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VULCABRAS S.A. — Interim / Quarterly Report 2026
May 5, 2026
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Interim / Quarterly Report
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1T26
APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS

VULCABRAS
V
Jundiaí, 05 de maio de 2026 – Vulcabras S.A. (B3: VULC3) anuncia hoje os resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26). As informações operacionais e financeiras da Vulcabras S.A. ("Companhia") são apresentadas com base em números consolidados e em milhões de reais, elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com os padrões contábeis internacionais. Os dados contidos neste relatório referem-se ao desempenho do primeiro trimestre de 2026, comparado ao mesmo período de 2025, exceto quando especificado de forma diversa.
DESTAQUES
VOLUME BRUTO
7,6 milhões
de pares/peças no 1T26, crescimento de 6,8% em relação aos 7,1 milhões registrados no 1T25.
RECEITA LÍQUIDA
R$ 776,4 milhões
no 1T26, crescimento de 10,7% em relação aos R$ 701,2 milhões registrados no 1T25.
LUCRO BRUTO
R$ 313,5 milhões
no 1T26, crescimento de 11,2% em relação aos R$ 281,9 milhões registrados no 1T25.
MARGEM BRUTO
40,4%
no 1T26, ganho de 0,2 p.p. em relação à margem de 40,2% registrada no 1T25.
LUCRO LÍQUIDO RECORRENTE E MARGEM LÍQUIDA RECORRENTE
R$ 86,1 milhões
no 1T26, com recuo de 18,9% em relação ao 1T25, e Margem Líquida de 11,1%, representando redução de 4,0 p.p. na comparação com o mesmo período.
EBITDA RECORRENTE E MARGEM EBITDA RECORRENTE
R$ 156,9 milhões
no 1T26, com crescimento de 11,8% em relação ao 1T25, e Margem EBITDA de 20,2%, com expansão de 0,2 p.p. em relação a registrada no 1T25.
| COTAÇÃO VULC3
(31/03/2026)
R$ 17,52 | VALOR DE MERCADO
R$ 5,6 bilhões | QUANTIDADE DE AÇÕES ORDINÁRIAS:
317.982.170 | RELAÇÃO COM INVESTIDORES
Wagner Dantas da Silva
CFO e DRI |
| --- | --- | --- | --- |
| SITE RI VULCABRAS
http://vulcabrasri.com
E-MAIL RI
[email protected] | TELEFONE RI
+55 (11) 4532-1068 | VIDEO CONFERÊNCIA DE RESULTADOS
06/05/2026 às 10h00 (Brasília)
Acesse em Português | |
APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS 1T26
V
MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO
Após um ano histórico, a Vulcabras (VULC3) iniciou 2026 com mais um trimestre de crescimento, reforçando a resiliência de seu modelo de negócios mesmo diante de um ambiente ainda desafiador para o consumo. A combinação de marcas fortes, operação verticalizada e disciplina comercial sustentou a evolução da Companhia, que alcançou seu 23º trimestre consecutivo de crescimento, com avanço de receita e volume.
No 1T26, a Vulcabras registrou volume bruto de 7,6 milhões de pares e peças, crescimento de 6,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida atingiu R$ 776,4 milhões, alta de 10,7% na comparação anual, refletindo a continuidade da estratégia de crescimento com qualificação de mix, ampliação da participação dos produtos de maior valor agregado e boa aceitação do portfólio das marcas.
O lucro bruto totalizou R$ 313,5 milhões, crescimento de 11,2% em relação ao 1T25, enquanto a margem bruta alcançou 40,4%, expansão de 0,2 p.p. O EBITDA recorrente foi de R$ 156,9 milhões, alta de 11,8%, com margem de 20,2%, 0,2 p.p. acima do primeiro trimestre do ano anterior, evidenciando a consistência operacional e a captura contínua de eficiências.
A evolução da receita foi impulsionada principalmente pela categoria de calçados esportivos, que cresceu 11,3% no período. A Olympikus manteve forte desempenho, com destaque para a linha de corrida de performance, enquanto a Under Armour apresentou o maior crescimento relativo entre as marcas, apoiada por novos lançamentos. A Mizuno seguiu ampliando sua presença, com expansão consistente do portfólio.
O Canal de Ecommerce manteve a sua trajetória de evolução qualificada, atingindo R$ 124,4 milhões de faturamento, crescimento de 5,1% sobre o 1T25. O desempenho reforça o papel estratégico do canal no posicionamento das marcas e na oferta de uma experiência completa ao consumidor, preservando a disciplina comercial e evitando estratégias promocionais agressivas.
Os resultados reforçam a confiança da Vulcabras em sua trajetória de crescimento ao longo de 2026. A Companhia inicia o ano com uma base operacional sólida, produção equilibrada, níveis de eficiência consolidados e estoques saudáveis no varejo.
A carteira de pedidos para 2026 reforça essa visão, indicando mais um ano de forte demanda pelos produtos da Companhia, sustentada pela boa performance de sell-out das coleções recém-lançadas e pela evolução contínua do portfólio. Seguimos confiantes na capacidade da Vulcabras de crescer de forma consistente, inovar e gerar valor para consumidores, parceiros e acionistas, mantendo o foco e disciplina na execução de sua estratégia de longo prazo.

DESEMPENHO CONSOLIDADO
√
| R$ Milhões | IT26 | IT25 | Var. % IT26/IT25 |
|---|---|---|---|
| Volume (milhões pares/peças) | 7,6 | 7,1 | 6,8% |
| Receita Operacional Bruta | 923,1 | 826,3 | 11,7% |
| Receita Líquida | 776,4 | 701,2 | 10,7% |
| Mercado Interno | 755,6 | 671,3 | 12,6% |
| Mercado Externo | 20,8 | 29,9 | -30,4% |
| Lucro Bruto | 313,5 | 281,9 | 11,2% |
| Margem bruta | 40,4% | 40,2% | 0,2 p.p. |
| Despesas Operacionais SG&A | -196,1 | -178,0 | 10,2% |
| Outras receitas (despesas) operacionais | -1,6 | 4,9 | -132,7% |
| EBITDA societário | 150,9 | 140,4 | 7,5% |
| Margem EBITDA | 19,4% | 20,0% | -0,6 p.p. |
| EBITDA recorrente | 156,9 | 140,4 | 11,8% |
| Margem EBITDA recorrente | 20,2% | 20,0% | 0,2 p.p. |
| Lucro Líquido societário | 80,1 | 106,1 | -24,5% |
| Margem Líquida | 10,3% | 15,1% | -4,8 p.p. |
| Lucro Líquido recorrente | 86,1 | 106,1 | -18,9% |
| Margem Líquida recorrente | 11,1% | 15,1% | -4,0 p.p. |
APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS 1T26
VOLUME BRUTO
V
No 1T26, o ambiente de consumo no varejo permaneceu desafiador, caracterizado pela continuidade de um cenário promocional intensificado, tanto no varejo físico quanto on-line. As liquidações, tradicionalmente concentradas no início do ano, se estenderam até a primeira quinzena de fevereiro, ampliando a pressão competitiva ao longo do trimestre.
Nesse contexto, a Companhia manteve sua estratégia de disciplina comercial e preservação de posicionamento de marca, priorizando vendas com maior qualidade e rentabilidade, reforçando seu compromisso com a geração de resultados sustentáveis.
O volume bruto faturado atingiu 7,6 milhões de pares/peças no 1T26, crescimento de 6,8% em relação aos 7,1 milhões registrados no 1T25. Mesmo diante de um ambiente altamente promocional, a Companhia manteve a execução de sua estratégia e ampliou sua participação no mercado de calçados esportivos.
Apesar do crescimento consolidado de 6,8%, o desempenho foi impactado por dinâmicas distintas entre as categorias, com destaque positivo para calçados esportivos, parcialmente ofuscado pela retração em Outros Calçados e Outros.
I. Calçados Esportivos: O volume totalizou 4,8 milhões de pares no 1T26, representando crescimento de 10,5% em relação ao 1T25. O desempenho refletiu a demanda consistente pelos produtos das três marcas e foi suportado pelo aumento da capacidade produtiva implementado ao longo de 2025. A demanda no mercado interno permaneceu sólida, enquanto o desempenho no mercado externo ficou abaixo das expectativas.
II. Outros Calçados e Outros: A categoria apresentou retração de 6,9% no volume no 1T26, impactada principalmente pela redução nas vendas de botas de uso profissional. Esse movimento decorreu, sobretudo, da menor reposição de estoques por parte de distribuidores, que iniciaram o período com níveis acima do esperado. Ao longo do trimestre, observou-se a normalização gradual desses estoques, com retomada do fluxo de pedidos. O desempenho foi parcialmente compensado pelo crescimento dos volumes de chinelos esportivos.
III. Vestuário e Acessórios: A categoria apresentou crescimento no volume de 6,2% em relação ao 1T25, com destaque para o desempenho da marca Under Armour.
VOLUME BRUTO DE PARES E PEÇAS/MIL -1T26 vs 1T25
| Pares e Peças (Mil) | 1T26 | Partic. | 1T25 | Partic. | Var.% 1T26/1T25 |
|---|---|---|---|---|---|
| Calçados Esportivos | 4.843 | 63,9% | 4.381 | 61,8% | 10,5% |
| Outros Calçados e Outros (1) | 1.033 | 13,6% | 1.110 | 15,6% | -6,9% |
| Vestuário e Acessórios | 1.700 | 22,5% | 1.601 | 22,6% | 6,2% |
| Total | 7.576 | 100,0% | 7.092 | 100,0% | 6,8% |

(1) Chinelos, botas, calçados femininos e componentes para calçado
V
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA CATEGORIAS
A Receita Operacional Líquida totalizou R$ 776,4 milhões no 1T26, crescimento de 10,7% em relação aos R$ 701,2 milhões registrados no 1T25, marcando o 23º trimestre consecutivo de expansão da Companhia.
O resultado foi alcançado em um ambiente de elevada competitividade e maior intensidade promocional, sendo sustentado pela estratégia comercial, pelo equilíbrio do portfólio e pela atuação consistente nos canais de venda.
Desempenho por categorias
A categoria de Calçados Esportivos cresceu 11,3% em relação ao 1T25. O desempenho foi impulsionado pela evolução das marcas e pelo fortalecimento do mix de produtos. A Olympikus manteve forte desempenho, com destaque para a linha de corrida de performance. A Under Armour apresentou o maior crescimento relativo entre as marcas, impulsionada pelo lançamento de novos modelos de running, enquanto a Mizuno seguiu em expansão, apoiada pela ampliação do portfólio.
A categoria de Outros Calçados e Outros apresentou crescimento de 14,1% na receita em relação ao 1T25, refletindo o bom desempenho dos chinelos esportivos, que ganharam maior relevância no mix, parcialmente ofuscado pela queda na receita de botas de uso profissional.
A categoria de Vestuário e Acessórios apresentou expansão de 2,8% no 1T26. Destacaram-se o desempenho da Under Armour no mercado interno e a continuidade da expansão da Olympikus na categoria.
RECEITA LÍQUIDA POR CATEGORIA – 1T26 vs 1T25
| R$ Milhões | 1T26 | Partic. | 1T25 | Partic. | Var.% 1T26/1T25 |
|---|---|---|---|---|---|
| Calçados Esportivos | 653,2 | 84,1% | 586,9 | 83,7% | 11,3% |
| Outros Calçados e Outros (1) | 57,3 | 7,4% | 50,2 | 7,2% | 14,1% |
| Vestuário e Acessórios | 65,9 | 8,5% | 64,1 | 9,1% | 2,8% |
| Receita Líquida Total | 776,4 | 100,0% | 701,2 | 100,0% | 10,7% |

(1) Chinelos, botas, calçados femininos e componentes para calçado

V
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA MERCADOS
MERCADO INTERNO
A Receita Operacional Líquida no mercado interno atingiu R$ 755,6 milhões no 1T26, crescimento de 12,6% em relação ao 1T25.
Mesmo diante de um início de ano desafiador, o desempenho foi positivo, sustentado principalmente pela categoria de calçados esportivos, que permaneceu como principal vetor de crescimento da receita consolidada.
O resultado refletiu a evolução das marcas, o fortalecimento da distribuição e a eficiência das ações comerciais, que seguiram impulsionando o crescimento consistente da Companhia no Brasil.
RECEITA LÍQUIDA POR MERCADO – 1T26 vs 1T25
| R$ Milhões | 1T26 | Partic. | 1T25 | Partic. | Var.% 1T26/1T25 |
|---|---|---|---|---|---|
| Mercado Interno | 755,6 | 97,3% | 671,3 | 95,7% | 12,6% |
| Mercado Externo | 20,8 | 2,7% | 29,9 | 4,3% | -30,4% |
| Receita Líquida Total | 776,4 | 100,0% | 701,2 | 100,0% | 10,7% |
MERCADO EXTERNO
A Receita Operacional Líquida no mercado externo totalizou R$ 20,8 milhões no 1T26, retração de 30,4% em relação ao 1T25.
O desempenho refletiu as dificuldades enfrentadas nos principais mercados de atuação da Companhia, evidenciando um cenário ainda desafiador na América Latina.
PARTICIPAÇÃO POR MERCADO – 1T26



E-COMMERCE
No 1T26, o canal de e-commerce operou em um ambiente de elevada intensidade promocional, especialmente nos marketplaces, onde as liquidações se estenderam até a primeira quinzena de fevereiro.
Nesse contexto, a Companhia manteve a estratégia comercial implementada ao final de 2025, priorizando a preservação do posicionamento das principais linhas de produtos e a captura de margens mais saudáveis.
Como resultado, o crescimento da receita ocorreu em ritmo mais moderado. Por outro lado, o desempenho operacional do canal, medido pela margem EBITDA, manteve trajetória de evolução positiva.
A receita líquida do canal totalizou R$ 124,4 milhões no 1T26, representando crescimento de 5,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A participação do e-commerce na receita líquida consolidada atingiu 16,0%.

RECEITA LÍQUIDA E PARTICIPAÇÃO ROL
| R$ Milhões | 1T26 | 1T25 | Var. % 1T26/1T25 |
|---|---|---|---|
| Receita Líquida e-commerce | 124,4 | 118,4 | 5,1% |
| Participação ROL % | 16,0% | 16,9% | -0,9 p.p. |

CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS (CPV)
Ao longo do primeiro trimestre de 2026, a Companhia enfrentou pressões relevantes sobre sua estrutura de custos. O custo da mão de obra operacional foi impactado pelo aumento dos encargos trabalhistas — reflexo da segunda etapa da reoneração gradual da folha de pagamento —, pelo reajuste do salário mínimo, com ganho real expressivo, e pelos elevados índices de absenteísmo.
Em relação aos insumos utilizados na produção, como matérias-primas e materiais de embalagem, também foi observada elevação de custos. Essa pressão decorreu dos mesmos impactos relacionados à mão de obra ao longo da cadeia de fornecedores, além de ter sido intensificada pela alta nos preços dos derivados de petróleo, em um contexto de tensões geopolíticas.
Mesmo diante desse cenário desafiador, a Companhia conseguiu manter o custo dos produtos vendidos (CPV) proporcionalmente menor em relação ao mesmo período do ano anterior, evidenciando a eficácia das medidas de controle, os ganhos de produtividade industrial e a disciplina na gestão de custos implementados ao longo do trimestre.
No IT26, o CPV representou 59,6% da receita líquida de vendas, uma redução de 0,2 ponto percentual em relação ao IT25. Esse desempenho reforçou a resiliência e a eficiência operacional da Companhia, mesmo em um ambiente adverso.
A Companhia manteve o foco em iniciativas voltadas à ampliação da eficiência operacional e à captura de ganhos de escala, com o objetivo de mitigar pressões externas e preservar a rentabilidade, mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador.

CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS (% CPV/ROL)

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS IT26
LUCRO BRUTO E MARGEM BRUTA
O aumento no volume produzido e comercializado, a elevação da produtividade operacional, aliados ao crescimento do preço médio, proporcionaram a expansão da margem bruta, mesmo diante dos expressivos impactos nos custos dos produtos vendidos.
As plantas industriais da Companhia retomaram sua operação plena após o período de férias coletivas e, com a estabilização do quadro de colaboradores, os indicadores de eficiência passaram a evoluir gradualmente até atingir os níveis planejados. Os volumes programados foram alcançados e os custos de produção mantiveram-se dentro do esperado.
No 1T26, a Companhia alcançou lucro bruto de R$ 313,5 milhões, representando um crescimento de 11,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem bruta consolidada atingiu 40,4%, sendo 0,2 ponto percentual superior ao resultado apurado no 1T25.
Esse desempenho evidenciou não apenas a resiliência da Companhia em um ambiente macroeconômico desafiador, mas também reforçou seu compromisso com a inovação, a excelência na entrega de seus produtos e a agilidade na adaptação a novos cenários.

LUCRO BRUTO E MARGEM BRUTA

DESPESAS COM VENDAS E PECLD
No 1T26, as despesas relacionadas a vendas, propaganda e às perdas Estimadas em créditos de liquidação duvidosa (PECLD) totalizaram R$ 151,9 milhões, o que representou um crescimento de 13,3% em relação ao mesmo período de 2025.
As despesas diretas associadas a vendas e PECLD, desconsiderando os investimentos em propaganda, somaram R$ 106,6 milhões no 1T26, o que correspondeu a um crescimento de 8,1% frente aos R$ 98,6 milhões registrados no 1T25. Quando comparadas à receita líquida, essas despesas representaram 13,7% no 1T26, uma redução de 0,4 p.p. em relação aos 14,1% observados no mesmo trimestre do ano anterior. As despesas relacionadas a comissões apresentaram redução em relação aos valores demonstrados no 1T25 devido a mudança no mix de marcas, produtos e canais, o que resultou em menor participação relativa no total. Nas despesas com frete, embora já tenham sido observadas pressões de aumento ao longo do último mês do trimestre, o impacto no resultado do período ainda foi pouco significativo.



DESPESAS COM PROPAGANDA E MARKETING
No 1T26, os investimentos em propaganda e marketing somaram R$ 45,3 milhões, um crescimento de 27,6% em relação aos R$ 35,5 milhões registrados no mesmo período de 2025. Esse aumento refletiu a continuidade da intensificação das ações de comunicação e posicionamento de marca ao longo do trimestre, principalmente em função dos eventos em comemoração aos 50 anos da marca Olympikus, que seguiram em ritmo acelerado, aproximando cada vez mais a marca de seu público. Em relação à receita líquida, as despesas com propaganda e marketing representaram 5,8%, um avanço de 0,7 p.p. frente à participação de 5,1% observada no 1T25.
A Olympikus manteve o ritmo de fortalecimento da marca ao combinar inovação e construção de comunidade. O trimestre foi marcado pelo lançamento do Corre Pace, primeiro ultratênis de corrida desenvolvido no Brasil, reforçando sua proposta de alta performance e posicionamento no segmento premium. A marca também aprofundou o conhecimento do consumidor com a segunda edição do estudo "Por Dentro do Corre", que evidenciou a expansão da base de corredores no país, e ampliou sua presença em eventos e ativações regionais. Como destaque adicional, lançou o projeto Corre do Amanhã, voltado à formação de novos talentos, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento do esporte no Brasil.
A Mizuno avançou na consolidação de seu posicionamento com foco em inovação tecnológica e experiência de marca. No running, destacou-se com a evolução da Linha Neo, incluindo o lançamento do Neo Zen 2, e com a introdução da
coleção de supertênis Hyperwarp, voltada à alta performance. A marca também reforçou sua presença em corridas de rua com o Circuito Mizuno Athenas e ampliou o alcance da Mizuno Running Station, que atingiu 100 mil pessoas impactadas no trimestre. Em sportstyle, avançou na conexão entre esporte e cultura, com lançamentos e colaborações que ampliam sua relevância no lifestyle.
A Under Armour fortaleceu sua atuação em treino e avançou na construção de um portfólio mais completo em running. No período, lançou o Cross 2 SE no segmento de treino e estruturou uma pirâmide de produtos em corrida, com modelos desenvolvidos no Brasil para diferentes perfis de corredores, como Nonstop e Endless. No topo do portfólio, trouxe ao país o Velociti Elite 3, reforçando sua competitividade no segmento de alta performance. A estratégia combina inovação global, desenvolvimento local e comunicação mais próxima de públicos mais jovens.




DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS


No 1T26, as despesas gerais e administrativas totalizaram R$ 44,2 milhões, representando um aumento de 0,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Quando analisadas em proporção à receita líquida, essas despesas representaram 5,7% no 1T26, com redução de 0,6 ponto percentual em comparação ao 1T25.
As principais variações observadas decorreram de:
(i) elevação na rubrica de serviços de manutenção de softwares, em função da necessidade de esforços adicionais para adequação dos sistemas aos requisitos da reforma tributária em curso; e
(ii) redução nas despesas com pessoal, em virtude da reversão de provisões relacionadas a planos de Stock Options, decorrente do exercício parcial do plano de 2023.



OUTRAS RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS LÍQUIDAS
/
No 1T26, as Outras Receitas (Despesas) Operacionais Líquidas totalizaram uma despesa de R$ 1,6 milhão, em comparação a uma receita de R$ 4,9 milhões registrada no mesmo período de 2025.
Ao longo do trimestre, foi reconhecido um evento não recorrente relacionado à baixa de ativos intangíveis (softwares descontinuados) utilizados nas plataformas de BackOffice do e-commerce. Esse efeito impactou negativamente em R$ 6,0 milhões as Outras Receitas (Despesas) Operacionais Líquidas no 1T26, reduzindo o valor contábil reportado.
Por se tratar de um efeito extraordinário, essa despesa não reflete a tendência operacional recorrente da Companhia, sendo relevante sua consideração para uma análise adequada da evolução das despesas.
Desconsiderando o evento não recorrente, as Outras Receitas (Despesas) Operacionais Líquidas totalizaram uma receita de R$ 4,4 milhões no 1T26, valor 10,2% inferior à receita recorrente de R$ 4,9 milhões registrada no mesmo período do ano anterior.
| R$ Milhões | 1T26 | 1T25 | Var. % 1T26/1T25 |
|---|---|---|---|
| Outras receitas (despesas) operacionais líquidas | -1,6 | 4,9 | -132,7% |
| (+) Baixa de ativo intangível relativo a softwares das plataformas do e-commerce | 6,0 | 0,0 | N/A |
| Outras Receitas (despesas) operacionais líquidas recorrente | 4,4 | 4,9 | -10,2% |
RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO
No 1T26, o resultado financeiro líquido foi uma despesa de R$ 27,8 milhões, frente a uma receita de R$ 2,3 milhões no 1T25.
Neste trimestre, observou-se um aumento nas despesas com juros pagos em função da elevação do passivo financeiro em decorrência do novo perfil de endividamento alcançado no final do ano de
- A Companhia iniciou o ano de 2026 com uma dívida líquida de R$ 769,4 milhões, o que resultou no aumento das despesas financeiras ao longo do 1T26.
| R$ Milhões | 1T26 | 1T25 | Var. % 1T26/1T25 |
|---|---|---|---|
| Estrutura de capital | 9,0 | 8,6 | 4,7% |
| Operacionais | 3,7 | 4,8 | -22,9% |
| Cambiais | 9,6 | 15,8 | -39,2% |
| Receitas Financeiras | 22,3 | 29,2 | -23,6% |
| Estrutura de capital | -36,3 | -11,8 | 207,6% |
| Operacionais | -2,6 | -2,6 | 0,0% |
| Cambiais | -11,2 | -12,5 | -10,4% |
| Despesas Financeiras | -50,1 | -26,9 | 86,2% |
| Resultado Financeiro Líquido | -27,8 | 2,3 | -1308,7% |
LUCRO LÍQUIDO E
MARGEM LÍQUIDA
No 1T26, a Companhia registrou lucro líquido de R$ 80,1 milhões, o que representou uma queda de 24,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o lucro líquido totalizou R$ 106,1 milhões. A margem líquida do trimestre alcançou 10,3%, queda de 4,8 p.p em comparação aos 15,1% observados no 1T25.
O lucro líquido do período foi impactado pelo aumento do resultado financeiro, decorrente da elevação do nível de endividamento da Companhia ao longo do segundo semestre de 2025. Esse movimento esteve associado à necessidade de suportar o aumento do capital de giro, a ampliação dos investimentos em CAPEX e a aceleração da distribuição de dividendos.
A Companhia vem concentrando esforços na redução da alavancagem no menor prazo possível, com o objetivo de promover a consequente diminuição das despesas financeiras.
Evento não recorrente: Ao longo do trimestre, foi reconhecido um evento não recorrente relacionado à baixa de ativos intangíveis (softwares descontinuados) utilizados nas plataformas de BackOffice do e-commerce. Esse efeito impactou negativamente em R$ 6,0 milhões o resultado da Companhia no 1T26, reduzindo o lucro líquido contábil reportado.


LUCRO LÍQUIDO E
MARGEM LÍQUIDA
Desconsiderando o evento não recorrente, o Lucro Líquido totalizou R$ 86,1 milhões no 1T26, valor 18,9% inferior ao Lucro Líquido recorrente de R$ 106,1 registrado no mesmo período do ano anterior.
O forte desempenho das vendas, aliado à maior diluição das despesas operacionais, contribuiu para mitigar os impactos negativos do resultado financeiro e do aumento da carga tributária.
EVENTO NÃO RECORRENTE
| R$ Milhões | 1T26 | 1T25 | Var. % 1T26/1T25 |
|---|---|---|---|
| Lucro Líquido contábil | 80,1 | 106,1 | -24,5% |
| (+) Baixa de ativo intangível relativo a softwares das plataformas do e-commerce | 6,0 | 0,0 | N/A |
| Total do Impacto dos efeitos não recorrentes no Lucro Líquido | 6,0 | 0,0 | N/A |
| Lucro Líquido Recorrente | 86,1 | 106,1 | -18,9% |
| Margem Líquida Recorrente | 11,1% | 15,1% | -4,0 p.p. |
LUCRO LÍQUIDO RECORRENTE E MARGEM LÍQUIDA RECORRENTE

EBITDA E
MARGEM EBITDA
No 1T26, o EBITDA da Companhia totalizou R$ 150,9 milhões, representando um crescimento de 7,5% em relação aos R$ 140,4 milhões registrados no mesmo período de 2025.
Apesar do avanço do EBITDA em termos absolutos, a margem EBITDA apresentou retração na comparação entre o 1T26 e o 1T25, passando de 20,0% para 19,4%. Cabe destacar, contudo, que o EBITDA foi impactado negativamente em R$ 6,0 milhões, com efeito de -0,8 p.p. na margem, em decorrência do reconhecimento de um evento não recorrente relacionado à baixa de ativos intangíveis (softwares descontinuados) utilizados nas plataformas de BackOffice do e-commerce.


EBITDA E
MARGEM EBITDA
Desconsiderando esse efeito, o EBITDA recorrente do 1T26 totalizou R$ 156,9 milhões, representando um crescimento de 11,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem EBITDA recorrente atingiu 20,2%, com expansão de 0,2 ponto percentual frente aos 20,0% registrados no 1T25.
A margem EBITDA manteve-se em um patamar sólido, compatível com a estrutura operacional da Companhia, evidenciando sua capacidade de adaptação e resiliência diante dos desafios do período.
EVENTO NÃO RECORRENTE
| R$ Milhões | 1T26 | 1T25 | Var. % 1T26/1T25 |
|---|---|---|---|
| EBITDA contábil | 150,9 | 140,4 | 7,5% |
| (+) Baixa em ativo intangível relativo a softwares das plataformas do e-commerce | 6,0 | 0,0 | N/A |
| Total do Impacto dos efeitos não recorrentes no EBITDA | 6,0 | 0,0 | N/A |
| EBITDA Recorrente | 156,9 | 140,4 | 11,8% |
| Margem EBITDA Recorrente | 20,2% | 20,0% | 0,2 p.p. |

