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Copam Annual Report 2005

Feb 4, 2005

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Annual Report

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COMPANHIA PORTUGUESA DE AMIDOS, S.A., SOCIEDADE ABERTA

RELATÓRIO DA GESTÃO BALANÇO E CONTAS

EXERCÍCIO DE 2004

Sede: Estrada Nacional 10, 2695-718 S. João da Talha Capital Social: 5.000.000,00 Euros Pessoa Colectiva n.º 500 076 138 Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Loures sob o n.º 42 www.copam.pt

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RELATÓRIO DA GESTÃO

Senhores Accionistas:

De acordo com as disposições legais em vigor, vem o Conselho de Administração submeter à aprovação da Assembleia Geral o Relatório da Gestão, bem como o Balanço e Contas do Exercício de 2004.

1 – CONJUNTURA ECONÓMICA GLOBAL

  • 1.1 A actividade económica em 2004 registou um crescimento, tanto em Portugal, como nos parceiros Europeus e Outros Mercados.

  • Em relação a Portugal, o crescimento económico, registou um abrandamento no segundo semestre, ficando abaixo da média de crescimento Europeu. Este comportamento deveu-se a aspectos temporários ocorridos no 1º Semestre de 2004, como o EURO 2004, ou aspectos mais duradouros, como mercados de exportação mais fortes e o final da contenção no sector privado.

No entanto, será prudente referir, que este crescimento do consumo, é em larga medida suportado pelo aumento das importações que tornam cada vez mais desequilibrada a balança externa ao mesmo tempo que não beneficia a industria nacional, justificando a tendência decrescente do índice de produção industrial divulgado pelo INE.

O crescimento do PIB verificado durante o 1º Semestre, sofreu um abrandamento na segunda metade do ano, pelo que, é esperado que no final de 2004 não se ultrapasse um crescimento entre 1% a 1,2%.

Se for considerado o modelo actual de crescimento da economia nacional, que assenta fundamentalmente na procura interna, (consumo e investimentos privados), o incremento das importações, acima do esperado, desvia-se do modelo definido.

A procura interna só por si, tem limitações de crescimento, até porque é suportada em parte por importações e financiada por empréstimos, o que tendo em conta os actuais valores das importações e endividamento, condicionam a estratégia de crescimento.

Por isso, as actuais previsões de crescimento do PIB de 2,4% para 2005 (de acordo com o Orçamento de Estado), poderão ter de ser revistas em baixa para valores inferiores a 2%.

As exportações deverão ser o elemento fundamental do crescimento para 2005 e anos seguintes, devendo serem ganhas quotas, tanto no mercado europeu, como noutros mercados, atendendo ao mais rápido crescimento esperado nesses mercados. É expectável, que o investimento feito em maquinaria mais moderna e a contenção salarial efectuada, possam tornar os produtos nacionais mais competitivos.

Em relação á inflação é esperada uma taxa de variação média anual do IHPC (Índice Harmonizado de Preços no Consumidor) de 2,5% em 2004, mas com redução dentro do intervalo entre 1,5% a 2,7% em 2005.

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Relativamente ao mercado de trabalho, o actual enquadramento económico provocou uma redução ao nível do emprego de 0,5 p.p. em relação á média de 2003, situando a taxa de desemprego nos 6,8%.

Ao nível das finanças publicas, é esperado o cumprimento do défice abaixo dos 3% do PIB, resultante da aplicação de receitas extraordinárias. A dependência deste tipo de acções para equilíbrio do défice, resulta da evolução insuficiente das receitas, nomeadamente do Produto Interno e da tributação fiscal, para além do sobre dimensionamento das despesas publicas em relação ao PIB. É por isso esperado um maior défice futuro, 3% para 2005 e 3,6% para 2006.

  • 1.2 No sector Amideiro, deverá ser considerada a Reforma do Regime do Açúcar tendo a Comissão Europeia apresentado para análise o denominado “Fischler Communication” - “Communication from the Commission to the Council and the European Parliament accomplishing a sustainable agricultural model for Europe through the reformed CAP – sugar sector reform”, no qual refere que o preço institucional do açúcar poderá passar de 632 EUR/t, no período de referência actual, para 421 EUR/t em 2007/08, ou seja, menos 33%.

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2 - A EVOLUÇÃO DA EMPRESA E ANÁLISE DO EXERCÍCIO

  • 2.1 O mercado Amideiro decresceu em Portugal, em 2004, de acordo com os últimos dados estatísticos da AAC, cerca de 9% em quantidade. As vendas de produtos principais produzidos pela COPAM decresceram 4% e os produtos da concorrência decresceram 13%.

  • 2.2 As Vendas Totais e as Prestações de Serviços foram cerca de 28,2 milhões de euros, o que representou um decréscimo de 1% face ao ano anterior. As vendas em valor de Produtos Principais da COPAM, no Mercado Interno, decresceram, mas as vendas para a Europa e para outros mercados, cresceram 2,4% sobre as vendas totais, face ao ano anterior, mas representaram apenas 9% dos Produtos Principais. Por outro lado, acrescente-se que se verificou um aumento de 2% no valor de vendas de mercadorias e um acréscimo de 3% relativamente a vendas de produtos e subprodutos da COPAM.

  • 2.3 O decréscimo no valor de vendas, resulta não só de reduções do volume de vendas, mas com maior expressão, da componente preço, em resultado das condições do mercado, i.e., menores volumes de vendas dos clientes devido à conjuntura económica e a destacar, o aumento da concorrência.

  • 2.4 A matéria prima principal da COPAM, o milho, registou em 2004 um custo superior ao do ano anterior em 11%. No entanto, deve ser considerado o facto de até ser iniciado o consumo de milho nacional e consequente maior oferta, a variação atingiu os 24% de acréscimo no preço da matéria prima. Esta variação teve um impacto negativo nas margens, pois o mercado não aceitou revisões de preço com base neste fundamento, até porque também os clientes COPAM se encontram sobre pressão de preços nos seus produtos.

  • 2.5 Em 2004, o controlo de custos revelou-se fundamental para responder ás actuais condições do mercado. Este será um processo a continuar, através da reavaliação da necessidade de algumas despesas e de oportunidades de melhoria. Foi reflectido durante este ano o ganho no pessoal devido á reorganização realizada em 2003, bem como em todos os outros custos de matérias e serviços que foram renegociados. O menor resultado registado deriva de afectações exógenas à COPAM, de caracter comercial e de custos de matérias primas.

  • 2.6 Não existe alteração nas quantidades de Quota de Isoglucose para a campanha 2004/2005, por informação da AAC, podendo haver alterações só para a campanha de 2005/2006.

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  • 2.7 A COPAM, à semelhança de anos transactos, contactou activamente com os organismos oficiais e as associações de agricultores no sentido de obter maiores quantitativos de milho verde, cuja relação qualidade/preço é muito positiva. A quantidade obtida, quer de milho verde quer de seco, atingiu os 41% do total consumido. Manteve-se a preocupação da obtenção de matéria prima “Non-GM”, o que encarece o preço do milho.

  • 2.8 Realizaram-se, com sucesso, as auditorias de acompanhamento da certificação, obtida em 29/08/2001, do Sistema de Segurança Alimentar, segundo a Norma DS 3027 E e da Certificação do Sistema de Gestão da Qualidade segundo a Norma ISO 9001:2000. A COPAM estava certificada desde 29/07/1999 segundo a ISO 9002:1994. Recorde-se que o âmbito de ambas as certificações é a produção e comercialização de xaropes de glucose, isoglucose e dextrose monohidratada. A validade destas certificações é de 3 anos, sendo efectuada anualmente uma auditoria de acompanhamento, e necessária a renovação ao fim dos 3 anos.

  • 2.9 Verificou-se em 2004 um decréscimo da taxa de absentismo, devido essencialmente à diminuição dos acidentes de trabalho.

  • 2.10 Foi processado no final do ano o Prémio de Higiene e Segurança no Trabalho, relativo a 2004, no valor de 12.500 Euros. Foi aprovado para 2005 a manutenção deste prémio, de igual montante.

  • 2.11 De acordo com o Regulamento (CE) nº 1606/2002 onde é referido o requisito de o mais tardar a partir de 2005, as empresas da EU cujos valores imobiliários estejam cotados num mercado regulamentado passem a elaborar os seus mapas financeiros de acordo com as IAS (International Accounting Standards), foi feito o estudo, estando a COPAM preparada para cumprir os requisitos das normas.

  • 2.12 Foram consultados os accionistas sobre o projecto e intenção de investimento sobre o projecto do Bioetanol, não tendo sido levantada objecção ao contacto pela COPAM a outros parceiros para o projecto, noutros sectores de actividade (Agricultura, Petrolíferas e outros), pelo que foi confirmado que será dado seguimento ao projecto, dentro das fases necessárias.

  • 2.13 Os Investimentos da COPAM em 2004, ascenderam a 447 000 Euros, devendo serem destacados os projectos de produção de amido de baixa proteína, a unidade de osmose inversa para a água dos furos, o Decanter para desidratação do Gluten e melhorias gerais da fábrica, enquadrados na política e exigências de qualidade.

