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Jeronimo Martins Interim / Quarterly Report 2007

Nov 22, 2007

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Interim / Quarterly Report

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INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada)

(Elaborada de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro IAS/IFRS)

Empresa: Jerónimo Martins, SGPS, S.A.
Sede: Rua Tierno Galvan, Torre 3, 9º, Letra J - 1099-008 Lisboa NIPC: 500 100 144
Período de referência: Valores de referência em 000 Esc em 000 Euros
1º Trimestre 3º Trimestre 5º Trimestre(1) Início: 01/01/2007 Fim: 30/09/2007
Individual Consolidada
Rubricas do Balanço 30/09/2007 31/12/2006 Var. (%) 30/09/2007 31/12/2006 Var. (%)
ACTIVO (2)
Activos Fixos Tangíveis 179 249 -28,1% 1.507.767 1.317.146 14,5%
Goodwill - 409.795 385.342 6,3%
Activos Intangiveis (3) 14 11 27,3% 74.850 61.043 22,6%
Investimentos em Associadas 1.177.721 1.213.113 -2,9% 484 621 -22,1%
Intr. Financeiros Detidos até à Maturidade - -
Activos Financeiros Detidos para Venda 4.365 29.557 -85,2% 10.274 35.385 -71,0%
Contas a Receber Terceiros (activ. comercial) 3.418 9.358 -63,5% 165.092 134.674 22,6%
CAPITAL PRÓPRIO
Capital Social (montante em euros) 629.293.220 629.293.220 629.293.220 629.293.220
Nº. acções ordinárias 629.293.220 125.858.644 629.293.220 125.858.644
Nº. acções de outra natureza
Acções Próprias (montante em euros) 859.000 859.000 859.000 859.000
Nº. acções com voto 859.000 171.800 859.000 171.800
Nº. acções pref. sem voto
Ajustamentos incluídos no Capital Próprio (4) 1.314 8.344 -84,3% 78.845 84.420 -6,6%
Interesses Minoritários - 274.153 275.391 -0,4%
PASSIVO
Provisões 13.395 14.661 -8,6% 32.161 32.845 -2,1%
Contas a Pagar Terceiros (activ. comercial) 1.253 415 201,9% 1.023.261 971.459 5,3%
Outros Passivos Financeiros 189.835 253.576 -25,1% 729.939 653.306 11,7%
TOTAL DO ACTIVO 1.200.689 1.268.426 -5,3% 2.777.290 2.604.721 6,6%
TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO 992.529 996.587 -0,4% 793.719 767.282 3,4%
TOTAL DO PASSIVO 208.160 271.839 -23,4% 1.983.571 1.837.439 8,0%
Individual Consolidada
Elementos da Demonstração de Resultados 30/09/2007 (5) 30/09/2006 Var. (%) 30/09/2007 (5) 30/09/2006 Var. (%)
Réditos 8.214 10.541 -22,1% 3.808.107 3.177.317 19,9%
Custos das Vendas ou da Prestação de Serviços (6.204) (6.195) 0,1% (3.074.756) (2.544.611) 20,8%
Resultados Brutos 2.010 4.346 -53,8% 733.351 632.706 15,9%
Resultados antes de gastos financeiros, impostos,
depreciações e amortizações
716 1.293 -44,6% 242.247 215.410 12,5%
Gastos Financeiros (11.306) (6.417) -76,2% (42.295) (34.765) -21,7%
Gasto de Impostos 1.098 (607) 280,9% (25.583) (16.406) -55,9%
Interesses Minoritários - (11.392) (17.911) 36,4%
Resultado Líquido ao Trimestre (6) 58.274 27.357 113,0% 87.916 66.600 32,0%
Resultado Líquido ao Trimestre por acção básico (7) (8) 0,09 0,04 113,0% 0,14 0,11 32,0%
Resultado Líquido ao Trimestre por acção diluído (7) (8) 0,09 0,04 113,0% 0,14 0,11 32,0%

(1) Aplicável no primeiro exercício económico das sociedades que adoptem um exercício anual diferente do correspondente

ao ano civil (Art.65.º- A do Código das Sociedades Comerciais);

(2) Ilustram-se alguns elementos do activo que serão objecto de divulgação. A lista não contempla todas as rubricas do Activo pelo que a ordem não segue necessáriamente a distinção corrente/não corrente ou em ordem à liquidez;

(3) São incluídos todos os elementos abrangidos pela IAS 38 - Activos Intangíveis, excluíndo-se assim o goodwill, identificado autonomamente;

(4) Totalidade dos items de rendimento e gasto que, nos termos das IAS/IFRS ou Interpretações decorrentes , sejam reconhecidas directamente em capital próprio;

(5) A data deve ser identificada e as respectivas rubricas devem conter os valores acumulados até à data de referência (3 meses, 9 meses ou, de forma extraordinária, 15 meses conf. (1)); (6) O resultado liquido trimestre refere-se ao acumulado até à data de reporte. No caso do 3º trimestre serão os valores acumulados ao longo de 9 meses do exercício, apurados após

interesses minoritários;

(7) Calculado nos termos da IAS 33. (8) Número de acções ajustada pelo stock split.

