Earnings Release • Nov 19, 2012
Earnings Release
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Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. Sociedade Aberta Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, nº 17 – 6A, 1070-313 Lisboa – Portugal Capital Social € 12.000.000 NIPC 500 255 342 Matrícula de Registo Comercial de Lisboa nº único 500 255 342
O ano iniciou-se com indicadores positivos de crescimento económico e de criação de emprego nos EUA, bem como com um alivio de restrições de liquidez no sistema financeiro Europeu. Numa altura de desalavancagem do sector público e do sector privado, nomeadamente no sistema bancário e reforço dos seus fundos próprios, o BCE tem vindo a levar a cabo uma política expansionista assente na redução das taxas de juro directoras da Zona Euro bem como em medidas não convencionais. Em Julho, o Banco Central Europeu reduziu a taxa directora para mínimos recorde nos 0,75%.
Embora tenhamos assistido a injecções de liquidez no sector financeiro europeu (nomeadamente através das Long Term Refinancing Operation (LTRO)), estas revelaram-se infrutíferas quanto ao objectivo de ceder liquidez à economia real, na medida em que serviram, principalmente, para fazer face às emissões de dívida dos países Europeus, ou à recompra da mesma em secundário, melhorando o yield das obrigações e recompondo marginalmente a margem financeira dos bancos. No sentido de restaurar a confiança dos investidores na Zona Euro, o Banco Central Europeu tem vindo a mostrar-se comprometido e determinado na preservação do Euro. Neste sentido, anunciou em Setembro um novo mecanismo, 'Outright Monetary Transactions' um programa de compra de dívida soberana no mercado secundário de países com constrangimentos no financiamento e que solicitem ajuda formal. Este, ao mesmo tempo que pretende reduzir a incerteza tem também como objectivo o restauro do mecanismo de transmissão de política monetária. Destaque ainda para o anúncio da criação de uma União Bancária que, em conjunto com as reformas institucionais na União Europeia e criação do Mecanismo de Estabilidade Europeu têm vindo a contribuir para um alívio significativo das yields dos países periféricos e para a estabilização das condições de financiamento.
Depois da Espanha de se tornar o centro do das atenções no início do ano, ao não atingir as metas orçamentais a que se propôs para 2011, ao não resolver o problema estrutural do seu sector bancário e ao não conseguir criar uma dinâmica de reformas com impactos positivos no mercado, o 2º Trimestre obrigou o Sector Bancário Espanhol a recorrer a ajuda externa, para fazer face à reestruturação da banca. No 3º. Trimestre as yields das obrigações a 10 anos atingiram máximos acima dos 7,50%, perante a incerteza relativa a um resgate total à economia e em que condições. No entanto, a aprovação de Orçamento para 2013 e de medidas de controlo de despesa em conjunto com as medidas anunciadas pelo Banco Central Europeu contribuíram para a redução significativa das mesmas.
Perante o abrandamento da actividade económica a nível global e as sucessivas revisões em baixa do PIB, os principais bancos centrais têm demonstrado alguma coordenação e têm, ao longo do ano, vindo a implementar medidas de política monetária expansionista. Disso são exemplo as reduções de taxas de juro verificadas na China ou Brasil. Durante o 3º. Trimestre o Banco Central do Brasil reduziu a SELIC por duas vezes de 8,50% para 7,50%. Na China, o Banco Central chinês reduziu a taxa de juro de referência por duas vezes de 6,56% para 6,00%. Nos EUA, para contrariar os sinais continuados de abrandamento da economia americana o FED anuncia nova intervenção, a aquisição de instrumentos de dívida associados ao crédito imobiliário, sem limite temporal até
que os níveis de desemprego estabilizem, o prolongamento da Operação Twist e o prolongamento da política acomodatícia com a manutenção das taxas de juro em níveis historicamente baixos até 2015.
No entanto, os mecanismos de política monetária têm vindo a revelar-se pouco eficientes na promoção da actividade económica e geração de emprego. A aproximação do final do ano civil e o desacordo quanto ao tecto da dívida nos EUA tem exacerbado os receios em torno do "fiscal cliff".
Portugal em 2012 contínua a ser marcado pela continuação do processo de ajustamento da economia, enquadrado pelo programa de assistência financeira e, como esperado, a política orçamental manteve-se contraccionista e pró-ciclica o que contribuiu para acentuar a contracção económica com níveis de desemprego em máximos históricos. Para o 3º trimestre estima-se que a economia portuguesa venha a contrair, em termos anualizados 3,4%, enquanto a taxa de desemprego atinge 15,8%. Apesar do abrandamento económico verificado na
Conforme anunciado no R&C de 2011, e fruto do processo de reposicionamento do Grupo, a metodologia de apresentação de contas da Sociedade foi alterada e é neste novo enquadramento que são apresentados os resultados consolidados deste Trimestre.
