Quarterly Report • Nov 29, 2011
Quarterly Report
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| Demonstração dos Resultados | 1 |
|---|---|
Pág.
| Balanço | 2 |
|---|---|
| Demonstração de alterações no Capital Próprio | 3 |
| Anexos às Demonstrações Financeiras | 4 |
| Evolução da actividade nos primeiros 3 Meses |
40 |
Sede Social: Estadio José Alvalade - 1600 LISBOA
Matriculada na Conservatoria do Registo Comercial de Lisboa e Pessoa Colectiva nº. 503 994 499 (B.Identidade)
Capital Social: 39 000 0000 Euros Capital Proprio: (29 646 000) Euros
(Sociedade Aberta)
| Notas | EUR'000 30.Set.11 |
EUR'000 30.Set.10 |
|
|---|---|---|---|
| Proveitos operacionais | |||
| Prestações de serviços | 2 | 9.038 | 7.890 |
| Outros proveitos operacionais | 3 | 1.999 | 1.991 |
| Proveitos operacionais excluindo proveitos com transacções de passes de jogadores |
11.037 | 9.881 | |
| Custos operacionais | |||
| Fornecimentos e serviços externos | 4 | 4.921 | 3.941 |
| Custos com o pessoal | 5 | 9.063 | 6.657 |
| Amortizações excluindo depreciação do plantel | 263 | 2 3 |
|
| Provisões e perdas por imparidade excluindo plantel | 6 | 3 0 |
482 |
| Outros custos operacionais | 7 | 599 | 583 |
| Custos operacionais excluindo custos com transacções de passes de jogadores |
14.876 | 11.686 | |
| Resultados operacionais (excluindo transacções e depreciação de passes) | (3.839) | (1.805) | |
| Amortizações e perdas de imparidade com passes de jogadores | 8 | 4.466 | 4.140 |
| (Custos)/Proveitos com transacções de passes de jogadores | 9 | 1.466 | 18.239 |
| (3.000) | 14.099 | ||
| Resultados operacionais | (6.839) | 12.294 | |
| Custos e perdas financeiros | 1 0 |
(1.565) | (1.326) |
| Proveitos e ganhos financeiros | 1 0 |
635 | - |
| Resultados antes de impostos | (7.769) | 10.968 | |
| Impostos diferidos | - | 391 | |
| Resultado líquido do exercício | (7.769) | 10.577 | |
| Resultado por acção ( Euros) | 1 7 |
(0,20) | 0,50 |
Para ser lido com as notas anexas às demonstrações financeiras
| ACTIVO | Notas | EUR'000 30.Set.11 |
EUR'000 30.Jun.11 |
|---|---|---|---|
| Activo Não Corrente | |||
| Activos fixos tangíveis | 11 | 23.419 | 23.539 |
| Activos fixos intangíveis - Outros | 23 | - | |
| Activos fixos intangíveis - Valor do plantel | 12 | 55.465 | 33.360 |
| Outros activos não correntes-Entidades Relacionadas | 13 | 55.451 | 53.976 |
| Outros activos não correntes - Valores a receber | 13 | - | 1.900 |
| Total do Activo não corrente | 134.358 | 112.775 | |
| Activo Corrente | |||
| Clientes | 14 | 16.337 | 20.587 |
| Caixa e equivalentes de caixa | 15 | 1.120 | 156 |
| Outros devedores | 16 | 1.934 | 1.621 |
| Outros activos correntes | 17 | 6.606 | 1.353 |
| Total do Activo corrente | 25.997 | 23.717 | |
| Total do Activo | 160.355 | 136.492 | |
| Capital Próprio | |||
| Capital social | 18 | 39.000 | 39.000 |
| Prémios de emissão de acções | 18 | 6.500 | 6.500 |
| Valores Mobiliários Obrigatóriamente Convertíveis | 18 | 47.925 | 47.925 |
| Reservas e resultados acumulados | 18 | (123.071) | (79.080) |
| Resultado líquido do exercício | 18 | (7.644) | (43.991) |
| Total do Capital Próprio | (37.290) | (29.646) | |
| Passivo Não corrente | |||
| Provisões | 19 | 5.619 | 6.227 |
| Dívida financeira | 20 | 81.187 | 42.289 |
| Outros credores não correntes | 21 | 31.798 | 4.866 |
| Total do Passivo Não corrente | 118.604 | 53.382 | |
| Passivo Corrente | |||
| Dívida financeira | 20 | 24.184 | 53.271 |
| Fornecedores | 22 | 21.360 | 28.185 |
| Estado e outros entes públicos | 23 | 1.785 | 2.269 |
| Outros credores | 24 | 3.028 | 4.945 |
| Outros passivos correntes | 25 | 28.684 | 24.086 |
| Total Passivo corrente | 79.041 | 112.756 | |
| Total do Passivo | 197.645 | 166.138 | |
| Total do capital próprio e passivo | 160.355 | 136.492 |
Para ser lido com as notas anexas às demonstrações financeiras
| Total do Capital Próprio |
Capital Social |
Prémios Emissão de Acções |
Outros Instrum. Capital Próprio |
Reserva Legal |
Outras Reservas |
Resultados Acumulados |
|
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Saldo em 30 de Junho de 2010 | (42.442) | 42.000 | 6.500 | - | 3.506 | 5 | (94.453) |
| Reserva de Fusão | (9.836) | - | - | - | - | (9.836) | - |
| Redução do Capital Social | (21.000) | (21.000) | - | - | - | - | - |
| Aumento do Capital Social | 38.864 | 18.000 | - | - | - | (136) | 21.000 |
| Aumento Out. Inst. Cap.Próprio | 47.925 | - | - | 47.925 | - | - | - |
| Outras Variações no Cap. Próprio | 1 4 |
- | - | - | - | 1 4 |
- |
| Rendimento Integral: | |||||||
| Variação Reservas Justo Valor de Derivados | |||||||
| de Cobertura de Fluxo de Caixa | 820 | - | - | - | - | 820 | - |
| Resultado líquido do período | (43.991) | - | - | - | - | - | (43.991) |
| Saldo em 30 de Junho de 2011 | (29.646) | 39.000 | 6.500 | 47.925 | 3.506 | (9.133) | (117.444) |
| Resultado líquido do período | (7.644) | - | - | - | - | - | (7.644) |
| Saldo em 30 de Setembro de 2011 | (37.290) | 39.000 | 6.500 | 47.925 | 3.506 | (9.133) | (125.088) |
Para ser lido com as notas anexas às demonstrações financeiras
A SPORTING CLUBE DE PORTUGAL – Futebol, SAD (adiante designada apenas por "SCP Futebol, SAD" ou "Sociedade"), com sede social no Estádio José de Alvalade em Lisboa, foi constituída por escritura pública de 28 de Outubro de 1997, com um capital de 34,9 milhões de euros, com apelo à subscrição pública, regendo-se pelo regime jurídico especial estabelecido no Decreto-Lei nº 67/97, de 3 de Abril.
A Sociedade tem por objecto social a participação em competições profissionais de futebol, a promoção e organização de espectáculos desportivos e o fomento ou desenvolvimento de actividades relacionadas com a prática desportiva profissionalizada da modalidade de futebol.
Actualmente, o capital social da SAD é de Euros 39.000 milhares, representados por 39 milhões de acções com o valor nominal de 1 euros.
Em 30 de Novembro de 2010, a SCP Futebol SAD adquiriu ao Sporting Clube de Portugal e à Sporting SGPS, a totalidade do capital social da sociedade SCS - Sporting Comércio e Serviços, SA.
Em 30 de Novembro de 2010, a SCP Futebol SAD adquiriu ao Sporting Clube de Portugal e à Sporting SGPS, a totalidade do capital social da sociedade SCS - Sporting Comércio e Serviços, SA.
Posteriormente, foi efectuada a fusão por incorporação da SCS, SA na SCP Futebol SAD, atendendo ao facto de ambas as sociedades terem objectos sociais similares e existirem vantagens recíprocas na conjugação e concentração das respectivas actividades.
As demonstrações financeiras agora apresentadas reportam-se ao exercício findo em 30 de Junho de 2011 e foram preparadas de acordo com os IFRS que estão em vigor e que foram adoptados pela União Europeia.
As demonstrações financeiras apresentadas foram aprovadas em reunião do Conselho de Administração realizada em 8 de Setembro de 2011.
No âmbito do regulamento nº11/2005 emitido pela CMVM, a SCP Futebol, SAD a partir de 1 de Julho de 2007 (data de referência do primeiro exercício económico após 31 de Dezembro de 2006) apresenta as suas demonstrações financeiras de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro ("IFRS").
Os IFRS incluem as normas contabilísticas emitidas pelo International Accounting Standards Board ("lASB") e as interpretações emitidas pelo 'International Financial Reporting Interpretation Committeé' ("IFRIC"), e pelos respectivos órgãos antecessores.
No actual exercício a SCP Futebol, SAD adoptou normas e interpretações de aplicação obrigatória a partir de 1 de Julho de 2010. Essas normas apresentam-se discriminadas na alínea z). De acordo com as disposições transitórias dessas normas e interpretações, sempre que aplicáveis, são apresentados valores comparativos relativamente às novas divulgações exigidas.
As demonstrações financeiras estão expressas em milhares de euros, arredondado ao milhar mais próximo. Estas foram preparadas, no pressuposto da continuidade das operações, de acordo com o princípio do custo histórico, com excepção dos activos e passivos registados ao seu justo valor, nomeadamente instrumentos financeiros derivados, activos financeiros ao justo valor através dos resultados, investimentos disponíveis para venda e activos e passivos cobertos, na sua componente que está a ser objecto de cobertura, quando aplicável.
A preparação de demonstrações financeiras requer que a SCP Futebol, SAD efectue julgamentos e estimativas e utilize pressupostos que afectam a aplicação das políticas contabilísticas e os montantes de proveitos, custos, activos e passivos.
Os instrumentos financeiros derivados são reconhecidos na data da sua negociação ("trade date") pelo seu justo valor. Subsequentemente, o justo valor dos instrumentos financeiros derivados é reavaliado numa base regular, sendo os ganhos ou perdas resultantes dessa reavaliação registados directamente nos resultados do período, excepto no que se refere aos
derivados de cobertura de fluxos de caixa. O reconhecimento das variações de justo valor dos derivados de cobertura, nos resultados do período, depende do modelo de cobertura utilizado.
O justo valor dos instrumentos financeiros derivados corresponde ao seu valor de mercado, quando disponível, sendo na sua ausência determinado por entidades externas tendo por base técnicas de valorização aceites pelo mercado.
A SCP Futebol SAD utiliza instrumentos financeiros para cobertura do risco de taxa de juro, resultante da sua actividade de financiamento. Os derivados que não se qualificam como de cobertura no âmbito de aplicação da IAS 39 são registados como de negociação.
Os derivados de cobertura são registados ao seu justo valor e os ganhos ou perdas são reconhecidos de acordo com o modelo de contabilidade de cobertura adoptado pela Sociedade. Uma relação de cobertura existe quando:
As variações de justo valor dos derivados que se qualificam como de cobertura de fluxos de caixa, são reconhecidas por contrapartida de reservas.
Os valores acumulados em reservas são reclassificados para resultados do exercício nos períodos em que o item coberto afecta resultados.