  • 2.14 O numero de colaboradores foi de 122 em 31 de Dezembro de 2004, quando era de 124 no final do ano anterior.

  • 2.15 A COPAM não tem passivo bancário e a função financeira (diferença entre proveitos e custos financeiros), está equilibrada.

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  • 2.16 Os rácios económico - financeiros reflectem a boa situação económica da empresa, nomeadamente na Rendibilidade dos Capitais Próprios (39% contra 43% em 2003) e do Activo (33% contra 35% em 2003). Os rácios de Autonomia Financeira (0,85) e Liquidez (5,23) mantiveram-se muito favoráveis. Houve uma evolução favorável no tempo médio de pagamento e de recebimentos, permitindo melhorar a condição financeira da COPAM.

  • 2.17 Os Resultados Líquidos, Antes e Depois de Impostos, foram inferiores aos verificados em 2003: 5.237.228 euros (Resultados antes impostos em 2004) e 3.748.257 euros (Resultado líquido em 2004), o que significa um decréscimo de 725 mil euros, menos 12%, e de 145 mil euros, menos 4%, respectivamente. O Cash Flow Bruto (Resultados Antes de Impostos + Amortizações + Provisões) decresceu 14,2%, atingindo um valor de 5.867.787 euros. O valor de Impostos em 2004, foi de 28% dos Resultados Antes de Impostos, contra os 35% registados no ano anterior, derivado da redução da tributação sobre as empresas definido pelo Governo e de outros ganhos fiscais.

  • 2.18 A Administração propõe que seja lavrado um voto de louvor ao Conselho Fiscal pela forma competente como acompanhou a gestão da empresa durante o exercício, bem como pela colaboração prestada ao longo do mesmo, e também que este voto de louvor seja extensivo aos colaboradores que em equipa muito contribuíram para fazer face ao grande embate concorrencial que enfrentamos.

  • 2.19 De acordo com a legislação em vigor, as declarações fiscais podem ser objecto de revisão por parte da Administração Fiscal durante quatro anos. Assim, as declarações fiscais da sociedade poderão vir a ser revistas.

  • 2.20 A empresa não tem quaisquer dívidas à Segurança Social.

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3 – GOVERNO DAS SOCIEDADES COTADAS

Tendo em consideração o novo Regulamento da CMVM n.º 11/2003, que veio aditar o Regulamento n.º 7/2001, sobre o Governo das Sociedades Cotadas, informa-se o seguinte:

CAPÍTULO I - DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÃO

1 -COMPETÊNCIA DOS ÓRGÃOS DA SOCIEDADE

Os corpos sociais da COPAM, SA, são:

Assembleia Geral – composta por todos os accionistas com direito de voto, a quem compete deliberar sobre alterações estatutárias, proceder à apreciação geral da administração e fiscalização da Sociedade, deliberar sobre o relatório de gestão e contas do exercício, proceder à eleição dos corpos sociais de sua competência e, de uma forma geral, deliberar sobre todos os termos que lhe forem submetidos pelo Conselho de Administração.

Conselho de Administração – composto actualmente por 5 membros, a quem compete praticar todos os actos de gestão na concretização de operações inerentes ao seu objecto social, tendo por fim o interesse da Sociedade, accionistas e trabalhadores.

Conselho Fiscal – composto actualmente por 3 membros efectivos e 2 suplentes, a quem compete a fiscalização da administração, a verificação da regularidade das contas da Sociedade, registos contabilísticos e documentos de suporte e verificar a observância da lei e do contrato da Sociedade.

ORGANIGRAMA FUNCIONAL

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2 –COMISSÕES ESPECÍFICAS

Existem na Sociedade algumas Comissões Específicas que tratam de assuntos próprios, nomeadamente:

  • Comissão de Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho;

  • Comissão de Amidos e Co-Produtos;

  • Comissão de Açúcares;

Os membros de cada comissão são colaboradores das várias áreas funcionais da empresa.

3 –SISTEMA DE CONTROLO DE RISCOS

A Área Administrativa e Financeira e o Gabinete de Informação de Gestão têm como missão conjunta a redução dos riscos de funcionamento da organização, avaliando e revendo os sistemas de controlo interno, como por exemplo dos plafonds de crédito concedidos aos clientes, visando a optimização dos recursos e a análise das actividades desenvolvidas, de modo a obter-se um nível de segurança razoável de que os objectivos serão atingidos.

4 - COMPORTAMENTO BOLSISTA DAS ACÇÕES

O movimento bolsista das acções da COPAM em 2004 foi muito reduzido: registou-se a transacção de apenas 280 acções ao preço médio de 28,87 euros. A cotação inicial foi de 25,90 euros e a final de 30,66 euros.

O movimento bolsista das acções da COPAM em 2003 resultou na transacção de 160 acções ao preço médio de 27,33 euros.

Acções Preço
Ano Transaccionadas Médio
2000 37.936 27,15 Euros
2001 760 27,61 Euros
2002 365 27,89 Euros
2003 160 27,33 Euros
2004 280 28,87 Euros

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5 - POLÍTICA DE DISTRIBUIÇÃO DE DIVIDENDOS

Como política de distribuição de dividendos tem sido adoptado o critério de distribuir, pelo menos, 50% dos Resultados Líquidos obtidos.

Foram distribuídos os seguintes dividendos:

• No exercício de 1999 foram distribuídos 4.090.143 euros (3,37 € de valor líquido por acção); Data de aprovação das contas referentes ao exercício de 1999: 29/02/2000 Data do pagamento efectivo dos dividendos: 30/03/2000 • No exercício de 2000 foram distribuídos 3.990.383 euros (2,99 € de valor líquido por acção); Data de aprovação das contas referentes ao exercício de 2000: 20/02/2001 Data do pagamento efectivo dos dividendos: 22/03/2001 • No exercício de 2001 foram distribuídos 4.189.902 euros (3,35 € de valor líquido por acção - Residentes). (2,93 € de valor líquido por acção – Não Residentes). Data de aprovação das contas referentes ao exercício de 2001: 26/02/2002 Data do pagamento efectivo dos dividendos: 27/03/2002 • No exercício de 2002 foram distribuídos 4.200.000 euros (3,36 € de valor líquido por acção - Residentes). (2,94 € de valor líquido por acção – Não Residentes). Data de aprovação das contas referentes ao exercício de 2002: 25/02/2003 Data do pagamento efectivo dos dividendos: 26/03/2003 • No exercício de 2003 foram distribuidos 4.000.000 euros (3,40 € de valor líquido por acção - Residentes). (3,00 € de valor líquido por acção – Não Residentes). Data de aprovação das contas referentes ao exercício de 2003: 02/03/2004 Data do pagamento efectivo dos dividendos: 31/03/2004 • No exercício de 2004 prevêem-se distribuir 3.700.000 euros (3,15 € de valor líquido por acção - Residentes). (2,78 € de valor líquido por acção – Não Residentes). (vide ponto 5. deste Relatório)

Data de aprovação das contas referentes ao exercício de 2004: 22/02/2005 Data do pagamento efectivo dos dividendos: 24/03/2005

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6 - PLANOS DE ATRIBUIÇÃO DE ACÇÕES E DE OPÇÕES SOBRE ACÇÕES DA SOCIEDADE

Não existem quaisquer planos de atribuição de acções e/ou opções de aquisição de acções aos órgãos sociais e colaboradores da empresa.

7 – NEGÓCIOS E OPERAÇÕES REALIZADOS ENTRE A SOCIEDADE E OS TITULARES DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO

Não se registaram quaisquer negócios e operações entre a sociedade e os titulares dos órgãos de administração e fiscalização, titulares de participações qualificadas ou sociedades em relação de domínio ou de grupo.

8 - GABINETE DE APOIO AO INVESTIDOR

A empresa criou um Gabinete de Apoio ao Investidor cujas funções são, em geral, a disponibilização de informação que se julga relevante para os investidores e o contacto directo com esses mesmos investidores e com os meios de comunicação.

O responsável deste gabinete é simultaneamente o Representante para as Relações com o Mercado, João António Perdigão Castanho, que acumula as funções de Responsável do Gabinete de Informação de Gestão e de Secretário da Sociedade:

João António Perdigão Castanho Estrada Nacional 10 2695-718 - S. João da Talha

Telefone (Geral): 21 994 75 00 Telefone (Directos): 21 994 75 03 21 994 75 42 E-mail: [email protected]

UTILIZAÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS NA DIVULGAÇÃO DA INFORMAÇÃO FINANCEIRA

O sítio (site) da COPAM já se encontra em funcionamento, estando em curso a tradução do mesmo para inglês e espanhol, bem como se está a melhorar a informação sobre os produtos da empresa:

www.copam.pt

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No site da empresa, na secção denominada “Informação Oficial” existe muita informação disponível ao accionista, investidor e público em geral, repartida por:

. Documentos de prestação de contas; . Calendário de eventos societários; . Estatutos; . Assembleias Gerais; . Órgãos Sociais para 2004; . Gabinete de Apoio ao Investidor.

