Quarterly Report • Nov 30, 2010
Quarterly Report
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Reditus – Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A. Sociedade anónima com o capital aberto ao investimento público Sede: Rua Pedro Nunes, nº. 11 – 1050-169 Lisboa Capital Social: 51.557.265 Euros Matriculada na C.R.C. de Lisboa com o número único de matrícula e de Pessoa Colectiva 500 400 997
3º Trimestre 2010 (9M10)
| 2. Indicadores Consolidados 4 |
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|---|---|
| 3. Indicadores por Área de Negócios 7 |
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| 4. Balanço - Principais Rubricas 10 |
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| 5. Comportamento Bolsista11 | |
| 6. EBITDA por Área de Negócio 12 |
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| 7. Factos Relevantes Ocorrido nos Primeiros Nove Meses de 2010 13 |
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| II - Anexo ao Relatório Consolidado de Gestão 15 |
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| III. LISTA DOS TITULARES DE PARTICIPAÇÕES QUALIFICADAS A 30 DE SETEMBRO DE 2010 CALCULADAS NOS TERMOS DE ARTIGO 20º DO CÓDIGO DOS VALORES MOBILIÁRIOS, E TAMBÉM, PARA EFEITOS DO ARTIGO 448º DO CÓGIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS 17 |
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| IV - Demonstrações Financeiras Consolidadas 18 DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS CONDENSADAS DA POSIÇÃO FINANCEIRA 18 |
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| EM 30 DE SETEMBRO DE 2010 E 31 DE DEZEMBRO DE 200918 | |
| (Valores expressos em Euros)18 | |
| DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS CONDENSADAS DOS RESULTADOS 19 |
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| DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS CONDENSADAS DOS RENDIMENTOS INTEGRAIS20 | |
| DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS CONDENSADAS DOS FLUXOS DE CAIXA21 | |
| ANEXO À DEMONSTRAÇÕES CONDENSADAS CONSOLIDADAS DOS FLUXOS DE CAIXA22 | |
| DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO23 | |
| Índice das Notas às Demonstrações Financeiras Consolidadas em 30 de Setembro de 2010 24 |
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| 1. ACTIVIDADE25 | |
| 2. POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS MAIS SIGNIFICATIVAS25 | |
| 3. GESTÃO DO RISCO FINANCEIRO / CONTAS A RECEBER/ CONTAS A PAGAR: 26 |
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| 5. EMPRESAS INCLUIDAS NA CONSOLIDAÇÃO30 | |
| A aquisição da SAPi2 vai permitir à ROFF consolidar a sua posição de maior implementador de soluções SAP em Portugal, reforçando a sua presença no Norte do país, passando a contar com uma equipa total de cerca de 400 pessoas, das quais aproximadamente 100 no escritório do Porto. 32 |
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| 6. INFORMAÇÃO POR SEGMENTO33 | |
| 7. ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS34 | |
| 8. GOODWILL35 | |
| 9. ACTIVOS E PASSIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS36 |
| 10. INTERESSES MINORITÁRIOS 37 |
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|---|---|
| 11. EMPRÉSTIMOS38 | |
| 12. PROVISÕES E AJUSTAMENTOS39 | |
| 13. PASSIVOS POR LOCAÇÃO FINANCEIRA 39 |
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| 14. RÉDITOS OPERACIONAIS41 | |
| 15. FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS 42 |
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| 16. GASTOS COM PESSOAL42 | |
| 17. RESULTADOS FINANCEIROS 43 |
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| 18. IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO43 | |
| a) O Excesso de estimativa de imposto deve-se principalmente aos benefícios fiscais no âmbito do SIFIDE – Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial, sendo que a candidatura referente ao ano de 2009 só foi entregue no primeiro semestre de 2010. 44 |
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| 19. COMPROMISSOS44 | |
| 20. CONTINGÊNCIAS 44 |
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| 21. PARTES RELACIONADAS45 | |
| 22. DERROGAÇÕES E OUTROS ASPECTOS47 | |
| 23. EVENTOS SUBSEQUENTES Á DATA DO BALANÇO 47 |
Nos primeiros nove meses do ano de 2010, a Reditus apresentou um desempenho positivo mantendo a tendência dos trimestres anteriores, apesar da deterioração do ambiente macroeconómico em Portugal.
As Vendas e Prestação de Serviços Consolidados da Reditus atingiram € 75,6 milhões, um aumento de 2,2% face ao período homólogo do ano anterior. As áreas de BPO e ITC registaram, mais uma vez, um excelente desempenho operacional, alcançando crescimentos da actividade de 19% e 46%, respectivamente.
A actividade da Reditus no 3º trimestre do ano ficou marcada pela aquisição da Digisis e Ogimatech, constituindo um importante passo na estratégia de desenvolvimento do Grupo, a qual, centrada no alargamento da oferta de serviços e soluções de excelência, tem por objectivo a afirmação do Grupo Reditus como parceiro preferencial dos seus clientes, apoiando-os no desenvolvimento dos seus negócios, em qualquer geografia.
O Grupo Reditus é um dos maiores players nacionais no sector das Tecnologias de Informação. As suas actividades estão estruturadas em quatro áreas de competências: BPO, IT Outsourcing (ITO), IT Consulting (ITC) e Sistemas de Engenharia e Mobilidade, sendo as primeiras os principais drivers da estratégia do Grupo.
Os Proveitos Operacionais Consolidados da Reditus atingiram nos primeiros nove meses do ano de 2010 (9M10) o montante de € 77,7 milhões, o que representa um acréscimo de 2,3% face aos € 76,0 milhões registados no período homólogo de 2009 (9M09).
O Volume de Negócios Consolidado ascendeu neste período a € 75,6 milhões, valor que corresponde a um aumento de 2,2% face ao mesmo período do ano anterior impulsionado pelo crescimento da área de BPO e ITC.
As Vendas Internacionais representaram 24% do Volume de Negócios.
Os Custos Operacionais Consolidados líquidos de amortizações, provisões e ajustamentos totalizaram € 72,6 milhões nos 9M10, o que representa um aumento, em termos homólogos, de 5,3% e representaram 93,4% dos Proveitos Totais.
O EBITDA Consolidado foi de € 5,1 milhões, diminuindo 27% quando comparado com os 9M09 devido ao desempenho negativo verificado principalmente na área de ITO, provocado pelo atraso no arranque de projectos em mercados internacionais designadamente em Angola. Excluindo este efeito, a evolução do EBITDA teria sido positiva. A margem EBITDA cifrou-se em 6,6%, 2,7 p.p. abaixo da margem de 9,3% atingida nos 9M09.
A área de ITC apresentou uma excelente performance no período em análise com a margem EBITDA a registar um crescimento de 9,6 p.p. para 10,6%.
As Depreciações, Amortizações, Provisões e Ajustamentos atingiram € 3,3 milhões nos 9M10, uma diminuição de 8,2% face aos € 3,6 milhões no período homólogo.
O Resultado Operacional (EBIT) registou um decréscimo de 46,7% para € 1,8 milhões. A margem operacional cifrou-se em 2,4%, valor que compara com 4,6% atingidos nos 9M09.
Os Resultados Financeiros atingiram um valor líquido negativo de € 3,4 milhões, um acréscimo de 27,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este acréscimo é essencialmente explicado pelo aumento da dívida bruta média decorrente do pagamento das empresas recentemente adquiridas e da incorporação das respectivas dívidas e pelo aumento da taxa de juro efectiva.
O Resultado Líquido Consolidado atingiu € 153 mil no período em análise, o que traduz um acréscimo de 3% face aos € 149 mil alcançados no período homólogo de 2009.
3. Indicadores por Área de Negócios
7
O BPO é representado pela Redware, líder de mercado na área de operações de Back-Office e Front-Office em regime de Outsourcing (Business Process Outsourcing) em Portugal.
Com metodologias próprias, tecnologias associadas e recursos especializados, a Redware apresenta as melhores soluções de Outsourcing na área de tratamento de dados. As actividades do BPO incluem serviços de: (i) Operação e Gestão de Cobranças; (ii) Tratamento de Documentos (Digitalização e Indexação); (iii) Gestão de Arquivos; (iv) Gestão de Correspondência; e (v) Serviços de Back-Office.
A Redware tem entre os seus Clientes diversas empresas de grande dimensão, nomeadamente nos sectores bancários, segurador, telecomunicações e saúde, para os quais executa operações que se revestem de um elevado grau de complexidade.
O BPO contribuiu com cerca de 17% para o Volume de Negócios total da Reditus e 18% do EBITDA total gerado nos primeiros nove meses do ano.
A área de BPO manteve a tendência positiva verificada nos últimos trimestres, registando nos 9M10 um aumento no Volume de Negócios de 19% para € 12,8 milhões. O EBITDA apresentou um forte incremento, em termos homólogos, de 31,2% para € 0,95 milhões, equivalente a uma margem EBITDA de 7,3%, 0,7 p.p acima da margem registada no mesmo período do ano anterior.
O ITO é representado pela Tecnidata, pela ALL2IT e pela Partblack (Panda Security Portugal). Esta área de negócio disponibiliza aos seus Clientes competências integradas no perímetro das Infra-estruturas de TI. Os serviços prestados incluem: (i) HelpDesk de Tecnologias de Informação e Comunicações (Service Desk), (ii) Gestão e Manutenção de Equipamentos, (iii) Projecto e Implementação de Redes de Dados (Networking e Segurança) e (iv) Gestão e Manutenção de Redes e Sistemas.
Nesta unidade de negócio destaca-se o reforço da oferta de produtos e serviços com a aquisição no ano passado do distribuidor exclusivo em Portugal do software de segurança da Panda Security e com o lançamento de novas ofertas de serviços de outsourcing e a recente racionalização e reestruturação que implicou a fusão por incorporação das sociedades que prestam serviços e fornecem soluções nesta área, permitindo a redução de custos e o aumento da eficiência operacional
O ITO representou 35% do Volume de Negócios e 17% do EBITDA total do Grupo Reditus.
Nos 9M10, o Volume de Negócios desta área atingiu € 26,7 milhões, um decréscimo de 28,2% face ao valor registado no período homólogo. O EBITDA registou uma diminuição de 82,4% para € 895 mil, equivalente a uma margem EBITDA de 3,3%. O decréscimo verificado nesta área ficou a dever-se ao atraso no arranque de projectos em mercados internacionais designadamente em Angola, sendo que sem este efeito a performance teria sido positiva.
Esta área de negócio é representada pela ROFF, Reditus II (Skills & Solutions e Solutions Factory), Reditus Consulting (ex-Digisis) e Ogimatech e fornece serviços de Consultoria de Tecnologias de Informação incluindo Consultoria SAP, Outsourcing Especializado e Software Factory e serviços de Consultoria de Negócio.
A oferta de serviços de Consultoria SAP inclui: SAP Business Consulting, SAP Consulting, SAP Maintenance, SAP Development Factory e SAP Software & Maintenance Licensing.
À área do Outsourcing Especializado compete reforçar e cooperar com os seus Clientes/Parceiros na criação de Valor Sustentado na contínua aquisição de Recursos Únicos em diversas áreas de Tecnologias de Informação.
A Software Factory implementa uma abordagem de produção de software obedecendo aos princípios de estandardização, especialização, escalabilidade e economia. Nesta perspectiva é possível uma maior eficiência no processo de concepção, economias de escala na produção, um controlo rigoroso da qualidade e com maior rapidez de desenvolvimento.
Em Abril de 2010, a ROFF adquiriu a totalidade do capital da SAPi2 CI - Consultoria Informática, SA, empresa de consultoria de sistemas de informação e implementadora de soluções SAP sediada no Porto, cuja integração nas demonstrações financeiras consolidadas se reporta a 1 de Abril de 2010.
Em Julho e Agosto de 2010, a Reditus adquiriu a Digisis e a Ogimatech, respectivamente. A Digisis aporta capacidade de gestão e uma prática consolidada nas áreas de consultoria de negócio e de IT, nomeadamente nos sectores Financeiro, Público e de Telecomunicações, constituindo-se como um importante elemento na estratégia de desenvolvimento e transformação do Grupo Reditus, assegurando as competências necessárias a uma liderança sustentada do processo, tendo em vista a implementação de uma organização com forte vocação sectorial, que integre o conhecimento do negócio e dos processos dos seus clientes, com uma oferta de soluções e serviços especializados e diferenciadores.
