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Jeronimo Martins — Interim / Quarterly Report 2007
May 18, 2007
1906_10-q_2007-05-18_0f7bc8b9-05c6-4c32-9bf2-7e71d046cf90.pdf
Interim / Quarterly Report
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INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada)
(Elaborada de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro IAS/IFRS)
| Empresa: | Jerónimo Martins, SGPS, S.A. | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Sede: | Rua Tierno Galvan, Torre 3, 9º, Letra J - 1099-008 Lisboa | NIPC: | 500 100 144 | ||||||
| Período de referência: | Valores de referência em 000 Esc | em 000 Euros | |||||||
| 1º Trimestre | 3º Trimestre | 5º Trimestre(1) | Início: | 01/01/2007 | Fim: | 31/03/2007 |
| Individual | Consolidada | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Rubricas do Balanço | 31/03/2007 | 31/12/2006 | Var. (%) | 31/03/2007 | 31/12/2006 | Var. (%) |
| ACTIVO (2) | ||||||
| Activos Fixos Tangíveis | 230 | 249 | -7,6% | 1.371.995 | 1.317.146 | 4,2% |
| Goodwill | - | 408.116 | 385.342 | 5,9% | ||
| Activos Intangiveis (3) | 11 | 11 | 65.890 | 61.043 | 7,9% | |
| Investimentos em Associadas | 1.247.869 | 1.213.113 | 2,9% | 643 | 621 | 3,5% |
| Intr. Financeiros Detidos até à Maturidade | - | - | ||||
| Activos Financeiros Detidos para Venda | 25.897 | 29.557 | -12,4% | 32.142 | 35.385 | -9,2% |
| Contas a Receber Terceiros (activ. comercial) | 1.159 | 9.358 | -87,6% | 138.104 | 134.674 | 2,5% |
| CAPITAL PRÓPRIO | ||||||
| Capital Social (montante em euros) | 629.293.220 | 629.293.220 | 629.293.220 | 629.293.220 | ||
| Nº. acções ordinárias | 125.858.644 | 125.858.644 | 125.858.644 | 125.858.644 | ||
| Nº. acções de outra natureza | ||||||
| Acções Próprias (montante em euros) | 859.000 | 859.000 | 859.000 | 859.000 | ||
| Nº. acções com voto | 171.800 | 171.800 | 171.800 | 171.800 | ||
| Nº. acções pref. sem voto | ||||||
| Ajustamentos incluídos no Capital Próprio (4) | 6.704 | 8.344 | -19,7% | 81.737 | 84.420 | -3,2% |
| Interesses Minoritários | - | 266.989 | 275.391 | -3,1% | ||
| PASSIVO | ||||||
| Provisões | 14.598 | 14.661 | -0,4% | 33.992 | 32.845 | 3,5% |
| Contas a Pagar Terceiros (activ. comercial) | 414 | 415 | -0,2% | 887.767 | 971.459 | -8,6% |
| Outros Passivos Financeiros | 273.464 | 253.576 | 7,8% | 773.208 | 653.306 | 18,4% |
| TOTAL DO ACTIVO | 1.301.517 | 1.268.426 | 2,6% | 2.639.829 | 2.604.721 | 1,3% |
| TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO | 954.221 | 996.587 | -4,3% | 718.982 | 767.282 | -6,3% |
| TOTAL DO PASSIVO | 347.296 | 271.839 | 27,8% | 1.920.847 | 1.837.439 | 4,5% |
| Individual | Consolidada | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Elementos da Demonstração de Resultados | 31/03/2007 (5) | 31/03/2006 | Var. (%) | 31/03/2007 (5) | 31/03/2006 | Var. (%) | |
| Réditos | 2.737 | 3.027 | -9,6% | 1.136.252 | 964.270 | 17,8% | |
| Custos das Vendas ou da Prestação de Serviços | (1.755) | (1.705) | 2,9% | (915.308) | (769.964) | 18,9% | |
| Resultados Brutos | 982 | 1.322 | -25,7% | 220.944 | 194.306 | 13,7% | |
| Resultados antes de gastos financeiros, impostos, depreciações e amortizações |
220 | (160) | 237,5% | 63.748 | 61.793 | 3,2% | |
| Gastos Financeiros | (2.269) | (2.041) | -11,2% | (9.887) | (9.115) | -8,5% | |
| Gasto de Impostos | (2) | 437 | -100,5% | (4.119) | (3.455) | -19,2% | |
| Interesses Minoritários | - | (2.239) | (5.402) | 58,6% | |||
| Resultado Líquido ao Trimestre (6) | 14.576 | 12.902 | 13,0% | 18.274 | 17.326 | 5,5% | |
| Resultado Líquido ao Trimestre por acção básico (7) | 0,12 | 0,10 | 13,0% | 0,15 | 0,14 | 5,5% | |
| Resultado Líquido ao Trimestre por acção diluído (7) | 0,12 | 0,10 | 13,0% | 0,15 | 0,14 | 5,5% |
(1) Aplicável no primeiro exercício económico das sociedades que adoptem um exercício anual diferente do correspondente
ao ano civil (Art.65.º- A do Código das Sociedades Comerciais);
(2) Ilustram-se alguns elementos do activo que serão objecto de divulgação. A lista não contempla todas as rubricas do Activo pelo que a ordem não segue necessáriamente a distinção corrente/não corrente ou em ordem à liquidez;