E-mail da empresa: [email protected]

9 – COMISSÃO DE VENCIMENTOS

Foi eleita na Assembleia Geral do dia 2 de Março a seguinte Comissão de Vencimentos para o exercício de 2004:

. Victor Manuel Carmona e Costa . Álvaro Carmona e Costa Portela . Francisco Maria Félix da Costa Seabra

A Comissão de Vencimentos não aufere qualquer remuneração.

10 – CONSELHO FISCAL E AUDITORIA

Foi eleito na Assembleia Geral do dia 2 de Março de 2004 o seguinte Conselho Fiscal para o exercício de 2004:

. Luís Fernando Cardoso Nandin de Carvalho
Presidente
. Manuel Baptista Neves
Vogal
. António Grenha, Bryant Jorge & Moura Tavares, SROC
representada por António Maria da Rocha Grenha
Vogal
. Gomes Marques e Carlos Alexandre, SROC
Suplente
representada por Vicente Pereira Gomes Marques
. Eduardo Barradas da Câmara e Sousa
Suplente

Foram pagos honorários ao auditor “António Grenha, Bryant Jorge & Moura Tavares, SROC”, ao abrigo da alínea a, do n.º 10, do Capítulo I do Anexo do Regulamento 11/2003 da CMVM - serviços de revisão legal de contas, no montante de 14 645,76 euros.

O auditor presta um outro serviço, de garantia de fiabilidade (alínea b, do n.º 10, do Capítulo I do Anexo do Regulamento 11/2003 da CMVM), serviço com o objectivo de assegurar a fiabilidade na implementação das IAS (Normas Internacionais de Contabilidade), tendo-se pago durante este exercício de 2004 o montante de 3 475,00 euros.

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Serviços de revisão legal de contas: 14.645,76 euros (80%) Outros serviços de garantia de fiabilidade: 3.475,00 euros (20%) TOTAL: 18.120,76 euros (100%)

Honorários dos outros membros do Conselho Fiscal (exceptuando o Auditor):

TOTAL: 8.020,00 euros

CAPÍTULO II - EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO E REPRESENTAÇÃO DE ACCIONISTAS

A Assembleia Geral regularmente constituída representa a totalidade dos accionistas. As Assembleias Gerais serão convocadas pelo modo prescrito na lei e nela podem tomar parte todos os accionistas que comprovem ser titulares de 100 acções depositadas num Banco ou nos cofres da sociedade até cinco dias antes da data da Assembleia Geral. A cada 100 acções corresponde um voto. Os titulares de obrigações não gozam do direito de assistir à Assembleia Geral.

Os accionistas podem fazer-se representar nas reuniões da Assembleia Geral, bastando para isso uma simples carta dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral assinada pelo outorgante. Esses documentos devem ser enviados ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral até, pelo menos, dois dias antes da data marcada na convocatória.

O voto pode ser exercido por correspondência. Os accionistas interessados em exercer o direito de voto por correspondência devem dirigir uma carta ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, endereçada para a sede da Sociedade, acima indicada, contendo um subscrito fechado por cada ponto da ordem de trabalhos sobre que pretendem votar, mencionando cada subscrito tratar-se de um voto por correspondência, a reunião da Assembleia Geral e o ponto da ordem de trabalhos a que se refere; dentro de cada subscrito deve cada accionista declarar o seu sentido de voto, nomeadamente tomando posição relativamente a quaisquer propostas antecipadamente apresentadas à Assembleia Geral; cada declaração de voto deve ser assinada, devendo a assinatura ser reconhecida ou objecto dos procedimentos legalmente tidos como equivalentes.

A consideração dos votos por correspondência fica dependente de os accionistas que recorram a tal possibilidade fazerem prova da sua qualidade de accionistas, nos termos gerais. Só serão considerados os votos recebidos na sede social até cinco dias úteis antes da data designada para a Assembleia. Caberá ao Secretário da Sociedade organizar a votação por correspondência, e, em especial:

  • Abrir os votos;

  • Verificar a qualidade de accionista e o número de votos do votante;

  • Verificar a autenticidade dos votos;

  • Assegurar a confidencialidade dos votos até ao momento do início da votação do ponto da ordem de trabalhos a que respeitam.

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Em primeira convocação a Assembleia está regularmente constituída se estiverem presentes ou representados accionistas que representem, pelo menos, 51% do Capital Social. Se não for reunido este quorum haverá uma segunda convocação, nos termos do Art.º 377º do Código das Sociedades Comerciais, e a Assembleia reunirá com qualquer número de accionistas, independentemente do capital representado e do assunto a tratar.

A Mesa da Assembleia Geral será composta por um Presidente e dois Secretários, eleitos pela Assembleia Geral por um período de um ano e sempre reelegíveis.

As deliberações da Assembleia Geral deverão ser tomadas por maioria absoluta de votos.

Os documentos de prestação de contas (Relatório da Gestão, Balanço, Contas e Proposta de Aplicação dos Resultados) encontram-se à disposição dos accionistas na sede da Sociedade, e no sítio (site) da COPAM na Internet, durante os 15 dias anteriores à data da Assembleia Geral.

A convocatória para a realização da Assembleia Geral terá de estar no sítio (site) da COPAM na Internet, em www.copam.pt, na secção “Informação Oficial / Assembleias Gerais”, durante os 30 dias anteriores à data da Assembleia Geral.

Não é possível exercer o voto por meios electrónicos.

CAPÍTULO III - REGRAS SOCIETÁRIAS

1 – CÓDIGOS DE CONDUTA

Embora não existindo códigos de conduta e regulamentos internos formais no sentido desta nota, a COPAM considera que os princípios de boa prática empresarial fazem parte dos valores empresariais salvaguardados tanto pelos membros dos órgãos de gestão como pelos restantes colaboradores.

2 – SISTEMA DE CONTROLO DE RISCOS

Reafirmamos o expresso no n.º 3 do Capítulo I: a Área Administrativa e Financeira e o Gabinete de Informação de Gestão têm como missão conjunta a redução dos riscos de funcionamento da organização, avaliando e revendo os sistemas de controlo interno,

como por exemplo dos plafonds de crédito concedidos aos clientes, visando a optimização dos recursos e a análise das actividades desenvolvidas, de modo a obter-se um nível de segurança razoável de que os objectivos serão atingidos. Estas áreas da empresa analisam as situações de crise potencial, adoptando procedimentos que antecipem os factores de risco, propondo ao Conselho de Administração um plano de acções a desempenhar.

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3 – MEDIDAS SUSCEPTÍVEIS DE INTERFERIR NO ÊXITO DE OFERTAS PÚBLICAS DE AQUISIÇÃO

Não existem medidas susceptíveis de interferir no êxito de ofertas públicas de aquisição.

CAPÍTULO IV – ÓRGÃO DE ADMINISTRAÇÃO

FUNÇÕES DESEMPENHADAS PELOS ADMINISTRADORES E CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Os Administradores, e que também são colaboradores da empresa, exerceram as funções específicas de coordenação das Áreas consignadas no Organigrama apresentado.

A sociedade é administrada por um Conselho de Administração composto por três a cinco membros, conforme a Assembleia Geral ordinária deliberar, eleitos anualmente e sempre reelegíveis. O Conselho escolherá um presidente e poderá nomear de entre os seus membros um Administrador-delegado.

O Conselho poderá preencher até à próxima Assembleia Geral as vagas ocorridas entre os seus membros.

O Conselho de Administração terá os mais amplos poderes para dirigir a actividade social com todas as atribuições legais e especialmente:

  • a) Negociar e estabelecer todos os contratos em nome da sociedade, com poderes para adquirir, vender, ceder e onerar todos os bens móveis da sociedade, só ficando dependentes de deliberação da Assembleia Geral os contratos que importem alienação de bens imóveis;

  • b) Representar a sociedade para todos os efeitos, com poderes para confessar, desistir, transaccionar ou aceitar as arbitragens em qualquer processo em que a sociedade seja parte;

  • c) Constituir mandatários com poderes que julgue convenientes.

O Conselho de Administração reunirá por convocação do presidente ou do Administrador-delegado sempre que o interesse da sociedade o exija. Os membros do Conselho de Administração podem fazer-se representar por outro membro nas reuniões, para o que bastará uma simples carta, telex ou telegrama autenticado. O Conselho só poderá deliberar validamente com a presença da maioria dos seus membros. As deliberações são tomadas por maioria dos votos presentes. O presidente tem voto de qualidade.

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A sociedade obriga-se pela assinatura de dois administradores. Cada administrador eleito anualmente na Assembleia Geral terá de prestar uma caução, que poderá ser substituída por seguro caução prestado por empresa seguradora.

Não existe nenhuma Comissão Executiva ou outra comissão com competência em matéria de gestão.

Em 2004, efectuaram-se 19 reuniões do Conselho de Administração (ordinárias, plenárias e extraordinárias).

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DA SOCIEDADE

No Capítulo VI, Artigo 11.º (Remunerações) dos Estatutos da sociedade, refere-se que, “Os membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal terão a remuneração que lhes for fixada por uma Comissão de Vencimentos composta por três pessoas eleitas anualmente pela Assembleia Geral” Assim, a Comissão de Vencimentos para o exercício de 2004 foi:

. Victor Manuel Carmona e Costa . Álvaro Carmona e Costa Portela . Francisco Maria Félix da Costa Seabra

A Comissão de Vencimentos não aufere qualquer remuneração.