A Ogimatech oferece serviços de consultoria internacional em áreas como estratégia de negócio, processos e organização, sistemas de informação e tecnologias. Paralelamente oferece também assistência em projectos de cooperação para o desenvolvimento em países subdesenvolvidos, normalmente financiados por entidades internacionais como a União Europeia, Banco Mundial ou Banco Africano de Desenvolvimento. A empresa tem
um historial de mais de 20 anos de forte presença em Angola, onde tem sido um importante parceiro de diversas entidades estatais, em especial no sector petrolífero, tendo também uma forte presença em Moçambique.
O ITC representou 48% do Volume de Negócios e 78% do EBITDA total do Grupo Reditus.
Nos 9M10, esta unidade de negócio apresentou um excelente desempenho operacional reflectindo, não apenas a integração das empresas recentemente adquiridas mas também o forte crescimento do mercado internacional que contribui com 39% da facturação total. Os Proveitos Operacionais aumentaram 50,5% para € 37,6 milhões e o EBITDA foi de € 4,0 milhões, o que compara com € 262 mil registados no mesmo período do ano anterior. A margem EBITDA aumentou 9,6p.p. para 10,6%.
A Reditus desenvolve Soluções de Engenharia para montagem ("back-end" e "front-end") de semicondutores e outros componentes micro electrónicos, Soluções de Geo-referenciação e Telemetria e Personalização de Documentos Financeiros.
A actividade de Sistemas de Engenharia e Mobilidade apresentou um decréscimo de 36% para € 3,0 milhões. O EBITDA atingiu perdas de € 0,7 milhões vs ganhos de € 1,0 milhões atingidos no período homólogo.
Este decréscimo é explicado pelo atraso na adjudicação de um concurso público e pela forte queda verificada nas vendas de soluções de Geo-referenciação e Telemetria não compensada pela recuperação alcançada na área de semi-condutores.
| 30-09-2010 | 31-12-2009 | Var. % | |
|---|---|---|---|
| Activo Total | 155,6 | 140,0 | 11,2% |
| Activos Não Correntes | 91,1 | 81,7 | 11,6% |
| Activos Correntes | 64,5 | 58,3 | 10,7% |
| Capital Próprio | 31,2 | 20,4 | 52,7% |
| Passivo Total | 124,4 | 119,5 | 4,1% |
| Passivos Não Correntes | 38,4 | 31,7 | 21,3% |
| Passivos Correntes | 86,1 | 87,9 | -2,1% |
No final do 3º trimestre, dia 30 de Setembro de 2010, a cotação de fecho das acções Reditus fixou-se nos € 7,50, um valor em linha com os € 7,49 registados no inicio de 2010.
Em termos de liquidez, foram transaccionadas durante os 9M10 cerca de 245 mil de títulos da Reditus, representando um valor de transacção de € 1,8 milhões.
O número médio diário de acções transaccionadas fixou-se em cerca de 1,3 mil títulos, correspondente a um valor médio diário de cerca de € 9,7 mil.
| Unidade: milhares de $\epsilon$ | |||
|---|---|---|---|
| 30-09-2010 | 30-09-2009 | Var% | |
| Total Reditus | |||
| Proveitos Operacionais | 77.722 | 75.983 | 2,3% |
| Vendas | 19.364 | 18.882 | 2,6% |
| Prestação de Serviços | 56.193 | 55.043 | 2,1% |
| Outros Proveitos Operacionais | 2.164 | 2.057 | 5,2% |
| Gastos Operacionais (exclui amort., provisões e ajust.) | 72.597 | 68.948 | 5,3% |
| EBITDA | 5.125 | 7.035 | $-27,2%$ |
| Margem EBITDA | 6,6% | 9,3% | $-2,7$ pp |
| BPO | |||
| Proveitos Operacionais | 12.914 | 10.821 | 19,3% |
| Vendas | |||
| Prestação de Serviços | 12.801 | 10.757 | 19,0% |
| Outros Proveitos Operacionais | 112 | 64 | 76,0% |
| Gastos Operacionais (exclui amort., provisões e ajust.) | 11.966 | 10.098 | 18,5% |
| EBITDA | 948 | 723 | 31,2% |
| Margem EBITDA | 7,3% | 6,7% | $0,7$ pp |
| ITO | |||
| Proveitos Operacionais | 26.804 | 37.702 | $-28,9%$ |
| Vendas | 13.684 | 14.125 | $-3,1%$ |
| Prestação de Serviços | 13.001 | 23.045 | 43,6% |
| Outros Proveitos Operacionais | 119 | 532 | $-77,6%$ |
| Gastos Operacionais (exclui amort., provisões e ajust.) | 25.909 | 32.630 | $-20,6%$ |
| EBITDA | 895 | 5.072 | $-82,4%$ |
| Margem EBITDA | 3,3% | 13,5% | $-10,1$ pp |
| ITC | |||
| Proveitos Operacionais | 37.636 | 25.000 | 50,5% |
| Vendas | 4.475 | 3.470 | 29,0% |
| Prestação de Serviços | 31.519 | 21.108 | 49,3% |
| Outros Proveitos Operacionais | 1.642 | 422 | 289,1% |
| Gastos Operacionais (exclui amort., provisões e ajust.) | 33.632 | 24.738 | 35,9% |
| EBITDA | 4.005 | 262 | 1428,7% |
| Margem EBITDA | 10,6% | 1,0% | $9,6$ pp |
| Engenharia e Mobilidade | |||
| Proveitos Operacionais | 2.970 | 4.646 | $-36,1%$ |
| Vendas | 1.536 | 1.495 | 2,7% |
| Prestação de Serviços | 1.103 | 2.237 | $-50,7%$ |
| Outros Proveitos Operacionais | 330 | 914 | -63,9% |
| Gastos Operacionais (exclui amort., provisões e ajust.) | 3.692 | 3.636 | 1,6% |
| EBITDA | (722) | 1.011 | $-171,5%$ |
| Margem EBITDA | $-24,3%$ | 21,8% | $-46,1$ pp |
| Outros e Intra-grupo | |||
| Proveitos Operacionais | (2.602) | (2.187) | |
| Vendas | (331) | (208) | |
| Prestação de Serviços | (2.231) | (2.104) | |
| Outros Proveitos Operacionais | (40) | 125 | |
| Gastos Operacionais (exclui amort., provisões e aiust.) | (2.602) | (2.155) |
Durante os primeiros nove meses do ano, a Reditus divulgou os seguintes factos relevantes ao mercado:
Oferta Pública de Subscrição de até 1.600.000 acções representativas do aumento de capital de 44.630.250 para até 52.630.250 Eur. da Reditus, SGPS, S.A. - Resultados da Oferta
Foram subscritas um total de 1.385.403 acções, ao preço de subscrição de 7,50 euros, correspondendo a 86,59% da Oferta Pública de Subscrição, que foi subscrita de forma incompleta.
Oferta Pública de Subscrição reservada a accionistas, através da emissão de até 1.600.000 novas acções ordinárias, tituladas e ao portador, com o valor nominal de 5 Euros cada na modalidade de novas entradas em dinheiro, através de subscrição pública reservada aos Accionistas titulares de direitos de subscrição de Acções Novas ou às pessoas que tenham adquirido direitos de subscrição de Acções Novas.
O preço de subscrição das Acções Novas é de 7,50 Euros por acção, o que representa um prémio de emissão de 2,50 Euros por acção, devendo o pagamento ser efectuado em numerário e integralmente no acto de subscrição.
Posteriormente à publicação das contas, relativas ao exercício de 2009, a Reditus SGPS, S.A., recebeu por parte da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários ("CMVM"), comentários aos referidos documentos, pelo que vem apresentar informação complementar aos documentos de prestação de contas de 2009. As Demonstrações Financeiras Consolidadas foram reexpressas ao abrigo das IFRS 3 - Concentração de Actividades Empresariais e IAS 8 – Politicas Contabilísticas, Alteração nas Estimativas Contabilísticas e Erros.
Réditos Operacionais de 52,2 M€, EBITDA de 3,8 M€ e Resultados Líquidos de 0,224M€ (vs 0,129 M€).
Reditus adquire a totalidade do capital da Ogimatech Portugal -Consultoria Empresarial e Institucional, SA. pelo valor de aproximadamente 1,7 milhões de euros e uma componente variável que está dependente dos resultados da empresa nos próximos dois anos. A Ogimatech é uma empresa Portuguesa que oferece serviços de Consultoria Internacional em áreas como Estratégia de Negócio, Processos e Organização, Sistemas de Informação e Tecnologias, tendo em 2009 apresentado um Volume de Negócios de 5,7 milhões de euros e um EBITDA de aproximadamente 0,4 milhões de euros.
Para financiar parcialmente a aquisição da Ogimatech e as aquisições da Digisis e da Partblack, SA e para fazer face a outros compromissos pendentes da Reditus, foi deliberado realizar um aumento de capital no montante de até doze milhões de euros, mediante a emissão de um máximo de 1.600.000 acções ao preço de subscrição de 7,50 euros por acção (correspondente a um valor nominal unitário de 5,00 euros, acrescido de um prémio de emissão de 2,50 euros), operação a implementar através de oferta pública de subscrição reservada aos seus accionistas.
Réditos Operacionais de 26,9 M€ (+5,3% YoY), EBITDA de 2,9 M€ (+39% YoY) e Resultados Líquidos de 0,161 M€ (vs 0,460 M€).
Aquisição da totalidade do capital da SAPi2 CI - Consultoria Informática, SA, pelo valor de 1 milhão de euros, sujeito a ajustamentos. A SAPi2 CI - Consultoria Informática, SA, é uma empresa de consultoria de sistemas de informação e implementadora de soluções SAP sediada no Porto, desenvolvendo a sua actividade principalmente no Norte do País e contando com uma equipa técnica de 53 pessoas. Em 2009, a SAPi2 CI apresentou uma facturação de 3,4 milhões de euros e um EBITDA em termos recorrentes de cerca de 200 mil euros.
Aprovado por unanimidade: (1) o relatório de gestão e as contas do exercício relativas ao ano de 2009, bem como o relatório consolidado de gestão e as contas consolidadas relativas ao mesmo exercício; (2) o relatório sobre o governo da sociedade; (3) a proposta de aplicação de resultados apresentadas pelo Conselho de Administração; (4) um voto de louvor ao Conselho de Administração e ao Conselho Fiscal pela forma como desempenharam as respectivas funções no exercício relativo ao ano de 2009; (5) proposta do Conselho de Administração de ratificação da cooptação do Senhor Engº Francisco José Martins Santana Ramos como Administrador da; (6) proposta apresentada pela Comissão de Remunerações sobre a política de remuneração dos Administradores, bem como dos restantes membros dos órgãos sociais e dos demais dirigentes na acepção do nº 3 do artigo 248º-B do Código dos Valores Mobiliários; (7) proposta apresentada pelo Conselho de Administração de aquisição e alienação de acções próprias.
Volume de Negócios de 104,3 M€, Réditos Operacionais de 107,2 M€, EBITDA de 10,5 M€ e Resultados Líquidos de 1,1 M€.
(Informação devida nos termos do artigo 447º do código das Sociedades Comerciais)
As comunicações recebidas pela Sociedade nos termos deste artigo foram as seguintes:
| Membros do Conselho de Administração | Posição em 31/12/09 |
Acréscimos no período |
Decréscimos no período |
Posição em 30/09/10 |
|---|---|---|---|---|
| Miguel Maria de Sá Pais do Amaral | ||||
| Frederico José Appleton Moreira Rato | 191.911 | 11.000 | 202.911 | |
| José António da Costa Limão Gatta | ||||
| Fernando Manuel Cardoso Malheiro da Fonseca Santos | 702 135 | 702 135 | ||
| António do Pranto Nogueira Leite | ||||
| Rui Miguel de Freitas e Lamego Ferreira | ||||
| Francisco José Martins Santana Ramos | ||||
| António Maria de Mello Silva Cesar e Menezes | ||||
| José Manuel Marques da Silva Lemos |
Em 30 de Setembro de 2010, os membros do Conselho de Administração não detinham quaisquer obrigações da Reditus SGPS, não tendo realizado transacções com obrigações da Reditus SGPS.
A SACOP - Sociedade Agrícola do Casal do Outeiro do Polima, S.A., sociedade na qual Dr. Frederico Moreira Rato, membro do Conselho de Administração da Reditus SGPS, S.A., é administrador, detém indirectamente 1.638.180 acções, correspondentes a 15,89% do capital social e a 16,18% dos direitos de voto da Reditus.
A Inventum SGPS, sociedade na qual Dr. Rui Miguel Ferreira, membro do Conselho de Administração da Reditus SGPS, S.A., é accionista e gerente, detém 679.598 acções da Reditus SGPS, correspondentes a 6,59% do capital social e a 6,71% dos direitos de voto da Reditus.
