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DO & CO AG — Annual Report 2007
Sep 26, 2007
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Annual Report
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I N H A LT
| DO & CO in Zahlen 2000 2000 2000 2000 2014 Wirtschaftliches Umfeld Risikomanagement Umsatz Ergebnis & Vermögen Division Airline Catering Election 234 Division International Event Catering Division Restaurants, Lounges & Hotel Aktie/Investor Relations Manual Action 2018 142 Corporate Governance Bericht Vergütungsbericht Mitglieder und Ausschüsse des Aufsichtsrates Ausblick 2004 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2017 2018 2019 2017 2018 2019 2019 2017 2018 2019 2019 2017 2018 20 |
|
|---|---|
| Bericht des Aufsichtsrates Maria and Australian Control and Australian Control and Australian Control and Australia | |
| Kennzahlen Glossar entremaille aus der Bauer aus der Bernstein und der Bernstein und als anderes als der Bernstein und der Bernstein und der Bernstein und der Bernstein und der Bernstein und der Bernstein und der Bernstei | |
| Konzernabschluss 2006/2007 2008 2008 2008 2010 151 | |
| Bilanz zum 31. März 2007 _____ | |
| Gewinn- und Verlustrechnung 2006/2007 [2008] [2008] [2008] [2010] [33 | |
| Geldflussrechnung (Cash-Flow Statement) | |
| Beteiligungsgesellschaften | |
| Anhang | |
| Erläuterungen zur Bilanz |
| Erläuterungen zur Gewinn- und Verlustrechnung | |
|---|---|
| Sonstige Angaben | 175. |
| Anlagenspiegel | 180. |
| Bestätigungsvermerk und Bericht des Abschlussprüfers | |
| Einzelabschluss 2006/2007 der DO & CO Restaurants & Catering AG (1844) 184 |
I m p r e ss u m . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 8 8
L A G E B E R I C H T 2 0 0 6 / 2 0 0 7
H I G H L I G H T S
T u r k i s h A i r l i n e s a l s K u n d e n i n d e r g e s a m t e n T ü r k e i g e w o n n e n – G r ü n d u n g e i n e s J o i n t V e n t u r e s m i t T u r k i s h A i r l i n e s
I m S e p t e m b e r 2 0 0 6 g e l a n g e s D O & C O , T u r k i sh A i n d e r g e sa m t e n T ü r k e i z u g e w i n n e n . A u s d i e se m e i n Jo i n t V e n t u r e g e g r ü n d e t , d a s i m R a h m e n e i n e S t a n d o r t e d e r G a t e G o u r m e t ü b e r n o m m e n h a t .
i r l i n e s a l s A i r l i n e C a t e r i n g K u n d e n G r u n d w u r d e m i t T u r k i sh A i r l i n e s s " a sse t d e a l " d i e A i r l i n e C a t e r i n g
N e u e r A i r l i n e C a t e r i n g V e r t r a g f ü r d i e g e s a m t e A u s t r i a n A i r l i n e s G r u p p e
I m M ä rz 2 00 7 w u rd e z w i sc h e n A u st r i a n A i r l i n e s u n A i r l i n e C a te r i n g L i e fe rv e rt ra g a b g e sc h l o sse n , d e r d i e
d D O & C O e i n n e u e r l a n g fr i st i g e r Po si t i o n b e i d e r Pa rt n e r o p t i m i e rt .
N e u e DO & C O S t a n d o r t e i n Ö st e r r e i c h , S l o w a k e i u n d M a l t a d u r c h A k q u i si t i o n d e r A I R E S T
I m M ä rz 2 00 7 h a t D O & C O v o n d e r i ta l i e n i sc h e n SA C a te r i n g d e r A I R E S T a n d e n S ta n d o rte n W i e n , L i n z , e rwo r b e n .
V E G r u p p e d a s G e sc h ä ftsfe l d A i r l i n e G ra z , S a l z b u rg , B ra t i sl a v a u n d M a l ta
N e u e K u n d e n 2 0 0 6 / 2 0 0 7 i m A i r l i n e C a t e r i n g
- E T I H A D A i rwa y s e x N e w Yo r k
- Q A TA R A i rwa y s e x F ra n kfu rt
- Z a h l r e i c h e N e u k u n d e n d u rc h d i e A k q u i si t i o n v o n G e sc h ä ftsb e t r i e b e s i n d e r T ü r k e i .
A I R E S T , so w i e d i e A u fn a h m e d e s
D O & C O G o u r m e t E n t e r t a i n m e n t b e i z a h l r e i c h e n V e r a n s t a l t u n g s h i g h l i g h t s w e l t w e i t
- F u ß b a l l C h a m p i o n s-L e a g u e F i n a l e i n Pa r i s
- A m e r i c a ' s C u p T o u r n a m e n t 1 1 u n d 1 2 i n Va l e n c i a
- T e n n i s W e l t m e i ste rsc h a ft d e r D a m e n i n M a d r i d
D O & C O a l s G o u r m e t E n t e r t a i n e r b e i d e r E U R O 2
0 0 8
W i e b e re i ts 2 00 4 i n Po rt u g a l , w i rd D O & C O z a h l re i c m e i ste rsc h a ft 2 00 8 i n Ö ste rre i c h u n d i n d e r S c h we i z m i t
h e V I P G ä ste b e i d e r F u ß b a l l E u ro p a k u l i n a r i sc h e n H i g h l i g h ts v e rwö h n e n .
D O & C O i m B r i t i s h M u s e u m e r ö ff n e
t A n fa n g M a i 2 0 0 6 e rfo l g t e m i t d e r Ü b e r n a h m e d e r M u se u m e i n e b e d e u te n d e E rwe i te r u n g d e r R e sta u ra n
g e sa m t e n G a st ro n o m i e d e s B r i t i sh ts, L o u n g e s & H o te l D i v i si o n .
D E M E L S a l z b u r g a m M o z a r t p l a t z
I m Ju l i 2 00 6 i st d i e E rö ffn u n g d e s D E M E L S a l z b u rg a l D E M E L e rfo l g re i c h d u rc h g e fü h rt wo rd e n .
s e rste r E x p a n si o n ssc h r i t t d e r M a r k e
K a p i t a l e r h ö h u n g d e r D O & C O R e s t a u r a n t s & C a t e r i n g A G i m M ä r z 2 0 0 7 A n z a h l d e r A k t i e n " n e u " – 3 2 4 . 8 00 ( B e z u g sv e r h ä l t n i s 1 : 5 )
- A n g e b o tsp re i s m i t E U R 8 2 , 00 fe stg e se tz t
- B r u t to - E m i ssi o n se r l ö s v o n E U R 2 6 , 6 M i o
- S ta r k e s I n te re sse v o n ö ste r re i c h i sc h e n u n d i n te r n a t i o n
- H a n d e l sa u fn a h m e d e r n e u e n A k t i e n a n d e r W i e n e r B ö
a l e n i n st i t u t i o n e l l e n I n v e sto re n rse a m 2 9 . M ä rz 2 00 7
D O & C O A k t i e w i e d e r i m P r i m e M a r k e t g e l i s t e t
N a c h d e m d i e D O & C O A k t i e n a c h d e r K a p i ta l e r h ö h M a r k e t m i t m e h r a l s 2 5 % S t re u b e si tz e rfü l l t , k e h rte i n d a s T o p - S e g m e n t d e r W i e n e r B ö rse z u r ü c k .
u n g w i e d e r d i e K r i te r i e n d e s P r i m e d i e A k t i e m i t 1 9 . M ä rz 2 00 7 w i e d e r
DO & CO IN ZAHLEN
Details zur Aktie
| Wertpapier-Kürzel DOC | |
|---|---|
| Wertpapier-Kennnummer 081880 | |
| ISIN Code AT0000818802 | |
| Handelssegment Amtlicher Handel | |
| Marktsegment Prime Market | |
| In folgenden Indizes enthalten ATX Prime, WBI | |
| Aktienanzahl 1.948.800 | |
| Notiertes Nominale EUR 14.162.482 | |
| Erstnotiz 30. Juni 1998 | |
| Streubesitz 29,1 % | |
| Divisionen in m € |
123,5 | |
|---|---|---|
| 74,8 | ||
| 61,0 | 39,0 | |
| 35,6 | ||
| 47,3 | ||
| 26,0 | 31,8 | 43,8 |
| 2004 | 2005 | 2006 |
| 2005 | 2006 | 2007 |
| Telefon +43 (1) 74000-0 |
|---|
| Fax +43 (1) 74000-1029 |
| E-mail [email protected] |
| Reuters Code DOCO.VI |
| Bloomberg Code DOC AV |
| Homepage der Wiener Börse www.wienerboerse.at |
Umsatz nach
Divisionen 2006/2007
| Geschäftsjahr (April – März) | Airline Catering |
International Event Catering |
Restaurants, Lounges & Hotel |
Summe | |
|---|---|---|---|---|---|
| Umsatz | in m € | 123,48 | 39,04 | 43,82 | 206,33 |
| EBITDA | in m € | 7,18 | 3,83 | 2,48 | 13,49 |
| Abschreibungen* | in m € | -4,59 | -1,20 | -1,56 | -7,35 |
| EBIT | in m € | 2,59 | 2,63 | 0,92 | 6,14 |
| EBITDA-Marge | in % | 5,8 % | 9,8 % | 5,7 % | 6,5 % |
| EBIT-Marge | in % | 2,1 % | 6,7 % | 2,1 % | 3,0 % |
| MitarbeiterInnen | 1.218 | 191 | 605 | 2.014 | |
| Anteil am Konzernumsatz in % | 59,9 % | 18,9 % | 21,2 % | ||
*...inkl. Firmenwertabschreibungen
EBITDA in m €
EBIT in m €
| 3,5 | 4,2 +22 % |
6,1 +46 % |
|---|---|---|
| 2004 | 2005 | 2006 |
| 2005 | 2006 | 2007 |
MitarbeiterInnen
Kennzahlen der DO & CO Gruppe nach IFRS
Die Abkürzungen und Berechnungen der Kennzahlen werden im Kennzahlen Glossar auf Seite 150 erläutert.
| Geschäftsjahr (April – März) | 2006/2007 | 2005/2006 | 2004/2005 | |
|---|---|---|---|---|
| Umsatz | in m € | 206,33 | 142,18 | 134,26 |
| Umsatz Veränderung zu Vorjahr | in % | 45,1 % | 5,9 % | 36,8 % |
| EBITDA | in m € | 13,49 | 11,06 | 8,86 |
| EBITDA Veränderung zu Vorjahr | in % | 22,0 % | 24,9 % | 8,4 % |
| EBITDA-Marge | in % | 6,5 % | 7,8 % | 6,6 % |
| EBIT | in m € | 6,14 | 4,20 | 3,45 |
| EBIT Veränderung zu Vorjahr | in % | 46,2 % | 21,7 % | 32,2 % |
| EBIT-Marge | in % | 3,0 % | 3,0 % | 2,6 % |
| EGT | in m € | 6,86 | 6,82 | 3,38 |
| Konzernergebnis | in m € | 3,83 | 4,76 | 2,41 |
| MitarbeiterInnen | 2.014 | 1.340 | 1.133 | |
| Eigenkapital 1 | in m € | 68,21 | 35,31 | 32,35 |
| Eigenkapital-Quote 1 | in % | 36,3 % | 42,8 % | 47,4 % |
| Nettozinsverbindlichkeiten | in m € | 15,30 | -12,58 | 3,81 |
| Net gearing | in % | 22,4 % | -35,6 % | 11,8 % |
| Working Capital | in m € | 15,51 | 4,48 | -0,16 |
| Operativer Cash-Flow | in m € | 11,72 | 7,63 | 5,94 |
| Investitionen in Sachanlagen | in m € | 5,87 | 11,55 | 6,53 |
| Abschreibungen | in m € | -7,35 | -6,86 | -5,41 |
| Free Cash-Flow | in m € | -53,86 | 17,15 | -6,29 |
| ROS | in % | 3,3 % | 4,8 % | 2,5 % |
| Capital Employed | in m € | 106,64 | 28,49 | 34,52 |
| ROCE | in % | 6,0 % | 10,6 % | 7,0 % |
| ROE | in % | 7,5 % | 15,4 % | 7,9 % |
Kennzahlen je Aktie (berechnet mit der gewichteten Anzahl der ausgegebenen Aktien)
| Geschäftsjahr (April – März) | 2006/2007 | 2005/2006 | 2004/2005 | |
|---|---|---|---|---|
| EBITDA | in EUR | 8,29 | 6,81 | 5,46 |
| EBIT 1 | in EUR | 3,82 | 2,86 | 2,14 |
| Gewinn 1 | in EUR | 2,40 | 3,21 | 1,50 |
| Dividende 2 | in EUR | 0,50 | 0,50 | 0,50 |
| Eigenkapital | in EUR | 41,93 | 21,74 | 19,92 |
| Höchstkurs 3 | in EUR | 97,50 | 52,30 | 39,50 |
| Tiefstkurs 3 | in EUR | 39,90 | 35,32 | 30,00 |
| Kurs ultimo 3 | in EUR | 96,50 | 47,50 | 36,00 |
| KGV Höchst | 40,6 | 16,3 | 26,4 | |
| KGV Tiefst | 16,6 | 11,0 | 20,1 | |
| KGV ultimo | 40,2 | 14,8 | 24,1 | |
| Dividendenrendite ultimo | in % | 0,5 % | 1,1 % | 1,4 % |
| Aktienanzahl gewichtet | in TStk | 1.627 | 1.624 | 1.624 |
| Aktienanzahl ultimo | in TStk | 1.949 | 1.624 | 1.624 |
| Marktkapitalisierung ultimo | in m € | 188,06 | 77,14 | 58,46 |
1 Bereinigt um Firmenwertabschreibungen, 2 2006/2007 Vorschlag an die Hauptversammlung, 3 Schlusskurs
Bei der Summierung von gerundeten Beträgen und Prozentangaben können durch Verwendung automatischer Rechenhilfen rundungsbedingte Rechendifferenzen entstehen.
Kapitalmarktrelevante Informationen
Kursentwicklung der DO & CO Aktie (seit April 2006)
1 Bereinigt um vorgesehene Dividendenzahlungen und Buchwerte der Firmenwerte
WIRTSCHAFTLICHES UMFELD
Im Jahr 2006 befand sich die Weltwirtschaft weiterhin in einem globalen Konjunkturaufschwung. Das Wachstum betrug real 5,4 % und lag damit über den Erwartungen. Dieser Zuwachs ist vor allem auf die Entwicklungen in China und Indien, sowie auf die hohe Importnachfrage in den USA zurück zu führen und wurde trotz des hohen Ölpreises erreicht. Das starke Wachstum der Weltwirtschaft wurde darüber hinaus durch das knappe Angebot an Rohstoffen, welches durch geopolitische Krisen sowie spekulative Faktoren und technisch bedingte Lieferengpässe verstärkt wurde, gebremst. Im gleichen Zeitraum legte das Welthandelsvolumen um 9,6 % zu.
Die Wirtschaftsräume entwickelten sich regional sehr unterschiedlich: Während die Volkswirtschaften in Asien und Osteuropa, allen voran China, Indien und Russland, hohe Wirtschaftszuwächse zu verzeichnen hatten, fielen die Wachstumsraten in den USA sowie in der Eurozone deutlich geringer aus. Die zuletzt starke US-Volkswirtschaft wuchs 2006 deutlich schwächer als in den Jahren davor und verzeichnete ein reales Wachstum von 3,3 %. Als Hauptgrund dafür ist vor allem die deutlich schwächere Binnennachfrage anzuführen, deren Rückgang unter anderem auf eine Korrektur von Überbewertungen im Immobilienbereich zurück zu führen ist. Für 2007 wird mit 2,2 % ein weiterer Rückgang des Wirtschaftswachstums um rund einen Prozentpunkt erwartet.
Die kontinuierliche Anhebung des Zinssatzes in der Eurozone verringerte den Zinsabstand zwischen US-Dollar (USD) und Euro (EUR) und trug wesentlich zur rund zehnprozentigen Abwertung des USD gegenüber dem EUR bei. Das hohe US-Handelsbilanzdefizit übte zusätzlichen Druck auf den USD aus. War der Wechselkurs EUR zu USD im April 2006 bei 1,25, so lag er Ende des Kalenderjahres bei 1,32. Im ersten Quartal 2007 hat der USD weiter gegenüber dem EUR an Wert verloren, was sich in dem Wechselkursverhältnis von 1,34 per Ende März 2007 widerspiegelt.
Der asiatische Wirtschaftsraum war 2006 erneut von hohen Wachstumsraten geprägt. Japan konnte die wirtschaftliche Erholung, die bereits 2005 eingesetzt hat, fortsetzen. Die Volkswirtschaft wuchs 2006 real um 2,2 %. Besonders hervorzuheben ist das Wachstum von China, dessen Wirtschaft im abgelaufenen Jahr um 10,7 % gewachsen ist und damit maßgeblich zum weltweiten Wirtschaftswachstum beigetragen hat. Die Wirtschaftsdaten in Europa zeigten sich im Verhältnis zum Vorjahr stark verbessert. So verdoppelte sich das Wirtschaftswachstum der Mitgliedsstaaten der Eurozone auf 2,7 %. Das Wachstum der 25 EU-Mitgliedsstaaten lag aufgrund des starken Wirtschaftswachstums der zentral- und osteuropäischen Volkswirtschaften mit 2,9 % über dem der Eurozone.
Während das private Konsumverhalten nur wenig zum wirtschaftlichen Wachstum beitragen konnte, waren vor allem die hohe Investitionstätigkeit und die starke Exportnachfrage Hauptgründe für diese Entwicklung. Als Gegenmaßnahme zu einer steigenden Inflationsgefahr erhöhte die Europäische Zentralbank ihren Leitzinssatz bis Jahresende 2006 auf 3,5 % – eine Entwicklung die sich auch im ersten Quartal 2007 fortsetzte. Die österreichische Wirtschaft ist im vergangenen Jahr real um 3,2 % gewachsen. Dies stellt den höchsten BIP-Zuwachs seit dem Jahr 2000 dar. Als wesentlichster Faktor dafür sind vor allem die hohen Warenexportzuwächse von 10,2 % anzuführen. Die gute Konjunkturentwicklung wirkt sich auch positiv auf die Arbeitsmarktdaten aus. Gleichzeitig verfügt Österreich mit einer Inflationsrate von 1,5 % über eine der Niedrigsten im gesamten Euroraum. Die für Österreich bedeutende Tourismusbranche stagnierte 2006. Bestimmend dafür ist der gegenüber dem Vorjahr sehr geringe Zuwachs an Nächtigungen von 0,1 %. Laut WIFO ist in Österreich 2007 mit einem BIP-Wachstum von rund 3,0 % zu rechnen, wobei das Nachlassen der zuletzt starken Exportnachfrage durch die zunehmende Investitionstätigkeit kompensiert wird.
RISIKOMANAGEMENT
DO & CO ist aufgrund der globalen Geschäftstätigkeit in drei verschiedenen Geschäftsfeldern unterschiedlichsten Risiken ausgesetzt. Risikomanagement, die bewusste Auseinandersetzung mit Chancen und Risiken, ist daher ein essentieller Teil der Unternehmensführung. Ziel ist es, Chancen und Risiken frühzeitig zu erkennen, sie zu bewerten und Maßnahmen einzuleiten.
DO & CO versteht Risikomanagement als integrierten Teil aller Prozesse und Abläufe. Für das Risikomanagement besteht deshalb keine eigene Aufbauorganisation. Risikomanagement wird als wesentliche Aufgabe aller Führungskräfte der Geschäftseinheiten verstanden.
DO & CO führt zumindest jährlich eine Aktualisierung der Risiken/Chancen Situation durch, die in einer entsprechenden Dokumentation resultiert. Mögliche Interdependenzen von Chancen und Risiken werden dabei berücksichtigt. Die ermittelten Risiken sind regelmäßig Gegenstand der Sitzungen des Managements. Die Mitglieder des Managements sorgen im Rahmen ihrer Führungsaufgaben für die Einbindung der MitarbeiterInnen in das Risikomanagement.
Für die im Rahmen der Risikoanalyse festgestellten Risiken wurden Maßnahmen definiert und umgesetzt. Das Risikopotential konnte damit erheblich gesenkt werden. Die Maßnahmen beinhalteten sowohl die Reduktion der möglichen Schadenshöhe, als auch die Verringerung der Eintrittswahrscheinlichkeit.
Im Rahmen des Risikomanagements von DO & CO kommt dem Prinzip der Diversifikation besondere Bedeutung zu. Durch die globale Diversifizierung wird die spezifische Bedrohung in einzelnen Märkten abgeschwächt, sodass nie die gesamte Gruppe, sondern lediglich Teile betroffen sein können. Ähnlich ist die Diversifikation durch drei Geschäftsfelder zu beurteilen. Somit schafft das einzigartige Geschäftsmodell von DO & CO einen natürlichen Risikoausgleich.
Als wesentlich für die DO & CO Gruppe wurden insbesondere folgende Risiken ermittelt:
- Spezifische Risiken und Entwicklungen der Airline Branche
- Risiken auf Grund von Terror und politischen Unruhen
- Konjunkturelle Entwicklung
- Hygienerisiken
- Personalrisiken
- Währungsrisiken
- Liquiditätsrisiken
- Bonitätsrisiken
- Kreditrisiken
- Rechtliche Risiken
Spezifische Risiken und Entwicklungen der Airline Branche
Die Airline Branche ist durch ihre starke Abhängigkeit von den konjunkturellen Entwicklungen in der jeweiligen Region gekennzeichnet. Zudem ist die Marktbereinigung der größtenteils staatlichen europäischen Carrier unseres Erachtens nach noch nicht abgeschlossen. Das bedeutet, dass weitere Konsolidierungen sowie Marktbereinigungen erfolgen werden. Eine ähnliche Entwicklung wird bei den sogenannten "low cost" Airlines erwartet. Hier wird es verstärkt zu Allianzen und Übernahmen kommen.
Regional unterschiedliche Entwicklung der Wirtschaftsräume
Diversifikation der Geschäftsfelder schafft Risikoausgleich
Positiver Heimmarkt Integraler Prozess aller Geschäftseinheiten
Gegenwärtige oder zukünftige rechtliche Bestimmungen bzw deren Änderungen können die Kosten des Unternehmens erheblich steigern, wobei derzeit keine Anhaltspunkte für derartige Veränderungen zu erkennen sind.
Alle wesentlichen Rechtsgeschäfte werden daher von der Rechtsabteilung im Headquarter in Wien geprüft und genehmigt, um rechtliche Risiken zu vermeiden. Haftungsrisiken und Schadensfälle werden international weitgehend durch den Abschluss spezifischer Versicherungen auf ein Minimum reduziert.
Währungsrisiken
Bedingt durch die Internationalität der Geschäftsbereiche von DO & CO, insbesondere der Divisionen Airline Catering sowie International Event Catering, ist DO & CO dem Risiko von Währungsschwankungen in hohem Maße ausgesetzt. In diesem Zusammenhang sind insbesondere die Währungen USD, TRY und GBP zu nennen.
Eine Absicherung wird durch die Einrichtung geschlossener Positionen erreicht, in dem versucht wird, Erlösen in einer Fremdwährung Aufwendungen in der gleichen Währung und der gleichen Fristigkeit entgegenzustellen. Des Weiteren wird danach getrachtet, zusätzliches Risiko durch die Vereinbarung entsprechender Vertragsklauseln mit Kunden und Lieferanten zu vermeiden.
Darüber hinaus werden im Bedarfsfall Finanzinstrumente bzw derivative Finanzinstrumente zur Steuerung der Währungsrisiken eingesetzt. Im Geschäftsjahr 2006/2007 kamen keine derivativen Finanzinstrumente zum Einsatz.
Liquiditätsrisiken
Grundlage für die Steuerung der Liquidität und damit für die Vermeidung von Liquiditätsrisiken ist eine exakte Finanzplanung, die täglich aktualisiert wird. Wesentlich ist auch, alle Projekte und Expansionsschritte auf ihre Liquiditätsauswirkungen genauestens zu analysieren.
Durch regelmäßige und zeitnahe Berichterstattungen werden Abweichungen von den Finanzplanungen unverzüglich erkannt. Die rasche Einleitung von Maßnahmen zur Gegensteuerung ist dadurch gewährleistet.
Zum Zweck der zentralen Steuerung der Liquidität sind alle österreichischen Gesellschaften in ein Cash-Pooling System eingebunden.
Bonitätsrisiken
DO & CO hält durch ein zeitnahes Monitoring im Rahmen des Debitorenmanagements das Risiko von Zahlungsausfällen möglichst gering. Es wird proaktiv versucht, das Risiko des Zahlungsausfalls von Großkunden durch entsprechende vertragliche Vereinbarungen und Gewährung von Sicherheiten durch Kunden zu steuern. Kreditversicherungen werden durch DO & CO nicht in Anspruch genommen. Veranlagungen erfolgen stets bei Finanzinstituten erster Bonität. Aus den übrigen originären Finanzinstrumenten sind keine wesentlichen Ausfallsrisiken zu erwarten.
Kreditrisiken
Sämtliche Finanzierungen entsprechen in ihrer Fristigkeit den durch sie finanzierten Projekten. Die Finanzierung erfolgte zu marktüblichen Konditionen. Es sind keine negativen Auswirkungen im Fall von Zinsänderungen zu erwarten.
Zusammenfassend ist festzuhalten, dass DO & CO aufgrund des eingerichteten Risikomanagements die Risiken für überschaubar und ausgleichbar hält. Der Fortbestand des Konzerns ist durch diese Risiken nicht gefährdet.