(4) Totalidade dos items de rendimento e gasto que, nos termos das IAS/IFRS ou Interpretações decorrentes , sejam reconhecidas directamente em capital próprio;
(5) A data deve ser identificada e as respectivas rubricas devem conter os valores acumulados até à data de referência (3 meses, 9 meses ou, de forma extraordinária, 15 meses conf. (1));
(6) O resultado liquido trimestre refere-se ao acumulado até à data de reporte. No caso do 3º trimestre serão os valores acumulados ao longo de 9 meses do exercício, apurados após
interesses minoritários; (7) Calculado nos termos da IAS 33.
(3) São incluídos todos os elementos abrangidos pela IAS 38 - Activos Intangíveis, excluíndo-se assim o goodwill, identificado autonomamente;
INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada)
(Elaborada de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro IAS/IFRS)
| Empresa: | Jerónimo Martins, SGPS, S.A. | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Sede: | Rua Tierno Galvan, Torre 3, 9º, Letra J - 1099-008 Lisboa | NIPC: | 500 100 144 | |||||||
| Período de referência: 1º Trimestre |
3º Trimestre | 5º Trimestre(1) | Valores de referência em 000 Esc Início: 01/01/2007 |
em 000 Euros Fim: |
31/03/2007 | |||||
| EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE NO TRIMESTRE | ||||||||||
| As vendas líquidas consolidadas aumentaram 17,8% (+18,5% excluindo o efeito cambial) para 1.136,3 milhões de euros, superando os crescimentos | ||||||||||
| registados nos últimos trimestres e beneficiando, particularmente, dos excelentes crescimentos LFL de Biedronka e Pingo Doce. | ||||||||||
| A cadeia de supermercados Pingo Doce manteve a estratégia que combina preços competitivos, conveniência, qualidade de perecíveis e da marca própria. O sucesso da estratégia da insígnia é demonstrado pelo crescimento LFL de 10,7%, a que corresponde um aumento em volume de cerca de 12,5%. A cadeia inaugurou 6 lojas no primeiro trimestre e procedeu à remodelação de 16 unidades. |
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| As vendas do Feira Nova cresceram 9,8% no primeiro trimestre, tendo-se registado um aumento das vendas LFL de 3,2% no formato das Médias Superfícies. Os Hipermercados da cadeia continuaram a ser afectados pela pressão concorrencial sentida pelo formato em Portugal. A aposta no conceito de Média Superfície, com duas novas aberturas no primeiro trimestre de 2007, levou a que pela primeira vez em Feira Nova este formato seja o que mais contribui para as vendas da insígnia. |
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| As vendas do Recheio atingiram 139,1 milhões de euros, um crescimento de 5,8% face ao mesmo período do ano anterior. As vendas LFL aumentaram 4,6% no primeiro trimestre e a insígnia manteve a forte aposta no canal HoReCa que apresentou crescimento a dois dígitos das vendas LFL. |
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| Na Madeira, o Pingo Doce aumentou as vendas em 21,4% em relação ao primeiro trimestre de 2006, em resultado do alinhamento da estratégia com a da insígnia em Portugal Continental, centrada no aumento do peso das vendas de marca própria e na forte competitividade de preços. A operação de cash&carry na Madeira foi afectada pelo facto de uma das lojas ter permanecido em remodelação durante os três meses do ano, sendo previsível a recuperação de vendas ao longo de 2007. |
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| A Biedronka confirmou, uma vez mais, ser o líder inequívoco no retalho alimentar no país, ao registar um aumento LFL das vendas de 18,9% no trimestre, valor superior ao registado nos trimestres anteriores. A expansão do parque de lojas (33 aberturas e 4 encerramentos), combinado com o sólido crescimento LFL, permitiu um aumento das vendas totais de 31,0% em moeda local (+29,3% em euros) para 1.918,3 milhões de zloty. O peso da Biedronka nas vendas consolidadas do Grupo aumentou de 39,6%, no primeiro trimestre de 2006, para 43,5%, no mesmo período de 2007. |