Para que uma relação de cobertura seja classificada como tal, de acordo com a IAS 39, deve ser demonstrada a sua efectividade.
Assim, a Sociedade executa testes prospectivos na data de início da relação de cobertura e testes prospectivos e retrospectivos, quando aplicável, em cada data de balanço, de modo a demonstrar a sua efectividade mostrando que as alterações no justo valor do item coberto são compensadas por alterações no justo valor do instrumento de cobertura, no que diz respeito ao risco coberto.
Qualquer inefectividade apurada é reconhecida em resultados no momento em que ocorre.
Os activos tangíveis estão registados ao custo de aquisições deduzidas das amortizações acumuladas e líquidas de perdas por imparidade.
As amortizações são reconhecidas em resultados do exercício por duodécimos, em quotas constantes, durante o período de vida útil dos bens.
A SCP Futebol SAD efectua análises de imparidade quando existem indícios de que o respectivo activo possua um valor líquido contabilístico superior ao seu valor realizável estimado, devendo ser reconhecida uma perda por imparidade sempre que o valor líquido do activo exceda o seu valor recuperável. As perdas por imparidade são reconhecidas em resultados do período.
O valor recuperável é determinado como o mais elevado entre o seu preço de venda líquido e o seu valor de uso, sendo este calculado com base no valor actual dos fluxos de caixa futuros estimados que se esperam vir a obter do uso continuado do activo e da sua alienação no fim da sua vida útil.
Os ganhos ou perdas resultantes da venda ou abate do activo tangível, determinadas como a diferença entre o seu valor líquido contabilístico à data do abate ou alienação e o seu valor de venda são registados na demonstração dos resultados nas rubricas "Outros proveitos operacionais" ou "Outros custos operacionais".
Esta rubrica compreende os custos incorridos com a aquisição dos direitos desportivos dos jogadores profissionais de futebol ( Valor do Plantel ), e demais despesas relacionadas, tais
como as comissões de intermediação e os prémios de assinatura, líquidos de amortizações acumuladas e de perdas por imparidade. Desta forma, o custo de aquisição compreende as importâncias despendidas a favor da entidade transmitente do jogador e do intermediário na transacção.
Nas situações em que a percentagem dos direitos económicos detidos pela sociedade é inferior a 100%, tal significa que, apesar de deter na totalidade os direitos desportivos, a SCP Futebol, SAD celebrou com terceiros um contrato de partilha proporcional dos resultados inerentes à transacção futura destes direitos. Nestes casos, as mais ou menos valias geradas pela venda destes direitos económicos são reconhecidos em resultados em função do período de trabalho desportivo que os jogares mantêm com a SCP Futebol, SAD .
Por outro lado, nas situações em que a percentagem dos direitos económicos detidos pela sociedade é inferior a 100%, e a SCP Futebol, SAD não detêm os direitos desportivos, situações que têm origem na celebração com terceiros de contratos de partilha proporcional dos resultados inerentes à transacção futura destes direitos, a SCP Futebol, SAD mantém reconhecidos no seu balanço o valor dos direitos económicos que detém. Nestes casos, as mais ou menos valias geradas pela venda destes direitos económicos são reconhecidas em resultados.
Nas situações em que a SCP Futebol, SAD tem jogadores cedidos temporariamente a outras entidades, estes jogadores fazem parte do valor do plantel, desde que não se verifique uma venda efectiva dos mesmos.
Os custos incorridos com a renovação/prolongamento dos contratos de trabalho desportivo celebrados com os jogadores são igualmente registados nesta rubrica, sendo o novo valor líquido contabilístico amortizado em função do novo período do contrato.
Os direitos desportivos dos jogadores são amortizados por duodécimos, em quotas constantes, durante o período de vigência dos contratos, de acordo com a Lei nº 103/97 de 13 de Setembro.
Os encargos com a aquisição dos passes de atletas que se encontrem cedidos temporariamente a clubes terceiros permanecem registados como activos intangíveis no balanço da SCP, Futebol, SAD, mantendo-se o critério de amortização desses encargos pelo número de anos de contrato de trabalho desportivo.
O valor líquido desses passes de atletas está sujeito às mesmas políticas de imparidade que os restantes activos, pelo que as eventuais perdas estimadas, conforme referido anteriormente, são reconhecidas em resultados do período.
A SCP Futebol, SAD procede a testes de imparidade sempre que eventos ou circunstâncias indiciem que o valor contabilístico excede o valor realizável, sendo a diferença, caso exista, reconhecida em resultados do exercício.
As despesas de constituição são consideradas como custo do exercício.
As operações de locação são classificadas como locações financeiras ou locações operacionais, em função da sua substância e não da sua forma legal cumprindo os critérios definidos no IAS 17 - Locações. São classificadas como locações financeiras as operações em que os riscos e benefícios inerentes à propriedade de um activo são transferidos para o locatário. Todas as restantes operações de locação são classificadas como locações operacionais.
Os pagamentos efectuados à luz dos contratos de locação operacional são registados em custos nos períodos a que dizem respeito.
Os contratos de locação financeira são registados na data do seu início, no activo e no passivo, pelo custo de aquisição da propriedade locada, que é equivalente ao valor actual das rendas de locação vincendas. As rendas são constituídas (i) pelo encargo financeiro que é debitado em resultados e (ii) pela amortização financeira do capital que é deduzida ao passivo.
Os encargos financeiros são reconhecidos como custos ao longo do período da locação, a fim de produzirem uma taxa de juro periódica constante sobre o saldo remanescente do passivo em cada período.
Os empréstimos e valores a receber são registados ao custo de aquisição e posteriormente reconhecidos pelo método do custo amortizado. São activos correntes sempre que a sua a
maturidade é inferior a 12 meses da data do Balanço, e quando é superior a 12 meses da data do Balanço, são registados como activos não correntes.
Para os activos correntes não é aplicado o custo amortizado.
Com eventuais perdas por imparidade, são reconhecidas como custo na rubrica "Perdas por imparidade em contas a receber", reflectindo assim o seu expectável valor realizável líquido.
Os valores de outros devedores não correntes são reconhecidos ao custo amortizado.
Os Clientes e outros devedores são classificados, consoante a sua maturidade é inferior ou superior a 12 meses da data do Balanço, em activos corrente ou não correntes, respectivamente.
As dívidas de Clientes e outros devedores são registadas em activos correntes ou não correntes e são líquidas de eventuais perdas por imparidade reconhecidas como custo na rubrica "Perdas por imparidade em clientes", reflectindo assim o seu expectável valor realizável líquido.
Os saldos a receber de clientes que são titulados por letras descontadas e não vencidas à data de balanço são reconhecidos no balanço até ao momento do recebimento dos mesmos.
Os Fornecedores e outras dívidas a terceiros são classificados, consoante a sua maturidade é inferior ou superior a 12 meses da data do balanço, em passivos corrente ou não correntes, respectivamente.
Outras dívidas a terceiros não correntes são reconhecidas ao custo amortizado
A caixa e seus equivalentes englobam os valores registados no balanço com maturidade inferior a três meses e incluem a caixa e as disponibilidades em instituições de crédito, cujos valores são considerados na demonstração dos fluxos de caixa.
Os custos e proveitos são registados no período a que se referem, independentemente do seu pagamento ou recebimento, de acordo com o princípio contabilístico da especialização dos exercícios.
As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e as correspondentes receitas e despesas, são registadas nas rubricas de Outros Activos ou Passivos, conforme sejam valores a receber ou a pagar.
Os ganhos ou perdas com a alienação dos direitos dos jogadores corresponde à diferença entre o valor de venda, deduzido de custos associados, e o valor líquido contabilístico à data da venda.
Os ganhos decorrentes da cedência dos direitos económicos dos jogadores ao Sporting Portugal Fund são registados numa rubrica individualizada da demonstração de resultados – "(Custos)/Proveitos com transacções de jogadores" em "Cedência de direitos económicos ao Sporting Portugal Fund". De referir que os proveitos resultantes da celebração de contratos de associação de interesses económicos que consubstancia uma parceria de investimento com o fundo são reconhecidos em resultados em função do período de trabalho desportivo dos jogadores.
Esta rubrica inclui ainda os valores a entregar ao fundo provenientes das vendas de direitos de atletas a terceiras entidades, na parte proporcional dos direitos económicos cedidos ao fundo, e quando aplicável, deduzidos dos valores a suportar pelo fundo relativos ao custo da venda.
Na nota às demonstrações financeiras correspondente a esta rubrica são detalhados de forma desagregada os proveitos e os custos decorrentes da cedência de direitos ao fundo.
As receitas de bilheteira são reconhecidas como proveitos no momento em que os respectivos jogos se realizam.
As receitas decorrentes de reserva de Bilhetes de Época são reconhecidas ao longo da época desportiva em que o direito se vence.
Os proveitos com patrocínios, publicidade, direitos de transmissão televisiva de jogos de futebol e concessão de espaços, são reconhecidos de acordo com o período de duração dos respectivos contratos.
Por acordo celebrado com o Sporting Clube de Portugal, a Sociedade recebe 75% da quotização cobrada aos Sócios do Clube.
Os proveitos com participações em competições europeias são reconhecidos com a participação efectiva nessas mesmas competições.
Os proveitos decorrentes de compensações recebidas por cedência de jogadores a terceiros são reconhecidos com o respectivo compromisso contratual.
Os proveitos associados ao mecanismo de solidariedade, mediante o qual a entidade que formou o jogador tem direito ao ressarcimento em caso de transferência do mesmo, são reconhecidos no momento em que a SCP Futebol, SAD adquire o direito a receber a referida compensação.
As Férias, Subsídio de Férias e Subsídio de Natal são registados como custo do ano em que os colaboradores da SCP Futebol, SAD adquirem o direito ao seu recebimento.
Consequentemente, o valor de férias e de subsídio de férias vencido e não liquidado à data de 30 de Junho de 2010, foi estimado e incluído na rubrica Acréscimos de Custos.
As transacções em moeda estrangeira são inicialmente convertidas à taxa de câmbio da data da transacção. Os activos ou passivos monetários denominados em moeda estrangeira, que estão contabilizados ao custo histórico, são convertidos à taxa de câmbio da data de balanço.
As diferenças de câmbio resultantes da conversão são reconhecidas como custos ou proveitos do exercício.
Os activos ou passivos não monetários denominados em moeda estrangeira, registados ao custo histórico, são convertidos à taxa de câmbio da data da transacção.
Activos ou passivos registados ao justo valor são convertidos à taxa de câmbio da data em que o justo valor foi determinado.
No que diz respeito aos custos com jogadores cedidos a terceiros pela SCP Futebol, SAD, excepto os que fazem parte dos activos intangíveis, são reconhecidos de acordo com o respectivo compromisso contratual assumido.
Os impostos sobre lucros incluem o efeito dos impostos correntes e impostos diferidos. O imposto é reconhecido na demonstração de resultados, excepto quando relacionado com itens que sejam movimentados em capitais próprios, o que implica o seu reconhecimento em capitais próprios. Estes impostos diferidos são posteriormente reconhecidos em resultados no momento em que forem reconhecidos em resultados os ganhos ou perdas que lhes deram origem.
Os impostos correntes correspondem ao valor esperado a pagar sobre o rendimento tributável do período, utilizando a taxa de imposto em vigor ou substancialmente aprovada pelas autoridades à data de balanço e quaisquer ajustamentos aos impostos de períodos anteriores.