Como tivemos oportunidade de referir anteriormente, a preparação do Grupo para tempos menos favoráveis permitiu chegar ao final dos primeiros 9 meses do ano com resultados que fazem com que possamos encarar o futuro com algum optimismo. Os Resultados Consolidados do Grupo foram, no terceiro trimestre de 2012, de cerca de Europa, as trocas com o exterior apresentaram um saldo positivo, o que já não sucedia desde a Segunda Guerra Mundial. Ainda no 3º Trimestre, o défice da Balança Comercial voltou a diminuir, com as exportações a aumentarem 4,5% e as importações a reduzirem 4,2%.
A crise de dívidas soberanas manteve-se como catalisador de alguma volatilidade e de medidas de controlo orçamental que têm contribuído para acentuar o ciclo de contracção/abrandamento económico verificado um pouco por todo o globo. Como resposta, os Bancos Centrais, através dos instrumentos de política monetária convencionais e não convencionais têm vindo a sustentar alguma normalização do mercado de dívida e acesso a crédito, no entanto, sem o desejado efeito multiplicador na economia real.
Embora de forma muito lenta, a Europa tem vindo progressivamente a abandonar o modelo de avaliação individual da crise de dívida para poder, assim, tentar encontrar uma solução ao nível pan-europeu.
5,7 milhões de Euros, um valor muito positivo considerando o enquadramento externo referido.
Esta performance reveste-se de importância acrescida pois os Resultados têm vindo a manter-se em níveis históricos no Grupo de forma consistente e contínua ao longo do ano, como já vinha acontecendo em 2011.
Os negócios core e estratégicos da holding em Portugal, continuam a registar valores que estão dentro do previsto e continua a ser expectável que se cumpram os objectivos delineados no início do ano.
O Grupo continua atento a novas oportunidades, mas as suas actividades estão condicionadas em alguns mercados em que actua pelo enquadramento da contracção económica referida atrás.
É imperativo que os governos centrais continuem a tentar eliminar o estrangulamento generalizado que as empresas e as pessoas vivem hoje. Os principais agentes económicos enfrentam momentos de sobrevivência, muito condicionados pela ausência de mecanismos de concessão de crédito às empresas. É necessário eliminar este sufoco para se voltar a pensar em crescimento.
Entendemos que o caminho de reposicionamento que iniciámos há 3 anos e que representa um processo de transformação evolutiva que tem por princípios a diversificação geográfica, a centralização da actividade no Sector Financeiro e a simplificação da apresentação do portfolio de investimentos ao mercado, aponta numa direcção certa que, depois de ultrapassado o sufoco actual dos mercados, nos permitirá crescer de forma sustentada.
O novo posicionamento como holding de Investimentos condicionou a gestão dos investimentos da holding numa lógica de family office com um asset allocation estratégico nas diversas classes de activos que teve de ser acompanhado por uma evolução da metodologia de apresentação de contas que reflectisse esta realidade, já espelhada nas contas finais de 2011, em que a holding agrupa e segmenta todos os seus investimentos de acordo com a seguinte lógica e classes de activos:
| Private Equity | Strategic Assets | Alternative Investments | Real Estate |
|---|---|---|---|
| • Transportes & Logística Nacional · Transportes & Logiítica Africa · Transportes & Logiítica Espanha • Naval e Segurança · Industrial |
• Orey Financial Portugal • Orey Financial Brasil • Orey Serviços & Orgnização |
• OP Incrivel • Orey FIP I |
· Imóveis da SCOA · Imóveis da OGI |
| Listed Equities | Fixed Income | Cash & Deposits | Other Assets |
| · Investimentos disponíveis para venda |
• Obrigações - Empréstimos a Subsidiárias |
• Depósitos a Prazo • Depósitos à Ordem • Tesouraria |
- Activos Fixos Tangíveis • Activos Intangíveis • Activos por Impostos Diferidos • Contas a Receber • Diferimentos |
O detalhe das contas apresentada nos capítulos seguintes está estruturada de acordo com esta segmentação.
A alocação a Private Equity é feita através do fundo Luxemburguês Orey Capital Partners I SCA SICAR e representa 16% dos Activos do grupo (numa lógica de investimentos). Espera-se rentabilidades superiores a 10% com objectivo de 15%.
A Orey Capital Partners | SCA SICAR (OCPSICAR), é uma sociedade de investimento em capital de risco gerida pela Orey Capital Partners GP.
A OCPSICAR tem como objectivo o investimento em empresas que operem no sector de transportes e logística e com actuação na Península Ibérica, Brasil e África.
No ano de 2012 até Setembro a OCPSICAR investiu um total de 15,69 milhões euros.
Conforme comunicado anterior da Sociedade ao mercado, a 31 de Maio do corrente ano ficou concluído o processo de reposicionamento estratégico decidido na Assembleia Geral de 1 de Junho de 2009, ou seja, todos os negócios não financeiros de Grupo foram transferidos para este fundo.
É objectivo da sociedade gestora continuar o processo de captação de capital junto de investidores de modo a poder concretizar o pipeline de oportunidades de investimento até agora identificadas.
Por activos estratégicos entendem-se aqueles onde temos uma vocação directa de gestão, onde, por principio, queremos ter uma posição de controle e onde estamos a mais longo prazo. Por essas razões estes são os activos que, nesta nova lógica faz sentido consolidar.