A ELAO SGPS, sociedade na qual Eng. José António Gatta, membro do Conselho de Administração da Reditus SGPS, S.A., é accionista e exerce cargo de Presidente do Conselho de Administração, detém 1.480.000 acções da Reditus SGPS, correspondentes a 14,35% do capital social e a 14,61%dos direitos de voto da Reditus.
A Courical Holding, BV., sociedade na qual Eng. Miguel Pais do Amaral, Presidente do Conselho de Administração da Reditus SGPS, S.A., é accionista, detém directamente 1.896.200 acções da Reditus SGPS, SA, correspondentes a 18,39% do capital da Sociedade e a 18,72% direitos de voto.
A Partrouge SGPS, sociedade na qual Eng. Miguel Pais do Amaral, Presidente do Conselho de Administração da Reditus SGPS, S.A., é accionista, detém directamente 1.101.254 acções da Reditus SGPS, SA, correspondentes a 10,68% do capital da Sociedade e a 10,87%% direitos de voto.
A António M. de Mello, SGPS, sociedade na qual Eng. António Maria de Mello, membro do Conselho de Administração da Reditus SGPS, é accionista, detém directamente 738.498 acções da Reditus SGPS, SA, correspondentes a 7,16% do capital da Sociedade e a 7,29% direitos de voto.
A Canes Venatici - Investimentos SGPS, sociedade na qual Eng. António Maria de Mello, membro do Conselho de Administração da Reditus SGPS, é accionista, detém directamente 87.833 acções da Reditus SGPS, SA, correspondentes a 0,85% do capital da Sociedade e a 0,87% direitos de voto.
Os membros do Conselho Fiscal, composto pelo Dr. Rui António Nascimento Gomes Barreira, Eng. Alfredo Francisco Aranha Salema Reis, Dr. José Maria Franco O"Neill e pelo Dr. Pedro Xavier de Barros Serra Marques Guedes, não detinham quaisquer acções ou obrigações, em 30 de Setembro de 2010, não tendo realizado transacções com quaisquer títulos da Reditus SGPS.
O actual Revisor Oficial de Contas, a BDO & Associados – SROC, representado pelo Dr. Manuel Rui dos Santos Caseirão, não detinha quaisquer acções ou obrigações, em 30 de Setembro de 2010, não tendo realizado transacções com quaisquer títulos da Reditus SGPS.
.
(Informação devida nos termos do artigo 448º do código das Sociedades Comerciais)
A 31 de Dezembro de 2009, a Reditus S.G.P.S. detinha em carteira 182.610 acções próprias, representativas de 2,05% do seu capital social.
A 30 de Setembro de 2010, a Reditus S.G.P.S. detinha em carteira 184.814 acções próprias, representativas de 1,79% do capital social.
| % Capital | % Direitos de | ||
|---|---|---|---|
| Titular | Nº de Acções | Social | Voto |
| Miguel Pais do Amaral Directamente |
0 | 0,00% | 0,00% |
| Através da Courical Holding BV | 1.896.200 | 18,39% | 18,72% |
| Através da Partrouge SGPS | 1.101.254 | 10,68% | 10,87% |
| Total imputável | 2.997.454 | 29,07% | 29,60% |
| José António da Costa Limão Gatta | |||
| Directamente | 0 | 0,00% | 0,00% |
| Através da ELAO SGPS, SA | 1.480.000 | 14,35% | 14,61% |
| Total imputável | 1.480.000 | 14,35% | 14,61% |
| SACOP - Soc. Agrícola do Casal do Outeiro do Polima, S.A. | |||
| Directamente | 45.145 | 0,44% | 0,45% |
| Através da Lisorta, Lda | 1.210.124 | 11,74% | 11,95% |
| Pessoa Pinto & Costa, Lda | 180.000 | 1,75% | 1,78% |
| Através de Frederico Moreira Rato | 202.911 | 1,97% | 2,00% |
| Total imputável | 1.638.180 | 15,89% | 16,18% |
| António Maria de Mello | |||
| Directamente | 0 | 0,00% | 0,00% |
| Através da António M. de Mello, SGPS | 738.498 | 7,16% | 7,29% |
| Através da Canes Venatici - Investimentos SGPS | 87.833 | 0,85% | 0,87% |
| Total imputável | 826.331 | 8,01% | 8,16% |
| Fernando Manuel Malheiro da Fonseca Santos | |||
| Directamente | 702.135 | 6,81% | 6,93% |
| Total imputável | 702.135 | 6,81% | 6,93% |
| Rui Miguel de Freitas e Lamego Ferreira | |||
| Directamente | 0 | 0,00% | 0,00% |
| Através da Inventum SGPS, S.A | 679.598 | 6,59% | 6,71% |
| Total imputável | 679.598 | 6,59% | 6,71% |
| Francisco Febrero, Mario Oliveira e Ricardo Regal | |||
| Directamente | 0 | 0,00% | 0,00% |
| Através da Greendry SGPS | 242.143 | 2,35% | 2,39% |
| Total imputável | 242.143 | 2,35% | 2,39% |
EM 30 DE SETEMBRO DE 2010 E 31 DE DEZEMBRO DE 2009
(Valores expressos em Euros)
| ACTIVO | Notas | 30-09-2010 | 31-12-2009 |
|---|---|---|---|
| ACTIVOS NÃO CORRENTES: | |||
| Activos tangíveis | 7 | 18.420.209 | 16.482.490 |
| Goodwill | 8 | 64.863.629 | 58.920.584 |
| Activos intangíveis | 3.345.409 | 3.868.961 | |
| Outros investimentos financeiros | 17.741 | 17.764 | |
| Activos por Impostos Diferidos | 9 | 4.489.180 | 2.376.569 |
| 91.136.168 | 81.666.368 | ||
| ACTIVOS CORRENTES: | |||
| Inventários | 1.603.305 | 1.290.952 | |
| Clientes | 39.786.166 | 39.360.472 | |
| Outras contas a receber | 9.252.844 | 9.132.724 | |
| Outros activos correntes | 8.327.787 | 4.249.317 | |
| Activos financeiros pelo justo valor | 409.428 | 373.878 | |
| Caixa e equivalentes | 5.120.909 | 3.881.717 | |
| 64.500.439 | 58.289.060 | ||
| TOTAL DO ACTIVO | 155.636.607 | 139.955.428 | |
| CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO | |||
| CAPITAL PRÓPRIO: | |||
| Capital | 51.557.265 | 44.630.250 | |
| Acções (quotas) próprias | (1.146.474) | (1.135.357) | |
| Prémios de emissão | 11.912.005 | 8.507.386 | |
| Reservas | 3.546.904 | 2.948.867 | |
| Resultados transitados | (38.244.609) | (37.337.980) | |
| Ajustamentos em activos financeiros | (501.763) | (501.763) | |
| Excedentes de valorização de activos fixos | 3.469.765 | 3.266.648 | |
| Resultado consolidado líquido do exercício | 153.128 | (284.769) | |
| Capital próprio atribuível aos accionistas maioritários | 30.746.221 | 20.093.282 | |
| Capital próprio atribuível a interesses minoritários | 1 0 |
443.213 | 332.501 |
| Total do capital próprio | 31.189.434 | 20.425.783 | |
| PASSIVO: | |||
| PASSIVO NÃO CORRENTE: | |||
| Empréstimos | 1 1 |
27.462.285 | 20.630.401 |
| Provisões | 1 2 |
961.067 | 972.090 |
| Outras contas a pagar | 81.643 | 708.538 | |
| Passivos por impostos diferidos | 9 | 1.459.610 | 1.711.576 |
| Passivos por locação financeira | 1 3 |
8.427.914 | 7.634.899 |
| 38.392.519 | 31.657.504 | ||
| PASSIVO CORRENTE: | |||
| Empréstimos | 1 1 |
38.987.401 | 31.276.061 |
| Fornecedores | 12.191.821 | 14.577.358 | |
| Outras contas a pagar | 1 4 |
8.375.003 | 17.277.091 |
| Outros passivos correntes | 25.259.638 | 23.610.375 | |
| Passivos por locação financeira | 1.240.791 | 1.131.256 | |
| 86.054.654 | 87.872.141 | ||
| Total do passivo | 124.447.173 | 119.529.645 | |
| TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO E DO PASSIVO | 155.636.607 | 139.955.428 |
O anexo faz parte integrante das demonstrações consolidadas da posição financeira em 30 de Setembro de 2010 e 31 de Dezembro 2009.
O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
DOS PERÍODOS FINDOS EM 30 DE SETEMBRO DE 2010 E 2009 (Valores expressos em Euros)
| Notas | 30-09-2010 | 30-09-2009 | 3T10 | 3T09 | |
|---|---|---|---|---|---|
| RÉDITOS OPERACIONAIS: | |||||
| Vendas | 19.364.253 | 18.882.130 | 5.328.630 | 4.861.778 | |
| Prestações de serviços | 56.193.355 | 55.043.288 | 19.202.521 | 18.667.926 | |
| Outros rendimentos operacionais | 2.164.247 | 2.057.105 | 1.017.522 | 114.956 | |
| Total de réditos operacionais | 1 5 |
77.721.855 | 75.982.523 | 25.548.673 | 23.644.660 |
| GASTOS OPERACIONAIS: | |||||
| Inventários consumidos e vendidos | (14.258.662) | (16.828.305) | (4.055.092) | (4.828.158) | |
| Fornecimentos e serviços externos | 1 7 |
(33.771.965) | (32.518.263) | (11.142.659) | (10.734.956) |
| Gastos com pessoal | 1 7 |
(23.912.377) | (18.738.966) | (8.825.600) | (5.979.745) |
| Gastos de depreciação e amortização | (2.424.785) | (3.146.505) | (861.989) | (1.453.724) | |
| Provisões e perdas de imparidade | 1 2 |
(854.519) | (425.027) | 254.821 | (29.771) |
| Outros gastos e perdas operacionais | (654.043) | (861.973) | (168.871) | (245.751) | |
| Total de gastos operacionais | (75.876.351) | (72.519.039) | (24.799.390) | (23.272.105) | |
| Resultados operacionais | 1.845.504 | 3.463.484 | 749.283 | 372.555 | |
| RESULTADOS FINANCEIROS: | |||||
| Gastos financeiros, líquidos | 1 8 |
(3.368.420) | (2.632.898) | (1.222.539) | (622.370) |
| Perdas em empresas associadas, líquidas | - | - | - | ||
| (3.368.420) | (2.632.898) | (1.222.539) | (622.370) | ||
| Resultados antes de impostos | (1.522.916) | 830.586 | (473.256) | (249.815) | |
| Imposto sobre o rendimento do exercício | 1 9 |
1.762.932 | (607.684) | 415.349 | 308.507 |
| Resultado antes da consideração dos interesses minoritários | 240.016 | 222.902 | (57.907) | 58.693 | |
| Interesses minoritários | 1 0 |
(86.888) | (74.235) | (12.887) | (38.884) |
| Resultado consolidado líquido do período | 153.128 | 148.667 | (70.794) | 19.808 | |
| Atribuível a: | |||||
| Accionistas da empresa mãe | 153.128 | 148.667 | (70.794) | 19.808 | |
| Interesses minoritários | 1 0 |
86.888 | 74.235 | 12.887 | 38.884 |
| 240.016 | 222.902 | (57.907) | 58.693 | ||
| Resultado por acção das operações em continuação | |||||
| Básico | 0,0151 | 0,0170 | (0,0070) | 0,0023 | |
| Diluído | 0,0180 | 0,0170 | (0,0070) | 0,0023 | |
O anexo faz parte integrante das demonstrações consolidadas dos resultados dos exercícios findos em 30 de Setembro de 2010 e 2009.