Risiken auf Grund von Terror und politischen Unruhen
Nach den Anschlägen vom 11. September 2001 hat die Airline Branche große Anstrengungen unternommen, um vorhandene Sicherheitslücken zu schließen. Maßnahmen wie verstärkte Sicherheitskontrollen, Limitierung von Handgepäck sowie Kontrolle der Zulieferer sind in fast allen Erdteilen umgesetzt. Dennoch bleibt die Gefahr von weiteren Anschlägen aufgrund der geopolitischen Lage im Nahen und Mittleren Osten weiterhin akut. Die Terrorakte in Madrid und London haben gezeigt, dass Massentransportmittel generell als "prime target" einzustufen sind.
Konjunkturelle Entwicklung
Die Aktivitäten von DO & CO sind in allen drei Divisionen stark von der globalen wirtschaftlichen Entwicklung beeinflusst, da diese einen enormen Einfluss auf den Tourismus sowie das Freizeitverhalten der Konsumenten hat. Die volatile Reise- und vor allem Flugaktivität der Konsumenten haben besonders auf die Division Airline Catering Auswirkungen, die sich aber auch in abgeschwächter Form in den Restaurants, Lounges & Hotel wieder finden. Diese externen und vor allem von DO & CO unbeeinflussbaren Faktoren können sich auch mittelfristig in einer reduzierten Nachfrage im International Event Catering widerspiegeln. Das Wachstum in den vergangenen Jahren ist kein Garant für eine weitere stetige Nachfragesteigerung in der Zukunft.
DO & CO steuert dem konjunkturellen Risiko auf sein Geschäft durch eine regionale Diversifikation mit Standorten in acht verschiedenen Ländern, sowie durch seine Aktivitäten in drei unterschiedlichen Marktsegmenten entgegen. Aufgrund der starken Saisonalität aller Bereiche ist DO & CO sehr gut auf konjunkturelle Schwankungen vorbereitet, da eine zeitnahe Ergebnisberichterstattung inklusive Analyse und Vorschau zum laufenden operativen Geschäft gehören und eine entsprechende Anpassung in den Kapazitäten unverzüglich erfolgt.
Hygienerisiken
Um die Genusstauglichkeit der von DO & CO produzierten Speisen gewährleisten zu können, wurden in allen Geschäftsbereichen Risikoanalysen im Rahmen der Weiterentwicklung des bestehenden HACCP-Systems (Hazard Analysis and Critical Control Points) durchgeführt und auf Basis der Analysen Maßnahmen zur Beherrschung bzw Minimierung der Risiken umgesetzt. Die Wirksamkeit dieser Maßnahmen wird durch ein international tätiges Qualitätssicherungsteam überwacht.
Personalrisiken
Für DO & CO sind die MitarbeiterInnen und die von Ihnen gelebte Unternehmenskultur das größte Kapital und damit die wichtigste Säule des Erfolges von DO & CO. Die zukünftige Entwicklung von DO & CO hängt daher unter anderem davon ab, inwiefern es gelingt, hochqualifizierte und motivierte MitarbeiterInnen einzustellen, zu integrieren und dauerhaft an das Unternehmen zu binden. Professionelle Ausbildung und konsequente Personalentwicklung sind die zentralen Instrumente um das angestrebte Wachstum sicherzustellen. Ebenso ausschlaggebend für den zukünftigen Erfolg von DO & CO wird es sein, neue Unternehmensteile professionell und wertbringend zu integrieren. Gemeinsame Werte und eine starke Unternehmenskultur tragen dazu bei, den hohen Qualitätsanspruch an Produkt und persönlicher Dienstleistung unseren neuen Mitarbeitern näher zu bringen und dauerhaft zu verankern.
Rechtliche Risiken
Aufgrund der fortlaufenden Expansion sowie der globalen Tätigkeit von DO & CO sind eine Vielzahl gesetzlicher Anforderungen auf nationaler und internationaler Ebene – vor allem in den Bereichen Lebensmittelrecht, Hygiene, Abfallwirtschaft sowie spezielle Richtlinien und Vorgaben diverser Airlines – zu beachten.
Regionale Diversifikation als zusätzliche Risikomaßnahme Internationalität birgt Risiko aus Währungsschwankungen
Zeitnahes Debitorenmanagement verringert Risiko
MitarbeiterInnen – größtes Kapital und wichtigste Säule des Erfolges
UMSATZ
Die DO & CO Gruppe konnte im Geschäftsjahr 2006/2007 ein Umsatzwachstum um 45,1 % von EUR 142,18 Mio auf EUR 206,33 Mio erzielen. Dieses Umsatzwachstum hat sich in den ersten drei Quartalen des Geschäftsjahres gleichermaßen manifestiert und konnte im vierten Quartal noch einmal angehoben werden.
In der Segmentberichterstattung ergeben sich besonders deutliche Zuwächse im Airline Catering mit einem Plus von EUR 48,69 Mio (+ 65,1 %) sowie im Segment Restaurants, Lounges & Hotel mit einem Plus von EUR 12,03 Mio (+ 37,8 %). Für die Division International Event Catering ist ein Anstieg um EUR 3,44 Mio bzw 9,6 % zu berichten.
Der Umsatz im Airline Catering konnte von EUR 74,79 Mio im Vorjahr auf EUR 123,48 Mio gesteigert werden. Dieser Anstieg ist einerseits auf die positive Entwicklung von Key-Accounts im Airline Catering zurückzuführen. In diesem Zusammenhang sind besonders Emirates Airlines und British Airways zu erwähnen.
Andererseits trug die Gründung des Joint Ventures mit Turkish Airlines in der Türkei zum starken Umsatzwachstum in der Division Airline Catering bei. Seit dem 1. Jänner 2007 werden von neun Standorten in der Türkei, neben Turkish Airlines als Hauptkunden, 40 weitere Airlines, national sowie international, betreut.
Des Weiteren wirkten sich die Veränderungen des Konsolidierungskreises positiv auf die Umsätze im Airline Catering aus.
Umsatz nach Divisionen
| Geschäftsjahr (April – März) | 2006/2007 in m € |
2005/2006 in m € |
Veränderung in m € |
Veränderung in % |
2004/2005 in m € |
|---|---|---|---|---|---|
| Airline Catering | 123,48 | 74,79 | 48,69 | +65,1 % | 60,97 |
| International Event Catering | 39,04 | 35,60 | 3,44 | +9,6 % | 47,26 |
| Restaurants, Lounges & Hotel | 43,82 | 31,79 | 12,03 | +37,8 % | 26,03 |
| Konzernumsatz | 206,33 | 142,18 | 64,15 | +45,1 % | 134,26 |
Der Anteil des Airline Catering Segments am Konzernumsatz beträgt in diesem Geschäftsjahr 59,9 % (VJ: 52,6 %).
Im International Event Catering konnte die Gruppe um EUR 3,44 Mio von EUR 35,60 Mio auf EUR 39,04 Mio wachsen. Dieses Plus von 9,6 % resultiert aus internationalen Veranstaltungshighlights wie dem America's Cup in Valencia, der Reit-WM in Aachen, dem Tennisturnier WTA Madrid und mehreren nationalen Veranstaltungen. Der Anteil am Konzernumsatz beträgt für diese Division 18,9 %.
Die Umsätze bei den Grands Prix Veranstaltungen konnten, abgesehen vom Großen Preis von China, weltweit gesteigert werden. Zwei bedeutende Grands Prix Veranstaltungen (Großer Preis von Bahrain und der Große Preis von Malaysia in Sepang) fanden in der GP Saison 2007 im April und nicht wie im Vorjahr im März statt und sind daher im Konzernumsatz des Geschäftsjahres 2006/2007 nicht enthalten. Zusätzlich ist in der GP Saison 2006 der Große Preis von Belgien wegen Umbauarbeiten ausgefallen.
Das Segment Restaurants, Lounges & Hotel trägt mit einem Umsatz von EUR 43,82 Mio einen Anteil von 21,2 % (VJ: 22,4 %) zum Gruppenumsatz bei. Der Divisionsumsatz konnte von EUR 31,79 Mio auf EUR 43,82 Mio (+ EUR 12,03 Mio) gesteigert werden. Dies ist zum einen das Ergebnis der Entwicklung bestehender Unternehmen wie zB dem Restaurant im Haas Haus, den Restaurants im Casino Baden oder dem DEMEL Wien und zum anderen auf die Eröffnung neuer Standorte zurück zu führen. Hier sind das DO & CO Hotel am Stephansplatz, der DEMEL Salzburg und die Restaurants und Cafés im British Museum in London zu nennen.
Der Konzern konnte sich weltweit hervorragend behaupten und verzeichnet in nahezu allen Ländern Umsatzsteigerungen. Deutschland, Großbritannien, Italien und die USA stechen in diesem Zusammenhang heraus. Besonders hervorzuheben ist außerdem der Umsatzanstieg am Heimmarkt Österreich.
ERGEBNIS & VERMÖGEN
I m Geschäftsjahr 2006/2007 steigerte die DO & CO Gruppe das konsolidierte Betriebsergebnis (EBIT) nach Firmenwertabschreibungen von EUR 4,20 Mio im Vorjahr auf EUR 6,14 Mio. Dies bedeutet für diese Berichtsperiode ein Plus von 46,2 % bzw EUR 1,94 Mio. Die EBIT-Marge konnte damit bei 3,0 % gehalten werden.
Das EBITDA der DO & CO Gruppe konnte um EUR 2,43 Mio bzw 22,0 % gesteigert werden. Das bedeutet eine EBITDA-Marge von 6,5 %.
Im Bereich des Materialaufwandes und Aufwand für bezogene Leistungen erhöhten sich die Kosten in Relation zum Umsatz von 36,3 % im Vorjahr auf 37,6 % im abgelaufenen Geschäftsjahr. In absoluten Zahlen stieg der Materialaufwand um EUR 26,05 Mio (+50,5 %) bei einer Umsatzsteigerung von 45,1 %. Dies ist im Wesentlichen auf die Einbeziehung der neuen Einheiten und auf den mit der Eröffnung von neuen Standorten verbundenen Mehraufwand zurück zu führen.
Auch im Geschäftsjahr 2006/2007 steigerte DO & CO wiederum die Anzahl der Arbeitsplätze. DO & CO beschäftigte in diesem Geschäftsjahr im In- und Ausland durchschnittlich 2.014 MitarbeiterInnen. Dies bedeutet eine Erhöhung um 674 MitarbeiterInnen bzw 50,3 %. Dies spiegelt sich auch im Anstieg des Personalaufwands im Vergleich zum Vorjahr um 39,5 % wider. Das Verhältnis des Personalaufwandes in Relation zum Umsatz verringerte sich von 39,0 % im Vorjahr auf 37,4 % in diesem Jahr.
Ausschlaggebend für den Anstieg an MitarbeiterInnen waren zum einen Neuanstellungen in den DO & CO Gourmetküchen New York, Frankfurt, London Heathrow und Wien. Zum anderen ist ein wesentlicher Teil davon auf die Eröffnung neuer Standorte wie den DEMEL Salzburg oder das British Museum in London zurück zu führen. Eine weitere Vergrößerung des DO & CO Teams erfolgte durch die Gründung des Joint Ventures in der Türkei, sowie durch die Akquisition der AIREST.
Bedingt durch das Investitionsvolumen des Geschäftsjahres 2006/2007 stiegen die Abschreibungen im abgelaufenen Geschäftsjahr um 7,1 %.
Die sonstigen betrieblichen Aufwendungen verzeichneten einen Anstieg von 23,0 %. Überproportional bewegten sich vor allem Mieten, Pachten und Betriebskosten bzw der sonstige Verwaltungsaufwand. Die übrigen Positionen waren im Vergleich zu 2005/2006 bei höherem Umsatzvolumen stabil bzw rückläufig.
| Konzern | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Geschäftsjahr (April – März) | 2006/2007 in m € |
2005/2006 in m € |
Veränderung in m € |
Veränderung in % |
2004/2005 in m € |
| Umsatz | 206,33 | 142,18 | 64,15 | +45,1 % | 134,26 |
| EBITDA | 13,49 | 11,06 | 2,43 | +22,0 % | 8,86 |
| Abschreibungen * | -7,35 | -6,86 | -0,49 | -7,1 % | -5,41 |
| EBIT | 6,14 | 4,20 | 1,94 | +46,2 % | 3,45 |
| EBITDA-Marge | 6,5 % | 7,8 % | 6,6 % | ||
| EBIT-Marge | 3,0 % | 3,0 % | 2,6 % | ||
| MitarbeiterInnen | 2.014 | 1.340 | 674 | 50,3 % | 1.133 |
*...inkl. Firmenwertabschreibungen
Die Steuerquote (Verhältnis des Steueraufwandes zum unversteuerten Ergebnis) ist von 28,7 % im Vorjahr auf 34,1 % im abgelaufenen Geschäftsjahr angestiegen. Diese Veränderung liegt im Wesentlichen in der nicht erfolgten Aktivierung latenter Steuern auf Verluste ausländischer Tochtergesellschaften begründet.
Das konsolidierte Eigenkapital des DO & CO Konzerns erfuhr im Geschäftsjahr 2006/2007 einen Anstieg um EUR 36,14 Mio auf EUR 73,69 Mio (VJ: EUR 37,55 Mio). Besonders ist in diesem Zusammenhang auf die im März 2007 durchgeführte Kapitalerhöhung, sowie auf die Gründung des Joint Ventures mit Turkish Airlines zu verweisen. Die Eigenkapitalquote nach Bereinigung um vorgesehene Dividendenzahlungen beträgt nunmehr 36,3 % (VJ: 42,8 %).
Zum Ende des Geschäftsjahres 2006/2007 zeigten die Nettozinsverbindlichkeiten der DO & CO Gruppe nach einem Überschuss von - EUR 12,58 Mio zum Bilanzstichtag des Vorjahres wieder einen positiven Wert von EUR 15,30 Mio.
Der operative Cash-Flow zeigte in der Berichtsperiode einen Anstieg um EUR 4,08 Mio auf EUR 11,72 Mio (VJ: EUR 7,63 Mio). Damit liegt der operative Cash-Flow auf Höhe des in diesem Geschäftsjahr erwirtschafteten EBITDA. Maßgeblichen Einfluss auf den Cash-Flow hatte vor allem die Neueröffnung des Joint Ventures in der Türkei. Aufgrund der Aufnahme des operativen Geschäftsbetriebes ab 1. Jänner diesen Jahres kam es zu einem deutlichen Anstieg der Forderungen sowie der kurzfristigen Rückstellungen und Verbindlichkeiten am Ende des Geschäftsjahres.
Der Cash-Flow aus Investitionstätigkeit betrug für den Berichtszeitraum - EUR 65,57 Mio (VJ: EUR 9,51 Mio). Hauptgründe dafür sind Investitionen im Zusammenhang mit der Aufnahme der Geschäftstätigkeit des Joint Ventures in der Türkei, sowie der Akquisition der Airline Catering Sparte der AIREST.
Weitere Informationen zu den MitarbeiterInnen der DO & CO Gruppe sind auf Seite 116 zu finden.
Die folgende Segmentberichterstattung gemäß IAS 14 weicht von den Vorgaben der International Financial Reporting Standards (IFRS) insofern ab, als diese aufgrund der operativen Geschäftstätigkeit einzelner Gesellschaften in mehreren Geschäftsfeldern nur bedingt möglich ist.
AIRLINE CATERING
Die Division Airline Catering konnte mit ihren Standorten New York, London, Frankfurt, München, Berlin, Mailand, Salzburg, Wien, sowie den neu erworbenen Standorten der AIREST und des Joint Ventures in der Türkei, ihre Position als umsatzstärkster Geschäftsbereich des DO & CO Konzerns weiter ausbauen.
Zu den Kunden im Airline Catering an den verschiedenen Standorten zählen ua die Austrian Airlines Group, Turkish Airlines, British Airways, Cathay Pacific, Emirates Airlines, EOS, Etihad, Niki, Livingston, Qatar Airways, Royal Air Maroc und Singapore Airlines. DO & CO verfügt nun insgesamt über mehr als 50 Airline Kunden.
Im Geschäftsjahr 2006/2007 erzielte das Airline Catering einen Umsatz von EUR 123,48 Mio. Das entspricht einem Wachstum von EUR 48,69 Mio bzw 65,1 %. Der Anteil am Konzernumsatz erhöhte sich damit gegenüber dem Geschäftsjahr 2005/2006 von 52,6 % auf 59,9 %.
Das deutliche Wachstum ist auf folgende Faktoren zurück zu führen:
Zum Ersten gelang es DO & CO mit der Akquisition des Catering Accounts von Turkish Airlines in der gesamten Türkei einen neuen Großkunden zu gewinnen. Neben Turkish Airlines werden seit dem 1. Jänner 2007 an neun türkischen Standorten zahlreiche nationale wie internationale Kunden durch DO & CO betreut.
Zum Zweiten gelang es im März 2007 die gesamte Austrian Airlines Group in Österreich als Kunden zu akquirieren. Somit werden nicht wie bisher nur die Flüge der Lauda Air, sondern sämtliche Flüge der Austrian Airlines Group an den Standorten Wien, Linz, Graz und Salzburg von der DO & CO Gruppe versorgt. Damit verbunden war die Übernahme der Airline Catering Sparte der AIREST, die ihrerseits über eine Reihe von Kunden verfügt.
Airline Catering
| Geschäftsjahr (April – März) | 2006/2007 in m € |
2005/2006 in m € |
Veränderung in m € |
Veränderung in % |
2004/2005 in m € |
|---|---|---|---|---|---|
| Umsatz | 123,48 | 74,79 | 48,69 | +65,1 % | 60,97 |
| EBITDA | 7,18 | 5,08 | 2,10 | +41,4 % | 3,98 |
| Abschreibungen * | -4,59 | -3,89 | -0,70 | -18,1 % | -3,16 |
| EBIT | 2,59 | 1,19 | 1,40 | +117,6 % | 0,82 |
| EBITDA-Marge | 5,8 % | 6,8 % | 6,5 % | ||
| EBIT-Marge | 2,1 % | 1,6 % | 1,3 % | ||
| MitarbeiterInnen | 1.218 | 716 | 502 | 70,1 % | 565 |
| Anteil am Konzernumsatz | 59,9 % | 52,6 % | 45,4 % |
*...inkl. Firmenwertabschreibungen
Hervorzuheben ist auch, dass nun die arabische Qualitätsfluglinie Etihad ex New York sowie Qatar Airways ex Frankfurt zum Kundenstamm von DO & CO zählen.
Weiters gelang es, die Beziehungen mit bestehenden Kunden zu intensivieren. Erwähnenswert ist in diesem Zusammenhang die Entwicklung mit Emirates Airlines. Vor allem die Betreuung der Gäste in den First und Business Class Loungen am Standort New York sticht als besonders erfolgreich heraus.
EBITDA und EBIT wurden gegenüber dem Vorjahr in absoluten Zahlen deutlich gesteigert. Das EBITDA liegt mit EUR 7,18 Mio um EUR 2,10 Mio über dem Vorjahr. Das EBIT stieg von EUR 1,19 Mio auf EUR 2,59 Mio. Das entspricht einem Wachstum von 117,6 %. Die EBIT Marge konnte damit im Airline Catering von 1,6 % in 2005/2006 auf 2,1 % im Geschäftsjahr 2006/2007 gesteigert werden.
In der zweiten Hälfte des Geschäftsjahres 2006/2007 gelang es DO & CO die Ausschreibung für den Turkish Airlines Account in der Türkei zu gewinnen. Um die Zusammenarbeit der beiden Unternehmen zu verstärken wurde ein 50 – 50 Joint Venture gegründet.
Die neu gegründete Firma übernahm die Airline Catering Standorte der Gate Gourmet, die Turkish Airlines zum Zeitpunkt der Ausschreibung versorgte und Marktführer im Airline Catering in der Türkei war. Der Erwerb der Airline Catering Standorte erfolgte mittels eines "asset deal".
Der operative Betrieb startete mit 1. Jänner 2007 gleichzeitig an neun Standorten:
- Istanbul Atatürk
- Istanbul Sabiha Gökcen
- Ankara
- Antalya
- Izmir
- Bodrum
- Trabzon
- Dalaman
- Adana
Pro Jahr werden an den neun Standorten ca 24 Mio Essen produziert. Das entspricht in der Türkei einem Marktanteil von 70 %. Es wird erwartet, dass das Joint Venture TURKISH DO & CO mit bis zu 1.500 MitarbeiterInnen (1.150 Vollzeitbeschäftigte) im folgenden Geschäftsjahr ca EUR 70 Mio zum Airline Catering Umsatz von DO & CO beitragen wird.
Strategie von DO & CO
- Anbieten eines einzigartigen Qualitätsproduktes abgestimmt auf die Bedürfnisse von Economy und Business Class
- Ausbau der Positionierung als der Qualitäts-Nischenanbieter im Premiumsegment
- Schaffung und Ausbau eines globalen Netzes von Gourmetküchen
- Optimierung der Zusammenarbeit mit bestehenden Airline Kunden
- Akquisition von Neukunden und von bestehenden Kunden für andere Standorte
Vorschau auf das Geschäftsjahr 2007/2008
- Integration der AIREST in den DO & CO Konzern
- Innovatives und harmonisiertes Bordprodukt für die gesamte Austrian Airlines Group
- Ausbau und Organisation der TURKISH DO & CO
- Neugestaltung des On Board Produkts für Turkish Airlines ex Türkei
- Turkish Airlines als Neukunde am Standort New York
Wettbewerbsvorteil von DO & CO
- Nischenanbieter im Premium-Segment
- Produktkreativität und -innovation in Kern- und Nebenbereichen
- Drei-Marken-Strategie: DO & CO, DEMEL und AIOLI
AIRLINE CATERING
Ende des Jahres 2006 kam es zu von der Führung der Austrian Airlines Group initiierten Gesprächen, welche die Umstrukturierung des On Board Services der Austrian Airlines Group zum Ziel hatten. Im März 2007 resultierten diese Gespräche in den Abschluss eines umfassenden Airline Catering Liefervertrages zwischen der Austrian Airlines Group und DO & CO, sowie in den Erwerb der Airline Catering Sparte der AIREST durch DO & CO.
Der zwischen Austrian Airlines und DO & CO abgeschlossene neue Airline Catering Liefervertrag ersetzt alle bestehenden Vereinbarungen zwischen der Austrian Airlines Group, AIREST und DO & CO. Der neue Liefervertrag beinhaltet neben klassischen Elementen wie die Regelungen für die Bereiche Speisen, Getränke, Lagerung und Handling des Equipments, auch Vereinbarungen zum Thema Agenturleistungen, die von DO & CO in Zukunft für die Austrian Airlines Group erbracht werden.
Aufgrund dieser Vereinbarung wird nunmehr an den Standorten Wien, Linz, Graz und Salzburg der gesamte Airline Catering Bedarf der Austrian Airlines für mehr als 10 Mio Passagiere und mehr als 80.000 Flüge pro Jahr durch DO & CO geliefert.
In Folge des Erwerbs der Airline Catering Sparte der AIREST wurden folgende Betriebsteile – mit wirtschaftlicher Wirkung per 1. Jänner 2007 – an die DO & CO Gruppe übertragen:
- Airline Catering Standorte in Wien, Salzburg, Graz und Bratislava
- Austrian Airlines Lounges am Flughafen Wien
- Kantinen und Mitarbeiterrestaurants am Flughafen und in Wien
- Business und Event Catering in Wien, Salzburg und Graz
- Der gesamte AIREST Standort Linz inkludierend Airline Catering, Restaurants und sonstige Aktivitäten
- 40 % Anteil an AIREST Malta Ltd.
Die Einbeziehung in den Konzernabschluss erfolgte ab dem Zeitpunkt der Erlangung der wirtschaftlichen Kontrolle über diese Gesellschaft. Dies war der 1. März 2007.
Des Weiteren ist zu erwähnen, dass DO & CO am 30. September 2006 seine 76 % Beteiligung an der Stockheim Gruppe an Air Berlin verkauft hat.
INTERNATIONAL EVENT CATERING
I m Geschäftsjahr 2006/2007 zeigte die Division International Event Catering den erwarteten Umsatzanstieg um 9,6 % bzw EUR 3,44 Mio auf EUR 39,04 Mio. Aufgrund des starken Wachstums in der Division Airline Catering sowie der Division Restaurants, Lounges & Hotel sank der Anteil des Event Segments am Konzernumsatz von 25,0 % im Vorjahr auf 18,9 % in der aktuellen Berichtsperiode. Im internationalen Wettbewerb konnte sich DO & CO bei einigen Ausschreibungen für internationale Sport Events durchsetzen und damit das qualitative Wachstum fortsetzen.
Das erste Quartal 2006/2007 stand ganz im Zeichen des traditionsreichen "America's Cup" in Valencia, wo DO & CO die internationalen Gäste der Wettfahrten im Mai und Juni 2006 verköstigte. Nachdem der erstmalige Auftritt von DO & CO im internationalen Segelsport so erfolgreich war, zeichnet DO & CO auch zwischen April und Juli 2007 bei den aktuellen Wettkämpfen um den prestigeträchtigen 32. America's Cup für das "Gourmet Entertainment" verantwortlich. Absoluter Höhepunkt des zweiten Quartals waren die "Weltreiterspiele" bzw die Reit- und Springweltmeisterschaft 2006, die am Ort des traditionsreichen CHIO in Aachen im August 2006 stattfand. Die dritte neue Sportgroßveranstaltung im Geschäftsjahr 2006/2007 fand auch am Ort eines langjährigen DO & CO Events in der spanischen Hauptstadt Madrid statt. Nachdem schon im Oktober 2006 beim ATP Tennis Masters Turnier der Herren die Gäste umfangreich betreut wurden, setzte DO & CO seine Qualitäten als Premiumcaterer auch bei der wenige Wochen später am selben Ort stattfindenden Tennis Weltmeisterschaft der Damen ein.
