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Jeronimo Martins Interim / Quarterly Report 2008

Nov 25, 2008

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Interim / Quarterly Report

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INFORMAÇÃO TRIMESTRAL CONSOLIDADA (Não Auditada)

(Elaborada de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro IAS/IFRS)

Empresa: Jerónimo Martins, SGPS, S.A.
Sede: Rua Tierno Galvan, Torre 3, 9º, Letra J - 1099-008 Lisboa NIPC: 500 100 144
Período de referência: Valores de referência em 000 Escem Euros
1º Trimestre 3º Trimestre 5º Trimestre (1) Início: 01/01/2008 Fim: 30/09/2008
Consolidada
Elementos do Balanço 30/09/2008 31/12/2007 Var. (%)
ACTIVO (2)
Activos Fixos Tangíveis 1.849.241.749 1.670.506.393 10,7%
Goodwill 558.236.670 430.007.369 29,8%
Activos Intangiveis (3) 95.335.918 80.002.922 19,2%
Investimentos em Associadas 583.276 699.724 -16,6%
Instrumentos Financeiros Detidos até à maturidade 189.214 1.192.235 -84,1%
Activos Financeiros Disponíveis para Venda 11.229.454 10.289.187 9,1%
Contas a Receber Terceiros (actividade comercial) 177.765.027 147.055.157 20,9%
CAPITAL PRÓPRIO
Capital Social 629.293.220 629.293.220
Nº. acções ordinárias 629.293.220 629.293.220
Nº. acções de outra natureza - -
Acções Próprias 859.000 859.000
Nº. acções com voto 859.000 859.000
Nº. acções pref. sem voto - -
Ajustamentos incluídos no Capital Próprio (4) 98.135.960 92.813.142 5,7%
Interesses Minoritários 278.090.129 287.325.261 -3,2%
PASSIVO
Provisões 49.240.119 34.117.864 44,3%
Contas a Pagar Terceiros (actividade comercial) 1.419.406.071 1.191.497.999 19,1%
Outros Passivos Financeiros 1.017.928.729 843.095.486 20,7%
TOTAL DO ACTIVO 3.604.279.126 3.127.062.362 15,3%
TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO 925.348.110 864.204.608 7,1%
TOTAL DO PASSIVO 2.678.931.016 2.262.857.754 18,4%
Consolidada
Elementos da Demonstração dos Resultados 30/09/2008 (5) 30/09/2007 Var. (%)
Réditos 5.025.738.232 3.808.106.568 32,0%
Custos das Vendas ou da Prestação de Serviços (4.075.428.044) (3.074.756.344) 32,5%
Resultados Brutos 950.310.188 733.350.224 29,6%
Resultados antes de gastos financeiros, impostos, depreciações e amortizações 331.927.804 242.247.127 37,0%
Gastos Financeiros (52.561.113) (22.831.286) -130,2%
Gasto de Impostos (37.973.876) (25.583.363) -48,4%
Resultado Líquido ao Trimestre (6) 125.208.655 99.307.591 26,1%
Atribuível a detentores de capital da empresa-mãe 121.405.507 87.915.678 38,1%
Atribuível a interesses minoritários (3.803.148) (11.391.913) 66,6%
Resultado Líquido ao Trimestre por acção básico (7) 0,19 0,14 38,1%
Resultado Líquido ao Trimestre por acção diluído (7) 0,19 0,14 38,1%

(1) Aplicável no primeiro exercício económico das sociedades que adoptem um exercício anual diferente do correspondente ao ano civil (Art.65.º- A do Código das

Sociedades Comerciais);

(2) A lista não contempla todas as rubricas do Activo pelo que a ordem não segue necessáriamente a distinção corrente/não corrente ou em ordem à liquidez;

(3) São incluídos todos os elementos abrangidos pela IAS 38 - Activos Intangíveis, excluíndo-se assim o goodwill, identificado autonomamente;

(4) Totalidade dos items de rendimento e gasto que, nos termos das IAS/IFRS ou Interpretações decorrentes, sejam reconhecidas directamente em capital próprio;

(5) Valores acumulados até à data em referência;

(6) O resultado liquido do trimestre refere-se ao acumulado até à data de reporte; (7) Calculado nos termos da IAS 33.

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL CONSOLIDADA (Não Auditada)

(Elaborada de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro IAS/IFRS)