Os impostos diferidos são calculados de acordo com o método do passivo com base no balanço, sobre as diferenças temporárias entre os valores contabilísticos dos activos e passivos e a sua base fiscal, utilizando as taxas de imposto aprovadas ou substancialmente aprovadas à data do balanço e que se espera que venham a ser aplicadas quando as diferenças temporárias se reverterem.
Os activos por impostos diferidos são reconhecidos quando é provável a existência de lucros tributáveis futuros que absorvam as diferenças temporárias dedutíveis para efeitos fiscais (incluindo prejuízos fiscais reportáveis).
São constituídas provisões quando 1) existe uma obrigação presente, legal ou construtiva, 2) seja provável que o seu pagamento venha a ser exigido, 3) quando possa ser feita uma estimativa fiável do valor dessa obrigação.
Em resultado do Contrato Colectivo de Trabalho entre a Liga Portuguesa de Futebol Profissional e a FEPCES, o Sporting Clube de Portugal assumiu responsabilidades com complementos de pensões de reforma por velhice ou invalidez. Com a formação do Grupo Empresarial do Sporting Clube de Portugal, no qual se insere a SCP Futebol, SAD, os colaboradores que transitaram do Clube para esta mantiveram-se abrangidos pelo referido contrato, pelo que a SCP Futebol, SAD assumiu, também ela, as respectivas responsabilidades.
Estas responsabilidades configuram um plano de benefícios definidos, uma vez que o Plano garante aos colaboradores abrangidos uma pensão suplementar fixa, a acrescer à pensão que lhe venha a ser concedida pela Segurança Social.
Estas responsabilidades encontram-se provisionadas nas demonstrações financeiras, em conformidade com o previsto pela IAS 19.
A actualização destas responsabilidades é efectuada anualmente.
Os activos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras, sendo divulgados nas notas anexas quando for provável a existência de um benefício económico futuro.
Os activos contingentes são possíveis activos provenientes de acontecimentos passados e cuja existência somente será confirmada pela ocorrência ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sobre o controlo do SCP - Futebol, SAD.
Os ganhos prováveis não são reconhecidos mas sim divulgados nas notas quando for provável a existência de um benefício económico futuro.
São considerados passivos contingentes:
Os passivos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras da SCP Futebol, SAD sendo divulgados nas notas, quando a possibilidade de saída de fundos afectando benefícios económicos futuros seja possível.
Os passivos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras, sendo divulgados nas notas anexas quando a possibilidade de saída de fundos afectando benefícios económicos futuros seja apenas possível.
O resultado por acção resulta da divisão do resultado atribuível aos accionistas pelo número médio de acções ordinárias em circulação, excluindo assim, se aplicável, o número médio de acções próprias detidas.
Para o cálculo dos resultados por acção diluídos, o número médio ponderado de acções ordinárias em circulação é ajustado de forma a reflectir o efeito de todas as potenciais acções ordinárias diluidoras, como as resultantes de dívida convertível. O efeito da diluição traduz-se numa redução nos resultados por acção, resultante do pressuposto de que os instrumentos convertíveis são convertidos.
A SCP Futebol, SAD decidiu não apresentar informação por segmentos operacionais pelo facto de não identificar mais do que um segmento na sua actividade, de acordo com os requisitos da IFRS 8, pelo que a informação financeira disponibilizada coincide com o reporte por segmentos operacionais.
Os eventos após a data do balanço que proporcionem informação adicional sobre condições que existiam à data do balanço são reflectidos nas demonstrações financeiras.
Os eventos que após a data do balanço proporcionem informação sobre condições que ocorram após a data do balanço são divulgados nas notas às demonstrações financeiras, se materiais.
Os Instrumentos financeiros não derivados que contenham um passivo e uma componente de capital próprio (por exemplo, valores imobiliários obrigatoriamente convertíveis) são classificados como instrumentos financeiros compostos.
Para que estes instrumentos sejam considerados como instrumentos financeiros compostos, o número de acções a serem emitidas após a conversão é determinada na data da emissão e não varia com as alterações no seu justo valor.
A componente de passivo corresponde ao valor actual dos pagamentos futuros de juros, descontada à taxa de juro de mercado aplicável a passivos similares que não têm uma opção de conversão. A componente de capital próprio corresponde à diferença entre o total da emissão e o valor atribuído ao passivo. O custo dos juros é reconhecido em resultados, usando o método de taxa de juro efectiva.
A demonstração de fluxos de caixa é preparada segundo o método directo, através do qual são divulgados os recebimentos e pagamentos de caixa brutos em actividades operacionais, de investimento e financiamento.
As IFRS estabelecem um conjunto de tratamentos contabilísticos que requerem que o Conselho de Administração utilize o julgamento e faça as estimativas necessárias de forma a decidir qual o tratamento mais adequado.
As principais estimativas contabilísticas e julgamentos utilizados na aplicação dos princípios contabilísticos pela SCP Futebol, SAD são analisadas como segue, no sentido de melhorar o entendimento de como a sua aplicação afecta os resultados reportados e a sua divulgação.
Considerando que em algumas situações as normas contabilísticas permitem um tratamento alternativo em relação ao adoptado pelo Conselho de Administração, os resultados reportados poderiam ser diferentes caso um tratamento tivesse sido escolhido.
O Conselho de Administração considera que os critérios adoptados são apropriados e que as demonstrações financeiras apresentam de forma adequada a posição financeira da SCP Futebol, SAD e das suas operações em todos os aspectos materialmente relevantes.
Os resultados das alternativas analisadas de seguida são apresentados apenas para assistir o leitor no entendimento das demonstrações financeiras e não têm intenção de sugerir que outras alternativas ou estimativas são as mais apropriadas.
A SCP Futebol, SAD efectua uma revisão periódica do seu plantel de forma a validar a existência de perdas por imparidade, conforme referido na nota 1 alínea e).
O processo de avaliação do plantel de forma a determinar se uma perda por imparidade deve ser reconhecida é sujeito a diversas estimativas e julgamentos.
Este processo inclui factores, como por exemplo, surgimento de uma lesão, castigo, não convocatória continuada para os jogos, cedência temporária para outros clubes, rescisão dos contratos de trabalho desportivo até à data de aprovação das demonstrações financeiras e idade.
Metodologias alternativas e a utilização de outros pressupostos e estimativas poderiam resultar em níveis diferentes das perdas por imparidade reconhecidas, com o consequente impacto em resultados do exercício.
O justo valor é baseado em cotações de mercado, quando disponíveis, e na ausência de cotação é determinado com base na utilização de preços de transacções recentes, semelhantes e realizadas em condições de mercado ou com base em metodologias de avaliação, suportados em técnicas de fluxos de caixa futuros descontados considerando as condições de mercado, o valor temporal, a curva de rentabilidade e factores de volatilidade.
Estas metodologias podem requerer a utilização de pressupostos ou julgamentos na estimativa do justo valor.
Consequentemente, a utilização de diferentes metodologias ou de diferentes pressupostos ou julgamentos na aplicação de determinado modelo, poderia originar resultados financeiros diferentes daqueles reportados.
A determinação das responsabilidades por pensões de reforma e outros benefícios aos empregados requer a utilização de pressupostos e estimativas, incluindo a utilização de projecções actuárias, taxas de rentabilidade estimada dos investimentos, taxas de desconto e de crescimento das pensões e salários e outros factores que podem ter impacto nos custos e nas responsabilidades dos planos de pensões e dos planos de cuidados médicos.
As alterações a estes pressupostos poderiam ter um impacto significativo nos valores determinados.
As perdas por imparidade relativas a clientes são baseadas na avaliação efectuada pelo Conselho de Administração da probabilidade de recuperação dos saldos das contas a receber, antiguidade de saldos, anulação de dívidas e outros factores.
Existem determinadas circunstâncias e factos que podem alterar a estimativa das perdas por imparidade dos saldos das contas a receber face aos pressupostos considerados, incluindo alterações da conjuntura económica, das tendências sectoriais, da deterioração da situação creditícia dos principais clientes e de incumprimentos significativos. Este processo de avaliação está sujeito a diversas estimativas e julgamentos.
As alterações destas estimativas podem implicar a determinação de diferentes níveis de imparidade e, consequentemente, diferentes impactos nos resultados.
As estimativas consideradas pelo Conselho de Administração para a constituição das provisões reconhecidas têm por base a melhor informação disponível à data de aprovação das Demonstrações Financeiras.
Quaisquer alterações nos pressupostos considerados poderão resultar em estimativas diferentes.
A determinação do montante global de impostos sobre os lucros requer determinadas interpretações e estimativas. Existem diversas transacções e cálculos para os quais a determinação do valor final de imposto a pagar é incerto durante o ciclo normal de negócios. Outras interpretações e estimativas poderiam resultar num nível diferente de impostos sobre os lucros, correntes e diferidos, reconhecidos no período.
As Autoridades Fiscais têm a atribuição de rever o cálculo da matéria colectável efectuado pela Sociedade, durante um período de quatro ou seis anos, no caso de haver prejuízos fiscais reportáveis. Desta forma, é possível que haja correcções à matéria colectável, resultantes principalmente de diferenças na interpretação da legislação fiscal. No entanto, é convicção do Conselho de Administração, de que não haverá correcções significativas aos impostos sobre lucros registados nas demonstrações financeiras.
As normas contabilísticas e interpretações recentemente emitida que entraram em vigor e que a SCP Futebol, SAD aplicou na elaboração das suas demonstrações financeiras, podem ser analisadas como segue:
O International Accounting Standards Board (IASB) emitiu uma alteração ao IAS 39 instrumentos financeiros: reconhecimento e mensuração – activos e passivos elegíveis para cobertura a qual foi de aplicação obrigatória a partir de 1 de Julho de 2010.
Esta alteração clarifica a aplicação dos princípios existentes que determinam quais os riscos ou quais os cash flows elegíveis de serem incluídos numa operação de cobertura.
A Sociedade não teve quaisquer impactos decorrentes da adopção desta alteração.
As alterações ao IFRS 1 - Adopção pela primeira vez das normas internacionais de relato financeiro e ao IAS 27 - Demonstrações financeiras consolidadas e separadas foram efectivas a partir de 1 de Julho de 2009.
Estas alterações vieram permitir que as entidades que estão a adoptar as IFRS pela primeira vez na preparação das suas contas individuais adoptem como custo contabilístico (deemed cost) dos seus investimentos em subsidiárias, empreendimentos conjuntos e associadas, o respectivo justo valor na data da transição para os IFRS ou o valor de balanço determinado com base no referencial contabilístico anterior.
A Sociedade não teve quaisquer impactos decorrentes da adopção desta alteração.
O International Accounting Standards Board (IASB) emitiu em Janeiro de 2008 a IFRS 3 (Revista) - Concentrações de actividades empresariais, com data efectiva de aplicação obrigatória para exercícios com início a partir de 1 de Julho de 2009, sendo a sua adopção antecipada permitida.