2006/2007 konnte DO & CO auch bei zahlreichen großen Sportevents zum wiederholten Mal brillieren. 14 Formel 1 Grands Prix zwischen April und Oktober, das Champions-League Finale in Paris und das Traditionsturnier CHIO in Aachen im Mai, sowie das PGA Golfturnier im spanischen Valderrama im Oktober wurden von DO & CO in bewährter Qualität durchgeführt. Im Jänner 2007 wurden die Performance und die Anstrengungen der "DO & CO Sport's Division" abermals mit dem Zuschlag bei einer großen Ausschreibung belohnt. DO & CO ging als Bestbieter für die Fußball Europameisterschaft 2008 in Österreich und in der Schweiz hervor und wird damit zum zweiten Mal nach 2004 in Portugal für das komplette VIP-Catering bei der weltweit drittgrößten Sportveranstaltung verantwortlich zeichnen. Dieser Event findet vom 7. bis 29. Juni 2008 statt und wird im DO & CO Geschäftsjahr 2008/2009 abgebildet werden.
International Event Catering
| Geschäftsjahr (April – März) | 2006/2007 in m € |
2005/2006 in m € |
Veränderung in m € |
Veränderung in % |
2004/2005 in m € |
|---|---|---|---|---|---|
| Umsatz | 39,04 | 35,60 | 3,44 | +9,6 % | 47,26 |
| EBITDA | 3,83 | 3,69 | 0,14 | +3,7 % | 3,37 |
| Abschreibungen * | -1,20 | -1,30 | 0,10 | +7,9 % | -1,20 |
| EBIT | 2,63 | 2,39 | 0,24 | +10,0 % | 2,17 |
| EBITDA-Marge | 9,8 % | 10,4 % | 7,1 % | ||
| EBIT-Marge | 6,7 % | 6,7 % | 4,6 % | ||
| MitarbeiterInnen | 191 | 163 | 28 | 17,2 % | 156 |
| Anteil am Konzernumsatz | 18,9 % | 25,0 % | 35,2 % |
*...inkl. Firmenwertabschreibungen
Auch im nationalen Event Bereich standen zahlreiche Sportevents im Geschäftsjahr 2006/2007 im Blickpunkt. Im EM-Stadion Salzburg catert DO & CO die Spiele des neuen österreichischen Fußballmeisters Red Bull Salzburg in der Bundesliga sowie in internationalen Bewerben. Für den Österreichischen Fußball Bund wurden zahlreiche Länderspiele sowie das ÖFB Cup-Finale kulinarisch in Szene gesetzt. In der fußballerischen "Sommerpause" stand abermals das Beach Volleyball Turnier am Ufer des Wörthersees im Mittelpunkt, bei dem DO & CO die Fans mit der Kreativität und Qualität seiner Speisen beeindrucken konnte. Im Winter 2006/2007 konnte DO & CO die Besucher der Hahnenkammrennen in Kitzbühel und des Nachtslaloms in Schladming von seiner Qualität überzeugen. Aber auch bei den österreichischen Veranstaltungen der Vier-Schanzen-Tournee im Rahmen des Skisprung-Weltcups am Innsbrucker Berg Isel und in Bischofshofen zeichnete DO & CO im Auftrag des Österreichischen Ski Verbandes für das Catering verantwortlich.
Das EBITDA der Division International Event Catering konnte auf EUR 3,83 Mio (VJ: EUR 3,69 Mio) erhöht werden. Die Division International Event Catering hat mit 9,8 % weiterhin die höchste EBITDA-Marge (VJ: 10,4 %) im DO & CO Konzern. Das EBIT konnte um 10,0 % auf EUR 2,63 Mio (VJ: EUR 2,39 Mio) gesteigert werden. Das bedeutet eine EBIT Marge von 6,7 % (VJ: 6,7 %).
Strategie von DO & CO
- Als "Gourmet Entertainment Company" Verstärkung der Kernkompetenz vom Premium Caterer bis hin zum "Gourmet Generalunternehmer"
- Weitere Etablierung und Festigung der Premium Event Marke DO & CO
- Eröffnung neuer Geschäftsfelder im Veranstaltungsbereich
Vorschau auf das Geschäftsjahr 2007/2008
- America's Cup in Valencia von April bis Juli 2007
- Reit- und Springturnier CHIO Aachen
- ATP Masters Series Turnier der Herren in Madrid
- WTA Tennis Weltmeisterschaft der Damen in Madrid
- PGA Golf Turnier in Valderrama/Spanien
- 15 Formel 1 Grands Prix inklusive neuem GP in Fuji/Japan
Wettbewerbsvorteil von DO & CO
- Als "one shop partner" mit seinem einzigartigen Premiumprodukt am Markt unverkennbar und nicht austauschbar
- Höchste Zuverlässigkeit, Flexibilität und Qualitätsorientierung machen DO & CO zum Partner, der seinen Kunden als "no headache partner" jederzeit zur Verfügung steht
- Neue DO & CO Gourmetküchen in Graz, Linz, Bratislava und neun Standorte in der Türkei bringen neue Chancen im International Event Catering
EBIT in m €
MitarbeiterInnen
RESTAURANTS, LOUNGES & HOTEL
I m Geschäftsjahr 2006/2007 kann für die Division Restaurants, Lounges & Hotel von einem starken Umsatzwachstum in der Höhe von EUR 12,03 Mio auf EUR 43,82 Mio (VJ: EUR 31,79 Mio) berichtet werden. Der Anteil am Konzernumsatz veränderte sich damit von 22,4 % auf 21,2 % im Berichtsjahr. Das Umsatzwachstum ist im Wesentlichen auf die Eröffnung des DO & CO Hotels, sowie die Wiedereröffnung des DO & CO Restaurants am Stephansplatz im Dezember 2005 zurück zu führen. Ebenso tragen die Übernahme der Gastronomie im British Museum, sowie die Eröffnung des DEMEL in Salzburg zur starken Umsatzsteigerung bei.
Im April 2006 eröffnete das erste DO & CO Hotel im Haas Haus. Das Hotel in wohl bester Lage in Wien mit Blick auf den Stephansdom bietet modernste und extravagante Ausstattung, hervorragenden Service und urbanen Luxus. Das Hotel umfasst 41 Zimmer und zwei Suiten im dritten bis sechsten Geschoß des Haas Hauses und erzielte von Beginn an eine gute Auslastung. Im neu renovierten Restaurant im Haas Haus wird den Gästen ein kulinarischer Streifzug durch die besten Küchen der Welt geboten. Das gastronomische Angebot für unsere Gäste wird mit der modernen Bar im sechsten Stock abgerundet.
Nach Eröffnung der Airline Catering Unit Ende 2003 wurde im Mai 2006 mit dem British Museum ein erster Schritt für die gastronomische Erschließung des Standortes London gesetzt. Das British Museum, das älteste Museum der Welt, ist mit fünf Mio Besuchern pro Jahr eines der bedeutendsten Museen. Die von DO & CO übernommene Gastronomie umfasst fünf Cafés und Restaurants, sowie Veranstaltungsbereiche.
Ein weiterer Expansionsschritt der Division Restaurants, Lounges & Hotel wurde mit der Eröffnung des DEMEL Salzburg im Juli 2006 gesetzt. In den ehemaligen Räumlichkeiten des Salzburger Traditions-Cafés "Glockenspiel" wird unter der Premium Marke DEMEL Zuckerbäckerkunst vom Feinsten geboten. Auf seinen 120 Sitzplätzen und den bis zu 350 Garten- und Terrassenplätzen bietet der DEMEL Salzburg traditionsreiche und unvergleichbare Kaffeehauskultur. Weiters werden für das Salzburger Publikum eine exklusive Terrasse und ein Shop mit einzigartigem DEMEL Konfekt und handgemachter Schokolade geboten.
Weitere Top Standorte sind der DEMEL Wien, in dem feinste Patisserie Handwerkskunst angeboten wird, das Café Griensteidl mit seinem typisch Wiener Kaffeehausflair, sowie die Albertina, wo eine einzigartige Symbiose von kulturellem und kulinarischem Genuss
Restaurants, Lounges & Hotel
| Geschäftsjahr (April – März) | 2006/2007 in m € |
2005/2006 in m € |
Veränderung in m € |
Veränderung in % |
2004/2005 in m € |
|---|---|---|---|---|---|
| Umsatz | 43,82 | 31,79 | 12,03 | +37,8 % | 26,03 |
| EBITDA | 2,48 | 2,29 | 0,19 | +8,4 % | 1,51 |
| Abschreibungen * | -1,56 | -1,67 | 0,11 | +6,5 % | -1,05 |
| EBIT | 0,92 | 0,62 | 0,30 | +48,4 % | 0,46 |
| EBITDA-Marge | 5,7 % | 7,2 % | 5,8 % | ||
| EBIT-Marge | 2,1 % | 2,0 % | 1,8 % | ||
| MitarbeiterInnen | 605 | 461 | 144 | 31,2 % | 412 |
| Anteil am Konzernumsatz | 21,2 % | 22,4 % | 19,4 % |
*...inkl. Firmenwertabschreibungen
präsentiert wird. Ebenfalls in Toplage werden Gourmetspezialitäten in den von DO & CO betreuten Casinos Baden und Wien zum Besten gegeben. Ein einzigartiger Ort sind die Kristallwelten von Swarovski in Wattens, in denen DO & CO im Café Luna und im Veranstaltungsbereich die vielen Facetten des feinen Geschmacks mit den weltberühmten Kristallen verbindet. Exklusive Veranstaltungen und Pressekonferenzen werden an allen Standorten der Division Restaurants, Lounges & Hotel und speziell in der Top Event Location PLATINUM VIENNA im UNIQA Tower geboten.
Ebenso wurden im abgeschlossenen Geschäftsjahr die Vorbereitungen für einen weiteren Expansionsschritt vorangetrieben. Im Oktober 2007 wird die von den Architekten COOP HIMMELB(L)AU geplante BMW Welt in München eröffnet. DO & CO ist sehr stolz sich gegen nationale und internationale Konkurrenz bei der Ausschreibung um die Gastronomie durchgesetzt zu haben. Der gastronomische Bereich umfasst vier Cafés und Restaurants, mit etwa 300 Sitzplätzen sowie 180 Terrassenplätzen. In der gesamten BMW Welt werden bis zu 850.000 Gäste jährlich erwartet. Weiters übernimmt DO & CO die gastronomische Betreuung für den gesamten Veranstaltungsbereich sowie zwei Lounges.
Durch die positive Entwicklung in den renommierten Betrieben wie DEMEL Wien, DO & CO Lounges Frankfurt und DO & CO Baden konnten trotz Anlauf- und Projektkosten EBITDA und EBIT gesteigert werden. Das EBITDA stieg von EUR 2,29 Mio im Vorjahr auf EUR 2,48 Mio im Berichtsjahr. Das EBIT stieg von EUR 0,62 Mio auf EUR 0,92 Mio.
Strategie von DO & CO
- Als ursprüngliches Geschäftsfeld Research & Development Center und Kreation von Konzepten für neue Produkte
- Marketinginstrument und Imageträger der Gruppe, sowie ursprüngliche Markenentwicklung
- Restaurants, Lounges & Hotel als umfassende Hospitality Lösungen
Vorschau auf das Geschäftsjahr 2007/2008
- Eröffnung der Gastronomiebereiche in der BMW Welt in München im Oktober 2007
- Neugestaltung Casino Baden im Juli und August 2007
- Relaunch der Kristallwelten Wattens inklusive des Café Luna und der Eventräumlichkeiten im Oktober 2007
Wettbewerbsvorteil von DO & CO
- Standorte ausschließlich in einzigartigen Hochfrequenzlagen
- Hervorragend ausgebildetes Personal durch die DO & CO Academy
MitarbeiterInnen
AKTIE / INVESTOR RELATIONS
Die Wiener Börse kann auch 2006 auf ein erfolgreiches Jahr zurückblicken. Mit einem Anstieg des ATX um 22 % verlangsamte sich zwar die Performance des Wiener Aktienmarktes (im Vorjahr plus 51 %), aber der positive Trend konnte deutlich fortgesetzt werden.
Auch im ersten Quartal 2007 hat dieser Trend mit einem leichten Wachstum von 4 % angehalten. Noch im April 2007 stieg der ATX über 4.800 Punkte und erreichte am 26. April 2007 den bisherigen Höchststand von 4.824 Punkten. Aufgrund der von internationalen Investoren erkannten Wachstumschancen österreichischer Unternehmen im angrenzenden Osten steigen 2007 auch die Chancen des ATX die magische 5.000 Punktegrenze zu überspringen.
DO & CO Aktie
Der Kurs der DO & CO Aktie zeigte im Geschäftsjahr 2006/2007 eine sehr dynamische Entwicklung. Nachdem schon im vorangegangen Geschäftsjahr ein Kursanstieg von 32 % zu verzeichnen war, ist für den Zeitraum des abgeschlossenen Geschäftsjahres ein nochmaliger Kursanstieg um 103 % zu berichten. Zu Beginn des Geschäftsjahres notierte die Aktie bei EUR 47,50. Mitte Oktober 2006 stieg die Aktie über EUR 50,00 und steigerte das Kursniveau kontinuierlich bis zum Ende des Geschäftsjahres. Die Aktie erreichte wenige Tage vor dem Ultimo ihren Höchstwert mit EUR 97,50 und schloss das Geschäftsjahr mit einem Kurs von EUR 96,50. Dieser Kurs entspricht einer Marktkapitalisierung von EUR 188,06 Mio.
Nachdem die DO & CO Restaurants & Catering Aktiengesellschaft mit Abschluss der Kapitalerhöhung im März 2007 wieder sämtliche Kriterien des PRIME MARKET erfüllt (der Streubesitz stieg wieder über 25 %), ist die Aktie nach Überprüfung durch das ATX-Komitee am 19. März 2007 wieder in den PRIME MARKET der Wiener Börse zurückgekehrt.
Aktionärsstruktur
Die Attila Dogudan Privatstiftung blieb auch nach der Kapitalerhöhung im vergangenen Geschäftsjahr mit 50,5 % Mehrheitsaktionär der DO & CO Restaurants & Catering Aktiengesellschaft. Die DZR Immobilien und Beteiligungs GmbH (eine 100 % Tochter der Raiffeisen-Holding Niederösterreich-Wien reg. Gen.m.b.H.) hat während des abgelaufenen Geschäftsjahres ihren Anteil von 32,9 % auf 25,1 %, sowie im Zuge der Kapitalerhöhung im März 2007 nochmals von 25,1 % auf 20,4 % reduziert. Der Streubesitz hat sich damit von 21,9 % auf 29,1 % erhöht.
Dividendenausschüttung
Der Vorstand der DO & CO Restaurants & Catering Aktiengesellschaft wird der Hauptversammlung vorschlagen, eine Dividende von EUR 0,50 pro Aktie für das Geschäftsjahr 2006/2007 auszuschütten. Dies entspricht, bezogen auf den Schlusskurs am 31. März 2007, einer Dividendenrendite von 0,52 % (Vorjahr: 1,05 %).
Genehmigtes Kapital
In der ordentlichen Hauptversammlung vom 10. Juli 2002 wurde der Vorstand ermächtigt, das Grundkapital mit Zustimmung des Aufsichtsrates bis 30. Juni 2007 um bis zu EUR 5.901.034,13 gegen Bar- und/oder Sacheinlage durch Ausgabe von bis zu 812.000 Stammaktien zu erhöhen. Im abgelaufenen Geschäftsjahr wurde die diesbezügliche Ermächtigung durch Ausgabe von 324.800 Aktien zum Preis von EUR 82,00 teilweise ausgenützt.
Investor Relations
DO & CO hat sich über die Jahre mit seiner einzigartigen Fokussierung auf die Kernbereiche Airline Catering, International Event Catering und Restaurants, Lounges & Hotel zu einem sichtbaren und ernst genommenen Player auf dem globalen Markt entwickelt. Genau diese Ausrichtung als Gourmet Entertainment Company erschwert einen Vergleich mit anderen Unternehmen und ein adäquates Benchmarking ist somit kaum möglich. Daher ist es umso wichtiger, private wie institutionelle Investoren und Analysten über eine aktuelle und transparente Informationspolitik in die Unternehmensentwicklung einzubinden. DO & CO bekennt sich zu hoher Transparenz gegenüber allen Zielgruppen der Financial Community. In diesem Sinne wurden im Laufe des Jahres regelmäßig die Ergebnisse bekannt gegeben, sowie relevante Ereignisse in Presseaussendungen veröffentlicht. Alle Veröffentlichungen sowie interessante Informationen zur Aktie finden Sie auf unserer Homepage www.doco.com unter "Investor Relations".
Informationen gemäß § 243a Unternehmensgesetzbuch (UGB)
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- Das Grundkapital beträgt EUR 14.162.481,91 und ist in 1.948.800 auf Inhaber lautende Stückaktien zerlegt. Es gibt keine unterschiedlichen Aktiengattungen.
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- Beschränkungen, die Stimmrechte oder die Übertragung von Aktien betreffen, auch wenn sie in Vereinbarungen zwischen Gesellschaftern enthalten sind, sind dem Vorstand derzeit nicht bekannt.
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- Die Attila Dogudan Privatstiftung mit 50,5 % sowie die DZR Immobilien und Beteiligungs GmbH mit 20,4 % halten derzeit mehr als 10,0 % am Grundkapital der Gesellschaft.
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- Es gibt derzeit keine Aktien mit besonderen Kontrollrechten.
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- DO & CO MitarbeiterInnen, die im Besitz von Aktien der Gesellschaft sind, üben ihr Stimmrecht unmittelbar bei der Hauptversammlung aus.
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- Derartige Bestimmungen bestehen nicht.
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- Der Vorstand ist gemäß § 5 (3) der Satzung ermächtigt, bis 30.6.2007 das Grundkapital um bis zu weitere EUR 3.540.620,48 durch Ausgabe von bis zu 487.200 Stück neue, auf Inhaber lautende Stammaktien gegen Sach- und/oder Bareinlagen zu erhöhen. Die Gesellschaft hat sich jedoch gegenüber der Bank Austria Creditanstalt AG verpflichtet, nur mit deren Zustimmung von dieser Ermächtigung Gebrauch zu machen.
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- Es bestehen Vereinbarungen mit Abnehmern von Leistungen der DO & CO Gruppe, die diese Abnehmer berechtigen, im Falle eines Kontrollwechsels in der Gesellschaft das Vertragsverhältnis teilweise oder zur Gänze aufzukündigen. Eine namentliche Bekanntgabe dieser Vereinbarungen erfolgt nicht, weil eine solche der Gesellschaft erheblich schaden würde.
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- Derartige Vereinbarungen bestehen nicht.
Finanzkalender
14. Juni 2007: Ergebnis für das Geschäftsjahr 2006/2007
5. Juli 2007: Hauptversammlung
9. Juli 2007: Dividenden-ex-Tag
27. Juli 2007: Dividendenzahltag 23. August 2007: Ergebnis für das erste Quartal (April – Juni 2007)
15. November 2007: Ergebnis für das erste Halbjahr (April – September 2007)
14. Februar 2008: Ergebnis für die ersten drei Quartale (April – Dezember 2007)
Streubesitz 29,1 %
DZR Immobilien und Beteiligungs GmbH 20,4 %
Attila Dogudan Privatstiftung 50,5 %
VERGÜTUNGSBERICHT
Der Vergütungsbericht fasst die Grundsätze zusammen, die für die Festlegung der Vergütung des Vorstandes und des Aufsichtsrates der DO & CO Restaurants & Catering AG angewendet werden. Die Festlegung der Vergütung des DO & CO Vorstandes hat der Aufsichtsrat dem Präsidium übertragen, das damit auch als Vergütungsausschuss fungiert.
Vorstand
Der Vorstand wird für fünf Jahre bestellt. Die Gesamtbezüge teilen sich in fixe und erfolgsabhängige Bestandteile, wobei sich der Fixbezug der Vorstandsmitglieder am Aufgaben- und Verantwortungsbereich orientiert und in Form von 14 Monatsgehältern im Nachhinein ausbezahlt wird. Ein weiteres wichtiges Element für die Vergütung des Vorstandes ist eine hohe variable Komponente, welche den Unternehmenserfolg berücksichtigt. Die erfolgsabhängige Komponente stellt auf das jeweilige Jahresergebnis (EBIT-Marge nach Firmenwertabschreibung) ab und beträgt maximal 100 % des Fixbezuges.
Es bestehen derzeit keine Vereinbarungen über eine betriebliche Altersversorgung für den Vorstand. Den Vorstandsmitgliedern steht ein Abfertigungsanspruch in analoger Anwendung des Angestelltengesetzes zu. Zusätzliche Ansprüche des Vorstandes im Falle einer Beendigung der Funktion bestehen nicht.
Weitere Informationen zur Vergütung des Vorstandes finden sich auf Seite 178.
Aufsichtsrat
Das Vergütungsschema der Aufsichtsratsmitglieder sieht vor, dass der Vorsitzende des Aufsichtsrates eine um 50 % höhere und der stellvertretende Vorsitzende eine um 25 % höhere Vergütung eines Aufsichtsratmitgliedes erhält.
Unternehmen an denen die Aufsichtsräte o. Univ.-Prof. DDr. Waldemar JUD und Dr. Werner SPORN ein erhebliches wirtschaftliches Interesse haben, haben im Geschäftsjahr 2006/2007 für juristische Beratungstätigkeiten Honorare in der Höhe von EUR 232.631 in Rechnung gestellt.
CORPORATE GOVERNANCE BERICHT
Ziel des Managements von DO & CO ist die nachhaltige und langfristige Steigerung des Unternehmenswertes. Strenge Grundsätze guter Unternehmensführung und Transparenz, sowie die permanente Weiterentwicklung eines effizienten Systems der Unternehmenskontrolle, sollen zu einer Unternehmenskultur führen die Vertrauen schafft und damit langfristige Wertschöpfung ermöglicht.
Seit Februar 2007 bekennt sich DO & CO umfassend zu den Regeln des österreichischen Corporate Governance Kodex 2006 und erfüllt neben den gesetzlichen "L-Bestimmungen" auch sämtliche "C-Bestimmungen".
Die Einhaltung des Corporate Governance Kodex wird DO & CO für das Geschäftsjahr 2007/2008 freiwillig durch Berger-Saurer-Zöchbauer Rechtsanwälte, Wien, evaluieren lassen.
In der Aufsichtsratsitzung vom 14. Februar 2007 wurden die Geschäftsordnungen von Vorstand und Aufsichtsrat an die Regeln des Corporate Governance Kodex 2006 angepasst. Die Aufgaben und Verantwortlichkeitsbereiche des Prüfungsausschusses und des Präsidiums sind auf unserer Website www.doco.com veröffentlicht.
Im Aufsichtsrat von DO & CO sind weder ehemalige Vorstandsmitglieder noch leitende Angestellte vertreten; Überkreuzverflechtungen existieren ebenso nicht. Bestehende Geschäftsbeziehungen zu Unternehmen, in denen Aufsichtsratsmitglieder der DO & CO Restaurants & Catering AG tätig sind, laufen zu fremdüblichen Konditionen ab (siehe auch Vergütungsbericht bzw Seite 178).
Die Kriterien für die Unabhängigkeit von Aufsichtsrats- und Ausschussmitgliedern sowie die Aufgabenbereiche der einzelnen Ausschüsse sind auf der Konzern-Website www.doco.com abrufbar.
Ein umfangreicher Risikobericht (Regel 67) befindet sich im Konzernanhang auf den Seiten 127 bis 129.
Eine Darstellung über die erfolgten Meldungen über Director's Dealings (Regel 70) ist auf der Konzern-Website www.doco.com abrufbar.
Sämtliche Angaben zur Offenlegung der Aktionärsstruktur sind im Kapitel Aktie / Investor Relations auf Seite 142 angeführt.
MITGLIEDER UND AUSSCHÜSSE DES AUFSICHTSRATES
Aufsichtsrat
o. Univ.-Prof. DDr. Waldemar JUD Vorsitzender; unabhängig bestellt bis zur 11. o.HV (2009), erstmalig gewählt am 20. März 1997 Stellvertreter des Vorsitzenden des Aufsichtsrates der Ottakringer Brauerei AG, Wien
Dr. Werner SPORN Stellvertreter des Vorsitzenden; unabhängig; Repräsentant des Streubesitzes bestellt bis zur 11. o.HV (2009), erstmalig gewählt am 20. März 1997 keine weiteren Aufsichtsratsmandate in börsennotierten Gesellschaften
Ing. Georg THURN-VRINTS Mitglied; unabhängig bestellt bis zur 11. o.HV (2009), erstmalig gewählt am 20. März 1997 keine weiteren Aufsichtsratsmandate in börsennotierten Gesellschaften
Ök.-Rat Dr. Christian KONRAD Mitglied; unabhängig bestellt bis zur 11. o.HV (2009), erstmalig gewählt am 10. Juli 2002 Vorsitzender des Aufsichtsrates der UNIQA Versicherungen AG, Wien Vorsitzender des Aufsichtsrates der AGRANA-Beteiligungs Aktiengesellschaft, Wien Stellvertreter des Vorsitzenden des Aufsichtsrates der Südzucker AG Mannheim/Ochsenfurt Mitglied des Aufsichtsrates der BAYWA AG, München
Ausschüsse
Prüfungsausschuss: o. Univ.-Prof. DDr. Waldemar JUD: Vorsitzender Dr. Werner SPORN: Stellvertreter des Vorsitzenden Ing. Georg THURN-VRINTS: Mitglied Ök.-Rat Dr. Christian KONRAD: Mitglied
Präsidium (diesem obliegt auch die Funktion des Nominierungsausschusses, des Vergütungsausschusses, sowie des Ausschusses zur Entscheidung in dringenden Fällen): o. Univ.-Prof. DDr. Waldemar JUD: Vorsitzender Dr. Werner SPORN: Stellvertreter des Vorsitzenden
AUSBLICK
I m abgelaufenen Geschäftsjahr 2006/2007 fanden zahlreiche große Veränderungen im DO & CO Konzern statt, bei denen die Weichenstellung für das weitere Wachstum im Geschäftsjahr 2007/2008, sowie die zukünftige Entwicklung der DO & CO Gruppe vorgenommen wurde. Der Einstieg im Airline Catering in der Türkei, die Übernahme der AIREST und die erfolgreiche Kapitalerhöhung im März 2007 bilden die Basis für die verstärkten Aktivitäten im neuen Geschäftsjahr 2007/2008.
