valor nominal de 1 euro cada, correspondentes a
33,55% do capital, e a que correspondem 35,10% dos direitos de voto;
- ii) indirectamente, através da VALLIS, SGPS, SA, com sede na Rua do Rêgo Lameiro, Nº 38, no Porto, com o capital social de euros 100.000,00, matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto sob o nº 9.667/980322, pessoa colectiva nº 504 125 257, sociedade detida em 51% pela MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, 39.635.305 acções escriturais, ordinárias, ao portador, com o valor nominal de 1 euro cada, correspondentes a 19,37% do capital, e a que correspondem 20,26% dos direitos de voto;
- iii) indirectamente, através da ALGOSI GESTÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, SGPS, SA, com sede na Rua do Rêgo Lameiro, Nº38, no Porto, com o capital social de euros 50.000,00 matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto sob o nº 6.655/980522, pessoa colectiva n º 504 170 945, sociedade detida em 51% pela MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, 39.635.345 acções escriturais, ordinárias, ao portador, com o valor nominal de 1 euro cada, correspondentes a 19,37% do capital, e a que correspondem 20,26% dos direitos de voto.
-
- Os membros do Conselho de Administração e do Órgão de Fiscalização da MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA detinham em 30 de Junho de 2004, individualmente, no capital da MOTA-ENGIL, SGPS, S.A., acções escriturais, ordinárias ao portador com o valor nominal de 1 euro cada, cuja totalidade era de 9.089.795,
Relatório de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
correspondentes a 4,44% do capital, e a que correspondem 4,65% dos direitos de voto, não tendo porém, nenhum membro dos referidos órgãos sociais da MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, individualmente, um número de acções da MOTA-ENGIL, SGPS, SA representativas de 2% ou mais do capital.
Os direitos de voto, mencionados nas alíneas ii) e iii) do n.º 4 e no n.º 5 supra, são imputáveis à MOTA GESTÃO E PARTICIPAÇÕES, SGPS, SA, nos termos do disposto do artigo 20º do Código dos Valores Mobiliários.
-
- Maria Amália Guedes Queirós Vasconcelos Mota detinha em 30 de Junho de 2004, no capital da MOTA-ENGIL, SGPS, SA, 6.547.345 acções escriturais, ordinárias, ao portador, com o valor nominal de 1 euro cada, correspondentes a 3,20% do capital, e a 3,35% dos direitos de voto.
-
- A Caixagest Gestão de Fundos, SA detinha em 30 de Junho de 2004, no capital da MOTA-ENGIL, SGPS, SA, 4.930.126 acções escriturais, ordinárias, ao portador, com o valor nominal de 1 euro cada, correspondentes a 2,41% do capital e a 2,52% do direitos de voto.
-
- A CGD Pensões Sociedade Gestora de Fundos, SA detinha em 30 de Junho de 2004, no capital da MOTA-ENGIL, SGPS, SA, 12.739.416 acções escriturais, ordinárias, ao portador, com o valor nominal de 1 euro cada, correspondentes a 6,23% do capital e a 6,51% do direitos de voto.
A MOTA-ENGIL, SGPS,SA não tem dívidas em mora perante o Estado ou quaisquer outras entidades públicas, incluindo a Segurança social.
Porto, 10 de Setembro de 2004
O Conselho de Administração,
Eng. António Manuel Queirós Vasconcelos da Mota Presidente
Eng. António Jorge Campos de Almeida Vice-Presidente
Eng. Arnaldo José Nunes da Costa Figueiredo Vogal
Eng. Manuel Maria Coelho de Sousa Ribeiro Vogal
Dra. Maria Manuela Queirós Vasconcelos Mota Vogal
Dra. Maria Teresa Queirós Vasconcelos Mota Vogal
Relatório de Gestão relativo ao 1º semestre de 2004
Engª. Maria Paula Queirós Vasconcelos Mota Vogal
Eng. Carlos Manuel Marques Martins Vogal
Dr. Eduardo Jorge de Almeida Rocha Vogal
Eng. Ismael Antunes Hernandez Gaspar Vogal
Dr. Luís Manuel Ferreira Parreirão Gonçalves Vogal
www.mota-engil.pt
Direcção de Relações com o Mercado de Capitais João Vermelho Rua Mário Dionísio, nº2 2796-957 Linda-A-Velha
Tel: 21 415 8200 Fax: 21 415 8688
email: [email protected]

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS
Balanços em 30 de Junho de 2004 e 2003
(Montantes expressos em Euro)
| 2004 | 2003 | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Notas | Activo | Amortizações | Activo | Activo | Notas | ||||
| ACTIVO | Explicativas | bruto | e provisões | líquido | líquido | CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO | Explicativas | 2004 | 2003 |
| IMOBILIZAÇÕES INCORPÓREAS | CAPITAL PRÓPRIO | ||||||||
| Despesas de instalação | 2 | 5.025.198 | (4.818.084) | 207.114 | 463.321 | Capital | 9 | 204.635.695 | 204.635.695 |
| 5.025.198 | (4.818.084) | 207.114 | 463.321 | Acções próprias - valor nominal | 9 | (1.458.248) | (1.458.419) | ||
| IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS | Acções próprias - descontos e prémios | 9 | (18.753) | (18.735) | |||||
| Edifícios e outras construções | 3 | 4.772 | (2.385) | 2.387 | 2.983 | Prémios de emissão de acções | 9 | 87.256.034 | 87.256.034 |
| Equipamento de transporte | 3 | 729.569 | (523.023) | 206.546 | 419.494 | Ajustamentos partes de capital em filiais e associadas | 9 | (107.975.849) | (99.829.616) |
| Equipamento administrativo | 3 | 124.504 | (73.527) | 50.977 | 81.634 | Reservas legais | 9 | 6.753.893 | 5.984.899 |
| 858.845 | (598.935) | 259.910 | 504.111 | Reservas livres | 9 | 27.292.799 | 23.936.950 | ||
| INVESTIMENTOS FINANCEIROS | Resultados transitados | 9 | 480.524 | 480.524 | |||||
| Partes de capital em empresas do grupo | 4 | 229.770.256 | - | 229.770.256 | 225.302.102 | 216.966.095 | 220.987.332 | ||
| Partes de capital em outras empresas | 4 | 537.500 | - | 537.500 | 475.000 | ||||
| Títulos e outras aplicações financeiras | 4 | 85.267.092 | = | 85.267.092 | 41.086.136 | Resultado líquido do semestre | 9 | 7.863.169 | 5.635.392 |
| Adiantamentos por conta de investimentos financeiros | 3 4 | 5.000 | 5.000 | 44.750 | Total do capital próprio | 224.829.264 | 226.622.724 | ||
| 315.579.848 | 315.579.848 | 266.907.988 | |||||||
| DÍVIDAS DE TERCEIROS - MÉDIO E LONGO PRAZO PR | PASSIVO _ | ||||||||
| Empresas participadas e participantes | 5 | 61.545.794 | 61.545.794 | 87.477.125 | PROVISÕES PARA RISCOS E ENCARGOS | 10 | 31.645 | 3.715.055 | |