ROIC
RETORNO SOBRE O CAPITAL INVESTIDO
O retorno sobre capital investido – ROIC² – anualizado atingiu 33,6% no 1T26-LTM (últimos doze meses encerrados em 31/03/2026).
| ROIC | 2023 | 2024 | 2025 | 1T26 (LTM) |
|---|---|---|---|---|
| Lucro Líquido do Exercício/Período (LTM) | 494,9 | 569,9 | 1.165,3 | 1.139,4 |
| (+) Resultado Financeiro (LTM) | 4,8 | (22,6) | (101,1) | (70,9) |
| NOPAT | 499,7 | 547,3 | 1.064,2 | 1.068,5 |
| Capital Investido | ||||
| Financiamentos, Empréstimos e Debêntures | 437,8 | 336,9 | 976,3 | 1.021,7 |
| (-) Caixa e Equivalentes de Caixa | (361,0) | (307,7) | (204,0) | (349,7) |
| (-) Aplicações Financeiras | (13,4) | (6,6) | (2,9) | (13,1) |
| (+) Patrimônio Líquido | 1.995,3 | 2.110,3 | 2.427,3 | 2.506,2 |
| Total Capital Investido | 2.058,7 | 2.132,9 | 3.196,7 | 3.165,1 |
| Média de Capital Investido no período (1) | 1.999,9 | 2.095,8 | 2.664,9 | 3.181,0 |
| ROIC anualizado (2) | 25,0% | 26,1% | 39,9% | 33,6% |
O retorno sobre capital investido ajustado (ROIC-ajustado³) anualizado atingiu 36,6% no 1T26-LTM (últimos doze meses encerrados em 31/03/2026).
| ROIC AJUSTADO | 2023 | 2024 | 2025 | 1T26 (LTM) |
|---|---|---|---|---|
| Lucro Líquido do Exercício/Período (LTM) | 494,9 | 569,9 | 1.165,3 | 1.139,4 |
| (+) Resultado Financeiro (LTM) | 4,8 | (22,6) | (101,1) | (70,9) |
| (-) Resultado da equivalência patrimonial (LTM) | (7,9) | (6,1) | (3,8) | (4,2) |
| NOPAT (Ajustado) | 491,8 | 541,2 | 1.060,4 | 1.064,3 |
| Capital Investido | ||||
| Financiamentos, Empréstimos e Debêntures | 437,8 | 336,9 | 976,3 | 1.021,7 |
| (-) Caixa e Equivalentes de Caixa | (361,0) | (307,7) | (204,0) | (349,7) |
| (-) Aplicações Financeiras | (13,4) | (6,6) | (2,9) | (13,1) |
| (-) Ágio da Compra | (198,2) | (198,2) | (198,2) | (198,2) |
| (-) Investimento em Controlada | (62,9) | (64,3) | (72,1) | (70,0) |
| (+) Patrimônio Líquido | 1.995,3 | 2.110,3 | 2.427,3 | 2.506,2 |
| Total Capital Investido Ajustado | 1.797,6 | 1.870,4 | 2.926,4 | 2.897,0 |
| Média de Capital Investido no período (1) | 1.732,4 | 1.834,0 | 2.398,4 | 2.911,7 |
| ROIC ajustado anualizado (3) | 28,4% | 29,5% | 44,2% | 36,6% |
ROIC: Return on invested capital. Em Português, Retorno sobre o capital investido.
(1) Média do capital investido do final deste período e do final do ano anterior.
(2) Cálculo ROIC: NOPAT dos últimos 12 meses dividido pelo capital investido médio.
(3) O ROIC Ajustado é uma medida não contábil calculada dividindo-se NOPAT Ajustado (definido como o lucro (prejuízo) líquido acrescido do resultado financeiro líquido deduzido da equivalência patrimonial e o resultado de operações descontinuadas), dividido pela média de capital investido no período. O Capital Investido Ajustado é definido como a soma do capital próprio (Patrimônio líquido) e a Dívida Líquida (conforme definido abaixo), deduzido do Ágio registrado no intangível e o investimento em sociedades não controladas.
CAPEX
No 1T26, a Companhia realizou investimentos totalizando R$ 47,7 milhões em ativos imobilizados e intangíveis, registrando uma redução de 1,4% em relação ao mesmo período de 2025.
O acréscimo apresentado nas rubricas de máquinas e equipamentos e instalações industriais se referem à conclusão da expansão capacidade produtiva iniciada no decorrer do ano de 2025, com a chegada dos últimos equipamentos adquiridos.
ADIÇÕES DE IMOBILIZADO E INTANGÍVEL
| R$ Milhões | 1T26 | 1T25 | Var. % 1T26/1T25 |
|---|---|---|---|
| Moldes | 11,9 | 11,3 | 5,3% |
| Máquinas e Equipamentos | 13,8 | 27,0 | -48,9% |
| Instalações | 6,1 | 2,9 | 110,3% |
| Outros | 14,5 | 4,5 | 222,2% |
| Imobilizado | 46,3 | 45,7 | 1,3% |
| Software | 1,4 | 2,7 | -48,1% |
| Intangível | 1,4 | 2,7 | -48,1% |
| Total Geral | 47,7 | 48,4 | -1,4% |

GERAÇÃO DE CAIXA
A variação de caixa no 1T26 totalizou R$ 156,0 milhões e foi composta principalmente pelos seguintes eventos:
I. EBITDA de R$ 150,9 milhões;
II. Aumento de Capital pelo exercício de Stock Option de R$ 4,3 milhões;
III. Aumento do passivo bancário em R$ 45,5 milhões;
IV. Redução da necessidade de capital de giro de R$ 34,0 milhões;
V. Investimentos em imobilizado e intangível de R$ 44,5 milhões;
VI. Resultado financeiro de 27,8 milhões.

FLUXO DE CAIXA 1T26
FLUXO DE CAIXA - DISPONIBILIDADES

(1) Outras Receitas: Alienação/Baixa do Imobilizado e Intangível + Recursos provenientes de alienação de investimentos + Efeito da conversão das investidas no exterior
(2) Outras Despesas: IR e CSLL + Stock Option + Pagamento de passivos de arrendamentos financeiros.
ENDIVIDAMENTO
Em 31/03/2026 a Companhia apresentava dívida líquida de R$ 658,9 milhões, sendo R$ 110,5 milhões inferior à observada no encerramento de 31/12/2025, quando a empresa apresentada dívida líquida de R$ 769,4 milhões. Após a elevação da dívida ao longo do ano de 2025 para suportar a
maior necessidade de capital de giro, aceleração dos investimentos em capital (Capex) e da robusta distribuição de dividendos, a estratégia adotada para o ano de 2026 é de desalavancagem financeira, priorizando a redução da dívida ao longo do ano.
DÍVIDA LÍQUIDA
| R$ Milhões | 31/12/2024 | 31/12/2025 | 31/03/2026 | Var. % 31/03/2026 / 31/12/2025 |
|---|---|---|---|---|
| Financiamento, empréstimos e debêntures | 336,9 | 976,3 | 1.021,7 | 4,7% |
| Caixa e equivalentes de Caixa | -307,7 | -204,0 | -349,7 | 71,4% |
| Aplicações financeiras | -6,6 | -2,9 | -13,1 | 351,7% |
| Dívida Líquida | 22,6 | 769,4 | 658,9 | -14,4% |

EVOLUÇÃO DA DÍVIDA LÍQUIDA E ALVANCAGEM

CAPITAL DE GIRO E CICLO FINANCEIRO (EX-DIVIDENDOS)
MERCADO DE CAPITAIS
DIVIDENDOS
Nos primeiros meses de 2026, a Companhia, manteve uma rigorosa disciplina financeira e concentrou os seus esforços na redução da alavancagem, razão pela qual não realizou novos anúncios de distribuição de dividendos no período.
Cabe destacar, contudo, que, em 2025, a Companhia efetuou a distribuição de R$ 1.541,9
milhões em dividendos, evidenciando seu compromisso com a geração de valor e o retorno aos acionistas.
A Companhia permanece comprometida em, sempre que viável, buscar o melhor retorno aos seus acionistas, preservando, ao mesmo tempo, uma estrutura de capital equilibrada e sem exposição a riscos excessivos.
RETORNO AOS ACIONISTAS
| Tipo | Competência | Valor Total | Valor por Ação | Data base para distribuição | Data de Pagamento |
|---|---|---|---|---|---|
| Dividendos Intermediários | 2024 | 245,1 | 1,000 | 25/01/2024 | 08/02/2024 |
| Dividendos Intercalares | 2023 | 204,2 | 0,750 | 13/03/2024 | 25/03/2024 |
| Dividendos Intermediários | 2024 | 122,6 | 0,500 | 25/01/2024 | 17/04/2024 |
| Dividendos Intermediários | 2024 | 41,1 | 0,150 | 15/05/2024 | 29/05/2024 |
| Dividendos Intermediários | 2024 | 34,0 | 0,125 | 12/08/2024 | 23/08/2024 |
| Dividendos Intermediários | 2024 | 34,0 | 0,125 | 19/08/2024 | 02/09/2024 |
| Dividendos Intermediários | 2024 | 34,0 | 0,125 | 19/09/2024 | 01/10/2024 |
| Dividendos Intermediários | 2024 | 34,0 | 0,125 | 17/10/2024 | 01/11/2024 |
| Dividendos Intermediários | 2024 | 34,0 | 0,125 | 18/11/2024 | 02/12/2024 |
| Total Dividendos pagos em 2024 | 783,0 | ||||
| Dividendos Intercalares | 2024 | 33,8 | 0,125 | 16/12/2024 | 02/01/2025 |
| Dividendos Intercalares | 2024 | 33,8 | 0,125 | 21/01/2025 | 03/02/2025 |
| Dividendos Intercalares | 2024 | 33,8 | 0,125 | 17/02/2025 | 06/03/2025 |
| Dividendos Intercalares | 2024 | 33,8 | 0,125 | 18/03/2025 | 01/04/2025 |
| Dividendos Intercalares | 2025 | 33,8 | 0,125 | 17/04/2025 | 02/05/2025 |
| Dividendos Intercalares | 2025 | 34,0 | 0,125 | 20/05/2025 | 02/06/2025 |
| Dividendos Intercalares | 2025 | 34,0 | 0,125 | 18/06/2025 | 01/07/2025 |
| Dividendos intermediários | 2025 | 34,0 | 0,125 | 17/07/2025 | 01/08/2025 |
| Dividendos intermediários | 2025 | 34,0 | 0,125 | 18/08/2025 | 01/09/2025 |
| Dividendos intermediários | 2025 | 300,0 | 1,104 | 08/09/2025 | 22/09/2025 |
| Dividendos intermediários | 2025 | 34,0 | 0,125 | 17/09/2025 | 01/10/2025 |
| Dividendos Intercalares | 2025 | 34,0 | 0,125 | 20/10/2025 | 03/11/2025 |
| Dividendos Intercalares | 2025 | 34,0 | 0,125 | 17/11/2025 | 01/12/2025 |
| Dividendos Intercalares | 2025 | 578,4 | 2,130 | 04/11/2025 | 15/12/2025 |
| Dividendos intermediários | 2025 | 19,3 | 0,070 | 04/11/2025 | 15/12/2025 |
| Dividendos Intercalares | 2025 | 34,0 | 0,125 | 15/12/2025 | 29/12/2025 |
| Dividendos Intercalares | 2025 | 203,2 | 0,650 | 22/12/2025 | 30/12/2025 |
| Total Dividendos pagos em 2025 | 1.541,9 |
MERCADO DE CAPITAIS
PROGRAMA DE RECOMPRA DE AÇÕES
Desde maio de 2022, a Companhia conta com o Programa de Recompra de ações, com o objetivo de otimizar a alocação de capital e gerar valor para os acionistas. Em 11 de março de 2025, o Conselho de Administração aprovou novo Programa de recompra de ações de emissão da Companhia pelo período de 18 meses. O programa autoriza a recompra de até 10 milhões de ações e tem vigência até setembro/2026.
Esse programa de recompra de ações é uma estratégia que visa a otimização do capital e o aumento do valor para os acionistas, além de demonstrar a confiança da Companhia em seu desempenho futuro.
| Tipo | Saldo 31/12/2024 | Saldo 31/12/2025 | Saldo 31/03/2026 |
|---|---|---|---|
| QTD Ações em Tesouraria | 3.107,0 | 3.869,2 | 3.869,2 |
| R$ Ações em Tesouraria | 45,4 | 56,9 | 56,9 |

SUSTENTABILIDADE E IMPACTO SOCIAL
A sustentabilidade segue como um dos pilares do negócio Vulcabras, orientando decisões e investimentos que geram valor para o negócio e impacto positivo para a sociedade.
No primeiro trimestre de 2026, a Companhia deu continuidade aos projetos já apoiados por meio de leis de incentivo, reforçando seu compromisso
com o desenvolvimento das comunidades onde atua. As iniciativas permanecem concentradas principalmente nas regiões do Ceará, Bahia e Rio Grande do Sul, impactando diretamente crianças, adolescentes e pessoas idosas em situação de vulnerabilidade social.

Entre os projetos em andamento, destacam-se iniciativas voltadas à cultura, ao esporte e ao desenvolvimento social, como o Amarte, que atende 150 crianças e adolescentes entre 12 e 15 anos em Horizonte (CE) e Itapetinga (BA); a Escolinha de Triathlon Horizonte, que promove o acesso ao esporte para 50 crianças de 6 a 12 anos; o projeto Povo do Mar, em Fortaleza (CE), que impacta 80 crianças entre 5 e 6 anos com atividades esportivas no contraturno escolar, e o projeto WimBelemDon, no Rio Grande do Sul, que oferece a prática de tênis para 70 crianças, e acompanhamento psicopedagogo, reforçando o compromisso com o incentivo ao esporte.






Como parte da evolução da sua agenda social, a Vulcabras estruturou a ampliação do portfólio de projetos incentivados, com a inclusão de duas novas iniciativas que terão início em 2026.
O projeto EnvelheSer Ativo será voltado à promoção de uma vida ativa e saudável para pessoas idosas, com previsão inicial de atendimento a 60 beneficiários diretos, por meio de atividades físicas, oficinas de convivência e ações de fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.
Já o Ateliê do Brincar, em sua nova frente de expansão, prevê a atuação em escolas públicas de educação infantil, com a realização de intervenções artísticas e atividades formativas que devem beneficiar diretamente alunos e educadores, ampliando o acesso à cultura e promovendo o desenvolvimento integral das crianças por meio da brincadeira e da expressão artística.
Além dos projetos sociais, a Vulcabras contribuiu, via PRONON, para o Instituto do Câncer do Ceará, contribuindo para o projeto aquisição de equipamento para ampliar o diagnóstico e tratamento de pacientes na região.
Essas iniciativas refletem a visão da Vulcabras de que o esporte, a cultura e a educação são ferramentas essenciais de transformação social, contribuindo para o desenvolvimento físico, emocional e social dos beneficiários, além de atuar como agente ativo de transformação social, ampliando o alcance de seus investimentos e fortalecendo sua contribuição para o desenvolvimento das comunidades onde está presente.

IMPACTO SOCIAL DO TRIMESTRE
+300 beneficiários diretos impactados
em projetos de cultura, esporte e desenvolvimento social
150 crianças
e adolescentes
atendidos pelo projeto Amarte (CE e BA)
50 crianças
participantes
da Escolinha de Triathlon Horizonte
80 crianças
impactadas
pelo projeto Povo do Mar (CE)
60 pessoas
idosas
atendidas por iniciativas de envelhecimento ativo
70 crianças
participantes
do projeto Wimbelemdon (RS)
1 escola pública
beneficiada
com ações do Ateliê do Brincar (CE)
APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS 1126
GESTÃO DE MARCAS
PORTFÓLIO COMPLEMENTAR, INOVAÇÃO E CONEXÃO COM O CONSUMIDOR
No primeiro trimestre de 2026, a Vulcabras deu continuidade à sua estratégia de fortalecimento de marcas, sustentada por um portfólio complementar e uma atuação integrada entre inovação, desenvolvimento de produtos e conexão com o consumidor.
Olympikus, Mizuno e Under Armour avançaram de forma consistente em seus respectivos territórios, ampliando relevância nos segmentos de corrida, treino e lifestyle esportivo. A Olympikus reforçou sua liderança no universo da corrida com a ampliação do portfólio e iniciativas voltadas à comunidade; a Mizuno consolidou seu posicionamento em performance e inovação tecnológica, ao mesmo tempo em que expandiu sua atuação no sportstyle; e a Under Armour avançou na
construção de sua presença no running e no treino, combinando desenvolvimento local e inovação global.
Ao longo do trimestre, as marcas foram impulsionadas por lançamentos estratégicos, ativações proprietárias, presença em eventos relevantes e iniciativas de engajamento que fortaleceram a percepção de valor e ampliaram a conexão com diferentes perfis de consumidores.
Com uma gestão disciplinada e orientada por dados, a Vulcabras segue evoluindo seu portfólio, capturando oportunidades de crescimento e consolidando sua posição como a maior gestora de marcas esportivas do país.