Os principais impactos das alterações a estas normas correspondem: (i) ao tratamento de aquisições parciais, em que os interesses sem controlo (antes denominados de interesses minoritários) poderão ser mensurados ao justo valor (o que implica também o reconhecimento do goodwill atribuível aos interesses sem controlo) ou como parcela atribuível aos interesses sem controlo do justo valor dos capitais próprios adquiridos (tal como actualmente requerido); (ii) aos "step acquisition" em que as novas regras obrigam, aquando do cálculo do goodwill, à reavaliação, por contrapartida de resultados, do justo valor de qualquer interesse sem controlo detido previamente à aquisição tendente à obtenção de
controlo; (iii) ao registo dos custos directamente relacionados com uma aquisição de uma subsidiária que passam a ser directamente imputados a resultados; (iv) aos preços contingentes cuja alteração de estimativa ao longo do tempo passa a ser registada em resultados e não afecta o goodwill e (v) às alterações das percentagens de subsidiárias detidas que não resultam na perda de controlo as quais passam a ser registadas como movimentos de capitais próprios.
Adicionalmente, das alterações ao IAS 27 resulta ainda que as perdas acumuladas numa subsidiária passarão a ser atribuídas aos interesses sem controlo (reconhecimento de interesses sem controlo negativos) e que, aquando da alienação de uma subsidiária, tendente à perda de controlo qualquer interesse sem controlo retido é mensurado ao justo valor determinado na data da alienação.
A Sociedade não obteve quaisquer impactos significativos decorrentes da adopção desta norma revista.
| Prestação de serviços | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Set.10 |
|---|---|---|
| Quotizações | 1.044 | 942 |
| Direitos Televisivos | 3.336 | 2.792 |
| Bilheteira e Bilhetes de Época | 2.036 | 1.638 |
| Patrocinios e Publicidade | 2.040 | 1.953 |
| Merchandising e Licenciamento | 353 | 176 |
| Serviços Directos | 218 | 366 |
| Outras | 1 1 |
2 3 |
| Total | 9.038 | 7.890 |
As prestações de serviços com entidades relacionadas totalizam Euros 1.754 milhares em 30 de Setembro de 2011, e Euros 2.467 milhares em 30 de Setembro de 2010. (ver Nota 26)
Os direitos televisivos incluem, em 30 de Setembro de 2011, Euros 2.750 (30 Set 10 - Euros 2.571 milhares) respeitante ao contrato com a PPTV, SA, Euros 216 milhares (30 Set 10 - Euros 216 milhares) relativos ao Market Pool da Liga Europa, Euros 250 milhares referentes ao jogo de Play-off de acesso à fase de grupos da Liga Europa e Euros 120 milhares referente ao jogo de apresentação do Plantel para a presente época.
Os critérios de reconhecimento das prestações de serviços encontram-se descritos na nota 1 k) das políticas contabilísticas.
| Euros'000 | Euros'000 | |
|---|---|---|
| Outros proveitos operacionais | 30.Set.11 | 30.Set.10 |
| Participações nas Competições Europeias | 1.280 | 1.280 |
| Participações nas Competições Particulares | 476 | 445 |
| Cedência de Jogadores | 236 | - |
| Outras | 7 | 266 |
| Total | 1.999 | 1.991 |
O proveito relativo à participação nas competições europeias resulta de Euros 1.000 milhares de participação na fase de grupos da Liga Europa (30 Set 10 – Euros 1.000 milhares) e Euros 280 milhares de prémio de performance (2 vitórias) na fase de Grupos da Liga Europa (30 Set 10 - Euros 280 milhares – 2 vitórias).
O proveito relativo à participação nas competições particulares diz respeito ao jogo com a Juventus realizado no Canadá e à participação em Espanha no troféu Ramon Carranza.
| Fornecimentos e serviços externos | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Set.10 |
|---|---|---|
| Subcontratos | 2.386 | 2.402 |
| Trabalhos especializados | 167 | 108 |
| Organização de jogos | 408 | 240 |
| Deslocações e Estadas | 727 | 367 |
| Honorários | 250 | 321 |
| Comissões | 184 | 5 4 |
| Seguros | 112 | 9 0 |
| Equipamentos Desportivos | 302 | 200 |
| Publicidade e Propaganda | 9 7 |
2 4 |
| Outros FSE | 288 | 135 |
| Total | 4.921 | 3.941 |
A rubrica "Subcontratos" inclui transacções com entidades relacionadas que totalizam um montante de Euros 2.072 milhares em 30 de Setembro de 2011 (30 Set 10 - Euros 2.137 milhares). (Ver Nota 26)
A rubrica "Organização de jogos" inclui o cachet cobrado pelo Valência FC pela participação no jogo de apresentação do Plantel principal.
A rubrica "Deslocações e estadas" inclui os gastos com as deslocações ao Canadá e a Espanha no âmbito da participação em competições particulares, com o estágio de pré-época na Holanda e com as deslocações realizadas no âmbito da participação na Liga Europa.
A rubrica "Outros FSE" inclui os seguintes custos: Combustíveis e Outros Fluidos, Comunicações, Rendas e Alugueres e Conservação e Reparação.
| Custos com o Pessoal | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Set.10 |
|---|---|---|
| Remunerações Orgãos Sociais | 7 6 |
6 6 |
| Remuneração do Pessoal | 7.990 | 5.881 |
| Indemnizações | 1 0 |
- |
| Encargos com remunerações | 649 | 326 |
| Seguros | 298 | 204 |
| Outros | 4 0 |
180 |
| Total | 9.063 | 6.657 |
A rubrica Remunerações do Pessoal inclui remunerações variáveis que dizem respeito a prémios atribuídos aos atletas e equipa técnica pelo desempenho obtido, e prémios de performance incluídos em alguns contratos de trabalho, determinados em função do número de participações como titular da equipa nas diversas competições. Estas remunerações totalizam o montante de Euros 300 milhares (30 Set 11) e Euros 300 milhares (30 Set 10).
A rubrica Outros inclui indemnizações a atletas e equipa técnica no montante de Euros 11 milhares (30 Set 11) e Euros 131 milhares (30 Set 10).
| Provisões e perdas por imparidade excluindo custos | Euros'000 | Euros'000 |
|---|---|---|
| com transacções de jogadores | 30.Set.11 | 30.Set.10 |
| Ajustamentos de dívidas a receber | - | 462 |
| Provisão para complemento de Pensões de Reforma | 3 0 |
2 0 |
| Total | 3 0 |
482 |
A provisão para Pensões de reforma foi efectuada com base no Relatório Actuarial reportado a 30 de Junho de 2011.
| Outros custos operacionais | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Set.10 |
|---|---|---|
| Despesas com Transferências de Jogadores | 6 | 171 |
| Quotizações | 6 2 |
4 7 |
| Imposto de Selo | 5 4 |
4 7 |
| Multas e outras penalidades | 3 1 |
175 |
| Prospecção de Mercado | 297 | - |
| Outros | 149 | 143 |
| Total | 599 | 583 |
| Euros'000 | Euros'000 | |
|---|---|---|
| Amortizações e perdas por imparidade do plantel | 30.Set.11 | 30.Set.10 |
| Amortizações do exercício - Futebol profissional | 4.341 | 4.140 |
| Total | 4.341 | 4.140 |
A política contabilística adoptada está mencionada na nota 1 e).
Os custos e proveitos com transacções e abates de jogadores e corpo técnico, são analisados como segue: (ver Nota 12)
| (Custos)/Proveitos com transacções de jogadores | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Set.10 |
|---|---|---|
| Abate de direitos desportivos | (16) | - |
| Cedência de direitos económicos ao Sporting Portugal Fund | 666 | - |
| Venda de direitos desportivos | 816 | 18.239 |
| Total | 1.466 | 18.239 |
Os proveitos com cedência de direitos económicos ao Sporting Portugal Fund resultam do reconhecimento linear do proveito gerado com as cedências efectuadas ao fundo ao longo do período de contrato de trabalho desportivo que os jogadores celebraram com a Sociedade.
Os proveitos com vendas de direitos desportivos respeitam essencialmente à alienação dos direitos desportivos dos jogadores Helder Postiga, Yannick D'jalo e Simon Vukcevic.
Em 30 de Setembro de 2010, esta rubrica inclui as mais-valias realizadas na alienação dos direitos desportivos dos jogadores João Moutinho e Miguel Veloso.
