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Central Telegraph Annual Report 2000

Sep 17, 2001

6356_10-k_2001-09-17_6820c596-5564-44d5-b29f-8d3803fc6f9a.pdf

Annual Report

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DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

BALANÇO

CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A. BALANÇOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 E 1999

(Montantes expressos em indicates de Escudos).

2000 1999
Activo Amorgizações, Actuvo Activo
ACTIVO Notas kaito e provindes. liqnida liquidu
Caixa e disponibilidades em Bancos Centrary 77 163 ۰ 77 163 223, 174
Disponibilidades a vista sobre instituições de crédito. 5.930.116 5 930 116 1.727.717
Outros créditos sobre matituições de crédito 14 146 953 146.953
Créditos sobre chentes 14 4.138.143 1107.610) 3 970.533 3.143.056
Obrigações e outros titulos de rendimento fixo:
de enussores publicos. m 3 1 7 2 2 4 0 (54.602) 3117.638 1988.169
- de outros emissores 10 1 613 168 (44.945) 1 568.223 1.581.218
Acções e nistros títulos de rendimento variável. 10 15.641.137 (1.452.158) 14 188 979 13.777.797
Participações 51 2962714 2962.714 458.455
Partes do capital em empresas coligadas. ū 12 004.999 $\blacksquare$ 12.004.999 355.000F
imobilizações incorpóreas. $\mathsf{L}$ 040 834 (394.089) 646.745 331.972
Imubilizações corpóreas. u 2716.533 (385.007) 2 331.526 2.252.094
Accões próprias. 20.743 20.743 IN 394
Dutros activos я 4918.226 (3.657) 4914.569 7 813.360.
Contas de regularização 27 10/723.502 10.723.502. 4981393
п
Tutal du activa 65.106.471 (2.502.068) 62 604 403 38.653.960
RUBRICA S EXTRAPATRIM ONIAIS
Passivos evenhiais.
Dos maas:
23 3.049.709 4.164.144
Cauções e activos dados em garantia. 23 (2.293.405) (1.307.634)
Compromissos 23 111.622 6.717.
Trinias depositaties 23 247 611 002 227.185.897
Operações a prazo sobre futuros. ٦ι 6,720,382 20.639.641
Opções 33 18.365.103 37397317

O anoxo faz parte integrante desces balanços

PASSIVO E SITUAÇÃO LIQUIDA Nolas zatu 1999
Débitos para com instituições de prédato-
A vista 18 1418225 210.213
A praze ou com pré-aviso 18 19 492 632 6131560
Débites para com chemes:
Quiros débaios
A visa 18 4.630. WKL 4.823.368
A przyp 18 7.137.180. 11.527.488
Débrios representados por titulos. 20 L.UGG.GON
Outros passivos. м 80B 135 1.040.399
Contas de regularização 27 9348738 4.771.213
Provisões para riscos e encargos - quiras provisões. 25 SK N40 37.482
Total do passivo 42 894 793 29.546.723
Capital subscribe 48 c 49 LE.SOB DIKE \$.000.000
Prémios de emissão. 49 7.000.000.
Reservas 49. 123.847 68.343
Lucio líquido do exercício. 50 85 F.S.R 038.894
Total ila situação liquida 19.709.700 9.107.237
'I otal do passivo e da situação liquida. 62 604 403 38.653.960.

O anexo laz parte integrante destes halanços

A DIRECCÃO DE CONTABILIDADE

$\blacksquare$

O CONSELUO DE ADMINISTRAÇÃO

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS

CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A.

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS

EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 E 1999

(Muntantes expressos em trafhares de Escudos).

