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MLOG S.A. — Proxy Solicitation & Information Statement 2026
Apr 23, 2026
53092_rns_2026-04-23_dd0f547e-1e64-428f-ab63-eab7db1ea21c.pdf
Proxy Solicitation & Information Statement
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MLOG
MLog S.A.
CNPJ/MF n° 13.444.994/0001-87
NIRE 33.3.0029745-6
Companhia Aberta
MANUAL DA ADMINISTRAÇÃO PARA A ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA MLOG S.A. A SER REALIZADA EM 30 DE ABRIL DE 2026
O presente manual (“Manual”) tem por objetivo prestar esclarecimentos e orientações aos Senhores Acionistas acerca das deliberações a serem tomadas na Assembleia Geral Ordinária da MLog S.A. (“Companhia” ou “MLog”), que será realizada no dia 30 de abril de 2026, às 15:00h (“Assembleia” ou “AGO”), de forma parcialmente digital, na sede da Companhia, situada na Rua Lauro Müller 116 – sala 2601 e 2608/parte, Botafogo, CEP 22290-906, na Cidade e Estado do Rio de Janeiro e por meio de sistema eletrônico através da plataforma digital Microsoft Teams, bem como submeter a sua apreciação, de acordo com as determinações legais e estatutárias, a proposta da Administração abaixo destacada:
I. PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO
Apresentamos aos Senhores Acionistas, a seguir, a proposta da Administração para cada uma das matérias da ordem do dia constantes do Edital de Convocação, as quais serão objeto de deliberação na Assembleia:
(i) Examinar, discutir e votar as contas dos administradores, as Demonstrações Financeiras, o Relatório da Administração, acompanhados do Parecer dos Auditores Independentes, relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025;
As Demonstrações Financeiras e o Relatório da Administração da Companhia foram aprovados pelo Conselho de Administração da Companhia e auditados pela Grant Thornton Auditores Independentes.
A Administração recomenda aos Acionistas da Companhia que examinem detidamente esses documentos relativos ao exercício social de 2025 e, caso necessário, esclareçam previamente eventuais dúvidas, a fim de deliberarem sobre a aprovação das Demonstrações Financeiras e do Relatório da Administração do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.
Apresentamos no presente Manual os Comentários dos Diretores acerca da situação financeira da MLog, os quais correspondem ao item 2, do Anexo A, da Resolução CVM 59 de 22 de dezembro de 2021, conforme determina o Artigo 10 da Resolução 81/22, de 29 de março de 2022 (“Resolução 81/22”). As informações requeridas estão disponíveis para consulta dos Acionistas na sede da Companhia, no website da Comissão de Valores Mobiliários – CVM (www.cvm.gov.br) e constituem o Anexo A do presente Manual.
Em atendimento ao disposto no artigo 133, §6º da Lei nº 6.404/76, conforme redação conferida pela Lei nº 15.177/25, a Companhia apresenta, no Anexo B do presente manual, informações relativas à participação feminina em sua força de trabalho, abarcando tanto cargos de administração quanto a comparação da remuneração por gêneros.
(ii) Deliberar sobre a destinação do resultado do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.
De acordo com o que estabelece a Resolução 81/22, bem como visando disponibilizar aos acionistas as informações necessárias para as suas deliberações relativamente à destinação dos resultados, informamos o que segue:
Composição do saldo de Lucros/Prejuízos Acumulados:
- Prejuízo do exercício findo em 31/12/2023: R$ 28.977
- Prejuízos acumulados em 31/12/2023: R$ 429.519
- Prejuízo do exercício findo em 31/12/2024: R$ 41.070
- Prejuízos acumulados em 31/12/2024: R$ 463.289
- Prejuízo do exercício findo em 31/12/2025: R$ 44.351
- Prejuízos acumulados em 31/12/2025: R$ 499.196
Destinações:
a. Reserva Legal (artigo 27, “a”, do Estatuto Social): não haverá em função da Companhia ter apresentado prejuízo líquido no exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.
b. Reserva de Contingências (artigo 27, “b”, do Estatuto Social): não haverá em função da Companhia possuir saldo de prejuízos acumulados de exercícios anteriores.
c. Reserva de Lucros Não Realizados (artigo 27, “c”, do Estatuto Social): não haverá em função da Companhia possuir saldo de prejuízos acumulados de exercícios anteriores.
d. Dividendo Mínimo Obrigatório (artigo 27, “d”, do Estatuto Social): não haverá em função da Companhia possuir saldo de prejuízos acumulados de exercícios anteriores.
A Companhia esclarece que o Anexo A da Resolução CVM nº 81/22 não está sendo apresentado em função da apuração de prejuízo no exercício.
(iii) Fixar o número de membros do Conselho de Administração da Companhia
O Conselho de Administração da Companhia pode ser composto por até 9 (nove) membros, de acordo com o artigo 14 do Estatuto Social. Nesse sentido, a administração recomenda fixar a composição do conselho em 4 (quatro) membros, mantendo, portanto, o mesmo número do ano anterior.
(iv) Eleger os membros do Conselho de Administração da Companhia;
Os membros do Conselho de Administração da Companhia serão eleitos pelos acionistas reunidos em Assembleia, pelo sistema de chapas. Considerando que os candidatos que compõem a chapa declararam preencher os requisitos legais e estatutários para compor o Conselho de Administração, a Administração recomenda a eleição da seguinte chapa:
Candidatos a Membros do Conselho de Administração:
- Luiz Claudio Souza Alves
- Gustavo Barbeito de Vasconcellos Lantimant Lacerda
- Luiz Mauricio da Silveira Portela
- André Luiz Pimentel dos Santos
A Administração recomenda aos Acionistas da Companhia que examinem as informações indicadas nos itens 7.3 a 7.6 do Formulário de Referência em relação aos candidatos da chapa proposta para o Conselho de Administração, as quais estão disponíveis no Anexo C a este Manual, atendendo ao disposto no Artigo 11 da Resolução 81/22.
Por fim, ressaltamos que nos termos do Artigo 1º da Resolução 70/22, o percentual mínimo de participação no capital social votante necessário à requisição da adoção do processo de voto múltiplo para eleição dos membros do Conselho de Administração é de 5% (cinco por cento), e deverá ser requerido no prazo de até 48 horas antes da realização da Assembleia.
(v) Fixar a remuneração global anual da Administração;
A Administração propõe e recomenda a fixação de uma remuneração global da Administração em até R$8.800.000,00 (oito milhões e oitocentos mil reais), conforme art. 152 da Lei das S.A., sendo até R$7.800.000,00 (sete milhões e oitocentos mil reais) em remuneração global fixa e até R$1.000.000,00 (um milhão de reais) em remuneração global variável.
O valor da remuneração acima proposta contempla os valores que venham a ser pagos aos administradores do emissor por intermédio de suas controladas.
A Administração recomenda aos Acionistas da Companhia que examinem as informações indicadas no item 8 do Formulário de Referência em relação à remuneração global dos administradores da Companhia, as quais estão disponíveis no Anexo D a este Manual, atendendo ao disposto no Artigo 13 da Resolução 81/22.
Conforme orientação do item 3.4.2 do Ofício Circular/Anual-2026-CVM/SEP, de 26 de fevereiro de 2026, apresenta-se a seguir a comparação entre os valores de remuneração dos administradores aprovados nas Assembleias Gerais Ordinárias dos últimos dois anos e os valores efetivamente realizados nos respectivos períodos.
Para fins de adequada compreensão, esclarece-se que a remuneração aprovada considera o período compreendido entre 1º de maio do ano de aprovação em Assembleia Geral Ordinária e 30 de abril do ano subsequente, enquanto os valores
realizados são apurados com base no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício social.
No período de 1º de maio de 2025 a 30 de abril de 2026, foi aprovado o montante global de R$ 12.600.000,00, tendo sido efetivamente realizado, no exercício social de 2025, o valor de R$ 8.613.440,08.
No período de 1º de maio de 2024 a 30 de abril de 2025, foi aprovado o montante global de R$ 12.000.000,00, tendo sido efetivamente realizado, no exercício social de 2024, o valor de R$ 7.397.922,09.
Por fim, a Administração destaca que, em ambos os períodos, a remuneração dos administradores permaneceu dentro dos limites aprovados nas respectivas Assembleias Gerais Ordinárias, com realização inferior aos montantes aprovados.
II. REPRESENTAÇÃO DOS ACIONISTAS
A Assembleia será realizada de forma parcialmente digital, nos termos do inciso II do artigo 28 da Resolução 81/22. Assim, como alternativa à participação presencial no endereço da sede da Companhia, os Acionistas poderão participar da AGO, por si ou por seus representantes, se assim desejarem, por meio de sistema eletrônico, através da plataforma digital Microsoft Teams.
A participação por meio de tal sistema digital conjugará áudio e imagem, sendo que os Acionistas que desejarem participar desta forma deverão manter a sua câmera ligada durante o curso da Assembleia com o fim de assegurar a autenticidade das comunicações. A Assembleia será integralmente gravada.
Com o objetivo de conferir celeridade ao processo de realização da Assembleia e facilitar a participação de todos, requer-se, obrigatoriamente, que os Acionistas que desejarem participar por meio eletrônico enviem tal solicitação à Companhia pelo e-mail [email protected], com antecedência mínima de 48h (ou seja, até as 15 horas - horário de Brasília - do dia 28 de abril de 2026), juntamente com toda a documentação necessária para participação na Assembleia, conforme informado neste Manual e no Edital de Convocação.
Para participar da Assembleia, os Acionistas deverão provar sua qualidade de acionista, conforme o artigo 126 da LSA, mediante a apresentação dos seguintes documentos: (i) o respectivo comprovante de ações escriturais, expedido pela instituição financeira depositária; (ii) documento de identidade com foto, para o Acionista pessoa física, e os documentos que comprovem os poderes de representação, para o Acionista pessoa jurídica; e (iii) se for o caso, instrumento de mandato para representação do Acionista por meio de procurador, outorgado nos termos do parágrafo primeiro, do artigo 126, da LSA.
Não obstante o disposto acima, a apresentação de comprovante de propriedade das ações será dispensada pela Companhia, caso esta possa objetivamente verificar a titularidade das ações com base nos registros de titularidade já detidos pela Companhia, incluindo aqueles que tenham sido transmitidos pelo escriturador das ações de emissão
da Companhia.
Juntamente com a procuração, cada acionista que não for pessoa natural ou que não estiver assinando a procuração em seu próprio nome deverá enviar documentos comprobatórios dos poderes do signatário para representá-lo.
A Companhia examinará a procuração e os documentos comprobatórios de representação e, se não puder validar a representação com base nos documentos recebidos, não entregará a procuração para o procurador designado acima, em conformidade com as disposições da LSA e da Resolução 81/22.
A Companhia dispensará, excepcionalmente para essa Assembleia, a necessidade de recebimento da via física dos documentos comprobatórios dos acionistas, sendo aceito o envio das versões eletrônicas de tais documentos através do e-mail [email protected]. O acionista será responsável pela integridade e confiabilidade dos documentos enviados à Companhia.
Tendo em vista a necessidade de adoção de medidas de segurança na participação à distância dos acionistas, a Companhia enviará as instruções para participação por meio digital somente após recebida a solicitação para participação por meio eletrônico e verificados os documentos de identificação e representação apresentados. Após verificação dos documentos, o Acionista receberá o link para participação na AGO por meio da plataforma Microsoft Teams. O link é pessoal e não poderá ser compartilhado sob pena de responsabilização.
O Acionista que participar à distância poderá se manifestar e exercer seus direitos de voto por meio de tal sistema, sendo considerado presente à AGO e assinante da ata, nos termos do artigo 47, III e § 1º da Resolução 81/22.
A Companhia não se responsabiliza por qualquer problema operacional ou de conexão que o Acionista venha a enfrentar, bem como por qualquer outra eventual questão que venha a dificultar ou impossibilitar a participação do Acionista na AGO por meio eletrônico. Exclusivamente quanto a dúvidas de acesso ou uso da plataforma Microsoft Teams, os Acionistas que desejarem participar da AGO à distância poderão contatar auxílio técnico, inclusive em tempo real, pelo telefone (21) 2538-4900.
A Companhia recomenda, ainda, que os Acionistas que solicitem sua participação por meio eletrônico se familiarizem previamente com o uso da plataforma digital Microsoft Teams, bem como garantam a compatibilidade de seus respectivos dispositivos eletrônicos com a utilização da plataforma (por vídeo e áudio). Adicionalmente, a Companhia solicita a tais Acionistas que, no dia da AGO, acessem a plataforma com, no mínimo, 30 minutos de antecedência do horário previsto para início da AGO a fim de permitir a validação do acesso e participação de todos os acionistas que dela se utilizem.
Vale destacar que o Acionista que já tiver enviado procuração com a sua instrução de voto poderá acompanhar a AGO por meio do sistema eletrônico ora tratado, devendo realizar tal solicitação à Companhia pelo e-mail [email protected], indicando que apenas acompanhará a assembleia, sem que a instrução de voto anteriormente enviada
deva ser desconsiderada. Caso o Acionista queira alterar o seu voto durante a realização da assembleia, o mesmo poderá realizá-lo, desde que comunique tal fato à mesa da assembleia, informando expressamente o desejo de substituir sua instrução de voto.
Os documentos e informações necessários para a participação e exercício do voto na AGO, presencialmente ou de forma digital, foram colocados à disposição dos Acionistas, na forma do artigo 133 da Lei nº 6.404/76 e da Resolução 81/22, e podem ser consultados na página da internet de relações com investidores da Companhia (www.mlog.com.br), bem como da Comissão de Valores Mobiliários (www.cvm.gov.br).
A Companhia recomenda que o Acionista que for participar presencialmente também antecipe o envio de cópia da procuração e dos documentos de comprovação da qualidade de acionista e de representação, remetendo tais documentos para [email protected].
Em cumprimento ao disposto no artigo 5º, §4º, da Resolução 81/2022, a Companhia esclarece que optou pelo formato parcialmente digital para a realização da Assembleia, de modo a facilitar a participação dos acionistas. Além disso, buscou-se um equilíbrio entre os custos de realização da Assembleia e os custos que os acionistas eventualmente teriam para participar, garantindo a viabilidade econômica do evento sem comprometer a acessibilidade e a efetiva participação dos interessados. Assim, entende a Companhia que a forma parcialmente digital permitirá a flexibilidade aos acionistas para participarem da forma que melhor lhes convier, favorecendo a ampla adesão ao evento.
O principal local de conduções dos trabalhos da Assembleia será a sede da Companhia, sendo disponibilizado local físico na mesma para que os acionistas possam comparecer presencialmente para a participação na Assembleia, em cumprimento ao disposto no artigo 5º, §4º da Resolução 81/2022.
Por fim, também nos termos da Resolução CVM 81, a Companhia informa que o percentual mínimo para solicitação de instalação do conselho fiscal é de 2% (dois por cento) das ações com direito a voto, conforme estabelecido pelo art. 4º da Resolução CVM 70.
ESCLARECIMENTOS ADICIONAIS
Em consonância com a Resolução 81/22, os documentos de interesse dos Acionistas para a participação na Assembleia estão neste Manual e em seus Anexos e disponíveis nos seguintes endereços da rede mundial de computadores: http://www.cvm.gov.br e http://www.mlog.com.br.
Rio de Janeiro, 22 de abril de 2026
Antonio Frias Oliva Neto
Diretor Presidente e de Relações com Investidores
MLog S.A.
ANEXOS
ANEXO A
Comentários dos Diretores acerca da situação financeira da Companhia (item 2 do Anexo C - Formulário de Referência - da Resolução CVM 80/22)
ANEXO B
Informações sobre equidade previstas na Lei nº 15.177/25
ANEXO C
Informações exigidas pelo artigo 11 da Resolução CVM 81/22 (itens 7.3 a 7.6 do Formulário de Referência)
ANEXO D
Informações sobre a Remuneração dos Administradores (conforme artigo 13 da Resolução CVM 81/22 e item 8 do Anexo C - Formulário de Referência - da Resolução CVM 80/22)
ANEXO A
Item 2 do Anexo C - Formulário de Referência - da Resolução CVM 80/22
- Comentários dos diretores
2.1 – Os diretores devem comentar sobre:
a. condições financeiras e patrimoniais gerais
A MLog S.A. (“Companhia”) detém o controle integral das sociedades Morro do Pilar Minerais S.A. (“MOPI”), Companhia de Desenvolvimento do Norte Capixaba (“CDNC”), Dutovias do Brasil S.A. (“Dutovias”), Companhia de Navegação da Amazônia - CNA (“CNA”), Nova Sociedade de Navegação S.A. (“NSN” ou “Columbus”) e Asgaard Bourbon Navegação (“ABN”, atual “Columbus Offshore”).
Em 20 de março de 2026, a MLog concluiu a transação com a Bourbon Offshore Marítima Ltda. (“Bourbon”) para aquisição de 50% do total de ações de emissão da Asgaard Bourbon Navegação (“ABN”). Com a aquisição dessa participação, a MLOG passou a deter 100% do capital social da ABN (ante a participação anterior de 50%), estabelecendo o controle unificado da empresa de navegação de apoio marítimo offshore. O movimento realizado permite a plena integração da ABN ao portfólio de navegação, possibilitando maior sinergia entre os ativos do Grupo MLog.
Em decorrência do reposicionamento estratégico de marca, a Asgaard Bourbon Navegação alterou, em 24 de março de 2026, sua denominação social para Columbus Offshore S.A. Dessa forma, ao longo deste relatório, todas as menções à Asgaard Bourbon Navegação devem ser entendidas como referências à Columbus Offshore S.A.
A subsidiária ABN atua no segmento de navegação por meio de afretamento e operação de embarcações de apoio marítimo para a indústria de óleo e gás. A CNA, por sua vez, realiza atividades de transporte fluvial de granel líquido (petróleo cru, seus derivados e biocombustíveis). As subsidiárias MOPI e Dutovias, ainda em fase pré-operacional, atuam no segmento de mineração. A CDNC, por sua vez, detinha terrenos na zona costeira no município de Linhares, no Espírito Santo, que não geravam caixa ou serviam de garantia/aval a nenhuma dívida e foram alienados em 31 de março de 2026.
A subsidiária Columbus foi constituída com o objetivo de desenvolver oportunidades de negócios na indústria brasileira de óleo e gás, combustíveis líquidos e logística, podendo atuar, inclusive, como plataforma das atividades de navegação do Grupo MLog.