O TÉCNICO OFICIAL DE CONTAS O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE SETEMBRO DE 2010 E 2009
(Valores expressos em Euros)
| 30-09-2010 | 30.09.2009 | |
|---|---|---|
| Resultado consolidado líquido do exercício (antes de minoritários) | 240.016 | 222.902 |
| Alterações nos excedentes de valorização de activos fixos (IAS 16, IAS 38) | 203.117 | 143.175 |
| Rendimentos integrais consolidados | 443.133 | 366.077 |
| Atribuível a: | ||
| Accionistas da empresa mãe | 356.245 | 291.842 |
| Interesses minoritários | 86.888 | 74.235 |
| 443.133 | 366.077 | |
DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE SETEMBRO DE 2010 e 2009
(Valores expressos em Euros)
| 30-09-2010 | 30.09.2009 | |
|---|---|---|
| ACTIVIDADES OPERACIONAIS: | ||
| Recebimentos de clientes | 82.721.530 | 44.794.730 |
| Pagamentos a fornecedores | (46.514.580) | (30.794.941) |
| Pagamentos ao pessoal | (26.300.271) | (9.133.048) |
| Pagamento/recebimento do imposto sobre o rendimento | (931.041) | (131.091) |
| Outros recebimentos/(pagamentos) relativos à actividade operacional | (14.416.659) | (32.352.809) |
| Fluxos das actividades operacionais (1) | (5.441.021) | (27.617.161) |
| ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO: | ||
| Recebimentos provenientes de: | ||
| Investimentos financeiros | - | 540.520 |
| Venda de activos tangíveis | 67.044 | 27.290 |
| Juros e proveitos similares | 736 | 456.111 |
| Outros | - | 2.500.000 |
| 67.780 | 3.523.921 | |
| Pagamentos respeitantes a: | ||
| Concentrações empresariais | (12.450.762) | - |
| Aquisição de activos tangíveis | (579.461) | (387.105) |
| Aquisição de activos intangíveis | (750) | (8.506) |
| Outros | (7.150.000) | |
| (13.030.973) | (7.545.611) | |
| Fluxos das actividades de investimento (2) | (12.963.193) | (4.021.690) |
| ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO: | ||
| Recebimentos respeitantes a: | ||
| Empréstimos obtidos | 60.482.039 | 52.516.641 |
| Aumentos de capital, prestações suplementares e prémios de emissão | 10.390.523 | 51.000 |
| Outros | 2.727 | - |
| 70.875.289 | 52.567.641 | |
| Pagamentos respeitantes a: | ||
| Empréstimos obtidos | (47.856.481) | (30.575.491) |
| Amortização de contratos de locação financeira | (940.777) | (457.748) |
| Juros e gastos similares | (2.820.322) | (2.677.225) |
| Aquisição de acções próprias | (11.117) | (949.711) |
| Outros | (428.076) | (9.007.500) |
| (52.056.773) | (43.667.675) | |
| Fluxos das actividades de financiamento (3) | 18.818.516 | 8.899.966 |
| Variação de caixa e seus equivalentes (4) = (1) + (2) + (3) | 414.302 | (22.738.885) |
| Efeito das diferenças de câmbio | 3.455 | |
| Alteração de perímetro | 246.363 | |
| Caixa e seus equivalentes no início do período | (2.548.052) | 19.150.971 |
| Caixa e seus equivalentes no fim do período | (1.887.387) | (3.584.459) |
DOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE SETEMBRO DE 2010 e 2009 (Valores expressos em Euros)
| 30-09-2010 | 30.09.2009 | |
|---|---|---|
| Numerário | 57 918 | 10 521 |
| Depósitos bancários | 5 062 990 | 4 102 800 |
| Disponibilidades constantes do balanço | 5 120 908 | 4 113 321 |
| Descobertos bancários (nota 11) | ( 7 008 295) | ( 7 697 780) |
| Caixa e seus equivalentes | ( 1 887 387) | ( 3 584 459) |
(Valores expressos em Euros)
| Capital próprio atribuível aos accionistas maioritários | Capital próprio | |||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Capital | Acções (quotas) próprias |
Prémio de emissão de acções |
Reserva Legal |
Outras Reservas |
Resultados transitados |
Ajustament os em activos |
Excedente s de valorizaçã |
Resultado consolidado líq. exercício |
Total | atribuível aos interesses minoritários |
Total do capital próprio |
|
| Saldo em 31 de Dezembro de 2009 | 44.630.250 | (1.135.357) | 8.507.386 | 2.024.635 | 924.232 (37.337.980) | (501.763) 3.266.648 | (284.769) | 20.093.282 | 332.501 | 20.425.783 | ||
| Aumento de capital (Aquisição) / Venda de acções próprias |
6.927.015 | (11.117) | 3.404.619 | - | - | - | - | 10.331.634 (11.117) |
- | 10.331.634 (11.117) |
||
| Aplicação de resultados Aquisição de interesses minoritários (Nota 10) Outros |
- - |
- - |
- | 598.037 | (284.769) (23.824) (598.037) |
284.769 - |
- (23.824) - |
- 23.824 |
- - - |
|||
| Interesses minoritários do período Alterações no excedente de valorização (IAS 16, IAS 38) Resultado consolidado líquido do exercício |
- - |
- | - | - | - | 203.117 | 153.128 | - 203.117 153.128 |
86.888 | 86.888 203.117 153.128 |
||
| Saldo em 31 de Julho de 2010 | 51.557.265 | (1.146.474) 11.912.005 | 2.024.635 | 1.522.269 (38.244.610) | (501.763) 3.469.765 | 153.128 30.746.220 | 443.213 | 31.189.433 | ||||
| Saldo em 31 de Dezembro de 2008 | 44.630.250 | (173.245) | 8.507.386 | 2.024.635 | 899.590 (35.975.809) (2.739.943) 3.542.425 | 626.273 21.341.562 | 401.646 | 21.743.208 | ||||
| Aumento de capital (Aquisição) / Venda de acções próprias Aplicação de resultados |
- | (1.701.593) | 626.273 | (626.273) | - (1.701.593) - |
- | - (1.701.593) - |
|||||
| Aquisição de interesses minoritários (Nota 10) Outros Interesses minoritários do período |
- - - |
- - - |
- - - |
- - - |
- - - |
- - - |
- 1.394 74.235 |
- 1.394 74.235 |
||||
| Alterações no excedente de valorização (IAS 16, IAS 38) Resultado consolidado líquido do exercício |
- - |
- - |
- - |
- - |
143.175 | - 148.667 |
143.175 148.667 |
143.175 148.667 |
||||
| Saldo em 30 de Setembro de 2009 | 44.630.250 | (1.874.838) | 8.507.386 | 2.024.635 | 899.590 (35.349.536) (2.739.943) 3.685.600 | 148.667 19.931.811 | 477.275 | 20.409.086 |
| 1. ACTIVIDADE25 | |
|---|---|
| 2. POLÍTICAS CONTABILÍSTICAS MAIS SIGNIFICATIVAS25 | |
| 3. GESTÃO DO RISCO FINANCEIRO / CONTAS A RECEBER/ CONTAS A PAGAR: | 26 |
| 5. EMPRESAS INCLUIDAS NA CONSOLIDAÇÃO30 | |
| 6. INFORMAÇÃO POR SEGMENTO33 | |
| 7. ACTIVOS FIXOS TANGÍVEIS34 | |
| 8. GOODWILL35 | |
| 9. ACTIVOS E PASSIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS36 | |
| 10. INTERESSES MINORITÁRIOS 37 |
|
| 11. EMPRÉSTIMOS38 | |
| 12. PROVISÕES E AJUSTAMENTOS39 | |
| 13. PASSIVOS POR LOCAÇÃO FINANCEIRA 39 |
|
| 14. RÉDITOS OPERACIONAIS41 | |
| 15. FORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS 42 |
|
| 16. GASTOS COM PESSOAL 42 |
|
| 17. RESULTADOS FINANCEIROS 42 |
|
| 18. IMPOSTOS SOBRE O RENDIMENTO43 | |
| 19. COMPROMISSOS44 | |
| 20. CONTINGÊNCIAS 44 |
|
| 21. PARTES RELACIONADAS45 | |
| 22. DERROGAÇÕES E OUTROS ASPECTOS47 | |
| 23. EVENTOS SUBSEQUENTES Á DATA DO BALANÇO 47 |
A Reditus, Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A. é a holding (empresa-mãe) do Grupo Reditus e está sediada em Lisboa, na Rua Pedro Nunes Nº 11.
A Reditus foi fundada em 1966 sob a designação de Reditus - Estudos de Mercado e Promoção de Vendas, SARL e tinha como actividade principal a prestação de serviços específicos, nomeadamente estudos de mercado, evoluindo para o tratamento de dados para o Banco de Agricultura, o principal accionista a par da Companhia de Seguros "A Pátria".
Em Dezembro de 1990, a Reditus alterou a sua denominação social, convertendo-se numa sociedade gestora de participações sociais, tendo como actividade principal a gestão de participações sociais noutras sociedades, como forma indirecta de exercício de actividade económica.
O Grupo Reditus opera em Portugal, França e Angola em quatro áreas de negócio distintas: BPO, IT Outsourcing, IT Consulting e Sistemas de Engenharia e Mobilidade.
A actividade da empresa não está sujeita a sazonalidade significativa.
A Reditus está cotada na Euronext Lisboa (anterior Bolsa de valores de Lisboa e Porto) desde 1987.
As presentes Demonstrações Financeiras foram aprovadas pelo Conselho de Administração em 25 de Novembro de 2010 e são expressas em euros.
As informações financeiras intercalares consolidadas reportadas à data de 30 de Setembro de 2010 não foram auditadas.
As demonstrações financeiras consolidadas intercalares da Reditus, SGPS, SA, foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, a partir dos livros e registos contabilísticos das empresas incluídas na consolidação, mantidos de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites nos países de cada participada, ajustados no processo de consolidação, de modo a que as demonstrações financeiras consolidadas estejam de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro ("IFRS"), tal como adoptadas na União Europeia, em vigor para exercícios económicos iniciados em 1 de Janeiro de 2010.
As demonstrações financeiras consolidadas da Reditus, SGPS, SA, agora apresentadas reflectem os resultados das suas operações e a posição financeira de todas as suas subsidiárias (Grupo Reditus ou Grupo), para o período de nove meses findo em 30 de Setembro de 2010 e a posição financeira em 30 de Setembro de 2010.
Estas demonstrações financeiras consolidadas intercalares do período de nove meses findo em 30 de Setembro de 2010, foram preparadas de acordo com a Norma Internacional de Relato Financeiro IAS 34 - "Relato Financeiro Intercalar", pelo que não incluem toda a informação exigida para as demonstrações financeiras anuais devendo ser levadas em consideração, sempre que aplicável as demonstrações financeiras consolidadas do Grupo relativas ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2009, as quais foram objecto de reexpressão.
As políticas contabilísticas apresentadas foram aplicadas de forma consistente por todas as empresas do Grupo e em todos os períodos apresentados nas demonstrações financeiras consolidadas.
Adicionalmente, com efeitos a 1 de Janeiro de 2010, passaram a ter eficácia, um conjunto de normas e interpretações, entre as quais se destaca a aplicação da IFRS 3 (2008) para o reconhecimento contabilístico das
concentrações de actividades empresariais, normativo que impõe o registo prospectivo para as alterações de políticas contabilísticas decorrentes da aplicação da referida norma.
Saliente-se ainda a aplicação a partir da revisão da IAS 27 – Demonstrações Financeiras Consolidadas e Separadas. Até 31 de Dezembro de 2009, quando as perdas acumuladas de uma subsidiária atribuíveis aos interesses minoritários excediam o interesse minoritário no capital próprio dessa subsidiária, o excesso era atribuível ao Grupo sendo os prejuízos registados em resultados na medida em que forem incorridos. Os lucros obtidos subsequentemente eram reconhecidos como réditos do Grupo até que as perdas atribuídas a interesses minoritários anteriormente absorvidas pelo Grupo fossem recuperadas. Após 1 de Janeiro de 2010, as perdas acumuladas são atribuídas aos minoritários nas proporções detidas, o que poderá implicar o reconhecimento de interesses minoritários negativos.
A Adopção das restantes normas contabilísticas e interpretações objecto de aprovação pela União Europeia, com efeito a 1 de Janeiro de 2010, tal como referido no Anexo às demonstrações financeiras consolidadas em 31 de Dezembro de 2009, não tiveram qualquer impacto nas demonstrações financeiras do 3º Trimestre findo em 30 de Setembro de 2010.
Os réditos das vendas de equipamento são reconhecidos quando as facturas são emitidas, especializada de qualquer diferimento temporal na entrega dos mesmos.
Os réditos relativos a projectos /prestação de serviços são registados com base no nível de acabamento dos projectos, à medida que os serviços vão sendo prestados. A consideração de outros pressupostos nas estimativas e julgamentos referidos, poderiam originar resultados financeiros diferentes daqueles que foram considerados.
O Grupo encontra-se sujeito ao pagamento de impostos sobre os lucros (IRC). A determinação do montante global de impostos sobre os lucros requer determinadas interpretações e estimativas. As alterações a estes pressupostos poderiam ter um impacto significativo nos valores determinados.
Existem diversas transacções e cálculos para os quais a determinação do valor final do imposto a pagar é incerto durante o ciclo normal dos negócios. Outras interpretações e estimativas poderiam resultar num nível diferente dos impostos sobre os lucros, correntes e diferidos, reconhecidos no período.