| 30.Set.2011 | Euros'000 V.Venda |
Euros'000 Valor Bruto |
Euros'000 Amort.Acum. |
Euros'000 Valor Liq. |
Euros'000 +/- Valia |
|---|---|---|---|---|---|
| Alienações | /Abate 1.751 |
6.893 | (5.958) | 935 | 816 |
| Cedência de direitos económicos ao Sporting Portugal Fund | 666 | - | - | - | 666 |
| Abates | - | 1.602 | (1.586) | 1 6 |
(16) |
| Total | 1.751 | 8.495 | (7.544) | 951 | 1.466 |
| 30.Set.2010 | Euros'000 V.Venda |
Euros'000 Valor Bruto |
Euros'000 Amort.Acum. |
Euros'000 Valor Liq. |
Euros'000 +/- Valia |
|---|---|---|---|---|---|
| Alienações | /Abate 22.426 |
5.930 | (1.743) | 4.187 | 18.239 |
| Total | 22.426 | 5.930 | (1.743) | 4.187 | 18.239 |
| Custos e proveitos financeiros | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Set.10 |
|
|---|---|---|---|
| Custos e perdas financeiras: | |||
| Juros suportados | |||
| Empréstimos bancários | 350 | 152 | |
| Empréstimos obrigacionistas | 534 | 347 | |
| Desconto de títulos | 400 | - | |
| Outros | 143 | 4 2 |
|
| Desconto Financeiro | - | 664 | |
| Diferenças de câmbio desfavoráveis | 2 | 1 8 |
|
| Comissões Bancárias | 135 | 7 1 |
|
| Outros custos e perdas financeiras | 1 | 3 2 |
|
| Total | 1.565 | 1.326 | |
| Proveitos e ganhos financeiros: | |||
| Juros obtidos | 527 | - | |
| Diferenças de câmbio favoráveis | 8 | - | |
| Desconto Financeiro | 100 | - | |
| Total | 635 | - | |
| Resultado Financeiro | (930) | (1.326) |
A rubrica de juros obtidos diz respeito à remuneração da dívida de longo prazo das empresas do Grupo Sporting Clube de Portugal, cujo plano de pagamentos foi contratualizado no final de Setembro, com efeitos a 1 de Julho de 2011. (Ver Nota 13)
| Activos Tangíveis | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Jun.11 |
|---|---|---|
| Valor Bruto | 25.553 | 25.412 |
| Amortiz. Acumuladas e Perdas p/Imparidade | (2.134) | (1.873) |
| Total | 23.419 | 23.539 |
Os movimentos verificados nos Activos tangíveis estão demonstrados nos quadros que se seguem:
| 30.Junho.2011 | Euros'000 | Euros'000 | Euros'000 | Euros'000 | Euros'000 |
|---|---|---|---|---|---|
| 30.Jun.11 | Aumentos | Abates | Regulariz | 30.Set.11 | |
| Valor Bruto | |||||
| Terrenos | 1.379 | - | - | - | 1.379 |
| Edificios e Outras Construções | 21.626 | 6 5 |
- | - | 21.691 |
| Equipamento Básico | 1.611 | 104 | - | - | 1.715 |
| Equipamento Transporte | 358 | - | - | - | 358 |
| Equipamento Administrativo | 290 | - | - | - | 290 |
| Outros Activos Tangíveis | 120 | - | - | - | 120 |
| Investimentos em Curso | 2 8 |
- | - | (28) | - |
| 25.412 | 169 | - | (28) | 25.553 | |
| Amortiz. Acumuladas e Perdas p/Imparidade | |||||
| Edificios e Outras Construções | (772) | (204) | - | - | (976) |
| Equipamento Básico | (495) | (43) | - | - | (538) |
| Equipamento Transporte | (253) | (9) | - | - | (262) |
| Equipamento Administrativo | (256) | (4) | - | - | (260) |
| Outros Activos Tangíveis | (97) | (1) | - | - | (98) |
| (1.873) | (261) | - | - | (2.134) | |
| Valor Líquido | 23.539 | (92) | - | (28) | 23.419 |
| 30.Junho.2010 | Euros'000 30.Jun.10 |
Euros'000 Aumentos |
Euros'000 Abates |
Euros'000 Regulariz |
Euros'000 30.Jun.11 |
|---|---|---|---|---|---|
| Valor Bruto | |||||
| Terrenos | - | 1.379 | - | - | 1.379 |
| Edificios e Outras Construções | 175 | 21.451 | - | - | 21.626 |
| Equipamento Básico | 375 | 1.236 | - | - | 1.611 |
| Equipamento Transporte | 359 | - | (1) | - | 358 |
| Equipamento Administrativo | 277 | 1 3 |
- | - | 290 |
| Outros Activos Tangíveis | 114 | 6 | - | - | 120 |
| Investimentos em Curso | 7 | 2 1 |
- | - | 2 8 |
| 1.307 | 24.106 | (1) | - | 25.412 | |
| Amortiz. Acumuladas e Perdas p/Imparidade | |||||
| Edificios e Outras Construções | (28) | (744) | - | - | (772) |
| Equipamento Básico | (344) | (151) | - | - | (495) |
| Equipamento Transporte | (218) | (36) | 1 | - | (253) |
| Equipamento Administrativo | (237) | (19) | - | - | (256) |
| Outros Activos Tangíveis | (90) | (7) | - | - | (97) |
| (917) | (957) | 1 | - | (1.873) | |
| Valor Líquido | 390 | 23.149 | - | - | 23.539 |
| Valor do Plantel | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Jun.11 |
|---|---|---|
| Valor Bruto | 82.155 | 77.425 |
| Amortizações Acumuladas e Perdas por Imparidade | (26.690) | (44.065) |
| 55.465 | 33.360 |
Os movimentos verificados nos Activos tangíveis estão demonstrados nos quadros que se seguem:
| 30.Setembro.2011 | Euros'000 | Euros'000 | Euros'000 | Euros'000 | Euros'000 | Euros'000 |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 30.Jun.11 | Aumentos | Alienações | Abates | Imparidade | 30.Set.11 | |
| Valor Bruto | 77.425 | 27.397 | (6.893) | (15.774) | - | 82.155 |
| Amortiz. Acumuladas e Perdas por Imparidade | (44.065) | (4.340) | 5.957 | 15.758 | - | (26.690) |
| 33.360 | 23.057 | (936) | (16) | - | 55.465 | |
| 30.Junho.10 | Euros'000 | Euros'000 | Euros'000 | Euros'000 | Euros'000 | Euros'000 |
| 30.Jun.10 | Aumentos | Alienações | Abates | Imparidade | 30.Jun.11 | |
| Valor Bruto | 72.120 | 22.976 | (14.188) | (3.483) | - | 77.425 |
| Amortiz. Acumuladas e Perdas por Imparidade | (31.100) | (15.858) | 7.298 | 3.025 | (7.430) | (44.065) |
| 41.020 | 7.118 | (6.890) | (458) | (7.430) | 33.360 |
Em 30 de Setembro de 2011, o plantel da equipa de futebol profissional registado na Liga Portuguesa de Futebol Profissional é composto por 25 jogadores, dos quais 5 (20%) foram formados pela sociedade e 15 (60%) são jogadores internacionais que competem regularmente nos diversos escalões das respectivas selecções nacionais.
Os direitos desportivos e económicos destes jogadores do Plantel Principal da época 2011/2012 detidos pela SCP Futebol, SAD, e a duração do respectivo contrato, a 30 de Setembro de 2011 é a seguinte:
| Nome do Jogador | Fim contrato | % Passe Detida |
|---|---|---|
| Alberto Rodriguez | 2015 | 70% |
| Anderson Polga | 2012 | 100% |
| André Carrilho | 2016 | 30% |
| André Martins | 2014 | 40% |
| André Santos | 2014 | 30% |
| Bruno Pereirinha | 2013 | 100% |
| Daniel Carriço | 2013 | 100% |
| Diego Capel | 2016 | 80% |
| Diego Rubio | 2016 | 65% |
| Elias Trindade | 2016 | 50% |
| Emiliano Insua | 2016 | 85% |
| Evaldo Fabiano | 2014 | 90% |
| Fabian Rinaudo | 2015 | 35% |
| Jeffren Suarez | 2016 | 75% |
| João Pereira | 2014 | 80% |
| Marat Ismailov | 2015 | 100% |
| Marcelo Boeck | 2016 | 65% |
| Matias Fernandez | 2013 | 75% |
| Oguchi Onyew | 2014 | 80% |
| Ricky Wolfswinkel | 2016 | 35% |
| Rui Patrício | 2013 | 80% |
| Santiago Arias | 2016 | 100% |
| Stjn Schaars | 2014 | 100% |
| Tiago Ferreira | 2012 | 100% |
| Valeri Bojinov | 2016 | 100% |
Durante o 1º Trimestre de 2011/2012, destacam-se as seguintes ocorrências:
| Nome do Jogador | Fim contrato | % Passe Detida |
Clube |
|---|---|---|---|
| Adrien Silva | 2013 | 100% | Académica |
| Amiro Baldé | 2013 | 100% | Cercle Brugges |
| Atila Turan | 2016 | 90% | Beira Mar |
| Cedric Soares | 2013 | 70% | Académica |
| Celso Junior | 2012 | 100% | Targu Mures |
| Diogo Rosado | 2012 | 95% | Feirense |
| Diogo Salomão | 2014 | 20% | Deportivo Coruña |
| Edson Sitoé | 2014 | 40% | Olhanense |
| Eric Dier | 2014 | 50% | Everton |
| Jaime Valdes | 2013 | 100% | Parma |
| José Lopes | 2016 | 35% | Atlético Portugal |
| Juary Soares | 2013 | 50% | Sertanense |
| Leandro Grimmi | 2013 | 70% | Genk |
| Luis Ribeiro | 2014 | 50% | Sertanense |
| Marco Torsiglieri | 2014 | 50% | Metalist |
| Nuno Reis | 2013 | 100% | Cercle Brugges |
| Pedro Mendes | 2013 | 100% | Real Madrid |
| Renato Neto | 2014 | 40% | Cercle Brugges |
| Sinama Pongolle | 2013 | 100% | St. Etienne |
| Vitor Golas | 2014 | 100% | Penafiel |
| William Carvalho | 2014 | 60% | Fátima |
| William Owuso | 2014 | 60% | Westerloo |
| Wilson Eduardo | 2012 | 35% | Olhanense |
Parcerias e Contratos de Investimento - Tendo como finalidade aliviar o esforço financeiro correspondente ao investimento considerado imprescindível para o reforço da competitividade desportiva da equipa principal, manteve-se e aprofundou-se a política de parceria com Fundo " Quality Football Ireland Limitted (QFIL) que, na época passada havia já contratado 50% dos direitos económicos dos jogadores Marco Torsiglieri, Eric Dier e Tobias Figueiredo. Nesta época adquiriu metade dos direitos económicos detidos pela Sociedade dos jogadores Fabian Rinaudo, Ricky Van Wolfswinkel e Diego Rubio, estando ainda outros jogadores em negociação.
Ainda no âmbito das parcerias de investimento já referidas, a Sociedade informou o mercado em 8 de Julho de 2011, que havia sido autorizada a constituição do Fundo "SPORTING PORTUGAL FUND – Fundo Especial de Investimento Mobiliário Fechado", a ser gerido pela ESAF – Espírito Santo Fundos de Investimento Mobiliário SA, o qual foi constituído no dia 9 de Agosto de 2011 e integralmente subscrito pelo valor de 15 000 000€.
Em 30 de Setembro de 2011, tinham sido celebrados contratos de investimento associados a este fundo relativamente aos seguintes jogadores:
| Jogador | % Adquirida pelo Fundo |
Preço Pago pelo Fundo Euros'000 |
|---|---|---|
| André Santos | 50% | 1.750 |
| Diogo Salomão | 25% | 1.000 |
| Renato Neto | 40% | 800 |
| William Owuso | 40% | 400 |
| Wilson Eduardo | 40% | 600 |
| André Martins | 40% | 800 |
| José Lopes | 10% | 150 |
| William Carvalho | 40% | 400 |
| Jeffren Suarez | 25% | 1.375 |
| Diego Capel | 20% | 950 |
| André Carrilho | 20% | 600 |
| Fabian Rinaudo | 15% | 525 |
| Total | 9.350 |
| Outros activos não correntes | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Jun.11 |
|
|---|---|---|---|
| Valores a receber de entidades relacionadas | (ver nota 26) | 55.451 | 53.976 |
| Valores a receber de Vendas de Jogadores | - | 1.900 | |
| Total | 55.451 | 55.876 |
O Conselho de Administração da Sociedade contratualizou em final de Setembro de 2011 com o Sporting Clube de Portugal, um plano de pagamentos de longo prazo da dívida do grupo, o qual inclui uma remuneração à taxa euribor a 3 meses acrescida de um spread de 2,35 % em que se estabelecem os termos e condições de reembolso do referido montante, com efeitos a partir de 1 de Julho de 2011 (Ver nota 10).
| Euros'000 | Euros'000 | |
|---|---|---|
| Clientes | 30.Set.11 | 30.Jun.11 |
| Clientes Conta Corrente | 9.851 | 13.713 |
| Clientes-Letras a receber | - | 1.290 |
| Valores a receber de vendas de jogadores | 6.486 | 5.584 |
| Clientes cobrança duvidosa | 5.656 | 5.656 |
| Perdas por imparidade | (5.656) | (5.656) |
| Total | 16.337 | 20.587 |
Não se registou qualquer perda por imparidade no 1º Trimestre de 2011/12.
| Clientes | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Jun.11 |
||
|---|---|---|---|---|
| Actividades comerciais correntes | 9.851 | 13.713 | ||
| PT Corporativo | - | 1.076 | ||
| Unicer | - | 1.070 | ||
| American Life | 225 | - | ||
| Puma | 2.698 | 2.041 | ||
| Sportinveste Multimedia | 196 | - | ||
| PPTV, SA | 5.525 | 8.274 | ||
| Diversos | 1.207 | 1.252 | ||
| Vendas de Jogadores e Mecanismo Solidariedade | 6.486 | 5.584 | ||
| FC International Milan | - | 184 | ||
| Real Zaragoza | 1.000 | - | ||
| F C Porto, SAD | 3.400 | 3.400 | ||
| Genoa Cricket | 2.086 | 2.000 | ||
| Sub-Total | 16.337 | 19.297 | ||
| Letras a receber: | ||||
| F C Porto, SAD | - | 1.290 | ||
| Sub-Total | - | 1.290 | ||
| Total | 16.337 | 20.587 |
| Caixa e equivalentes de caixa | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Jun.11 |
|
|---|---|---|---|
| Cpósitos bancários à ordem | 1.120 | 156 | |
| Total | 1.120 | 156 |
| Euros'000 | Euros'000 | |
|---|---|---|
| Outros devedores | 30.Set.11 | 30.Jun.11 |
| Estado e outros entes públicos | 973 | 478 |
| Outros devedores | 961 | 1.143 |
| Total | 1.934 | 1.621 |
A rubrica "Estado e outros entes públicos" corresponde a pagamentos especiais efectuados por conta de IRC no montante de Euros 355 milhares (30.Jun.11 - Euros 300 milhares), retenções na fonte por terceiros no montante de Euros 16 milhares, e a IVA a recuperar no montante de Euros 602 milhares.
