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Central Telegraph — Annual Report 2000
Sep 17, 2001
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Annual Report
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DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
BALANÇO
CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A. BALANÇOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 E 1999
(Montantes expressos em indicates de Escudos).
| 2000 | 1999 | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Activo | Amorgizações, | Actuvo | Activo | ||
| ACTIVO | Notas | kaito | e provindes. | liqnida | liquidu |
| Caixa e disponibilidades em Bancos Centrary | 77 163 | ۰ | 77 163 | 223, 174 | |
| Disponibilidades a vista sobre instituições de crédito. | 5.930.116 | 5 930 116 | 1.727.717 | ||
| Outros créditos sobre matituições de crédito | 14 | 146 953 | 146.953 | ||
| Créditos sobre chentes | 14 | 4.138.143 | 1107.610) | 3 970.533 | 3.143.056 |
| Obrigações e outros titulos de rendimento fixo: | |||||
| de enussores publicos. | m | 3 1 7 2 2 4 0 | (54.602) | 3117.638 | 1988.169 |
| - de outros emissores | 10 | 1 613 168 | (44.945) | 1 568.223 | 1.581.218 |
| Acções e nistros títulos de rendimento variável. | 10 | 15.641.137 | (1.452.158) | 14 188 979 | 13.777.797 |
| Participações | 51 | 2962714 | 2962.714 | 458.455 | |
| Partes do capital em empresas coligadas. | ū | 12 004.999 | $\blacksquare$ | 12.004.999 | 355.000F |
| imobilizações incorpóreas. | $\mathsf{L}$ | 040 834 | (394.089) | 646.745 | 331.972 |
| Imubilizações corpóreas. | u | 2716.533 | (385.007) | 2 331.526 | 2.252.094 |
| Accões próprias. | 20.743 | 20.743 | IN 394 | ||
| Dutros activos | я | 4918.226 | (3.657) | 4914.569 | 7 813.360. |
| Contas de regularização | 27 | 10/723.502 | 10.723.502. | 4981393 | |
| п | |||||
| Tutal du activa | 65.106.471 | (2.502.068) | 62 604 403 | 38.653.960 | |
| RUBRICA S EXTRAPATRIM ONIAIS |
| Passivos evenhiais. Dos maas: |
23 | 3.049.709 | 4.164.144 |
|---|---|---|---|
| Cauções e activos dados em garantia. | 23 | (2.293.405) | (1.307.634) |
| Compromissos | 23 | 111.622 | 6.717. |
| Trinias depositaties | 23 | 247 611 002 | 227.185.897 |
| Operações a prazo sobre futuros. | ٦ι | 6,720,382 | 20.639.641 |
| Opções | 33 | 18.365.103 | 37397317 |
O anoxo faz parte integrante desces balanços
| PASSIVO E SITUAÇÃO LIQUIDA | Nolas | zatu | 1999 |
|---|---|---|---|
| Débitos para com instituições de prédato- | |||
| A vista | 18 | 1418225 | 210.213 |
| A praze ou com pré-aviso | 18 | 19 492 632 | 6131560 |
| Débites para com chemes: | |||
| Quiros débaios | |||
| A visa | 18 | 4.630. WKL | 4.823.368 |
| A przyp | 18 | 7.137.180. | 11.527.488 |
| Débrios representados por titulos. | 20 | L.UGG.GON | |
| Outros passivos. | м | 80B 135 | 1.040.399 |
| Contas de regularização | 27 | 9348738 | 4.771.213 |
| Provisões para riscos e encargos - quiras provisões. | 25 | SK N40 | 37.482 |
| Total do passivo | 42 894 793 | 29.546.723 | |
| Capital subscribe | 48 c 49 | LE.SOB DIKE | \$.000.000 |
| Prémios de emissão. | 49 | 7.000.000. | |
| Reservas | 49. | 123.847 | 68.343 |
| Lucio líquido do exercício. | 50 | 85 F.S.R | 038.894 |
| Total ila situação liquida | 19.709.700 | 9.107.237 | |
| 'I otal do passivo e da situação liquida. | 62 604 403 | 38.653.960. |
O anexo laz parte integrante destes halanços
A DIRECCÃO DE CONTABILIDADE
$\blacksquare$
O CONSELUO DE ADMINISTRAÇÃO
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS
CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A.