| 61.545.794 | 61.545.794 | 87.477.125 | |||||||
| CIRCULANTE | DÍVIDAS A TERCEIROS - MÉDIO E LONGO PRAZO | ||||||||
| Dívidas de terceiros - curto prazo | Empréstimos por obrigações não convertíveis | 11 | 67.500.000 | 22.500.000 | |||||
| Clientes, conta corrente | 6 | 469.536 | - | 469.536 | 4.801.594 | Dívidas a instituições de crédito | 11 | 19.246.758 | 31.075.851 |
| Empresas associadas | 6 | 2.254.333 | - | 2.254.333 | 224.409 | Outros empréstimos obtidos | 11 | 37.572.336 | 9.882.775 |
| Adiantamentos a fornecedores | 6 | 791 | - | 791 | 620 | Fornecedores de imobilizado, conta corrente | 11 | 82.918 | 187.268 |
| Estado e outros entes públicos | 6 | 62.219 | - | 62.219 | 19.755 | 124.402.012 | 63.645.894 | ||
| Outros devedores | 6 | 3.572.248 | 3.572.248 | 291.841 | |||||
| 6.359.127 | 6.359.127 | 5.338.219 | DÍVIDAS A TERCEIROS - CURTO PRAZO | ||||||
| Depósitos bancários e caixa | Empréstimos por obrigações não convertíveis | 12 | 7.500.000 | 34.915.853 | |||||
| Depósitos bancários | 7 | 71.578 | 71.578 | 71.387 | Dívidas a instituições de crédito | 12 | 32.236.964 | 35.550.429 | |
| Caixa | 7 | 2.108 | 2.108 | 962 | Fornecedores, conta corrente | 12 | 822.316 | 466.805 | |
| 73.686 | 73.686 | 72.349 | Empresas associadas | 12 | - | 231 | |||
| ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | Outros accionistas | 12 | 10.839 | 15.508 | |||||
| Acréscimos de proveitos | 8 | 1.075.025 | 1.075.025 | 1.568.538 | Fornecedores de imobilizado conta corrente | 12 | 88.366 | 113.543 | |
| Custos diferidos | 8 | 3.116.513 | 3.116.513 | 1.398.842 | Estado e outros entes públicos | 12 | 151.035 | 178.236 | |
| Activos por impostos diferidos | 19 | 2.785.034 | 2.785.034 | 2.673.351 | Outros credores | 12 | 29.886 | 21.116 | |
| 6.976.572 | 6.976.572 | 5.640.731 | 40.839.406 | 71.261.721 | |||||
| ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS | |||||||||
| Acréscimos de custos | 13 | 899.724 | 1.158.450 | ||||||
| 899.724 | 1.158.450 | ||||||||
| Total de amortizações | (5.417.019) | ||||||||
| Total de provisões | Total do passivo | 166.172.787 | 139.781.120 | ||||||
| Total do activo | 396.419.070 | (5.417.019) | 391.002.051 | 366.403.844 | Total do capital próprio e do passivo | 391.002.051 | 366.403.844 | ||
Para ser lido em conjunto com o anexo ao balanço e à demonstração dos resultados e notas explicativas correspondentes
Demonstração dos Resultados por Naturezas para os semestres findos em 30 de Junho de 2004 e 2003
(Montantes expressos em Euro)
| CUSTOS E PERDAS | NotasExplicativas | 2004 | 2003 | PROVEITOS E GANHOS | NotasExplicativas | 2004 | 2003 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| COSTOS E FERDAS | Explicativas | 2004 | - FROVEITOS E OANHOS | Explicativas | 2004 | ||
| Fornecimentos e serviços externos | 1.415.182 | 1.138.856 | Prestações de serviços | 16 | 1.075.025 | 205.993 | |
| (B) | 1.075.025 | 205.993 | |||||
| Custos com o pessoal: | |||||||
| Remunerações | 15 | 1.370.509 | 1.578.188 | Proveitos e ganhos financeiros | 17 | 14.596.591 | 17.741.452 |
| Encargos sociais | 15 | 261.434 | 596.679 | (D) | 15.671.616 | 17.947.445 | |
| 3.047.125 | 3.313.723 | ||||||
| Proveitos e ganhos extraordinários | 18 | 8.790 | 4.796 | ||||
| Amortizações | 2 e 3 | 232.861 | 265.805 | 15.680.406 | 17.952.241 | ||
| 3.279.986 | 3.579.528 | ||||||
| Impostos | 71.602 | 72.317 | |||||
| Outros custos e perdas operacionais | _ | 1.047 | 16.047 | ||||
| (A) | 3.352.635 | 3.667.892 | |||||
| Custos e perdas financeiros | 17 | 4.832.675 | 9.704.105 | ||||
| (C) | 8.185.310 | 13.371.997 | |||||
| Custos e perdas extraordinários | 18 | 806.913 | 347.449 | ||||
| (E) | 8.992.223 | 13.719.446 | |||||
| Impostos sobre o rendimento do semestre | 19 | (1.174.986) | (1.402.597) | ||||
| (G) | 7.817.237 | 12.316.849 | |||||
| Resultado líquido do semestre | _ | 7.863.169 | 5.635.392 | ||||
| 15.680.406 | 17.952.241 | (F) | 15.680.406 | 17.952.241 | |||
| Resultado operacional: | (B) - (A) | (2.277.610) | (3.461.899) | ||||
| Resultado financeiro: | (D - B) - (C - A) | 8.037.347 | |||||
| Resultado corrente: | (D) - (C) | 7.486.306 | 4.575.448 | ||||
| Res. antes de impostos: | (F) - (E) | 6.688.183 | 4.232.795 | ||||
| Res. líq. do semestre: | (F) - (G) | 7.863.169 | 5.635.392 | ||||
| (, (-) | |||||||
Para ser lido em conjunto com o anexo ao balanço e à demonstração dos resultados e notas explicativas correspondentes
ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados em 30 de Junho de 2004
Indicações obrigatórias constantes do Plano Oficial de Contabilidade:
-
- Não existem casos de derrogação das disposições do POC tendo em vista a necessidade de se dar uma imagem verdadeira do activo, do passivo e dos resultados da empresa.
-
- Não existem contas do balanço e da demonstração dos resultados cujos conteúdos não sejam comparáveis com os do primeiro semestre de 2003.
-
- Os critérios valorimétricos utilizados relativamente às várias rubricas do balanço e da demonstração dos resultados, bem como métodos de cálculo respeitantes aos ajustamentos de valor, designadamente amortizações e provisões, são apresentados na Nota Explicativa 1.
-
- Não existem contas incluídas no balanço e na demonstração dos resultados originariamente expressas em moeda estrangeira.
-
- Os elementos do activo, passivo e dos capitais próprios foram valorizados segundo critérios de valorimetria uniformes, de acordo com o estipulado no Plano Oficial de Contas, e não foram efectuadas amortizações e provisões extraordinárias com vista a obter vantagens fiscais durante o primeiro semestre de 2004 ou em períodos anteriores.
-
- As situações que afectam significativamente os impostos futuros são apresentadas na Nota Explicativa 19.
-
- O número médio de pessoas ao serviço da empresa no primeiro semestre de 2004, repartido por empregados e assalariados é apresentado na Nota Explicativa 15.
-
- Os valores incluídos em despesas de instalação são analisados na Nota Explicativa 2.