A rubrica Outros devedora inclui um saldo da Federação Portuguesa de Futebol de Euros 207 milhares (30 Jun 11 – Euros 272 milhares).
| Outros activos correntes | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Jun.11 |
|
|---|---|---|---|
| Acréscimos de rendimentos | |||
| Patrocinios e Publicidade | 121 | 2 5 |
|
| Direitos televisivos de competições particulares | 350 | - | |
| Market Pool | 216 | - | |
| Prémios Participação Liga Europa | 1.280 | - | |
| Vendas de direitos desportivos | 1.601 | 279 | |
| Juros c/corrente com entidades relacionadas | 527 | - | |
| Outros | 150 | 4 9 |
|
| Sub-total | 4.245 | 353 | |
| Gastos a reconhecer | |||
| Seguros | 6 9 |
- | |
| Patrocínio e publicidade | 303 | 1 | |
| Outros | 1.989 | 999 | |
| Sub-total | 2.361 | 1.000 | |
| Total | 6.606 | 1.353 |
Os acréscimos de rendimentos incluem transacções com entidades relacionadas no montante de Euros 31 milhares em 30 de Setembro de 2011 (30 Jun 11 – Euros 840 milhares). (Ver Nota 26)
Os acréscimos de rendimentos de vendas de direitos desportivos respeitam à alienação já contratualizada de passes de jogadores, mas ainda não facturadas.
Os gastos a reconhecer associados a Patrocínio e Publicidade incluem transacções com entidades relacionadas no montante de Euros 304 milhares (30 Jun 11 – Euros 211 milhares). (Ver Nota 26)
A rubrica "Outros" corresponde a gastos a reconhecer associados aos períodos seguintes, nomeadamente sobre serviços a serem prestados por terceiras entidades.
| Euros'000 | Euros'000 | |
|---|---|---|
| Capital próprio | 30.Set.11 | 30.Jun.11 |
| Capital Social | 39.000 | 39.000 |
| Prémios de emissão de acções | 6.500 | 6.500 |
| Reservas | (5.627) | (5.627) |
| Valores Mobiliários Obrigatóriamente Convertíveis | 47.925 | 47.925 |
| Resultados acumulados | (117.444) | (73.453) |
| Resultado líquido do exercício | (7.644) | (43.991) |
| Total | (37.290) | (29.646) |
A SPORTING CLUBE DE PORTUGAL – Futebol, SAD (adiante designado apenas por SCP Futebol, SAD ou Empresa) foi constituída por escritura pública de 28 de Outubro de 1997, com um capital de Euros 34,9 milhões, com apelo à subscrição pública, regendo-se pelo regime jurídico especial estabelecido no Decreto-Lei nº 67/97, de 3 de Abril.
Por escritura pública realizada em 31 de Julho de 2001, o capital social da sociedade foi elevado de Euros 34,9 milhões para 54,9 milhões.
Este aumento foi concretizado por conversão de créditos detidos pelo Sporting Clube de Portugal e SPORTING – Sociedade Gestora de Participações Sociais, SA, nos montantes parciais de Euros 3,05 milhões e 16,95 milhões, respectivamente.
Foi por escritura pública realizada em 31 de Julho de 2001 redenominado o capital social para Euros, mediante a aplicação do método padrão, convertendo o valor nominal de cada acção de mil escudos para 4,99 euros, com arredondamento para o cêntimo de euro mais próximo e consequente aumento de capital de Euros 22.230 milhares (Esc. 4 456 980), por contrapartida de resultados transitados, ascendendo o capital social da Empresa a Euros 54,9 milhões. A operacionalização da redenominação do capital foi concretizada em 11 de Outubro de 2001. Em 2 de Setembro de 2002 foram admitidas à negociação no Segundo Mercado as 4 milhões de acções correspondentes ao aumento do capital social atrás mencionado.
Por escritura pública realizada em 30 de Junho de 2004 o capital social foi reduzido de Euros 54,9 milhões para Euros 22 milhões, sendo a importância da redução de Euros 32,9 milhões destinada a cobertura de prejuízos da Sociedade verificados nos exercícios anteriores, efectuada de forma proporcional, mediante a redução do valor nominal das acções de 4,99 euros para 2 euros.
Por escritura pública realizada em 31 de Março de 2005 o capital social foi elevado de Euros 22 milhões para Euros 42 milhões. O aumento de capital foi efectuado mediante a emissão de 10 milhões de novas acções escriturais nominativas, com o valor nominal de 2 euros e um ágio de 0,65 euros cada.
Em 2 de Dezembro de 2010, procedeu-se ao registo comercial da deliberação de redução do capital social da SCP Futebol - SAD aprovada na Assembleia Geral da Sociedade de 9 de Setembro de 2010, de redução do capital social da Sporting, Futebol SAD para euros 21 milhões, representado por 21.000.000 de acções, com o valor nominal de euro cada.
Finalmente, por escritura pública realizada em 17 de Janeiro de 2011, o capital social foi elevado de euros 21 milhões para Euros 39 milhões, mediante novas entradas em dinheiro através da emissão de 18 milhões de novas acções ordinárias, escriturais e nominativas, com o valor nominal de 1 Euro cada, tendo o Sporting Clube de Portugal subscrito a quase totalidade das acções.
Em 14 de Janeiro de 2011 foi igualmente concluída a Oferta Pública de Subscrição respeitante à emissão de 55 milhões de Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis ("VMOC") com o valor nominal de um 1 Euro, a qual foi integralmente subscrita.
Tal como descrito na política contabilística v), a componente de capital desta emissão é de Euros 48.289 milhares e a componente de passivo financeiro é de Euros 6.711 milhares (ver Nota 20). Os custos incorridos com a operação de oferta pública de subscrição foram igualmente separados e contabilizados em componentes de capital e de passivo.
O capital Social é composto por:
| Categoria das Acções | Nrº. Acções | % |
|---|---|---|
| Categoria A | 9.849.622 | 25,26 |
| Categoria B | 29.150.378 | 74,74 |
| Total | 39.000.000 | 100,00 |
O resultado básico por acção do exercício é negativo em Euros 1,13 e o resultado por acção diluído é negativo em Euros 0,47.
O Sporting Clube de Portugal é titular da totalidade das acções da Categoria A (9.849.622 acções), auferindo dos seguintes direitos especiais:
Quando as acções da categoria A mudarem de titular passarão a ser acções da Categoria B. Não existem acordos parassociais.
Os membros do Conselho de Administração e Conselho Fiscal da SCP Futebol, SAD detêm à data de 30 de Junho de 2011 acções da própria sociedade, assim distribuídas:
| Membros dos Corpos Sociais da Sociedade detentores de Acções | Número de Acções |
|---|---|
| Membros do Conselho de Administração: | |
| Engº. Luis Filipe Fernandes David Godinho Lopes | 322 |
| Dr. Luis José Vieira Duque | 100 |
| Engº. José Filipe Melo e Castro Guedes | - |
| Membros do Conselho Fiscal: | |
| Engº. João Manuel de Melo Franco | 2 2 |
| Dr. Paulo Jorge Duarte Gil Galvão André | - |
| Dr. Jorge Salema Garção José de Mello | - |
| Dr. José Maria Espírito Santo Silva Ricciardi | 11.400 |
| Sociedade de Revisões Oficiais de Contas: | |
| KPMG & Associados - SROC S.A.representada por Dr. Vitor Ribeirinho | - |
As participações qualificadas são as constantes do seguinte quadro:
| Participações Qualificadas | Número de Acções |
% Direitos de Voto |
|
|---|---|---|---|
| Sporting Clube de Portugal: | |||
| Directamente: | 9.858.745 | 25,279% | |
| - Acções da categoria A | 9.849.622 | 25,255% | |
| - Acções da categoria B | 9.123 | 0,023% | |
| Através de: | |||
| Acções de categoria B | 24.976.893 | 64,043% | |
| Sporting SGPS | 24.962.270 | 64,006% | |
| Sporting - Património e Marketing, SA | 100 | 0,000% | |
| Engº. Luis Filipe Fernandes David Godinho Lopes | 322 | 0,001% | |
| Dr. Luis José Vieira Duque | 100 | 0,000% | |
| Engº. João Manuel de Melo Franco | 2 2 |
0,000% | |
| José Maria Espírito Santo Silva Ricciardi | 11.400 | 0,029% | |
| Paulo António Pereira Cristovão | 2 0 |
0,000% | |
| Aureliano Oliveira das Neves | 100 | 0,000% | |
| Ricardo Cordeiro Henriques Tomás | 2 2 |
0,000% | |
| Ana Margarida Melo de Castro Ulrich | 2.500 | 0,006% | |
| João Pedro Ferreira Adão e Silva | 3 7 |
0,000% | |
| Total imputável | 34.835.638 | 89,322% | |
| Joaquim Francisco Alves Ferreira de Oliveira | |||
| Através de Sportinveste SGPS, SA | 2.134.770 | 5,474% |
| Euros'000 | Euros'000 | |
|---|---|---|
| Provisões | 30.Set.11 | 30.Jun.11 |
| Provisão p/ Complementos de Pensões de Reforma | 888 | 874 |
| Provisão para outros riscos e encargos | 4.731 | 5.353 |
| Total | 5.619 | 6.227 |
A provisão para outros riscos e encargos foi constituída para fazer face a processos em curso, nomeadamente os relativos a matérias fiscais no montante de Euros 1.485 milhares, a Indemnizações decorrentes com revogação de contratos de trabalho desportivo no montante de 3.800 milhares e à cobertura de potenciais perdas decorrentes da actividade normal da Sociedade. O aumento da provisão para outros riscos e encargos inclui Euros 693 milhares que transitaram para SCP Futebol SAD em consequência da fusão da SCS, SA.
| Euros'000 | Euros'000 | |
|---|---|---|
| Empréstimos | 30.Set.11 | 30.Jun.11 |
| Medio e Longo Prazo | ||
| Empréstimo Obrigacionista | 20.000 | - |
| Valores Mobiliários Obrigatóriamente Convertíveis | 5.174 | 5.174 |
| Comissões | (903) | (35) |
| 24.271 | 5.139 | |
| Empréstimo Bancário | 25.835 | 22.835 |
| Letras/Garantias Bancárias Descontadas | 3.700 | 6.250 |
| Factoring | 25.825 | 5.290 |
| Leasings | 4.042 | 4.208 |
| Juros | (2.486) | (1.433) |
| 56.916 | 37.150 | |
| Total a Médio e Longo Prazo | 81.187 | 42.289 |
| Curto Prazo | ||
| Empréstimo Obrigacionista | - | 19.000 |
| Valores Mobiliários Obrigatóriamente Convertíveis | 1.537 | 1.537 |
| Comissões | - | (11) |
| Empréstimo Bancário | - | 4.284 |
| Letras/Garantias Bancárias Descontadas | 14.179 | 15.750 |
| Factoring | 3.250 | 3.250 |
| Leasings | 779 | 814 |
| Descoberto bancário | 5.627 | 8.175 |
| Juros | (1.188) | 472 |
| Total a Curto Prazo | 24.184 | 53.271 |
| Total | 105.371 | 95.560 |
No dia 18 de Julho de 2011 a Sociedade procedeu ao reembolso do Empréstimo Obrigacionista Sporting SAD/2011, no montante de 19 Milhões de Euros.
