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Impresa Interim / Quarterly Report 2006

Oct 26, 2006

1934_10-q_2006-10-26_137d2434-5d49-4007-9e77-7760e0e063bf.pdf

Interim / Quarterly Report

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INFORMAÇÃO TRIMESTRAL

(3º trimestre de 2006)

Em cumprimento das obrigações legais aplicáveis (Código dos Valores Mobiliários) o Conselho de Administração da IMPRESA apresenta a INFORMAÇÃO relativa ao 3º trimestre do ano em curso.

Na elaboração da mesma, foram naturalmente observados os indispensáveis critérios de rigor e objectividade.

1. Principais Factos

  • Não inclusão, na consolidação do 3º trimestre, da Publiregiões e da gráfica Imprejornal, sociedades alienadas em Abril e Setembro, respectivamente, pelo que todas as comparações foram efectuadas em relação às contas pró-forma de Setembro de 2005.
  • Receitas consolidadas de 56,5 M€, o que corresponde a uma subida de 5,4% no 3º trimestre, em comparação com o trimestre homólogo de 2005. As receitas acumuladas apresentam uma descida de 2,9%, para 183,2 M€.
  • Crescimento das receitas do 3º trimestre de 2006, devido ao comportamento positivo de receitas publicitárias, venda de produtos associados, multimédia, merchandising e outras receitas.
  • Subida de 48,6% do EBITDA, em relação ao 3º trimestre de 2005, para 5,07 M€. O EBITDA acumulado atingiu 24 M€.
  • Resultado líquido positivo no 3º trimestre de 12 mil euros, contra prejuízos de 1,2 M€ no período homólogo. Os resultados líquidos acumulados em Setembro de 2006 atingiram 7,03 M€.

2. Televisão

Tabela 1. Indicadores do segmento Televisão

Set-06 Set-05 var % 3º T 06 3º T 05 var %
Total Receitas 116.217.228 118.486.087 -1,9% 35.424.511 32.753.453 8,2%
Publicidade 82.237.409 85.505.956 -3,8% 23.101.191 22.310.147 3,5%
Canais SIC 22.503.810 23.301.093 -3,4% 7.475.259 7.649.000 -2,3%
Outras Receitas 11.476.009 9.679.038 18,6% 4.848.061 2.794.306 73,5%
EBITDAEBITDA (%) 16.667.69114,3% 23.615.75219,9% -29,4% 3.555.99710,0% 934.3322,9% 280,6%
Res. Antes Impostos 11.802.113 17.242.105 -31,6% 1.888.940 -1.121.468 n.a.

Nota: A rubrica Canais Temáticos engloba a SIC Noticias, a SIC Radical, a SIC Mulher, a SIC Comédia, a SIC Internacional e os subscritores internacionais da SIC Notícias.

Apesar das receitas totais acumuladas terem registado, no final de Setembro de 2006, uma descida de 1,9%, verificou-se uma recuperação no 3º trimestre de 2006, em que as receitas totais da SIC subiram 8,2%. Esta recuperação deveuse, principalmente, à melhoria das receitas de publicidade (3,5%) e da rubrica outras receitas (73,5%).

Os ganhos nas receitas de publicidade foram influenciados pela evolução positiva das audiências da SIC. No 3º trimestre de 2006, a SIC voltou a registar um ganho de audiências em termos homólogos. As audiências diárias registaram o melhor trimestre desde Março 2005 e apresentaram um ganho homólogo de 3,9% no 3º trimestre.

Com uma evolução positiva ao longo do dia, foi no prime-time que se registou a maior subida, com um crescimento homólogo de 8,5% no 3º trimestre, atingindo os valores mais

elevados de audiência desde o 1º trimestre de 2005.

A SIC, no final de Setembro, estava com uma audiência média acumulada de 25,8%.

Os principais impulsionadores desta subida de audiências foram a novela "Floribella", os programas "Fátima" e "Contacto", os jogos finais do Campeonato Mundial de Futebol Alemanha 2006 e as novelas brasileiras, que registaram uma melhor performance, em especial, a "Sinha Moça". No final de Setembro, a SIC lançou a segunda novela portuguesa – "Jura".

