Quarterly Report • May 28, 2007
Quarterly Report
Open in ViewerOpens in native device viewer
2006
Portugal Telecom, SGPS, SA
Sociedade aberta - Avenida Fontes Pereira de Melo, 40 •1069-300 Lisboa - Capital social: 395.099.775 euros Matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa e Pessoa Colectiva nº 503 215 058
| Relatório de gestão | 2 |
|---|---|
| Introdução Síntese da actividade Informações legais Proposta de aplicação de resultados Eventos do exercício e desenvolvimentos recentes |
2 2 3 3 4 |
| Demonstrações financeiras | 5 |
| Relatório e parecer do Conselho Fiscal | 57 |
| Certificação legal das contas | 61 |
| Relatório dos auditores | 65 |
| Extracto da Acta da Assembleia Geral Anual | 69 |
O relatório de gestão relativo à actividade consolidada da Portugal Telecom, SGPS, S.A. faz ampla referência a todos os aspectos relativos à evolução dos vários negócios desenvolvidos pelas diferentes empresas do Grupo durante o exercício de 2006, pelo que, sobre essas matérias, nos permitimos remeter os Senhores Accionistas para a leitura do mesmo.
As demonstrações financeiras individuais foram preparadas de acordo com as políticas contabilísticas geralmente aceites em Portugal ("PGAAP"), ao invés das demonstrações financeiras consolidadas que foram preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro adoptadas pela União Europeia ("IFRS"), conforme normativo aplicável às empresas cotadas em bolsas de valores da União Europeia. A reconciliação do valor do capital próprio em 31 de Dezembro de 2006 e do resultado líquido do exercício findo nessa data, atribuíveis aos accionistas da Empresa, entre as demonstrações financeiras individuais (em PGAAP) e as consolidadas (em IFRS) é conforme segue:
| Resultado líquido |
Capital próprio | |
|---|---|---|
| Em PGAAP | 658.585.998 | 3.205.584.649 |
| Benefícios de reforma (IAS 19) | 150.487.828 | (861.396.678) |
| Amortização de goodwill e licenças (IAS 36 e 38) | 77.460.959 | 151.614.453 |
| Instrumentos financeiros (IAS 32 e 39) | (20.716.588) | (167.171.281) |
| Despesas de instalação e investigação e desenvolvimento (IAS 38) | 7.104.375 | (5.561.799) |
| Provisão para reestruturação (IAS 37) | (2.039.958) | 569.409 |
| Alocação do goodwill gerado na aquisição de empresas (IFRS 3) | (1.652.239) | (4.040.258) |
| Transacções de sale and lease back (IAS 17) | (1.611.943) | (40.863.459) |
| Desmantelamento e remoção de activos (IAS 16) | (1.418.643) | (23.058.399) |
| Reconhecimento da receita (IAS 18) | 559.868 | (426.907) |
| Em IFRS | 866.759.657 | 2.255.249.730 |
O volume de negócios da sociedade, em termos individuais, advém exclusivamente da prestação de serviços de gestão às empresas do Grupo, tendo-se cifrado, no exercício de 2006, em cerca de 7 milhões de Euros.
Considerando que:
O Conselho de Administração propõe que:
Do remanescente da afectação do resultado líquido do exercício acima mencionada, sejam pagos aos accionistas 536.206.837,50 Euros (correspondendo a 47,5 cêntimos de Euro por acção, relativamente ao número total de acções emitidas) e sejam transferidos para resultados transitados 119.292.947,46 Euros;
Não sendo possível determinar com exactidão o número de acções próprias que estarão em carteira à data do pagamento acima referido sem limitar a capacidade de intervenção da Sociedade, a verba global de 536.206.837,50 Euros prevista no parágrafo anterior, calculada na base de um montante unitário por acção emitida (no caso, 47,5 cêntimos de Euro por acção), seja objecto de distribuição da seguinte forma:
Os eventos do exercício e desenvolvimentos recentes encontram-se descritos no relatório de gestão do relatório e contas consolidadas da Portugal Telecom, SGPS, S.A.
Lisboa, 21 de Março de 2007.
O Conselho de Administração
Demonstrações financeiras
(Montantes expressos em Euros)
| 2006 | 2005 | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Activo | Amortizações | Activo | Activo | |||
| Activo | Notas | bruto | e ajustamentos | líquido | líquido | |
| IMOBILIZADO: | ||||||
| Imobilizações incorpóreas: | ||||||
| Despesas de Investigação e desenvolvimento | 10 | 7.305.329 | (4.291.127) | 3.014.202 | 4.823.747 | |
| Propriedade industrial e outros direitos | 10 | 626.704 | (350.856) | 275.848 | 378.608 | |
| Trespasses | 9,10 | 566.522.581 | (136.565.983) | 429.956.598 | 463.053.414 | |
| Imoblizações em curso | 10 | - 574.454.614 |
- (141.207.966) |
- 433.246.648 |
185.000 468.440.769 |
|
| Imobilizações corpóreas: | ||||||
| Edifícios e outras construções | 10 | 111.715 | (3.103) | 108.612 | 39.800 | |
| Equipamento de transporte | 10 | 2.529.884 | (1.322.088) | 1.207.796 | 1.376.329 | |
| Ferramentas e utensílios | 10 | 574 | (574) | - | - | |
| Equipamento administrativo | 10 | 828.193 | (789.372) | 38.821 | 1.327.641 | |
| Outras imobilizações corpóreas | 10 | 1.045.754 | (7.362) | 1.038.392 | 1.002.093 | |
| Imobilizações em curso | 10 | - | - | - | - | |
| 4.516.120 | (2.122.499) | 2.393.621 | 3.745.863 | |||
| Investimentos financeiros: | ||||||
| Partes de capital em empresas do grupo | 10,16 | 833.757.548 | - | 833.757.548 | 2.206.735.390 | |
| Empréstimos a empresas do grupo | 10,16 | 9.469.993.159 | - | 9.469.993.159 | 2.817.194.727 | |
| Partes de capital em empresas associadas | 10,16 | 43.346.167 | - | 43.346.167 | 39.816.078 | |
| Empréstimos a empresas associadas | 10,16 | 35.318.668 | - | 35.318.668 | 30.793.746 | |
| Partes de capital em outras empresas | 10,16 | 80.298.048 | (1.995.192) | 78.302.856 | 56.803.537 | |
| Outros empréstimos concedidos | 10,16 | 3.574.300 | (3.292.066) | 282.234 | 282.234 | |
| Títulos e outras aplicações financeiras | 10 | - | - | - | 2.655.000 | |
| Adiantamentos por conta de investimentos financeiros | 10,16 | 1.382.000 | - | 1.382.000 | 1.350.000 | |
| 10.467.669.890 | (5.287.258) | 10.462.382.632 | 5.155.630.712 | |||
| CIRCULANTE: | ||||||
| Dívidas de terceiros - curto prazo: | ||||||
| Empresas do grupo | 16 | 338.531.706 | - | 338.531.706 | 275.633.074 | |
| Empresas participadas e participantes | 8.242.536 | - | 8.242.536 | 6.396.636 | ||
| Adiantamentos a fornecedores | 159.666 | - | 159.666 | 99.527 | ||
| Estado e outros entes públicos | 49 | 15.896.153 | - | 15.896.153 | 10.704.433 | |
| Outros devedores | 5.359.284 | - | 5.359.284 | 5.244.186 | ||
| 368.189.345 | - | 368.189.345 | 298.077.856 | |||
| Títulos negociáveis: | ||||||
| Outros títulos negociáveis | 51 | 389.079.666 | - | 389.079.666 | 420.057.134 | |
| Outras aplicações de tesouraria | 51 | 919.566.991 | - | 919.566.991 | 1.073.113.162 | |
| 1.308.646.657 | - | 1.308.646.657 | 1.493.170.296 | |||
| Depósitos bancários e caixa: | ||||||
| Depósitos bancários | 55 | 85.467.015 | - | 85.467.015 | 98.512.496 | |
| Caixa | 55 | 2.000 | - | 2.000 | 20.000 | |
| 85.469.015 | - | 85.469.015 | 98.532.496 | |||
| Acréscimos e diferimentos: | ||||||
| Acréscimos de proveitos | 52 | 14.793.120 | 14.793.120 | 16.450.542 | ||
| Custos diferidos | 52 | 1.655.478 | 1.655.478 | 2.941.142 | ||
| Activos por impostos diferidos | 6 | 15.076.411 | 15.076.411 | 161.895.276 | ||
| 31.525.009 | 31.525.009 | 181.286.960 | ||||
| Total de amortizações | (143.330.465) | |||||
| Total de ajustamentos | (5.287.258) | |||||
| Total do activo | 12.840.470.650 | (148.617.723) | 12.691.852.927 | 7.698.884.952 |
O anexo faz parte integrante do balanço em 31 de Dezembro de 2006.
(Montantes expressos em Euros)
| Capital Próprio e Passivo | Notas | 2006 | 2005 |
|---|---|---|---|
| CAPITAL PRÓPRIO: | |||
| Capital | 35,36,40 | 395.099.775 | 1.128.856.500 |
| Prémios de emissão de acções | 40 | - | 91.704.891 |
| Ajustamentos de partes de capital em filiais e associadas | 40 | (6.784.237) | 881.218.517 |
| Reservas: | |||
| Reserva legal | 40 | 82.706.881 | 179.229.361 |
| Outras reservas | 40 | 1.078.257.319 | 131.272.144 |
| Resultados transitados | 40 | 997.718.913 | 238.974.490 |
| Resultado líquido do exercício Total do capital próprio |
40 | 658.585.998 3.205.584.649 |
500.021.577 3.151.277.480 |
| PASSIVO: | |||
| Provisões : | |||
| Provisões para impostos | 34 | 15.053.536 | 5.012.148 |
| Outras provisões | 34 | 484.570.549 | 860.737.818 |
| 499.624.085 | 865.749.966 | ||
| Dívidas a terceiros - médio e longo prazo: | |||
| Dívidas a instituições de crédito | 48 | 620.965.775 | 714.738.150 |
| Outros empréstimos obtidos | 48 | 1.125.450.000 | 1.199.553.000 |
| Fornecedores de imobilizado - conta corrente | 15 | 777.584 | 715.994 |
| 1.747.193.359 | 1.915.007.144 | ||
| Dívidas a terceiros - curto prazo: | |||
| Empréstimos por obrigações convertíveis | 48 | - | 390.335.000 |
| Dívidas a instituições de crédito | 48 | 93.772.376 | 80.279.225 |
| Outros empréstimos obtidos | 48 | 749.411.565 | 574.774.497 |
| Fornecedores - conta corrente | 13.256.899 | 13.366.594 | |
| Fornecedores - facturas em recepção e conferência | 198.386 | 188.350 | |
| Empresas do grupo | 16 | 540.626.362 | 349.291.440 |
| Empresas participadas e participantes | - | 5.068.552 | |
| Outros accionistas | 645.428 | 625.370 | |
| Fornecedores de imobilizado - conta corrente | 15 | 594.351 | 753.365 |
| Estado e outros entes públicos | 49 | 113.935.277 | 1.741.323 |
| Outros credores | 1.451.611 | 9.019.515 | |
| 1.513.892.255 | 1.425.443.231 | ||
| Acréscimos e diferimentos: | |||
| Acréscimos de custos | 52 | 91.530.705 | 66.417.124 |
| Proveitos diferidos | 52 | 5.627.960.165 | 902.266 |
| Passivos por impostos diferidos | 6 | 6.067.709 | 274.087.741 |
| 5.725.558.579 | 341.407.131 | ||
| Total do passivo | 9.486.268.278 | 4.547.607.472 | |
| Total do capital próprio e do passivo | 12.691.852.927 | 7.698.884.952 |
O anexo faz parte integrante do balanço em 31 de Dezembro de 2006.
(Montantes expressos em Euros)
| Notas | 2006 | 2005 | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| CUSTOS E PERDAS | ||||||
| Fornecimentos e serviços externos | 19.765.782 | 25.070.301 | ||||
| Custos com o pessoal: | ||||||
| Remunerações | 29.247.546 | 19.062.904 | ||||
| Encargos sociais: | ||||||
| Outros | 1.644.514 | 30.892.060 | 2.751.777 | 21.814.681 | ||
| Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo | 10 | 3.505.295 | 2.603.405 | |||
| Provisões | 34 | 11.233.329 | 14.738.624 | 6.459.810 | 9.063.215 | |
| Impostos | 4.762.433 | 3.801.046 | ||||
| Outros custos e perdas operacionais | 298.624 | 5.061.057 | 426.211 | 4.227.257 | ||
| (A) | 70.457.523 | 60.175.454 | ||||
| Amortizações e ajustamentos de investimentos financeiros | 45 | 32.026.949 | 37.191.683 | |||
| Perdas em empresas do grupo e associadas | 45 | 62.939.343 | 52.084.341 | |||
| Juros e custos similares: | ||||||
| Relativos a empresas do grupo | 10.770.703 | 8.069.245 | ||||
| Outros | 45 | 121.230.642 | 226.967.637 | 133.281.527 | 230.626.796 | |
| (C) | 297.425.160 | 290.802.250 | ||||
| Custos e perdas extraordinários | 46 | 171.108.685 | 27.761.868 | |||
| (E) | 468.533.845 | 318.564.118 | ||||
| Imposto sobre o rendimento do exercício | 6 | (320.944.240) | (6.864.522) | |||
| (G) | 147.589.605 | 311.699.596 | ||||
| Resultado líquido do exercício | 658.585.998 | 500.021.577 | ||||
| 806.175.603 | 811.721.173 | |||||
| PROVEITOS E GANHOS | ||||||
| Prestações de serviços | 7.310.530 | 12.640.134 | ||||
| Proveitos suplementares | 99.765 | 341.918 | ||||
| (B) | 7.410.295 | 12.982.052 | ||||
| Rendimentos de participações de capital | 45 | 1.357.000 | 2.279.386 | |||
| Ganhos em empresas do grupo e associadas | 45 | 676.561.613 | 596.682.104 | |||
| Outros juros e proveitos similares: | ||||||
| Relativos a empresas do grupo | 8.506.578 | 8.194.546 | ||||
| Outros | 45 | 111.014.374 | 797.439.565 | 132.684.518 | 739.840.554 | |
| (D) | 804.849.860 | 752.822.606 | ||||
| Proveitos e ganhos extraordinários | 46 | 1.325.743 | 58.898.567 | |||
| (F) | 806.175.603 | 811.721.173 | ||||
| Resultados operacionais: | (B) - (A) | (63.047.228) | (47.193.402) | |||
| Resultados financeiros: | (D-B) - (C-A) | 570.471.928 | 509.213.758 | |||
| Resultados correntes: | (D) - ( C) | 507.424.700 | 462.020.356 | |||
| Resultados antes de impostos: | (F) - ( E) | 337.641.758 | 493.157.055 | |||
| Resultado líquido do exercício: | (F) - (G) | 658.585.998 | 500.021.577 |
O anexo faz parte integrante da demonstração dos resultados por naturezas para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2006.
| Nota 54 | 2006 | 2005 | |
|---|---|---|---|
| Vendas e prestações de serviços | a) | 7.310.530 | 12.640.134 |
| Custo das vendas e das prestações de serviços | b) | (59.623.360) | (42.644.154) |
| Resultados Brutos | (52.312.830) | (30.004.020) | |
| Outros proveitos e ganhos e operacionais | 44.156 | 230.517 | |
| Custos administrativos | (3.271.970) | (2.982.554) | |
| Outros custos e perdas operacionais | c) | (46.115.860) | (22.171.805) |
| Resultados Operacionais | (101.656.503) | (54.927.862) | |
| Custo líquido de financiamento | d) | (13.826.590) | (25.397.535) |
| Ganhos (perdas) em filiais e associadas | e) | 568.471.148 | 578.314.489 |
| Ganhos (perdas) em outros investimentos | 220.263 | 4.187.407 | |
| Resultados Correntes | 453.208.318 | 502.176.499 | |
| Impostos sobre os resultados correntes | f) | 205.377.680 | (2.154.922) |
| Resultados Correntes após impostos | 658.585.998 | 500.021.577 | |
| Resultado líquido do exercício | 658.585.998 | 500.021.577 | |
O anexo faz parte integrante da demonstração dos resultados por funções para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2006.