FROVEDTOS Nutas 2000 1999
Juros e proveitos equiparados 52 486.937 430.659
Dos quais:
(de titulos de renduacato fixo). (193, 349) (127.898)
Reidingento de títulos 2039 566 655.470
Comissões ٢đ 1.399.443 955.260
Lucros em operações financeiras 53 25.772.925 7.848.300
Reposições e anulações de provisões 25 1083173 571.907
Quiros provestos de exploração 39 3H 498 71.058
Ganhos extraordanários. 59 370-844 620.18K
31.191.382 11.352.842
CUSTOS Nutas 2000 1999
lares e custos equiparados 52 961427 368,573
Cornesdes. 375.083 94.085
Prejuizos em operações financeiras ٢ι 25.699.216 7334.443
Gastos gerais administrativos
Custos com pessoal 501 111 41,381
Dos quais:
(Salários e vencimentos). (418.138) (340.529)
(Encargos sucrars). (79.993) (70.852)
Outros gastos administrativos 660-261 475,840
Amortizações de exercício $\mathbf{1}$ 385.267 185,916
Outros, custos de exploração. 39 54.175 53,322
Provisões para crédito vencido e para outros
05/05
25. 2 393 349 \$75,846
Perdas extraordinárias. 19 45.974 247.376.
Impostos sobre lucros. 41 e 42 3.070 2.32,887
Datros impostos 26.996 34 ZK.I
Lucro liquido do exeteício SU. 85.853 1.038.894
31.191.382 11.352.942

O anexo faz parte integrante desies balanços

A DIRECCIÓ DE CONTABILIDADE.

O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS F RELATÓRIO DE AUDITORIA

Jufroducão

  1. Para os efeitos do artigo 245° do Código dos Valores Mobiliários. apresentamos a Certificação Legal das Contas e o nosso Relatório de Auditoria sobre a informação financeira do exercício findo em 31 de Dezembro de 2000 do CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A., incluida: no Relatório de Gestão, no Balanco em 31 de Dezembro de 2000, (que evidencia um total de 62.604.403 contos e um total de capital próprio de 19.709.700 contos, incluindo um resultado liquido de 85.853 contos), nas Demonstrações de resultados por naturezas e por funções e na Demonstração de fluxos de caixa do exercicio findo naquela data, e nos correspondentes Anexos.

Responsabilidades

$\blacksquare$

    1. É da responsabilidade do Conselho de Administração:
  • a) a preparação de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do Empresa, o resultado das suas operações e os fluxos de carxa;
  • b) a informação financeira histórica, que seja preparada de acordo com os princípios geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, obiectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobiliários:
  • c) a adopção de políticas e critérios contabilisticos adequados;
  • d) a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado;
    • e) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a sua actividade, posição financeira ou resultados.
    1. A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contidanos ducumentos de prestação de contas acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme é exigido pelo Código dos Valores Mobiliários, competindo-nos emitir um relatório profissional e independente baseado no nosso exame.

Ámhito

    1. Excepto quanto às limitações descritas no parágrafo nº 7, o exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executada com o objectivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto, o referido exame incluiu:
  • a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação;
  • a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adoptadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstáncias;
  • a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; $\overline{\phantom{a}}$
  • a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a aprescutação das demonstrações financeiras;
  • a apreciação se a informação financeira é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.
    1. O nosso exame abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira constante do Relatório de Gestão com os restantes documentos de prestação de contas.
    1. Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião.

Reservas

J.

  1. Estando ainda pendentes de conclusão conferências da movimentação associada a operações feitas através de bancos correspondentes no estrangeiro, existe a possibilidade de ajustamentos a considerar nas contas de. Disponibilidades à vista sobre estas instituições de crédito. Verifica-se ainda que a reconciliação global das contas de débitos à vista para com clientes com o respectivo subsistema de contas correntes apresentava à data do balanço uma diferença devedora de ecrea de 130.000 contos, enja clarificação e eventual justificação está também, em parte, condicionada à conclusão daqueles trabalhos.

Opinião

  1. Em nossa oninião, excepto quanto aos efeitos dos ajustamentos que poderíam revelar-se necessários caso não existissem as limitações descritas no parágrafo. nº 7, as referidas demonstrações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira do CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A em 31 de Dezembro de 2000, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa no exercicio findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilisticos geralmente aceites em Portugal para o sector hancário e a informação nelas constante é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e licita.

Ên fases

  1. Sem afectar a opinião expressa no parágrafo anterior, chamamos a atenção para a o efeito associado à decisão tomada pelo banco, referida no Relatório de gestão e na nota nº 51 do Anexo, de manter a valorização do loto do 3.600.000 accões da ParaRede registado nas contas como participação financeira, considerando não ter carácter permanente e determinante para a aferição do seu valor realizável a desvalorização registada face à cotação do mercado, que na data do balanco representava 1.123.501 contos.