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 E 1999
(Muntantes expressos em trafhares de Escudos).
| FROVEDTOS | Nutas | 2000 | 1999 |
|---|---|---|---|
| Juros e proveitos equiparados | 52 | 486.937 | 430.659 |
| Dos quais: | |||
| (de titulos de renduacato fixo). | (193, 349) | (127.898) | |
| Reidingento de títulos | 2039 566 | 655.470 | |
| Comissões | ٢đ | 1.399.443 | 955.260 |
| Lucros em operações financeiras | 53 | 25.772.925 | 7.848.300 |
| Reposições e anulações de provisões | 25 | 1083173 | 571.907 |
| Quiros provestos de exploração | 39 | 3H 498 | 71.058 |
| Ganhos extraordanários. | 59 | 370-844 | 620.18K |
| 31.191.382 | 11.352.842 | ||
| CUSTOS | Nutas | 2000 | 1999 |
| lares e custos equiparados | 52 | 961427 | 368,573 |
| Cornesdes. | 375.083 | 94.085 | |
| Prejuizos em operações financeiras | ٢ι | 25.699.216 | 7334.443 |
| Gastos gerais administrativos | |||
| Custos com pessoal | 501 111 | 41,381 | |
| Dos quais: | |||
| (Salários e vencimentos). | (418.138) | (340.529) | |
| (Encargos sucrars). | (79.993) | (70.852) | |
| Outros gastos administrativos | 660-261 | 475,840 | |
| Amortizações de exercício | $\mathbf{1}$ | 385.267 | 185,916 |
| Outros, custos de exploração. | 39 | 54.175 | 53,322 |
| Provisões para crédito vencido e para outros 05/05 |
25. | 2 393 349 | \$75,846 |
| Perdas extraordinárias. | 19 | 45.974 | 247.376. |
| Impostos sobre lucros. | 41 e 42 | 3.070 | 2.32,887 |
| Datros impostos | 26.996 | 34 ZK.I | |
| Lucro liquido do exeteício | SU. | 85.853 | 1.038.894 |
| 31.191.382 | 11.352.942 |
O anexo faz parte integrante desies balanços
A DIRECCIÓ DE CONTABILIDADE.
O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS F RELATÓRIO DE AUDITORIA
Jufroducão
- Para os efeitos do artigo 245° do Código dos Valores Mobiliários. apresentamos a Certificação Legal das Contas e o nosso Relatório de Auditoria sobre a informação financeira do exercício findo em 31 de Dezembro de 2000 do CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A., incluida: no Relatório de Gestão, no Balanco em 31 de Dezembro de 2000, (que evidencia um total de 62.604.403 contos e um total de capital próprio de 19.709.700 contos, incluindo um resultado liquido de 85.853 contos), nas Demonstrações de resultados por naturezas e por funções e na Demonstração de fluxos de caixa do exercicio findo naquela data, e nos correspondentes Anexos.
Responsabilidades
$\blacksquare$
-
- É da responsabilidade do Conselho de Administração:
- a) a preparação de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do Empresa, o resultado das suas operações e os fluxos de carxa;
- b) a informação financeira histórica, que seja preparada de acordo com os princípios geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, obiectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobiliários:
- c) a adopção de políticas e critérios contabilisticos adequados;
- d) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado;
- e) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados.
-
- A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contidanos ducumentos de prestação de contas acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme é exigido pelo Código dos Valores Mobiliários, competindo-nos emitir um relatório profissional e independente baseado no nosso exame.
Ámhito
-
- Excepto quanto às limitações descritas no parágrafo nº 7, o exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executada com o objectivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto, o referido exame incluiu:
- a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação;
- a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adoptadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstáncias;
- a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; $\overline{\phantom{a}}$
- a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a aprescutação das demonstrações financeiras;
- a apreciação se a informação financeira é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
-
- O nosso exame abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira constante do Relatório de Gestão com os restantes documentos de prestação de contas.
-
- Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião.
Reservas
J.