(Montantes expressos em Euros)
| Notas | 2006 | 2005 | |
|---|---|---|---|
| ACTIVIDADES OPERACIONAIS: | |||
| Pagamentos a fornecedores | (37.184.983) | (72.439.388) | |
| Pagamentos ao pessoal | (32.014.833) | (11.525.834) | |
| Fluxo gerado pelas operações | (69.199.816) | (83.965.222) | |
| Recebimentos/(pagamentos) do imposto sobre o rendimento | 210.741.277 | 202.064.836 | |
| Outros (pagamentos) / recebimentos relativos à actividade operacional | (7.416.680) | 31.687.334 | |
| Fluxos das actividades operacionais (1) | 134.124.781 | 149.786.948 | |
| ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO: | |||
| Recebimentos provenientes de: | |||
| Títulos negociáveis | 14.466.593.643 | 9.665.032.624 | |
| Investimentos financeiros | 55.a) | 8.928.308.208 | 969.316.396 |
| Imobilizações corpóreas | 1.590.977 | - | |
| Juros e proveitos similares | 31.606.919 | 45.535.437 | |
| Dividendos | 55.b) | 445.401.221 | 615.002.132 |
| Outras actividades de investimento | 55.c) | 59.305.910 | 40.060.638 |
| 23.932.806.878 | 11.334.947.227 | ||
| Pagamentos respeitantes a: | |||
| Títulos negociáveis | (14.282.070.004) | (9.811.716.613) | |
| Investimentos financeiros | 55.d) | (9.015.744.666) | (1.001.386.315) |
| Imobilizações Corpóreas | (670.507) | - | |
| Imobilizações Incorpóreas | (428.286) | - | |
| Outras actividades de investimento | 55.e) | (10.355.216) | - |
| (23.309.268.679) | (10.813.102.928) | ||
| Fluxos das actividades de investimento (2) | 623.538.199 | 521.844.299 | |
| ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO | |||
| Recebimentos provenientes de: Empréstimos obtidos |
55.f) | 21.968.015.500 | 34.960.985.902 |
| Outras actividades de financiamento | 9.804.000 | - | |
| 21.977.819.500 | 34.960.985.902 | ||
| Pagamentos respeitantes a: | |||
| Empréstimos obtidos | 55.g) | (22.102.287.507) | (34.710.078.835) |
| Amortização de contratos de locação financeira | (850.955) | - | |
| Juros e custos similares | (103.487.777) | (99.597.187) | |
| Dividendos | 40 | (536.206.837) | (395.085.000) |
| Aquisição de acções próprias | (5.046.222) | (340.455.888) | |
| Outras actividades de financiamento | (3.449.706) | - | |
| (22.751.329.004) | (35.545.216.910) | ||
| Fluxos das actividades de financiamento (3) | (773.509.504) | (584.231.008) | |
| Variação de caixa e seus equivalentes (4)=(1)+(2)+(3) | (15.846.524) | 87.400.239 | |
| Efeito das diferenças de câmbio | 2.783.043 | (1.833.566) | |
| Caixa e seus equivalentes no início do exercício | 55.h) | 98.532.496 | 12.965.823 |
| Caixa e seus equivalentes no fim do exercício | 55.h) | 85.469.015 | 98.532.496 |
O anexo faz parte integrante da demonstração dos fluxos de caixa para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2006.
(Montantes expressos em Euros)
A Portugal Telecom, SGPS, S.A. ("Portugal Telecom" ou "Empresa") e as suas empresas subsidiárias e associadas (Nota 16), que integram o seu universo empresarial ("Grupo Portugal Telecom" ou "Grupo"), operam essencialmente no sector das telecomunicações e multimédia, em Portugal e no estrangeiro.
Estas demonstrações financeiras referem-se à Empresa em termos individuais, as quais foram preparadas de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal, tendo os investimentos financeiros sido registados pelo método da equivalência patrimonial, tal como explicado na Nota 3.c). A Empresa irá preparar e apresentar em separado demonstrações financeiras consolidadas nas quais vão ser incluídas as demonstrações financeiras das empresas em que participa maioritariamente ou detém o controlo de gestão. Assim, nestas demonstrações financeiras individuais foram considerados nos capitais próprios em 31 de Dezembro de 2006 e no resultado líquido do exercício findo nessa data, o efeito da consolidação dos capitais próprios e dos resultados das empresas participadas, com base nas respectivas demonstrações financeiras, mas não o efeito da consolidação integral a nível de activos, passivos, custos e proveitos.
Na elaboração das suas demonstrações financeiras consolidadas , a Portugal Telecom adoptou em 2005 os IFRS – International Financial Reporting Standards tal como adoptados pela União Europeia. Por esta razão, os capitais próprios em 31 de Dezembro de 2006 e em 31 de Dezembro de 2005, bem como os resultados dos exercícios findos a 31 de Dezembro de 2006 e 2005, que constam nas demonstrações financeiras consolidadas do Grupo Portugal Telecom diferem dos valores apresentados nas demonstrações financeiras individuais.
Em resultado das cinco operações de privatização iniciadas em 1 de Junho de 1995 e terminadas em 4 de Dezembro de 2000, o capital da Portugal Telecom é detido maioritariamente por accionistas privados. Em 31 de Dezembro de 2006, o Estado Português e as entidades por si controladas detêm 7,0% do capital da Portugal Telecom, detendo igualmente 500 acções de Categoria A (Nota 36), que lhes conferem direitos especiais.
As acções da Portugal Telecom encontram-se cotadas na Euronext e na NYSE - New York Stock Exchange.
As demonstrações financeiras individuais da Portugal Telecom encontram-se elaboradas de acordo com os princípios contabilísticos definidos no Plano Oficial de Contabilidade (POC) e demais legislação portuguesa, sendo supletivamente aplicadas as Normas Internacionais de Relato Financeiro ("IAS" ou "IFRS"); estas demonstrações financeiras foram preparadas atendendo à convenção do custo histórico, em conformidade com os princípios contabilísticos da prudência, da continuidade, da especialização dos exercícios, da consistência, da materialidade e da substância sobre a forma.
As notas deste anexo seguem a numeração definida no POC para a apresentação de demonstrações financeiras individuais. As notas cuja numeração se encontra ausente deste anexo não são aplicáveis à Empresa, ou a sua apresentação não se considera relevante para a leitura das demonstrações financeiras individuais.
Os principais critérios valorimétricos utilizados na preparação das demonstrações financeiras individuais foram os seguintes:
As imobilizações incorpóreas são constituídas essencialmente por trespasses decorrentes de aquisições de partes de capital em empresas do grupo e associadas (goodwill) e são amortizadas de acordo com os critérios indicados na Nota 9.
As imobilizações corpóreas encontram-se registadas ao custo de aquisição e são amortizadas de acordo com o método das quotas constantes, por duodécimos, a partir do mês de início de utilização dos bens ou da sua entrada em funcionamento.
As taxas de amortização praticadas correspondem, em média, às seguintes vidas úteis estimadas:
| Anos | |
|---|---|
| de vida útil | |
| Edifícios e outras construções | 3 -5 |
| Equipamento de transporte | 4 |
| Ferramentas e utensílios | 4 |
| Equipamento administrativo | 3 – 8 |
| Outras imobilizações corpóreas | 3 – 8 |
Os investimentos financeiros em empresas do grupo e associadas encontram-se registados pelo método da equivalência patrimonial, sendo as participações inicialmente contabilizadas pelo custo de aquisição. A diferença entre o custo de aquisição e o valor proporcional à participação nos capitais próprios dessas empresas à data de aquisição, é registada como trespasse (goodwill) na rubrica "Imobilizações incorpóreas", caso a diferença seja positiva, ou em capitais próprios, na rubrica "Ajustamentos de partes de capital em filiais e associadas", caso a diferença seja negativa.
De acordo com o método da equivalência patrimonial, as participações financeiras são ajustadas periodicamente pelo valor correspondente à participação da Empresa nos resultados líquidos ou em outras variações nos capitais próprios das empresas do grupo e associadas, por contrapartida de ganhos ou perdas do período ou de ajustamentos de partes de capital em filiais e associadas, respectivamente. Os dividendos recebidos destas empresas são registados como uma diminuição do valor dos investimentos financeiros. Adicionalmente, as responsabilidades da Empresa decorrentes de empresas participadas com capitais próprios negativos são registadas na rubrica de provisões (Nota 34).
As mais-valias decorrentes da alienação de empresas participadas efectuadas dentro do Grupo são diferidas ou anuladas até ao momento da sua alienação a terceiros. No caso de anulação das mais-valias, o efeito dessa anulação é registado em resultados financeiros na rubrica de "Ganhos ou perdas em empresas do grupo e associadas".
As prestações acessórias e os empréstimos de financiamento concedidos a empresas do grupo e associadas são registados ao valor nominal, diminuídos por ajustamentos para perdas estimadas, quando se antecipa a existência de perdas de valor desses empréstimos.
Os investimentos financeiros noutras empresas (participações inferiores a 20%) encontram-se registados ao custo de aquisição ou ao valor nominal, para o caso dos empréstimos concedidos, diminuídos por ajustamentos para perdas estimadas, quando se antecipa a existência de perdas de valor desses investimentos financeiros.
Os activos imobilizados adquiridos segundo contratos de locação financeira, que reúnam as condições previstas na Directriz Contabilística Nº. 25, bem como as correspondentes responsabilidades, encontram-se reflectidos no balanço, sendo amortizados de acordo com as vidas úteis referidas na Nota 3.b). As rendas relativas aos contratos de locação financeira são registadas como redução daquelas responsabilidades, na componente de capital, e como custos financeiros, na componente de juros (Nota 15).
As receitas e despesas são registadas de acordo com o princípio da especialização dos exercícios, pelo qual estas são reconhecidas à medida que são geradas ou incorridas, independentemente do momento em que são recebidas ou pagas.
Os activos realizáveis e os passivos exigíveis a mais de um ano da data do balanço são classificados, respectivamente, no activo e no passivo a médio e longo prazo.
Os encargos com férias e subsídios de férias e correspondentes encargos patronais são registados como custo do período em que os empregados adquirem o direito ao seu recebimento. Em consequência, as responsabilidades com férias e subsídios de férias e correspondentes encargos vencidos e não pagos à data do balanço, foram estimados e incluídos na rubrica "Acréscimos de custos" (Nota 52).
Desde o exercício de 2000, a Portugal Telecom encontra-se abrangida pelo regime de tributação pelo lucro consolidado (actualmente designado por regime especial de tributação de grupos de sociedades), o qual abrange todas as empresas em que participa, directa ou indirectamente, em pelo menos 90% do respectivo capital e que, simultaneamente, são residentes em Portugal e tributadas em sede de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC). O eventual ganho gerado pela adopção deste regime é registado em resultados do período na rubrica "Ganhos em empresas do grupo e associadas" (Nota 45.d)).
As empresas participadas que não se encontram abrangidas pelo regime especial de tributação de grupos de sociedades, são tributadas individualmente, com base nas respectivas matérias colectáveis e às taxas de imposto aplicáveis.
O imposto sobre o rendimento do exercício é apurado de acordo com o preconizado pela Directriz Contabilística n.º 28. Na mensuração do custo relativo ao imposto sobre o rendimento do período, para além do imposto corrente, calculado em termos consolidados para o universo das empresas do Grupo
abrangidas por esse regime, foram também considerados os efeitos resultantes das diferenças temporárias entre os resultados antes de impostos e o lucro tributável, originadas no período ou decorrentes de exercícios anteriores, bem como o efeito dos prejuízos fiscais reportáveis existentes à data do balanço.
Tal como estabelecido na referida Directriz, são reconhecidos activos por impostos diferidos apenas quando exista razoável segurança de que tais impostos diferidos activos poderão vir a ser utilizados na redução do resultado tributável futuro, ou quando existam passivos por impostos diferidos cuja reversão seja expectável no mesmo exercício em que os impostos diferidos activos sejam revertidos.
O montante de imposto a incluir quer no imposto corrente, quer no imposto diferido, que resulte de transacções ou eventos reconhecidos directamente em reservas ou resultados transitados, é registado directamente nestas mesmas rubricas, não afectando o resultado do período (Nota 6).
À data a que se reporta o balanço, os impostos diferidos são actualizados por alterações na taxa de tributação que se espera vir a estar em vigor à data da sua reversão, bem como por outras eventuais alterações da legislação fiscal relevante.
Os títulos negociáveis e as outras aplicações de tesouraria (constituídas por aplicações de tesouraria de curto prazo) encontram-se registados ao mais baixo do custo de aquisição ou do valor de mercado.