As receitas dos canais temáticos da SIC desceram 2,3% no 3º trimestre, como consequência da descida do número de subscritores na TV Cabo. As receitas da SIC Internacional e dos subscritores internacionais da SIC Notícias subiram 13,6% no 3º trimestre, o que compensou parcialmente a descida verificada nos outros canais temáticos. No seguimento da estratégia de internacionalização dos canais da SIC, iniciou-se, em Outubro, a transmissão da SIC Notícias em Cabo Verde.

As outras receitas apresentaram no seu conjunto uma subida de 73,5% no 3º trimestre, com boas performances por parte do multimédia, do merchandising e da GMTS (empresa prestadora de serviços técnicos, pertencente 100% à SIC). Do merchandising relacionado com a novela "Floribella" há que destacar o sucesso do CD, que foi, durante 14 semanas, o disco mais vendido em Portugal, tendo obtido, nesse período, nove discos de platina.

No 3º trimestre, a SIC entrou no capital da AdTech através da subscrição de uma posição de 36,67% no aumento de capital verificado na empresa, tendo assumido a sua gestão. O objectivo da SIC é reforçar a sua presença em novos meios de comunicação multimédia, nomeadamente com a entrada em funcionamento de um novo canal nas principais estações de comboios da Refer.

Os custos operacionais acumulados subiram 4,9% no final de Setembro, mas no 3º trimestre o aumento foi de apenas 0,2%, apesar da elevada taxa de crescimento das outras actividades.

A evolução positiva das receitas e dos custos operacionais implicou que o EBITDA do 3º trimestre quase triplicasse o valor homólogo de 2005, atingindo 3,55 M€.

Esta evolução operacional favorável fez com que a SIC terminasse o 3º trimestre de 2006 com resultados antes de impostos positivos de 1,88 M€, contra prejuízos de 1,12 M€ registados no 3º trimestre de 2005.

Eventos subsequentes

Em Outubro, a SIC anunciou a aquisição da editora SOM LIVRE pelo valor de 2 M€, que poderá ser acrescido de um montante adicional de 1,5 M€, se vier a ser alcançado um acordo entre a SIC e o Grupo Globo relativamente à prorrogação do actual contrato de programas para além de Setembro de 2009. A operação de

aquisição encontra-se sujeita à decisão de não oposição por parte da Autoridade da Concorrência, de que se aguarda o respectivo parecer.

3. Jornais

Tabela 2. Indicadores do segmento Jornais

Set-06 Set-05 (pf) Set-05 var % 3º T 06 3º T 05 (pf) var %
Total Receitas 39.960.094 40.841.250 43.734.884 -2,2% 12.830.847 11.973.757 7,2%
Publicidade 25.542.599 24.899.800 26.517.692 2,6% 7.889.526 7.323.893 7,7%
Circulação 11.552.477 11.959.422 11.959.422 -3,4% 4.638.543 4.379.337 5,9%
Outras Receitas 2.865.018 3.982.028 5.257.770 -28,1% 302.778 270.527 11,9%
EBITDAEBITDA (%) 7.041.81417,6% 8.269.28020,2% 8.741.84520,0% -14,8% 1.526.39911,9% 1.678.44914,0% -9,1%
Res. Antes Impostos 6.341.394 7.425.143 7.132.941 -14,6% 1.242.328 1.394.666 -10,9%

No 3º trimestre, o principal facto a registar no segmento dos jornais é a conclusão do processo de alienação da Imprejornal. As comparações foram efectuadas em relação às contas pró-forma do 3º trimestre 2005, ajustadas das alienações da Imprejornal e Publiregiões.

O 3º trimestre de 2006 foi marcado pelo lançamento, em 9 de Setembro, do jornal Expresso no seu novo formato "berliner", com a totalidade das páginas a cores. A alteração do formato, impulsionada pela campanha promocional que a acompanhou, levou a que as vendas ultrapassassem os 200.000 exemplares nas edições de Outubro.

No 3º trimestre, a facturação total cresceu 7,2%, registando-se um ganho em todas as áreas. No acumulado de Setembro de 2006, as receitas totais apresentaram uma quebra de 2,2% em relação aos valores pró-forma de Setembro 2005.