Estes activos representam 44% dos Activos do grupo (numa lógica de investimentos). Esperam-se para estes activos rentabilidades superiores a 5% com objectivo de 15%.
A Orey Financial presta serviços de intermediação financeira especializados, nas áreas de:
IV. Gestão de Fundos de Investimento Imobiliários,
V. Gestão de Fundos de Private Equity,
A 30 de Setembro de 2012 e de 2011, o total dos activos sob gestão e das comissões líquidas em base consolidada era o seguinte:
| Total | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
|---|---|---|---|
| Activos sob Gestão | 136.885 | 140.937 | -2,9% |
| Comissões Líquidas* | 3.709 | 3.863 | -4,0% |
* Inclui comissões não relacionadas com os activos sob gestão Milhares de Euros
| Activos sob Gestão | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
|---|---|---|---|
| Corretagem Online | 37.441 | 29.998 | 24,8% |
| Consultoria de Inv. e Gestão Discricionária | 64.274 | 49.737 | 29,2% |
| Fundos de investimento Mobiliário | 3.911 | 7.003 | -44,2% |
| Fundos de investimento Imobiliário | 15.278 | 28.906 | -47,1% |
| Private Equity | 15.982 | 25.293 | -36,8% |
| Total | 136.885 | 140.937 | -2,9% |
| Milhares de Euros |
A corretagem online manteve a sua base de operações em Portugal e em Espanha (através da sucursal local da Orey Financial, IFIC).
| Corretagem Portugal | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
|---|---|---|---|
| AUM | 27.825 | 23.658 | 17,6% |
| Volume de transacções (CFD e FX) | 9.208.416 | 15.834.802 | -41,8% |
| Comissões Líquidas | 2.245 | 2.408 | -6,8% |
| Milhares de Euros | |||
| Nº de Clientes | 2.261 | 1.749 | 29,3% |
Neste segmento, e dando continuidade à estratégia delineada no início do ano, foi mantida a aposta na formação online (p.ex webinars) e na formação individual de cada cliente, seja em colaboração com a DECO Proteste, (curso de bolsa "Invista Melhor" a todos os novos clientes da Orey Financial), seja através de outros formadores especializados (cursos especializados de FOREX aos novos clientes).
A realização de diversas conferências nas capitais de Distrito, o acompanhamento muito próximo e sempre presente junto da base de clientes permanecem como características distintivas e inerentes à actividade desenvolvida.
Esta estratégia possibilitou, nos primeiros 9 meses de 2012 e num contexto nacional e internacional particularmente adverso, marcado por uma forte retracção económica, um aumento de 17,6% dos activos sob gestão do segmento de corretagem online em Portugal. Este aumento não se repercutiu ainda no volume de transacções, mas permitiu já uma recuperação do valor das comissões face ao valor observado no primeiro semestre.
| Corretagem Espanha | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
|---|---|---|---|
| AUM | 9.616 | 6.340 | 51,7% |
| Volume de transacções (CFD e FX) | 2.076.562 | 6.799.617 | -69,5% |
| Comissões Líquidas | 476 | 499 | -4,7% |
| Milhares de Euros | |||
| Nº de Clientes | 1.052 | 676 | 55,6% |
Em Espanha, e apesar do contexto económico igualmente preocupante, quer o número de clientes, quer o valor dos activos sob gestão tiveram um aumento superior ao que se verificou em território nacional. Nestes primeiros 9 meses de 2012 foi ultrapassada a barreira dos mil clientes tendo-se conseguido um aumento dos activos sob gestão de 51,7% face valor alcançado no mesmo período de 2011. À imagem do que se verificou em Portugal, estes resultados não evitaram uma forte redução do número de transacções, que mais uma vez se justifica pela incerteza sobre o futuro, que afasta os clientes de investimentos em produtos não tradicionais.
| Consultoria de Inv. e Gestão Discricionária | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
|---|---|---|---|
| Activos sob Gestão | 64.274 | 49.737 | 29,2% |
| Comissões Líquidas | 496 | 169 | 193,4% |
| Nº de Clientes | 475 | 309 | 53,7% |
| Milhares de Euros |
Após 2 anos marcantes, em termos de mudanças organizacionais e de criação de valor nas relações com os clientes, através da segmentação da base de clientes e da orientação da comunicação para o exterior adequada às diferentes necessidades e perfis, a Orey Financial disponibilizou em 2012 um conjunto de novos produtos e estratégias que promoveram a extensão da oferta aos clientes.
A oferta de estratégias de investimento globais e diversificadas, com uma base temporal de médio/longo prazo, encontrase a ser também complementada e reforçada por novas estratégias de curto prazo (trading) e outros instrumentos de dívida planeados para o ano de 2012, que permitiram alargar a base de clientes, mantendo a tendência de crescimento observada ao longo dos últimos 12 meses, e estendendo esta tendência ao volume de activos sob gestão.