Em 20 de Julho de 2011, foi inteiramente subscrito o empréstimo obrigacionista no montante total de 20 milhões de euros com maturidade em 2014, em que a procura foi 1,59 vezes superior à oferta.
| Outros credores não correntes | Euros'000 | Euros'000 |
|---|---|---|
| 30.Set.11 | 30.Jun.11 | |
| Fornecedores | 7.274 | 984 |
| Valores a pagar de aquisições de jogadores | 9.989 | 3.089 |
| Outros credores não correntes-Associação em participação | 13.445 | - |
| Outras operações com o pesssoal | 1.090 | 793 |
| Total | 31.798 | 4.866 |
A rubrica "Fornecedores" respeita a comissões de intermediação, aquisição de direitos desportivos e económicos a terceiros (não clubes de Futebol) E AINDA A DIREITOS DE Imagem de jogadores.
A rubrica de "Valores a pagar de aquisições de jogadores" respeita às seguintes entidades:
| Euros'000 | Euros'000 | |
|---|---|---|
| Valores a pagar de aquisições de jogadores | 30.Set.11 | 30.Jun.11 |
| Conta Corrente: | ||
| Clube Atléctico de Madrid, SAD | 6.850 | - |
| S.C. Braga | - | 500 |
| Parma | 1.100 | 800 |
| Sub-Total | 7.950 | 1.300 |
| Letras a Pagar: | ||
| Clube Atléctico de Madrid, SAD | - | 2.000 |
| Futebol Club Barcelona | 1.250 | - |
| Sevilla Futebol Club | 1.000 | - |
| Sub-Total | 2.250 | 2.000 |
| Desconto Financeiro | (211) | (211) |
| Total | 9.989 | 3.089 |
A rubrica de "Outros credores – Associação em participação" diz respeito a montantes já recebidos previstos nos contratos celebrados com diversas entidades, referentes à partilha do valor resultante de alienações futuras de parte dos direitos económicos de alguns jogadores.
A rubrica "Outras operações com pessoal" inclui valores de prémios de assinatura a pagar a jogadores.
| Euros'000 | Euros'000 | |
|---|---|---|
| Fornecedores | 30.Set.11 | 30.Jun.11 |
| Fornecedores conta corrente | 10.469 | 11.673 |
| Valores a pagar de aquisições de jogadores | 4.298 | 12.823 |
| Fornecedores Letras a Pagar de Aquisição Jogadores | 5.450 | 3.010 |
| Fornecedores Letras a Pagar Outros | 1.104 | 640 |
| Adiantamentos de Clientes | 3 9 |
3 9 |
| Total | 21.360 | 28.185 |
| Estado e outros entes públicos | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Jun.11 |
|
|---|---|---|---|
| Retenção na fonte de IRS efectuada a terceiros | 1.379 | 1.897 | |
| Taxa social unica | 356 | 322 | |
| Imposto sobre o rendimento | 5 0 |
5 0 |
|
| Total | 1.785 | 2.269 |
O valor registado em Imposto sobre o rendimento corresponde à estimativa com o valor da tributação autónoma a pagar.
| Outros credores | Euros'000 30.Set.11 |
Euros'000 30.Jun.11 |
|---|---|---|
| Outras operações com o pesssoal | 2.642 | 3.742 |
| Outros credores | 386 | 1.203 |
| Total | 3.028 | 4.945 |
A rubrica outras operações com pessoal inclui o valor de prémios de assinatura a pagar a jogadores ainda não vencidos.
| Euros'000 | Euros'000 | |
|---|---|---|
| Outros passivos correntes | 30.Set.11 | 30.Jun.11 |
| Acréscimos de gastos | ||
| Férias e Subsídio de férias e Subsídio de natal | 341 | 342 |
| Indemnizações | 995 | 1.527 |
| Remunerações a liquidar | 2.056 | 1.755 |
| Prémios a pagar | 1.456 | 1.745 |
| Juros a liquidar | 813 | - |
| Outros | 828 | 305 |
| Subtotal | 6.489 | 5.674 |
| Rendimentos a reconhecer | ||
| Quotizações | 658 | 587 |
| Bilhetes de época | 5.615 | 5.892 |
| Patrocínios, publicidade e Royalties | 4.483 | 5.001 |
| Cedência temporária Jugadores - Fundo ESAF | 8.684 | - |
| Direitos Televisivos | 2.750 | 5.500 |
| Outros | 5 | 1.432 |
| Subtotal | 22.195 | 18.412 |
| Total | 28.684 | 24.086 |
Os rendimentos a reconhecer relativamente aos direitos televisivos resultam de valores facturados antecipadamente.
Os rendimentos a reconhecer associados a Quotizações, Publicidade, Patrocínios e Royalties, incluem transacções com entidades relacionadas no montante de Euros 3.090 milhares em 30 de Junho de 2011 (30 jun 11 - Euros 2.827 milhares). (ver Nota 26)
No âmbito do contrato celebrado com uma terceira entidade, a SCP, Futebol SAD recebeu antecipadamente o montante de Bilhetes de Época respeitante à época 2012/2013 (Euros 2.654 milhares).
Os rendimentos a reconhecer relativamente à cedência temporária de direitos desportivos ao Sporting Portugal Fund (ver Nota 9).
| Operações com entidades relacionadas | Euros'000 | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 30.Setembro.2011 | ||||||||
| SCP | SPM | SGPS | MM | Outras | Total | |||
| Fornecimentos e serviços Externos (Nota 4) | ||||||||
| Renda Estádio | - | 1.250 | - | - | - | 1.250 | ||
| Patrocínios + Publicidade | 231 | 275 | - | - | - | 506 | ||
| Royalties | 1 2 |
- | - | - | - | 1 2 |
||
| Redébito de Custos Partilhados | - | 151 | - | - | - | 151 | ||
| Gab.Imprensa | 1 0 |
- | - | - | - | 1 0 |
||
| Rel. Públicas | 8 | - | - | - | - | 8 | ||
| Operação/Manutenção | 4 | - | - | - | - | 4 | ||
| Redébito Custos | 3 4 |
9 7 |
- | - | - | 131 | ||
| Total | 299 | 1.773 | - | - | - | 2.072 | ||
| Prestação de serviços (Nota 2) | ||||||||
| Quotização | 1.044 | - | - | - | - | 1.044 | ||
| Patrocinios + Publicidade | - | 231 | - | - | - | 231 | ||
| Royalties | - | 250 | - | 3 1 |
- | 281 | ||
| Bilhetes de Época | - | 195 | - | - | - | 195 | ||
| Redébito Custos | - | 3 | - | - | - | 3 | ||
| Total | 1.044 | 679 | - | 3 1 |
- | 1.754 | ||
| Euros'000 30.Setembro.2011 |
||||||||
| Operações com entidades relacionadas | ||||||||
| Outros Activos não correntes (Nota 12) | ||||||||
| Valores a Receber | 41.091 | 12.940 | 1.230 | 175 | 1 5 |
55.451 | ||
| 41.091 | 12.940 | 1.230 | 175 | 1 5 |
55.451 | |||
| Outros Activos correntes (Nota 16) | ||||||||
| Acréscimos de Rendimentos | 3 1 |
- | - | - | - | 3 1 |
||
| Gastos a Recenhecer | 161 | 143 | - | - | - | 304 | ||
| 192 | 143 | - | - | - | 335 | |||
| Outros Passivos correntes (Nota 25) | ||||||||
| Rendimentos a Reconhecer | (658) | (224) | - | (2.208) | - | (3.090) | ||
| (658) | (224) | - | (2.208) | - | (3.090) | |||
| Operações com entidades relacionadas | Euros'000 30.Setembro.2010 |
|||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Fornecimentos e serviços Externos (Nota 4) | ||||||||
| Renda Estádio | - | 1.250 | - | - | - | 1.250 | ||
| Renda Academia | 255 | - | - | - | - | 255 | ||
| Patrocínios + Publicidade | 231 | 177 | - | - | - | 408 | ||
| Royalties | 1 8 |
- | - | - | - | 1 8 |
||
| Redébito de Custos Partilhados | - | 151 | - | - | - | 151 | ||
| Gab.Imprensa | 1 0 |
- | - | - | - | 1 0 |
||
| Rel. Públicas | 8 | - | - | - | - | 8 | ||
| Redébito Custos | 1 9 |
1 8 |
- | - | - | 3 7 |
||
| Total | 541 | 1.596 | - | - | - | 2.137 | ||
| Prestação de serviços (Nota 2) | ||||||||
| Quotização | 942 | - | - | - | - | 942 | ||
| Direitos Televisivos | - | - | - | - | 825 | 825 | ||
| Patrocinios + Publicidade | - | 465 | - | - | - | 465 | ||
| Royalties | - | - | - | 3 1 |
- | 3 1 |
||
| Bilhetes de Época | - | 204 | - | - | - | 204 | ||
| Total | 942 | 669 | - | 3 1 |
825 | 2.467 | ||
| Operações com entidades relacionadas | Euros'000 | |||||||
| 30.Junho.10 | ||||||||
| Outros Activos não correntes (Nota 12) | ||||||||
| Valores a Receber | 39.562 | 12.947 | 1.230 | 223 | 1 4 |
53.976 | ||
| 39.562 | 12.947 | 1.230 | 223 | 1 4 |
53.976 | |||
| Outros Activos correntes (Nota 16) | ||||||||
| Acréscimos de Proveitos | - | 2 5 |
- | - | - | 2 5 |
||
| Gastos a Recenhecer | - | 1 | - | - | - | 1 | ||
| - | 2 6 |
- | - | - | 2 6 |
|||
| Outros Passivos correntes (Nota 25) | ||||||||
| Rendimentos a Reconhecer | (587) | - | - | (2.240) | - | (2.827) | ||
| (587) | - | - | (2.240) | - | (2.827) |
SCP (Sporting Clube de Portugal) SPM (Sporting Património e Marketing, SA) MM (Sporting Multimédia, SA) SGPS (Sporting, SGPS)
Renda do Estádio - Foi celebrado com a Sporting Património e Marketing, SA (SPM) um contrato de cessão do direito de utilização do novo estádio, o qual garante à SCP Futebol, SAD o direito de utilização do estádio por 25 anos. Decorrente deste contrato é debitado pela SPM à SCP Futebol, SAD uma renda anual de Euros 5.000 milhares, com início em 01/JAN/2007.