As receitas publicitárias subiram 7,7%, em termos homólogos, no 3º trimestre. O bom desempenho do 3º trimestre deveu-se, para além do bom comportamento do mercado, ao aumento de páginas de cor do novo Expresso e ao crescimento do Courrier Internacional e da SurfPortugal. Em termos acumulados, as receitas de publicidade subiram 2,6% até ao final de Setembro.

Em termos homólogos, as receitas de circulação subiram 5,9% no 3º trimestre. A transformação do jornal Blitz em revista semanal teve um contributo positivo, em paralelo com o aumento de circulação da SurfPortugal. Mas foram os ganhos de

circulação do jornal Expresso, após o lançamento do novo formato, que impulsionaram as vendas de jornais no 3º trimestre.

Os custos operacionais registaram uma subida de 9,8% no 3º trimestre, devido aos custos de lançamento e promoção do novo Expresso e aos custos com reestruturação, que atingiram 129 mil euros no trimestre (total de 520 mil euros até final de Setembro). Os custos operacionais acumulados no final do Setembro desceram 1,1%.

A evolução das receitas, dos custos operacionais e dos custos de reestruturação implicou uma descida homóloga de 9,1% no EBITDA no 3º trimestre de 2006. O EBITDA acumulado em Setembro 2006 apresentou uma descida de 14,8%, para 7,0 M€.

No final de Setembro 2006, os resultados antes de impostos foram de 6,3 M€, cerca de 14,6% inferiores aos registados em Setembro de 2005 na versão próforma.

4. Revistas

Tabela 3. Indicadores do segmento Revistas

Set-06 Set-05 var % 3º T 06 3º T 05 var %
Total ReceitasPublicidade 28.355.92511.655.941 30.872.02611.438.653 -8,2%1,9% 8.686.1293.562.224 9.391.9903.456.908 -7,5%3,0%
Circulação 12.647.942 15.676.418 -19,3% 4.142.042 5.212.454 -20,5%
Outras Receitas 4.052.043 3.756.956 7,9% 981.864 722.628 35,9%
EBITDAEBITDA (%) 1.796.9856,3% 2.693.3258,7% -33,3% 689.8077,9% 854.8719,1% -19,3%
Res. Líquidos 840.065 1.298.586 -35,3% 334.484 420.825 -20,5%

Nota: Os valores da tabela representam 50% dos totais da EDIMPRESA, reflectindo a participação da IMPRESA

No 3º trimestre, as receitas totais desceram 7,5% em termos homólogos, devido principalmente ao decréscimo das receitas de circulação, que não foi compensado pela subida das receitas de publicidade e outras receitas. No acumulado Setembro 2006, as receitas totais apresentou uma descida de 8,2%, para 28,3 M€.

No 3º trimestre, as receitas de publicidade subiram 3%, registando-se boas performances nas principais revistas, designadamente Visão, Caras, Exame e FHM. No acumulado a Setembro de 2006, as receitas de publicidade apresentaram uma subida de 1,9%.

As receitas de circulação apresentaram, em termos homólogos, uma quebra de 20,5% no 3º trimestre, acompanhando a tendência geral do mercado.

Durante o 3º trimestre, houve uma retoma na venda de produtos associados, com uma subida de 35,9% nas respectivas receitas. Os valores acumulados em Setembro de 2006 registaram um crescimento de 7,9%.

No segmento das revistas houve, no 3º trimestre, uma descida de 5,7% nos custos operacionais, devido ao menor número de acções de marketing alternativo e à redução da generalidade dos custos variáveis, apesar de se terem registado custos de reestruturação de, aproximadamente, 290 mil euros.

Com a quebra das receitas, o EBITDA desceu para 689,8 mil euros no 3º trimestre.

O segmento Revistas atingiu, no 3º trimestre de 2006, resultados líquidos de 334 mil euros, contra 420 mil euros registados no trimestre homólogo.

5. Análise das Contas consolidadas

Conforme anteriormente referido, as sociedades Publiregiões e Imprejornal foram alienadas em Abril e Setembro, respectivamente, pelo que todas as comparações foram efectuadas em relação às contas pró-forma de 2005.