Im Bereich Airline Catering steht die Integration der AIREST im Vordergrund. Zusätzlich wird für die Austrian Airlines Group ein neu erarbeitetes, innovatives und für die gesamte Austrian Airlines Group harmonisiertes Bordprodukt gestaltet und zum Einsatz gebracht.
In der bereits seit Jänner 2007 operierenden Joint Venture Company TURKISH DO & CO zählt die Weiterentwicklung und Stärkung der Organisation, sowie die Optimierung der Abläufe zu den Aufgabenschwerpunkten des Managements. Im ersten Halbjahr wird ein neues On Board Produkt für Turkish Airlines gestaltet und implementiert werden.
Als Resultat der Bemühungen zur Ausweitung der Kundenbasis zählt man im neuen Geschäftsjahr ab Juli 2007 Turkish Airlines auch ex New York zum Kundenkreis. Zusätzlich nimmt DO & CO derzeit an einigen bedeutenden Ausschreibungen teil, welche die Position der Division Airline Catering im Konzern sichern und weiter ausbauen sollen.
In der Division International Event Catering steht im ersten Quartal 2007/2008 vor allem der mehr als drei Monate dauernde 32. America's Cup in Valencia im Mittelpunkt. Nach der Premiere im vergangenen Jahr zeigt DO & CO auch 2007 sein gastronomisches Können als Gourmet Entertainment Company beim prestigeträchtigsten Segelevent der Welt.
Gleichzeitig arbeitet ein Projektteam der DO & CO Sports Division schon eifrig an den Vorbereitungen zur Fußball Europameisterschaft 2008 in Österreich und der Schweiz, die der DO & CO Gruppe im Geschäftsjahr 2008/2009 weiteres Wachstum in der Division International Event Catering bringen wird.
Ein besonderes Highlight in der Division Restaurants, Lounges & Hotel wird die Eröffnung der BMW Welt in München im Oktober 2007 sein. DO & CO ist stolz, als exklusiver Partner für den gesamten Gastronomiebereich, bestehend aus vier Cafés und Restaurants sowie Veranstaltungsbereichen, verantwortlich zu sein.
Neuerungen wird es auch in den beiden renommierten Restaurantbetrieben DO & CO Baden und DO & CO in den Kristallwelten Wattens geben. Hier stehen Umbauten und Innovationen bevor, um sämtliche Besucher weiterhin in modernsten Räumlichkeiten verwöhnen zu können.
Das starke Interesse an den Dienstleistungen der DO & CO Gruppe findet sich auch in zahlreichen Anfragen für weitere Projekte für das Jahr 2008 wieder. Damit bestätigt sich zum wiederholten Mal wie wichtig die konsequente Qualitäts- und Markenstrategie von DO & CO ist, um im internationalen Wettbewerb als Premiumcaterer erfolgreich zu sein.
Attila Dogudan Michael Dobersberger
Der um den Anhang erweiterte Jahresabschluss der DO & CO Restaurants & Catering Aktiengesellschaft zum 31. März 2007 samt zusammengefassten Lagebericht wurde gemäß den österreichischen Rechnungslegungsbestimmungen erstellt und durch die PKF CENTURION Wirtschaftsprüfungsgesellschaft mbH geprüft und mit dem uneingeschränkten Bestätigungsvermerk versehen. Der Aufsichtsrat hat sich mit dem Bericht des Vorstandes zum Prüfungsergebnis einverstanden erklärt und den Jahresabschluss 2006/2007 gebilligt. Dieser ist damit gemäß § 125 Abs 2 AktG festgestellt.
Der Konzernabschluss zum 31. März 2007 samt Erläuterungen wurde gemäß den International Financial Reporting Standards (IFRS) erstellt und mit dem Konzernlagebericht durch die PKF CENTURION Wirtschaftsprüfungsgesellschaft mbH geprüft. Nach Überzeugung des Abschlussprüfers vermittelt der Konzernabschluss in allen wesentlichen Belangen ein den tatsächlichen Verhältnissen entsprechendes Bild der Vermögens- und Finanzlage des Konzerns der DO & CO Restaurants & Catering AG zum 31. März 2007 sowie der Ertragslage und der Zahlungsströme für das abgelaufene Geschäftsjahr 2006/2007 in Übereinstimmung mit den International Financial Reporting Standards (IFRS) mit der Besonderheit, dass die Angaben betreffend die Segmentberichterstattung gemäß IAS 14 insofern von den Vorgaben der Standards abweichen, als diese aufgrund der operativen Unternehmenstätigkeit einzelner Gesellschaften in mehreren Geschäftsfeldern nur bedingt möglich ist. Der Aufsichtsrat hat sich dem Ergebnis der Prüfung angeschlossen.
Des Weiteren hat der Aufsichtsrat den Vorschlag des Vorstandes für die Gewinnverteilung der DO & CO Restaurants & Catering Aktiengesellschaft geprüft. Der Hauptversammlung wird am 5. Juli 2007 vorgeschlagen, aus dem Bilanzgewinn von EUR 13.079.179,47 einen Betrag in Höhe von EUR 12 Mio in die freien Rücklagen einzustellen, eine Dividende von EUR 0,50 je dividendenberechtigter Aktie auszuschütten und den verbleibenden Bilanzgewinn von EUR 104.779,47 auf neue Rechnung vorzutragen.
Der Aufsichtsrat schlägt gemäß § 270 (1) UGB und Regel 78 ÖCGK vor, die PKF CEN-TURION Wirtschaftprüfungsgesellschaft mbH zum (Konzern)Abschlussprüfer für das Geschäftsjahr 2007/2008 zu bestellen.
Wien, am 11. Juni 2007
DDr. Waldemar Jud Vorsitzender des Aufsichtsrates
BERICHT DES AUFSICHTSRATES
Die DO & CO Restaurants & Catering Aktiengesellschaft blickt auf ein äußerst ereignisreiches und erfolgreiches Geschäftsjahr 2006/2007 zurück. Dies ist erneut ein Beweis für die gute strategische Ausrichtung des Unternehmens, die Qualität ihres Managements und das Engagement der MitarbeiterInnen.
Der Vorstand der DO & CO Restaurants & Catering Aktiengesellschaft hat die Mitglieder des Aufsichtsrates regelmäßig schriftlich und mündlich über die Lage und Entwicklung des Unternehmens sowie über die wesentlichen Geschäftsvorgänge informiert. Anhand der Berichte und Auskünfte des Vorstandes hat der Aufsichtsrat die Geschäftsführung überwacht und über Geschäftsvorgänge von besonderer Bedeutung eingehend beraten.
Der Aufsichtsrat hat im Geschäftsjahr 2006/2007 sieben Sitzungen abgehalten. Die Schwerpunkte der Sitzungen lagen bei der Beratung über die strategische Ausrichtung des Unternehmens, der Erörterung möglicher anstehender Akquisitionen sowie der Kapitalausstattung der DO & CO Restaurants & Catering Aktiengesellschaft.
Am 14. Februar 2007 hat der Aufsichtsrat die Geschäftsordnung von Vorstand und Aufsichtsrat an den Corporate Governance Kodex 2006 angepasst. Vorstand und Aufsichtsrat haben erklärt, den Regeln des Corporate Governance Kodex 2006 zu entsprechen.
Der Aufsichtsrat hat in seiner Sitzung am 14. Februar 2007 den Vorstandsvorsitzenden, Herrn Attila Dogudan, für weitere fünf Jahre stimmeneinhellig wiederbestellt.
Weiters hat das Präsidium in seiner Funktion als Vergütungsausschuss in der Sitzung vom 14. Februar 2007 die Anstellungsverträge beider Vorstandsverträge entsprechend den Regeln des Corporate Governance Kodex adaptiert.
In zwei Sitzungen des Aufsichtsrates im März 2007 wurden die notwendigen Beschlüsse für die erfolgreiche Kapitalerhöhung um EUR 2.360.413,65 durch Ausgabe von 324.800 neue auf Inhaber lautende Stückaktien gefasst.
Der Prüfungsausschuss hat in seiner Sitzung vom 11. Juni 2007 den Jahresabschluss der DO & CO Restaurants & Catering Aktiengesellschaft, den Konzernabschluss, den zusammengefassten Lagebericht und den Gewinnverteilungsvorschlag, den Management-Letter und die Beurteilung über die Funktionsfähigkeit des Risikomanagements behandelt und vorgeschlagen, die PKF CENTURION Wirtschaftsprüfungsgesellschaft mbH zum Abschlussprüfer und zum Konzernabschlussprüfer zu wählen.
KONZERNABSCHLUSS 2006/2007 der DO & CO Gruppe nach IFRS
KENNZAHLEN GLOSSAR
EBITDA-Marge
Setzt das EBITDA (Betriebsergebnis zuzüglich Abschreibungen) in Relation zum Umsatz
EBIT-Marge
Setzt das EBIT (Betriebsergebnis) in Relation zum Umsatz
Eigenkapital-Quote
Zeigt das Verhältnis des um Dividendenzahlungen und Buchwerte der Firmenwerte bereinigten Eigenkapitals zum Gesamtkapital
Nettozinsverbindlichkeiten
Finanzverbindlichkeiten abzüglich liquider Mittel
Gearing Ratio
Zeigt die Finanzierungsgebarung als Verhältnis Nettozinsverbindlichkeiten zu Eigenkapital (bereinigt um Dividendenzahlungen und Buchwerte der Firmenwerte)
Working Capital
Ist der Überschuss des Umlaufvermögens über das kurzfristige Fremdkapital
Free Cash-Flow
Cash-Flow aus der Betriebstätigkeit zuzüglich Cash-Flow aus der Investitionstätigkeit
ROS – Return on sales
Ist die Umsatzrendite und wird durch Gegenüberstellung EGT (Ergebnis der gewöhnlichen Geschäftstätigkeit) zu Umsatz ermittelt
Capital Employed
Eigenkapital nach Dividendenzahlungen abzüglich der Buchwerte der Firmenwerte zuzüglich verzinsliches Fremdkapital und Nettozinsverbindlichkeiten abzüglich Finanzanlagen
ROCE – Return on capital employed
Zeigt die Verzinsung des investierten Kapitals durch Gegenüberstellung des EBIT vor Firmenwertabschreibungen und außerordentlichem Ergebnis abzüglich der bereinigten Steuern im Vergleich zu dem durchschnittlichen Capital Employed
ROE – Return on equity
Versteuertes Ergebnis (vor Firmenwertabschreibungen) wird dem durchschnittlichen Eigenkapital nach Dividendenausschüttungen und nach Abzug der Buchwerte der Firmenwerte gegenübergestellt
BILANZ ZUM 31. MÄRZ 2007 GEWINN- UND VERLUSTRECHNUNG
für das Geschäftsjahr 2006/2007
AKTIVA
| Anhang Nr. |
31. März 2007 in TEUR |
31. März 2006 in TEUR |
|
|---|---|---|---|
| Immaterielle Vermögensgegenstände | 47.633 | 4.931 | |
| Sachanlagen | 43.419 | 28.628 | |
| Finanzanlagen | 282 | 74 | |
| (1) | Anlagevermögen | 91.334 | 33.632 |
| (2) | Übriges langfristiges Vermögen | 323 | 366 |
| Langfristiges Vermögen | 91.658 | 33.998 | |
| (3) | Vorräte | 7.125 | 4.683 |
| (4) | Forderungen aus Lieferungen und Leistungen | 35.723 | 16.967 |
| (4) | Summe übrige kurzfristige Forderungen sowie | ||
| sonstiges kurzfristiges Vermögen | 14.080 | 4.028 | |
| (5) | Zur Veräußerung gehaltene langfristige Vermögenswerte | 12.858 | 0 |
| (6) | Liquide Mittel | 25.753 | 20.188 |
| Kurzfristiges Vermögen | 95.538 | 45.866 | |
| (7) | Latente Steuern | 5.202 | 4.094 |
| Summe Aktiva | 192.398 | 83.958 |
| Anhang Nr. |
2006/2007 in TEUR |
2005/2006 in TEUR |
|
|---|---|---|---|
| (16) | Umsatzerlöse | 206.333 | 142.179 |
| (17) | Sonstige betriebliche Erträge | 3.067 | 9.224 |
| (18) | Materialaufwand und Aufwand für bezogene Leistungen | -77.589 | -51.543 |
| (19) | Personalaufwand | -77.266 | -55.405 |
| (20) | Abschreibungen auf Sachanlagen und immaterielle | ||
| Vermögensgegenstände | -7.278 | -6.411 | |
| (21) | Firmenwertabschreibungen | -68 | -450 |
| (22) | Sonstige betriebliche Aufwendungen | -41.059 | -33.394 |
| (23) | EBIT - Operatives Betriebsergebnis | 6.139 | 4.201 |
| (24) | Finanzergebnis | 719 | 2.622 |
| EGT – Ergebnis der gewöhnlichen Geschäftstätigkeit | 6.858 | 6.823 | |
| (25) | Steuern vom Einkommen und Ertrag | -2.336 | -1.955 |
| Ergebnis nach Ertragsteuern | 4.522 | 4.868 | |
| (26) | Auf konzernfremde Gesellschafter entfallendes Ergebnis | -688 | -109 |
| Konzernergebnis | 3.834 | 4.758 | |
| in EUR | in EUR | ||
| (27) Ergebnis je Aktie vor Firmenwertabschreibungen | 2,40 | 3,21 | |
| (27) Ergebnis je Aktie | 2,36 | 2,93 | |
- (28) Vorgesehene bzw ausbezahlte Dividende je Aktie 0,50 0,50
Der nachfolgende Konzernanhang ist integraler Bestandteil dieser Konzern-Gewinn- und Verlustrechnung.
PASSIVA
| Anhang Nr. |
31. März 2007 in TEUR |
31. März 2006 in TEUR |
|
|---|---|---|---|
| Grundkapital | 14.162 | 11.802 | |
| Kapitalrücklagen | 35.892 | 13.081 | |
| Gewinnrücklagen | 15.020 | 11.073 | |
| Ausgleichsposten aus der Währungsumrechnung | -3.676 | -2.938 | |
| Konzernergebnis | 3.834 | 4.758 | |
| Anteile anderer Gesellschafter | 8.454 | -231 | |
| (8) | Eigenkapital | 73.687 | 37.546 |
| (9) | Langfristige Rückstellungen | 14.870 | 4.791 |
| (10) | Langfristige Finanzverbindlichkeiten | 16.236 | 0 |
| (11) | Übrige langfristige Verbindlichkeiten | 8.553 | 1.052 |
| Langfristige Verbindlichkeiten | 39.659 | 5.842 | |
| (12) | Kurzfristige sonstige Rückstellungen | 23.169 | 13.008 |
| (13) | Kurzfristige Finanzverbindlichkeiten | 9.672 | 7.607 |
| (14) | Verbindlichkeiten aus Lieferungen und Leistungen | 20.125 | 15.569 |
| (15) | Schulden, die direkt den zur Veräußerung gehaltenen | ||
| langfristigen Vermögenswerten zugerechnet werden | 11.500 | 0 | |
| (14) | Übrige kurzfristige Verbindlichkeiten | 14.587 | 4.386 |
| Kurzfristige Verbindlichkeiten | 79.052 | 40.570 | |
| Summe Passiva | 192.398 | 83.958 |
Der nachfolgende Konzernanhang ist integraler Bestandteil dieser Konzernbilanz.
G E L D F L U S S R E C H N U N G
C a s h - F l o w S t a t e m e n t
| i n TEU |
R | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|---|
| Ergeb n i s d er gewöh n l i chen G eschäftstäti g kei t |
6. 858 |
6. 823 |
|
| + | Absch rei bungen |
7. 347 |
6. 861 |
| -/+ | Gewin ne / Verl uste aus dem Abgang von |
||
| Vermögensgegenständen des I nvesti ti onsberei ches |
47 | -9. 61 6 |
|
| +/- | Ergebn i sübernah me aus assozi i erten U nterneh men |
4 | 20 |
| - | sonsti ge n i cht zah l ungswirksame Erträge |
- 1 |
- 1 |
| -/+ | Z unah me / Abnah me der Vorräte und der kurzfri sti gen Forderungen |
- 1 2. 904 |
- 3. 1 46 |
| +/- | Z unah me / Abnah me von Rückstel l ungen |
7. 61 4 |
2. 495 |
| +/- | Z unah me / Abnah me von Li eferverbi nd l i ch kei ten |
||
| sowie der übri gen Verbi nd l i ch kei ten |
4. 036 |
4. 566 |
|
| +/- | Wäh rungsbed i ngte Veränderung des N i cht Fondsvermögens |
1 200 |
- 1 322 |
| +/- | Veränderung des Ausg l ei chsposten aus der Schul den konsol i d i erung |
-857 | 545 |
| - | Z ah l ungen für Ertragsteuern sowie Veränderung l atenter Steuern |
- 1 628 |
409 |
| Cash - Fl ow aus d em operati ven Berei ch |
1 1 7 1 6 |
7. 633 |
|
| + | Ei nzah l ungen aus Abgängen von Sachan l agen und i mmateri el l em Vermögen |
260 | 1 2. 695 |
| +/- | Veränderung l i q ui der Mi ttel aus Konsol i d i erungskrei sänderungen |
- 1 2. 299 |
744 |
| - | Auszah l ungen für Z ugänge von Sachan l agen und i mmateri el l em Vermögen |
- 53. 506 |
- 1 2. 285 |
| - | Auszah l ungen für Z ugänge von Fi nanzan l agen |
0 | - 1 466 |
| + | Ei nzah l ungen aus Abgang von Fi nanzan l agen |
0 | 9. 568 |
| -/+ | Z unah me / Abnah me der l angfri sti gen Forderungen |
- 27 |
257 |
| Cash - Fl ow aus d em I nvesti ti onsberei ch |
- 65. 572 |
9. 51 3 |
|
| - | D i vi dendenzah l ung an Akti onäre |
-81 2 |
-81 2 |
| + | Kapi tal erhöhung |
26. 1 05 |
0 |
| +/- | Z unah me / Abnah me der Fi nanzverbi nd l i ch kei ten |
34. 296 |
- 2. 393 |
| Cash - Fl ow aus d em Fi na nz i eru ngsberei ch |
59. 589 |
- 3. 205 |
|
| Cash - Fl ow gesa mt |
5. 732 |
1 3. 941 |
|
| Fi nanzmi ttel bestand am Anfang der Peri ode |
20. 1 88 |
6. 1 93 |
|
| Auswirkungen von Wechsel kursänderungen auf den Fi nanzmi ttel bestand |
- 1 68 |
53 | |
| Fi nanzmi ttel bestand am Ende der Peri ode |
25. 753 |
20. 1 88 |
|
| Fond sverä nd eru ng |
5. 732 |
1 3. 941 |
B E T E I L I G U N G S G E S E L L S C H A
d e r D O & C O R e st a u r a n t s & C a t e r i n g A G p e r 3 1 . M ä r z 2 0
| % Beteiligung in |
Obergesellschaft1 | Währung | Nominalkapital W2 in TH |
|||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Gesel l schaft |
Si tz |
Land | ||||
| Vol l konsol i d i erte Gesel l schaften |
||||||
| DO & CO Party-Servi ce & Cateri ng G mb H |
Wien | A | 1 00, 0 |
DCAG | EU R |
36 |
| DO & CO i m Haas Haus Restaurantbetri ebs G mb H |
Wien | A | 1 00, 0 |
DCAG | EU R |
36 |
| DO & CO Cateri ng -Consul t & Betei l i g ungs G mb H |
Wien | A | 1 00, 0 |
D I N V |
EU R |
36 |
| DO & CO - Sal zburg Restaurants & Betri ebs G mb H |
Sal zburg |
A | 1 00, 0 |
DCAG | EU R |
36 |
| DO & CO - Baden Restaurants & Veranstal tungs G mb H |
Baden | A | 1 00, 0 |
DCAG | EU R |
36 |
| DO & CO Al berti na G mb H |
Wien | A | 1 00, 0 |
DCAG | EU R |
35 |
| AI O LI - Vi en na Ai rport Restaurants & Cateri ng G mb H |
Schwechat | A | 1 00, 0 |
DCAG | EU R |
36 |
| AI O LI Restaurants & Party-Servi ce G mb H |
Wien | A | 1 00, 0 |
DCAG | EU R |
36 |
| K. u K. Hofzuckerbäcker Ch Demel ' s Söh ne G mb H |
Wien | A | 1 00, 0 |
DCCC | EU R |
799 |
| Demel Sal zburg Café Restaurant Betri ebs G mb H |
Sal zburg |
A | 1 00, 0 |
DCAG | EU R |
35 |
| B & B Betri ebsrestaurants G mb H |
Wien | A | 1 00, 0 |
DCAG | EU R |
36 |
| Cafe Restaurant & Cateri ng i m Casi no Wien G mb H |
Wien | A | 1 00, 0 |
DCCC | EU R |
35 |
| DO & CO i m PLAT I N U M Restaurantbetri ebs G mb H |
Wien | A | 90, 0 |
DCCC | EU R |
35 |
| DO & CO Hand l i ng G mb H |
Wien | A | 1 00, 0 |
DCAG | EU R |
1 50 |
| AI REST Cateri ng G mb H |
Schwechat | A | 1 00, 0 |
DCCC | EU R |
800 |
| DO & CO (Deutsch l and) Hol d i ng G mb H |
Berl i n |
D | 1 00, 0 |
D I N V |
EU R |
25 |
| DO & CO München G mb H |
Schwai g/Oberd i ng |
D | 1 00, 0 |
D D HO |
EU R |
25 |
| DO & CO Fran kfurt G mb H |
Kel sterbach |
D | 1 00, 0 |
D D HO |
EU R |
25 |
| DO & CO Berl i n G mb H |
Berl i n |
D | 1 00, 0 |
D D HO |
EU R |
25 |
| DO & CO Lounge G mb H |
Fran kfurt |
D | 1 00, 0 |
D D HO |
EU R |
|
| DO & CO I tal y S. r. l |
Vi zzol a Ti ci no |
I | 1 00, 0 |
DCAG | EU R |
25 |
| DO & CO Restauraci ón & Cateri ng Espana, S. L. |
Barcel ona |
E | 1 00, 0 |
D I N V |
EU R |
1 275 |
| DO & CO I nternati onal Cateri ng Ltd |
Fel tham |
G B |
1 00, 0 |
D I N V |
EU R |
3 |
| DO | 30 | |||||
| & CO Event & Ai rl i ne Cateri ng Ltd |
Fel tham |
G B |
1 00, 0 |
D I N V |
G BP |
0 |
| DO & CO I nternati onal I nvestments Ltd |
London | G B |
1 00, 0 |
DCAG | EU R |
0 |
| DO & CO Museum Cateri ng Ltd |
London | G B |
1 00, 0 |
D I N V |
G BP |
0 |
| DO & CO Hol d i ngs USA, I nc. |
Wil mi ng ton |
USA | 1 00, 0 |
D I N V |
USD | 1 00 |
| DO & CO Mi ami Cateri ng , I nc. |
Mi ami |
USA | 1 00, 0 |
D HO L |
USD | 1 |
| DO & CO N ew York Cateri ng , I nc. |
N ew York |
USA | 1 00, 0 |
D HO L |
USD | 1 |
| DO & CO – Restauração e Cateri ng, Soci edade U ni pessoal , Lda |
Li ssabon |
P | 1 00, 0 |
D I N V |
EU R |
5 |
| DOCO I stanbul Cateri ng ve Restaurant Hi z. Ti c. ve San. A. S. |
I stan bul |
TK | 1 00, 0 |
D I N V |
TRY | 50 |
| THY DO & CO I kram Hi zmetl eri A. S. |
I stan bul |
TK | 50, 0 |
D I ST |
TRY | 60. 000 |
| At eq ui ty-konsol i d i erte Gesel l schaften |
||||||
| AI REST Mal ta Ltd |
Fg ura |
MAL | 40, 0 |
DAI R |
MTL | 3 |
| G i ava Demel S. r. l |
Mai l and |
I | 50, 0 |
DCCC | EU R |
30 |
| N i cht konsol i d i erte Gesel l schaften |
||||||
| AI REST Sl ovensko s. r. o. |
Brati sl ava |
SK | 1 00, 0 |
DAI R |
SKK | 1 900 |
| DCAG = DO & CO Restaurants & Cateri ng AG DCCC = DO & CO Cateri ng -Consul t & Betei l i g ungs G mb H D HO L = DO & CO Hol d i ngs USA, I nc. D I N V = DO & CO I nternati onal I nvestments Ltd THW = Tausend Hei matwäh rung |
D D HO = DO & CO (Deutsch DAI R = AI REST Cateri ng G D I ST = DOCO I stan bul Cateri |
l and) Hol d mb H ng ve |
i ng G mb H Restaurant Hi z. |
Ti c. ve San A. |
S. |
G m b H b e st
Z w i sc h e n d i e se n G e se l l sc h a ft e n u n d d e r D O & C O ( D e u t sc h l a n d ) H o l d i n g D i e E i n z a h l u n g d e s N o m i n a l k a p i t a l s e r fo l g t e u r sp r ü n g l i c h i n G B P.
e h t e i n E r g e b n i sa b fü h r u n g sv e r t r a g .
6
Eine ausländische Gesellschaft, welche im Ausmaß von 50 % im Eigentum des Konzerns steht, wird auf Grund des Vorliegens von beherrschendem Einfluss vollkonsolidiert. Eine ausländische Gesellschaft, an der die Gesellschaft eine 50 %-ige Beteiligung hält und eine gemeinschaftliche Leitung vorliegt (assoziiertes Unternehmen), wurde, wie eine weitere ausländische Gesellschaft, an der die Gesellschaft eine 40 %-ige Beteiligung hält, nach der Equity-Methode bilanziert.