A área de gestão discricionária é responsável pelo planeamento e implementação das estratégias de investimento, de acordo com as características de risco de cada cliente. De uma forma global, mantêm-se cinco tipos de estratégias de investimento, as quais obtiveram as seguintes rentabilidades anualizadas:
| Estratégia | Set-12 | Últimos 3 anos |
|---|---|---|
| Conservadora | 3,34% | 1,57% |
| Rendimento | 4,34% | 1,47% |
| Equilibrada | 5,34% | 1,02% |
| Crescimento | 7,12% | -0,12% |
| Agressiva | 8,82% | -0,77% |
| Fundos de investimento Mobiliário | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
|---|---|---|---|
| Hedge Funds | 3.911 | 7.003 | -44,2% |
| Milhares de Euros | |||
| Comissões Liquidas | 70 | 247 | -71,6% |
| Milhares de Euros |
A área de gestão de fundos mobiliários é responsável pela gestão do fundo Orey Opportunity Fund (OOF), um Hedge Fund não harmonizado. O fundo utiliza uma abordagem non-standard ao conceito de multi-manager, investindo em activos diversificados, criando estratégias que possam beneficiar dos diferentes enquadramentos macroeconómicos.
O fundo, desde a sua existência, tem batido consistentemente o seu benchmark (HFRX Global Hedge Fund Index), e apenas apresentou dois anos negativos (2008 e 2011). Nos primeiros 9 meses de 2012, o Orey Opportunity Fund apresenta uma rentabilidade de -2,51%, face à generalidade da indústria dos Hedge Funds medida através do HFRX Global que apresenta uma rentabilidade de 2,15%.
A redução dos activos sob gestão deveu-se principalmente ao rebalanceamento estratégico das carteiras de diversos clientes privados.
2011 foi um ano difícil para o mercado imobiliário em geral, e para os Fundos de Investimento Imobiliário em particular, que também são afectados pelos efeitos da incontornável desalavancagem do sistema financeiro nacional, tendência que se tem mantido em 2012 e cuja evolução se encontra fortemente condicionada pelas medidas em curso no sector.
Mantendo actualmente apenas como fonte de financiamento externo o Banco Central Europeu, a banca portuguesa enfrenta problemas de liquidez que estão não só a limitar a sua capacidade de financiar a economia, como também a obrigar à resolução de diversos créditos existentes.
Nesta conjuntura recessiva, os Fundos de Investimento Imobiliário portugueses enfrentam diversos desafios que se encontram já plenamente identificados:
existentes estão a ser reduzidas, ou canceladas, não tendo a banca nacional capacidade financeira para prorrogar a maturidade da maioria dos empréstimos existentes.
Quanto aos fundos geridos pela Orey Financial, IFIC, SA, em 30 de Setembro de 2012 encontravam-se em actividade 3 fundos, menos 2 do que em igual período do ano anterior, com um valor global de 15,2 milhões de euros. Em 30 de Dezembro de 2011 foi efectuada a liquidação do fundo CLAVIS – FEIIF e já no terceiro trimestre de 2012 foi encerrado o Fundo Incity – FEIIF. O fundo REF – Real Estate Fund – FIIF encontra-se na fase final de liquidação, estando previsto o seu encerramento no final do quarto trimestre de 2012.
| Fundos de Investimento Imobiliário | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
|---|---|---|---|
| AUM | 15.278 | 28.906 | -47,1% |
| Comissões Líquidas | 74 | 78 | -5,4% |
| Milhares de Euros | |||
| Nº Fundos | 3 | 5 | -40,0% |
| Fundo de Private Equity | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
|---|---|---|---|
| AUM | 15.982 | 25.293 | -36,8% |
| Comissões Líquidas | 332 | 399 | -16,9% |
| Milhares de Euros |
Com a aquisição pelo Orey Capital Partners SCA SICAR (OCP SICAR) da totalidade das participações da área de shipping, logística e representações técnicas extingue-se o âmbito do mandato de gestão atribuído pela Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. à Orey Capital Partners GP Sàrl (GP) para a gestão destas participações.
O objectivo desde mandato era o de gerir, desde o primeiro momento, estas participações dentro do quadro normal de actividade das entidades que gerem sociedades de capital de risco, utilizando as melhores práticas da indústria de private equity e assegurando a implementação dos leveraged buyouts previamente à entrada dos activos para o portfolio do fundo que foram executados com sucesso.
Durante o ano de 2012 concretizaram-se aumentos de capital no valor global de 14,7 milhões Euros, correspondendo o total do capital chamado aos investidores à data de 30 de Setembro de 2012 a um valor de 15,83 milhões de Euros o qual se encontra totalmente investido. O GP continua o road- show para a captação de investidores adicionais para o OCP SICAR.
Em 30 de Setembro de 2012 o portfolio dos activos geridos pelo OCP SICAR estava valorizado em 15,98 milhões de Euros.