27
ALDIRÉDIO
OLYMPIKUS
INOVAÇÃO, COMUNIDADE E EXPANSÃO DO UNIVERSO DA CORRIDA
No primeiro trimestre de 2026, a Olympikus deu continuidade à sua estratégia de fortalecimento da marca, combinando inovação em produtos, geração de conhecimento sobre o consumidor e uma presença consistente na comunidade da corrida em diferentes regiões do país.
O período foi marcado pelo lançamento do Corre Pace, o primeiro ultratênis de corrida desenvolvido no Brasil, que representa um avanço relevante na proposta de alta performance da marca. O modelo inaugura uma nova categoria dentro do portfólio e reforça a capacidade da Olympikus de desenvolver tecnologia competitiva em nível global. O lançamento foi acompanhado do evento "Nova Era", que reuniu imprensa, atletas e formadores de opinião, ampliando a visibilidade da marca e consolidando seu posicionamento no segmento premium.
Ainda no campo da inovação, a Olympikus promoveu a segunda edição do estudo "Por Dentro do Corre", a maior pesquisa sobre a cultura da corrida no Brasil. O levantamento apontou a entrada de aproximadamente 2 milhões de novos corredores em 2025, com destaque para o crescimento da participação de mulheres, jovens e consumidores da classe
C — dados que reforçam o potencial de expansão do mercado e orientam a estratégia da marca para os próximos ciclos.
A conexão com a comunidade seguiu como um pilar central da estratégia, com apoio a provas e ativações em diferentes regiões do país. Entre os destaques estão eventos como a Travessia Torres-Tramandaí, a Meia Maratona da Chapada dos Veadeiros, a Rota do Sol Nascente e a Meia de Curitiba, além de iniciativas proprietárias e experiências que reforçam a proximidade da marca com corredores de diferentes perfis.
Outro avanço relevante foi o lançamento do projeto Corre do Amanhã, em parceria com o Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima, que tem como objetivo formar e desenvolver novos talentos da corrida brasileira. A iniciativa reforça o compromisso da Olympikus com o desenvolvimento do esporte no país e com a construção de uma base sólida para o futuro da modalidade.
Com uma estratégia que combina inovação, proximidade com o consumidor e desenvolvimento do ecossistema da corrida, a Olympikus inicia 2026 consolidando a sua presença no segmento.



APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS 1126
MIZUNO
INOVAÇÃO EM PERFORMANCE E FORTALECIMENTO DE TERRITÓRIO NO RUNNING E SPORTSTYLE
No primeiro trimestre de 2026, a Mizuno se consolidou com foco em inovação tecnológica, expansão de portfólio e fortalecimento da conexão com o corredor brasileiro, alinhada ao posicionamento global "Reach Beyond".
No segmento de running, a marca deu continuidade ao desenvolvimento da Linha Neo com o lançamento do Neo Zen 2, modelo premium voltado ao uso diário, que rapidamente ganhou relevância entre corredores pela versatilidade e aplicação em diferentes tipos de treino. O lançamento foi apoiado por ativações digitais e experiência proprietária na Mizuno Running Station, reforçando a proximidade com o consumidor e a experimentação de produto.
Ainda em performance, a Mizuno introduziu a coleção de supertênis Hyperwarp, composta por modelos voltados à alta velocidade e competição, representando o avanço da engenharia global da marca. Como parte dessa estratégia, realizou o Hyperwarp Challenge Brasil, reunindo atletas de elite em um evento proprietário que reforça o posicionamento da marca no alto rendimento e amplia sua visibilidade no segmento.
Em março a marca anunciou o retorno a sua presença nas corridas de rua, com o naming rights do Circuito Mizuno Athenas, um dos mais
tradicionais de São Paulo. A primeira etapa contou com mais de 9 mil participantes e teve destaque esportivo com quebra de recorde utilizando tecnologia da coleção Hyperwarp, reforçando a credibilidade dos produtos em ambiente competitivo.
A Mizuno Running Station seguiu como um ativo estratégico relevante, consolidando-se como principal hub de relacionamento e experimentação da marca no Brasil. No trimestre, o espaço atingiu o marco de 100 mil pessoas impactadas, fortalecendo o reconhecimento de marca e a conexão direta com a comunidade corredora.
No segmento de sportstyle, a Mizuno avançou na intersecção entre esporte e cultura urbana, com lançamentos que reforçam seu posicionamento no lifestyle. Entre os destaques estão o Wave Prophecy Morelia Neo, que conecta o legado do futebol à estética urbana, e a colaboração com a marca francesa VRUNK, que amplia a presença da Mizuno no cenário internacional ao incorporar referências da cultura brasileira em sua narrativa criativa.
Com uma estratégia integrada entre inovação, performance e expressão cultural, a Mizuno segue fortalecendo sua presença no mercado brasileiro e ampliando sua relevância nos territórios de running e sportstyle.

UNDER ARMOUR
AVANÇO EM RUNNING PERFORMANCE E FORTALECIMENTO DO PORTFÓLIO
No período, a Under Armour reforçou a sua presença no mercado de treino e ampliou a sua atuação na corrida de performance, com novos produtos desenvolvidos para os corredores brasileiros.
No segmento de treino, a marca lançou o Cross 2 SE, reforçando sua atuação em treinos de força com um modelo desenvolvido para oferecer estabilidade e desempenho.
Em running, o trimestre marcou um movimento estratégico relevante com a estruturação de uma pirâmide completa de produtos, conectando diferentes perfis de corredores. A marca lançou os modelos Nonstop e Endless, desenvolvidos no Brasil pelo time de P&D da Vulcabras em conjunto com a Under Armour Global, ampliando o acesso à tecnologia e fortalecendo sua
presença junto a corredores iniciantes e intermediários.
No topo dessa estratégia, a Under Armour trouxe ao Brasil o Velociti Elite 3, modelo de alta performance validado em competições internacionais, utilizado pela vencedora da Maratona de Boston 2025. O lançamento posiciona a marca de forma mais competitiva no segmento de elite e reforça sua capacidade de oferecer soluções para diferentes níveis de performance, apoiadas por inovação em materiais, biomecânica e engenharia de produto.
Com uma estratégia integrada entre inovação global, desenvolvimento de portfólio e comunicação mais próxima com a geração Z, a Under Armour segue ampliando sua relevância no Brasil e fortalecendo sua atuação no universo de treino e corrida.

30
ANEXOS
BALANÇO PATRIMONIAL
| BALANÇO PATRIMONIAL (CONSOLIDADO) | ||||
|---|---|---|---|---|
| R$ milhares | ||||
| ATIVO | 31/03/2026 | 31/12/2025 | PASSIVO | 31/03/2026 31/12/2025 |
| Caixa e equivalentes de caixa | 349.673 | 203.970 | Fornecedores | 151.921 90.359 |
| Contas a receber de clientes | 916.996 | 1.078.083 | Financiamentos e empréstimos | 416.217 300.568 |
| Estoques | 986.798 | 834.911 | Debêntures | 14.543 31.358 |
| Impostos a recuperar | 165.067 | 173.243 | Passivo de arrendamentos | 9.818 9.769 |
| Imposto de renda e contribuição social | 42.709 | 40.632 | Impostos a recolher | 57.428 72.157 |
| Dividendos e lucros a realizar | 4.000 | 0 | Salários e férias a pagar | 95.344 87.765 |
| Outras contas a receber | 44.758 | 48.038 | Provisões | 2.547 3.192 |
| Comissões a pagar | 26.132 38.886 | |||
| Dividendos e lucros a pagar | 835 835 | |||
| Outras Contas a pagar | 74.808 93.243 | |||
| ATIVO CIRCULANTE | 2.510.001 | 2.378.877 | PASSIVO CIRCULANTE | 849.593 728.132 |
| Aplicações financeiras | 13.099 | 2.877 | Financiamentos e empréstimos | 92.927 146.458 |
| Contas a receber de clientes | 2.809 | 2.879 | Debentures | 498.032 497.885 |
| Impostos a recuperar | 158.992 | 156.824 | Passivo de arrendamentos | 26.455 28.661 |
| Impostos de renda e contribuição social diferidos | 370.305 | 374.549 | Provisões | 47.895 47.741 |
| Depósitos judiciais | 8.729 | 9.102 | Imposto de renda e contribuição social diferidos | 1.893 1.913 |
| Bens destinados à venda | 194 | 194 | Outras contas a pagar | 624 861 |
| Outras contas a receber | 1.469 | 1.439 | ||
| REALIZÁVEL A LONGO PRAZO | 555.597 | 547.864 | PASSIVO NÃO CIRCULANTE | 667.826 723.519 |
| Investimentos | 69.958 | 72.073 | ||
| Direito de uso | 31.423 | 33.227 | ||
| Imobilizado | 645.559 | 629.916 | ||
| Intangível | 211.124 | 217.039 | ||
| 958.064 | 952.255 | |||
| PATRIMÔNIO LÍQUIDO | ||||
| Capital social | 1.579.519 1.575.196 | |||
| Reservas de capital | 636.158 640.224 | |||
| Reservas de reavaliação | 3.675 3.713 | |||
| Ajustes de avaliação patrimonial | 26.333 27.812 | |||
| Reserva de lucros | 180.060 180.060 | |||
| Lucros e Prejuízos acumulados | 80.171 0 | |||
| Patrimônio líquido atribuível aos controladores | 2.505.916 2.427.005 | |||
| Participações de não controladores | 327 340 | |||
| TOTAL DO ATIVO NÃO CIRCULANTE | 1.513.661 | 1.500.119 | TOTAL DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO | 2.506.243 2.427.345 |
| TOTAL DO PASSIVO | 1.517.419 1.451.651 | |||
| ATIVO | 4.023.662 | 3.878.996 | TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO | 4.023.662 3.878.996 |
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
ANEXOS
| DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS (CONSOLIDADO) | 1T26 | 1T25 | VAR (%) |
|---|---|---|---|
| R$ milhares | |||
| Receita líquida de vendas | 776.382 | 701.194 | 10,7% |
| Custo das vendas e revendas | -462.842 | -419.293 | 10,4% |
| Lucro bruto | 313.540 | 281.901 | 11,2% |
| Margem Bruta | 40,4% | 40,2% | 0,2 p.p. |
| Despesas com vendas | -149.960 | -132.616 | 13,1% |
| Reversão (provisão) para perdas esperadas para crédito de liquidação duvidosa | -1.868 | -1.451 | 28,7% |
| Despesas administrativas | -44.178 | -43.941 | 0,5% |
| Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas | -1.577 | 4.947 | -131,9% |
| Resultado da equivalência patrimonial | 1.335 | 956 | 39,6% |
| Resultado antes das despesas e receitas financeiras líquidas e tributos | 117.292 | 109.796 | 6,8% |
| Receitas financeiras | 22.282 | 29.221 | -23,7% |
| Despesas financeiras | -50.108 | -26.896 | 86,3% |
| Resultado financeiro líquido | -27.826 | 2.325 | -1296,8% |
| Resultado antes dos tributos sobre lucro | 89.466 | 112.121 | -20,2% |
| Imposto de renda e contribuição social correntes e diferidos | -9.333 | -6.056 | 54,1% |
| Lucro Líquido do período | 80.133 | 106.065 | -24,4% |
| Margem Líquida | 10,3% | 15,1% | -4,8 p.p. |
| Resultado atribuível aos: | |||
| Acionistas controladores | 80.133 | 106.072 | |
| Acionistas não controladores | 0 | -7 | |
| Lucro Líquido do período | 80.133 | 106.065 | |
| Resultado por ação | |||
| Resultado por ação ordinária - básico | 0,2562 | 0,3915 | |
| Resultado por ação ordinária - diluído | 0,2556 | 0,3910 | |
| Média ponderada das ações durante o período | |||
| Ações ordinárias em circulação | 312.830.254 | 270.929.739 | |
| Ações ordinárias em circulação com efeito diluidor | 313.475.412 | 271.282.772 |
As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
ANEXOS
√
DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA
| Demonstração de Fluxo de Caixa (Método Indireto) | 1T26 | 1T25 |
|---|---|---|
| R$ Milhares | ||
| Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais | ||
| Lucro Líquido do período | 80.133 | 106.065 |
| Ajustes para: | ||
| Depreciação e amortização | 33.671 | 30.592 |
| Provisão (reversão) para perdas por valor recuperável dos estoques | 7.937 | 7.188 |
| Juros s/ arrendamentos provisionados | 2.181 | 1.946 |
| Juros sobre debêntures provisionados | 17.972 | 0 |
| Amortização custos de transação sobre debêntures | 148 | 0 |
| Valor líquido dos itens tangíveis e intangíveis baixados | 6.639 | 931 |
| Rendimentos de aplicações financeiras | -209 | -251 |
| Provisões para contingências | 3.219 | 3.988 |
| Resultado da equivalência patrimonial | -1.335 | -956 |
| Transação com pagamento baseado em ações | -4.066 | -894 |
| Provisão (reversão) para perdas esperadas para crédito de liquidações duvidosa | 1.868 | 1.451 |
| Encargos financeiros e variação cambial reconhecidos no resultado | 16.794 | 6.435 |
| Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido | 9.333 | 6.056 |
| Participação de não controladores | 0 | 7 |
| Recuperação de PIS e COFINS s/ ICMS | -2.584 | -690 |
| Lucro líquido do período ajustado | 171.701 | 161.868 |
| Variações nos ativos e passivos | ||
| Contas a receber de clientes | 156.738 | 148.176 |
| Estoques | -159.824 | -153.310 |
| Impostos a recuperar | 6.515 | 7.878 |
| Outras contas a receber | 3.250 | -3.647 |
| Depósitos judiciais | -1.704 | -2.283 |
| Fornecedores | 59.599 | 51.910 |
| Comissões a pagar | -12.754 | -4.231 |
| Impostos e contribuições sociais a recolher | 7.387 | -6.973 |
| Salários e férias a pagar | 7.579 | 8.553 |
| Outras contas a pagar | -18.685 | -5.870 |
| Provisões | -1.633 | -1.586 |
| Variações nos ativos e passivos | 46.468 | 38.617 |
| Caixa proveniente das (utilizadas nas) atividades operacionais | 218.169 | 200.485 |
| Juros pagos | -49.436 | -6.975 |
| Pagamento de Juros de arrendamento | -1.263 | -918 |
| Impostos pagos sobre o lucro | -29.208 | -21.136 |
| -79.907 | -29.029 | |
| Fluxo de caixa líquido utilizado nas (proveniente das) atividades operacionais | 138.262 | 171.456 |
| Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos | ||
| Aquisições de imobilizado | -43.120 | -43.349 |
| Resgate (aplicação) de aplicações financeiras | -10.013 | 3.104 |
| Recursos provenientes da alienação de imobilizado | 315 | 16 |
ANEXOS
√
DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA
| Demonstração de Fluxo de Caixa (Método Indireto) | IT26 | IT25 |
|---|---|---|
| Aquisições de intangível | -1.409 | -2.725 |
| Fluxo de Caixa utilizado nas Atividades de Investimentos | -54.227 | -42.954 |
| Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento | ||
| Empréstimos tomados - Principal | 97.500 | 2.349 |
| Pagamento de empréstimos tomados - Principal | -36.192 | -82.688 |
| Aquisição de ações em tesouraria | 0 | -11.537 |
| Dividendos e juros sobre o capital próprio pagos | 0 | -101.636 |
| Aumento de capital | 4.323 | 4.409 |
| Pagamento de passivo de arrendamento | -4.071 | -3.345 |
| Fluxo de caixa líquido proveniente das (utilizado) nas Atividades de Financiamento | 61.560 | -192.448 |
| Aumento (redução) de Caixa e equivalente de Caixa | 145.595 | -63.946 |
| Caixa e equivalentes de caixa no início do período | 203.970 | 307.660 |
| Efeito da variação cambial sobre o caixa e equivalentes de caixa | 108 | 132 |
| Caixa e equivalentes de caixa no final do período | 349.673 | 243.846 |
| Aumento (redução) de Caixa e equivalentes de Caixa | 145.595 | -63.946 |
APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS IT26
INSTITUCIONAL
Vulcabras atua há 73 anos no setor calçadista brasileiro e nesse período consolidou-se como a maior indústria do setor de calçados esportivos do País tornando-se gestora de marcas líderes em seus respectivos segmentos: Olympikus, campeã nacional em venda de tênis e a marca que está democratizando a alta performance na Corrida, Under Armour, uma das maiores marcas de confecções, calçados e acessórios esportivos do mundo, e Mizuno, a marca de performance que acredita no valor do esporte e suporta a jornada de todos que dão o melhor de si independente de quem são, nível e tipo de esporte.
Fundada em julho de 1952 com a constituição da Companhia Industrial Brasileira de Calçados Vulcanizados S.A., em São Paulo, fabricava sapatos de couro com sola de borracha vulcanizada, e teve como um de seus primeiros ícones o Vulcabras 752, cujo nome era referência ao mês e ano de fundação da Companhia. Em 1973 iniciamos a produção de marcas esportivas no Brasil e desde então nos especializamos em entregar tecnologia nos calçados para democratização da performance esportiva.
Os calçados produzidos pela Companhia são encontrados em lojas de todo o Brasil, com equipe comercial ampla que atende a mais de 10 mil clientes em território nacional e em Países da América do Sul, no ecommerce e lojas próprias das marcas. São mais de 800 novos modelos por ano, projetados e desenvolvidos no maior centro de tecnologia e desenvolvimento de calçados esportivos da América Latina, instalado em Parobé - RS.
Os produtos são confecionados em duas modernas fábricas localizadas na região Nordeste, em Horizonte/CE e Itapetinga/BA. O centro administrativo da Companhia, por sua vez, está localizado em Jundiaí - SP, além de um Centro de Distribuição Logístico destinado ao Canal de E-commerce localizado em Extrema - MG. Há, ainda, uma filial com centro de distribuição no Peru. Estas seis unidades empregam, diretamente, mais de 24,0 mil colaboradores.
A Companhia trabalha com uma estratégia de diversificação de portfólios buscando constantemente inovação e aperfeiçoamento.