Em Portugal, a Administração Fiscal pode rever o cálculo da matéria colectável efectuado pela Reditus e pelas suas subsidiárias, durante um período de quatro ou seis anos, no caso de haver prejuízos fiscais reportáveis. Desta forma, é possível que haja correcções à matéria colectável, resultantes principalmente de diferenças na interpretação da legislação fiscal, sendo contudo convicção da Administração da Reditus e das suas subsidiárias, de que não haverá correcções significativas aos impostos sobre os lucros registados nas demonstrações financeiras.
O Grupo Reditus opera essencialmente em mercados nos quais a moeda corrente e a funcional é o Euro. Encontra-se contudo exposto a risco cambial em Dólares Americanos (USD) face às operações em Angola, ainda que esse risco esteja mitigado pelo facto dos principais contratos terem sido celebrados em euros. O valor dos saldos em dólares, de fornecedores em aberto, a 30.09.10 é de \$369.140.
A dívida contraída pelo Grupo Reditus está integralmente denominada em euros, não tendo o Grupo contratado instrumentos de cobertura de taxa de juro.
Todas as operações realizadas com instrumentos financeiros, carecem de aprovação prévia da Comissão Executiva que define as especificidades de cada operação e aprova a documentação relativa às mesmas.
A gestão de riscos financeiros da Reditus e demais empresas do Grupo, é efectuada centralmente pela Direcção Financeira do Grupo, de acordo com as políticas aprovadas pela Comissão Executiva. A Direcção Financeira identifica, avalia e remete à aprovação da Comissão Executiva os elementos de análise de cada operação, sendo que esta Comissão tem a responsabilidade de definir princípios gerais de gestão de riscos, bem como limites de exposição.
As actividades do Grupo Reditus expõem-no a uma variedade de riscos financeiros, incluindo os efeitos de alterações de preços de mercado, taxas de câmbio e taxas de juro. A exposição do Grupo Reditus a riscos financeiros reside essencialmente na sua dívida, associada aos riscos de taxa de juro.
No contexto dos financiamentos a taxa variável, o Grupo Reditus segue a evolução dos mercados, sendo que sempre que considerar necessário, poderá recorrer à contratação de instrumentos financeiros derivados de taxa de juro para cobertura dos fluxos de caixa associados a pagamentos futuros de juros, que têm o efeito de converter os empréstimos de taxa de juro variável em empréstimos de taxa de juro fixa, sendo a imprevisibilidade dos mercados financeiros analisada em consonância com a política de gestão de riscos do Grupo.
Considerando as taxas de juro praticadas em 30/09/2010, uma variação da taxa de referência de 0,5% teria o seguinte impacto anual:
| Analise Sensibilidade |
Variação Encargos |
|
|---|---|---|
| Acréscimo | 0,50% | 332.248 |
| Diminuição | -0,50% | -332.248 |
Gestão do risco de crédito de contraparte
No que respeita às dívidas de terceiros resultantes da actividade corrente do Grupo Reditus, o risco de crédito resulta essencialmente da possibilidade de "defaults" dos terceiros, situação significativamente mitigada, face à natureza e solidez dos clientes que constituem a quase totalidade da carteira de clientes do Grupo.
A política do Grupo, em termos de risco de contraparte, rege-se ainda pela análise da capacidade técnica, competitividade, notação de crédito e exposição a cada contraparte, evitando-se concentrações significativas de risco de crédito, não se atribuindo um risco significativo de incumprimento da contraparte e não sendo exigidas garantias específicas neste tipo de operações.
A monitorização dos riscos, tanto de preço e volume como de crédito, passa pela sua quantificação em medidas associadas a posições em risco passíveis de serem ajustadas através de operações de mercado. Esta quantificação é realizada pela Direcção Financeira central.
O Grupo efectua a gestão do risco de liquidez através da contratação e manutenção de linhas de crédito junto de instituições financeiras nacionais, que permitem acesso imediato a fundos.
A preparação de demonstrações financeiras consolidadas exige que a Administração efectue um conjunto de julgamentos e estimativas com impacto ao nível dos rendimentos, gastos, activos, passivos e divulgações. A presente informação financeira inclui assim rubricas que estão influenciadas pelas estimativas e julgamentos utilizados na aplicação das políticas contabilísticas do Grupo.
As estimativas acima referidas são determinadas pelos julgamentos da gestão, os quais se baseia na melhor informação e conhecimento de eventos presentes e nas actividades que o Grupo estima vir a desenvolver no futuro. Assim, o uso de estimativas e de pressupostos representa um risco em originar ajustamentos nos períodos futuros.
O Conselho de Administração considera que as escolhas efectuadas são as apropriadas e que a Informação financeira consolidada apresenta, de forma adequada, a posição financeira do Grupo e o resultado das suas transacções em todos os aspectos considerados materialmente relevantes.
As principais rubricas que se encontram influenciadas por estimativas e julgamentos são as seguintes:
O Goodwill é objecto de testes de imparidade anuais efectuados por peritos externos, nos termos definidos pela IAS 36 – Imparidade de Activos, sendo as Unidades Geradoras de fluxos de caixa identificadas, as várias Unidades de negócio:
Sistemas de Engenharia e Mobilidade (exercida através da Caléo, BCCM e JM Consultores)
Os protótipos resultam da aplicação nos contratos celebrados com os clientes de conhecimentos desenvolvidos no Grupo Reditus, sob a forma de reengenharia de processos administrativos, novos processos administrativos ou aplicações informáticas orientadas para o cliente, cujo reconhecimento é registado ao longo do período de duração dos mesmos. Todos os protótipos têm suporte documental e reflectem uma estimativa quanto à sua capacidade de gerarem fluxos de caixa em exercícios futuros. Para além da amortização sistemática, os protótipos são ainda sujeitos a testes de imparidade anuais, realizados por peritos externos.
Os valores recuperáveis das unidades geradoras de fluxos de caixa foram calculados de acordo com o seu valor em uso. Estes cálculos requerem o uso de estimativas.
O Grupo contabiliza os Impostos sobre o rendimento impostos considerando estimativas decorrentes da legislação fiscal em vigor, nomeadamente de ajustamentos de gastos não aceites fiscalmente e ainda dos ajustamentos necessários feitos em títulos e aplicações financeiras. Estes cálculos requerem o uso de estimativas.
O reconhecimento do rédito pelo Grupo inclui análises e estimativas da gestão no que concerne à fase de acabamento dos projectos em curso à data da informação financeira os quais podem vir a ter um desenvolvimento futuro diferente do orçamentado à presente data.
O Grupo contabiliza impostos diferidos activos com base nos prejuízos fiscais existentes à data de balanço e no cálculo de recuperação dos mesmos. Estes cálculos requerem o uso de estimativas.
Em 30 de Setembro de 2010, as empresas do Grupo incluídas na consolidação e as suas respectivas sedes, capital social e proporção do capital detido eram as seguintes:
| Percentagem efectiva | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Método | do capital detido | Segmento | |||
| Denominação social | Sede | Consolidação | 2010 | 2009 | Negócio |
| Reditus SGPS, SA | Lisboa | Global | Mãe | Mãe | |
| Reditus Gestão Sociedade Gestora Participações Sociais,SA | Lisboa | Global | 100 | 100 | |
| Redware Sistemas de Informação, SA | Lisboa | Global | 100 | 100 | BPO |
| Redware Centros de Serviços, SA | Castelo Branco | Global | 100 | 100 | BPO |
| Reditus II Telecomunicações, SA | Lisboa | Global | 100 | 100 | IT Consulting |
| J. M. Consultores de Informática e Artes Gráficas, SA a) | Alfragide | Global | 6 9 |
6 8 |
Eng. e Mob. |
| Reditus Imobiliária, SA | Lisboa | Global | 100 | 100 | Suporte |
| Caleo, SA | França | Global | 5 5 |
5 5 |
Eng. e Mob. |
| BCCM, Inovação Tecnológica, Lda | Alfragide | Global | 100 | 100 | Eng. e Mob. |
| Tecnidata IF Investimentos Financeiros SGPS, S.A. | Oeiras | Global | 100 | 100 | Suporte |
| Tecnidata SI Serviços e Equipamentos de Informática, S.A. | Oeiras | Global | 100 | 100 | IT Outsourcing |
| ROFF Consultores Independentes, S.A. b) | Oeiras | Global | 100 | 100 | IT Consulting |
| Tecnisuporte Sistemas Informáticos S.A. | Oeiras | Global | 100 | 100 | Suporte |
| ALL2IT Infocomunicações, S.A. | Oeiras | Global | 100 | 100 | IT Outsourcing |
| Roff Global | França | Global | 8 0 |
8 0 |
IT Consulting |
| Roff Tec | Angola | Global | 8 0 |
8 0 |
IT Consulting |
| Roff - SDF, Lda | Covilhã | Global | 8 0 |
8 0 |
IT Consulting |
| Partblack, SA c) | Alfragide | Global | 100 | IT Outsourcing | |
| Digisis - Consultores, SA d) | Lisboa | Global | 100 | IT Consulting | |
| DEPSI - Desenvolvimento de Projectos e Serviços de Informática, Lda | Lisboa | Global | 100 | IT Consulting | |
| NeteFeito - Tecnologias Internet, Lda | Lisboa | Global | 9 4 |
IT Consulting | |
| LxConsultg - Consultores de Gestão, Lda | Lisboa | Global | 100 | IT Consulting | |
| Ogimatech Portugal - Consultoria Empresarial e Institucional, SA e) | Lisboa | Global | 100 | IT Consulting | |
| G.Consult Angola - Consultoria e Desenvolvimento, Lda | Angola | Global | 8 0 |
IT Consulting | |
| Ogimatech - Consultoria Empresarial e Institucional, Lda | Angola | Global | 9 5 |
IT Consulting |
a) Em Março de 2010 foi aumentada a participação na empresa J.M., SA, de acordo com o quadro abaixo:
| Data de | ||||
|---|---|---|---|---|
| Actividade | aquisição | Percentagem | Custo de | |
| principal | de controlo | adquirida | aquisição | |
| Aquisição de interesses minoritários: | ||||
| J. M. Consultores de Informática e Artes | 58.794 | |||
| Gráficas, SA | Mar-10 | 1,1% |
Por uma questão de prudência e atendendo ao facto de não ser possível determinar com rigor a existência de benefícios económicos futuros, foi ajustado o incremento da participação, tendo sido reconhecida uma perda financeira no mesmo montante.
| Data de | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Actividade | aquisição | Percentagem | Custo de | ||
| principal | de controlo | adquirida | aquisição | ||
| Concentrações empresariais: | |||||
| Sapi2 CI - Consultoria Informática, SA | Abr-10 | 100% | 746.288 | ||
| Digisis - Consultores, SA | Jul-10 | 100% | 5.122.540 | ||
| Ogimatech Portugal - Cons. Emp. Instituc., SA | Ago-10 | 100% | 1.790.675 |
Os activos e passivos adquiridos bem como o valor do Goodwill apurado são os seguintes:
| SAPi2 | Digisis | Ogimatech | |
|---|---|---|---|
| Activos e passivos adquiridos | (136.959) | 870.640 | 495.504 |
| Goodwill gerado na aquisição (Nota 8) | 883.247 | 4.251.900 | 1.295.171 |
| Outros (proveitos) / custos operacionais (a) | |||
| Justo valor pago pela aquisição | 746.288 | 5.122.540 | 1.790.675 |
| SAPi2 | Digisis | Ogimatech | |
| ACTIVOS NÃO CORRENTES: | |||
| Activos tangíveis | 160.704 | 74.469 | 1.862.668 |
| Activos intangíveis | 1.516 | ||
| Activos por Impostos Diferidos | 160.704 | 74.469 | 393.302 2.257.487 |
| ACTIVOS CORRENTES: | |||
| Clientes | 1.208.521 | 2.178.237 | 1.306.982 |
| Outras contas a receber | 9.240 | 340.057 | 406.343 |
| Outros activos correntes | 19.504 | 531.090 | 83.200 |
| Activos financeiros pelo justo valor | 125.000 | 72.550 | |
| Caixa e equivalentes | 165.537 | 196.299 | 113.972 |
| 1.402.802 | 3.370.682 | 1.983.047 | |
| PASSIVO NÃO CORRENTE: | |||
| Empréstimos | (336.715) | ||
| Provisões | (13.631) | ||
| Passivos por locação financeira | (209.154) | (1.205.888) | |
| (209.154) | (350.346) | (1.205.888) | |
| PASSIVO CORRENTE | |||
| Empréstimos | (488.886) | (667.500) | |
| Fornecedores | (843.778) | (329.516) | (374.518) |
| Outras contas a pagar | (306.009) | (758.747) | (737.012) |
| Outros passivos correntes Passivos por locação financeira |
(341.524) | (627.529) (19.488) |
(705.897) (54.214) |
| (1.491.311) | (2.224.166) | (2.539.141) | |
| ACTIVOS E PASSIVOS ADQUIRIDOS | (136.959) | 870.640 | 495.504 |
A aquisição da SAPi2 vai permitir à ROFF consolidar a sua posição de maior implementador de soluções SAP em Portugal, reforçando a sua presença no Norte do país, passando a contar com uma equipa total de cerca de 400 pessoas, das quais aproximadamente 100 no escritório do Porto.