As Remunerações do Conselho de Administração não estão dependentes dos resultados da sociedade ou da evolução da cotação das acções emitidas pela sociedade. Não há remunerações variáveis.

Remunerações do Conselho de Administração:

Remunerações: 194.987,36 euros Encargos sobre Remunerações: 43.117,47 euros Seguro de Acidentes Trabalho: 3.160,33 euros TOTAL: 241.265,16 euros

O Conselho de Administração define anualmente a política de remunerações dos colaboradores da empresa, fazendo depender os aumentos salariais em função da inflação e da evolução da produtividade da empresa.

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Conselho de Administração:

  • Víctor Manuel Carmona e Costa

Presidente do Conselho de Administração (Executivo)

(Não Independente)

A qualificação de Não Independente atende à aplicação das alíneas a), d) e e) do n.º 2 do Artigo 1.º do Regulamento da CMVM n.º 7/2001 (após as alterações introduzidas sobre as práticas do Governo das Sociedades).

  • José Amaro Martins Carmona e Costa Vogal do Conselho de Administração (Executivo) (Não Independente)

A qualificação de Não Independente atende à aplicação das alíneas a), d) e e) do n.º 2 do Artigo 1.º do Regulamento da CMVM n.º 7/2001 (após as alterações introduzidas sobre as práticas do Governo das Sociedades).

  • Francisco Gerardo Knopfli Batoréu Vogal do Conselho de Administração (Executivo) (Não Independente)

A qualificação de Não Independente atende à aplicação da alínea d) do n.º 2 do Artigo 1.º do Regulamento da CMVM n.º 7/2001 (após as alterações introduzidas sobre as práticas do Governo das Sociedades).

  • João Alberto de Lima Pereira Vogal do Conselho de Administração (Não Executivo) (Independente) - Luis Javier Aisa Comps Vogal do Conselho de Administração (Não Executivo) (Independente)

Funções exercidas por aqueles em outras sociedades:

  • Víctor Manuel Carmona e Costa:

Presidente do Conselho de Administração da CADE - COMPANHIA AGRÍCOLA DE DESENVOLVIMENTO, SA

Presidente do Conselho de Administração da SOVICAR - INVESTIMENTOS AGRO-TURÍSTICOS, SA

Fundador da FUNDAÇÃO VÍTOR E GRAÇA CARMONA E COSTA

16

==> picture [96 x 41] intentionally omitted <==

  • José Amaro Martins Carmona e Costa:

Vogal do Conselho de Administração da CADE - COMPANHIA AGRÍCOLA DE DESENVOLVIMENTO, SA

Vogal do Conselho de Administração da SOVICAR - INVESTIMENTOS AGRO-TURÍSTICOS, SA

  • João Alberto de Lima Pereira:

Vogal do Conselho de Administração da RAR - SOCIEDADE DE CONTROLE (HOLDING), SGPS, SA

Vogal do Conselho de Administração da RAR – REFINARIAS DE AÇÚCAR REUNIDAS, SA

Presidente do Conselho de Administração da SUCRAL – SOCIEDADE INDUSTRIAL DO AÇÚCAR, SA

Vogal do Conselho de Administração da CENTRAR – CENTRO DE SERVIÇOS DE GESTÃO, SA

Gerente da RAR – COGERAÇÃO, UNIPESSOAL, LDA

Vogal do Conselho de Administração da IMPERIAL – PRODUTOS ALIMENTARES, SA

  • Luis Javier Aisa Comps:

Membro do Conselho de Administração da Tate & Lyle – Amylum Ibérica, SA

AQUISIÇÃO OU ALIENAÇÃO DE ACÇÕES REALIZADAS PELOS MEMBROS DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA SOCIEDADE EMITENTE DAQUELAS ACÇÕES

Registaram-se no exercício 2004 as seguintes aquisições de acções da sociedade emitente por parte dos membros do Conselho de Administração:

Administrador (Vogal): José Amaro Martins Carmona e Costa

265 acções

17

==> picture [96 x 41] intentionally omitted <==

4 – PERSPECTIVAS PARA O PRÓXIMO EXERCÍCIO

Para 2005 colocam-se vários desafios à COPAM, que passam pelo aumento da concorrência e consequente diminuição de preços, tanto no sector do papel como dos açúcares. Procuraremos que os preços do milho atinjam os valores dos anos anteriores, de forma a ser possível manter preços competitivos nos clientes. Também da Reforma do Regime do Açúcar surgem algumas incertezas, pois não estão ainda definidas, quais as condições exactas desse processo e de que forma serão criadas ás empresas produtoras, alternativas para lidar com o processo de transição.

A COPAM durante 2005, manterá os contactos necessários ao desenvolvimento do projecto do Bioetanol.

A COPAM continuará em 2005, o processo de reformulação e optimização de recursos, procurando ganhos de eficácia nos vários sectores, efectuando as reestruturações necessárias, análise de custos e resultados por funções, como forma de incremento da sua produtividade e competitividade.

Em resultado do aumento da concorrência e á reduzida dimensão do mercado nacional, será expectável redução nas margens em 2005.

5 – PROPOSTA DE APLICAÇÃO DOS RESULTADOS

A Administração propõe que ao lucro do exercício depois de impostos, no montante de 3.748.257,47 euros , seja dada a seguinte distribuição:

. Reservas Livres 48.257,47 euros . Dividendos 3.700.000,00 euros

S. João da Talha, 14 de Janeiro de 2005

18

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O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

PRESIDENTE:

(Victor Manuel Carmona e Costa)

VOGAIS:

(José Amaro Martins Carmona e Costa)

(Francisco Gerardo Knopfli Batoréu)

(João Alberto de Lima Pereira)

(Luis Javier Aisa Comps)

19

==> picture [96 x 41] intentionally omitted <==

ANEXO N.º 1

PARTICIPAÇÕES DOS MEMBROS DOS ORGÃOS SOCIAIS NO CAPITAL DA EMPRESA NOS TERMOS DO ARTIGO 447º DO CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

PRESIDENTE:

Victor Manuel Carmona e Costa 10 000 acções VOGAIS: José Amaro Martins Carmona e Costa 685 acções Francisco Gerardo Knopfli Batoréu 1 acção

CONSELHO FISCAL

PRESIDENTE:

Luís Fernando Nandin de Carvalho 2.350 acções VOGAL: Manuel Batista Neves 205 acções

20

==> picture [96 x 41] intentionally omitted <==

ANEXO N.º 2

PARTICIPAÇÕES NO CAPITAL SOCIAL DA EMPRESA

Lista de titulares de participações qualificadas na sociedade de acordo com o Artigo 20º do Código dos Valores Mobiliários

CADE - COMPAN
SOVICAR - INVES
AMYLUM, N. V.
CERESTAR HOLD
RAR - SOCIEDAD
FUNDAÇÃO VÍTO
SAR – SOCIEDAD
HIA AGRÍCOLA DE DESENVOLVIMENTO, SA
250.0
TIMENTOS AGRO-TURÍSTICOS, SA
250.0
146.4
ING, B. V.
146.4
E DE CONTROLE (HOLDING), SA
101.4
R E GRAÇA CARMONA E COSTA
38.4
E DE PARTICIPAÇÕES FINANCEIRAS, SA
20.1
00 acções
25,00%
00 acções
25,00%
65 acções
14,64%
65 acções
14,64%
30 acções
10,14%
42 acções
3,84%
10 acções
2,01%

21

==> picture [87 x 49] intentionally omitted <==

Transição para as Normas Internacionais de Relato Financeiro

Fez-se uma análise exaustiva da aplicação das IAS/IFRS, Normas Internacionais de Relato Financeiro, em vigor em 31 de Dezembro de 2004, tendo-se constatado, que apenas a IAS 16 – Activos Fixos Tangíveis, poderia dar origem a diferenças de políticas contabilisticas.

Segundo os princípios contabilisticos geralmente aceites, as Imobilizações Corpóreas encontram-se valorizadas ao custo de aquisição e de reavaliação de acordo com legislação específica, conforme expresso nas notas nº. 3 e nº . 12 do Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados do ano 2004. No entanto, pela IFRS 1 - Adopção Pela Primeira Vez das Normas Internacionais de Relato Financeiro, que possibilita derrogações à IAS 16, não existe necessidade de qualquer ajustamento às Demonstrações Financeiras.