A redução dos activos sob gestão relativamente a 30 de Setembro de 2011 (25,3 milhões de Euros) tem origem na concretização dos financiamentos previstos das empresas do portfolio do OCP SICAR no último trimestre de 2011. Relembre-se que em 2011, foram concretizadas, com sucesso, as emissões de empréstimos obrigacionistas e financiamentos bancários por parte de empresas envolvidas no OCP SICAR, o que permitiu reduzir o valor do capital a aportar por parte dos investidores no OCP SICAR, reduzindo também e em consequência o valor líquido (de financiamentos) dos activos geridos neste âmbito, facto que implicou a redução dos activos sob gestão.
A crise financeira da Zona Euro, a contracção da actividade económica e da procura interna em Portugal, o agravamento do desemprego e os problemas de liquidez que estão a limitar a capacidade de financiar a economia, levaram a que as condições de acesso ao crédito se tenham tornado muito mais restritivas face ao ano anterior.
Apesar de, nos primeiros 9 meses de 2012, as taxas de juro do mercado monetário interbancário terem continuado a descer, o preço do crédito aumentou substancialmente. Este facto deve-se, por um lado, à escassez de liquidez no mercado e, por outro, ao aumento do crédito vencido no sistema financeiro, impulsionado pela diminuição do rendimento das famílias portuguesas.
Perante este contexto adverso, a estratégia
da Orey Financial manteve-se inalterada face ao que se havia delineado em 2011: conceder Crédito para Aquisição de Valores Mobiliários (Crédito ao Investimento), aproveitando as sinergias da empresa que facilitam fortemente a gestão do risco próprio da actividade de crédito. A concessão de Crédito para Aquisição de Valores Mobiliários tem como única e exclusiva finalidade servir de suporte a investimentos que o cliente da Orey Financial pretenda realizar em valores mobiliários.
No final dos primeiros 9 meses de 2012, o volume de concessão de crédito totalizava cerca de 5,5 milhões de Euros, dos quais 3,2 milhões de Euros eram destinados á Aquisição de Valores Mobiliários. Todos os contratos de Crédito foram formalizados com garantias reais.
Ao longo dos primeiros 9 meses de 2012 a actividade de Corporate Finance evoluiu de forma positiva.
Apesar desta evolução, os tempos que vivemos são ainda incertos, as condições de mercado não melhoraram - antes pelo contrário, têm vindo a degradar-se - o que é determinante numa actividade bastante sensível e permeável ao contexto económico. Deste modo, a performance acumulada nestes primeiros 9 meses exige que a atenção se mantenha centrada na concretização das oportunidades de negócio e na entrega eficiente dos projectos.
Numa perspectiva futura, os mandatos e projectos em curso, aliados ao pipeline existente, permitem encarar os próximos meses com algum optimismo, sendo expectável que se alcancem os objectivos propostos.
Entre estes objectivos, inclui-se de forma particular, o de manter o apoio às operações do Grupo e prosseguir com a identificação e exploração das oportunidades que se encontram activas junto de clientes externos, desenvolvendo os esforços necessários no sentido alargar a base de clientes, dando a conhecer ao mercado a oferta da Orey Financial neste segmento de negócio.
A Orey Financial Brasil presta serviços de Gestão de Carteiras, Gestão de Fundos de Investimento, Corporate Finance e Family Office.
A 30 de Setembro de 2012 e 2011, o total dos activos sob gestão dos fundos de investimento e das comissões líquidas era o seguinte:
| Activos sob Gestão | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
|---|---|---|---|
| Gestão de Carteiras | 37,23 | 136,86 | -72,8% |
| Gestão de Fundos de Investimento | 14,76 | 22,98 | -35,8% |
| Total Gerido | 51,98 | 159,84 | -67,5% |
| (Milhões de Euros) | |||
| Comissões Líquidas* | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
| Brasil | 0,57 | 1,19 | -51,8% |
| * Inclui comissões que não estão relacionadas com os activos sob gestão | (Milhões de Euros) |
Neste segmento de negócio e comparativamente com 2011, há a realçar
uma diminuição dos activos sob gestão, como se ilustra de seguida:
| Gestão de Carteiras | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
|---|---|---|---|
| Activos sob Gestão | 37,23 | 136,86 | -72,8% |
| Número de clientes | 112 | 288 | -61,1% |
| (Milhões de Euros) |
A actividade de gestão de carteiras de investimento da Orey Financial Brasil apresentou uma variação percentual negativa de 72,8% em Euros, comparativamente ao período homólogo do ano de 2011, justificada não só pela
diminuição do número de clientes mas também pela desvalorização do Real. A diminuição do número de clientes tem a ver com a saída de uma parte substancial da equipa comercial.