A IMPRESA atingiu, no 3º trimestre de 2006, receitas consolidadas de 56,5 M€, o que representou uma subida homóloga de 5,4%. Este crescimento permitiu recuperar parte da quebra das receitas acumuladas. No final de Setembro 2006, as receitas totais atingiram 183,2 M€, menos 2,9% do que em Setembro de 2005.

O crescimento das receitas no 3º trimestre de 2006 deveu-se ao comportamento positivo das receitas publicitárias, produtos associados, multimédia, merchandising e outras receitas. De referir que se manteve a tendência de descida na venda de revistas e nas receitas de canais temáticos.

No 3º trimestre, a IMPRESA registou uma subida de 2,4% nos custos operacionais totais. Este aumento deveu-se, essencialmente, ao aumento dos custos de programação, com a transmissão do Mundial, ao crescimento das

actividades de merchandising e de prestação de serviços técnicos e aos custos com o lançamento do Expresso no novo formato. Por outro lado, em termos consolidados, registaram-se menores custos de reestruturação.

Tabela 4. Conta de exploração IMPRESA Consolidada

Tabela 4. Conta de exploração IMPRESA Consolidada
Set-06 Set 05 (pf) var (%) 3º T 3º T var (%)
2006 2005 (pf)
Receitas Consolidadas 183.186.377 188.684.519 -2,9% 56.531.871 53.660.437 5,4%
Televisão 116.217.228 118.486.087 -1,9% 35.424.511 32.753.453 8,2%
Jornais 39.960.094 40.841.250 -2,2% 12.830.847 11.973.757 7,2%
Revistas 28.355.925 30.872.026 -8,2% 8.686.129 9.391.990 -7,5%
Inter-segmentos -1.346.871 -1.514.844 -11,1% -409.615 -458.763 -10,7%
Custos Operacionais 159.197.773 156.073.853 2,0% 51.465.844 50.251.688 2,4%
Total EBITDA 23.988.604 32.610.667 -26,4% 5.066.028 3.408.749 48,6%
Margem EBITDA 13,1% 17,3% 9,0% 6,4%
Televisão 16.667.691 23.615.752 -29,4% 3.555.997 934.332 280,6%
Jornais 7.041.814 8.269.280 -14,8% 1.526.399 1.678.449 -9,1%
Revistas 1.796.985 2.693.325 -33,3% 689.807 854.871 -19,3%
Holding Ajustamentos -1.517.886 -1.967.691 -22,9% -706.175 -58.903 1098,9%
Amortizações (-) 5.593.681 6.061.660 -7,7% 1.828.764 2.067.943 -11,6%
EBIT 18.394.923 26.549.007 -30,7% 3.237.264 1.340.806 141,4%
Margem EBIT 10,0% 14,1% 5,7% 2,5%
Res. Financeiros(-) 7.440.107 6.788.482 9,6% 2.562.488 2.586.265 -0,9%
Res. Antes Imp.e Minoritários 10.954.816 19.760.525 -44,6% 674.776 -1.245.459 n.a.
Actividades descontinuadas -97.464 -140.327 -30,5% 148.432 -123.410 n.a.
Imposto (IRC)(-) 3.055.715 4.599.546 -33,6% 416.158 -380.560 n.a.
Interesses Minoritários(-) 768.361 1.231.799 -37,6% 395.067 445.396 -11,3%
Res. Líquido Consolidado 7.033.276 13.788.853 -49,0% 11.983 -1.186.885 n.a.

No 3º trimestre de 2006, o EBITDA consolidado atingiu o valor de 5,07 M€, o que representou uma subida homóloga de 48,6%. Com esta recuperação, o EBITDA consolidado apresentava, em Setembro, uma queda de apenas 26,4%, para 24 M€.

Os resultados operacionais (EBIT) no 3º trimestre de 2006 tiveram uma subida de 141,4%, registando um valor de 3,2 M€, contra 1,3 M€ obtidos no 3º trimestre de 2005.