BALANÇO em 31 de Dezembro de 2004

COPAM-COMPANHIA PORTUGUESA DE AMIDOS,S.A. Sociedade Aberta (Valores Expressos em Euros)

ACTIVO
IMOBILIZADO:
Imobilizações incorpóreas:
Despesas Inv.e Desenvolvimento
Propriedade industrial e outros direitos
Imobilizações corpóreas:
Terrenos e recursos naturais
Edifícios e outras construções
Equipamento básico
Equipamento de transporte
Ferramentas e utensílios
Equipamento administrativo
Taras e Vasilhame
Out. Imobilizações Corpóreas
Imobilizações em curso
Investimentos financeiros:
Partes de capital em empresas associadas
Outras empresas
CIRCULANTE:
Existências:
Matérias-primas, subsíd. e de consumo
Subprodutos, desp.resid.refugos
Produtos Acabados e Intermédios
Mercadorias
Dívidas de terceiros - Curto prazo:
Clientes, c/c
Clientes - Títulos a Receber
Clientes de Cobrança Duvidosa
Adiantamentos a Fornecedores
Estado e outros entes públicos
Outros devedores
Titulos negociáveis
Outros titulos negociáveis
Depósitos bancários e caixa:
Depósitos banc.à Ordem e a Prazo
Caixa
ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS:
Acréscimos de proveitos
Custos diferidos
Total de amortizações
Total de provisões
Total do activo
EXERCÍCIOS EXERCÍCIOS EXERCÍCIOS CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO
CAPITAL PRÓPRIO:
Capital
Reservas de reavaliação
Reservas:
Reservas legais
Outras reservas
Resultados transitados
Sub total
Resultado líquido do exercício
Total do capital próprio
PASSIVO:
Dívidas a terceiros - Curto prazo:
Fornecedores, c/c
Restantes acionistas (socios)
Adiantamentos de clientes
Fornecedores de imobilizado, c/c
Estado e outros entes públicos
Outros credores
ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS:
Acréscimos de custos
Proveitos diferidos
Passivos por Impostos Diferidos
Total do passivo
Total do capital próprio e do passivo
EXERCÍCIOS EXERCÍCIOS
POC N N-1 POC N N-1
431
433
421
422
423
424
425
426
427
428
441/2
4112
4114
36
35
33
32
211
212
218+281
229
24
26+221
15
12+13+14
11
271
272
AB APA AL AL 51
56
571
574 a 579
59
88
221
25
219
2611
24
268+211
273
274
276
298,40
374,10
298,40
374,10
0,00
0,00
98,63
0,00
5.000.000,00
4.918.033,96
1.000.000,00
55.142,81
-13.306,50
5.000.000,00
4.914.391,23
1.000.000,00
162.173,19
-9.663,77
672,50 672,50 0,00 98,63
2.790.670,08
4.072.657,00
24.247.184,86
731.517,93
352.159,20
583.396,98
5.044,45
8.875,51
426.306,80
0,00
3.675.429,99
22.477.903,50
687.601,84
350.112,40
539.161,35
5.044,45
4.277,59
0,00
2.790.670,08
397.227,01
1.769.281,36
43.916,09
2.046,80
44.235,63
0,00
4.597,92
426.306,80
2.790.670,08
458.514,72
2.256.522,96
62.107,47
4.629,85
46.201,55
0,00
4.751,19
84.398,58
10.959.870,27 11.066.900,65
3.748.257,47 3.892.969,62
14.708.127,74 14.959.870,27
1.189.536,54
23.900,94
0,00
20.632,44
526.704,82
203.991,52
1.711.780,80
21.533,37
654,74
55.287,15
932.598,84
356.073,54
33.217.812,81 27.739.531,12 5.478.281,69 5.707.796,40
49,88
0,00
0,00
0,00
49,88
0,00
49,88
0,00
49,88 0,00 49,88 49,88
738.528,94
96.018,27
677.155,20
37.302,73
0,00
0,00
0,00
0,00
738.528,94
96.018,27
677.155,20
37.302,73
909.904,02
28.733,12
797.083,52
63.143,17
1.964.766,26 3.077.928,44
555.774,12
94.178,64
13.446,52
497.514,19
114.453,00
17.089,25
1.549.005,14 0,00 1.549.005,14 1.798.863,83 663.399,28 629.056,44
4.435.157,02
60.000,00
433.108,33
16,80
99.417,83
88.524,32
0,00
0,00
431.797,50
0,00
0,00
0,00
4.435.157,02
60.000,00
1.310,83
16,80
99.417,83
88.524,32
5.014.257,09
36.284,55
781,68
25.086,47
4.594,22
98.116,25
2.628.165,54 3.706.984,88
5.116.224,30 431.797,50 4.684.426,80 5.179.120,26
4.150.000,00 0,00 4.150.000,00 3.725.000,00
4.150.000,00 0,00 4.150.000,00 3.725.000,00
1.433.147,22
10.512,91
0,00
0,00
1.433.147,22
10.512,91
2.223.561,74
10.063,68
1.443.660,13 0,00 1.443.660,13 2.233.625,42
30.869,64
0,00
0,00
0,00
30.869,64
0,00
22.300,73
0,00
30.869,64 0,00 30.869,64 22.300,73

27.740.203,62
431.797,50
45.508.294,40 28.172.001,12 17.336.293,28 18.666.855,15 17.336.293,28 18.666.855,15

O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS

O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

(Maria da Glória R.M.Viegas Silva)

(Víctor Manuel Carmona e Costa)

(José Amaro Martins Carmona e Costa)

(Francisco Gerardo Knopfli Batoréu)

(João Alberto de Lima Pereira)

(Luis Javier Aisa Comps)

==> picture [63 x 31] intentionally omitted <==

DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS, em 31 de Dezembro de 2004

COPAM-COMPANHIA PORTUGUESA DE AMIDOS,S. A. Socie COPAM-COMPANHIA PORTUGUESA DE AMIDOS,S. A. Socie dade Aberta 15.201.135,79
2.386.271,38


3.541.541,68


874.957,38


455.502,86
22.459.409,09

125.702,84
22.585.111,93
58.622,32
22.643.734,25
2.069.256,30
24.712.990,55
3.892.969,62
28.605.960,17
(Valores Expressos em Euros) (Valores Expressos em Euros) (Valores Expressos em Euros)
CUSTOS E PERDAS
Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas:
Mercadorias
Matérias
Fornecimentos e serviços externos
Custos com o pessoal:
Remunerações
Encargos sociais:
Outros
Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo
Provisões
Impostos
Outros custos e perdas operacionais
(A) _
Juros e custos similares:
Outros
(C) _
Custos e perdas extraordinários
(E) _
Imposto sobre o rendimento do exercício
(G) _
Resultado líquido do exercício
EXERCÍ CIOS PROVEITOS E GANHOS
Vendas:
Mercadorias
Produtos
Prestações de serviços
Variação da produção
Trabalhos para a própria empresa
Proveitos suplementares
Subsídios à exploração
Outros proveitos e ganhos operacionais
(B) _
Rendimentos de títulos negociáveis e de outras aplicações financeiras:
Relativos a empresas do grupo
Outros
Outros juros e proveitos similares:
Relativos a empresas do grupo
Outros
(D) _
Proveitos e ganhos extraordinários
(F) _
EXERCÍ CIOS
POC N N-1 POC N N-1
61
62
641+642
645/8
66
67
63
65
681/5/6/7/8
69
86
88
2.914.884,29 16.229.179,03 2.801.286,35 15.201.135,79 71
72
75
73
74
76
781/5/6
79
3.101.530,28

28.266.706,73
3.066.217,36

28.450.005,42
13.314.294,74 12.399.849,44 25.122.623,70 25.338.961,74
2.641.435,57 2.535.258,93
2.538.707,40
2.386.271,38 42.552,75 44.826,32
106.087,75 -52643,17 103.246,92 -178732,56


3.364.978,11


3.541.541,68
56.488,06 50.574,85
723.542,54 1.002.834,28


131.177,64



134.634,28
24.062,61 22.083,80
628.946,06

630.558,99
761.367,91

874.957,38
1.027,28 9.303,56

110.150,50
28.401.729,26
112.985,94
28.456.481,99
1.612,93 113.589,47

128.661,90


128.197,30
245.121,93

528.966,01
237.401,64

455.502,86
283.844,08 218.101,22
23.288.941,07 22.459.409,09 18.511,40 15.211,36
137.203,60 125.702,84
137.203,60 125.702,84
28.530.391,16

28.584.679,29


23.426.144,67





22.585.111,93
133.513,07 21.280,88
531,28 58.622,32
23.426.675,95 22.643.734,25 28.663.904,23 28.605.960,17
1.488.970,81 2.069.256,30
24.915.646,76 24.712.990,55
Resumo:
Resultados operacionais: (B) - (A) =
Resultados financeiros: (D - B) - (C - A) =
Resultados correntes: (D) - (C) =
Resultados antes de impostos: (F) - (E) =
Resultado líquido do exercício: (F) - (G) =
3.748.257,47 3.892.969,62



5.112.788,19



5.997.072,90
-8.541,70 2.494,46
5.104.246,49 5.999.567,36
5.237.228,28 5.962.225,92
28.663.904,23 28.605.960,17 3.748.257,47 3.892.969,62
O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS
(Maria da Glória R.M.Viegas Silva)
O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
(Víctor Manuel Carmona e Costa)
(José Amaro Martins Carmona e Costa)
(Francisco Gerardo Knopfli Batoréu)
(João Alberto de Lima Pereira)
(Luis Javier Aisa Comps)
Página 1 de 4
Companhia Portuguesa de Amidos,SA sociedade aberta

ANEXO AO BALANÇO E Á DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DO ANO 2004

Nos.
Ordem - POC
  • 1 (3) CRITÉRIOS VALORIMÉTRICOS UTILIZADOS RELATIVAMENTE AS RUBRICAS DO BALANÇO, BEM COMO MÉTODOS DE CALCULO RESPEITANTES AOS AJUSTAMENTOS DE VALOR, DESIGNADAMENTE, AMORTIZAÇõES E PROVISõES:

- Especialização dos exercícios.