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada)

(Elaborada de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro IAS/IFRS)

Empresa: Jerónimo Martins, SGPS, S.A.
Sede: Rua Tierno Galvan, Torre 3, 9º, Letra J - 1099-008 Lisboa NIPC: 500 100 144
Período de referência: Valores de referência em 000 Esc em 000 Euros
1º Trimestre 3º Trimestre 5º Trimestre(1) Início: 01/01/2007 Fim: 30/09/2007
EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE NO TRIMESTRE
As vendas consolidadas aumentaram 19,9% (+18,6% excluindo o efeito cambial) para 3.808,1 milhões de euros. O EBITDA consolidado cresceu 12,5% para
242,2 milhões de euros, uma aceleração em relação ao crescimento de 9,2% registado no primeiro semestre do ano. O resultado líquido atribuível a Jerónimo
Martins cresceu 32,0% para 87,9 milhões de euros, incluindo a mais valia relativa à alienação de acções do BCP.
O Pingo Doce registou um significativo crescimento das vendas LFL de 8,9% no terceiro trimestre de 2007, 9,0% nos primeiros nove meses do ano, mesmo
com uma base de comparação progressivamente mais exigente (crescimento das vendas LFL de 10,5% nos 9 meses de 2006), o que combinado com mais
21 lojas permitiu um aumento da quota de mercado no universo APED de 1,3 pontos percentuais em relação aos primeiros nove meses de 2006. As vendas
de marca própria no Pingo Doce cresceram 35,7% nos primeiros nove meses do ano em relação ao mesmo período do ano anterior.
No Feira Nova, o desempenho LFL dos grandes hipermercados registado no terceiro trimestre deste ano reflecte as campanhas promocionais agressivas que
dominaram o Verão no sector. Nos mini-hipers, o Feira Nova prosseguiu com o reposicionamento do sortido, centrado no desenvolvimento da área de
perecíveis e no aumento da penetração da marca própria. O crescimento acelerado das vendas de marca própria (+74,3% em relação aos primeiros nove
meses de 2006) teve um impacto inicial de abrandamento do crescimento LFL das vendas.
Na Madeira, o aumento de 10,7% das vendas LFL nos primeiros nove meses do ano é o reflexo da decisão de replicar nas lojas Pingo Doce presentes
naquele mercado a estratégia já implementada em território continental.
de 3,2% no acumulado a Setembro. No Recheio, destaca-se o forte desempenho da Companhia no canal HoReCa onde as vendas a este segmento registaram, nos primeiros nove meses do
ano, um crescimento de 7,9%. O Recheio continua a aumentar o peso do canal HoReCa nas suas vendas (43,2% das vendas da Companhia nos primeiros
nove meses de 2007 versus 41,7% no mesmo período do ano anterior) o que permitiu manter um sólido desempenho de vendas, com um crescimento LFL
mesmo período do ano anterior. A Biedronka manteve o forte desempenho de vendas já verificado no primeiro semestre de 2007, registando um crescimento LFL, nos nove meses, de 19,2%
sobre um já muito elevado crescimento atingido em 2006. A Biedronka manteve o forte desempenho demonstrado desde o início do ano, com as vendas LFL
a crescer 19,3% no terceiro trimestre de 2007 (+19,2% no acumulado nos nove meses). O crescimento das vendas totais, em zloty, foi de 32,6%, permitindo
uma eficiência operacional que contribuiu para o aumento do EBITDA acima do crescimento das vendas nos primeiros nove meses de 2007 em relação ao
em relação ao mesmo período do ano anterior. Na área da Indústria, excluindo a alienação do negócio de ultracongelados em Novembro de 2006, as vendas atribuíveis a Jerónimo Martins cresceram 2,0%
remodeladas do Pingo Doce. O EBITDA consolidado, tal como esperado, acelerou o crescimento em relação ao registado no primeiro semestre de 2007 de 9,2% para 12,5%. Para esta
evolução contribuíram i) a Biedronka que manteve o forte desempenho operacional, ii) a recuperação da margem do retalho em Portugal que contou com a
diluição, em mais três meses de vendas, dos custos de pré-abertura e de remodelação, registados nos primeiros meses do ano e iii) as lojas recém
Tal como previsto, a margem EBITDA do retalho em Portugal fortaleceu-se ao longo do terceiro trimestre de 2007, em grande parte devido à diluição, em
mais três meses de vendas, dos custos de pré-abertura e dos custos incorridos durante o encerramento de lojas em remodelação, mas também devido ao
aperfeiçoamento das políticas comerciais de ambas as insígnias e cujos resultados se começam a tornar visíveis.
Na Madeira, o EBITDA registou uma recuperação em relação à tendência observada no semestre, mas continua a reflectir o reposicionamento da política de
preços em implementação na região.
Na Indústria, a margem EBITDA no trimestre espelhou a pressão, que se espera que se mantenha nos próximos meses, resultante do aumento de preço das
matérias primas e de uma política de preços mais agressiva em algumas categorias.
Os resultados financeiros consolidados atingiram 42,3 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2007, reflectindo i) o programa de investimento do
Grupo que no período atingiu 293 milhões de euros, ii) o aumento do custo médio da dívida resultante do aumento das taxas directoras e iii) o impacto dos
custos das operações de hedging de taxa de juro.
consolidado. Os sólidos resultados do terceiro trimestre do ano reflectem um conjunto de acções implementadas nas várias áreas, mas também a força dos modelos de
negócio. As cadeias de retalho do Grupo prosseguem o acelerado ritmo de investimento com objectivos claros de crescimento de vendas e de resultados. O
Grupo acredita estar no caminho certo para obter, no ano de 2007, uma forte evolução de vendas, acompanhada por uma positiva evolução do EBITDA
Dr. Luis Maria Viana Palha da Silva
Dra. Cláudia Alexandra Ribeiro de Palhares Falcão Lima Felix
(Pessoas que assumem responsabilidade pela informação, cargos que desempenham e respectivas assinaturas)
(Administrador)
(Responsável pelo Gabinete de Relações com Investidores)
NOTAS EXPLICATIVAS
* Os valores negativos deverão figurar entre parêntesis ( ). * Os valores solicitados, salvo indicação em contrário, deverão ser expressos em milhares de euros, sem casas decimais.