A Asgaard Bourbon Navegação atua no segmento de navegação por meio de afretamento e operação de embarcações de apoio marítimo para a indústria de óleo e gás, operando a embarcação OSRV (Oil Spill Recovery Vessel) Asgaard Sophia (“Sophia”), construído pela Companhia em 2016; bem como, as embarcações tipo AHTS (Anchor Handling Tug Supply Vessel) Haroldo Ramos, Geonísio Barroso e Yvan Barretto, adquiridos em 2020. As embarcações da ABN são equipadas para operações de combate à poluição de derramamento de óleo no mar, abastecimento, reboque, manuseio de âncoras, manutenção de terminais oceânicos, entre outros tipos de serviços.
Atualmente, toda a frota da ABN possui contratos de longo prazo com a Petrobras. Nesse contexto, o AHTS Haroldo Ramos cumpre seu contrato de quarenta e oito meses, iniciado em setembro de 2023. A embarcação Asgaard Sophia, por sua vez, iniciou a execução de seu novo contrato de longo prazo (quatro anos) em dezembro de 2024. E os AHTS Geonisio Barroso e Yvan Barretto encerram os contratos anteriores em março e maio de 2025, já iniciando os novos contratos em abril e maio do mesmo ano, ambos com vigência também de quatro anos.
É importante ressaltar que no triênio de 2023 a 2025 foram realizados investimentos em docagem de cinco anos para renovação de classe das embarcações AHTS Haroldo Ramos (2023), Geonisio Barroso (2024) e Yvan Barretto (final de 2024), desembolsos esses necessários para a continuidade da prestação de serviço, além de proporcionar melhora na performance operacional da embarcação.
Em 06 de setembro de 2024, a ABN encerrou o contrato de afretamento da embarcação WSSV Stim Star Arabian Gulf, iniciado em 2021. Com o foco na maximização de retorno e engajamento em outras frentes de investimentos, a Companhia optou por não participar do certame de recontratação dessa embarcação. Sendo assim, no encerramento do seu instrumento contratual, a embarcação foi devolvida ao proprietário e parte de sua tripulação desmobilizada. Cabe ressaltar que essa embarcação era a única da frota da ABN que era afretada de terceiro fora do grupo da MLog S.A.
Em 2022, tendo em vista a impossibilidade de acordo, foi instituído procedimento arbitral sigiloso instaurado pela ABN em face da Petrobras, em razão da não entrega da embarcação BE 808 no prazo acordado contratualmente. Esse procedimento arbitral teve sua decisão proferida, em 19 de janeiro de 2024, em desfavor da Companhia. O valor encontra-se registrado conforme Nota Explicativa nº 20 da Demonstração financeira da Companhia referente ao exercício de 2025.
A Companhia de Navegação da Amazônia ("CNA"), adquirida em 2016, atua no transporte fluvial de granel líquido (petróleo cru, seus derivados e biocombustíveis) e cabotagem na região Norte do país.
A CNA está autorizada ainda pelo Departamento de Portos e Costas (DPC), da Marinha do Brasil, a realizar serviços de bunkering em todo o território brasileiro, seja em águas fluviais ou nos portos da costa oceânica. A CNA iniciou essa atividade em março de 2024, com a execução de um contrato, mas devido a reestruturação estratégica por parte do cliente, a atividade foi interrompida no primeiro semestre de 2025 e o contrato de bunkering foi vertido para a carteira de serviços de transporte com cláusula de take or pay relativa ao volume mínimo transportado.
Em 2025, a CNA deu início a um novo ciclo de ações que visam alavancar sua rentabilidade no curto e médio prazo. Nesse contexto, a empresa alienou embarcações que se encontravam fora de operação, encerrou o contrato de bunkering, conforme informado anteriormente, e revisou a matriz de custo, com a devolução de balsas afretadas, priorizando a construção de frota própria.
Com o foco na modernização da frota, utilizando os recursos do AFRMM, iniciou a construção de uma balsa petroleira com capacidade de $4.300\,\mathrm{m}^3$ e de quatro graneleiras
com 2.400 toneladas de capacidade cada. As novas balsas estão previstas para serem entregues a CNA ao longo do primeiro semestre de 2026.
Quanto ao Projeto de extração de minério de ferro denominado “MOPI”, a Companhia efetuou os estudos e cumpriu as condicionantes da Licença Prévia (“LP”) necessárias para o protocolo do pedido de Licença de Instalação (“LI”), tendo oficializado o pedido da LI junto aos órgãos governamentais no terceiro trimestre de 2019. O processo de licenciamento ambiental tem avançado com otimizações no projeto visando aumento da segurança operacional, que agora inclui a filtragem e empilhamento da totalidade de seus rejeitos, eliminando a utilização de barragens.
A Companhia vem buscando alternativas para o desenvolvimento em etapas do Projeto MOPI, visando reduzir o volume inicial de investimentos necessários e acelerar a entrada em operação do empreendimento; bem como, tem concentrado esforços para captação de recursos financeiros necessários para o desenvolvimento do projeto.
Em 02 de janeiro de 2023, foi criada uma sociedade em conta de participação (SCP) entre a MLog (sócia ostensiva com participação de 99,9% do capital) e sua controlada NSN (sócia participante com participação de 0,1% no capital). Essa SCP tem como objetivo reunir ativos e passivos de navegação, sendo regida por um instrumento particular assinado entre as partes.
A Companhia apresentou prejuízo líquido consolidado de R$ 44.351 no exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025 (versus prejuízo líquido de R$ 41.070, em 2024) e prejuízos acumulados de R$ 499.196 (R$ 463.289 em 31 de dezembro de 2024).
As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram preparadas com base na continuidade operacional, que pressupõe que a Companhia e suas controladas deverão cumprir suas obrigações de pagamentos, principalmente daquelas decorrentes de empréstimos financeiros e de obrigações na aquisição de investimentos.
Conforme o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025, o passivo circulante da Companhia excedeu o total do ativo em R$ 114.126 (R$ 86.558, em 2024).
A situação de liquidez e os prejuízos acumulados da Companhia refletem o fato de que parte significativa de seus ativos encontram-se em estágio pré-operacional, especialmente os relacionados ao Projeto Morro do Pilar, além de compromissos relacionados aos valores a pagar pela aquisição da CNA (Obrigações na Aquisição de Investimentos), do pagamento gradual de fornecedores proveniente das docagens realizadas em 2023 (no AHTS Haroldo Ramos) e em 2024 (nos AHTS Geonisio Barroso e Yvan Barretto). Esses eventos foram realizados mediante geração de caixa da Companhia e captação de empréstimos.
A Companhia vem renegociando com os seus principais credores os valores a pagar pela aquisição da CNA, obtendo o reescalonamento de seu passivo, tendo em 31 de dezembro de 2025 parte significativa deste passivo renegociado em condições mais favoráveis em relação à dívida original. Essa estratégia financeira da Companhia, a execução de seu plano de negócios com foco em geração de caixa de suas atividades de navegação, combinada com a conversão de AFRMM em caixa livre, além de alternativas
em avaliação pela Administração para o levantamento de capital adicional que podem, inclusive, considerar a renegociação e alongamento de dívidas já existentes, são medidas fundamentais para que suas atividades operacionais e pré-operacionais não sejam comprometidas.
Em dezembro de 2025, uma parte da dívida não negociada foi considerada judicialmente extinta por caducidade, conforme posicionamento de assessores legais da Companhia, com base no Código Civil Brasileiro, podendo ser cobrada apenas mediante judicialização. Tal conclusão embasa a baixa dessa parcela de passivo pela Companhia, no montante de R$ 796, que foi reconhecida como um ganho no resultado do exercício de 2025. Ao longo dos próximos períodos, os demais valores poderão ser baixados na mesma dinâmica, à medida que forem considerados legalmente extintos.
Os eventos e as condições descritos acima indicam a existência de uma incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à continuidade operacional da Companhia. Se a Companhia não tiver sucesso nas medidas descritas acima e, por consequência, condições de continuar operando no curso normal de seus negócios, podem existir impactos: (i) na realização dos seus ativos, inclusive, mas não limitado, ao ágio por expectativa de rentabilidade futura e outros ativos intangíveis; e (ii) no cumprimento de certos passivos financeiros pelos valores reconhecidos em suas demonstrações contábeis individuais e consolidadas.
b. estrutura de capital
Desde 2016, quando seus ativos ainda se encontravam todos em fase pré-operacional, a Companhia realizou aumento de capacidade de geração de resultados operacionais recorrentes através da aquisição da CNA e da operação com a BOM. Como até 2020 a Companhia não contava com geração recorrente consolidada de resultado operacional nem posição relevante em caixa, esses movimentos foram executados com assunção de compromissos de pagamento futuros.
A Companhia encerrou o exercício de 2025 com Patrimônio Líquido Consolidado de R$ 597.272 e passivo total de R$ 683.541. Nesse passivo, estão incluídos R$ 207.997 de Subvenções governamentais a apropriar - AFRMM, que embora estejam reconhecidas no passivo, não representam obrigação de pagamento pela Companhia. A existência desse valor está relacionada à metodologia de contabilidade de subsídios governamentais, conforme determinado pelo CPC 07.
O valor do passivo total da Companhia, excluindo o valor de Subvenções governamentais a apropriar - AFRMM, é de R$ 475.544, equivalente a 37,1% do seu total de ativos e 79,6% do seu Patrimônio Líquido.
O estatuto social da Companhia não prevê hipóteses de resgate de ações de emissão da Companhia e tampouco uma fórmula de cálculo do valor de resgate, devendo ser observadas as disposições da Lei das Sociedades por Ações.
c. capacidade de pagamento em relação aos compromissos financeiros assumidos
As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram preparadas com base na continuidade operacional, que pressupõe que a Companhia e suas controladas deverão cumprir suas obrigações de pagamentos, principalmente daquelas decorrentes de empréstimos financeiros e de obrigações na aquisição de investimentos.
Conforme o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2025, o passivo circulante da Companhia excedeu o total do ativo em R$ 114.126 (R$ 86.558, em 2024).
A situação de liquidez e prejuízos acumulados da Companhia é reflexo de que parte significativa dos ativos da Companhia estar em estágio pré-operacional, especialmente os relacionados ao Projeto Morro do Pilar, além de compromissos de curto prazo relacionados aos valores a pagar pela aquisição da CNA (Obrigações na Aquisição de Investimentos), do pagamento gradual de fornecedores proveniente de docagens como a do AHTS Haroldo Ramos (realizada em 2023) e dos AHTS Geonisio Barroso e Yvan Barretto (realizadas em 2024). Esses eventos foram realizados mediante geração de caixa da Companhia, com contratações de empréstimos de curto prazo, que estão sendo gradualmente reestruturados em dívidas com prazos mais longos.
A Companhia vem renegociando com os seus principais credores dos valores a pagar pela aquisição da CNA, obtendo o reescalonamento de seu passivo, tendo em 31 de dezembro de 2025 parte significativa deste passivo renegociado em condições mais favoráveis em relação à dívida original. Essa estratégia financeira da Companhia, a execução de seu plano de negócios com foco em geração de caixa de suas atividades de navegação, combinada com a conversão de AFRMM em caixa livre, além de alternativas em avaliação pela Administração para o levantamento de capital adicional que podem, inclusive, considerar a renegociação e alongamento de dívidas já existentes são medidas fundamentais para que suas atividades operacionais e pré-operacionais não sejam comprometidas.
Em dezembro de 2025, uma parte da dívida não negociada foi considerada extinta por caducidade, conforme posicionamento de assessores legais da Companhia, com base no código civil brasileiro, podendo ser cobrada apenas mediante judicialização. Tal conclusão embasa a baixa dessa parcela de passivo pela Companhia, no montante de R$ 796, que foi reconhecida como um ganho no resultado do exercício de 2025. Ao longo dos próximos períodos, os demais valores poderão ser baixados na mesma dinâmica, à medida que forem considerados legalmente extintos.
Os eventos e as condições descritos acima indicam a existência de uma incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à continuidade operacional da Companhia. Se a Companhia não tiver sucesso nas medidas descritas acima e, por consequência, condições de continuar operando no curso normal de seus negócios, podem existir impactos: (i) na realização dos seus ativos, inclusive, mas não limitado, ao ágio por expectativa de rentabilidade futura e outros ativos intangíveis; e (ii) no cumprimento com certos passivos financeiros pelos valores reconhecidos em suas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.
d. fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-circulantes utilizadas.
A Companhia utiliza recursos próprios resultantes das captações privadas realizadas em 2011, 2012 e da operação de incorporação da ABN em 2015, no total de cerca de R$1,2 bilhão, para financiar suas necessidades de investimento em ativos não circulantes, bem como para capital de giro. Adicionalmente, a Companhia faz uso de outras fontes de capital como linhas crédito bancárias e outras formas de financiamentos, quando disponíveis.
Em dezembro de 2024, a Companhia emitiu Notas Comerciais Escriturais (“Primeira Emissão”) no montante de R$ 55.000 que foram integralmente subscritas e integralizadas por um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios-FIDC. Ainda em dezembro de 2024, foi efetivada a reestruturação da dívida com a acionista Fjords, que integralizou cotas subordinadas do FIDC através da transferência de Notas Comerciais Escriturais (“Segunda Emissão”) emitidas pela Companhia e integralizadas pela própria Fjords, no montante de R$ 55.000. As Notas Comerciais emitidas têm prazo de vencimento de 48 meses, com carência de amortização de principal nos primeiros doze meses iniciais, e custo composto por CDI mais spread. O montante captado via notas comerciais teve seu fluxo direcionado para (i) a reestruturação da dívida da Companhia com a parte relacionada Fjords, (ii) a amortização de parte do saldo credor de recebíveis adiantados junto ao Banco Sifra visando a redução do custo e alongamento do prazo da dívida, e (iii) a realização de investimentos necessários na adaptação de embarcações para novos contratos já assinados.
Em 21 de julho de 2025, a Companhia contraiu um empréstimo de longo prazo (46 meses) no valor de R$ 35.000 junto ao Banco Pine, sendo realizado em duas liberações. A primeira de R$ 20.000 na assinatura do contrato, e a segunda de R$ 15.000 após o registro de alienação fiduciária da embarcação Yvan Barretto (em 30 de setembro de 2025). Essa captação de recursos teve como propósito aumentar a disponibilidade de caixa para fazer frente aos investimentos em capital de giro e investimentos na manutenção da frota.
Em 28 de outubro de 2024, a NSN, controlada da MLog contraiu um empréstimo junto à ao Banco C6, no valor R$ 30.124 (sendo R$ 25.500 em Notas Comerciais e R$ 4.624 em empréstimo junto à referida instituição bancária), e, em 28 de fevereiro de 2025, contraiu um empréstimo de longo prazo no valor de R$ 10.178 (sendo R$ 5.000 em Notas Comerciais e R$ 5.178 em empréstimo junto à referida instituição bancária) com prazo de duração de 30 (trinta) meses, tendo sua remuneração atrelada ao CDI mais spread.
Em 4 de fevereiro de 2025, a CNA, controlada da MLog, contraiu um empréstimo de longo prazo no valor de R$ 14.000 e, em 11 de agosto de 2025, contraiu outro empréstimo de longo prazo no valor de R$ 11.000, junto à instituição bancária Banco do Brasil. Estas captações de recursos têm como propósito custear novos projetos da controlada. Parte do crédito (R$5.000) vence em doze meses, e o restante (R$6.000) em quarenta e oito
meses.
Em 15 de abril de 2025, a CNA, realizou uma captação financeira no valor total de R$15.000 com a instituição financeira Quatá. A liquidação total da operação ocorrerá em abril de 2027.
Em 16 de maio de 2025, a CNA, contraiu um empréstimo de longo prazo no valor de R$ 9.500 (pelo prazo de vinte e quatro meses) e em 26 de setembro de 2025 contraiu outro empréstimo de longo prazo no valor de R$ 10.400 (pelo prazo de dezenove meses), junto à instituição bancária BMG. Esta captação de recursos tem como propósito alavancar o fluxo de caixa da controlada.
Além das operações mencionadas, a Companhia e suas controladas realizam captações de capital de giro com taxas pré ou pós fixadas.
Em 31 de dezembro de 2025, a Companhia apresentou saldo consolidado de empréstimos e financiamentos no valor de R$ 223.748, sendo que desse montante, R$ 131.481 estão alocados no passivo não circulante. Além de empréstimos financeiros, a Companhia tem ainda Obrigações por Aquisição de Investimentos no valor de R$ 45.844.
e. fontes de financiamento para capital de giro e para investimentos em ativos não-circulantes que pretende utilizar para cobertura de deficiências de liquidez.
A Companhia precisa de recursos substanciais para desenvolver seus planos de negócios. Para tanto, a Companhia avalia frequentemente diferentes fontes de recursos para a obtenção de financiamento adicional para suas necessidades de capital de giro e de investimentos. Especialmente para investimento em ativos não-circulantes, a Companhia acredita que para estratégia de crescimento deverá utilizar recursos existentes e também dependerá de captações futuras, tais como: (i) Em navegação: utilização dos créditos de AFRMM disponíveis e futuros, linhas de financiamento setoriais como Fundo da Marinha Mercante e captação de recursos via equity; (ii) Em mineração: utilização de capital próprio para o protocolo da Licença de Instalação ("LI"), além de potenciais linhas de crédito e aportes de capital.
f. níveis de endividamento e as características de tais dívidas, descrevendo ainda:
Ver comentários nos itens "b", "c" e "d" acima.
(i) Contratos de empréstimo e financiamento relevantes
Ver comentários nos itens "b", e "c" e "d" acima.
(ii) Outras relações de longo prazo com instituições financeiras
A Companhia mantém relacionamento comercial com as principais instituições financeiras brasileiras, sendo que a maior parte desse relacionamento comercial está
relacionada às transações de empréstimos e financiamentos.
(iii) Grau de subordinação entre as dívidas
Tanto os endividamentos financeiros quanto as Obrigações resultantes da aquisição de investimentos contam com garantias reais (alienações fiduciárias de ativos), cessão de recebíveis ou hipotecas.
(iv) Eventuais restrições impostas ao emissor, em especial, em relação a limites de endividamento e contratação de novas dívidas, à distribuição de dividendos, à alienação de ativos, à emissão de novos valores mobiliários e à alienação de controle societário, bem como se o emissor vem cumprindo essas restrições.
Existem covenants financeiros e não financeiros atrelados às Notas Comerciais emitidas pela Companhia em dezembro de 2024 (FIDC). As medições dos covenants financeiros foram iniciadas de forma menos abrangente em dezembro de 2024, e de forma mais ampla a partir de junho 2025. Os covenants medidos em 31 de dezembro de 2024 e em 31 de dezembro de 2025 ou foram cumpridos pela Companhia ou tiveram a liberação de cumprimento por parte do credor. Em relação às obrigações não financeiras, como envios mensais de informações, estas vêm sendo cumpridas desde 31 de dezembro de 2024. Essas notas comerciais têm ainda como garantia os recebíveis da embarcação Asgaard Sophia, além de valores depositados em conta garantida.