Ao nível dos fundos de investimento geridos pela Orey Financial Brasil, a 30 de Setembro de 2012, os dados relativamente aos valores patrimoniais geridos eram os seguintes:
| Gestão de Fundos de Investimento | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
|---|---|---|---|
| Total Gerido | 14,76 | 22,98 | -35,8% |
| (Milhões de Euros) |
| Gestão de Fundos de Investimento | Set-12 | Set-11 | 12 vs 11 |
|---|---|---|---|
| OREY MULTIGESTOR FIC DE FI MULTIMERCADO | 3,28 | 6,85 | -52,1% |
| OREY RENDA FIXA - FI RF | 0,53 | 6,51 | -91,9% |
| OREY CRÉDITO FIC DE FIM CRÉDITO PRIVADO | 1,01 | 3,75 | -73,0% |
| OREY AÇÕES BRASIL FI EM AÇÕES | 0,26 | -100,0% | |
| OREY SULAMERICA PREV FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO |
0,00 | 1,22 | -100,0% |
| OREY SULAMERICA PREV FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO | 0,00 | 0,48 | -100,0% |
| OREY PREVIDÊNCIA (BANCO ALFA) - FI MULTIMERCADO PREVIDENCIÁRIO |
0,54 | 0,00 | 0,0% |
| FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES OREY I | 9,00 | 3,91 | 130,2% |
| Total Gerido | 14,36 | 22,98 | -37,5% |
| (Milhões de Euros) |
Até Setembro de 2012 a prestação da actividade de gestão de fundos de investimento apresentou uma variação percentual negativa de 37,5% com o valor total gerido a atingir os 14,36 Milhões de Euros, justificado por uma saída de clientes durante o último trimestre, que tem a ver com a saída da equipa comercial atrás referida.
Em 9 de Novembro de 2012, conforme comunicado ao mercado, a Orey Financial Brasil Ltda assinou um acordo para o estabelecimento de uma parceria estratégica com a empresa XP Investimentos CCTVM S/A., hoje a maior corretora independente do Brasil. Este acordo tem por base a futura gestão conjunta das áreas de Fundos e Gestão de Carteiras dos clientes particulares da Orey Financial Brasil.
A Orey Serviços & Organização, empresa de serviços partilhados, é hoje como uma área estratégica para a Orey. Além dos ganhos ao nível dos custos de acesso a soluções, da optimização das ferramentas à disposição das diferentes empresas, da integração dos modelos ao nível do Grupo, destaca-se a elevada eficiência e a
capacidade de resposta na integração de novas empresas e de novos investimentos.
No terceiro trimestre de 2012 esta unidade teve um volume de facturação de cerca de 1,58 milhões de Euros e um Resultado Líquido de aproximadamente 204 mil Euros.
Por Investimentos Alternativos entendemse aqueles onde o retorno não depende do mercado, mas sim de outros factores nomeadamente do gestor. Incluem-se aqui hedge funds, special situation funds, distressed funds, e todo o tipo de investimentos não clássicos.
Estes activos representam hoje 3% dos Activos do Grupo (numa lógica de investimentos). Espera-se rentabilidades superiores a 15% com objectivo de 30%.
Estes investimentos referem-se ao Fundo Orey Fip I e à OP Incrível, ambos relativos a situações distressed no Brasil. Estes investimentos têm uma duração temporal superior a um ano e o seu retorno, pelas mais-valias finais ou pela venda de parte do fundo, só é realizável no final do processo.
No Balanço consolidado, os activos e passivos destas entidades estão classificados como detidos para venda.
Por Imobiliário entendem-se investimentos em imóveis directa ou indirectamente, em qualquer território. Podem ser feitos numa lógica de arrendamento ou de promoção imobiliária.
Estes activos representam hoje 10% dos Activos do grupo (numa lógica de investimentos). Espera-se rentabilidades superiores a 5% com objectivo de 8%.
Após o fecho do terceiro trimestre e durante o mês de Novembro o Grupo reforçou a aposta nesta área com a aquisição através de Leasing Imobiliário de um armazém em Alcântara. Foi também celebrado em Setembro um contrato promessa referente à compra de um imóvel situado na Lapa. Ambos os investimentos adequam-se a uma possível ampliação das instalações actuais do Grupo.
O património imobiliário do Grupo encontrase classificado como Activos Fixos Tangíveis e Propriedades de Investimento e distribuído da seguinte forma:
| Imóveis | Área Bruta Total m2 |
Propriedades de Investimento | Área Bruta Total m2 |
|---|---|---|---|
| Rua Sacadura Cabral, nº3 - Sines | 278 | Rua dos Remolares, 12 a 18 - Lisboa Rua Luísa Holstein, 20 / Rua Maria Santa Isabel Saint-Léger, 5, Álcântara - Lisboa |
1.375 2.134 |
| Rua dos trabalhadores do Mar, nº16, 2º piso, sala D - Setúbal | 228 | Rua do Patrocínio, 63 - 3ºB - Lisboa | 70 |
| Rua Pinto Araújo nº187 Leça da Palmeira - Matosinhos | 732 | ||
| Rua Roberto Ivens, 317 - Matosinhos | 335 | ||
| Dois Armazéns localizados no complexo logístico Leziria Park em Forte da Casa - Vila Franca de Xira |
4.370 |
Por Listed Equities entendem-se investimentos em acções cotadas em bolsa directa ou indirectamente, em qualquer território. Podem ser feitos numa lógica de trading ou de médio prazo.
Estes activos não têm representação nos Activos do grupo (numa lógica de investimentos). Espera-se rentabilidades superiores a 15% com objectivo de 20%.