No apuramento do justo valor dos activos e passivos adquiridos foram efectuadas correcções às demonstrações financeiras de Março da SAPi2, nomeadamente através da redução do valor de Inventários e de Clientes.
De acordo com o contrato de compra, parte do pagamento será feito em acções da Reditus SGPS ao valor de mercado, no entanto, o resultado por acção não será afectado, uma vez que o número de acções próprias existentes actualmente é necessário para cumprir esta obrigação.
Nas demonstrações encontram-se reflectidos 2.028.520€ de réditos operacionais e 998.880€ de resultado líquido da SAPi2 até ao mês de Junho (antes da fusão com a Roff Cons. Indep. SA). Caso a empresa tivesse sido consolidada desde 1 de Janeiro de 2010 estariam reflectidos 2.635.046€ de réditos operacionais e 441.805€ de resultado líquido.
A actividade da Reditus no 3º trimestre do ano ficou marcada pela aquisição da Digisis e Ogimatech, constituindo um importante passo na estratégia de desenvolvimento do Grupo.
O Goodwill foi apurado de forma provisória, dado que para alguns ajustamentos ao preço ainda não existe informação disponível, não sendo no entanto de valor material.
No apuramento do justo valor dos activos e passivos adquiridos foram efectuadas correcções às demonstrações financeiras de:
-Julho da Ogimatech, nomeadamente através da redução do valor de Clientes e de Outros Devedores.
Em 30 de Setembro de 2010 e 2009, os resultados por segmento de negócio eram como segue:
| ITO | ITC | BPO | EM | Total | Eliminações | Consolidado | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Réditos operacionais: | |||||||
| Vendas de mercadorias e produtos externas | 13.386.558 | 4.441.273 | - | 1.536.422 | 19.364.253 | - | 19.364.253 |
| Vendas de mercadorias e produtos internas | 297.158 | 34.048 | - | - | 331.206 | (331.206) | - |
| Prestações de serviços externas | 11.064.656 | 31.155.927 | 12.780.048 | 1.099.664 | 56.193.355 | - | 56.193.355 |
| Prestações de serviços internas | 1.918.243 | 311.487 | - | 1.616 | 4.063.761 | (4.063.761) | - |
| Outros rendimentos operacionais externos | 85.664 | 1.624.776 | 111.428 | 322.219 | 2.164.247 | - | 2.164.247 |
| Outros rendimentos operacionais internos | 32.782 | 1.887 | - | 4.833 | 3.406.007 | (3.406.007) | - |
| Total de réditos operacionais | 26.785.061 | 37.569.398 | 12.891.476 | 2.964.754 | 85.522.829 | (7.800.974) | 77.721.855 |
| Gastos operacionais: | |||||||
| Inventários consumidos e vendidos | (10.149.407) | (3.005.637) | - | (1.243.122) | (14.398.166) | 139.504 | (14.258.662) |
| Fornecimentos e serviços externos | (8.647.231) (17.552.702) | (8.721.366) | (1.068.201) | (41.427.633) | 7.655.668 | (33.771.965) | |
| Gastos com pessoal | (6.177.330) (11.873.116) | (2.831.812) | (1.150.145) | (23.918.178) | 5.801 | (23.912.377) | |
| Gastos de depreciação e amortização | (398.718) | (518.021) | (1.036.586) | (105.926) | (2.424.785) | - | (2.424.785) |
| Provisões e perdas de imparidade | (372.566) | (117.435) | (216.836) | (136.994) | (854.519) | - | (854.519) |
| Outros gastos e perdas operacionais | (157.296) | (108.964) | (38.263) | (144.370) | (654.043) | - | (654.043) |
| Total de gastos operacionais | (25.902.548) (33.175.875) | (12.844.863) | (3.848.758) | (83.677.324) | 7.800.973 | (75.876.351) | |
| - | |||||||
| Resultados operacionais | 882.513 | 4.393.523 | 46.613 | (884.004) | 1.845.505 | (1) | 1.845.504 |
| Resultados financeiros | (3.368.420) | ||||||
| Resultados antes de impostos | (1.522.916) | ||||||
| Impostos sobre o rendimento | 1.762.932 | ||||||
| Resultados das operações em continuação | 240.016 | ||||||
| ITO | ITC | BPO | EM | Total | Eliminações Consolidado | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Réditos operacionais: | |||||||
| Vendas de mercadorias e produtos externas | 14.038.609 | 3.348.074 | - | 1.495.447 | 18.882.130 | - | 18.882.130 |
| Vendas de mercadorias e produtos internas | 86.255 | 121.984 | - | - | 208.239 | (208.239) | - |
| Prestações de serviços externas | 21.215.834 | 20.834.281 | 10.756.734 | 2.236.439 | 55.043.288 | - | 55.043.288 |
| Prestações de serviços internas | 1.829.093 | 274.127 | - | 876 | 2.104.096 | (2.104.096) | - |
| Outros rendimentos operacionais externos | 501.465 | 421.459 | 57.975 | 913.629 | 1.894.528 | 162.577 | 2.057.105 |
| Outros rendimentos operacionais internos | 30.981 | 515 | 5.949 | - | 37.445 | (37.445) | - |
| Total de réditos operacionais | 37.702.237 | 25.000.440 | 10.820.658 | 4.646.391 | 78.169.726 | (2.187.203) | 75.982.523 |
| Gastos operacionais: | |||||||
| Inventários consumidos e vendidos | (13.252.576) | (2.244.834) | - (1.332.284) | (16.829.694) | 1.389 (16.828.305) | ||
| Fornecimentos e serviços externos | (12.163.237) | (14.353.141) | (7.315.699) | (799.441) | (34.631.518) | 2.113.255 (32.518.263) | |
| Gastos com pessoal | (6.915.194) | (7.925.317) | (2.657.105) (1.242.765) | (18.740.381) | 1.415 (18.738.966) | ||
| Gastos de depreciação e amortização | (743.495) | (576.109) | (1.442.054) | (384.847) | (3.146.505) | - | (3.146.505) |
| Provisões e perdas de imparidade | (194.898) | (191.008) | (24.269) | (14.852) | (425.027) | - | (425.027) |
| Outros gastos e perdas operacionais | (299.437) | (215.189) | (125.278) | (261.106) | (901.010) | 39.037 | (861.973) |
| Total de gastos operacionais | (33.568.837) | (25.505.598) (11.564.405) (4.035.295) | (74.674.135) | 2.155.096 (72.519.039) | |||
| Resultados operacionais | 4.133.400 | (505.158) | (743.747) | 611.096 | 3.495.591 | (32.107) | 3.463.484 |
| Resultados financeiros | (2.632.898) | ||||||
| Resultados antes de impostos | 830.586 | ||||||
| Impostos sobre o rendimento | (607.684) | ||||||
| Resultados das operações em continuação | 222.902 | ||||||
Em 30 de Setembro de 2010 e 31 de Dezembro de 2009, os activos e passivos por segmentos de negócio eram como segue:
| ITO | ITC | BPO | EM | Total | Eliminações | Consolidado | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Activo líquido | 76.567.133 | 29.787.914 | 29.935.320 | 3.649.221 | 238.685.996 | (83.049.389) | 155.636.607 |
| Passivo | 60.690.503 | 20.993.800 | 27.554.852 | 4.543.134 | 198.321.563 | (73.874.390) | 124.447.173 |
| ITO | ITC | BPO | EM | Consolidado | |
|---|---|---|---|---|---|
| Activo líquido | 85.353.152 | 26.105.882 | 22.757.161 | 5.739.233 | 139.955.428 |
| Passivo | 71.420.935 | 22.347.870 | 19.783.021 | 5.977.819 | 119.529.645 |
| Saldo em 31/12/2009 |
Alteração de perímetro |
Aumentos e Reavaliações |
Abates e Alienações |
Correcções e Transf. |
Saldo em 30/09/2010 |
|
|---|---|---|---|---|---|---|
| Terrenos e Recursos Naturais | 2 833 935 | 435 945 | 3 269 880 | |||
| Edificios e Outras Construcoes | 10 441 392 | 1 434 213 | 217.484 | 4 941 | 12 098 029 | |
| Equipamento Basico | 5 908 946 | 65 065 | 399 333 | ( 240 604) | 6 842 120 | |
| Equipamento de Transporte | 2 505 021 | 1 209 500 | 506 210 | ( 278 472) | 3 942 259 | |
| Equipamento Administrativo | 3 355 046 | 1 114 013 | 267 188 | ( 64 422) | 4 671 824 | |
| Outros Activos Fixos Tangíveis | 2 951 944 | 52 532 | 352 619 | ( 437 337) | 2 919 759 | |
| Activos Fixos Tangíveis em Curso | 383 642 | 168 277 | ( 233 616) | 318 302 | ||
| 28 379 927 | 4 311 269 | 2 620 489 | ( 342 894) | ( 906 616) | 34 062 174 |
| 31/12/2009 | Alteração de perímetro |
Aumentos | Abates e Alienações |
Correcções e Transf. |
Saldo em 30/09/2010 |
|
|---|---|---|---|---|---|---|
| Edificios e Outras Construcoes | 888 451 | 206 168 | 172 232 | 1 266 851 | ||
| Equipamento Basico | 4 906 611 | 59 569 | 328 918 | ( 38 864) | 5 965 614 | |
| Equipamento de Transporte | 1 591 982 | 858 842 | 560 938 | ( 180 466) | 2 831 296 | |
| Equipamento Administrativo | 2 209 677 | 1 041 304 | 272 083 | ( 40 826) | ( 119 094) | 3 363 144 |
| Outros Activos Fixos Tangíveis | 2 300 715 | 36 912 | 115 839 | ( 238 406) | 2 215 060 | |
| 11 897 436 | 2 202 795 | 2 159 390 | ( 221 292) | ( 396 364) | 15 641 965 |
O Grupo regista os terrenos e edifícios afectos à actividade operacional ao valor de mercado, apurado por entidades especialistas e independentes. Em 30 de Setembro de 2010, a Reditus detinha um imóvel em Alfragide (terreno e edifício), fracções de edifícios em Lisboa (Pedro Nunes e Ogimatech) e um imóvel na Quinta do Lambert (Roff).
O valor dos imóveis do Grupo ascendia em 30 de Setembro de 2010 a 14.101.059 euros. A discriminação dos imóveis e os seus respectivos valores é a que consta do quadro seguinte:
| Saldo em 31/12/2009 |
Alteração de perímetro |
Aumentos | Abates e Alienações |
Correcções e Transf. |
||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Edificios e Outras Construcoes | 888 451 | 206 168 | 172 232 | 1 266 851 | ||
| Equipamento Basico | 4 906 611 | 59 569 | 328 918 | ( 38 864) | 5 965 614 | |
| Equipamento de Transporte | 1 591 982 | 858 842 | 560 938 | ( 180 466) | 2 831 296 | |
| Equipamento Administrativo | 2 209 677 | 1 041 304 | 272 083 | ( 40 826) | ( 119 094) | 3 363 144 |
| Outros Activos Fixos Tangíveis | 2 300 715 | 36 912 | 115 839 | ( 238 406) | 2 215 060 | |
| 11 897 436 | 2 202 795 | 2 159 390 | ( 221 292) | ( 396 364) | 15 641 965 | |
| 7.2 Reavaliações |
||||||
| O Grupo regista os terrenos e edifícios afectos à actividade operacional ao valor de mercado, apurado por entidades especialistas e independentes. Em 30 de Setembro Alfragide (terreno e edifício), do Lambert (Roff). |
fracções de edifícios | em Lisboa | (Pedro Nunes e Ogimatech) | de 2010, a Reditus detinha um imóvel em e um imóvel na Quinta |
||
| O valor dos imóveis do Grupo ascendia em 30 de Setembro imóveis e os seus respectivos valores é a que consta do quadro seguinte: |
de 2010 | a 14.101.059 | euros. A discriminação dos | |||
| Valor de Aquisição |
Valor de Reavaliação |
Amortização Acumulada |
Justo Valor | |||
| Fracções do Edifício em Lisboa | 2 400 000 | 315 799 | 315 799 | 2 400 000 | ||
| Edifício em Alfragide (inclui terreno) | 6 017 250 | 4 317 523 | 655 085 | 9 679 689 | ||
| Edifício Roff | 353 458 | 59 943 | 59 943 | 353 458 | ||
| Edificio Ogimatech | 1 864 758 | 207 143 | 1 657 615 | |||
| Outros | 39 177 10 674 644 |
4 693 266 | 28 881 1 266 851 |
10 296 14 101 059 |
||
| As fracções do edifício em Lisboa (Pedro Nunes) foram adquiridas através de um contrato de locação financeira em 30 de Dezembro de 2002 por um prazo de 15 anos pelo montante de 2.400.000 euros. |
||||||
| O edifício de Alfragide foi adquirido em Junho de 2006 pelo montante de 6.017.250 euros e foi reavaliado em mais 5.149.995 euros pela entidade Aguirre Newman Portugal pelo método do "Discounted Cash-flow", através do qual se apurou um VAL de |
11.167.245 euros. | |||||
| Esta aquisição foi feita através de um contrato de leasing em 7 de Junho de 2006 valor de 6.017.250 euros. |
por um prazo de 15 anos pelo | |||||
| O edifício da Ogimatech foi incorporado no momento da aquisição da empresa, tendo sido adquirido pela mesma através de um contrato de locação financeira em 25 de Janeiro de 2005, por um prazo de 20 anos pelo montante de 1.864.758 euros. |
||||||
| 8. GOODWILL |
||||||
| Durante os períodos findos em 30 de Setembro goodwill foi como segue: |
de 2010 e 31 de Dezembro de 2009, o movimento ocorrido no |
As fracções do edifício em Lisboa (Pedro Nunes) foram adquiridas através de um contrato de locação financeira em 30 de Dezembro de 2002 por um prazo de 15 anos pelo montante de 2.400.000 euros.