-
- Não existem trespasses registados em imobilizado incorpóreo (Nota Explicativa 2).
-
- Os movimentos ocorridos nas rubricas do activo imobilizado constantes do balanço e nas respectivas amortizações e provisões são apresentados nas Notas Explicativas 2, 3 e 4.
-
- Não existem custos incorridos no primeiro semestre de 2004 respeitantes a empréstimos obtidos para financiar imobilizações, durante a construção, que tenham sido capitalizados neste período.
-
- Não foram efectuadas reavaliações de imobilizações corpóreas ou de investimentos financeiros.
-
- Não foram efectuadas reavaliações de imobilizações corpóreas ou de investimentos financeiros, pelo que não se procedeu à elaboração do quadro descritivo das reavaliações.
-
- Não existem imobilizações corpóreas ou em curso em poder de terceiros, em propriedade alheia, no estrangeiro ou reversíveis. Não existem custos financeiros nelas capitalizados, quer no período, quer em termos acumulados.
-
- A indicação dos bens utilizados em regime de locação financeira é apresentada na Nota Explicativa 11.
-
- A indicação da firma e sede das empresas do grupo e das empresas associadas, com indicação da fracção de capital detida, bem como do resultado do último exercício em cada uma dessas empresas, com menção desse exercício, é apresentada na Nota Explicativa 4.
-
- Não existem acções e quotas incluídas na rubrica "Títulos negociáveis".
-
- Não existem valores registados na conta 4154-"Fundos".
-
- Em 30 de Junho de 2004 não existem diferenças significativas, que não estejam cobertas pelas provisões constituídas pela Empresa, entre os valores das rubricas do activo circulante calculados de acordo com os critérios valorimétricos adoptados e o respectivo valor de mercado.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados em 30 de Junho de 2004
-
- Não existem elementos do activo circulante que se encontrem registados a um valor inferior ao mais baixo do custo ou do valor de mercado.
-
- Não foram efectuadas provisões extraordinárias respeitantes a elementos do activo circulante.
-
- A Empresa não possui existências no seu balanço.
-
- Não existem dívidas de cobrança duvidosa em nenhuma das rubricas de dívidas de terceiros constantes do balanço.
-
- Não existem adiantamentos ou empréstimos concedidos aos membros dos órgãos de administração, de direcção e de fiscalização.
-
- Não existem dívidas activas ou passivas respeitantes ao pessoal da Empresa.
-
- Não existem dívidas tituladas que não estejam evidenciadas no balanço.
-
- A quantidade e valor nominal de obrigações convertíveis de títulos de participação e de outros títulos ou direitos similares emitidos pela empresa, com indicação dos direitos que conferem são apresentadas nas Notas Explicativas 11 e 12.
-
- Não existem dívidas incluídas na rubrica "Estado e outros entes públicos" em situação de mora.
-
- As dívidas a terceiros a mais de cinco anos são apresentadas na Nota Explicativa 11.
-
- Não existem dívidas a terceiros cobertas por garantias reais prestadas pela empresa.
-
- Não existem compromissos financeiros cuja indicação seja útil para a apreciação da situação financeira da Empresa que não figurem no balanço.
-
- A descrição das responsabilidades por garantias prestadas é apresentada na Nota Explicativa 14.
-
- Não existem diferenças levadas ao activo, entre as importâncias das dívidas a pagar e as correspondentes quantias arrecadadas.
-
- O desdobramento das contas de provisões acumuladas e a explicitação dos movimentos ocorridos no período são apresentados na Nota Explicativa 10.
-
- Não houve realização ou variação do capital social no primeiro semestre de 2004. O capital social encontra-se totalmente realizado.
-
- O número de acções de cada categoria em que se divide o capital da empresa e o seu valor nominal são apresentados na Nota Explicativa 9.
-
- A participação no capital subscrito de cada uma das pessoas colectivas que nele detenham pelo menos 20% é apresentada na Nota Explicativa 9.
-
- Não foram subscritas acções no capital durante o período.
-
- Não existem variações nas reservas de reavaliação durante o primeiro semestre de 2004.
-
- A explicitação e justificação dos movimentos ocorridos no primeiro semestre de 2004 em cada uma das rubricas de capitais próprios constantes no balanço são apresentadas na Nota Explicativa 9.
-
- Não existem custos das mercadorias vendidas e das matérias consumidas.
-
- Não existe variação da produção.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados em 30 de Junho de 2004
-
- As remunerações atribuídas aos membros dos orgãos sociais que estejam relacionadas com o exercício das respectivas funções, são apresentadas na Nota Explicativa 15. Não existem compromissos em matéria de pensões de reforma referentes a antigos membros destes orgãos.
-
- O valor líquido das prestações de serviços não se reparte por actividades ou por mercados consideravelmente diferentes.
-
- A demonstração dos resultados financeiros é apresentada na Nota Explicativa 17.
-
- A demonstração dos resultados extraordinários é apresentada na Nota Explicativa 18.
-
- Não existem outras informações exigidas por diplomas legais.
-
- Não existem outras informações consideradas relevantes para melhor compreensão da situação financeira e dos resultados, para além das apresentadas nas notas explicativas deste anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados.
NOTAS EXPLICATIVAS
(Faz parte integrante do anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados)
Balanço em 30 de Junho de 2004 e 2003
| NotasExplicativas | 2004Euro | 2003Euro | |
|---|---|---|---|
| Activo | |||
| Imobilizações incorpóreasImobilizações corpóreasInvestimentos financeirosDívidas de terceiros de médio e longo prazoDívidas de terceiros de curto prazoDisponibilidadesAcréscimos e diferimentos activosActivos por impostos diferidos | 234567819 | 207.114259.910315.579.84861.545.7946.359.12773.6864.191.5382.785.034391.002.051 | 463.321504.111266.907.98887.477.1255.338.21972.3492.967.3802.673.351366.403.844 |
| Capital Próprio | |||
| CapitalAcções própriasPrémios de emissão de acçõesAjustamentos partes de capital em filiais e associadasReservas e resultados transitadosResultado líquido do semestreTotal do Capital Próprio | 999999 | 204.635.695(1.477.001)87.256.034(107.975.849)34.527.2167.863.169224.829.264 | 204.635.695(1.477.154)87.256.034(99.829.616)30.402.3735.635.392226.622.724 |
| Passivo | |||
| Provisões para outros riscos e encargosDívidas a terceiros de médio e longo prazoDívidas a terceiros de curto prazoAcréscimos e diferimentos passivos | 10111213 | 31.645124.402.01240.839.406899.724 | 3.715.05563.645.89471.261.7211.158.450 |
| Total do Passivo | 166.172.787 | 139.781.120 | |
| 391.002.051 | 366.403.844 |
Para ser lido com o anexo ao balanço e à demonstração dos resultados e correspondentes notas explicativas
MOTA-ENGIL, S.G.P.S., S.A. Demonstração dos Resultados para os semestres findos em 30 de Junho de 2004 e 2003
| NotasExplicativas | 2004Euro | 2003Euro | |
|---|---|---|---|
| Proveitos operacionais | |||
| Prestações de serviços | 16 | 1.075.025 | 205.993 |
| 1.075.025 | 205.993 | ||
| Custos operacionais | |||
| Fornecimentos e serviços externos | 1.415.182 | 1.138.856 | |
| Custos com pessoal | 15 | 1.631.943 | 2.174.867 |
| Amortizações | 2 e 3 | 232.861 | 265.805 |
| Impostos | 71.602 | 72.317 | |
| Outros custos operacionais | 1.047 | 16.047 | |
| Resultado operacional | (2.277.610) | (3.461.899) | |
| Resultado financeiro | 17 | 9.763.916 | 8.037.347 |
| Resultado extraordinário | 18 | (798.123) | (342.653) |
| Imposto sobre o rendimento do semestre | 19 | 1.174.986 | 1.402.597 |
| Resultado líquido do semestre | 7.863.169 | 5.635.392 |
Para ser lido com o anexo ao balanço e à demonstração dos resultados e correspondentes notas explicativas
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Notas explicativas em 30 de Junho de 2004
Nota Introdutória
A Mota-Engil, SGPS, S.A. ("Mota-Engil SGPS" ou "Empresa") foi constituída em 10 de Agosto de 1990 e tem como actividade principal a gestão de participações sociais em outras empresas.