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| A Indústria prosseguiu a estratégia de inovação, com forte investimento de marketing nas principais marcas, o que permitiu manter a solidez das suas quotas de mercado. As vendas, no trimestre, aumentaram 3,1%, numa base comparável, para 56,8 milhões de euros, com especial destaque para o bom desempenho da categoria de gelados. |
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| resultado da evolução favorável na área de cosmética e do aumento do peso dos negócios de restauração. | A área de Serviços de Marketing, Representações e Restauração registou um crescimento de vendas de 9,5% no trimestre para 18,2 milhões de euros, em | |||||||||
| primeiro trimestre de 2007. | O cash flow operacional consolidado atingiu 63,7 milhões de euros, um crescimento de 3,2% face ao ano anterior, representando 5,6% das vendas no | |||||||||
| fortalecimento da posição competitiva em Portugal. | A evolução da margem EBITDA do Grupo reflecte vários factores, entre os quais se destacam as aberturas, no trimestre, de 8 lojas em Portugal (6 Pingo Doce e 2 Feira Nova) e 33 lojas na Polónia, a remodelação de 16 lojas Pingo Doce, com encerramentos por períodos médios de 40 dias e a aposta em algum |
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| anterior. O cash flow por acção atingiu 40 cêntimos. | O resultado líquido consolidado atribuível a Jerónimo Martins foi de 18,3 milhões de euros, um crescimento de 5,5% em relação ao mesmo período do ano | |||||||||
| O reforço dos capitais próprios em consequência do bom desempenho das áreas de negócio compensou a ligeira subida da dívida e permitiu a manutenção do nível do gearing. O aumento do endividamento em relação ao final do ano 2006 reflecte, por um lado, a sazonalidade normal dos negócios que atingem o ponto mais reduzido de dívida nos últimos dias do ano e, por outro, o forte investimento realizado no início de 2007. |
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| O valor do investimento em expansão e remodelação cifrou-se, no trimestre, em 90 milhões de euros. | ||||||||||
| O aumento dos activos fixos contemplou, entre outros: (i) o acelerar do plano de expansão em Portugal e na Polónia; (ii) o investimento já realizado em novas unidades, cujas aberturas ocorrerão durante o ano 2007; (iii) o investimento realizado em 16 remodelações de loja da cadeia Pingo Doce e 10 remodelações de loja da cadeia Biedronka. |
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| O primeiro semestre de 2007 será um período de forte investimento para o Grupo, reflectindo a concentração, nestes meses, da abertura da maioria das novas lojas previstas para este ano em Portugal. |
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| O foco na abertura e remodelação de lojas no primeiro semestre e os respectivos custos associados terão reflexo na rentabilidade do Grupo nos primeiros meses do ano. Prevê-se o crescimento sólido e progressivo do cash flow operacional ao longo de 2007, beneficiando do crescimento de vendas e do impacto positivo da renovação do parque de lojas. |
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| Na Polónia, o crescimento orgânico será tão forte quanto possível, prevendo-se a abertura da loja 1000 durante o mês de Setembro e as margens deverão manter a tendência crescente evidenciada nos últimos anos, acompanhando a evolução da eficiência da operação. |
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| Dr. Luis Maria Viana Palha da Silva Dra. Cláudia Alexandra Ribeiro de Palhares Falcão Lima Felix |
(Pessoas que assumem responsabilidade pela informação, cargos que desempenham e respectivas assinaturas) (Administrador) |
(Responsável pelo Gabinete de Relações com Investidores) | ||||||||
| NOTAS EXPLICATIVAS |
* Os valores solicitados, salvo indicação em contrário, deverão ser expressos em milhares de euros, sem casas decimais. * Os valores negativos deverão figurar entre parêntesis ( ).