Como prestadora de serviços da Petrobras, a subsidiária ABN está sujeita a avaliações anuais de índices financeiros para que possa se habilitar a novas concorrências realizadas pela empresa petrolífera.
Com relação às restrições sobre alienação de controle acionário, o contrato de aquisição da CNA restringe a alteração de controle acionário na controladora indireta da Companhia, prevendo a liquidação antecipada da dívida de aquisição, caso haja alteração unilateral no controle da subsidiária.
g. limites de utilização dos financiamentos contratados e percentuais já utilizados
A Companhia não possui linhas ou limites de financiamento pré-aprovados significativos. Para informações adicionais, ver comentários nos itens “b”, “c”, “d” e “e” acima.
h. alterações significativas em cada item das demonstrações de resultado e de fluxo de caixa
A discussão a seguir sobre a situação financeira e o resultado das operações da Companhia reflete o entendimento dos seus Diretores e deverá ser lida junto com as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia relativas ao exercício iniciado em 31 de dezembro de 2023 e encerrado em 31 de dezembro de 2025, e respectivas notas explicativas. As demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas de acordo
com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (International Financial Reporting Standards – IFRS), emitidas pelo Comitê Internacional de Normas Contábeis (International Accounting Standards Board – IASB), e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As práticas contábeis adotadas no Brasil compreendem aquelas previstas na legislação societária brasileira e os pronunciamentos, orientações e interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC e aprovados pela CVM.
Exercício Iniciado em 01 de janeiro de 2023 e Encerrado em 31 de Dezembro de 2025
| Demonstrações dos Resultados Consolidados | 2025 | 2024 | 2023 |
|---|---|---|---|
| Receita líquida de prestação de serviços | 249.476 | 274.999 | 238.902 |
| Custos dos serviços prestados | (210.972) | (236.570) | (216.976) |
| Resultado bruto | 38.504 | 38.429 | 21.926 |
| Despesas operacionais | |||
| Com pessoal | (31.765) | (27.404) | (23.444) |
| Serviços prestados | (5.440) | (9.565) | (3.868) |
| Gerais e administrativas | (7.538) | (7.550) | (8.282) |
| Depreciação e amortização | (258) | (333) | (357) |
| Tributárias | (3.050) | (1.647) | (3.203) |
| Outras receitas (despesas) operacionais | |||
| Subvenção de AFRMM | 19.988 | 24.234 | 16.874 |
| Redução (reversão) ao valor recuperável | - | - | 5.255 |
| Outras receitas (despesas) operacionais líquidas | 13.854 | 2.192 | (3.487) |
| (14.209) | (20.073) | (20.512) | |
| Resultado operacional antes do Resultado Financeiro | 24.295 | 18.356 | 1.414 |
| Resultado financeiro | |||
| Receitas financeiras | 9.091 | 2.411 | 9.406 |
| Despesas financeiras | (70.276) | (59.155) | (38.625) |
| (61.185) | (56.744) | (29.219) | |
| Prejuízo antes do imposto de Renda e da Constituição Social | (36.890) | (38.388) | (27.805) |
| Imposto de renda e contribuição social | |||
| Correntes | (7.908) | (3.191) | (1.561) |
| Diferidos | 447 | 509 | 389 |
| Prejuízo do exercício | (44.351) | (41.070) | (28.977) |
| Prejuízo atribuível a: | |||
| Acionistas controladores | (35.907) | (33.770) | (19.013) |
| Acionistas não controladores | (8.444) | (7.300) | (9.964) |
Receitas e Despesas Operacionais. A receita líquida consolidada da Companhia totalizou R$ 249.476 em 2025 (R$ 274.999 em 2024), correspondendo a uma queda anual de 9,3%, refletindo principalmente o fato da operação offshore ter operado com 4 embarcações após o fim do contrato, em setembro de 2024, de uma embarcação afretada de terceiros, bem como o fim do contrato de bunkering no primeiro semestre de 2025, o menor volume transportado na unidade de navegação fluvial e a taxa de operacionalidade inferior na operação offshore. O aumento das taxas diárias diluiu parte dos efeitos negativos no período.
Os custos da companhia em 2025 somaram R$ 210.972 (R$ 236.570 em 2024). O aumento da conta “Outras receitas (despesas) operacionais”, que alcançou R$ 13.854 em 2025 (R$ 2.192, em 2024) foi devido, principalmente, ao reconhecimento pela empresa CNA do montante referente ao ganho com a alienação de embarcações que se encontravam fora de operação e da contabilização de receita referente a multa em função da rescisão antecipada do contrato da operação de bunkering por parte de um cliente.
Resultado do Exercício. A Companhia apresentou prejuízo consolidado de R$ 44.351 no exercício anual finalizado em 31 de dezembro de 2025, comparado a um prejuízo de 41.070 no exercício de 2024. As despesas financeiras líquidas, que alcançaram R$61.185, consumiram a lucratividade operacional do período.
A tabela abaixo apresenta as principais alterações nas contas patrimoniais consolidadas em 31 de dezembro de 2025, comparadas às de 31 de dezembro de 2024 e 2023.
| Balanço Patrimonial Consolidado | |||
|---|---|---|---|
| Ativo | 2025 | 2024 | 2023 |
| Circulante | |||
| Caixa e equivalentes de caixa | 26.875 | 19.826 | 2.713 |
| Depósitos de AFRMM em conta vinculada | 16.021 | 6.430 | 7.875 |
| Contas a receber de clientes | 23.399 | 25.360 | 27.503 |
| Retenções contratuais de clientes | - | 9.421 | - |
| Contas a receber com partes relacionadas | - | - | - |
| Adiantamentos a fornecedores | 15.367 | 18.654 | 5.789 |
| AFRMM para liberação | 20.397 | 24.427 | 20.370 |
| Estoques | 690 | 304 | 423 |
| IR & CS a recuperar | 15.195 | 18.230 | 16.675 |
| Outros impostos a recuperar | 2.212 | 2.526 | 3.148 |
| Despesas antecipadas | 4.408 | 3.824 | 2.274 |
| Outros créditos | 2.935 | 3.528 | 665 |
| Total do ativo circulante | 127.499 | 132.530 | 87.435 |
| Não circulante | |||
| Aplicação vinculada | 5.477 | 5.769 | - |
| Adiantamentos para futuros aumentos de capital | - | - | - |
| Depósitos judiciais | 245 | 345 | 234 |
| Partes relacionadas | 3.125 | 2.403 | 1.932 |
| Bloqueios judiciais | 54 | 54 | 54 |
| Retenções contratuais de clientes | 5.543 | 1.941 | 6.835 |
| Outros impostos a recuperar | 5.986 | 6.395 | 6.051 |
| Outras contas a receber | 1.267 | 225 | 194 |
| Direitos na Transação Negocial | 97 | 5 | 56 |
| Tributos diferidos | - | - | - |
| Imobilizado | 282.948 | 291.505 | 294.878 |
| Direito de uso | - | 3.602 | 15.970 |
| Intangível | 848.572 | 844.945 | 838.037 |
| Total do ativo não circulante | 1.153.314 | 1.157.189 | 1.164.241 |
| Total do ativo | 1.280.813 | 1.289.719 | 1.251.676 |
| Passivo | 2025 | 2024 | 2023 |
|---|---|---|---|
| Circulante | |||
| Fornecedores | 38.025 | 59.759 | 52.152 |
| Empréstimo e financiamentos | 92.267 | 49.963 | 64.250 |
| Salários e encargos sociais | 13.298 | 21.967 | 16.369 |
| Arrendamentos a pagar | - | 4.808 | 17.934 |
| Partes relacionadas | - | - | 42.342 |
| Imposto de renda e contribuição social a recolher | 8.294 | 3.551 | 2.685 |
| Outros impostos a recolher | 44.147 | 37.460 | 25.425 |
| Tributos diferidos | 369 | 434 | 509 |
| Provisões para contingências trabalhista e operacionais | 20.683 | 18.592 | 13.940 |
| Obrigações na aquisição de investimentos | 12.473 | 12.810 | 15.376 |
| Acordos judiciais a pagar | 2.808 | 5.486 | 5.390 |
| Outras contas a pagar | 9.261 | 4.258 | 10.067 |
| Total do passivo circulante | 241.625 | 219.088 | 266.439 |
| Não circulante | |||
| Fornecedores | 909 | 225 | 196 |
| Empréstimo e financiamentos | 131.481 | 126.547 | 11.218 |
| Arrendamentos a pagar | - | 141 | 1.701 |
| Partes relacionadas | 250 | 5.099 | 244 |
| Outros impostos a recolher | 43.561 | 34.116 | 22.393 |
| Obrigações na transação negocial | - | - | 276 |
| Adiantamentos diversos | 687 | 736 | 341 |
| Tributos diferidos | 3.551 | 3.933 | 4.368 |
| Subvenções governamentais a apropriar - AFRMM | 207.997 | 201.215 | 199.038 |
| Obrigações na aquisição de investimentos | 33.371 | 36.899 | 40.503 |
| Acordos judiciais a pagar | 4.125 | 4.580 | 9.569 |
| Provisões para contingências trabalhista e operacionais | 8.177 | 6.891 | 6.652 |
| Outros passivos não circulantes | 7.807 | 8.626 | 6.045 |
| Total do passivo não circulante | 441.916 | 429.008 | 302.544 |
| Patrimônio líquido | |||
| Capital social | 1.109.333 | 1.109.333 | 1.276.193 |
| Capital a integralizar | - | - | - |
| Resultados abrangentes | 5.662 | 5.662 | 5.662 |
| Reserva de capital | - | - | - |
| Custo na captação de recursos | (36.464) | (36.464) | (36.464) |
| Transação de capital | 38.809 | 38.809 | - |
| Ações em tesouraria | - | - | (128.051) |
| Prejuízos acumulados | (499.196) | (463.289) | (429.519) |
| Atribuível à participação dos acionistas controladores | 618.144 | 654.051 | 687.821 |
| Participação de não controladores | (20.872) | (12.428) | (5.128) |
| Total do patrimônio líquido | 597.272 | 641.623 | 682.693 |
| Total do passivo e patrimônio líquido | 1.280.813 | 1.289.719 | 1.251.676 |
Ativos
Caixa e Equivalentes em Caixa.
A Companhia encerrou o ano de 2025 com posição consolidada em caixa e equivalente de caixa de R$ 32.352 (versus R$25.595, em 31 de dezembro de 2024). Desse montante, R$ 5.477 correspondem ao saldo em aplicação vinculada (R$5.769, no final de 2024).
Ativo Circulante.
Com a maior parte de seus ativos em estágio pré-operacional, especialmente os relacionados ao Projeto Morro do Pilar, a Companhia encerrou o ano de 2025 com volume consolidado de ativo circulante menor do que o de passivo circulante de R$ 114.126 (R$ 86.558, em 2024).
A situação de liquidez reflete o fato de que parte significativa dos ativos da Companhia estar em estágio pré-operacional, especialmente os relacionados ao Projeto Morro do Pilar, além de compromissos relacionados aos valores a pagar pela aquisição da CNA (Obrigações na Aquisição de Investimentos), do pagamento gradual de fornecedores proveniente da docagem do AHTS Haroldo Ramos (realizada em 2023), dos AHTS Geonisio Barroso e Yvan Barretto (em 2024).
Adicional de Frete da Marinha Mercante ("AFRMM").
A subsidiária CNA é beneficiária nos termos da Lei 10.893/2004 do recebimento de 100% do benefício do AFRMM gerado nas suas atividades de navegação fluvial e repassado em forma de subvenção governamental. O uso desses recursos, extensível a coligadas, controladas ou controladora da CNA, está condicionado à aquisição de embarcações novas, jumborização, conversão, modernização, docagem ou reparação de embarcações próprias e pagamento de juros e de amortização de financiamentos relativos a estes mesmos usos.
A Companhia encerrou dezembro de 2025 com R$ 16.021 referentes ao saldo de depósitos de AFRMM em conta vinculada, crescimento consistente quando comparado com mesmo período de 2024 que era de R$6.430.
Tributos a recuperar.
Os Tributos a recuperar estão relacionados principalmente as contribuições sociais (PIS/COFINS) a compensar, além do Imposto de renda e Contribuição social sobre o lucro líquido.
Imobilizado.
A principal variação no imobilizado se refere, principalmente, às adições em 2025 relacionadas aos gastos com docagens. Demais variações se referem, na sua maioria, aos desembolsos para modernização da frota da CNA. Por outro lado, a venda de ativos que se
encontravam fora de operação por parte da CNA e a depreciação do período explicam a redução do imobilizado ano contra ano.
Intangível.
A variação do intangível decorre principalmente de novos investimentos realizados no segmento de Mineração.
Passivo e Patrimônio líquido
Empréstimos e financiamentos.
A Companhia encerrou o ano de 2025 com o total consolidado de empréstimos e financiamentos de R$ 223.748, totalmente em moeda nacional, versus R$ 176.510 em 31 de dezembro de 2024. Em torno de 58,8% desse montante está alocado no passivo não circulante (versus 71,7%, em dezembro de 2024).
Além de empréstimos financeiros e partes relacionadas, a Companhia tem ainda passivo resultantes de obrigações por aquisição de investimentos no valor de R$ 45.844 (R$ 49.709, em 31 de dezembro de 2024).
As rubricas do passivo mencionadas acima totalizaram R$ 269,592 em 31 de dezembro de 2025 (R$ 226.219, em 31 de dezembro de 2024).
Obrigações por Aquisição de Investimentos.
Os valores a pagar referentes à aquisição da CNA são contabilizados como Obrigações por Aquisição de Investimentos.
Em 26 de dezembro de 2019, conforme Plano de Recuperação Judicial aprovado, o Grupo Libra efetuou dação em pagamento aos seus credores originais destas Obrigações na Aquisição de Investimentos devidas pela MLog. Com a conclusão desta dação, os credores originários do Grupo Libra passaram a ser credores destas Obrigações.
O Fundo de Direitos Creditórios Atacado – Não Padronizado (FIDC Atacado), na qualidade de cessionário e sucessor processual do Banco Santander, era detentor de 26,3% do total dos créditos. Em março de 2020, o FIDC Atacado cedeu a totalidade de seus direitos à Geribá Participações SPE-2 Ltda. (Geribá) e esta, em 30 de outubro de 2020 cedeu estes direitos à Rio Alva Participações S.A. (Rio Alva).
Nesta última data a Companhia e suas subsidiárias ABN e CNA realizaram um acordo de pagamento desta parcela do crédito que envolveu: (i) o pagamento de R$3.000 na data da Confissão de Dívida; (ii) o pagamento de duas parcelas adicionais, vincendas em 2021, totalizando R$3.000, além da dação em pagamento de cinco embarcações operacionais da CNA. A posse das referidas embarcações foi transferida à Rio Alva em 2021, estando ainda pendentes movimentos jurídicos para a transferência de suas efetivas propriedades.
Os bancos Bradesco (29,3%) e Itaú (36,5%) perfazem aproximadamente 65% do total dos créditos, com o restante aproximado de 8% do total pertencendo a diversos credores que originalmente eram debenturistas do Grupo Libra e tiveram sua renegociação encerrada
em setembro de 2021, somando-se a renegociação do FIDC atacado e renegociação com pessoa física, atingindo um total superior a 97% de renegociações efetuadas.
Patrimônio Líquido
A Companhia encerrou 31 de dezembro de 2025 com um patrimônio líquido de R$ 597.272 (R$ 641.623, em 31 de dezembro de 2024), sendo negativamente afetado pela absorção do prejuízo líquido do período.
Em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 6 de junho de 2024, foi aprovada pelos acionistas a caducidade das 593.474 ações que estavam em tesouraria, reduzindo assim a quantidade de ações e o correspondente valor do capital, aumentando a participação proporcional de todos os acionistas.
FLUXO DE CAIXA
A tabela abaixo apresenta os fluxos de caixa consolidados para o período iniciado em 01 de janeiro e encerrado em 31 de dezembro dos anos de 2025, 2024 e 2023.
| 2025 | 2024 | 2023 | |
|---|---|---|---|
| Fluxos de caixa das atividades operacionais | |||
| Prejuízo do exercício | (44.351) | (41.070) | (28.977) |
| Ajustes para conciliar o prejuízo ao caixa oriundo das atividades operacionais | |||
| Depreciação e amortização | 47.500 | 42.030 | 32.110 |
| Amortização de embarcações afretadas | 1.844 | 10.429 | 9.475 |
| Juros sobre embarcações afretadas | 139 | 1.614 | 2.298 |
| Receita de baixa de embarcações afretadas | (945) | - | - |
| Baixa de imobilizado e intangível | 2.507 | 1.220 | 32 |
| Receita na venda de imobilizado | (10.410) | - | - |
| Reversão ao valor recuperável | - | - | (5.255) |
| Receita de subvenção de AFRMM | (19.988) | (24.234) | (16.874) |
| Provisão de custo e despesas operacionais | 2.666 | (7.551) | 9.151 |
| Juros passivos | 47.480 | 11.971 | 10.995 |
| Juros com partes relacionadas | 12 | 5.876 | 737 |
| Variação cambial | (872) | 17.493 | (7.520) |
| Resultado de equivalência patrimonial | - | - | - |
| Remissão de dívida | (796) | (1.826) | (501) |
| Tributos e contribuições diferidos | (447) | (509) | (389) |
| 24.339 | 15.443 | 5.282 | |
| Variações nos ativos e passivos | |||
| Aplicação vinculada | - | - | - |
| Outras contas a receber | 851 | (29) | (24) |
| Imposto de renda, contribuições e outros impostos a recuperar | 3.758 | (5.758) | (7.352) |
| Retenções contratuais | 5.819 | - | - |
| Estoques | (386) | 74 | 343 |
| Despesas antecipadas | (1.847) | (1.549) | 2.350 |
| Outros créditos | 593 | (1.813) | 155 |
| Contas a receber de clientes | 1.961 | 2.123 | (9.331) |
| Adiantamentos à fornecedores | 3.287 | (12.868) | 643 |
| AFRMM | 21.110 | 23.801 | 8.394 |
| Depósitos Judiciais | 100 | (62) | 28 |
|---|---|---|---|
| Bloqueios Judiciais | - | - | (53) |
| Contas a receber de partes relacionadas | - | - | 3.393 |
| Fornecedores | (13.704) | 6.116 | 16.165 |
| Salário e encargos sociais | (7.946) | 5.599 | 8.367 |
| Imposto de renda, contribuições e outros impostos a recolher | 20.584 | 26.394 | 21.691 |
| Acordos judiciais | (3.133) | (4.899) | (7.243) |
| Outras contas a pagar | 4.796 | 15.659 | 10.693 |
| Provisões | (5.346) | 6.526 | 13.272 |
| 30.497 | 59.314 | 61.491 | |
| Caixa e equivalentes de caixa líquidos antes do pagamento de juros e impostos | 54.836 | 74.757 | 66.773 |
| Juros pagos | (38.193) | (15.188) | (9.003) |
| Impostos de renda e contribuição social pago | (437) | (1.762) | (530) |
| Caixa e equivalentes de caixa líquidos provenientes das atividades operacionais | 16.206 | 57.807 | 57.240 |
| Fluxos de caixa das atividades de investimentos | |||
| Adiantamento para futuro aumento de capital | - | - | - |
| Aquisições de imobilizado | (41.404) | (37.712) | (38.138) |
| Venda de ativo imobilizado | 9.786 | - | - |
| Aquisição de Intangível | (4.526) | (4.291) | (3.119) |
| Caixa e equivalentes de caixa líquidos utilizados nas atividades de investimentos | (36.144) | (42.003) | (41.257) |
| Fluxos de caixa das atividades de financiamentos | |||
| Pagamento de empréstimos e financiamentos | (75.532) | (247.825) | (108.527) |
| Aplicação vinculada | 292 | (5.769) | - |
| Amortização da dívida na aquisição de investimentos | (10.905) | (11.423) | (11.051) |
| Captação líquida de Partes relacionadas | (5.582) | - | - |
| Recursos provenientes de novos empréstimos | 121.099 | 283.604 | 112.417 |
| Arrendamentos pagos | (2.385) | (17.278) | (8.391) |
| Caixa e equivalentes de caixa líquidos provenientes das (utilizados nas) atividades de financiamentos | 26.987 | 1.309 | (15.552) |
| Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa | 7.049 | 17.113 | 431 |
| Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício | 19.826 | 2.713 | 2.282 |
| Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício | 26.875 | 19.826 | 2.713 |
Fluxo de caixa das atividades operacionais
O caixa proveniente das atividades operacionais decorreu da combinação entre os resultados das operações das subsidiárias de navegação e as despesas gerais e administrativas da atividade pré-operacional de mineração.