Por Fixed Income entendem-se investimentos em obrigações Sovereign ou Corporate feitas directa ou indirectamente através de fundos, em qualquer território. Podem ser feitos numa lógica de trading ou de médio prazo.
Estes activos representam hoje 11% dos Activos do grupo (numa lógica de investimentos). Espera-se rentabilidades médias superiores a 5% com objectivo de 10%. Cada caso é analisado numa base risco/retorno.
Incluem-se nestes investimentos obrigações da Orey Transports & Logistics Internacional BV, emitidas em Dezembro de 2011, com uma emissão de 15 milhões de dólares, a 8 anos, com uma taxa de juro nominal de 15%, totalmente subscritas pela SCOA. Nesta data a Sociedade detém ainda em carteira 6,2 milhões de dólares de obrigações.
Por Cash and Deposits entendem-se caixa ou depósitos bancários feitas directa ou indirectamente através de fundos, em qualquer território.
Estes activos representam hoje 7% dos Activos do grupo (numa lógica de investimentos). Espera-se rentabilidades médias superiores à taxa de juro sem risco.
De qualquer forma, cada caso é analisado numa base risco/retorno, sobretudo nos tempos em que o risco dos bancos é um tema complexo!
Esta rubrica engloba os restantes activos, nomeadamente Activos Fixos Tangíveis, Activos Intangíveis, Activos por Impostos Diferidos, Contas a Receber e Diferimentos. Estes activos representam hoje 8% dos Activos do Grupo (numa lógica de investimentos).
| 23 01 | A 23 de Janeiro a Orey informou sobre finalização da alienação de 90,57% da Horizon View – Navegação e Trânsitos, S.A. |
31 05 | A 31 de Maio a Orey informou sobre as deliberações da Assembleia Geral de 31 de Maio de 2012, sobre a prestação de contas de 2011 |
|---|---|---|---|
| 22 03 | A 22 de Março a Orey informou sobre transacções de dirigentes |
06 06 | A 6 de Junho a Orey informou sobre Relatório e Contas do exercício de 2011 |
| 30 04 | A 30 de Abril a Orey informou sobre Relatório e Contas de 2011 |
06 06 | A 6 de Junho a Orey informou sobre Relatório do Governo das Sociedades de 2011 |
| 01 05 | A 1 de Maio a Orey informou sobre resultados consolidados de 2011 |
19 06 | A 19 de Junho a Orey informou sobre o pagamento de dividendos relativos ao exercício de 2011 |
| 10 05 | A 10 de Maio a Orey informou sobre convocatória e propostas para Assembleia Geral de Accionistas a realizar dia 31 de Maio de 2012 |
02 08 | A 2 de Agosto a Orey informou sobre transacções de dirigentes |
| 10 05 | A 10 de Maio a Orey informou sobre Relatório e Contas de 2011- Proposta a apresentar à Assembleia Geral de Accionistas |
06 08 | A 6 de Agosto a Orey informou sobre os resultados consolidados do primeiro semestre de 2012 |
| 10 05 | A 10 de Maio a Orey informou sobre Relatório de Governo das Sociedades de 2011- Proposta a apresentar à Assembleia Geral de Accionistas |
28 08 | A 28 de Agosto a Orey informou sobre transacções de dirigentes |
| 20 05 | A 20 de Maio a Orey informou sobre resultados consolidados do primeiro trimestre de 2012 |
31 08 | A 31 de Agosto a Orey informou sobre o Relatório e Contas consolidado do primeiro semestre de 2012 |
| 23 05 | A 23 de Maio a Orey informou sobre síntese anual de informação divulgada em 2011 |
17 10 | A 17 de Outubro a Orey informou sobre notação de risco |
| 31 05 | A 31 de Maio a Orey informou sobre a passagem das empresas não financeiras para o fundo Private Equity |
09 11 | A 9 de Novembro a Orey informou sobre parceria da Orey Financial Brasil |
| A C T I V O | Set-12 | Dez-11 |
|---|---|---|
| ACTIVOS NÃO CORRENTES | ||
| Activos Fixos Tangíveis | 5.308.203 | 5.427.130 |
| Propriedades de Investimento | 4.583.863 | 4.581.483 |
| Goodwill | 8.595.831 | 10.579.746 |
| Outros Activos Intangíveis | 373.348 | 455.327 |
| Investimentos Financeiros em Associadas | 18.778.795 | - |
| Outros Activos não Correntes | 3.722.717 | 214.759 |
| Activos por Impostos Diferidos | 1.554.677 | 1.750.813 |
| Total dos Activos Não Correntes | 42.917.435 | 23.009.258 |
| ACTIVOS CORRENTES | ||
| Inventários | 2.842 | - |
| Clientes | 7.383.454 | 7.208.661 |