Empresa: Jerónimo Martins, SGPS, S.A.
Sede: Rua Tierno Galvan, Torre 3, 9º, Letra J - 1099-008 Lisboa NIPC: 500 100 144
Período de referência: Valores de referência em 000 Escem Euros
1º Trimestre 3º Trimestre 5º Trimestre (1) Início: 01/01/2008 Fim: 30/09/2008
EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE NO TRIMESTRE
Os primeiros 9 meses do ano foram marcados pelo sucesso da aquisição da Plus, em Portugal e na Polónia, pelo início da conversão das lojas compactas do Feira Nova e
pelo lançamento da nova imagem de marca do Pingo Doce, já implementada em toda a cadeia.
As vendas consolidadas cresceram, nos primeiros 9 meses do ano, 32,0% para 5.025,7 milhões de euros. O resultado líquido atribuível a Jerónimo Martins aumentou 38,1%
para 121,4 milhões de euros.
As cadeias Biedronka e Pingo Doce prosseguiram com o bom momento das vendas, desempenho que continua a superar o do sector.
A Biedronka registou, nos primeiros 9 meses de 2008, um crescimento das vendas, em euros, de 53,4% em resultado do aumento LFL de 23,7% e do incremento de 13,8%
da área de venda.
O Pingo Doce manteve o excelente desempenho do primeiro semestre do ano, registando, nos 9 meses, um crescimento de 12,5% das vendas LFL. As vendas totais da
insígnia cresceram 32,9% para 1.083,4 milhões de euros, incluindo 78 milhões de euros relativos às antigas lojas Plus.
O Pingo Doce, iniciou, no princípio de Maio, a integração das lojas Plus e nos primeiros dois meses 77 lojas foram submetidas a uma remodelação inicial (cerca de uma
semana de encerramento por loja) para introdução da marca Pingo Doce. Após esta remodelação inicial, 5 lojas foram já submetidas a uma conversão total para o conceito
tradicional de Pingo Doce (1 mês de encerramento por loja) e durante o mês de Setembro mais 10 lojas foram encerradas para reabrir em Outubro.
No Feira Nova as lojas continuam a reflectir, no crescimento LFL das vendas, o efeito das medidas de reposicionamento (redução sortido não alimentar e aumento da
presença de marca própria) e a tendência do formato no sector. No final do terceiro trimestre deste ano três lojas compactas haviam já sido convertidas em Pingo Doce.
Na Madeira, o ambiente competitivo derivado da reduzida dimensão do mercado continuou no terceiro trimestre do ano, reflectindo-se no crescimento LFL das vendas.
O Recheio manteve um sólido desempenho, finalizando os 9M08 com um crescimento LFL das vendas de 5,4%, suportado por um aumento de 8,3% das vendas da
companhia ao canal HoReCa.
Na área da Indústria, as vendas totais cresceram 3,6% nos 9 meses de 2008 em relação ao mesmo período do ano anterior, permitindo à Companhia defender as quotas de
mercado das categorias chave.
O EBITDA consolidado atingiu 331,9 milhões de euros, um crescimento de 37,0% em relação ao mesmo período do ano anterior, representando 6,6% das vendas
consolidadas (6,4% nos 9M07).
A evolução da margem EBITDA consolidada reflecte o desempenho muito positivo da Biedronka, mas também a solidez das margens das restantes áreas de negócio.
No Retalho em Portugal, a margem EBITDA reflecte o efeito de diluição das antigas lojas Plus, ainda em processo de integração.
O Recheio, reflectindo a sua posição de líder no País combinou o sólido desempenho de vendas com a estabilidade da margem EBITDA em relação ao ano anterior.
Na Madeira, a tendência das vendas LFL acabou por colocar alguma pressão sobre a margem EBITDA.
Na Indústria, a margem EBITDA no 3º trimestre manteve a tendência registada nos trimestres anteriores, evidenciando recuperação em relação a igual período do ano
anterior.
Na Polónia, a Biedronka finalizou a 1 de Outubro a aquisição das operações da Plus naquele país. À data de hoje a quase totalidade das lojas foi já convertida para
Biedronka. Tal como esperado, a semelhança entre os modelos de negócio da Biedronka e da Plus, está a permitir um processo de integração relativamente simples, sem
efeitos significativos no forte crescimento do EBITDA e, permitindo à Companhia retomar, em breve, o seu ritmo normal de aberturas.
Os resultados financeiros consolidados atingiram 61,8 milhões de euros nos primeiros 9 meses de 2008, reflectindo já a aquisição da Plus em Portugal e o aumento do custo
médio da dívida (4,6% nos 9 meses de 2007 para 5,6% nos 9 meses de 2008).
Os resultados não recorrentes, registados do 3º trimestre incluem, entre outros, os ganhos relativos à cobertura da operação de compra da Plus na Polónia. Já contabilizados
no primeiro semestre do ano tem-se também os ganhos de capital da venda de parte do negócio de "Lipton - ready-to-drink tea" e de algum imobiliário em Portugal, bem
como a constituição de provisões relativas a um plano de incentivos relacionado com a antiguidade dos colaboradores e os custos relacionados com a integração da Plus em
Portugal.
Nos primeiros 9 meses do ano, o investimento atingiu 478,5 milhões de euros, 61% dos quais investidos em Portugal e 39% na Polónia. Este valor reflecte os valores
relativos à recente aquisição e integração das 77 lojas da Plus em Portugal e a execução do plano de expansão do Grupo (11 novos supermercados em Portugal e 86 novas
lojas Biedronka na Polónia).
A dívida líquida consolidada cifrou-se em 702,8 milhões de euros e o gearing atingiu 76,0%.
A dívida financeira consolidada reflecte já a contratação de um empréstimo de MLP em zloty para o pagamento de parte da operação da Plus na Polónia, tendo sido o
restante financiado com cash flow gerado pelas operações. O facto do pagamento desta operação ter ocorrido após o fecho do trimestre, a 1 de Outubro de 2008, justifica o
elevado montante de depósitos bancários apresentado em balanço.
A Gestão mantém uma visão positiva em relação à evolução das vendas e resultados para o ano, com uma tendência estável ou ligeiramente positiva da margem EBITDA
consolidada.
Definições:
EBITDA = Resultados antes de gastos financeiros, impostos, depreciações e amortizações.
like-for-like = vendas das lojas que operaram sob as mesmas condições nos dois períodos. Excluem-se as lojas que abriram ou encerraram num dos dois períodos. As vendas das lojas
que sofreram remodelações profundas excluem-se durante o período da remodelação (encerramento da loja).
(Pessoas que assumem responsabilidade pela informação e cargos que desempenham)
Luis Maria Viana Palha da Silva
(Administrador)
Cláudia Alexandra Ribeiro de Palhares Falcão Lima Felix
(Responsável pelo Gabinete de Relações com Investidores)

INFORMAÇÃO RELATIVA A CONTAS TRIMESTRAIS INDIVIDUAIS

Nos termos do n.º 3 do artigo 10.º do Regulamento da CMVM n.º 5/2008, as contas trimestrais individuais de Jerónimo Martins SGPS, S.A. não são divulgadas pelo facto de não conterem informação significativa.