AUDITORIA INDEPENDENTE
AUDITORES INDEPENDENTES
Em conformidade com a Instrução CVM nº 381/03, a Vulcabras S.A. informa que desde 01/01/2022, nomeou a “Ernst & Young Auditores Independentes S/S Ltda” para a auditoria das suas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.
Para os serviços referentes à revisão do 1T26 foram desembolsados honorários de aproximadamente R$ 216,0 mil.
DECLARAÇÃO DA DIRETORIA
De acordo com o artigo 25, parágrafo 1º, item 5 da Instrução CVM nº 480/09, o Conselho de Administração, em reunião realizada em 05/05/2026 declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Vulcabras S.A. correspondentes ao período findo em 31 de março de 2026 e com o relatório de revisão dos auditores independentes sobre essas demonstrações financeiras.

ADMINISTRAÇÃO
ADMINISTRAÇÃO
COMPOSIÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
| Pedro Grendene Bartelle | Presidente do Conselho de Administração |
|---|---|
| André de Camargo Bartelle | 1º Vice-Presidente |
| Pedro Bartelle | 2º Vice-Presidente |
| Alberto Serrentino | Conselheiro Independente |
| Rafael Ferraz Dias de Moraes | Conselheiro Independente |
COMPOSIÇÃO DA DIRETORIA
| Pedro Bartelle | Diretor Presidente |
|---|---|
| Rafael Carqueijo Gouveia | Diretor Corporativo de Operações |
| Wagner Dantas da Silva | Diretor Financeiro e de Relações com Investidores |
| Evandro Saluar Kollet | Diretor Corporativo de Desenvolvimento de Produto e Inovação |
| Márcio Kremer Callage | Diretor de Marketing |
| Rodrigo Miceli Piazer | Diretor Corporativo de Supply Chain, Indústria e Recursos Humanos |


VULCABRAS
☐ H ☑
1Q26
EARNINGS RELEASE

VULCABRAS
√
Jundiaí, May 05, 2026 – Vulcabras S.A. (B3: VULC3) announces today its results for the first quarter of 2026 (1Q26). The operational and financial information of Vulcabras S.A. ("Company") is presented on a consolidated basis, in millions of Brazilian reais, prepared in accordance with accounting practices adopted in Brazil and with International Financial Reporting Standards (IFRS). The data contained in this report refer to the performance of the first quarter of 2026, compared to the same period of 2025, unless otherwise stated.
HIGHLIGHTS
GROSS VOLUME
7.6 million
pairs/pieces in n 1Q26, representing a 6.8% increase compared to the 7.1 million recorded in 1Q25.
NET REVENUE
R$ 776.4 million
in 1Q26, a 10.7% increase compared to the R$ 701.2 million recorded in 1Q25.
GROSS PROFIT
R$ 313.5 million
in 1Q26, an 11.2% increase compared to the R$ 281.9 million recorded in 1Q25.
GROSS MARGIN
40.4%
in 1Q26, a 0.2 p.p. increase compared to the 40.2% margin recorded in 1Q25.
RECURRING NET INCOME AND RECURRING NET MARGIN
R$ 86.1 million
in 1Q26, down 18.9% compared to 1Q25, with a Net Margin of 11.1%, representing a 4.0 p.p. decrease compared to the same period.
RECURRENT EBITDA AND RECURRING EBITDA MARGIN
R$ 156.9 million
in 1Q26, with growth of 11.8% compared to 1Q25, and an EBITDA Margin of 20.2%, with an expansion of 0.2 p.p. compared to that recorded in 1Q25.
| VULC3 QUOTE
(03/31/2026)
R$ 17.52 | MARKET VALUE
R$ 5.6 billion | NUMBER OF COMMON SHARES:
317,982,170 | INVESTOR RELATIONS
Wagner Dantas da Silva
CFO and IRO |
| --- | --- | --- | --- |
| VULCABRAS IR SITE
http://vulcabrasri.com
RI E-MAIL
[email protected] | RI TELEPHONE
+55 (11) 4532-1068 | VIDEO CONFERENCE
05/06/2026 at 10:00 am (Brasilia)
Access in Portuguese | |
EARNINGS RELEASE 1Q26
MESSAGE FROM MANAGEMENT
After a record year, Vulcabras (VULC3) started 2026 with another quarter of growth, reinforcing the resilience of its business model even in a still challenging consumption environment. The combination of strong brands, a verticalized operation and commercial discipline supported the Company's performance, which reached its 23rd consecutive quarter of growth, with advances in both revenue and volume.
In 1Q26, Vulcabras reported gross volume of 7.6 million pairs and units, a 6.8% increase compared to the same period of the previous year. Net revenue reached R$ 776.4 million, up 10.7% year-over-year, reflecting the continuity of the growth strategy focused on mix improvement, increased share of higher value-added products and strong acceptance of the brands' portfolio.
Gross profit totaled R$ 313.5 million, an 11.2% increase compared to 1Q25, while gross margin reached 40.4%, an expansion of 0.2 p.p. Recurring EBITDA amounted to R$ 156.9 million, up 11.8%, with a margin of 20.2%, 0.2 p.p. above the first quarter of the previous year, evidencing operational consistency and continuous efficiency gains.
Revenue growth was mainly driven by the Athletic Footwear category, which increased by 11.3% in the period. Olympikus maintained strong performance, with highlights in the performance-running segment, while Under Armour posted the highest relative growth among the brands, supported by new product launches. Mizuno continued to expand its presence, with consistent portfolio growth.
The e-commerce channel maintained its trajectory of qualified growth, reaching R$ 124.4 million in revenue, a 5.1% increase compared to 1Q25. This performance reinforces the strategic role of the channel in brand positioning and in offering a complete consumer experience, while preserving commercial discipline and avoiding aggressive promotional strategies.
The results reinforce Vulcabras' confidence in its growth trajectory throughout 2026. The Company starts the year with a solid operational base, balanced production, consolidated efficiency levels and healthy retail inventory levels.
The order backlog for 2026 supports this view, indicating another year of strong demand for the Company's products, driven by the solid sell-out performance of recently launched collections and the continuous evolution of the portfolio. We remain confident in Vulcabras' ability to grow consistently, innovate and generate value for consumers, partners and shareholders, while maintaining focus and discipline in the execution of its long-term strategy.

CONSOLIDATED PERFORMANCE
| RS Million | 1Q26 | 1Q25 | Var. %1Q26/1Q25 |
|---|---|---|---|
| Volume (million pairs and Itens) | 7.6 | 7.1 | 6,8% |
| Gross Operating Revenue | 923.1 | 826.3 | 11.7% |
| Net Revenue | 776.4 | 701.2 | 10.7% |
| Domestic Market | 755.6 | 671.3 | 12.6% |
| Foreign Market | 20.8 | 29.9 | -30.4% |
| Gross profit | 313.5 | 281.9 | 11.2% |
| Gross margin % | 40.4% | 40.2% | 0.2 p.p. |
| SG&A Operation Expenses | -196.1 | -178.0 | 10.2% |
| Other Net Operating Income (Expenses) | -1.6 | 4.9 | -132.7% |
| EBITDA | 150.9 | 140.4 | 7.5% |
| EBITDA Margin | 19.4% | 20.0% | -0.6 p.p. |
| Recurring EBITDA | 156.9 | 140.4 | 11.8% |
| Recurring EBITDA Margin | 20.2% | 20.0% | 0.2 p.p. |
| Net Income | 80.1 | 106.1 | -24.5% |
| Net Margin | 10.3% | 15.1% | -4.8 p.p. |
| Recurring Net Income | 86.1 | 106.1 | -18.9% |
| Recurring Net Margin | 11.1% | 15.1% | -4.0 p.p. |
EARNINGS RELEASE 1Q26
GROSS VOLUME
In 1Q26, the retail consumption environment remained challenging, marked by the continuation of an intensified promotional landscape across both brick-and-mortar and online channels. Clearance sales, traditionally concentrated at the beginning of the year, extended through the first half of February, increasing competitive pressure throughout the quarter.
In this context, the Company maintained its strategy of commercial discipline and brand positioning preservation, prioritizing higher-quality and more profitable sales, reinforcing its commitment to delivering sustainable results.
Gross billed volume reached 7.6 million pairs/units in 1Q26, a 6.8% increase compared to the 7.1 million recorded in 1Q25. Even in a highly promotional environment, the Company remained consistent in executing its strategy and expanded its share in the Athletic Footwear market.
Despite the consolidated growth of 6.8%, performance was impacted by distinct dynamics across categories, with a positive highlight in Athletic Footwear, partially offset by a decline in Others Footwear and Others.
GROSS VOLUME OF PAIRS AND PIECES/THOUSAND 1Q26 vs 1Q25
| Pairs and items (thousand) | 1Q26 | Share % | 1Q25 | Share % | Var. % 1Q26/1Q25 |
|---|---|---|---|---|---|
| Athletic Footwear | 4,843 | 63.9% | 4,381 | 61.8% | 10.5% |
| Other Footwear and Others (1) | 1,033 | 13.6% | 1,110 | 15.6% | -6.9% |
| Apparel and Accessories | 1,700 | 22.5% | 1,601 | 22.6% | 6.2% |
| Total | 7,576 | 100.0% | 7,092 | 100.0% | 6.8% |
I. Athletic Footwear: Total volume reached 4.8 million pairs in 1Q26, representing a 10.5%, increase compared to 1Q25. Performance reflected consistent demand for products across the three brands and was supported by the expansion of production capacity implemented throughout 2025. Demand in the domestic market remained solid, while performance in the Foreign Market came in below expectations.
II. Others Footwear and Others: The category posted a 6.9% decline in volume in 1Q26, mainly impacted by lower sales of occupational boots. This movement was primarily driven by reduced inventory replenishment by distributors, who started the period with higher-than-expected stock levels. Throughout the quarter, a gradual normalization of these inventories was observed, with a recovery in order flow. Performance was partially offset by growth in volumes of athletic flip flops.
III. Apparel and Accessories: The category recorded volume growth of 6.2% compared to 1Q25, with highlights for the performance of the Under Armour brand.