Os activos e passivos expressos em moeda estrangeira, para os quais não há acordos de fixação de câmbio, foram convertidos para Euros às taxas de câmbio vigentes na data do balanço (Nota 4).
As diferenças de câmbio, favoráveis e desfavoráveis, que resultam da comparação entre as taxas de câmbio em vigor na data das operações e as vigentes na data das cobranças, dos pagamentos ou à data do balanço, foram registadas como proveitos e custos na demonstração dos resultados.
Para efeitos da aplicação do método de equivalência patrimonial, a conversão de demonstrações financeiras de empresas do grupo e associadas expressas em moeda estrangeira é efectuada considerando as seguintes taxas de câmbio:
As diferenças de câmbio originadas na conversão para Euros de demonstrações financeiras de empresas do grupo e associadas expressas em moeda estrangeira foram incluídas no capital próprio, na rubrica "Ajustamentos de partes de capital em filiais e associadas ".
Os instrumentos financeiros incluem essencialmente operações de swap de taxa de juro e de taxa de câmbio e equity swaps sobre acções próprias e acções de subsidiárias.
Os swaps de taxa de juro e de taxa de câmbio são contratados para reduzir a exposição a alterações nas taxas de juro e nas taxas de câmbio, na prossecução da política de cobertura de passivos financeiros, sendo igualmente contratadas operações de forward e opções cambiais (Nota 53).
Os ganhos ou perdas decorrentes de instrumentos derivados que estejam a cobrir os riscos acima mencionados de determinados activos ou passivos, são registados em resultados de forma simétrica às perdas e ganhos associados aos activos ou passivos relacionados. Caso os instrumentos derivados não estejam a reduzir os riscos definidos, ou não estejam relacionados com nenhum risco específico, os mesmos são registados ao seu fair value na data do balanço, sendo os ganhos e perdas decorrentes da variação de valor ao longo do tempo registados em resultados.
Os prémios recebidos ou pagos, bem como os encargos com estas operações, são reconhecidos durante o período de vigência das mesmas.
Os equity swaps sobre acções próprias são contratados no âmbito do programa de recompra de acções próprias, com o objectivo de flexibilizar a sua execução. Os equity swaps sobre acções de empresas subsidiárias são contratados na prossecução da política de gestão de exposição a investimentos financeiros. Os ganhos com os equity swaps são reconhecidos quando efectivos e as perdas são reconhecidas quando conhecidas ou quando estimadas com razoável certeza.
Em 31 de Dezembro de 2006, os activos e passivos expressos em moeda estrangeira foram convertidos para Euros com base nas seguintes taxas de câmbio de tais moedas relativamente ao Euro, divulgadas pelo Banco de Portugal:
| Designação | Código | Cotação |
|---|---|---|
| Dólar Americano | USD | 1,3170 |
| Libra Esterlina | GBP | 0,6715 |
| Real Brasileiro | BRL | 2,8118 |
(a) A Empresa encontra-se sujeita a imposto sobre o rendimento em sede de IRC, à taxa normal de 25%, acrescida de Derrama à taxa de 10%, resultando numa taxa de imposto agregada de 27,5%.
A partir de 1 de Janeiro de 2007, a derrama passará a ser no máximo de 1.5% sobre a matéria colectável, atingindo desta forma uma taxa máxima de 26.5%. O impacto da alteração de taxa de derrama na valorização dos impostos diferidos foi registado em 2006 no resultado do exercício ou directamente na situação líquida, de acordo com o reconhecimento dos respectivos impostos diferidos.
No exercício findo em 31 de Dezembro de 2006, a matéria colectável da Empresa foi estimada de acordo com o regime especial de tributação dos grupos de sociedades ("RETGS" ou "consolidação fiscal"), abrangendo as seguintes empresas participadas: PT Comunicações, S.A. ("PT Comunicações"); TMN – Telecomunicações Móveis Nacionais, S.A. ("TMN"); PT Contact – Telemarketing e Serviços de Informação, S.A.; PT Imobiliária, S.A.; PT Ventures, SGPS, S.A. ("PT Ventures"); PT Inovação, S.A. ("PT Inovação"); Telemática – Consultores de Telecomunicações e Informática, Lda.; Directel – Listas Telefónicas Internacionais, Lda.; PT Móveis, SGPS, S.A. ("PT Móveis"); PT Pro - Serviços Administrativos e de Gestão Partilhados, S.A. ("PT Pro"); PT Meios – Serviços de Publicidade e Marketing, S.A. ("PT Meios"); PT-Sistemas de Informação, S.A. ("PT SI"); PT Compras - Serviços de Consultoria e Negociação ,S.A. ("PT Compras"); PT Corporate - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A. ("PT Corporate"); PT Acessos de Internet Wi-Fi, S.A. ("PT Wi- FI"); PT Investimentos Internacionais – Consultoria Internacional, S.A. ("PT II"); PT Prestações – Mandatária de Aquisições e Gestão de Bens, S.A. ("PT Prestações"); PT.com – Comunicações Interactivas, S.A. ("PT.com"); PT Portugal, SGPS, S.A. ("PT Portugal"); PT Rede Fixa, SGPS, S.A. ("PT Rede Fixa"); PT Centro Corporativo, S.A. ("PT Centro Corporativo"); Web-Lab, SGPS, S.A. ("Web-Lab"); Infonet, S.A. ("Infonet"); e Digidoc, S.A.
| Aumentos / (Reduções) | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Utilização | Alteração da | |||||
| do crédito | Resultado | Capital | taxa de | |||
| Saldo inicial | fiscal | Liquido | Próprio | imposto | Saldo final | |
| Activos por impostos diferidos | ||||||
| Prejuízos fiscais reportáveis | 123.966.424 | (123.966.424) | - | - | - | - |
| Instrumentos financeiros | 8.914.755 | - | 3.364.577 | - | (446.521) | 11.832.811 |
| Outros | 29.014.097 | - | (25.785.345) | 137.248 | (122.400) | 3.243.600 |
| 161.895.276 | (123.966.424) | (22.420.768) | 137.248 | (568.921) | 15.076.411 | |
| Passivos por impostos diferidos | ||||||
| Mais-valias fiscais com tributação suspensa | 267.791.061 | - | (267.791.061) | - | - | |
| Outros | 6.296.680 | - | - | - | (228.971) | 6.067.709 |
| 274.087.741 | - | (267.791.061) | - | (228.971) | 6.067.709 | |
| 123.966.424 | (245.370.293) | (137.248) | 339.950 |
No ano de 2006 e de acordo com a legislação fiscal aplicável, a Empresa optou por tributar voluntariamente as mais-valias suspensas ao abrigo do regime de reinvestimento. Em resultado desta decisão, foram revertidos os impostos diferidos passivos no montante de Euro 267.791.061 e reconhecida uma insuficiência de estimativa de imposto no montante de Euro 125.818.532, correspondente à parcela do imposto devido, a qual foi parcialmente compensada pela utilização de prejuízos fiscais reportáveis, conforme acima indicado.
A reconciliação entre a taxa nominal de imposto e o imposto sobre o rendimento registado na demonstração dos resultados, é como segue:
| Resultados antes de impostos | 337.641.758 |
|---|---|
| Taxa nominal de imposto | 27,5% |
| Imposto esperado | 92.851.483 |
| Diferenças permanentes (a) | (123.275.015) |
| Reversão do imposto diferido sobre as mais-valias fiscais com tributação suspensa | (267.791.061) |
| Liquidação de uma empresa subsidiária | (53.342.681) |
| Outras diferenças temporárias | 30.613.034 |
| (320.944.240) | |
| O imposto sobre o rendimento tem a seguinte composição: | |
| Imposto corrente | (75.913.897) |
| Imposto diferido | (245.030.343) |
| (320.944.240) | |
| (a) As diferenças permanentes apresentam a seguinte composição: | |
| Efeito da aplicação do método da equivalência patrimonial (Notas 45.b) e d)) | (598.015.162) |
| Insuficiência de estimativa para imposto (i) (Nota 46) | 123.017.051 |
| Amortização do goodwill (Nota 45) | 32.026.949 |
| Poupança resultante da consolidação fiscal (Nota 45.d)) | (15.607.108) |
| Outras | 10.305.490 |
| (448.272.780) | |
| Taxa nominal de imposto | 27,5% |
| (123.275.015) |
(i) No exercício de 2006, a insuficiência da estimativa para impostos sobre o rendimento resultou essencialmente da tributação voluntária de mais-valias fiscais com tributação suspensa no montante de 125.818.532 Euros (Nota 46).
No exercício de 2006, o número médio de pessoal ao serviço da Empresa, que em parte é cedido por empresas do grupo, é o seguinte:
| Pessoa da Portugal Telecom | |
|---|---|
| Efectivos | 32 |
| Contratados a termo | 3 |
| 35 | |
| Pessoal cedido por empresas do Grupo | 35 |
| 70 |
As responsabilidades com pensões de reforma relativas a empregados cedidos por empresas do Grupo foram assumidas directamente pelas empresas cedentes, sendo o respectivo custo debitado à Portugal Telecom e incluído na rubrica "Custos com o pessoal".
Em 31 de Dezembro de 2006, a rubrica de trespasses (goodwill) tem a seguinte composição (Nota 10.a)):
| Valor | Amortização | Valor | ||
|---|---|---|---|---|
| bruto | acumulada | líquido | ||
| PT-Multimédia, SGPS, S.A. ("PT Multimédia") | 199.585.520 | 52.875.397 | 146.710.123 | |
| PT.Com | 173.465.618 | 36.861.444 | 136.604.174 | |
| Páginas Amarelas, S.A. ("Páginas Amarelas") | 89.338.063 | 18.984.339 | 70.353.724 | |
| UOL | 54.055.131 | 9.728.225 | 44.326.906 | |
| PT Prime | 33.817.393 | 6.763.478 | 27.053.915 | |
| Web-Lab | 8.179.594 | 3.271.838 | 4.907.756 | |
| PT SI | 8.081.262 | 8.081.262 | - | |
| 566.522.581 | 136.565.983 | 429.956.598 |
O goodwill decorrente das aquisições de investimentos financeiros é amortizado pelo método das quotas constantes no período esperado de recuperação do investimento, a que corresponde o período de 20 anos, excepto no caso da UOL em que esse prazo é de 10 anos.
Os movimentos ocorridos no exercício de 2006 no valor de custo das imobilizações incorpóreas e corpóreas, bem como nas respectivas amortizações acumuladas, são os seguintes:
| Activo Bruto | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Actualização | ||||||
| Saldo | Cambial | Transferências | Saldo | |||
| inicial | Aumentos | Alienações | (Nota 40) | e abates | final | |
| Imobilizações Incorpóreas: | ||||||
| Despesas de investigação e desenvolvimento | 6.973.398 | 331.931 | - | - | - | 7.305.329 |
| Propriedade industrial e outros direitos | 606.376 | 96.355 | - | - | (76.027) | 626.704 |
| Trespasses (Nota 9) | 567.858.200 | - | - | (1.335.619) | - | 566.522.581 |
| Imobilizado em curso | 185.000 | - | - | - | (185.000) | - |
| 575.622.974 | 428.286 | - | (1.335.619) | (261.027) | 574.454.614 | |
| Imobilizações Corpóreas: | ||||||
| Edifícios e outras construções | 40.000 | 111.715 | (40.000) | - | - | 111.715 |
| Equipamento de transporte | 3.212.962 | 801.542 | (874.356) | - | (610.264) | 2.529.884 |
| Ferramentas e utensílios | 574 | - | - | - | - | 574 |
| Equipamento administrativo | 3.284.727 | 260.782 | (2.712.712) | - | (4.604) | 828.193 |
| Outras imobilizações corpóreas | 1.137.722 7.675.985 |
120.359 1.294.398 |
(212.327) (3.839.395) |
- - |
- (614.868) |
1.045.754 4.516.120 |
| Amortizações acumuladas | ||||||
| Actualização | ||||||
| Saldo | Cambial | Transferências | Saldo | |||
| inicial | Aumentos | Alienações | (Nota 40) | e abates | final | |
| Imobilizações Incorpóreas: | ||||||
| Despesas de investigação e desenvolvimento | 2.149.651 | 2.141.476 | - | - | - | 4.291.127 |
| Propriedade industrial e outros direitos | 227.768 | 199.115 | - | - | (76.027) | 350.856 |
| Trespasses (Notas 9 e 45) | 104.804.786 | 32.026.949 | - | (265.752) | - | 136.565.983 |
| 107.182.205 | 34.367.540 | - | (265.752) | (76.027) | 141.207.966 | |
| Imobilizações Corpóreas: | ||||||
| Edifícios e outras construções | 200 | 9.387 | (6.484) | - | - | 3.103 |
| Equipamento de transporte | 1.836.633 | 581.196 | (730.612) | - | (365.129) | 1.322.088 |
| Ferramentas e utensílios | 574 | - | - | - | - | 574 |
| Equipamento administrativo | 1.957.086 | 535.418 | (1.699.022) | - | (4.110) | 789.372 |
| Outras imobilizações corpóreas | 135.629 | 38.703 | (166.970) | - | - | 7.362 |
| 3.930.122 | 1.164.704 | (2.603.088) | - | (369.239) | 2.122.499 | |
Os movimentos ocorridos nas rubricas de investimentos financeiros, no exercício de 2006, foram os seguintes:
| Aplicação | Distribuição | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Saldo | da equivalência | de dividendos | Aumentos | Ajustamentos / | Saldo | ||||
| inicial | patrimonial (i) | e reservas (ii) | (iii) | Transferências (iv) | Reduções (v) | Liquidação (vi) | Alienação (vii) | final | |
| Partes de capital em empresas do grupo (Nota 16) | 2.206.735.390 | 531.699.304 | (441.769.651) | 18.350.000 | (18.250.000) | (82.199.225) | - | (1.380.808.270) | 833.757.548 |
| Empréstimos a empresas do grupo | 2.817.194.727 | - | - | 8.699.979.123 | 53.143 | (53.232.949) | (364.729.606) | (1.629.271.279) | 9.469.993.159 |
| Partes de capital em empresas associadas (Nota 16) | 39.816.078 | 5.804.649 | (2.274.570) | - | 10 | - | - | - | 43.346.167 |
| Empréstimos a empresas associadas | 35.318.668 | - | - | - | - | - | - | - | 35.318.668 |
| Partes de capital em outras empresas | 58.798.730 | - | - | 19.320.000 | - | - | 2.179.318 | - | 80.298.048 |
| Outros empréstimos concedidos | 3.574.300 | - | - | - | - | - | - | - | 3.574.300 |
| Títulos e outras aplicações financeiras | 2.655.000 | - | - | 810.000 | (1.136.737) | (2.328.263) | - | - | - |
| Adiantamentos por conta de investimentos financeiros | 1.350.000 | - | - | 32.000 | - | - | - | - | 1.382.000 |
| 5.165.442.893 | 537.503.953 | (444.044.221) | 8.738.491.123 | (19.333.584) | (137.760.437) | (362.550.288) | (3.010.079.549) | 10.467.669.890 | |
| Ajustamentos a investimentos financeiros (viii) | (9.812.181) | - | - | 2.280.721 | 2.244.202 | - | - | - | (5.287.258) |
| 5.155.630.712 | 537.503.953 | (444.044.221) | 8.740.771.844 | (17.089.382) | (137.760.437) | (362.550.288) | (3.010.079.549) | 10.462.382.632 |
(i) Os movimentos em investimentos financeiros resultantes da aplicação do método da equivalência patrimonial foram registados por contrapartida das seguintes rubricas:
| Aumentos: | |
|---|---|
| Ganhos em empresas do grupo e associadas (Nota 45.d)) | 596.463.798 |
| Ajustamentos de partes de capital em filiais e associadas (Nota 40) | 23.853.661 |
| Diminuições: | |
| Perdas em empresas do grupo e associadas (Nota 45.b)) | (3.129.022) |
| Ajustamentos de partes de capital em filiais e associadas (Nota 40) | (79.684.484) |
| 537.503.953 |
(ii) Os dividendos e reservas recebidos por empresas do grupo, associadas e outras, têm a seguinte composição (Nota 55.b)):
| PT Comunicações | 245.009.785 |
|---|---|
| TMN | 109.903.167 |
| PT Multimédia | 49.667.668 |
| PT Prime | 22.090.542 |
| PT Inovação | 15.000.000 |
| Páginas Amarelas | 2.274.570 |
| Previsão | 98.489 |
| 444.044.221 |
(iii) O aumento ocorrido na rubrica de "Partes de capital em empresas do Grupo", respeita à constituição da PT Portugal, PT Rede Fixa e PT Centro Corporativo (Nota 55.d)) e ao aumento de capital na Web Lab, por conversão de prestações acessórias no montante de 18.200.000 Euros (Nota 10v)).