Fluxo de caixa das atividades de investimentos
Os impactos no fluxo de caixa das atividades de investimentos no exercício social estão relacionados às docagens de classe de embarcações de posse da Controladora (no valor de R$ 20.738 em 2025), construção de novas balsas pela CNA (no valor de R$ 20.665), bem
como dispêndios na fase pré-operacional da controlada Morro do Pilar, que totalizou R$ 4.526 em 2025, sobretudo em gastos para obtenção da Licença de Instalação. Em contrapartida, destaca-se a venda de ativos que estavam fora de operação, por parte da CNA, que resultou na entrada de recursos no valor de R$ 9.786.
Fluxo de caixa das atividades de financiamentos
O caixa proveniente das atividades de financiamento refere-se principalmente à captação de empréstimos financeiros, em sua maioria de longo prazo.
2.2 – Os diretores devem comentar:
a. resultados das operações do emissor, em especiais: descrição de quaisquer componentes importantes da receita
No exercício de 2025, as principais receitas da Companhia foram realizadas pela subsidiária ABN, que presta serviços de navegação de apoio marítimo; e, pela controlada integral CNA, que atua na navegação interior.
ii. fatores que afetaram materialmente os resultados operacionais
A menor taxa de operacionalidade, em função principalmente das inoperâncias da embarcação Geonísio Barroso, o fim do contrato de bunkering no primeiro semestre de 2025, o menor volume transportado na unidade de navegação fluvial foram e a taxa de operacionalidade inferior foram os principais fatores que afetaram os resultados operacionais consolidados da Companhia em 2025. Ressalta-se ainda o fato de a operação offshore ter operado com quatro embarcações, após o fim do contrato de uma embarcação afretada de terceiros em setembro de 2024.
b. variações relevantes das receitas atribuíveis a modificações de novos produtos e serviços, alterações de volumes e modificações de preços, taxas de câmbio e inflação
Em 2024, a subsidiária CNA se habilitou operacionalmente para fornecer o serviço de Bunkering em seu portfólio, que consiste na disponibilização de ativos com capacidade de armazenamento de combustível em área abrigada e que abastecem embarcações sem que estas precisem navegar até a costa. Essa atividade foi iniciada em março de 2024, tendo contribuído positivamente para o aumento da receita operacional consolidada da Companhia ao longo de tal exercício. Todavia, em decorrência da alteração da atuação operacional por parte do cliente, o contrato de bunkering foi encerrado no primeiro semestre de 2025, sendo vertido para um contrato de transporte fluvial na modalidade "take or pay", acrescido do recebimento de multa em função da rescisão antecipada do contrato do contrato de bunkering por parte do cliente.
Em 2025, o volume transportado pela subsidiária CNA apresentou redução de 17,7% em relação ao ano anterior, alcançando aproximadamente 881 mil m³ de petróleo e derivados. O menor volume anual é explicado principalmente pela redução da demanda
por transporte por parte de um cliente cativo, que reestruturou sua estratégia operacional, passando a carregar parte de sua carga diretamente no navio e atuação mais tímida no mercado spot.
Em relação à controlada ABN, a taxa de operacionalidade da frota própria apresentou redução anual de 7,0 p.p., alcançando 89,7% em 2025. As paradas por inoperância da embarcação AHTS Geonisio Barroso foram os principais ofensores da operacionalidade no período. Por outro lado, três das quatro embarcações de apoio marítimo offshore passaram a operar sob novos contratos, que seguiram os mesmos escopos dos anteriores, mas com diárias reajustadas em patamares mais elevados (em torno de 59%). O novo contrato do OSRV Asgaard Sophia teve início em dezembro de 2024 e os contratos dos AHTS Geonisio Barroso e Yvan Barreto tiveram início em abril e maio de 2025, respectivamente
Em 2025, o dólar médio apresentou leve apreciação frente ao real (+3,4%, em relação a 2024), o que contribui levemete para os resultados da ABN já que parte de seus contratos está denominado em dólares americanos.
Na visão dos diretores, os resultados poderão ser influenciados pelos fatores listados abaixo:
Condições Econômicas Mundiais e Brasileiras
O desempenho da economia brasileira e das condições econômicas mundiais podem afetar significativamente os resultados operacionais da Companhia.
Os custos da Companhia, inclusive de mão de obra e de manutenção, estão sujeitos a ajustes pela inflação. As taxas diárias previstas nos contratos celebrados pela Companhia são reajustadas anualmente para refletir as variações positivas ou negativas em certos índices de inflação no país. No entanto, estes reajustes podem não compensar integralmente os efeitos reais da inflação sobre os custos da Companhia.
A disponibilidade de financiamento nos mercados de crédito tem um impacto significativo sobre os negócios da Companhia, suas condições financeiras e seus resultados operacionais, dado que a Companhia pretende contrair financiamentos para implementar seu plano de negócios.
São apresentadas a seguir outros pontos relevantes para o entendimento dos principais fatores que poderão afetar a receita e os resultados operacionais da Companhia no futuro.
Demanda por embarcações de apoio à indústria marítima de óleo e gás
O setor de navegação de apoio marítimo à indústria de óleo e gás atravessa atualmente um momento favorável após um longo período de investimentos reprimidos e baixa taxa de utilização do mercado de embarcações.
A manutenção do preço do petróleo em níveis próximos de 100 dólares por barril por um período longo impactou os preços de contratações na indústria de navegação de apoio, dando início a um importante ciclo global de investimento em ampliação da capacidade instalada. Entretanto, com a queda no preço dessa commodity em 2014, que atingiu o piso de quase 30 dólares por barril em 2015, o investimento em nova capacidade de exploração
e produção de petróleo foi drasticamente reduzido, levando diversos elos da cadeia de serviços do setor à situação de excesso de capacidade instalada. Por conseguinte, esse movimento resultou na queda das taxas de ocupação e dos preços cobrados, com as diárias das embarcações caindo mais de 50% no Mar do Norte, bem como levando a uma capacidade ociosa em torno de 40% da frota. A consequência foi uma abrupta queda dos retornos sobre o capital investido, que atingiu patamares negativos, ocasionando uma série de problemas corporativos gerados por falta de liquidez e questões de solvência.
Na esteira do cenário internacional, observou-se a diminuição dos investimentos em exploração e produção por parte da Petrobras, o que impactou o mercado brasileiro de navegação de apoio marítimo offshore. Nesse contexto, o nível de ocupação e, em consequência, as taxas diárias também foram negativamente afetadas. Entretanto, o favorecimento da frota nacional pela regulamentação do país manteve o mercado em uma situação de maior equilíbrio, com retornos sobre o investimento se reduzindo, mas ainda se mantendo em níveis positivos.
Nos últimos anos, em função da recuperação do preço do barril de petróleo, que encontrou suporte com os movimentos econômicos globais, a maior parte das companhias de óleo e gás vem retomando seu programa de investimentos. Além das expansões brownfield, as empresas estão prospectando novas fronteiras de exploração. No Brasil, o cenário promissor é liderado pela Petrobras que, além dos campos atualmente em exploração, obteve recentemente a licença ambiental para perfurar um poço exploratório na Foz do Amazonas, na Margem Equatorial. As empresas independentes de óleo e gás (IOC's) no Brasil também se beneficia do momento favorável. Como consequência do movimento de retomada de investimentos no setor de óleo e gás, tem-se observado uma recuperação consistente do setor de embarcações de apoio marítimo à indústria offshore com apreciação significativa das diárias e recuperação das taxas de utilização da frota.
Demanda por minério de ferro
Após queda expressiva nos anos de 2014 e 2015, quando chegou a ser negociado abaixo de US$40 por tonelada, o preço do minério de ferro apresentou recuperação consistente nos mercados internacionais, sustentando-se no patamar próximo a US$100 por tonelada (Fines 62% Fe, CIF China) nos últimos três anos.
Para o produto do projeto MOPI (68,5% de Fe) deve-se observar ainda um prêmio por teor de Fe. A capacidade limitada de oferta de produto de alto qualidade e o aumento da demanda por produtos com maior concentração de Fe têm sustentado o diferencial de pago por percentual de ferro.
Afretamento de Embarcação e Capacidade de Produção
Atualmente a companhia conta com uma frota própria de 4 embarcações afretadas à Petrobras – uma embarcação do tipo OSRV de propriedade da controlada integral da CNA e três embarcações do tipo AHTS de propriedade da MLog – além da frota de 21 balsas e 13 empurradores operada pela sua subsidiária CNA.
Os contratos da operação de navegação de apoio offshore são de longo prazo, com duração de quatro anos a partir do início de vigência. Por outro lado, os contratos de
navegação interior são firmados com prazos menores, de até vinte e quatro meses, embora tenham sido celebrados geralmente com clientes cativos. A renovação dos contratos de longo e curto prazo são relevantes para manutenção das receitas de navegação da Companhia.
Preços
As alterações no balanço de oferta e demanda de embarcações de apoio marítimo e do preço do petróleo podem afetar os valores de afretamento recebidos pela Companhia no longo prazo. Além disso, a demanda por petróleo, seus derivados e outros granéis líquidos também interferem nos preços dos contratos, principalmente, na Região Norte, onde atualmente concentram-se os serviços de navegação interior do Grupo. Adicionalmente, a Companhia também pode ser afetada por alterações do preço do minério de ferro nos mercados internacionais, pois parte significativa da produção futura da Companhia deverá ser direcionada ao mercado externo.
Volatilidade da Moeda
A Companhia estima que uma parte das suas receitas será denominada em dólares norte-americanos (US$), enquanto parte de seus custos será denominada em reais (R$). Em função disso, os resultados da Companhia podem apresentar variações importantes em momentos de maior volatilidade do dólar norte-americano frente ao real.
Taxas de Inflação no Brasil
Parte dos custos da Companhia será em reais, enquanto uma parte das receitas será obtida em dólares. Um aumento na inflação poderá ter impacto negativo sobre as margens operacionais.
Custos Operacionais
Os principais custos operacionais da Companhia estão relacionados às embarcações de apoio marítimo e à operação da CNA. Além dos custos operacionais relativos à atividade de navegação e mineração, a Companhia prevê custos de manutenção da Controladora e, para o projeto de mineração Morro do Pilar, custos e investimentos para manutenção dos ativos e direitos existentes.
Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM)
Parte da geração de caixa da Companhia está relacionada ao AFRMM, subsídio governamental para o setor de navegação nacional. A alteração das condições do AFRMM pode impactar de maneira significativa os resultados consolidados da MLog.
Tributos no Brasil
A Companhia está sujeita à incidência de diversos tributos, sendo que os principais estão discriminados a seguir:
Tributos sobre a Receita. As receitas líquidas da Companhia compreenderão a receita total, deduzida de descontos e devoluções e impostos e contribuições incidentes sobre as vendas, que podem incluir o ICMS, as contribuições relativas a programas sociais (PIS e COFINS) e imposto sobre serviços (ISS).
Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro. Sobre o lucro líquido da Companhia incidirão imposto de renda e contribuição social. A alíquota atual da contribuição social sobre o lucro é de 9% e do imposto de renda de aproximadamente 25%, representando um percentual total de aproximadamente 34%.
Todavia, é importante destacar que, em dezembro de 2023, foi promulgada a Emenda Constitucional número 132 que estabeleceu a Reforma Tributária sobre o consumo. O modelo da Reforma está baseado em um IVA dual repartido em duas competências, uma federal (Contribuição sobre Bens e Serviços - CBS), que substituirá o PIS e a COFINS; e, a outra subnacional (Imposto sobre Bens e Serviços - IBS), que substituirá o ICMS e o ISS.
Foi também criado um Imposto Seletivo, de competência federal, que incidirá sobre a produção, extração, comercialização ou importação de bens e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, nos termos de lei complementar.
Vale destacar que haverá um período de transição, de 2026 até 2032, em que os dois sistemas tributários coexistirão. Os impactos da Reforma na apuração dos tributos mencionados, a partir do início do período de transição, somente serão plenamente conhecidos quando da finalização do processo de regulamentação por lei complementar dos temas pendentes.
Por fim, é importante reforçar que alterações na legislação tributária e regulatória brasileira poderão ter um impacto significativo sobre os resultados da Companhia.
c. Impactos relevantes da inflação, da variação de preços dos principais insumos e produtos, do câmbio e da taxa de juros no resultado operacional e no resultado financeiro do emissor
No exercício de 2025, as maiores alterações foram comentadas nos itens “a” e “b” acima.
Com relação aos empréstimos e financiamentos, inclusive a dívida proveniente da aquisição da CNA, variações tanto na taxa de câmbio quanto na taxa básica de juros do país podem afetar nosso resultado financeiro.
2.3 - Os diretores devem comentar:
a. Mudanças nas práticas contábeis que tenham resultado em efeitos significativos sobre as informações previstas nos campos 2.1 e 2.2
As normas e interpretações novas e revisadas já emitidas, mas não ainda em vigor até a data de emissão demonstrações contábeis da Companhia, estão descritas a seguir. A Companhia pretende adotar essas normas e interpretações novas e revisadas, se cabível,
quando entrarem em vigor.
Normas e alterações aplicáveis a partir de 1º de janeiro de 2025:
- Alterações ao CPC 02 (R2): Efeitos nas Mudanças das Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis (perda de conversibilidade);
As alterações acima não tiveram impacto material nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia.
Novas normas, alterações e interpretações de normas emitidas, mas ainda não vigentes em 31 de dezembro de 2025:
As normas e interpretações novas e alteradas emitidas, mas não ainda em vigor até a data de emissão das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, estão descritas a seguir. A Companhia pretende adotar essas normas e interpretações novas e alteradas, se cabível, quando entrarem em vigor:
- CPC 51 – Apresentação e Divulgação nas Demonstrações Contábeis;
- IFRS 19 – Subsidiárias sem Responsabilidade Pública: Divulgação.
Não se espera que as alterações tenham um impacto material nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia e não existem outras normas, alterações e interpretações de normas emitidas CPC ainda não adotadas que possam, na opinião da Administração, ter impacto significativo nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia.
b. opiniões modificadas e ênfases presentes no relatório do auditor
O auditor independente mencionou sobre a existência de incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional, chamando a atenção para a Nota Explicativa nº 2.2 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a qual descreve que estas foram preparadas no pressuposto de continuidade operacional e que, em 31 de dezembro de 2025, o passivo circulante da Companhia excedia o ativo circulante no montante de R$ 114.126 e prejuízos acumulados no montante de R$ 499.196, com base nos resultados consolidados. Esses eventos e condições, em conjunto com outros fatores descritos na referida nota explicativa, indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Os planos e ações que estão sendo desenvolvidos pela administração para o reestabelecimento do equilíbrio econômico-financeiro, dos fluxos de caixa e da posição patrimonial da Companhia e de suas controladas estão descritos na Nota Explicativa nº 2.2. As demonstrações contábeis individuais e consolidadas não incluem nenhum ajuste que possa surgir do resultado dessa incerteza. Entretanto, a conclusão do auditor não está ressalvada em relação a esse assunto.
A Companhia ressalta os esforços envidados na busca pelo equacionamento da estrutura de dívida promovendo alongamento de passivos e capturando oportunidades de negócios para aumento dos ativos circulantes. Nesse contexto, a Companhia vem renegociando com os valores a pagar pela aquisição da CNA, obtendo o reescalonamento de seu passivo, tendo em 31 de dezembro de 2025 parte significativa deste passivo renegociado em
condições mais favoráveis em relação à dívida original. Junta-se a essa estratégia financeira, a execução de seu plano de negócios com foco em geração de caixa de suas atividades de navegação, combinada com a conversão de AFRMM em caixa livre, além de alternativas em avaliação pela Administração para o levantamento de capital adicional.
2.4. Os diretores devem comentar os efeitos relevantes que os eventos abaixo tenham causado ou se espera que venham a causar nas demonstrações financeiras do emissor e em seus resultados:
a. introdução ou alienação de segmento operacional.
A Companhia iniciou, por meio de sua subsidiária CNA, a atividade de Bunkering em março de 2024. Essa atividade consiste na disponibilização de ativos com capacidade de armazenamento de combustível em área abrigada e que abastecem embarcações sem que estas precisem navegar até a costa. A CNA iniciou essa atividade em março de 2024, com a execução de um contrato, mas devido a reestruturação estratégica por parte de seu cliente, a atividade foi interrompida no primeiro semestre de 2025. O contrato de bunkering foi vertido para a carteira de serviços de transporte com cláusula de take or pay relativa ao volume mínimo transportado.
b. constituição, aquisição ou alienação de participação societária.
No exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025, as alienações foram concentradas na venda de embarcações que estavam fora de operação por parte da subsidiária CNA, o que não configura eventos de constituição, aquisição ou alienação de participação societária.