| Outras Contas a Receber | 10.438.781 | 5.626.054 |
| Diferimentos | 1.211.534 | 1.174.388 |
| Caixa e Equivalentes de Caixa | 8.601.215 | 14.973.834 |
| Subtotal dos Activos Correntes | 27.637.826 | 28.982.937 |
| Activos Classificados como Detidos para Venda | 18.544.417 | 43.795.957 |
| Total dos Activos Correntes | 46.182.243 | 72.778.894 |
| TOTAL DO ACTIVO | 89.099.678 | 95.788.152 |
| C A P I T A L P R Ó P R I O E P A S S I V O | Set-12 | Dez-11 |
|---|---|---|
| CAPITAL PRÓPRIO | ||
| Capital | 12.000.000 | 12.000.000 |
| Acções Próprias | (324.132) | (324.132) |
| Prémios de Emissão | 6.486.204 | 6.486.204 |
| Reservas | 11.391.286 | 3.613.500 |
| Reserva de Conversão Cambial | (43.100) | 32.513 |
| Resultados Transitados | 122.318 | (1.792.601) |
| Resultado Líquido do Período | 5.674.624 | 5.823.085 |
| Capital Próprio Atribuível ao Grupo | 35.307.201 | 25.838.570 |
| Interesses que Não Controlam | 591.729 | 616.042 |
| Total do Capital Próprio | 35.898.930 | 26.454.612 |
| PASSIVOS NÃO CORRENTES | ||
| Provisões e Ajustamentos | 4.564.699 | 662.010 |
| Empréstimos | 5.160.352 | 6.043.574 |
| Responsabilidades por Benefícios de Reforma | 267.844 | 317.844 |
| Empréstimos por Obrigações | 12.733.288 | 12.695.000 |
| Passivos por Impostos Diferidos | 826.001 | 824.032 |
| Total dos Passivos Não Correntes | 23.552.183 | 20.542.460 |
| PASSIVOS CORRENTES | ||
| Fornecedores | 214.847 | 597.255 |
| Empréstimos | 10.660.593 | 11.659.621 |
| Contas a Pagar- Outras | 5.996.736 | 2.504.875 |
| Diferimentos | 166.135 | 290.456 |
| Subtotal dos Passivos Correntes | 17.038.311 | 15.052.207 |
| Passivos Directamente Associados aos Activos Classificados como Detidos para Venda | 12.610.254 | 33.738.873 |
| Total dos Passivos Correntes | 29.648.564 | 69.333.540 |
| Passivo Total de Unidades Operacionais em Continuidade | 40.590.494 | 69.333.540 |
| Total do Passivo | 53.200.748 | 69.333.540 |
| TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO E DO PASSIVO | 89.099.678 | 95.788.152 |
| (Unidade Monetária - Euros) |
| Demonstração Consolidada dos Resultados por Naturezas | Set-12 | Set-11 |
|---|---|---|
| Proveitos Operacionais | ||
| Vendas | 41.019 | 5.784.046 |
| Prestação de Serviços | 4.629.594 | 17.026.846 |
| Outros Rendimentos e Ganhos | 1.485.370 | 3.836.941 |
| Total dos Proveitos Operacionais | 6.155.984 | 26.647.833 |
| Custos Operacionais | ||
| Custo das Vendas | (27.554) | (3.785.022) |
| Fornecimentos e Serviços de Terceiros | (4.288.531) | (12.585.973) |
| Custos com o Pessoal | (4.563.670) | (7.283.476) |
| Provisões | (225.056) | (183.217) |
| Imparidade | (6.024) | (116.616) |
| Outros Custos Operacionais | (935.129) | (1.254.650) |
| Total dos Custos Operacionais | (10.045.963) | (25.208.954) |
| EBITDA | (3.889.979) | 1.438.879 |
| Amortizações | (263.885) | (1.107.368) |
| EBIT | (4.153.865) | 331.511 |
| Resultados Financeiros | (420.278) | (2.756.657) |
| Ganhos/Perdas em Empresas Associadas | 1.614.411 | 957.065 |
| Resultado Antes de Impostos | (2.959.732) | (1.468.081) |
| Gastos (Rendimentos) de Impostos | (464.998) | 73.352 |
| Resultado das Unidades Operacionais em Continuidade | (3.424.729) | (1.394.729) |
| Resultado das Unidades Operacionais em Descontinuação | 9.099.353 | - |
| Resultado Consolidado | 5.674.624 | (1.394.729) |
| Resultado Liquido Atribuível a: | ||
| Accionistas da Empresa Mãe | 5.674.624 | (1.272.449) |
| Interesses que não controla | (122.280) | |
| Resultado Líquido do Período por Acção | ||
| Básico | 0,48 | -0,11 |
| Diluído | 0,48 | -0,11 |
(Unidade monetária - Euros)
Nuno Vaz Cunha Vaz & Associados M: +351 937 612 327 T: +351 210 120 621 Fax +351 213 121 199 [email protected] Avenida Duque de Loulé, 123 - 7º 1050-089 Lisboa Portugal
Joaquim Santos Investor Relations Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. Responsável pelas relações com o mercado T: +351 21 340 70 00 [email protected] [email protected]
Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, nº 17, 6º A 1070 – 313 Lisboa, Portugal
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