- Estando ainda pendentes de conclusão conferências da movimentação associada a operações feitas através de bancos correspondentes no estrangeiro, existe a possibilidade de ajustamentos a considerar nas contas de. Disponibilidades à vista sobre estas instituições de crédito. Verifica-se ainda que a reconciliação global das contas de débitos à vista para com clientes com o respectivo subsistema de contas correntes apresentava à data do balanço uma diferença devedora de ecrea de 130.000 contos, enja clarificação e eventual justificação está também, em parte, condicionada à conclusão daqueles trabalhos.
Opinião
- Em nossa oninião, excepto quanto aos efeitos dos ajustamentos que poderíam revelar-se necessários caso não existissem as limitações descritas no parágrafo. nº 7, as referidas demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira do CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A em 31 de Dezembro de 2000, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa no exercicio findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilisticos geralmente aceites em Portugal para o sector hancário e a informação nelas constante é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e licita.
Ên fases
- Sem afectar a opinião expressa no parágrafo anterior, chamamos a atenção para a o efeito associado à decisão tomada pelo banco, referida no Relatório de gestão e na nota nº 51 do Anexo, de manter a valorização do loto do 3.600.000 accões da ParaRede registado nas contas como participação financeira, considerando não ter carácter permanente e determinante para a aferição do seu valor realizável a desvalorização registada face à cotação do mercado, que na data do balanco representava 1.123.501 contos.
Lisboa, 14 de Marco de 2001 (excepto para a Demonstração de resultados por funções, que foi preparada em 30 de Abril de 2001).
Carlos Teixeira & Noé Gomes, SROC (Nº 28). representada por Noé Gonçalves Gomes (ROC nº 498).
CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO.S.A. BALANÇOS CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 E 1999
(Montantes expressos em milhares de Fseudos).
| 23Km) | 1999 | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| ACTIVO | Notas | Activo la utu |
Antortuseões e provisões |
ACILLO liquido |
Activo liguida |
|
| Caixa e disponibilidades em Bancos Centrais. | 200.998 | 208.998 | 295.155 | |||
| Disponibilidades à vista sobre instituições de crédito- | 6.937.580 | 6.937.580 | 2.355.109 | |||
| Quiros créditos sobre instituições de crédito | 14 | 723.402 | 723 402 | 115,090 | ||
| Créditos sobre chentes | $^{14}$ | 2.226.644 | (167616) | 2059034 | 2021.288 | |
| Obrigações e outros titulos de rendienciato fixo. | ||||||
| - de emissores públicos. | ю | 1.402.271 | (55.256) | 3.347.015 | 2.098.169 | |
| - de outros entissores | TD. | 1.626.613 | (44.998) | 1.581.615 | 1.947.479 | |
| Acções e outros titulos de rendimento vanável | TD | 17.177.968 | (1 643.980). | 15 533 988 | 14.441.393 | |
| Outras participações financeiras | 51 | 2976714 | 2.976.714 | 458.456 | ||
| Imobilizações incorpôreas. | $\mathsf{I}$ | 1.116.390 | (451.356) | 665 034 | 351.219 | |
| Imubilizações corpóreas | u | 3.106.181 | (640.427) | 2.465.754 | 2.290.133 | |
| Aceòes pròprias. | 20.743 | 20 743 | 18 394 | |||
| Outros activos | ᄁ | 5.530.749 | (32.210) | 5.498.539 | 8.016.719 | |
| Contas de regularização | 27 | 15.309.794 | 15:309.794 | 4.880.233 | ||
| Total do activo | 60.364.047 | (3.035.837) | 57328210 | 39.288.747 | ||
| RUBRICAS EXTRAPATRIMONIAIS | ||||||
| Passivos eventuais. | Z3 | 3.049.709 | 4.164.144 | |||
| Dos quarto . Cauções e activos dados em garantia. |
27. | (2.293.485) | (3.307.034) | |||
| Compromissés | 23 | 111 622 | 6.717 | |||
| Titulas depositados | 21 | 256.804.905 | 227.185.857 | |||
| Operações a prazo sobre futuros | 33 | 6.720.382 | 20.629.641 | |||
| Opcoes | 33 | 18 368 102 | 397.517 |
O anexo faz parte integrante destes halanços.