No entanto, em 20 de março de 2026, a MLog concluiu a transação com a Bourbon Offshore Marítima Ltda. para aquisição de 50% do total de ações de emissão da Asgaard Bourbon Navegação. Com a aquisição dessa participação, a MLOG passou a deter 100% do capital social da ABN (ante a participação anterior de 50%), estabelecendo o controle unificado da empresa de navegação de apoio marítimo offshore. O movimento realizado permite a plena integração da ABN ao portfólio de navegação, possibilitando maior sinergia entre os ativos do Grupo MLog.
c. eventos ou operações não usuais.
Não observado ao longo do exercício findo em 31 de dezembro de 2025.
2.5 - Caso o emissor tenha divulgado, no decorrer do último exercício social, ou deseje divulgar neste formulário medições não contábeis, como Lajida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ou Lajir (lucro antes de juros e imposto de renda), o emissor deve:
a. informar o valor das medições não contábeis
Divulgamos métricas não contábeis nos relatórios da administração trimestrais e anuais. No exercício findo em 31 de dezembro de 2025, o LAJIDA consolidado foi de R$ 73.638. O
LAJIDA ajustado, por sua vez, alcançou R$ 73.271, correspondendo a uma margem ajustada de 29,4%, ou seja, 3,5p.p. superior à verificada no ano anterior.
b. fazer as conciliações entre os valores divulgados e os valores das demonstrações financeiras auditadas
Os valores são compatíveis com as medidas contábeis.
c. explicar o motivo pelo qual entende que tal medição é mais apropriada para a correta compreensão da sua condição financeira e do resultado de suas operações
O LAJIDA mede o resultado operacional, sendo que o LAJIDA ajustado expurga os efeitos de fatores pontuais e/ou não recorrentes.
2.6. Identificar e comentar qualquer evento subsequente às últimas demonstrações financeiras de encerramento de exercício social que as altere substancialmente
Inoperância temporária de embarcações
Em 21 de dezembro de 2025, a embarcação Geonisio Barroso, em contrato com a Petrobras, apresentou intercorrência mecânica que demandou reparo com substituição de peças importadas, estando a embarcação inoperante desde então. O retorno da embarcação para operação está planejado para abril de 2026, representando uma renúncia de receita prevista na ordem dos R$ 23.500, dos quais estima-se o reembolso do seguro de lucros cessantes no valor de R$ 4.000, estimando-se assim uma perda de receita líquida na ordem de R$ 13.000 no primeiro semestre de 2026.
Em 30 de janeiro 2026, a embarcação Yvan Barretto, em contrato com a Petrobras, apresentou intercorrência mecânica que demandou reparo com substituição de peças importadas, estando a embarcação inoperante desde então. O retorno da embarcação para operação está planejado para abril de 2026, representando uma renúncia de receita prevista na ordem dos R$ 18.500, dos quais estima-se o reembolso do seguro de lucros cessantes o valor de R$ 4.000, estimando-se assim uma perda de receita líquida na ordem de R$ 7.000 no primeiro semestre de 2026.
Ademais espera-se que o seguro de casco e máquinas faça o ressarcimento de parte significativa dos investimentos em peças e serviços necessários para retorno das embarcações às suas atividades, investimentos estes quantificados por hora em R$ 20.000. No total, estima-se o reembolso de cerca de R$ 22.000.
Em decorrência dos eventos acima listados, e como medida de preservação de caixa, a Companhia:
a) Efetivou a alienação do terreno pertencente a sua controlada CDNC em Linhares, Espírito Santo, pelo montante de R$ 18.000, em 31 de março de 2026. Este ativo não tem geração de caixa ou serve de garantia/aval a nenhuma dívida.
b) Solicitou a credores financeiros a suspensão temporária do pagamento de dívidas, sem respostas formais até o momento.
Aumento de participação de investimentos
Em 6 de fevereiro de 2026, a MLog S.A. celebrou contrato para aquisição da totalidade da participação detida pela Bourbon Offshore Marítima Ltda. na Asgaard Bourbon Navegação S.A.
A Operação foi submetida à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), que proferiu decisão favorável sem restrições em 2 de março de 2026. Transcorrido o prazo de 15 dias sem a interposição de recursos por terceiros ou membro do Tribunal do CADE, MLog e Bourbon realizaram os atos de fechamento da Operação em 20 de março de 2026.
Captação de empréstimos e financiamentos
Em 11 de fevereiro de 2026, a controlada CNA contraiu um empréstimo, pelo prazo de 24 meses, no valor de R$ 10.000 junto à instituição financeira Quatá. Essa captação de recursos tem como propósito aumentar a disponibilidade de caixa. A garantia utilizada foi o contrato com a Petrobrás da embarcação Geonisio Barroso e não existem obrigações de acompanhamento financeiras ou não financeiras.
Em 06 de março de 2026, a controlada NSN contraiu um empréstimo (nota comercial) no valor de R$ 4.000 junto à instituição financeira, pelo prazo de 19 meses. A captação de recursos realizada tem como propósito aumentar a disponibilidade de caixa. A garantia utilizada foi o contrato com a Petrobrás da embarcação Haroldo Ramos e não existem obrigações de acompanhamento financeiras ou não financeiras.
2.7. Os diretores devem comentar a destinação dos resultados sociais, indicando:
a. regras sobre retenção de lucros
A Companhia teve prejuízo nos exercícios de 2023, 2024 e 2025, além de possuir prejuízos acumulados. No entanto, a Companhia observará o disposto no Estatuto Social e na Lei 6.404/76 quando for realizar retenção de lucros.
b. regras sobre distribuição de dividendos
A Companhia teve prejuízo nos exercícios de 2023, 2024 e 2025, além de possuir prejuízos acumulados. No entanto, a Companhia observará o disposto no Estatuto Social e na Lei 6.404/76 quando for realizar distribuição de dividendos.
c. periodicidade das distribuições de dividendos
A Companhia teve prejuízo nos exercícios de 2023, 2024 e 2025, além de possuir prejuízos acumulados. No entanto, a Companhia observará o disposto no Estatuto Social e na Lei 6.404/76 quando for realizar distribuição de dividendos.
d. eventuais restrições à distribuição de dividendos impostas por legislação ou regulamentação especial aplicável ao emissor, assim como contratos, decisões
judiciais, administrativas ou arbitrais
A Companhia teve prejuízo nos exercícios de 2023, 2024 e 2025, além de possuir prejuízos acumulados. No entanto, a Companhia observará as restrições que forem aplicáveis no momento da distribuição.
e. se o emissor possui uma política de destinação de resultados formalmente aprovada, informar órgão responsável pela aprovação, data da aprovação e, caso o emissor divulgue a política, locais na rede mundial de computadores onde o documento pode ser consultado
A Companhia não possui política formalmente aprovada.
2.8. Os diretores devem descrever os itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras do emissor, indicando:
a. os ativos e passivos detidos pelo emissor, direta ou indiretamente, que não aparecem no seu balanço patrimonial (off-balance sheet items), tais como:
i. carteiras de recebíveis baixadas sobre as quais a entidade não tenha retido nem transferido substancialmente os riscos e benefícios da propriedade do ativo transferido, indicando respectivos passivos
ii. contratos de futura compra e venda de produtos ou serviços
iii. contratos de construção não terminada
Não há itens relevantes não evidenciados nas demonstrações financeiras da Companhia.
2.9. Em relação a cada um dos itens não evidenciados nas demonstrações financeiras indicados no item 2.8, os diretores devem comentar:
a. como tais itens alteram ou poderão vir a alterar as receitas, as despesas, o resultado operacional, as despesas financeiras ou outros itens das demonstrações financeiras do emissor
b. natureza e o propósito da operação
c. natureza e o montante das obrigações assumidas e dos direitos gerados em favor do emissor em decorrência da operação
Não aplicável, conforme indicado no item anterior.
2.10. Os diretores devem indicar e comentar os principais elementos do plano de negócios do emissor, explorando especificamente os seguintes tópicos:
a. investimentos, incluindo:
i. descrição quantitativa e qualitativa dos investimentos em andamento e dos investimentos previstos
As demonstrações financeiras da MLog de 2025 reflete ainda os efeitos dos investimentos realizados em docagem de cinco anos para renovação de classe em duas de nossas
embarcações, desembolsos esses necessários para a continuidade da prestação de serviço, além de proporcionar melhora na performance operacional da embarcação. Das adições totais de R$ 26.158, em “Imobilização em andamento”, R$ 8.553 referem-se à embarcação Yvan Barretto que se encontrava em docagem encerrando neste exercício findo em 31 de dezembro de 2025, e R$ 17.605 na CNA referem-se à modernização da frota em andamento. Ressalta-se ainda o valor de R$12.185 referente a benfeitorias em bens de terceiros realizados pela controlada ABN.
Com o foco na modernização da frota, utilizando os recursos do AFRMM, a controlada CNA iniciou em 2025 a construção de uma balsa petrolífera com capacidade de 4.300 m³ e de quatro graneleiras com 2.400 toneladas de capacidade cada. A balsa-tanque está em fase final de construção, com previsão de entrega no segundo trimestre de 2026. As graneleiras estão com 40% a 70% do percentual de obra executados. Vale ressaltar que as novas embarcações já deveriam ter sido entregues à CNA, mas ocorreram atrasos na construção por parte do estaleiro contratado.
Vale ressaltar que mesmo com os robustos investimentos realizados em manutenção e docagem, bem como o acompanhamento rigoroso da integridade dos nossos ativos, duas de nossas embarcações apresentaram intercorrências mecânicas: o AHTS Geonisio Barroso, está inoperante desde 21 de dezembro de 2025; e, o AHTS Yvan Barretto está fora de operação desde 30 de janeiro de 2026. Por conseguinte, os gastos com os reparos e as substituições de peças estão sendo efetivados. A expectativa é de que as embarcações Geonisio Barroso e Yvan Barretto retornem à operação em abril de 2026. Ressalta-se que as operações estão cobertas por seguros que contemplam tanto o reembolso de despesas com manutenção e substituição de peças, ainda em fase de mensuração, quanto a cobertura de lucros cessantes.
Em relação a MOPI, o montante de investimento ainda é incerto e vai depender da obtenção de licenças e de financiamentos para tal finalidade, que serão levantados na ocasião da obtenção de licença para operação.
ii. fontes de financiamento dos investimentos
A Companhia estuda diferentes meios de obtenção de recursos adicionais para implementação e desenvolvimento de seus negócios, incluindo operações de captação de recursos por emissão primária de novas ações, financiamento junto a bancos comerciais, privados ou públicos, e agências multilaterais. Entretanto, não há qualquer garantia de que a Companhia será capaz de obter os recursos necessários para o início, manutenção ou conclusão de seus projetos.
Outra fonte relevante de recursos financeiros é o AFRMM. Inclusive, os atuais investimentos na construção de balsas novas, por parte da controlada CNA, estão sendo suportados via monetização do AFRMM.
É importante destacar que, em dezembro de 2024, a Companhia emitiu Notas Comerciais Escriturais (“Primeira Emissão”) no montante de R$ 55.000 que foram integralmente subscritas e integralizadas por um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios-FIDC. Ainda em dezembro de 2024, foi efetivada a reestruturação da dívida com a acionista Fjords, que integralizou cotas subordinadas do FIDC através da transferência de Notas Comerciais Escriturais (“Segunda Emissão”) emitidas pela Companhia e integralizadas pela própria Fjords, no montante de R$ 55.000. As Notas Comerciais emitidas têm prazo de
vencimento de 48 meses, com carência de amortização de principal nos primeiros doze meses iniciais, e custo composto por CDI mais spread. O montante captado via notas comerciais teve seu fluxo direcionado para (i) a reestruturação da dívida da Companhia com a parte relacionada Fjords, (ii) a amortização de parte do saldo credor de recebíveis adiantados junto ao Banco Sifra visando a redução do custo e alongamento do prazo da dívida, e (iii) a realização de investimentos necessários na adaptação de embarcações para novos contratos já assinados.
Destaca-se ainda que, em julho de 2025, a Companhia emitiu Notas Comerciais Escriturais (“terceira emissão”) no montante de R$ 35.000, com vencimento maio de 2029, ao custo de CDI, acrescido de juros equivalente a 7,2196% ao ano.
iii. desinvestimentos relevantes em andamento e dos desinvestimentos previstos
Com a manutenção dos preços do minério de ferro em patamar elevado, a Administração vem ampliando os esforços para a captação de recursos para o desenvolvimento ou até mesmo a venda do Projeto MOPI.
b. desde que já divulgada, indicar a aquisição de plantas, equipamentos, patentes ou outros ativos que devam influenciar materialmente a capacidade produtiva do emissor
A Companhia não visualiza aquisições relevantes no curto e médio prazos que possam influenciar de forma material sua capacidade produtiva nem de suas controladas.
Os investimentos que estão sendo programados estão relacionados à construção de novas balsas, por parte da CNA, bem como os gastos direcionados às docagens e reparos das embarcações.
c. novos produtos e serviços, indicando:
i. descrição das pesquisas em andamento já divulgadas
ii. montantes totais gastos pelo emissor em pesquisas para desenvolvimento de novos produtos ou serviços
iii. projetos em desenvolvimento já divulgados
iv. montantes totais gastos pelo emissor no desenvolvimento de novos produtos ou serviços
Não há.
d. oportunidades inseridas no plano de negócios do emissor relacionadas a questões ASG
A Companhia estruturou, em nível de Grupo, um programa corporativo de ASG (Ambiental, Social e Governança) com o objetivo de consolidar, fortalecer e dar coerência às iniciativas já existentes na holding MLog e em suas companhias operacionais, CNA e ABN,
promovendo a integração de práticas, a troca de experiências e a padronização de diretrizes relacionadas à sustentabilidade.
Como parte desse movimento, está o Comitê de ESG do Grupo, liderado pelo time corporativo de Governança, Riscos e Compliance (GRC), com interface direta e colaboração ativa das áreas de QSMS, Recursos Humanos, Jurídico e Inovação, assegurando uma abordagem transversal, técnica e alinhada à estratégia do negócio, bem como às melhores práticas de governança corporativa.
Em 2024, o Grupo concluiu, em nível consolidado, a elaboração do seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, referente ao exercício de 2024, desenvolvido com base em padrões internacionais de reporte, a partir de um processo estruturado de coleta, validação e análise de dados, com a participação ativa de múltiplas áreas e empresas do Grupo. Este trabalho representou um marco relevante no amadurecimento da agenda ASG, permitindo maior transparência, comparabilidade e entendimento dos impactos, riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade.
Atualmente, o Relatório de Sustentabilidade encontra-se em fase final de revisão e validação interna, com previsão de publicação, reforçando o compromisso do Grupo com a transparência, a prestação de contas e a comunicação responsável com seus stakeholders.
Adicionalmente, como próximo passo da evolução da agenda ASG, a Companhia está iniciando o projeto de construção do Relato Integrado, com base no exercício de 2026 e publicação prevista para 2027. O objetivo é avançar para um modelo que conecte de forma estruturada a estratégia, o desempenho financeiro, os impactos ASG, a gestão de riscos e a criação de valor no curto, médio e longo prazos, em linha com referenciais internacionais de relato corporativo integrado.
2.11. Comentar sobre outros fatores que influenciaram de maneira relevante o desempenho operacional e que não tenham sido identificados ou comentados nos demais itens desta seção
A Companhia informa que não há nada relevante que não tenha sido comentado nos itens anteriores.
ANEXO B
Informações sobre equidade previstas na Lei nº15.177/25
Em atendimento ao disposto no artigo 133, §6 da Lei nº 6.404/74, conforme redação prevista na Lei nº 15.177/25, a Companhia apresenta as informações relativas à participação feminina em sua força de trabalho, sua presença em cargos de administração e à comparação da remuneração por gênero em funções equivalentes.
A Companhia pauta suas práticas de gestão de pessoas no respeito à diversidade, à inclusão e à igualdade de oportunidades, princípios previstos no Código de Conduta Ética do Grupo MLog. Nesse contexto, busca promover tratamento equitativo e acesso às oportunidades de desenvolvimento profissional a todos os colaboradores, valorizando a diversidade de competências e experiências.
A força de trabalho da Companhia é composta por profissionais alocados em atividades corporativas e administrativas (Terra) e em atividades operacionais embarcadas (Mar e Fluvial). Em razão das particularidades das atividades embarcadas, os indicadores de diversidade são apresentados considerando essas duas estruturas, permitindo melhor compreensão da composição da força de trabalho.
Em 2025, a Companhia contava com 74 mulheres em seu quadro de colaboradores, correspondendo a 22,3% da força de trabalho, frente a 21,3% no exercício anterior, representando crescimento de 1,0 ponto percentual na participação feminina total.
Na Diretoria Executiva, a participação feminina permaneceu estável, com 2 mulheres, equivalentes a 33,3% da composição. Nas lideranças em Terra, a participação feminina atingiu 55,3%, aumento de 6,4 pontos percentuais em relação a 2024, enquanto nas lideranças em Mar e Fluvial manteve-se em 4,0%. Nos cargos de staff em Terra, a participação feminina permaneceu em 45,1%, enquanto no staff de Mar e Fluvial houve aumento de 5,6% para 8,7%.
Em 2025, a remuneração média feminina correspondeu a 87,2% da remuneração média masculina, frente a 89,9% em 2024. Entre os níveis hierárquicos, a proporção foi de 116,9% nas lideranças em Terra e 101,2% nas lideranças em Mar e Fluvial, enquanto nos cargos de staff em Terra e staff de Mar e Fluvial as proporções foram de 89,4% e 83,8%, respectivamente.
| Mulheres por Nível Hierárquico | Quantidade | Proporção | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | 2024 | Δ a/a | 2025 | 2024 | Δ a/a | |
| Conselho de Administração | - | - | - | - | - | - |
| Diretoria Executiva | 2 | 2 | - | 33,3% | 33,3% | - |
| Lideranças - Terra¹ | 21 | 22 | -1 | 55,3% | 48,9% | +6,4p.p. |
| Lideranças - Mar e Fluvial² | 3 | 3 | - | 4,0% | 4,2% | -0,2p.p. |
| Staff - Terra | 37 | 37 | - | 45,1% | 45,1% | - |
| Staff - Mar e Fluvial | 11 | 7 | +4 | 8,7% | 5,6% | +3,1p.p. |
| Geral | 74 | 71 | +3 | 22,3% | 21,3% | +1,0p.p. |
| Remuneração por nível hierárquico^{1} | Razão Mulher/Homem | ||
|---|---|---|---|
| 2025 | 2024 | Δ a/a | |
| Conselho de Administração | - | - | - |
| Diretoria Executiva | 63,2% | 68,2% | -5,0p.p. |
| Lideranças - Terra^{1} | 116,9% | 112,3% | +4,6p.p. |
| Lideranças - Mar e Fluvial^{2} | 101,2% | 101,2% | - |
| Staff - Terra | 89,4% | 106,3% | -16,9p.p. |
| Staff - Mar e Fluvial | 83,8% | 77,3% | +6,5p.p. |
| Geral | 87,2% | 89,9% | -2,7p.p. |
- Compreende cargos de Supervisores, Coordenadores e Gerentes.