É seguido o princípio contabilístico da especializaçõao de exercícios  relativamente à generalidade das
rúbricas das demonstrações financeiras.

- Matérias Primas e Subsidiárias.

As existências foram avaliadas pelos custos de aquisição e demais despesas acessórias de compra.

- Produtos Fabricados e em Vias de Fabrico.

São valorizados a custos standard e corrigidos com os desvios apurados face ao real, mais significativos.

- Imobilizações.

Custos de aquisição e de reavaliação de acordo com a legislação específica.
Os custos com  manutenção e reparação que se espera aumentar a vida útil dos imobilizados, são capitalizados.
Outros custos com manutenção e reparação são contabilizados logo que incorridos.

MÉTODOS DE CALCULO:

  • Amortizações.
São calculadas pelo método das quotas constantes anuais, utilizando as taxas máximas fiscalmente aceites.
  • 2 (4) COTAÇÕES UTILIZADAS PARA CONVERSÃO DA MOEDA ESTRANGEIRA:
Os activos e responsabilidades expressos em moeda estrangeira são convertidos às taxas em vigor no final do
exercício,sendo as respectivas diferenças de câmbio, reflectidas como proveitos ou custos financeiros.
  • 3 (6) IMPOSTOS DIFERIDOS:
Foi reconhecido o efeito fiscal das diferenças temporárias entre o resultado contabilístico e fiscal para efe
de tributação em sede de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas(IRC),relativas à reavaliação do Im
lizado, tendo sido revertido o imposto diferido, no montante de 3 642,73  euros.
Decomposição dos Impostos relativos a Resultados Líquidos do Exercício, Reservas Livres e Resultados Transitados:
Rubricas Valores
Resultados, reservas livres e res.transitados
líquidos de impostos (contabilísticos).
Imposto do exercício
Impostos Diferidos
Imposto corrente
3.790.093,78
1.488.970,81
3.642,73
1.492.613,54
  • 4 (7) NÚMERO MÉDIO DE PESSOAS AO SERVIÇO DA EMPRESA: 123

  • 5 (10) MOVIMENTOS OCORRIDOS NAS RÚBRICAS DO ACTIVO IMOBILIZADO.

ACTIVO BRUTO

RUBRICAS SALDO INICIAL AUMENTOS ALIENAÇÕES/
ABATES
TRANSF.PARA
CUSTOS
TRANSFERÊNCIA SALDO FINAL
IMOBILIZAÇ. INCORPÓREAS:
Despesas de Instalação
Despesas de Inv.e Desenvolvime
Propriedade Industrial
IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS:
Terrenos e Rec. Naturais
Edif. e Out.Construções
Equipamento Básico
Equipamento de Transporte
Ferramentas e Utensílios
Equip. Administrativo
Taras e Vasilhame
Outras Imob.Corpóreas
Imobilizaçöes em Curso
Adiant.conta Imob.Corpóreas
INVESTIMENTOS FINANCEIROS
Partes cap.emp.associadas
Partes cap.em outras empresas
0,00
n
25.877,78
374,10
0,00
0,00
0,00
0,00
25.579,38
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
298,40
374,10
26.251,88 0,00 25.579,38 0,00 0,00 672,50
2.790.670,08
4.055.660,61
24.423.750,37
735.457,06
352.159,20
564.547,66
5.044,45
8.875,51
84.398,58
0,00
0,00
0,00
0,00
13.000,00
0,00
198,00
0,00
0,00
648.387,45
0,00
0,00
0,00
295.874,63
16.939,13
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
(151.522,40)
0,00
0,00
16.996,39
119.309,12
0,00
0,00
18.651,32
0,00
0,00
(154.956,83)
0,00
2.790.670,08
4.072.657,00
24.247.184,86
731.517,93
352.159,20
583.396,98
5.044,45
8.875,51
426.306,80
0,00
33.020.563,52 661.585,45 312.813,76 -151.522,40 0,00 33.217.812,81
49,88
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
49,88
0,00
49,88 0,00 0,00 0,00 0,00 49,88
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Companhia Portuguesa de Amidos,SA sociedade aberta

ANEXO AO BALANÇO E Á DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DO ANO 2004

Nos.
Ordem - POC
  • 5 (10) MOVIMENTOS OCORRIDOS NAS RÚBRICAS DO ACTIVO IMOBILIZADO: CONT.

AMORTIZAÇÕES

AMORTIZAÇÕES AMORTIZAÇÕES AMORTIZAÇÕES AMORTIZAÇÕES AMORTIZAÇÕES
S
RUBRICAS
ALDO INICIAL REFORÇO ALIENAÇÃO REGULARIZAÇÕES SALDO FINAL
IMOBILIZAÇÕES INCORPÓREAS:
Despesas de Instalação
Desp.Inv.e Desenvolvimento
Propriedade Industrial
IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS:
Terrenos e Rec. Naturais
Edif. e Out.Construções
Equipamento Básico
Equipamento de Transporte
Ferramentas e Utensílios
Equip. Administrativo
Taras e Vasilhame
Outras Imob.Corpóreas
0,00
25.779,15
374,10
0,00

99,48

0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
25.580,23
0,00
0,00
298,40
374,10
26.153,25 99,48 0,00 25.580,23 672,50
3.597.145,89
22.167.227,41
673.349,59
347.529,35
518.346,11
5.044,45
4.124,32
78.284,10

495.819,55

31.191,38

2.583,05

20.815,24

0,00

153,27
0,00
185.143,46
16.939,13
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
3.675.429,99
22.477.903,50
687.601,84
350.112,40
539.161,35
5.044,45
4.277,59
27.312.767,12 628.846,59 202.082,59 0,00 27.739.531,12
  • 6 (12) DIPLOMAS LEGAIS EM QUE SE BASEOU A REAVALIAÇÃO DE IMOBILIZADO CORPÓREO

Decretos-Lei 118/86, 111/88, 49/91 , 264/92 e 31/98.

  • 7 (13) DISCRIMINAÇÃO DAS REAVALIAÇÕES
EAVALIAÇÕES
RUBRICAS Custo
Histórico
Reavaliações Valor
Cont.Reaval.
OBILIZAÇÕES CORPÓREAS:
rrenos e Rec. Naturais
ifícios e O.Construçöes
uipamento Básico
uipamento de Transporte
rramentas e Utensílios
uip. Administrativo
tras Imob. Corpóreas
obil.em Curso
764.384,99
254.867,22
1.761.421,68
43.916,09
2.046,80
44.235,63
4.597,92
426.306,80
2.026.285,09
142.359,79
7.859,68
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
2.790.670,08
397.227,01
1.769.281,36
43.916,09
2.046,80
44.235,63
4.597,92
426.306,80
3.301.777,13 2.176.504,56 5.478.281,69
  • 8 (14) COM RELAÇÃO ÁS IMOBILIZAÇÕES CORPÓREAS
Corpóreas em poder de terceiros ............

577.851,27€

  • 9 (16) FIRMA E SEDE DAS EMPRESAS ASSOCIADAS
SOVICAR- Soc. Investimentos Agro-Turisticos,S.A.
         Sede: Rua Ferreira da Silva, 10 - 2o. Dto
               1900 - 229  - Lisboa
         Fracção de Capital que detém: 25%
CADE- Companhia Agrícola Desenvolvimento S.A.
         Sede: Rua Soeiro Pereira Gomes, lote 1,6º A-B
              1600 - 196  - Lisboa
    Fracção de Capital que detém: 25%
  • 10 (23) VALOR GLOBAL DAS D ~~ÍVIDAS DE COBRAN~~ ÇA DUVIDOSA

Clientes de cobrança duvidosa 433.108,33€

11(32)GARANTIAS :

A favor de terceiros 33.820,29€ A favor da empresa 27.010,53€

  • 12 (34) MOVIMENTOS NAS CONTAS DE PROVISÕES

AS DE PROVISÕES
CONTAS SALDO INICIAL AUMENTOS REDUÇÃO SALDO FINAL
-Provisão Cob.Duvidosas
431.340,95 2.092,52 1.635,97 431.797,50
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Companhia Portuguesa de Amidos,SA sociedade aberta

ANEXO AO BALANÇO E Á DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DO ANO 2004

Nos.
Ordem - POC
  • 13 (36) NÚMERO DE ACÇÕES DE CADA CATEGORIA EM QUE SE DIVIDE O CAPITAL DA EMPRESA E O SEU VALOR NOMINAL