No 3º trimestre, os resultados financeiros negativos mantiveram-se sensivelmente ao nível dos do ano anterior, com uma descida de 0,9%, apesar do menor contributo dos proveitos cambiais e do aumento das taxas de juro. Por outro lado, houve um menor contributo positivo das empresas associadas, Lusa e Vasp.

A recuperação das margens operacionais durante o 3º trimestre permitiu obter resultados líquidos positivos de 12 mil euros, contra prejuízos de 1,2 M€ registados no pró-forma do 3º trimestre 2005. No final do Setembro, os resultados líquidos foram de 7,03 M€.

Em Setembro de 2006, o passivo líquido remunerado atingiu 209,1 M€, o que representou uma descida de 6,7 M€ em relação a Setembro de 2005.

Lisboa, 23 de Outubro de 2006

Os Administradores

Luiz de Almeida e Vasconcellos Francisco Maria Balsemão

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada)

Empresa: IMPRESA - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS,SA

Sede: Rua Ribeiro Sanches,65 - 1200-787 LISBOA NIPC: 502 437 464

Periodo de Referência: 3º Trimestre Valores em Euros

Rubricas do Balanço Individual - POC Consolidada - IAS
Set-06 Set-05 Var. (%) Set-06 Set-05 Var. (%)
ACTIVO
Imobilizado (líquido)
Imobilizações incorpóreas 46.054.514 49.893.569 -8% 288.287.269 288.195.319 0%
Imobilizações corpóreas - - - 27.625.446 34.964.928 -21%
Investimentos Financeiros 86.356.571 72.559.597 19% 14.176.293 14.883.013 -5%
Dívidas de terceiros (líquido)
Médio e longo prazo - - - 5.300.000 - n.a.
Curto prazo 13.214.547 44.110.013 -70% 44.353.987 38.991.942 14%
CAPITAL PRÓPRIO
Valor do Capital Social 84.000.000 84.000.000 0% 84.000.000 84.000.000 0%
Nºacções ordinárias 84.000.000 84.000.000 0% 84.000.000 84.000.000 0%
Nºacções de outra natureza
Interesses Minoritários - - - 2.729.348 5.262.146 -48%
PASSIVO
Provisões para riscos e encargos - - - 3.289.390 3.766.105 -13%
Dívidas a terceiros
Médio e longo prazo 28.250.000 51.400.000 -45% 213.324.420 230.877.365 -8%
Curto prazo 2.782.581 10.532.220 -74% 63.747.933 60.597.021 5%
TOTAL DO ACTIVO (líquido) 145.792.379 166.817.231 -13% 456.530.436 463.502.721 -2%
TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO (a) 98.490.305 101.372.447 -3% 143.436.948 130.466.045 10%
TOTAL DO PASSIVO 47.302.074 65.444.784 -28% 313.093.488 333.036.676 -6%
Rubricas da Demonstração de Resultados Individual - POC Consolidada - IAS
Set-06 Set-05 Var. (%) Set-06 Set-05 Var. (%)
Vendas e Prestações de Serviços - - - 181.397.819 189.639.391 -4%
Variação de produção - - - - -
CMVMC e dos Serviços prestados - - - (73.745.123) (62.926.249) 17%
Resultados brutos - - - 107.652.696 126.713.142 -15%
Resultados operacionais (4.069.985) (4.808.818) -15% 18.394.923 26.376.428 -30%
Resultados financeiros (líquido) (4.594.305) 4.574.711 n.a. (7.440.107) (6.915.169) 8%
Resultados correntes (8.664.290) (234.107) 3601% 10.954.816 19.461.259 -44%
Resultados extraordinários 1.936.246 (107) n.a. - - -
Imposto sobre o rendimento (9.108) (5.210) 75% (3.055.715) (4.601.475) -34%
Actividades descontinuadas - - - (97.464) - n.a.
Interesses Minoritários - - - (768.361) (1.070.931) -28%
Resultado líquido ao trimestre (6.737.152) (239.424) 2714% 7.033.276 13.788.853 -49%

(a) Os capitais próprios consolidados em 30 de Setembro de 2006 e 2005 incluem os interesses minoritários de 2.729.348 Euros e 5.262.146 Euros, respectivamente.