(1)Flip-flops, boots, women footwear and shoe components
NET OPERATING REVENUE CATEGORY
Net Operating Revenue totaled R$ 776.4 million in 1Q26, a 10.7% increase compared to the R$ 701.2 million recorded in 1Q25, marking the Company's 23rd consecutive quarter of growth.
This performance was achieved in an environment of heightened competitiveness and increased promotional intensity, supported by the Company's commercial strategy, balanced portfolio and consistent execution across sales channels.
Performance by category
The Athletic Footwear category grew 11.3% compared to 1Q25. The evolution of the brands and the strengthening of the product mix drove performance. Olympikus maintained strong performance, with highlights in the performance-running segment. Under Armour posted the highest relative growth among the brands, driven by the launch of new running models, while Mizuno continued to expand, supported by portfolio expansion.
The Others Footwear and Others category recorded a 14.1% increase in revenue compared to 1Q25, reflecting the strong performance of athletic flip flops, which gained greater relevance in the mix, partially offset by a decline in revenue from occupational boots.
The Apparel and Accessories category posted a 2.8% increase in 1Q26. Highlights included Under Armour's performance in the domestic market and the continued expansion of Olympikus in the category.
NET REVENUE BY CATEGORY – 1Q26 vs 1Q25
| R$ Million | 1Q26 | Share % | 1Q25 | Share % | Var.% 1Q26/1Q25 |
|---|---|---|---|---|---|
| Athletic Footwear | 653.2 | 84.1% | 586.9 | 83.7% | 11.3% |
| Other Footwear and Others (1) | 57.3 | 7.4% | 50.2 | 7.2% | 14.1% |
| Apparel and Accessories | 65.9 | 8.5% | 64.1 | 9.1% | 2.8% |
| Total Net Revenue | 776.4 | 100.0% | 701.2 | 100.0% | 10.7% |

(1)Flip-flops, boots, women footwear and shoe components

NET OPERATION REVENUE MARKET
DOMESTIC MARKET
Net Operating Revenue in the domestic market reached R$ 755.6 million in 1Q26, a 12.6% increase compared to 1Q25.
Despite a challenging start to the year, performance was positive, mainly supported by the Athletic Footwear category, which remained the main driver of consolidated revenue growth.
The result reflects the evolution of the brands, the strengthening of distribution and the efficiency of commercial initiatives, which continued to drive the Company's consistent growth in Brazil.
FOREIGN MARKET
Net Operating Revenue in the Foreign Market totaled R$ 20.8 million in 1Q26, a 30.4% decrease compared to 1Q25.
Performance reflects the challenges faced in the Company's main markets of operation, highlighting a still challenging environment in Latin America.
NET REVENUE BY MARKET – 1Q26 vs 1Q25
| R$ Million | 1Q26 | Share % | 1Q25 | Share % | Var.% 1Q26/1Q25 |
|---|---|---|---|---|---|
| Domestic Market | 755.6 | 97.3% | 671.3 | 95.7% | 12.6% |
| Foreign Market | 20.8 | 2.7% | 29.9 | 4.3% | -30.4% |
| Total Net Revenue | 776.4 | 100.0% | 701.2 | 100.0% | 10.7% |
MARKET SHARE – 1Q26

Domestic Market Foreign Market


E-COMMERCE
In 1Q26, the e-commerce channel operated in an environment of high promotional intensity, especially in marketplaces, where clearance sales extended through the first half of February.
In this context, the Company maintained the commercial strategy implemented at the end of 2025, prioritizing the preservation of the positioning of its key product lines and the capture of healthier margins.
As a result, revenue growth occurred at a more moderate pace. On the other hand, the channel's operational performance, measured by EBITDA margin, maintained a positive trajectory of improvement.
Net revenue from the channel totaled R$ 124.4 million in 1Q26, representing a 5.1% increase compared to the same period of the previous year. E-commerce represented 16.0% of consolidated net revenue.

NET REVENUE AND NOR PARTICIPATION
| R$ Million | 1Q26 | 1Q25 | Var.% 1Q26/1Q25 |
|---|---|---|---|
| E-commerce Net Revenue | 124.4 | 118.4 | 5.1% |
| NOR % Participation | 16.0% | 16.9% | -0.9 p.p. |

COST OF GOODS SOLDS (COGS)
Throughout the first quarter of 2026, the Company faced relevant pressures on its cost structure. Operational labor costs were impacted by higher payroll charges — reflecting the second phase of the gradual payroll tax reinstatement —, the minimum wage increase, with a significant real gain, and elevated absenteeism levels.
Regarding production inputs, such as raw materials and packaging materials, cost increases were also observed. This pressure stemmed from the same labor-related impacts across the supplier chain and was further intensified by higher prices of oil derivatives amid a context of geopolitical tensions.
Even in this challenging scenario, the Company managed to keep the cost of goods sold (COGS) proportionally lower compared to the same period of the previous year, demonstrating the effectiveness of cost control measures, industrial productivity gains and disciplined cost management implemented throughout the quarter.
In 1Q26, COGS represented 59.6% of net revenue, a reduction of 0.2 percentage points compared to 1Q25. This performance reinforces the Company's resilience and operational efficiency, even in an adverse environment.
The Company maintained its focus on initiatives aimed at increasing operational efficiency and capturing scale gains, in order to mitigate external pressures and preserve profitability, even in a challenging macroeconomic scenario. Amid adverse macroeconomic conditions.
COST OF GOODS SOLD (%COGS/NOR)


GROSS PROFIT AND GROSS MARGIN
The increase in produced and sold volumes, higher operational productivity and the rise in average selling price supported the expansion of gross margin, even amid significant impacts on the cost of goods sold.
The Company's industrial plants resumed full operations after the collective vacation period and, with the stabilization of the workforce, efficiency indicators gradually improved until reaching planned levels. Programmed volumes were achieved and production costs remained within expectations.
In 1Q26, the Company recorded gross profit of R$ 313.5 million, representing an 11.2% increase compared to the same period of the previous year. Consolidated gross margin reached 40.4%, 0.2 percentage points above the level reported in 1Q25.
This performance highlights not only the Company's resilience in a challenging macroeconomic environment, but also reinforces its commitment to innovation, excellence in product delivery and agility in adapting to new scenarios.

GROSS PROFIT AND GROSS MARGIN

10
SERVING THE WORLD
SELLING AND ALLOWANCE FOR DOUBTFUL ACCOUNTS EXPENSES
In 1Q26, expenses related to selling, advertising and Estimated Losses on Doubtful Accounts (ECLD) totaled R$ 151.9 million, representing a 13.3% increase compared to the same period of 2025.
Direct expenses associated with sales and ECLD, excluding advertising investments, amounted to R$ 106.6 million in 1Q26, corresponding to an 8.1% increase compared to the R$ 98.6 million recorded in 1Q25. When compared to net revenue, these expenses represented 13.7% in 1Q26, a reduction of 0.4 p.p. compared to the 14.1% reported in the same quarter of the previous year. Commission expenses decreased compared to the levels reported in 1Q25, mainly due to changes in the mix of brands, products and channels, resulting in a lower relative share. Regarding freight expenses, although upward pressure was observed throughout the last month of the quarter, the impact on the period's results was still not significant.



ADVERTISING AND MARKETING EXPENSES
In 1Q26, investments in advertising and marketing totaled R$ 45.3 million, a 27.6% increase compared to the R$ 35.5 million recorded in the same period of 2025. This increase reflects the continued intensification of communication and brand positioning initiatives throughout the quarter, mainly driven by the events celebrating the 50th anniversary of the Olympikus brand, which continued at an accelerated pace, bringing the brand even closer to its consumers. In relation to net revenue, advertising and marketing expenses represented 5.8%, an increase of 0.7 p.p. compared to the 5.1% reported in 1Q25.
Olympikus maintained the pace of brand strengthening by combining innovation and community building. The quarter was marked by the launch of Corre Pace, the first ultra-running shoe developed in Brazil, reinforcing its high-performance proposition and positioning in the premium segment. The brand also deepened its consumer insights with the second edition of the "Por Dentro do Corre" study, which highlighted the expansion of the running community in the country, and expanded its presence in regional events and activations. As an additional highlight, it launched the Corre do Amanhã project, focused on developing new talents, reinforcing its commitment to the development of the sport in Brazil.
Mizuno advanced in consolidating its positioning focused on technological innovation and brand experience. In running, it stood out with the evolution of the Neo Line, including the launch of Neo Zen 2, and with the introduction of the Hyperwarp super shoe collection, aimed at high performance. The brand also strengthened its
presence in road races through the Mizuno Athenas Circuit and expanded the reach of the Mizuno Running Station, which impacted 100 thousand people during the quarter. In sportstyle, it advanced in connecting sport and culture, with launches and collaborations that increased its relevance in the lifestyle segment.
Under Armour strengthened its presence in training and advanced in building a more complete running portfolio. During the period, it launched the Cross 2 SE in the training segment and structured a product pyramid in running, with models developed in Brazil for different runner profiles, such as Nonstop and Endless. At the top of the portfolio, it introduced the Velociti Elite 3 in the country, reinforcing its competitiveness in the high-performance segment. The strategy combines global innovation, local development and closer communication with younger audiences.




GENERAL AND ADMINISTRATIVE EXPENSES


In 1Q26, general and administrative expenses totaled R$ 44.2 million, representing an increase of 0.7% compared to the same period of the previous year.
When analyzed as a percentage of net revenue, these expenses represented 5.7% in 1Q26, a reduction of 0.6 percentage points compared to 1Q25.
The main variations observed were due to:
(i) an increase in software maintenance services, driven by additional efforts required to adapt systems to the requirements of the ongoing tax reform; and
(ii) a decrease in personnel expenses, due to the reversal of provisions related to Stock Option plans, following the partial exercise of the 2023 plan.



OTHER NET OPERATING INCOME (EXPENSES)
In 1Q26, Other Net Operating Income (Expenses) totaled an expense of R$ 1.6 million, compared to an income of R$ 4.9 million recorded in the same period of 2025.
During the quarter, a non-recurring event related to the write-off of intangible assets (discontinued software) used in the e-commerce back-office platforms was recognized. This effect had a negative impact of R$ 6.0 million on Other Net Operating Income (Expenses) in 1Q26, reducing the reported accounting figure.
As this is a non-recurring effect, this expense does not reflect the Company's recurring operating trend, and its consideration is relevant for a proper analysis of expense evolution.
Excluding the non-recurring event, Other Operating Income (Expenses), Net totaled income of R$ 4.4 million in 1Q26, 10.2% lower than the recurring income of R$ 4.9 million recorded in the same period of the previous year.
| R$ Million | 1Q26 | 1Q25 | Var.% 1Q26/1Q25 |
|---|---|---|---|
| Other Net Operating Income (Expenses) | -1.6 | 4.9 | -132.7% |
| (+) Write-off of intangible assets related to e-commerce platform software | 6.0 | 0.0 | N/A |
| Recurring Other Net Operating Income (Expenses) | 4.4 | 4.9 | -10.2% |
NET FINANCIAL INCOME
In 1Q26, net financial result was an expense of R$ 27.8 million, compared to an income of R$ 2.3 million in 1Q25.
During the quarter, an increase in interest expenses was observed, driven by the higher financial liabilities resulting from the new debt profile established at the end of 2025. The Company started 2026 with net debt of R$ 769.4 million, which led to higher financial expenses throughout 1Q26.
| R$ Million | 1Q26 | 1Q25 | Var.% 1Q26/1Q25 |
|---|---|---|---|
| Capital structure | 9.0 | 8.6 | 4.7% |
| Operating | 3.7 | 4.8 | -22.9% |
| Exchange differences | 9.6 | 15.8 | -39.2% |
| Financial Income | 22.3 | 29.2 | -23.6% |
| Capital structure | -36.3 | -11.8 | 207.6% |
| Operating | -2.6 | -2.6 | 0.0% |
| Exchange differences | -11.2 | -12.5 | -10.4% |
| Financial Costs | -50.1 | -26.9 | 86.2% |
| Net Financial Income | -27.8 | 2.3 | -1308.7% |
NET INCOME AND NET MARGIN
In 1Q26, the Company recorded net income of R$ 80.1 million, representing a 24.5% decrease compared to the same period of the previous year, when net income totaled R$ 106.1 million. Net margin for the quarter reached 10.3%, a decline of 4.8 p.p. compared to the 15.1% reported in 1Q25.
Net income for the period was impacted by the increase in the financial result, driven by the higher level of indebtedness throughout the second half of 2025. This movement was associated with the need to support higher working capital, increased CAPEX investments and the acceleration of dividend distribution.
The Company has been focusing its efforts on reducing leverage in the shortest possible timeframe, with the objective of consequently lowering financial expenses.
Non-recurring event: During the quarter, a non-recurring event related to the write-off of intangible assets (discontinued software) used in the e-commerce back-office platforms was recognized. This effect had a negative impact of R$ 6.0 million on the Company's results in 1Q26, reducing reported net income.


NET INCOME AND NET MARGIN
Excluding the non-recurring event, net income totaled R$ 86.1 million in 1Q26, 18.9% lower than the recurring net income of R$ 106.1 million recorded in the same period of the previous year.
Strong sales performance, combined with greater dilution of operating expenses, helped mitigate the negative impacts of the financial result and the increase in the tax burden.
NON-RECURRING EVENT
| R$ Million | 1Q26 | 1Q25 | Var.% 1Q26/1Q25 |
|---|---|---|---|
| Net income | 80,1 | 106,1 | -24,5% |
| (+) Write-off of intangible assets related to e-commerce platform software | 6,0 | 0,0 | N/A |
| Total impact of non-recurring Effect on net income | 6,0 | 0,0 | N/A |
| Recurring net income | 86,1 | 106,1 | -18,9% |
| Recurring net margin | 11,1% | 15,1% | -4,0 p.p. |

RECURRING NET INCOME AND RECURRING NET MARGIN
EBITDA AND EBITDA MARGIN
In 1Q26, the Company's EBITDA totaled R$ 150.9 million, representing a 7.5% increase compared to R$ 140.4 million recorded in the same period of 2025.
Despite the EBITDA growth in absolute terms, the EBITDA margin declined in the comparison between 1Q26 and 1Q25, decreasing from 20.0% to 19.4%. It is important to highlight, however, that EBITDA was negatively impacted by R$ 6.0 million, with an effect of -0.8 p.p. on the margin, due to the recognition of a non-recurring event related to the write-off of intangible assets (discontinued software) used in the e-commerce BackOffice platforms.