Der Konsolidierungskreis (einschließlich der DO & CO Restaurants & Catering AG) hat sich im Geschäftsjahr wie folgt entwickelt:
Die Erstkonsolidierung erfolgte für erstmals einbezogene Tochtergesellschaften zum Erwerbszeitpunkt bzw zum zeitnahen (Bilanz-)Stichtag der Erlangung der Beherrschung und Kontrolle, sofern die Auswirkungen gegenüber einer Einbeziehung zum Erwerbszeitpunkt unwesentlich waren. Die Auswirkungen der Zugänge Konsolidierungskreis auf die Konzern-Gewinn- und Verlustrechnung stellen sich wie folgt dar:
Die Auswirkungen sämtlicher Konsolidierungskreisänderungen auf die Konzernbilanz stellten sich wie folgt dar:
| Aktiva (in TEUR) | 2006/2007 Passiva (in TEUR) | 2006/2007 |
|---|---|---|
| Kurzfristiges Vermögen | 559 Fremdanteile | 8.047 |
| Langfristiges Vermögen | 59.439 Kurzfristige Verbindlichkeiten | 44.386 |
| Langfristige Verbindlichkeiten | 7.565 | |
| Summe | 59.998 Summe | 59.998 |
| in TEUR | 2006/2007 |
|---|---|
| Umsatzerlöse | 19.772 |
| EBITDA | 3.655 |
| EBIT – Operatives Betriebsergebnis | 2.018 |
- im Geschäftsjahr erstmals vollkonsolidiert einbezogen:
- AIREST Catering GmbH (100 % Anteil)
- DO & CO Handling GmbH (100 % Anteil)
| Konsolidierungskreis | Vollkonsolidierung Equity-Bewertung | |
|---|---|---|
| Stand am 1. April 2006 | 34 | 2 |
| im Geschäftsjahr erstmals vollkonsolidiert einbezogen: | ||
| AIREST Catering GmbH (100 % Anteil) | ||
| DO & CO Handling GmbH (100 % Anteil) | ||
| (vormals DO & CO – LAUDA-AIR Restaurants, Catering & Handling GmbH; bisher at-equity) | 2 | -1 |
| im Geschäftsjahr erstmals at-equity einbezogen: | ||
| AIREST Malta Ltd. (40 % Anteil) | 0 | 1 |
| im Geschäftsjahr gegründet: | ||
| THY DO & CO Ikram Hizmetleri A.S. (50 % Anteil) | 1 | 0 |
| im Geschäftsjahr veräußert: | ||
| TIS Germany Airline Catering GmbH & Co. KG (76 % Anteil) | ||
| TIS Germany Airline Catering Verwaltungs GmbH (76 % Anteil) | ||
| TIS Total Inflight Solution Germany GmbH (76 % Anteil) | ||
| Total Inflight Solution GmbH (100 % Anteil) | -4 | 0 |
| Stand am 31. März 2007 | 33 | 2 |
| davon ausländische Unternehmen | 17 | 2 |
| 2006/2007 |
|---|
| 19.772 |
| 3.655 |
| 2.018 |
- im Geschäftsjahr gegründet:
- im Geschäftsjahr veräußert:
- TIS Germany Airline Catering GmbH & Co. KG (76 % Anteil)
- TIS Germany Airline Catering Verwaltungs GmbH (76 % Anteil)
- TIS Total Inflight Solution Germany GmbH (76 % Anteil)
ANHANG
Der Konzernabschluss der DO & CO Restaurants & Catering AG zum 31. März 2007 wurde in Anwendung der Bestimmung des § 245a HGB nach den Vorschriften der am Abschlussstichtag anzuwendenden Richtlinien der Financial Reporting Standards (IFRS) sowie den Interpretationen des International Financial Reporting Interpretations Committee (IFRIC), wie sie in der Europäischen Union (EU) anzuwenden sind, erstellt.
I. ALLGEMEINE ERLÄUTERUNGEN
I.1. Grundlagen
Die DO & CO Restaurants & Catering AG ist ein international tätiger Cateringkonzern mit Sitz in Wien. Die Geschäftsaktivitäten umfassen die folgenden drei Bereiche: Airline Catering, International Event Catering sowie Restaurants, Lounges & Hotel.
Der Konzernabschluss entspricht den für das Geschäftsjahr 2006/2007 gültigen International Financial Reporting Standards (IFRS), wie sie in der Europäischen Union (EU) anzuwenden sind. Durch die materiellen Änderungen des IAS 19 ergaben sich keine Auswirkungen auf die Bilanzierungs- und Bewertungsmethoden; insbesondere wurde das Wahlrecht zur Erfassung versicherungsmathematischer Gewinne und Verluste im Eigenkapital nicht ausgeübt. Die neu gefassten Bestimmungen des IAS 1 (Angaben zum Kapital), IFRS 7 (Finanzinstrumente Angaben), IFRS 8 (Operative Segmente), IFRIC 7 (Anwendung des Restatement-Ansatzes nach IAS 29 - Rechnungslegung in Hochinflationsländern), IFRIC 8 (Anwendungsbereich von IFRS 2) sowie IFRIC 9 (Neubeurteilung eingebetteter Derivate), werden nicht freiwillig vorzeitig angewendet. Mit Ausnahme der Änderungen zu IAS 1 und IFRS 7 werden sich aus den angeführten Änderungen voraussichtlich keine wesentlichen Auswirkungen auf die Darstellung der Vermögens-, Finanz- und Ertragslage des Konzerns ergeben oder haben diese für den Konzern keine Bedeutung. Die Änderungen zu IAS 1 und IFRS 7 betreffen ausschließlich künftig neue Angabeverpflichtungen im Abschluss.
Die Jahres- bzw (Zwischen-)Abschlüsse der vollkonsolidierten in- und ausländischen Gesellschaften wurden, sofern diese nicht bereits nach nationalen Vorschriften prüfungspflichtig waren und nicht hinsichtlich der Vermittlung eines möglichst getreuen Bildes der Vermögens-, Finanz- und Ertragslage des Konzerns von untergeordneter Bedeutung waren, von unabhängigen Wirtschaftsprüfern geprüft und mit uneingeschränkten Bestätigungsvermerken versehen. Die ordnungsgemäße Aufstellung der Jahres- bzw (Zwischen-) Abschlüsse aller einbezogenen Tochtergesellschaften erfolgte unter Beachtung der für das Geschäftsjahr 2006/2007 gültigen International Financial Reporting Standards (IFRS), wie sie in der EU anzuwenden sind, und unter Anwendung der konzerneinheitlich vorgegebenen Bilanzierungs- und Bewertungsvorschriften der Muttergesellschaft.
I.2. Konsolidierungsgrundsätze
2.1. Konsolidierungskreis
Die Festlegung des Konsolidierungskreises erfolgte nach den Grundsätzen des IAS 27 (Consolidated Financial Statements). Dementsprechend wurden in den Konzernabschluss zum 31. März 2007 neben der DO & CO Restaurants & Catering AG vierzehn inländische und sechzehn ausländische Tochterunternehmen einbezogen, an denen die Gesellschaft unmittelbar oder mittelbar 100 % der Anteile hält. An einer inländischen vollkonsolidierten Gesellschaft besitzt der Konzern 90 % der Anteile.
I n fl i g h t S o l u t i o n G m b H z u m 3 1 . M ä r z 2 0 0 7 n i c h t m e h r i n d e n K o n z e r n a b sc h l u ss e i n b e z o g e n .
M i t V e r t r a g v o m 2 7 . S e p t e m b e r 2 0 0 6 w u r d e n d i e i m V o rj a h r a l s 7 6 % i g e T o c h t e r d e r D O & C O I n t e r n a t i o n a l I n v e st m e n t s L t d . , L o n d o n , g e g r ü n d e t e T I S T o t a l I n fl i g h t S o l u t i o n G e r m a n y G m b H , B e r l i n , so w i e d i e 7 6 % d e r A n t e i l e a n d e r T I S G e r m a n y A i r l i n e C a t e r i n g V e rw a l t u n g s G m b H b z w a n d e r T I S G e r m a n y A i r l i n e C a t e r i n g G m b H & C o . K G m i t A b l a u f d e s 3 0 . S e p t e m b e r 2 0 0 6 v e r ä u ß e r t .
B e i d e n a t e q u i t y e i n b e z o g e n e n T o c h t e r g e se l l sc h a ft e n e r g a b si c h fo l g e n d e w e se n t l i c h e Ä n d e r u n g :
D i e B e t e i l i g u n g a n d e r D O & C O – L A U D A - A I R R e st a u r a n t s , C a t e r i n g & H a n d l i n g G m b H , W i e n , i n H ö h e v o n 5 0 % d e s i n sg e sa m t e i n b e z a h l t e n S t a m m k a p i t a l s v o n E U R 1 5 0 . 0 0 0 , 0 0 , d i e b i sh e r a u f B a si s d e r E q u i t y - M e t h o d e i n d e n K o n z e r n a b sc h l u ss e i n b e z o g e n w u r d e , w u r d e m i t K a u fv e r t r a g v o m 1 . M ä r z 2 0 0 7 u m w e i t e r e 5 0 % e r h ö h t . I n w e i t e r e r F o l g e w u r d e d e r F i r m e n w o r t l a u t i n D O & C O H a n d l i n g G m b H g e ä n d e r t . D i e d a d u rc h e n t st a n d e n e 1 0 0 % i g e B e t e i l i g u n g w u r d e e r st m a l s z u m 3 1 . M ä r z 2 0 0 7 i n d e n K o n z e r n a b sc h l u ss e i n b e z o g e n .
2 . 2 . K o n s o l i d i e r u n g s m e t h o d e n
D i e E r st k o n so l i d i e r u n g w u r d e z u m 1 . A p r i l 1 9 9 7 , z u m sp ä t e r e n E rw e r b sz e i t p u n k t b z w z u m z e i t n a h e n B i l a n z st i c h t a g v o r g e n o m m e n , so fe r n d i e A u sw i r k u n g e n g e g e n ü b e r d e m Z e i t p u n k t d e s E r w e r b e s v o n u n t e r g e o r d n e t e r B e d e u t u n g w a r e n . D i e K a p i t a l k o n so l i d i e r u n g b e i v o l l k o n so l i d i e r t e n v e r b u n d e n e n U n t e r n e h m e n e r fo l g t e a u f G r u n d l a g e d e r E rw e r b sm e t h o d e . D a b e i w u r d e d e n A n sc h a ffu n g sk o st e n d a s n e u b e w e r t e t e E i g e n k a p i t a l d e s T o c h t e r u n t e r n e h m e n s z u m E r w e r b sz e i t p u n k t g e g e n ü b e r g e st e l l t ( " p u rc h a se m e t h o d " ) . A k t i v e U n t e r sc h i e d sb e t r ä g e w u r d e n , so w e i t si e n i c h t d e n n e u b e w e r t e t e n V e r m ö g e n sg e g e n st ä n d e n z u g e r e c h n e t w e r d e n k o n n t e n , a l s F i r m e n w e r t a u sg e w i e se n . G e m ä ß d e m S t a n d a r d I F R S 3 B u s i n e ss C o m b i n a t i o n s w e r d e n F i r m e n w e r t e a u s A k q u i si t i o n e n n i c h t p l a n m ä ß i g a b g e sc h r i e b e n , so n d e r n j ä h r l i c h a u f W e r t h a l t i g k e i t ü b e r p r ü ft ( I m p a i r m e n t - T e st ) u n d n u r i m F a l l e a u ß e r p l a n m ä ß i g e r W e r t m i n d e r u n g a b g e sc h r i e b e n .
F ü r d i e n a c h d e r E q u i t y - M e t h o d e e i n b e z o g e n e n a sso z i i e r t e n U n t e r n e h m e n g e l t e n d i e g l e i c h e n E i g e n k a p i t a l k o n so l i d i e r u n g sg r u n d sä t z e w i e i m R a h m e n d e r V o l l k o n so l i d i e r u n g , w o b e i n a t i o n a l e B e w e r t u n g sm e t h o d e n e n t w e d e r b e i b e h a l t e n o d e r b e i u n w e se n t l i c h e n A u sw i r k u n g e n a u f d a s a n t e i l i g ü b e r n o m m e n e Ja h r e se r g e b n i s a u f e i n e A n p a ssu n g v e r z i c h t e t w u r d e .
M i n d e r h e i t e n a n t e i l e a m E i g e n k a p i t a l v o n v o l l k o n so l i d i e r t e n T o c h t e r g e se l l sc h a ft e n , d i e i n fo l g e v o n a n g e fa l l e n e n V e r l u st e n d a s a n t e i l i g e E i g e n k a p i t a l d i e se r G e se l l sc h a ft e r ü b e r st e i g e n , w u r d e n g e g e n d a s K o n z e r n e i g e n k a p i t a l v e r r e c h n e t u n d se p a r a t a u sg e w i e se n .
I m R a h m e n d e r S c h u l d e n k o n so l i d i e r u n g w u r d e n A u sl e i h u n g e n , F o r d e r u n g e n u n d V e r b i n d l i c h k e i t e n z w i sc h e n d e n i n d e n K o n z e r n a b sc h l u ss e i n b e z o g e n e n U n t e r n e h m e n a u fg e r e c h n e t . W e i t e r s w u r d e n U m sa t z e r l ö se u n d a n d e r e E r t r ä g e a u s L i e fe r u n g e n u n d L e i st u n g e n z w i sc h e n d e n v o l l k o n so l i d i e r t e n U n t e r n e h m e n m i t d e n a u f si e e n t fa l l e n d e n A u fw e n d u n g e n v e r r e c h n e t . A u s d e m k o n z e r n i n t e r n e n L i e fe r u n g s u n d L e i st u n g sv e r k e h r r e su l t i e r e n d e Z w i sc h e n e r g e b n i sse i m A n l a g e u n d U m l a u fv e r m ö g e n w u r d e n e l i m i n i e r t , so w e i t si e n i c h t v o n u n t e r g e o r d n e t e r B e d e u t u n g w a r e n . A b z i n su n g e n u n d a n d e r e e i n se i t i g e r g e b n i sw i r k sa m e B u c h u n g e n w u r d e n i m K o n z e r n a b sc h l u ss b e r i c h t i g t . B e i d e n e r g e b n i sw i r k sa m e n K o n so l i d i e r u n g sv o r g ä n g e n w u r d e n d i e e r t r a g st e u e r l i c h e n A u sw i r k u n g e n b e r ü c k si c h t i g t u n d l a t e n t e S t e u e r n i n A n sa t z g e b r a c h t .
D e r K o n so l i d i e r u n g sk r e i s h a t si c h i m G e sc h ä ft sj a h r 2 0 0 6 / 2 0 0 7 w i e fo l g t v e r ä n d e r t :
A u f G r u n d l a g e d e r Jo i n t V e n t u r e - V e r e i n b a r u n g a u s S e p t e m b e r 2 0 0 6 z w i sc h e n d e r D O & C O R e st a u r a n t s & C a t e r i n g A G u n d d e r T ü r k H a v a Y o l l a r i A . O . ( T u r k i sh A i r l i n e s) w u r d e d i e T H Y D O & C O I k r a m H i z m e t l e r i A n o n i m S i r k e t i g e g r ü n d e t . E i n e 1 0 0 % i g e T o c h t e r g e se l l sc h a ft d e r D O & C O R e st a u r a n t s & C a t e r i n g A G ü b e r n a h m 5 0 % d e r A n t e i l e . A u f G r u n d d e s b e h e r r sc h e n d e n E i n fl u sse s d e r G e se l l sc h a ft w u r d e d i e T H Y D O & C O z u m 3 1 . M ä r z 2 0 0 7 e r st m a l s i m W e g e d e r V o l l k o n so l i d i e r u n g i n d e n K o n z e r n a b sc h l u ss e i n b e z o g e n . D i e se G e se l l sc h a ft h a t i n w e i t e r e r F o l g e d i e B e t r i e b sanlagen sowie die Dienstnehmer eines in der Türkei tätigen Airline-Cateringunter nehmens übernommen (asset deal).
Im Zuge der Kaufpreisallokation gemäß IFRS 3 wurden immaterielle Vermögenswerte (Kundenverträge, Lizenzen) und Sachanlagen (Einbauten in fremden Gebäuden) an gesetzt und es ergab sich kein Firmenwert.
Mit Vereinbarung vom 1. März 2007 ("Share purchase agreement") erwarb die DO & CO Catering-Consult & Beteiligungs GmbH von der Airline, Terminal & Busi ness Catering Holding GmbH, einem Tochterunternehmen der SAVE-Gruppe, sämtli che Anteile der AIREST Restaurant- und Hotelbetriebsgesellschaft m.b.H (in weiterer Folge wurde die Firma der erworbenen Gesellschaft auf AIREST Catering GmbH geän dert). Aufgrund dieser Vereinbarung sowie dem am 1. März 2007 abgeschlossenen "Business transfer agreement" erfolgte der Erwerb
- des Geschäftsfeldes "Airline Catering" an den Standorten Wien, Salzburg, Linz, Graz und Bratislava, sowie
- der kulinarischen Betreuung der Austrian Airlines Loungen am Flughafen Wien,
- der Gastronomie am Flughafen Linz,
- des "Business & Event Caterings", sowie
- einer 40 %-igen Beteiligung an der AIREST Malta Ltd.
Der Erwerb erfolgte mit wirtschaftlicher Rückwirkung zum 1. Jänner 2007.
Gemäß diesem "Business transfer agreement" verbleiben die übrigen Geschäftsfelder der AIREST Restaurant- und Hotelbetriebsgesellschaft m.b.H. (abgesehen von der 49 %-igen Beteiligung an der ISS AIREST Bodenabfertigungsdienste Ges.m.b.H.) bei der SAVE-Gruppe. Umgesetzt wird dies durch eine Abspaltung zur Aufnahme gemäß Spaltungsgesetz dieser Geschäftsfelder auf die AIREST Gastronomy and Retail GmbH (rückwirkend zum 31. Dezember 2006) und Abtretung der Anteile an dieser Gesell schaft an die SAVE-Gruppe. Die Einreichung des Entwurfs des Spaltungs- und Über nahmsvertrages samt Beilagen gemäß § 7 SpaltG beim Firmenbuchgericht erfolgte am 24. Mai 2007.
Im vorliegenden Konzernabschluss zum 31. März 2007 wird die Spaltung entspre chend der eingereichten Unterlagen berücksichtigt. Die Anteile an der AIREST Gastro nomy and Retail GmbH werden als "Zur Veräußerung gehaltene langfristige Vermö genswerte" (IFRS 5) ausgewiesen.
Im Zuge der Kaufpreisallokation gemäß IFRS 3 wurden immaterielle Vermögenswerte (Kundenvertrag) angesetzt und es ergab sich ein Firmenwert in Höhe von TEUR 4.507.
Die im Vorjahr als 100 %-ige Tochter der DO & CO Restaurants & Catering AG gegrün dete Total Inflight Solution GmbH, Wien, wurde mit Vertrag vom 14. Mai 2007 an die DO & CO Catering-Consult & Beteiligungs GmbH mit Wirkung zum 31. März 2007 abgetreten. Da die Gesellschaft in weiterer Folge verkauft werden soll, wird die Total
Fair Value der erworbenen Vermögenswerte abzüglich der Schulden und Eventualverbindlichkeiten bewertet. Nachfolgend wird der Firmenwert als Unterschiedsbetrag der Anschaffungskosten abzüglich der erforderlichen Wertminderungen (Impairment) ausgewiesen. Die Notwendigkeit von Wertminderungen der Firmenwerte wird einmal jährlich getestet, in dem der diskontierte Barwert aus den dem Firmenwert zuordenbaren Vermögenswerten und Schulden ermittelt wird und mit dem Firmenwert verglichen wird. Beim Verkauf von Beteiligungen werden zuordenbare Firmenwerte anteilig erfolgswirksam ausgebucht.
Die aus der Kapitalkonsolidierung fortgeschriebenen Unterschiedsbeträge ergaben sich zum 31. März 2007 wie folgt:
Das Sachanlagevermögen wurde mit den Anschaffungskosten, abzüglich von planmäßig verteilten Abschreibungen bzw von außerplanmäßig vorgenommenen und fortgeführten Abschreibungen, bewertet. Vermögensgegenstände, bei denen Hinweise auf Wertminderungen vorliegen und die Barwerte der künftigen Einzahlungsüberschüsse unter den Buchwerten liegen, wurden gemäß IAS 36 (Impairment of Assets) auf den Nutzwert oder einen möglichen Einzelveräußerungs- bzw Liquidationswert abgeschrieben.
Die planmäßigen Abschreibungen wurden nach der linearen Methode ermittelt. Für Zugänge in der ersten Hälfte des Geschäftsjahres wurde die volle Jahresabschreibung, für Zugänge nach dem 30. September 2006 die halbe Jahresabschreibung verrechnet bzw wurden Abschreibungen pro rata temporis angesetzt.
Den planmäßigen linearen Abschreibungen des Anlagevermögens lagen unter Berücksichtigung der erwarteten wirtschaftlichen bzw technischen Nutzungsmöglichkeiten überwiegend folgende Nutzungsdauern zugrunde:
| Immaterielle Vermögensgegenstände | |
|---|---|
| ) Grundstücke und Bauten | |
| ) Bauten auf fremdem Grund | |
| Technische Anlagen und Maschinen | |
| Andere Anlagen, Betriebs- und Geschäftsausstattung | |
Geringwertige Vermögensgegenstände wurden im Rahmen der steuerlichen Möglichkeiten im Jahr des Zugangs jeweils auf einen Merkposten abgeschrieben. In der Entwicklung des Anlagevermögens werden die geringwertigen Vermögensgegenstände nach einer angenommenen betriebsgewöhnlichen Nutzungsdauer von drei Jahren als Abgang dargestellt.
Zuwendungen der öffentlichen Hand und Baukostenzuschüsse Dritter (Investitionszuschüsse) wurden passiviert und entsprechend der Nutzungsdauer des geförderten Vermögensgegenstandes ergebniswirksam aufgelöst.
Gemietete Sachanlagen, die wirtschaftlich als Anlagenkäufe mit langfristiger Finanzierung anzusehen waren und bei denen im Wesentlichen alle Risken und Chancen, die sich aus dem Eigentum an einem Vermögensgegenstand ergeben, übertragen wurden (Finanzierungsleasing), wurden in Übereinstimmung mit IAS 17 (Leases) mit dem Barwert aktiviert. Die Abschreibungen erfolgen planmäßig über die wirtschaftliche Nut-
| a) Immaterielle Vermögensgegenstände | 2,0 | bis | 25,0 | Jahre |
|---|---|---|---|---|
| b) Grundstücke und Bauten | 25,0 | und | 40,0 | Jahre |
| c) Bauten auf fremdem Grund | 2,0 | bis | 10,0 | Jahre |
| d) Technische Anlagen und Maschinen | 2,0 | bis | 10,0 | Jahre |
| e) Andere Anlagen, Betriebs- und Geschäftsausstattung | 1,5 | bis | 10,0 | Jahre |
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Im Anlagevermögen aktivierte Firmenwerte | 4.507 | 1.429 |
2.3. Währungsumrechnung
Die Umrechnung der Jahresabschlüsse der ausländischen Gesellschaften erfolgte nach dem Konzept der funktionalen Währung entsprechend den Vorgaben des IAS 21 (The Effects of Changes in Foreign Exchange Rates). Die funktionale Währung ist bei sämtlichen Gesellschaften die jeweilige Landeswährung, da die Tochtergesellschaften ihr Geschäft in finanzieller, wirtschaftlicher und organisatorischer Hinsicht selbständig betreiben.
Die Jahresabschlüsse von fünf ausländischen Tochtergesellschaften mit Sitz außerhalb des Gemeinschaftsgebietes der Staaten der Europäischen Union bzw von zwei Tochtergesellschaften mit Sitz in Großbritannien wurden nach den Grundsätzen des modifizierten Stichtagskursverfahrens umgerechnet. Die Bilanzposten wurden mit dem Stichtagsmittelkurs zum 31. März 2007 bewertet; in der Gewinn- und Verlustrechnung wurden die Erträge und Aufwendungen mit dem Jahresdurchschnittskurs umgerechnet.
Stichtagsumrechnungsdifferenzen aus der Bilanz wurden ergebnisneutral in das Eigenkapital eingestellt. Währungsumrechungsdifferenzen zwischen dem Stichtagskurs innerhalb der Bilanz und dem Durchschnittskurs innerhalb der Gewinn- und Verlustrechnung wurden im Eigenkapital verrechnet. Im Berichtsjahr wurden ergebnisneutral insgesamt passive Stichtagsumrechnungsdifferenzen von TEUR 297 in das Eigenkapital eingestellt.
Die Bewegungen im Anlagevermögen wurden zu Durchschnittskursen dargestellt. Veränderungen des Devisenmittelkurses zum Bilanzstichtag gegenüber jenem des Vorjahres sowie Differenzen, die aus der Verwendung von Durchschnittskursen entstanden sind, wurden im Konzernanlagenspiegel als "Währungsänderungen" gesondert ausgewiesen.
Nicht realisierte Währungsumrechnungsdifferenzen bei monetären Posten, die wirtschaftlich einem Anteil an einem verbundenen Unternehmen zuzurechnen sind, wie insbesondere Ausleihungen aus gegebenen Gesellschafterdarlehen an amerikanische Tochtergesellschaften, wurden ergebnisneutral in einen Ausgleichsposten aus der Währungsumrechnung eingestellt und im Eigenkapital verrechnet.
Die für die Währungsumrechnung verwendeten Wechselkurse wesentlicher Währungen haben sich wie folgt entwickelt:
I.3. Bilanzierungs- und Bewertungsmethoden
Die Bilanzierungs- und Bewertungsmethoden wurden im Vergleich zum vorjährigen Konzernabschluss unverändert beibehalten.