O aumento ocorrido na rubrica de "Empréstimos a empresas do grupo", foi como segue (Nota 55.d)):
| Empréstimos a empresas do grupo (Nota 55.d)): | |
|---|---|
| PT Portugal | 8.636.000.000 |
| PT Compras | 20.500.000 |
| PT Inovação | 15.000.000 |
| PT II | 9.500.000 |
| PT SI | 7.000.000 |
| PT Wi-Fi | 7.000.000 |
| PT Ventures | 4.979.123 |
| 8.699.979.123 |
O aumento ocorrido na rubrica de "Partes de capital em outras empresas" respeita à subscrição de acções do BES no aumento de capital ocorrido no exercício de 2006, pelo montante total de 19.320.000 Euros (Nota 55.d)). Na sequência desta operação, a Portugal Telecom manteve a mesma participação nesta empresa.
O aumento verificado na rubrica de "Títulos e outras aplicações financeiras" refere-se ao reforço do investimento no Fundo de private equity Iris Capital (Nota 55.d)), no montante de 810.000 Euros.
| PT Prime | 10.000.000 |
|---|---|
| PT Inovação | 9.824.924 |
| PT Ventures | 8.431.338 |
| PT Brasil | 6.776.687 |
| 35.032.949 |
A redução ocorrida na rubrica de "Títulos e outras aplicações financeiras" refere-se à alienação em 30 de Maio de 2006 da totalidade dos títulos detidos no Fundo Iris Capital à PT Prestações (fundo
autónomo para cobrir as responsabilidades com cuidados de saúde) pelo montante de 2.328.263 Euros.
(viii)Os ajustamentos a investimentos financeiros respeitam ao seguinte:
| Partes de capital em outras empresas | 1.995.192 |
|---|---|
| Empréstimos concedidos a empresas associadas e outras empresas | 3.292.066 |
| 5.287.258 |
A Portugal Telecom, suportada nos planos de negócios das empresas participadas e nos resultados previsionais aí considerados, entende que, em 31 de Dezembro de 2006, o valor contabilístico dos seus investimentos financeiros em empresas do grupo e associadas (incluindo o valor do goodwill, líquido de amortizações acumuladas) não excede o respectivo valor estimado de realização (fair value).
Em 31 de Dezembro de 2006, a Empresa dispunha de equipamento de transporte em regime de locação financeira, sendo as suas responsabilidades como locatária, relativas a rendas vincendas, as seguintes:
| Capital | Juros | Total | |
|---|---|---|---|
| 2007 | 532.610 | 33.564 | 566.174 |
| 2008 | 392.659 | 20.040 | 412.699 |
| 2009 | 278.051 | 8.741 | 286.792 |
| 2010 | 106.874 | 1.577 | 108.451 |
| 1.310.194 | 63.923 | 1.374.116 |
Em 31 de Dezembro de 2006, a principal informação financeira respeitante às empresas do grupo e associadas, era como segue:
Partes de capital em empresas do grupo
| Percentagem | Valor da | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Denominação | Sede | Capitais Próprios |
Resultado líquido |
de participação |
participação (Nota 10) |
Provisão (Nota 34) |
|
| PT Portugal | (a) Av. Fontes Pereira de Melo, nº 40 -Lisboa |
8.815.152.696 | 250.926.280 | 100% | 179.152.696 | - | |
| PT Prime | R. Entrecampos, nº 28 - Lisboa |
76.321.025 | 34.966.251 | 100% | 76.321.025 | - | |
| PT Prime Tradecom | (b) R. Entrecampos, nº 28 - Lisboa |
756.405 | 492.028 | 66% | - | 3.435.437 | |
| PT Ventures | (c) | R. Entrecampos, nº 28 - Lisboa |
188.906.285 | 58.287.692 | 100% | - | 54.928.093 |
| PT Brasil | R.Sampaio Viana, 277-5º Paraíso - S.Paulo, Brasil |
28.970.250 | (2.550.128) | 99,95% | 28.956.046 | - | |
| PT Ásia | Rua Pedro José Lobo, 1-3 Macau |
(11.578.784) | (3.648.071) | 95,92% | - | 11.106.369 | |
| PT Inovação | (d) R. Engº José Ferreira Pinto Basto - Aveiro |
20.556.304 | 12.502.229 | 100% | 18.062.315 | - | |
| PT SI | (e) | Urb., Tagusparque –Parque da Ciência e Tecnologia de Oeiras, Lote 35 - Porto Salvo - Oeiras |
15.829.221 | 3.741.651 | 99,80% | - | 205.198 |
| Portugal Telecom Europa | (f) | Blue Tower – 324 – Av. Louise, BTE 16º floor - Bélgica - 1050 Bruxelas |
171.656 | - | 98,67% | 169.373 | - |
| PT Multimédia | Av. 5 de Outubro, 208, Lisboa |
415.173.973 | 68.558.269 | 58,43% | 242.592.091 | - | |
| PT Pro | (g) R. Entrecampos, nº 28 - Lisboa |
39.494.252 | (12.778.758) | 100% | - | 48.091.660 | |
| PT.com | (h) Av. 5 de Outubro, nº 206 2º - Lisboa |
90.449.636 | 1.999.701 | 100% | - | 273.231.492 | |
| PT WI-FI | (i) | Av. Fontes Pereira de Melo, nº 40 -Lisboa |
387.205 | (5.061.387) | 100% | - | 13.612.795 |
| PT Imobiliária | R. Tenente Espanca, nº 35 - Lisboa |
26.992.186 | (575.195) | 100% | 26.992.186 | - | |
| Previsão – Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. |
R. Entrecampos, nº 28 - Lisboa |
5.001.201 | 271.923 | 78,12% | 3.906.938 | - | |
| Portugal Telecom Internacional Finance B.V. |
Strawinkylaan 3105, 7º floor - Amsterdam, Holanda |
257.559.828 | 3.854.763 | 100% | 257.559.828 | - | |
| PT Meios | (j) | Av. Fontes Pereira de Melo, nº 39 -Lisboa |
(3.918.882) | (415.364) | 100% | - | 5.738.882 |
| PT Compras | (k) | R. Entrecampos, nº 28 - Lisboa |
476.242 | (8.530.072) | 100% | - | 23.923.758 |
| PT Corporate | Av. Fontes Pereira de Melo, nº 40 -Lisboa |
(583.798) | (250.938) | 100% | - | 583.798 | |
| PT II | (l) | Av. Fontes Pereira de Melo, nº 40 -Lisboa |
700.769 | (4.558.749) | 100% | - | 13.799.231 |
| WebLab | (m) Rua do Noronha,nº 1 Lisboa | 586.669 | (1.975.562) | 100% | - | 213.331 | |
| PT Rede Fixa | Av. Fontes Pereira de Melo, nº 40 -Lisboa |
45.051 | (4.950) | 100% | 45.050 | - | |
| PT Centro Corporativo | Av. Fontes Pereira de Melo, nº 40 -Lisboa |
(19.001.406) | (19.051.406) | 100% | - 833.757.548 |
19.001.406 467.871.450 |
|
| Partes de capital em empresas associadas: | |||||||
| Páginas Amarelas | Av.Republica, 50, 6º Lisboa | 14.959.303 | 8.454.353 | 24,875% | 3.721.127 | - | |
| SGPICE | Rua Mouzinho da Silveira, 32, 7º-Lisboa |
(6.760.199) | (1.245.430) | 11,11% | - | 751.057 | |
| UOL | São Paulo - Brasil | 178.732.702 | 21.209.387 | 22,17% | 39.625.040 | - | |
| Sportinveste Multimédia,SGPS,SA | (n) Lg. Lagoa, nº15 A Linda-a | ||||||
| Velha | 269.096 | (7.042.432) | 50% | - 43.346.167 |
15.948.042 16.699.099 |
||
| 484.570.549 |
Em 31 de Dezembro de 2006, a rubrica de "Partes de capital em outras empresas" tem a seguinte composição (Nota 10.b)):
| BES - Banco Espírito Santo S.A. | 74.620.000 |
|---|---|
| Telefónica | 2.179.318 |
| INESC | 1.995.192 |
| Taguspark | 1.296.875 |
| Outras | 206.663 |
| 80.298.048 | |
| Ajustamento a investimentos financeiros | (1.995.192) |
| 78.302.856 |
Em 31 de Dezembro de 2006, os empréstimos a empresas do grupo têm a seguinte composição (Nota 10.b)):
Prestações acessórias e suplementares concedidas:
| PT Portugal | 8.636.000.000 |
|---|---|
| PT.com | 363.681.128 |
| PT Ventures | 243.834.378 |
| PT Pro | 87.585.912 |
| PT Compras | 24.400.000 |
| PT SI | 16.028.970 |
| PT II | 14.500.000 |
| PT WI-FI | 14.000.000 |
| PT Prime Tradecom | 4.261.612 |
| PT Inovação | 2.493.989 |
| PT Meios | 1.820.000 |
| Weblab | 800.000 |
| 9.409.405.989 | |
| Empréstimos de Financiamento: | |
| PT Prime | 19.354.145 |
| PT Inovação | 15.000.000 |
| PT-SI | 7.000.000 |
| PT Ásia | 5.201.547 |
| PT Ventures | 4.979.123 |
| PT Brasil | 4.324.027 |
| PT WIFI | 2.500.000 |
| PT Prime Tradecom | 2.228.328 |
| 60.587.170 | |
| 9.469.993.159 |
Em 31 de Dezembro de 2006, os empréstimos concedidos a empresas associadas e outras empresas têm a seguinte composição (Nota 10.b)):
| Sportinveste Multimédia (a) | 35.318.668 |
|---|---|
| INESC (b) | 3.292.066 |
| Outras Empresas | 282.234 |
| 38.892.968 | |
| Ajustamento a investimentos financeiros | (3.292.066) |
| 35.600.902 |
Em 31 de Dezembro de 2006, as contas a receber de curto prazo de empresas do grupo, têm o seguinte detalhe:
| Empréstimos concedidos: | |
|---|---|
| PT Meios | 2.440.000 |
| PT Ásia | 1.047.900 |
| PT Ventures | 952.100 |
| 4.440.000 | |
| Valor a receber das empresas do Grupo por efeito da consolidação fiscal (a) | 37.205.715 |
| Valor a receber das Empresas do Grupo por efeito da tesouraria centralizada (b) | |
| PT Comunicações | 162.431.866 |
| PT Multimédia | 34.144.380 |
| PT Prime | 19.290.961 |
| PT Contact | 6.791.194 |
| PT SI | 6.480.772 |
| PT Centro Corporativo | 2.452.219 |
| PT Meios | 1.581.166 |
| PT Corporate | 867.950 |
| 234.040.508 | |
| Outros valores a receber relativos a operações correntes: | |
| PT Comunicações | 18.033.015 |
| PT Brasil | 11.669.338 |
| PT Centro Corporativo | 6.825.777 |
| PT Ventures | 6.149.171 |
| PT II | 3.339.872 |
| Brasilcel | 3.296.608 |
| PT Ásia | 3.215.417 |
| TMN | 2.471.572 |
| PT Multimédia | 1.607.991 |
| PT.com | 1.375.736 |
| PT Prestações | 1.334.890 |
| Outras | 3.526.096 |
| 62.845.483 | |
| 338.531.706 |
(a) Este valor refere-se essencialmente à colecta de IRC apurada pelas empresas incluídas no consolidado fiscal, no montante de 31.853.061 Euros.
(b) A Portugal Telecom, a partir de Março de 2006, passou a centralizar todos os recebimentos e pagamentos das empresas do Grupo sedeadas em Portugal e integralmente detidas pela Portugal Telecom.