O edifício de Alfragide foi adquirido em Junho de 2006 pelo montante de 6.017.250 euros e foi reavaliado em mais 5.149.995 euros pela entidade Aguirre Newman Portugal pelo método do "Discounted Cash-flow", através do qual se apurou um VAL de 11.167.245 euros.
Esta aquisição foi feita através de um contrato de leasing em 7 de Junho de 2006 por um prazo de 15 anos pelo valor de 6.017.250 euros.
O edifício da Ogimatech foi incorporado no momento da aquisição da empresa, tendo sido adquirido pela mesma através de um contrato de locação financeira em 25 de Janeiro de 2005, por um prazo de 20 anos pelo montante de 1.864.758 euros.
Durante os períodos findos em 30 de Setembro de 2010 e 31 de Dezembro de 2009, o movimento ocorrido no
| 30-09-2010 | 31-12-2009 | |
|---|---|---|
| Custo: | ||
| Saldo no ínicio do período | 58.920.584 | 46.966.476 |
| Alterações de perímetro | - | 7.700.573 |
| Ajustamento após cálculo contabilização inicial Partblack a) | (487.273) | |
| Aquisição de minoritários | - | |
| Adições relativas a concentrações empresariais (nota 5) | 6.430.319 | 4.253.535 |
| Alienação de empresas do Grupo | - | |
| Saldo no fim do período | 64.863.630 | 58.920.584 |
| Perdas por imparidade acumuladas: | ||
| Saldo no ínicio do período | - | |
| Imparidades reconhecidas no período | - | - |
| Saldo no fim do período | - | - |
| Valor líquido contabilístico: | ||
| Saldo no ínicio do período | 58.920.584 | 46.966.476 |
| Saldo no fim do período | 64.863.630 | 58.920.584 |
a) Devido a adenda ao contrato que resultou em redução do preço. O valor do goodwill da Partblack foi apurado provisoriamente, estando pendente a afectação parcial do mesmo ao contrato de distribuição de software através da criação de um activo intangível. Esta análise deverá estar concluída dentro do prazo previsto na IFRS 3.45, ou seja até doze meses após a data de aquisição.
O detalhe do goodwill por segmento em 30 de Setembro de 2010 e 31 de Dezembro de 2009, é conforme segue:
| Segmentos: | 30-09-2010 | 31-12-2009 |
|---|---|---|
| ITO | 42 048 244 | 42 535 517 |
| ITC | 19 813 296 | 13 382 977 |
| BPO | ||
| EM | 3 002 090 | 3 002 090 |
| 64 863 630 | 58 920 584 | |
Os impostos diferidos activos e passivos são atribuíveis às seguintes rubricas:
| Activos | Passivos | Valor Líquido | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 30-09-2010 | 31-12-2009 | 30-09-2010 | 31-12-2009 | 30-09-2010 | 31-12-2009 | |
| Ajustamentos a) | 815 400 | 383 300 | 815 400 | 383 300 | ||
| Prejuízos fiscais reportáveis b ) |
3 185 873 | 1 549 880 | 3 185 873 | 1 549 880 | ||
| Prejuízos fiscais reportáveis França c) | 487 907 | 443 389 | 6 914 | 480 993 | 443 389 | |
| Reservas de reavaliação d) | 803 184 | 803 184 | ( 803 184) | ( 803 184) | ||
| Outros e) | 649 512 | 908 392 | ( 649 512) | ( 908 392) | ||
| Imp. diferidos activos/ (passivos) líq. | 4 489 180 | 2 376 569 | 1 459 610 | 1 711 576 | 3 029 570 | 664 993 |
a) Estes ajustamentos referem-se essencialmente a perdas por justo valor de títulos e aplicações financeiras e provisões não aceites fiscalmente;
b) Os prejuízos fiscais reportáveis são os seguintes:
| Ano de Prejuízo Fiscal |
Ano Limite para Dedução |
Valor do Prejuizo por utilizar |
Valor da Dedução |
|---|---|---|---|
| 2004 | 2010 | 22 114 | 5 529 |
| 2005 | 2011 | 1 705 382 | 426 345 |
| 2006 | 2012 | 164 060 | 41 015 |
| 2007 | 2013 | ||
| 2008 | 2014 | 199 283 | 48 258 |
| 2009 | 2015 | 3 874 440 | 971 438 |
| 2010 | 2014 | 6 939 530 | 1 693 288 |
| 12 904 810 | 3 185 873 |
c) Esta rubrica refere-se à Caléo, tendo o valor de 31 de Dezembro de 2009 sido reclassificado de Outras contas a receber;
d) O valor relativo a reservas de reavaliação, diz respeito à reavaliação do edifício Reditus, em Alfragide, pelo montante de 5.149.995 euros em que 3.063.534 euros vão ser sujeitos a amortizações não aceites fiscalmente (811.836 euros).
e) Inclui o valor de 567.745 euros que resulta do montante ainda não reconhecido fiscalmente dos réditos relacionados com o acordo celebrado entre BCP e a Tora em 2004. Este valor está a ser reconhecido em 8 anos, prazo de vigência do contrato. O valor transferido para imposto corrente no período, relativamente a este contrato ascendeu a 340.647 euros.
Em 30 de Setembro de 2010 e 31 de Dezembro de 2009, os interesses minoritários estavam assim representados:
443 213 332 501 86 888 74 235
| Minoritários | Valor Balanço | Resultados Atribuídos | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 30-09-2010 | 31-12-2009 | 30-09-2010 | 31-12-2009 | 30-09-2010 | 30-09-2009 | |
| J M. Consultores Inf. Artes Gráficas, SA | 31% | 32% | ( 684 717) | ( 517 615) | ( 143 658) | 113 613 |
| Caleo, SA | 45% | 45% | 657 185 | 703 944 | ( 89 672) | ( 110 977) |
| Roff Tec | 20% | 20% | ( 43 967) | 5 211 | ( 49 219) | 675 |
| Roff Global | 20% | 20% | ( 16 159) | 16 154 | ( 32 313) | 47 697 |
| Roff SDF | 20% | 20% | 526 523 | 124 807 | 401 757 | 23 227 |
| Ogimatech - Consult Empres. e Institucional | 5% | --- | 1 026 | ( 7) | ||
| Netefeito - Tecnologias Internet, Lda. | 6% | --- | 3 322 | |||
| G.Consult Angola - Consult. e Desenvolv., Lda | 20% | --- |
Em 30 de Setembro de 2010 e 31 de Dezembro de 2009, os empréstimos obtidos tinham a seguinte composição:
| 30-09-2010 | 31-12-2009 | |
|---|---|---|
| Não Correntes | ||
| Empréstimos Bancários | 25 742 284 | 19 130 401 |
| Contas Correntes Caucionadas | 320 000 | |
| Papel comercial | 1 400 001 | 1 500 000 |
| 27 462 285 | 20 630 401 | |
| Correntes | ||
| Empréstimos Bancários | 14 278 407 | 8 474 546 |
| Descobertos Bancários | 7 008 293 | 6 635 029 |
| Livranças | 225 000 | 2 245 000 |
| Contas Correntes Caucionadas | 14 316 826 | 11 446 042 |
| Factoring | 2 758 875 | 1 975 444 |
| Papel comercial | 400 000 | 500 000 |
| 38 987 401 | 31 276 061 | |
| 66 449 686 | 51 906 462 |
Em 30 de Setembro de 2010, o prazo de reembolso dos empréstimos é como se segue:
| Menos de 1 | Entre 1 e 5 | Mais de 5 | ||
|---|---|---|---|---|
| Total | ano | anos | anos | |
| Empréstimos Bancários | 40 020 691 | 14 278 407 | 22 250 183 | 3 492 101 |
| Descobertos Bancários | 7 008 293 | 7 008 293 | ||
| Livranças | 225 000 | 225 000 | ||
| Contas Correntes Caucionadas | 14 316 826 | 14 316 826 | ||
| Factoring | 2 758 875 | 2 758 875 | ||
| Papel comercial | 1 800 001 | 400 000 | 1 400 001 | |
| 66 129 686 | 38 987 401 | 23 650 184 | 3 492 101 |
O Papel Comercial reflecte um programa de emissão de um montante global de 2.000.000 euros iniciado em Maio de 2008 organizado por uma entidade financeira por um período de 5 anos.
A remuneração média dos empréstimos é de 7%.
Nos primeiros nove meses de 2010, os movimentos das Provisões e Ajustamentos foram como segue:
| Saldo em 31/12/2009 |
Alteração de perímetro |
Aumentos | Abates | Correcções e Transf. |
Saldo em 30/09/2010 |
|
|---|---|---|---|---|---|---|
| Aplicações de tesouraria a) | 1 165 968 | 89 450 | 1 255 418 | |||
| Clientes cobrança duvidosa | 1 443 416 | 272 519 | 977 739 | ( 96 360) | 315 848 | 2 913 162 |
| Depreciação existências | 277 332 | ( 16 621) | 260 710 | |||
| Outros devedores cob. duvidosa | 329 033 | 9 208 | ( 7 149) | 331 092 | ||
| Empresas do Grupo | 2 461 456 | 2 461 456 | ||||
| Provisões | 972 090 | 13 631 | 1 170 | ( 25 824) | 961 067 | |
| Aplicações financeiras | 925 777 | ( 36) | 925 741 | |||
| 7 575 072 | 295 358 | 1 068 359 | ( 122 184) | 292 042 | 9 108 647 |
O ajustamento de Aplicações de Tesouraria resulta do valor de cotação dos títulos em carteira (BCP), sendo que o aumento está registado em perdas financeiras.
Os movimentos do semestre têm uma diferença de 2.206€ para a demonstração condensada de resultados que resulta de ganhos e perdas que não movimentaram provisões.