Dando cumprimento ao disposto na legislação aplicável, a Mota-Engil SGPS irá elaborar e apresentar em separado demonstrações financeiras consolidadas em 30 de Junho de 2004, com as das empresas em que participa.
Todos os montantes apresentados nestas notas explicativas são apresentados em Euro, salvo se expressamente referido em contrário.
1. Políticas Contabilísticas
a) Bases de apresentação
As demonstrações financeiras anexas foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, a partir dos livros e registos contabilísticos da Empresa, mantidos de acordo com princípios de contabilidade geralmente aceites em Portugal.
Estas demonstrações financeiras reflectem apenas as contas individuais da Empresa. Embora os investimentos financeiros tenham sido registados pelo método da equivalência patrimonial, o que está de acordo com os princípios de contabilidade geralmente aceites, estas demonstrações financeiras não incluem o efeito da consolidação integral ao nível de activos, passivos, proveitos e custos.
Na Nota Explicativa 4 é apresentada informação financeira relativa às empresas do grupo e associadas.
b) Principais critérios valorimétricos
Os principais critérios valorimétricos utilizados na preparação das demonstrações financeiras, foram os seguintes:
i) Imobilizações incorpóreas
As imobilizações incorpóreas referem-se essencialmente a despesas incorridas na constituição da Empresa, com aumentos de capital e de organização, as quais foram contabilizadas pelo respectivo custo histórico e estão a ser amortizadas pelo método das quotas constantes em seis anos.
ii) Imobilizações corpóreas
As imobilizações corpóreas encontram-se registadas ao custo de aquisição.
As amortizações são calculadas pelo método das quotas constantes, de acordo com as seguintes vidas úteis estimadas:
| Anos | |
|---|---|
| Edifícios e outras construções | 8 |
| Equipamento de transporte | 4 |
| Equipamento administrativo | 8 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Notas explicativas em 30 de Junho de 2004
iii) Locação financeira
Os activos imobilizados adquiridos mediante contratos de locação financeira bem como as correspondentes responsabilidades são contabilizados pelo método financeiro. De acordo com este método o custo do activo é registado no imobilizado corpóreo, a correspondente responsabilidade é registada no passivo e os juros incluídos no valor das rendas e a amortização do activo são registados como custos na demonstração dos resultados do exercício a que respeitam.
iv) Investimentos financeiros
Os investimentos financeiros em empresas do grupo são registados pelo método de equivalência patrimonial, sendo as participações inicialmente contabilizadas pelo custo de aquisição, o qual foi acrescido ou reduzido do valor proporcional à participação nos capitais próprios dessas empresas, reportado à data de aquisição ou da primeira aplicação do método da equivalência patrimonial.
Para os investimentos financeiros em empresas do grupo adquiridos até 31 de Dezembro de 1996 e também no exercício findo em 31 de Dezembro de 1998 as diferenças entre o custo de aquisição desses investimentos e o valor proporcional à participação da Empresa nos capitais próprios dessas empresas à data de aquisição, foram registadas em capitais próprios na rubrica "Ajustamentos partes de capital em filiais e associadas". As diferenças de aquisição geradas em data posterior, foram registadas na rubrica de "Trespasses" do imobilizado incorpóreo até 31 de Dezembro de 2002, tendo em 1 de Janeiro de 2003 sido transferidas para a rubrica de investimentos financeiros. Em 30 de Junho de 2004 não existem diferenças de aquisição por amortizar.
De acordo com o método da equivalência patrimonial as participações financeiras são ajustadas anualmente, pelo valor correspondente à participação nos resultados líquidos das empresas do grupo por contrapartida de ganhos ou perdas financeiros. Adicionalmente, os dividendos recebidos destas empresas são registados como uma diminuição do valor dos investimentos financeiros.
As mais e menos - valias apuradas na alienação de investimentos financeiros são registadas por contrapartida de resultados financeiros (Nota Explicativa 17).
v) Especialização de exercícios
As receitas e despesas são registadas de acordo com o princípio da especialização de exercícios pelo qual estas são reconhecidas à medida em que são geradas, independentemente do momento em que são recebidas ou pagas. As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e as correspondentes receitas e despesas geradas são registadas nas rubricas "Acréscimos e diferimentos" (Notas Explicativas 8 e 13).
vi) Acções próprias
As acções próprias são registadas ao custo de aquisição, sendo as mais ou menos valias geradas com a sua alienação registadas directamente na rubrica "Reservas livres".
vii) Impostos diferidos
Os impostos diferidos são calculados com base no método da responsabilidade de balanço e referem-se às diferenças temporárias entre os montantes dos activos e passivos para efeitos de reporte contabilístico e os seus respectivos montantes para efeitos de tributação.
Os activos e passivos por impostos diferidos são calculados e anualmente avaliados utilizando as taxas de tributação que se espera estarem em vigor à data da reversão das diferenças temporárias.
Os activos por impostos diferidos são registados unicamente quando existem expectativas razoáveis de lucros fiscais futuros suficientes para os utilizar. Na data de cada balanço é efectuada uma reapreciação das diferenças subjacentes aos activos por impostos diferidos no sentido de reconhecer activos por impostos diferidos não registados anteriormente por não terem preenchido as condições
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Notas explicativas em 30 de Junho de 2004
para o seu registo e, ou, para reduzir o montante dos impostos diferidos activos registados em função da expectativa actual da sua recuperação futura (Nota Explicativa 19).