Immaterielles Anlagevermögen und Sachanlagen
Erworbene immaterielle Vermögensgegenstände wurden zu Anschaffungskosten, vermindert um planmäßige Abschreibungen, bilanziert. Die Anschaffungskosten von Firmenwerten, die im Zusammenhang mit Unternehmenskäufen erworben werden, werden im Erwerbszeitpunkt als Überschuss der Ausgaben für den Erwerb über den
| Stichtagskurs | Jahresdurchschnittskurs | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| in EUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 | 2006/2007 | 2005/2006 | |
| 1 US-Dollar | 0,750863 | 0,826173 | 0,774747 | 0,825878 | |
| 1 Britisches Pfund | 1,471021 | 1,435956 | 1,474594 | 1,465358 | |
| 1 Neue Türkische Lira | 0,541859 | – | 0,533331 | – |
v o r t r ä g e w u r d e n i n d e m U m fa n g a n g e se t z t , i n d e m m i t e i n e r z u k ü n ft i g e n V e rw e r t u n g d e r se l b e n i n n e r h a l b e i n e s ü b e r sc h a u b a r e n Z e i t r a u m e s g e r e c h n e t w e r d e n k a n n .
R e c h n u n g s a b g r e n z u n g e n
R e c h n u n g sa b g r e n z u n g e n w u r d e n u n t e r d e n so n st i g e n F o r d e r u n g e n u n d V e r b i n d l i c h k e i t e n a u sg e w i e se n . E s h a n d e l t e s i c h h i e r b e i u m A u sg a b e n o d e r E i n z a h l u n g e n v o r d e m B i l a n z st i c h t a g , so w e i t si e A u fw a n d o d e r E r t r a g fü r e i n e b e st i m m t e Z e i t n a c h d e m B i l a n z st i c h t a g si n d .
R ü c k s t e l l u n g f ü r P e n s i o n e n , A b fe r t i g u n g e n u n d J
u b i l ä u m s g e l d e r
D i e B e r e c h n u n g d e r g e se t z l i c h e n o d e r k o l l e k t i v v e r t r a g l i c h e n V e r p fl i c h t u n g e n g e g e n ü b e r M i t a r b e i t e r n ö st e r r e i c h i sc h e r K o n z e r n g e se l l sc h a ft e n z u r E n t r i c h t u n g e i n e r e i n m a l i g e n A b fe r t i g u n g i m K ü n d i g u n g sfa l l o d e r z u m Z e i t p u n k t d e s P e n si o n sa n t r i t t e s e r fo l g t e n a c h e i n e m A n w a r t sc h a ft sb a rw e r tv e r fa h r e n ( " P r oj e c t e d - B e n e fi t - O b l i g a t i o n M e t h o d " ) . D a b e i w u r d e n d i e v o r a u ssi c h t l i c h z u e r b r i n g e n d e n L e i st u n g e n u n t e r A n w e n d u n g e i n e s R e c h n u n g sz i n ssa t z e s v o n 4 % p a ( i m V o rj a h r 4 % p a ) u n d u n t e r E i n b e z i e h u n g v o n z u e r w a r t e n d e n B e z u g sst e i g e r u n g e n ( 2 % p a ) b e i e i n e m a n g e n o m m e n e n P e n s i o n s a n t r i t t sa l t e r v o n 6 0 Ja h r e n b e i F r a u e n u n d v o n 6 5 Ja h r e n b e i M ä n n e r n e n t sp r e c h e n d d e r v o rj ä h r i g e n B e r e c h n u n g e r m i t t e l t .
V o rw i e g e n d fü r i n ö st e r r e i c h i sc h e n G e se l l sc h a ft e n b e sc h ä ft i g t e D i e n st n e h m e r w u r d e e i n e R ü c k st e l l u n g fü r D i e n st n e h m e rj u b i l ä e n a l s a b fe r t i g u n g sä h n l i c h e V e r p fl i c h t u n g p a ssi v i e r t . D i e B e r e c h n u n g d e r se l b e n e r fo l g t e u n t e r Z u g r u n d e l e g u n g d e r g l e i c h e n B e r e c h n u n g sfa k t o r e n w i e fü r d i e A b fe r t i g u n g sr ü c k st e l l u n g e n . D i e g u t a c h t l i c h e r h o b e n e n B a r w e r t e d i e se r R ü c k st e l l u n g e n w u r d e n u n t e r A n sa t z e i n e s a l t e r sa b h ä n g i g e n F l u k t u a t i o n sabschlages passiviert. Versicherungsmathematische Gewinne und Verluste wurden in folge des unwesentlichen Einflusses auf die Ertragslage sofort im Jahr des Entstehens er gebniswirksam verrechnet. Leistungsorientierte Abfertigungsverpflichtungen von aus ländischen Gesellschaften wurden nach vergleichbaren Methoden rückgestellt, sofern nicht beitragsorientierte Versorgungssysteme bestehen.
Die Berechnung der Abfertigungsverpflichtungen gegenüber Mitarbeitern in einer tür kischen Konzerngesellschaft erfolgt unter Ansatz eines Rechnungszinssatzes von 11,71 % pa sowie von zu erwartenden Bezugssteigerungen in Höhe von 5 % pa. Die Be rechnung der Verpflichtungen aus der einem ehemaligen Mitarbeiter (einer im Ge schäftsjahr erworbenen Tochtergesellschaft) eingeräumten Pensionszusage erfolgte unter Zugrundelegung der gleichen Berechnungsfaktoren wie für die Abfertigungs rückstellungen der österreichischen Konzerngesellschaften.
Sonstige Rückstellungen
Die sonstigen lang- und kurzfristigen Rückstellungen wurden für alle rechtlichen oder tat sächlichen Verpflichtungen gegenüber Dritten auf Grund eines vergangenen Ereignisses angesetzt, wenn es wahrscheinlich war, dass diese Verpflichtung zu einem Mittelabfluss führen wird. Die Rückstellungen wurden mit jenem Wert angesetzt, der zum Zeitpunkt der Erstellung des Jahresabschlusses nach bester Schätzung ermittelt werden konnte.
Verbindlichkeiten
Verbindlichkeiten wurden mit den Anschaffungskosten unter Berücksichtigung der Effektivzinsmethode angesetzt. Die Bewertung von Fremdwährungsverbindlichkeiten erfolgte zum Devisenmittelkurs am Bilanzstichtag.
Schätzungen
Im Konzernabschluss müssen zu einem gewissen Grad Schätzungen vorgenommen und Annahmen getroffen werden, welche die bilanzierten Vermögensgegenstände und Verbindlichkeiten, die Angabe von sonstigen Verpflichtungen am Bilanzstichtag
z u n g sd a u e r d e r V e r m ö g e n sg e g e n st ä n d e . D i e a u s d e n k ü n ft i g e n L e a si n g r a t e n r e su l t i e r e n d e n Z a h l u n g sv e r p fl i c h t u n g e n w u r d e n a b g e z i n st u n d u n t e r d e n V e r b i n d l i c h k e i t e n a u s L i e fe r u n g e n u n d L e i st u n g e n a u sg e w i e se n .
A n t e i l e a n v e r b u n d e n e n U n t e r n e h m e n
D i e A n t e i l e a n v e r b u n d e n e n U n t e r n e h m e n b e t r a fe n d i e A I R E S T S l o v e n sk o s. r. o . so w i e e i n e i n G r ü n d u n g b e fi n d l i c h e G e se l l sc h a ft i n U n g a r n , d i e a u fg r u n d u n w e se n t l i c h e r A u sw i r k u n g e n a u f d i e V e r m ö g e n s - , F i n a n z u n d E r t r a g s l a g e n i c h t k o n so l i d i e r t w u r d e n .
D i e B e w e r t u n g d e r A n t e i l e a n v e r b u n d e n e n U n t e r n e h m e n e r fo l g t e z u d e n A n sc h a ffungskosten.
Anteile an assoziierten Unternehmen und übrige Finanzanlagen
Die Anteile an assoziierten Unternehmen wurden nach der Equity-Methode bewertet. Die Wertpapiere werden im Zugangszeitpunkt mit ihren Anschaffungskosten erfasst und in den Folgeperioden mit aktuellen beizulegenden Werten basierend auf Börse notierungen bewertet. Schwankungen im Marktwert werden erfolgswirksam im Finanzergebnis erfasst.
Vorräte
Die Bewertung des Vorratsvermögens erfolgte zu Anschaffungskosten bzw zu niedri geren Marktpreisen am Bilanzstichtag. Die Ermittlung der Anschaffungskosten erfolgte überwiegend nach dem gleitenden Durchschnittspreisverfahren. Die mengenmäßige Erfassung erfolgte durch eine zeitnahe körperliche Bestandsaufnahme zum Bilanz stichtag.
Liefer- und sonstige Forderungen
Forderungen und sonstige Vermögensgegenstände wurden zu Anschaffungskosten angesetzt, soweit nicht im Falle erkennbarer Einzelrisiken angemessene Wertberichti gungen vorgenommen wurden und der niedrigere beizulegende Wert anzuwenden war. Zinsenlose oder nicht verzinste Forderungen wurden mit dem abgezinsten Bar wert angesetzt. Fremdwährungsforderungen aus den Einzelabschlüssen der einbezo genen Gesellschaften wurden überwiegend mit dem Devisenmittelkurs zum Bilanz stichtag bewertet, sofern nicht bei unwesentlichen Abweichungen der Anschaffungs kurs unter dem Devisenmittelkurs zum Bilanzstichtag lag.
Zur Veräußerung gehaltene langfristige Vermögenswerte/Schulden, die direkt den zur Veräußerung gehaltenen langfristigen Vermögenswerten zugerechnet werden Die mit Veräußerungsabsicht erworbenen Vermögenswerte und Schulden von Toch terunternehmen wurden gemäß IFRS 5 mit dem niedrigeren Wert aus Buchwert und beizulegendem Zeitwert abzüglich Veräußerungskosten unter diesem Posten ange setzt.
Kurzfristiges Finanzvermögen
Das kurzfristige Finanzvermögen (Kassenbestände, Schecks und Guthaben bei Kredit instituten) wurde unter den liquiden Mittel ausgewiesen und im Falle von Fremdwäh rungsforderungen mit den Tageswerten zum Bilanzstichtag angesetzt.
Latente Steuern
Latente Steuern wurden in Übereinstimmung mit IAS 12 (Income Taxes) für alle tem porären Bewertungs- und Bilanzierungsdifferenzen zwischen den Wertansätzen in der IFRS- und der Steuerbilanz eingestellt. Die Abgrenzungen wurden unter Beachtung des landesüblichen Ertragsteuersatzes des betroffenen Konzernunternehmens zum Zeitpunkt der Umkehr der Wertdifferenz ermittelt. Aktive latente Steuern auf Verlust-
Verpflichtungen aus der Nutzung von in der Bilanz nicht ausgewiesenen Sachanlagen resultierten aus Miet- oder Leasingverträgen für bewegliche Vermögensgegenstände sowie aus Miet- und Pachtverträgen für Immobilien wie folgt:
Darüber hinaus besteht aufgrund eines langfristigen Mietvertrages (Kündigungsverzicht bis 2024) eine Verpflichtung in Höhe von TEUR 23.900.
Im Posten andere Anlagen, Betriebs- und Geschäftsausstattung sind Festwerte in Höhe von TEUR 311 (VJ: TEUR 213) für Geschirr, Besteck, Tischwäsche und Gebinde enthalten. Die Festwerte wurden überwiegend bei den Gesellschaften aktiviert, welche Umsätze aus dem Bereich Restaurants, Lounges & Hotel erzielten.
Die Aufwendungen aus der at-equity-Bewertung von Beteiligungen an assoziierten Unternehmen betrugen im abgelaufenen Geschäftsjahr 2006/2007 TEUR 3 (VJ: Ertrag TEUR 20).
Die sonstigen Wertpapiere des Anlagevermögens wurden mit den Anschaffungskosten bzw niedrigeren Kurswerten bewertet.
(2) Übriges langfristiges Vermögen
Das übrige langfristige Vermögen der in den Konzernabschluss einbezogenen Tochtergesellschaften umfasste im Wesentlichen die aufgrund des vom Kalenderjahr abweichenden Geschäftsjahres aktivierten Ertragsteuervorauszahlungen der DO & CO Restaurants & Catering AG sowie geleistete Kautionen für angemietete Räumlichkeiten.
(3) Vorräte
Im Posten Waren wurden mit TEUR 1.627 (VJ: TEUR 1.446) Festwerte für Geschirr, Besteck, Tischwäsche, Servierbehelfe und Gebinde sowie sonstige Arbeitsbehelfe unter Berücksichtigung des zukünftigen Nutzens erfasst.
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Roh-, Hilfs- und Betriebsstoffe | 3.316 | 1.044 |
| Waren | 3.809 | 3.639 |
| Summe | 7.125 | 4.683 |
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Sonstige langfristige Vermögensgegenstände | 323 | 366 |
| Summe | 323 | 366 |
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| im folgenden Geschäftsjahr | 9.690 | 5.685 |
| in den folgenden fünf Geschäftsjahren | 43.782 | 27.514 |
und den Ausweis von Erträgen und Aufwendungen während der Berichtsperiode beeinflussen. Die in der Zukunft tatsächlich zu realisierenden Beträge können von diesen Schätzungen abweichen.
Ergebnis je Aktie
Das Ergebnis je Aktie wird ermittelt, indem das Konzernergebnis nach Minderheitenanteilen durch die gewichtete Anzahl der ausgegebenen Aktien dividiert wird.
II. ERLÄUTERUNGEN ZUR BILANZ UND ZUR GEWINN- UND VERLUSTRECHNUNG
II.1. Bilanz
(1) Anlagevermögen
Die Aufgliederung der in der Konzernbilanz zusammengefassten Posten des Anlagevermögens und ihre Entwicklung im Geschäftsjahr 2006/2007 ist im beiliegenden Anlagenspiegel angegeben. Als Währungsänderungen sind jene Beträge ausgewiesen, die aus der Umrechnung der Vermögenswerte der ausländischen Tochtergesellschaften mit den unterschiedlichen Bilanzstichtagskursen zu Jahresbeginn und Jahresende und durch die Verwendung des Durchschnittskurses resultierten.
Als immaterielle Vermögensgegenstände wurden zum Bilanzstichtag ausschließlich sonstige Rechte, wie insbesondere Kundenverträge, Lizenzen, Marken- und Nutzungsrechte, sowie Softwarelizenzen ausgewiesen. Aktivierbare selbst erstellte immaterielle Vermögenswerte lagen im Konzern nicht vor.
Im Rahmen der Kaufpreisallokation der im Jahr 2006/2007 erfolgten Unternehmenserwerbe kam es zum Ansatz eines Firmenwertes in Höhe von TEUR 4.507, von sonstigen immateriellen Vermögensgegenständen (Kundenverträge und Lizenzen) in Höhe von TEUR 40.538 und Einbauten in fremden Gebäuden in Höhe von TEUR 9.410. Diese werden mit Ausnahme des Firmenwertes entsprechend dem erwarteten wirtschaftlichen Nutzenverlauf planmäßig abgeschrieben.
Der Grundwert der im Sachanlagevermögen erfassten Grundstücke beträgt TEUR 854 (VJ: TEUR 752). Im Geschäftsjahr 2006/2007 wurden keine außerplanmäßige Abschreibungen (VJ: TEUR 1.291) vorgenommen.
Im Sachanlagevermögen (andere Anlagen, Betriebs- und Geschäftsausstattung) wurden aufgrund von abgeschlossenen Finanzierungsleasingverträgen folgende Beträge berücksichtigt:
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Anschaffungskosten | 2.299 | 2.299 |
| Kumulierte Abschreibungen | 2.299 | 2.299 |
| Buchwert | 0 | 0 |
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Immaterielle Vermögensgegenstände | 47.633 | 4.931 |
| Sachanlagen | 43.419 | 28.628 |
| Finanzanlagen | 282 | 74 |
| Summe | 91.334 | 33.632 |
(6) Liquide Mittel
Der Anstieg der Guthaben bei Kreditinstituten war einerseits auf die kurz vor dem Bilanzstichtag stattgefundene Kapitalerhöhung und andererseits auf Änderungen des Konsolidierungskreises zurückzuführen. Hievon war ein Betrag in Höhe von TEUR 7.660 in Form von Festgeldern kurzfristig veranlagt.
(7) Latente Steuern
Aktive und passive latente Steuerabgrenzungen resultierten aus folgenden zeitlich begrenzten Bilanzierungs- und Bewertungsunterschieden zwischen den Buchwerten des IFRS-Konzernabschlusses und den entsprechenden steuerlichen Bemessungsgrundlagen:
Im vorliegenden Konzernabschluss wurden für aktive Bestandsdifferenzen und steuerliche Verlustvorträge in Höhe von TEUR 1.645 (VJ: TEUR 1.579) keine latenten Steuern aktiviert, da die Realisierung dieser latenten Steueransprüche in Form künftiger Steuerentlastungen noch nicht ausreichend gesichert ist.
| 31. März 2007 | 31. März 2006 | |||
|---|---|---|---|---|
| in TEUR | Aktiva | Passiva | Aktiva | Passiva |
| Immaterielle Vermögensgegenstände | 116 | -1.241 | 177 | -195 |
| Sachanlagen | 260 | -1.728 | 510 | -1.758 |
| Finanzanlagen | 0 | -1.027 | 16 | -784 |
| Vorräte | 0 | -51 | 0 | -76 |
| Forderungen | 35 | 0 | 44 | 0 |
| Konsolidierungsbuchungen | 1.045 | 0 | 536 | -408 |
| Rückstellungen | 2.325 | -6 | 870 | -2 |
| Verbindlichkeiten | 1.682 | 0 | 1.011 | 0 |
| Rechnungsabgrenzungsposten | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Summe aus Bilanzabweichungen | 5.463 | -4.053 | 3.164 | -3.223 |
| Steuerliche Verlustvorträge | 4.288 | 0 | 4.544 | 0 |
| Bewertungsabschlag für aktive latente Steuern | -1.645 | 0 | -1.579 | 0 |
| Aufrechnung von Bestandsdifferenzen | ||||
| gegenüber der selben Steuerbehörde | -2.905 | 2.905 | -2.035 | 2.035 |
| Summe | 5.202 | -1.148 | 4.094 | -1.188 |
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Kassabestände, erhaltene Schecks | 317 | 200 |
| Guthaben bei Kreditinstituten | 25.436 | 19.988 |
| Summe | 25.753 | 20.188 |
(4) Forderungen aus Lieferungen und Leistungen und übrige kurzfristige Forderungen sowie sonstiges kurzfristiges Vermögen
Die Zusammensetzung des kurzfristigen Umlaufvermögens mit einer Restlaufzeit von unter einem Jahr zeigte sich wie folgt:
Die Forderungen aus Lieferungen und Leistungen wurden zu Anschaffungskosten abzüglich erforderlicher Einzelwertberichtigungen in Höhe von TEUR 2.788 (VJ: TEUR 2.767) für ein allfälliges Ausfallsrisiko sowie Zinsverluste ausgewiesen. Die Erhöhung der sonstigen kurzfristigen Forderungen und Vermögensgegenstände um TEUR 8.828 von TEUR 3.600 auf TEUR 12.428 betraf im Wesentlichen Verrechnungsforderungen aus Umsatzsteuern mit ausländischen Behörden bzw aktivierte Körperschaftsteuervorauszahlungen.
(5) Zur Veräußerung gehaltene langfristige Vermögenswerte
Im Zusammenhang mit dem Erwerb der AIREST Catering GmbH hat sich die erwerbende Konzerngesellschaft verpflichtet, die beim ursprünglichen Eigentümer dieser Gesellschaft (SAVE-Gruppe) verbleibenden Betriebsteile abzuspalten und diese mit wirtschaftlicher Rückwirkung zum 1. Jänner 2007 zu einem bereits im vorhinein fixierten Preis zu veräußern.
Weiters hat sich die erwerbende Konzerngesellschaft verpflichtet, die Beteiligung an der ISS AIREST Bodenabfertigungsdienste Ges.m.b.H. abzuspalten und zu veräußern. Die Anteile an der aufnehmenden Gesellschaft (Total Inflight Solution GmbH) werden demgemäß unter diesem Posten ausgewiesen.
Der Abschluss dieser Spaltungsvorgänge ist für Ende Juni 2007 zu erwarten.
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Zur Veräußerung gehaltene Vermögenswerte | 12.858 | 0 |
| Summe | 12.858 | 0 |
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Forderungen aus Lieferungen und Leistungen | 35.723 | 16.967 |
| Forderungen gegen verbundene Unternehmen | 126 | 0 |
| Forderungen gegen Unternehmen, mit denen ein Beteiligungsverhältnis besteht | 230 | 51 |
| Sonstige Forderungen und Vermögensgegensstände | 12.387 | 3.600 |
| Aktive Rechnungsabgrenzungsposten | 1.297 | 377 |
| Sonstiges kurzfristiges Vermögen | 41 | 0 |
| Summe übrige kurzfristige Forderungen sowie sonstiges kurzfristiges Vermögen | 14.080 | 4.028 |
| Summe | 49.803 | 20.995 |
Die Aktie der DO & CO Restaurants & Catering AG notiert seit 19. März 2007 im "Prime Market" der Wiener Börse (davor im "Standard Market Continuous"). Mehrheitseigentümer der DO & CO Restaurants & Catering AG ist die Attila DOGUDAN Privatstiftung, ein Anteil in Höhe von 20,4 % wird von der DZR Immobilien und Beteiligungs GmbH (100 % Tochter der Raiffeisen-Holding Niederösterreich-Wien registrierte Genossenschaft mit beschränkter Haftung) gehalten. Der verbleibende Aktienanteil befindet sich im Streubesitz.
In den Gewinnrücklagen sind neben den Reserven aus thesaurierten Gewinnen die Gewinnrücklagen in Höhe der in österreichischen Einzelabschlüssen in Anspruch genommenen steuerlichen Investitionsbegünstigungen ausgewiesen, wobei eine auf diese unversteuerten Rücklagen entfallende latente Steuerrückstellung unterlassen wurde. Darüber hinaus beinhalten diese neben gesetzlichen Gewinnrücklagen einzelner in den Konzernabschluss einbezogener Gesellschaften sämtliche nicht im Rahmen der Kapitalkonsolidierung eliminierten Gewinnrücklagen von Tochterunternehmen sowie ergebnisneutrale Veränderungen aufgrund von im Geschäftsjahr 2006/2007 angepasster Konsolidierungsbuchungen.
Die Anteile anderer Gesellschafter umfassen die direkt bestehenden Fremdanteile am Eigenkapital der vollkonsolidierten DO & CO im PLATINUM Restaurantbetriebs GmbH in Höhe von 10 %. Weiters erfolgte unter diesem Posten der Ausweis des Minderheitenanteils von 50 % an der THY DO & CO Ikram Hizmetleri A.S.
Aufgrund der im Geschäftsjahr erfolgten Aufstockung der Anteile an der DO & CO Holdings USA, Inc. von 90 % auf 100 % bestehen die diesbezüglichen, bis zum Vorjahr ausgewiesenen Fremdanteile zum Bilanzstichtag nicht mehr.
(9) Langfristige Rückstellungen
Die Zusammensetzung und Entwicklung der langfristigen Rückstellungen zum Bilanzstichtag ergab sich wie folgt:
Die Wertansätze der Rückstellungen für Abfertigungen, Pensionen und Jubiläumsgelder wurden zum Bilanzstichtag durch versicherungsmathematische Gutachten unter Zugrundelegung der Projected-Benefit-Obligation Methode ermittelt. Unverändert zur vorjährigen Berechnung wurden sowohl der Zinssatz mit nunmehr 4 % pa, als auch die Bezugserhöhungen mit 2 % pa angesetzt. Versicherungsmathematische Gewinne und Verluste wurden im Entstehungsjahr ergebniswirksam berücksichtigt.
Die Berechnung der Abfertigungsverpflichtungen gegenüber Mitarbeitern in einer türkischen Konzerngesellschaft erfolgt unter Ansatz eines Rechnungszinssatzes von 11,71 % pa sowie von zu erwartenden Bezugssteigerungen in Höhe von 5 % pa.
| in TEUR | Stand per 31. März 2006 |
Währungs änderungen |
Veränderung Konsoli |
dierungskreis Verwendung Auflösung | Zuführung | Stand per 31. März 2007 |
|
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Abfertigungsrückstellungen PBO | 2.242 | 41 | 7.618 | 184 | 3 | 768 | 10.481 |
| Pensionsrückstellungen PBO | 0 | 0 | 535 | 0 | 0 | 16 | 552 |
| Jubiläumsgeldrückstellungen PBO | 1.226 | 0 | 1.050 | 88 | 5 | 350 | 2.533 |
| Latente Steuerrückstellungen | 1.188 | 0 | 0 | 40 | 0 | 0 | 1.148 |
| Sonstige Rückstellungen | 135 | 0 | 123 | 22 | 81 | 0 | 155 |
| Summe | 4.791 | 41 | 9.326 | 334 | 89 | 1.135 | 14.870 |
(8) Eigenkapital
Die Entwicklung des Konzerneigenkapitals für die Geschäftsjahre 2005/2006 und 2006/2007 ergab sich wie folgt:
Der Vorstand hat am 26. März 2007 mit Zustimmung des Aufsichtsrats vom gleichen Tag beschlossen, aus dem von der Hauptversammlung am 10. Juli 2002 eingeräumten genehmigten Kapital eine Erhöhung des Grundkapitals der Gesellschaft von EUR 11.802.068,26 um EUR 2.360.413,65 auf EUR 14.162.481,91 durchzuführen. Die Durchführung dieser Kapitalerhöhung erfolgte durch Ausgabe von 324.800 neuen, auf Inhaber lautende Stückaktien zum Ausgabebetrag von EUR 7,27 (gerundet) pro Aktie, wobei sich gemäß § 169 (3) letzter Satz AktG, die Gesamtzahl der Aktien im Verhältnis des Erhöhungsbetrages zum bisherigen Grundkapital vergrößert. Die neuen Aktien sind mit Gewinnberechtigung ab dem 1. April 2006 ausgestattet. Die Kapitalerhöhung erfolgte gegen Bareinlage.