Em 30 de Setembro de 2010 e 31 de Dezembro de 2009, o valor dos Passivos por Locação Financeira era como segue:
| 30-09-2010 | 31-12-2009 | |
|---|---|---|
| Não Correntes | ||
| Edifícios | 7 159 527 | 6 491 055 |
| Equipamento Administrativo | 717 250 | 816 862 |
| Viaturas | 535 631 | 259 201 |
| Equipamento Informático | 15 505 | 67 781 |
| 8 427 914 | 7 634 899 | |
| Correntes | ||
| Edifícios | 520.709 | 458 919 |
| Equipamento Administrativo | 279.801 | 320 835 |
| Viaturas | 330.376 | 284 619 |
| Equipamento Informático | 109.905 | 66 883 |
| 1 240 791 | 1 131 256 | |
| 9 668 705 | 8 766 155 |
Os prazos das responsabilidades com contratos de locação financeira são como se segue:
| Capital em Divida 30/09/2010 |
|
|---|---|
| Pagamentos até 1 anos | 1 240 791 |
| Pagamentos entre 1 e 5 anos | 3 409 039 |
| Pagamentos a mais de 5 anos | 5 018 875 |
| 9 668 705 |
Em 30 de Setembro de 2010 e 2009, esta rubrica apresentava a seguinte composição:
| Vendas | 30-09-2010 | 30-09-2009 |
|---|---|---|
| BPO | ||
| IT Outsourcing | 13 683 716 | 14 124 864 |
| IT Consulting | 4 475 321 | 3 470 058 |
| Sistemas de Engenharia e Mobilidade | 1 536 422 | 1 495 447 |
| Eliminações | ( 331 206) | ( 208 239) |
| 19 364 253 | 18 882 130 | |
| Prestações de Serviços | 30-09-2010 | 30-09-2009 |
| BPO | 12 801 248 | 10 756 734 |
| IT Outsourcing | 13 001 253 | 23 044 927 |
| IT Consulting | 31 519 096 | 21 108 408 |
| Sistemas de Engenharia e Mobilidade | 1 103 104 | 2 237 315 |
| Eliminações | ( 2 231 346) | ( 2 104 096) |
| 56 193 355 | 55 043 288 |
| Outros rendimentos operacionais | 30-09-2010 | 30-09-2009 |
|---|---|---|
| Trabalhos para a própria empresa | 300 000 | |
| Rendimentos suplementares | 1 608 522 | 326 097 |
| Subsídios à exploração | 3 428 | 10 689 |
| Outros rend. e ganhos operacionais | 252 297 | 1 720 318 |
| 2 164 247 | 2 057 105 |
Em 30 de Setembro de 2010 e 2009, esta rubrica apresentava a seguinte composição:
| 30-09-2010 | 30-09-2009 | |
|---|---|---|
| Água, electricidade e combustíveis | 652 104 | 688 860 |
| Rendas e alugueres | 2 619 313 | 1 767 513 |
| Comunicação | 1 133 924 | 838 162 |
| Transportes, desl.e estadias e despesas de repres. | 4 374 910 | 3 521 514 |
| Subcontratos | 7 996 222 | 7 197 541 |
| Trabalhos especializados | 5 190 111 | 5 790 291 |
| Honorários | 9 951 270 | 10 490 805 |
| Outros fornecimentos e serviços | 1 854 112 | 2 223 576 |
| 33 771 965 | 32 518 263 |
Em 30 de Setembro de 2010 e 2009, esta rubrica apresentava a seguinte composição:
| 30-09-2010 | 30-09-2009 | |
|---|---|---|
| Remunerações do Pessoal | 18 255 229 | 14 419 344 |
| Encargos sobre Remunerações | 3 489 199 | 2 863 043 |
| Remunerações dos Órgãos Sociais | 1 346 470 | 636 612 |
| Seguro Ac. Trab. e Doenças Profi. | 66 426 | 95 345 |
| Outros Gastos com Pessoal | 755 053 | 724 622 |
| 23 912 377 | 18 738 966 |
Em 30 de Setembro de 2010 e 2009, o número médio de trabalhadores ao serviço, por área de negócio, era como segue:
| 30-09-2010 | 30-09-2009 | |
|---|---|---|
| BPO | 228 | 198 |
| IT Outsourcing | 288 | 332 |
| IT Consulting | 535 | 347 |
| Sistemas de Engenharia e Mobilidade | 19 | 18 |
| Áreas de Suporte | 53 | 53 |
| 1123 | 948 |
Os resultados financeiros dos semestres findos em 30 de Setembro de 2010 e 2009, tinham a seguinte composição:
| 30-09-2010 | 30-09-2009 | |
|---|---|---|
| Gastos e Perdas Financeiras | ||
| Juros suportados | ||
| empréstimos | 1.843.305 | 1.468.159 |
| contratos de locação | 237.948 | 321.293 |
| factoring | 35.698 | 28.305 |
| mora e compensatórios | 189.228 | 412.428 |
| outros | 27.369 | 457.139 |
| 2.333.548 | 2.687.324 | |
| Serviços bancários | 440.424 | 346.789 |
| Diferenças de câmbio desfavoráveis | 186.963 | 126.010 |
| Outros gastos financeiros | 516.424 | 43 631 |
| 3.477.359 | 3.203.754 | |
| Proveitos e Ganhos Financeiros | ||
| Juros obtidos | 29.444 | 80 583 |
| Diferenças de câmbio favoráveis | 62.067 | 132 439 |
| Outros proveitos financeiros | 17.428 | 357 834 |
| 108.939 | 570.856 | |
| Resultado Financeiro | ( 3 368 420) | ( 2 632 898) |
Em 30 de Setembro de 2010 e 2009, esta rubrica apresentava a seguinte composição:
| 30-09-2010 | 30-09-2009 | |
|---|---|---|
| Imposto corrente | 764 399 | 1 295 031 |
| Imposto diferido | ( 2 527 332) | ( 687 347) |
| ( 1 762 932) | 607 684 |
Em 30 de Setembro de 2010 e 2009, a taxa média efectiva de imposto difere da taxa nominal devido ao seguinte:
| 30-09-2010 | 30-09-2009 | |
|---|---|---|
| Resultados Antes de Impostos | ( 1 522 916) | 830 586 |
| Impostos à taxa de 25% | ( 380 729) | 207 647 |
| Amortizações e provisões não aceites para efeitos fiscais | 90 747 | 111 468 |
| Multas, coimas, juros compensatórios | 49 163 | 506 145 |
| Correcções relativas ao ano anterior | 124 158 | 140 604 |
| (Excesso) / Insuf. estimativa imposto a) | ( 964 423) | |
| Tributação Autónoma | 340 365 | 226 349 |
| Reconhecimento de passivos por impostos diferidos | ( 340 647) | ( 340 647) |
| Outros | ( 681 567) | ( 243 882) |
| Imposto sobre o Rendimento do Exercício | ( 1 762 932) | 607 684 |
| Taxa média efectiva de imposto | 115,8% | 84,8% |
a) O Excesso de estimativa de imposto deve-se principalmente aos benefícios fiscais no âmbito do SIFIDE – Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial, sendo que a candidatura referente ao ano de 2009 só foi entregue no primeiro semestre de 2010.
À data de 30/09/2010, os compromissos financeiros das empresas do Grupo Reditus que não figuram no balanço referentes a garantias bancárias são como se segue:
| Valor (Euros) |
À ordem de | Origem |
|---|---|---|
| 350 852 | IGFSS | Garantia de pagamento das dividas em prestações |
| 3 949 871 | DGCI | Garantia de pagamento de processos executivos |
| 1 263 135 | Diversos Clientes | Bom cumprimento das obrigações contratuais |
| 100 159 | Diversos Fornecedores | Bom cumprimento das obrigações contratuais |
Existem várias situações suscitadas pela Administração Fiscal, no âmbito de inspecções realizadas, que não deram origem a qualquer processo judicial (impugnação judicial), estando a ser objecto de contestação pela empresa junto da Administração Fiscal, sob a forma de recursos hierárquicos ou reclamações, ainda pendentes de decisão. O montante total de impostos reclamados pela Administração Fiscal é de 3.426.503€, embora seja entendimento da Administração da Reditus que a possibilidade de se vir a concretizar é remota.
Os saldos em 30 de Setembro de 2010 e 31 de Dezembro de 2009 e as transacções efectuadas com empresas relacionadas excluídas da consolidação, no trimestre findo em 30 de Setembro de 2010 e 2009, são os seguintes:
| 30.09.2010 | ||||
|---|---|---|---|---|
| Clientes | Outras contas a receber |
Outras contas a pagar |
Fornecedores | |
| Canes Venatici | 2.123 | - | - | - |
| Courical Holding BV | - | - | 1.391.820 | - |
| GTBC - Global Technologie & Business Consulting | - | - | - | 114.167 |
| Lanifos - Soc Financiamento, Lda | 3.868 | - | - | - |
| Leya, SA | 121.103 | - | - | - |
| Tora - Soc. Imobiliária, SA | - | - | - | 238.500 |
| 127.093 | - | 1.391.820 | 352.667 |
| 31.12.09 | ||||
|---|---|---|---|---|
| Outras contas | Outras contas | |||
| Clientes | a receber | a pagar | Fornecedores | |
| Canes Venatici | 2.006 | - | - | - |
| Companhia das Quintas Vinhos, SA | - | - | - | 1.260 |
| Courical Holding BV | - | - | 7.083.640 | - |
| GTBC - Global Technologie & Business Consulting | 4.840 | - | - | 406.025 |
| Lanifos - Soc Financiamento, Lda | 17.280 | - | - | - |
| Leya, SA | 552.000 | - | - | - |
| Portuvinus - Wine & Spirits, SA | - | - | - | 928 |
| Tora - Soc. Imobiliária, SA | 875 | - | - | 75.861 |
| 577.002 | - | 7.083.640 | 484.073 |
| 30.09.2010 | |||
|---|---|---|---|
| Vendas | Fornecimentos e serviços externos |
Custos financeiros |
|
| GTBC - Global Technologie & Business Consulting | - | 1.294.669 | 17.959 |
| Lanifos - Soc Financiamento, Lda | 13.990 | - | - |
| Pessoa, Pinto & Costa, Lda | 5 4 |
- | - |
| Leya, SA | 108.816 | - | - |
| Tora - Soc. Imobiliária, SA | - | 2.882.932 | - |
| 122.860 | 4.177.600 | 17.959 |
| 30.09.2009 | |||
|---|---|---|---|
| Vendas | Fornecimentos e serviços externos |
Custos financeiros |
|
| GTBC - Global Technologie & Business Consulting Tora - Soc. Imobiliária, SA |
- 808.072 - 1.579.699 |
- - |
|
| - 2.387.771 |
- |
Todas as transacções com as empresas relacionadas foram realizadas em condições normais de mercado, ou seja, os valores das transacções correspondem aos que seriam praticados com empresas não relacionadas.
O saldo a pagar à Courical Holding BV deve-se à aquisição da Partblack, no segundo semestre de 2009;
Os saldos e transacções com a GTBC devem-se a um contrato de prestação de serviços de outsourcing especializado;
Os saldos a receber da Leya devem-se à implementação de uma aplicação informática pela Roff;
Os saldos e transacções com a Tora devem-se a um contrato de agenciamento comercial firmado em 2004.
Nos primeiros nove meses de 2010 não foi paga nenhuma componente variável de remuneração da Administração. A componente fixa foi a seguinte:
| Acumulado 3º Trimestre | |
|---|---|
| Executivos | 244.056 |
| Frederico Moreira Rato | 102.354 |
| Miguel Ferreira | 91.702 |
| Francisco Santana Ramos | 50.000 |
| Não Executivos | 173.250 |
| Miguel Paes do Amaral | 22.500 |
| José António Gatta | 22.500 |
| Fernando Fonseca Santos | 22.500 |
| António Nogueira Leite | 29.250 |
| António Maria de Mello | 54.000 |
| José Manuel Silva Lemos | 22.500 |
A demonstração dos fluxos consolidados, é preparada pelo método directo, excepto quanto às operações da Caléo, entidade sediada em França e que, de acordo com os normativos contabilísticos locais, não prepara esta peça das demonstrações financeiras. Para efeito das demonstrações financeiras consolidadas a informação de fluxos de caixa referente à Caléo é preparada através do método indirecto.
A apresentação da informação financeira de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS/IAS) está reflectida nas contas consolidadas.
Não existem eventos subsequentes reportáveis.
Ao abrigo da alínea c) do nº. 1 do artº. 246 do CVM, o Conselho de Administração afirma que, tanto quanto é do seu conhecimento, a informação contida no Relatório de Gestão, Contas do 3º trimestre e demais documentos de prestação de contas foi elaborada em conformidade com as normas contabilísticas aplicáveis, dando uma imagem verdadeira e apropriada do activo e do passivo, da situação financeira e dos resultados do emitente e das empresas incluídas no perímetro da consolidação e que o relatório de gestão expõe fielmente a evolução dos negócios, do desempenho e da posição do emitente e das empresas incluídas no perímetro da consolidação, contém uma descrição dos principais riscos e incertezas com que se defrontam.
Alfragide, 25 de Novembro de 2010.
O Conselho de Administração,
Miguel Maria de Sá Pais do Amaral – Presidente
Frederico José Appleton Moreira Rato – Vice-Presidente
José António da Costa Limão Gatta – Administrador
Fernando Manuel Cardoso Malheiro da Fonseca Santos – Administrador
António do Pranto Nogueira Leite – Administrador
Rui Miguel de Freitas e Lamego Ferreira - Administrador
Francisco José Martins Santana Ramos - Administrador
António Maria de Mello Silva Cesar e Menezes - Administrador
José Manuel Marques da Silva Lemos – Administrador
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