1.000.000 acções ao portador a 5 euros valor nominal

  • 14 (37) PARTICIPAÇÃO NO CAPITAL SUBSCRITO DE CADA UMA DAS PESSOAS COLECTIVAS QUE NELE DETENHAM PELO MENOS 20%:
Sovicar - Soc. de Investimentos Agro-Turisticos, S.A.    25,00%
Cade    - Companhia Agrícola de Desenvolvimento, S.A.    25,00%
  • 15 (40) MOVIMENTOS NAS RÚBRICAS DE CAPITAIS PRÓPRIOS
BRICAS DE CAPITAIS PRÓPRIOS
CONTAS SALDO INICIAL AUMENTOS REDUÇÃO SALDO FINAL
51. - Capital
56. - Reservas Reavaliação
57.1- Reservas Legais
57.4- Reservas Livres
59.1- Resultados transitados
88. - Resultado Líquido
5.000.000,00 0,00 0,00 5.000.000,00
4.914.391,23 3.642,73 0,00 4.918.033,96
1.000.000,00 0,00 0,00 1.000.000,00
162.173,19 0,00 107.030,38 55.142,81

(9.663,77)
0,00 3.642,73 (13.306,50)
3.892.969,62 3.748.257,47 (3.892.969,62) 3.748.257,47
  • 16 (41) DEMONSTRAÇÃO DO CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS E DAS MATÉRIAS CONSUMIDAS
ADORIAS VENDIDAS E DAS MATÉRIAS CONSUMIDAS CONSUMIDAS
MOVIMENTOS MERCADORIAS MAT.PRI/SUBS.
Existências Iniciais
Compras
Existências Finais
CUSTOS NO EXERCíCIO
63.143,17
2.889.043,85
37.302,73
909.904,02
13.142.919,66
738.528,94
2.914.884,29 13.314.294,74
ODUÇÃO
MOVIMENTOS Prod.Acabados
e Intermédios
Prod/Trabalhos
em Curso
Existências Finais
Existências Iniciais
AUMENTO/REDUÇÃO NO EXERCÍCIO
773.173,47
825.816,64
0,00
0,00
-52.643,17 0,00
  • 17 (42) DEMONSTRAÇÃO DA VARIAÇÃO DA PRODUÇÃO

  • 18 (43) INDICAÇÃO GLOBAL PARA CADA UM DOS ORGÃOS DAS REMUNERAÇÕES ATRIBUIDAS AOS MEMBROS DOS ORGÃOS SOCIAIS QUE ESTEJAM RELACIONADOS COM O EXERCÍCIO DAS RESPECTIVAS FUNÇÕES

-Conselho Administração 189.880,36 € -Conselho Fiscal 14.645,76 € -Assembleia Geral 5.107,00 €

19 (44) RELATO POR SEGMENTOS

  • A informação expressa nas várias demonstrações financeiras, anexas, respeitam ùnicamente ao segmento principal (fabricação de Amidos) não existindo segmentos secundários.
Relato por Merc ados
N N-1
Industria Alimentação Animal (Animal Feed)
Vendas eprestações de serviços
Indústria Não Alimentar (Non Food)
Indústria Alimentar (Food)
16.989.670
7.696.367
3.580.670
17.264.817
7.285.889
3.928.136
28.266.707 28.478.842
Repartição do valor líquido das vendas e das prestações de serviços

Repartição do valor líquido das vendas e das prestações de serviços
das vendas e das prestações de serviços
das vendas e das prestações de serviços
Vendas
Prestações Serviços
MERCADOS
Interno Intracomun. Outros
26.573.940,96
0,00
1.420.838,61
42.552,75
229.374,41
0,00

20 (45) DEMONSTRAÇÄO DOS RESULTADOS FINANCEIROS

CUSTOS E PERDAS EXERCÍCIOS PROVEITOS E GANHOS EXERCÍCIOS
2004 2003 2004 2003
681 - Descontos de títulos
685 - Dif. Câmb. Desfavoráveis
686 - Desc.P.Pag.Concedidos.
688 - Outros C.Perd.Financeira
RESULTADOS FINANCEIROS
6.690,00

1.710,91
128.678,92
s
123,77
(8.541,70)
0,00
3.745,35
117.823,10
4.134,39

2.494,46
781 - Juros Obtidos
785 - Dif.Câmb.Favoráveis
786 - Desc.P.P. obtidos
788 - O.Prov./Ganh.Financeiros
119.487,96
9.173,94
120.696,57
119,59
7.381,14
0,00
128.661,90 128.197,30 128.661,90 128.197,30
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Companhia Portuguesa de Amidos,SA sociedade aberta

ANEXO AO BALANÇO E Á DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DO ANO 2004

Nos.
Ordem - POC

21 (46) DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS

CUSTOS E PERDAS EXERCÍCIOS PROVEITOS E GANHOS EXERCÍCIOS
2004 2003 2004 2003
691 - Donativos
692 - Dívidas Incobráveis
693 - Quebras em Existências
694 - Perdas em Imobilizações
695 - Multas e Penalidades
697 - Correcç.Rel.a Exerc.Ante
698 - O.Cust./Perd.Extraord.
RESULTADOS EXTRAORDINÁRIOS
140,00
385,23
0,00
0,00
0,00
r
0,00
6,05
132.981,79
250,00
4.114,28
0,00
0,00
67,47
44.401,04
9.789,53
(37.341,44)
792 - Recuperação de Dívidas
793 - Ganhos em Existências
794 - Ganhos em Imobilizações
795 - Benef.e Pen.Contratuais
796 - Red.Amortiz./Provisões
798 - O.Prov./Ganhos Extraordiná
45,85
0,00
112.338,11
0,00
0,00
r
21.129,11
3,18
0,00
0,00
0,00
0,00
21.277,70
133.513,07 21.280,88 133.513,07 21.280,88
  • 22 (48) DIVERSOS

  • VALOR DAS PARTICIPAÇÕES ESTRANGEIRAS NO CAPITAL SOCIAL DA COPAM :

CERESTAR HOLDING B V 732.325,00€ 14,64%
AMYLUM N.V. 732.325,00€ 14,64%

- AS DESPESAS COM O PESSOAL FORAM AS SEGUINTES:

Ordenados e salários
Remunerações adicionais
Encargos com remunerações
Outras Despesas com o Pessoal
Refeitório e Transp. do pessoal
1.690.390,10€
741.412,35€
586.644,06€
90.620,68€
3.109.067,19€
126.800,91€
3.235.868,10€

- IMPOSTOS DIFERIDOS

    Dos impostos diferidos passivos relativos à reavaliação, foi contabilizada  a reversão, no valor de 3 642,73 Euros.

O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS

O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

(Maria da Glória R.M.Viegas Silva)

(Vítor Manuel Carmona e Costa) (José Amaro Martins Carmona e Costa) (Francisco Gerardo Knopfli Batoréu) (João Alberto de Lima Pereira)

==> picture [66 x 6] intentionally omitted <==

----- Start of picture text -----

(Luis Javier Aisa Comps)
----- End of picture text -----

==> picture [125 x 47] intentionally omitted <==

DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR FUNÇÕES

Ano de 2004

Valores em Euros Valores em Euros
2004 2003
Vendas e prestações de serviços
Custo das vendas e das prestações de serviços
28.290.769,34
20.203.975,63
28.470.286,52
18.947.783,18
Resultados brutos 8.086.793,71 9.522.503,34
Outros proveitos e ganhos operacionais
Custos de distribuição
Custos administrativos
Outros custos e perdas operacionais
158.329,18
1.261.168,66
1.046.847,88
699.878,07
147.116,12
1.389.248,70
1.057.926,60
1.260.218,24
Resultados operacionais 5.237.228,28 5.962.225,92
Custo líquido de financiamento
Ganhos (perdas) em filiais e associadas
Ganhos (perdas) em outros investimentos
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Resultados correntes 5.237.228,28 5.962.225,92
Impostos sobre os resultados correntes 1.488.970,81 2.069.256,30
Resultados correntes após impostos 3.748.257,47 3.892.969,62
Resultados extraordinários
Impostos sobre os resultados extraordinários
0,00
0,00
0,00
0,00
Resultados líquidos 3.748.257,47 3.892.969,62
Resultados por acção 3,75 3,89

==> picture [120 x 46] intentionally omitted <==

ANEXO À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR FUNÇÕES

Ano de 2004

Valores em Euros Valores em Euros Valores em Euros Valores em Euros
Movimentos Produtos Acabados
e Intermédios
Subprodutos Mercadorias Prestações de
Serviços
Existências Iniciais
Entradas provenientes da produção
Regularização das existências
Saídas para a produção e imobilizado
Existências finais
Custo das vendas e prestações de serviços
797.083,52
40.532.839,91
0,00
27.237.391,08
677.155,20
13.415.377,15
28.733,12
4.337.134,32
0,00
392.889,00
96.018,27
3.876.960,17
63.143,17
2.885.797,87
0,00
0,00
37.302,73
2.911.638,31
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00