Das Grundkapital der DO & CO Restaurants & Catering AG beträgt nunmehr EUR 14.162.481,91 und ist in 1.948.800 auf Inhaber lautende Stückaktien mit Stimmrecht zerlegt.
Der Bezugs- und Angebotspreis für die Kapitalerhöhung wurde mit EUR 82,00 pro angebotener Aktie festgesetzt. Insgesamt wurden 324.800 neue Aktien zugeteilt.
Der Mehrbetrag des Ausgabebetrages über den Nennbetrag (Agio) in Höhe von TEUR 24.273 wurde gem. § 130 AktG iVm § 229 (2) UGB in die gebundene Kapitalrücklage eingestellt. Gemäß IAS 32.35 wurden die Kosten der Kapitalbeschaffung gemindert um alle damit verbundenen Ertragsteuervorteile vom Eigenkapital abgesetzt.
Unter Berücksichtigung der erfolgten Kapitalerhöhung ist der Vorstand bis zum 30. Juni 2007 nunmehr noch ermächtigt, das Grundkapital um bis zu weitere EUR 3.540.620,48 gegen Bar- und/oder Sacheinlage zu erhöhen (genehmigtes Kapital).
| in TEUR | Grundkapital | Kapital rücklagen |
Gewinn rücklagen |
Ausgleichs posten der Währungs |
umrechnung Bilanzgewinn | Anteile anderer Gesellschafter Summe |
|
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Stand per 31. März 2005 | 11.802 | 13.081 | 9.476 | -3.258 | 2.406 | -345 | 33.163 |
| Konzernergebnis 2005/2006 | 4.758 | 86 | 4.844 | ||||
| Dividendenauszahlungen 2004/2005 | -812 | -812 | |||||
| Ergebnisvortrag 2004/2005 | 1.595 | -1.595 | 0 | ||||
| Währungsumrechnung | 320 | 320 | |||||
| Übrige Veränderungen | 2 | 28 | 31 | ||||
| Stand per 31. März 2006 | 11.802 | 13.081 | 11.073 | -2.938 | 4.758 | -231 | 37.546 |
| Konzernergebnis 2006/2007 | 3.834 | 688 | 4.522 | ||||
| Dividendenauszahlungen 2005/2006 | -812 | -812 | |||||
| Ergebnisvortrag 2005/2006 | 3.946 | -3.946 | 0 | ||||
| Währungsumrechnung | -738 | -49 | -787 | ||||
| Zugang/Abgang Minderheitenanteile | 8.047 | 8.047 | |||||
| Kapitalerhöhung | 2.360 | 24.273 | 26.634 | ||||
| Kapitalerhöhungskosten | -1.463 | -1.463 | |||||
| Stand per 31. März 2007 | 14.162 | 35.892 | 15.020 | -3.676 | 3.834 | 8.454 | 73.687 |
Die Vorsorgen für Personalaufwendungen umfassten im Wesentlichen die Rückstellungen für anteilige Sonderzahlungen aufgrund des vom Kalenderjahr abweichenden Geschäftsjahres mit einem Betrag in Höhe von TEUR 1.706 (VJ: TEUR 1.025), Rückstellungen für bis zum Bilanzstichtag noch nicht konsumierte Urlaube in Höhe von TEUR 4.960 (VJ: TEUR 3.040) sowie andere Rückstellungen für leistungsbezogene Entgeltbestandteile in Höhe von TEUR 3.238 (VJ: TEUR 2.585), worin auch für Verpflichtungen aus organisatorischen Änderungen in ausländischen Tochtergesellschaften vorgesorgt wurde.
(13) Kurzfristige Finanzverbindlichkeiten
Die zum Bilanzstichtag bestehenden Finanzverbindlichkeiten resultierten aus bei verschiedenen Kreditinstituten aufgenommen EUR-Barvorlagen, für welche Zinsen von durchschnittlich 3,7 % pa (VJ: 2,7 %) anfielen. Darüber hinaus sind kurzfristige Finanzverbindlichkeiten im Zusammenhang mit der Fremdmittelaufnahme zur Finanzierung der Gründung der THY DO & CO Ikram Hizmetleri A.S. ausgewiesen. Zinsen sind in fremdüblichem Ausmaß angefallen.
(14) Verbindlichkeiten aus Lieferungen und Leistungen und sonstige kurzfristige Verbindlichkeiten
Die Erhöhung der Verbindlichkeiten aus Lieferungen und Leistungen um TEUR 4.556 ergab sich im Wesentlichen aus Veränderungen des Konsolidierungskreises.
Die sonstigen Verbindlichkeiten mit einer Restlaufzeit unter einem Jahr resultierten einerseits aus dem vom Minderheitsgesellschafter eines ausländischen Tochterunternehmens gewährten Darlehen und andererseits aus Verbindlichkeiten gegenüber Abgabenbehörden aus Umsatzsteuern und anderen vom Entgelt abhängigen Abgaben, aus Verbindlichkeiten gegenüber Sozialversicherungsträgern sowie aus Verbindlichkeiten gegenüber Dienstnehmern in Höhe der laufenden Entgeltzahlungen.
(15) Schulden, die direkt den zur Veräußerung gehaltenen langfristigen Vermögenswerten zugerechnet werden
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Zur Veräußerung gehaltene Vermögenswerte | 11.500 | 0 |
| Summe | 11.500 | 0 |
(10) Langfristige Finanzverbindlichkeiten
Die langfristigen Finanzverbindlichkeiten resultierten aus der Fremdmittelaufnahme zur Finanzierung der Gründung der THY DO & CO Ikram Hizmetleri A.S. Zinsen sind in fremdüblichem Ausmaß angefallen.
(11) Übrige langfristige Verbindlichkeiten
Die Verbindlichkeiten aus Lieferungen und Leistungen beinhalten zur Gänze Verpflichtungen aus Finanzierungsleasingverträgen gemäß IAS 17. Die sonstigen Verbindlichkeiten betreffen überwiegend das vom Minderheitsgesellschafter eines ausländischen Tochterunternehmens gewährte Darlehen. Zum Bilanzstichtag bestanden unter Berücksichtigung von Restlaufzeiten bis auf einen Baukostenzuschuss sowie erhaltenen Kautionen keine weiteren langfristigen Verbindlichkeiten.
(12) Kurzfristige sonstige Rückstellungen
| in TEUR | Stand per 31. März 2006 |
Währungs änderungen |
Veränderung Konsoli |
dierungskreis Verwendung Auflösung | Zuführung | Stand per 31. März 2007 |
|
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Steuerrückstellungen | 2.288 | 4 | 1.079 | 312 | 5 | 1.269 | 4.323 |
| Sonstige Personalrückstellungen | 6.650 | -7 | 2.110 | 5.104 | 273 | 6.533 | 9.909 |
| Noch nicht fakturierte Lieferungen | |||||||
| und Leistungen | 1.383 | 0 | 3 | 1.754 | 373 | 2.199 | 1.458 |
| Sonstige Rückstellungen | 2.687 | -25 | 3.403 | 1.672 | 273 | 3.357 | 7.478 |
| Summe | 13.008 | -27 | 6.595 | 8.841 | 924 | 13.359 | 23.169 |
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Verbindlichkeiten aus Lieferungen und Leistungen | 299 | 566 |
| Sonstige Verbindlichkeiten | 8.133 | 123 |
| Passive Rechnungsabgrenzungsposten | 121 | 363 |
| Summe | 8.553 | 1.052 |
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Verbindlichkeiten gegenüber Kreditinstituten | 16.236 | 0 |
| Summe | 16.236 | 0 |
| Abfertigungen | Pensionen | Jubiläumsgelder | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| in TEUR | 2006/2007 2005/2006 | 2006/2007 2005/2006 | 2006/2007 2005/2006 | |||
| Barwert der Verpflichtungen (PBO) am 1. April | 2.242 | 2.000 | 0 | 0 | 1.226 | 1.071 |
| Währungsänderungen | 41 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Konsolidierungskreisänderung | 7.618 | 0 | 535 | 0 | 1.050 | 0 |
| Dienstzeitaufwand | 294 | 182 | 0 | 0 | 242 | 195 |
| Zinsenaufwand | 82 | 67 | 16 | 0 | 66 | 50 |
| Abfertigungs-/Jubiläumsgeldzahlungen | -111 | -116 | 0 | 0 | -74 | -118 |
| Versicherungstechnisches Ergebnis | 316 | 109 | 0 | 0 | 23 | 27 |
| Barwert der Verpflichtungen (PBO) per 31. März | |
|---|---|
| 10.481 2.242 552 0 2.533 1.226 |
in TEUR 31. März 2007 |
| Die sonstigen langfristigen Rückstellungen umfassten zum Bilanzstichtag zur Gänze | Darlehen 7.172 |
| Kontokorrent 0 |
|
| Barvorlage 2.500 |
|
| Summe 9.672 |
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Verbindlichkeiten aus Lieferungen und Leistungen | 20.125 | 15.569 |
| Erhaltene Anzahlungen auf Bestellungen | 876 | 0 |
| Sonstige Verbindlichkeiten | 13.494 | 4.279 |
| Passive Rechnungsabgrenzungsposten | 217 | 107 |
| Summe sonstige kurzfristige Verbindlichkeiten | 14.587 | 4.386 |
| Summe | 34.712 | 19.955 |
| Verbindlichkeiten aus Lieferungen und Leistungen | 20.125 | 15.569 |
|---|---|---|
| Erhaltene Anzahlungen auf Bestellungen | 876 | 0 |
| Sonstige Verbindlichkeiten | 13.494 | 4.279 |
| Passive Rechnungsabgrenzungsposten | 217 | 107 |
| Summe sonstige kurzfristige Verbindlichkeiten | 14.587 | 4.386 |
(19) Personalaufwand
(20) Abschreibungen auf Sachanlagen und immaterielle Vermögensgegenstände
| JR | |
|---|---|
| ıäßige Ahschreihı |
(21) Firmenwertabschreibungen
| in TEUR | |
|---|---|
| Firmenwertabschreibungen | |
(22) Sonstige betriebliche Aufwendungen
Die Zusammensetzung der sonstigen betrieblichen Aufwendungen ergab sich wie folgt:
(23) EBIT – Operatives Betriebsergebnis
Das operative Betriebsergebnis erhöhte sich im Vergleich zum Vorjahr von TEUR 4.201 um TEUR 1.938 bzw 46,1 % auf TEUR 6.139. Diese Erhöhung ist vor allem auf den deutlichen Umsatzanstieg in der Division Airline Catering zurück zu führen. Demgegenüber stand ein Anstieg beim Material-, Personal und sonstigen betrieblichen Aufwand. Eine detaillierte Analyse dieses Ergebnisses wird im Rahmen des Lageberichts vorgenommen.
| in TEUR | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|
| Steuern, soweit sie nicht unter Steuern vom Einkommen und Ertrag fallen | 982 | 577 |
| Mieten, Pachten und Betriebskosten (inkl. Airportabgaben) | 19.644 | 12.865 |
| Reise-, Nachrichten- und Kommunikationsaufwand | 5.670 | 4.437 |
| Transport-, KFZ-Aufwand und Instandhaltungen | 6.444 | 5.006 |
| Versicherungen | 964 | 850 |
| Rechts-, Prüfungs- und Beratungsaufwand | 1.886 | 1.696 |
| Werbekosten | 484 | 354 |
| Sonstiger Personalaufwand | 476 | 1.605 |
| Übriger sonstiger betrieblicher Aufwand | 1.210 | 2.602 |
| Wertberichtigungen, Forderungsverluste und sonstige Schadensfälle | 741 | 2.108 |
| Kursdifferenzen | 1.036 | 292 |
| Buchverluste aus dem Abgang vom Anlagevermögen | 47 | 88 |
| Sonstiger Verwaltungsaufwand | 1.476 | 915 |
| Summe | 41.059 | 33.394 |
| in TEUR | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|
| Firmenwertabschreibungen | 68 | 450 |
| Summe | 68 | 450 |
| in TEUR | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|
| Planmäßige Abschreibungen | 7.278 | 5.120 |
| Außerplanmäßige Abschreibungen | 0 | 1.291 |
| Summe | 7.278 | 6.411 |
| in TEUR | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|
| Löhne | 47.437 | 33.987 |
| Gehälter | 13.275 | 10.055 |
| Aufwendungen für Abfertigungen | 1.538 | 693 |
| Aufwendungen für gesetzlich vorgeschriebene Sozialabgaben | ||
| sowie vom Entgelt abhängige Abgaben und Pflichtbeiträge | 13.234 | 9.884 |
| Sonstige Sozialaufwendungen | 1.783 | 785 |
| Summe | 77.266 | 55.405 |
Unter diesem Posten wurden die in Zusammenhang mit der Übertragung der Beteiligung an der AIREST Gastronomy and Retail GmbH stehenden Verbindlichkeiten ausgewiesen.
Eventualverbindlichkeiten und Haftungsverhältnisse
Bei den ausgewiesenen Beträgen handelte es sich um Bankgarantien zur Sicherstellung von Ansprüchen aus Mietverhältnissen sowie zur Sicherstellung von Abgabenrückzahlungen der italienischen Finanzbehörde.
II.2. Erläuterungen zur Gewinn-und-Verlust-Rechnung
Die Aufstellung der Gewinn-und-Verlust-Rechnung erfolgte nach dem Gesamtkostenverfahren.
(16) Umsatzerlöse
Die realisierten Umsatzerlöse wurden für die primäre Segmentberichterstattung entsprechend der internen Berichtsstruktur definiert. Bei der regionalen Umsatzaufgliederung erfolgte eine Aufgliederung nach dem Ort der Leistungserbringung durch die Unternehmen des DO & CO-Konzerns ("Management Approach" gemäß IAS 14). Hinsichtlich der detaillierten Darstellung der Umsatzerlöse wird auf die Berichterstattung im Lagebericht verwiesen.
(17) Sonstige betriebliche Erträge
Die Reduktion der sonstigen betrieblichen Erträge um TEUR 6.157 resultierte im Wesentlichen aus den im Vorjahr ausgewiesenen Erträgen aus dem Abgang von Sachanlagen.
(18) Materialaufwand und Aufwand für bezogene Leistungen
| in TEUR | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|
| Materialaufwand (inkl. Handelswareneinsatz) | 63.313 | 39.650 |
| Aufwendungen für bezogene Leistungen | 14.276 | 11.893 |
| Summe | 77.589 | 51.543 |
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Garantien | 1.236 | 1.466 |
| in TEUR | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|
| Airline Catering | 123.481 | 74.794 |
| International Event Catering | 39.035 | 35.598 |
| Restaurants, Lounges & Hotel | 43.817 | 31.787 |
| Summe | 206.333 | 142.179 |
| in TEUR | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|
| Buchgewinne aus dem Abgang vom Anlagevermögen | 0 | 7.049 |
| Erträge aus der Auflösung von Rückstellungen | 1.004 | 917 |
| Auflösung von Wertberichtigungen zu Forderungen | 29 | 333 |
| Versicherungsvergütungen | 154 | 109 |
| Mieterträge | 170 | 118 |
| Übrige sonstige betriebliche Erträge | 1.710 | 697 |
| Summe | 3.067 | 9.224 |
III. SONSTIGE ANGABEN
(27) Ergebnis je Aktie
Die Anzahl der ausgegebenen Aktien zum 31. März 2007 beträgt 1.948.800 Stück. Zum Bilanzstichtag wurden, ebenso wie im Vorjahr, keine eigenen Aktien gehalten.
Das Ergebnis je Aktie beträgt auf Basis des Konzernergebnisses von TEUR 3.834 (VJ: TEUR 4.758) EUR 2,36 (VJ: EUR 2,93). Das Ergebnis pro Aktie auf Grundlage des bereinigten Konzernergebnisses, dh unter Berücksichtigung von Firmenwertabschreibungen, von TEUR 3.903 (VJ: TEUR 5.208) ergibt sich in Höhe von EUR 2,40 (VJ: EUR 3,21) je Aktie.
(28) Vorschlag für die Gewinnverwendung
Gemäß den Bestimmungen des Aktiengesetzes bildet der nach österreichischen Rechnungslegungsvorschriften aufgestellte Einzelabschluss der DO & CO Restaurants & Catering AG zum 31. März 2007 die Grundlage für die Ausschüttung einer Dividende. Dieser Jahresabschluss weist einen Bilanzgewinn in Höhe von EUR 13.079.179,47 aus. Der Vorstand wird daher der Hauptversammlung vorschlagen, einen Betrag in Höhe von EUR 12.000.000,00 in die freien Rücklagen einzustellen, auf das Grundkapital in Höhe von EUR 14.162.481,91 eine Dividende in Höhe von EUR 0,50 je Aktie auszuschütten und den nach der Ausschüttung verbleibenden Bilanzgewinn auf neue Rechnung vorzutragen.
(29) Geldflussrechnung (Cash-Flow Statement)
Die Darstellung der Geldflussrechnung erfolgte nach der indirekten Methode, wobei der Fonds der liquiden Mittel den Kassenbeständen, Schecks und den Bankguthaben entspricht. Die Ertragsteuerzahlungen sind gesondert im Cash-Flow aus dem operativen Bereich ausgewiesen. Zinsenein- und -auszahlungen wurden ebenfalls der laufenden Geschäftstätigkeit zugeordnet. Die Dividendenzahlungen an Aktionäre der DO & CO Restaurants & Catering AG wurden als Teil der Finanzierungstätigkeit ausgewiesen.
(30) Risikobericht
Allgemein
Die wesentlichen Kernbereiche von DO & CO sind das Airline Catering, International Event Catering sowie Restaurants, Lounges & Hotel. Wichtige Determinanten sind die Entwicklungen in der Luftfahrtbranche und die daraus resultierenden Anforderungen an das Cateringunternehmen sowie die Entwicklung der globalen wirtschaftlichen Rahmenbedingungen und die dadurch bestimmte Allokationsbereitschaft von Budgetmittel für Veranstaltungen seitens internationaler Konzerne. Unsere Aktivitäten unterliegen den üblichen Marktrisiken und aus heutiger Sicht lassen sich keine Risiken erkennen, welche den Fortbestand des Unternehmens gefährden könnten. Die Risiken und ihre potenziellen Auswirkungen werden im Rahmen des Risikomanagements analysiert und bewältigt. Hinsichtlich der detaillierten Darstellung des Risikomanagements wird auf die Berichterstattung im Lagebericht verwiesen.
| 2006/2007 | 2005/2006 | |
|---|---|---|
| Ausgegebene Aktien (in Stk) | 1.948.800 | 1.624.000 |
| Gewichtete Aktien (in Stk) | 1.626.670 | 1.624.000 |
| Ergebnis je Aktie vor Firmenwertabschreibungen (in EUR) | 2,40 | 3,21 |
| Ergebnis je Aktie (in EUR) | 2,36 | 2,93 |
(24) Finanzergebnis
(25) Steuern vom Einkommen und Ertrag
Als Ertragsteuern wurden sowohl die von der DO & CO Restaurants & Catering AG und ihren Tochtergesellschaften entrichteten bzw geschuldeten einkommensabhängigen Steuern sowie die latenten Steuerabgrenzungen erfasst. Die effektive Steuerbelastung des DO & CO-Konzerns als Verhältnis des gesamten Steueraufwandes zum Ergebnis vor Steuern beträgt 34,1 % (VJ: 28,7 %). Die Ursachen für den Unterschied zwischen dem für das Geschäftsjahr 2006/2007 anzuwendenden Körperschaftsteuersatz von 25 % (VJ: 25 %) und der ausgewiesenen Konzernsteuerquote ergaben sich wie folgt:
(26) Auf konzernfremde Gesellschafter entfallendes Ergebnis
Die Anteile von Konzernfremden am Jahresgewinn von vollkonsolidierten Gesellschaften mit Minderheitenanteilen beliefen sich auf - TEUR 688 (VJ: TEUR -109).
| in TEUR | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|
| Konzernergebnis vor Ertragsteuern | 6.858 | 6.823 |
| Ertragsteueraufwand zum Steuersatz von 25 % (VJ: 25 %) | 1.715 | 1.706 |
| Nicht temporäre Differenzen sowie Steueraufwendungen | ||
| und Steuererträge aus Vorperioden | 309 | -36 |
| Veränderung der Wertberichtigung auf aktive latente Steuern | ||
| sowie Verluste, auf die keine latenten Steuern aktiviert wurden | 517 | -60 |
| Steuersatzänderungen | -204 | 345 |
| Effektivsteuerbelastung | 2.336 | 1.955 |
| Effektivsteuersatz in % | 34,1 | 28,7 |
| in TEUR | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|
| Ertragsteueraufwand | 2.900 | 1.646 |
| davon aperiodisch | -5 | 71 |
| Latente Steuern | -564 | 309 |
| Summe | 2.336 | 1.955 |
| in TEUR | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|
| Beteiligungsergebnis | ||
| Ergebnis aus Beteiligungen | -4 | -36 |
| davon aus assoziierten Unternehmen | -4 | -20 |
| Ergebnis aus Endkonsolidierung | 598 | 0 |
| Summe Beteiligungsergebnis | 594 | -36 |
| Sonstiges Finanzergebnis | ||
| Erträge aus sonstigen Wertpapieren des Anlagevermögens | 6 | 3 |
| Sonstige Zinsen und ähnliche Erträge | 1.565 | 362 |
| Sonstige Zinsen und ähnliche Aufwendungen | -1.445 | -363 |
| Sonstiges Finanzergebnis | 0 | 2.655 |
| Summe sonstiges Finanzergebnis | 125 | 2.658 |
| Summe | 719 | 2.622 |
(31) Wesentliche Ereignisse nach dem Bilanzstichtag (Nachtragsbericht)
Ereignisse nach dem Bilanzstichtag, die für die Bewertung am Bilanzstichtag von Bedeutung sind, wie offene Rechtsfälle, Schadenersatzforderungen sowie andere Verpflichtungen oder Drohverluste, die gemäß IAS 10 (Events after the Balance Sheet Date) gebucht oder offen zu legen sind, wurden im vorliegenden Konzernabschluss der DO & CO Restaurants & Catering AG berücksichtigt oder sind nicht bekannt. Die für die Spaltungsvorgänge im Zusammenhang mit dem Erwerb der AIREST Catering GmbH notwendigen Entwürfe der Spaltungs- und Übernahmsverträge wurden am 24. Mai 2007 beim Firmenbuchgericht eingereicht. Mit dem Abschluss des Spaltungsvorganges ist Ende Juni 2007 zu rechnen.
(32) Geschäftsbeziehungen zu nahe stehenden Unternehmen
Mit der Raiffeisenlandesbank Niederösterreich-Wien AG, die über die Raiffeisen-Holding Niederösterreich-Wien reg. Gen. m.b.H. bzw deren 100 %-ige Tochtergesellschaft DZR Immobilien und Beteiligungs GmbH als Aktionär der DO & CO Restaurants & Catering AG mittelbar ein nahe stehendes Unternehmen ist, wurden die Geschäftsbeziehungen im abgelaufenen Geschäftsjahr weiter intensiviert und zu fremdüblichen Bedingungen abgewickelt.
Bestehende Geschäftsbeziehungen zu Unternehmen, in denen Aufsichtsratsmitglieder der DO & CO Restaurants & Catering AG tätig sind, laufen zu fremdüblichen Konditionen ab. Unternehmen an denen die Aufsichtsräte o. Univ. Prof. DDr. Waldemar JUD und Dr. Werner SPORN ein erhebliches wirtschaftliches Interesse haben, haben im Geschäftsjahr 2006/2007 für juristische Beratungstätigkeiten Honorare in der Höhe von EUR 232.631 in Rechnung gestellt.
Der Konzern hält 50 % an der THY DO & CO Ikram Hizmetleri A.S. Die restlichen 50 % an dieser Gesellschaft werden von Turkish Airlines (Türk Hava Yollari A.O.) gehalten. Die THY DO & CO Ikram Hizmetleri A.S. beliefert Turkish Airlines mit Airline Catering-Leistungen. Im Wirtschaftsjahr 2006/2007 sind dahingehend Umsatzerlöse in Höhe von TEUR 11.334 erzielt worden (Aufnahme der Geschäftstätigkeit am 1. Jänner 2007). Im Zusammenhang mit dieser Geschäftsbeziehung sind in den Forderungen aus Lieferungen und Leistungen Forderungen gegenüber Turkish Airlines in Höhe von ca TEUR 5.422 enthalten. Im Zusammenhang mit der Finanzierung der THY DO & CO Ikram Hizmetleri A.S. sind langfristige Verbindlichkeiten in Höhe von TEUR 7.969 und kurzfristige Verbindlichkeiten in Höhe von TEUR 7.172 im Konzernabschluss enthalten.
(33) Angaben über Organe und Arbeitnehmer
Die Zahl der durchschnittlich beschäftigten Arbeitnehmer ergab sich wie folgt:
| Anzahl | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|
| Arbeiter | 1.777 | 1.143 |
| Angestellte | 237 | 197 |
| Gesamt | 2.014 | 1.340 |
Finanzinstrumente
Aus der Natur des operativen Geschäftes resultierten für DO & CO Zins- und Währungsrisiken, zu deren Steuerung und Begrenzung im Bedarfsfall auch derivative Finanzinstrumente eingesetzt wurden. In keinem Fall wurden Derivate für Handels- oder Spekulationsgeschäfte verwendet. Im abgelaufenen Wirtschaftsjahr wurden keine derivativen Finanzinstrumente eingesetzt.