- Compreende cargos de Capitães, Pilotos e Oficiais Marítimos.
- A análise considera exclusivamente a remuneração fixa dos colaboradores.
ANEXO C
Informações exigidas pelo artigo 11 da Resolução CVM 81/22 (itens 7.3 a 7.6 do Formulário de Referência)
7.3 a 7.6 - Composição e experiência profissional da administração e do conselho fiscal
| Nome | Data de Nascimento | Órgão Administração | Data da eleição | Prazo do mandato |
|---|---|---|---|---|
| CPF | Profissão | Cargo eletivo ocupado | Data de posse | Foi eleito pelo controlador |
| Outros cargos e funções exercidas no emissor | Se independente, sob qual critério? | Data de início do primeiro mandato consecutivo | ||
| Luiz Claudio de Souza Alves | ||||
| 671.167.607-68 | 30/12/1960 | |||
| Empresário | Presidente do Conselho de Administração | 30/04/2026 | ||
| 30/04/2026 | até a AGO que aprovar as contas do exercício findo em 31.12.2026. | |||
| Indicado por chapa | ||||
| Não é membro independente. | 26/01/2017 | |||
| Gustavo Barbeito de Vasconcellos Lantimant Lacerda | ||||
| 087.013.287-35 | 29/02/1980 | |||
| Empresário | Conselho de Administração | |||
| Vice-presidente do Conselho de Administração | 30/04/2026 | |||
| 30/04/2026 | até a AGO que aprovar as contas do exercício findo em 31.12.2026. | |||
| Indicado por chapa | ||||
| Não é membro independente. | 02/05/2023 | |||
| Luiz Maurício da Silveira Portela | ||||
| 179.304.307-82 | 18/08/1944 | |||
| Engenheiro Naval | Conselho de Administração | |||
| Membro do Conselho de Administração | 30/04/2026 | |||
| 30/04/2026 | até a AGO que aprovar as contas do exercício findo em 31.12.2026 | |||
| Indicado por chapa. | ||||
| Membro independente, conforme art. 6º do Anexo K da Resolução CVM 80/22. | 30/04/2026 |
André Luiz 26/10/1964 Conselho de 30/04/2026 até a AGO que
Pimentel dos Engenheiro Administração aprovar as contas do
Santos Mecânico/Empresário Membro do exercício findo em
819.405.307-25 Conselho de 31.12.2026
Administração Indicado por chapa.
Membro independente, conforme art. 6º do 30/04/2026
Anexo K da Resolução CVM 80/22.
Experiência profissional / Declarações
Luiz Claudio de Souza Alves – 671.167.607-68
Principais experiências profissionais durante os últimos 5 anos, indicando: nome e setor de atividade da empresa, cargo e se a empresa integra (i) o grupo econômico do emissor ou (ii) é controlada por acionista do emissor que detenha participação, direta ou indireta, igual ou superior a 5% de uma mesma classe ou espécie de valor mobiliário do emissor
O Sr. Luiz Alves, natural do Rio de Janeiro, tem carreira profissional empreendida em empresas holding, com investimentos realizados em diversos setores da economia, se destacando como: Sócio Fundador e Presidente da Diretoria e do Conselho de administração da Webb Negócios, Co-Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Shoptime, Co-Fundador e Vice-Presidente Executivo da Multicanal Telecomunicações e Vice-Presidente Executivo da Companhia de Mineração do Amapá. Iniciou sua carreira na Companhia Bandeirantes de Seguros Gerais (Sul América), passando pelo Banco BBM. Passou a integrar a sociedade Macal Investimentos ao longo de mais de 25 anos, sociedade com investimentos em diversos setores da economia no Brasil, CMA de Mineração do Amapá, Mineração Novo Astro, Centro Pediátrico da Lagoa, Telemar Participações, bem como idealizou e implementou diversos startups ao longo dos últimos 29 anos, entre os quais: Multicanal (maior operador de TV a cabo do Brasil, atual Net Serviços), Mcom (operações de truncking e paging, realizados em parceria com os Grupos Carso - Carlos Slim e Concast), Shoptime (varejo eletrônico), Cervejaria Itaipava, Webb Negócios (atual Nimbi, tecnologia). Teve participação na estruturação de ofertas públicas de dívidas e equities, nos mercados brasileiros e americanos, por intermédio de debêntures, bonds (high Yield), ADR’s nível III (Nasdaq) e ações (Bovespa). O Sr. Alves não ocupa qualquer cargo em sociedades ou organizações do terceiro setor. O Sr. Alves é sócio e diretor da Maverick Empreendimentos e Participações S.A., controladora indireta da MLog e ocupa o cargo de Presidente do Conselho da MLog
Indicação de todos os cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou organizações do terceiro setor
O Sr. Luiz Alves não ocupa qualquer cargo em sociedades ou organizações do terceiro setor.
Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. qualquer condenação criminal; ii. qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas; e iii. qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.
O Sr. Luiz Alves não tem (i) qualquer condenação criminal, (ii) qualquer condenação em processo administrativo da CVM ou (iii) qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.
Informar a existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o segundo grau entre: a. administradores do emissor; b. (i) administradores do emissor e (ii) administradores de controladas, diretas ou indiretas, do emissor; c. (i) administradores do emissor ou de suas controladas, diretas ou indiretas e (ii) controladores diretos ou indiretos do emissor; d. (i) administradores do emissor e (ii) administradores das sociedades controladoras diretas e indiretas do emissor
O Sr. Luiz Alves não tem qualquer relação conjugal, união estável ou parentesco até o segundo grau entre:
(a) administradores da MLog;
(b) administradores de controladas, diretas ou indiretas, da MLog;
(c) controladores diretos ou indiretos da MLog; e
(d) administradores das sociedades controladoras diretas e indiretas da MLog.
Informar sobre relações de subordinação, prestação de serviço ou controle mantidas, nos 3 últimos exercícios sociais, entre administradores do emissor e: a. sociedade controlada, direta ou indiretamente, pelo emissor, com exceção daquelas em que o emissor detenha, direta ou indiretamente, a totalidade do capital social; b. controlador direto ou indireto do emissor; e c. caso seja relevante, fornecedor, cliente, devedor ou credor do emissor, de sua controlada ou controladoras ou controladas de alguma dessas pessoas.
O Sr. Luiz Alves é sócio da Maverick Empreendimentos e Participações S.A., controladora da Maverick Holding S.A. e de sua subsidiária integral Lion Investimentos S.A., que por sua vez são acionistas controladoras da MLog. O Sr. Alves é diretor da Maverick Empreendimentos e Participações S.A., da Maverick Holding S.A. e da Lion Investimentos S.A.
Luiz Mauricio da Silveira Portela - 179.304.307-82
Principais experiências profissionais durante os últimos 5 anos, indicando: nome e setor de atividade da empresa, cargo e se a empresa integra (i) o grupo econômico do emissor ou (ii) é controlada por acionista do emissor que detenha participação, direta ou indireta, igual ou superior a 5% de uma mesma classe ou espécie de valor mobiliário do emissor
Luiz Mauricio é Engenheiro Naval formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1969 e Mestre em Engenharia Naval pela COPPE em 1971.
Atuou como Gerente de Engenharia do Estaleiro EMAQ (atual EISA) de 1971 a 1986, como Diretor Técnico da Empresa de Navegação ALIANÇA de 1986 a 1998, como Presidente da CBO - Companhia Brasileira de Offshore de 1996 a 2015, como Presidente da CARAVEL Serviços de Containers de 1996 a 1998, como Presidente da DRAGAPORT, empresa de dragagem de 2006 a 2007, como Presidente do Estaleiro ALIANÇA de 1999 a 2015 e como Presidente do Estaleiro OCEANA de 2013 a 2015. Após 2015, passou a atuar como consultor de empresas do ramo de navegação.
Indicação de todos os cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou organizações do terceiro setor
O Sr. Luiz Mauricio não ocupa qualquer cargo em sociedades ou organizações do terceiro setor.
Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. qualquer condenação criminal; ii. qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas; e iii. qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.
O Sr. Luiz Mauricio não tem (i) qualquer condenação criminal, (ii) qualquer condenação em processo administrativo da CVM ou (iii) qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.
Informar a existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o segundo grau entre: a. administradores do emissor; b. (i) administradores do emissor e (ii) administradores de controladas, diretas ou indiretas, do emissor; c. (i) administradores do emissor ou de suas controladas, diretas ou indiretas e (ii) controladores diretos ou indiretos do emissor; d. (i) administradores do emissor e (ii) administradores das sociedades controladoras diretas e indiretas do emissor
O Sr. Luiz Mauricio não tem qualquer relação conjugal, união estável ou parentesco até o segundo grau entre:
(a) administradores da MLog;
(b) administradores de controladas, diretas ou indiretas, da MLog;
(c) controladores diretos ou indiretos da MLog; e
(d) administradores das sociedades controladoras diretas e indiretas da MLog.
Informar sobre relações de subordinação, prestação de serviço ou controle mantidas, nos 3 últimos exercícios sociais, entre administradores do emissor e: a. sociedade controlada, direta ou indiretamente, pelo emissor, com exceção daquelas em que o emissor detenha, direta ou indiretamente, a totalidade do capital social; b. controlador direto ou indireto do emissor; e c. caso seja relevante, fornecedor, cliente, devedor ou credor do emissor, de sua controlada ou controladoras ou controladas de alguma dessas pessoas.
O Sr. Luiz Mauricio, nos 3 últimos exercícios sociais, não teve qualquer relação de subordinação, prestação de serviço ou controle mantidas com: (i) sociedade controlada, direta ou indiretamente, pela MLog, (ii) controlador direto ou indireto da MLog; e (iii) fornecedor, cliente, devedor ou credor da MLog, de sua controlada ou controladoras ou controladas.
André Luiz Pimentel dos Santos - 819.405.307-25
Principais experiências profissionais durante os últimos 5 anos, indicando: nome e setor de atividade da empresa, cargo e se a empresa integra (i) o grupo econômico do emissor ou (ii) é controlada por acionista do emissor que detenha participação, direta ou indireta, igual ou superior a 5% de uma mesma classe ou espécie de valor mobiliário do emissor
André Pimentel é formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com Pós-Graduação em Finanças Corporativas pela PUC/RJ e Mestrado em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ.
Com mais de 35 anos de experiência em Estruturação e Reestruturação de Negócios, iniciou sua carreira como Superintendente Industrial da Cia Federal de Fundição (1990/1991) e Gerente Operacional e de Estratégia no startup da primeira operação de TV por cabo do Brasil - Net Rio (1992/1994).
Em 1995, em função de demandas de projetos de privatização da época, ingressou na área de Corporate Finance na consultoria internacional Coopes & Lybrand, posteriormente PriceWaterhouseCoopers, onde atuou até 2001, tendo liderado a vertical de consultoria das Indústrias de Saúde e Farmacêutica na América Latina por 5 anos.
Entre 2002 e 2012 foi sócio da consultoria Galeazzi & Associados, onde liderou relevantes projetos de reestruturação, dentre outros Intermédica Saúde (2002/2003 e 2006/2007),
Sendas Distribuidora (2007/2009), Grupo Pão de Açúcar (2008), Globex (2009/2010), Grupo Exito (Colômbia, 2010/2011).
Em 2012 tornou-se sócio da consultoria Performa Partners, onde tem liderado grandes reestruturações em empresas de diversos setores como Varejo, Agro-Negócio, Indústria, e Serviços, muitas vezes em parceria com fundos de Private Equity e outros investidores. Dentre seus principais projetos estão reestruturações na Via Varejo (2012), Nova Pontocom (2012/2015), Lojas Centauro / GP Investimentos (2014), Levorin Pneus (2015/2016), Ri Happy - PBKids / Carlyle (2016), Le Postiche (2017), Security Segurança & Serviços (2017), Walmart / Advent Internacional (2018), Aegea Saneamento (2019), Roldão Atacadista (2021), Zamboni Distribuidora (2022/2024), e Grupo Raça Agro (2024/2025).
Indicação de todos os cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou organizações do terceiro setor
O Sr. André Pimentel não ocupa qualquer cargo em sociedades ou organizações do terceiro setor.
Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. qualquer condenação criminal; ii. qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas; e iii. qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.
O Sr. André Pimentel não tem (i) qualquer condenação criminal, (ii) qualquer condenação em processo administrativo da CVM ou (iii) qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.
Informar a existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o segundo grau entre: a. administradores do emissor; b. (i) administradores do emissor e (ii) administradores de controladas, diretas ou indiretas, do emissor; c. (i) administradores do emissor ou de suas controladas, diretas ou indiretas e (ii) controladores diretos ou indiretos do emissor; d. (i) administradores do emissor e (ii) administradores das sociedades controladoras diretas e indiretas do emissor
O Sr. André Pimentel não tem qualquer relação conjugal, união estável ou parentesco até o segundo grau entre:
(a) administradores da MLog;
(b) administradores de controladas, diretas ou indiretas, da MLog;
(c) controladores diretos ou indiretos da MLog; e
(d) administradores das sociedades controladoras diretas e indiretas da MLog.
Informar sobre relações de subordinação, prestação de serviço ou controle mantidas, nos 3 últimos exercícios sociais, entre administradores do emissor e: a. sociedade
controlada, direta ou indiretamente, pelo emissor, com exceção daquelas em que o emissor detenha, direta ou indiretamente, a totalidade do capital social; b. controlador direto ou indireto do emissor; e c. caso seja relevante, fornecedor, cliente, devedor ou credor do emissor, de sua controlada ou controladoras ou controladas de alguma dessas pessoas.
O Sr. André Pimentel, nos 3 últimos exercícios sociais, não teve qualquer relação de subordinação, prestação de serviço ou controle mantidas com: (i) sociedade controlada, direta ou indiretamente, pela MLog, (ii) controlador direto ou indireto da MLog; e (iii) fornecedor, cliente, devedor ou credor da MLog, de sua controlada ou controladoras ou controladas.
Gustavo Barbeito - 087.013.287-35
Principais experiências profissionais durante os últimos 5 anos, indicando: nome e setor de atividade da empresa, cargo e se a empresa integra (i) o grupo econômico do emissor ou (ii) é controlada por acionista do emissor que detenha participação, direta ou indireta, igual ou superior a 5% de uma mesma classe ou espécie de valor mobiliário do emissor
O Sr. Gustavo Barbeito é bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestre em Economia empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (EPGE/FGV), possui mais de 15 anos de experiência em Finanças; Sócio fundador da Rio Grande Investimentos em 2014; Sócio fundador e CFO da AutoBrasil Participações, maior varejista de carros usados do Brasil; Sócio-gerente que supervisiona o Desenvolvimento de Negócios dos Parceiros da Gulf Capital; Chefe de Fusões e Riscos da Los Grobo Agribusiness (então investida Vinci Partners). O Sr. Gustavo Barbeito é sócio e diretor da Maverick Empreendimentos e Participações S.A., controladora indireta da MLog e ocupa o cargo de Vice Presidente do Conselho da Mlog
Indicação de todos os cargos de administração que ocupe em outras sociedades ou organizações do terceiro setor
O Sr. Gustavo Barbeito não ocupa qualquer cargo em sociedades ou organizações do terceiro setor.
Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos: i. qualquer condenação criminal; ii. qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas; e iii. qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.
O Sr. Gustavo Barbeito não tem (i) qualquer condenação criminal, (ii) qualquer condenação em processo administrativo da CVM ou (iii) qualquer condenação transitada em julgado, na esfera judicial ou administrativa, que o tenha suspendido ou inabilitado para a prática de uma atividade profissional ou comercial qualquer.
Informar a existência de relação conjugal, união estável ou parentesco até o segundo grau entre: a. administradores do emissor; b. (i) administradores do emissor e (ii) administradores de controladas, diretas ou indiretas, do emissor; c. (i) administradores do emissor ou de suas controladas, diretas ou indiretas e (ii) controladores diretos ou indiretos do emissor; d. (i) administradores do emissor e (ii) administradores das sociedades controladoras diretas e indiretas do emissor
O Sr. Gustavo Barbeito não tem qualquer relação conjugal, união estável ou parentesco até o segundo grau entre:
(a) administradores da MLog;
(b) administradores de controladas, diretas ou indiretas, da MLog;
(c) controladores diretos ou indiretos da MLog; e
(d) administradores das sociedades controladoras diretas e indiretas da MLog.
Informar sobre relações de subordinação, prestação de serviço ou controle mantidas, nos 3 últimos exercícios sociais, entre administradores do emissor e: a. sociedade controlada, direta ou indiretamente, pelo emissor, com exceção daquelas em que o emissor detenha, direta ou indiretamente, a totalidade do capital social; b. controlador direto ou indireto do emissor; e c. caso seja relevante, fornecedor, cliente, devedor ou credor do emissor, de sua controlada ou controladoras ou controladas de alguma dessas pessoas.
O Sr. Gustavo Barbeito ocupou nos 3 últimos exercícios sociais o cargo de Diretor da MLog e suas controladas. Desde 02 de maio de 2023, o Sr. Gustavo Barbeito não exerce cargo na Diretoria da MLog.
O Sr. Gustavo Barbeito é acionista da Maverick Empreendimentos e Participações S.A e diretor da Maverick Empreendimentos e Participações S.A., da Maverick Holding S.A. e da Lion Investimentos S.A.
7.4. Fornecer as informações mencionadas no item 7.3 em relação aos membros dos comitês estatutários, bem como dos comitês de auditoria, de risco, financeiro e de remuneração, ainda que tais comitês ou estruturas não sejam estatutários
Não houve instalação de Comitês no exercício de 2024.