Lisboa, 14 de Marco de 2001 (excepto para a Demonstração de resultados por funções, que foi preparada em 30 de Abril de 2001).

Carlos Teixeira & Noé Gomes, SROC (Nº 28). representada por Noé Gonçalves Gomes (ROC nº 498).

CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO.S.A. BALANÇOS CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 E 1999

(Montantes expressos em milhares de Fseudos).

23Km) 1999
ACTIVO Notas Activo
la utu
Antortuseões
e provisões
ACILLO
liquido
Activo
liguida
Caixa e disponibilidades em Bancos Centrais. 200.998 208.998 295.155
Disponibilidades à vista sobre instituições de crédito- 6.937.580 6.937.580 2.355.109
Quiros créditos sobre instituições de crédito 14 723.402 723 402 115,090
Créditos sobre chentes $^{14}$ 2.226.644 (167616) 2059034 2021.288
Obrigações e outros titulos de rendienciato fixo.
- de emissores públicos. ю 1.402.271 (55.256) 3.347.015 2.098.169
- de outros entissores TD. 1.626.613 (44.998) 1.581.615 1.947.479
Acções e outros titulos de rendimento vanável TD 17.177.968 (1 643.980). 15 533 988 14.441.393
Outras participações financeiras 51 2976714 2.976.714 458.456
Imobilizações incorpôreas. $\mathsf{I}$ 1.116.390 (451.356) 665 034 351.219
Imubilizações corpóreas u 3.106.181 (640.427) 2.465.754 2.290.133
Aceòes pròprias. 20.743 20 743 18 394
Outros activos 5.530.749 (32.210) 5.498.539 8.016.719
Contas de regularização 27 15.309.794 15:309.794 4.880.233
Total do activo 60.364.047 (3.035.837) 57328210 39.288.747
RUBRICAS EXTRAPATRIMONIAIS
Passivos eventuais. Z3 3.049.709 4.164.144
Dos quarto
. Cauções e activos dados em garantia.
27. (2.293.485) (3.307.034)
Compromissés 23 111 622 6.717
Titulas depositados 21 256.804.905 227.185.857
Operações a prazo sobre futuros 33 6.720.382 20.629.641
Opcoes 33 18 368 102 397.517

O anexo faz parte integrante destes halanços.

CENTRAL - BANCO DE JNVESTIMENTO, S.A.

BALANÇOS CONSOLIDADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 E 1999

(Montantes capressos em milhares de Escudos).

PASSIVO E SITUAÇÃO LÍQUBDA. Notas 2000. 1999.
Débitos para com instituições de crédito.
A vesta 18 L 419 556 277 268
A prazu ou com pré-aviso- 13 19.495.613 6131.560
Débrios para com clientes.
Débitos à vista 18 3.653.264 4 381.534
Débitos a prazo- 18 7.043.322 11.527.488
Débitos representados por títulos. ZD. 1 (900.000)
Outrus passivos Αt 1409370 1.002.68U
Contas de regularização. 27 11594315 4.799.807
Provisões para riscos e citeargos - outras provisões. 25 41.060 31.064
Fundo para riscos bancários gerais 72.645
Passivos sekordinados. 25.060
Total do passivo. 45.454.205 29.151.401
Capital subscrite 48 e 49 12.500.000 8 600.000 S
Prémais de emissão. 49. 7 000 000
Reservas 49. (7.815.412) 856.621
Interesses namoratários. 4.122
Lucro consolidado do exercício. 50 585.295 1.280.725
Total da situação liquida 12.274.005 10.127.346
Total do passivo e da situação Equida. 57.328.210 39 288.747

O attexo faz parte integrante destes halanços.

A DIRECCÃO DE CONTABILIDADE

O CONSELIRI DE ADMINISTRAÇÃO

CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A.

DEMONSTRAÇÕES DE RESULTADOS CONSOLIDADOS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS

EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 E 1999

(Montantes expressos em milhores de Esquidos).