Em 31 de Dezembro de 2006, as contas a pagar de curto prazo a empresas do Grupo, têm o seguinte detalhe:
| Empréstimos obtidos de curto prazo: | |
|---|---|
| PT Imobiliária | 11.822.403 |
| Web-Lab | 80.000 |
| 11.902.403 | |
| Valor a pagar às empresas do grupo por efeito da tesouraria centralizada (a): | |
| TMN | 398.336.613 |
| PT.Com | 81.251.804 |
| PT Pro | 7.972.649 |
| PT Inovação | 2.188.898 |
| PT Wi-Fi | 1.990.183 |
| PT Móveis | 1.620.623 |
| PT Ventures | 1.604.857 |
| PT II | 1.355.456 |
| PT Prime Tradecom | 1.327.089 |
| PT Compras | 1.085.430 |
| Directel | 734.116 |
| PT Prestações | 121.679 |
| PT Rede Fixa | 45.130 |
| PT Portugal | 45.045 |
| Telemática | 31.374 |
| 499.710.946 | |
| Outros valores a pagar relativos a operações correntes: | |
| PT Comunicações | 26.817.729 |
| TMN | 688.670 |
| PT Investimentos Internacionais | 599.478 |
| PT Pro | 251.076 |
| PT Inovação | 123.465 |
| PT.com | 113.193 |
| PT Ventures | 109.556 |
| TV Cabo Portugal | 104.685 |
| PT Brasil | 102.022 |
| Outras | 103.139 |
| 29.013.013 | |
| 540.626.362 |
(a) A Portugal Telecom, a partir de Março de 2006, passou a centralizar todos os recebimentos e pagamentos das empresas do Grupo sedeadas em Portugal e integralmente detidas pela Portugal Telecom.
Em 31 de Dezembro de 2006, a Empresa tinha cartas conforto e solicitado garantias a favor de terceiros, conforme segue:
• Emissão de uma fiança ao14º Serviço de Finanças de Lisboa a favor da Companhia Portuguesa Rádio Marconi, S.A., actualmente incorporada na PT Comunicações, correspondente a liquidações adicionais de IRC no valor de 16.500.043 Euros.
A Empresa prestou ainda um aval na livrança subscrita pela Mobitel a favor do Banco Espírito Santo, para contratação de uma linha de crédito no montante de 17 milhões de dólares americanos ("USD"), a qual à data de 31 de Dezembro de 2006 apresentava uma utilização de USD 16.850.000, correspondente a 12.794.229 Euros.
Adicionalmente, a Portugal Telecom e os restantes accionistas da Sportinveste celebraram um Acordo Parassocial através do qual a Portugal Telecom se comprometeu a conceder prestações acessórias até ao montante máximo de 40.000.000 Euros. Em 31 de Dezembro de 2006, a Portugal Telecom tinha concedido prestações acessórias à Sportinveste Multimédia, no montante de 30.023.168 Euros (Nota 16).
Em 31 de Dezembro de 2006, não havia diferenças significativas nos valores das rubricas do activo circulante, calculadas de acordo com os critérios valorimétricos adoptados pela Empresa (Nota 3) e o respectivo valor de mercado, que não estivessem cobertas pelos ajustamentos constituídos.
Em 31 de Dezembro de 2006, as dívidas a terceiros com vencimento a mais de cinco anos ascendem a 647.796.323 Euros (Nota 48.e)).
Os movimentos ocorridos no exercício de 2006 nas rubricas de provisões foram os seguintes:
| Saldo inicial |
Aumentos | Reduções | Utilizações/ transferências |
Liquidação | Saldo final |
|
|---|---|---|---|---|---|---|
| Provisões: | ||||||
| Provisão para impostos (a) | 5.012.148 | 11.233.329 | - | (1.191.941) | - | 15.053.536 |
| Outras provisões: | ||||||
| Perdas em investimentos financeiros (Nota 16) (b) | 859.628.818 | 71.668.907 | (67.182.452) | (16.005.798) | (363.538.926) | 484.570.549 |
| Outros (c) | 1.109.000 | - | (491.205) | (617.795) | - | - |
| 860.737.818 | 71.668.907 | (67.673.657) | (16.623.593) | (363.538.926) | 484.570.549 | |
| 865.749.966 | 82.902.236 | (67.673.657) | (17.815.534) | (363.538.926) | 499.624.085 |
| Aumentos: | |
|---|---|
| Perdas em empresas do grupo e associadas (Nota 45.b)) | 59.810.321 |
| Ajustamentos de partes de capital em filiais e associadas (Nota 40) | 11.858.586 |
| 71.668.907 | |
| Reduções: | |
| Ganhos em empresas do grupo e associadas (Nota 45.d)) | (64.490.707) |
| Ajustamentos de partes de capital em filiais e associadas (Nota 40) | (2.691.745) |
| (67.182.452) | |
| Transferências: | |
| Investimentos financeiros (Nota 10.b)) | (16.005.798) |
Em Abril de 2006, a PT Prime SGPS foi objecto de liquidação, tendo os seus activos e passivos sido integrados na Portugal Telecom (Nota 10). Em resultado desta operação, foi eliminada a provisão para os capitais próprios negativos da PT Prime SGPS, no montante de 367.894.100 Euros, e incorporadas as provisões para os capitais próprios negativos das participadas Tradecom e SGPICE, nos montantes de 3.771.755 Euros e 583.419 Euros, respectivamente.
(c) No âmbito da alienação em 2005 do investimento financeiro detido pela Portugal Telecom na Lusomundo Media, foi reconhecida uma provisão no montante de 1.108.400 Euros para fazer face a eventuais contingências decorrentes do contrato de venda. Em resultado das reclamações apresentadas pelo comprador e após análise detalhada das mesmas, a Portugal Telecom aceitou reclamações no montante de 617.795 Euros, tendo revertido o remanescente da provisão que se mostrou excessivo, no montante de 491.205 Euros (Nota 46).
Na sequência da deliberação da Assembleia Geral de 21 de Abril de 2006, a Empresa efectuou em 11 de Maio de 2006 um aumento do capital social, no montante de 338.656.950 Euros, por aumento do valor nominal de cada acção em 30 cêntimos de euro. Este aumento de capital foi efectuado através da incorporação de prémios de emissão de acções no montante de 91.704.891 Euros, de reservas legais no montante de 121.523.559 Euros, e da reserva especial de cancelamento de acções próprias, no montante de 125.428.500 Euros.
Em 11 de Setembro de 2006, e em cumprimento da deliberação de 21 de Abril de 2006 da Assembleia Geral, a Empresa procedeu a uma redução do seu capital no montante de 1.072.413.675 Euros, por libertação de excesso de capital e criação de reservas livres, passando o seu capital a ser de 395.099.775 Euros.
Em 31 de Dezembro de 2006, o capital da Empresa ascendia a 395.099.775 Euros (Notas 35 e 40) e estava representado por 1.128.856.000 acções ordinárias e 500 acções de Categoria A, com um valor nominal de 0,35 Euros.
As matérias que se indicam em seguida não podem ser aprovadas em assembleia geral contra a maioria dos votos correspondentes às acções de Categoria A:
Aprovação dos objectivos gerais e princípios fundamentais das políticas da Sociedade;
Definição dos princípios gerais da política de participações em sociedades, bem como, nos casos em que aqueles princípios exijam a prévia autorização da Assembleia Geral, tomada de deliberações sobre as respectivas aquisições e alienações;
Adicionalmente, para a eleição de um terço do número total dos administradores, incluindo o Presidente do Conselho de Administração, é necessária a concorrência dos votos emitidos pelo Estado, enquanto titular das acções da Categoria A.
Durante o exercício de 2006, os movimentos verificados nas rubricas de capital próprio, foram como segue:
| Saldo | Saldo | |||
|---|---|---|---|---|
| inicial | Aumentos | Diminuições | final | |
| Capital (Nota 36) | 1.128.856.500 | 338.656.950 | (1.072.413.675) | 395.099.775 |
| Prémios de emissão de acções | 91.704.891 | - | (91.704.891) | - |
| Ajustamentos de partes de capital | ||||
| em filiais e associadas | 881.218.517 | 47.761.668 | (935.764.422) | (6.784.237) |
| Reserva legal | 179.229.361 | 25.001.079 | (121.523.559) | 82.706.881 |
| Outras reservas | 131.272.144 | 1.072.413.675 | (125.428.500) | 1.078.257.319 |
| Resultados transitados | 238.974.490 | 843.851.168 | (85.106.745) | 997.718.913 |
| Resultado líquido do exercício | 500.021.577 | 658.585.998 | (500.021.577) | 658.585.998 |
| 3.151.277.480 | 2.986.270.538 | (2.931.963.369) | 3.205.584.649 |
Em 11 de Maio de 2006, e em cumprimento da deliberação de 21 de Abril de 2006 da Assembleia Geral, a Empresa procedeu a um aumento de capital social, no montante de Euros 338.656.950, tendo em 11 de Setembro de 2006, efectuado uma redução do seu capital no montante de 1.072.413.675 Euros (Nota 35).
Os prémios de emissão de acções resultam de ágios obtidos com aumentos de capital. Conforme dispõe a legislação aplicável às sociedades emitentes de acções admitidas à negociação em mercados regulamentados sujeitos à supervisão da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, os valores englobados nesta rubrica só podem ser utilizados para aumentar o capital ou absorver resultados transitados negativos (sem necessidade de prévia utilização de outras reservas), não podendo ser utilizados para atribuição de dividendos ou para a aquisição de acções próprias. No seguimento da deliberação da Assembleia Geral de 21 de Abril de 2006, a totalidade dos prémios de emissão de acções foi incorporada no aumento de capital ocorrido em 11 de Maio de 2006.
A variação verificada nesta rubrica resulta essencialmente: (i) da diferença entre os resultados do exercício de 2005 das empresas participadas, que advêm da aplicação do método da equivalência patrimonial, e os resultados distribuídos por essas empresas durante o exercício findo em 31 de Dezembro de 2006, registada por contrapartida de resultados transitados e (ii) de variações nos capitais próprios das empresas do Grupo, que não as resultantes do resultado líquido do período e que respeitam fundamentalmente às variações cambiais decorrentes da conversão das demonstrações financeiras das participadas localizadas no Brasil.
O movimento ocorrido nesta rubrica no exercício de 2006 foi como segue:
| Variações positivas |
Variações negativas |
Total | |
|---|---|---|---|
| Resultados não atribuídos | 21.079.016 | - | 21.079.016 |
| Distribuição de reservas | - | (7.081.266) | (7.081.266) |
| Equivalência patrimonial (a) | 26.545.406 | (91.543.070) | (64.997.664) |
| Redução de capital da PT Brasil | - | (9.104.312) | (9.104.312) |
| Variações cambiais do goodwill (Nota 10.a)) | - | (1.069.868) | (1.069.868) |
| Outros (b) | 137.246 | (826.965.906) | (826.828.660) |
| 47.761.668 | (935.764.422) | (888.002.754) |
a) Os ajustamentos relacionados com a equivalência patrimonial encontram-se registados por contrapartida das seguintes rubricas:
| Variações positivas |
Variações negativas |
Total | |
|---|---|---|---|
| Investimentos financeiros (Nota 10.b)) Provisão para perdas em investimentos |
23.853.661 | (79.684.484) | (55.830.823) |
| financeiros (Notas 3.c) e 34.b)) | 2.691.745 | (11.858.586) | (9.166.841) |
| 26.545.406 | (91.543.070) | (64.997.664) |
b) Estes movimentos resultam essencialmente da transferência para a rubrica de resultados transitados dos ajustamentos de partes de capital reconhecidos sobre as empresas alienadas e liquidadas no exercício, por se considerar que os mesmos se encontram realizados a nível da Portugal Telecom.
A legislação comercial e os estatutos da Empresa estabelecem que, pelo menos, 5% do resultado líquido anual tem de ser destinado ao reforço da reserva legal, até que esta represente 20% do capital. Esta reserva não é distribuível a não ser em caso de liquidação da Empresa, mas pode ser utilizada para absorver prejuízos, depois de esgotadas todas as outras reservas, ou para incorporação no capital.
A variação verificada nesta rubrica durante o exercício de 2006, foi como segue:
| Saldo Inicial | Variações positivas |
Variações negativas |
Saldo Final | |
|---|---|---|---|---|
| Reservas Livres | 5.843.644 | 1.072.413.675 | - | 1.078.257.319 |
| Reserva para acções próprias canceladas | 125.428.500 | - | (125.428.500) | - |
| 131.272.144 | 1.072.413.675 | (125.428.500) | 1.078.257.319 | |
| - |
No seguimento da redução de capital de 11 de Setembro de 2006, foi transferido para a rubrica de reservas livres o montante de 1.072.413.675 euros. No seguimento da deliberação da Assembleia Geral de 21 de Abril de 2006, a totalidade das reservas para acções próprias canceladas foi incorporada no aumento do capital social ocorrido em 11 de Maio de 2006.
As variações ocorridas nesta rubrica durante o exercício de 2006, resultam dos seguintes movimentos:
| Variações | Variações | ||
|---|---|---|---|
| positivas | negativas | Total | |
| Distribuição de dividendos (a) | - | (61.186.339) | (61.186.339) |
| Resultados não atribuídos pelas subsidiárias | - | (21.079.016) | (21.079.016) |
| Transferência de ajustamentos de partes de capital | 826.965.902 | - | 826.965.902 |
| Dividendos de equity swaps sobre acções próprias | 9.804.000 | - | 9.804.000 |
| Distribuição de reservas | 7.081.266 | - | 7.081.266 |
| Imposto sobre os dividendos de equity swaps sobre acções próprias | - | (2.640.965) | (2.640.965) |
| Entrega de acções aos colaboradores | - | (200.425) | (200.425) |
| 843.851.168 | (85.106.745) | 758.744.423 |
(a) Nos termos aprovados pela Assembleia Geral de 21 de Abril de 2006, foi distribuído aos accionistas a título de dividendos um montante total de 536.206.837 Euros, incluindo um montante de 61.186.339 Euros de resultados transitados e um montante de 475.020.498 Euros decorrente da aplicação do resultado líquido do exercício de 2005.