ANEXO D
Informações sobre a Remuneração dos Administradores (Conforme artigo 13 da Resolução CVM 81/22 e item 8 do Anexo C - Formulário de Referência - da Resolução CVM 80/22)
8.1 – Descrever a política ou prática de remuneração do conselho de administração, da diretoria estatutária e não estatutária, do conselho fiscal, dos comitês estatutários e dos comitês de auditoria, de risco, financeiro e de remuneração, abordando os seguintes aspectos:
a. Objetivos da política ou prática de remuneração, informando se a política de remuneração foi formalmente aprovada, órgão responsável por sua aprovação, data da aprovação e, caso o emissor divulgue a política, locais na rede mundial de computadores onde o documento pode ser consultado
A prática de remuneração da Companhia tem como objetivo remunerar seus administradores e colaboradores conforme melhores parâmetros de mercado e considerando as metas da Companhia, a estratégia de seus negócios e seu estágio de desenvolvimento. A Companhia acredita que políticas ou práticas de remuneração são importantes não apenas para atrair, mas também para reter talentos.
b. Práticas e procedimentos adotados pelo conselho de administração para definir a remuneração individual do conselho de administração e da diretoria, indicando:
i. os órgãos e comitês do emissor que participam do processo decisório, identificando de que forma participam
O conselho de administração é o órgão responsável por propor a remuneração global a ser apreciada anualmente pelos acionistas na Assembleia Geral Ordinária. Posteriormente, o conselho de administração determina os valores de remuneração individual dos membros do próprio conselho de administração e da diretoria
ii. critérios e metodologia utilizada para a fixação da remuneração individual, indicando se há a utilização de estudos para a verificação das práticas de mercado, e, em caso positivo, os critérios de comparação e a abrangência desses estudos
Não existe processo de comparação com estudos oficiais, embora o conselho de administração da Companhia avalie o alinhamento da remuneração da Administração aos valores de mercado.
iii. com que frequência e de que forma o conselho de administração avalia a adequação da política de remuneração do emissor
A frequência é anual, podendo ter revisão extraordinária.
A avaliação é realizada conforme item (ii), acima.
c. composição da remuneração, indicando
i. descrição dos elementos da remuneração e os objetivos de cada um deles
- seus objetivos e alinhamentos aos interesses de curto, médio e longo prazo do emissor
Remuneração Fixa
Conselho de Administração
Na data desta Proposta, os membros do Conselho de Administração da Companhia contam com uma remuneração fixa (que inclui pró-labore e benefícios).
A Administração da Companhia propõe na proposta atual de remuneração que o Conselho de Administração da Companhia também seja elegível à Remuneração Variável.
Diretoria Estatutária
Na data desta Proposta, os membros da Diretoria da Companhia contam com uma remuneração fixa (que inclui pró-labore e benefícios dos administradores). Os benefícios recebidos pelos diretores estatutários são: planos de saúde, plano odontológico, refeição e seguro de vida.
Conselho Fiscal
Na presente data, a Companhia não possui Conselho Fiscal instalado.
Comitê de Auditoria
Na presente data, a Companhia não possui Comitê de Auditoria instalado.
Remuneração Variável
A Companhia poderá atribuir aos administradores bônus e/ou participação nos seus lucros, dentro do limite estabelecido na Lei das Sociedades por Ações.
Como remuneração variável, a Administração propõe para o ano de 2026, o valor global de até R$1.000.000,00 (um milhão de reais) para o Conselho de Administração e Diretoria Estatutária da Companhia.
- sua proporção na remuneração total nos 3 últimos exercícios sociais
No ano de 2023, a remuneração da Administração foi composta de parcela fixa e variável.
No ano de 2024, a remuneração da Administração foi composta de parcela fixa e variável.
No ano de 2025, a remuneração da Administração foi composta de parcela fixa e variável.
- sua metodologia de cálculo e de reajuste
O Conselho de Administração da Companhia, monitora periodicamente a competitividade da remuneração dos administradores e poderá avaliar a necessidade de se realizar reajuste em algum de seus componentes.
- principais indicadores de desempenho nele levados em consideração, inclusive, se for o caso, indicadores ligados a questões ASG
O Conselho de Administração da Companhia define indicadores de desempenho não formais para o componente de remuneração variável (bônus e/ou participação nos lucros) para os administradores, seguindo política flexível. Esta metodologia é considerada pelo Conselho de Administração como a mais adequada para o estágio de desenvolvimento do conjunto de seus ativos, incluindo a existência de parcela relevante dos mesmos em fase pré-operacional.
O alinhamento e impacto das decisões administrativas no curto, médio e longo prazo são levados em conta pelo Conselho de Administração na hora de determinação de remuneração variável, com entendimento do Conselho de Administração de que certa flexibilidade no estágio atual dos ativos é benéfica para a Companhia, incluindo pela possibilidade de ocorrência de alteração de valor real de seus ativos sem impacto contábil imediato.
Dentre os indicadores de desempenho utilizados, podemos destacar: (i) para os ativos pré-operacionais, são analisados os impactos na geração de valor potencial do ativo, como impactos na capacidade de geração de resultados futuros e/ou na redução do risco dos projetos; (ii) para os ativos operacionais, são analisados indicadores de desempenho operacional e financeiros.
A definição de montante de remuneração variável/bônus leva em consideração a posição de caixa da Companhia, de forma a garantir o cumprimento das obrigações financeiras de curto e médio prazo.
ii. razões que justificam a composição da remuneração
A composição da remuneração busca o incentivo na melhoria da gestão da Companhia e a retenção dos seus administradores, visando ganhos pelo comprometimento com os resultados de longo prazo e com o desempenho de curto prazo.
iii. a existência de membros não remunerados pelo emissor e a razão para esse fato
Não há.
d. existência de remuneração suportada por subsidiárias, controladas ou controladores diretores ou indiretos
A remuneração dos administradores é suportada pela Companhia e suas subsidiárias. A Companhia, porém, reporta qualquer remuneração recebida por seus administradores de subsidiárias, controladas ou controladores diretos ou indiretos pelos seus administradores de maneira consolidada, ou seja, não existe remuneração recebida pelos administradores, direta ou indiretamente, não reportadas como remuneração da Administração pela Companhia.
e. existência de qualquer remuneração ou benefício vinculado à ocorrência de determinado evento societário, tal como a alienação do controle societário do emissor
Existem tão somente os benefícios legais previstos na Lei das S.A., não existindo remunerações ou benefícios pré-definidos vinculados à ocorrência destes eventos.
8.2. Em relação à remuneração reconhecida no resultado dos 3 últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:
a. órgão
b. número total de membros
c. número de membros remunerados
d. remuneração segregada em:
i. remuneração fixa anual, segregada em:
- salário ou pró-labore
- benefícios diretos e indiretos
- remuneração por participação em comitês
- outros
ii. remuneração variável, segregada em:
- bônus
- participação nos resultados
- remuneração por participação em comitês
- comissões
- outros
iii. benefícios pós-emprego
iv. benefícios motivados pela cessação do exercício do cargo
v. remuneração baseada em ações, incluindo opções
e. valor, por órgão, da remuneração do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal
f. total da remuneração do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal
Remuneração total realizada para o Exercício Social de 31/12/2023 - Valores Anuais
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | Total | |
|---|---|---|---|
| N° total de membros | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| N° de membros remunerados | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Remuneração fixa anual | |||
| Salário ou pró-labore | 3.026.2140,19 | 2.473.592,63 | 5.499.832,81 |
| Benefícios direto e indireto | 289.564,80 | 498.443,26 | 788.008,06 |
| Participações em comitês | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Outros | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Descrição de outras remunerações fixas | |||
| Remuneração variável | |||
| Bônus | 0,00 | 739.999,98 | 0,00 |
| Participação de resultados | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Participação em reuniões | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Comissões | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Outros | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Descrição de outras remunerações variáveis | |||
| Pós-emprego | 0 | 0,00 | 0,00 |
| Cessação do cargo | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Baseada em ações (incluindo opções) | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Observação | Número total de membros calculado como a média anual do número de membros de cada órgão apurado mensalmente | Número total de membros calculado como a média anual do número de membros de cada órgão apurado mensalmente | |
| Total da remuneração | 3.315.804,99 | 3.712.035,87 | 7.027.840,85 |
Remuneração total realizada para o Exercício Social de 31/12/2024 - Valores Anuais
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | Total | |
|---|---|---|---|
| Nº total de membros | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Nº de membros remunerados | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Remuneração fixa anual | |||
| Salário ou pró-labore | 3.864.361,22 | 1.857.433,67 | 5.721.794,89 |
| Benefícios direto e indireto | 486.632,73 | 438.494,48 | 925.127,21 |
| Participações em comitês | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Outros | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Descrição de outras remunerações fixas | |||
| Remuneração variável | |||
| Bônus | 0,00 | 751.000,00 | 751.000,00 |
| Participação de resultados | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Participação em reuniões | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Comissões | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Outros | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Descrição de outras remunerações variáveis | |||
| Pós-emprego | 0 | 0,00 | 0,00 |
| Cessação do cargo | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Baseada em ações (incluindo opções) | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Observação | Número total de membros calculado como a média anual do número de membros de cada órgão apurado mensalmente | Número total de membros calculado como a média anual do número de membros de cada órgão apurado mensalmente | |
| Total da remuneração | 4.350.993,95 | 3.046.928,15 | 7.397.922,09 |
Remuneração total realizada para o Exercício Social de 31/12/2025 - Valores Anuais
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | Total | |
|---|---|---|---|
| Nº total de membros | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Nº de membros remunerados | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Remuneração fixa anual | |||
| Salário ou pró-labore | 4.044.380,63 | 2.595.371,53 | 6.639752,16 |
| Benefícios direto e indireto | 356.924,70 | 516.763,22 | 873.687,92 |
| Participações em comitês | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Outros | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Descrição de outras remunerações fixas | |||
| Remuneração variável | |||
| Bônus | 1.100.000,00 | 526.500,00 | 1.626.500,00 |
| Participação de resultados | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Participação em reuniões | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Comissões | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Outros | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Descrição de outras remunerações variáveis | |||
| Pós-emprego | 0 | 0,00 | 0,00 |
| Cessação do cargo | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Baseada em ações (incluindo opções) | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Observação | Número total de membros calculado como a média anual do número de membros de cada órgão apurado mensalmente | Número total de membros calculado como a média anual do número de membros de cada órgão apurado mensalmente | |
| Total da remuneração | 5.501.305,33 | 3.112.134,75 | 8.613.440,08 |
Remuneração total prevista para o Exercício Social de 31/12/2026 - Valores Anuais Previstos
| Conselho de Administração | Diretoria Estatutária | Total | |
|---|---|---|---|
| Nº total de membros | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Nº de membros remunerados | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Remuneração fixa anual | |||
| Salário ou pró-labore | 4.217.520,90 | 2.714.689,60 | 6.932.210,50 |
| Benefícios direto e indireto | 337.062,84 | 513.494,40 | 850.557,24 |
| Participações em comitês | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Outros | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Descrição de outras remunerações fixas | |||
| Remuneração variável | |||
| Bônus | 400.000,00 | 600.000,00 | 1.000.000,00 |
| Participação de resultados | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Participação em reuniões | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Comissões | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Outros | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Descrição de outras remunerações variáveis | |||
| Pós-emprego | 0 | 0,00 | 0,00 |
| Cessação do cargo | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Baseada em ações (incluindo opções) | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Observação | Número total de membros calculado como a média anual do número de membros de cada órgão apurado mensalmente | Número total de membros calculado como a média anual do número de membros de cada órgão apurado mensalmente | |
| Total da remuneração | 4.954.583,74 | 3.828.184,00 | 8.782.767,74 |
8.3. Em relação à remuneração variável dos 3 últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:
a. órgão
b. número total de membros
c. número de membros remunerados
d. remuneração segregada em:
i. remuneração ao bônus:
- salário ou pró-labore
- benefícios diretos e indiretos
- remuneração por participação em comitês
- outros
ii. remuneração variável, segregada em:
- bônus
- participação nos resultados
- remuneração por participação em comitês
- comissões
- outros
iii. benefícios pós-emprego
vi. benefícios motivados pela cessação do exercício do cargo
vii. remuneração baseada em ações, incluindo opções
e. valor, por órgão, da remuneração do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal
f. total da remuneração do conselho de administração, da diretoria estatutária e do conselho fiscal
No exercício social de 2023, o limite de remuneração variável proposta para a Diretoria e Conselho de Administração é de R$4.600.000,00, conforme quadro abaixo:
| Exercício Social de 2023 | Conselho de Administração | Diretoria | Total |
|---|---|---|---|
| Número total de membros | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Número de membros remunerados | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Bônus | 0 | 739.999,98 | 739.999,98 |
| Valor mínimo previsto no plano de remuneração | 0 | 0 | 0 |
| Valor máximo previsto no plano de remuneração | 3.000.000,00 | 1.600.000,00 | 4.600.000,00 |
| Valor previsto no plano de remuneração – caso atingidas as metas | 0 | 0 | 0 |
| Valor efetivamente reconhecido | 0 | 0 | 0 |
| Participação no resultado | Não houve | Não houve | Não houve |
| Valor mínimo previsto no plano de remuneração | Não houve | Não houve | Não houve |
| Valor máximo previsto no plano de remuneração | Não houve | Não houve | Não houve |
| Valor previsto no plano de remuneração – caso atingidas as metas | Não houve | Não houve | Não houve |
| Valor efetivamente reconhecido | 0 | 0 | 0 |
No exercício social de 2024, o limite de remuneração variável para a Diretoria e Conselho de Administração foi de R$ 4.600.000,00, conforme quadro abaixo:
| Exercício Social de 2024 | Conselho de Administração | Diretoria | Total |
|---|---|---|---|
| Número total de membros | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Número de membros remunerados | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Bônus | 0 | 751.000,00 | 751.000,00 |
| Valor mínimo previsto no plano de remuneração | 0 | 0 | 0 |
| Valor máximo previsto no plano de remuneração | 3.000.000,00 | 1.600.000,00 | 4.600.000,00 |
| Valor previsto no plano de remuneração – caso atingidas as metas | 0 | 0 | 0 |
| Valor efetivamente reconhecido | 0 | 0 | 0 |
| Participação no resultado | Não houve | Não houve | Não houve |
| Valor mínimo previsto no plano de remuneração | Não houve | Não houve | Não houve |
| Valor máximo previsto no plano de remuneração | Não houve | Não houve | Não houve |
| Valor previsto no plano de remuneração – caso atingidas as metas | Não houve | Não houve | Não houve |
| Valor efetivamente reconhecido | 0 | 0 | 0 |
No exercício social de 2025, o limite de remuneração variável para a Diretoria e Conselho de Administração foi de R$ 4.600.000,00 conforme quadro abaixo:
| Exercício Social de 2025 | Conselho de Administração | Diretoria | Total |
|---|---|---|---|
| Número total de membros | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Número de membros remunerados | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Bônus | 1.100.000,00 | 526.500,00 | 1.626.500,00 |
| Valor mínimo previsto no plano de remuneração | 0 | 0 | 0 |
| Valor máximo previsto no plano de remuneração | 3.000.000,00 | 1.600.000,00 | 4.600.000,00 |
| Valor previsto no plano de remuneração – caso atingidas as metas | 0 | 0 | 0 |
| Valor efetivamente reconhecido | 0 | 0 | 0 |
| Participação no resultado | Não houve | Não houve | Não houve |
| Valor mínimo previsto no plano de remuneração | Não houve | Não houve | Não houve |
| Valor máximo previsto no plano de remuneração | Não houve | Não houve | Não houve |
| Valor previsto no plano de remuneração – caso atingidas as metas | Não houve | Não houve | Não houve |
| Valor efetivamente reconhecido | 0 | 0 | 0 |
No exercício social de 2026, o limite de remuneração variável proposta para a Diretoria e Conselho de Administração é de R$ 1.000.000,00, conforme quadro abaixo:
| Exercício Social de 2026 (estimativa) | Conselho de Administração | Diretoria | Total |
|---|---|---|---|
| Número total de membros | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Número de membros remunerados | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Bônus | 400.000,00 | 600.000,00 | 1.000.000,00 |
| Valor mínimo previsto no plano de remuneração | 0 | 0 | 0 |
| Valor máximo previsto no plano de remuneração | 400.000,00 | 600.000,00 | 1.000.000,00 |
| Valor previsto no plano de remuneração – caso atingidas as metas | 0 | 0 | 0 |
| Valor efetivamente reconhecido | 0 | 0 | 0 |
| Participação no resultado | 0 | 0 | 0 |
| Valor mínimo previsto no plano de remuneração | 0 | 0 | 0 |
| Valor máximo previsto no plano de remuneração | 0 | 0 | 0 |
| Valor previsto no plano de remuneração – caso atingidas as metas | 0 | 0 | 0 |
| Valor efetivamente reconhecido | 0 | 0 | 0 |
8.4. Em relação ao plano de remuneração baseado em ações do conselho de administração e diretoria estatutária, em vigor no último exercício social e previsto para o exercício social corrente, descrever:
a. Termos e condições gerais
Não há plano de remuneração baseado em ações em vigor.
b. data de aprovação e órgão responsável
Não aplicável.
f. Número máximo de ações abrangidas
Não aplicável.
g. Número máximo de opções a serem outorgadas
Não aplicável.
h. Condições de aquisição de ações
Não aplicável.
i. Critérios para fixação do preço de aquisição ou exercício
Não aplicável.
j. Critérios para fixação de prazo de aquisição ou exercício
Não aplicável.
k. Forma de liquidação
Não aplicável.
l. Restrições à transferência das ações
Não aplicável.
m. Critérios e eventos que, quando verificados, ocasionarão a suspensão, alteração ou extinção do plano
Não aplicável.
n. Efeitos da saída do administrador dos órgãos do emissor sobre seus direitos previstos no plano de remuneração baseado em ações
Não aplicável.