PROVEITOS Notas 2000 1999
hiros e proveitos equiparados 32 430.481 485 841
Rendimento de títulos 1.649.491 253 326
Comissões 54 2.984.327 2.215.086
Lucrus can operações financeiras 53 26.790.411 7.864 159
Reposições e anulações de provisões 1219.902 587.021
Outros proveitos de exploração 39 3.896 25.257
Ganhos extraordinários. J9 386 284 878 925
Interesses minoritários 107
33.464.899 12.309.615
CUSTOS Nosus 2000 1999.
luros e custos equiparados. 52 962.644 407.776
Comissões 1.220.482 243 215
Prejuizos em operações financeiras 53 26.028.166 7.337.112
Gastos gerais administrutivos
Custos com pessoal 673.449 570 575
Outros gastos administrativos 865.938 651.226
Aniortizações do exercício П 414.662 217 111
Outros, custos de exploração 39 63.810 43.682
Provasões para crédito vencado e para nutros riscos: 2.489.991 992.774
Perdas extraordinárias 39. 86.257 249 90u
Impostos sobre lucios $-1c$ 42 44.563 261.030
Outros impostos 27.642 54.489
Luero consolidado do exercido 50. 585 295 1.280.725
33.464.899 12.309.635

O anexo faz parte integrante destes balanços.

CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS RELATÓRIO DE AUDITORIA

(Contas consolidadas)

Introdução

artigo 245° do Código dos Valores Mobiliários, 10. Para os efeitos do apresentantos a Certificação Legal das Contas e o nosso Relatório de Auditoria. sobre a informação financeira consolidada do exercício findo em 31 de Dezembro de 2000 do CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A., incluida: TIES. Relatório de Gestão das contas consolidadas, no Balanco consolidado em 31 de Dezembro de 2000, (que evidencia um total de 57.328.210 contos e um total de capital próprio de 12.274.005 contos. incluindo um resultado líquido de 585.295 contos), nas Demonstrações consolidadas de resultados por naturezas e por funções e na Demonstração de fluxos de caixa do exercício findo naquela data, e nos correspondentes Anexos.

Responsabilidades

$\mathbf{r}$

11.È da responsabilidade do Conselho de Administração:

  • f) a preparação de demonstrações financeiras consolidadas que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do conjunto das empresas incluidas na consolidação, o resultado consolidado das suas operações e os fluxos de caixa consolidados;
  • g) a informação financeira histórica, que seja preparada de acordo com os principios geralmente aceites e que seja completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita, conforme exigido pelo Código dos Valores Mobihários;
  • h) a adopção de políticas e critérios contabilisticos adequados;
  • $i)$ a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado;
  • j) a informação de qualquer facto relevante que tenha influenciado a actividade do conjunto das empresas incluidas na consolidação, a sua posição financeira nu os seus resultados.
    1. A nossa responsabilidade consiste em verificar a informação financeira contidanus documentos de prestação de contas acima referidos, designadamente sobre se é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e licita, conforme é exigido pelo Código dos Valores Mobiliários, competindo-nos emitir um relatório profissional c independente baseado no nosso exame.

á mhito.

13. Excepto quanto às limitações descritas no parágrafo $\pi^e$ 7 abaixo, o exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes. de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executada com o objectivo de obter um grau de segurança accitável sobre se as demonstrações financeiras consolidadas estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto, o referido exame incluiu.

a verificação de as demonstrações financeiras das empresas incluídas na consolidação terem sido apropriadamente examinadas e, para os casos significativos em que o não tenham sido, a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações nelas constantes e a avaliação das estimativas, baseadas em juizos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparação;

  • a verificação das operações de consolidação;
  • a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adoptadas e a sua divulgação, tendo em conta as circonstâncias;
  • a verificação da aplicabilidade do principio da continuidade; $\blacksquare$
  • a aprociação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações linanceiras;
  • a apreciação se a informação financeira consolidada é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e licita.
  • 14.0 nosso exame abrangeu ainda a verificação da concordância da informação financeira consolidada constante do Relatório de Gestão com os restantes documentos de prestação de contas.
    1. Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião.

Reservas

  1. Estando, no âmbito do banco, ainda pendentes de conclusão conferências da movimentação associada a operações feitas através de bancos correspondentes. no estrangeiro, existe a possibilidade de ajustamentos a considerar nas contas de Disponibilidades à vista sobre estas instituições de crédito. Verifica-se ainda que a reconciliação global das contas de débitos à vista para com clientes. com o respectivo subsistema de contas correntes apresentava à data do balanço uma diferença devedora de cerca de 130.000 contos, cuja clarificação e eventual justificação está também, em parte, condicionada á conclusão daqueles trabalhos.