Nos termos aprovados pela Assembleia Geral de 21 de Abril de 2006, o resultado líquido do exercício de 2005, no montante de 500.021.577 Euros, foi aplicado da seguinte forma:
| Distribuição de dividendos | 475.020.498 |
|---|---|
| Reserva Legal | 25.001.079 |
| 500.021.577 | |
As remunerações auferidas pelos membros dos órgãos sociais nos exercícios de 2006 e 2005, foram as seguintes:
| 2006 | 2005 | |||
|---|---|---|---|---|
| Fixa | Variável | Fixa | Variável | |
| Administradores Executivos | 4.669.866 | 13.517.920 | 3.316.054 | 4.875.915 |
| Administradores Não Executivos | 1.611.589 | 1.266.515 | 2.227.795 | 398.489 |
| Conselho Fiscal | 173.677 | - | 173.163 | - |
| Mesa da Assembleia Geral | 1.719 | - | 4.966 | - |
| 6.456.851 | 14.784.435 | 5.721.978 | 5.274.404 |
O crescimento das remunerações fixas dos administradores executivos resulta essencialmente do alargamento da Comissão Executiva de 5 para 7 membros ocorrido no final de 2005. Em 2006, as remunerações variáveis dos administradores executivos e não executivos incluem 9.705.048 Euros e 966.876 Euros, respectivamente, referentes a pagamentos devidos pela aplicação da cláusula de não concorrência na cessação de funções.
Nos exercícios de 2006 e 2005, os resultados financeiros apresentam a seguinte composição:
| 2006 | 2005 | |
|---|---|---|
| Custos e perdas: | ||
| Juros suportados (a) | 104.086.548 | 107.643.011 |
| Perdas em empresas do grupo e associadas (b) | 62.939.343 | 52.084.341 |
| Amortizações de goodwill (Notas 6 e 10) | 32.026.949 | 33.587.087 |
| Diferenças de câmbio desfavoráveis | 10.224.888 | 3.689.289 |
| Outros custos e perdas financeiros (c) | 17.689.909 | 33.623.068 |
| 226.967.637 | 230.626.796 | |
| Resultados financeiros | 570.471.928 | 509.213.758 |
| 797.439.565 | 739.840.554 | |
| Proveitos e ganhos: | ||
| Ganhos em empresas do grupo e associadas (d) | 676.561.613 | 596.682.104 |
| Juros obtidos (e) | 37.730.349 | 42.258.504 |
| Diferenças de câmbio favoráveis | 20.083.290 | 5.613.544 |
| Rendimentos de participações de capital | 1.357.000 | 2.279.386 |
| Outros proveitos e ganhos financeiros (f) | 61.707.313 | 93.007.016 |
| 797.439.565 | 739.840.554 |
(a) No exercício de 2006, esta rubrica inclui essencialmente juros de empréstimos externos (bancários e papel comercial), no montante de 75.705.774 Euros, bem como juros relativos a papel comercial interno, no montante de 10.354.040 Euros, e à emissão de obrigações convertíveis e não convertíveis, no montante de 7.242.883 Euros.
(b) No exercício de 2006, as perdas em empresas do grupo e associadas, decorrentes da aplicação do método da equivalência patrimonial no reconhecimento da quota parte nos respectivos resultados líquidos negativos, são conforme segue:
| Investimentos financeiros (Nota 10.b)) |
Provisão para perdas em investimentos financeiros (Nota 34) |
Total | |
|---|---|---|---|
| PT Brasil | 2.548.877 | - | 2.548.877 |
| PT Centro Corporativo | - | 19.051.406 | 19.051.406 |
| PT Pro | - | 12.778.758 | 12.778.758 |
| PT Compras | - | 8.530.072 | 8.530.072 |
| PT WI-FI | - | 5.061.387 | 5.061.387 |
| PT II | - | 4.558.749 | 4.558.749 |
| Sportinveste Multimédia | - | 3.521.216 | 3.521.216 |
| PT Ásia | - | 3.499.230 | 3.499.230 |
| Web Lab, SGPS | - | 1.975.562 | 1.975.562 |
| PT Imobiliária | 575.195 | - | 575.195 |
| PT Meios | - | 415.364 | 415.364 |
| PT Corporate | - | 250.938 | 250.938 |
| SGPICE | - | 167.639 | 167.639 |
| PT Rede Fixa, SGPS | 4.950 | - | 4.950 |
| 3.129.022 | 59.810.321 | 62.939.343 | |
(c) No exercício de 2006 esta rubrica inclui, essencialmente, o reconhecimento das perdas resultantes da desvalorização de derivados cambiais no montante de 8.407.515 Euros, de custos com serviços bancários no montante de 6.485.996 Euros, e de perdas resultantes da variação no valor de mercado dos títulos da Iris Capital de 1.136.737 Euros (Nota 10.b)).
(d) No exercício de 2006, os ganhos em empresas do grupo e associadas, decorrentes da aplicação do método da equivalência patrimonial no reconhecimento da quota parte nos respectivos resultados líquidos positivos, são conforme segue:
| Provisão para perdas em |
|||
|---|---|---|---|
| Investimentos | investimentos | ||
| financeiros | financeiros | ||
| (Nota 10.b)) | (Nota 34) | Total | |
| PT Portugal, SGPS | 250.926.280 | - | 250.926.280 |
| PT Comunicações (i) | 165.979.683 | - | 165.979.683 |
| TMN (i) | 81.158.812 | - | 81.158.812 |
| PT Ventures, SGPS | - | 58.287.692 | 58.287.692 |
| PT Multimédia | 40.059.577 | - | 40.059.577 |
| PT Prime | 34.966.251 | - | 34.966.251 |
| PT Inovação | 12.502.229 | - | 12.502.229 |
| UOL | 4.702.122 | - | 4.702.122 |
| PTI Finance | 3.854.763 | - | 3.854.763 |
| PT SI | - | 3.734.167 | 3.734.167 |
| Páginas Amarelas | 2.103.020 | - | 2.103.020 |
| PT.com | - | 1.999.701 | 1.999.701 |
| PT Prime Tradecom | - | 336.319 | 336.319 |
| Previsão | 211.061 | - | 211.061 |
| PT Prime SGPS (ii) | - | 132.828 | 132.828 |
| 596.463.798 | 64.490.707 | 660.954.505 | |
| Efeito da consolidação fiscal (Nota 6,d)) (iii) | 15.607.108 | ||
| 676.561.613 | |||
| Juros de aplicações financeiras | 28.968.022 |
|---|---|
| Juros de empréstimos concedidos a empresas do grupo | 8.506.578 |
| Outros juros | 255.749 |
| 37.730.349 |
(f) No exercício de 2006, esta rubrica inclui essencialmente: (i) um ganho de 8.408.150 Euros decorrente do recebimento de dividendos de equity swaps sobre acções da PT Multimédia (Notas 53 e 55.c)), (ii) um ganho de 27.384.487 Euros relacionado com o exercício financeiro de equity swaps sobre acções da PT Multimédia (Nota 55.c)), e (iii) um ganho de 23.513.275 Euros referente ao exercício financeiro de equity swaps sobre 11.340.000 acções próprias.
Nos exercícios de 2006 e 2005, os resultados extraordinários têm a seguinte composição:
| 2006 | 2005 | |
|---|---|---|
| Custos e perdas: | ||
| Donativos | 392.500 | 2.895.756 |
| Insuficiência da estimativa para impostos sobre o rendimento (Nota 6.d)) (a) | 123.017.051 | 12.677.670 |
| Outros custos e perdas extraordinários (b) | 47.699.134 | 12.188.442 |
| 171.108.685 | 27.761.868 | |
| Resultados extraordinários | (169.782.942) | 31.136.699 |
| 1.325.743 | 58.898.567 | |
| Proveitos e ganhos: | ||
| Ganhos em imobilizações | 141.409 | 58.861.050 |
| Redução de provisões (Nota 34 c)) | 491.205 | - |
| Outros proveitos e ganhos extraordinários | 693.129 | 37.517 |
| 1.325.743 | 58.898.567 |
(a) No exercício de 2006, a insuficiência da estimativa para impostos sobre o rendimento de 2005 resultou essencialmente da tributação voluntária, decidida em 2006, de mais-valias fiscais com tributação suspensa, no montante de 125.818.532 Euros (Nota 6.d)).
(b) Em 2006, esta rubrica inclui custos incorridos pela Portugal Telecom no montante de 36 milhões de euros relacionados com a oferta pública de aquisição de que a Empresa foi alvo durante o exercício de 2006.
Nos termos do artigo 21º do Decreto-lei nº411/91, de 17 de Outubro, informa-se que não existem dívidas em mora ao Estado nem à Segurança Social.
Em 31 de Dezembro de 2006 e 2005, o detalhe dos empréstimos obtidos era como segue:
| 2006 | 2005 | |||
|---|---|---|---|---|
| Curto prazo | Médio e longo prazo (e) |
Curto prazo | Médio e longo prazo |
|
| Empréstimos bancários (a) Empréstimos externos |
93.772.376 | 620.965.775 | 80.279.225 | 714.738.150 |
| Empréstimos por obrigações convertíveis (b) | - | - | 390.335.000 | - |
| Outros empréstimos obtidos Empréstimos externos (c) Empréstimos internos (d) |
- 749.411.565 |
1.125.450.000 - |
- 574.774.497 |
1.199.553.000 - |
| 749.411.565 | 1.125.450.000 | 574.774.497 | 1.199.553.000 | |
| 843.183.941 | 1.746.415.775 | 1.045.388.722 | 1.914.291.150 |
Em 31 de Dezembro de 2006 e 2005, os empréstimos bancários encontravam-se expressos em Euros, sendo as garantias solicitadas a favor de terceiros relacionadas com estes empréstimos as seguintes:
| 200 | 200 | |
|---|---|---|
| - Garantias bancárias a favor do Banco Europeu de Investimento | 161.224.684 | 205.120.408 |
| - Aval do Estado a favor do Kreditantsalt Für | 6.210.66 | 7.668.86 |
Em 31 de Dezembro de 2006 e 2005, os empréstimos bancários venciam juros a taxas anuais que variavam entre:
| 2006 | 2005 | |
|---|---|---|
| Taxa de juro máxima | 5,46 | 4,60 |
| Taxa de juro mínima | 3,00 | 2,44 |
Em 6 de Dezembro de 2001, a Empresa emitiu um empréstimo por obrigações convertíveis em acções, integralmente subscrito pela PT Finance, com o valor total de 550.000.000 Euros, correspondente a 110.000 obrigações, com o valor nominal de 5.000 Euros cada. Este empréstimo estava associado à emissão pela PT Finance, em 6 de Dezembro de 2001, de Exchangeable Bonds, com condições idênticas às obrigações convertíveis emitidas pela Empresa, que conferiam aos seus titulares o direito à troca das obrigações por acções ordinárias ou ADS (American Depositary Shares) da Empresa, até ao termo da emissão, ao preço de conversão de 12,3985 Euros por acção. Em Dezembro de 2003 e em Outubro de 2004, foram canceladas 21.933 obrigações convertíveis, no montante de 109.665.000 Euros, e 10.000 obrigações convertíveis, no montante de 50.000.000 Euros. Em 6 de Dezembro de 2006, o montante remanescente de 390.335.000 Euros destas obrigações convertíveis foi reembolsado.
Em 25 de Junho de 1999, a Empresa estabeleceu um Contrato Programa de Emissão de Papel Comercial, a subscrever pela PT Finance, até ao montante de 1.000.000.000 euros. No exercício de 2003, as condições deste programa foram alteradas no sentido de possibilitar a emissão de Papel Comercial por outras empresas do Grupo. Na sequência dos aditamentos entretanto efectuados, o montante máximo do programa é de 2.000.000.000 euros em 31 de Dezembro de 2006. Nesta data, as emissões efectuadas pela Empresa no âmbito deste programa, no total de 431.450.000 Euros, encontram-se associadas à emissão em 16 de Junho de 2005 pela PT Finance de Global Medium Term Notes ("GMTNs") no montante total de 500.000.000 Euros, com uma maturidade de 20 anos e uma taxa de juro anual de 4,5%.
Em 1 de Junho de 2000, a Empresa estabeleceu um outro Contrato Programa de Emissão de Papel Comercial, a subscrever pela PT Finance, até ao montante de 1.350.000.000 euros. No exercício de 2003, as condições deste programa foram alteradas no sentido de possibilitar a emissão de Papel Comercial por outras empresas do Grupo. Na sequência de aditamentos efectuados até à data, em 31 de Dezembro de 2006, o montante máximo do programa é de 3.000.000.000 euros. Nesta data, as emissões efectuadas pela Empresa no âmbito deste programa, no total de 694.000.000 Euros encontram-se associadas essencialmente: (i) a uma Multicurrency Revolving Credit Facility de 150.000.000 euros contratada em 24 de Junho de 2004, com maturidade a seis anos; (ii) à emissão em 24 de Março de 2005 pela PT Finance de Global Medium Term Notes ("GMTNs") no montante total de 1.000.000.000 euros, com uma maturidade de 7 anos e uma taxa de juro anual de 3,75%; (iii) à emissão em 24 de Março de 2005 pela PT Finance de Global Medium Term Notes ("GMTNs") no montante total de 500.000.000 euros, com uma maturidade de 12 anos e uma taxa de juro anual de 4,375%.
A Empresa mantém contratados programas de papel comercial de curto prazo, no montante total de 875.000.000 Euros, encontrando-se utilizado um montante de 749.411.565 Euros em 31 de Dezembro de 2006. Este montante foi emitido em Dezembro de 2006 com uma taxa de juro anual de 3,80% e foi reembolsado na data de vencimento em Janeiro de 2007.
Em 31 de Dezembro de 2006, os empréstimos classificados a médio e longo prazo têm o seguinte plano de reembolso previsto:
| 2008 | 123.269.695 |
|---|---|
| 2009 | 110.051.551 |
| 2010 | 185.051.550 |
| 2011 | 100.657.893 |
| 2012 | 579.588.763 |
| 2013 e anos seguintes (Nota 29) | 647.796.323 |
| 1.746.415.775 |
Em 31 de Dezembro de 2006, os principais condicionalismos financeiros ("covenants") incluídos em contratos de dívida, todos eles em situação de cumprimento àquela data, eram como segue:
As Credit Facilities no montante total de 900 milhões de euros e alguns dos empréstimos obtidos junto do Banco Europeu de Investimento ("BEI"), totalizando 386 milhões de euros em 31 de Dezembro de 2006, conferem o direito aos mutuantes de exigirem o pagamento de todos os montantes em dívida no caso de alteração de controlo da Portugal Telecom.
Alguns dos empréstimos obtidos junto do BEI, totalizando 365 milhões de euros em 31 de Dezembro de 2006, estabelecem que, caso o rating atribuído à Portugal Telecom pelas agências de rating seja reduzido para BBB/Baa2 ou inferior, a Empresa poderá ser chamada a apresentar uma
garantia bancária aceitável pelo banco. Em resultado do downgrade da Portugal Telecom, anunciado em 3 de Agosto de 2006, para BBB- pela S&P e para Baa2 pela Moody's, a Empresa negociou com o BEI a revisão dos termos e condições destes empréstimos. O acordo entre as duas entidades, assinado em 23 de Fevereiro de 2007, prevê a possibilidade de apresentação de garantia apenas no caso de redução conjugada de ambos os rating vigente à data actual (BBB- pela S&P, Baa2 pela Moody's e BBB pela Fitch).