8.5. Em relação à remuneração baseada em ações reconhecida no resultado dos 3 últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente, do conselho de administração e da diretoria estatutária, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:
a. órgão
b. número total de membros
c. número de membros remunerados
d. preço médio ponderado de exercício de cada um dos seguintes grupos de opções
i. em aberto no início do exercício social
ii. perdidas e expiradas durante o exercício social
iii. exercidas durante o exercício social
e. diluição potencial em caso de exercício de todas as opções em aberto
(Para evitar a duplicidade, os valores computados como remuneração dos membros do conselho de administração devem ser descontados da remuneração dos diretores que também façam parte daquele órgão)
| 2023 | Conselho de Administração | Diretoria | Total |
|---|---|---|---|
| Número total de membros | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Número de membros remunerados | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Em relação a cada outorga de opções de compra de ações | |||
| Data de outorga | 0 | 0 | 0 |
| Quantidade de opções outorgadas | 0 | 0 | 0 |
| Prazo para que as opções se tornem exercíveis | 0 | 0 | 0 |
| Prazo máximo para exercício das opções | 0 | 0 | 0 |
| Prazo de restrição à transferência das ações | 0 | 0 | 0 |
| Preço médio ponderado de exercício de cada um dos seguintes grupos: | |||
| Em aberto no início do exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Perdidas durante o exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Exercidas durante o exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Expiradas durante o exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Valor justo das opções na data de outorga | 0 | 0 | 0 |
| Diluição potencial em caso de exercício de todas as opções outorgadas | 0 | 0 | 0 |
| 2024 | Conselho de Administração | Diretoria | Total |
| --- | --- | --- | --- |
| Número total de membros | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Número de membros remunerados | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Em relação a cada outorga de opções de compra de ações | |||
| Data de outorga | 0 | 0 | 0 |
| Quantidade de opções outorgadas | 0 | 0 | 0 |
| Prazo para que as opções se tornem exercíveis | 0 | 0 | 0 |
| Prazo máximo para exercício das opções | 0 | 0 | 0 |
| Prazo de restrição à transferência das ações | 0 | 0 | 0 |
| Preço médio ponderado de exercício de cada um dos seguintes grupos: | |||
| Em aberto no início do exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Perdidas durante o exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Exercidas durante o exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Expiradas durante o exercício social | 0 | 0 | 0 |
|---|---|---|---|
| Valor justo das opções na data de outorga | 0 | 0 | 0 |
| Diluição potencial em caso de exercício de todas as opções outorgadas | 0 | 0 | 0 |
| 2025 | Conselho de Administração | Diretoria | Total |
| --- | --- | --- | --- |
| Número total de membros | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Número de membros remunerados | 4,00 | 3,00 | 7,00 |
| Em relação a cada outorga de opções de compra de ações | |||
| Data de outorga | 0 | 0 | 0 |
| Quantidade de opções outorgadas | 0 | 0 | 0 |
| Prazo para que as opções se tornem exercíveis | 0 | 0 | 0 |
| Prazo máximo para exercício das opções | 0 | 0 | 0 |
| Prazo de restrição à transferência das ações | 0 | 0 | 0 |
| Preço médio ponderado de exercício de cada um dos seguintes grupos: | |||
| Em aberto no início do exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Perdidas durante o exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Exercidas durante o exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Expiradas durante o exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Valor justo das opções na data de outorga | 0 | 0 | 0 |
| Diluição potencial em caso de exercício de todas as opções outorgadas | 0 | 0 | 0 |
| 2026 | Conselho de Administração | Diretoria | Total |
| --- | --- | --- | --- |
| Número total de membros | 4 | 3 | 7 |
| Número de membros remunerados | 4 | 3 | 7 |
| Em relação a cada outorga de opções de compra de ações | |||
| Data de outorga | 0 | 0 | 0 |
| Quantidade de opções outorgadas | 0 | 0 | 0 |
| Prazo para que as opções se tornem exercíveis | 0 | 0 | 0 |
| Prazo máximo para exercício das opções | 0 | 0 | 0 |
| Prazo de restrição à transferência das ações | 0 | 0 | 0 |
| Preço médio ponderado de exercício de cada um dos seguintes grupos: | |||
|---|---|---|---|
| Em aberto no início do exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Perdidas durante o exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Exercidas durante o exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Expiradas durante o exercício social | 0 | 0 | 0 |
| Valor justo das opções na data de outorga | 0 | 0 | 0 |
| Diluição potencial em caso de exercício de todas as opções outorgadas | 0 | 0 | 0 |
8.6. Em relação à cada outorga de opções de compra de ações realizada nos 3 últimos exercícios sociais e previstas para o exercício social corrente, do conselho de administração e da diretoria estatutária, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:
a. órgão
b. número total de membros
c. número de membros remunerados
d. data de outorga
e. quantidade de opções outorgadas
f. prazo para que as opções se tornem exercíveis
g. prazo máximo para exercício das opções
h. prazo de restrição à transferência das ações recebidas em decorrência do exercício das opções
i. valor justo das opções na data da outorga
j. multiplicação da quantidade de ações outorgadas pelo valor justo das opções na data da outorga
Conforme informado no 8.4. (a), não existe plano de remuneração baseado em ações em vigor.
8.7. Em relação às opções em aberto do conselho de administração e da diretoria estatutária ao final do último exercício social, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:
a. órgão
b. número total de membros
c. número de membros remunerados
d. em relação às opções ainda não exercíveis
i. quantidade
ii. data em que se tornarão exercíveis
iii. prazo máximo para exercício das opções
iv. prazo de restrição à transferência das ações
v. preço médio ponderado de exercício
vi. valor justo das ações no último exercício social
e. em relação às opções exercíveis
i. quantidade
ii. prazo máximo para exercício das opções
iii. prazo de restrição à transferência das ações
iv. preço médio ponderado de exercício
v. valor justo das opções no último dia do exercício social
f. valor justo do total das ações no último dia do exercício social
(Para evitar a duplicidade, os valores computados como remuneração dos membros do conselho de administração devem ser descontados da remuneração dos diretores que também façam parte daquele órgão)
| Diretoria 2023, 2024 e 2025 | |
|---|---|
| Nº de Membros | Não foram outorgadas opções de compra de ações durante esse período. |
| Nº de Membros remunerados | |
| Em relação às opções ainda não exercíveis: | |
| Quantidade | |
| Data em que se tornarão exercíveis | |
| Prazo máximo para exercício das opções | |
| Prazo de Restrição à Transferência das Ações | Não foram outorgadas opções de compra de ações durante esse período. |
| Preço médio ponderado do exercício | |
| Valor justo das opções no último dia do exercício social | |
| Valor Justo de cada opção na Data de Outorga | Não foram outorgadas opções de compra de ações durante esse período. |
| Em relação às opções exercíveis: | |
| Quantidade | |
| Prazo máximo para exercício das opções | |
| Prazo de Restrição à Transferência das Ações | |
| Preço médio ponderado do exercício | |
| Valor justo das opções no último dia do exercício social | |
| Valor justo do total das opções no último dia do exercício social |
| Conselho de Administração
2023, 2024 e 2025 | |
| --- | --- |
| Nº de Membros | Não foram outorgadas opções de compra de ações durante esse período. |
| Nº de Membros remunerados | |
| Em relação às opções ainda não exercíveis: | |
| Quantidade | |
| Data em que se tornarão exercíveis | |
| Prazo máximo para exercício das opções | |
| Prazo de Restrição à Transferência das Ações | Não foram outorgadas opções de compra de ações durante esse período. |
| Preço médio ponderado do exercício | |
| Valor justo das opções no último dia do exercício social | |
| Valor Justo de cada opção na Data de Outorga | Não foram outorgadas opções de compra de ações durante esse período. |
| Em relação às opções exercíveis: | |
| Quantidade | |
| Prazo máximo para exercício das opções | |
| Prazo de Restrição à Transferência das Ações | |
| Preço médio ponderado do exercício | |
| Valor justo das opções no último dia do exercício social | |
| Valor justo do total das opções no último dia do exercício social | |
8.8. Em relação às opções exercidas relativas à remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária, nos 3 últimos exercícios sociais, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:
Nunca houve exercício de opção.
8.9. Em relação à remuneração baseada em ações, sob a forma de ações a serem entregues diretamente aos beneficiários, reconhecida no resultado dos 3 últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente, do conselho de administração e da diretoria estatutária, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:
a. órgão
b. número total de membros
c. número de membros remunerados
d. diluição potencial em caso de outorga de todas as ações aos beneficiários
Conforme informado no 8.4. (a), não há plano de remuneração baseado em ações em vigor.
8.10. Em relação à cada outorga de ações realizada nos 3 últimos exercícios sociais e à prevista para o exercício social corrente, do conselho de administração e da diretoria estatutária, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:
a. órgão
b. número total de membros
c. número de membros remunerados
d. data de outorga
e. quantidade de opções outorgadas
f. prazo máximo para a entrega das ações
g. prazo de restrição à transferência das ações
h. valor justo das ações na data da outorga
i. multiplicação da quantidade de ações outorgadas pelo valor justo das ações na data da outorga
Conforme informado no 8.4. (a), não há plano de remuneração baseado em ações em vigor.
8.11. Em relação às ações entregues relativas à remuneração baseada em ações do conselho de administração e da diretoria estatutária, nos 3 últimos exercícios sociais, elaborar tabela com o seguinte conteúdo:
a. órgão
b. número total de membros
c. número de membros remunerados
d. número de ações
e. preço médio ponderado de aquisição
f. preço médio ponderado de mercado de ações adquiridas
g. multiplicação do total das ações adquiridas pela diferença entre o preço médio ponderado de aquisição e o preço médio ponderado de mercado das ações adquiridas
Não houve entrega de ações nos 3 últimos exercícios sociais.
8.12. Descrição sumária das informações necessárias para a compreensão dos dados divulgados nos itens 8.5 a 8.11, tal como a explicação do método de precificação do valor das ações e das opções, indicando, no mínimo:
a. modelo de precificação
Não se aplica dada a inexistência de plano em vigor.
b. dados e premissas utilizadas no modelo de precificação, incluindo o preço médio ponderado das ações, preço de exercício, volatilidade esperada, prazo de vida da opção, dividendos esperados e a taxa de juros livre de risco
Não se aplica dada a inexistência de plano em vigor.
c. método utilizado e as premissas assumidas para incorporar os efeitos esperados de exercício antecipado
Não se aplica dada a inexistência de plano em vigor.
d. forma de determinação da volatilidade esperada
Não se aplica dada a inexistência de plano em vigor.
e. se alguma outra característica da opção foi incorporada na mensuração de seu valor justo
Não se aplica dada a inexistência de plano em vigor.
8.13. Informar a quantidade de ações, cotas e outros valores mobiliários conversíveis em ações ou cotas, emitidos no Brasil ou no exterior, pelo emissor, seus controladores diretos ou indiretos, sociedades controladas ou sob controle comum, que sejam detidas por membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal, agrupados por órgão:
(Para evitar a duplicidade, quando uma mesma pessoa for membro do conselho de administração e da diretoria, os valores mobiliários por ela detidos devem ser divulgados exclusivamente no montante de valores mobiliários detidos pelos membros do conselho de administração)
| Conselho de Administração | ||
|---|---|---|
| Valor Mobiliário Derivativo | Características dos Títulos | Quantidade |
| Ações | ON | 392.575 |
| Opção de Compra de Ações | ON | 67.092 |
| Diretoria | ||
| --- | --- | --- |
| Valor Mobiliário Derivativo | Características dos Títulos | Quantidade |
| Ações | ON | 0 |
8.14. Em relação aos planos de previdência em vigor conferidos aos membros do conselho de administração e aos diretores estatutários, fornecer as seguintes informações em forma de tabela:
a. órgão
b. número total de membros
c. número de membros remunerados
d. nome do Plano
e. quantidade de administradores que reúnem as condições para se aposentar
f. condições para se aposentar antecipadamente
g. valor atualizado das contribuições acumuladas no plano de previdência até o encerramento do último exercício social, descontada a parcela relativa a contribuições feitas diretamente pelos administradores
h. valor total acumulado das contribuições realizadas durante o último exercício social, descontada a parcela relativa a contribuições feitas diretamente pelos administradores
i. se há a possibilidade de resgate antecipado e quais as condições
Não há planos de previdência em vigor conferidos aos membros do conselho de administração e aos diretores estatutários da Companhia.
8.15. Em forma de tabela, indicar, para os 3 últimos exercícios sociais, em relação ao conselho de administração, à diretoria estatutária e ao conselho fiscal:
a. órgão
b. número total de membros
c. número de membros remunerados
d. valor da maior remuneração
d. valor da menor remuneração
f. valor médio de remuneração
| Conselho de Administração | ||||
|---|---|---|---|---|
| 31/12/2026 | 31/12/2025 | 31/12/2024 | 31/12/2023 | |
| Nº de membros | 4,00 | 4,00 | 4,00 | 4,00 |
| Nº de membros remunerados | 4,00 | 4,00 | 4,00 | 4,00 |
| Valor da maior remuneração (Reais) | 2.390.221,46 | 2.808.583,45 | 2.028.848,46 | 1.752.345,40 |
| Valor da menor remuneração (Reais) | 286.758,66 | 280.924,80 | 264.983,04 | 251.596,80 |
| Valor médio da remuneração (Reais) | 1.138.645,93 | 1.474.692,48 | 1.596.290,41 | 819.459,41 |
| Diretoria Estatutária | ||||
| --- | --- | --- | --- | --- |
| 31/12/2026 | 31/12/2025 | 31/12/2024 | 31/12/2023 | |
| Nº de membros | 3,00 | 3,00 | 3,00 | 3,00 |
| Nº de membros remunerados | 3,00 | 3,00 | 3,00 | 3,00 |
| Valor da maior remuneração (Reais) | 1.831.757,52 | 2.060.800,79 | 1.218.745,65 | 1.004.308,56 |
| Valor da menor remuneração (Reais) | 688.983,04 | 740.328,78 | 548.136,41 | 564.960,32 |
| Valor médio da remuneração (Reais) | 1.260.370,28 | 1.187.006,25 | 779.293,38 | 745.340,51 |
Observações
| Diretoria Estatutária | |
|---|---|
| 31/12/2026 | O valor da remuneração foi estimado com base na remuneração fixa e benefícios do Emissor e controladas. |
| 31/12/2025 | O valor da remuneração mínima foi apurado com base na remuneração fixa e benefícios pagos pelo Emissor e controladas no período de janeiro a dezembro de 2025. |
| 31/12/2024 | O valor da remuneração mínima foi apurado com base na remuneração fixa e benefícios pagos pelo Emissor e controladas no período de janeiro a dezembro de 2024. |
| 31/12/2023 | O valor da remuneração mínima foi apurado com a exclusão de membros da diretoria que exerceram seus cargos por menos de 12 meses, incluindo o bônus. |
Conselho de Administração
| 31/12/2026 | O valor da remuneração foi estimado com base na remuneração fixa e benefícios do Emissor e controladas. |
|---|---|
| 31/12/2025 | O valor da remuneração mínima foi apurado com base na remuneração fixa e benefícios pagos pelo Emissor e controladas no período de janeiro a dezembro de 2025. |
| 31/12/2024 | O valor da remuneração mínima foi apurado com base na remuneração fixa e benefícios pagos pelo Emissor e controladas no período de janeiro a dezembro de 2024. |
| 31/12/2023 | O valor da remuneração mínima foi apurado com a exclusão de membros do conselho que exerceram seus cargos por menos de 12 meses. |
8.16. Descrever arranjos contratuais, apólices de seguros ou outros instrumentos que estruturem mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores em caso de destituição do cargo ou de aposentadoria, indicando quais as consequências financeiras para o emissor
A Companhia não possui, na presente data, arranjos contratuais, apólices de seguros ou outros instrumentos que estruturem mecanismos de remuneração ou indenização para os administradores da Companhia, em caso de destituição do cargo ou aposentadoria.
8.17. Em relação aos 3 últimos exercícios sociais e à previsão para o exercício social corrente, indicar o percentual da remuneração total de cada órgão reconhecida no resultado do emissor referente a membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores, diretos ou indiretos, conforme definido pelas regras contábeis que tratam desse assunto.
No ano de 2023, 87% da remuneração total do Conselho de Administração reconhecida no resultado da Companhia foi referente a partes relacionadas. Na Diretoria Estatutária, 18,5% da remuneração total seja referente a partes relacionadas.
No ano de 2024, 87% da remuneração total do Conselho de Administração reconhecida no resultado da Companhia é referente a partes relacionadas. Na Diretoria Estatutária, 0% da remuneração total é referente a partes relacionadas.
No ano de 2025, 84% da remuneração total do Conselho de Administração reconhecida no resultado da Companhia é referente a partes relacionadas. Na Diretoria Estatutária, 0% da remuneração total é referente a partes relacionadas.
No ano de 2026, é estimado que 87,4% da remuneração total do Conselho de Administração reconhecida no resultado da Companhia seja referente a partes relacionadas. Na Diretoria Estatutária, é estimado que 0% da remuneração total seja referente a partes relacionadas.
8.18 - Em relação aos 3 últimos exercícios sociais e à previsão para o exercício social corrente, indicar os valores reconhecidos no resultado do emissor como remuneração de membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal que sejam partes relacionadas aos controladores, diretos ou indiretos, conforme definido pelas regras contábeis que tratam desse assunto.
No ano de 2023, R$ 2.761.701,80 da remuneração total do Conselho de Administração reconhecida no resultado da Companhia foi referente a partes relacionadas. Na Diretoria Estatutária, é estimado que R$ 877.624,00 da remuneração seja referente a partes relacionadas.
No ano de 2024, R$ 3.821.027,87 da remuneração total (fixo e benefícios) do Conselho de Administração reconhecida no resultado da Companhia foi referente a partes relacionadas. Na Diretoria Estatutária, é estimado que 0% da remuneração total seja referente a partes relacionadas.
No ano de 2025, R$ 3.249.181,71 da remuneração total (fixo e benefícios) do Conselho de Administração reconhecida no resultado da Companhia é referente a partes relacionadas. Na Diretoria Estatutária, 0% da remuneração total é referente a partes relacionadas.
No ano de 2026, é estimado que R$ 3.981.066,41 da remuneração total (fixo e benefícios) do Conselho de Administração reconhecida no resultado da Companhia seja referente a partes relacionadas. Na Diretoria Estatutária, é estimado que 0% da remuneração total seja referente a partes relacionadas.
8.19 - Em relação aos 3 últimos exercícios sociais e à previsão para o exercício social corrente, indicar os valores reconhecidos no resultado de controladores, diretos ou indiretos, de sociedades sob controle comum e de controlados do emissor, como remuneração de membros do conselho de administração, da diretoria estatutária ou do conselho fiscal do emissor, agrupados por órgãos, especificando a que título tais valores foram atribuídos a tais indivíduos.
2023 – Remuneração recebida em função do exercício do cargo no emissor
| Conselho de Administração | Diretoria | Total | |
|---|---|---|---|
| Controladores Diretos e Indiretos | |||
| Controladas do Emissor | 1.106.723,33 | 1.506.742,65 | 2.613.465,98 |
| Sociedade sob controle comum |
2024 – Remuneração recebida em função do exercício do cargo no emissor
| Conselho de Administração | Diretoria (fixo e variável) | Total | |
|---|---|---|---|
| Controladores Diretos e Indiretos | |||
| Controladas do Emissor | 1.638.769,55 | 2.513.936,15 | 4.152.705,69 |
| Sociedade sob controle comum |
2025 – Remuneração recebida em função do exercício do cargo no emissor
| Conselho de Administração | Diretoria | Total | |
|---|---|---|---|
| Controladores Diretos e Indiretos | |||
| Controladas do Emissor | 1.952.232,59 | 2.771.920,55 | 4.724.153,14 |
| Sociedade sob controle comum |
Prevista para 2026 – Remuneração recebida em função do exercício do cargo no emissor
| Conselho de Administração | Diretoria | Total | |
|---|---|---|---|
| Controladores Diretos e Indiretos | |||
| Controladas do Emissor | 2.025.502,70 | 1.918.130,74 | 3.943.633,44 |
| Sociedade sob controle comum |
8.20 – Fornecer outras informações que o emissor julgue relevantes
A remuneração dos administradores da Companhia informada nos itens acima (8.2, 8.3, 8.15, 8.17, 8.18) referente aos exercícios de 2023, 2024 e 2025 está considerando os valores reconhecidos e estimados nos resultados das controladas.