Opinião

17.Em nossa opinião, excepto quanto aos efeitos dos ajustamentos que poderíam revelar-se necessários caso não existissem as limitações descritas no parágrafo n" 7, as referidas demonstrações financeiras consolidadas apresentam de formaverdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira consolidada do CENTRAL $\mathbf{r}$ BANCO DF. INVESTIMENTO, S.A em 31 de Dezembro de 2000, o resultado consolidado das suas operações e os fluxos consolidados de caixa no exercicio findo naquela data, em conformidade com os principios contabilísticos geralmente accites em Portugal para o sector bancário e a informação nelas constante é completa, verdadeira, actual, clara, objectiva e lícita.

Enfaces

  1. Sem afectar a opinião expressa no parágrafo anterior, chamamos a atenção para a o efeito associado à decisão tomada pelo banco, referida no Relatório de gestão e na nota nº 51 do Anexo, de manter a valorização do lote de 3.600.000. accões da ParaRede registado nas contas como participação financeira, considerando não ter carácter permanente e determinante para a aferição do seu valor realizável a desvalorização registada face à cotação do mercado, que na data do balanço representava 1.123.501 contos.

Lisboa. 14 de Marco de 2001 (excepto para a Demonstração de resultados por funções, que foi preparada em 30 de Abril de 2001).

Carlos Teixeira & Noë Gomes, SROC (N° 28). representada por Noé Gonçalves Gomes (ROC nº 498).

CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A. SOCIEDADE ABERTA Sede Social: Av. República, 23 1050 - 185 Lisboa Capital Social: 12.500.000\$00 Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob o Nº 4579 Pessoa Culectiva Nº 502 220 570

SUPLEMENTO AO RELATÓRIO E CONTAS PUBLICADO NO BOLETIM DE COTAÇÕES COM DATA DE REFERÊNCIA DE 27 DE ABRIL DE 2001

Nos termos da alineas a) e e) do artº 6º do Regulamento nº 11/2000 da CMVM, publica-se a Demonstração de Resultados por Funções relativa a 31 de Dezembro de 2000 com opinião do Auditor e a listagem dos accionistas com participação no capital superior a 2%.

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR FUNÇÕES PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 (Montantes expressos em milhares de Escudos)

liaman Consolidado
Juros e proveitos equiparados 486.937 436.481
Rendimento de títulos 2019.978 1.629.904
Juros e eustos equiparados (961.027) (961.644)
Resultados Financeiros 1.545.888 1.098.741
Comissões recebidas. 1,465,625 3.050.509
Comissões pagas (466-196). (896-281)
Resultados por Serviços Prestados 999.429 2.244.128
Lucros em operações financeiras 25.877.098 26.359.771
Prejuízos em operações financeiras (25.608.103). (25.937.053)
Resultados em Operoções Finunceiras 268.996 417.718
Produto Bancário 2,814,313 3.760.587
Gastos com pessoal (501.111) (673.449)
Gastos administratives 16(0.261) (868.930)
Outros impostos (7,409) (8.055)
Outros envios de exploração. (54.175) (63.810)
Americanções de exercício. (385.267) (414.562)
Resultado Bruto Operacional 1.21KK.D9D 1.731.673
Provisões liguidas LI 31G.176). (1.270.089)
Resultados extraordinácios. 193.010 168.167
Resultado Antes de Impostos 88.924 629.751
Interesses mineritários. 107.
Impostes sobre lucros (3.070). (44.563)
Resultado Liquido 85.854 585.295
Resultado Liquido por Acção (Escudos) 6.67 46.82
Cash Flow Liquido 1.781.297 2,270.046

MAPA DE FLUXOS DE CAIXA

CENTRAL - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A. E SOCIEDADES DEPENDENTES DEMONSTRAÇÕES DE FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2000 E 1999

(Montantes expressos em milhares de Escudes).