A Credit Facility de 500 milhões de euros estabelece que a Portugal Telecom terá de manter, directa ou indirectamente, a maioria do capital e o controlo de cada uma das suas "Material Subsidiaries" (subsidiárias cujo activo bruto seja igual ou superior a 10% do activo consolidado ou cujos proveitos sejam iguais ou superiores a 10% dos proveitos consolidados).
A Credit Facility de 100 milhões de euros e empréstimos obtidos junto do BEI, no montante de 680 milhões de euros em 31 de Dezembro de 2006, incluem cláusulas que limitam ou condicionam a alienação de activos da Portugal Telecom. No âmbito do acordo com o BEI de 23 de Fevereiro de 2007, referido acima, o banco renunciou ao exercício dos seus direitos no âmbito desta cláusula exclusivamente para efeitos da operação de spin-off da PT Multimédia (sujeita à aprovação da Assembleia Geral de Accionistas da Portugal Telecom).
A Credit Facility de 500 milhões de euros e uma das Credit Facilities de 150 milhões de euros prevêem a obrigação de assegurar que a dívida líquida consolidada não excede 3,5 vezes o EBITDA consolidado. A Credit Facility de 100 milhões de euros prevê a obrigação de assegurar que a dívida líquida consolidada não excede 4,0 vezes o EBITDA consolidado. As actuais condições financeiras (spread aplicável) relativas à Credit Facility de 500 milhões de euros e a uma das Credit Facilities de 150 milhões de euros podem ser alteradas se o rácio dívida líquida consolidada/EBITDA consolidado for superior, respectivamente, a 2,5 e 2,25. Em 31 de Dezembro de 2006, este rácio é equivalente a 1,55.
O Programa de Global Medium Term Notes e as Credit Facilities que totalizam 900 milhões de euros estão abrangidos por cláusulas de Negative Pledge, as quais impõem restrições à constituição de garantias reais sobre os activos das empresas englobadas na consolidação do Grupo.
Em 31 de Dezembro de 2006 e 2005, os saldos com o Estado e outros entes públicos têm o seguinte detalhe:
| 2006 | 2005 | |||
|---|---|---|---|---|
| Saldos devedores |
Saldos credores | Saldos devedores |
Saldos credores |
|
| Imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas | 15.896.153 | 113.176.951 | 10.044.756 | 1.243.170 |
| Imposto sobre o valor acrescentado | - | 219.390 | 659.677 | - |
| Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares | - | 466.080 | - | 423.917 |
| Segurança social | - | 72.851 | - | 74.236 |
| Restantes impostos | - | 5 | - | - |
| 15.896.153 | 113.935.277 | 10.704.433 | 1.741.323 |
Em 31 de Dezembro de 2006, esta rubrica refere-se fundamentalmente a aplicações efectuadas pela Empresa em títulos de curto prazo e de rendimento fixo.
Em 31 de Dezembro de 2006 e 2005, os saldos destas rubricas apresentam a seguinte composição:
| 2006 | 2005 | |
|---|---|---|
| Acréscimos de proveitos: | ||
| Juros a receber | 8.823.941 | 8.377.975 |
| Prestação de serviços a empresas do Grupo (a) | 5.084.891 | 6.480.659 |
| Outros | 884.288 | 1.591.908 |
| 14.793.120 | 16.450.542 | |
| Custos diferidos: | ||
| Despesas financeiras | 638.167 | 2.057.030 |
| Outros | 1.017.311 | 884.112 |
| 1.655.478 | 2.941.142 | |
| Acréscimos de custos: | ||
| Encargos financeiros a liquidar | 17.236.610 | 17.742.656 |
| Encargos com férias, subsídios de férias e outros | ||
| encargos com o pessoal | 8.120.255 | 7.970.182 |
| Fornecimentos e serviços externos | 931.268 | 2.895.201 |
| Outros acréscimos de custos (b) | 65.242.572 | 37.809.086 |
| 91.530.705 | 66.417.124 | |
| Proveitos diferidos | ||
| Mais-valias em trasacções intra-grupo (Nota 10) | 5.625.920.451 | - |
| Outros | 2.039.714 | 902.266 |
| 5.627.960.165 | 902.266 | |
(a) Em 31 de Dezembro de 2006, este montante refere-se aos valores a facturar relativamente a serviços prestados à Telesp Celular durante 2006, no âmbito do contrato de prestação de serviços de consultoria.
(b) Em 31 de Dezembro de 2006, esta rubrica inclui 35.014.689 Euros referentes ao valor de mercado de instrumentos financeiros derivados (Nota 53).
Em 31 de Dezembro de 2006, a Empresa tinha contratado um conjunto de instrumentos financeiros derivados, essencialmente com o objectivo de minimizar os riscos de exposição a variações de taxa de juro e de taxa de câmbio.
A contratação deste tipo de instrumentos financeiros é efectuada após análise cuidada dos riscos e benefícios inerentes a este tipo de operações e consulta a diversas instituições intervenientes nos mercados. Estas operações são sujeitas à aprovação prévia da Comissão Executiva e implicam o acompanhamento permanente da evolução dos mercados financeiros e da carteira de posições detidas pela Empresa. O valor de mercado (Fair Value) destes instrumentos é apurado regular e periodicamente ao longo do ano, no sentido de permitir uma avaliação contínua destes instrumentos e das respectivas implicações financeiras.
Em 31 de Dezembro de 2006, a carteira de instrumentos derivados de taxa de juro era constituída por swaps de taxa de juro em Euros. Nesta data, o valor nominal destes instrumentos era de 651 milhões de Euros com uma maturidade média de 6,3 anos.
De modo a atingir os objectivos acima referidos, quer no caso do risco de taxa de juro, quer no que respeita ao risco de taxa de câmbio, existiam em 31 de Dezembro de 2006 currency swaps com componente cambial e de taxa de juro. Naquela data, o valor nominal dos swaps de dólares americanos para Euros era de 53 milhões de Dólares Americanos, com uma maturidade média de 5,0 anos.
Na sequência do cancelamento da componente de taxa de juro de currency swaps anteriormente existentes, a Portugal Telecom mantém opções cambiais e contratos forward de Euros para Dólares Americanos. Em 31 de Dezembro de 2006, o montante líquido dos contratos desta natureza era de 200 milhões de Euros, com uma maturidade média de 2,3 anos.
De modo a incrementar a sua exposição à PT Multimédia, a Portugal Telecom contratou em anos anteriores junto de uma instituição financeira equity swaps sobre 30.575.090 acções da PT Multimédia, representativas de 9,9% do seu capital. Estes equity swaps tinham as seguintes condições em 31 de Dezembro de 2005:
Em 24 de Julho de 2006, estes equity swaps foram liquidados financeiramente, por término do prazo inicial, tendo a Empresa recebido um montante de 26,8 milhões de euros (Nota 45.f)) em resultado da diferença entre os preços iniciais contratados e a cotação da acção PTM nessa data (9,02 euros). Na mesma data, a Portugal Telecom contratou um novo equity swap sobre 30.575.090 acções da PT Multimédia com um preço inicial de 9,02 euros e maturidade de 2 anos.
Adicionalmente, em 2004 a Portugal Telecom celebrou com o Banco Espírito Santo contratos de derivados com acções PT Multimédia, que se traduzem num conjunto de opções que permitem à Empresa obter um encaixe financeiro de 16,6 milhões de Euros, bem como a possibilidade de adquirir acções da PT Multimédia representativas de cerca de 5% do seu capital. Estas opções terminaram em 31 de Dezembro de 2005 e não puderam ser exercidas por ambas as partes devido a não ter sido atingido o strike contratado. A exigibilidade do montante acima referido estava sujeita à condição suspensiva de ao Banco Espírito Santo ser pago o preço das opções que o Banco Espírito Santo tinha contratado com terceiras entidades a fim de obter o hedging financeiro da sua posição nas opções de compra e venda. A Portugal Telecom recebeu 50% deste montante no exercício de 2005, no montante de 8,3 milhões de euros. Em Junho de 2006, o Banco Espírito Santo informou a Portugal Telecom que os restantes 50%, no montante de 8,3 milhões de euros, não lhe foram pagos.
Em 31 de Dezembro de 2006 e 2005, o Fair Value dos instrumentos financeiros derivados e o correspondente valor contabilístico é o seguinte (valores em milhões de Euros):
| 2006 | 2005 | |||
|---|---|---|---|---|
| Valor contabilístico |
Fair value |
Valor contabilístico |
Fair value |
|
| Instrumentos derivados: | ||||
| Taxa de juro | (0,2) | (5,0) | (0,3) | (26,9) |
| Taxa de câmbio (Nota 52) | (35,0) | (35,0) | (26,6) | (26,6) |
| Taxa de juro e de câmbio | (9,5) | (9,6) | (5,8) | (6,0) |
| (44,7) | (49,7) | (32,7) | (59,6) | |
| Instrumentos derivados com acções: | ||||
| Acções próprias | (0,8) | 14,5 | (0,4) | 10,6 |
| Acções PT Multimédia | (4,7) | 17,0 | (4,5) | 42,0 |
| (5,6) | 31,6 | (4,8) | 52,6 |
A Demonstração dos Resultados por Funções ("DRF") foi elaborada tendo em consideração o disposto na Directriz Contabilística n.º 20, havendo os seguintes aspectos a salientar:
| 2006 | |
|---|---|
| Juros obtidos (Nota 45) | 37.730.349 |
| Juros suportados (Nota 45) | (104.086.548) |
| Outros proveitos e ganhos financeiros | 59.224.383 |
| Outros custos e perdas financeiros | (16.553.176) |
| Diferenças de câmbio favoráveis | 20.083.290 |
| Diferenças de câmbio desfavoráveis | (10.224.888) |
| (13.826.590) |
e) A rubrica "Ganhos e (perdas) em filiais e associadas " da DRF inclui as seguintes naturezas de proveitos e custos registadas na DRN em resultados financeiros e em resultados extraordinários:
| Ganhos em empresas do grupo e associadas (Nota 45.d)) (i) | 660.954.505 |
|---|---|
| Perdas em empresas do grupo (Nota 45.b)) | (62.939.343) |
| Amortização de trespasses ("goodwill") (Nota 45) | (32.026.949) |
| Outros | 2.482.935 |
| 568.471.148 |
(i) Esta rubrica distingue-se dos ganhos em empresas do grupo e associadas apresentadas na DRN uma vez que não inclui os ganhos resultantes da consolidação fiscal (15.607.108 Euros), que são registados na rubrica de " Impostos sobre os resultados correntes" (Nota 6).
f) A rubrica "Impostos sobre os resultados correntes" tem a seguinte composição:
| Imposto sobre o rendimento do exercício na DRN | 320.944.240 |
|---|---|
| Ganho resultante da consolidação fiscal (Notas 6 e 45.d)) | 15.607.108 |
| Insuficiência de estimativa para IRC de 2005 (Nota 46) | (123.017.051) |
| Provisão para impostos (Nota 34) | (8.138.169) |
| Outros | (18.448) |
| 205.377.680 |
A Demonstração dos Fluxos de Caixa foi elaborada tendo em consideração o disposto na Directriz
Contabilística nº14, havendo os seguintes aspectos a salientar:
Esta rubrica inclui o reembolso de empréstimos concedidos e apresenta a seguinte composição:
| Suprimentos (Nota 10.b)): | |
|---|---|
| PT Prime | 10.000.000 |
| PT Brasil | 6.776.687 |
| PT Inovação | 9.824.924 |
| PT Ventures | 8.431.338 |
| 35.032.949 | |
| Empréstimos intra-grupo de curto prazo: | |
| PT Comunicações | 82.000.000 |
| PT Compras | 10.760.000 |
| PT-SI | 7.000.000 |
| PT Ventures, SGPS | 4.979.123 |
| PT Móveis | 2.378.956 |
| PT Ásia | 952.100 |
| 108.070.179 | |
| Prestações Acessórias/Suplementares (Nota 10.b)): | |
| PT Comunicações | 948.966.191 |
| TMN | 680.305.088 |
| 1.629.271.279 | |
| Recebimento de Investimentos Financeiros (Alienação Participações Financeiras)(Nota 10.b)): | |
| Alienação da PT Comunicações e da TMN à PT Portugal | 7.006.728.721 |
| Iris Capital | 2.328.287 |
| 7.009.057.008 | |
| Recebimento de Investimentos Financeiros (Redução de Capital): | |
| PT Brasil (i) | 146.876.793 |
| 8.928.308.208 |
(i) Inclui o montante de 82.199.227 Euros referente às reduções de capital efectuadas em 2006 (Nota 10.b)), sendo o remanescente referente à idêntica operação efectuada em 2005.
Esta rubrica corresponde aos dividendos e distribuição de reservas recebidos das seguintes empresas:
| PT Comunicações (Nota 10.b)) | 245.009.785 |
|---|---|
| TMN (Nota 10.b)) | 109.903.167 |
| PT Multimédia (Nota 10.b)) | 49.667.668 |
| PT Prime (Nota 10.b)) | 22.090.542 |
| PT Inovação (Nota 10.b)) | 15.000.000 |
| Páginas Amarelas (Nota 10.b)) | 2.274.570 |
| BES (Nota 45) | 1.344.000 |
| Previsão (Nota 10.b)) | 98.489 |
| Taguspark (Nota 45) | 13.000 |
| 445.401.221 |
Em 31 de Dezembro de 2006 esta rubrica inclui (i) o montante de 26.772.985 Euros referentes ao exercício financeiro de Equity Swaps sobre acções da PT Multimédia (Nota 45.f)), (ii) o montante de 8.408.150 Euros de dividendos desses mesmos equity swaps (Nota 45.f)) e (iii) o montante de 23.513.275 Euros referente ao exercício financeiro de equity swaps sobre 11.340.000 acções próprias da Portugal Telecom.