2. Imobilizações Incorpóreas
O Imobilizado incorpóreo respeita a despesas incorridas com aumentos de capital e organização e pode ser analisado como segue:
| 30.06.04 | |
|---|---|
| Despesas incorridas com aumentos de capital e organização: | |
| Valor bruto | 5.025.198 |
| Amortizações acumuladasSaldo inicialAmortização do semestre | (4.693.536)(124.548) |
| Saldo final | (4.818.084) |
| 207.114 |
3. Imobilizações Corpóreas
Durante o primeiro semestre de 2004, o movimento ocorrido no valor de custo das imobilizações corpóreas, bem como nas respectivas amortizações acumuladas foi o seguinte:
| Saldo inicial | Aumentos | Alienações | Transferências eabates | Saldo final |
|---|---|---|---|---|
| 4.772 | - | - | - | 4.772 |
| 759.538 | 3.500 | (33.469) | - | 729.569 |
| 124.504 | - | - | - | 124.504 |
| 888.814 | 3.500 | (33.469) | - | 858.845 |
| (2.087) | (298) | - | - | (2.385) |
| (463.391) | (92.892) | 33.260 | - | (523.023) |
| (58.404) | (15.123) | - | - | (73.527) |
| (523.882) | (108.313) | 33.260 | - | (598.935) |
| 364.932 | (104.813) | (209) | - | 259.910 |
4. Investimentos Financeiros
Durante o primeiro semestre de 2004, o movimento ocorrido no valor de custo ou reavaliado dos investimentos financeiros foi o seguinte:
| Saldo inicial | Aumentos | Alienações | Transferências eabates | Saldo final | |
|---|---|---|---|---|---|
| Valor Bruto: | |||||
| Partes de capital em empresas do grupo | 228.867.679 | - | - | 902.577 | 229.770.256 |
| Partes de capital em empresas associadas | 175.000 | - | (175.000) | - | - |
| Partes de capital em outras empresas | 537.500 | - | - | - | 537.500 |
| Títulos e outras aplicações financeiras | 37.516.968 | 47.750.124 | - | - | 85.267.092 |
| Adiantamentos por conta de investimentos financeiros | 5.000 | - | - | - | 5.000 |
| 267.102.147 | 47.750.124 | (175.000) | 902.577 | 315.579.848 |
Incluído em "Transferências" encontram-se o montante de Euro 12.871.008 relativo à aplicação do método da equivalência patrimonial, assim como o montante negativo de Euro 11.850.000 relativo ao recebimento de dividendos daquelas empresas.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Notas explicativas em 30 de Junho de 2004
Em 30 de Junho de 2004 e 2003, os saldos das rubricas incluídas em investimentos financeiros, compõem-se como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Partes de capital em empresas do grupo | ||
| CPTP-Comp. Portuguesa de Trabalhos Portuários, S.A. ("CPTP") | - | 6.768.057 |
| Engil, S.ABAU, GmbH ("Engil Bau") | - | 3.783 |
| Ferrovias e Construções, S.A. ("Ferrovias") | - | 7.393.485 |
| Gerco-Sociedade de Engenharia Electrotécnica, S.A. ("Gerco") | - | 866.166 |
| Maprel-Empresa de Pavimentos e Materiais Pré-Esforçados, Lda ("Maprel") | - | 2.016.931 |
| Martifer-Construções Metalomecânicas, S.A. ("Martifer") | - | 7.931.542 |
| MEITS, Mota-Engil Imobiliário e Turismo, S.A. ("MEIT") | 15.853.507 | - |
| MESP-Mota-Engil, Serviços Partilhados, Administrativos e de Gestão, S.A. ("MESP") | - | - |
| Mota Engil, Engenharia e Construção, S.A. ("Mota-Engil Engenharia") (a) | 181.021.404 | 193.045.764 |
| Mota-Engil Concessões de Transportes, SGPS, S.A. ("MECT") | 15.799.764 | 1.000.000 |
| Mota-Engil, Ambiente e Serviços, SGPS, S.A. ("Mota-Engil Ambiente e Serviços") (b) | 17.095.581 | 3.143.917 |
| Sol-S e Solsuni-Tecnologias de Informação, S.A. ("Sol-S e Solsuni") | - | 2.906.691 |
| Tecnocarril-Sociedade de Serviços Industriais e Ferroviários, Lda ("Tecnocarril") | - | 225.766 |
| 229.770.256 | 225.302.102 |
(a) anteriormente designada Mota & Companhia, S.A.
A variação ocorrida nas "Partes de capital em empresas do grupo" resultou do processo de reorganização do Grupo, não tendo sido geradas quaisquer mais ou menos valia.
| Partes de Capital em outras empresas | 30.06.04 | 30.06.03 |
|---|---|---|
| Adr - Agência de Desenvolvimento do Tâmega | 62.500 | - |
| Vortal-Comércio Electrónico, Consultadoria e Multimédia, S.A. ("Vortal") | 475.000 | 475.000 |
| 537.500 | 475.000 | |
| Títulos e outras aplicações financeiras | 30.06.04 | 30.06.03 |
| Ferrovias | - | 2.644.168 |
| Martifer | - | 1.750.000 |
| Mota-Engil Ambiente e Serviços | 7.060.000 | 2.360.000 |
| Mota-Engil Engenharia | 34.331.968 | 34.331.968 |
| MESP | 825.000 | - |
| MEIT | 14.000.000 | - |
| MECT | 29.050.124 | - |
Em 30 de Junho de 2004 a informação financeira sobre as empresas do grupo é como segue:
| Sede | Percentagemefectiva departicipação | CapitaisPróprios | ResultadoLíquido doSemestre | |
|---|---|---|---|---|
| MECT | Lisboa | 100,00 | 15.799.764 | (1.099.397) |
| MEIT | Porto | 100,00 | 15.853.507 | (919.501) |
| MESP | Porto | 100,00 | (31.644) | 23.080 |
| Mota-Engil Ambiente e Serviços | Porto | 100,00 | 17.095.581 | 1.692.054 |
| Mota-Engil Engenharia | Amarante | 100,00 | 181.021.404 | 11.709.850 |
41.086.136 85.267.092
(b) anteriormente designada Engil Investimentos, SGPS, S.A.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Notas explicativas em 30 de Junho de 2004
O ajustamento no valor da rubrica de "Partes de capital em empresas do grupo", resultante da aplicação do método da equivalênia patrimonial aos investimentos financeiros, tem o seguinte detalhe:
| Ganhos em empresas participadas (Nota Explicativa 17)Perdas em empresas participadas (Nota Explicativa 17) | 13.424.984(2.018.898)11.406.086 |
|---|---|
| Reversão de provisões | (23.080) |
| Ajustamentos de partes de capital (Nota Explicativa 9)Dividendos recebidos | 1.369.571(11.850.000)902.577 |
Os dividendos recebidos, os ajustamentos de partes de capital e os resultados líquidos do semestre das empresas participadas são como segue:
| Dividendos | Ajust. partes de | Result. líquido | |
|---|---|---|---|
| recebidos | capital | apropriado | |
| MECT | - | - | (1.099.397) |
| MEIT | - | 19.428 | (919.501) |
| MESP | - | - | 23.080 |
| Mota-Engil Ambiente e Serviços | 1.100.000 | 4.241.078 | 1.692.054 |
| Mota-Engil Engenharia | 10.750.000 | (2.890.935) | 11.709.850 |
| 11.850.000 | 1.369.571 | 11.406.086 |
5. Dívidas de Terceiros de Médio e Longo Prazo
Nesta rubrica encontram-se registados os empréstimos concedidos às empresas participadas os quais vencem juros a uma taxa equivalente à taxa de custo de financiamento externo da empresa.