Companhia Portuguesa de Amidos, SA sociedade aberta

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA - Exercício de 2004

MÉTODO DIRECTO Em Euros Em Euros
ACTIVIDADES OPERACIONAIS
Recebimentos de Clientes
Pagamentos a Fornecedores
Pagamentos ao pessoal
Fluxo gerado pelas operações
Recebimentos/pagamentos IVA
Pagamento Imposto s/Rendimento
Outros recebimentos/pagamentos relativos às actividades operacionais
Fluxos gerados antes das rubricas extraordinárias
Recebimentos relacionados com rubricas extraordinárias
Pagamentos relacionados com rubricas extraordinárias
Fluxos das actividades operacionais(1)
ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO
Recebimentos provenientes de:
Imobilizações corpóreas
Pagamentos respeitantes a:
Imobilizações corpóreas
Imobilizações incorpóreas
Fluxos das actividades de investimento(2)
ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO
Pagamentos respeitantes a:
Dividendos
Fluxos das actividades de financiamento(3)
VARIAÇÃO DE CAIXA E SEUS EQUIVALENTES (4)=(1)+(2)+(3)
CAIXA E SEUS EQUIVALENTES INICIAIS
CAIXA E SEUS EQUIVALENTES FINAIS
ANO N ANO N-1
32.492.621,40
-19.830.094,40
-3.246.095,80
9.416.431,20
-2.704.918,80
-2.023.130,34
-476.025,35
4.212.356,71
0,00
0,00
4.212.356,71
116.811,30
-690.329,10
0,00
-573.517,80
-4.003.804,20
-4.003.804,20
-364.965,29
5.958.625,42
5.593.660,13
31.263.860,30
-18.298.362,20
-3.454.623,10
9.510.875,00
-2.901.955,50
-1.966.618,91
-408.340,37
4.233.960,22
0,00
-44.468,51
4.189.491,71
124.863,60
-462.036,30
0,00
-337.172,70
-4.197.563,64
-4.197.563,64
-345.244,63
6.303.870,05
5.958.625,42

Companhia Portuguesa de Amidos, SA sociedade aberta

ANEXO À DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

Exercício de 2004

Discriminação dos componentes de caixa e seus equivalentes, reconciliando os montantes evidenciados na demonstração dos fluxos de caixa com as rubricas do balanço:

Em euros Em euros
Numerário
Depósitos bancários imediatamente mobilizáveis
Equivalentes a caixa
Caixa e seus equivalentes
Outras disponibilidades
Disponibilidades Constantes do Balanço
ano n ano n - 1
10.512,91
333.147,22
5.250.000,00
5.593.660,13
0,00
5.593.660,13
10.063,68
473.561,74
5.475.000,00
5.958.625,42
0,00
5.958.625,42

O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS

O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

(Maria da Glória R.M.Viegas Silva)

(Víctor Manuel Carmona e Costa)

(José Amaro Martins Carmona e Costa)

(Francisco Gerardo knopfli Batoréu)

(João Alberto de Lima Pereira)

(Luis Javier Aisa Comps)

==> picture [182 x 77] intentionally omitted <==

“Propostas”

Assembleia Geral

22 de Fevereiro de 2005

==> picture [182 x 77] intentionally omitted <==

PROPOSTA A APRESENTAR À ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA COPAM – COMPANHIA PORTUGUESA DE AMIDOS, SA, SOCIEDADE ABERTA A REALIZAR EM 22.Fevereiro.2005

Ponto 6 da Convocatória

"Propõe-se que o Conselho de Administração fique autorizado durante o seu mandato, a adquirir e vender acções próprias representativas do capital social da sociedade, até ao limite de 10%.

As aquisições deverão ser efectuadas a um valor mínimo de 10% abaixo da cotação média e máximo de 79,81 Euros cada.

As vendas deverão ser efectuadas a um valor mínimo de 37,41 Euros e máximo de 79,81 Euros cada.

Esta autorização é válida durante o presente mandato e caduca com o termo das funções do Conselho de Administração."

S. João da Talha, 10 de Janeiro de 2005

O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

PRESIDENTE:

(Victor Manuel Carmona e Costa)

VOGAIS:

(José Amaro Martins Carmona e Costa)

(Francisco Gerardo Knopfli Batoréu)

(João Alberto de Lima Pereira)

(Javier Aisa Comps)

==> picture [182 x 77] intentionally omitted <==

PROPOSTA A APRESENTAR À ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA COPAM – COMPANHIA PORTUGUESA DE AMIDOS, SA, SOCIEDADE ABERTA A REALIZAR EM 22.Fevereiro.2005

Ponto 7 da Convocatória

"Propõe-se que o Conselho de Administração fique autorizado durante o seu mandato, a adquirir e/ou alienar bens imobiliários de interesse para a Empresa.

Esta autorização é válida durante o presente mandato e caduca com o termo das funções do Conselho de Administração."

  • S. João da Talha, 10 de Janeiro de 2005

O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

PRESIDENTE:

(Victor Manuel Carmona e Costa)

VOGAIS:

(José Amaro Martins Carmona e Costa)

(Francisco Gerardo Knopfli Batoréu)

(João Alberto de Lima Pereira)

(Javier Aisa Comps)

COPAM - COMPANHIA PORTUGUESA DE AMIDOS, S.A.

RELATÓRIO E PARECER DO CONSELHO FISCAL

Senhores Accionistas,

  1. No desempenho das funções que nos estão legalmente confiadas e de harmonia com o mandato que nos foi atribuído, acompanhámos a actividade da COPAM – Companhia Portuguesa de Amidos, S.A. durante o exercício de 2004 e procedemos a diversas verificações, com a regularidade, profundidade e extensão que considerámos necessárias nas circunstâncias, nomeadamente, no que respeita à escrituração dos livros, registos contabilísticos, documentação de suporte e cumprimento do normativo legal e estatutário, tendo obtido sempre, quer do Conselho de Administração quer dos serviços, os esclarecimentos solicitados.

  2. Examinámos os documentos de prestação de contas e o Relatório de Gestão do Conselho de Administração que se encontra elaborado em obediência aos requisitos legais e em conformidade com os referidos documentos de prestação de contas, espelhando a situação da Empresa e aludindo às operações de maior significado.

  3. As Demonstrações Financeiras e o Relatório de Gestão foram examinados pela Sociedade de Revisores Oficiais de Contas que, em consequência, emitiu o Relatório Anual e a Certificação Legal das Contas e Relatório de Auditoria, documentos com os quais concordamos.

  4. Face ao exposto, relevando as conclusões da Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, e não tendo tomado conhecimento de violação da Lei e dos Estatutos, somos do parecer que a Assembleia Geral Anual aprove:

  5. a) O Relatório de Gestão do Conselho de Administração, bem como as contas por este apresentadas, relativos ao exercício de 2004;

  6. b) A proposta do Conselho de Administração quanto à aplicação dos resultados;

  7. c) Um voto de louvor ao Conselho de Administração pelo seu meritório desempenho.

Lisboa, 21 de Janeiro de 2005

O Conselho Fiscal

Presidente - Dr. Luís Fernando Cardoso Nandin de Carvalho

Vogal - Engº Manuel Baptista Neves

  • Vogal - ANTÓNIO GRENHA, BRYANT JORGE & MOURA TAVARES Sociedade de Revisores Oficiais de Contas (Nº 5) Representada por

  • Dr. António Maria Gomes da Rocha Grenha (ROC Nº 22)

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CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS E RELATÓRIO DE AUDITORIA

Introdução

  1. Nos termos da legislação aplicável, apresentamos a Certificação Legal das Contas e Relatório de Auditoria sobre a informação financeira contida no Relatório de Gestão e nas demonstrações financeiras anexas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2004, da COPAM – Companhia Portuguesa de Amidos, S.A. , as quais compreendem: o Balanço em 31 de Dezembro de 2004 (que evidencia um total de 17.336.293,28 euros e um total de capital próprio de 14.708.127,74 euros, incluindo um resultado líquido de 3.748.257,47 euros), as Demonstrações dos resultados por naturezas e por funções e a Demonstração dos fluxos de caixa do exercício findo naquela data, e nos correspondentes Anexos.

Responsabilidades

  1. É da responsabilidade do Conselho de Administração:

  2. a) a preparação de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Empresa, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa;

  3. b) a informação financeira histórica, que seja preparada de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobiliários;

  4. c) a adopção de políticas e critérios contabilísticos adequados;

  5. d) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado; e

  6. e) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados.

  7. A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contida nos documentos de prestação de contas acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobiliários, competindo-nos emitir um relatório profissional e independente baseado no nosso exame.

Âmbito

  1. O exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objectivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu:

  2. a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação;

  3. a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adoptadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias;

  4. a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade;

  5. a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras; e

  6. a apreciação se a informação financeira é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.

  7. O nosso exame abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira constante do relatório de gestão com os restantes documentos de prestação de contas.

  8. Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião.

Opinião

  1. Em nossa opinião, as referidas demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira da COPAM – Companhia Portuguesa de Amidos, S.A., em 31 de Dezembro de 2004, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa no exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites e a informação nelas constante é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.

Lisboa, 21 de Janeiro de 2005

ANTÓNIO GRENHA, BRYANT JORGE & MOURA TAVARES Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Inscrita sob o nº 217 no Registo de Auditores da CMVM Representada por

António Maria Gomes da Rocha Grenha (ROC n.º 22)

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