17
EBITDA AND EBITDA MARGIN
Excluding this effect, recurring EBITDA in 1Q26 totaled R$ 156.9 million, representing an 11.8% increase compared to the same period of the previous year. The recurring EBITDA margin reached 20.2%, with an expansion of 0.2 percentage points compared to 20.0% in 1Q25.
The EBITDA margin remained at a solid level, consistent with the Company's operating structure, highlighting its ability to adapt and its resilience in the face of the challenges during the period.
NON-RECURRING EVENT
| R$ Million | 1Q26 | 1Q25 | Var. % 1Q26/1Q25 |
|---|---|---|---|
| EBITDA | 150.9 | 140.4 | 7.5% |
| (+) Write-off of intangible assets related to e-commerce platform software | 6.0 | 0.0 | N/A |
| Total Impact of Non-Recurring Effect on EBITDA | 6.0 | 0.0 | N/A |
| Recurring EBITDA | 156.9 | 140.4 | 11.8% |
| Recurring EBITDA Margin | 20.2% | 20.0% | 0.2 p.p. |

ROIC
RETURN ON INVESTED CAPITAL
The annualized Return on Invested Capital (ROIC²) reached 33.6% in 1Q26-LTM (last twelve months ended March 31, 2026).
| ROIC | 2023 | 2024 | 2025 | 1Q26 (LTM) |
|---|---|---|---|---|
| Net Income for the period (LTM) | 494.9 | 569.9 | 1,165.3 | 1,139.4 |
| (+) Net Financial Income (LTM) | 4.8 | (22.6) | (101.1) | (70.9) |
| NOPAT | 499.7 | 547.3 | 1,064.2 | 1,068.5 |
| Invested Capital | ||||
| Loans, Financing and debentures | 437.8 | 336.9 | 976.3 | 1,021.7 |
| (-) Cash and cash equivalents | (361.0) | (307.7) | (204.0) | (349.7) |
| (-) Financial Investments | (13.4) | (6.6) | (2.9) | (13.1) |
| (+) Equity | 1,995.3 | 2,110.3 | 2,427.3 | 2,506.2 |
| Invested Capital | 2,058.7 | 2,132.9 | 3,196.7 | 3,165.1 |
| Average invested capital for the period (1) | 1,999.9 | 2,095.8 | 2,664.9 | 3,181.0 |
| Annualized ROIC (2) | 25.0% | 26.1% | 39.9% | 33.6% |
The annualized Adjusted Return on Invested Capital (Adjusted ROIC³) reached 36.6% in 1Q26-LTM (last twelve months ended March 31, 2026).
| ADJUSTED ROIC | 2023 | 2024 | 2025 | 1Q26 (LTM) |
|---|---|---|---|---|
| Net Income for the period (LTM) | 494.9 | 569.9 | 1,165.3 | 1,139.4 |
| (+) Net Financial Income (LTM) | 4.8 | (22.6) | (101.1) | (70.9) |
| (-) Equity Results (LTM) | (7.9) | (6.1) | (3.8) | (4.2) |
| NOPAT (Adjusted) | 491.8 | 541.2 | 1,060.4 | 1,064.3 |
| Invested Capital | ||||
| Loans, Financing and debentures | 437.8 | 336.9 | 976.3 | 1,021.7 |
| (-) Cash and cash equivalents | (361.0) | (307.7) | (204.0) | (349.7) |
| (-) Financial Investments | (13.4) | (6.6) | (2.9) | (13.1) |
| (-) Goodwill on acquisition | (198.2) | (198.2) | (198.2) | (198.2) |
| (-) Investment in subsidiary | (62.9) | (64.3) | (72.1) | (70.0) |
| (+) Equity | 1,995.3 | 2,110.3 | 2,427.3 | 2,506.2 |
| Total Adjusted Invested Capital | 1,797.6 | 1,870.4 | 2,926.4 | 2,897.0 |
| Average adjusted invested capital for the period (1) | 1,732.4 | 1,834.0 | 2,398.4 | 2,911.7 |
| Adjusted Annualized ROIC (3) | 28.4% | 29.5% | 44.2% | 36.6% |
ROIC: Return on Invested Capital
(1) Average invested capital at the end of this period and the end of the previous year.
(2) ROIC: NOPAT for the last 12 months divided by the average invested capital
(3) Adjusted ROIC is a non-accounting measure calculated by dividing Adjusted NOPAT (defined as net income (loss) plus net financial income less equity in the earnings and income from discontinued operations) divided by average adjusted Invested Capital. Adjusted Invested Capital is defined as the sum of equity (equity) and Net Debt (as defined below), less goodwill recorded in intangible assets and the investment in non-controlled companies
CAPEX
In 1Q26, the Company made investments totaling R$ 47.7 million in property, plant and equipment and intangible assets, representing a 1.4% decrease compared to the same period of 2025.
The increase recorded in machinery and equipment and industrial facilities refers to the completion of the production capacity expansion initiated throughout 2025, with the delivery of the final acquired equipment.
ADDITIONS TO FIXED ASSETS AND INTANGIBLES
| R$ Million | 1Q26 | 1Q25 | Var. % 1Q26/1Q25 |
|---|---|---|---|
| Molds | 11.9 | 11.3 | 5.3% |
| Machinery and equipment | 13.8 | 27.0 | -48.9% |
| Industrial facilities | 6.1 | 2.9 | 110.3% |
| Others | 14.5 | 4.5 | 222.2% |
| Property, plant and equipment | 46.3 | 45.7 | 1.3% |
| Software | 1.4 | 2.7 | -48.1% |
| Intangible assets | 1.4 | 2.7 | -48.1% |
| Total | 47.7 | 48.4 | -1.4% |

21
OPERATING CASH GENERATION
Cash variation in 1Q26 totaled R$ 156.0 million and was mainly composed of the following events:
I. EBITDA of R$ 150.9 million;
II. Capital increase from the exercise of Stock Options totaling R$ 4.3 million;
III. Increase in bank liabilities of R$ 45.5 million;
IV. Reduction in working capital requirements of R$ 34.0 million;
V. Investments in property, plant and equipment and intangible assets of R$ 44.5 million;
VI. Financial result of R$ 27.8 million.

CASH FLOW 1Q26

CASH FLOW - CASH
(1) Other Income: Sale/Write-off of Fixed Assets and Intangible Assets + Income and Expenses from the issuance of Shares + Resources from the sale of investments + Effect of the conversion of investees abroad.
(2) Other Expenses: IR and CSLL + Effect of the conversion of investees abroad + Payment of financial lease liabilities.
√
NET DEBT
As of March 31, 2026, the Company reported net debt of R$ 658.9 million, a decrease of R$ 110.5 million compared to December 31, 2025, when net debt totaled R$ 769.4 million. Following the increase in debt throughout 2025 to support higher working capital requirements, the acceleration of capital investments (Capex), and a robust dividend distribution, the strategy for 2026 is focused on financial deleveraging, prioritizing debt reduction over the course of the year.
NET DEBT
| R$ million | 12/31/2024 | 12/31/2025 | 03/31/2026 | Var. % 03/31/2026 vs 12/31/2025 |
|---|---|---|---|---|
| Loans, Financing and debentures | 336.9 | 976.3 | 1,021.7 | 4.7% |
| Cash and cash equivalents | -307.7 | -204.0 | -349.7 | 71.4% |
| Financial investments | -6.6 | -2.9 | -13.1 | 351.7% |
| Net Debt | 22.6 | 769.4 | 658.9 | -14.4% |

EVOLUTION OF NET DEBT AND LEVERAGE

WORKING CAPITAL AND FINANCIAL CYCLE (EX-DIVIDENDS)
CAPITAL MARKET
DIVIDENDS
In the first months of 2026, the Company, while maintaining strict financial discipline, focused its efforts on reducing leverage, which is why no new dividend distributions were announced during the period.
It is worth noting, however, that in 2025 the Company distributed R$ 1,541.9 million in dividends, demonstrating its commitment to value creation and shareholder returns.
The Company remains committed to, whenever feasible, seeking the best returns for its shareholders, while preserving a balanced capital structure and avoiding exposure to excessive risks.
RETURN TO SHAREHOLDERS
| Type | Accrual | Total Amount | Amount paid per Share | Base date for distribution | Payment date |
|---|---|---|---|---|---|
| Interim Dividends | 2024 | 245.1 | 1.000 | 1/25/2024 | 2/8/2024 |
| Interim Dividends | 2023 | 204.2 | 0.750 | 3/13/2024 | 3/25/2024 |
| Interim Dividends | 2024 | 122.6 | 0.500 | 1/25/2024 | 4/17/2024 |
| Interim Dividends | 2024 | 41.1 | 0.150 | 5/15/2024 | 5/29/2024 |
| Interim Dividends | 2024 | 34.0 | 0.125 | 8/12/2024 | 8/23/2024 |
| Interim Dividends | 2024 | 34.0 | 0.125 | 8/19/2024 | 9/2/2024 |
| Interim Dividends | 2024 | 34.0 | 0.125 | 9/19/2024 | 10/1/2024 |
| Interim Dividends | 2024 | 34.0 | 0.125 | 10/17/2024 | 11/1/2024 |
| Interim Dividends | 2024 | 34.0 | 0.125 | 11/18/2024 | 12/2/2024 |
| Total Dividends 2024 | 783.0 | ||||
| Interim Dividends | 2024 | 33.8 | 0.125 | 12/16/2024 | 1/2/2025 |
| Interim Dividends | 2024 | 33.8 | 0.125 | 1/21/2025 | 2/3/2025 |
| Interim Dividends | 2024 | 33.8 | 0.125 | 2/17/2025 | 3/6/2025 |
| Interim Dividends | 2024 | 33.8 | 0.125 | 3/18/2025 | 4/1/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 33.8 | 0.125 | 4/17/2025 | 5/2/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 34.0 | 0.125 | 5/20/2025 | 6/2/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 34.0 | 0.125 | 6/18/2025 | 7/1/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 34.0 | 0.125 | 7/17/2025 | 8/1/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 34.0 | 0.125 | 8/18/2025 | 9/1/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 300.0 | 1.104 | 9/8/2025 | 9/22/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 34.0 | 0.125 | 9/17/2025 | 10/1/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 34.0 | 0.125 | 10/20/2025 | 11/3/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 34.0 | 0.125 | 11/17/2025 | 12/1/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 578.4 | 2.130 | 11/4/2025 | 12/15/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 19.3 | 0.070 | 11/4/2025 | 12/15/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 34.0 | 0.125 | 12/15/2025 | 12/29/2025 |
| Interim Dividends | 2025 | 203.2 | 0.650 | 12/22/2025 | 12/30/2025 |
| Total Dividends 2025 | 1,541.9 |
CAPITAL MARKET
SHARE BUYBACK PROGRAM
Since May 2022, the Company has maintained a Share Repurchase Program aimed at optimizing capital allocation and generating shareholder value. On March 11, 2025, the Board of Directors approved a new Share Repurchase Program for a period of 18 months. The program authorizes the repurchase of up to 10 million shares and is valid through September 2026.
This Share Repurchase Program is a strategy focused on capital optimization and enhancing shareholder value, while also reflecting the Company's confidence in its future performance.
| Type | Balance 12/31/2024 | Balance 12/31/2025 | Balance 03/31/2026 |
|---|---|---|---|
| Treasury Shares Quantity | 3,107.0 | 3,869.2 | 3,869.2 |
| Treasury Shares BRL | 45.4 | 56.9 | 56.9 |
SUSTAINABILITY AND SOCIAL IMPACT
Sustainability remains one of the pillars of Vulcabras' business, guiding decisions and investments that generate value for the Company and a positive impact on society.
In the first quarter of 2026, the Company continued the projects already supported through tax incentive laws, reinforcing its commitment to the development of the communities in which it operates. These initiatives remain primarily concentrated in the states of Ceará, Bahia, and Rio Grande do Sul, directly impacting children, adolescents, and elderly individuals in situations of social vulnerability.
Among the ongoing projects, key highlights include initiatives focused on culture, sports, and social development, such as Amarte, which supports 150 children and adolescents aged 12 to 15 in Horizonte (CE) and Itapetinga (BA); the Horizonte Triathlon School, which promotes access to sports for 50 children aged 6 to 12; The Povo do Mar project in Fortaleza (CE), which impacts 80 children aged 5 to 6 through after-school sports activities; and the WimBelemDon project in Rio Grande do Sul, which offers tennis practice for 70 children along with psycho-pedagogical support, reinforcing the Company's commitment to encouraging sports.




As part of the evolution of its socials' agenda, Vulcabras structured the expansion of its portfolio of incentivized projects, including two new initiatives set to begin in 2026.
The EnvelheSer Ativo project will focus on promoting an active and healthy lifestyle for elderly individuals, initially serving 60 direct beneficiaries through physical activities, social engagement workshops, and initiatives aimed at strengthening family and community ties.
Additionally, the Ateliê do Brincar project, in its new expansion phase, will operate in public early childhood education schools, delivering artistic interventions and educational activities expected to directly benefit students and educators, expanding access to culture and promoting children's holistic development through play and artistic expression.
In addition to it social projects, Vulcabras contributed, through PRONON, to the Instituto do Câncer do Ceará, supporting a project for the acquisition of equipment to expand the diagnosis and treatment of patients in the region.
These initiatives reflect Vulcabras' view that sports, culture, and education are essential tools for social transformation, contributing to the physical, emotional, and social development of beneficiaries, while positioning the Company as an active agent of social change, expanding the reach of its investments and strengthening its contribution to the development of the communities where it operates.
SOCIAL IMPACT IN THE QUARTER
+300 direct beneficiaries impacted
In projects focused on culture, sports, and social development
150 children and adolescents
Supported by the Amarte project (Ceará and Bahia)
50 children participants
in the Horizonte Triathlon School
80 children impacted
by the Povo do Mar project (Ceará)
60 elderly people
Supported through active aging initiatives
70 children participants
in the Wimbelemdon project (Rio Grande do Sul)
1 public school benefited
Through actions by Ateliê do Brincar (Ceará)
BRAND MANAGEMENT
COMPLEMENTARY PORTFOLIO, INNOVATION AND CONSUMER CONNECTION
In the first quarter of 2026, Vulcabras continued executing its brand strengthening strategy, supported by a complementary portfolio and an integrated approach across innovation, product development, and consumer connection.
Olympikus, Mizuno and Under Armour advanced consistently within their respective territories, increasing relevance across running, training and sportstyle segments. Olympikus reinforced its leadership in the running category by expanding its portfolio and advancing community-driven initiatives; Mizuno strengthened its positioning in performance and technological innovation, while also expanding its presence in sportstyle; and Under Armour progressed in building its presence
in running and training, combining local development with global innovation.
Throughout the quarter, the brands were driven by strategic launches, proprietary activations, presence at key events, and engagement initiatives that strengthened brand perception and deepened connections with different consumer profiles.
With a disciplined and data-driven management approach, Vulcabras continues to evolve its portfolio, capture growth opportunities, and reinforce its position as the largest sporting goods brand manager in Brazil.


OLYMPIKUS
INNOVATION, COMMUNITY AND EXPANSION OF THE RUNNING ECOSYSTEM
In the first quarter of 2026, Olympikus continued executing its brand strengthening strategy, combining product innovation, consumer insights generation, and a consistent presence within the running community across different regions of Brazil.
The period was marked by the launch of Corre Pace, the first ultra running shoe developed in Brazil, representing a significant step forward in the brand's high-performance proposition. The model introduces a new category within the portfolio and reinforces Olympikus' ability to develop globally competitive technology. The launch was accompanied by the "Nova Era" event, which brought together media, athletes, and key opinion leaders, increasing brand visibility and consolidating its positioning in the premium segment.
On the innovation front, Olympikus also promoted the second edition of the "Por Dentro do Corre" study, the largest research initiative on running culture in Brazil. The study indicated the addition of approximately 2 million new runners in 2025, with notable growth among women, younger consumers, and middle-income (Class C) segments. These insights reinforce the market's expansion potential and help guide the brand's
strategy for upcoming cycles.
Community engagement remained a central pillar of the strategy, with support for races and activations across multiple regions in Brazil. Highlights include events such as Travessia Torres-Tramandai, Meia Maratona da Chapada dos Veadeiros, Rota do Sol Nascente, and Meia de Curitiba, in addition to proprietary initiatives and experiences that strengthen the brand's connection with runners of different profiles.
Another key milestone was the launch of the Corre do Amanhã project, in partnership with the Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima, aimed at developing new Brazilian running talents. This initiative reinforces Olympikus' commitment to the development of the sport in Brazil and to building a strong foundation for its future.
With a strategy that combines innovation, consumer proximity, and ecosystem development, Olympikus begins 2026 further consolidating its presence in the segment.