Esta rubrica é analisada como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Calçadas do Douro | - | 8.167.425 |
| Ferrovias | - | 2.468.544 |
| Gerco | - | 37.703 |
| Mota-Engil Engenharia | 41.984.235 | 58.923.800 |
| Mota-Engil Ambiente e Serviços | 15.583.339 | 8.475.344 |
| MEIT | 3.677.720 | 4.357.547 |
| Planinova | - | 2.109 |
| Qualibetão | - | 22.833 |
| Sols e Solsuni | - | 3.054.320 |
| MESP | 300.500 | 1.967.500 |
| 61.545.794 | 87.477.125 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Notas explicativas em 30 de Junho de 2004
6. Dívidas de Terceiros de Curto Prazo
Esta rubrica é analisada como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Clientes, conta corrente | 469.536 | 4.801.594 |
| Empresas associadas | 2.254.333 | 224.409 |
| Adiantamentos a fornecedores | 791 | 620 |
| Estado e outros entes públicos | 62.219 | 19.755 |
| Outros devedores | 3.572.248 | 291.841 |
| 6.359.127 | 5.338.219 |
Os outros devedores incluem o montante de juros de suprimentos debitados às empresas associadas.
7. Disponibilidades
Esta rubrica é analisada como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Depósitos bancários | 71.578 | 71.387 |
| Caixa | 2.108 | 962 |
| 73.686 | 72.349 |
8. Acréscimos e Diferimentos Activos
Em 30 de Junho de 2004 e 2003 os saldos desta rubrica apresentavam a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Acréscimos de proveitos | ||
| Juros a receber | - | 1.568.538 |
| Outros acréscimos de proveitos | 1.075.025 | - |
| 1.075.025 | 1.568.538 | |
| Custos diferidos | ||
| Custos com projectos em curso | - | 494.185 |
| Seguros | 3.974 | 37.416 |
| Encargos financeiros diferidos | 2.728.290 | 449.178 |
| Outros custos diferidos | 384.249 | 418.063 |
| 3.116.513 | 1.398.842 | |
| 4.191.538 | 2.967.380 |
Os Outros acréscimos de proveitos incluem o montante relativo a honorários de gestão debitados às empresas associadas.
A rubrica de "Encargos financeiros diferidos" inclui os encargos incorridos com a montagem dos empréstimos obrigacionistas, que estão a ser reconhecidos ao longo do período de vida dos mesmos (Nota Explicativa 11).
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Notas explicativas em 30 de Junho de 2004
9. Capital Próprio
Durante o primeiro semestre de 2004, o movimento ocorrido nos saldos das rubricas de capital próprio, foi o seguinte:
| Saldo inicial | Aumentos | Diminuições | Aplicação deresultados | Saldo final | |
|---|---|---|---|---|---|
| Capital | 204.635.695 | - | - | - | 204.635.695 |
| Acções próprias – valor nominal | (1.458.248) | - | - | - | (1.458.248) |
| Acções próprias – descontos e prémios | (18.753) | - | - | - | (18.753) |
| Prémios de emissão de acções | 87.256.034 | - | - | - | 87.256.034 |
| Ajust. de partes de capital em filiais e associadas | (109.345.420) | - | 1.369.571 | - | (107.975.849) |
| Reservas legais | 5.984.746 | - | - | 769.147 | 6.753.893 |
| Reservas livres | 23.937.412 | - | - | 3.355.387 | 27.292.799 |
| Resultados transitados | 480.524 | - | - | - | 480.524 |
| Resultado líquido do semestre | 15.382.944 | 7.863.169 | - | (15.382.944) | 7.863.169 |
| 226.854.934 | 7.863.169 | 1.369.571 | (11.258.410) | 224.829.264 |
Capital
O capital da Mota-Engil SGPS em 30 de Junho de 2004 ascende a Euro 204.635.695, totalmente subscrito e realizado, estando representado por 204.635.695 acções ao portador com valor nominal de 1 Euro cada.
As pessoas colectivas com mais de 20% do capital subscrito e realizado são analisadas como segue:
| % | Montante | |
|---|---|---|
| Mota Gestão e Participações, S.G.P.S., S.A. | 33,55 | 68.657.613 |
Prémios de emissão de acções
A legislação comercial dispõe que os prémios de emissão de acções não podem ser distribuídos aos accionistas, só podendo ser utilizados em aumentos de capital, ou na cobertura de prejuízos depois de utilizadas as reservas e resultados distribuíveis.
Reserva legal
A legislação comercial estabelece que, pelo menos, 5% do resultado líquido anual tem de ser destinado ao reforço da reserva legal até que esta represente pelo menos 20% do capital. Segundo dispõe a legislação comercial, esta reserva não pode ser distribuída aos accionistas apenas podendo ser utilizada em aumentos de capital ou na cobertura de prejuízos, depois de esgotadas todas as outras reservas.
Aplicação de resultados
De acordo com a decisão da Assembleia Geral da Mota-Engil SGPS em reunião realizada em 30 de Março de 2004, o resultado líquido do exercício findo em 31 de Dezembro de 2003, foi aplicado como segue:
| Reserva legal | 769.147 |
|---|---|
| Reservas livres | 2.858.834 |
| Dividendos | 11.254.963 |
| Gratificações por aplicação de resultados | 500.000 |
Os dividendos a distribuir relativos a acções próprias, no montante de Euro 496.553 foram reclassificados para reservas livres.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Notas explicativas em 30 de Junho de 2004
10. Provisões para Outros Riscos e Encargos
Em 30 de Junho de 2004 a "Provisão para outros riscos e encargos" refere-se à quota parte da Empresa nos capitais próprios negativos de algumas participadas (Nota Explicativa 4).
O movimento da provisão pode ser analisado como segue:
| 30.06.04 | |
|---|---|
| Provisões para outros riscos e encargos | |
| Saldo inicial | 54.725 |
| Aumento | - |
| Redução e transferências | (23.080) |
| Saldo final | 31.645 |
11. Dívidas a Terceiros de Médio e Longo Prazo
Esta rubrica tem o seguinte detalhe:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Empréstimos por obrigações não convertíveis | 67.500.000 | 22.500.000 |
| Dívidas a instituições de crédito | 19.246.758 | 31.075.851 |
| Outros empréstimos obtidos | 37.572.336 | 9.882.775 |
| Fornecedores de imobilizado, c/c | 82.918 | 187.268 |
| 124.402.012 | 63.645.894 |
Empréstimos por obrigações não convertíveis
Em 28 de Junho de 2002, a Empresa contraiu um empréstimo por obrigações no valor de Euro 22.500.000, por um prazo de 5 anos, remunerado a uma taxa de juro correspondente à taxa Euribor a 6 meses, adicionada de 1,5 pontos percentuais. Os juros são pagos semestral e postecipadamente, em 28 de Junho e 28 de Dezembro de cada ano, tendo-se vencido o primeiro cupão em 28 de Dezembro de 2002. O reembolso será efectuado ao seu valor nominal, em seis prestações semestrais, a partir da data de pagamento do 5º cupão. A Empresa poderá efectuar o reembolso antecipado total ou parcial, neste caso por redução ao valor nominal, das obrigações, a partir do 5º pagamento de cupão. Cada obrigacionista poderá, em qualquer momento e no prazo máximo de doze meses após a data de fecho de cada exercício, solicitar o reembolso antecipado das obrigações de que seja titular caso as demonstrações financeiras consolidadas da Mota Engil SGPS demonstrem o incumprimento de determinados rácios financeiros definidos contratualmente.