Renda da Academia - O Sporting Clube de Portugal (SCP) cedeu à SCP Futebol, SAD o direito de exploração da Academia de Alcochete, tendo esta sociedade como objectivo a rentabilidade deste espaço, através de diversas iniciativas, cabendo à SCP Futebol, SAD reconhecer todos os proveitos assim obtidos. O SCP debitava à SCP Futebol, SAD uma renda anual pelo direito de exploração, no montante de Euros 1.020 milhares. Com o trespasse da Academia para a Sporting Futebol SAD este débito extinguiu-se.
Patrocínios e Publicidade - Os contratos de patrocínio e publicidade celebrados com clientes, por vezes, contêm contrapartidas para o SCP e para a SPM. Estas sociedades debitam à SCP Futebol, SAD as contrapartidas contratualmente definidas.
Royalties - O Sporting Clube de Portugal recupera junto da SCP Futebol, SAD, 25% dos royalties cobrados por esta sociedade à PUMA.
Serviços de operação e manutenção - No decurso da sua actividade o SCP incorre em custos com a operacionalidade e manutenção da Academia que são re-debitados à SCP Futebol, SAD no âmbito do contrato de cedência do direito de exploração.
Re-débito de Custos Partilhados - No exercício da sua actividade a SCP Futebol, SAD recorre aos serviços de suporte partilhados e disponibilizados pela estrutura da SPM, sendo debitado em valores mensais.
Quotização - Por acordo celebrado com o Sporting Clube de Portugal, a SCP Futebol, SAD recebe 75% da quotização cobrada aos Sócios do Clube.
Direitos Televisivos - Foi celebrado em 2001 com a Olivedesportos, SA, em regime de exclusividade, um contrato sobre os direitos de transmissão televisiva para as épocas de 2001/2002 a 2007/2008. Até ao exercício transacto, o pagamento dos direitos televisivos, por parte da Olivedesportos, era efectuado directamente à SPM, debitando a SCP Futebol, SAD a SPM por esse mesmo montante. A partir do exercício de 2008/2009, a SCS debita directamente os direitos à Olivedesportos, e a SAD recupera junto da SCS 30% dos mesmos a título de recuperação de despesas. A partir de Julho de 2010, a Olivedesportos foi substituída pela PPTV, SA, mantendo-se a recuperação de 30% pela SCP Futebol SAD junto da PPTV. Com a aquisição e fusão da SCS na SCP Futebol SAD, esta operação extingue-se, passando a SCP SAD a ser titular do contrato de direitos de transmissão televisiva celebrado com a PPTV.
Patrocínios e Publicidade - Ficaram estabelecidos em alguns contratos de publicidade e patrocínios, que a SCP Futebol, SAD tem direito a uma parte destes, pelo que debita a SPM e o SCP pelos respectivos valores.
Royalties - Foi celebrado um contrato entre a Sporting Multimédia, o SCP e a SCP Futebol, SAD de cedência, por 30 anos, de um conjunto de direitos a serem explorados através do site do Sporting. Como contrapartida desses direitos o SCP e a SCP Futebol, SAD terão direito a receber, conjuntamente, 52,5% das receitas anualmente obtidas pela Multimédia, sendo que destes 15% são devidos ao SCP e 85% à SCP Futebol, SAD.
Foi igualmente cedido à TBZ um contrato de cedência de exploração comercial, em regime de exclusividade da marca Sporting. Na sequência da venda da DE, a SAD recupera junto da SCS 30% do valor anual (Euros 1.000 milhares) deste contrato. O contrato foi rescindido com a TBZ em Dezembro de 2008, passando a gestão do mesmo a ser efectuado pela SPM, nas mesmas condições. Com a aquisição e fusão da SCS na SCP Futebol SAD, esta operação extingue-se, passando a SCP SAD a ser titular do proveito proveniente da SPM.
Bilhetes de Época - Uma das componentes do preço definido para os Camarotes e Business Seats são os Bilhetes de Época, sendo esta receita da SCP Futebol, SAD. Assim, é efectuado um débito pela SCP Futebol, SAD à SPM, correspondente ao valor de Bilhete de Época incluído nas vendas Lugares Especiais.
Valores a receber e pagar - Os saldos a receber e a pagar ao SCP, da SPM e da MM resultam das diversas operações correntes desenvolvidas entre a SAD e estas empresas e também de operações pontuais de apoio de tesouraria O Conselho de Administração da Sociedade irá finalizar a contratualização, até ao final de Setembro de 2011, com o Sporting Clube de Portugal, o plano de pagamentos de longo prazo, incluindo uma remuneração à taxa de mercado, já aprovada à data deste relatório, de modo a estabelecer os termos e condições de reembolso do referido montante, com efeitos a partir de 1 de Julho de 2011.
A Sporting Clube de Portugal - Futebol, SAD, doravante, designada, abreviadamente por SCP – Futebol, SAD vem cumprir os seus deveres de prestação de informação económica e financeira referente aos primeiros três meses do exercício em curso, período compreendido entre 1 de Julho de 2011 e 30 de Setembro de 2011, destacando em seguida os seguintes factos:
A variação no Activo da Sociedade é explicada pela variação nos activos intangíveis, reflectindo assim o investimento no reforço Plantel efectuado durante o trimestre nem análise.
A variação no Passivo da Sociedade é explicada pelo aumento da dívida financeira total, através da contratualização de contratos de factoring referentes a receitas futuras e pelo aumento de "Outros credores correntes", resultante dos contratos de parceria de investimento em direitos económicos de passes de jogadores.
A preparação da época 2011/2012 iniciou-se após a tomada de posse dos novos Administradores da Sociedade, no final de Março de 2011, mas prolongou-se pelo 1º trimestre da presente época, conforme consta do Relatório do Conselho de Administração relativo à época de 2010/2011.
No final da época de 2010/2011, e na sequência da recomposição dos órgãos sociais da SCP – Futebol, SAD decorrente da assembleia Geral Eleitoral do Sporting Clube de Portugal realizada em Março de 2011, foi contratado e nomeado Director-Geral de Futebol o Sr. Carlos Freitas.
A equipa técnica foi ainda reforçada com a contratação de Manuel Fernandes para Assessor do Conselho de Administração e de Paulo Meneses como Chief Scouter, a nomeação de Diogo Matos para o cargo de Director do Futebol Formação e ainda a contratação do novo treinador da equipa principal domingos Paciência, e dos seus adjuntos José Miguel Cardoso, João Carlos Costa, Rui santos, Jorge Domingues, Sérgio Vieira e Pedro Rebocho.
Já durante o trimestre em análise, foi contratado para exercer as funções de Treinador Principal da Equipa de Juniores "A", o Sr. Ricardo Sá Pinto.
Cessou funções como Director da Academia Sporting o Sr. Dr. Pedro Mil Homens, passando a exercer funções de Consultor na área de Internacionalização da Academia.
Com a cessão de funções do Dr. Gomes Pereira como Director Clínico da SCP, SAD e dos médicos Dr. Virgílio Abreu e Jacob Frischknecht, procedeu-se à recomposição da Direcção Clínica, em que o Dr. Frederico Varandas assumiu o cargo de Director Clínico, sendo coadjuvado pelo Dr. Nuno Oliveira e Dr. Pedro Pessoa, tendo ainda sido contratado um novo fisioterapeuta, Hugo Fontes, e um novo enfermeiro, Carlos Mota.
Na sequência da contratação da nova equipa técnica atrás referida, verificaram-se as seguintes movimentações ao nível do Plantel de jogadores:
A disputa do primeiro terço da Liga Nacional terminou em 6 de Novembro de 2011 (já depois de encerrado o 1º Trimestre).
No final do Trimestre a equipa (6ª Jornada) somava apenas 13 pontos e estava no 6º lugar. Á 10ª Jornada somava 23 pontos, estando em 2º lugar a um ponto do FC Porto e do Benfica
A equipa conseguiu o apuramento para a participação na fase de grupos da Liga Europa. No play-off eliminou o FC Nordsjælland com os resultados de (0-0) na Dinamarca e (2-1) em Lisboa.
Na fase de grupos o sorteio ditou que a SCP – Futebol, SAD se defrontasse com o F.C. Zurich da Suiça, Lazio de Itália e o FC Vaslui da Roménia.
Em 20 de Outubro de 2011, no final da 1ª volta da fase de grupos, a SCP - Futebol, SAD somava 3 vitórias e era líder do grupo, tendo garantido o acesso ao 1/16 da final da competição.
No dia 3 Novembro, já na 2ª volta da fase de Grupos, perdeu com o FC Vaslui num jogo disputado na Roménia por (1-0), tendo no entanto mantido a liderança do Grupo.
Já após o termo do trimestre, a equipa eliminou o Famalicão na 3ª Eliminatória da Taça de Portugal, disputada no dia 15 de Outubro de 2010. No dia 20 de Novembro fica apurada para os oitavos de final, eliminando o Sporting de Braga, no jogo em casa, com o resultado de 2-0, ficando assim apurada para os oitavos de final.
No dia 18 de Julho de 2011 a Sociedade procedeu ao reembolso do Empréstimo Obrigacionista Sporting SAD/2011, no montante de 19 Milhões de Euros.
Em 20 de Julho de 2011, foi inteiramente subscrito, com uma procura de 59,07 % superior à oferta, um novo Empréstimo Obrigacionista denominado Sporting SAD/2014. Este empréstimo tem maturidade em 2014 e foi emitido no montante total de 20 Milhões de Euros.
Tendo como finalidade aliviar o esforço financeiro correspondente ao investimento considerado imprescindível para o reforço da competitividade desportiva da equipa principal, manteve-se e aprofundou-se a política de parceria com Fundo " Quality Football Ireland Limitted (QFIL) que, na época passada havia já contratado 50% dos direitos económicos dos jogadores Marco Torsiglieri, Eric Dier e Tobias Figueiredo. Nesta época adquiriu metade dos direitos económicos detidos pela Sociedade dos jogadores Fabian Rinaudo, Ricky Van Wolfswinkel, Diego Rubio e Elias Trindade, estando ainda outros jogadores em negociação. Ainda no âmbito das parcerias de investimento já referidas, a Sociedade informou o mercado em 8 de Julho de 2011, que havia sido autorizada a constituição do Fundo "SPORTING PORTUGAL FUND – Fundo Especial de Investimento Mobiliário Fechado", a ser gerido pela ESAF – Espírito Santo Fundos de Investimento Mobiliário SA, o qual foi constituído no dia 9 de Agosto de 2011 e integralmente subscrito pelo valor de 15 000 000€.
Até esta data, foram incluídos no Fundo, através de contratos de investimento, os seguintes jogadores: André Santos, Diogo Salomão, Renato Neto, William Owusu, Wilson Eduardo, André Martins, José Lopes "Zézinho" e William Carvalho.
O Conselho de Administração da Sociedade contratualizou, no final de Setembro de 2011, com o Sporting Clube de Portugal, um plano de pagamentos de longo prazo da dívida do grupo, o qual inclui uma remuneração à taxa euribor a 3 meses acrescida de um spread de 2,35 % em que se estabelecem os termos e condições de reembolso do referido montante, com efeitos a partir de 1 de Julho de 2011.
Lisboa, 25 de Novembro de 2011
O Conselho de Administração
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