MIZUNO
PERFORMANCE INNOVATION AND STRENGTHENING PRESENCE IN RUNNING AND SPORTSTYLE
In the first quarter of 2026, Mizuno further consolidated its position with a focus on technological innovation, portfolio expansion, and strengthening its connection with Brazilian runners, aligned with its global positioning "Reach Beyond".
In the running segment, the brand continued developing the Neo Line with the launch of Neo Zen 2, a premium model designed for daily use that quickly gained relevance among runners due to its versatility and adaptability across different types of training. The launch was supported by digital activations and a proprietary experience at the Mizuno Running Station, reinforcing consumer proximity and product trial.
Still within performance, Mizuno introduced the Hyperwarp super shoe collection, featuring models designed for high speed and competition, representing an advancement in the brand's global engineering. As part of this strategy, the company hosted the Hyperwarp Challenge Brazil, bringing together elite athletes in a proprietary event that reinforced the brand's high-performance positioning and increased its visibility within the segment.
In March, the brand announced its return to road racing, securing the naming rights of the Circuito Mizuno Athenas, one of São Paulo's most traditional race circuits. The first stage gathered
more than 9,000 participants and featured a record-breaking performance using technology from the Hyperwarp collection, reinforcing product credibility in a competitive environment. The Mizuno Running Station remained a key strategic asset, consolidating its role as the brand's main relationship and product trial hub in Brazil. During the quarter, the space reached the milestone of 100,000 people impacted, strengthening brand awareness and direct engagement with the running community.
In the sportstyle segment, Mizuno advanced at the intersection of sport and urban culture, with launches that reinforce its positioning in lifestyle. Highlights include the Wave Prophecy Morelia Neo, which connects football heritage with urban aesthetics, and the collaboration with French brand VRUNK, expanding Mizuno's international presence by incorporating elements of Brazilian culture into its creative narrative.
With an integrated strategy combining innovation, performance, and cultural expression, Mizuno continues to strengthen its presence in the Brazilian market and expand its relevance across running and sportstyle segments.

UNDER ARMOUR
ADVANCING RUNNING PERFORMANCE AND STRENGTHENING THE PORTFOLIO
During the period, Under Armour reinforced its presence in the training market and expanded its role in performance running, with new products developed for Brazilian runners.
In the training segment, the brand launched the Cross 2 SE, strengthening its position in strength training with a model designed to deliver stability and performance.
In running, the quarter marked a relevant strategic move with the structuring of a complete product pyramid, connecting different runner profiles. The brand launched the Nonstop and Endless models, developed in Brazil by Vulcabras' R&D team in partnership with Under Armour Global, expanding access to technology and strengthening its presence among entry-level and intermediate runners.
At the top of this strategy, Under Armour brought the Velociti Elite 3 to Brazil, a high-performance model validated in international competitions and worn by the winner of the 2025 Boston Marathon. The launch positions the brand more competitively in the elite segment and reinforces its ability to offer solutions for different performance levels, supported by innovation in materials, biomechanics, and product engineering.
With an integrated strategy combining global innovation, portfolio development, and closer communication with Generation Z, Under Armour continues to expand its relevance in Brazil and strengthen its presence in the training and running universe.
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ATTACHMENTS
BALANCE SHEET (CONSOLIDATED)
| In thousands of Reais | |||
|---|---|---|---|
| ASSETS | 03/31/2026 | 12/31/2025 | |
| Cash and cash equivalents | 349,673 | 203,970 | Suppliers |
| Accounts receivable from customers | 916,996 | 1,078,083 | Loans and financing |
| Inventories | 986,798 | 834,911 | Debentures |
| Recoverable taxes | 165,067 | 173,243 | Lease liability |
| Income tax and social contribution | 42,709 | 40,632 | Taxes payable |
| Dividends and Profits receivable | 4,000 | 0 | Salaries and vacation payable |
| Other accounts receivable | 44,758 | 48,038 | Provisions |
| Commissions payable | |||
| Dividends payable | |||
| Other accounts payable | |||
| CURRENT ASSETS | 2,510,001 | 2,378,877 | CURRENT LIABILITIES |
| Financial investments | 13,099 | 2,877 | Loans and financing |
| Accounts receivable from customers | 2,809 | 2,879 | Debentures |
| Recoverable taxes | 158,992 | 156,824 | Lease liability |
| Deferred income tax and social contribution | 370,305 | 374,549 | Provisions |
| Judicial deposits | 8,729 | 9,102 | Income tax and social contribution |
| Goods intended for sale | 194 | 194 | Other accounts payable |
| Other accounts receivable | 1,469 | 1,439 | |
| LONG-TERM ASSETS | 555,597 | 547,864 | NON-CURRENT LIABILITIES |
| Investments | 69,958 | 72,073 | |
| Right to use | 31,423 | 33,227 | |
| Property, plant and equipment (PP&E) | 645,559 | 629,916 | |
| Intangible assets | 211,124 | 217,039 | |
| 958,064 | 952,255 | ||
| SHAREHOLDERS' EQUITY | |||
| Capital | |||
| Capital reserves | |||
| Revaluation reserves | |||
| Equity valuation adjustments | |||
| Profit Reserve | |||
| Retained earnings and losses | |||
| Shareholders' equity attributable to controllers | |||
| Non-Controlling interests | |||
| NON-CURRENT ASSETS | 1,513,661 | 1,500,119 | |
| TOTAL ASSETS | 4,023,662 | 3,878,996 | TOTAL LIABILITIES AND SHAREHOLDERS' EQUITY |
The accompanying notes are an integral part of these financial statements.
ATTACHMENTS
| INCOME STATEMENT (CONSOLIDATED) | 1Q26 | 1Q25 | VAR (%) |
|---|---|---|---|
| In thousands of Reais | |||
| Net Revenue | 776.382 | 701.194 | 10,7% |
| Cost of sales | -462.842 | -419.293 | 10,4% |
| Gross Profit | 313.540 | 281.901 | 11,2% |
| Margem Bruta | 40,4% | 40,2% | 0,2 p.p. |
| Sales Expenses | -149.960 | -132.616 | 13,1% |
| Expected losses for bad debts | -1.868 | -1.451 | 28,7% |
| General and Administrative Expenses | -44.178 | -43.941 | 0,5% |
| Other net Operating income (Expenses) | -1.577 | 4.947 | -131,9% |
| Equity in net income of subsidiaries | 1.335 | 956 | 39,6% |
| Net Income before net financial income and taxes | 117.292 | 109.796 | 6,8% |
| Financial income | 22.282 | 29.221 | -23,7% |
| Financial Expenses | -50.108 | -26.896 | 86,3% |
| Net financial Income | -27.826 | 2.325 | -1296,8% |
| Net Income before taxes | 89.466 | 112.121 | -20,2% |
| Deferred income tax and social contribution | -9.333 | -6.056 | 54,1% |
| Net Income | 80.133 | 106.065 | -24,4% |
| Net Income Margin | 10,3% | 15,1% | -4,8 p.p. |
| Income attributable to: | |||
| Controlling Shareholders | 80.133 | 106.072 | |
| Non-Controlling Shareholders | 0 | -7 | |
| Net Income | 80.133 | 106.065 | |
| Earnings per share | |||
| Earnings per common share - basic | 0,2562 | 0,3915 | |
| Earnings per common share - diluted | 0,2556 | 0,3910 | |
| Weighted average of shares during the period | |||
| Common shares | 312.830.254 | 270.929.739 | |
| Common shares outstanding (diluted) | 313.475.412 | 271.282.772 |
The accompanying notes are an integral part of these financial statements.
CASH FLOW STATEMENT
| Cash Flow Statement (Indirect Method) | 1Q26 | 1Q25 |
|---|---|---|
| In Thousand of Reais | ||
| Cash Flow Operating activities | ||
| Net Income for the period | 80,133 | 106,065 |
| Adjustments for: | ||
| Depreciation and amortization | 33,671 | 30,592 |
| Provision (reversal) for impairment losses on inventories | 7,937 | 7,188 |
| Interest on provisioned leases | 2,181 | 1,946 |
| Interest on provisioned debentures | 17,972 | 0 |
| Amortization of transaction costs on debentures | 148 | 0 |
| Net value of written off tangible and intangible assets | 6,639 | 931 |
| Income from financial investments | -209 | -251 |
| Provision for contingency | 3,219 | 3,988 |
| Equity in net income of subsidiaries | -1,335 | -956 |
| Transaction with share-based payments | -4,066 | -894 |
| Provision (Reversal) for expected losses for doubtful debt | 1,868 | 1,451 |
| Financials charges and exchange variation recognized in profit or loss | 16,794 | 6,435 |
| Current and deferred income tax and social contribution | 9,333 | 6,056 |
| Non-Controlling interest | 0 | 7 |
| Recovery of PIS and COFINS on ICMS | -2,584 | -690 |
| Adjusted Income for the period | 171,701 | 161,868 |
| Change in assets and liabilities | ||
| Account Receivable | 156,738 | 148,176 |
| Inventories | -159,824 | -153,310 |
| Recoverable taxes | 6,515 | 7,878 |
| Other accounts receivable | 3,250 | -3,647 |
| Judicial deposits | -1,704 | -2,283 |
| Suppliers | 59,599 | 51,910 |
| Commissions payable | -12,754 | -4,231 |
| Taxes to collect | 7,387 | -6,973 |
| Salaries and vacations payable | 7,579 | 8,553 |
| Other accounts payable | -18,685 | -5,870 |
| Provisions | -1,633 | -1,586 |
| Changes in assets and liabilities | 46,468 | 38,617 |
| Cash provided by (used in) operating activities | 218,169 | 200,485 |
| Interest paid | -49,436 | -6,975 |
| Payment of lease interest | -1,263 | -918 |
| Taxes paid on profit | -29,208 | -21,136 |
| -79,907 | -29,029 | |
| Net Cash Flow provided by (used in) operating activities | 138,262 | 171,456 |
| Cash flow from investing activities | ||
| Acquisitions of property, plant and equipment | -43,120 | -43,349 |
| Redemption (application) of financial investments | -10,013 | 3,104 |
CASH FLOW STATEMENT
| Cash Flow Statement (Indirect Method) | 1Q26 | 1Q25 |
|---|---|---|
| Resources from the disposal of fixed assets | 315 | 16 |
| Acquisition of intangible assets | -1.409 | -2.725 |
| Net Cash Flow used in investing activities | -54.227 | -42.954 |
| Cash flow from financing activities | ||
| Loans obtained - Main | 97.500 | 2.349 |
| Payment of loans obtained - Main | -36.192 | -82.688 |
| Acquisition of treasure shares | 0 | -11.537 |
| Dividends and interest on shareholders' equity paid | 0 | -101.636 |
| Capital Increase | 4.323 | 4.409 |
| Payment of lease liabilities | -4.071 | -3.345 |
| Net Cash Flow used in financing activities | 61.560 | -192.448 |
| Increase (decrease) in cash and cash equivalents | 145.595 | -63.946 |
| Cash and cash equivalents at beginning of the period | 203.970 | 307.660 |
| Effect of Exchange Variation on cash and cash equivalents | 108 | 132 |
| Cash and cash equivalents at end of the period | 349.673 | 243.846 |
| Increase (decrease) in cash and cash equivalents | 145.595 | -63.946 |
INSTITUTIONAL
Vulcabras has been operating in the Brazilian footwear industry for 73 years and, over this period, has consolidated its position as the largest company in the Athletic Footwear segment in the country, becoming the manager of leading brands in their respective segments: Olympikus, the national leader in running shoe sales and the brand that is democratizing high performance in Running; Under Armour, one of the world's largest sports apparel, footwear and accessories brands; and Mizuno, a performance brand that believes in the value of sport and supports the journey of everyone who gives their best, regardless of who they are, their level or their sport.
Founded in July 1952 as Companhia Industrial Brasileira de Calçados Vulcanizados S.A., in São Paulo, the Company initially manufactured leather shoes with vulcanized rubber soles, and one of its first icons was the Vulcabras 752, whose name referred to the month and year of the Company's foundation. In 1973, we began producing sports brands in Brazil and, since then, we have specialized in delivering technology in footwear to democratize sports performance.
The Company's footwear can be found in stores throughout Brazil, supported by a broad commercial team serving more than 10,000 clients nationwide and in South American countries, as well as through the brands' e-commerce platforms and own stores. More than 800 new models are designed and developed each year at the largest athletic footwear technology and development center in Latin America, located in Parobé, Rio Grande do Sul.
Products are manufactured at two modern factories located in the Northeast region of Brazil, in Horizonte, Ceará, and Itapetinga, Bahia. The Company's administrative headquarters are located in Jundiaí, São Paulo, in addition to a Distribution Center dedicated to the E-commerce Channel in Extrema, Minas Gerais. There is also a branch with a distribution center in Peru. These six units directly employ more than 24,000 people.
The Company follows a portfolio diversification strategy, constantly pursuing innovation and continuous improvement.
INDEPENDENT AUDIT
In accordance with CVM Instruction 381/03, Vulcabras S.A. informs that since 01/01/2022, it has appointed “Ernst & Young Auditores Independentes S/S Ltda” to audit its individual and consolidated financial statements.
For the services relating to the 1Q26 review, fees of approximately R$ 216.0 thousand were disbursed.
BOARD STATEMENT
Pursuant to article 25, paragraph 1, item 5 of CVM Instruction 480/09, the Board of Directors, in a meeting held on May 05, 2026, declares that it has reviewed, discussed, and agreed with the individual and consolidated financial statements of Vulcabras S.A. for the period ended March 31, 2026, as well as with the independent auditors' review report on these financial statements.
MANAGEMENT
W
MEMBERS OF THE BOARD OF DIRECTORS
| Pedro Grendene Bartelle | Chairman |
|---|---|
| André de Camargo Bartelle | 1st Vice Chairman |
| Pedro Bartelle | 2nd Vice Chairman |
| Alberto Serrentino | Independent Member |
| Rafael Ferraz Dias de Moraes | Independent Member |
COMPOSITION OF THE EXECUTIVE BOARD
| Pedro Bartelle | Chief Executive Officer |
|---|---|
| Rafael Carqueijo Gouveia | Chief Operation Officer |
| Wagner Dantas da Silva | Chief Financial Officer and Investor Relations Officer |
| Evandro Saluar Kollet | Chief Product Development and Technology Officer |
| Márcio Kremer Callage | Chief Marketing Officer |
| Rodrigo Miceli Piazer | Chief Supply Chain, Manufacturing and Human Resources Officer |
VULCABRAS
☐ H ☑