Esta rubrica apresenta a seguinte composição:
| Suprimentos concedidos (Nota 10.b)): | |
|---|---|
| PT Inovação | 15.000.000 |
| PT-SI | 7.000.000 |
| PT Ventures, SGPS | 4.979.123 |
| 26.979.123 | |
| Prestações acessórias concedidas (Nota 10.b)): | |
| PT Portugal | 8.636.000.000 |
| PT Compras | 20.500.000 |
| PT II | 9.500.000 |
| PT Wi-Fi | 7.000.000 |
| 8.673.000.000 | |
| Aquisição de participações e aumentos de capital: | |
| Idealyse | 37.860.935 |
| BES (Nota 10.b)) | 19.320.000 |
| Iris Capital (Nota 10.b)) | 810.000 |
| PT Rede Fixa, SGPS (Nota 10.b)) | 50.000 |
| PT Portugal, SGPS (Nota 10.b)) | 50.000 |
| PT Centro Corporativo (Nota 10.b)) | 50.000 |
| PT Finance BV (Nota 10.b)) | 32.000 |
| 58.172.935 | |
| Empréstimos intragrupo de curto prazo concedidos : | |
| PT Comunicações | 20.000.000 |
| PT Compras | 2.600.000 |
| PT Ventures, SGPS | 952.100 |
| 23.552.100 | |
| Empréstimos intragrupo concedidos - tesouraria centralizada (Nota 16): | |
| PT Comunicações | 162.431.866 |
| PT Multimédia | 34.144.380 |
| PT Prime | 19.290.961 |
| PT Contact | 6.791.194 |
| PT-SI | 6.480.772 |
| PT Centro Corporativo | 2.452.219 |
| PT Meios | 1.581.166 |
| PT Corporate | 867.950 |
| 234.040.508 | |
| 9.015.744.666 |
Em 31 de Dezembro de 2006 esta rubrica inclui, essencialmente, o montante de 6.418.036 Euros, referente ao pagamento aos antigos accionistas da Web-Lab.
Esta rubrica inclui os fundos obtidos com empréstimos contratados e apresenta a seguinte composição a 31 de Dezembro de 2006:
| Empréstimos externos: | |
|---|---|
| Emissão de Papel Comercial | 21.336.625.025 |
| Empréstimos intra-grupo de curto prazo: | |
| TMN | 72.500.000 |
| PT Comunicações | 23.000.000 |
| PT.com | 14.240.758 |
| PT Imobiliária | 11.858.771 |
| PT Multimédia | 10.000.000 |
| Web-Lab | 80.000 |
| 131.679.529 | |
| Empréstimos intra-grupo - tesouraria centralizada (Nota 16): | |
| TMN | 398.336.613 |
| PT.com | 81.251.804 |
| PT PRO | 7.972.649 |
| PT Inovação | 2.188.898 |
| PT WI-FI | 1.990.183 |
| PT Móveis | 1.620.623 |
| PT Ventures | 1.604.857 |
| PT II | 1.355.456 |
| PT Prime Tradecom | 1.327.089 |
| PT Compras | 1.085.430 |
| Directel | 734.116 |
| PT Prestações | 121.679 |
| PT Rede Fixa | 45.130 |
| PT Portugal | 45.045 |
| Telemática | 31.374 |
| 499.710.946 | |
| 21.968.015.500 |
Esta rubrica inclui o reembolso de empréstimos obtidos e a 31 de Dezembro de 2006 apresenta a seguinte composição:
| Empréstimos externos: | |
|---|---|
| Papel comercial de curto prazo | 21.236.090.957 |
| Empréstimos bancários | 470.614.225 |
| 21.706.705.182 | |
| Empréstimos intra-grupo: | |
| TMN | 238.000.000 |
| PT.com | 69.240.758 |
| PT Multimédia | 45.000.000 |
| PT Comunicações | 23.000.000 |
| PT Imobiliária | 10.176.054 |
| PT Prime | 10.000.000 |
| Web-Lab | 165.513 |
| 395.582.325 | |
| 22.102.287.507 | |
Em 31 de Dezembro de 2006 e 2005, a composição dos saldos de caixa e seus equivalentes era como segue:
| 2006 | 2005 | |
|---|---|---|
| Depósitos bancários | 85.467.015 | 98.512.496 |
| Caixa | 2.000 | 20.000 |
| 85.469.015 | 98.532.496 |
Não ocorreram eventos relevantes após 31 de Dezembro de 2006.
Nos termos da alínea e) do nº1 do artigo 8º do Regulamento nº 4/2004 da CMVM, presta-se a seguinte informação quanto às participações qualificadas detidas por terceiros no capital social da PT, que haviam sido comunicadas à sociedade até à data do presente relatório:
| Entidades | Nº Acções |
|---|---|
| Banco Espírito Santo, S.A. | 51.343.328 |
| Fundo de Pensões do BES | 12.599.060 |
| Empresas que se encontram em relação de domínio ou de grupo com o BES | 4.218 |
| Membros dos órgãos de administração e fiscalização do BES | 66.742 |
| Acções detidas por titulares do direito de voto que celebraram com o BES acordo para o seu exercício |
19.420.829 |
| Acções dadas em garantia ao BES ou por este administradas ou depositadas junto desta instituição |
4.300.000 |
| Total | 87.734.177 |
• O Grupo Caixa Geral de Depósitos ("CGD") detém directa e indirectamente 5,11% do capital social e dos direitos de voto da PT. No quadro seguinte apresenta-se a participação da CGD calculada nos termos do nº1 do artigo 20º do CVM:
| Entidades | Nº Acções | ||
|---|---|---|---|
| Caixa Geral de Depósitos, S.A. | 51.866.079 | ||
| Companhia de Seguros Fidelidade - Mundial, S.A. | 5.847.076 | ||
| Império Bonança- Companhia de Seguros, S.A. | 27.445 | ||
| Total | 57.740.600 |
| Entidades | Nº Acções e % do Capital e dos Direitos de Voto Direitos de Voto |
|||
|---|---|---|---|---|
| Capital Research and Management Company | 22.161.308 | 1,9632% | ||
| Capital International Limited | 723.418 | 0,0641% | ||
| Capital International S.A. | 111.613 | 0,099% | ||
| Total | 22.996.339 | 2,0372% |
As sociedades gestoras que integram a CGC encontram-se autorizadas a exercer os seguintes direitos de voto na PT:
| Entidades | Nº Acções e Direitos de Voto |
% do Capital e dos Direitos de Voto |
|
|---|---|---|---|
| Capital Research and Management Company | 22.161.308 | 1,9632% | |
| Capital International Limited | 297.465 | 0,0264% | |
| Capital International S.A. | 50.100 | 0,0044% | |
| Total | 22.508.873 | 1,9940% |
Nos termos e para os efeitos do artigo 447º do Código das Sociedades Comerciais, presta-se a seguinte informação quanto às participações financeiras detidas pelos membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal da PT, em 31 de Dezembro de 2006:
Amílcar de Morais Pires, Administrador, é titular de 2.146 acções da PT;
Francisco Pereira Soares, Administrador, não é titular de quaisquer acções da PT nem de outras sociedades que com ela se encontram em relação de domínio ou de grupo;
| Cinveste, SGPS, S.A. | Cinveste, SGPS, S.A. | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Transacções - Acções da PT | Transacções - Acções da PT | ||||||
| Data da transacção |
Natureza da transacção |
Quantidade transaccionada |
Preço da transacção (euros) |
Data da transacção |
Natureza da transacção |
Quantidade transaccionada |
Preço da transacção (euros) |
| 08-Fev-06 | V | 500.000 | 9,83 | 23-Jun-06 | V | 250.000 | 9,51 |
| 20-Mar-06 | V | 100.000 | 10,10 | 27-Jun-06 | V | 500.000 | 9,50 |
| 21-Mar-06 | V | 100.000 | 10,12 | 27-Jun-06 | V | 90.165 | 9,51 |
| 22-Mar-06 | V | 51.859 | 10,15 | 29-Jun-06 | V | 30.000 | 9,41 |
| 29-Mar-06 | V | 350.000 | 10,12 | 30-Jun-06 | V | 190.000 | 9,44 |
| 31-Mar-06 | V | 100.000 | 10,02 | 03-Jul-06 | V | 258.896 | 9,46 |
| 03-Abr-06 | V | 200.000 | 10,10 | 04-Jul-06 | V | 25.000 | 9,48 |
| 04-Abr-06 | V | 178.141 | 10,17 | 06-Jul-06 | V | 600.000 | 9,51 |
| 11-Abr-06 | V | 100.000 | 10,13 | 06-Jul-06 | V | 550.000 | 9,49 |
| 09-Mai-06 | V | 200.000 | 9,91 | 07-Jul-06 | V | 250.000 | 9,52 |
| 10-Mai-06 | V | 200.000 | 9,95 | 07-Jul-06 | V | 700.000 | 9,50 |
| 12-Mai-06 | V | 1.000.000 | 9,90 | 10-Jul-06 | V | 300.000 | 9,55 |
| 16-Mai-06 | V | 17.175 | 9,45 | 10-Jul-06 | V | 100.000 | 9,56 |
| 18-Mai-06 | V | 858.995 | 9,40 | 11-Jul-06 | V | 100.000 | 9,58 |
| 19-Mai-06 | V | 500.000 | 9,40 | 12-Jul-06 | V | 100.000 | 9,53 |
| 25-Mai-06 | V | 500.000 | 9,26 | 13-Jul-06 | V | 150.000 | 9,55 |
| 26-Mai-06 | V | 290.518 | 9,30 | 13-Jul-06 | V | 550.000 | 9,55 |
| 01-Jun-06 | V | 52.070 | 9,30 | 13-Jul-06 | V | 250.000 | 9,55 |
| 02-Jun-06 | V | 500.000 | 9,62 | 19-Jul-06 | V | 112.505 | 9,56 |
| 05-Jun-06 | V | 287.444 | 9,62 | 19-Jul-06 | V | 600.000 | 9,58 |
| 06-Jun-06 | V | 355.000 | 9,61 | 20-Jul-06 | V | 150.000 | 9,62 |
| 07-Jun-06 | V | 600.000 | 9,63 | 21-Jul-06 | V | 50.000 | 9,64 |
| 08-Jun-06 | V | 140.480 | 9,65 | 24-Jul-06 | V | 50.000 | 9,60 |
| 12-Jun-06 | V | 225.020 | 9,60 | 25-Jul-06 | V | 750.000 | 9,63 |
| 13-Jun-06 | V | 18.000 | 9,50 | 27-Jul-06 | V | 3.000.000 | 9,73 |
| 15-Jun-06 | V | 200.000 | 9,40 | 27-Jul-06 | V | 31.340 | 9,75 |
| 16-Jun-06 | V | 92.732 | 9,40 | 01-Ago-06 | V | 50.000 | 9,75 |
| 22-Jun-06 | V | 700.000 | 9,47 | 02-Ago-06 | V | 20.000 | 9,80 |
| 23-Jun-06 | V | 500.000 | 9,51 | 03-Ago-06 | V | 30.000 | 9,87 |
| 23-Jun-06 | V | 300.000 | 9,52 |
| Insight Strategic Investments, SGPS, S.A. Transacções - Acções da PT |
Insight Strategic Investments, SGPS, S.A. Transacções - Acções da PT |
||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Data da transacção |
Natureza da transacção |
Quantidade transaccionada |
Preço da transacção (euros) |
Data da transacção |
Natureza da transacção |
Quantidade transaccionada |
Preço da transacção (euros) |
| 15-Set-06 | C | 350.000 | 9,71 | 13-Out-06 | C | 483.803 | 9,83 |
| 18-Set-06 | C | 593.827 | 9,73 | 16-Out-06 | C | 316.402 | 9,84 |
| 20-Set-06 | C | 500.000 | 9,82 | 17-Out-06 | C | 414.981 | 9,84 |
| 21-Set-06 | C | 14.276 | 9,85 | 18-Out-06 | C | 880.000 | 9,80 |
| 22-Set-06 | C | 285.000 | 9,87 | 19-Out-06 | C | 937.536 | 9,75 |
| 25-Set-06 | C | 1.700.000 | 9,77 | 20-Out-06 | C | 799.957 | 9,75 |
| 28-Set-06 | C | 556.897 | 9,81 | 23-Out-06 | C | 45.000 | 9,72 |
| 02-Out-06 | C | 25.000 | 9,78 | 26-Out-06 | C | 100.000 | 9,70 |
| 10-Out-06 | C | 431.178 | 9,81 | 09-Nov-06 | C | 289.813 | 9,76 |
| 11-Out-06 | C | 1.518.790 | 9,82 | 10-Nov-06 | C | 296.035 | 9,75 |
| 12-Out-06 | C | 359.927 | 9,82 | 13-Nov-06 | C | 514.324 | 9,74 |
Relatório e parecer do Conselho Fiscal
Certificação legal das contas
Relatório dos auditores
…
O Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Geral, depois de verificar que nenhum dos Senhores Accionistas pretendia usar da palavra, submeteu à votação o ponto um da Ordem de Trabalhos "Deliberar sobre o relatório de gestão, balanço e contas relativos ao exercício de 2006", convidando os Senhores Accionistas a que procedessem ao preenchimento dos boletins de voto por todos distribuídos e de acordo com as explicações inicialmente apresentadas sobre a forma correcta de preenchimento e de todo o processamento subsequente relativo ao modo de votação e respectivo escrutínio.
…
Face aos resultados apurados, o Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Geral proclamou ter sido aprovado o relatório de gestão, balanço e contas relativos ao exercício de dois mil e seis.
…
O Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Geral, prosseguindo, colocou à discussão o ponto três da Ordem de Trabalhos: "Deliberar sobre a aplicação de resultados"…
…
Perguntado pelo Senhor Presidente da Mesa da Assembleia se mais algum Senhor Accionista pretendia intervir ou ser esclarecido e não havendo quem o quisesse fazer, o Senhor Presidente da Mesa da Assembleia submeteu então à votação o ponto três da Ordem de Trabalhos, "Deliberar sobre a aplicação de resultados", cuja aprovação está dependente do voto favorável do accionista Estado, detentor das 500 (quinhentas acções) da Categoria A, recomendando e recordando aos senhores accionistas o correcto preenchimento dos boletins de voto, previamente distribuídos.
…
Em consequência, face aos resultados apurados e verificando-se que nos votos a favor se compreendida o voto das acções da categoria A, o Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Geral proclamou ter sido aprovada a proposta apresentada relativa ao ponto três da Ordem de Trabalhos.
…
Building tools?
Free accounts include 100 API calls/year for testing.
Have a question? We'll get back to you promptly.