2000 1999
Banco Consolidado Banco Consolidado
Fluxos de caixa das actividades operacionais.
Juros recebidos. 380.336 322.642 549.597 590 894.
Comissões recchedas 1.223.095 2.723.822 \$42.062 2.162.900
Resultados na negocioção de titulos. (3-206-880) (2521366) 1142352 1155.542
Prémos de inpções recebidos. (269.988) (269.988) 226.700 226.700
Resultados em produtos derivados 3.653.577 3 653 577. (1.658.449) (1.658, 449)
Juros pagos. (1.260.787) (1.261.309) (304.789) (345-038)
Coinissões pagas (451-988) (703-953). (250.603) (401.617)
Pagamentos a erripregados e formecedores (1.1%149) (1.591.966) (869.913) (1.269.659)
Resultado das actividades operacionais. (1129.484) 151.459 (223.043) 461.281
(Aumentos)/diminuições de activos operacionais
Créditos sobre instituições de crédita 4146.9533 (608, 402) 2.710.000 2 864 500
Gréditus sobre ellentes (965-146) (175.415) 4.358.092 \$479,860
Titulos de negociação (2.150.167) (2.191.149) (10.757.763) 410.540.350).
Thulos de investimento. (1.095.022) {2 132 177). (2.261, 503) (3.640.189).
Outros activos. (127143) (275.462) 525.492 645.865
Aunxatos/Idiminusções) de passivos operacionais
Défintos de instituições de crédito 14.569.137 14.506.342 (686.222) {620-105}
Débitos de chentes (4.554.172). (5.084.973). 6.112.724 5.457.999
Débrios representados por títulos (1,000,000). TE000-0001E
35.244
65.376 (172.517)
Outros passivos
Cuixa llquida das actividades operacionais
notes do pagamento de impostos.
3.401.050 3.425.467 (156.847) 536.344
Impostos pagos. (19946) (36.896) 10.632 (160.288)
3.381.104 3.386.571 (146.215) 376.056
Coine liquida das actividades operacionais.
Fluxos de caixa das actividades de investimento.
e financiamento
Dividendos recebidos 2.039.565 1.649.475 655.470 253.326
Resultados na venda de madulizado. 123 323 1.792 1.792
Readmente de imóveis 6,721 6.711 16.484 16484
Venda de participações 527.308 527,308 1.631.756 1 623 145
Curring de participações (11.741.068) (11.741.068)
Aumenios de capital. 10.500.000 10.500.000
Variação do mobilizado corpóreo e aicarpóreo (782.612) (799.656) (1.299.766) 11.323.936)
Calva liquida das actividades de investimento e
financiamento 550.017 142.903 1.005.716 \$70.811
Variação líquida em citiva e seus equivalentes. 3.931.121 3.531474 859.501 146.867
Caixa e seus equivalentes no inicia do período- 1.950.891 2.650.264 1.091.390 1.703.397
Afterações no perimetro de consolidação. 839.573
Vanação cambial 125.267 125.267
Cauca e seus equivalentes no fim do percedo. 6.007.279 7.146.578 1.950.891 2.650.264

O anoxo faz parte integrante dostes balanços.

A DIRECCÍO DE CONTABILIDADE

D.CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Extracio da Acta Número Dezoito da Assembleia Geral de ACCIONISTAS DE 30 DE MARÇO DE 2001

Passando ao ponto dois da ordem de trabalhos, o Senhor Presidente da Mosa apresentou e leu a proposta de aplicação de resultados subserita pelo Conselho de Administração do CENTRAL - Banco de Investimento, S.A., que e do seguinte tenc :

"O Conselho de Administração, considerando as disposições legais e estatuárias quanto - à constituição de reservalegal e reservas especiais, propõe à Assembleia Geral que o resultado líquido do CENTRAI - Hanco de Investimento, S.A., no montante de Ese, 85.853.303\$00 (oitenta e cinco milhões, nitucentos e cinquenta e três mil. trezentos e três escudos), sera anlicado da seguinte forma :

  • a) Nos termos do disposto no artigo 979 do Regime Geral das Instituições de Crédito e das Sociedades Financeiras, 10% (dez por cento) do resultado liquido seja afectado ao Fundo de Reserva Legal, no montante de Ese. 8.585.330500 (oito milhões, quinhentos e oitenta e cinco mil, trezentos e trinta escudos).
  • b) O remanescente, no montante de Esc. 77.267.973800 (setenta e sete milhões, duzentos e sessenta e sete mil, mivecentos e setenta e três escudos), seja destinado a Outras Reservas."

Não tendo nenhum dos accionistas querido usar a palavra, firi a mesma submetala a votação, tendo sulo aprovada por uianimidade.