CENTRAL - BANCO DE JNVESTIMENTO, S.A.
BALANÇOS CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 E 1999
(Montantes capressos em milhares de Escudos).
| PASSIVO E SITUAÇÃO LÍQUBDA. | Notas | 2000. | 1999. |
|---|---|---|---|
| Débitos para com instituições de crédito. | |||
| A vesta | 18 | L 419 556 | 277 268 |
| A prazu ou com pré-aviso- | 13 | 19.495.613 | 6131.560 |
| Débrios para com clientes. | |||
| Débitos à vista | 18 | 3.653.264 | 4 381.534 |
| Débitos a prazo- | 18 | 7.043.322 | 11.527.488 |
| Débitos representados por títulos. | ZD. | 1 (900.000) | |
| Outrus passivos | Αt | 1409370 | 1.002.68U |
| Contas de regularização. | 27 | 11594315 | 4.799.807 |
| Provisões para riscos e citeargos - outras provisões. | 25 | 41.060 | 31.064 |
| Fundo para riscos bancários gerais | 72.645 | ||
| Passivos sekordinados. | 25.060 | ||
| Total do passivo. | 45.454.205 | 29.151.401 | |
| Capital subscrite | 48 e 49 | 12.500.000 | 8 600.000 S |
| Prémais de emissão. | 49. | 7 000 000 | |
| Reservas | 49. | (7.815.412) | 856.621 |
| Interesses namoratários. | 4.122 | ||
| Lucro consolidado do exercício. | 50 | 585.295 | 1.280.725 |
| Total da situação liquida | 12.274.005 | 10.127.346 | |
| Total do passivo e da situação Equida. | 57.328.210 | 39 288.747 |
O attexo faz parte integrante destes halanços.
A DIRECCÃO DE CONTABILIDADE
O CONSELIRI DE ADMINISTRAÇÃO
CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A.
DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS CONSOLIDADOS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS
EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 E 1999
(Montantes expressos em milhores de Esquidos).
| PROVEITOS | Notas | 2000 | 1999 |
|---|---|---|---|
| hiros e proveitos equiparados | 32 | 430.481 | 485 841 |
| Rendimento de títulos | 1.649.491 | 253 326 | |
| Comissões | 54 | 2.984.327 | 2.215.086 |
| Lucrus can operações financeiras | 53 | 26.790.411 | 7.864 159 |
| Reposições e anulações de provisões | 1219.902 | 587.021 | |
| Outros proveitos de exploração | 39 | 3.896 | 25.257 |
| Ganhos extraordinários. | J9 | 386 284 | 878 925 |
| Interesses minoritários | 107 | ||
| 33.464.899 | 12.309.615 | ||
| CUSTOS | Nosus | 2000 | 1999. |
| luros e custos equiparados. | 52 | 962.644 | 407.776 |
| Comissões | 1.220.482 | 243 215 | |
| Prejuizos em operações financeiras | 53 | 26.028.166 | 7.337.112 |
| Gastos gerais administrutivos | |||
| Custos com pessoal | 673.449 | 570 575 | |
| Outros gastos administrativos | 865.938 | 651.226 | |
| Aniortizações do exercício | П | 414.662 | 217 111 |
| Outros, custos de exploração | 39 | 63.810 | 43.682 |
| Provasões para crédito vencado e para nutros riscos: | 2.489.991 | 992.774 | |
| Perdas extraordinárias | 39. | 86.257 | 249 90u |
| Impostos sobre lucios | $-1c$ 42 | 44.563 | 261.030 |
| Outros impostos | 27.642 | 54.489 | |
| Luero consolidado do exercido | 50. | 585 295 | 1.280.725 |
| 33.464.899 | 12.309.635 |
O anexo faz parte integrante destes balanços.
CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS RELATÓRIO DE AUDITORIA
(Contas consolidadas)
Introdução
artigo 245° do Código dos Valores Mobiliários, 10. Para os efeitos do apresentantos a Certificação Legal das Contas e o nosso Relatório de Auditoria. sobre a informação financeira consolidada do exercício findo em 31 de Dezembro de 2000 do CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A., incluida: TIES. Relatório de Gestão das contas consolidadas, no Balanco consolidado em 31 de Dezembro de 2000, (que evidencia um total de 57.328.210 contos e um total de capital próprio de 12.274.005 contos. incluindo um resultado líquido de 585.295 contos), nas Demonstrações consolidadas de resultados por naturezas e por funções e na Demonstração de fluxos de caixa do exercício findo naquela data, e nos correspondentes Anexos.
Responsabilidades
$\mathbf{r}$
11.È da responsabilidade do Conselho de Administração:
- f) a preparação de demonstrações financeiras consolidadas que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do conjunto das empresas incluidas na consolidação, o resultado consolidado das suas operações e os fluxos de caixa consolidados;
- g) a informação financeira histórica, que seja preparada de acordo com os principios geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobihários;
- h) a adopção de políticas e critérios contabilisticos adequados;
- $i)$ a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado;
- j) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a actividade do conjunto das empresas incluidas na consolidação, a sua posição financeira nu os seus resultados.
-
- A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contidanus documentos de prestação de contas acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e licita, conforme é exigido pelo Código dos Valores Mobiliários, competindo-nos emitir um relatório profissional c independente baseado no nosso exame.
á mhito.
13. Excepto quanto às limitações descritas no parágrafo $\pi^e$ 7 abaixo, o exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes. de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executada com o objectivo de obter um grau de segurança accitável sobre se as demonstrações financeiras consolidadas estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto, o referido exame incluiu.
a verificação de as demonstrações financeiras das empresas incluídas na consolidação terem sido apropriadamente examinadas e, para os casos significativos em que o não tenham sido, a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações nelas constantes e a avaliação das estimativas, baseadas em juizos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação;
- a verificação das operações de consolidação;
- a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adoptadas e a sua divulgação, tendo em conta as circonstâncias;
- a verificação da aplicabilidade do principio da continuidade; $\blacksquare$
- a aprociação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações linanceiras;
- a apreciação se a informação financeira consolidada é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e licita.
- 14.0 nosso exame abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira consolidada constante do Relatório de Gestão com os restantes documentos de prestação de contas.
-
- Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião.
Reservas
- Estando, no âmbito do banco, ainda pendentes de conclusão conferências da movimentação associada a operações feitas através de bancos correspondentes. no estrangeiro, existe a possibilidade de ajustamentos a considerar nas contas de Disponibilidades à vista sobre estas instituições de crédito. Verifica-se ainda que a reconciliação global das contas de débitos à vista para com clientes. com o respectivo subsistema de contas correntes apresentava à data do balanço uma diferença devedora de cerca de 130.000 contos, cuja clarificação e eventual justificação está também, em parte, condicionada á conclusão daqueles trabalhos.
Opinião
17.Em nossa opinião, excepto quanto aos efeitos dos ajustamentos que poderíam revelar-se necessários caso não existissem as limitações descritas no parágrafo n" 7, as referidas demonstrações financeiras consolidadas apresentam de formaverdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira consolidada do CENTRAL $\mathbf{r}$ BANCO DF. INVESTIMENTO, S.A em 31 de Dezembro de 2000, o resultado consolidado das suas operações e os fluxos consolidados de caixa no exercicio findo naquela data, em conformidade com os principios contabilísticos geralmente accites em Portugal para o sector bancário e a informação nelas constante é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
Enfaces
- Sem afectar a opinião expressa no parágrafo anterior, chamamos a atenção para a o efeito associado à decisão tomada pelo banco, referida no Relatório de gestão e na nota nº 51 do Anexo, de manter a valorização do lote de 3.600.000. accões da ParaRede registado nas contas como participação financeira, considerando não ter carácter permanente e determinante para a aferição do seu valor realizável a desvalorização registada face à cotação do mercado, que na data do balanço representava 1.123.501 contos.
Lisboa. 14 de Marco de 2001 (excepto para a Demonstração de resultados por funções, que foi preparada em 30 de Abril de 2001).
Carlos Teixeira & Noë Gomes, SROC (N° 28). representada por Noé Gonçalves Gomes (ROC nº 498).
CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A. SOCIEDADE ABERTA Sede Social: Av. República, 23 1050 - 185 Lisboa Capital Social: 12.500.000\$00 Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob o Nº 4579 Pessoa Culectiva Nº 502 220 570
SUPLEMENTO AO RELATÓRIO E CONTAS PUBLICADO NO BOLETIM DE COTAÇÕES COM DATA DE REFERÊNCIA DE 27 DE ABRIL DE 2001
Nos termos da alineas a) e e) do artº 6º do Regulamento nº 11/2000 da CMVM, publica-se a Demonstração de Resultados por Funções relativa a 31 de Dezembro de 2000 com opinião do Auditor e a listagem dos accionistas com participação no capital superior a 2%.
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR FUNÇÕES PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 (Montantes expressos em milhares de Escudos)
| liaman | Consolidado | |
|---|---|---|
| Juros e proveitos equiparados | 486.937 | 436.481 |
| Rendimento de títulos | 2019.978 | 1.629.904 |
| Juros e eustos equiparados | (961.027) | (961.644) |
| Resultados Financeiros | 1.545.888 | 1.098.741 |
| Comissões recebidas. | 1,465,625 | 3.050.509 |
| Comissões pagas | (466-196). | (896-281) |
| Resultados por Serviços Prestados | 999.429 | 2.244.128 |
| Lucros em operações financeiras | 25.877.098 | 26.359.771 |
| Prejuízos em operações financeiras | (25.608.103). | (25.937.053) |
| Resultados em Operoções Finunceiras | 268.996 | 417.718 |
| Produto Bancário | 2,814,313 | 3.760.587 |
| Gastos com pessoal | (501.111) | (673.449) |
| Gastos administratives | 16(0.261) | (868.930) |
| Outros impostos | (7,409) | (8.055) |
| Outros envios de exploração. | (54.175) | (63.810) |
| Americanções de exercício. | (385.267) | (414.562) |
| Resultado Bruto Operacional | 1.21KK.D9D | 1.731.673 |
| Provisões liguidas | LI 31G.176). | (1.270.089) |
| Resultados extraordinácios. | 193.010 | 168.167 |
| Resultado Antes de Impostos | 88.924 | 629.751 |
| Interesses mineritários. | 107. | |
| Impostes sobre lucros | (3.070). | (44.563) |
| Resultado Liquido | 85.854 | 585.295 |
| Resultado Liquido por Acção (Escudos) | 6.67 | 46.82 |
| Cash Flow Liquido | 1.781.297 | 2,270.046 |
MAPA DE FLUXOS DE CAIXA
CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A. E SOCIEDADES DEPENDENTES DEMONSTRAÇÕES DE FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 E 1999
(Montantes expressos em milhares de Escudes).
| 2000 | 1999 | |||
|---|---|---|---|---|
| Banco | Consolidado | Banco | Consolidado | |
| Fluxos de caixa das actividades operacionais. | ||||
| Juros recebidos. | 380.336 | 322.642 | 549.597 | 590 894. |
| Comissões recchedas | 1.223.095 | 2.723.822 | \$42.062 | 2.162.900 |
| Resultados na negocioção de titulos. | (3-206-880) | (2521366) | 1142352 | 1155.542 |
| Prémos de inpções recebidos. | (269.988) | (269.988) | 226.700 | 226.700 |
| Resultados em produtos derivados | 3.653.577 | 3 653 577. | (1.658.449) | (1.658, 449) |
| Juros pagos. | (1.260.787) | (1.261.309) | (304.789) | (345-038) |
| Coinissões pagas | (451-988) | (703-953). | (250.603) | (401.617) |
| Pagamentos a erripregados e formecedores | (1.1%149) | (1.591.966) | (869.913) | (1.269.659) |
| Resultado das actividades operacionais. | (1129.484) | 151.459 | (223.043) | 461.281 |
| (Aumentos)/diminuições de activos operacionais | ||||
| Créditos sobre instituições de crédita | 4146.9533 | (608, 402) | 2.710.000 | 2 864 500 |
| Gréditus sobre ellentes | (965-146) | (175.415) | 4.358.092 | \$479,860 |