Em 9 de Dezembro de 2003 a Mota-Engil SGPS emitiu um empréstimo obrigacionista no montante de de Euro 17.500.000, por um prazo de 7 anos, remunerado a uma taxa de juro correspondente à taxa Euribor a 6 meses, adicionada de 1,75 pontos percentuais. Os juros são pagos semestral e postecipadamente, em 9 de Junho e 9 de Dezembro de cada ano. O reembolso será efectuado em 10 prestações iguais e sucessivas a partir do 5º cupão.
Em 29 de Dezembro de 2003 a Empresa contraiu um novo empréstimo por obrigações no valor de Euro 35.000.000, por um prazo de 5 anos, remunerado a uma taxa de juro correspondente à taxa Euribor a 6 meses, adicionada de 0,75 pontos percentuais. Os juros são pagos semestral e postecipadamente, em 29 de Junho e 29 de Dezembro de cada ano e um único reembolso no final do prazo do empréstimo.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Notas explicativas em 30 de Junho de 2004
Dívidas a instituições de crédito
O saldo da rubrica de balanço "Dívidas a instituições de crédito" inclui um empréstimo contraído pela Mota Engil SGPS cujo montante inicial era de Euro 25.000.000, reembolsável em seis prestações semestrais, a partir de Junho de 2004 e que vence juros trimestrais a uma taxa indexada à Euribor a 6 meses.
Fornecedores de imobilizado
Em 30 de Junho de 2004, a Empresa mantinha responsabilidades como locatária relativas a rendas vincendas em contratos de locação financeira no montante de Euro 235.741, com o seguinte prazo de vencimento:
| Ano de vencimento | Capital | Juros | Total |
|---|---|---|---|
| 1 ano | 88.366 | 3.529 | 91.895 |
| 2 anos | 73.478 | 1.400 | 74.878 |
| 3 anos | 9.440 | 69 | 9.509 |
| 171.284 | 4.998 | 176.282 |
Outros empréstimos obtidos
Em 30 de Junho de 2004, o saldo da rubrica de balanço "Outros empréstimos obtidos" corresponde a uma emissão de papel comercial no valor, líquido de juros vincendos, de Euro 20.761.246, garantida por um sindicato bancário, que vence juros a taxa variável e cujo prazo de vencimento é 23 de Abril de 2008 e outra no valor, líquido de juros vincendos, de Euro 16.811.090, que vence juros a taxa variável e cujo prazo de vencimento é 3 de Dezembro de 2008.
12. Dívidas a Terceiros de Curto Prazo
Esta rubrica é analisada como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Empréstimos por obrigações não convertíveis (Nota Explicativa 11) | 7.500.000 | 34.915.853 |
| Dívidas a instituições de crédito | 32.236.964 | 35.550.429 |
| Fornecedores, conta corrente | 822.316 | 466.805 |
| Empresas associadas | - | 231 |
| Outros accionistas | 10.839 | 15.508 |
| Fornecedores de imobilizado, conta corrente | 88.366 | 113.543 |
| Estado e outros entes públicos | 151.035 | 178.236 |
| Outros credores | 29.886 | 21.116 |
| 40.839.406 | 71.261.721 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Notas explicativas em 30 de Junho de 2004
Estado e outros entes públicos
Em 30 de Junho de 2004 e 2003 os saldos da rubrica "Estado e outros entes públicos" têm a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Segurança social | 67.921 | 65.978 |
| Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares | - | 102.788 |
| Imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas | 83.114 | 9.470 |
| 151.035 | 178.236 |
13. Acréscimos e Diferimentos Passivos
Em 30 de Junho de 2004 e 2003 os saldos desta rubrica apresentavam a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Acréscimos de custos | ||
| Remunerações a liquidar | 574.222 | 631.051 |
| Juros a liquidar | 303.540 | 466.411 |
| Outros acréscimos de custos | 21.962 | 60.988 |
| 899.724 | 1.158.450 |
14. Garantias
Em 30 de Junho de 2004, a Empresa tinha assumido responsabilidades por garantias prestadas no montante de Euro 35.000.000, as quais se destinam, fundamentalmente, a garantir empréstimos bancários da Empresa.
15. Custos com Pessoal
Esta rubrica é analisada como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| RemuneraçõesEncargos Sociais | 1.370.509261.434 | 1.578.188596.679 |
| 1.631.943 | 2.174.867 |
Número médio de pessoal
O número médio de pessoal ao serviço da Mota-Engil, SGPS durante os primeiros semestres de 2004 e 2003 pode ser analisado como segue:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Administradores | 11 | 11 |
| Empregados | 42 | 40 |
| 53 | 51 |
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Notas explicativas em 30 de Junho de 2004
Remunerações atribuídas aos membros dos orgãos sociais
As remunerações atribuídas ao Conselho de Administração da Empresa-mãe no período findo em 30 de Junho de 2004 ascenderam a Euro 993.112 e as atribuídas ao Fiscal Único ascenderam a Euro 10.428.
16. Prestação de Serviços
A rubrica de "Prestações de serviços" corresponde a serviços prestados a associadas relativos a serviços de gestão.
17. Resultados Financeiros
Os resultados financeiros no primeiro semestre de 2004 e 2003 têm a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Proveitos e ganhos financeiros | ||
| Juros obtidosGanhos em empresas do grupo e associadas (Nota Explicativa 4)Outros proveitos e ganhos financeiros | 1.171.53413.424.98473 | 1.565.33316.176.1127 |
| 14.596.591 | 17.741.452 | |
| Custos e perdas financeiras | ||
| Juros suportadosPerdas em empresas do grupo e associadas (Nota Explicativa 4)Diferenças de câmbio desfavoráveisOutros custos e perdas financeiros | 2.500.7642.018.898-313.013 | 1.928.7827.640.08896135.139 |
| 4.832.675 | 9.704.105 | |
| Resultados Financeiros | 9.763.916 | 8.037.347 |
18. Resultados Extraordinários
Os resultados extraordinários no primeiro semestre de 2004 e 2003 têm a seguinte composição:
| 30.06.04 | 30.06.03 | |
|---|---|---|
| Proveitos e ganhos extraordinários | ||
| Ganhos em imobilizaçõesCorrecções relativas a exercícios anteriores | 8.790- | 3.6881.108 |
| 8.790 | 4.796 | |
| Custos e perdas extraordinárias | ||
| DonativosMultas e penalidadesCorrecções relativas a exercícios anteriores | 135.000385- | 36.24133537.873 |
| Outros custos e perdas extraordinários | 671.528 | 273.000 |
| 806.913 | 347.449 | |
| Resultado Extraordinário | (798.123) | (342.653) |
Incluído em Outros custos e perdas extraordinários encontra-se o montante de Euro 670.000 relativo a custos anteriormente diferidos referentes ao Projecto de concessão rodoviária na Irlanda, o qual não foi adjudicado ao Grupo.
Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Notas explicativas em 30 de Junho de 2004
19. Imposto sobre o Rendimento do Semestre
As diferenças temporárias a deduzir ao lucro tributável que originaram activos por impostos diferidos são como segue:
| Total | Efeito naDemonstraçãodos Resultados | Efeito emCapital Próprio | |
|---|---|---|---|
| Provisões não aceites fiscalmentePrejuízos fiscais | (54.725)(10.072.673) | 553.505(4.880.154) | (608.230)(5.192.519) |
| (10.127.398) | (4.326.649) | (5.800.749) |
Em 30 de Junho de 2004, os activos por impostos diferidos ascendiam a Euro 2.785.034, sendo o efeito na demonstração dos resultados de Euro 1.189.829.
A reconciliação do imposto do exercício e do imposto corrente pode ser analisada como segue:
| Imposto corrente | 14.843 |
|---|---|
| Reporte de prejuízosImpostos diferidos pela reversão de diferenças temporárias | (1.342.043)152.214 |
| Imposto diferido | (1.189.829) |
| Imposto do exercício | (1.174.986) |
A Mota-Engil, SGPS encontra-se sujeita a impostos sobre lucros em sede de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas - IRC, à taxa normal de 25%, acrescida de derrama à taxa máxima de 10%, resultando numa taxa de imposto agregada de 27,5%. Face à sua natureza jurídica e objecto social a Empresa encontra-se abrangida pela legislação fiscal que rege as sociedades gestoras de participações sociais. De acordo com esta legislação, os dividendos recebidos das empresas participadas não são tributados e os ganhos e perdas em empresas participadas resultantes da aplicação do método de equivalência patrimonial não são relevantes para efeitos fiscais.
De acordo com a legislação nacional em vigor, as declarações fiscais estão sujeitas a revisão e correcção por parte das autoridades fiscais durante um período de quatro anos no que se refere aos exercícios de 2000 a 2003 (dez anos para a Segurança Social até 31 de Dezembro de 2001, cinco anos após essa data) e consequentemente essas declarações fiscais poderão ser sujeitas a revisão. O Conselho de Administração da Empresa entende que eventuais correcções, resultantes de diferentes interpretações da legislação vigente, por parte das autoridades fiscais, não poderão ter um efeito significativo nestas demonstrações financeiras.

Deloitte & Associados, SROC S.A. Inscrição na OROC nº 43 Registo na CMVM nº 231
Edifício Atrium Saldanha Pr. Duque de Saldanha, 1-6º 1050-094 Lisboa Portugal
RELATÓRIO DE REVISÃO LIMITADA ELABORADO POR AUDITOR REGISTADO NA CMVM SOBRE INFORMAÇÃO SEMESTRAL INDIVIDUAL
Introdução
-
- Para os efeitos do artigo 246º do Código dos Valores Mobiliários, apresentamos o nosso Relatório de Revisão Limitada sobre a informação financeira do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004, da Mota Engil, S.G.P.S., S.A., incluída: no Relatório de Gestão, no Balanço (que evidencia um total de 391.002.051 Euros e um total de capital próprio de 224.829.264 Euros, incluindo um resultado líquido de 7.863.169 Euros) e na Demonstração dos resultados do período de seis meses findo naquela data e no correspondente Anexo.
-
- As quantias das demonstrações financeiras, bem como as da informação financeira adicional, são as que constam dos registos contabilísticos da Empresa.
Responsabilidades
-
- É da responsabilidade do Conselho de Administração da Empresa: (i) a preparação da informação financeira histórica semestral de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobiliários; (ii) a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados; (iii) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado; e (iv) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados.
-
- A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos acima referidos, designadamente sobre se, para os aspectos materialmente relevantes, é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva, lícita e em conformidade com o exigido pelo Código dos Valores Mobiliários, competindo-nos emitir um relatório de segurança moderada, profissional e independente, sobre essa informação financeira, baseado no nosso trabalho.
Âmbito
- O trabalho a que procedemos teve como objectivo obter uma segurança moderada quanto a se a informação financeira anteriormente referida está isenta de distorções materialmente relevantes. Excepto quanto à limitação descrita no parágrafo 8 abaixo, o nosso trabalho foi efectuado com base nas Normas Técnicas e Directrizes de Revisão/Auditoria emitidas pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, foi planeado de acordo com aquele objectivo, e consistiu principalmente, em indagações e procedimentos analíticos destinados a rever: (i) a fiabilidade das asserções constantes da informação financeira; (ii) a adequação das políticas contabilísticas adoptadas, tendo em conta as circunstâncias e a consistência da sua aplicação; (iii) a aplicabilidade, ou não, do princípio da continuidade; (iv) a apresentação da informação financeira; e (v) se, para os aspectos materialmente relevantes, a informação financeira é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita em conformidade com o exigido pelo Código dos Valores Mobiliários.
Deloitte & Associados, SROC S.A. Inscrição na OROC nº 43 Registo na CMVM nº 231
-
- O nosso trabalho abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira constante do relatório de gestão com os restantes documentos anteriormente referidos.
-
- Entendemos que o trabalho efectuado proporciona uma base aceitável para a emissão do presente relatório de revisão limitada sobre a informação financeira semestral.
Reserva
- Na rubrica de investimentos financeiros inclui-se a participação financeira na Mota – Engil Engenharia e Construção, S.A. (Nota Explicativa 4) cuja Certificação Legal das Contas sobre as demonstrações financeiras em 31 de Dezembro de 2003, emitida por outro Revisor Oficial de Contas, contém uma reserva relativa à impossibilidade de concluir sobre a data e valor de realização de determinados activos desta participada sediados em países africanos, nomeadamente em Angola, devido ao inerente risco-país. Por este facto, não nos é possível concluir sobre o impacto desta situação na valorização deste investimento financeiro.
Parecer
- Com base no trabalho efectuado, o qual foi executado tendo em vista a obtenção de uma segurança moderada, excepto quanto aos efeitos dos ajustamentos que poderiam revelar-se necessários, caso não existisse a limitação mencionada no parágrafo 8 acima, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que a informação financeira do período de seis meses findo em 30 de Junho de 2004 não esteja isenta de distorções materialmente relevantes que afectem a sua conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal e que, nos termos das definições incluídas nas directrizes mencionadas no parágrafo 5 acima, não seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
Ênfase
- As demonstrações financeiras anexas referem-se à Empresa em termos individuais e não consolidados. Assim, os investimentos financeiros foram registados pelo método da equivalência patrimonial, como disposto na Directriz Contabilística nº 9, através do qual foram considerados nos capitais próprios e nos resultados líquidos em 30 de Junho de 2004 os efeitos da consolidação dos capitais próprios e dos resultados das empresas participadas. No entanto, as demonstrações financeiras anexas não incluem o efeito da consolidação integral a nível de activos, passivos custos e proveitos, o que será efectuado nas demonstrações financeiras consolidadas a elaborar em separado. As demonstrações financeiras consolidadas apresentam acréscimos no activo e no passivo (incluindo-se interesses minoritários) de, aproximadamente, 921.000.000 Euros e nos custos e proveitos de, aproximadamente, 552.000.000 Euros.
Porto, 10 de Setembro de 2004
DELOITTE/& ASSOCIADOS, SROC S.A.
Representada por Jorge Manuel Araújo de Beja Neves