Finanzinstrumente sind jene Ansprüche auf Zahlungsmittel als Ergebnis eines auf einem Vertrag basierenden wirtschaftlichen Vorganges (IAS 32). Hierzu gehören einerseits die als originäre Finanzinstrumente einzustufenden Forderungen und Verbindlichkeiten aus Lieferungen und Leistungen bzw auch Finanzforderungen und Finanzschulden. Andererseits zählen hierzu auch die derivativen Finanzinstrumente, die als Sicherungsgeschäfte zur Absicherung von Währungs- und Zinsänderungsrisiken eingesetzt werden. Zum Bilanzstichtag bestanden keine Ansprüche und Verpflichtungen aus Derivativgeschäften zur Absicherung von Fremdwährungspositionen.
Der Bestand der originären Finanzinstrumente ergibt sich aus der Bilanz, wobei für die einzelnen Bilanzposten die jeweils angeführten Bilanzierungs- und Bewertungsgrundsätze gelten. Die auf der Aktivseite ausgewiesenen und um vorgenommene Wertberichtigungen reduzierten Forderungen stellen das maximale Bonitäts- und Ausfallsrisiko dar. Da die Bonität bestehender und neuer Kunden laufend überprüft wird, kann das Kreditrisiko aus Forderungen gegenüber Kunden aus heutiger Sicht als gering eingeschätzt werden und ist in Abhängigkeit der Marktentwicklung zu sehen. Das Kreditrisiko aus der Anlage von liquiden Mitteln von Wertpapieren ist infolge der besten Bonität der Vertragspartner bzw des niedrigen in Wertpapieren gebundenen Vermögens als nicht gegeben anzusehen. Die ausgewiesenen Buchwerte der liquiden Mittel, kurzfristigen Veranlagungen und kurzfristigen Forderungen und Verbindlichkeiten entsprechen aufgrund der kurzfristigen Fälligkeiten den Marktwerten. Zum Bilanzstichtag bestanden Finanzverbindlichkeiten aus einer kurzfristigen Euro-Barvorlage sowie längerfristige Finanzverbindlichkeiten zur Finanzierung der im abgelaufenen Wirtschaftsjahr erfolgten Expansion des Konzerns, für die sich ein Zinsänderungsrisiko in Abhängigkeit der Entwicklung der Geldmarktzinssätze ergibt. Für andere aus dem operativen Geschäftsbereich resultierende Forderungen und Verbindlichkeiten, die fast ausschließlich Restlaufzeiten von unter einem Jahr aufweisen, besteht kein Zinsänderungsrisiko von materieller Bedeutung.
Währungsrisiken bestehen in all jenen Fällen, bei denen Forderungen und Verbindlichkeiten in einer anderen als der lokalen Währung der Gesellschaft fakturiert werden. Soweit keine geschlossenen Devisenpositionen aus der Aufrechnung von in einer Fremdwährung bestehenden Forderungen durch zeitlich und betragsmäßig äquivalente Verbindlichkeiten in der selben Währung resultieren, wird durch die Verwendung der jeweiligen Fremdwährung bei konzerninternen Lieferungen und Leistungen ein Ausgleich zur Minimierung des Währungsrisikos angestrebt.
Währungsrisiken resultieren auf der Aktivseite bei Lieferungen und Leistungen vor allem aus dem amerikanischen Dollar mit einem Anteil von 6 % (VJ: 15 %), dem britischen Pfund mit 12 % (VJ: 14 %), sowie der türkischen Lira mit 23 %. Bei den Verbindlichkeiten aus Lieferungen und Leistungen stammen 1 % (VJ: 4 %) der Währungsrisiken ebenfalls aus dem amerikanischen Dollar, 9 % (VJ: 12 %) aus dem britischen Pfund und 14 % aus der türkischen Lira. Veranlagungen erfolgen zu einem großen Teil im eigenen Währungsraum der jeweiligen Konzerngesellschaft, so dass das Währungsrisiko nur in sehr eingeschränktem Ausmaß besteht.
| :nmer ergab sich wie folgt |
|---|
Zusätzlich zu den in den Vergleichsjahren beschäftigten Arbeitern waren 292 (VJ: 216) in Form von Teilzeitarbeitsverpflichtungen tätig.
Als Organe der DO & CO Restaurants & Catering AG sind folgende Personen im Geschäftsjahr 2006/2007 tätig gewesen:
Vorstand: Herr Attila DOGUDAN, Wien, Vorsitzender, Herr Michael DOBERSBERGER, Wien.
Die Gesamtbezüge der Mitglieder des Vorstandes betrugen im abgelaufenen Geschäftsjahr TEUR 452 (VJ: TEUR 432), wobei davon auf Herrn Attila Dogudan rund TEUR 241 (VJ: TEUR 205) und auf Herrn Michael Dobersberger rund TEUR 210 (VJ: TEUR 228) entfielen.
Aufsichtsrat:
Herr o.Univ.-Prof. DDr. Waldemar JUD, Graz, Vorsitzender, Herr Dr. Werner SPORN, Wien, Stellvertreter des Vorsitzenden, Herr Ing. Georg THURN-VRINTS, Poysbrunn, Herr Präsident Ökonomierat Generalanwalt Dr. Christian KONRAD, Wien.
An die Mitglieder des Aufsichtsrates wurde gemäß Hauptversammlungsbeschluss vom 29. Juni 2006 für das Geschäftsjahr 2005/2006 eine Vergütung in Höhe von TEUR 19 (VJ: TEUR 19) bezahlt.
Haftungen für Kredite sowie Firmenkredite von Konzerngesellschaften an Vorstände und Aufsichtsräte bestehen nicht.
Wien, am 29. Mai 2007
Der Vorstand:
Attila DOGUDAN e.h. Michael DOBERSBERGER e.h.
Vorsitzender
WESENTLICHE UNTERSCHIEDE zwischen den österreichischen und den IFRS Rechnungslegungsvorschriften
Firmenwerte aus der Kapitalkonsolidierung: Während das HGB für Firmenwerte entweder eine erfolgsneutrale Rücklagenverrechnung oder eine Aktivierung mit linearer Abschreibung vorsieht, sind gemäß IFRS 3 Firmenwerte zu aktivieren und jährlich einem Impairment-Test zu unterziehen. Eine planmäßige Abschreibung ist hingegen nicht mehr vorgesehen.
Latente Steuern: Nach den IAS/IFRS sind für alle temporären Differenzen zwischen Steuerbilanz und IFRS-Bilanz unter Verwendung des gegenwärtig gültigen Steuersatzes latente Steuern zu bilanzieren, wogegen gemäß HGB latente Steuern nur für passive zeitliche Differenzen verpflichtend zu bilden sind. Abweichend zum Handelsrecht sind innerhalb IFRS auch für steuerliche Verlustvorträge aktive latente Steuern zu bilden, wenn diese durch zukünftige steuerliche Gewinne verwertet werden können.
Sonstige Rückstellungen: Im Gegensatz zum HGB, dem das kaufmännische Vorsichtsprinzip zugrunde liegt, stellen die IAS/IFRS tendenziell höhere Anforderungen an die Bestimmbarkeit der rückzustellenden Zahlungsverpflichtung und die Eintrittswahrscheinlichkeit. Aufwandsrückstellungen sind im Gegensatz zum österreichischen Handelsrecht nicht zulässig.
Personalrückstellungen: Nach IAS/IFRS wird der Berechnung der Personalrückstellungen (Abfertigungsrückstellungen, Jubiläumsgeldrückstellungen) die Projected-Benefit-Obligation-Methode (Anwartschaftsbarwertverfahren) basierend auf dem aktuellen Kapitalmarktzinssatz unter Berücksichtigung von künftigen Gehaltssteigerungen zugrunde gelegt. Im Gegensatz dazu findet nach österreichischem Handelsrecht das Teilwertverfahren Anwendung.
Zur Veräußerung verfügbare finanzielle Vermögenswerte: Gemäß HGB sind kurzfristige Finanzvermögenswerte mit den Marktwerten, höchstens jedoch mit den Anschaffungskosten zu bewerten. Nach IAS/IFRS sind generell die Marktwerte anzusetzen.
Bewertung von Fremdwährungsbeträgen: Die Bewertung von Forderungen und Verbindlichkeiten in fremder Währung erfolgt grundsätzlich mit dem Stichtagskurs zum Bilanzstichtag, sodass jede Währungsschwankung ergebniswirksam erfasst wird. Abweichend davon sind nach HGB entsprechend dem Imparitätsprinzip nur nicht realisierte Verluste zu bilanzieren. Umrechnungsbedingte Währungsdifferenzen aus der Schuldenkonsolidierung im Zusammenhang mit konzerninternen Darlehen werden gemäß IFRS als nicht realisierte Kursgewinne oder -verluste ergebnisneutral im Eigenkapital berücksichtigt.
Außerordentliches Ergebnis: Nach IFRS ist der Ausweis eines außerordentlichen Ergebnisses im Gegensatz zur österreichischen Rechnungslegung nicht erlaubt.
Erweiterte Ausweispflicht: Nach den IAS/IFRS sind die Positionen der Bilanz, Gewinnund-Verlust-Rechnung, Geldflussrechnung sowie die Entwicklung des Eigenkapitals im Anhang (Notes) detailliert zu erläutern. Weitere Informationspflichten bestehen insbesondere hinsichtlich der Geschäftssegmente und derivativer Finanzinstrumente.
| Anschaffungs- und Herstellungskosten | ||||
|---|---|---|---|---|
| Währungs änderung |
Zugänge | Umbuchungen | Abgänge | Stand 31. März 2007 |
| 363 | 405 | 14 | 68 | 53.810 |
| -1.185 | 5.872 | -14 | 741 | 92.871 |
| 0 | 12 | 0 | 7 | 290 |
| Stand 31. März 2007 |
|---|
| Stand 31. März 2007 |
Stand 31. März 2006 |
|||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Anschaffungs- und Herstellungskosten | Kumulierte Abschreibungen | Buchwert | |||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| in TEUR | Stand per 31. März 2006 |
Veränderung Konsoli dierungskreis |
Währungs änderung |
Zugänge | Umbuchungen | Abgänge | Stand 31. März 2007 |
Stand 31. März 2006 |
Veränderung Konsoli dierungskreis |
Währungs änderung |
Abschreibungen des Jahres |
Abgänge | Stand 31. März 2007 |
Stand 31. März 2007 |
Stand 31. März 2006 |
| I. Immaterielle Vermögensgegenstände | |||||||||||||||
| 1. Gewerbliche Schutzrechte und | |||||||||||||||
| ähnliche Rechte und Vorteile sowie | |||||||||||||||
| daraus abgeleitete Lizenzen | 7.599 | 40.914 | 363 | 405 | 21 | 0 | 49.303 | 4.105 | 358 | 35 | 1.679 | 0 | 6.177 | 43.126 | 3.494 |
| 2. Geschäfts-(Firmen-)Wert | 1.429 | 3.146 | 0 | 0 | 0 | 68 | 4.507 | 0 | 0 | 0 | 68 | 68 | 0 | 4.507 | 1.429 |
| 3. Geleistete Anzahlungen | 7 | 0 | 0 | 0 | -7 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | |
| 9.035 | 44.060 | 363 | 405 | 14 | 68 | 53.810 | 4.105 | 358 | 35 | 1.747 | 68 | 6.177 | 47.633 | 4.931 | |
| II. Sachanlagen | |||||||||||||||
| 1. Grundstücke und Bauten einschließlich | |||||||||||||||
| der Bauten auf fremdem Grund | 27.617 | 12.318 | -944 | 269 | 2.113 | 4 | 41.368 | 10.458 | 2.132 | -219 | 1.962 | 0 | 14.332 | 27.037 | 17.159 |
| 2. Technische Anlagen und Maschinen | 8.874 | 8.313 | -74 | 1.231 | 16 | 37 | 18.323 | 7.171 | 6.012 | -49 | 792 | 31 | 13.895 | 4.427 | 1.702 |
| 3. Andere Anlagen, Betriebs- und | |||||||||||||||
| Geschäftsausstattung | 20.038 | 6.704 | -167 | 3.854 | 2.515 | 450 | 32.494 | 15.266 | 3.664 | -145 | 2.846 | 406 | 21.225 | 11.269 | 4.772 |
| 4. Geleistete Anzahlungen und Anlagen in Bau | 4.994 | 81 | 0 | 518 | -4.658 | 249 | 685 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 685 | 4.994 |
| 61.523 | 27.416 | -1.185 | 5.872 | -14 | 741 | 92.871 | 32.895 | 11.808 | -414 | 5.599 | 437 | 49.452 | 43.419 | 28.628 | |
| III. Finanzanlagen | |||||||||||||||
| 1. Anteile an verbundenen Unternehmen | 0 | 48 | 0 | 12 | 0 | 0 | 60 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 60 | |
| 2. Anteile an assoziierten Unternehmen | 29 | -20 | 0 | 0 | 0 | 4 | 5 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 5 | |
| 3. Wertpapiere des Anlagevermögens | 45 | 182 | 0 | 0 | 0 | 3 | 224 | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 | 7 | 217 | |
| 74 | 211 | 0 | 12 | 0 | 7 | 290 | 0 | 7 | 0 | 0 | 0 | 7 | 282 | ||
| Summe | 70.632 | 71.687 | -822 | 6.290 | 0 | 816 | 146.970 | 37.000 | 12.173 | -378 | 7.347 | 505 | 55.636 | 91.334 | 33.632 |
KONZERN-ANLAGENSPIEGEL
zum 31. März 2007
UNEINGESCHRÄNKTER BESTÄTIGUNGSVERMERK und Bericht des Abschlussprüfers
An den Vorstand der DO & CO Restaurants & Catering AG
Wir haben den beigefügten Konzernabschluss der
DO & CO Restaurants & Catering Aktiengesellschaft, Wien,
für das Geschäftsjahr vom 1. April 2006 bis 31. März 2007 geprüft. Dieser Konzernabschluss umfasst die Konzernbilanz zum 31. März 2007, die Konzern-Gewinn- und Verlustrechnung, die Konzerngeldflussrechnung und die Konzern-Eigenkapitalveränderungsrechnung für das am 31. März 2007 endende Geschäftsjahr sowie eine Zusammenfassung der wesentlichen angewandten Bilanzierungs- und Bewertungsmethoden und sonstige Anhangangaben.
Verantwortung der gesetzlichen Vertreter für den Konzernabschluss
Die gesetzlichen Vertreter der Gesellschaft sind für die Aufstellung eines Konzernabschlusses verantwortlich, der ein möglichst getreues Bild der Vermögens-, Finanz- und Ertragslage des Konzerns in Übereinstimmung mit den lnternational Financial Reporting Standards (IFRSs), wie sie in der EU anzuwenden sind, vermittelt. Diese Verantwortung beinhaltet: Gestaltung, Umsetzung und Aufrechterhaltung eines internen Kontrollsystems, soweit dieses für die Aufstellung eines Konzernabschlusses und die Vermittlung eines möglichst getreuen Bildes der Vermögens-, Finanz- und Ertragslage des Konzerns von Bedeutung ist, damit dieser Konzernabschluss frei von wesentlichen Fehldarstellungen, sei es auf Grund beabsichtigter oder unbeabsichtigter Fehler, ist; die Auswahl und Anwendung geeigneter Bilanzierungs- und Bewertungsmethoden; die Vornahme von Schätzungen, die unter Berücksichtigung der gegebenen Rahmenbedingungen angemessen erscheinen.
Verantwortung des Abschlussprüfers
Unsere Verantwortung besteht in der Abgabe eines Prüfungsurteils zu diesem Konzernabschluss auf der Grundlage unserer Prüfung. Wir haben unsere Prüfung unter Beachtung der in Österreich geltenden gesetzlichen Vorschriften und der vom International Auditing and Assurance Standards Board (IAASB) der International Federation of Accountants (IFAC) herausgegebenen International Standards on Auditing (ISAs) durchgeführt. Diese Grundsätze erfordern, dass wir die Standesregeln einhalten und die Prüfung so planen und durchführen, dass wir uns mit hinreichender Sicherheit ein Urteil darüber bilden können, ob der Konzernabschluss frei von wesentlichen Fehldarstellungen ist.
Eine Prüfung beinhaltet die Durchführung von Prüfungshandlungen zur Erlangung von Prüfungsnachweisen hinsichtlich der Beträge und sonstigen Angaben im Konzernabschluss. Die Auswahl der Prüfungshandlungen liegt im pflichtgemäßen Ermessen des Abschlussprüfers, unter Berücksichtigung seiner Einschätzung des Risikos eines Auftretens wesentlicher Fehldarstellungen, sei es auf Grund beabsichtigter oder unbeabsichtigter Fehler. Bei der Vornahme dieser Risikoeinschätzungen berücksichtigt der Abschlussprüfer das interne Kontrollsystem soweit es für die Aufstellung eines Konzernabschlusses und die Vermittlung eines möglichst getreuen Bildes der Vermögens-, Finanz- und Ertragslage des Konzerns von Bedeutung ist, um unter Berücksichtigung der Rahmenbedingungen geeignete Prüfungshandlungen festzulegen, nicht jedoch um ein Prüfungsurteil über die Wirksamkeit des internen Kontrollsystems des Konzerns abzugeben. Die Prüfung umfasst ferner die Beurteilung der Angemessenheit der angewandten Bilanzierungsund Bewertungsmethoden und der von den gesetzlichen Vertretern vorgenommenen, wesentlichen Schätzungen sowie eine Würdigung der Gesamtaussage des Konzernabschlusses.
Wir sind der Auffassung, dass wir ausreichende und geeignete Prüfungsnachweise erlangt haben, sodass unsere Prüfung eine hinreichend sichere Grundlage für unser Prüfungsurteil darstellt.
Prüfungsurteil
Unsere Prüfung hat zu keinen Einwendungen geführt. Aufgrund der bei der Prüfung gewonnenen Erkenntnisse entspricht der Konzernabschluss nach unserer Beurteilung den gesetzlichen Vorschriften und vermittelt ein möglichst getreues Bild der Vermögens- und Finanzlage des Konzerns zum 31. März 2007 sowie der Ertragslage und der Zahlungsströme des Konzerns für das Geschäftsjahr vom 1. April 2006 bis 31. März 2007 in Übereinstimmung mit den International Financial Reporting Standards (IFRSs), wie sie in der EU anzuwenden sind.
Ohne unseren Bestätigungsvermerk einzuschränken weisen wir darauf hin, dass der im Zusammenhang mit dem Erwerb der AIREST Catering GmbH notwendige Spaltungsvorgang zum Zeitpunkt unserer Prüfung noch nicht abgeschlossen war. Im vorliegenden Konzernabschluss wird die Spaltung entsprechend der beim Firmenbuchgericht eingereichten Unterlagen berücksichtigt.
Bericht zum Konzernlagebericht
Der Konzernlagebericht ist auf Grund der in Österreich geltenden gesetzlichen Vorschriften zu prüfen, ob er mit dem Konzernabschluss in Einklang steht und ob die sonstigen Angaben im Konzernlagebericht nicht eine falsche Vorstellung von der Lage des Konzerns erwecken. Der Konzernlagebericht steht nach unserer Beurteilung in Einklang mit dem Konzernabschluss.
Wien, am 29. Mai 2007
PKF CENTURION WIRTSCHAFTSPRÜFUNGSGESELLSCHAFT MBH MEMBER FIRM OF PKF INTERNATIONAL
Dr. Stephan Maurer e.h. Mag. Günther Prindl e.h.
Wirtschaftsprüfer und Steuerberater
AKTIVA
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Immaterielle Vermögensgegenstände | 99 | 119 |
| Sachanlagen | 353 | 248 |
| Finanzanlagen | 15.469 | 16.501 |
| Anlagevermögen | 15.921 | 16.868 |
| Forderungen aus Lieferungen und Leistungen | 134 | 102 |
| Forderungen gegenüber verbundenen Unternehmen | 77.083 | 28.475 |
| Forderungen gegenüber Unternehmen, mit denen ein | ||
| Beteiligungsverhältnis besteht | 0 | 174 |
| Sonstige Forderungen und Vermögensgegenstände | 694 | 989 |
| Kurzfristiges Vermögen | 77.910 | 29.741 |
| Kassenbestand, Guthaben bei Kreditinstituten | 674 | 16.024 |
| Umlaufvermögen | 78.585 | 45.765 |
| Rechnungsabgrenzungsposten | 33 | 30 |
| Summe Aktiva | 94.538 | 62.663 |
PASSIVA
| in TEUR | 31. März 2007 | 31. März 2006 |
|---|---|---|
| Grundkapital | 14.162 | 11.802 |
| Kapitalrücklagen | 37.354 | 13.081 |
| Gewinnrücklagen | 94 | 94 |
| Bilanzgewinn | 13.079 | 13.224 |
| Eigenkapital | 64.690 | 38.202 |
| Rückstellungen für Abfertigungen | 647 | 550 |
| Steuerrückstellungen | 1.912 | 1.590 |
| Sonstige Rückstellungen | 3.922 | 2.775 |
| Rückstellungen | 6.481 | 4.915 |
| Verbindlichkeiten gegenüber Kreditinstituten | 2.500 | 6.800 |
| Verbindlichkeiten aus Lieferungen und Leistungen | 809 | 301 |
| Verbindlichkeiten gegenüber verbundenen Unternehmen | 19.684 | 12.176 |
| Sonstige Verbindlichkeiten | 374 | 270 |
| Verbindlichkeiten | 23.367 | 19.547 |
| Summe Passiva | 94.538 | 62.663 |
| Eventualverbindlichkeiten | 26.026 | 2.334 |
BILANZ ZUM 31. MÄRZ 2007
der DO & CO Restaurants & Catering AG
GEWINN- UND VERLUSTRECHNUNG für das Geschäftsjahr 2006/2007 der DO & CO Restaurants & Catering AG
| in TEUR | 2006/2007 | 2005/2006 |
|---|---|---|
| Umsatzerlöse | 10.887 | 9.759 |
| Sonstige betriebliche Erträge | 469 | 291 |
| Aufwendungen für Material und sonstige bezogene Herstellungsleistungen | -588 | -625 |
| Personalaufwand | -7.918 | -6.724 |
| Abschreibungen | -276 | -228 |
| Sonstige betriebliche Aufwendungen | -6.750 | -3.194 |
| Betriebsergebnis | -4.176 | -722 |
| Erträge aus Beteiligungen | 6.555 | 6.880 |
| Sonstige Zinsen und ähnliche Erträge | 2.937 | 1.497 |
| Erträge aus dem Abgang von Finanzanlagen | 0 | 3.525 |
| Aufwendungen aus Finanzanlagen | -3.825 | -4.382 |
| Zinsen und ähnliche Aufwendungen | -501 | -1.918 |
| Finanzergebnis | 5.165 | 5.602 |
| Ergebnis der gewöhnlichen Geschäftstätigkeit | 989 | 4.880 |
| Steuern vom Einkommen und Ertrag | -322 | -1.300 |
| Jahresfehlbetrag/-überschuss | 667 | 3.580 |
| Jahresverlust/-gewinn | 667 | 3.580 |
| Gewinnvortrag | 12.412 | 9.644 |
| Bilanzgewinn | 13.079 | 13.224 |
Der nach den österreichischen Bilanzierungsvorschriften aufgestellte Jahresabschluss nebst Lagebericht der DO & CO Restaurants & Catering Aktiengesellschaft, der von der PKF CENTURION Wirtschaftsprüfungsgesellschaft mbH mit dem uneingeschränkten Bestätigungsvermerk versehen worden ist, wird samt den dazugehörigen Unterlagen beim Firmenbuch des Handelsgerichtes Wien unter der Firmenbuchnummer 156765 m eingereicht.
Vorschlag für die Gewinnverwendung
Gemäß den Bestimmungen des Aktiengesetzes bildet der nach österreichischen Rechnungslegungsvorschriften aufgestellte Einzelabschluss der DO & CO Restaurants & Catering AG zum 31. März 2007 die Grundlage für die Ausschüttung einer Dividende. Dieser Jahresabschluss weist einen Bilanzgewinn in Höhe von EUR 13.079.179,47 aus. Der Vorstand wird daher der Hauptversammlung vorschlagen, einen Betrag in Höhe von EUR 12.000.000,00 in die freien Rücklagen einzustellen, auf das Grundkapital in Höhe von EUR 14.162.481,91 eine Dividende in Höhe von EUR 0,50 je Aktie auszuschütten und den nach der Ausschüttung verbleibenden Bilanzgewinn auf neue Rechnung vorzutragen.
Wien, am 24. Mai 2007 Der Vorstand der DO & CO Restaurants & Catering AG
Eigentümer, Herausgeber und Verleger DO & CO Restaurants & Catering AG, Stephansplatz 12, A-1010 Wien • Investor Relations DO & CO Restaurants & Catering AG, Tel. +43 (1) 74 000-1010 • Konzeption & Text Mag. Bettina Höfinger, Dr. Klaus Petermann, Mag. (FH) Harald Voglreiter, Mag. (FH) Christoph Zinke • Gestaltung DO & CO Marketing Division • Layout & Bildbearbeitung Robert Brezina, Michael Juren • Fotos ACTS Sportveranstaltungen GmbH, Allsport Management SA, America's Cup Management, Archiv DO & CO, Austrian Airlines, BMW, BMW Oracle Racing, British Airways, British Museum, Casinos Austria, Emirates, Eos, FG stijl, Fotostudio Futbal Club Barcelona, Friedl, Gerster, Husar, Jasiutyn, Lufthansa AG, Krautzer/Studio Laxenburg, Mercedes-Benz Heritage Information Center, Mutua Madrilena Masters Madrid, NASA, NIKI Luftfahrt GmbH, Parigger, Ranz, Stokes, Swarovski Kristallwelten, Themessl, WWP Weirather-Wenzel & Partner GmbH • Produktion Holzhausen Druck & Medien GmbH