| Titulos de negociação | (2.150.167) | (2.191.149) | (10.757.763) | 410.540.350). |
| Thulos de investimento. | (1.095.022) | {2 132 177). | (2.261, 503) | (3.640.189). |
| Outros activos. | (127143) | (275.462) | 525.492 | 645.865 |
| Aunxatos/Idiminusções) de passivos operacionais | ||||
| Défintos de instituições de crédito | 14.569.137 | 14.506.342 | (686.222) | {620-105} |
| Débitos de chentes | (4.554.172). | (5.084.973). | 6.112.724 | 5.457.999 |
| Débrios representados por títulos | (1,000,000). | TE000-0001E 35.244 |
65.376 | (172.517) |
| Outros passivos | ||||
| Cuixa llquida das actividades operacionais notes do pagamento de impostos. |
3.401.050 | 3.425.467 | (156.847) | 536.344 |
| Impostos pagos. | (19946) | (36.896) | 10.632 | (160.288) |
| 3.381.104 | 3.386.571 | (146.215) | 376.056 | |
| Coine liquida das actividades operacionais. | ||||
| Fluxos de caixa das actividades de investimento. e financiamento |
||||
| Dividendos recebidos | 2.039.565 | 1.649.475 | 655.470 | 253.326 |
| Resultados na venda de madulizado. | 123 | 323 | 1.792 | 1.792 |
| Readmente de imóveis | 6,721 | 6.711 | 16.484 | 16484 |
| Venda de participações | 527.308 | 527,308 | 1.631.756 | 1 623 145 |
| Curring de participações | (11.741.068) | (11.741.068) | ||
| Aumenios de capital. | 10.500.000 | 10.500.000 | ||
| Variação do mobilizado corpóreo e aicarpóreo | (782.612) | (799.656) | (1.299.766) | 11.323.936) |
| Calva liquida das actividades de investimento e | ||||
| financiamento | 550.017 | 142.903 | 1.005.716 | \$70.811 |
| Variação líquida em citiva e seus equivalentes. | 3.931.121 | 3.531474 | 859.501 | 146.867 |
| Caixa e seus equivalentes no inicia do período- | 1.950.891 | 2.650.264 | 1.091.390 | 1.703.397 |
| Afterações no perimetro de consolidação. | 839.573 | |||
| Vanação cambial | 125.267 | 125.267 | ||
| Cauca e seus equivalentes no fim do percedo. | 6.007.279 | 7.146.578 | 1.950.891 | 2.650.264 |
O anoxo faz parte integrante dostes balanços.
A DIRECCÍO DE CONTABILIDADE
D.CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Extracio da Acta Número Dezoito da Assembleia Geral de ACCIONISTAS DE 30 DE MARÇO DE 2001
Passando ao ponto dois da ordem de trabalhos, o Senhor Presidente da Mosa apresentou e leu a proposta de aplicação de resultados subserita pelo Conselho de Administração do CENTRAL - Banco de Investimento, S.A., que e do seguinte tenc :
"O Conselho de Administração, considerando as disposições legais e estatuárias quanto - à constituição de reservalegal e reservas especiais, propõe à Assembleia Geral que o resultado líquido do CENTRAI - Hanco de Investimento, S.A., no montante de Ese, 85.853.303\$00 (oitenta e cinco milhões, nitucentos e cinquenta e três mil. trezentos e três escudos), sera anlicado da seguinte forma :
- a) Nos termos do disposto no artigo 979 do Regime Geral das Instituições de Crédito e das Sociedades Financeiras, 10% (dez por cento) do resultado liquido seja afectado ao Fundo de Reserva Legal, no montante de Ese. 8.585.330500 (oito milhões, quinhentos e oitenta e cinco mil, trezentos e trinta escudos).
- b) O remanescente, no montante de Esc. 77.267.973800 (setenta e sete milhões, duzentos e sessenta e sete mil, mivecentos e setenta e três escudos), seja destinado a Outras Reservas."
Não tendo nenhum dos accionistas querido usar a palavra, firi a mesma submetala a votação, tendo sulo aprovada por uianimidade.